CAPACITAÇÃO EM

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
MANUAL TÉCNICO E LEGISLAÇÃO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

2011

PREF EITO M U NICIPAL

D
DRR.. A
AIID
DA
AN
NR
RA
AV
VIIN
N

SECRETÁRIO M U NICIPAL D A SAÚ D E

D
DRR.. A
AN
NTTO
ON
NIIO
OD
DEE G
GIIO
OV
VA
AN
NN
NII N
NEETTO
O

D IRETORA D O D EP ARTAMENTO D E ASSISTÊNCIA À SAÚ D E

TTA
AN
NIIA
AM
MA
AR
RIIA
AB
BA
AR
RB
BO
OSSA
A LLO
OP
PEESS

C OORD ENAD ORA D E ASSIST ÊNCIA FARMACÊU TI CA

A
AN
NG
GEELLA
AC
CA
AR
RLLA
AB
BA
AIIÃ
ÃO
O

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

2

PRIMEIRA EDIÇÃO: NOVEMBRO/2011

SUPERVISÃO GERAL
ÂNGELA CARLA BAIÃO
COORDENAÇÃO
ANGELA CARLA BAIÃO
ANDERSON DE OLIVEIRA ALVES
DANIEL ATAÍDE
ELABORAÇÃO
PESQUISA, REDAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO

DANIEL ATAÍDE
LOGÍSTICA, TREINAMENTO E MENTORIA

ANDERSON DE OLIVEIRA ALVES
DANIEL ATAÍDE
REVISÃO TÉCNICA
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA – CORPO TÉCNICO DE FARMACÊUTICOS DA
PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ
DRA. HELOÍSA HELENA SILVA - DIRETORA REGIONAL - CONSELHO REGIONAL DE

FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - SECCIONAL SANTO ANDRÉ
REVISÃO TEXTUAL
DANIEL ATAÍDE

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

3

MULTIPLICADORES – CORPO DOCENTE, INSTRUTORES
(EM ORDEM ALFABÉTICA)

TÉCNICOS
ANA CRISTINA CASCARDI
ANDERSON CARLOS PEREIRA
ANGELA CARLA BAIÃO
CAMILA RODRIGUES COMPARINI
CLÉIA MARIA PEREIRA LOPES
CÉLIA TEREZINHA DE MORAES
CIBELE CRISTINA TALAMONTE DE OLIVEIRA
ELIAS TEIXEIRA DE OLIVEIRA
FABIOLA RENATA UEMOTO CHISTE
HELDER RENE BARBOZA
HUGO PIOVEZAN DE FELICE
LEONI MARIS DE MELO FERRARESI
LUIZ EDUARDO ANDRADE ALKIMIM
MARINA CRISTINA OLIVEIRA COLLADO
MIRIAM CLAUDIA AGARBELLA
NILZE FAVERO
REINALDO MAURICIO RIBEIRO DA SILVA
RICARDO JOSE DE SOUZA

MOTIVACIONAL E TÉCNICAS DE ATENDIMENTO
ANDERSON DE OLIVEIRA ALVES
DANIEL ATAÍDE

©Copyright – Layout DA-2011 - Reprodução permitida, desde que citando a fonte e mantendo o contexto.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

4

SUMÁRIO
PREFÁCIO ..................................................................................................................... 9
APRESENTAÇÃO........................................................................................................... 11
EPÍGRAFE.................................................................................................................... 19
AGRADECIMENTOS ...................................................................................................... 20
INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 21
RESULTADOS ESPERADOS DO ALUNO ........................................................................... 23
OBJETIVO ................................................................................................................... 24
JUSTIFICATIVA ............................................................................................................ 25
CENTROS DE ESPECIALIDADES DE SANTO ANDRÉ ......................................................... 30
LOCAIS DE ATENDIMENTO EM SANTO ANDRÉ ............................................................... 34
COMO UTILIZAR OS SERVIÇOS DE SAÚDE DE SANTO ANDRÉ ......................................... 38
PROGRAMAS DE SAÚDE DISPONÍVEIS EM SANTO ANDRÉ ............................................... 39
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - PNAF....................................... 40
O QUE É ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA......................................................................... 44
PERFIL EXIGIDO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ........................................................ 47
ATRIBUIÇÕES,

COMPETÊNCIAS

E

INTERVENÇÕES

PERTINENTES

À

ASSISTÊNCIA

FARMACÊUTICA ........................................................................................................... 51
PROPÓSITOS DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ............................................................ 53
ATRIBUIÇÕES DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - AF..................................................... 55
ORGANOGRAMA OFICIAL DA ASSISTÊNCIA ................................................................... 57
CAMPANHAS EDUCATIVAS – DETERMINAÇÃO OFICIAL ................................................... 58
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

5

ESFERAS DE AÇÃO - DIVISÃO DE COMPETÊNCIAS, FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL .... 60
PRINCÍPIO BÁSICO DA SAÚDE PÚBLICA ........................................................................ 69
REPASSE DE VERBAS ENTRE FEDERAÇÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS ............................... 70
RENAME X REMUME ..................................................................................................... 71
ANTIBIÓTICOS ............................................................................................................ 74
DÚVIDAS - PERGUNTAS E RESPOSTAS .......................................................................... 79
REGRAS DO SUS PARA ASSISTÊNCIA MÉDICA PARTICULAR ............................................ 98
ENTIDADES ASSISTENCIAIS OU FILANTRÓPICAS ......................................................... 100
USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS ........................................................................... 102
AQUISIÇÃO DE MEDICAMENTOS PELOS MUNICÍPIOS ................................................... 105
ADOÇÃO DE PROTOCOLOS EM CASOS ESPECIAIS ........................................................ 106
EXIGÊNCIA LEGAL DE CAPACITAÇÃO CONTINUADA E PLANEJADA - RECURSOS HUMANOS RECICLAGEM ............................................................................................................. 110
FLUXOGRAMA OFICIAL DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ............................................ 114
OBRIGATORIEDADE DE SISTEMA INFORMATIZADO, MENSURÁVEL E PUBLICÁVEL ......... 115
A DISPENSAÇÃO PROPRIAMENTE DITA ....................................................................... 116
ATENÇÃO FARMACÊUTICA AO PACIENTE ..................................................................... 122
ADESÃO .................................................................................................................... 127
COMO PRESERVAR A QUALIDADE DOS MEDICAMENTOS .............................................. 131
COMO RECONHECER OS MEDICAMENTOS DETERIORADOS .......................................... 132
RECEBIMENTO DE MEDICAMENTOS ............................................................................ 133
ESTOQUE - MOVIMENTAÇÃO DE MEDICAMENTOS ....................................................... 135
BALANÇO ESPECIAL PARA PSICOTRÓPICOS ................................................................. 138
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

6

........................ GLOSSÁRIO....................................................................................................................................................................................................... 205 ESCRITURAÇÃO – REGISTRO ................................................... 262 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 7 .............................................................................................................................................................................. 227 CAIXA DE EMERGÊNCIA ................ 216 FORMAS E FÓRMULAS FARMACÊUTICAS........... SIGLAS E TERMINOLOGIAS OFICIAIS .............................................................................. 230 ANEXOS À PORTARIA Nº 344..................... DE 12/05/1988 ................................................................................. 153 PRESCRIÇÃO ........... 261 MEDICAMENTOS COM VENDA SEM RETENÇÃO DE RECEITA .....................................................................................RECEITA – NOTIFICAÇÃO: NORMAS .... 152 DEFINIÇÕES..................................... 231 LISTA DE SUBSTÂNCIAS ............... 142 OS MEDICAMENTOS NO ORGANISMO ........................................................................ 208 EXIGÊNCIA DA PRESENÇA DO PROFISSIONAL TÉCNICO ........................................................................ 201 AMOSTRA-GRÁTIS ...................................................................................................................... 229 FARMÁCIA POPULAR ....... 211 MEDICAMENTOS VERSUS REMÉDIOS ....................................... 221 OS EFEITOS DOS MEDICAMENTOS ........ 149 FICHA DE NOTIFICAÇÃO DE QUEIXA TÉCNICA.................................................................................................................................. 224 COMO ORGANIZAR A FARMÁCIA ....... 228 CUIDADOS COM A GELADEIRA.......................BALANÇO.......................................................... 144 ACOLHIMENTO ................................................................... 250 PSICOTRÓPICOS E TIPOS DE RECEITA ............... 226 ORGANIZAÇÃO DOS MEDICAMENTOS .......................... 182 EMBALAGEM ......................................................................................................................................FICHA DE PRATELEIRA ................................................... 261 PROGRAMA 5S ..................................................................................................................................................

....................... 286 ÍNDICE REMISSIVO ................................................................................................................................................................................. 291 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 8 ....................................UTILIDADE PÚBLICA .............. 266 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................

O fundamento para a Assistência Farmacêutica íntegra estará relacionado com o amadurecimento dos profissionais de saúde. causadas pelo mal uso de medicamentos estão entre os principais problemas de saúde. de 19 de setembro de 1990. política e econômica de questões que envolvem fármacos.P PR REEFFÁ ÁC CIIO O Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde pretende mais do que apresentar opções quanto à superação de problemas. Dessa forma. passando a ser um indicador da qualidade de assistência à saúde. constitui um desafio e um ideal a ser alcançado. então. a Assistência Farmacêutica passa. a integrar direitos constitucionais. São inúmeros os problemas sanitários em razão da utilização inadequada de medicamentos. e a discussão sobre as estratégias que conduzem à integração das políticas farmacêuticas como políticas públicas. levar à reflexão sobre a dimensão social. Entre eles estão às Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 9 . A partir da criação do SUS com a Lei nº 8080. a consciência quanto à necessidade de se superar a atual dicotomia entre as políticas de saúde e as políticas farmacêuticas. com atitudes mais participantes sob o aspecto do compromisso social. especialmente farmacêuticos. A Assistência Farmacêutica preza pelo uso Racional dos Medicamentos levando a uma melhor qualidade de vida. e também relacionado ao senso dos gestores do SUS quanto à compreensão da função dos fármacos no sistema de saúde. A mortalidade e a morbidade.

reações adversas que ocupa entre a 4ª e 6ª posição de causas de mortalidade no mundo. HELOÍSA HELENA MONFORTE SILVA Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo . Isso tudo sem contar a diminuição dos gastos públicos com internações por intoxicação medicamentosa e uso incorreto dos medicamentos. tendo um índice maior de sucesso. Muitos outros pacientes têm sofrimento decorrente dessas reações. Levaremos em consideração que uma boa prestação de Assistência Farmacêutica conduzirá o paciente a aderir melhor ao tratamento e prosseguir até o fim a terapia prescrita. Dra.CRF Diretora Regional Seccional ABC Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 10 .

Mesmo científica. legal e nesta pedagógica. na prevenção de agravos. em especial. na íntegra. basta. através agregar valor de informação à terapêutica medicamentosa. Nesta primeira edição. consultar o índice nas últimas páginas. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 11 . proteção à higidez e ao bem estar da população andreense. Este manual deverá estar disponível. d estacam-se. primeira propõe edição.A AP PR REESSEEN NTTA AÇ ÇÃ ÃO O AAN NTTEELLÓ ÓQ QU UIIO O Esta obra é dedicada a todos que trabalham ou dirigem estabelecimentos de serviços de saúde. termos.. para isso. direcionado para orientação e educação. em cada unidade de saúde do município. Constitui-se em mais um importante instrumento da filosofia do D Deeppaarrttaam meennttoo ddee AAssssiissttêênncciiaa àà SSaaúúddee ((D DAASS)). e saber em quais páginas esses verbetes se encontram. como guia de referência e orientação a todos os servidores da área. tendo como missão fazer interação com a comunidade que prescreve. os seguintes pontos:  1) ÍNDICE REMISSIVO: Você pode localizar com facilidade as principais palavras. dispensa e utiliza o medicamento. por meio eletrônico e impresso. vocábulos ou mesmo assuntos da obra.

denúncias. Daniel Ataíde. pessoas que afirmam aquilo que simplesmente não confere com o direito. Através dest a obra. 2) LEGISLAÇÃO ATUALIZADA: Inclusive in literis (na íntegra) o Decreto 7508. diretoria do CRF. ou . listas de medicamentos e insumos online.  6) UTILIDADE PÚBLICA: Lista dos principais órgãos governamentais .  3) REVISÃO TÉCNICA: Ainda que as pesquisas tenham sido feitas pelo redator. que veio regulamentar a Lei 8080/1990.  4) LISTA COMPLETA DAS UNIDADES DE SAÚDE. todos os capítulos foram exaustivamente a nalisados por diversos especialistas da área. protocolos. bem como referendado e prefaciado por Heloísa Helena Silva . inclusive a coordenação. Com um manual pleno de legislação em mãos. instituições.  5) LISTA DE PROGRAMAS DE SAÚDE DE SANTO ANDRÉ: Com orientações importantes sobre as formas de at endimento de cada programa. legislação online. através de Angela Carla Baião . programas governamentais. eliminar esse mal passa a ser uma realidade . alertas oficiais sobre saúde pública. pretende-se eliminar de nossos corredores e salas de reuniões o “achismo”. associações. bulário eletrônico. serviços de emergência. normas técnicas. seus respectivos endereços e telefones. fundações. Some -se a isso todas as demais legislações pertinentes às questões farmacêuticas vigentes no país. CENTROS DE ESPECIALIDADES E HOSPITAIS: Com informações sobre os quesitos para atendimento em cada local. mais empafioso ainda. conselhos estadual e federal. contudo. locais de cadastramento de usuários no SUS. CID. Dos Centros de Especialidades a redação elaborou um mapa contendo as áreas de abrangência dos bairros atendidos por cada um dos três CE‟s. de 28/06/211. sindicatos e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 12 .

 11) DÚVIDAS E RESPOSTAS: Mais de cinqüenta perguntas relevantes são apresentadas em capítulo especial. cujas respostas refletem anos de pesquisa dos especialistas. elementos altamente importantes para auxílio de servidores de farmácias e outros setores da saúde. Além das recomendações da RDC 20/2011. e os princípios demonstrados diretamente na fonte: ( BRASIL.2. médicos e pacientes. dado à acuidade do tema diante das novas implicações oficiais. a questão dos antibióticos recebeu um capítulo exclusivo. Editora Brasília.  9) RENAME X REMUME: Esclarecimentos e informações importantíssimas. Ministério da Saúde. o leitor poderá encontrar rapidamente respostas e elucidação para diversas questões que rodeiam os corredores da saúde. Normas e Manuais Técnicos. Cap. eram consideradas difíceis ou controvertidas.  12) USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS: Além de todas as demais atribuições . as regras.siglário. subordinado diretamente à Secretaria Municipal da Saúde. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. traduzi ndo em linguagem popular a solução de questões técnicas que. até então. conforme determina a lei. explicitado profundamente ao longo dos capítulos que abordam este mesmo tema.  10) ANTIBIÓTICOS: A pedido de uma das revisoras técnicas. Brasília. segue também a lista de antimicrobianos registrados na ANVISA. em apoio a todos os demais departamentos da saúde municipal. Nesse capítulo.  8) ORGANOGRAMA OFICIAL DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA (AF): Considerando a obrigatoriedade de cada município ter a Assistência Farmacêutica como um Departamento autônomo. 2006).6) Série A. a mola propulsora da Assistência Farmacêutica Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 13 .

úlceras (por.Municipal deve ser a de influenciar a cultura local para o USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS. nizatidina). como bloqueadores H2 (cimetidina. Tem sido um péssimo costume de alguns prescritores usar o “atalho” do Omeprazol (ou lansoprazol) . o próprio bulário informa sobre o Omeprazol o seguinte: “Tratamentos prolongados por mais de 8 seman as. ou. acompanhamento ou indicação de dietas especiais. A bem da verdade. adquiriram enfermidad es gástricas de maior perigo. é o uso desregrado do Omepraz ol. a comunidade médica sabe que o uso contínuo de Omeprazol é para casos bastante específicos. entre outros fatores. que certamente seriam mais indicados para tratar o caso. a inculcação no paciente de que isso será de “uso contínuo”. o que é pior. e agentes protetores da mucosa (subsilicato de bismuto) . refluxo e similares. que limitam a secreção de ácidos ao bloquear a histamina. mas não para simples gastrite. exercícios físicos. diariamente. É a famosa situação de partir para o mais fácil na consulta. passaram a ter que usar Pantoprazol. sabe que . proteínas e outros elementos químicos imprescindíveis ao organismo. Comete-se o absurdo de se prescrever Omeprazol para casos em que a indicação seria para hidróxido de alumínio . alguns médicos adquirem o hábito de prescrever certos medicamentos da “moda”. devendo Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação ser efetuadas 14 . ou seja. como adjuvante aos que fazem uso contínuo de certos medicamentos permanentes. Um caso entre dezenas. sem contudo haver orientação médica. Isso é tratado de forma bastante especial nesta obra. que afeta diretamente a produção de ácido . Ora. mas não exatamente curar ou tratar a doença. magnésio ou outro antiácido. Quem está na prática da dispensação. cuja terapêutica poderia e deveria ser outra. e sem fazer ciente o usuário de suas implicações decorrentes da inibição da bomba de pr óton. reeducação alimentar. sem considerar ou sem or ientar sobre as demais implicações que isso trará ao paciente. não poucas vezes. Interessante é observar que muitos desses mesmos pacientes que foram vítimas dos abusos do Omeprazol. para elimina ção de bactérias ( Helicobacter pylori). intervenção cirúrgica para hérnia de hiato. Agrava-se a isso. que simplesmente mascara os incômodos gástricos. somente são aplicados na síndrome de Zollinger -Ellison. eliminar alguns sintomas. ranitidina. prescrição de outros medicament os. no máximo oito semanas). sem preocupar -se. importantíssimo para processar certos nutrientes.

Acesso em 14/08/2011 13:33:50). unidades de saúde e pacientes.bulas.  16) PSICOTRÓPICOS: Capítulos especiais sobre conceitos de psicotrópicos.htm>. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 15 . dicas de preenchimento das fichas e fórmula para o Consumo Médio Mensal (CMM).br/bula/3856/ omeprazol.com.  13) ADOÇÃO DE PROTOCOLOS EM CASOS ESPECIAIS: Orientações especiais que abrangem questões financeiras e cultura quanto a uso racional de medicamentos. balanço especial. capacitação planejada e sistemática é quesito legal. Acesso em 14/ 08/2011 13:29:50 ). Outra advertência também tem sido ignorada: “Quando há suspeita de úlcera gástrica. da amostra daquilo no qual podemos interagir de modo profícuo.medicinanet. bem como na Coordenação da Assistência Farmacêutica para todos que dele necessitarem. a possibilidade de malignidade da lesão deve ser precocemente afastada. Quanto ao modelo.med.br/bula/6555/ omeprazol. comunidade médica.htm>. regras sobre estocagem. e isso é totalmente explanado em um dos capítulos. prescrição e outros quesitos legais. uma vez que o tratamento com Omeprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico desta patologia” (MEDICINA.  14) CAPÍTULO ESPECIAL SOBRE EXIGÊNCIA LEGAL DE CAPACITAÇ ÃO CONTINUADA: Mais do que plano de gest ão.NET. Disponível em <http://www. Ressalte-se o fato de que o Omeprazol é apenas um item.  15) ORGANIZAÇÃO. conforme os princípios da legislação. agregador e multidisciplinarmente. estrutura sobre almoxarifado e locais de dispensação . deverá estar disponível em cada unidade de saúde. Disponível em <http://www. fichas de prateleira. Segue também o modelo adotado em Santo André. ESTOQUE E LOGÍSTICA: Normas oficiais sobre recebimento de produtos.verificações periódicas do estômago através de endoscopias ou radiografias” (CENTRAL DE BULAS. dentre tantos. entre Assistência Farmacêutica.

17)

METABOLISMO:

Demonstração

textual

e

ilustrativa de fácil assimilação a respeito do percurso do medicamento dentro
do

organismo,

desde

absorção,

distribu ição,

metabolismo

ou

ATENDIMENTO

EM

biotransformação, eliminação e interação medicamentosa.

18)

HUMANIZAÇÃO

DO

SAÚDE: Acolhimento, relação humanizada, fatores que afetam a relação com
pacientes e dicas para promover a adesão aos tratamentos propostos.

19) GLOSSÁRIO: Lista oficial dos principais termos

e siglas relacionados à farmacologia. Esse capítulo traz um verdadeiro
dicionário de fácil compreensão tanto para técnicos quanto para leigos.

20) ANEXOS OFICIAIS À PORTARIA Nº 344/88 :

Modelo de todos os form ulários oficiais, receitas, fichas, documento de
queixa técnica e correlatos.

21) LISTA DE SUBSTÂNCIAS: Todas as substâncias

que circulam naciona lmente, classificadas por categoria química e tipos de
receitas que devem ser utilizadas.

22)

P ROGRAMA

5S :

Técnica s

a dministra tiva s

pa ra

melhora r o a mbie nte de tra ba lho e serviços presta dos.


norma s

e sta be le cida s,

23)

P RES CRIÇÃO:

notifica çã o ,

forma s

de

Abra ngente

orienta çã o

preenchimento,

sobre

as

exigibilida de

de

ca ligra fia le gíve l . Acompa nha m ta mbém modelos dos ti pos de receita s conforme a
legisla çã o de te rmina pa ra ca da tipo de medica mento.

24) AMOS TRA GRÁTIS : Orienta ções conforme a s regra s

oficia is vige nte s pa ra uso de a mostra s grá tis.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

16

25) P RES ENÇA DO FARMACÊUTICO: E xposiçã o cla ra e

profunda de toda s a s implica çõe s lega is a respeito da exigibilida de da presença do
profissiona l té cnico e m unida de s pública s de sa úde.

26) REFERÊNCIAS BIBL IOGRÁFICAS : Lista de toda s a s

fontes utiliza da s e e xa ustiva mente lida s

que resulta ra m na composiçã o deste

ma teria l.
L onge de pretend er a perfeição ou originalidade (mesmo
porque nã o e xiste na da ce m por cento origina l entre os morta is) , uma vez que a
presente obra é fruto de pe squisa , e m ha vendo necessida de de a ltera ções, revisões ,
a justes

ou

a cré scimos,

se ja

por

questõ e s

técnica s,

legisla çã o

ou

de

Língua

Portugue sa , a s informa çõe s de verã o ser enca minha da s à Coordena çã o de Assi stência
Fa rm a cê utica , por e scrito, pa ra a va lia çã o e, sendo o ca so, consta r da s próxima s
edições, sob o crivo os re da tore s.
A

de finiçã o de sa úde

possui implica ções lega is, socia is e

econômica s dos e sta dos de sa úde e doença ; sem dúvida , a definiçã o ma is difundida
é a encontra da no pre â mbulo da Constituiçã o da Orga niza çã o Mundia l da Sa úde:

“Saúde

é

um

estado

de

completo

bem-estar

físico,

mental e social, e não apenas a ausência de doenças.”

DESEJAMOS BOA LEITURA E BOM USO DESTA FERRAMENTA!

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

17

Elaborado para o

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

PÚBLICO ALVO
Trabalhadores das Unidades de Saúde e Centros de Especialidades

FINALIDADE
Capacitação profissional, treinamento de novas equipes, multiplicação
de recursos, visando aperfeiçoamento, técnico, operacional e de atendimento, com objetivo
último de melhorar os serviços prestados ao munícipe.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

18

EEP
PÍÍG
GR
RA
AFFEE

Ser Farmacêutico é saber encapsular a dor
e promover a cura; diluir a tristeza e agitar a competência;
triturar a arrogância e embeber a humildade; aquecer a ética e
raspar

a

ignorância;

dissolver

amarguras,

descartar

a

discriminação, injetar esperança na alma e nutrir o coração dos
pacientes com amor...
(Não havendo autoria mais remota, a frase é atribuída a
Liziane Carlessio, oradora da 1ª Turma de Farmácia da Universidade de Santa Cruz
do Sul – UNISC – trecho do discurso em 27/08/2004)

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

19

A
AG
GR
RA
AD
DEEC
CIIM
MEEN
NTTO
OSS

Como alguém já disse, a Coordenação de Assistênci a
Farmacêutica, durante es se tempo de convivência e trabalho, criou, discutiu,
ouviu,

observou,

municipalidade.

reuniu,

Cada

um

obedeceu,
de

nós

delegou,

construiu

transformo u-se,

e

essa

e
foi

serviu
a

à

maior

recompensa, pois o que vale pelo esforço de nosso trabalho é aquilo no qual
ele é capaz de nos transformar.
Agradecemos, em especial, aos membros da coordenação
dos programas de farmácia de Santo André , que foram compreensivos,
proporcionando a um dos colegas se destacar das atribuições da equipe para
dedicar-se à pesquisa e elaboração dest a obra. Em que pese sua ausência em
prol do projeto, valeu pelos resultados o sacrifíci o e compreensão de todos.
Agradecemos aos Excelentíssimos: Prefeito da Cidade de
Santo André, Dr. Aidan Ravin; Secretário Municipal da Saúde , Dr. Antonio de
Giovanni Neto; enfim, aos nossos gestores , pela oportunidade desse desafio,
que, certamente fará diferença positiva para futuras equipes farmacêuticas e
de saúde do município.
A Deus que nos capacitou para mais esta empreitada.
De acordo com o grande poeta: “De tudo, ficaram três

coisas: a certeza de que [...] estava sempre começando, a certeza de que era
preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar.
Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer , da queda, um passo de dança;
do medo, uma escada; do sono, uma ponte; da procura, um encontro” .
(SABINO, Fernando. O Encontro Marcado . Rio de Janeiro: Editora Record, 88ª
edição, 2008 - 1ª edição: 1956).

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

20

IIN
NTTR
RO
OD
DU

ÇÃ
ÃO
O

“Não admitimos que nenhum paciente no Brasil
seja vítima do uso incorreto do medicamento por qualquer tipo de
indução [...]”. “Todo medicamento provoca [sic] intoxicação” [pode
provocar] [...] “toda intoxicação que ocorrer por uso inadequado, uso
irracional, indução inadequada feita por qualquer mecanismo seja pelo
profissional ou pela propaganda deve ser combatida”.
(Dirceu Raposo de Mello. Presidente da Anvisa. Disponível em
http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3-46-519-20
081218. Acesso em 19/07/2011 - 11:48:13 – glosa do revisor)

Antes

de

o

leitor

se

assustar

com

o

volume

deste

material, convém lembrar que g raças ao exaustivo trabalho de pesquisa, um
dos grandes diferenciais d o presente documento é que ele não apenas indica
as referências da legislação para que o leitor faça a pesquisa, pelo contrário,
apresenta os próprios textos oficiais no corpo da apostila .
Isso foi feito por alguns motivos. Primeiro, porque geralmente os
usuários ou alunos dificilmente fazem a leitura devida da legislação quando existe apenas
indicação da referência, sem o texto propriamente dito. Segundo, porque era necessária
uma varredura aprofundada para que o Departamento de Assistência Farmacêutica do
Município de Santo André, trabalhe dentro das cercanias da excelência, conhecendo de
modo esmerado as ferramentas e legalidades que norteiam esse serviço.
Maior impacto do que nossas palavras iniciais são as
palavras do próprio Ministério da Saúde , que reproduzimos ipsis literis :

Considerando que a maioria das intervenções em
saúde envolve o uso de medicamentos e que este uso pode ser
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

21

qualificação de serviços e de pessoal. ter trabalhadores qualificados. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 22 . gerenciar os estoques. a melhoria das práticas dos serviços públicos e a otimização dos processos de trabalho. armazenar. disponibilizamos este material como uma ferramenta para o fortalecimento da gestão da Assistência Farmacêutica. dispensar (ou seja. Ministério da Saúde. Ed. eficazes e custo-efetivos. reconhecê-la como departamento específico. programar adequadamente as aquisições. adquirir a quantidade certa e no momento oportuno. selecionar os medicamentos mais seguros. disponibilizar protocolos e diretrizes de tratamento. prescrever racionalmente. utilização adequada dos recursos e promoção do uso racional. por meio do desenvolvimento da Assistência Farmacêutica. distribuir e transportar adequadamente para garantir a manutenção da qualidade do produto farmacêutico. Brasília. entregar o medicamento ao usuário com orientação do uso). Com a finalidade de contribuir para a cultura do uso racional de medicamentos. 2006 – Grifo e Glosa do Revisor). Para garantia do acesso consideramos a organização e qualificação dos serviços e o desenvolvimento profissional como fatores determinantes. Normas e Manuais Técnicos. Não é suficiente considerar que se está oferecendo atenção integral à saúde quando a Assistência Farmacêutica é reduzida à logística de medicamentos (adquirir. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. Brasília. entre as quais destacamos: estrutura. acessibilidade geográfica. É preciso agregar valor às ações e aos serviços de saúde. Série A. (BRASIL. é imperativo que a Assistência Farmacêutica seja vista sob ótica integral. além de formulário terapêutico. O acesso envolve várias dimensões. armazenar e distribuir). capacidade aquisitiva.determinante para a obtenção de menor ou maior resultado. entre tantas outras ações. e monitorar o surgimento de reações adversas. reiterado por outros princípios do SUS]. Para tanto é necessário integrar a Assistência Farmacêutica ao sistema de saúde [ou seja.

estadual. Conhecimento das normas e procedimentos internos relacionados à dispensação. e orientando o paciente sobre o local e forma de aquisição. ao final do curso. O presente curso deverá fornecer material suficiente para responder a essas questões. Capacitação adequada sobre técnicas de atendimento ao público. considerando a excelência no atendimento tão importante quanto as questões técnicas do serviço. depois nas opiniões técnicas ou de terceiros. estadual e municipal sobre farmácia. Ainda que não se espere memória absoluta da legislação. quer sejam medicamentos da lista municipal. o aluno deverá ser habilitado a realizar consultas de forma rápida diante das questões que surgirem. localizando-os nas listas disponíveis. com base primeiramente no que diz a lei. o aluno seja capaz de compreender e responder adequadamente questões pertinentes aos seguintes pontos: Noções da legislação federal. federal Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 23 .R REESSU ULLTTA AD DO OSS EESSP PEER RA AD DO OSS D DO OA ALLU UN NO O Espera-se que. no entanto. Adquirir habilidade para identificar os medicamentos prescritos.

despenseiros (ou dispensadores) . participativo. Capacitar os profissionais da saúde. reconhecendo -o oficialmente. estruturando. Obedecer ao que a legislação determina a respeito do Departamento de Assistência Farmacêutica . padronizando. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 24 . Formular políticas prescrição institucionais e uso e relacionadas racional de implementar com seleção. Melhorar o serviço de dispensação de medicamentos . num processo dinâmico. multiprofissional e multidisciplinar . e adequando aos princípios estabelecidos nos moldes preconizados. reciclando.O OB BJJEETTIIV VO O Este projeto visa atingir as seguintes vertentes principais: Promover o uso racional e seguro dos medicamentos. otimizando e melhorando as condições da prestação de serviços. e todos os demais servidores e agentes intermediários. eliminando riscos e abusos. Ao longo deste manual o leitor atento perceberá as inúmeras e exaustivas menções legais sobre essas exigências . reorganizando. farmacêuticos. assistindo integralmente o paciente e a equipe de saúde. favorecendo o benefício da saúde pública. prescritores . medicamentos . para assegurar terapêutica eficaz e segura e melhoria na qualidade da assistência prestada à saúde dos pacientes assistidos pelos serviços da Secretaria Municipal da Saúde de Santo André.

A importância e o volume dos serviços prestados pelo setor público de saúde no Brasil . constantes mudanças no perfil epidemiológico que. Assim. a importância dos serviços de saúde. Esses serviços representam.916/MS/GM. especialmente dos homicídios e dos acidentes de trânsito. atualmente. Inclui desde unidades de atenção básica até centros hospitalares de alta complexidade. emergem e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 25 . aumenta a morbimortalidade decorrente da violência.composto pelos serviços estatais e privados conveniados ou contratados pelo SUS . 318 milhões de consultas médicas. percebe-se que: O VOLUME E ABRANGÊNCIA DOS SERVIÇOS. ao lado de uma série de outros. no montante de atividades desenvolvidas em 1996. Verifica-se. 12 milhões de internações hospitalares.podem ser verificados. do qual constam a realização de 2. os quais constituem. ao mesmo tempo em que são prevalentes as doenças crônico-degenerativas. ainda há parcelas da população excluídas de algum tipo de atenção. portanto. É indiscutível. O sistema de saúde brasileiro engloba estabelecimentos públicos e o setor privado de prestação de serviços. 502 milhões de exames e a aplicação de 48 milhões de doses de vacinas. A despeito do volume de serviços prestados pelo sistema de saúde. fator de extrema importância para a qualidade de vida da população. compreende doenças típicas de países em desenvolvimento e agravos característicos de países desenvolvidos. preocupação de todos os gestores do setor. VARIAÇÃO DO QUADRO DE NECESSIDADES. hoje.JJU USSTTIIFFIIC CA ATTIIV VA A Conforme menciona o Anexo à Portaria nº 3. seja pela natureza das práticas de assistência neles desenvolvidas. seja pela totalidade dos recursos por eles absorvidos. Além disso. além disso.8 milhões de partos. por exemplo. de 30 de outubro de 1998 . EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA A QUALIDADE DE VIDA.DOU de 10/11/98.

como é o caso dos utilizados no tratamento das doenças cardiovasculares. pelo profissional médico. Em decorrência. pacientes sofrerem de todas essas doenças simultaneamente. ainda. de produtos padronizados. a dengue. a transformação do modelo de atenção prestada. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM DEFESA DO CONSUMIDOR. A produção e a venda de medicamentos devem enquadrar-se em um conjunto de leis. Igualmente. indubitavelmente. os quais têm demonstrado clara tendência de aumento na expectativa de vida. AUMENTO NA EXPECTATIVA DE VIDA. constantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME). Acarretando um maior consumo e gerando um maior custo social. reumáticas e da diabetes. sobretudo. cujo atendimento requer a constante adequação do sistema de saúde e. Deve-se considerar. Frise-se o fato de que é bastante comum. a malária. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 26 . fundamental nessa transformação. em grande parte. na demanda de medicamentos destinados ao tratamento das doenças crônico-degenerativas. ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO. Some-se a isso a irregularidade no abastecimento de medicamentos. a política de medicamentos é.reemergem outras doenças. a falta de prioridades na adoção. DESARTICULAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE. no nível ambulatorial. de modo a conferir prioridade ao caráter preventivo das ações de promoção. além de novos procedimentos terapêuticos com utilização de medicamentos de alto custo. as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS. MEDICAMENTOS DE USO CONTÍNUO E MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO. certamente. o que diminui. proteção e recuperação da saúde. observa-se. SIMULTANEIDADE DE DOENÇAS CRÔNICO-DEGENERATIVAS. O envelhecimento populacional gera novas demandas. a eficácia das ações governamentais no setor saúde. tem-se novamente o processo de envelhecimento populacional interferindo. adquire especial relevância o aumento da demanda daqueles de uso contínuo. por exemplo. que modificações qualitativas e quantitativas no consumo de medicamentos são influenciadas pelos indicadores demográficos. tais como a cólera. Sob esse enfoque. Esse cenário é também influenciado pela desarticulação da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA no âmbito dos serviços de saúde. ainda.

apresenta uma renda entre quatro a 10 salários mínimos. consome 16% do mercado e tem uma despesa média anual de 18. eficaz e efetiva. Nitidamente. reembolsos especiais e planos de saúde. o terceiro. MAIS ESTATÍSTICAS. em defesa do consumidor e dos programas de subsídios institucionais. no País. incluindo as hospitalares e as homeopáticas. munícipe) indica a necessidade de que a Política de Medicamentos confira especial atenção aos aspectos relativos ao uso racional. formado por aqueles com renda acima de 10 salários mínimos. E isso somente pode ser feito por uma ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA atuante. tais como de compras de medicamentos.200 produtos. tem renda de zero a quatro salários mínimos. o segundo.6 bilhões de dólares/ano. esse mercado gerou 47. consome 36% do mercado e gasta. que corresponde a 34% da população. com vendas que atingem 9. anualmente. No tocante ao perfil do consumidor brasileiro. FALTA DE CO-PARTICIPAÇÃO SETORIAL . Em 1996. que representa 51% da população. bem como à segurança. Observa-se. eficácia e qualidade dos produtos colocados à disposição da população brasileira. pelo profissional médico.regulamentos e outros instrumentos legais direcionados para garantir a eficácia. por exemplo. O setor é constituído por cerca de 480 empresas. com 9.200 apresentações. a falta de prioridades na adoção. PERFIL DO PACIENTE BRASILEIRO. cerca de 50 mil farmácias. de Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 27 . este pode ser dividido em três grupos: o primeiro. eficiente. entre produtores de medicamentos.95 dólares per capita. Essa necessidade torna-se ainda mais significativa na medida em que o mercado farmacêutico brasileiro é um dos cinco maiores do mundo. Há. que comercializam 5. a análise desse perfil do consumidor (paciente. a segurança e a qualidade dos produtos. que corresponde a 15 por cento da população. ESTATÍSTICAS QUE COMPROVAM A NECESSIDADE DE DEFESA DO CONSUMIDOR E PACIENTE. além dos aspectos atinentes a custos e preços de venda. em média. indústrias farmoquímicas e importadores.100 empregos diretos e investimentos globais da ordem de 200 milhões de dólares.15 dólares per capita. 64. CONCLUSÃO DA JUSTIFICATIVA. consome 48% do mercado total e tem uma despesa média anual de 193.40 dólares per capita.

e Considerando a necessidade de o setor Saúde dispor de política devidamente expressa relacionada à questão de medicamentos. Interino. JOSÉ SERRA (Port. no nível ambulatorial. no uso de suas atribuições. NECESSIDADE DETERMINA A LEI. Art. Art. de 30/10/1998) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 28 . resolve: Art. cujas ações se relacionem com o tema objeto da Política agora aprovada.produtos padronizados. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. em grande parte. constantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME ). programas. o que diminui. cuja íntegra consta do anexo desta Portaria. A DE Secretaria ADEQUAÇÃO de Políticas MUNICIPAL AO Saúde. através de QUE do Departamento de Formulação de Políticas de Saúde . 2º Determinar que os órgãos e entidades do Ministério da Saúde. promovam a elaboração ou a readequação de seus planos. prioridades e responsabilidades nela estabelecidas. 1º Aprovar a Política Nacional de Medicamentos.3916/MS/GM. ou. institui a POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS : O Ministro de Estado da Saúde. Considerando a aprovação da proposta da política mencionada pela Comissão Intergestores Tripartite e pelo Conselho Nacional de Saúde. a eficácia das ações governamentais no setor saúde. Considerando a conclusão do amplo processo de elaboração da referida política. que envolveu consultas a diferentes segmentos direta e indiretamente envolvidos com o tema. no caso municipal (REMUME). Some-se a isso a irregularidade no abastecimento de medicamentos. projetos e atividades na conformidade das diretrizes.

Não obstante: Política é um compromisso oficial expresso em documento escrito. conforme prescreve a própria lei : O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) será ascendente. cujo desdobramento é um plano de ação. ouvidos seus órgãos deliberativos. para sua efetiva implementação. Ministério da Saúde. compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. no qual consta um conjunto de diretrizes. objetivos. Brasília. Funciona como um guia para direcionar o planejamento e a elaboração de estratégias. É imperativo que os trabalhadores em serviços de farmácia conheçam as necessidades pertinentes ao sistema. NECESSIDADE TEREM CONHECIMENTO DE DOS CERTAS TRABALHADORES PARTICULARIDADES DE DO FARM ÁCIA SISTEMA FARMACÊUTICO PÚBLICO . (Lei 8080/90. 2006 – Grifo e Glosa do Revisor). Ed. art. (BRASIL. Normas e Manuais Técnicos. Série A. intenções e decisões de caráter geral e em relação a um determinado tema em questão. Brasília. programas e projetos. do Distrito Federal e da União. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 29 . bem como às particularidades municipais. do nível local até o federal. dos Estados.36).

lado oeste do Córrego Guarará. limites com Mauá. Pres. Paranapiacaba e Parque Andreense. do Oratório. margeando limites com São Paulo. até R. R. Adriático. sentido Sítio dos Vianas. devido a questões geográficas e logísticas. lado esquerdo de quem sobe R. Estr. Estr. Av. Adriático (Jd. Centro de Especialidades III Rua Paulo Novais. lado esquerdo sentido Vila Luzita. Industrial. Sapopemba. R. A seguir. Oratório. Av.C CEEN NTTR RO OSS D DEE EESSP PEEC CIIA ALLIID DA AD DEESS D DEE SSA AN NTTO OA AN ND DR RÉÉ Centro de Especialidades I Avenida Ramiro Colleoni. retornando sentido R. Giovanni Battista Pirelli até Av. 501 – Vila Vitória Atende moradores a partir da Vila Vitória. concluindo o circuito nos bairros Campestre e Jardim até retornar ao Centro. Av. Guaraciaba. compreendido entre o Centro. margeando limites de São Bernardo e São Caetano. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 30 . Cap. ilustrações das regiões e distribuição geográfica para atendimento. do Estádio). Av. concluindo na Av. até Av. Cata Preta. Cristina). Três Divisas. São Paulo. Sta. Artur da Costa e Silva. Nevada. Av. do Pedroso até Waisberg I e II (Represa Billings). agregados ao bairro Centro. dos Missionários. margeando São Bernardo. Estr. enquadram-se na Região I (Centro de Especialidades I). (*) Para fins de programas de medicamentos. Av. lado direito de quem sobe (Jd. Gago Coutinho. Centro de Especialidades II Praça Senhor do Bonfim – Parque das Nações Atende moradores do segundo distrito. 220 – Centro (*) Atende moradores do primeiro distrito. compreendido entre lado Leste do Rio Tamanduateí. dos Estados. Mário Toledo de Camargo.

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 31 .

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 32 .

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 33 .

esquina Rua Manágua Bairro: Parque Capuava Telefone: 4472-1533 / 4975-5393 / 4476-2787 / 4472-1919 Horário de Atendimento: das 8h às 17h Centro de Reabilitação Municipal . 607 Bairro: Centro Telefone: 4438-9570 / 4990-7600 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Centro Hospitalar (ex-Hospital Municipal) Endereço: Av. 155 Bairro: Casa Branca Telefone: 4438-6063 / 4992-4926 Horário de Atendimento: das 7h às 18h Centro de Atenção Psicossocial à Infância (CAPS Infantil) Endereço: Rua David Campista.II Endereço: Praça Senhor do Bonfim (Praça Waldemar Soares). s/nº Bairro: Vila Assunção Telefone: 4437-2527 Horário de Atendimento: das 7h às 18h Ambulatório de Molestias InfecciosasARMI Endereço: Rua Silveiras. João Ramalho. 289 Bairro: Valparaíso Telefone: 4990-5256 / 4994-0761 / 0800 192300 . Ramiro Colleoni.LLO OC CA AIISS D DEE A ATTEEN ND DIIM MEEN NTTO O EEM M SSA AN NTTO OA AN ND DR RÉÉ Ambulatório de Especialidades Cirúrgicas Endereço: Travessa Apeninos.Horário de Atendimento: das 08h às 11h das 12h às 17h Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 34 .Coordenação Geral Endereço: Rua 1º de Maio. 326 Bairro: Centro Telefone: 4433-3611 / 4433-3624 Horário de Atendimento: 24 horas Centro de Orientação e Apoio Sorológico COAS Endereço: Rua das Silveiras. 700. 220. 220 Bairro: Centro Telefone: 4437-3788 / 4437-3766 . 133 Bairro: Centro Telefone: 4433-3008 Vide horário do Departamento de Assistência à Saúde CASM .CREM Endereço: Rua Betania. Bairro: Vila Guiomar Telefone: 4972-6570 / 4974-7545 Horário de Atendimento: das 7h às 19h Centro de Especialidades .Centro de Atenção à Saúde Mental Endereço: Rua Antonio Cardoso Franco. 170 Bairro: Santa Terezinha Telefone: 4997-3936 / 4996-4853 Horário de Atendimento: das 7h às 17h do Centro de Saúde Escola (Centro de Espec. 501 Bairro: Vila Vitória (Semasa Guarará) Telefone: 4451-9773 / 4451-9764 / 4973-3409 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Centro de Especialidades Odontológicas CEO Endereço: Rua Campos Sales.I . Social) Horário de Atendimento: das 7h às 17h Centro de Especialidades . 73 Bairro: Vila Guiomar Telefone: 4994-0835 / 4992-7433 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Centro de Referência à Saúde Trabalhador Endereço: Alameda Vieira de Carvalho. Pediátricas e Módulo Odontológico) Endereço: Rua Irlanda. s/nº Bairro: Parque das Nações Telefone: 4479-3710 / 4479-6800 / 4975-8276 (Assist.farmácia / 4436-6030 / 4992-1777 Horário de Atendimento: das 7h às 19h Centro de Especialidades .III Endereço: Rua Paulo Novais. 73 Bairro: Vila Guiomar Telefone: 4427-6110 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Assistência Farmacêutica . José Pontes Alves Endereço: Av. s/n Bairro: Parque Novo Oratório Telefone: 4479-9253 / 4479-4129 Horário de Atendimento: das 7h às 18h Departamento de Assistência à Saúde Endereço: Rua 1º de Maio. 133 Bairro: Centro Telefone: 4433-3000 / 4433-3042 Horário de Atendimento: das 08h às 11h das 12h30 às 16h Departamento de Vigilância à Saúde Gerência de Controle de Zoonoses Endereço: Rua Igarapava.Dr.

Jardim Sorocaba Endereço: Av. 935 Bairro: Jardim Alzira Franco Telefone: 4475-3411 Pronto Atendimento Bangú Endereço: Rua Avaré.Jardim Santo André . Sorocaba. América do Sul.Mista Endereço: Rua Frei Caneca. das Nações Telefone: 4461-2691 / 4996-2469 Horário de Atendimento: das 7h às 16h PID. Pedro Telefone: 4996-1922 Horário de Atendimento: 24 horas Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 35 . 250 Bairro: Bangu Telefone: 4462-1083 Horário de Atendimento: 24 horas Residência Terapêutica . 107 Bairro: Bangu Telefone: 4997-4211 / 4997-2284 / 4996-4646 Horário de Atendimento: 24 horas Pronto Atendimento Central Endereço: Praça IV Centenário.Departamento de Vigilância à Saúde Gerência de Vigilância Sanitária e Epidemiológica Endereço: Rua Primeiro de Maio.Álcool e Drogas (NAPS-AD) Endereço: Rua Gertrudes de Lima. somente para consultas ambulatoriais encaminhadas pelas Unidades de Saúde do município. 29 Bairro: Paranapiacaba Telefone: 4439-0010 Horário de Atendimento: 24 horas Pronto Atendimento Vila Luzita (foto) Endereço: Rua Calecute. Alzira Telefone: 4972-5313 Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein Endereço: R.0513 Programa de Saúde da Família .Programa de Internação Domiciliar Endereço: Rua Abílio Soares. 326 Bairro: Vila S. Príncipe de Gales. nº 3 Bairro: Jardim Irene II Programa de Saúde da Família .CDHU Endereço: Rua Sete. das 8h às 18h.5119 Horário de Atendimento: 24 horas Residência Terapêutica . 488 Bairro: Centro Telefone: 4992-3668 / 4990-5294 Horário de Atendimento: 24 horas Núcleo de Prevenção do Programa Municipal de DST/Aids Endereço: Av. 321 Bairro: Vl. 127 Bairro: Centro Telefone: 4433-3083 Horário de Atendimento: das 08h às 11h das 12h30 às 17h Farmácia Popular Endereço: Rua Cel. Telefone: 4436-4313 / 4436-6844 Horário de Atendimento: 24 horas Pronto Atendimento Paranapiacaba Endereço: Rua Rodrigues Alves. 8 Bairro: Centro. 123 Bairro: Jardim Telefone: 4436-5680 / 4437-2325 Horário de Atendimento: 24 h Núcleo de Atenção Psicossocial -2 (NAPS2) Endereço: Praça Chile. 536 Bairro: Principe de Gales Telefone: 4432-0454 / 4438-6998 Horário de Atendimento: das 9h às 17h Núcleo de Projetos Especiais Endereço: Rua Japão.Feminina Endereço: Rua Paulino Isabel de Queiroz. 631 (Próximo ao Centro Hospitalar) Bairro: Centro Telefone: 4468.Jardim Irene II Endereço: Rua Levi de Souza. s/n Bairro: Jardim Santo André Telefone: 4455.das 7h às 19h Núcleo de Atenção Psicossocial . 285 Bairro: Parque Novo Oratório Telefone: 4478-5000 Horário de Atendimento: De 2ª a 6ªf.1874 / 4432. Núcleo de Atenção Psicossocial-1 (NAPS1) Endereço: Rua Padre Manoel de Nóbrega nº. 25 Bairro: Vila Luzita Telefone: 4451-5211 / 4451-5866 / 4451-9898 / 4451-8027 / 4451-5119 / 4453. Seabra. 140 Bairro: Parque das Nações Telefone: 4997-6768 / 4996-6587 Horário de Atendimento: 2ª a 6ª f .3497 Programa de Saúde da Família . 431 Bairro: Pq.

29 Bairro: Paranapiacaba Telefone: 4439-0010 Horário de Atendimento: das 8h às 17h Unidade de Saúde Parque Andreense Endereço: Rua Jacobina.192 Endereço: Rua Antonio Polese.Residência Terapêutica . 331 Bairro: Jd. 500 Bairro: Jd. Bezerra de Menezes. São Paulo. 288 Bairro: Bangu Telefone: 4997-2754 Horário de Atendimento: 24 horas Unidade de Saúde Jardim Ana Maria e Jd. Las Vegas Telefone: 4973-2828 Horário de Atendimento: das 08h às 17h Unidade de Saúde Jardim Irene Endereço: Estrada daCata Preta. 745 Bairro: Jd. Carla Telefone: 4451-9933 / 4972-6366 Horário de Atendimento: das 7h às 16h Transporte para Tratamentos de Saúde (antigo "Cidade Acessível") Endereço: Rua José Fernando Medina Braga. 35 Bairro: Centreville Telefone: 4978-2614 / 4458-3500 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Centro Endereço: Rua Campos Sales. Santo Alberto Telefone: 4975-6800 Horário de Atendimento: das 8h às 17h Unidade de Saúde Moyses Fucs Endereço: Rua Alexandreta. 256 Bairro: Paraíso Telefone: 4426-8394 / 4426-1424 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde e Pronto Atendimento de Paranapiacaba Endereço: Rua Rodrigues Alves.14º andar Bairro: Centro Telefone: 4433-0361/ 4433-0362 Horário de Atendimento: das 08h às 11h das 12h30 às 16h Unidade de Saúde Jardim Carla (Prog rama de Saúde da Família) Endereço: Rua Lopes Trovão. 1 com a Rua Bertioga gleba 2 Bairro: Parque Andreense Telefone: 4439-9022 Horário de Atendimento: das 7h às 17h / Serviço de emergência 24 horas Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 36 . 552 Bairro: Jd. Bom Pastor Telefone: 4426-8988 e 4426-1343 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Secretaria de Saúde Endereço: Praça IV Centenário. Alvorada Telefone: 4972-3622 / 4972-4664 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Jardim Santo Alberto (Programa de Saúde da Família) Endereço: Rua Almada. 500 Bairro: Jardim Las Vegas Telefone: 192 Horário de Atendimento: 24 horas Unidade de Saúde Jardim Bom Pastor Endereço: Rua José D Angelo. esquina com a Rua Hélio da Mata Souza Bairro: Jd. s/n Bairro: Jd. s/n . Itapoã (Programa Saúde da Família) Endereço: Rua Otávio Mangabeira. 180 Bairro: Camilópolis Telefone: 4996-3406 / 4996-3067 Horário de Atendimento: das 7h às 19h Unidade de Saúde Paraíso Endereço: Rua Juquiá. Ana Maria Telefone: 4975-6800 Horário de Atendimento: das 8h às 17h SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) . 35 Bairro: Jd. Irene Telefone: 4453-5781 Horário de Atendimento: das 8h às 21h Unidade de Saúde Campestre Endereço: Rua Simão Jorge. 575 Bairro: Centro Telefone: 4438-0155 / 4437-3777 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Cidade São Jorge Endereço: Av. 550 Bairro: Campestre Telefone: 4991-4298 / 4473-2910 Horário de Atendimento: das 8h às 17h Unidade de Saúde Centreville Endereço: Rua Dr. 800 Bairro: Cidade São Jorge Telefone: 4978-3836 / 4978-6402 Horário de Atendimento: das 7h às 21h Unidade de Saúde Jardim Alvorada Endereço: Rua Almenor Jardim Silveira.Masculina Endereço: Rua Angatuba.

s/n Bairro: Vila Lucinda Telefone: 4479-1221 / 4975-5211 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Utinga Endereço: Alameda México.Unidade de Saúde Pq. 234 Bairro: Vila Palmares Telefone: 4421-6829 Horário de Atendimento: das 7h às 17h (SANTO ANDRÉ. 2452 Bairro: Recreio da Borda do Campo Telefone: 4457-2080 / 4974-6861 Horário de Atendimento: das 7h30 às 16h45 Unidade de Saúde Vila Lucinda Endereço: Rua Caconde. 1. s/n Bairro: Utinga Telefone: 4976-1000 / 4976-1118 / 4461-0444 Horário de Atendimento: das 8h às 17h Unidade de Saúde Vila Luzita Endereço: Av. Andrade Neves. 73 Bairro: Vila Guiomar Telefone: 4994-0835 / 4992-8256 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Parque das Nações Endereço: Rua Frei Caneca. João Ramalho (Programa de Saúde da Família) Endereço: Rua Maragogipe. Disponível em <http://www2.gov. Pedro I. 280 Bairro: Parque das Nações Telefone: 4996-2617 / 4996-1630 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Vila Helena Endereço: Av.082 Bairro: Vila Helena Telefone: 4453-9687 / 4973-1027 Horário de Atendimento: das 8h às 17h Unidade de Saúde Parque Miami Endereço: Estrada do Pedroso. 471 Bairro: Vila Valparaíso Telefone: 4468-1747 / 4427-9875 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Vila Palmares Endereço: Praça Áurea. s/n Bairro: Parque João Ramalho Telefone: 4472-5957.br/page/174/50>.santoandre.197 Bairro: Vila Luzita Telefone: 4453-5755 / 4452-1277 Horário de Atendimento: das 8h às 21h Unidade de Saúde Valparaíso (Programa de Saúde da Família) Endereço: Rua Andradina. Mico Leão Dourado.sp. Acesso em 10/08/2011 17:45:20) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 37 . esquina Rua Madagascar Bairro: Parque Novo Oratório Telefone: 4472-5311 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Vila Linda (Programa de Saúde da Família) Endereço: Rua Ingá esquina Rua Embaré Bairro: Vila Linda Telefone: 4451-9758 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Recreio da Borda do Campo (Programa Saúde da Família) Endereço: Av. 4. Secretaria Municipal da Saúde. D. 5.151 Bairro: Parque Miami Telefone: 4453-7548 / 4971-5274 Horário de Atendimento: das 7h30 às 16h30 Unidade de Saúde Vila Humaitá Endereço: Rua Fernando Mascarenhas. 191 Bairro: Vila Humaitá Telefone: 4474-1205 Horário de Atendimento: das 7h às 17h Unidade de Saúde Parque Novo Oratório Endereço: Rua Tunísia. 4975-9265 Horário de Atendimento: das 7h às 19h30 Unidade de Saúde Vila Guiomar (ARMI / AIDS & DST / COAS) Endereço: Rua das Silveiras.

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 38 . i n di c a t a m bé m o u t r o s pr o gr a m a s da r e de de a t en ç ã o . C o r po de B o m be i r o s . S A M U . c o m o o bj et i v o a pr e v e n ç ã o de a gr a v o s . C o n f o r m e o c a so . de v e s e r e n f a t i z a da a o r i en t a ç ã o de é i n ú t i l a pesso a i r di r et o . HOSPITAL DA M UL H E R “ M A RI A JOSÉ DOS SANTOS S T E I N ” : H o r á r i o de a t e n di m e n t o : segu n da a sex t a . A i n t er v en ç ã o é i m edi a t a e n ã o f a z a c o m pa n h a m e n t o do c a s o . m a s r ec o m en da a seqü ên c i a do t r a t a m en t o a t r a v és da U n i da de B á s i c a de S a ú de m a i s pr ó x i m a da r esi dên c i a do u su á r i o . en t r e o u t r o s. e tem sua rede de Atenção à Saúde distribuída conforme a necessidade do munícipe: UNIDADE BÁ S I C A DE S A ÚD E (UBS): Não r equ er e n c a m i n h a m e n t o . O s i s t e m a é a m bu l a t o r i a l . C E N T RO H O S P I T A L A R M UN I C I P A L D E S A N T O A N D RÉ – C H M . M o l é s t i a I n f e c c i o s a . a t r a v és de u m a C en t r a l de A gen da m en t o . É t a m bém a r ef er ên c i a m u n i c i pa l pa r a c a s o s de s u r t o s ps i qu i á t r i c o s. r e c e be m u n í c i pe e n ã o m u n í c i pe. t en do .f ei r a . P R O N T O A T E N D I M E N T O ( P A ) : P o r o f er ec er a t en di m en t o de u r gê n c i a e e m e r gê n c i a . P a r a e v i t a r de s c o n f o r t o s . so m en t e pa r a c o n s u l t a s a m bu l a t o r i a i s e n c a m i n h a da s pel a s u n i da des de s a ú de do m u n i c í pi o . da s 8 h à s 1 8 h . S a ú de do T r a ba l h a do r . C E N T RO S DE ESPECIALIDADES (CE): A t en de a pen a s c a s o s e n c a m i n h a do s de o u t r o s s er v i ç o s. sem pr é v i o e n c a m i n h a m e n t o . c o m c o n su l t a s a gen da da s. ger a l m en t e c o n du z i do s po r u n i da des de r e s ga t e . en c a m i n h a m en t o s do s P A ´ s. Santo André é dividido em regiões.C CO OM MO OU UTTIILLIIZZA AR RO OSS SSEER RV VIIÇ ÇO OSS D DEE SSA AÚ ÚD DEE D DEE SSA AN NTTO O A AN ND DR RÉÉ Como mencionado anteriormente.P R O N T O S O C O R R O : A t e n de c a so s gr a v es. en t r e o s qu a i s: S a ú de M en t a l .

PRD: PROGRAMA DE REDUÇÃO DE DANOS.P PR RO OG GR RA AM MA ASS D DEE SSA AÚ ÚD DEE D DIISSP PO ON NÍÍV VEEIISS EEM M SSA AN NTTO OA AN ND DR RÉÉ Toda unida de de sa úde tem um conselho diretor. Assistência aos portadores de deficiências ou incapacidades definitivas ou temporárias. SAMU: SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA. RESAVAS: REDE DE SAÚDE PARA ATENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E ABUSO SEXUAL PID: PROGRAMA DE INTERNAÇÃO DOMICILIAR. lista mos a lguns d os prog ra ma s municipa is de sa úde. forma do por representa nte s dos usuá rios. Saúde mental. SÍFILIS E HEPATITE. PSAI: PROGRAMA DE SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO TRANSPORTE MUNICIPAL: Para pessoas com necessidades de saúde e dificuldade de locomoção. Atende pessoas com vulnerabilidade. CRISA: CENTRO DE REFERÊNCIA DO IDOSO DE SANTO ANDRÉ. Atendimento para pessoas acamadas e outras necessidades de saúde no âmbito doméstico. NAPS I E II: NÚCLEO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Através de assistente social. Atende trabalhador com problemas de saúde física e mental relacionados ao trabalho.. pouco conhe cidos pe la popula çã o: ARMI: AMBULATÓRIO DE MOLÉSTIAS INFECCIOSAS. RESIDÊNCIA TERAPÊUTICA: Atende usuários da saúde mental sem moradia. avalia necessidades para possível inclusão em programas sociais. Hospital Dia e Hospital Noite. PSB: PROGRAMA DE SAÚDE BUCAL VEM MARIA: PROGRAMA DE ATENDIMENTO A MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 39 . Todos podem pa rticipa r da s reuniões a presenta ndo sua s dúvida s e suge stõe s. A se guir. CREM: CENTRO DE REABILITAÇÃO MUNICIPAL. tra ba lha dores e a dmini stra çã o. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST) E AIDS CAPS INFANTIL: CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTIL CEO: CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CEREST: CENTRO DE REFERÊNCIA DE SAÚDE DO TRABALHADOR. devido às seqüelas ou doenças crônicas. PSPCACT: PROGRAMA DE SAÚDE DE PREVENÇÃO E CONTROLE DOS AGRAVOS CRÔNICOS TRANSMISSÍVEIS PSTCSI: PROGRAMA DE SAÚDE DE TERAPIA COMUNITÁRIA SISTÊMICA INTEGRATIVA NAPS-DQ: NÚCLEO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL – DEPENDENTES QUÍMICOS. Sua principa l fina lida de é discutir a qua lida de dos se rviços oferecidos pelo loca l e enca minha r proposta s a os depa rta me ntos re sponsá ve is. PSC: PROGRAMA DE SAÚDE EM CRECHES PSCA: PROGRAMA DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PSF: PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA PSJ: PROGRAMA DE SAÚDE DA JUVENTUDE PSM: PROGRAMA DE SAÚDE MENTAL PSM: PROGRAMA DE SAÚDE DA MULHER E DO BEM NASCER PST: PROGRAMA DE SAÚDE DO TRABALHADOR CTA: CENTRO DE TESTAGEM E ACONSELHAMENTO PARA HIV.

142. desenvolvimento industrial. em sua Centésima Quadragésima Segunda Reunião Ordinária.P PO OLLÍÍTTIIC CA AN NA AC CIIO ON NA ALL D DEE A ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A -P PN NA AFF A Política Nacional de Assistência Farmacêutica . entre outras. Para efeito tanto de conhecimento. de 6 de maio de 2004 (BRASIL. realizada nos dias 05 e 06 de maio de 2004. num perspectiva uma conceito de política políticas de maior integralidade norteadora setoriais. e pela Lei nº 8.foi aprovada por meio da Resolução CNS nº. 338.PNAF . no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8. na como formulação de 2004).080. segue o texto na íntegra: CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE RESOLUÇÃO Nº 338. b) as deliberações da 12a Conferência Nacional de Saúde. ações. de 28 de dezembro de 1990. tais das para como: políticas de medicamentos . garantindo a intersetorialidade inerente ao SUS. considerando: a) a competência da direção nacional do Sistema Único de Saúde de formular. ciência e tecnologia. envolvendo tanto o setor público como o privado de atenção à saúde . amplitude. de 19 de setembro de 1990. quando de providências e readequações. avaliar e elaborar normas de políticas públicas de saúde. . DE 06 DE MAIO DE 2004 O Plenário do Conselho Nacional de Saúde. formação de recursos humanos.

de forma integrada à equipe de saúde. na perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população.a Assistência Farmacêutica deve ser compreendida como política pública norteadora para a formulação de políticas setoriais. de ciência e tecnologia. de desenvolvimento industrial e de formação de recursos humanos. a qualidade e a humanização na Assistência Farmacêutica. compromissos e corresponsabilidades na prevenção de doenças. garantindo a intersetorialidade inerente ao sistema de saúde do país (SUS) e cuja implantação envolve tanto o setor público como privado de atenção à saúde. entre as quais destacam-se as políticas de medicamentos. 1o Aprovar a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. promoção e recuperação da saúde.c) as deliberações da 1a Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica – Efetivando o acesso.as ações de Assistência Farmacêutica envolvem aquelas referentes à Atenção Farmacêutica. aquisição. É a interação Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 41 . dentre outras. habilidades.a Política Nacional de Assistência Farmacêutica é parte integrante da Política Nacional de Saúde. o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos. II . tanto individual como coletivo. garantia da qualidade dos produtos e serviços. estabelecida com base nos seguintes princípios: I . desenvolvida no contexto da Assistência Farmacêutica e compreendendo atitudes. integralidade e eqüidade. valores éticos. proteção e recuperação da saúde e garantindo os princípios da universalidade. acompanhamento e avaliação de sua utilização. com controle social. RESOLVE: Art. tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional. realizada no período de 15 a 18 de setembro de 2003. bem como a sua seleção. IV . proteção e recuperação da saúde. programação. III . dispensação. Este conjunto envolve a pesquisa. comportamentos. distribuição. envolvendo um conjunto de ações voltadas à promoção. considerada como um modelo de prática farmacêutica.a Assistência Farmacêutica trata de um conjunto de ações voltadas à promoção.

como instrumento racionalizador das ações no âmbito da assistência farmacêutica. a Assistência Farmacêutica. formação. Art.modernização e ampliar a capacidade instalada e de produção dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais. 2o A Política Nacional de Assistência Farmacêutica deve englobar os seguintes eixos estratégicos: I . II - manutenção de serviços de assistência farmacêutica na rede pública de saúde. fixação e capacitação de recursos humanos.a garantia de acesso e equidade às ações de saúde. Esta interação também deve envolver as concepções dos seus sujeitos. voltados para a melhoria da qualidade de vida. nos diferentes níveis de atenção. considerando a necessária articulação e a observância das prioridades regionais definidas nas instâncias gestoras do SUS. valorização. VI . com definição das responsabilidades das diferentes instâncias gestoras. atualizada periodicamente. visando o suprimento do SUS e o cumprimento de seu papel como referências de custo e qualidade da produção de medicamentos.utilização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).desenvolvimento.pactuação de ações intersetoriais que visem à internalização e o desenvolvimento de tecnologias que atendam às necessidades de produtos e serviços do SUS. III - qualificação dos serviços de assistência farmacêutica existentes. em articulação com os gestores estaduais e municipais. VIII . nos diferentes níveis de atenção. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 42 . IV .descentralização das ações. nos diferentes níveis de atenção. VII . inclui. de forma pactuada e visando a superação da fragmentação em programas desarticulados. V . sob a ótica da integralidade das ações de saúde. respeitadas as suas especificidades biopsicossociais. incluindo-se a produção de fitoterápicos. necessariamente.direta do farmacêutico com o usuário. visando uma farmacoterapia racional e a obtenção de resultados definidos e mensuráveis.

e em particular. envolvimento dos trabalhadores em saúde no processo de incorporação desta opção terapêutica e baseado no incentivo à produção nacional. envolvendo os centros de pesquisa e as universidades brasileiras. com adoção de políticas de geração de emprego e renda. nos termos do Decreto de Delegação de Competência de 12 de novembro de 1991.definição e pactuação de ações intersetoriais que visem à utilização das plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos no processo de atenção à saúde. XII .promoção do uso racional de medicamentos. X . por intermédio de ações que disciplinem a prescrição. com o Ministério da Ciência e Tecnologia. incluindo os medicamentos. com qualificação e fixação de produtores. HUMBERTO COSTA Presidente do Conselho Nacional de Saúde Homologo a Resolução CNS Nº 338. com o objetivo do desenvolvimento de inovações tecnológicas que atendam os interesses nacionais e às necessidades e prioridades do SUS. de 06 de maio de 2004. com embasamento científico.estabelecimento de mecanismos adequados para a regulação e monitoração do mercado de insumos e produtos estratégicos para a saúde. a dispensação e o consumo. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. XIII . XI . HUMBERTO COSTA Ministro de Estado da Saúde Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 43 . com a utilização da biodiversidade existente no País. com respeito aos conhecimentos tradicionais incorporados.implementação de forma intersetorial. eficazes e com qualidade.construção de uma Política de Vigilância Sanitária que garanta o acesso da população a serviços e produtos seguros. de uma política pública de desenvolvimento científico e tecnológico.IX .

proteção e recuperação da saúde. o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos. 338.. dispensação.6. garantia da qualidade dos produtos e serviços. de 06 de maio de 2004. do Conselho Nacional de Saúde – grifo do revisor). item “d” – grifo nosso) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 44 . inclusive farmacêutica.O OQ QU UEE ÉÉ A ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A Conforme o Conselho Nacional de Saúde: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA é o conjunto de ações voltadas à promoção. tanto individual como coletivo. bem como a sua seleção. Este conjunto envolve a pesquisa. Mais do que política local (municipal ). programação. Art. subordinada à Política Nacional e Estadual de Medicamentos . tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS): [. aquisição. acompanhamento e avaliação de sua utilização.] d) de assistência terapêutica integral. distribuição. (Lei 8080/1990. na perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população (Resolução Nº. ASSISTÊNCIA F A R M A C Ê U T I C A está prevista em lei . art..

cuja íntegra consta do anexo desta Portaria. e Considerando a necessidade de o setor Saúde dispor de política devidamente expressa relacionada à questão de medicamentos. legislação na íntegra: O Ministro de Estado da Saúde. dispensação e uso racional de medicamentos. resolve: Art. 2º Determinar que os órgãos e entidades do Ministério da Saúde. que envolveu consultas a diferentes segmentos direta e indiretamente envolvidos com o tema. Art. cujas ações se relacionem com o tema objeto da Política agora aprovada. aquisição ou solicitação de medicamentos. envolvem os processos de: seleção de medicamentos . Considerando a aprovação da proposta da política mencionada pela Comissão Intergestores Tripartite e pelo Conselho Nacional de Saúde. Art. Interino. armazenamento e distribuição. Considerando a conclusão do amplo processo de elaboração da referida política. 1º Aprovar a Política Nacional de Medicamentos. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. de caráter multiprofissional e intersetorial .916/MS/GM. promovam a elaboração ou a readequação de seus planos.Infra. JOSÉ SERRA (Portaria nº 3. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 45 . de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98) As atividades. programas. no uso de suas atribuições. programação para a aquisição propriamente dita. projetos e atividades na conformidade das diretrizes. prioridades e responsabilidades nela estabelecidas.

de 30 de outubro de 1998 . entre outros: Este cenário é também influenciado pela desarticulação da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA no âmbito dos serviços de saúde. no nível ambulatorial. 3. o que diminui. constantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME). a falta de prioridades na adoção.Conforme o Anexo à Portaria da Portaria nº. por exemplo. Some-se a isso a irregularidade no abastecimento de medicamentos. a eficácia das ações governamentais no setor saúde. observa-se. de produtos padronizados. (Item 2 do Anexo supra) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 46 . vemos entre as justificativas para a obrigatoriedade da existência do Departamento de A S S I S T Ê N C I A F A R M A C Ê U T I C A .DOU de 10/11/98 (supra).916/MS/GM. de modo interdependente. pelos seguintes motivos. pelo profissional médico. Em decorrência. em grande parte.

preconiza alguns quesitos que devem compor o perfil FARMACÊUTICA da ASSISTÊNCIA em qualquer município: O modelo de ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA será reorientado de modo a que não se restrinja à aquisição e à distribuição de medicamentos. por outro lado.DOU de 10/11/98. englobará as atividades de seleção. aquisição. na promoção do uso racional dos medicamentos.916/MS/GM. no âmbito das três esferas do SUS. no desenvolvimento de iniciativas que possibilitem a redução nos preços dos produtos. armazenamento e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 47 . A reorientação do modelo de ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. na otimização e na eficácia do sistema de distribuição no setor público. As ações incluídas nesse campo da assistência terão por objetivo implementar. c. de 30 de outubro de 1998 . deverá estar fundamentada: a. o acesso da população aos produtos no âmbito do setor privado. todas as atividades relacionadas à promoção do acesso da população aos medicamentos essenciais. viabilizando. b. coordenada e disciplinada em âmbito nacional pelos três gestores do Sistema.P PEER RFFIILL EEX XIIG GIID DO OD DA AA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A O anexo à Portaria nº 3. na descentralização da gestão. programação. inclusive. d. A ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA no SUS.

b. a despeito de atingir número reduzido de pessoas. o que deverá favorecer a permanente disponibilidade dos produtos segundo as necessidades da população. inseridas na ação governamental. deverá ser precedida da análise de critérios técnicos e administrativos. com o uso de medicamentos de custos elevados. magnitude e ou vulnerabilidade tenham repercussão na saúde pública.. Inicialmente. No tocante aos agravos e doenças cuja transcendência. no entanto. Essas responsabilidades ficam. não exime os gestores federal e estadual da responsabilidade relativa à aquisição e distribuição de medicamentos em situações especiais. a premissa básica será a descentralização da aquisição e distribuição de medicamentos essenciais. Assim. o processo de descentralização em curso contemplará a padronização dos produtos. buscar-se-á a contínua atualização e padronização de protocolos de intervenção terapêutica e dos respectivos esquemas de tratamento. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 48 . doenças cujo tratamento envolve o uso de medicamentos não disponíveis no mercado. controle da qualidade e utilização . dessa forma. Para o Ministério da Saúde. requerem tratamento longo ou até permanente. e cuja estratégia de controle concentra-se no tratamento de seus portadores.nesta compreendida a prescrição e a dispensação . de ordem epidemiológica. Essa decisão. o planejamento adequado e oportuno e a redefinição das atribuições das três instâncias de gestão. que atingem ou põem em risco as coletividades. a saber: a. doenças consideradas de caráter individual que. c. a definição de produtos a serem adquiridos e distribuídos de forma centralizada deverá considerar três pressupostos básicos. doenças que configuram problemas de saúde pública.distribuição. adotada por ocasião das programações anuais. identificadas com base em critérios epidemiológicos. o que deverá assegurar o acesso da população a esses produtos. O processo de descentralização.

de que são exemplos: a. responsável. o financiamento da aquisição e da distribuição dos produtos. a repercussão do fornecimento e uso dos produtos sobre a prevalência ou incidência de doenças e agravos relacionados aos medicamentos fornecidos. em articulação com a área econômica. a atuação conjunta com o Ministério da Justiça buscará coibir eventuais abusos econômicos na área de medicamentos. Nesse particular. o gestor federal. independente da decisão por centralizar ou descentralizar a aquisição e distribuição de medicamentos. na instituição de grupo técnico-assessor integrado por representações das três esferas de gestão. b. a decisão deverá. especialmente.Após essa análise. visando assegurar o abastecimento de forma oportuna. Ainda com relação à articulação. priorizando os medicamentos essenciais e os de denominação genérica. principalmente. observar critérios mais específicos. bem como a orientação e o assessoramento aos processos de aquisição . o custo-benefício e o custo-efetividade da aquisição e distribuição dos produtos em relação ao conjunto das demandas e necessidades de saúde da população. ainda. como crianças e idosos. c. sobretudo no tocante à disponibilidade de recursos financeiros. regular e com menor custo. em formas farmacêuticas e dosagens adequadas. deverá ser implementada a cooperação técnica e financeira intergestores. relativos a aspectos técnicos e administrativos. pela implementação do Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 49 . É importante ressaltar que. Essas decisões e a cooperação técnica referida serão viabilizadas por intermédio da articulação intergestores. deverá identificar medidas com vistas ao acompanhamento das variações e índices de custo dos medicamentos. Essa cooperação envolverá a aquisição direta e a transferência de recursos. d. a necessidade de garantir apresentações de medicamentos. por exemplo. com ênfase naqueles considerados de uso contínuo. concretizada.os quais devem ser efetivados em conformidade com a realidade epidemiológica. considerando a sua utilização por grupos populacionais específicos.

modelo de ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA a ser adotado. especialmente no tocante ao cumprimento das medidas pactuadas. item 3.DOU de 10/11/98. O Conselho Nacional de Saúde terá papel preponderante nesse processo. tendo em vista o acompanhamento da implementação da Política de Medicamentos. de 30 de outubro de 1998 . pactuado e submetido à Comissão Intergestores Tripartite .3) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 50 .CIT. (ANEXO à Portaria nº 3.916/MS/GM.

magnitude e ou vulnerabilidade tenham repercussão na saúde pública. de 30 de outubro de 1998 . patologias em e observando desvios que comprometam a saúde pública ou o abastecimento . armazenamento e distribuição..A ATTR RIIB BU UIIÇ ÇÕ ÕEESS. e. controle da qualidade e utilização . C CO OM MP PEETTÊÊN NC CIIA ASS EE IIN NTTEER RV VEEN NÇ ÇÕ ÕEESS P PEER RTTIIN NEEN NTTEESS À ÀA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A Tendo descentralização em preconizada vista no a anexo à Portaria nº 3. (Portaria nº 3. o que deverá favorecer a permanente disponibilidade dos produtos segundo as necessidades da população. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98. compete à ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA municipal proceder constante análise e monitoramento da ocorrência formas de das principais prescrição . vejamos o texto legal: A ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA no SUS. mecanismos para tem por readequar dever os criar procedimentos que envolvam médicos e pacientes. englobará as atividades de seleção. No tocante aos agravos e doenças cuja transcendência..916 (MS/GM.nesta compreendida a prescrição e a dispensação . item 3. por outro lado. Senão.DOU de 10/11/98) .916/MS/GM. identificadas com base em critérios epidemiológicos. anexo. programação. aquisição. buscar-se-á a contínua atualização e padronização de protocolos de intervenção terapêutica e dos respectivos esquemas de tratamento.3) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 51 .

ao processo educativo dos usuários ou consumidores acerca dos riscos da automedicação. atenção especial será concedida à informação relativa às repercussões sociais e econômicas do receituário médico [. também.] Especial ênfase deverá ser dada. Paralelamente.916/MS/GM.. bem como quanto à necessidade da receita médica. de acordo com es sa portaria. Portaria nº 3. como seja de influência a esses com base na proposta de paulatina descentralização .4. todas essas questões serão objeto de atividades dirigidas aos profissionais prescritores dos produtos e aos dispensadores. da interrupção e da troca da medicação prescrita. cujo modelo municipal não apenas siga os modelos estadual e federal.Portanto. de 30 de outubro de 1998 . Anexo I.DOU de 10/11/98) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 52 . Também faz parte do rol de atribuições da A S S I S T Ê N C I A F A R M A C Ê U T I C A (que será mais bem exposto em ou tro tópico): No que diz respeito à promoção do uso racional de medicamentos. a ASSISTÊNCIA F A R M A C Ê U T I C A tem que passar por uma reorientação . no tocante à dispensação de medicamentos tarjados. (Item 3..

. Faz parte do rol de obrigações do Sistema Único de Saúde – SUS: [. proteção e recuperação da saúde. eficácia e qualidade dos medicamentos. com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas. e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 53 .P PR RO OP PÓ ÓSSIITTO OSS D DA AA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A Entre os propósitos da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. São objetivos do Sistema Único de Saúde – SUS a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde. a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção.] Artigo 5º. ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde . a formulação de política de saúde destinada a promover.SUS a execução de ações: de vigilância sanitária. a observância do disposto no § 1º do artigo 2º desta Lei. Estão incluídas.. o principal é o de garantir a necessária segurança. de saúde do trabalhador. nos campos econômico e social. a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais. de vigilância epidemiológica. Artigo 6º.

080.de assistência terapêutica integral. (Lei nº. de 19 de setembro de 1990 . 8.Lei Orgânica da Saúde – LOS – Institucionalização do SUS – grifo do revisor) Farmacêutico. sem ele não há remédio! (Autor Desconhecido) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 54 . inclusive farmacêutica.

Gerenciar o processo de aquisição de medicamentos. Desenvolver e capacitar recursos humanos. acompanhar e avaliar as ações. profissionais de saúde. Garantir condições adequadas para o armazenamento de medicamentos. executar. Organizar e estruturar os serviços de AF [Assistência Farmacêutica] nos três níveis de atenção à saúde no âmbito local [ou seja. Selecionar e estimar necessidades de medicamentos. Elaborar instrumentos de controle e avaliação.A AFF São atribuições da alçada exclusiva da Assistência Farmacêutica (AF). Distribuir e dispensar medicamentos. coordenar. Desenvolver sistema de informação e comunicação. Articular a integração com os serviços. coordenação dos programas. Manter cadastro atualizado dos usuários. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 55 . no município] e regional. unidades e profissionais de saúde. Gestão de estoques. áreas interfaces. entre outras. conforme a legislação : FUNÇÕES E ATIVIDADES Planejar.A ATTR RIIB BU UIIÇ ÇÕ ÕEESS D DA AA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A -. Elaborar normas e procedimentos técnicos e administrativos.

Assegurar qualidade (BRASIL. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização.2. como. informativo e educativo [e fazer com que sejam distribuídos livremente. gestores e profissionais da saúde. Promover o uso racional de medicamentos. por exemplo. Série A. orientando-os constantemente sobre os procedimentos locais]. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 56 . Elaborar material técnico. Normas e Manuais Técnicos. este manual]. 2006 – Grifo e Glosa do Revisor). Desenvolver estudos e pesquisa em serviço. Brasília. Promover ações educativas para prescritores [palestras voltadas para médicos e outros profissionais da saúde. usuários de medicamentos. Prestar cooperação técnica.Participar de comissões técnicas. Ministério de produtos.4. processos e resultados. Editora Brasília. da Saúde. Cap.

Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. Ministério da Saúde. Editora Brasília. Brasília. Normas e Manuais Técnicos.6) Série A.O OR RG GA AN NO OG GR RA AM MA AO OFFIIC CIIA ALL D DA AA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A (BRASIL. 2006) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 57 . Cap.2.

C CA AM MP PA AN NH HA ASS EED DU UC CA ATTIIV VA ASS – –D DEETTEER RM MIIN NA AÇ ÇÃ ÃO OO OFFIIC CIIA ALL A Porta ria 3916/98 determina : Serão desencadeadas campanhas de caráter educativo. Cria çã o de ca mpa nha s. buscando a participação das entidades representativas dos profissionais de saúde.1) A Assistê ncia Fa rma cêutica de Sa nto André tem se desta ca do referencia lme nte ne sse se ntido. de 30 de outubro de 1998 . Tre ina mento de equipes visa ndo a excelência no a tendimento a o público . responsabilizar-se por essa iniciativa.3. E la bora çã o de progra ma s especia is. E limina çã o de fila s. Caberá aos gestores do SUS. Inte ra ções com médicos e líderes de unida des visa ndo a promove r melhoria s n o a tendimento fa rma cêutico . Orie nta çã o pa ra uso ra ciona l de medica mentos . com vistas a estimular o uso racional de medicamentos. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 58 .916/MS/GM.DOU de 10/11/98 – item 4. coordena ndo de forma intensiva os seguinte s focos: Inte ra çã o com os munícipes . (Portaria nº 3. em conjunto com entidades da sociedade civil organizada.

33% (noventa e sete vírgula trinta e três por cento) de satisfação dos munícipes (documentos e tabulações registrados em 13 de Junho de 2011 no Centro de Especialidades I – Ramiro Colleoni).168 97. revendo procedimentos e treinando equipes.Como resultado dessas ações concretas.33% 100. Mais do que implantar programas. demora e falta de organização de gestões anteriores.67% Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 59 . Tanto é fato que as pesquisas realizadas entre os usuários dos serviços públicos exclusivamente de farmácia nos honrou com o incrível índice de 97. DATA segunda-feira.00% 2. 13 de junho de 2011 NÚMERO QUESTÃO 1 Qual sua nota para o tempo de espera nesta sala. foram elementos radicalmente alterados. a coordenação tem se dedicado a reciclar e capacitar. hoje? (Comparando a outras instituições públicas) TOTAL 192 2 3 4 5 6 Houve orientação adequada com relação aos serviços oferecidos neste local? Qual sua nota para a capacidade técnica da pessoa que lhe atendeu? Qual sua opinião com relação à educação e simpatia da pessoa que lhe atendeu? Qual sua nota para o atendimento da equipe em geral deste setor? O serviço de hoje melhorou em relação aos anos anteriores? Melhorou quanto? TOTAL PORCENTUAL DE SATISFAÇÃO REFERENCIAL DESAFIO 196 195 196 196 193 1. filas absurdas. as enormes queixas por mal atendimento.

EESSTTA AD DU UA ALL EE M MU UN NIIC CIIP PA ALL Outros elementos oficiais que devem ser acatados. federal.2..EESSFFEER RA ASS D DEE A AÇ ÇÃ ÃO O -. prestar cooperação técnica e financeira às demais instâncias do SUS no desenvolvimento das atividades relativas à Política Nacional de Medicamentos. fundamentalmente. a implementação e a avaliação da Política Nacional de Medicamentos. ressaltandose como responsabilidades: a. FFEED DEER RA ALL. in verbis: 5. conforme a competência de cada esfera. Gestor federal Caberá ao Ministério da Saúde..D DIIV VIISSÃ ÃO OD DEE C CO OM MP PEETTÊÊN NC CIIA ASS. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 60 . estadual ou municipal.

de que são exemplos o de Vigilância Sanitária. implementar programa específico de capacitação de recursos humanos voltados para o desenvolvimento desta Política. promover a reestruturação da Secretaria de Vigilância Sanitária. coordenar e monitorar os sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos. e. g. promover o uso racional de medicamentos junto à população. l. incentivar a revisão das tecnologias de formulação farmacêutica. implementar atividades de controle da qualidade de medicamentos. adequando-o aos princípios e diretrizes do SUS e ao atual momento da descentralização da gestão. c. promover a sistematização do arcabouço legal da vigilância sanitária. especialmente no tocante à garantia da segurança e qualidade dos medicamentos. promover a disseminação de experiências e de informações técnico-científicas. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 61 . d. f. em especial aquelas consideradas estratégicas para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico. k. h. o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de laboratórios de Saúde Pública. aos prescritores e aos dispensadores. promover a dinamização de pesquisas na área farmacêutica. promover a atualização da legislação de vigilância sanitária. dotando-a das condições necessárias ao cumprimento das responsabilidades do gestor federal. i.b. m. j. apoiar a organização de consórcios destinados à prestação da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ou estimular a inclusão desse tipo de assistência como objeto de consórcios de saúde. estabelecer normas e promover a ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA nas três esferas de Governo.

o.3. orientar e assessorar os estados e municípios em seus processos de aquisição de medicamentos essenciais. criar mecanismos que vinculem a transferência de recursos ao desenvolvimento de um modelo adequado de atenção à saúde. Gestor estadual Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 62 . tópico 3.destinar recursos para a aquisição de medicamentos. definindo. identificadas por ocasião das programações tendo por base critérios técnicos e administrativos referidos no Capítulo 3.3.n. a divulgação e a utilização do Formulário Terapêutico Nacional. contribuindo para que esta aquisição esteja consoante à realidade epidemiológica e para que seja assegurado o abastecimento de forma oportuna. promover a elaboração. x. promover a atualização permanente da Farmacopéia Brasileira. q. inclusive via Internet. critérios básicos para o mesmo. 5. promover a revisão periódica e a atualização contínua da RENAME e a sua divulgação. adquirir e distribuir produtos em situações especiais. "Diretrizes" . atualização e ajuste diferenciado do grupo de medicamentos incluídos na composição dos custos dos procedimentos relativos à assistência hospitalar e ambulatorial faturados segundo tabela. mediante o repasse Fundo-a-Fundo para estados e municípios. s. para tanto. orientar e assessorar os estados e os municípios em seus processos relativos à dispensação de medicamentos. acompanhar e divulgar o preço dos medicamentos. regular e com menor custo. promover a revisão. v. em especial daqueles constantes da RENAME. deste documento. u. p. r. t.

apoiar a organização de consórcios intermunicipais de saúde destinados à prestação da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ou estimular a inclusão desse tipo de assistência como objeto de consórcios de saúde. coordenar o processo de articulação intersetorial no seu âmbito. prestar cooperação técnica e financeira aos municípios no desenvolvimento das suas atividades e ações relativas à ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. executar.Conforme disciplinado na Lei n. c. e. b. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 63 . em caráter suplementar. Nesse sentido. coordenar e executar a Assistência Farmacêutica no seu âmbito. promover a formulação da política estadual de medicamentos. formular.º 8. tendo em vista a implementação desta Política. cabe à direção estadual do SUS. d. acompanhar e avaliar a política de insumos e equipamentos para a saúde. constituem responsabilidades da esfera estadual: a.080/90.

a capacidade instalada dos laboratórios oficiais para o suprimento das necessidades de medicamentos do estado. implementar as ações de vigilância sanitária sob a sua responsabilidade. investir no desenvolvimento de recursos humanos para a gestão da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. k. p. de que são exemplos o de Vigilância Sanitária. l. definir elenco de medicamentos que serão adquiridos diretamente pelo estado. em especial aquelas consideradas estratégicas para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico. inclusive os de dispensação em caráter excepcional. o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública. prioritariamente. deste documento e destinando orçamento adequado à sua aquisição. tendo por base critérios técnicos e administrativos referidos no Capítulo 3. bem como do incentivo à revisão das tecnologias de formulação farmacêuticas. assegurar a adequada dispensação dos medicamentos. n. j. com base na RENAME. armazenar e distribuir adequadamente os medicamentos sob sua guarda. utilizar. h. e em conformidade com o perfil epidemiológico do estado. aos prescritores e aos dispensadores. receber. tópico 3. "Diretrizes" . o. coordenar e monitorar o componente estadual de sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos.3. i. g. investir em infraestrutura das centrais farmacêuticas. promovendo o treinamento dos recursos humanos e a aplicação das normas pertinentes. participar da promoção de pesquisas na área farmacêutica. m. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 64 .f. promover o uso racional de medicamentos junto à população. definir a relação estadual de medicamentos. visando garantir a qualidade dos produtos até a sua distribuição.

r.q.4. § 2°) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 65 . afetando-se o restante aos Estados..º 8.Os recursos referidos neste artigo serão destinados. prioritariamente. de 28 de dezembro de 1990. regular e com menor custo...Os recursos referidos no inciso IV do artigo 2° desta Lei serão repassados de forma regular e automática para os Municípios [. visando assegurar o contido no item anterior e..142. 8. de 19 de setembro de 1990. contribuindo para que esta aquisição esteja consoante à realidade epidemiológica e para que seja assegurado o abastecimento de forma oportuna.080.º. que seja utilizada a capacidade instalada dos laboratórios oficiais.] § 2° . Gestor municipal Artigo 3° .] de acordo com os critérios previstos no artigo 35 da Lei n. orientar e assessorar os municípios em seus processos de aquisição de medicamentos essenciais.3. art. caput. 5. (Lei n. coordenar o processo de aquisição de medicamentos pelos municípios. pelo menos setenta por cento. aos Municípios. [.

4. ou pelo Distrito Federal. art. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 66 .O não atendimento pelos Municípios.º 8.º. (Lei n. pelos Estados ou pela União. implicará em que os recursos concernentes sejam administrados. parágrafo único) Acrescente-se a isso: No âmbito municipal. coordenar e executar a ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA no seu respectivo âmbito. dos requisitos estabelecidos neste artigo.142. respectivamente. ou pelos Estados. caberá à Secretaria de Saúde ou ao organismo correspondente as seguintes responsabilidades: a. de 28 de dezembro de 1990.

assegurar a dispensação adequada dos medicamentos. promover o uso racional de medicamentos junto à população. definir a relação municipal de medicamentos essenciais (REMUME). tendo em vista a execução da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. aos prescritores e aos dispensadores. g. j. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 67 . integrando sua programação à do estado. investir na infra-estrutura de centrais farmacêuticas e das farmácias dos serviços de saúde. h. d. i. l. utilizar. a partir das necessidades decorrentes do perfil nosológico da população. implementar as ações de vigilância sanitária sob sua responsabilidade. f. com base na RENAME. a capacidade dos laboratórios oficiais para o suprimento das necessidades de medicamentos do município. outros medicamentos essenciais que estejam definidos no Plano Municipal de Saúde como responsabilidade concorrente do município. visando garantir o abastecimento de forma permanente e oportuna. assegurar o suprimento dos medicamentos destinados à atenção básica à saúde de sua população. e. visando assegurar a qualidade dos medicamentos. o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública. de que são exemplos o de Vigilância Sanitária.b. por intermédio da organização de consórcios. coordenar e monitorar o componente municipal de sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos. associar-se a outros municípios. adquirir. prioritariamente. treinar e capacitar os recursos humanos para o cumprimento das responsabilidades do município no que se refere a esta Política. c. k. além dos produtos destinados à atenção básica.

1 a 5. item 5.m. receber.4 – grifo nosso) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 68 .916/MS/GM. anexo. (Portaria nº 3. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98. armazenar e distribuir adequadamente os medicamentos sob sua guarda.

a de premissa básica da saúde é a seguinte: Art. par. art. inclusive ter seus próprios meios para reivindicar aquilo que lhe seja de direito.P PR RIIN NC CÍÍP PIIO OB BÁ ÁSSIIC CO OD DA A SSA AÚ ÚD DEE P PÚ ÚB BLLIIC CA A Independentemente governos. zelar por sua própria saúde e da comunidade. apresentando a documentação exigida para atendimento.080/1990.1) Além do Estado.2. devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. por exemplo. prestar as informações verda deiras. par. partidos ou gestão . § 1º O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção.080/1990. § 2º O dever do Estado não exclui o das pessoas. (Lei 8.2. 2º A saúde é um direito fundamental do ser humano. (Lei 8. o indivíduo também tem sua parcela de responsabilidade. art. das empresas e da sociedade. preencher corretamente os formulários que lhe dizem respeito. da família. proteção e recuperação.2) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 69 .

dirimindo as dúvidas sobre a universalidade e localidade do SUS.previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede.desempenho técnico. III . 35.R REEP PA ASSSSEE D DEE V VEER RB BA ASS EEN NTTR REE FFEED DEER RA AÇ ÇÃ ÃO O.I a VII – grifo nosso) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 70 . § 1º Metade dos recursos destinados a Estados e Municípios será distribuída segundo o quociente de sua divisão pelo número de habitantes.ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo. EESSTTA AD DO OSS EE M MU UN NIIC CÍÍP PIIO OSS Continuando o raciocínio anterior.características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área..perfil epidemiológico da população a ser coberta. VI . independentemente de qualquer procedimento prévio. V . segundo análise técnica de programas e projetos: I .perfil demográfico da região. II . caput e inc. art. convém ter em mente os critérios de repasse de verbas. Distrito Federal e Municípios.35. será utilizada a combinação dos seguintes critérios. q ue também auxiliam no esclarecimento: Art.níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais. Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados. (Lei 8080/1990. IV . VII . econômico e financeiro no período anterior.

a relação nacional (RENAME ): 3. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 71 . nas três esferas de Governo. bem como para a definição de listas de medicamentos essenciais nos âmbitos estadual e MUNICIPAL. eficazes e de qualidade. Esses produtos devem estar continuamente disponíveis aos segmentos da sociedade que deles necessitem. que deverão ser estabelecidas com o apoio do gestor federal e segundo a situação epidemiológica respectiva. seguindo.1 Adoção de relação de medicamentos essenciais: Integram o elenco dos medicamentos essenciais aqueles produtos considerados básicos e indispensáveis para atender a maioria dos problemas de saúde da população. no mínimo. atuando em estreita parceria. nas formas farmacêuticas apropriadas. e compõem uma relação nacional de referência que servirá de base para o direcionamento da produção farmacêutica e para o desenvolvimento científico e tecnológico. ao menor custo possível. deverão concentrar esforços no sentido de que o conjunto das ações direcionadas para o alcance deste propósito estejam balizadas pelas diretrizes a seguir explicitadas. os gestores do SUS.R REEN NA AM MEE X XR REEM MU UM MEE Para assegurar o acesso da população a medicamentos seguros. Conforme existe a obrigatoriedade medicamentos essenciais prescreve da por lista a lei de município (REMUME).

por exemplo.....] as três esferas de Governo assegurarão. [. visto que estas instâncias são..3916/98. do Ministério da Saúde. item 4.. como um dos mecanismos favorecedores da redução de preços dos medicamentos. do Ministério da Saúde. a RENAME será sistemática e amplamente divulgada. entre outros aspectos.3916/98. quanto por parte dos gestores do Sistema. possibilitando. (Port.2) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 72 . [.] O fato de que a Relação Nacional.[. de forma direta ou descentralizada. os recursos para aquisição e distribuição dos medicamentos. como a Internet.] (Port. a aquisição de medicamentos a preços menores.3916/98. com a participação financeira e técnica do Ministério da Saúde.] Visando maior veiculação. nos seus respectivos orçamentos. tanto por parte do consumidor em geral. conforme assinalado acima.1 – grifo do revisor) E ainda: [..1 – grifo do revisor) Cabe ressaltar que. deverá ser a base para a organização das listas estaduais e municipais favorecerá o processo de descentralização da gestão. responsáveis pelo suprimento de suas redes de serviços. (Port. a RENAME deverá ser continuamente divulgada por diferentes meios.. 3. do Ministério da Saúde. item 4.

visto que estas instâncias são. definidas segundo prévio critério epidemiológico.916/MS/GM. constituindo. de recursos federais. dos medicamentos necessários à atenção básica à saúde de suas populações. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98. assim. tanto por parte do consumidor em geral.2) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 73 . sob a forma de incentivo agregado ao Piso da Atenção Básica. entre outros aspectos. conforme assinalado acima. deverá ser dada ênfase ao conjunto dos medicamentos voltados para a assistência ambulatorial. quer do abastecimento de medicamentos. de meio fundamental para orientar a padronização. No processo de atualização contínua da RENAME. item 4. quanto por parte dos gestores do Sistema.DOU de 10/11/98. pelos municípios e sob a coordenação dos estados. anexo. Trata-se. pelo Ministério. com a participação financeira e técnica do Ministério da Saúde. Fundo-a-Fundo. Esses recursos serão utilizados prioritariamente para a aquisição. (Portaria nº 3. Visando maior veiculação.O fato de que a Relação Nacional. possibilitando. principalmente no âmbito do SUS. a RENAME deverá ser continuamente divulgada por diferentes meios. de 30 de outubro de 1998 . responsáveis pelo suprimento de suas redes de serviços [ou seja. (Anexo à Portaria nº 3. no nível local. às doenças mais comuns à população. quer da prescrição. como a Internet. deverá ser a base para a organização das listas estaduais e municipais favorecerá o processo de descentralização da gestão. por exemplo. dos produtos componentes da ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA básica serão substituídas pela transferência regular e automática. portanto. item 3.916/MS/GM. um mecanismo para a redução dos custos dos produtos. ajustado.1) Acrescente-se a isso o que prevê outro item da legislação: A aquisição e a distribuição. cada município deve responder pelas necessidades de sua própria população. a aquisição de medicamentos a preços menores. uma vez que já existe a relação mínima de medicamentos considerados essenciais estipulada de forma nacional].

acrescentando informações sobre o papel do farmacêutico na dispensação desses medicamentos. no Brasil existir a obrigatoriedade por lei desde a década de 70 da apresentação de receituário para a aquisição de medicamentos que possuem venda sob prescrição médica. apesar de. Segundo Márcia. é o cuidado com a saúde em função do acesso qualificado ao medicamento. pois o uso inadequado de antimicrobianos. Estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que as infecções causam 25% de mortes no mundo e 45% nos países menos desenvolvidos. como previa a versão original. sendo que mais de 50% do orçamento com medicamentos são destinados aos antimicrobianos. A nova resolução manteve a essência da determinação anterior – de restrição à venda indiscriminada de medicamentos antimicrobianos – . a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) optou por cancelar a RDC 44/10 e editou outra. mas manteve o principal dela no que se refere às exigências quanto à apresentação. não apenas nas farmácias e drogarias particulares. que mantém sob controle a venda de antimicrobianos. retenção e escrituração das receitas contendo medicamentos antimicrobianos. em substituição à 44/10. Papel do farmacêutico ganhou destaque e farmácias públicas também entraram na nova determinação. em especial. da Anvisa. “A RDC número 20 de 2011 revogou a 44/10. Após novos estudos e considerando sugestões de entidades como o Conselho Federal de Farmácia. diz Márcia. mas também nas farmácias públicas. coordenadora do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). a RDC 20/11. metade dos pacientes compra medicamentos antibióticos para um dia e 90% para um período igual ou inferior a três dias.A AN NTTIIB BIIÓ ÓTTIIC CO OSS Desde o dia 9 de Maio está valendo a RDC 20/11. objetivando seu uso racional para minimizar a elevação da resistência bacteriana no País”. a medida tornou-se necessária porque. a determinação não vinha sendo efetivamente cumprida. os Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 74 . Mais de 50% das prescrições de antibióticos são inadequadas. revela Márcia Gonçalves de Oliveira. O principal ganho para o paciente.

Em eventual necessidade de estender o tratamento. questiona.antibióticos. Com a nova resolução. E sabemos do impacto econômico disso para parte da população. como o esclarecimento sobre sua abrangência (quais estabelecimentos e medicamentos estão inclusos). o paciente precisa retornar ao médico para buscar uma nova receita. “O que uma farmácia faz caso a receita não venha completa? Deixa de atender e prejudica o paciente?”. em duas vias). sendo que a primeira fica com o consumidor e a segunda é retida na farmácia. com o tempo adequado de tratamento. A receita precisa conter os dados de prescrição. Foram incluídas também alterações específicas que afetam tanto profissionais quanto empresas. e ser feita em duas vias. principalmente quanto às informações que devem vir do prescritor. incluindo nome completo. “E quanto à utilização de uma mesma receita em casos de uso prolongado? A RDC autoriza o uso por até 90 dias. A receita tem validade de dez dias e só poderá ser utilizada uma única vez. tipo de receituário (simples. a RDC 20/11 contempla alguns aspectos não atendidos anteriormente. Sérgio Mena Barreto. essa medida obriga o usuário a comprar tudo de uma vez. porém o referido problema é também resultado de práticas como a automedicação – a „empurroterapia‟ – somada à desinformação do paciente quanto ao uso correto do antibiótico. à falta de adesão ao tratamento e à grande disponibilidade do medicamento sem a exigência da prescrição médica”. “A resistência bacteriana é um fenômeno biológico natural decorrente da introdução de agentes micro-organismos na prática clínica. mas se a 2ª via da receita fica retida no ato da dispensação. a principal mudança para o consumidor é que antes da aquisição de medicamento antimicrobiano ele deverá passar por atendimento médico para diagnóstico e indicação corretos do medicamento a ser utilizado. como a mudança da via retida e da devolvida para o paciente (retenção da 2ª via na farmácia e devolução da 1ª via ao comprador) e a redução do Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 75 . tem se tornado um problema de saúde pública devido principalmente ao desenvolvimento da resistência bacteriana.” Para as farmácias. Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). pondera a coordenadora da Anvisa. procedimentos em caso de uso prolongado do medicamento e a não limitação para quantidade de medicamentos prescritos por receita. idade e sexo do paciente. apesar da maior abrangência da nova resolução algumas questões continuam em aberto. na prática.

“Tais estudos permitirão que o Ministério da Saúde tenha instrumentos para a elaboração de políticas e programas voltados às condições de saúde da população brasileira”. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 76 . mas restringir sua venda indiscriminada ou irracional. diz Sergio Mena Barreto. em termos de volumes de vendas.prazo para guarda de documentos (notas fiscais e receitas) de quatro para dois anos. como a automedicação e a „empurroterapia‟ sem o diagnóstico correto e a orientação médica devida. rótulos e bulas de acordo com o prazo estipulado pela Anvisa. pois temos sido muito rígidos na exigência da prescrição.” Em relação à crítica de alguns segmentos do setor de saúde de que a medida pressionaria o já saturado Sistema Único de Saúde (SUS). pois a RDC 20/11 alterou somente a entrada desses produtos no SNGPC”. é que se tenha o acesso qualificado.” Mas. houve uma adaptação natural do mercado que não deve se repetir com a nova regulamentação. a norma não tem a intenção de proibir ou dificultar o acesso ao medicamento. Em 180 dias a Anvisa publicará o cronograma de credenciamento para escrituração eletrônica no SNGPC. na 20/11 o foco foi mantido nos dados do paciente (idade e sexo na receita. O que se pretende. o impacto da restrição aos antibióticos foi razoável. a serem preenchidos pelo médico). revela Márcia Gonçalves de Oliveira. segundo a Anvisa. contribuindo para a diminuição da resistência bacteriana na comunidade”. Os laboratórios também deverão adequar embalagens. Segundo a coordenadora da Anvisa. Enquanto a RDC anterior solicitava também dados do comprador. O executivo lembra também que houve aumento no tempo de espera no balcão da drogaria. Isso possibilitará. observa Luiz Fernando Buainain. Em termos de vendas. de fato. presidente da Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico (Abafarma). “No período de vigência da RDC 44/10. monitoramento sanitário e farmacoepidemiológico dos brasileiros. “Pode ser que ocorra uma redução nas vendas a partir do momento em que não serão mais possíveis algumas práticas bem comuns. “É possível visualizar uma migração de venda principalmente para estabelecimentos que não são fiscalizados e continuam dispensando antimicrobianos sem receita médica”. “Isso é realmente visível. o intuito da norma não é diminuir as vendas de antimicrobianos. o mercado não acredita que possa haver queda com a nova determinação da Anvisa. “O que está sendo proposto é evitar a aquisição dele sem a devida avaliação e orientação médica. Já o presidente executivo da Abrafarma afirma que nas redes. afirma Márcia Gonçalves de Oliveira. para a coordenadora do SNGPC.

“Entendemos que essa resolução é um instrumento adicional para que a sociedade civil exija melhorias no atendimento público de saúde. necessárias para garantir o tratamento e assistência corretos ao paciente. “É difícil avaliar agora as possíveis vantagens ou desvantagens da restrição para o consumidor.Márcia destaca que a Anvisa não tem competência para atuar na organização e estruturação do atendimento médico proporcionadas pelo SUS. “Também cabe às demais pontas do mercado cumprir com sua parte de esclarecer a população”. “Esse é o ponto frágil da nova resolução da Anvisa”. acredita Luiz Fernando Buainain.” O Ministério da Saúde. Para o presidente da Abafarma. “Por uma questão de princípios.” O amplo esclarecimento da população sobre a nova resolução ainda suscita críticas. objetivando capilarizar as informações entre seus pares”. como farmácias. “Em nenhuma das vezes o consumidor foi esclarecido adequadamente a respeito das mudanças. Mas revela que o sistema está apto a atender às consultas necessárias. mesmo porque ela é muito recente. “Desenvolvemos ainda trabalho junto à comissão externa do SNGPC. por sua vez. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 77 .” Já a Anvisa diz que o assunto está na mídia desde o ano passado e que tem mantido contato diretamente com as classes de profissionais prescritores e dispensadores com o intuito de orientá-los quanto às regras de prescrição para evitar que os pacientes tenham dificuldades no acesso aos medicamentos. Se o acesso ao prescritor continuar ruim. indústria. mas que a medida pode até ajudar na melhoria dos serviços. afirma Márcia Gonçalves de Oliveira. que possui representação de várias entidades. As pessoas ainda são surpreendidas no balcão das farmácias. distribuidoras. só poderemos saber os efeitos colaterais da medida no futuro. observa Sergio Mena Barreto. não houve campanha de esclarecimento. observa Barreto. conselhos de classe. o esclarecimento dos pacientes se dará principalmente com o médico no momento da consulta e com o farmacêutico em eventual procura espontânea. informa que não há estudos sobre o possível impacto que a medida proporcionaria. a Abrafarma apoiou desde o início a adoção de retenção de receitas para antimicrobianos”.

Moxifloxacino 75. Metampicilina 71. Difenilsulfona 44. Sulfametoxazol 106. Trovafloxacina 2. Polimixina B 90. Doripenem 47. DA RESOLUÇÃO . isoladas ou em associação. Isoniazida 62. Ácido pipemídico 8. Pefloxacina 85. Penicilina V 87. Limeciclina 65. Tianfenicol 115. Ácido fusídico 5. Amicacina 9. Espectinomicina 51.RDC Nº 20. Dapsona 42. Sulfametoxipirimidina 108. Cefoxitina 28. Dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos. Ticarcilina 116. Cloxacilina 40. Brodimoprima 16. Sultamicilina 110. Cefotaxima 27. Sulfanilamida 104. Claritromicina 36. Retapamulina 93. Espiramicina 52. Ácido oxolínico 7. Ofloxacina 82. Cefprozil 31. Cefalotina 22. Aztreonam 14. Etionamida 55. Lomefloxacina 67.RDC Nº 20. Diidroestreptomicina 45. Ampicilina 11. Tazobactam 111. Sulfamerazina 103. Lincomicina 66. Rifapentina 96. Sulbactam 99. Cefpiroma 30. Oxacilina 83. Dicloxacilina 43. Gatifloxacina 58. Gemifloxacino 59.ANEXO I. Piperacilina 88. Roxitromicina 98. Neomicina 77. Oxitetraciclina 84. Ceftadizima 32. Amoxicilina 10. Gentamicina 60. Tirotricina 118. Sulfametoxipiridazina 107. Diritromicina 46. Clofazimina 38. Tobramicina 119. Rosoxacina 97. Protionamida 92. Estreptomicina 53. Bacitracina 15. RESOLUÇÃO . Meropenem 70. Ertapenem 50. Cefepima 24. Sulfaguanidina 102. Ceftriaxona 33. Cefodizima 25.Publicada em 09/05/2011. Teicoplanina 112. Azitromicina 13. Trimetoprima (BRASIL. Norfloxacina 81. Cefazolina 23. Ácido clavulânico 4. Mandelamina 69. Imipenem 61. Clindamicina 37. Sulfatiazol 109. Tigeciclina 117. Sulfametizol 105. Tetraciclina 114. Cefaclor 19. Cefuroxima 34. Telitromicina 113. DE 5 DE MAIO DE 2011 . Rifamicina 94. Etambutol 54. Pristinamicina 91.) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 78 . Cefoperazona 26. Fosfomicina 56. Cefadroxil 20. Loracarbef 68. Vancomicina 3. Ministério da Saúde. Doxiciclina 48. Nitroxolina 80. Carbenicilina 18. Levofloxacina 63. Ftalilsulfatiazol 57. Cefpodoxima 29. Axetilcefuroxima 12. Ciprofloxacina 35. Metronidazol 72. DE 5 DE MAIO DE 2011 Publicada em 09/05/2011 (em substituição à 44/10) LISTA DE ANTIMICROBIANOS REGISTRADOS NA ANVISA (Não se aplica aos antimicrobianos de uso exclusivo hospitalar) 1. Ácido nalidíxico 6. Capreomicina 17. Sulfadiazina 100. Daptomicina 41. Cefalexina 21. Linezolida 64. Penicilina G 86. de uso sob prescrição. Pirazinamida 89. Netilmicina 78. Mupirocina 76 Nitrofurantoína 79. Cloranfenicol 39. Eritromicina 49. Sulfadoxina 101. Miocamicina 74. Minociclina 73. Rifampicina 95.

de sangue. de manipulação. mas também nas análises clínicas. produtos de higiene. para esclarecimento popular.D DÚ ÚV VIID DA ASS -.P PEER RG GU UN NTTA ASS EE R REESSP PO OSSTTA ASS A seguir.gov. onde o farmacêutico é responsável pelos exames químicos e microbiológicos e acompanha todo o processamento de fabricação. Pode atuar.br/ faqdinamica/index. toxicológicas. o profissional farmacêutico. e respondidas por Fátima Trindade. uma série de perguntas bastante rotineiras a respeito de medicamentos e ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. No entanto. Outras. (Disponível em http://www. na pesquisa e desenvolvim ento Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 79 . Algumas dessas questões foram formuladas pela própria ANVISA. Pode atuar em bancos de órgãos. coordenadora do curso de Farmácia. pode atuar em inúmeras áreas. desenvolvimento e controle de qualidade dos alimentos. também. acessado em Julho/2011) QUESTÃO 1 . de cosméticos. como na farmácia hospitalar.anvisa. na áre a de alimentos. Quais as áreas de atuação deste profissional ? RESPOSTA: Realmente ainda existe essa idéia na cabeça de muitas pessoas.asp?Secao=Usuario&usersecoes=1&userassunto=163. elaboradas pela equipe do Departamento de Comunicação da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba.Muitas pessoas pensam no farmacêutico apenas como o balconis ta que vende medicamentos nas farmácias.

na área de fitoterapia e muitas outras.. que falam efusivamente sobre SER FARMACÊUTICO e que representa o que eu penso: "Ser Farmacêutico é saber encapsular a dor e promover a cura. mas as farmácias e drogarias ficam obrigadas a apresentá-las dentro de 72 horas à Autoridade Sanitária Local para averiguação e visto.” (Liziane Carlessio. na vigilância sanitária . dissolver amarguras.. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 80 . RESPOSTA: Em uma palavra apenas é muito difícil. podem ser aviadas. diluir a tristeza e agitar a competência. triturar a arrogância e embeber a humildade. QUESTÃO 2 . oradora da 1ª Turma de Farmácia da Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC – trecho do discurso em 27/08/2004) QUESTÃO 3 - É permitida a dispensação de medicamentos controlados com receitas prescritas em outras unidades federativas? RESPOSTA: As Notificações de Receita “A” que contiverem medicamentos à base de substâncias das listas A1. As Notificações de Receita “B” que contiverem medicamentos à base de substâncias das listas B1 e B2 (psicotrópicas) e as Notificações de Receita especial que contiverem medicamentos à base de substâncias das listas C2 (Retinóides de uso sistêmico) e C3 (Talidomida) têm validade somente dentro da Unidade Federativa onde foram prescritas. A2 (Entorpecentes) e A3 (psicotrópicas) e as Receitas de Controle Especial que contiverem medicamentos à base de substâncias das listas C1 (Outras substâncias sujeitas a controle especial) e C5 (Anabolizantes). descartar a discriminação..de novos fármacos e medicamentos .. injetar esperança na alma e nutrir o coração dos pacientes com amor. na docência do ensino superior. Como sou apaixonada por esta profissão reproduzo os versos. procedentes de outro estado.Defina em uma palavra: ser farmacêutico é. aquecer a ética e raspar a ignorância. de uma farmacêutica.

Pode ser dispensado medicamento controlado para pacientes internados ou em regime de semi-internato sem a necessidade de Notificação de Receita? RESPOSTA: Sim. QUESTÃO 5 . Após.A intercambialidade de medicamentos só pode ser feita por Farmacêutico.A intercambialidade só pode ocorrer quando: 1 . A farmácia hospitalar irá dispensar o medicamento ao paciente internado mediante receita privativa deste estabelecimento.QUESTÃO 4 . 51 e 56 da Portaria n°. 2 . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 81 . o farmacêutico pode dispensar o medicamento de referência ou o genérico.Quando o médico prescreve o medicamento pelo nome genérico. 344 de 12 de maio de 1998. conforme os artigos n°. o de referência ou o genérico. .Quando é possível promover-se a intercambialidade de medicamentos? RESPOSTA: Informamos que: . este medicamento será direcionado à enfermaria responsável pelos cuidados com este paciente.Quando o médico prescreve o medicamento de referência e não faz menção que não é para trocar pelo genérico – o farmacêutico pode dispensar. se o paciente concordar. NÃO é permitida a intercambialidade com medicamentos similares.

A Notificação de Receita "B" poderá conter no máximo 5 (cinco) ampolas e. A Notificação de Receita "A" poderá conter no máximo de 5 (cinco) ampolas e para as demais formas farmacêuticas de apresentação. QUESTÃO 7 . 58 de 5 de setembro de 2007). e a numeração para confecção dos demais talonários (B e B2). poderá conter a quantidade correspondente no máximo a 30 (trinta) dias de tratamento.Como posso solicitar o Talonário de Notificação de Receita? RESPOSTA: Cabe à Autoridade Sanitária do Município (ou Estadual caso inexista esta). a quantidade para o tratamento correspondente no máximo a 60 (sessenta) dias.Qual a quantidade de medicamento controlado que pode ser prescrita por receita? RESPOSTA: A quantidade de medicamentos que pode ser prescrita é calculada por tempo de tratamento e não por quantidade de caixas ou frascos. o profissional deverá procurar o serviço de Vigilância Sanitária local para solicitar a numeração e maiores informações sobre a confecção do talonário de prescrição de substâncias/medicamentos contidos nas listas B1 e B2 da referida Portaria. ficará limitada a 5 (cinco) ampolas e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 82 . deste Regulamento e de suas atualizações. o talonário de Notificação de Receita "A". fornecer ao profissional ou instituição devidamente cadastrada. A quantidade prescrita de cada substância constante da lista "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) e "C5" (anabolizantes). bem como avaliar e controlar esta numeração. para as demais formas farmacêuticas. Portanto. Com a numeração fornecida. o talonário deverá ser confeccionado em gráficas previamente cadastradas junto a Visa local.QUESTÃO 6 . A Notificação de Receita “B2” deve ser utilizada para tratamento igual ou inferior a trinta dias (RDC n°. ou medicamentos que as contenham.

QUESTÃO 8 . movimentação de Balanços estoque .para as demais formas farmacêuticas. para prescrição dos medicamentos da Lista C1. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 83 . QUESTÃO 9 . como se refere a Portaria 06/99). se refere à receita comum.Medicamentos da Lista C1 podem ser prescritos em receituário comum? RESPOSTA: A Receita de Controle Especial (ou comum. O Farmacêutico deve dirigir-se à Autoridade Sanitária Local. a quantidade para o tratamento correspondente a no máximo 60 (sessenta) dias. A2 e B1. arquivados no estabelecimento pelo prazo de 2 (dois) anos. e demais deverão ser documentos. A explicação entre parênteses: “(ANEXO XVII constante da Portaria nº 344/98 . devem OBRIGATORIAMENTE estar de acordo com o Anexo XVII da Portaria 344/98. QUESTÃO 10 . e os Adendos das Listas A1.Como fazer o descarte de medicamentos controlados (Portaria SVS/MS nº 344/1998)? RESPOSTA: Os medicamentos controlados vencidos devem ser identificados e separados dos estoques comercializáveis.Qual o tempo necessário para a guarda de livros e balanços de movimentação de medicamentos controlados ? RESPOSTA: comprovantes de Livros. grifada abaixo. que deverá estar de acordo com este modelo. findo o qual poderão ser destruídos.SVS/MS)”. que orientará sobre a destinação correta dos medicamentos e insumos farmacêuticos a serem descartados. bem como os das Listas C4 e C5.

é direito do paciente receber a receita com o nome e endereço do paciente.O que deve possuir uma receita médica ou odontológica? RESPOSTA: De acordo com a Lei 10.QUESTÃO 11 . anexo XIII (modelo para a Talidomida. Os receituários devem ser seguidos exatamente conforme descrito nos Art 36 e 55 Portaria SVS/MS nº 344/1998 e seus anexos: anexo IX (modelo de talonário oficial "A". lista "C2").Os modelos de receit uários de medicamentos controlados devem ser exatamente iguais aos descritos na Portaria SVS/MS nº 344/1998? RESPOSTA: Sim. anexo XII (modelo para os retinóides de uso sistêmico. b) psicotrópicos (cor azul) retinóides de uso sistêmico e imunossupressores (cor branca). que seja do formulário magistral ou de produto industrializado."B"."B" uso veterinário para as listas "B1" e "B2"). para as listas "A1".241/99. contendo orientação do uso para o paciente.O que é receita médica ou odontológica? RESPOSTA: Prescrição escrita de medicamento. anexo XI (modelo de talonário . QUESTÃO 13 . QUESTÃO 12 . nome do Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 84 . "A2" e "A3"). anexo X (modelo de talonário . para as listas "B1" e "B2").O que é notificação da receita? RESPOSTA: Documento padronizado destinado à notificação da prescrição de medicamentos: a) entorpecentes. efetuada por profissional legalmente habilitado. lista "C3") e anexo XVII (modelo de Receita de Controle Especial para as listas C1 e C5). QUESTÃO 14 .

QUESTÃO 17 . assinatura e identificação do p rofissional com seu número de registro no órgão de controle e regulamentação da profissão.Podemos aceitar uma prescrição com a identificação do prescritor escrita por extenso ao invés do carimbo? RESPOSTA: Sim. com a identificação do conselho da classe e seu registro neste conselho. fica proibida o recebimento e fornecimento do medicamento. desde que esteja em letra legí vel. a quantidade para o tratamento correspondendo a no máximo 60 (sessenta) dias. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 85 . porém o farmacêutico terá o prazo de 72 horas para apresentar esta notificação à Autoridade Sanitária local.medicamento. QUESTÃO 16 . No caso de Notificação de Receita “B”. data. posologia. ficam limitadas a 5 (cinco) ampolas e para as demais formas farmacêuticas.Podemos aceitar notificação de receituário de outro estado? RESPOSTA: No caso de Controle Especial sim. concentração. QUESTÃO 18 .Qual a quantidade de medicamento posso dispensar no caso dos medicamentos controlados? RESPOSTA: De acordo com a Portaria 344/98. QUESTÃO 15 .Qual a validade de uma notificação de receita? RESPOSTA: De 30 dias a partir da data de prescrição. tempo de tratamento tudo em letra legível.

Ramiro Colleoni. 220 Centro de Especialidades II – Praça Waldemar Soares.Qual a validade de uma prescrição médica ou odontológica na rede municipal? RESPOSTA: A prescrição médica ou odontológica terá a validade de 30 dias a partir da data de emissão . 501 QUESTÃO 20 .QUESTÃO 19 . exceto para prescrições de: Analgésico Antiácido Antialérgico Antiemético Antiespasmódico Antibiótico Antiinflamatório Antipirético Medicamentos de “uso contínuo”.Quais os locais que fornecem os medicamentos controlados? RESPOSTA: Nos Centro de Especialidades : Centro de Especialidades I – R. s/n Centro de Especialidades III – R. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 86 . Paulo Novais.

5% suspensão oral Eritromicina 250mg comprimido Metronidazol 250mg comprimido Metronidazol 40mg/ml suspensão oral Metronidazol creme vaginal Norfloxacino 400mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 87 .Qual a validade da receita médica para os antibióticos? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os antibióticos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: De acordo com a RDC 20/11. a validade da receita é de 10 dias a partir da sua data de emissão.35%) + polimixina B (6000UI) pom oftalmica Eritromicina 2. Quando o tempo de tratamento não estiver determinado. Os antibióticos padronizados pela Prefeitura de Santo André são: Amoxicilina 500mg comprimido Amoxicilina 50mg/ml susp oral Amox 250 + Ác.QUESTÃO 21 .1%) + neomicina (0.5mg/5ml susp oral Amox 500mg + Ác. Clavulânico 125mg Azitromicina 40mg/ml solução oral Azitromicina 500mg comprimido Cefalexina 500mg comprimido Cefalexina 500mg/ml suspensão oral Ciprofloxacino 500mg comprimido Ciprofloxacino + dexametasona solução oftálmica Dexametasona (0. devemos fornecer o equivalente a 07 dias de tratamento ou 14 quando justificado. Clavulânico 62.

03mg+Levonorgestrel E.35mg comprimido Algestona 150mg +Enantato de Estradiol 10mg inj.15mg Estradiol 5mg Levonorgestrel 0. Sulfametoxazol+Trimetoprima 400/80 susp. Etinilestradiol comp 0.75 mg comprimido Antiagregante plaquetário AAS 100mg comprimido Warfarina 5mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 88 . 0. Noretisterona Injetável 50mg +Val. Antigotoso Alopurinol 300mg comprimido Contraceptivos Acetato de medroxiprogesterona 150mg injetável Acetato de noretister ona 0. Sulfametoxazol+Trimetoprima 800/160 comp QUESTÃO 22 .Sulfametoxazol+Trimetoprima 400/80 comp.Qual a validade da receita para medicamento de “uso contínuo”? Quais os medicamentos de uso contínuo padronizado pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita para medicamento de “uso contínuo” tem validade de até 06 meses a partir da data de emissão.

25mg comprimido Antihipertensivos/ Diuréticos Anlodipino 5mg comprimido Anlodipino 10mg comprimido Atenolol 25mg comprimido Atenolol 50mg comprimido Captopril 25mg comprimido Clortalidona 50mg comprimido Diltiazem 30mg comprimido Enalapril 5mg comprimido Enalapril 20mg comprimido Espironolactona 25mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 89 . succinato 50mg comprimido Propranolol 40mg comprimido Cardiotônico Digoxina 0.5mg comprimido Caverdilol 3.25mg comprimido Cloridrato de Propafenona 300mg comprimido Metoprolol.125mg comprimido Caverdilol 6. succinato 25mg co mprimido Metoprolol.Antiarrítmico Amiodarona 200mg comprimido Caverdilol 25mg comprimido Caverdilol 12.

Espironolactona 100mg comprimido Furosemida 40mg comprimido Hidroclorotiazida 25mg comprimido Losartana potássica 50mg comprimido Metildopa 250mg comprimido Nifedipino 20mg comprimido Nimodipino 30mg comprimido Vasodilatadores periféricos e cerebrais Dinitrato de isossorbida 5mg comp sublingual Mononidrato de isossorbida 20mg comprimido Mononidrato de isossorbida 40mg comprimido Propatilnitrato 10mg comprimido Pentoxifilina 400mg comprimido Hipoglicemiantes Glicazida 30mg comprimido Glicazida 80mg comprimido Glibenclamida 5mg comprimido Insluia humana Regular 100UI Insulina NPH 100UI Metformina 500mg comprimido Metformina 850mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 90 .

Exceto no caso de “se dor” ou “se necessário” que deverá ser fornecido o 01 frasco ou 20 comprimidos.QUESTÃO 23 . sendo que a quantidade máxi ma de fornecimento é o equivalente para 07 dias de tratamento. Exceto no caso de “se dor”.Qual a validade da receita médica para analgésicos e antipiréticos? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os analgésicos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita tem a validade de 10 dias a partir da sua data de emissão. sendo que a quantidade máxima de fornecimento é o equivalente para 07 dias de tratamento.Qual a validade da receita médica para antiácidos? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os antiácidos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita tem a validade de 10 dias a partir da sua data de emissão. “se necessário” ou “se febre” que deverá ser forne cido o 01 frasco ou 20 comprimidos. Os medicamentos padronizados são: Cimetidina 200mg comprimidos Hidróxido de alumínio suspen são Ranitidina 150mg comprimidos Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 91 . Os medicamentos padronizados são: Ácido Acetilsalicílico 100mg Ácido Acetlsalicílico 500mg Dipirona 500mg comprimidos Dipirona 500mg/ml gotas Paracetamol 200mg/ml gotas Paracetamol 500mg comprimidos QUESTÃO 24 .

Os medicamentos padronizados sã o: Dexclorfeniramina 2mg comprimidos Loratadina 10mg comprimidos Loratadina 1mg/ml xarope Prometazina 25mg comprimidos QUESTÃO 26 . Exceto no caso de “se dor” ou “se necessário” que deverá ser fornecido o 01 frasco ou 20 comprimidos. sendo que a quantidade máxima de fornecimento é o equivalente para 07 dias de tratamento. Os medicamentos padronizados são: Bromoprida 4mg/ml solução oral Dimenidrinato 25mg + Piridoxina 5mg/ml solução oral Metoclopramida 10mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 92 . Exceto no caso de “se dor” ou “se necessário” que deverá ser fornecido o 01 frasco ou 20 comprimidos.QUESTÃO 25 - Qual a validade da receita médica para antialérgicos? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os antialergicos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita tem a validade de 10 dias a partir da sua data de emissão. sendo que a quantidade máxima de fornecimento é o equivalente para 07 dias de tratamento.Qual a validade da receita médica para antiemético? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os antieméticos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita tem a validade de 10 dias a partir da sua data de emissão.

Exceto no caso de “se dor” ou “se necessário” ou “se febre” que deverá ser fornecido o 01 frasco ou 20 comprimidos. Exceto no caso de “se dor” ou “se necessário” que deverá ser fornecido o 01 frasco ou 20 comprimidos. Os medicamentos padronizados são: Escopolamina 6. sendo que a quantidade máxima de fornecimento é o equivalente para 07 dias de tratamento.67mg/ml + Dipirona 333. sendo que a quantidade máxima de fornecimento é o equivalente para 07 dias de tratamento.4mg/ml gotas Escopolamina (Hioscina) 10mg/ ml gotas QUESTÃO 28 - Qual a validade da receita médica para antiinflamatório? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os antiinflamatórios padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita tem a validade de 10 dias a partir da sua data de emissão. Os medicamentos padronizados são : Dexametasona 4mg comprimido Dexametasona creme Diclofenaco resinato 15mg/ml gotas Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 93 .QUESTÃO 27 - Qual a validade da receita médica para antiespasmódico? Qual a quantidade que podemos fornecer? Quais os antiespasmódicos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: A receita tem a validade de 10 dias a partir da sua data de emissão.

Qual a validade da receita médica para antianêmico? Quais os antianêmicos padronizados pela Prefeitura de Santo André? RESPOSTA: O medicamento antianêmico quando utilizado em tratamento prolongado terá a validade de no máximo 03 meses a partir da data de emissão. comprimido succinato sódico 500mg Ibuprofeno 600mg comprimido Ibuprofeno 50mg/ml gotas Prednisona 5mg comprimido Prednisona 20mg comprimido Prednisolona 3mg/ml solução oral Nimesulida 5omg/ml gotas QUESTÃO 29 .Diclofenaco sódico 50mg comprimido Hidrocortisona. Os medicamentos padronizados são: Polivitamínico + poliminerais para id osos Polivitamínico para gestantes Polivitamínico solução oral gotas Sulfato ferroso 25mg/ml gotas Sulfato ferroso 40mg comprimidos Tiamina 300mg comprimido Vitamina A + D gotas Vitamina do complexo B drágea Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 94 . acetato 1% pomada Hidrocortisona. comprimido succinato sódico 100mg Hidrocortisona.

Os medicamentos podem ser retirados nos Centros de Especialidades a que pertence o munícipe.Quais são os medicamentos excepcionais? Quais os documentos necessários para retirá-los? E quais o locais para retirá-los? RESPOSTA: Os medicamentos excepcionais são: Alendronato de sódio 10mg comprimido Alendronato de sódio 70mg comprimido Carbonato de cálcio 500mg comprimido Levodopa 100m g + Benserazida 25mg (HBS) cápsula de ação prolongada Levodopa 100mg + Benserazida 25mg comprimido dispersível Levodopa 200mg + Benserazida 50mg comprimido Levodopa 250mg + Carbidopa 25mg comprimido Levotiroxina sódica 25mcg comprimido Levotiroxina sódica 50mcg comprimido Levotiroxina sódica 100mcg comprimido Omeprazol 20mg cápsula Sinvastatina 10mg comprimido Sinvastatina 20mg comprimido Sinvastatina 40mg comprimido Os documentos necessários para a retirada destes medicamentos são: Receita médica Laudo mé dico (devidamente preenchido) Comprovante de residência do município Cartão do SUS RG ou outro documento equivalente. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 95 .QUESTÃO 30 .

01g/g Cloranfenicol Dexametasona (0.5mg/5ml susp oral + Ácido Clavulânico Amoxicilina 500mg + Ácido Clavulânico 125mg comprimido Budesonida 400mcg cápsula para inalação oral Budesonida nasal 32mcg/dose – suspensão aquosa Budesonida nasal 50mcg/dose – suspensão aquosa Budesonida nasal 64mcg/dose – suspensão aquosa Budesonida 0.QUESTÃO 31 .Os medicamentos dos Centros de Especialidades são todos iguais? RESPOSTA: Não.35%) + Polimixina B (6000UI) pomada oftálmica Etambultol 400mg comprimido Etionamida 250mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 96 .25mg/ml suspensão Ciprofloxacina oftálmica Colagenase pomada + 0.1%) + Neomicina (0. que são eles: Acetato de retinol 10000UI + Aminoácidos 25mg + Metionina 5mg + Cloranfenicol 5mg pomada oftálmica Aciclovir 3% pomada oftálmica Amoxicilina 250mg 62. existem medicamentos que são fornecidos exclusivamente no Centro de Especialidades I.6UI/g para nebulização Dexametasona solução + 0.

Fenoterol 5mg/ml gotas Fumarato cápsula de formoterol 12mcg + inalador Isoniazida 100mg comprimido Isoniazida comprimido 100mg + Rifampicina 150mg Isoniazida comprimido 200mg + Rifampicina 300mg Loratadina 10mg comprimido Loratadina 1mg/ml xarope Neomicina (5mg/g) + Bacitracina (250UI/g) Pirazinamida 3% suspensão oral gotas Pirazinamida 500mg comprimido PIrimetamina 25mg comprimido Prednisolona 1% colírio Prednisolona 3mg/ml solução oral Prednisona 20mg comprimido Prednisona 5mg comprimido Propiltiouracila 100mg comprimido Rifampicina 150mg + Isoniazida 75mg + Pirazinamida 400mg + Etambutol 275mg comprimido Rifampicina 2% suspensão oral Rifampicina 300mg comprimido Saltubatmol 100mcg spray Tetraciclina 25mg/g + Anfotericina B 12.5mg creme vaginal Warfarina 5mg comprimido Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 97 .

via de regra as equipes de A S S I S T Ê N C I A F A R M A C Ê U T I C A tem atendido com o mesmo zelo os pacientes de outros municípios. morador local ou não. Nosso município atende normalmente receituário tanto público quanto privado. desde que o paciente seja munícipe. Caso o paciente seja morador de outro município. prática de para lhe essa não algumas circunvizinhança.R REEG GR RA ASS D DO O SSU USS P PA AR RA AA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA AM MÉÉD DIIC CA AP PA AR RTTIIC CU ULLA AR R Alguns municípios dispensam medicamentos apenas aos pacientes moradores do local e que apresentem prescrição médica da própria rede pública. que simplesmente recusam atendimento ao morador de outro município. Santo André novamente se destaca pela excelência desse atendimento diferencial seguido das melhores orientações a cada paciente. reiterando. quando é a primeir a vez. Muitos distritos. Essa não é a prática em Santo André . e para que a pessoa não seja penalizada nem perca a viagem. No entanto. quando se trata da primeira vez. o paciente é orientado a buscar em seu próprio município os recursos de saúde a que ele faz direito. por falta de informação. visto que seu município também recebe o repasse de verbas federais e atender. Apesar disso. mesmo que seja a primeira vez. conforme determina Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 98 . e alegue que sua cidade não possui os elementos básicos de saúde . tem Muito sido cidades estaduais da a embora. comarcas e municípios não dispensam medicamentos a pessoas que apresentem receituário de médicos particulares ou de convênios. quando isso acontece.

22. (Lei 8080/90. caput – glosa nossa) Quando o paciente não pretende se enquadrar nas exigências municipais. art. ou ainda. alegando que sua prescrição é de origem particular. art.52.a lei. constitui crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas (Código Penal. 315) a utilização de recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) em finalidades diversas das previstas nesta lei. serão observados os princípios éticos e as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto às condições para seu funcionamento. ou que se recusa atende -lo como munícipe . agrava -se o fato pelo que diz a legislação : Art. cabe uma orientação a partir do que diz a própria lei: Sem prejuízo de outras sanções cabíveis.22) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 99 . (Lei 8. Na prestação de serviços privados de assistência à saúde. dê a entender que as verbas desti nadas à saúde não atendem satisfatoriamente por motivos de desvios.080/1990. art.

Sendo altamente salutar FARMACÊUTICA que proceda assim. tendo vantagem sobre a fila dos demais munícipes que aguardam por atendimento. a é ASSISTÊNCIA a auditorias periódicas. cuja aquisição tenha sido gratuita no sistema público municipal.EEN NTTIID DA AD DEESS A ASSSSIISSTTEEN NC CIIA AIISS O OU U FFIILLA AN NTTR RÓ ÓP PIIC CA ASS Em que pese o município atenda entidades assistenciais ou filantrópicas. (Lei 8080/90. tendo livre acesso aos dados de familiares ou responsáveis de pacientes internados em instituições chamadas de caridade ou supostamente filantrópicas. Não são poucos os casos observados em que a entidade retira livre. Essa questão requer constante atenção. gratuitamente e com privilégios de atendimento. é terminantemente proibido atender a instituições que cobrem medicamentos ou serviços dos pacientes ou familiares. no entanto. art. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 100 . com vistas a conferir se tais entidades estão cobrando ou não medicamentos fornecidos aos internados.38. caput). e para que os bons não paguem pelos maus. Não será permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa. a fim de se separar o joio do trigo. que cobram por tais medicamentos gratuitos dos parentes ou responsáveis dos internados.

também. recomenda-se. e se o familiar do paciente internado tem ou não conhecimento dos medicamentos utilizados. conferir se as entidades que se utilizam dos serviços de farmácias municipais são de fato filantrópicas ou não.Exatamente por esse motivo. para efeitos de auditoria e monitoramento de interesse do poder público: Nome do familiar ou responsável pelo paciente internado na instituição Telefone Endereço Ademais. é não apenas possível como necessário repetir essas perguntas vez por outra para eliminar certos males pela raiz. bem como a procedência e valores cobrados por esses medicamentos. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 101 . Embora pareça difícil. deve constar dos formulários oficiais para aquisição gratuita de medicamentos. no entanto.

Campanhas educativas Serão educativo. além da implementação da RENAME. nos intervalo s definidos e no período de tempo indicado de medicamentos eficazes. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 102 .1. item 7. buscando a desencadeadas participação das campanhas entidades de caráter representativas dos profissionais de saúde.º 3. na seguinte bali za: USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS . de 30 de outubro de 1998. 4.É o processo que compreende a prescrição apropriada.916/MS/GM. as medidas a seguir indicadas.Portaria n. a disponibilidade oportuna e a preços acessíveis. e o consumo nas doses indicadas. a mola propulsora da Assistência Farmacêutica Municipal deve ser nortear a cultura local para o USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS.3.U USSO OR RA AC CIIO ON NA ALL D DEE M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS Além de todas as demais atribuições . 49). Compete à A S S I S T Ê N C I A F A R M A C Ê U T I C A seguir os seguintes princípios: A promoção do uso racional de medicamentos envolverá. seguros e de qualidade (Política Nacional de Medicamentos . com vistas a estimular o uso racional de medicamentos. a dispensação em condições adequadas. em especial.

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 103 . no tratamento de doenças prevalentes.3. Especial ênfase deverá ser dada. no tocante à dispensação de medicamentos tarjados. item 4. formas de comercialização. serão utilizadas.Caberá aos gestores do SUS. Quanto à farmacoepidemiologia. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98. para assegurar o uso racional dos medicamentos. Paralelamente. em conjunto com entidades da sociedade civil organizada. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98. análises e avaliações decorrentes dessas ações. Para tanto. também. bem como quanto à necessidade da receita médica. anexo. ao processo educativo dos usuários ou consumidores acerca dos riscos da automedicação. principalmente no nível ambulatorial. adequação dos currículos dos cursos de formação dos profissionais de saúde. além de tratar dos efeitos adversos. prescrição e dispensação dos produtos. deverão ser incentivados estudos sobre a utilização de produtos como forma de contribuir para o uso racional de medicamentos. da interrupção e da troca da medicação prescrita.4) No que diz respeito à promoção do uso racional de medicamentos. responsabilizar-se por essa iniciativa.916/MS/GM. também. item 4. Promover-se-á. deverão ser desenvolvidos estudos.3) Farmacoepidemiologia e farmacovigilância. da mesma forma. de modo a reorientar procedimentos relativos a registros. atenção especial será concedida à informação relativa às repercussões sociais e econômicas do receituário médico. (Portaria nº 3. As ações de farmacovigilância. anexo. todas essas questões serão objeto de atividades dirigidas aos profissionais prescritores dos produtos e aos dispensadores. (Portaria nº 3.916/MS/GM.

é importante ressaltar que a farmácia deve ser considerada estabelecimento comercial diferenciado. Nesse particular. uma proposta de utilização dos genéricos visando a consolidação do uso destes medicamentos pelos países da Região. deve estar em absoluta conformidade com as definições constantes da Lei n. envolvendo [. tanto aquela direcionada aos médicos. bem como nos padrões éticos aceitos internacionalmente.080/90. bem como dispor da obrigatória presença do profissional responsável. além da sociedade e das corporações profissionais.] a prescrição e o uso. item 3. terá importante enfoque a adoção de medicamentos genéricos. nas diretrizes éticas emanadas do Conselho Nacional de Saúde.º 8. anexo. deverá se enquadrar em todos os preceitos legais vigentes..Além disso. A propaganda de produtos farmacêuticos. mediante ação intersetorial. (Portaria nº 3. O Ministério da Saúde levará à discussão. vez que esta iniciativa ultrapassa os limites do setor saúde. quanto especialmente a que se destina ao comércio farmacêutico e à população leiga. abrangendo outros ministérios e esferas de Governo.4 – grifo nosso) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 104 ..916/MS/GM. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98. no âmbito da Cúpula das Américas. Portanto.

a .b. prospectos.2.obrigatoriedade da adoção da denominação genérica nos editais.a .apresentação da denominação genérica nas embalagens. relativas à sua forma e à identificação do paciente e do profissional que a prescreve. objeto de atenção especial.obrigatoriedade da adoção da denominação genérica nas compras e licitações públicas de medicamentos realizadas pela Administração Pública. do Ministério da Saúde.adoção de exigências específicas para o aviamento de receita médica ou odontológica. igualmente.bem como de exigências sobre requisitos de qualidade dos produtos. c. itens a.A AQ QU UIISSIIÇ ÇÃ ÃO OD DEE M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS P PEELLO OSS M MU UN NIIC CÍÍP PIIO OSS Ainda em obediência à Portaria 3916/98: A promoção do uso de medicamentos genéricos será.3916/98. (Port.a . textos e demais materiais de divulgação e informação médica.c e d). a adequação do instrumento legal específico. Essa adequação deverá contemplar aspectos essenciais que favoreçam a consolidação do uso dos genéricos. tais como: a. Portanto. o gestor federal deverá identificar os mecanismos necessários para tanto. bulas.a . d. b. contratos e notas fiscais . propostas. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 105 . por exemplo. rótulos. 3.

magnitude e ou vulnerabilidade tenham repercussão na saúde pública.3916/98.A AD DO OÇ ÇÃ ÃO OD DEE P PR RO OTTO OC CO OLLO OSS EEM MC CA ASSO OSS EESSP PEEC CIIA AIISS Diz-nos a lei: Cada município é responsável por avaliar as condições da saúde pública de sua própria população. bem como quanto à necessidade da receita médica. ao processo educativo dos usuários ou consumidores acerca dos riscos da automedicação. buscar-se-á a contínua atualização e padronização de protocolos de intervenção terapêutica e dos respectivos esquemas de tratamento. adotar ferramentas de controle e reeducação. da interrupção e da troca da medicação prescrita. 3. do Ministério da Saúde. todos os trabalhadores intermediários. No tocante aos agravos e doenças cuja transcendência. também. que envolva desde os profissionais da saúde. Ademais: Especial ênfase deverá ser dada.. culminando em nova consciência cultural nos próprios os pacientes.. no tocante à dispensação de medicamentos tarjados. Promover-se-á. [. da Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 106 .] Para o Ministério da Saúde. a premissa básica será a descentralização da aquisição e distribuição de medicamentos essenciais. (Port. e. todas essas questões serão objeto de atividades dirigidas aos profissionais prescritores dos produtos e aos dispensadores. Paralelamente. em se percebendo desvios de comportamento coletivo quanto ao uso de medicamentos.3 – grifo do revisor).

e comete o crime prevalecendo-se do cargo. (Port. caput e parágrafo único). IMPORTANTE: 1) Este formulário. Código Penal. assinado pelo médico. anexo à receita. 299 – Omitir. se o documento é pa rticula r. do Ministério da Saúde. NO CASO DE INSTITUIÇÕES CONVENIADAS É OBRIGATÓRIO O PREENCHIMENTO DOS SEGUINTES CAMPOS PARA FINS DE AUDITORIA: NOME COMPLETO DO FAMILIAR / RESPONSÁVEL PELO PACIENTE TELEFONES (DO FAMILIAR / RESPONSÁVEL) ENDEREÇO (DO FAMILIAR / RESPONSÁVEL) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 107 . ou se a falsificação ou alteração é de assentamento de registro civil. 2) Os médicos da rede pública municipal estão orientados a atender de modo preferencial pacientes que necessitem da simples assinatura deste formulário para o programa municipal de medicamentos. aumenta-se a pena de sexta parte (BRASIL. 4) Compete aos encarregados multiplicar estas instruções e formulários oficiais em suas unidades. Pena : reclusã o de 1 (um) a 5 (cinco) a nos e multa . antes do seu preenchimento. cria r obriga çã o ou a ltera r a verda de sobre o fa to juridica mente releva nte. 3) Podem ser tiradas fotocópias deste formulário. se o documento é público e reclusã o de 1 (um) a 3 (trê s) a nos.Se o agente é funcionário público. os partes mais relevantes que tornam o protocolo municipal em poderosa ferramenta contra o uso irracional de medicamentos: Art. 3. Parágrafo único . a seguir. 299.4) Reproduzimos.mesma forma. art. em documento público ou particular.3916/98. evitando consultas desnecessárias. declaração que nele deveria constar. ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita . com o fim de pre judica r direito. autoriza a dispensação do medicamento pelo tempo indicado acima. adequação dos currículos dos cursos de formação dos profissionais de saúde. livremente.

via gráfica.Modelos adotados em Santo André. meio reprográfico (fotocópias) ou Internet: Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 108 . que devem estar disponíveis em cada unidade de saúde.

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 109 .

inclusive. Ministério da Saúde. (BRASIL.4. visto que não precisarão inventar casos para suas teses. terão casos concretos em seu dia -a-dia. de fato. define como mecanismo fundamental a criação de uma comissão permanente de integração entre os serviços de saúde e as instituições de ensino profissional e superior. Normas e Manuais Técnicos. Ou seja. com a finalidade de "propor prioridades. que encabeça e laureia a busca da excelência entre os profissionais de farmácia. seja na docência ou mesmo fazendo uso de estagiários. Brasília. adequado e oportuno. É DE RESPONSABILIDADE DAS TRÊS ESFERAS [OBVIAMENTE INCLUI-SE A MUNICIPAL] GESTORAS DO SUS. 2006). mas. Série A.6.R REEC CIIC CLLA AG GEEM M Em que pese a mentoria da equipe municipal andreense.4. são ações que devem nortear uma Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 110 . programas e atividades que operacionalizarão a Política Nacional de Medicamentos deverão configurar mecanismos privilegiados de articulação intersetorial de modo a que o setor saúde possa dispor de recursos humanos em qualidade e quantidade cujo provimento. méto dos e estratégias ". a parceria com instituições de ensino. A Lei. Cap.EEX XIIG GÊÊN NC CIIA A LLEEG GA ALL D DEE C CA AP PA AC CIITTA AÇ ÇÃ ÃO OC CO ON NTTIIN NU UA AD DA A EE P PLLA AN NEEJJA AD DA A -. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização.R REEC CU UR RSSO OSS H HU UM MA AN NO OSS -. Editora Brasília. há que se levar em consideração aquilo que já diz a própria lei : Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos: O contínuo desenvolvimento e capacitação do pessoal envolvido nos diferentes planos. os quais são altamente beneficiados.

contudo não possui habilidades. o que é competência ? É o resultado da união de três componentes obrigatórios em qualquer profissional: a) conhecimento + b) habilidades + c) atitudes. porém não possui atitudes. a partir de agora. essa pessoa precisa ter a composição do CHA! Sim. mas não possui conhecimentos. Todo competente tem que ter CHA: Conhecimentos. o que a liderança está fazendo de concreto e sistemático para sanar de modo positivo essa deficiência em uma ou mais pessoas do grupo? Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 111 . Você ou seus colegas de trabalho são competentes? Têm coragem o suficiente para analisarem a presença ou ausência dos três elementos obrigatórios da competência? Caso esteja faltando algum desses ingredientes em alguém da equipe. anula a realidade da competência. a população . já que você chegou até essa parte da leitura. ou seja. Possuir dois desses elementos. Não é competente aquele que possui conhecimentos e atitudes. tem que ter os ingredientes do CHA.boa gestão. e. Afinal. os estudantes. o governo. Habilidades e Atitudes. Por exemplo: Não é competente aquele que possui habilidades e conhecimentos. principalmente. Portanto. mas não possuir o terceiro. lembre-se de que para alguém da sua equipe ou você mesmo poder ser considerado “competente”. a partir do contato com esta obra. Não é competente aquele que possui habilidades e atitudes. Todos ganham: as instituições.

acompanhar e avaliar suas ações. Normas e Manuais Técnicos. Implementar programa de desempenho individual e de equipe. em especial no que se refere à [...4. no tocante a Recursos Humanos. Além disso.]. utilizar estratégias fundamentais: reuniões sistemáticas semanais com a equipe.. capacitar. Cap. (BRASIL. do Ministério da Saúde. Um programa de qualificação profissional deve estar centrado na integralidade das ações e no trabalho em equipe. bem como programa de educação permanente de acordo com as necessidades pessoais e dos serviços. seminários temáticos para atualização dos técnicos e a implantação de programas de qualidade para melhoria contínua em todos os processos de trabalho.Entre os princípios norteadores da Assistência Farmacêutica. bem como a Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 112 . Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. para não acumular problemas e socializar as informações.4. Editora Brasília..] dispensação [. compreenderá a abordagem de todos os aspectos inerentes às diretrizes aqui fixadas. visando ao aumento da capacidade resolutiva das equipes. Brasília. decorrentes da operacionalização desta Política. a apostila oficial prescreve outras questões: Identificar necessidades. promover reuniões técnicas. 2006) Também: Para o atendimento das necessidades e demandas relativas aos recursos humanos. o processo de articulação implementado pela Coordenação Geral de Recursos Humanos para o SUS. Série A.6. definir perfil (competências e habilidades). a fim de torná-las capazes de elaborar estratégias para o enfrentamento de problemas. Ministério da Saúde.

8) [. o que exigirá.] buscar-se-á promover a educação continuada dos profissionais de saúde sobre farmacologia e terapêutica aplicada e outros aspectos envolvidos no uso racional de medicamentos. item 3. além da disseminação de informações objetivas e atualizadas.capacitação em manejo de medicamentos..DOU de 10/11/98 – item 4.] serão objeto de enfoque particular. por parte dos gestores.916/MS/GM. haja vista a crônica carência de pessoal capacitado na área. bem como no manejo dos produtos. estudos e medidas concretas voltadas para a recomposição e ou complementação adequada de quadros de pessoal especializado para fazer frente às responsabilidades constitucionalmente definidas. de 30 de outubro de 1998 .916/MS/GM. (Portaria nº 3.. [.. (Portaria nº 3. de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98 – anexo. nas três esferas de gestão do SUS..3 – grifo nosso) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 113 .

2006). Ministério da Saúde.5. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 114 . Editora Brasília. Normas e Manuais Técnicos.FFLLU UX XO OG GR RA AM MA AO OFFIIC CIIA ALL D DA AA ASSSSIISSTTÊÊN NC CIIA A FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA A (BRASIL. Brasília. Série A. Cap.

Os procedimentos próprios da Vigilância Sanitária serão periodicamente revisados. quer as de natureza técnico-normativa.) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 115 . quer as de caráter administrativo. roteiros. inclusive. de que são exemplos: o registro de produtos. M MEEN NSSU UR RÁ ÁV VEELL EE P PU UB BLLIIC CÁ ÁV VEELL A lei também prevê critérios para controle. sistematizados e consolidados em manuais técnico-normativos.O OB BR RIIG GA ATTO OR RIIEED DA AD DEE D DEE SSIISSTTEEM MA A IIN NFFO OR RM MA ATTIIZZA AD DO O. ainda. Desenvolvimento e elaboração de procedimentos operacionais sistematizados.1. de 30 de outubro de 1998 . A gestão deve ter esses dados em mãos a todo momento para identificar rapidamente problemas e providenciar planos de ação para eliminar desvios ou usos irracionais. modelos e instruções de serviço. a revisão dos procedimentos relativos ao registro de medicamentos de marca e similares. a fiscalização e a farmacovigilância. mensuração e divulgação dos dados que sejam de interesse público municipal em favor da saúde da população .916/MS/GM. A adoção desses instrumentos concorrerá para a equalização e a agilização das atividades e tarefas a serem cumpridas. Nesse contexto. as inspeções em linhas de produção.. viabilizando-se. aplica-se. ampla divulgação. (Portaria nº 3.4.DOU de 10/11/98 – item 4.

A AD DIISSP PEEN NSSA AÇ ÇÃ ÃO OP PR RO OP PR RIIA AM MEEN NTTEE D DIITTA A Dispensação é o ato profissional farmacêutico . De acordo com as normas oficiais (conforme legislação citada abaixo). em cura. e Orientação ao paciente. em resposta à apresentação de uma receita elaborada por um profissional autorizado. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 116 . similares. o ato de dispensar compreende: Análise técnica da prescrição. OBJETIVOS: Garantir o cumprimento da prescrição e o uso correto do medicamento. (Autor Desconhecido) executado por um atendente. balconista. assim como a pedra nas mãos do ourives se transforma em jóia. assistente. que consiste em proporcionar um ou mais medicamentos . Contribuir para adesão ao tratamento e o cumprimento da prescrição médica. Neste ato o farmacêutico informa e orienta o paciente sobre o uso adequado Esse ato do medicamento . pode também Substâncias nas mãos dos farmacêuticos transformam-se em medicamentos. em brilho e ser em luz. desde ou que devidamente supervisionados pelo farmacêutico responsável. em saúde.

Minimizar erros de prescrição. Informação correta/simples. Normas e procedimentos. PROCEDIMENTOS: Abordagem ao paciente – busca de confiança. Informar sobre o uso correto do medicamento REQUISITOS NECESSÁRIOS A UMA DISPENSAÇÃO ADEQUADA: Prescrição racional. compreensível. objetiva e de forma Instrumentos que facilitem a orientação. Orientação ao paciente. Adesão ao tratamento. no fornecimento do medicamento correto e em quantidade adequada. Proporcionar atenção farmacêutica de qualidade. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 117 . Recepção da prescrição – quando se verifica diversos parâmetros e aspectos legais. na busca de evitar riscos ao paciente. Garantir o cumprimento da prescrição médica.

Editora Brasília. dosagem. forma farmacêutica. Orientar o paciente .). assinar e carimbar. medicamento. Série A.5. 2006) TAREFAS DA DISPENSAÇÃO : Analisar a prescrição . interação etc. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 118 .7. verificando o nome correto do fármaco. (BRASIL. interação com medicamentos e alimentos. avaliando o grau de entendimento das informações prestadas. assegurando -se de que ele entendeu o uso correto de cada medicamento . Interpretação e análise da prescrição – com base nos aspectos terapêuticos e farmacológicos (adequação. registrar a ocorrência e conversar com o médico. Brasília. no ato da entrega. Separar o medicamento . indicação. Registros da prescrição.1-3.Nome do paciente. via de administração. Orientação ao paciente – possibilitar o cumprimento da prescrição. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. É importante que se peça para repetir pontos fundamentais da orientação. posologia. Em caso de dúvidas ou incompatib ilidades. Normas e Manuais Técnicos. duração do tratamento. Ministério da Saúde. Cap. confrontando -o com a receita. posologia . prescritor. Marcar na receita os itens atendidos e não atendidos e datar a entrega nas duas vias da prescrição .

Acompanhar e avaliar o uso.Esclarecer os pontos mais importantes e dúvidas existentes. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação paciente . Dar a informação precisa que o paciente necessita. com o 119 . PONTOS A CONSIDERAR PARA UMA BOA COMUNICAÇÃO COM O PACIENTE: Para que o paciente compreenda a informação é importante: Utilizar uma linguagem clara e simples. Não se Seguir uma ordem na explicação. Evitar discursos e monólogos. Tentar alcançar uma velocidade adequada na exposição. ORIENTAÇÃO AO PACIENTE: Consiste em fornecer informações ao objetivo de ajudá -lo a cumprir adequadamente um tratamento. Registrar no cadastro do paciente as informações pertinentes à dispensação. definir a ordem. exceder para evitar confundi-lo. Tentar avaliar o grau de compreensão do paciente.

Explicar com prescrição: paciência e clareza. Duração do tratamento. Verificar se o receituário é compatível com o tipo de medicamento prescrito (medicamentos controlados pela Portaria 344 exigem receituários específicos). Se tiver dúvida. Dose. Carimbo com CRM. Posologia. Data. Observar s e o medicamento tem bom aspecto e não está vencido. Separar o medicamento indicado. pois se corre o risco de entregar a medicação errada. Verificar se o paciente entendeu a explicação fazendo perguntas ou pedindo que ele repita o que foi dito. não deixar o Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 120 . Assinatura do prescritor. conser vação. Nome genérico do medicamento.O trabalhador da saúde que dispensa medicamentos deve executar os seg uintes procedimentos com muita atenção: Verificar a validade da receita (se contêm as exigências legais): Nome do paciente. Nunca adivinhe o nome do medicamento . esclareça com o prescritor (médico). É perigoso. Ler e entender a receita . conferindo o nome e a apresentação (forma farmacêutica e dosagem) com o solicitado na receita . seguindo a a quantidade de medicamento a ser tomada quantas vezes ao dia em que momentos do dia para quantos dias prestar adicionais esclarecimentos de acordo com o medicamento dispensado tais como cuidados de armazenamento.

Desenvolver mecanismos de controle e avaliação do processo. Promover ações educativas para os prescritores. Ministério da Saúde. Promover ampla divulgação das normas aos profissionais de saúde. Elaborar fichas com informações técnicas para serem utilizadas no ato da dispensação (roteiro de orientação para cada medicamento). Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. ao dispensar medicamentos para pacientes com dificuldade de leitura devemos lançar mão de desenhos ou de formulários com dese nhos que auxiliam o entendimento quanto ao horário.7. Brasília. Elaborar manual de normas e procedimentos e assegurar seu fácil acesso à equipe de trabalho. etc. Editora Brasília. dispensadores e usuários de medicamentos. Normas e Manuais Técnicos.5. RECOMENDAÇÕES GERAIS: Normalizar os procedimentos para a prescrição e dispensação no âmbito municipal.medicament o ao alcance de crianças. quantidade e tipo de medicamento a ser tomado. (BRASIL.. equipes de trabalho e população. 2006) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 121 . Elaborar material educativo sobre o uso racional dos medicamentos para profissionais de saúde e usuários.5-6. Cap. Série A. com a finalidade de racionalizar o uso de medicamentos e possibilitar melhor qualidade deste processo. preferencialmente por instrumento legal (Portaria).

Informar é dotar o indivíduo de conhecimentos a respeito do medicamento a ser utilizado. posologia. contraindicações . interações. do serviço habilidades. entendemos que esse ponto requeira um capítulo à parte. conscientizando o usuário da responsabilidade pela sua saúde. tempo do tratamento. Segundo os princípios do Ministério da Saúde . Educar é motivar e induzir mudanças para a prática de estilos de vida saudável. cuidados no uso etc. atenção farmacêutica ao paciente compreende um processo informativo referente ao tratamento.) é uma das principais causas da não adesão ao tratamento. A razão da existência de um serviço farmacêutico é o próprio paciente. tamanha sua importância. dosagem. Para a execução conhecimentos.A ATTEEN NÇ ÇÃ ÃO O FFA AR RM MA AC CÊÊU UTTIIC CA AA AO OP PA AC CIIEEN NTTEE Embora pertinente ao tema da dispensação . A falta de informação ao paciente sobre o uso correto dos medicamentos (indicação. A atenção baseia-se num processo de informação e educação fundamental para o êxito da terapêutica indicada. metodologia para elaboração de programas. é preciso técnicas de comunicação. para passar imagem de credibilidade nos seus prestados. São importantes o comportamento e postura profissional . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 122 . acompanhamento e avaliação farmacoterapêutica da prescrição.

Reconhecimento de reações adversas potenciais e as condições de conservação dos produtos. Identificar grupos que necessitam de informação educativa especial. Condições de conservação dos produtos. em função das necessidades de cada indivíduo. simples. compreensiva.A informação deve ser prestada de forma clara. OBJETIVOS: Comprometer o paciente na adesão ao tratamento. Prevenir potenciais medicamentos. do nível socioeconômico e cultural e do tipo de medicamento prescrito. Influência dos alimentos. de acordo com os fatores de risco da utilização inadequada. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 123 . SÃO ELEMENTOS IMPORTANTES DA ATENÇÃO AO PACIENTE: Ênfase no cumprimento da dosagem. problemas relacionados ao uso de Informar os benefícios e riscos dos medicamentos prescritos. Interação com outros medicamentos. Otimizar os resultados.

leite. suco. HORÁRIOS DA ADMINISTRAÇÃO – informar ao paciente a importância do cumprimento dos horários estabelecidos. Deve-se informar as possíveis conseqüências do não cumprimento do tratamento ou suspensão do mesmo. VIA DE ADMINISTRAÇÃO – conscientizá-lo do uso da via de administração correta. REAÇÕES ADVERSAS – informar a possibilidade de eventuais ocorrências de efeitos indesejáveis e qual a conduta a ser adotada. durante ou após as refeições. INTOXICAÇÕES – alertar sobre reações provocadas pela ingestão de grandes quantidades de medicamentos ou sobredosagens. outros medicamentos. álcool. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 124 . MODO DE USAR – orientar a forma adequada de como fazer uso de cada medicamento. se com água.ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS NA INFORMAÇÃO AO PACIENTE: O PORQUÊ DA UTILIZAÇÃO – assegurar o direito do cidadão de conhecer a razão do uso do medicamento. sobre o qual deve ser dada ênfase na atenção. para que ele possa comprometer-se com o tratamento. pelo acúmulo delas no organismo. INTERAÇÕES – explicar as possíveis interações com alimentos. informando a conduta adequada. INTOLERÂNCIAS – orientar sobre ocorrências de reações alérgicas que podem ser desenvolvidas ao tomar determinado tipo de medicamento. antes. ou alimentos. QUANTIDADE DE MEDICAMENTOS / DURAÇÃO DO TRATAMENTO – este é um dos aspectos mais importantes.

é necessário que o paciente compreenda as conseqüências da sua enfermidade. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 125 . Precauções quanto ao uso indevido. validade. Conservação e guarda. Não indicar nem dar sobras de medicamentos a outras pessoas.Como conservar adequadamente os medicamentos. Como identificar corretamente os medicamentos. ou seja. mantê-los nas embalagens originais. Lavar as mãos sempre ao tomar medicamento. seja sensibilizado para o uso correto do medicamento e para o comprometimento com o seu processo curativo. número do registro do Ministério da Saúde. RESPONSABILIDADE DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: A atenção ao paciente quanto ao uso adequado de medicamentos é papel de todos os profissionais . Para que haja adesão ao tratamento. alertar para não trocar os medicamentos das embalagens. Informar o que deve ser observado nas embalagens: número do lote. A) PAPEL DOS PRESCRITORES (MÉDICOS) : O prescritor é o agente indutor responsáv el pela mudança de hábito dos consumidores de medicamentos grande influenciador na demanda de consumo de medicamentos. B) PAPEL DOS DISPENSADORES (FARMACÊUTICOS ): Educar fundamentalmente o suprime nto de informações aos prescritores da instituição.

Manter atualizados os registros referentes à dispensação. Manter-se atualizado para uma adequada prestação de serviços de qualidade. Coletar e registrar ocorrências de reações adversas e efeitos colaterais relativos ao uso de medicamento. por meio de análises do perfil dos medicamentos utilizados. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 126 . Conhecer. EXCLUSIVAMENTE: Analisar a prescrição médica. Manter registros/cadastros de pacientes para promover ações preventivas de identificação de possíveis interações. informando à autoridade sanitária local. especialmente os termolábeis e aqueles sob controle especial (psicotrópicos e entorpecentes). RESPONSABILIDADES DO FARMACÊUTICO. Manter-se informado em termos técnicos. Orientar o usuário sobre os cuidados e guarda dos medicamentos. Identificar as necessidades do paciente em relação ao uso dos medicamentos e prover as informações necessárias.Favorecer melhores resultados na adesão ao tratamento pelo paciente. propiciando condições para o desenvolviment o da farmacovigilância e estudos de utilização de medicamentos. Acompanhar e avaliar as tarefas do pessoal de apoio. Garantir medicamentos seguros. reações adversas. éticos e legais para uma prática eficiente. interpretar e estabelecer condições para o cumprimento da legislação pertinente.

hipertensão . das crenças negativas. epilepsia. Não confiança no medicamento. prosseguimento de mudança estilo de correspondam às uma de dieta e vida ou que recomendações sobre cuidados à saúde . Não confiança no médico. HIV/AIDS .A AD DEESSÃ ÃO O A OMS define que ADESÃO é o comportamento dos pacientes em relação à ingestão de medicamentos . da adaptação. As doenças que apresentam maiores dificuldades à adesão são as doenças crônicas: asma. do estigma. tuberculose. do estilo de vida. Medo da farmacodependência. depressão. A adesão é a superação das dificuldades. da aceitação da doença e relação de confiança com os profissionais e serviços de saúde . PRINCIPAIS CAUSAS DE NÃO ADESÃO AO TRATAMENTO: Efeitos não esperados. Não consciência da gravidade da enfermidade. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 127 .

Cap. como.5. não aceitação da doença. Editora Brasília.7. Informações inadequadas. muitas vezes.1 a 8. cartões de horários Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação de administração de 128 . Fatores sócio-econômicos: pobreza e baixa escolaridade. Normas e Manuais Técnicos. Qualidade dos serviços de saúde. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. internações hospitalares. ELEMENTOS QUE FAVORECEM A ADESÃO: Promover troca de experiência entre pacientes. Conselhos para abandono do tratamento. Orientação do uso correto do medicamento: cumprir as recomendações clínicas e utilizar o medicamento corretamente. estado psicológico. baixa motivação. Série A.Uso demasiado de medicamentos. Elaboração de medicamentos. por exemplo. leva a agravamentos. crenças. 2006) Outros fatores: Falta à consulta médica. Brasília. o que aumenta a necessidade de tratamentos mais complexos. baixa compreensão. (BRASIL. Ministério da Saúde.7. complexidade do tratamento. mudanças de esquemas terapêuticos. Fatores relacionados à terapia: duração do tratamento. A não adesão à terapia compromete a efetividade do tratamento e. Fatores relacionados ao paciente: gravidade dos sintomas. constatação imediata do benefício ou não do tratamento.

umidade e raios solares . O QUE É ACONSELHAMENTO? Aconselhamento é um processo de escuta ativa. Promover ações junto à população em geral. Informações sobre efeitos indesejáveis que os medicamentos podem causar. Promover a cidadania. Enfatizar a importância da equipe multidisciplinar e a interação com outros setores do serviço. os medicamentos na Evitar a exposição dos medicamentos ao calor. Participação do paciente na terapia (co-responsabilidade). Realizar campanhas educativas alertando sobre os perigos da autom edicação. grupos de caminhada. Pressupõe a capacidade de estabelecer Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 129 . Promover e incentivar ações junto a grupos de maior vulnerabilidade a determinadas doenças (hipertensão / diabetes / tuberculose). escolas/universidades (Por ex: planejamento familiar/ sexualidade na adolescência) . Promoção e incentivo a hábitos saudáveis de vida. como. individualizado e centrado no cliente. através de parcerias com associações locais.Ficha individual do paciente ou mapa de dispensação. para acompanhamento da terapia prescrita. por exemplo. PREVENÇÃO E PROMOÇÃO À SAÚDE Orientar e manter embalagem original.

5.7. Prover informações sobre as doenças.uma relação de confiança entre os interlocutores. por meio de uma atitude de escuta e de uma comunicação clara e objetiva. Ministério da Saúde. Cap. Objetivos: Apoiar emocionalmente o paciente. 2006) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 130 . (BRASIL. O aconselhamento pauta -se em uma relação de confiança entre profissional e cliente. Desenvolver a capacidade individual para reconhecer e tomar decisões sobre sua saúde. Série A. visando ao resgate dos recursos internos do cliente para que ele mesmo tenha possibilidade de reconhecer-se como sujeito de sua própria saúde e transformação.7. perceber os riscos e adotar práticas mais seguras.1 a 8. Normas e Manuais Técnicos. Brasília. Editora Brasília. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. Auxiliar a lidar com o problema de saúde.

Não armazenar materiais próximos às caixas de força. o acesso aos mesmos desobstruídos. m a i s ú m i do é o a r . próximos a banheiros ou junto a áreas com muitas infiltrações. EXPOSIÇÃO AO SOL: A l u z f o r t e po de det er i o r a r o s m edi c a m en t o s . É T E R E BE N Z I N A : G u a r da r e m á r ea s be m v en t i l a da s e pr ó x i m a s à sa í da . Á L C O O L . Q u a n t o m a i s qu en t e o l o c a l .l o s da a ç ã o di r et a do so l e de a l t a s t em per a t u r a s. é i m po r t a n t e pr o t egê . sem pr e qu e po ssí v el . janelas. IMPORTANTE: Recomendam-se não encostar medicamentos nas paredes. Verificar os extintores de incêndio quanto ao prazo de validade e deixar. em a r m á r i o de v i dr o . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 131 .l o s da u m i da de. A C E T O N A . F e c h a r bem o s f r a sc o s de m edi c a m en t o s . UMIDADE: M a n t e r o l o c a l da f a r m á c i a v en t i l a do . teto. em contato direto com o chão. da ex po si ç ã o a o s o l e da á gu a .C CO OM MO OP PR REESSEER RV VA AR RA AQ QU UA ALLIID DA AD DEE D DO OSS M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS P a r a e v i t a r qu e o s m edi c a m en t o s se det er i o r em e pe r c a m a qu a l i da de . C o n s e r v a r o s m edi c a m en t o s em su a em ba l a gem o r i gi n a l . R e s gu a r dá .

Ressecamento: Alguns medicamentos ficam ressecados assemelhando-se à terra seca. E. Umedecimento: Reconhecemos que um medicamento está umedecido porque sua forma e consistência se alteram. Devemos aspecto e poderemos o odor detectar normal aprender dos mudanças a reconhecer medicamentos . não devemos utilizá lo. Cor: Alguns medicamentos mudam de cor ou ficam manchados. Ex: vitamina C.g. Ex: o AAS pode apresentar cheiro de vinagre . tendo sido alterado pela luz. caso estejam pegajosos ou não se dissolver em.C CO OM MO OR REEC CO ON NH HEEC CEER RO OSS M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS D DEETTEER RIIO OR RA AD DO OSS Podem-se reconhecer os medicamentos que estão deteriorados observando -se as seguintes características: Odor: Alguns medicamentos quando expostos ao calor e umidade apresentam um odor diferente do habitual. Fragmentação: Quando os comprimidos estão úmidos.: Não se devem usar sais de reidratação oral quando apresentarem coloraçã o escura. E. umidade ou calor. que indiquem o Assim que o medicamento está deteriorado. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 132 .g: Os antiácidos co mo o hidróxido de alumínio. Isto pode significar que não foi fechado hermeticamente. ou quebram com facilidade. turvação ou alteração na coloração do líquido. Transparência: Nos medicamentos injetáveis. se observarmos presença de pa rtículas. aderem um ao outro.

conferência e separação dos medicamentos para posterior armazenamento. que envolve o cumprimento de: Especificações administrativas: Nome do produto (denominação genérica) solicitado x recebido Datas de entrega Especificações técnicas: Quantidade solicitada x quantidade recebida Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 133 . dua s a tivida des funda menta is de conferência do me dica me nto solicita do com o recebido. R e a liza m -se nesta eta pa .R REEC CEEB BIIM MEEN NTTO OD DEE M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS RECEPÇÃO: Área destinada ao recebimento do material e onde se procede à verificação.

A nã o conformida de (discordâ ncia ) entre o discrimina do no docume nto e nvia do em rela çã o a os produtos entregue s/re ce bidos de ve se r registra da em formulá rio próprio (Anexo V I). a pe nsa do a o documento origina l e enca minha ndo pa ra providência s. os que podem sofrer alterações por ação de temperatura.Forma farmacêutica igual à solicitada Especificação do material solicitado X recebido Concentração Prazo de validade Registro no Ministério da Saúde Número do lote Tipo de embalagem de acordo com o solicitado Condições de transporte IMP ORTANTE: Os medicamentos termolábeis. devem ter prio ridade na conferência e no armazenamento. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 134 . de ve –se tira r cópia pa ra a rquiva mento. isto é. ta mpouco ra surá –los. Ca so a documenta çã o nã o seja envia da em dua s via s. Nã o se de ve fa zer observa ções no docume nto origina l. Nã o se de ve receber nenhum produto sem documenta çã o. Nota Devem se r e nca minha da s Fiscal/ em no Nota de má ximo Distribuição/ dois dia s úteis Guias ao de Remessa: a lmoxa rifa do ou coordena çã o a pós o re ce bime nto dos ma teria is .

atentar ao que diz a legislação : 6. planilhas d e programas específicos) é importante porque: proporciona estoque suficiente. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 135 . também. Os dados para o preenchimento das planilhas de reposição de medicamentos serão obtidos através das: fichas de prateleira contagem física do estoque levantamento da quantidade de medicamentos das receitas não atendidas por falta de estoque (demanda reprimida) cálculo de consumo médio mensal Deve-se. 27 O estoque de substâncias e medicamentos de que trata este Regulamento Técnico não poderá ser superior as quantidades previstas para atender as necessidades de 6 (seis) meses de consumo.M MO OV VIIM MEEN NTTA AÇ ÇÃ ÃO OD DEE M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS O preenchimento correto dos dados de consumo e estoque de medicamentos da planilha de reposição (caderno de abastecimento do almoxarifado. garante acesso regular do paciente aos itens necessários ao seu tratamento. evita desperdícios por aquisição excessiva e a falta por previsão inadequada.EESSTTO OQ QU UEE -. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Art.

Portaria n. sob a responsabilidade do farmacêutico ou químico responsável.§ 1º O estoque de medicamentos destinados aos Programas Especiais do Sistema Único de Saúde não está sujeito as exigências previstas no caput deste artigo. Portaria n. deverão ser obrigatoriamente guardados sob chave ou outro dispositivo que ofereça segurança. art. quando se tratar de indústria farmoquímica. Ministério da Saúde. § 2º O estoque das substâncias da lista "C3" (imunossupressoras) e do medicamento Talidomida não poderá ser superior as quantidades previstas para 1(um) ano de consumo. 27º. de 12 de maio de 1998. 67 As substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. existentes nos estabelecimentos. (BRASIL. (BRASIL. art.º 344.º 344. caput .Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial) E ainda: CAPÍTULO VII DA GUARDA Art. § 1º e 2º . Ministério da Saúde. em local exclusivo para este fim. 67. bem como os medicamentos que as contenham.Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 136 . caput. de 12 de maio de 1998.

Ministério da Saúde.º 344. de 12 de maio de 1998 .Estoque • O estoque das substâncias e/ou medicamentos não poderá ter quantidade superior ao correspondente a 06 (seis) meses de consumo.Acrescente-se: VI . VII – Listas de medicamentos controlados (contém substâncias das listas da Portaria SVS/MS n.º 344/99) (BRASIL. Portaria n.Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 137 .

"C1"(outras substâncias sujeitas a controle especial). § 2º Após o visto da Autoridade Sanitária. "C3" (imunossupressoras). 68 O Balanço de Substâncias Psicoativas e Outras Substâncias Sujeitas a Controle Especial . em 3 (três) vias. será preenchido com a movimentação do estoque das substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes). "C2" (retinóicas)."B1" e "B2" (psicotrópicas). "C4" (anti-retrovirais). e remetido à Autoridade Sanitária pelo farmacêutico/químico responsável trimestralmente até o dia 15 (quinze) dos meses de abril.BSPO (ANEXO XX). § 1º O Balanço Anual deverá ser entregue até o dia 31 (trinta e um) de janeiro do ano seguinte. deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. outubro e janeiro. "A3". "C5" (anabolizantes) e "D1" (precursoras). o destino das vias será: Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 138 .B BA ALLA AN NÇ ÇO O EESSP PEEC CIIA ALL P PA AR RA AP PSSIIC CO OTTR RÓ ÓP PIIC CO OSS Conforme a legisla çã o : CAPITULO VIII DOS BALANÇOS Art. julho.

de substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. § 2º Após o visto da Autoridade Sanitária. que compõem os dados do BSPO será privativa da Autoridade Sanitária competente do Ministério da Saúde. 2a via . julho.retida pela farmácia ou drogaria. quando do preenchimento do BSPO. "A2" (entorpecentes). 2a via . § 5º É vedado a utilização de ajustes.BSPO. por farmácias e drogarias conforme modelo (ANEXO XXI) . destina-se ao registro de vendas de medicamentos a base de substâncias constantes das listas "A1".retida pela Autoridade Sanitária. utilizando o fator de correção. outubro e janeiro. § 1º O Balanço Anual deverá ser entregue até o dia 31 (trinta e um) de janeiro do ano seguinte. Art.a empresa ou estabelecimento deverá remeter à Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde.1a via . e remetido à Autoridade Sanitária pelo Farmacêutico Responsável trimestralmente até o dia 15 (quinze) dos meses de abril. § 3º As 1ª e 2ª vias deverão ser acompanhadas dos respectivos disquetes quando informatizado.retida pela Autoridade Sanitária. § 6º A aplicação de ajustes de substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. § 4º O Balanço de Substâncias Psicoativas e Outras Substâncias Sujeitas a Controle Especial . em 2 (duas) vias.retida na empresa ou instituição. registrada nos Livros a que se refere o Capítulo VI deste Regulamento Técnico. deverá ser a cópia fiel e exata da movimentação das substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 139 . 69 O Balanço de Medicamentos Psicoativos e de outros Sujeitos a Controle Especial . o destino das vias será: 1a via . "A3" e "B2" (psicotrópicos) e "C4" (anti-retrovirais) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 3a via .BMPO.

Art. 71 A Relação Mensal de Venda de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial . 72 A Relação Mensal de Notificações de Receita "A" . Art. em 3 (três) vias. § 1º Após o carimbo da Autoridade Sanitária. excetuando-se as substâncias constantes da lista "D1" (precursoras). 2ª via: encaminhada pelo estabelecimento para a Coordenação do Programa. pelo Farmacêutico Responsável . e serão encaminhadas à Autoridade Sanitária. outubro e janeiro de cada ano. Art. até o dia 15 (quinze) de cada mês. destina-se ao registro das prescrições de medicamentos a base de substâncias constantes das listas "C3" (imunossupressoras) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. julho. § 2º O MCPM do medicamento Talidomida será apresentado à Autoridade Sanitária.RMNRA (ANEXO XXIV).RMV (ANEXO XXIII). sendo uma das vias retida pela Autoridade Sanitária e a outra devolvida ao estabelecimento depois de visada. o destino das vias será: 1 ª via: retida pela Autoridade Sanitária. destina-se ao registro das Notificações de Receita "A" retidas em farmácias e drogarias quando da dispensação de medicamentos Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 140 . por indústria ou laboratório farmacêutico e distribuidor. 3ª via: retida nos órgãos oficiais de dispensação. pelos órgãos oficiais autorizados. e remetido à Autoridade Sanitária pelo Farmacêutico Responsável trimestralmente até o dia 15 (quinze) dos meses de abril. efetuadas no mês anterior. destina-se ao registro das vendas de medicamentos a base de substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. em 2 (duas) vias. ficam dispensadas da apresentação do Balanço de Medicamentos Psicoativos e de outros Sujeitos a Controle Especial (BMPO).§ 3º As farmácias de unidades hospitalares. clínicas médicas e veterinárias. pelas farmácias privativas das unidades públicas que dispensem o referido medicamento para os pacientes cadastrados nos Programas Governamentais específicos. 70 O Mapa do Consolidado das Prescrições de Medicamentos – MCPM (ANEXO XXII).

73 A falta de remessa da documentação mencionada nos artigos 68.º 344. de 12 de maio de 1998. 76 É permitido o preenchimento dos dados em formulários ou por sistema informatizado.Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 141 . pelo farmacêutico responsável . até o dia 15 (quinze) de cada mês. Art. 75 A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde encaminhará relatórios estatísticos. A devolução das notificações de receitas a que se refere o caput deste artigo se dará no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data de entrega. anualmente. Art. nos prazos estipulados por este Regulamento Técnico. Art. (BRASIL. Os prazos para o envio dos relatórios estatísticos de que trata o caput desse artigo obedecerão aqueles previstos nas Convenções Internacionais de Entorpecentes. Ministério da Saúde. Parágrafo único. sujeitará o infrator as penalidades previstas na legislação sanitária em vigor. da documentação a que se refere este Regulamento Técnico. a qual será encaminhada junto com as respectivas notificações à Autoridade Sanitária. psicotrópicos e precursoras. obedecendo aos modelos e prazos estipulados neste capítulo. psicotrópicos e precursoras. sendo uma das vias retida pela Autoridade Sanitária e a outra devolvida ao estabelecimento depois de visada. 74 A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde e o Órgão de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal. 69. em 2 (duas) vias. trimestral e anualmente ao órgão Internacional de Fiscalização de Drogas das Nações Unidas com a movimentação relativa às substâncias entorpecentes.a base de substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes) e "A3" (psicotrópicas) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 70. arts. Psicotrópicos e Precursoras. trocarão. 68 a 76 . 71 e 72. providenciando a remessa do disquete à Autoridade Sanitária do Ministério da Saúde. Portaria n. relatórios sobre as informações dos Balanços envolvendo substâncias e medicamentos entorpecentes. Parágrafo único. Art.

independe nte da s vá ria s fonte s de a ba stecimento . A pa rtir da s receita s a tendida s no dia . pa ra melhor visua liza çã o e controle físico da s entra da s e sa ída s diá ria s.FFIIC CH HA AD DEE P PR RA ATTEELLEEIIR RA A É uma ficha de controle de movimenta çã o de e stoqu e . O controle deve ser único. deverá se r Toda movimenta çã o re gistra da N OME DA UNIDADE DE SAÚDE efetua da dia ria mente ou sema na lme nte . a nota ndo o nº da No ta Fisca l ou da Nota de Distribuiçã o e a qua ntida de recebida . E fetua r o registro de E ntra da com ca ne ta ve rme lha pa ra d iferenciá -lo da s ba ixa s diá ria s. a forma fa rma cê utica e o código do medica mento. de entra da e sa ída de medica me ntos . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 142 . E spe cia lista s recomenda m preenchimento ma nua l da s ficha s. O corre to preenchimento da ficha proporciona a a ná lise de CMM (Consumo Médio Mensa l) do medica mento discrimina do na ficha . a dosa ge m. R e gistra r todo a ba stecimento recebido. soma r a qua ntida de dispensa da de ca da me dica me nto e da r ba ixa na respectiva ficha . Tra ta -se individua l pa ra ca da de uma me dica mento ficha e sua respectiva forma fa rma cê utica . P ROCEDIMENTOS P ARA O P REENCHIMENTO DA FICHA DE P RATEL EIRA: Pre e nche r o ca beça lho da ficha a nota ndo a denomina çã o genérica do medica me nto .

Fórmula utiliza da pa ra se obter o CMM. CONTAGEM FÍS ICA DO ES TOQUE: A conta ge m física dos medica mentos deverá ser efetua da . CONS UMO MÉDIO MENS AL (CMM) R e fle te a média de consumo mensa l de medica me nto . no mínimo. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 143 . ma ior a segura nça nos resulta dos. É o cá lculo que se fa z a na lisa ndo a dispensa çã o em determina do período de tempo do me dica me nto . CMM = Σ CM_ NM Onde : CMM = Consumo Médio Mensa l Σ = Soma tória CM = Consumo de ca da Mês NM = Número de meses utiliza dos pa ra a determina çã o do consumo. me nsa lme nte . O da do é confiá vel desde que nã o ha ja desa ba stecimento e qua nto ma ior o pe ríodo de cole ta de da dos. e qua lquer diferença entre o sa ldo em estoque e o sa ldo da ficha de pra te le ira de ve rá ser imedia t a me nte pesquisa da e escla recida um dete rmina do documenta lme nte .R e ma ne ja mentos efetua dos pa ra outros loca is devem ser registra dos de forma dife re ncia da . evita ndo que seja m conta biliza dos como consumo da Unida de. Utiliza -se os da dos a nota dos na Ficha de Pra teleira . pa ra que nã o se ja m considera dos no cá lculo do CMM.

óvulos Via Retal Supositórios. pomadas oftálmicas Via Auricular (ouvido) Gotas auriculares auriculares Via Vaginal Comprimidos vaginais. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO são as diferentes formas de aplicar um medicamento : VIA DE ADMINISTRAÇÃO FORMAS FARMACÊUTICAS Via Oral Comprimido. pomadas. cremes. gel. drágeas. solução oral. loção. pomadas 144 . pomadas. cremes. cápsula. enemas ou Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação otológicas. suspensão Via Sublingual Comprimidos sublinguais Via parenteral (injetável) Soluções e Suspensões inj etáveis Via Cutânea (pele) Soluções tópicas. pastilhas. xarope. pós para reconstituição. gotas.O OSS M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS N NO OO OR RG GA AN NIISSM MO O VIAS DE ADMINISTRAÇÃ O DOS MEDICAMENTOS A escolha da via de administração (porta de entrada no organismo) é o primeiro passo para que um medicamento possa fazer efeito. adesivos Via Nasal Spray e gotas nasais Via Oftálmica (olhos) Colírios.

A seguir deve ser absorvido para atingir a corrente sangüínea. Por esta razão se utiliza.V.COMO SE MODIFICA O MEDICAMENTO AO ENTRAR NO ORGANISMO: ABSORÇÃO Para que o princípio ativo dos medicamentos possa atuar. o mais prático é administrar -lhe diazepan por via retal. o medicamento é administrado diretamente no sangue. Todos os medicamentos . a via oral é suficiente para tratar a maioria das enfermidades. para cessar a crise convulsiva em uma criança. Os medicamentos administrados por via retal são absorvidos muito rapidamente. às vezes. Por isso. essa via de administração em certas situações de emergência. exceto alguns de uso local. Nesse caso não há absorção. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 145 . No caso da via intravenosa (I.). Como exemplo. é necessário que seja liberado da forma farmacêutica que o contém. seja qual for sua via de administração chegam até a corrente sangüínea .

Ela toma o comprimido por via oral e este se desmancha no (desagregação). e esse processo ocorre. da mesma forma que outras substâncias . passa estômago do aparelho digestivo O para princípio o sangue ativo e é chega liberado até os brônquios. nos pulmões (distribuição ). os alimentos.g. por exemplo. Os brônquios se abrem.DISTRIBUIÇÃO (FLUXOGRAMA DO MEDICAMENTO NO ORGANISMO) Uma vez absorvido o princípio ativo . ELIMINAÇÃO Os medicamentos saem do corpo. e o paciente respira melhor (efeito).: O médico prescreve salbutamol a uma pessoa com asma. principalment e. O metabolismo transforma o medicamento em um ou vários metabólitos. (absorção). às vezes. METABOLISMO Alguns medicamentos são eliminados pelo organismo tal como foram absorvidos. por vias diferentes. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 146 . Essa transformação se chama metabolismo ou biotransformação . Che ga nos “sítios especiais” de ação e ali começa a agir durante certo tempo. se distribui por meio do sangue para as diferentes partes do corpo. mais ativo ou menos ativo que o medicamento inicial. Todavia. a maioria deles se transforma dentro do organismo. Um metabólito pode ser. E . no fígado.

durante 30 dias. E esse tempo varia de um medicamento para outro e determina o horário e o nº de vezes que devemos tomá-lo. via oral – Tomar 1 cp. demanda um certo tempo. ou seja. suor. leite ou pelo ar dos pulmões. de 12/12H. desde que o ingerimos até ser eliminado . restará pouco medicamento no nosso corpo.Alguns são eliminados diretamente pela urina. depois. fezes. Se passar mais tempo que o recomendado entre uma dose e outra. para . serem eliminados pela urina. Por exemplo: Captopril 25mg. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 147 . a posologia. em quantidade insuficiente para produzir o efeito farmacológico. lágrimas. Todo esse percurso do medicamento . Outros passam primeiro pelo fígado (metabolismo).

diminui o efeito do anticoncepcional Levonorgestrel. anular interfere na ação ou potencializar o efeito.INTERAÇÃO MEDICAME NTOSA Ocorre farmacológica de quando outro. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 148 . O paciente sempre deverá ser orientado a informar seu médico sobre os medicamentos que esteja tomando. Por ex emplo: a Rifampicina utilizada no tratamento da Tuberculose. podendo um medicamento diminuir. para que o profissional possa avaliar a possibilidade de interação.

de ordem da interação pessoal além de ser técnica . pode tornar-se co-responsável pela qualidade de vida do paciente. na perspectiva de ampl iar as relações de solidariedade e confiança entre profissionais de saúde e os usuários dos serviços de saúde. fundamentada na ética e na cidadania. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 149 . A relação interpessoal profissional-usuário é considerada como extremamente relevante no processo da adesão à farmacoterapia. No contato direto com o paciente no processo saúde-doença e no contexto pessoal. valorizando a relação de igualdade entre profissional e usuário. Nas práticas de saúde. a equipe de farmácia leva grande vantagem. a necessidade de tecer uma rede de confiança. para facilitar a aceitação e a compreensão da doença. e para garantir o êxito da farmacoterapia deve estar acompanhada da dispensação com atendimento humanizado e trabalho de equipe. O acesso a medicamentos é fundamental. a relação entre profissionais e usuários de serviços é entendida como relação humanizada. familiar e social. pois. Urge. proporcionando medidas efetivas para melhorar o benefício da terapêutica e transformando as práticas de saúde. O usuário e suas necessidades devem ser o norteador das ações de todos na Unid ade de Saúde.A AC CO OLLH HIIM MEEN NTTO O A Assistência Farmacêutica em parceria com outros departamentos da área de saúde devem estimular e promover reflexões e ações de humanização dos serviços de saúde. conhecendo sua realidade. assim.

Aumentar o contato humano (sem barreiras . grade. meiaportas). filas e atendimento. Aumentar o conforto ao profissional e ao usuário (atendimento sentado) A humanização da assistência deve ser um projeto coletivo em que a instituição reconheça e valorize. trocas de experiências de outros projetos de humanização da assistência já existentes. Por isso.RECOMENDAÇÕES PARA MELHORAR O ACOLHIMENTO As queixas dos usuários referem-se à qualidade do contato humano. vidros. Muitas queixas e problemas dos usuários podem ser resolvidos ou atenuados quando estes se sentem compreendidos e respeitados pelos profissionais. mas uma etapa fundamental na conquista da cidadania. estimular parcerias. difundir a cultura de humanização. Para o usuário ter tratamento digno. A gestão participativa é o ponto fundamental no processo da humanização. recomendamos: Readequações do espaço físico. Manter local limpo e organizado. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 150 . fortalecer as iniciativas. solidário e acolhedor por parte dos profissionais que o atende não é apenas uma direito. formar de grupos de trabalho com outros profissionais e com a participação da comunidade.

A capacidade de lidar com o sofrimento humano e a dor do usuário fragilizado pela doença . Trabalhar para adesão aos serviços. Tecer rede de confiança com o usuário. Ouvir as queixas e buscar estratégias junto com o paciente.FATORES QUE AFETAM A RELAÇÃO COM PACIENTES Das relações profissional-usuário podemos entender: A capacidade de ouvir a necessidade do outro. A capacidade de se colocar no lugar do outro. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 151 . Desenvolver a solidariedade. Desenvolver a sensibilidade. Trabalhar para a adesão à terapia. Conscientizar da corresponsabilidade . Respeitar as diferenças. na adesão à confiança é básica.

Modelo: Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 152 .FFIIC CH HA AD DEE N NO OTTIIFFIIC CA AÇ ÇÃ ÃO OD DEE Q QU UEEIIX XA A TTÉÉC CN NIIC CA A Deverá ser relatado qualquer problema de qualidade com produtos adquiridos.

manter.Decreto nº 12.91 6/MS/GM. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 153 . conferir ou intensificar seu aroma. G GLLO OSSSSÁ ÁR RIIO O. Política Nacional de Medicamentos . 1.479. cor e sabor. modificar ou manter seu estado físico e geral ou exercer qualquer ação exigida para a tecnologi a de fabricação (Norma Técnica Especial .Portaria n. de 30 de outubro de 1998 . perfumes. 1 . com a finalidade de impedir alterações. de 18 de outubro d e 1978 de São Paulo.Portaria n. art. produtos de higiene e similares.1 a 49. 1. produtos dietéticos.º 344-SVS/MS.º. art.D DEEFFIIN NIIÇ ÇÕ ÕEESS. SSIIG GLLA ASS EE TTEER RM MIIN NO OLLO OG GIIA ASS O OFFIIC CIIA AIISS Listamos a seguir os principais termos relacionados à farmacologia.º .. inciso XII). cosméticos.. Regulamento Técnico .º 3. levando em consideração as nomenclaturas oficiais conforme : Norma Técnica especial Decreto nº 12.479.º. Denominação Glossário e Comum Brasileira (DCB / ANVISA) - Dicionários específicos ADITIVO - substância adicionada aos medicamentos . de 12 de maio de 1998. art. item 7.

916/M S/GM.094. após sua entrega ao consumo e destinada a comprovar a conformidade do produto com a fórmula que deu origem ao registro (Norma Técnica Especial . a conservação e controle de qualidade. inciso XXX) . Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas.º . art.a efetuada em determinados produtos sob o regime de vigilância sanitária . inciso XXXII) . inciso XXXI) .Decreto nº 12.479. a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 154 . ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - Grupo de atividades relacionadas com o medicamento . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.Portaria n. possíveis de realização em ambulatórios e postos de saúde (Política Nacional de Medicamentos .479. a fim de ser verificado se os mesmos podem ser objeto de registro (Norma Técnica Especial . 1. destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade .Decreto nº 12. 1. em caráter de rotina.ADJUVANTE . art. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. ANÁLISE DE CONTROLE . para apuração de infrações ou verificação de ocorrência fortuita ou eventual (Norma Técnica Especial . ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL - Conjunto de procedimentos médicos e terapêuticos de baixa complexidade.º. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. biofarmacotécnicas e tecnológicas do medicamento.º . item 7. o acompanhamento e a avaliação da utilização. a segurança e a eficácia Terapêutica dos medicamentos. ANÁLISE FISCAL - a efetuada sobre os produtos submetidos ao sistema instituído pelo Decreto nº 79. corr igir e/ou melhorar as características organolépticas. 1.a efetuada em produtos sob o regime de vigilância sanitária .GLOSSÁRIO). de 30 de outubro de 1998.Substância adicionada ao medicamento com a finalidade de prevenir alterações. de 5 de janeiro de 1977. (Resolução – RDC n° 17/00 .SEÇÃO I .479.Decreto nº 12.º 3. art. ANÁLISE PRÉVIA .1 ).

a empresas.saúde. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. fracionamento.916/MS/GM. incumbido da vigilância sanitária dos produtos de que trata o Decreto nº 79. art. É o caso da BAN (British Approved Names) .º .º 344. há países que adotam outra nomenclatura.º . de 30 de outubro de 1998.Portaria n. bem como os medicamentos que as contenham (Regulamento Técnico . distribuição. inciso XXXIV) . importação e exportação das substâncias constantes das listas anexas a este Regulamento Técnico. 2).ato privativo do órgão competente do Ministério da Saúde .916/MS/GM. embalagem. orientação e ou o acompanhamento do médico ou dentista (Política Nacional de Medicamentos . reembalagem. de 30 de outubro de 1998.094. AUTORIZAÇÃO . inciso XIX). 1. que é a Denominação do fármaco ou Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 155 . art. mas é uma recomendação da OMS que pode ou não ser adotada como norma em determinado país. para o exercício de atividades de extração. instituições e ó rgãos. BAN – A Denominação Comum Internacional (DCI) não tem caráter oficial.479.Decreto nº 12.Portaria n.1 ). contendo permissão para que as empresas exerçam as atividades sob regime de vigilância sanitária. AUTORIZAÇÃO ESPECIAL - Licença concedida pela Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (SVS/MS). do órgão técnico específico competente da Secretaria de Estado da Saúde (Norma Técnica Especial . AUTOMEDICAÇÃO . do paciente e da comunidade para a ssegurar o uso racional de medicamentos (Política Nacional de Medicamentos . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. 1º). fabricação. transporte. art.479. AUTORIDADE SANITÁRIA COMPETENTE - funcionário legalmente autorizado. 1. item 7. transformação. item 7.º 3. manipulação.Portaria n.360.º 3. produção.Uso de medicamento sem a prescrição . de 23 de setembro de 1976 (Norma Técnica Especial Decreto nº 12. instituído pela Lei nº 6. de 12 de maio de 1998 . de 5 de janeiro de 1977.

que chega à circulação sistêmica e da velocidade na qual ocorre esse processo .princípio farmacologicamente ativo no Reino Unido – Farmacopéia Britânica (Glosario de Medicamentos : Desarrollo.916/MS/GM.º 3. de 30 de outubro de 1998. (Resolução – RDC nº 134/01) CENTRAIS FARMACÊUTICAS . Os riscos são constituídos essencialmente por: contaminação -cruzada. item 7. Evaluación y Uso) .916/MS/GM. A biodisponibilidade se expressa em relação à administração intravenosa do princípio ativo (biodisponibilidade absoluta) ou a administração. os quais não podem ser detectados através da realização de ensaios nos produtos acabados. O cumprimento das BPF esta dirigido primeiramente para a diminu ição dos riscos inerentes a qualquer produção farmacêutica. BIODISPONIBILIDADE - Medida da quantidade de medicamento. dois produtos farmacêuticos devem considerar -se como equivalentes terapêuticos (Política Nacional de Medicamentos . contaminação por partí culas e troca ou mistura de produto. de 30 de outubro de 1998. a menos que se refira à biodisponibilidade absoluta (Política Nacional de Medicamentos Portaria n. 3). geralmente na esfera estadual . BIOEQUIVALÊNCIA - Condição que se dá entre dois produtos farmacêuticos que são equivalente s farmacêuticos e que mostram uma mesma ou similar biodisponibilidade segundo uma série de critérios.º 3. 4). item 7. Para tanto. BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇO (BPF) .Almoxarifados centrais de medicamentos.Boas Práticas de Fabricação é a parte da Garantia da Qualidade que ass egura que os produtos são consistentemente produzidos e controlados . com padrões de qualidade apropriados para o uso pretendido e requerido pelo registro.Portaria n. contida em uma fórmula farmacêutica. de um prod uto de referência (biodisponibilidade relativa ou comparativa). por via oral. onde é feita a estocagem e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 156 . A biodisponibilidade de um medicamento não deve ser confundida com a fração biodisponível.

Centro de Informações sobre Medicamentos . (Resolução – RDC n° 134/01) CONCENTRAÇÃO – Quantidade de substância (s) ativa(s) ou inativa (s) em determinada unidade de massa ou volume do produto. cosméticos. 1. ambulatórios e postos de saúde (Política Nacional de Medicamentos . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. 1º).Decreto nº 12.479.Portaria n.479.º 3. 1. cosméticos. para que satisfaçam as normas de atividade.Decreto nº 12.a substância adicionada aos medicamentos .º 344. de 30 de outubro de 1998.Portaria n. saneantes D omissanitários. com efeito de lhes conferir cor. de 12 de maio de 1998 . de acordo com a finalidade do produto (Norma Técnica Especial . CÓDIGO DE INVESTIGAÇÃO – ver sigla COMPONENTE . CORANTE . art. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 157 . item 7.094. de 5 de janeiro de 1977. 5). perfumes. CORANTES - Substâncias adicionais aos medicamentos . produtos de higiene e similares. art. produtos de higiene e similares. inciso XXVII) .Qualquer substância ou material a ser utilizado na fabricação de um produto farmacêutico . CIM . CFT-SMS .º.distribuição para hospitais. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. eficácia e inocuidade (Norma Técnica Especial .916/MS/GM. CID . produtos dietéticos.º . art. perfumes.Comissão de Farmacoterapêutica da Secretaria Municipal de Saúde. (Resolução n° 134/01) CONTROLE DE QUALIDADE - conjunto de medidas destinadas a verificar a qualidade de cada lote de medicamentos e demais produtos abrangidos pelo Decreto nº 79. inciso XI). e. produtos dietéticos. pureza .Classificação Internacional de Doenças (Regulamento Técnico .

cremes de beleza. inciso IV). (Lei n. más caras faciais. 1. com o efeito de lhes conferir cor e.saneantes domissanitários e similares.o produto de uso externo.Decreto nº 12. preparados anti -solares. E. rouges.479. os produtos dietéticos. em determinados tipos de cosméticos. tônicos capilares. ainda. art. loções para as mãos. ou a fins diagnósticos e analíticos os cosméticos e perfumes e. rimeis.479. blushes.º . bronzeadores e simulatórios. destinado à proteção ou ao embelezamento das diferentes partes do corpo.º . DCB – Vide: Denominação Comum Brasileira . tais como pós faciais. captopril. fixadores. art. transferi-la para a superfície cutânea e anexos da pele.Decreto nº 12. preparados para unhas e outros (Norma Técnica Especial . óticos.: amoxicilina. de 18 de outubro de 1978 d e São Paulo. batons. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. DEF – DICIONÁRIO DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS DENOMINAÇÃO COMUM BRASILEIRA (DCB) - Denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo aprovada pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária . bases de maquilagem e óleos cosméticos. COSMÉTICO . loções de beleza.360/76) CORRELATO . a higiene pessoal ou de ambientes. inciso IX). 1. sombras. depilatórios ou epilatórios. DCI – Vide: Denominação Comum Internaciona l. de acústica médica.g. aparelho ou acessório não enquadrado nos conceitos anteriores. lápis labiais. tinturas e capilares.° 6. laquês. cremosas e adstringentes. talcos. deline adores. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 158 . cujo uso ou aplicação esteja ligado à defesa ou proteção da saúde individual ou coletiva. produto. agente clareadores de cabelos. cremes para as mãos e similares. brilhantinas e similares. soluções leitosas. odontológicos e veterinários (Norma Técnica Especial .substância.

(Lei n. a Denominação Comum Internacional (DCI). recomendada pela Organização Mundial de Saúde.° 9.479. microrganismo. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 159 . 1. francês. em sua ausência. A Denominação Comum Internacional não tem caráter oficial . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. A finalidade da Denominação Comum Internacional é conseguir uma boa identificação de cada fármaco no âmbito internacional.destinado a dissolver gorduras e à higiene de recipientes e vasilhames e a aplicação de uso doméstico (Norma Técnica Especial . Resolução – RDC n. as denominações oficiais nos Estados Unidos.º .Decreto nº 12. indiscriminada e seletivamente.destinado a destr uir.Portaria n.Decreto nº 12.961/01. respectivamente.° 9.° 3. 2) Nome recomendado pela OMS para cada medicamento. (Glosario de Medicamentos: Desarrollo. DETERGENTE . no Reino Unido.787/99. art. inciso IV). Decreto n. Cada denominação apresenta-se em latim.(Lei n. DENOMINAÇÃO COMUM INTERNACIONA L (DCI) – 1) Denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo recomendada pela Organização Mundial da Saúde.787/99. adotada pelo Ministério da Saúde . a menos que.° 84/02. recebem o nome de USAN.º 344.479. (Decreto n.° 793/93) DESINFETANTE . Esse país pode aceitá -la na sua totalidade ou com certas variações.961/01. espanhol. Assim. quando aplicado em objetos inanimados ou ambientes (Norma Técnica Especial . no Japão e nos outros paí ses que reconhecem a Farmacopéia Européia.denominação de um princípio ativo ou fármaco. a autoridade sanitária de um determinado país a aceite assim.º . Regulamento Técnico . 1º). art. 1º).° 84/02 .º 344. de 12 de maio de 1998 . JAN e Farmacopéia Européia. art. BAN. inglês e russo. Evaluación y Uso) DENOMINAÇÃO GENÉRICA . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. ou. Regulamento Técnico . art. 1. inciso IV). Decreto n. de 12 de maio de 1998.° 3.Portaria n. Resolução – RDC n.

EXPORTADOR indiretamente. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.479. Neste ato o farmacêutico informa e orienta o paciente sobre o uso adequado do medicamento .Ato de fornecimento ao consumidor de drogas. de 30 de outubro de 1998. 1. São elementos importantes da orientação. Norma Técnica Especial .916/MS/GM. insumos farmacêuticos e correlatos. entre outros.Decreto nº 12.º 3. medicamento farmacêuticos e direta em correlatos E ou suas (Norma Técnica Especial .Decreto nº 12.Decreto nº 12.Doenças com maior número de casos existentes em função da população de uma região geográfica determinada Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 160 . privativo de pequena unidade hospitalar ou equivalente (Norma Técnica Especial . item 7. 1. - acompanhada Doenças de que alterações degenerativas em tecidos do corpo humano (Política Nacional de Medicamentos Portaria n. 6.º 3.DISPENSAÇÃO . art. 1. DOENÇAS apresentam evolução de CRÔNICO-DEGENERATIVAS longa duração. medicamentos .º.916/MS/GM. de 18 de outubro d e 1978 de São Paulo.º . É o ato profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais medicamentos a u m paciente. art. a ênfase no cumprimento da dosagem. geralmente como resposta a apresentação de uma receita elaborada por um profissional autorizado. insumos de drogas. a interação com outros medicamentos. inciso XLII) . a influência dos alimentos. a título remunerado ou não.479. DOENÇAS PREVALENTES .Portaria n. art. inciso XLIV) .º . item 7. 7). o reconhecimento de reações adversas potenciais e as condições de conservação dos produtos (Política Nacional de Medicamentos . embalagens o empresa comércio originais ou ou REPRESENTANTE. DISPENSÁRIO DE MEDICAMENTO . inciso XLIII) . DISTRIBUIDOR. de 30 de outubro de 1998. estabelecimento atacadista não. IMPORTADOR que exerça.479.setor de fornecimento de medicamentos industrializados. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.

1º. esta deve ser traduzida.479. medicamentos . art. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. (Resolução – RDC n. Decreto n.Decreto nº 12.º 3. preferencialmente.° 5. que exerça.Portaria n. art.º. EMBALAGEM (ação de embalar) – Todas as operações. empacotar. pelas quais o produto a granel deve passar a fim de tornar-se produto terminado. DROGARIA . inciso I . art.° 3. em suas embalagens originais (Norma Técnica Especial .Portaria n.094/77. como atividade principal ou subsidiária.Pessoa física ou jurídica de direito público ou privado. 1. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento removível. a industrialização. Decreto n. art. inciso XVI. envasar. ou não. de 30 de outubro de 1998.Decreto nº 12.º 3. especificamente ou não.094. insumos farmacêuticos e correlatos.(Política Nacional de Medicamentos . Lei n.Decreto nº 12. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 161 . de 5 de janeiro de 1977 (Norma Técnica Especial . embora o produto a granel e steja contido no envase primário. DROGA . o envase estéril não é considerado parte do processo de embalagem. 8).Estabelecimento de dispensação e comércio de drogas. como fármaco e não como droga. 1. incluindo envase e a rotulagem.º .961/01 ).Substância ou matéria -prima que tenha finalidade medicamentosa ou sanitária . item 7. produtos de que trata o Decreto nº 79. proteger ou manter.° 6. EFICÁCIA medicamento atingir o DO efeito MEDICAMENTO terapêutico - visado A capacidade (Política de Nacional o de Medicamentos . (Regulamento Técnico .º . Norma Técnica Especial .479.° 79. EMBALAGEM (substantivo) - invólucro. 1. inciso XXXIX) . Quando citado em inglês a palavra “drug”.991/73. item 7.916/MS/GM. de 30 de outubro de 1998.º 344. Lei n.479.° 134/01) EMPRESA .Portaria n.360/76. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. de 12 de maio de 1998 .916/MS/GM.094/77). destinado a cobrir. Normalmente. Decreto n.° 79. 9).

da Técnica Especial. inclusive a que receba Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 162 . art. em cultivos de células (Política Nacional de Medicamentos Portaria n. quantitativamente.Condições em que dois ou mais medicamentos . EQUIVALÊNCIA IN VITRO .Portaria n.916/MS/GM. 5. de for ma direta ou indireta. de 17 de dezembro de 1973. art. as unidades dos órgãos da administração direta ou indireta. ENSAIOS CLÍNICOS .º 3. ao comércio. inciso XL).º 344. insumos farmacêuticos e correlatos. 1. ESTABELECIMENTO .1 1). de 30 de outubro de 1998.Qualquer pesquisa que. de 12 de maio de 1998.916/MS/ GM. individual ou coletivamente. item 7.479. ERVANÁRIA . art.º . em sua totalidade ou partes dele. equiparando -se à mesma. medicamentos .1 0). o fornecimento ou a dis tribuição de drogas. medicamentos. 1.479. ou fármacos. incluindo o manejo de informações ou materiais (Política Nacional de Medicamentos . insumos farmacêuticos e correlatos.Decreto nº 12. nas listas aprovadas pela Convenção Única sobre Entorpecentes . item 7. para os efeitos das Leis nºs. as unidades dos órgãos da administração direta ou indireta. e desta Norma Técnic a Especial. dos Municípios e de suas entidades para -estatais.991.º . inciso XXXVI) . ENTORPECENTE - Substância que pode determinar dependência física ou psíquica relacionada. da União.Decreto nº 12. como tal. reproduzidas nos anexos deste Regulamento Técnico (Regulamento Técnico . de 23 de setembro de 1976.Portaria n.Unidade da empresa destinada à industrialização.o comércio. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. 1º). dos Territórios.º 3. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. incumbidas de serviços correspondentes (Norma Técnica Especial . envolva o ser humano. ao fornecimento e à distribuição de drogas. de 30 de outubro de 1998. dos Estados.360. exercem o mesmo efeito farmacológico.Estabelecimento que realiza dispensação de plantas medicinais (Norma Técnica Especial . 6. do Distrito Federal.

tanto que os outros sinônimos se farmacêutica.479. complementarmente. tem -se os estudos de farmacovigilância e os ensaios clínicos (Política Nacional de Medicamentos . Na medida que os excipientes afetam a liberação do princípio ativo . ESTUDOS DE UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS (EUM) São aqueles relacionados com a comercialização. Contudo. inciso XXXVII).º 3.º .material em sua forma original ou semimanufaturado (Norma Técnica Especial Decreto nº 12.12). 1. etc. Os excipientes são empregados para dotar as formas farmacêuticas de características que assegurem a estabilidade. aceitabilidade e facilidade de administração de um ou mais princípios ativos. empregam com Exemplos de (emulsionantes). eles podem modificar a magnitude (efetividade/potência) e o perfil temporal (farmacocinética) das ações farmacológicas dos produtos farmacêuticos através de modificações na sua estabilidade. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. conservantes.Portaria n. espesantes. 2) Certas farmacopéias não aceitam o uso de excipientes que possam interferir nas provas e avaliações Farmacopéia farmacop éicas Britânica. 3) descritas Os termos nelas. biodisponibilidade. para dar uma forma ou consistência adequada a uma preparação. com ênfase sobre as conseqüências médicas. item 7. distribuição. isso não exclui a possibilidade de que determinados excipientes possam causar reações alérgicas ou efeitos indesejáveis. além disso. EXCIPIENTES – 1) Os excipientes são substâncias que. emulsificantes aglutinante s. Evaluación y Uso) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 163 . prescrição e uso de medicamentos em uma sociedade. tal “ingrediente como acontece inativo” e com a “substância agregada” são geralmente empregados nas farmacopéias. preferência excipientes: flavorizantes. sociais e econômicas resultantes. corantes. Os excipientes servem.916/MS/GM. art. em concentrações presentes em algumas formas farmacêuticas . não apresentam atividade farmacológica. (Glosario de Medicamentos : Desarrollo. na terminologia da tecnologia desintegrantes. de 30 de outubro de 1998.

° 80/02.1 7). insumos farmacêuticos e correlatos.º 3.13). 1. de comércio de drogas.estabelecimento da manipulação de fórmulas magistrais e oficinas. medicamentos . de 30 de outubro de 1998.Decreto nº 12. conforme previsto na legislação sanitária vigente.É o tempo que seria esperado para um recém-nascido poder viver.479. inciso XXXVIII) . art.° 134/01) FARMÁCIA .Decreto nº 12. liberação. de 5 de janeiro de 1977 (Resolução – RDC n.Todas as operações que incluem a aquisição de materiais. cuja atividade requer autorização especial de funcionamento expedido pelo órgão competente do Ministério da Saúde (Política Nacional de Medicamentos Portaria n.Detentor da Autorização de Funcionamento. Controle da Qualidade. 1. FARMACOEPIDEMIOLOGIA - Aplicação do método e raciocínio epidemiológico no estudo dos efeitos (benéficos e adversos) e do uso de medicamentos em populações humanas (Política Nacional de Medicamentos Portaria n. FARMÁCIAS MAGISTRAIS - Farmácias autorizadas a manipular medicamento . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. inciso XVII) FABRICANTE .094. em média (Política Nacional de Medicamentos . de 30 de outubro de 1998. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. item 7. Resolução – RDC n.º . expedida pelo órgão competente do Ministério da Saúde . item 7.916/MS/GM.916/MS/GM. de 30 de outubro de 1998.1 4). Todas as operações que se fizerem necessárias à obtenção dos produtos abrangidos pelo Decreto nº 79. Norma Técnica Especial . art. estocagem.º 3. compreendendo a dispensação e o atendimento privativo de unidade hospitalar ou de qualquer outra eq uivalente de assistência médica (Norma Técnica Especial . produção. item 7.479.° 134/01.EXPECTATIVA AO NASCER . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 164 . expedição de produtos acabados e os controles relacionados. inclusive o que contém psicotrópicos ou entorpecentes.º . FABRICAÇÃO .916/MS/GM.Portaria n.º 3. (Resolução n.

Fármaco deriva do termo grego phárn. vol. tecido ou célula. que tanto pode significar veneno como remédi o.Portaria n. mas não pode criar novas funções para eles.º 3. ou pelo menos com interesse médico. (L. Assim. sobre o uso de droga e fármaco. de 30 de outubro de 1998. Nogueira Prista e col. entre outras. Há uma grande confusão. E fármaco para designar. Fundação Calouste Gulbenkian ). Em termos correntes.º 3. Isso porque nos artigos científicos escritos em Inglês. portanto. estabelecido por e para um país e (Política Nacional de Medicamentos . I.. item 7.916/MS/GM. Pode diminuir ou aumentar a função de um órgão.1 6. Resolução do CFF n° 357/01 ). maconha.15). E essa mesma palavra "drug" pode ser ainda utilizada como Drogas Ilícitas como: Haxixe. Paracelso adotou a teoria da Doutrina da Assinatura . Anteriormente. que dizia que Deus formulava a cura de uma doença indicando um sinal Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 165 . qualquer substância com actividad e endógena ou farmacológica. nas últimas décadas droga adquiriu a conotação de substância ilícitas de abuso. o uso do termo "drug" está sendo usado na função de fármaco. álcool. De acordo com esta definição. item 7. FÁRMACO . de 30 de outubro de 1998. fármaco designa qualquer composto químico que seja utilizada com fim medicinal. Pode ser definido como uma substância química que interage com uma parte do corpo para al terar um processo fisiológico ou bioquímico existente. 2003. Por convenção. 6ª edição. sem conhecimento da causa da doença ou de que forma essas substâncias utilizadas faziam seu efeito de cura .Substância química que é o princípio ativo do medicamento (Política Nacional de Medicamentos . Na terminologia farmacêutica fármaco designa uma substância química conhecida e de estrutura química definida dotada de propriedade farmacológica. substâ ncias inertes (como excipientes) não são consideradas fármacos. a palavra fármaco designa todas as substâncias utilizadas em Farmácia e com ação farmacológica. o que torna a sua distinção de medicamento bastante sutil. Tecnologia Farmacêutica.FARMACOPÉIA BRASILEIRA - Conjunto de normas monografias de farmoquímicos.916/MS/GM. num sentido lato.Portaria n. a extração de Fármacos era realizado somente através de mat eriais vegetais ou minerais.

º 3. de 30 de outubro de 1998. de 30 d e outubro de 1998. entre outros. era o formato da flor de verônica um olho. comprimido. 2006). cápsulas (Política Nacional de Medicamentos . FARMACOTERAPIA .Portaria n.1 8). então a verônica funcionava no combate de tratamento de doenças oculares. item 7. RE IS. item 7. introdução de grupos volumosos. do risco do uso dos tratamentos farmacológicos no conjunto da população ou em grupos de pacientes expostos a tratamentos específicos (Política Nacional de Medicamentos . item 7.Portaria n. triagem empírica .Portaria n. iniciou -se a substituição dos fármacos naturais pelos sintéticos.Relação quantitativa dos farmoquímicos que compõem um medicamento (Política Nacional de Medicamentos . item 7.21). São Paulo: Atheneu. descobertas ao acaso. alteração de estado eletrônico . Por exemplo. (GOMES. Depois do século XX.916/MS/GM.916/MS/GM. FARMACOVIGILÂNCIA - Identificação e avaliação dos efeitos. FARMOQUÍMICOS . FORMA DE COMERCIALIZAÇÃO - Forma na qual o medicamento é vendido: supositório.1 9).20). modificação molecular.A aplicação dos medicamentos na prevenção ou tratamento de doenças (Política Nacional de Medicamentos Portaria n.º 3.º 3.916/MS/GM.916/MS/GM.916/MS/GM. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia hospitalar.º 3.22). agudos ou crônicos. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 166 . Maria José Vasconcelos de Magalhães.comparativo.Todas as substâncias ativas ou inativas que são empregadas na fabricação de produtos f armacêuticos (Política Nacional de Medicamentos . item 7. FORMULAÇÃO FARMACÊUTICA . de 30 de outubro de 1998.º 3. de 30 de outubro de 1998. de 30 de outubro de 1998.Portaria n. Adriano Max Moreira.

de 30 de outubro de 1998.916/MS/GM. INDICADORES DEMOGRÁFICOS - Representação dos aspectos não sujeitos à observação direta relativa a dados populacionais (Política Nacional de Medicamentos .º 3. de 30 de outubro de 1998. a produção de lotes de medicamentos e demais produtos abrangidos pelo Decreto nº 79. tendo em vista o atendimento das normas Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 167 . estar em harmonia. 25).FORMULÁRIO TERAPÊUTICO NACIONAL . seguro e econômico destes produtos (Política Nacional de Medicamentos .Coleções de roteiros terapêuticos preconizados para doenças diversas (Política Nacional de Medicamentos .Medicamentos produzidos a partir do sangue humano ou de suas frações (Política Nacional de Medicamentos Portaria n. HARMONIZAÇÃO – Ação ou efeito de harmonizar -se. item 7.º 3. ou em que há harmonia.Decreto nº 12. recintos e lug ares de uso público e suas cercanias (Norma Técnica Especial .916/MS/GM.094. GUIAS TEREPÊUTICOS PADRONIZADOS .479. item 7.destinado ao combate.24).Documento que reúne os medicamentos disponíveis em um país e que apresenta informações farmacológicas destinadas a promo ver o uso efetivo.23). à preparação e ao controle aos insetos em habitações. de 30 de outubro de 1998. tornar harmônico.º 3.916/MS/GM. INSETICIDA . item 7. coe rente. inciso IV). ite m 7.916/MS/GM. por em harmonia.º 3. regular. (Resolução – RDC nº 276/02) HEMODERIVADOS . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.Portaria n. concernente a. 26). de 30 de outubro de 1998. durante o processo de fabricação. de 5 de janeiro de 1977. estar de acordo.º . INSPEÇÃO DE QUALIDADE - conjunto de medidas destinadas a garantir a qualquer momento.Portaria n. 1.Portaria n. art.

º. art.º . inciso XXXV). ou JP (Japanese Pharmacopoeia) que é a Denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo no Japão – Farmacopéia Japonesa (Glosario de Medicamentos: Desarrollo. medicamentos .sobre atividade.Decreto nº 12.Laboratório do Ministério da Saúde.º 3. eficácia e inocuidade (Norma Técnica Especial . JAN – JAPANESE ACCEPTED NAME . passem a constituir uma única. com competência delegada através de convênio. de 30 de outubro de 1998. ou congênere da União dos Estados. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. pureza. 1. É o caso da JAN (Japanese Accepted Name) . LASTRO – Ver origem do nome. 1. ou material (por exemplo: embalagem) utilizado no processo de fabricação de um medicamento. envase ou acondicionamento (Norma Técnica Especial . ou em seus recipientes . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 168 . art. quando for o caso.479. seja na sua form ulação.Decreto nº 12.Droga ou matéria-prima aditiva ou complementar de qualquer natureza. inciso XXVIII). item 7.Decreto nº 12.916/MS/GM. do Distrito Federal e dos Territórios. art. acarretando o monopólio de produtos e ou de mercado (Política Nacional de Medicamentos .479. Política Nacional de Medicamentos - Portaria n.28). Evaluación y Uso) . assim. mas é uma recomendação da OMS que pode ou não ser adotada como norma e m determinado país. destinada a empr ego em medicamentos . inciso III.º .Regra de direito destinada a evitar que várias empresas se associem e. LEI ANTITRUSTE .916/MS/GM. 27).479. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. INSUMO FARMACÊUTICO .A Denominação Comum Internacional (DCI) não tem caráter oficial. insumos farmacêuticos e correlatos (Norma Técnica Especial . 1. item 7.Portaria n.º 3. destinado à análise de drogas. de 30 de outubro de 1998. LABORATÓRIO OFICIAL . há países que adotam outra nomenclatura. Qualquer produto químico.

art. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. para o funcionamento de estabelecimento vinculado a empresa que desenvolva qualquer das atividades en unciadas no artigo 2º deste Regulamento Técnico (Regulamento Técnico .961/01 ).094. de 5 de janeiro de 1977. art. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.Decreto nº 12. de saídas (por venda. 1º).º 344.Quantidade de um medicamento ou produto abrangido pelo Decreto nº 79.Portaria n. de estoques. 1º). 1. 1. em ordem cronológica.Elemento que identifica uma série de produtos de um mesmo fabricante ou que os distinga dos produtos de outros fabricantes.º .Livro destinado à anotação. MARCA .º .479.Decreto nº 12. Municípios e Distrito Federal.Portaria n.479. contendo permissão para o funcionamento dos estabelecimentos que desenvolvem qualquer das atividades a que foi autorizada a empresa (Norma Técnica Especial .LICENÇA . do Distrito Federal e dos T erritórios. LIVRO DE REGISTRO ESPECÍFICO . inciso XX). 1º). uso) e de perdas de medicamentos sujeitos ao controle especial (Regulamento Técnico . de entradas (por aquisiçã o ou produção). processamento. LOTE OU PARTIDA .Portaria n.º 344. inciso XXV).º .479. art. LIVRO DE RECEITUÁRIO GERAL – Livro destinado ao registro de todas as preparações magistrais manipulada s em farmácias (Regulamento Técnico . Decreto n. segundo a legislação de propriedade industrial (Norma Técnica Especial Decreto nº 12. LICENÇA DE FUNCIONAMENTO – Permissão concedida pelo órgão de saúde competente dos Estados. inciso XXII. art. 1. de 12 de maio de 1998 . art. de 12 de maio de 1998 .º 344. cuja característica essencial é a homogeneidade (Norma Técnica Especial .Ato privativo do órgão de saúde competente dos Estados. art. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 169 . que se produz em um ciclo de fabricação. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.° 3. de 12 de maio de 1998 .

de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.º 3.paliativa ou para fins de diagnóstico. Norma Técnica Especial . de 05 de janeiro de 1977. art. tecnicamente obtido ou elaborado. art. curativa. item 7.º 3. D. paliativa ou para fins de diagnóstico (Regulamento Técnico . mesmo que permaneçam inalteradas. Evaluación y Uso.com finalidade profilática. inciso II).479. art.Portaria n. curativa. de 30 de outubro de 1998.916/MS/GM. quando a passível de modificações (Norma Técnica Especial . experimentem modificações ou sejam eliminadas d urante o processo de fabricação. 1º. geralmente de custo elevado.C.º . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.916/MS/GM.479. de 12 de maio de 1998 .30). 1. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 170 .º .Decreto nº 12. item 7.° 84/02) MEDICAMENTOS biológico. (Resolução RDC – n. (Decreto n.Decreto nº 12. Política Nacional de Medicamentos . Glosario de Medicamentos : Desarollo. (Resolução RDC .961/01.º 344. Organización Panamericana de la Salud.094. inciso XIII) . cuja dispensação atende a casos específicos (Política Nacional de Medicamentos .Substância ativa ou inativa que se emprega na fabri cação dos medicamentos e demais produtos abrangidos pelo Decreto nº 79.Portaria n.Medicamentos utilizados em doenças raras. tanto a que permanece inalterada. com finalidade profilática. É uma forma farmacêutica terminada que contém o fármaco. geralmente em associação com adjuvantes farmacotécnicos. tecnicamente obtido BIOTECNOLÓGICOS ou elaborado por – Medicamento procedimentos biotecnológicos. Washington. Substâncias ativas ou inativas que se empregam para a fabricação de medicamentos e demais produtos abrangidos por este Regulamento.Portaria n.n.° 80/02) MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EM CARÁTER EXCEPCIONAL . Arias TD. 1.MATÉRIA-PRIMA . de 30 de outubro de 1998. 1999) MEDICAMENTO - Produto farmacêutico . 29.° 3.

º 3. rece ita expedida por profissional (Política Nacional de Medicamentos .º 3. utilizados continuamente (Política Nacional de Medicamentos . são comercializados sem nome de marca. transcendência o u vulnerabilidade relevante e cuja estratégia básica de combate é o tratamento dos doentes (Política Nacional de Medicamentos . ou seja.Produtos necessários à prestação do elenco de ações e procedimentos compreendidos na atenção básica de saúde (Política Nacional de Medicamentos .º 3. 32).Portaria n.34). de acordo com a denominação oficial (no Brasil.Portaria n.São aqueles cuja dispensação não requerem autorização. de 30 de outubro de 1998.916/MS/GM.º 3. de 30 de outubro de 1998.º 3. de 30 de outubro de 1998. de 30 de outubro de 1998.Portaria n. MEDICAMENTOS PARA A ATENÇÃO BÁSICA . item 7.916/MS/GM.º 3. 37). Denominações Comuns Brasileiras ou DCB) (Política Nacional de Medicamentos - Portaria n. MEDICAMENTOS ESSENCIAIS - São os medicamentos considerados básicos e indispensáveis para atender a maioria dos problemas de saúde da população (Política Nacional de Medicamentos - Portaria n.916/MS/GM. MEDICAMENTOS DE VENDA LIVRE . 31). item 7. item 7. ao expirar a patente de marca de um pr oduto. 33). item 7. em determinada comunidade. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 171 . têm magnitude. 35).916/MS/GM.Portaria n.916/MS/GM. MEDICAMENTOS DE USO CONTÍNUO empregados no tratamento de doenças crônicas e ou - São aqueles degenerativas. de 30 de outubro de 1998. item 7.MEDICAMENTOS DE INTERESSE EM SAÚDE PÚBLICA São aqueles utilizados no controle de doenças que.916/MS/GM. de 30 de outubro de 1998. MEDICAMENTOS GENÉRICOS - São aqueles que. item 7.

ainda que do mesmo fabrican te ou da mesma espécie.961/01) NOME DE MARCA – Ver nome comercial . de 30 de outubro de 1998. uma Denominação Comum Internacional. e que contem.° 3. (Decreto n. Decreto n.MEDICAMENTOS TARJADOS . de 30 de outubro de 1998. 39). 36).Portaria n.916/MS/GM.São os medicament os cujo uso requer a prescrição do médico ou dentista e que apresentam.916/MS/GM. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 172 .° 79. tarja (vermelha ou preta) indicativa desta necessidade (Política Nacional de Medicamentos . de 30 de outubro de 1998. em sua embalagem. item 7. Evaluación y Uso) NOME COMERCIAL - Designação do produto. (Glosario de Medicamentos : Desarrollo. a mesma atividade farmacológica que este último.094/77.916/MS/GM. para distingui-lo de outros. MÓDULO-PADRÃO DE SUPRIMENTO - Elenco de medicamentos repassado por um nível de gestão a outro para abastecer os serviços de saúde compreendidos no sistema estadual ou municipal (Política Nacional de Medicamentos . no Formulário Nacional ou na Farmacopéia Homeopática desse país. ou não. 38). o qual pode ser. item 7. item 7. NOME ADOTADO NOS ESTADOS UNIDOS (USAN) – Nome genérico ou comum reconhecido pelo Conselho de Nomes Adotados pelos Estados Unidos. MORBILIDADE .º 3.º 3. O Nome Adotado nos Estados Unidos se converte no nome “oficial” desse país ao introduzir o medicamento na USP. também.º 3.Portaria n.Impacto das doenças e dos óbitos que incidem em uma população (Política Nacional de Medicamentos . NOME DERIVADO – Caracteriza o sal ou o éster de um fármaco (ou princípio ativo). qualidade ou natureza. se este nome for recomendado pela OMS .Portaria n.

biológica. uk/british.pharmacopoeia. Em: Korolkovas A.NOME GENÉRICO – Ver denominação genérica ou medicamentos genéricos.cfm) NOTIFICAÇÃO DE RECEI TA - destinado à notificação da prescrição de medicamentos : a) entorpecentes (cor amarela). no Conselh o Regional de Medicina Veterinária ou no Conselho Regional de Odontologia. química e farmacêutica. (Resolução – RDC nº 33) NOMES APROVADOS NO REINO UNIDO (BAN) – os nomes aprovados no Reino Unido são formados ou selecionados pela Comissão da Farmacopéia Britânica e publicados pelo Ministério da Saúde . Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan. 1988) NOME SINÔNIMO – São nomes dados por fabricantes ao mesmo fármaco e/ou os antigos nomes oficiais. Química farmacêutica. como por exemplo a IUPAC. Em: Korolkovas A. b) psicotrópicos (cor azul) e c) retinóides de uso sistêmico e imunossupressores (cor branca). Documento padronizado (http://www. de acordo com as regras dos códigos internacionais de nomenclatura botânica. (Parte 1: Noções Básicas – IV. Química farmacêutica. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 173 . a concernente ao terceiro grupo (c). Burckhalter JH. NOME QUÍMICO – É o único que descrev e a estrutura química do fármaco. Assim como. nomes oficiais adotados em outros países. (Parte 1: Noções Básicas – IV. para designação das preparações homeopáticas. Códices. Nomenclatura de Fármacos. zoológica. A Notificação concernente aos dois primeiros grupos (a e b) deverá ser firmada por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina.org. É dado de acordo com as regras de nomenclatura dos compostos químicos. 1988) NOMENCLATURA – Nomes científicos. Burckhalter JH. assim como nomes homeopáticos consagrados pelo uso e os existentes em Farmacopéias. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan. matérias médicas e obras científicas reconhecidas. Nomenclatura de Fármacos.

Designação impressa na etiqueta de produtos abrangidos pelo Decreto nº 79. 1. art. Cada número de registro no CAS é único. incluindo proteínas. dos Estados. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.º . que permita identificar o lote ou a partida a que este pertence. não tem significado químico e é uma ligação para uma rica fonte de informações sobre uma específica substância química. no máximo. 9 dígitos. 1º).479.094. (http://www. 1. água. divididos em 3 partes. e dos estabelecimentos de que trata esta Norma Técnica Especial (Norma Técnica Especial .exclusivamente por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina (Regulamento Técnico . de 5 de janeiro de 1977.º . incumbido da vigilância sanitária dos produtos abrangidos pelo Decreto nº 79.Decreto nº 12. art. 1. designa apenas uma substância. em caso de necessidade. de 5 de janeiro de 1977. e.Órgão do Minis tério da Saúde. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. art.479.Organização Mundial de Saúde.º .Decreto nº 12.094. inciso XXXIII). do Distrito Federal e dos Territórios.479. localizar e rever todas as operações da fabricação e inspeção praticadas durante a produção (Norma Técnica Especial . inciso VI).org) NÚMERO DE LOTE .cas.Portaria n. elementos minerais e vitaminas (Norma Técnica Especial . NÚMERO CAS – O número de registro no Chemical Abstract Service . hidratos de carbono. inciso XXVI) . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 174 . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. art.Substância constituinte dos alimentos de valor nutricional. gorduras. de 12 de maio de 1998 . OMS . NUTRIMENTO .Decreto nº 12.º 344.CAS é um identificador numérico que contem. ÓRGÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA COMPETENTE OU ÓRGÃO SANITÁRIO COMPETENTE .

em suas embalagens originais e con stantes de relação elaborada pelo órgão de vigilância sanitária do Ministério da Saúde . de 30 de o utubro de 1998. 42).Portaria n.Decreto nº 12. apresentados em forma líquida. à dispensação de medicamentos industrializados. que em concentração e veículos apropriados.916/MS/GM. PISO DA ATENÇÃO BÁSICA (PAB) . PERFIL EPIDEMIOLÓGICO . as águas perfumadas.O produto de composição aromática à base de substâncias naturais ou sintéticas. de 30 de outubro de 1998. POSTO DE MEDICAMENTOS E UNIDADE VOLANTE - Estabelecimento destinados.Montante de recursos financeiros. de 30 de outu bro de 1998.916/MS/GM.Portaria n. publicada pela imprensa oficial.479. item 7.º . 2) USP Dictionary of USAN and International Drug Names.41). destinado ao custeio de procedime ntos e ações compreendidos na atenção básica (Política Nacional de Medicamentos . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.º 3. os perfumes cremosos. PERFIL NOSOLÓGICO .ORIGEM DO NOME . para atendimento a localidades desprovidas de farmácia e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 175 . PERFUME .Presença do nome do fármaco em inglês em alguma das seguintes referências: 1) International Nonprop rietary Names (INN) for Pharmaceutical Substances.Conjunto de doenças prevalentes e ou incidentes em uma determinada comunidade (Política Nacional de Medicamentos . 6) Chemical Abstracts Service Databas e.Estado de saúde de uma determinada comunidade (Política Nacional de Medicamentos . da esfera federal . preparados para banhos e os odorizantes de ambientes. art. 1.º 3. 40).916/MS/GM. pastosa ou sólida (Norma Técnica Especial . 5) Index Nominum: International Drug Directory.º 3. inciso VIII) . 3) The Merck Index. item 7.Portaria n. exclusivamente. incluídos os extratos. 4) Martindale: the complete drug reference. tenha como principal finalidade a odorização de pessoas ou ambientes. geleificada. item 7.

43).Decreto nº 12.º . (Resolução . passando pelo processamento e embalagem.Portaria n. PRECURSORES .° 134/01) . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 176 . art. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.Profissionais de saúde credenciados para definir o medicamento a ser usado (médico ou dentista) (Política Nacional de Medicamentos . (Resolução – RDC n. esse ato é expresso mediante a elaboração de uma receita médica (Política Nacional de Medicamentos .916/MS/GM. 1. PRODUÇÃO . inciso XXIV). quimicamente caracterizada.Portaria n. PRESCRITORES . item 7. item 7.Portaria n. 1º). art.° 17/00) PROCEDÊNCIA . pelos efeitos terapêuticos do medicamento fitoterápico.916/MS/GM.RDC n. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.Substâncias utilizadas para a obtenção de entorpecentes Convenção ou Contra Psicotrópicas.drogarias (Norma Técnica Especial . total ou parcialmente. PRINCÍPIO ATIVO - Substância ou grupo delas.º 3. de 30 de outubro de 1998. cuja ação farmacológica é conhecida e responsável.º 3. Em geral. de 30 de outubro de 1998. com a respectiva dosagem e duração do tratamento.º 344.º . 1.Decreto nº 12. art. Vide “fabricação”.Todas as operações envolvidas no preparo de determinado produto farmacêutico . inciso XLI). psicotrópicos o Tráfico reproduzidas e constantes Ilícito nos de das listas Entorpecentes anexos deste e aprovadas de pela Substâncias Regulamento Técnico (Regulamento Técnico .Lugar de produção ou industrialização do produto (Norma Técnica Especial .479. desde o recebimento dos materiais.479. de 12 de maio de 1998 .44). PRESCRIÇÃO - Ato de definir o medicamento a ser consumido pelo paciente .

anti séptico ou não. desodorantes. 1.916/MS/GM. art. PRODUTO SEMI-ELABORADO . 1. inciso VII).º 3. destinado ao asseio ou à desinfecção corporal.Substância ou mistura de substâncias ainda sob processo de fabricação (Norma Técnica Especial .Portaria n.º 177 .º. PROPAGANDA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS . compreendendo os sabonetes. produtos para barbear e após o barbear. xampus. de 30 de outubro de 199 8.É a divulgação do medicamento promovida pela indústria. 46). de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. Substância que pode determinar dependência física ou psíquica e relacionada. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. PSICOTRÓPICO .479. antiperspirantes. PRODUTO DIETÉTICO . PRODUTOS PSICOTRÓPICOS .479.Portaria n.º . de 30 de outubro de 1998.PRODUTO DE HIGIENE – Produto de uso externo. reproduzidas nos anexos deste Regulamento Técnico (Política Nacional de Medicamentos Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação - Portaria n. PROTOCOLOS DE INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA - Roteiros de indicação e prescrição .º . item 7. inciso V). comércio farmacêutico e população leiga (Política Nacional de Medicamentos .Decreto nº 12.º 3. item 7. e realizada junto aos prescritores . art.479. nas listas aprovadas pela Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas. como tal.Substâncias que afetam os processos mentais e podem produzir dependência.916/MS/GM.Decreto nº 12.Decreto nº 12.Produto tecnicamente elaborado para atender às necessidades dietéticas de pessoas em condições fisio lógicas especiais (Norma Técnica Especial . 1. dentifrícios. graduados de acordo com as variações e a gravidade de cada afecção (Política Nacional de Medicamentos .47). inciso XIV). art. com ênfase na marca.Vide “Psicotrópico”. enxaguatórios bucais. estípticos e outros (Norma Técnica Especial . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.

(Decreto n. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. segurança e qualidade destes produtos. nas listas aprovadas pela Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas. contendo substâncias ativas. pela avaliação do cumprimento de caráter jurídico-administrativo e técnico-científico relacionada com a eficácia. de 12 de maio de 1998 .479.º 344. 1. inciso IV). art. 1º). Vide “Prescrição”.Prescrição escrita de medicamento .916/MS/GM. isoladas ou em associação. item 7. RECEITA . determina a inscrição prévia no órgão ou na entidade competente.961/01) . de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. recintos e lugares de uso público.Portaria n. que não ofereçam risco à vida ou a saúde do homem e dos animais úteis. PUREZA . no uso de sua atribuição es pecífica. de sangue quente. item 7. efetuada por profissional legalmente habilitado. contendo orientação de uso para o paciente .916/MS/GM. de 30 d e outubro de 1998. 1º).Portaria n.º 344. 45). camundongos e outros roedores. como tal.° 3.destinado ao combate a raios. de 12 de maio de 1998 . embarcações.Decreto nº 12. inciso XXIX). Substância que pode determinar dependência física ou psíquica e relacionada. quer seja de formulação magistral ou de produto industrializado (Regulamento Técnico .Portaria n. em domicílios. art. art. REGISTRO DE MEDICAMENTO . 1.Decreto nº 12.3.º 3. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 178 . RATICIDA .º.grau em que uma droga determinada contém outros materiais estranhos (Norma Técnica Especial . reproduzidas nos anexos deste Regulamento Técnico (Regulamento Técnic o .º .479.Instrumento por meio do qual o Ministério da Saúde. para sua introdução no mercado e sua comercialização ou consumo. Ato privativo do órgão competente do Ministério da Saúde destinado a conceder o direito de fabricação do produto (Política Nacional de Medicamentos . de 30 de outubro de 1998. 48). art. quando aplicado em conformidade com as recomendações contidas em sua apresentação (Norma Técnica Especial .

º . o medicamento. aplicados diretamente sobre recipientes.identificação impressa ou litografada.479. em lugares de uso comu m e no tratamento Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 179 . vasilhames. Definições Básicas.. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo.Decreto nº 12. finalidades. Guanabara Koogan. desinfecção ou desinfestação domiciliar. REMÉDIO – Palavra usada pelo leigo como sinônimo de medicamento e especialidade farmacêutica. inclusive. modo de usar.] qualquer protetor de embalagem externo ou interno. RÓTULO .° 3.REGISTRO competente do Ministério da DE PRODUTO Saúde - destinado Ato a privativo comprovar do o órgão direito de fabricação de produto submetido ao regime da Lei nº 6.Decreto nº 12.Relação Municipal de Medicamentos Essenciais. Sexta Edição.º . Farmacologia. Em: Silva P. (Silva P. Rio de Janeiro: Ed. e esclareça as suas peculiaridades. 1. inciso XXI) .479. de 23 de setembro de 1976 e de seu Regulamento (Norma Técnica Especial .479. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. remédio é qualquer dispositivo. art. envoltórios ou qualquer outro protetor de embalagem (Norma Técnica Especial .. de 18 de outubro de 1 978 de São Paulo.360. etc. pressão ou decalco. clima.º . que sirva para tratar o doente: massagem.Decreto nº 12. art. bem como dizeres pintados ou gravados a fogo. 1. RENAME . não podendo ser removida ou alterada durante o uso do produto e durante o seu transporte ou armazenamento. sugestão. (Decreto n. inciso XV) [. as indicações e contra-indicações e tudo o mais que possibilite à autoridade sanitária proferir decisões sobre o pedido de registro (Norma Técnica Especial . art.Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.961/01) SANEANTES E DOMISSANITÁRIOS - substância ou preparação destinada a higienização. 2002) REMUME . em ambientes coletivos ou públicos. inciso XVIII) . invólucros. 1. RELATÓRIO descrevendo os elementos que - Documento componham e apresentado pela caracterizem o empresa produto. na realidade.

desinfetante e detergentes (vide definições) (Norma Técnica Especial . SIGLA – Formada geralmente com as iniciais do laboratório ou do pesquisador ou do grupo de pesquisas que preparou ou ensaiou o fármaco pela primeira vez. Não identifica a estrutura química do fármaco.Qualquer substância que apresente atividade farmacológica ou outro efeito direto no diagnóstico.° 134/01) SUS . Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan. seguida de um número.Sistema Único de Saúde . USAN – UNITED STATES ADOPTED NAME - A Denominação Comum Internacional (DCI) não tem caráter oficial. (Resolução – RDC n. 1. ou afete qualquer função do organismo humano. 1º). que é a Denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo no Estados Unidos – Farmacopéia Estadunidense. SUBSTÂNCIA ATIVA . cura .º . art.Portaria n. raticida. (Glosario de Medicamentos : Desarrollo. tratamento ou prevenção de doenças . SUSBSTÂNCIA PROSCRITA . Deixa d e ser usada logo que for escolhido um nome adequado (Parte 1: Noções Básicas – IV. de 18 de outubro de 1978 de São Paulo. É o caso da USAN (United States Adopted Name) . Química farmacêutica.º 344.Substância cujo uso está proibido no Brasil (Regulamento Técnico . Evaluación y Uso). Burckhalter JH. 1988) SMS – Secretaria Municipal da Saúde. de 12 de maio de 1998.479. inciso IV). Em: Korolkovas A. Nomenclatura de Fármacos. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 180 .Decreto nº 12. mas é uma recomendação da OMS que pode ou não ser adotada como norma em determinado país. há países que adota m outra nomenclatura.da água. SES – Secretaria do Estado da Saúde. compreendendo : inseticida. alivio. art.

definidos seguros e e no de período qualidade de tempo (Política indicado de Nacional de Medicamentos .o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde. direta ou indiretamente. e II . (Lei n. compreendidas todas as etapas e processos .° 8080/90 ). nos medicamentos intervalos eficazes. e o consumo nas doses indicadas. a dispensação em condições adequadas. se relacionem com a saúde. VIGILÂNCIA SANITÁRIA – Conjunto de ações capaz de eliminar. da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.Portaria n.º 3.49). de 30 de outubro de 1998.USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS .o controle de bens de consumo que. da produção ao consumo. item 7. abrangendo: I .É o processo que compreende a prescrição apropriada.916/MS/GM. diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 181 . a disponibilidade oportuna e a preços acessíveis.

35 da Lei no 5. Editora Brasília. Ministério da Saúde. endereço do consultório ou da residência. modo de usar o medicamento. Deve cumprir os aspectos legais contidos na Lei no 5. em vernáculo. e número de inscrição do respectivo Conselho profissional. a lei define: Notificação de Receita .4.7.991/1973 + BRASIL. por extenso e de modo legível. 2006) Entre os conceitos sobre receita médica e formas de utilização.5. (Art.P PR REESSC CR RIIÇ ÇÃ ÃO O -. constar nome e endereço residencial do paciente. Brasília. b) psicotrópicos (cor azul) e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 182 .991/1973 estabelece que a pres crição deve ser aviada se: escrita à tinta.Documento padronizado destinado à notificação da prescrição de medicamentos: a) entorpecentes (cor amarela). Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização.991/1973. O art. e data e assinatura do profissional. Normas e Manuais Técnicos. Cap. observados a nomenclatura e sistema de pesos e medidas. Série A. 35 da Lei no 5.R REEC CEEIITTA A– –N NO OTTIIFFIIC CA AÇ ÇÃ ÃO O:: N NO OR RM MA ASS A prescrição é o instrumento no qual se apóia a dispensação .

a concernente ao terceiro grupo (c). É o documento legal que autoriza a dispensação de medicamentos. Nome do medicamento (s) ou substância prescrita sob a forma de Denominação Genérica (DCB). no Conselho Regional de Medicina Veterinária ou no Conselho Regional de Odontologia. quer seja de formulação magistral ou de produto industrializado. (Portaria n. contendo nome e endereço. Data da emissão. exclusivamente por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina. quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e posologia (por ex: 1 cp de 12 em 12 H). Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 183 . contendo orientação de uso para o paciente . A receita deve conter: (de for ma legível) Identificação do emitente – impresso da instituição ou do profissional . A Notificação concernente aos dois primeiros grupos (a e b) deverá ser firmada por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina.º 344. de 28/01/2003) R E C E I T A : Prescrição escrita ou datilografada (legível) de medicamento. dosagem ou concentração. efetuada por profissional legalmente habilitado. Nome completo do paciente (usuário).c) retinóides de uso sistêmico e imunossupressores (cor branca). Assinatura e carimbo do pre scritor. forma farmacêutica. de 12 de maio de 1998. atualizada pela Resolução da Diretoria Colegiada [RDC] nº 18.

sendo a quantidade em algarismos arábicos e por extenso. 35 A Notificação de Receita é o documento que acompanhado de receita autoriza a dispensação de medicamentos a base de substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes).Embora extenso. médico ou veterinário. além dos detalhes supra. devidamente preenchida e assinada pelo profissional. § 6º A Notificação de Receita não será exigida para pacientes internados nos estabelecimentos hospitalares. como comprovante do aviamento ou da dispensação. § 5º A Notificação de Receita será retida pela farmácia ou drogaria e a receita devolvida ao paciente devidamente carimbada. § 2º A reposição do talonário da Notificação de Receita "A" ou a solicitação da numeração subseqüente para as demais Notificações de Receita. § 3º A Notificação de Receita deverá estar preenchida de forma legível. e a numeração para confecção dos demais talonários. sem emenda ou rasura. fornecer ao profissional ou instituição devidamente cadastrados. se fará mediante requisição (ANEXO VI). o talonário de Notificação de Receita "A". porém a dispensação se fará mediante receita ou outro Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 184 . é importantíssimo que os profissionais de farmácia tenham acesso e conheçam outras implicações contidas no texto oficial: CAPÍTULO V DA PRESCRIÇÃO DA NOTIFICAÇÃO DE RECEITA Art. bem como avaliar e controlar esta numeração. § 4º A farmácia ou drogaria somente poderá aviar ou dispensar quando todos os itens da receita e da respectiva Notificação de Receita estiverem devidamente preenchidos. "B1" e "B2" (psicotrópicas). oficiais ou particulares. deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. "C2" (retinóicas para uso sistêmico) e "C3" (imunossupressoras). § 1º Caberá à Autoridade Sanitária. "A3".

d) identificação do usuário: nome e endereço completo do paciente. subscrita em papel privativo do estabelecimento. e no caso de uso veterinário. "A2" e "A3"). anexo XI (modelo de talonário .documento equivalente (prescrição diária de medicamento). para as listas "A1". lista "C2") e anexo XIII (modelo para a Talidomida. b e c devidamente impressos e apresentando as seguintes características: a) sigla da Unidade da Federação. ou um medicamento que as contenham. para as listas "B1" e "B2"). em duas vias. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 185 . anexo X (modelo de talonário . Art."B". § 8º Sempre que for prescrito o medicamento Talidomida. b) identificação numérica: . nome e endereço completo do proprietário e identificação do animal. § 7º A Notificação de Receita é personalizada e intransferível. c) identificação do emitente: . devendo conter somente uma substância das listas "A1" e "A2" (entorpecentes) e "A3" . o paciente deverá receber.a seqüência numérica será fornecida pela Autoridade Sanitária competente dos Estados. lista "C3". "C2" (retinóides de uso sistêmico) e "C3" (imunossupressoras) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. conforme legislação sanitária específica em vigor e a outra permanecer no prontuário do paciente. "B1" e "B2" (psicotrópicas). endereço completo e telefone. devendo uma via ser encaminhada à Coordenação Estadual do Programa. ou nome da instituição. Municípios e Distrito Federal. o "Termo de Esclarecimento" (ANEXO VII) bem como deverá ser preenchido e assinado um "Termo de Responsabilidade" (ANEXO VIII) pelo médico que prescreveu a Talidomida. 36 A Notificação de Receita conforme o anexo IX (modelo de talonário oficial "A"."B" uso veterinário para as listas "B1" e "B2"). juntamente com o medicamento.nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional com a sigla da respectiva Unidade da Federação. lista "C3") deverá conter os itens referentes as alíneas a. anexo XII (modelo para os retinóides de uso sistêmico.

endereço completo e telefone. l) identificação da gráfica: nome. e quando tratar-se de formulações magistrais. i) identificação do comprador: nome completo. dosagem ou concentração. quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e posologia. g) data da emissão. h) assinatura do prescritor: quando os dados do profissional estiverem devidamente impressos no campo do emitente. de forma legível. recortada ao meio. nas orelhas. com a seguinte advertência: "Risco de graves defeitos na face. no verso. no coração e no sistema nervoso do feto". deverá identificar a assinatura com carimbo. número do documento de identificação. f) símbolo indicativo: no caso da prescrição de retinóicos deverá conter um símbolo de uma mulher grávida. o número de registro da receita no livro de receituário. § 1º A distribuição e controle do talão de Notificação de Receita "A" e a seqüência numérica da Notificação de Receita "B" (psicotrópicos) e a Notificação de Receita Especial (retinóides e talidomida). ou manualmente. No caso de o profissional pertencer a uma instituição ou estabelecimento hospitalar. este poderá apenas assinar a Notificação de Receita. j) identificação do fornecedor: nome e endereço completo. Deverá constar também. constando a inscrição no Conselho Regional. poderá ser aviada a receita de medicamentos sujeitos a Notificação de Receita a base de substâncias Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 186 . nome do responsável pela dispensação e data do atendimento. a numeração inicial e final concedidas ao profissional ou instituição e o número da Autorização para confecção de talonários emitida pela Vigilância Sanitária local. § 2º Em caso de emergência. forma farmacêutica. obedecerão ao disposto na Instrução Normativa deste Regulamento Técnico. endereço e CNPJ/ CGC impressos no rodapé de cada folha do talonário.e) nome do medicamento ou da substância: prescritos sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB). m) identificação do registro: anotação da quantidade aviada.

40 A Notificação de Receita "A". conforme modelo anexo IX. respectivamente. as expensas da Autoridade Sanitária Estadual ou do Distrito Federal. à Autoridade Sanitária local. será impressa. em papel não oficial. Art. aos profissionais e instituições devidamente cadastrados. Art. Art.constante das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. data. de cor amarela. 38 As prescrições por cirurgiões dentistas e médicos veterinários só poderão ser feitas quando para uso odontológico e veterinário. a justificativa do caráter emergencial do atendimento. apresentando o respectivo Boletim de Ocorrência Policial (BO). Será fornecida gratuitamente pela Autoridade Sanitária competente do Estado. devendo conter obrigatoriamente: o diagnóstico ou CID.imunossupressoras). para "visto". § 1º Na solicitação do primeiro talonário de Notificação de Receita "A" o profissional ou o portador poderá dirigir-se. devendo o fato ser comunicado ao órgão de classe e as demais autoridades competentes. Art. O estabelecimento que aviar a referida receita deverá anotar a identificação do comprador e apresentá-la à Autoridade Sanitária local dentro de 72 (setenta e duas) horas. para a prescrição dos medicamentos e substâncias das listas "A1" e "A2" (entorpecentes) e "A3" (psicotrópicos). 37 Será suspenso o fornecimento do talonário da Notificação de Receita "A" (listas "A1" e "A2" – entorpecentes e "A3" psicotrópicas) e/ou seqüência numérica da Notificação de Receita "B" (listas "B1" e "B2" -psicotrópicas) e da Notificação de Receita Especial (listas: "C2" retinóicas de uso sistêmico e "C3" . ao Serviço de Vigilância Sanitária para o cadastramento ou encaminhar ficha cadastral devidamente preenchida com sua assinatura reconhecida em cartório. 39 Nos casos de roubo. pessoalmente. § 2º Para o recebimento do talonário. quando for apurado seu uso indevido pelo profissional ou pela instituição. Município ou Distrito Federal. o profissional ou o portador deverá estar munido do respectivo carimbo. imediatamente. furto ou extravio de parte ou de todo o talonário da Notificação de Receita. inscrição no Conselho Regional e assinatura devidamente identificada. contendo 20 (vinte) folhas em cada talonário. que será aposto na Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 187 . fica obrigado o responsável a informar.

presença da Autoridade Sanitária. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 188 . As farmácias ou drogarias ficarão obrigadas a apresentar dentro do prazo de 72 (setenta e duas) horas. Municipal ou do Distrito Federal. através de relação em duplicata. § 1º Acima das quantidades previstas neste Regulamento Técnico. as quais. sendo necessário que seja acompanhada da receita médica com justificativa do uso. em todas as folhas do talonário no campo "Identificação do Emitente". Art. § 2º No momento do envio da Relação Mensal de Notificações de Receita "A" – RMNRA (ANEXO XXIV) à Autoridade Sanitária Estadual. Parágrafo único. quando para aquisição em outra Unidade Federativa. as Notificações de Receita "A" procedentes de outras Unidades Federativas. datar e assinar. Art. os estabelecimentos deverá enviar a Notificação de Receita "A" acompanhada da justificativa. à Autoridade Sanitária local. entregando juntamente com a Notificação de Receita "A" ao paciente para adquirir o medicamento em farmácia e drogaria. para averiguação e visto. serão devolvidas no prazo de 30 (trinta) dias. 41 A Notificação de Receita "A" será válida por 30 (trinta) dias a contar da data de sua emissão em todo o Território Nacional. 42 As Notificações de Receitas "A" que contiverem medicamentos a base das substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes) e "A3" (psicotrópicas) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações deverão ser remetidas até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente às Autoridades Sanitárias Estaduais ou Municipais e do Distrito Federal. poderá conter a quantidade correspondente no máximo a 30 (trinta) dias de tratamento. Art. que será recebida pela Autoridade Sanitária competente mediante recibo. após conferência. 43 A Notificação de Receita "A" poderá conter no máximo de 5 (cinco) ampolas e para as demais formas farmacêuticas de apresentação. o prescritor deve preencher uma justificativa contendo o CID (Classificação Internacional de Doença) ou diagnóstico e posologia.

45 A Notificação de Receita "B". a Autoridade Sanitária local deverá orientar o paciente ou seu responsável. entregando juntamente com a Notificação de Receita "B" ao paciente para adquirir o medicamento em farmácia e drogaria. sobre a destinação do medicamento remanescente. as formas farmacêuticas deverão conter. § 1º Acima das quantidades previstas neste Regulamento Técnico. Art. 47 Ficam proibidas a prescrição e o aviamento de fórmulas contendo associação medicamentosa das substâncias anorexígenas constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 46 A Notificação de Receita "B" poderá conter no máximo 5 (cinco) ampolas e. conforme modelos anexos (X e XI) a este Regulamento Técnico. impressa as expensas do profissional ou da instituição. o prescritor deve preencher uma justificativa contendo o CID (Classificação Internacional de Doença) ou diagnóstico e posologia. as concentrações que constam de Literaturas Nacional e Internacional oficialmente reconhecidas (ANEXO XIV). terá validade por um período de 30 (trinta) dias contados a partir de sua emissão e somente dentro da Unidade Federativa que concedeu a numeração. no máximo. as formas farmacêuticas deverão conter. de cor azul. a quantidade para o tratamento correspondente no máximo a 60 (sessenta) dias. Art. for interrompida a administração de medicamentos a base de substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. no máximo. datar e assinar. quando associadas entre si ou com ansiolíticos. 48 Ficam proibidas a prescrição e o aviamento de fórmulas contendo associação medicamentosa de substâncias ansiolíticas. Art. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 189 . as concentrações que constam de Literaturas Nacional e Internacional oficialmente reconhecidas (ANEXO XIV). Art. para as demais formas farmacêuticas. Art.§ 3º No caso de formulações magistrais. bem como quaisquer outras substâncias com ação medicamentosa. diuréticos. hormônios ou extratos hormonais e laxantes. 44 Quando. § 2º No caso de formulações magistrais. por qualquer motivo.

§ 1º A Notificação de Receita Especial de Retinóides. § 2º A Notificação de Receita Especial para dispensação de medicamentos de uso sistêmico que contenham substâncias constantes da lista "C2" (retinóicas) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. as expensas dos serviços públicos de saúde devidamente cadastrados junto ao órgão de Vigilância Sanitária Estadual. poderá conter no máximo 5 (cinco) ampolas. para prescrição de medicamentos a base de substâncias constantes da lista "C2" (retinóides de uso sistêmico) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações será impressa às expensas do médico prescritor ou pela instituição a qual esteja filiado. associadas a substâncias simpatolíticas ou parassimpatolíticas. Art. § 1º A quantidade de Talidomida por prescrição. para preparações farmacêuticas de uso sistêmico. não poderá ser superior a necessária para o tratamento de 30 (trinta) dias. de cor branca. e das suas reações e restrições de uso. de cor branca. § 2º A Notificação de Receita Especial da Talidomida. contados a partir de sua emissão e somente dentro da Unidade Federativa que concedeu a numeração. em cada Notificação de Receita. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 190 . terá validade por um período de 30 (trinta) dias contados a partir de sua emissão e somente dentro da Unidade Federativa que concedeu a numeração. deverá estar acompanhada de "Termo de Consentimento PósInformação" (ANEXO XV e ANEXO XVI). 49 A Notificação de Receita para prescrição do medicamento a base da substância da lista "C3" (imunossupressora). a quantidade para o tratamento correspondente no máximo a 30 (trinta) dias. será impressa conforme modelo anexo (XIII). Art. contados a partir de sua emissão e somente dentro da Unidade Federativa que concedeu a numeração. para as demais formas farmacêuticas.constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 50 A Notificação de Receita Especial. fornecido pelos profissionais aos pacientes alertando-os que o medicamento é pessoal e intransferível. terá validade de 15 (quinze) dias. e.

obrigatoriamente. apresentando. "B1" e "B2" (psicotrópicas). Parágrafo único. § 2º A farmácia ou drogaria somente poderá aviar ou dispensar a receita. obedecendo ao disposto no artigo 36 deste Regulamento Técnico. § 1º A Receita de Controle Especial deverá estar escrita de forma legível. § 4º Somente será permitido a aplicação do fator de equivalência entre as substâncias e seus respectivos derivados (Base/Sal). datilografado ou informatizado. "C2" (retinóicas de uso sistêmico). mediante receita privativa do estabelecimento. oficiais ou particulares. válido em todo o Território Nacional. a quantidade em algarismos arábicos e por extenso. subscrita por profissional em exercício no mesmo. sendo necessário que as Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 191 . sem emenda ou rasura e terá validade de 30 (trinta) dias contados a partir da data de sua emissão para medicamentos a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) e "C5" (anabolizantes) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 52 O formulário da Receita de Controle Especial (ANEXO XVII). as Receitas de Controle Especial procedentes de outras Unidades Federativas. quando todos os itens estiverem devidamente preenchidos. § 3º As farmácias ou drogarias ficarão obrigadas a apresentar dentro do prazo de 72 (setenta e duas) horas. para averiguação e visto. Para pacientes em tratamento ambulatorial será exigida a Notificação de Receita. "C3" (imunossupressoras). DA RECEITA Art. os medicamentos a base de substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes). deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. manuscrito.Art.Orientação ao Paciente". em prescrições contendo formulações magistrais. 51 Nos estabelecimentos hospitalares. clínicas médicas e clínicas veterinárias (no que couber). deverá ser preenchido em 2 (duas) vias. em destaque em cada uma das vias os dizeres: "1ª via Retenção da Farmácia ou Drogaria" e "2ª via . poderão ser dispensados ou aviados a pacientes internados ou em regime de semi-internato. à Autoridade Sanitária local. "A3".

55 As receitas que incluam medicamentos a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) . "A2" e "B1" (psicotrópicos) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 53 O aviamento ou dispensação de Receitas de Controle Especial. em formulário próprio estabelecido pelo programa de DST/AIDS. com o carimbo comprovando o atendimento. deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. n. por médico veterinário ou cirurgiões dentistas. "C5" (anabolizantes) e os adendos das listas "A1" (entorpecentes). Parágrafo único. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 192 . só poderá ser feita por médico e será aviada ou dispensada nas farmácias do Sistema Único de Saúde . é privativo de farmácia ou drogaria e somente poderá ser efetuado mediante receita.Retida no estabelecimento farmacêutico" e a "2ª via .º da inscrição no Conselho Regional e no caso da instituição.Devolvida ao Paciente". onde a receita ficará retida. contendo o nome e endereço do consultório e/ ou da residência do profissional.quantidades correspondentes estejam devidamente identificadas nos rótulos da embalagem primária do medicamento. Fica vedada a prescrição de medicamentos a base de substâncias constantes da lista "C4" (anti-retrovirais). Art. somente poderão ser aviadas quando prescritas por profissionais devidamente habilitados e com os campos descritos abaixo devidamente preenchidos: a) identificação do emitente: impresso em formulário do profissional ou da instituição. Art. nome e endereço da mesma. sendo a "1ª via . em qualquer forma farmacêutica ou apresentação. No caso do medicamento adquirido em farmácias ou drogarias será considerado o previsto no artigo anterior. deverá ser entregue um receituário médico com informações sobre seu tratamento. contendo medicamentos a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) e "C5" (anabolizantes) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. 54 A prescrição de medicamentos a base de substâncias anti-retrovirais (lista "C4"). Ao paciente. Art.

respectivamente. contendo obrigatoriamente: o diagnóstico ou CID. os medicamentos a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) e "C5" (anabolizantes) deste Regulamento Técnico e de suas Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 193 . manualmente de forma legível ou com carimbo. para visto. dentro de 72 (setenta e duas) horas. d) data da emissão. § 2º Em caso de emergência.b) identificação do usuário: nome e endereço completo do paciente. f) identificação do registro: na receita retida. quando tratar-se de formulações magistrais. este poderá apenas assiná-la. oficiais ou particulares. deverá identificar sua assinatura. inscrição no Conselho Regional e assinatura devidamente identificada. clínicas médicas e clínicas veterinárias. e) assinatura do prescritor: quando os dados do profissional estiverem devidamente impressos no cabeçalho da receita. forma farmacêutica. e no caso de uso veterinário. § 1º As prescrições por cirurgiões dentistas e médicos veterinários só poderão ser feitas quando para uso odontológico e veterinário. a quantidade aviada e. poderá ser aviada ou dispensada a receita de medicamento a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. Art. também o número do registro da receita no livro correspondente. quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e posologia. nome e endereço completo do proprietário e identificação do animal. No caso de o profissional pertencer a uma instituição ou estabelecimento hospitalar. c) nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB). Município ou Distrito Federal. 56 Nos estabelecimentos hospitalares. data. O estabelecimento que aviar ou dispensar a referida receita deverá anotar a identificação do comprador e apresentá-la à Autoridade Sanitária do Estado. constando a inscrição no Conselho Regional. a justificativa do caráter emergencial do atendimento. dosagem ou concentração. em papel não privativo do profissional ou da instituição. deverá ser anotado no verso.

no máximo. as concentrações que constam de Literaturas Nacional e Internacional oficialmente reconhecidas (ANEXO XIV). 58 A prescrição de anti-retrovirais poderá conter em cada receita. ou medicamentos que as contenham. 61 As plantas constantes da lista "E" (plantas que podem originar substâncias entorpecentes e/ou psicotrópicas) e as substâncias Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 194 . Art. 59 A quantidade prescrita de cada substância constante da lista "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) e "C5" (anabolizantes). ficará limitada a 5 (cinco) ampolas e para as demais formas farmacêuticas. subscrita por profissional em exercício no mesmo. No caso de formulações magistrais. no máximo 5 (cinco) substâncias constantes da lista "C4" (antiretrovirais) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. Parágrafo único . Parágrafo único.atualizações. deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. o prescritor deverá apresentar justificativa com o CID ou diagnóstico e posologia. Art. 60 Acima das quantidades previstas nos artigos 57 e 59. no máximo 3 (três) substâncias constantes da lista "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. Art. No caso de prescrição de substâncias ou medicamentos antiparkinsonianos e anticonvulsivantes. Parágrafo único. as formas farmacêuticas deverão conter. Art. mediante receita privativa do estabelecimento. a quantidade para o tratamento correspondente a no máximo 60 (sessenta) dias. ou medicamentos que as contenham. obedecendo ao disposto no artigo 55 deste Regulamento Técnico. Para pacientes em tratamento ambulatorial será exigida a Receita de Controle Especial em 2 (duas) vias. a quantidade ficará limitada até 6 (seis) meses de tratamento. 57 A prescrição poderá conter em cada receita. poderão ser aviados ou dispensados a pacientes internados ou em regime de semi-internato. Art. ou medicamentos que as contenham. datando e assinando as duas vias.

antidepressivos.º 344. n. republicada no DOU de 01/02/99. antipsicóticos.Substâncias e Medicamentos As substâncias incluídos nesta Portaria estão enquadrados nas Convenções Internacionais de 1961. sedativos e hipnóticos. Lista A3 . 1988. psicoestimulantes. de 12 de maio de 1998. Segue texto.Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial) Para prescrição e dispensação. anorexígenos. Portaria n. de acordo com a Portaria SVS/MS. deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. não opiódes.º 344. 27º.da lista "F" (substâncias de uso proscrito no Brasil). • Sujeitos à Notificação de Receita "A" Listas A1.Psicotrópicos Anorexígenos Ansiolíticos. da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde.Psicotrópicos Estimulante do SNC. de 12 de maio de 1998. • Sujeitos à Notificação de Receita Especial Lista C2 – Retinóides Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 195 . (BRASIL. art. tranquilizantes. in verbis : I . As substâncias e medicamentos que as contenham possuem ação sobre o Sistema Nervoso Central. A2 – Entorpecentes • Anestésicos gerais (injetáveis). Ministério da Saúde. • Sujeitos à Notificação de Receita "B" Listas B1. § 1º e 2º . 1971. B2 . não poderão ser objeto de prescrição e manipulação de medicamentos alopáticos e homeopáticos. também existem outras normas que devem ser obedecidos. caput. analgésicos opióides.

Para os anorexígenos além destes dizeres possui a frase: "Atenção: Este medicamento pode causar Hipertensão Pulmonar". "Venda sob Prescrição Médica . antipsicóticos e ansiolíticos. anestésicos gerais. antitussígenos.O abuso deste Medicamento Pode Causar Dependência" (para os medicamentos sujeitos à Notificação de Receita "B"). nas Orelhas.Anabolizantes II . "Venda sob Prescrição Médica" – "Atenção – Risco para Mulheres Grávidas. Lista C2 . anticonvulsivantes e antiepilépticos.Retinóides de uso tópico Lista C4 – Antiretrovirais.Pode Causar Dependência Física ou Psíquica" (para os medicamentos sujeitos à Notificação de Receita "A").Imunossupressores (Talidomida). atendimento ao programa de saúde) • Sujeito à Receita de Controle Especial Lista C1 – Outras substâncias de controle especial Antidepressivos. antiparkinsonianos.Retinóides de uso sistêmico • Sujeitos à Notificação de Receita Talidomida Lista C3 .Atenção .Embalagem Os medicamentos com faixa preta contém os seguintes dizeres: "Venda sob Prescrição Médica . neurolépticos. no Coração e no Sistema Nervoso do Feto" (para os medicamentos sujeitos à Notificação de Receita Especial – Retinóides de uso sistêmico) Os medicamentos sujeitos à Receita de Controle Especial conterá faixa vermelha e com os seguintes dizeres: Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 196 . Lista C5 . (dispensação somente em estabelecimentos públicos. Causa Graves Defeitos na Face.

Ele pode causar problemas ao Feto" (para os medicamentos Retinóides de uso tópico) As farmácias deverão fazer constar nos rótulos os mesmos dizeres acima descritos (poderá ser em forma de etiquetas). não podendo manipular com substâncias retinóides de uso sistêmico. III . hospitais.O uso incorreto causa Resistência do vírus da AIDS e falha no Tratamento" (para medicamentos antirretrovirais). Paciente tem trinta dias."Venda sob prescrição médica . "Venda sob Prescrição Médica" – "Atenção .cor amarela • Notificação de Receita "A" (oficial) • Impressa pela Secretaria de Estado da Saúde e distribuída pela VISA* mediante preenchimento de ficha cadastral. a partir da data da sua emissão. clínicas ou instituição.Prescrição. caso esteja Grávida. • Impressa pelo profissional. Modelos das Notificações de Receitas "B" (azul) e Especial (branca) • Notificação de Receita "B" e Notificação de Receita Especial (Retinóides de uso sistêmico) • Só poderá ser utilizada dentro do Estado que concedeu a numeração. Modelo da Notificação de Receita "A" (oficial) .Não use deste Medicamento sem consultar seu Médico. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 197 . • Poderá ser utilizada em todo Território Nacional.Só pode ser vendido com retenção de receita". • Campos obrigatórios para a preenchimento da Notificação de Receita A encontram-se descritos abaixo. para adquirir o medicamento constante da notificação de receita. "Venda sob Prescrição Médica" – "Atenção .

Posologia – quantidade que o paciente irá utilizar por dia ou hora. • Quantidade limite do medicamento permitido para o devido tratamento. Quantidade e Forma farmacêutica – quantidade necessária constando a dosagem ou concentração por unidade posológica. • Notificação de Receita "B" Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 198 .identificação com o nome do consultório. caso esta inscrição não esteja devidamente impressa no campo emitente.• A numeração é concedida pela VISA* da localidade do consultório ou do estabelecimento de saúde. Paciente.Unidade Federada (SP) Nº . Campos obrigatórios para a impressão e preenchimento das Notificações de Receita: UF . Data e Assinatura do prescritor. Identificação da gráfica – nome. • A Notificação de Receita Especial (retinóides de uso sistêmico) deverá estar acompanhada de Termo de Consentimento PósInformação. • Notificação de Receita "A" 5 ampolas e para as outras formas farmacêuticas a quantidade corresponde a 30 (trinta) dias de tratamento. e endereço completo.numeração concedida pela VISA* Emitente. Medicamentos ou substâncias – designar pelo nome genérico ou comercial.nome e endereço completos. hospital ou do profissional. endereço e CNPJ impressos no rodapé fazendo constar a numeração por ela impressa. identificando a assinatura mediante carimbo com inscrição no Conselho Regional.

• A 1º via da receita fica retida na farmácia e a 2º será devolvida ao paciente para orientação e como documento comprobatório de uso. É vedada a prescrição de anti-retrovirais por médico veterinário e dentista. No verso do original e da 2º via das receitas a farmácia deverá colocar carimbo do estabelecimento e quantidade das unidades aviadas. Encontra-se proibidas as associações medicamentosas. No caso dos anti-retrovirais poderá conter até 05 (cinco) substâncias ou medicamentos. A Receita poderá possuir até 03 (três) substâncias ou medicamentos. Acima das quantidades deve acompanhar justificativa do profissional para o paciente comprar o medicamento. nas concentrações que constam das Literaturas. • Observações importantes: No caso das formulações só poderá conter uma substância. Receita de Controle Especial ou Receita Comum • Receituário do profissional ou da instituição deve ser em 02 (duas) vias. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 199 . • No verso da original e da cópia a farmácia deverá colocar carimbo do estabelecimento e a quantidade das unidades aviadas. • Quantidade limite do medicamento para o devido tratamento. Acima deve acompanhar justificativa para o paciente adquirir na farmácia ou drogaria. As quantidades permitidas são 5 ampolas ou/e para as outras formas farmacêuticas a quantidade correspondente a 60 (sessenta) dias de tratamento. bem como preencher o campo da Notificação de Receita. digitada ou manuscrita. A prescrição pode ser datilografada.5 ampolas ou e para as outras formas farmacêuticas a quantidade corresponde a 60 (sessenta) dias de tratamento. • Notificação de Receita Especial (Retinóides sistêmico) 5 ampolas ou e para as outras formas farmacêuticas a quantidade corresponde a 30 (trinta) dias de tratamento.

) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 200 . da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. após o aviamento. de 12 de maio de 1998. (BRASIL. republicada no DOU. Portaria nº 344. de 01/02/99. à VISA regional ou local.Em caso de emergência ou quando receber Notificação de Receita "A" de outro Estado ou Receita de Controle Especial ou Receita Comum. Ministério da Saúde. para "visto". a farmácia ou drogaria deverá apresentá-las no prazo de 72 horas.

Art. 79 É vedado às drogarias o fracionamento da embalagem original de medicamentos a base de substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico.EEM MB BA ALLA AG GEEM M Devem ser observados os seguintes quesitos oficiais : CAPÍTULO IX DA EMBALAGEM Art. Parágrafo único. 78 Os medicamentos a base de substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações deverão ser comercializados em embalagens invioláveis e de fácil identificação. rótulos e embalagens dos medicamentos que contenham substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. na altura do terço médio e com largura não inferior a um terço da largura do maior lado da face maior. deverão ter uma faixa horizontal de cor preta abrangendo todos os lados. contendo os dizeres: "Venda sob Prescrição Médica" . 80 Os rótulos de embalagens de medicamentos a base de substâncias constantes das listas "A1"e "A2" (entorpecentes) e "A3" (psicotrópicos). Art."Atenção: Pode Causar Dependência Física ou Psíquica". Nas bulas dos medicamentos a que se refere o caput deste artigo deverá constar obrigatoriamente. a expressão: "Atenção: Pode Causar Dependência Física ou Psíquica". 77 É atribuição da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde a padronização de bulas. em destaque e em letras de corpo maior de que o texto. Art. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 201 .

a expressão: "O Abuso deste Medicamento pode causar Dependência". em destaque e em letras de corpo maior de que o texto. deverá constar. na altura do terço médio e com largura não inferior a um terço da largura do maior lado da face maior. deverá constar. no rótulo e bula.O Uso Incorreto Causa Resistência do Vírus da AIDS e Falha no Tratamento". 83 Os rótulos de embalagens dos medicamentos a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial). em destaque e em letras de corpo maior de que o texto. deverão ter uma faixa horizontal de cor vermelha abrangendo todos os seus lados. obrigatoriamente. deverão ter uma faixa horizontal de cor preta abrangendo todos seus lados. 82 Nos casos dos medicamentos contendo a substância Anfepramona (lista "B2". na altura do terço médio e com largura não inferior a um terço da largura do maior lado da face maior. deverá constar. obrigatoriamente. psicotrópicos-anorexígenos) deverá constar. "C4" (anti-retrovirais) e "C5" (anabolizantes). contendo os dizeres: "Venda sob Prescrição Médica" . a frase: "Atenção: Este Medicamento pode causar Hipertensão Pulmonar". Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 202 . a expressão: "Venda Sob Prescrição Médica". "C2" (retinóides de uso tópico) "C4" (antirretrovirais) e "C5" (anabolizantes) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações."O Abuso deste Medicamento pode causar Dependência"."Só Pode ser Vendido com Retenção da Receita".Art. a expressão: "Venda Sob Prescrição Médica" . em destaque e em letras de corpo maior de que o texto. Art. Parágrafo único. 81 Os rótulos de embalagens de medicamentos a base de substâncias constantes das listas "B1" e "B2" (psicotrópicos). em destaque. § 1º Nas bulas e rótulos dos medicamentos a que se refere o caput deste artigo para as listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial). Nas bulas dos medicamentos a que se refere o caput deste artigo. obrigatoriamente. Art. § 2º Nas bulas e rótulos dos medicamentos que contêm substâncias anti-retrovirais. constantes da lista "C4" deste Regulamento Técnico e de suas atualizações."Atenção .

contendo os dizeres "Venda Sob Prescrição Médica" . no Coração e no Sistema Nervoso do Feto". Causa Graves Defeitos na Face. caso esteja Grávida.§ 3º Nas bulas e rótulos dos medicamentos de uso tópico. que contêm substâncias retinóicas."Atenção: Risco para Mulheres Grávidas. deverá constar. a base de substâncias constantes das listas "C2" (retinóicas) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. no Coração e no Sistema Nervoso do Feto"."Atenção: Risco para Mulheres Grávidas. obrigatoriamente. constantes da lista "C2" deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. § 5º Nas bulas e rótulos do medicamento que contem misoprostol deve constar obrigatoriamente ao expressão: "Atenção: Risco para Mulheres Grávidas" – "Venda e uso Restrito a Hospital". nas Orelhas. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 203 . Nas bulas dos medicamentos a que se refere o caput deste artigo. 84 Os rótulos de embalagens dos medicamentos de uso sistêmico. a expressão: "Venda Sob Prescrição Médica" . Art. a expressão: "Venda Sob Prescrição Médica" . Ele pode causar Problemas ao Feto". obrigatoriamente. deverá constar. Parágrafo único. § 4º Na face anterior e posterior da embalagem dos medicamentos a base da substância misoprostol constante da lista C1 (outras substâncias sujeitas a controle especial) deste Regulamento Técnico deverá constar obrigatoriamente. em destaque um símbolo de uma mulher grávida dentro do círculo cortado ao meio e as seguintes expressões inseridas na tarja vermelha: "Atenção: Uso sob Prescrição Médica" – "Só pode ser utilizado com Retenção de Receita" – "Atenção: Risco para Mulheres Grávidas" – "Venda e uso Restrito a Hospital". em destaque e em letras de corpo maior de que o texto. em destaque e em letras de corpo maior de que o texto.Não Use este Medicamento sem Consultar o seu Médico. manipulados ou fabricados. Causa Graves Defeitos na Face. na altura do terço médio e com largura não inferior a um terço da largura do maior lado da face maior."Atenção . deverão ter uma faixa horizontal de cor vermelha abrangendo todos os seus lados. nas Orelhas.

Portaria n.Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 204 . de 12 de maio de 1998. Art. Ministério da Saúde.º 344.Art. arts. (BRASIL. 86 As formulações magistrais contendo substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações deverão conter no rótulo os dizeres equivalentes aos das embalagens comerciais dos respectivos medicamentos. 85 Os rótulos das embalagens dos medicamentos contendo as substâncias da lista "C3" (imunossupressoras) e do medicamento Talidomida seguirão o modelo estabelecido em legislação sanitária em vigor. 77 a 86 .

prescritores consultórios médicos em e odontológicos. imagens. figuras. devem se apresentar idênticos aos aprovados para constar na embalagem original. § 3º É vedada a distribuição de amostras grátis de medicamentos isentos de prescrição. exceto quando aprovado pela Anvisa. que deverão ter a quantidade de 100% do conteúdo da apresentação original registrada na Anvisa e comercializada pela empresa. § 2º . 33 A distribuição de amostras grátis de medicamentos somente pode ser feita pelas empresas ambulatórios.Os dizeres de rotulagem e o layout das amostras grátis não contemplados neste artigo. que deverão ter a quantidade suficiente para o tratamento de um paciente. etiquetas e prospectos.A AM MO OSSTTR RA A--G GR RÁ ÁTTIISS A le gisla çã o ma is a tua l prevê o seguinte: REQUISITOS PARA AMOSTRAS GRÁTIS Art. 35 As embalagens das amostras grátis devem conter a expressão ''AMOSTRA GRÁTIS'' não removível.As embalagens secundárias das amostras grátis não podem veicular designações. para constar na embalagem original. § 2º É vedada a distribuição de amostras grátis de preparações magistrais. § 1º . slogans e quaisquer argumento s de cunho publicitário. símbolos. § 1º É vedado distribuição de amostras grátis de medicamentos biológicos. Art. desenhos. e dos anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 205 . com exceção dos antibióticos. aos profissionais hospitais. 34 As amostras grátis de medicamentos de venda sob prescrição médica devem conter 50% do conteúdo da apresentação original registrada na Anvisa e comercializada pela empresa. Art. bem como as bulas.

conforme os dispositivos corre la tos a seguir: Art. A instituição deverá dar entrada em Livro de Registro da quantidade recebida. § 2º Em caso de o profissional doar medicamentos amostrasgrátis à instituição a que pertence. em suas embalagens originais. registrada e comercializada. § 5° A distribuição de amostras grátis de medicamentos à base de substâncias sujeitas a controle especial dar-se-á também mediante os dispositivos regulamentados na legislação sanitária vigente.§3º .O número de registro constante na amostra grátis deve conter os treze dígitos correspondentes à embalagem original. da qual se fez a amostra. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 206 . ANVISA. pelo período de 2 (dois) anos. deverá fornecer o respectivo comprovante de distribuição devidamente assinado. e a empresa deve manter atualizado e disponível à Agência Nacional de Vigilância Sanitária o quadro de distribuição de amostras por um período mínimo de dois anos. (BRASIL. § 4º É vedada a distribuição de amostras-grátis de medicamentos a base de Misoprostol. exclusivamente aos profissionais médicos. arts.º 96/2008. ficando a disposição da Autoridade Sanitária para fins de fiscalização. Resolução da Diretoria Colegiada – RDC – n. § 1º Será permitida a distribuição de amostras grátis de medicamentos que contenham substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) e "C4" (antirretrovirais) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações. § 3º O comprovante a que se refere o caput deste artigo. 33 a 35). há ta mbém outra s questões a serem observa da s. § 4° Deve constar da rotulagem da amostra grátis o número de lote. que assinarão o comprovante de distribuição emitido pelo fabricante. deverá ser retido pelo fabricante ou pela instituição que recebeu a amostra-grátis do médico. No e nta nto. distribuir amostras grátis de 89 É proibido substâncias e/ou medicamentos constantes deste Regulamento Técnico e de suas atualizações.

(BRASIL. caput e parágrafo único). Fica igualmente proibida a distribuição dos medicamentos constantes nos adendos das listas citadas no caput deste artigo. "C2" (retinóides de uso sistêmico). "A3". 126 Fica proibida a distribuição de amostras grátis de medicamentos a base de substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes). Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 207 . "C5" (anabolizantes) e o misoprostol constante das listas "C1" da Portaria SVS/MS n.[. 126...] Também: Art. "C3" (imunossupressores). Portaria nº 6 de 29/01/1999. "B1" e B2 (psicotrópicos). ANVISA.º 344/98 e de suas atualizações. Parágrafo único. art.

EESSC CR RIITTU UR RA AÇ ÇÃ ÃO O– –R REEG GIISSTTR RO O -. fracionar. distribuidoras. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 208 . dispensar. § 2º Livro de Receituário Geral – para farmácias magistrais. embalar. laboratórios farmacêuticos. entidade ou órgão oficial que produzir. comprar. livros de escrituração conforme a seguir discriminado: § 1º Livro de Registro Específico (ANEXO XVIII) – para indústria farmoquímica. distribuir. 62 Todo estabelecimento.B BA ALLA AN NÇ ÇO O Há normas específicas quanto a forma de escrituração: CAPÍTULO VI DA ESCRITURAÇÃO Art. reembalar. beneficiar. utilizar. drogarias e farmácias. comercializar. com qualquer finalidade deverá escriturar e manter no estabelecimento para efeito de fiscalização e controle. extrair. armazenar ou manipular substância ou medicamento de que trata este Regulamento Técnico e de suas atualizações. preparar. vender. transformar. fabricar.

§ 3º Excetua-se da obrigação da escrituração de que
trata este capítulo, as empresas que exercem exclusivamente a atividade de
transportar.
Art. 63 Os Livros de Receituário Geral e de Registro
Específico deverão conter Termos de Abertura e de Encerramento (ANEXO XIX),
lavrados pela Autoridade Sanitária do Estado, Município ou Distrito Federal.
§ 1º Os livros a que se refere o caput deste artigo,
poderão ser elaborados através de sistema informatizado previamente avaliado
e aprovado pela Autoridade Sanitária do Estado, Município ou Distrito Federal.
§ 2º No caso do Livro de Registro Específico, deverá
ser

mantido

um

livro

para

registro

de

substâncias

e

medicamentos

entorpecentes (listas "A1" e "A2"), um livro para registro de substâncias e
medicamentos psicotrópicos (listas "A3", "B1" e "B2"), um livro para as
substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial (listas "C1", "C2", "C4"
e "C5") e um livro para a substância e/ou medicamento da lista "C3"
(imunossupressoras).
§ 3º Cada página do Livro de Registro Específico
destina-se a escrituração de uma só substância ou medicamento, devendo ser
efetuado o registro através da denominação genérica (DCB), combinado com o
nome comercial.
Art. 64 Os Livros, Balanços e demais documentos
comprovantes de movimentação de estoque, deverão ser arquivados no
estabelecimento pelo prazo de 2 (dois) anos, findo o qual poderão ser
destruídos.
§

A

escrituração

de

todas

as

operações

relacionadas com substâncias constantes nas listas deste Regulamento Técnico e
de suas atualizações, bem como os medicamentos que as contenham, será feita
de modo legível e sem rasuras ou emendas, devendo ser atualizada
semanalmente.
§ 2º O Livro de Registro Específico do estabelecimento
fornecedor das substâncias constantes da lista "C3" (imunossupressoras) e do
medicamento Talidomida, bem como os demais documentos comprovantes da
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

209

movimentação de estoque deverão ser mantidos no estabelecimento pelo prazo
de 5 (cinco) anos.
§

Os

órgãos

oficiais

credenciados

junto

a

Autoridade Sanitária competente, para dispensar o medicamento Talidomida
deverão possuir um Livro de Registro de Notificação de Receita, contendo a data
de dispensação, o nome, idade e sexo do paciente, o CID, quantidade de
comprimidos, o nome e CRM do médico e o nome do técnico responsável pela
dispensação. Este Livro deverá permanecer na unidade por um período de 10
(dez) anos.
Art. 65 Os Livros de Registros Específicos destinam-se
a anotação, em ordem cronológica, de estoque, entradas (por aquisição ou
produção), saídas (por vendas, processamento, beneficiamento, uso) e perdas.
Art. 66 Quando, por motivo de natureza fiscal ou
processual, o Livro de Registro Específico for apreendido pela Autoridade
Sanitária ou Policial, ficarão suspensas todas as atividades relacionadas a
substâncias e/ou medicamentos nele registrados até que o referido livro seja
liberado ou substituído.
(BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.º 344, de 12
de maio de 1998, arts. 62 a 66 - Regulamento Técnico sobre substâncias e
medicamentos sujeitos a controle especial)

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

210

EEX
XIIG
GÊÊN
NC
CIIA
AD
DA
AP
PR
REESSEEN

ÇA
AD
DO
OP
PR
RO
OFFIISSSSIIO
ON
NA
ALL TTÉÉC
CN
NIIC
CO
O

A legislação prevê exigência do profissional técnico, seja a
farmácia do sistema público ou particular, conforme segue.
O

Decreto

85.878/81

estabelece

normas para execução de Lei nº 3.820/60, sobre o exercício
da profissão de farmacêutico e decreta que é atribuição
privativa dos profissionais farmac êuticos o desempenho de
funções

de

dispensação

ou

manipulação

de

fórmulas

magistrais e farmacopéicas, quando a serviço do público
em geral ou mesmo de natureza privada .
Art. 2º - As disposições desta Lei abrangem as
unidades congêneres que integram o serviço público civil e militar da
administração direta e indireta, da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos
Territórios e dos Municípios e demais entidades paraestatais, no que concerne
aos conceitos, definições e responsabilidade técnica.
Art. 15 - A farmácia [o texto oficial não diferencia
farmácia pública de privada, pelo contrário, os arts. 2 e 27, par.2, informam que
a lei abrange também o serviço público] e a drogaria terão, obrigatoriamente,
a assistência de técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de
Farmácia, na forma da lei.
§ 1º - A presença do técnico responsável será
obrigatória durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento.
§ 2º - Os estabelecimentos de que trata este artigo
poderão manter técnico responsável substituto, para os casos de impedimento
ou ausência do titular.
§ 3º - Em razão do interesse público, caracterizada a
necessidade da existência de farmácia ou drogaria, e na falta do farmacêutico, o
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

211

órgão sanitário de fiscalização local licenciará os estabelecimentos sob a
responsabilidade técnica de prático de farmácia, oficial de farmácia ou outro,
igualmente inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei.
[...]
Art. 20 - A cada farmacêutico será permitido exercer a
direção técnica de, no máximo, duas farmácias, sendo uma comercial e uma
hospitalar.
[...]
Art.

27

[...]

§

Contarão

também,

obrigatoriamente, com a assistência técnica de farmacêutico responsável os
setores de dispensação dos hospitais públicos e privados e demais
unidades de saúde, distribuidores de medicamentos, casas de saúde,
centros de saúde, clínicas de repouso e similares que dispensem,
distribuam ou manipulem medicamentos sob controle especial ou sujeitos a
prescrição médica. (Redação dada pelo Decreto nº 793, de 1993)
§

A

presença

do

farmacêutico

responsável será obrigatória durante todo o horário de funcionamento
dos estabelecimentos mencionados no parágrafo anterior e no caput deste
artigo. (Incluído pelo Decreto nº 793, de 1993)
[...]
§ 5° Todos os estabelecimentos de dispensação
de medicamentos, incluindo os serviços ambulatoriais e hospitalares da
rede pública e do setor privado, ficam obrigados a fixar de modo visível, no
principal local de atendimento ao público, e de maneira permanente, placa
padronizada indicando o nome do estabelecimento, o nome do farmacêutico
responsável, o número de seu registro no CRF, seu horário de trabalho
no estabelecimento, bem como os números dos telefones do órgão de
vigilância sanitária e do Conselho Regional de Farmácia, para receberem
reclamações ou sugestões sobre infrações à lei. (Incluído pelo Decreto nº 793,
de 1993)

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

212

(BRASIL, Presidência da República, Lei nº 5991, de
17/12/1973, art. 15, caput e parágrafos 1 a 3; art. 20; 27 §2, 3 e 5. Glosa e
grifo do redator).

As farmácias e drogarias funcionarão, depois de
devidamente licenciadas e, obrigatoriamente, sob a responsabilidade de
técnico legalmente habilitado com termo de responsabilidade assinado
perante a autoridade sanitária competente;
§ 1.º - A presença do técnico responsável será
obrigatória durante todo o horário de funcionamento dos estabelecimentos
mencionados neste artigo.
(Decreto nº 12.479, Art. 25, de 18 de outubro de
1978 de São Paulo)

E, também:
[...] a farmácia deve ser considerada estabelecimento
[...] comercial diferenciado. Portanto, deve estar em absoluta conformidade com
as definições constantes da Lei n.º 8.080/90, bem como dispor da obrigatória
presença do profissional responsável.
[...]
esta iniciativa ultrapassa os limites do setor saúde,
abrangendo outros ministérios e esferas de Governo, além da sociedade
e das corporações profissionais [...]
(Portaria nº 3.916/MS/GM, de 30 de outubro de 1998 DOU de 10/11/98, anexo, item 3.4- grifo do revisor)

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

213

Não obstante, foi aprov ado outro Projeto de Lei:

"Dispõe sobre a obrigatoriedade de presença de
farmacêutico nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).”
AUTOR: Deputada VANESSA GRAZZIOTIN
RELATORA: Deputado JOÃO DADO
I. RELATÓRIO
A proposição em epígrafe, de autoria da Deputada
VANESSA GRAZZIOTIN, dispõe sobre a obrigatoriedade de presença de
farmacêutico nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a proposição, as unidades de saúde do
Sistema Único de Saúde, que dispõem de farmácias, drogarias ou dispensários
de medicamentos, também estão obrigados a manter em seus quadros
profissional farmacêutico habilitado e inscrito nos respectivos conselhos
regionais de farmácia.
(PROJETO DE LEI Nº 3.752, DE 2008. Parecer
aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) em
07/07/2010).

Dirimindo dúvida s que porventura resta ssem:
Art. 2º As disposições desta Portaria abrangem as farmácias
em hospitais que integram o serviço público, da Administração Direta e Indireta, da
União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e de entidades privadas com ou
sem fins lucrativos, inclusive filantrópicas.
4.4. RECURSOS HUMANOS. A farmácia em hospitais deve
contar com farmacêuticos e auxiliares, necessários ao pleno desenvolvimento de suas
atividades, considerando a complexidade do hospital, os serviços ofertados, o grau de
informatização e mecanização, o horário de funcionamento, a segurança para o
trabalhador e usuários
A

responsabilidade

técnica

da

farmácia

hospitalar

é

atribuição do farmacêutico, inscrito no Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição,
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

214

Portaria nº 4. de dezembro de 2010. art. A farmácia hospitalar deve promover ações de educação permanente dos profissionais que atuam no hospital. Ministério da Saúde. 4 e anexo. nos temas que envolvam as atividades por elas desenvolvidas.4) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 215 . (BRASIL.nos termos da legislação vigente.283. capítulo 4.

M
MEED
DIIC
CA
AM
MEEN
NTTO
OSS V
VEER
RSSU
USS R
REEM
MÉÉD
DIIO
OSS

REMÉDIO
Remédio
termo

amplo,

terapêuticos

que
tais

é

um

designa

recu rsos

como:

repouso,

psicoterapia, fisioterapia, acupuntura,
massagem, oração, carinho, atenção,
música,
utilizados

dança,
para

cirurgia
auxiliar

e
o

outros
corpo

a

reagir às doenças ou a seus sintomas. E .g.: O soro
caseiro é o remédio mais eficiente para evitar a
desidratação e constitui um dos maiores avanços da
terapêutica neste século, mas não é um medicamento ,
nem pode legalmente ser comercial izado.
As
apresentam

alguns

ilustrações
tipos

de

deste

recursos

tópico
que

são

utilizados como remédios.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

216

Uma

definição

clássica

da

diferença

entre

remédio

e

medicamento é a seguinte:
Um remédio é qualquer substância ou recurso
utilizado para obter cura ou alívio. Diferentemente de fármaco, a substância
utilizada não necessita ser conhecida quimicamente (DROGA, FÁRMACO,
MEDICAMENTO, REMÉDIO, no http://usuarios.cultura.com.br; Acesso em 20 Dez
2008)

Outros exemplos de remédios:
Banho
Massagem
Chás caseiros
Alimentação saudável
Uso de ervas

MEDICAMENTO
Segundo a legislação de Portugal, que muito influencia na
brasileira, medicamento é:
Toda a substância
ou associação de substâncias apresentada
como possuindo propriedades curativas ou
preventivas de doenças em seres humanos
ou dos seus sintomas ou que possa ser
utilizada ou administrada no ser humano
com vista a estabelecer um diagnóstico
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

217

médico ou, exercendo uma acção farmacológica, imunológica ou metabólica, a
restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas. (Decreto-Lei n.o 176/2006
de 30 de Agosto; Artigo 3º; alínea ee)

Já Farmacopéia brasileira dá a seguinte def inição:
"produto

farmacêutico,

tecnicamente

obtido

ou

elaborado com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de
diagnóstico. É uma forma farmacêutica terminada que contém o fármaco,
geralmente em associação com adjuvantes farmacotécnicos." (Resolução RDC,
nº 84/02).

Que, por sua vez, segue o conceito adotado por lei:
II

-

Medicamento

-

produto

farmacêutico,

tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa
ou para fins de diagnóstico (LEI No 5.991, DE 17 DE DEZEMBRO DE 1973, art.4,
inciso II)

MEDICAMENTO GENÉRICO
Medicamento

genérico

é

todo

p roduto

farmacêutico desenvolvido e fabricado a partir de uma substância
ativa,

forma

farmacêutica

e

dosagem

idênticas

a

de

um

medicamento considerado de referência já existente no mercado
farmacêutico. Tem o mesmo efeito terapêutico , dosagem e a
mesma indicação que o medicamento considerado de referência
para aquele princípio ativo . A compatibilidade entre dosagens é comprovada por
rígidos testes laboratoriais e clínicos para obter o registro de genérico.
Portanto, todo medicamento tem uma denominação genérica, mas nem
todo medicamento tem o seu genérico (produto genérico).
Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

218

MEDICAMENTO FITOTERÁPICO
Fitoterápicos são medicamentos obtidos a partir de
plantas medicinais. Eles são obtidos empregando-se exclusivamente derivados
de droga vegetal (extrato, tintura, óleo, cera, exsudato, suco, e outros). Não é
objeto de registro como medicamento fitoterápico, planta medicinal ou suas
partes, após processos de coleta, estabilização e secagem, podendo ser íntegra,
rasurada, triturada ou pulverizada. (ANVISA. Agência Nacional de Vigilância
Sanitária,

disponível

em

<http://www.anvisa.gov.br/

medicamentos/fitoterapicos/definicao.htm#>. Acesso em 29/06/11, 12:04:07.

Os fitote rá picos, a ssim como todos os medica mentos , devem
oferecer ga ra ntia de qua lida de , ter efeitos tera pêuticos comprova dos, composiçã o
pa droniza da e se gura nça de uso pa ra a popula çã o .
A
leva nta me ntos

e ficá cia

e

e tnofa rma cológicos,

a

segura nça

devem

documenta ções

ser

va lida da s

te cnocientífica s

em

a tra vés

de

bibliogra fia

e/ou publica çõe s inde xa da s e /ou estudos fa rma cológicos e toxicológicos pré -clínicos e
clínicos.
A qua lida de deve ser a lca nça da media nte o controle da s ma téria s prima s, do produto a ca ba do, ma teria is de emba l a gem, formula çã o fa rma cêutica e
estudos de e sta bilida de .

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

219

AS DENOMINAÇÕES DOS MEDICAMENTOS
Um mesmo medicamento pode ser identificado por seu nome comercial (ou
fantasia ou de marca), pela denominação genérica do princípio ativo, ou então pelo seu respectivo nome
químico.
NOME COMERCIAL: É determinado/escolhido pelo laboratório que produz o
medicamento. É registrado e protegido internacionalmente e identifica um medicamento como produto de
uma determinada indústria. Um mesmo medicamento pode ser comercializado sob muitos nomes de
fantasia. E.g.: Capoten®/ Hipoten® (captopril)
NOME QUÍMICO: É o nome dos elementos químicos que compõem a fórmula
farmacêutica do medicamento. E.g.: O nome químico do Captopril é : L-Prolina, 1-(3-mercapto-2metil-1oxopropil).
DENOMINAÇÃO GENÉRICA – ou DENOMINAÇÃO COMUM BRASILEIRA
(DCB): É usado para identificar o princípio ativo do medicamento, aprovado pela ANVISA (Agência
Nacional de Vigilância Sanitária). É o nome oficial do fármaco, que permite reconhece-lo no país. E.g.:
Captopril, amoxicilina.
Veja na figura a seguir a ilustração do que pode ou não ser intercambiado:

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

220

FFO
OR
RM
MA
ASS EE FFÓ
ÓR
RM
MU
ULLA
ASS FFA
AR
RM
MA
AC
CÊÊU
UTTIIC
CA
ASS

Um mesmo medicamento pode ser identificado por seu nome comercial
(ou fantasia ou de marca), pela denominação genérica do princípio ativo, ou então pelo seu
respectivo nome químico.
FÓRMULA FARMACÊUTICA: É a relação de todos os componentes de
um determinado medicamento. Uma fórmula, em geral, deve constituir-se de princípio ativo e
veículo ou excipiente.

PRINCÍPIO ATIVO: É o agente medicamentoso mais importante de
uma fórmula, é o responsável pelo efeito farmacológico.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

221

FORMA FARMACÊUTICA: é a apresentação ou forma externa de um
medicamento que contém uma dose determinada e permite sua administração ao paciente.
Existem diferentes formas de apresentação dos medicamentos:

SÓLIDAS:

Drágeas, cápsulas, comprimidos, pílulas e pó, para administrar o
medicamento por via oral;
Supositórios para administrar por via retal;
Óvulos para aplicar na vagina.

SEMI-SÓLIDAS:

Unguentos, pomadas, cremes, para aplicar na superfície do corpo
ou na mucosa.

LÍQUIDAS:

Soluções, xaropes, suspensões, para a via oral;
Emulsões e loções para a pele;
Colírios para os olhos;
Líquidos para administração via parenteral.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

222

CLASSIFICAÇÃO DAS FORMAS FARMACÊUTICAS

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

223

O
OSS EEFFEEIITTO
OSS D
DO
OSS M
MEED
DIIC
CA
AM
MEEN
NTTO
OSS

EFEITO DO MEDICAMENTO: É a alteração que ele é capaz de
produzir no organismo.
Como

dito

anteriormente,

cada

medicamento contém uma substância chamada “princípio ativo”
que atua sobre uma parte do corpo e pode produzir um ou mais
efeitos. E.g.: Hidroclorotiazida atua sobre os rins e produz como
um de seus efeitos a diminuição da pressão arterial.
É importante distinguir os vários efeitos
possíveis de um medicamento:

EFEITO FARMACOLÓGICO: O princípio ativo atua sobre determinadas
células e órgãos ou em todo o corpo. O resultado é chamado de efeito farmacológico. Um
medicamento em geral produz múltiplos efeitos e entre eles:

EFEITO PRINCIPAL: É aquele que queremos obter. E.g.: O efeito
farmacológico principal do Salbutamol é a dilatação dos brônquios (broncodilatação) que
permite aliviar um paciente com crise de asma. Salbutamol (DCI) ou Albuterol (USAN) é um β2agonista (Agonista = estimulante) dos receptores adrenérgicos de curta duração utilizado para o
alívio do broncoespasmo em condições como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica
(DPOC). (Rossi S (Ed.) (2004). Medicines Handbook 2004 (AMH). Adelaide: Australian Medicines
Handbook. ISBN 0-9578521-4-2)

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

224

EFEITO

INDESEJÁVEL

OU

ADVERSO

(REAÇÃO

ADVERSA):

Também chamada de REAÇÃO ADVERSA A MEDICAMENTO – RAM. Conforme o próprio nome
está dizendo é um efeito que não desejamos, mas é produzido pelo mesmo medicamento.
Frequentemente são inevitáveis e pouco graves, mas às vezes podem ser muito graves. Ex: o
Salbutamol, além de atuar sobre os brônquios, atua também sobre o coração provocando um
aumento dos batimentos cardíacos (taquicardia). É um efeito adverso, geralmente não grave.
Cabe ressaltar que muitos medicamentos com prescrição e uso comuns
podem provocar efeitos adversos (reações alérgicas), como, por exemplo, o cloranfenicol e a
dipirona (que em 1 caso em 50.000 podem promover aplasia de medula óssea).
Em havendo reações adversas, deve ser preenchida a Ficha
de Notificação de Reação Adversa a Medicamentos (RAM) – Anexo II (consulte
tópico específico com modelo oficial da ficha ).

EFEITO PLACEBO: A administração de medicamentos pode produzir
além do efeito farmacológico, um efeito adicional: o “efeito placebo”, que é um efeito
psicológico que depende da fé ou confiança que o paciente tem no medicamento, na unidade
de saúde ou na pessoa que o orienta (geralmente o médico, a enfermagem e a pessoa do
serviço de farmácia). Por exemplo: Se, ao tomar um comprimido de ácido acetilsalicílico,
sentirmos alívio do sintoma (dor ou febre) em cinco minutos, é considerado efeito placebo, pois
são necessários vinte minutos para que o efeito farmacológico desse medicamento ocorra.

Capacitação em Assistência Farmacêutica
Manual de Procedimentos & Legislação

225

pois nosso serviço deve ter atendimento humanizado e grades em situações emergenciais podem inclusive dificultar o acesso de socorro) O local deve ser propício para a limpeza e a dispensação de medicamentos.C CO OM MO OO OR RG GA AN NIIZZA AR RA A FFA AR RM MÁ ÁC CIIA A A farmácia deve estar localizada em local apropriado. ratos e outros animais. Deve dispor de estantes e estrados para acomodar os medicamentos. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 226 . A farmácia deve ser mantida sempre limpa com a finalidade de prevenir-se o aparecimento de insetos. fresco. evitando assim que umedeçam e fiquem diretamente e m contato com o piso. Em local seguro para evitar roubos (no entanto. não é necessário que se coloque grades. ventilado e sem um idade.

da esquerda para a direita. identificado com uma etiqueta. para não haver erros na contagem de Estoque. Cada medicamento deve ter um luga r estabelecido na estante. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 227 . As caixas de medicamentos que forem abertas devem ser riscadas. Na etiqueta deve constar a denominação genérica. classificá-los por ordem alfabética da denominação genérica . Se conservarmos os medicamentos em frascos. para que sejam dispensados em primeiro lugar. indicando a violação. ou escaninhos. isto é os que vencem primeiro devem ser dispostos na frente. caix as. a quantidade existente anotada. Dispor os medicamentos de acordo com a validade. Separar os medicamentos injetáveis dos de administração por via oral e dos de uso tópico. A seguir. devemos assegurar de que estejam vazios antes de acrescentar novos medicamentos para evitar que se acumulem medicamentos vencidos ou com prazo de validade próximo do vencimento no fundo.O OR RG GA AN NIIZZA AÇ ÇÃ ÃO OD DO OSS M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS Ordená-los corretamente. Ao recebimento remessa de de nova medicamentos sempre verificar a validade dos mesmos com relação aos que estão nas prateleiras.

ou seja. A verificação e a constante para evitar possíveis reposição dos medicamentos deve ser faltas no momento de uso (situação de Emergência). com os medicamentos padronizados pela CFT . A caixa deverá estar com uma relação externa fixada.SMS (Anexo III). quantidade. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 228 . prazo de validade). Sempre estar atento em relação à validade dos itens. relacionando os medicamentos que estão dentro (nome. devem-se evitar mudanças de lugar. concentrações. para que não vençam dentro da caixa.C CA AIIX XA AD DEE EEM MEER RG GÊÊN NC CIIA A A Unidade deverá ter Caixa de Emergência. A Caixa de Emergência d eve ser devidamente identificada e sua localização na Unidade de Saúde deve ser fixa e de conhecimento de todos.

Se for utilizada para Vacinas. E .: vacinas e insulina . ATENÇÃO: Quando armazenar a insulina na geladeira não deixá-la na prateleira próxima ao congelador. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 229 . Abrir a geladeira o mínimo possível.Instrução Técnica sobre Insulinas (Anexo IV). pois poderá congelar. Insulina pode ser armazenada fora da geladeira .C CU UIID DA AD DO OSS C CO OM MA AG GEELLA AD DEEIIR RA A Devemos mantê-la limpa e arrumada. perdendo a atividade.g. Utilizá-la somente para medicamentos . Guardar apenas os medicamentos que necessitam de baixa temperatura de armazenagem. o controle de temperatura d everá ser o recomendado para este insumo. Controlar e anotar a temperatura (com termômetro de máxima e mínima) pelo menos duas vezes ao dia. Nunca para guardar refrescos e comida.

Farmácia Popular é um programa do Governo Federal. que tem como objetivo ampliar o acesso da população aos medicamentos considerados essenciais para o tratamento de doenças com maior ocorrência no país. 821 .(11) 4433-0360 / (11) 4972-5313 Santo André II (FUNDAÇÃO) . que têm dificuldades para realizar o tratamento. A finalidade principal do programa é beneficiar as pessoas. 321 Vila Alzira . Príncipe de Gales. por causa do preço dos medicamentos.Av. A Farmácia Popular tem medicamentos com até 90% de desconto. com vistas à promoção da integralidade do atendimento à saúde.Rua Coronel Seabra.Príncipe de Gales – CEP: 09060-650 .FFA AR RM MÁ ÁC CIIA AP PO OP PU ULLA AR R A Assistência Farmacêutica também é responsável pelo programa Farmácia Popular.(11)4993-5421 / (11)4993-5429 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 230 . A expansão do Programa visa oferecer alternativas de acesso à assistência farmacêutica. Santo André I (NAGUMO ) .CEP: 09176-000 .

A AN NEEX XO OSS À ÀP PO OR RTTA AR RIIA AN Nºº 3 34 44 4..REQUISIÇÃO DA NOTIFICAÇÃO DE RECEITA Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 231 . D DEE 1 122//0 05 5//1 19 98 88 8 ANEXO 06 .

ANEXO 07 - TERMO DE ESCLARECIMENTO PARA O USUÁRIO DA TALIDOMIDA Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 232 .

ANEXO 08 .TERMO DE RESPONSABILIDADE PELO MÉDICO DO USUÁRIO DE TALIDOMIDA Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 233 .

ANEXO 09 – NOTIFICAÇÃO DE RECEITA A Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 234 .

ANEXO 10 – NOTIFICAÇÃO DE RECEITA B Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 235 .

ANEXO 11 – NOTIFICAÇÃO DE RECEITA B VETERINÁRIO Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 236 .

ANEXO 12 – NOTIFICAÇÃO DE RECEITA ESPECIAL – RETINÓIDES SISTÊMICOS Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 237 .

TALIDOMIDA Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 238 .ANEXO 13 – NOTIFICAÇÃO DE RECEITA .

ANEXO 14 – LITERATURAS NACIONAL E INTERNACIONAL OFICIALMENTE RECONHECIDAS Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 239 .

ANEXO 15 – TERMO DE CONHECIMENTOS DE RISCO E CONSENTIMENT O PÓS-INFORMAÇÃO PARA PACIENTES DO SEXO FEMININO MENORES DE 55 ANOS DE IDADE (CONTINUA) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 240 .

(CONTINUAÇÃO) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 241 .

ANEXO 16 – TERMO DE CONHECIMENTOS DE RISCO E CONSENTIMENTO PÓS-INFORMAÇÃO PARA HOMENS OU MULHERES MAIORES QUE 55 ANOS DE IDADE Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 242 .

ANEXO 17 – RECEITUÁRIO CONTROLE ESPECIAL Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 243 .

ANEXO 18 – FOLHA DO LIVRO DE REGISTRO ESPECÍFICO Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 244 .

ANEXO 19 – TERMO DE ABERTURA/ENCERRAMENTO Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 245 .

ANEXO 20 – BALANÇO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVA S E OUTRAS SUJEITAS A CONTROLE ESPECIAL .BSPO Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 246 .

ANEXO 21 – BALANÇO DE MEDICAMENTOS PSICOATIVOS E OUTROS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL – BSPO Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 247 .

ANEXO 22 – MAPA TRIMESTRAL DO CONSOLIDADO DAS PRES CRIÇÕES DE MEDICAMENTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL – MCPM Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 248 .

ANEXO 23 – RELAÇÃO MENSAL DE VENDAS DE MEDICAMENTOS SUJEI TOS A CONTROLE ESPECIAL (RMV) (NÃO APLICÁVEL À ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA MUNICIPAL) ANEXO 24 – RELAÇÃO MENSAL DE NOTIFICAÇÕES DE RECEITA “A” (RMNRA) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 249 .

º 344. bem como os intermediários da METADONA (4-ciano-2-dimetilamina-4. B – éster etílico do ácido 4-fenilpiperidina-4-carboxilíco e C – ácido-1-metil-4fenilpiperidina-4-carboxílico).1-difenilpropano carboxílico) e PETIDINA (A – 4 ciano-1-metil-4fenilpiperidina. de 12 de maio de 1998. em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 250 . 2. MORAMIDA (ácido 2-metil-3-morfolina-1. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima.5 miligramas de DIFENOXILATO calculado como base.4-difenilbutano). preparações a base de DIFENOXILATO. pelo menos. e uma quantidade de Sulfato de Atropina equivalente a. ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial. a lista oficial de substâncias é a seguinte: LISTA . não mais que 2.A1 LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES (Sujeitas a Notificação de Receita "A") ACETILMETADOL ALFAMETADOL ANILERIDINA BETACETILMETADOL BECITRAMIDA CLONITAZENO ACETORFINA ALFAPRODINA BENZETIDINA BETAMEPRODINA BUPRENORFINA CODOXIMA DIAMPROMIDA DIIDROMORFINA DIETILTIAMBUTENO DIMEFEPTANOL (METADOL) DIPIPANONA ETORFINA FENAZOCINA FURETIDINA HIDROXIPETIDINA LEVOMORAMIDA METILDESORFINA MORFERIDINA NORACIMETADOL NORPIPANONA N-OXIMORFINA PROEPTAZINA RACEMORFANO TEBAÍNA DIOXAFETILA ETONITAZENO FENAMPROMIDA FENTANILA HIDROMORFONA LEVOMETORFANO METAZOCINA MIROFINA NICOMORFINA NORMORFINA OXICODONA PIRITRAMIDA RACEMORAMIDA TEBACONA (ACETILDIIDROCODEINONA) ALFACETILMETADOL ALFENTANILA BENZILMORFINA BETAMETADOL BUTORFANOL CONCENTRADO DE PALHA DE DORMIDEIRA DIFENOXILATO DIMENOXADOL ALFAMEPRODINA ALILPRODINA BENZOILMORFINA BETAPRODINA CETOBEMIDONA DEXTROMORAMIDA DROTEBANOL ETOXERIDINA FENOMORFANO HIDROCODONA ISOMETADONA LEVORFANOL METILDIIDROMORFINA MORFINA NORLEVORFANOL N-OXICODEÍNA PETIDINA PROPERIDINA REMIFENTANILA TILIDINA ETILMETILTIAMBUTENO FENADOXONA FENOPERIDINA HIDROMORFINOL LEVOFENACILMORFANO METADONA METOPONA MORINAMIDA NORMETADONA ÓPIO PIMINODINA RACEMETORFANO SUFENTANILA TRIMEPERIDINA DIFENOXINA DIMETILTIAMBUTENO ADENDO: 1. 1.0% da quantidade de DIFENOXILATO. contendo por unidade posológica.LLIISSTTA AD DEE SSU UB BSSTTÂ ÂN NC CIIA ASS Conforme o anexo 01 à Portaria n. ficam também sob controle.

3.apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA". em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA ". em que a quantidade não exceda 100 miligramas de TRAMADOL por unidade posológica ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial. LISTA – A2 LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES DE USO PERMITIDO SOMENTE EM CONCENTRAÇÕES ESPECIAIS (Sujeitas a Notificação de Receita "A") ACETILDIIDROCODEINA ETILMORFINA (DIONINA) NICOCODINA TRAMADOL CODEÍNA FOLCODINA DEXTROPROPOXIFENO NALBUFINA DIIDROCODEÍNA NALORFINA NICODICODINA NORCODEÍNA PROPIRAM ADENDO: 1) ficam também sob controle. CODEÍNA. misturadas a um ou mais componentes. 2) preparações a base de ACETILDIIDROCODEÍNA. em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA".5% nas preparações de formas indivisíveis ficam sujeitas prescrição da Receita de Controle Especial. e em que a concentração não ultrapasse a 2. misturadas a um ou mais componentes. preparações a base de ÓPIO contendo não mais que 50 miligramas de ÓPIO (contém 5 miligramas de morfina anidra). em que a quantidade de entorpecentes não exceda 100 miligramas por unidade posológica. ETILMORFINA. 4. nas formas farmacêuticas líquidas ou em xarope para uso pediátrico (Portaria SVS/MS n. NORCODEÍNA. fica proibida a comercialização e manipulação de todos os medicamentos que contenham ÓPIO e seus derivados sintéticos e CLORIDRATO DE DIFENOXILATO e suas associações. NICODICODINA. FOLCODINA. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 251 .º 106 de 14 de setembro de 1994 – DOU 19/9/94). 3) preparações a base de TRAMADOL. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. DIIDROCODEÍNA. ficam sujeitas a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM A RETENÇÃO DE RECEITA.

4) preparações a base de DEXTROPROPOXIFENO. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 252 . em que a quantidade não exceda 10 miligramas de CLORIDRATO DE NALBUFINA por unidade posológica ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial. em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA ". misturadas a um ou mais componentes. em que a quantidade de entorpecente não exceda 100 miligramas por unidade posológica e em que a concentração não ultrapasse 2. misturadas a um ou mais componentes. 6) preparações a base de PROPIRAM. 5) preparações a base de NALBUFINA. misturadas a um ou mais componentes. ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial. em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA ". em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula deverão apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA ". no mínimo.5% nas preparações indivisíveis. a igual quantidade de metilcelulose. contendo não mais que 100 miligramas de PROPIRAM por unidade posológica e associados. ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial.

em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: "VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA ".LISTA .A3 LISTA DAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS (Sujeita a Notificação de Receita "A") ANFETAMINA DEXANFETAMINA LEVANFETAMINA TANFETAMINA CATINA FENCICLIDINA LEVOMETANFETAMINA CLOBENZOREX FENETILINA METANFETAMINA CLORFENTERMINA FENMETRAZINA METILFENIDATO ADENDO: 1) ficam também sob controle. os medicamentos que contenham FENOBARBITAL. ficam sujeitos a prescrição da Receita de Controle Especial. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. BARBITAL e BARBEXACLONA. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 253 . PROMINAL. LISTA – B1 LISTA DAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS (Sujeitas a Notificação de Receita "B") ALOBARBITAL BARBEXACLONA BUTALBITAL CICLOBARBITAL CLORAZEPATO DELORAZEPAM ETINAMATO FLUNITRAZEPAM HALOXAZOLAM ALPRAZOLAM BARBITAL BUTOBARBITAL CLOBAZAM CLORDIAZEPÓXIDO DIAZEPAM FENDIMETRAZINA FLURAZEPAM LEFETAMINA LORAZEPAM MESOCARBO LORMETAZEPAM METIL FENOBARBITAL (PROMINAL) NIMETAZEPAM NETILANFETAMINA NORDAZEPAM PENTAZONINA PIROVARELONA SECBUTABARBITAL TIAMILAL VINILBITAL OXAZEPAM PENTOBARBITAL PRAZEPAM SECOBARBITAL TIOPENTAL ZOLPIDEM AMOBARBITAL BROMAZEPAM CAMAZEPAM CLONAZEPAM CLOTIAZEPAM ESTAZOLAM FENOBARBITAL GLUTETIMIDA LOFLAZEPATO ETILA MEDAZEPAM METIPRILONA APROBARBITAL BROTIZOLAM CETAZOLAM CLORAZEPAM CLOXAZOLAM ETCLORVINOL FLUDIAZEPAM HALAZEPAM LOPRAZOLAM NITRAZEPAM NORCANFANO (FENCANFAMINA) PEMOLINA PIPRADOL PROPILEXEDRINA TETRAZEPAM TRIEXIFENIDIL OXAZOLAM PINAZEPAM PROLINTANO TEMAZEPAM TRIAZOLAM ZOPICLONA MEPROBAMATO MIDAZOLAM ADENDO: 1) ficam também sob controle.

CONTROLE ESPECIAL LISTA – C1 LISTA DAS OUTRAS SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A (Sujeitas a Receita de Controle Especial em duas vias) ACEPROMAZINA AMINEPTINA AMOXAPINA BENACTIZINA BENZOQUINAMIDA BUTAPERAZINA CARBAMAZEPINA CICLARBAMATO CITALOPRAM CLOMIPRAMINA CLORPROTIXENO DEANOL DEXETIMIDA DIBENZEPINA DISSULFIRAM DOXEPINA ENFLURANO ECTILURÉIA FENELZINA FENILPROPANOLAMINA FLUFENAZINA FLUPENTIXOL HALOTANO HIDROXIDIONA IMIPRAMINA ISOCARBOXAZIDA LAMOTRIGINA LINDANO LOPERAMIDA MECLOFENOXATO MEPAZINA METISERGIDA METOXIFLURANO MINAPRINA ÁCIDO VALPRÓICO AMISSULPRIDA AZACICLONOL BENFLUOREX BIPERIDENO BUTRIPTILINA CAROXAZONA CICLEXEDRINA CLOMACRANO CLOREXADOL CLOTIAPINA DESFLURANO DEXFENFLURAMINA DIMETRACRINA DIVALPROATO DE SÓDIO DROPERIDOL ETOMIDATO FACETOPERANO (LEVOFACETOPERANO) FENFLURAMINA FENIPRAZINA FLUMAZENIL FLUVOXAMINA HIDRATO DE CLORAL HOMOFENAZINA IMIPRAMINÓXIDO ISOFLURANO LEVODOPA LISURIDA LOXAPINA MEFENOXALONA MESORIDAZINA METIXENO MIANSERINA MIRTAZAPINA Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação AMANTADINA AMITRIPTILINA BECLAMIDA BENZOCTAMINA BUSPIRONA CAPTODIAMINA CETAMINA CICLOPENTOLATO CLOMETIAZOL CLORPROMAZINA CLOZAPINA DESIPRAMINA DEXTROMETORFANO DISOPIRAMIDA DIXIRAZINA EMILCAMATO ETOSSUXIMIDA FENAGLICODOL FENITOINA FEMPROBAMATO FLUOXETINA HALOPERIDOL HIDROCLORBEZETILAMINA IMICLOPRAZINA IPROCLORIZIDA ISOPROPIL-CROTONIL-URÉIA LEVOMEPROMAZINA LITIO MAPROTILINA MEFEXAMIDA METILPENTINOL METOPROMAZINA MINACIPRAN MISOPROSTOL 254 . todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima.B2 LISTA DAS ANOREXÍGENAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS (Sujeitas a Notificação de Receita "B") AMINOREX FENTERMINA ANFEPRAMONA (DIETILPROPIONA) MAZINDOL FEMPROPOREX FENDIMETRAZINA MEFENOREX ADENDO: 1) ficam também sob controle.LISTA .

2) ficam suspensas. temporariamente. relacionadas as substâncias FENFLURAMINA E DEXFENFLURAMINA e seus sais.º 106 de 14 de setembro de 1994 – DOU 19/9/94). Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 255 . todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. 3) os medicamentos a base da substância LOPERAMIDA ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM A RETENÇÃO DE RECEITA. as atividades mencionadas no artigo 2º da Portaria SVS/MS n. bem como os medicamentos que as contenham.MOCLOBEMIDA NALTREXONA NOMIFENSINA OLANZAPINA OXCARBAZEPINA PAROXETINA PERGOLIDA MOPERONA NEFAZODONA NORTRIPTILINA OPIPRAMOL OXIFENAMATO PENFLURIDOL PERICIAZINA (PROPERICIAZIDA) PIPOTIAZINA PROCLORPERAZINA PROPIOMAZINA PROTRIPTILINA ROPINIROL SEVOLFURANO SULPIRIDA TETRACAÍNA TIOPROPERAZINA TOPIRAMATO TRICLOFÓS TRIFLUPERIDOL VENLAFAXINA ZIPRAZIDONA PIPAMPERONA PRIMIDONA PROPANIDINA PROTIPENDIL RISPERIDONA SERTRALINA SILDENAFILA TALCAPONA TIAPRIDA TIOTIXENO TRAZODONA TRIFLUOPERAZINA VALPROATO SÓDICO VIGABATRINA NALOXONA NIALAMIDA NOXPTILINA ORLISTAT OXIPERTINA PERFENAZINA PIMOZIDA PRAMIPEXOL PROMAZINA PROPOFOL PROXIMETACAINA SELEGILINA SIBUTRAMINA TACRINA TIANEPTINA TIORIDAZINA TRANILCIPROMINA TRICLORETILENO TRIMIPRAMINA VERALIPRIDA ZUCLOPENTIXOL ADENDO: 1) ficam também sob controle. 4) fica proibido a comercialização e manipulação de todos os medicamentos que contenham LOPERAMIDA ou em associações. sobre efeitos colaterais indesejáveis.º 344/98. nas formas farmacêuticas líquidas ou em xarope para uso pediátrico (Portaria SVS/MS n. sejam ultimados. 5) só será permitida a compra e uso do medicamento contendo a substância MISOPROSTOL em estabelecimentos hospitalares devidamente cadastrados junto a Autoridade Sanitária para este fim. até que os trabalhos de pesquisa em desenvolvimento no país e no exterior.

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 256 . ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM A RETENÇÃO DE RECEITA. 9) Excetuam-se das disposições legais deste Regulamento Técnico os produtos a base das substâncias Lindano e Tricloroetileno quando. LISTA . 2) os medicamentos de uso tópico contendo as substâncias desta lista ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM A RETENÇÃO DE RECEITA. 8) os medicamentos à base da substância DEXTROMETORFANO. ficam as VENDAS SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA. forem utilizadas para outros fins que não os de efeito à área de saúde.C2 LISTA DE SUBSTÂNCIAS RETINÓICAS (Sujeitas a Notificação de Receita Especial) ACITRETINA ADAPALENO ISOTRETINOÍNA TRETINOÍNA ADENDO: 1) ficam também sob controle.6) os medicamentos a base da substância FENILPROPANOLAMINA. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM A RETENÇÃO DE RECEITA. quando não associada a qualquer outro princípio ativo. comprovadamente. e portanto não estão sujeitos ao controle e fiscalização do Ministério da Saúde. 7) os medicamentos de uso tópico odontológico a base da substância TETRACAÍNA.

para dispensação nas farmácias hospitalares/ambulatoriais do Sistema Público de Saúde. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. quando dispensados em farmácias e drogarias. Especial em duas vias) LISTA – C4 LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ANTI-RETROVIRAIS (Sujeitas a Receituário do Programa da DST/AIDS ou Sujeitas a Receita de Controle DELAVIDINA DIDANOSINA (ddI) EFAVIRENZ INDINAVIR LAMIVUDINA (3TC) SAQUINAVIR NELFINAVIR ESTAVUDINA (d4T) NEVIRAPINA ZALCITABINA (ddC) ZIDOVUDINA (AZT) RITONAVIR ADENDO: 1) ficam também sob controle. ficam sujeitos a venda sob Receita de Controle Especial em 2 (duas) vias. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 257 . 2) os medicamentos a base de substâncias antiretrovirais acima elencadas. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. devem ser prescritos em receituário próprio estabelecido pelo Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde. 3) os medicamentos a base de substâncias antiretrovirais acima elencadas.LISTA – C3 LISTA DE SUBSTÂNCIAS IMUNOSSUPRESSORAS (Sujeita a Notificação de Receita Especial) 1) FTALIMIDOGLUTARIMIDA (TALIDOMIDA) ADENDO: 1) ficam também sob controle.

todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima. LISTA . LISTA . todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima.D2 LISTA DE INSUMOS QUÍMICOS UTILIZADOS COMO PRECURSORES PARA FABRICAÇÃO E SÍNTESE DE ENTORPECENTES E/OU PSICOTRÓPICOS (Sujeitos a Controle do Ministério da Justiça) ACETONA CLORETO DE METILENO PERMANGANATO DE POTÁSSIO ÁCIDO CLORÍDRICO CLOROFÓRMIO ÁCIDO SULFÚRICO SULFATO DE SÓDIO TOLUENO ÉTER ETÍLICO ANIDRIDO ACÉTICO METIL ETIL CETONA ADENDO: Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 258 .C5 LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ANABOLIZANTES (Sujeitas a Receita de Controle Especial em duas vias) DIIDROEPIANDROSTERONA (DHEA) METANDRIOL ESTANOZOLOL METILTESTOSTERONA FLUOXIMESTERONA OU FLUOXIMETILTESTOSTERONA NANDROLONA MESTEROLONA OXIMETOLONA ADENDO: 1) ficam também sob controle.D1 LISTA DE SUBSTÂNCIAS PRECURSORAS ENTORPECENTES E/OU PSICOTRÓPICOS (Sujeitas a Receita Médica sem Retenção) 1-FENIL-2PROPANONA ÁCIDO LISÉRGICO ERGOTAMINA PSEUDOEFEDRINA 3.4 METILENDIOXIFENIL2-PROPANONA ÁCIDO NACETILANTRANÍLICO ISOSAFROL SAFROL DE ACIDO ANTRANÍLICO ÁCIDO FENILACETICO EFEDRINA ERGOMETRINA PIPERIDINA PIPERONAL ADENDO: ficam também sob controle.LISTA .

036 de 14/10/1996.F LISTA DAS SUBSTÂNCIAS DE USO PROSCRITO NO BRASIL LISTA F1 .º 9.º 01/95 de 07 de novembro de 1995 e Instrução Normativa n. todos os sais e isômeros das substâncias obtidas a parti das plantas elencadas acima.º 1.º 06 de 25/09/1997. 2) o insumo químico ou substância CLOROFÓRMIO está proibido para uso em medicamentos.SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES 3-METILFENTANILA (N-(3METIL 1-(FENETIL-4PIPERIDIL)PROPIONANILIDA) ALFA-METILFENTANILA (N[1-µ -METILFENETIL)-4PIPERIDIL]PROPIONANILIDA) BETA-HIDROXIFENTANILA 3-METILTIOFENTANILA (N[3-METIL-1-[2-(2TIENIL)ETIL]-4PIPERIDIL]PROPIONANILIDA) ALFAMETILTIOFENTANIL (N[1-[1-METIL-2-(2TIENIl)ETIL]-4PIPERIDIL]PROPIONANILIDA) COCAÍNA ECGONINA HEROÍNA (DIACETILMORFINA) PARA-FLUOROFENTANILA (4FLUORO-N-(1-FENETIL-4PIPERIDIL)PROPIONANILIDA) PEPAP (1-FENETIL-4-FENIL4-ACETATO DE PIPERIDINA (ESTER)) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação ACETIL-ALFAMETILFENTANILA (N-[1-µ METILFENETIL)-4PIPERIDIL]ACETANILIDA) BETA-HIDROXI-3METILFENTANILA DESOMORFINA (DIIDRODEOXIMORFINA) MPPP (1-METIL-4-FENIL-4PROPIONATO DE PIPERIDINA (ESTER)) TIOFENTANILA (N-[1-[2TIENIL)ETIL]-4PIPERIDIL]PROPIONANILIDA) 259 .1) produtos e insumos químicos. Resolução n.646 de 26/09/1995. de acordo com a Lei n. LISTA . sujeitos a controle da Polícia Federal. Decreto n. Decreto n.º 2. LISTA – E LISTA DE PLANTAS QUE SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES E/OU PSICOTRÓPICAS CANNABIS SATIVUM ERYTROXYLUM COCA CLAVICEPS PASPALI LOPHOPHORA WILLIAMSII (CACTO PEYOTE) PODEM ORIGINAR DATURA SUAVEOLANS PRESTONIA AMAZONICA (HAEMADICTYON AMAZONICUM) ADENDO: 1) ficam também sob controle.017 de 30/03/1995.

DOM (2.9TRIMETIL-6HDIBENZO[B.10-TETRAHIDRO-6.6.2-DIMETILHEPTIL)7.5DIMETOXIµ -FENETILAMINA) LISERGIDA (9.5-DIMETOXI-µ METILFENETILAMINA) DMHP(3-(1.6.5-DIMETOXI-µ .5DIMETOXI-µ METILFENETILAMINA)BROLANFETAMINA ETRIPTAMINA (3-(2AMINOBUTIL)INDOL) MECLOQUALONA METICATINONA (2(METILAMINO)-1-FENILPROPANL-ONA) PMA (P-METOXI-µ METILFENETILAMINA) ROLICICLIDINA (L-(LFENILCICLOMEXIL)PIRROLIDINA)PHP.D]PIRANO-1-OL) PSILOCINA (3-[2(DIMETILAMINO)ETIL]INDOL-4OL) TENOCICLIDINA (1-[1-(2TIENIL)CICLOHEXIL]PIPERIDINA)TCP ZIPEPROL LISTA F3 – OUTRAS SUBSTÂNCIAS ESTRICNINA ETRETINATO ADENDO: ficam também sob controle.9.SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS 4-METILAMINOREX (± )-CIS-2AMINO-4-METIL-5-FENIL-2OXAZOLINA CLORETO DE ETILA BENZOFETAMINA CATINONA ( (-)-(5)-2AMINOPROPIOFENONA) DET ( 3-[2(DIETILAMINO)ETIL]LINDOL) DMA ((± )-2.4DIMETILFENETILAMINA) TMA ( (± )-3.4(METILENDIOXI)FENETILAMINA) METAQUALONA PARAHEXILA (3-HEXIL-7. todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima.4.N-DIETIL-6-METILERGOLINA-8 b -CARBOXAMIDA) -LSD DMT (3-[2-(DIMETILAMINO)ETIL] INDOL) DOB ((± )-4-BROMO-2.D]PIRANO-1-OL) DOET ((± ) –4-ETIL-2. µ -DIMETIL-3.8.LISTA F2 .4(METILENDIOXI)FENETILAMINA)TENAMFETAMINA MESCALINA (3.10TETRAHIDRO-6.8.4.10-DIDEHIDRON. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 260 .5TRIMETOXIFENETILAMINA) MMDA (2-METOXI-µ -METIL-4.9-TRIMETIL-6HDIBENZO[B.5(METILENDIOXI)FENETILAINA) PSILOCIBINA (FOSFATO DIHIDROGENADO DE 3-[2(DIMETILAMINOETIL)]INDOL-4ILO) STP.5-TRIMETOXI-µ METILFENETILAMINA) ETICICLIDINA (N-ETIL-1FENILCICLOHEXILAMINA)-PCE MDMA ( (± )-N.PCPY THC (TETRAIDROCANABINOL) MDA (µ -METIL-3.9.

ª Atualização das Listas constantes da Portaria SVS/MS n.sp.cvs. acesse: http://www.br/lista_me. Observação: Encontra-se publicada a 12. os dados desta lista sofrerá alterações. Sempre que a ANVS/MS emitir atualização das listas da Portaria nº 344/98*. acesse: http://www. mesmo não constando desta página. Diário Oficial da União Agência Nacional de Vigilância Sanitária e Dicionário de Especialidade Farmacêutica .gov.saude.cvs. de 05 de setembro de 2002 (*) (DOU 06/09/2002). de medicamentos.asp M MEED DIIC CA AM MEEN NTTO OSS C CO OM MV VEEN ND DA A SSEEM MR REETTEEN NÇ ÇÃ ÃO OD DEE R REEC CEEIITTA A Lista atualizada.º 344/98*. Os medicamentos contendo substâncias de controle especial. seja por inclusão ou exclusão.asp (BRASIL.saude.DEF 01/02).br/lista_me.gov.º 344/98*. Atualizada em 19/11/2003. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 261 .sp. Ministério da Saúde.P PSSIIC CO OTTR RÓ ÓP PIIC CO OSS EE TTIIP PO OSS D DEE R REEC CEEIITTA A Lista atualizada. ficam sujeitas as exigências da Portaria SVS/MS n. através da Resolução da Diretoria Colegiada nº 249.

ORIGENS : O “Progra ma 5S” foi concebido por Ka oru Ishika wa em 1 950. O Progra ma demonstrou ser tã o efica z enqua nto reo rga niza dor da s empre sa s e da própria e conomia ja ponesa que. prova ve lmente inspira do na necessida de. com o obje tivo de a juda r na reestrutura çã o do Pa ís. SE ISO. O nome 5S tem origem na s inicia is de cinco pa la vra s ja ponesa s que se inicia m com a le tra “S” : SE IR I. de coloca r orde m na gra nde confusã o a que ficou reduzida a na çã o a pós sua derrota pa ra a s força s a lia da s. que ha via entã o. SHITSUKE . SE IKE TSU. pa r a motiva r e eleva r a mora l do se u povo.P PR RO OG GR RA AM MA A5 5SS INTRODU ÇÃO: Na orga niza çã o do serviço de Fa rmá cia o Progra ma 5S pode ser utiliza do como princípio orie nta dor. a té hoje. No Bra sil a prá tica do progra ma 5S se iniciou por volta de 1991. O progra ma surgiu no Ja pã o na déca da de 50 logo a pós a Segunda Guerra Mundia l. de modo a melhora r o nosso desempenho profissiona l . O 5S é um progra ma desenvolvido no Ja pã o que tem por objetivo orga niza r o a mbie nt e de tra ba lho. SE ITON. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 262 . dia nte de um pa ís destruído e sem recursos na tura is. no Ja pã o do pós -gue rra . é considera da o principa l instrume nto de ge stã o da qua lida de e produtivida de utiliza do na quele pa ís.

Apena s nos esquecemos disso. entreta nto. a migos. enqua nto membros Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação a tivos de uma socieda de 263 . colega s de tra ba lho. torna m a vida ma is a gra dá ve l. Por e sse motivo. E m rela çã o à nossa ca sa . cinco a ções que visa m tra nsforma r o a mbie nte de tra ba lho. tra nsforma ta mbém a a titude da s pe ssoa s com re la çã o a esse a mbien te. Pa re ce e xa gero. vizinhos. ma s certa mente conhecidos e preza dos por todos. Nós sa bemos pe rfe ita me nte que a titudes como essa s. E ssa é a expecta tiva do IPQ (Instituto de Pesquisa de Qua lida de ) com re la çã o à impla nta çã o do “Progra ma 5S” no serviço público do E sta do de Sã o Pa ulo. nossa cida de . Ninguém questiona ser ma is fá cil tra ba lha r e m um a mbiente bem a rruma do. a os seus colega s e a si mesma s. o "Progra ma 5S" questiona a nossa situa çã o e nqua nto cida dã os.OBJ ETIVOS : O “Progra ma 5S” foi desenvolvido com o objetivo de tra nsforma r o a mbiente da s orga niza çõe s e a a titude da s pessoa s. É uma proposta de reeduca çã o. nossa rua . E le propõe que fa ça mos uma reflexã o sobre a nossa vida . do que em meio à ba gunça . De fa to. sobre o modo como nos comporta mos com rela çã o a nós mesmos. ma s nã o é. ta lve z por pe nsa rmos que "esse nã o é tra ba lho nosso". É cla ro que um luga r limpo é muito melhor do que outro cheio de lixo e sujeira . a os nossos pa re nte s. diminuindo desperdícios. nosso b a irro. ma is sa udá vel . Todos concorda m que um a mbiente sem entulho é ma is a gra dá vel do que um loca l entupido de tra lha s que ma l sa bemos pa ra que servem. E m resumo. melhora ndo a qua lida de de vida dos funcioná rios. as a titudes sugerida s pelo "Progra ma 5S" pa recem óbvia s. O “Progra ma 5S” é mais do que uma ferramenta administrativa . de recupera çã o de prá tica s e va lore s fre qüe nte me nte esquecidos. a ntiga mente cha ma da s "virtuosa s". nosso pa ís. Ao fa zer isso. O “ 5S ” E A CIDADANIA: O progra ma “5S” propõe cinco inicia tiva s. Ou e ntã o a cha mos que o loca l onde tra ba lha mos "nã o merece" o nosso esforço nesse se ntido. reduzindo custos e a umenta ndo a produtivida de da s instituiçõe s. ma is produtiva . o "Progra ma 5S" foi concebido pa ra ser a plica do ta mbém fora do a mbie nte de tra ba lho.

Gua rda r o que é necessá rio e joga r fora a quilo que nã o tem ma is utilida de . Conceito: Coloca r tudo em ordem. ser a reja do e Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 264 . Ace sso e m 12/7/2011 11:34:13. S EIKETS U: Senso de sa úde e higiene. do inútil. Conce ito: Ma nter um a mbiente d oméstico e de tra ba lho sempre fa vorá ve l à sa úde e higiene. O obje tivo é pa ra que qua lquer pessoa possa loca liza r fa cilmente a quilo que se ja ne ce ssá rio. onde ca da indivíduo tem direitos e obriga ções e deve esforça r -se pa ra cumprir e sta s e fa zer va ler a queles.br/3e mp/5esses. E lim ina r a s ca usa s da sujeira e a prender a nã o suja r. utiliza çã o sepa ra r o e útil desca rte .gov. Conceito: Significa limpa r sua s coisa s a pós o uso e ma nter limpo o que já esta va em orde m.a sp?vpro= cida da nia >. identifica ndo a s coisa s por meio de nomes. e ca da luga r serve pa ra gua rda r determina da s coisa s e nã o outra s. S EIS O : Senso de limpeza . O loca l onde vivemos ou tra ba lha m os de ve e sta r sempre fa vorá vel à sa úde e à higiene. CONCEITOS : S EIRI: Conce ito: E limina r o Se nso de desnecessá rio. ma nte r o a mbiente sempre limpo. (INSTITUTO DE PE SOS E ME DIDAS DO E STADO DE SÃO PAULO. e mba la gens e a rruma ndo em luga res de a cordo com o nosso uso.ipe m. rót ulos. O Progra ma “5S” e a Cida da nia .orga niza da e de mocrá tica . S EITON : Senso de a rruma çã o.sp. O que for de uso cotidia no deve fica r ma is a mã o. É cria r a cultura de que ca da coisa tem seu próprio luga r pa ra ser gua rda do. Disponível em <http://w w w .

Ta mbé m devemos zela r pela nossa higiene pessoa l e usa r roupa s limpa s.receber luz na tura l. e pa ra nã o nos estendermos e m de ma sia ne ste ponto. É qua li da de de vida . com técnica s de primeiro mundo. desde que pra tica ndo a s idéia s principa is do progra ma 5S. Conce ito: Quer dizer reeduca r nossa s a titudes e tra nsforma r os 5S e m há bitos do nosso dia a dia . S HITS UKE : Senso de a utodisciplina . É fa zer da metodologia um há bito. orga niza da s pelo Instituto de Pe sos e Me dida s do E sta do de Sã o Pa ulo. o revisor dispõe de “slides” específicos pa ra ministra çã o do curso de “5S”. conforme se u e stilo de tra ba lho loca l. Pa ra ta nto. a o meio -a mbiente e a si mesmo. tra nsforma ndo os 5S num modo de vida . O 5S é um progra ma que va i a lém do tra ba lho. Ape na s por questã o de economia de pá gina s. Ca da líde r se rá responsá vel por essa pesquisa e tra nsmissã o dos conceitos. É uma que stã o de cida da nia . recomenda mos a os líderes de equipes que pesquise m ma is de ta lhe s sobre o Progra ma 5S na internet pa ra se a profunda rem nos conceitos e multiplica re m e sse s conhecimentos de ma neira sistemá tica e rotineira à s sua s equipe s. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 265 . Ba sta ca da lí der ou grupo de líderes nos a ciona r pa ra progra ma rmos a ministra çã o conforme a s possibilida des. respeito a o próximo.

go v . a n v i sa . br / a t _ 0 2 . go v . sa u de.ANVISA w w w . br 0800-642-9782 ALERTAS TERAPÊUTICOS DO CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE – SP L I S T A D E A S S UN T O E M O RD E M A L F A BÉ T I C A h t t p: / / w w w . c v s. ou 2) sobre o endereço eletrônico (link) ou ainda 3) copiar o endereço eletrônico (link) para seu navegador de Internet. sa u de. a sp CLOZAPINA h t t p: / / w w w . (*) O verbo clicar e o substantivo clique foram introduzidos no vocabulário para apo rtuguesar os anglicismos to click e click. c v s. br / a t _ 0 1 . c v s. sa u de. c v s. a sp L UM I RA C O X I BE ( P r e x i g e ® ) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 266 . sp. sp.0 1 . go v . go v . a sp L E F L UN O M I D E h t t p: / / w w w . REFERÊNCIAS ÚTEIS A SERVIDORES E USUÁRIOS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .0 1 . c v s. a sp O UT RO S : B U P I V A C A Í N A . sa u de. sp. br / bu sc a _ pu bl . a sp I S O T RE T I N O Í N A h t t p: / / w w w . go v . br / a t _ 0 6 _ 0 3 .U UTTIILLIID DA AD DEE P PÚ ÚB BLLIIC CA A INSTRUÇÕES: Você tem três opções para acessar eletronicamente as referências e instituições listadas abaixo: 1) Clicar(*) sobre o próprio logotipo (+ “control”). sp. sp. br / a t _ 0 7 _ 0 6 . go v . C L O RI D RA T O D E h t t p: / / w w w . sa u de.

br R u a V er gu ei r o . c v s. br / a t _ 0 5 . m m p ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FARMACÊUTICOS MAGISTRAIS w w w .A T C : N 0 6 D A03) h t t p: / / w w w . sa u de. M a r i a n a . a sp T A RT A RA T O D E RI V A S T I G M I N A ( E x e l o n ® . 1 8 5 5 . sp. br / a t _ 0 4 .0 0 0 S ã o P a u l o . C O M P O N E N T E E S T RA T É G I C O E COMPONENTE ESPECIALIZADO : h t t p: / / w w w .0 2 . sa u de. br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ r esu m o .0 2 . br / a t _ 0 3 . c v s. sp. go v . a sp RA N I T I D I N A – US O RA C I O N A L N A P RO F I L A X I A D A ÚL C E RA D E S T RE S S h t t p: / / w w w . a sp S I BUT RA M I N A h t t p: / / w w w . sa u de.0 4 1 0 1 . sp.0 1 . ph p? l a n g= pt & c o m po n en t = 4 4 & i t em = 1 1 4 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 267 . sp. sa u de. c v s.h t t p: / / w w w .0 1 3 2 BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE – ANVISA h t t p: / / bv sm s. sp. go v .1 2 º a n da r . sa u de. br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ po l i t i c a _ es t a du a l _ m edi c a m en t o s_ po l i t i c a . sp. go v .T el : ( 0 x x 1 1 ) 2 1 9 9 . br / ph p/ l ev el . a sp ASSISTÊNCIA FARMACÊU TICA DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SP C O M P O N E N T E S E RE S O L UÇ Õ E S : h t t p: / / w w w . sa u de. c v s. br / a t _ 0 8 _ 0 7 . m m p C O M P O N E N T E BÁ S I C O . a n f a r m a g. c o m . go v . sa u de.3 4 9 9 / F a x ( 0 x x 1 1 ) 5 5 7 2 . go v . go v .V . go v .

C er qu ei r a C és a r . go v .ANVISA h t t p: / / w w w 4 .T el ef o n e: 4 4 3 3 3 0 9 0 . c v s. go v . 3 5 1 . sp. 1 3 3 – C en t r o . sa u de. br ( G r u po S a n t o A n dr é . br / B u l a r i o E l et r o n i c o / CARTÃO DO SUS – CADASTRAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA h t t p: / / w w w 2 .4 6 0 0 . sa u de.S ã o P a u l o – S P – C E P : 0 1 2 4 6 . v i de t ó pi c o espec í f i c o ) Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 268 . go v .E M a i l : c v s@ c v s. a n v i sa .BOMBEIROS h t t p: / / w w w . CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO – CVS/SP w w w . a n ex o 3 . sp. A r n a l do . sa n t o a n dr e.0 0 0 . go v .H o r á r i o de A t en di m en t o : da s 0 8 h à s 1 1 h da s 1 2 h 3 0 à s 16h. br / ser v i c e/ 4 6 4 F o r n ec i m en t o de c a r t ã o de i den t i f i c a ç ã o espec í f i c o : C a r t ã o N a c i o n a l de S a ú de do S U S Exigências: S er m o r a do r do m u n i c í pi o Documentos necessários: R G ( C a r t ei r a de I den t i da de ) o u C er t i dã o de N a sc i m en t o o u C a sa m en t o . go v . br A v en i da D r .D A S E n der eç o : R u a 1 º de M a i o . c c b. sp. po l m i l . C o m pr o v a n t e de r esi dên c i a Local de atendimento: D epa r t a m en t o de A ssi st ên c i a à S a ú de . sp. br / FONE: 193 BULÁRIO ELETRÔNICO .T el : ( 1 1 ) 3 0 6 5 .

sa u de.C er qu ei r a C ésa r S ã o P a u l o .5 4 3 3 R . o r g/ w i k i / L i st a _ de_ c % C 3 % B 3 di go s_ da _ C I D-10 COMPONENTE BÁSICO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE – SP h t t p: / / w w w . m m p CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE . 1 9 2 e 1 9 5 .CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO – CVS/SP – GRUPO VII – SANTO ANDRÉ R u a D r .0 0 0 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 269 .2 ° A n da r . w i k i pe di a .8 0 0 0 . go v . 1 5 8 . br / f o l der / ses_ c es .4 9 9 4 . c o n sel h o . sp.C E P : 0 5 4 0 3 . 1 3 7 . 1 8 8 .F o n e: ( 1 1 ) 3 0 6 6 . E n éa s C a r v a l h o de A gu i a r . D r . sa u de.F a x : ( 1 1 ) .CES h t t p: / / w w w . br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ c o m po n en t e_ ba si c o .4 4 3 8 .1 0 0 . m m p A v . c o m .9 6 0 9 .gv sdi r 2 @ i g.S a l a 1 9 – C en t r o C E P : 0 9 0 1 0 . go v . 3 5 1 . sp.F o n e: ( 1 1 ) . C esá r i o M o t t a . 1 2 9 . br CID – CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS h t t p: / / pt .

SALA 1404 SETOR DE AUTARQUIAS SUL BRASILIA . sa u de. c o n a ss. br CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE . c f m . D F CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE SAÚDE . o r g.F o n e: ( 6 1 ) 2 1 0 6 .CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA – CFF w w w . N. BL.DF 70070-010 TEL/FAX: 61 3222 3000 .B r a sí l i a . B l o c o “ G ” . 14 ANDAR. A l a “ B ” .7 0 0 5 8 .6 5 5 2 . br ED.CNS h t t p: / / c o n sel h o .9 0 0 .B r a si l . br S H C G N .S a l a 1 0 3 B .C R 7 1 2 / 7 1 3 B l o c o " G " L o j a 3 0 / B r a sí l i a . br S G A S 9 1 5 L o t e 7 2 | C E P : 7 0 3 9 0 .3222 3040 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 270 . go v . o r g.C E P : 7 0 7 6 0 .E di f í c i o A n ex o . br / E spl a n a da do s M i n i st ér i o s.6 7 0 . o r g.CONASS h t t p: / / w w w . o r g.D F .F a x : ( 6 1 ) 3 3 4 9 6553 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA w w w .D F | F O N E : (61) 3445 5900 | FAX: (61) 3346 0231| E -mail: c f m @ po r t a l m edi c o .1 5 0 | B r a sí l i a . c f f .1 º a n da r . TERRA BRASILIS QUADRA 1.

7 0 0 – C en t r o T el ef o n es 4 9 9 4 .CRF w w w .4 3 5 8 T el .D F T el / F a x : ( 6 1 ) 3 2 2 3 . 2 3 6 .F a x ( 1 1 ) 3 0 6 4 . P l a n t ã o 2 4 h o r a s 9 9 0 8 .1 4 5 0 . c o n a sem s.2 1 6 8 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 271 .0 0 1 .9 7 2 2 o u 4 9 7 1 . o r g.1 8 2 7 C O N S E L H O T UT E L A R I I E st r a da do P edr o so .6 4 1 2 T el .J a r di m A m ér i c a – C E P : 0 5 4 0 9 . o r g.8 9 7 3 . 4 8 7 . B l o c o G . S á ba do da s 9 h à s 1 2 h CONSELHO TUTELAR C O N S E L H O T UT E L A R I R u a G en er a l G l i c ér i o . n .T el ef o n e ( 1 1 ) 3 0 6 7 .S P – S ede .9 0 0 B r a sí l i a . A n ex o B .V i l a L u z i t a T el ef o n es 4 9 7 1 . sa l a 1 4 4 C E P : 7 0 0 5 8 .CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE - CONASEMS h t t p: / / w w w . br C R F . br E spl a n a da do s M i n i st ér i o s. P l a n t ã o 2 4 h o r a s 9 9 0 9 .0 2 5 2 o u 4 9 9 0 .S ã o P a u l o – S P .R u a C a po t e V a l en t e.0 1 5 5 CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO .A t en di m en t o : S egu n da a sex t a .f ei r a da s 8 h 3 0 à s 1 7 h 3 0 . c r f sp.

sa u de.R u a C o r o n el S ea br a . n a l u t a c o n t r a o c r i m e e a v i o l ên c i a em S ã o P a u l o . DOSE CERTA – PROGRAMA DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE – SP – COMO RETIRAR OS MEDICAMENTOS http://www.ispcv.sp. 3 2 1 .sa ude. 8 2 1 .6 5 0 .br/content/gera l_a coes_a ssist encia _fa rma ceutica _como_retira r_os_medica mentos_do _progra ma _dose_certa .CEP: 09176-000 .br INSTITUTO SÃO PAULO CONTRA A VIOLÊNCIA FONE: 181 D est i n a do a m o bi l i z a r a so c i eda de e pr o m o v er a c o l a bo r a ç ã o en t r e a po pu l a ç ã o e a po l í c i a .mmp FARMÁCIA POPULAR – GOVERNO FEDERAL h t t p: / / po r t a l .A v . go v .P r í n c i pe de G a l es – C E P : 0 9 0 6 0 .org.DISQUE DENÚNCIA http://www. br / po r t a l / sa u de/ a r ea .gov. NES T E 272 . c f m ? i d_ a r ea =1095 S a n t o A n d r é I ( N A G UM O ) .( 1 1 ) 4 9 9 3 .5 4 2 1 / (11)4993-5429 V I D E “M ED I CA M ENT OS CA PÍ T ULO E I NS UM OS Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação – LI S T A S ”. P r í n c i pe de G a l es .V i l a Alzira .(11) 4433-0360 / (11) 4972-5313 S a n t o A n d r é I I ( F UN D A Ç Ã O ) .

428 . D R . . 658 - C E N T RO . V L .D R O G A R I A S Ã O P A U L O S.R U A D O N A G E R T R U D E S D E COOPERATIVA DE CONSUMO . O L I V E I R A L I M A . 1 2 2 . sa u de. 4 1 .A V I N D U S T R I A L .11 49944788 C E N T RO .R U A B E R N A R D I N O D E C A M P O S .C O O P E R A T I V A D E CONSUMO . pdf V I D E “M ED I CA M ENT OS CA PÍ T ULO E I NS UM OS – LI S T A S ”. 7 3 7 . 2 0 0 1 . . N º 9 8 8 .R A I A & CIA LTDA .11 49929797 C E N T RO . V A L E N T I M M A G A L H Ã E S . 2 0 RAIA & CIA LTDA .011 37077900 C E N T RO . – 44382773 C E N T RO . br / po r t a l / a r qu i v o s/ pdf / f pbr sc _ sp.C O O P E R A T I V A DE CONSUMO .FARMÁCIA POPULAR – GOVERNO FEDERAL – FARMÁCIAS PARTICULARES CONVENIADAS AO PROGRAMA “AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR” EM SANTO ANDRÉ h t t p: / / po r t a l . S Í T I O – A V . 4 5 6 .R .11 44276061 C E N T RO . 1 1 9 4 .A.D R O G A R I A E PERFUMARIA GENERAL GLICERIO LTDA-ME .R U A C E L . G E N E R A L G L I C E R I O .011 33472800 C E N T RO .R U A G E N E R A L G L I C E R I O .11 44380384 A S S UN C A O .D R O G A S I L S . VL. E R A S M O . 5 5 . . P O R T U G A L .F A R M A C I A ATLANTICA DE SANTO ANDRE LTDA -ME .D R O G A R I A S PACHECO S/A – 24071425 C E N T RO .11 44580222 C E N T RO .RUA ESTER. 7 5 .11 49928151 C A M P E S T RE .DROGARIA NOVA ESTER LTDA .S E N A D O R F L A Q U E R . 1 7 1 .D R O G A R I A E X T R A DE SANTO ANDRE LTDA . B E R N A R D I N O D E C A M P O S .11 49919514 C A S S A Q UE RA .11 44384477 LIMA . L I N O J A R D I M . go v .A V . 1 7 6 7 . 1 5 9 .ME 11 39695714 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 273 .D R O G A R I A E X T R A FORMULAS DA VILA ASSUNCAO LTDA – EPP . V L . – A V .11 44794040 BA S T O S .A V .R U A D R .P R A C A E M B A I X A D O R P E D R O D E T O L E D O .A V Q U E I R O S D O S S A N T O S .011 37077900 C E N T RO .F A R M A C I A G R A N F A R M A FORMULAS SENADOR LTDA. NES T E ALPINA. . A .OSVALDO PRAXEDES DA SILVA .

RUA CARIJOS.A. D O M P E D R O I I . . – A V .1 1 44274262 LINDA.D R O G A R I A N O V A CARIJOS LTDA ME . 1 2 1 . . PQ.11 44295717 P RO G RE S S O . – A V . D A S .RUA ORATÓRIO. A .A.11 33472800 1694/1700 - NAÇÕES. DAS .R U A C A R I J O S .11 44794040 NACÕES.11 44534770 S A N T A M A RI A . S A O P A U L O . VL. A . DAS .11 49781804 M A RA V I L H A S . .A V .DROGARIA BONFIM LTDA ME . . . COOPERATIVA DE CONSUMO .D R O G A S I L S . 4 0 0 .A V C A P I T Ã O M Á R I O T O L E D O D E C A M A R G O COOPERATIVA DE CONSUMO .11 44721044 1600 - HELENA.11 44535211 M A RA J O A RA .A V . 1 7 6 0 . 5 6 3 .11 49728277 H UM A T Á . .A V P E R E I R A B A R R E T O . J D .A .11 44539900 1843 - COOPERATIVA DE L UZ I T A . P Q . M A R T I M F R A N C I S C O . V L .M E 11 44214896 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 274 .L O J A 0 1 .E RA S M O A S S UN Ç Ã O . DAS .COOPERATIVA DE CONSUMO . 1595 . VL. V L . .11 33472800 J A RD I M – R . . M A L T A R O L L O L T D A . D O M P E D R O I I .D R O G A R I A S Ã O P A U L O S. P E D R O A M E R I C O D R O G A S I L S . PQ. 6 3 6 .C O O P E R A T I V A D E CONSUMO .11 37077900 J A RD I M – A V .A G U A P E I .11 44539279 RI C A . 4 6 5 .RUA SUIÇA. CONSUMO . P Q . D A S A R O E I R A S . 1094 .A V D A S N A Ç Õ E S . V L . PQ. 1 4 2 0 FARMACIA NAZARE LTDA – EPP .11 44729504 NAÇÕES. 1 9 7 6 . 1204 . DROGARIA SÃO PAULO S.FARMACLUB DROGARIAS LTDA . .RUA DAS HORTENCIAS.R A I A & C I A LTDA .E S T R A D A D O P E D R O S O .0 1 1 49942359 J A RD I M . J D . .D R O G A R I A D A SERRA LTDA ME .D R O G A R I A ROCCO DE PAULA LTDA-ME .11 44796277 P I N H E I RI N H O .ORATORIO.

3 6 0 T el .S i l v er S pr i n g. R i o de J a n ei r o C E P : 2 1 0 4 0 . br R u a S a n t a C r u z . i n m et r o .V i l a G u m er c i n do . M D 2 0 9 9 3 · 1 .INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR w w w . NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL h t t p: / / w w w .S ã o P a u l o – C E P : 04122002 – TELEFONES: (11) 35812000/2001/2002/2003/2004 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 275 . o r g. n º 2 1 – Á gu a B r a n c a CEP 05002-050 – São Paulo – SP Fax: (11) 3862 9844 INMETRO – INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA. br C A M P U S S ede: A v . 4 3 6 5 . : ( 0 x x 2 1 ) 2 5 9 8 . f i o c r u z . f da . br R u a D esem ba r ga do r G u i m a r ã es.4 2 4 2 IDEC . go v U .F D A ( 1 .I N F O . F o o d a n d D r u g A dm i n i st r a t i o n · 1 0 9 0 3 N ew H a m psh i r e A v e .8 8 8 .FIOCRUZ h t t p: / / w w w . B r a si l .4 6 3 6332) FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ . 1 9 2 2 .8 8 8 .M a n gu i n h o s. i dec . go v . S .FOOD & DRUG ADMINISTRATION w w w .

br / ph p/ l ev el .1 3 0 .R i o de J a n ei r o . ( 2 1 ) 3 2 0 7 . go v . i n c a .R J .T el .IPEM – INSTITUTO DE PESOS E MEDIDAS DO ESTADO DE SÃO PAULO – ESCRITÓRIO REGIONAL EM SANTO ANDRÉ h t t p: / / w w w .S a n t o A n dr é (0xx11) 4426-7333 / 4426-5201 / 4425-8462 A t en di m en t o n a S ede da R egi o n a l . t i po de n o r m a . go v . 2 3 . br LEGISLAÇÃO DA SAÚDE – PESQUISA DE NORMAS – MINISTÉRIO DA SAÚDE ( C o n su l t a ger a l po r a ssu n t o . ph p? l a n g= pt & c o m po n en t = 4 4 & i t em = 2 1 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 276 .2 0 2 3 0 . go v . ger a l @ i n c a . br / sa u del egi s/ l eg_ n o r m a _ pesq_ c o n s ulta.C ep 0 9 0 6 0 .O u v i do r i a G er a l do INCA: (21) 3207-1399 / 3207-1276 / 3207-1613 / o u v i do r i a . a sp? v pr o = a be R u a A t i ba i a . br P r a ç a C r u z V er m el h a .a n dr e. da s 8 h à s 1 7 h – R E S P O N S Á V E L P E L A R E G I O N A L : F á bi o A u gu st o M a t t en h a u er INCA – INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER h t t p: / / w w w 2 .cfm LEGISLAÇÃO FEDERAL DA SAÚDE – BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE – MINISTÉRIO DA SAÚDE h t t p: / / bv sm s. sa u de.C en t r o . i pem .1 1 0 . ) h t t p: / / po r t a l 2 . br / 1 i p/ da r . et c .1 0 0 0 .V a l pa r a í so . go v . sa u de. 3 9 0 . go v . f r a ses. sp.

saude.LISTAS FARMÁCIA POPULAR ELENCO OFICIAL DAS FRALDAS GERIÁTRICAS DISPONIBILIZADAS PELO PR OGRAMA AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR http://portal.saude.br/portal/arquivos/pdf/Elenco_Medicament os_FPB_.gov.gov.pdf SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – RELAÇÃO DE MEDICAMENTOS E DOENÇAS ATENDIDAS – COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA (CEAF) PORTARIA GM/MS Nº 2891 http://www.saude.mmp SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – ORIENTAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE MEDICAMENTOS DO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA (CEAF) http://www.saude.gov.ELENCO OFICIAL DOS MEDICAMENTOS DISPONIBILIZADOS PARA VENDA PELO PROGRAMA AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR http://portal. INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO E VERSÃO ONLINE http://www.br/content/geral_acoes_assistencia_farm aceutica_orientacoes_para_obtencao_de_medicamentos_do_compo nente_especializado.br/portal/arquivos/pdf/rol_medicamentos2 00711.saude.sp.pdf FARMÁCIA POPULAR – LEGISLAÇÃO BÁSICA DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR http://portal.cfm?idtxt =23972&janela=1 SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – RELAÇÃO DOS MEDICAMENTOS ESTRATÉGICOS http://www.sp.pdf FARMÁCIA POPULAR .gov.saude.MEDICAMENTOS E INSUMOS .br/portal/arquivos/pdf/rol_medicamentoS_ sntp_cod200511.p df FARMÁCIA POPULAR .br/content/geral_acoes_lista_medicamen tos_componente_especializado_assistencia_farmaceutica.br/resources/geral/acoes_da_se ssp/assis tencia_farmaceutica/relacao_med_estrategicos_a.sp.saude.ELENCO OFICIAL DOS MEDICAMENTOS DISPONIBILIZADOS GRATUITAMENTE PELO PROGRAMA AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR http://portal.pdf FARMÁCIA POPULAR .br/portal/arquivos/pdf/rol_fraldas270711.gov.gov.mmp SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – LAUDO DE SOLICITAÇÃO DO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA (CEAF) – FORMULÁRIO PARA IMPRESSÃO.ELENCO OFICIAL DOS MEDICAMENT OS DISPONIBILIZADOS PELA REDE PRÓPRIA DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR http://portal.br/portal/saude/visualizar_texto.mmp Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 277 .saude.sp.gov.gov.saude.br/content/geral_acoes_assistencia_farm aceutica_laudo_solicitacao_autorizacao_componente_especializado _assistencia_farmaceutica.gov.

o C E A F é c o m po st o po r 1 4 7 f á r m a c o s e m 3 1 4 a pr e s e n t a ç õ e s f a r m a c êu t i c a s. GRUPO 3 C o n s t i t u í do po r m edi c a m en t o s c o n st a n t es da R el a ç ã o N a c i o n a l de M e di c a m e n t o s – R E N A M E e i n di c a do s pel o s P C T D / M S . GRUPO 2 C o n s t i t u í do po r m edi c a m en t o s c u j a s r espo n sa bi l i da des pel o f i n a n c i a m en t o e a qu i s i ç ã o s ã o da s S ec r et a r i a s de E st a do da S a ú de. F i n a n c i a do s c o m t r a n sf er ên c i a de r ec u r so s do M S . 2 e 3 . e s qu e m a s t e r a pê u t i c o s . m m p LME – LAUDO PARA SOLICITAÇÃO DO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA: LME: formulário para impressão Instruções para preenchimento LME: versão online SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – ENDEREÇOS DE FARMÁCIAS DO COMPONENTE ESPECIALIZADO DO ESTADO DE SÃO PAULO h t t p: / / w w w . m o n i t o r a m en t o . go v . s p. dest a f o r m a . ( D i spo n í v el em < h t t p: / / w w w . sp. go v .SP GRUPO 1A GRUPO 1B M e di c a m e n t o s c o m a qu i si ç ã o c en t r a l i z a da pel o M S . s p. c o n f o r m e P o r t a r i a G M n o 2 . s p. sa u de. br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ l i st a _ m edi c a m en t o s _ c o m po n en t e_ espec i a l i z a do _ a s s i s t e n c i a _ f a r m a c e u t i c a . 9 8 2 / 2 0 0 9 . c o m a qu i si ç õ es pel a s S e c r e t a r i a s E s t a du a i s de S a ú de.COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE . s a u de . s a u de . o f o r n ec i m en t o do s m e di c a m e n t o s i n c l u í do s n o C E A F dev e o bedec er a o s c r i t ér i o s de di a gn ó st i c o . c o m o pr i m ei r a l i n h a de c u i da do pa r a o t r a t a m en t o da s do en ç a s c o n t em pl a da s n est e C o m po n e n t e . LISTA DE MEDICAMENTOS DO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNC IA FARMACÊUTICA (CEAF) E RESPECTIVAS DOENÇAS ATENDIDAS: h t t p: / / w w w . go v . m m p Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 278 . i n di c a ç ã o . br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ o r i en t a c o es_ p a r a _ o bt e n c a o _ de _ m e di c a m e n t o s_ do _ c o m po n en t e_ espec i a l i z a do . C o n s i de r a n do o s m e di c a m e n t o s do s G r u po s 1 . br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ c o m po n en t e _ e s pe c i a l i z a do . c o m a qu i si ç õ es e di spen sa ç õ es s o b r e s po n s a bi l i da de do s M u n i c í pi o s. A c e s s o em 0 2 / 0 8 / 2 0 1 1 1 2 : 1 3 : 0 0 ) . go v . m m p ORIENTAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE MEDICAMENTOS DO COMPONENTE E S P E C I A L I Z A D O D A A S S I S T Ê N C I A F A RM A C Ê UT I C A ( C E A F ) : h t t p: / / w w w . m m p> . I n depen den t em en t e do G r u po . s a u de . E s t es m edi c a m en t o s pa ssa m a i n t egr a r o C o m po n en t e B á si c o da A s s i s t ê n c i a F a r m a c êu t i c a e. de a br a n gên c i a nacional. a c o m pa n h a m en t o e dem a i s pa r â m et r o s c o n t i do s n o s P r o t o c o l o s C l í n i c o s e D i r e t r i z es T er a pêu t i c a s est a bel ec i do s pel o M S . br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ l i st a _ de_ f a r m a c i a s_ do _ c o m po n en t e_ espec i a l i z a do .

sp. m m p G R UP O 3 Medicamentos do Componente E s p e c i a l i za d o c u j a d i s p e n s a ç ã o é d e r e s p o n s a bi l i d a d e dos municípios e Distrito Federal para tratamento das doenças contempladas neste Componente : h t t p: / / w w w . go v .SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – MEDICAMENTOS DO PROGRAMA DOSE CERTA – ONDE ENCONTRAR OS MEDICAMENTOS h t t p: / / w w w . br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ c o m po n en t e_ est r a t egi c o . go v . pdf L I S T A D E I T E N S – M E D I C A M E N T O S D O P RO G RA M A D O S E C E RT A . sp. sa u de. sp. br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ o n de_ en c o n t r a r _ o s_ m edi c a m en t o s_ do _ pr o gr a m a _ do se_ c er t a . DE 30-10-2007: h t t p: / / w w w .P O R C A T E G O RI A T E RA P Ê UT I C A : h t t p: / / w w w . go v . sp.C O M O E N C O N T RA R O S M E D I C A M E N T O S : h t t p: / / w w w . br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi s t en c i a _ f a r m a c eu t i c a / do se_ c er t a _ c a t _ t er a peu t i c a . sp. br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / do se_ c er t a . go v . sa u de. br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ c o m o _ r et i r a r _ o s_ m edi c a m en t o s_ do _ pr o gr a m a _ do se_ c er t a . sa u de. m m p L I S T A D E I T E N S – M E D I C A M E N T O S D O P RO G RA M A D O S E C E RT A . pdf D O S E C E RT A . sp. sa u de. sa u de. br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ o n de_ en c o n t r a r _ o s_ m edi c a m en t o s_ do _ pr o gr a m a _ do se_ c er t a . sa u de. go v . go v . pdf SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – PACIENTES P O R T A D O R E S D E H I P E R T E N S Ã O A RT E RI A L P UL M O N A R (HAP) RESOLUÇÃO SS – 321. br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / gr u po _ 3 . br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / r el a c a o _ m ed_ est r a t egi c o s_ a . go v . sp. sa u de. pdf Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 279 . m m p D O S E C E RT A . m m p COMPONENTE E S T RA T É G I C O DA ASSISTÊNCIA F A RM A C Ê UT I C A – RELAÇÃO DOS MEDICAMENTOS E S T RA T É G I C O S h t t p: / / w w w . sa u de.P O R O RD E M A L F A BÉ T I C A : h t t p: / / w w w . sp. go v . br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / r s_ ss_ 3 2 1 _ 3 0 1 0 0 7 _ h a p. go v . pdf COMPONENTE E S T RA T É G I C O DA ASSISTÊNCIA F A RM A C Ê UT I C A – L I S T A D E P A T O L O G I A S h t t p: / / w w w . sp.C O M O RE T I RA R O S M E D I C A M E N T O S : h t t p: / / w w w . sa u de.

1 6 _ 1 0 _ 0 7 .E spl a n a da do s M i n i st ér i o s B l o c o G .htm P O RT A RI A N º 2 . dm .7 7 4 7 / 4437-2090 / (11) 4994-3827 / 4979-4602 / 4436-6054 / 4432-2192 / 4432-1748 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 280 . br / si sl ex / pa gi n a s/ 4 2 / 2 0 0 6 / 1 1 3 4 7. 3 . br / po r t a l / pa ge/ po r t a l / l i st a _ t el ef o n i c a P r a ç a I V C en t en á r i o . sp. sp. go v . go v . D E 1 0 D E O UT UBRO D E 2 0 0 7 h t t p: / / w w w .SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – PROGRAMA DE D I S P E N S A Ç Ã O D E I N S U M O S P A R A D I A BE T E S M E L L I T US : O RI E N T A Ç Õ E S : h t t p: / / w w w . br / c o n t en t / ger a l _ a c o es_ a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a _ pr o gr a m a _ de_ di spen sa c a o _ de_ i n su m o s_ pa r a _ di a bet es. da t a pr ev . go v . D E 2 7 . go v .2 0 0 7 : h t t p: / / w w w . sa n t o a n dr e.0 8 0 . br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / pr o t o c o l o _ l ei t es.5 8 3 . m m p L E I F E D E RA L 1 1 3 4 7 D E 2 7 D E S E T E M BRO D E 2 0 0 6 : h t t p: / / w w w 0 1 0 . sa u de.1 1 . pdf MINISTÉRIO DA SAÚDE w w w . br D i squ e sa ú de 0 8 0 0 6 1 1 9 9 7 . p d f L O C A I S P A RA D I S P E N S A Ç Ã O : ORIENTAÇÕES E DISPENSAÇÃO DOS INSUMOS CONFORME CADA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – PACIENTES COM A L E RG I A À P RO T E Í N A D O L E I T E D A V A C A – P R O T O C O L O CLÍNICO PARA NORMATIZAÇÃO DA DISPENSAÇÃO DE FÓRMULAS INFANTIS ESPECIAIS R E S O L UÇ Ã O S S – 3 3 6 . br / si t es/ def a u l t / f i l es/ G u i a A F S A 2 0 1 1 f i n a l i z a da . 0 9 0 1 5 .9 0 0 MINISTÉRIO PÚBLICO D O ESTADO DE SÃO PAULO EM SANTO ANDRÉ h t t p: / / w w w . pdf PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ – SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE – GUIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO MUNICÍPIO h t t p: / / w w w 2 . go v . sa u de. sa u de. m p. sa u de.B r a si l i a / D F . go v .( 1 1 ) 4 4 3 6 . sp.C E P . sp. br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / pt . sp. go v .C E P : 7 0 0 5 8 .

br / c o n t en t / ger a l _ a c a o _ po l i t i c a _ est a du a l _ m edi c a m en t o s_ n o r m a _ t ec n i c a . go v . pdf Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 281 . sa u de. sa u de. go v . sp. sp. sp. sa u de. sa u de. pgr .MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL h t t p: / / w w w .9 0 0 – PABX: (61)3105-5100 NORMA TÉCNICA PARA TRA TAMENTO DE ARIPIPRAZOL - ESQUIZOFRENIA SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP N O RM A T É C N I C A P A RA UT I L I Z A Ç Ã O D E A RI P I P RA Z O L – E S Q UI Z O F RE N I A h t t p: / / w w w . go v . br / S A F S u l Q u a dr a 4 C o n j u n t o C – B r a sí l i a / D F – C E P 7 0 0 5 0 . br / c o n t en t / ger a l _ a c a o _ po l i t i c a _ est a du a l _ m edi c a m en t o s_ f o r m u l a r i o . go v . br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / h epa b_ r es0 3 0 6 _ ss4 0 . go v . m m p NORMA TÉCNICA PARA TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNIC A SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – NORMA TÉCNICA PARA TRATAMENTO DA HEPATITE C CRÔNICA – INDICAÇÃO DO MEDICAMENTO INTERFERON h t t p: / / w w w . pdf NORMA TÉCNICA PARA TRATAMENTO DE HEPATITE B CRÔNICA SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE – SP – NORMA TÉCNICA PARA TRATAMENTO DA HEPATITE B CRÔNICA – INDICAÇÃO DO MEDICAMENTO ADEFOVIR h t t p: / / w w w . sp. br / r eso u r c es/ ger a l / a c o es_ da _ sessp / a ssi st en c i a _ f a r m a c eu t i c a / h epa c _ r es0 3 0 6 _ ss3 9 . m m p F O RM UL Á RI O P A RA S O L I C I T A Ç Ã O h t t p: / / w w w . m pf .

0 0 0 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 282 . B r a si l . L o t e 1 9 .T el : + 5 5 6 1 3 2 5 1 . i n t / es/ i n dex . sp. 1 8 8 . go v .br/content/gera l_a coes_politic a _esta dua l_medica mentos_politica . go v .1 0 0 .C E P : 0 5 4 0 3 . D F . 7 0 8 0 0 . D F . E n éa s C a r v a l h o de A gu i a r .7 2 9 .sa ude.8 0 0 0 . br FONE: 190 PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIAIS PARA TRATAMENTO DE PORTADORES DE OUTRAS PATOLOGIAS – SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE – SP http://www.9 7 0 .F o n e/ F a x ( 1 1 ) 4 4 3 7 .gov. br / po r t a l o u v i do r i a R u a C esá r i o M o t t a . o pa s. o r g.C a i x a P o st a l 0 8 .B r a si l i a .ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE h t t p: / / w w w . sp.7 0 9 1 2 . B r a si l . H o r á r i o de A t en di m en t o P esso a l : S egu n da à S ex t a da s 10:00h às 16:00h. h t m l R epr esen t a n t e da O P S / O M S n o B r a si l . E m a i l : o u v i do r i a @ sa n t o a n dr e. po l m i l .sp.F o n e: ( 1 1 ) 3 0 6 6 .D F ORGANIZAÇÃO PAN -AMERICANA DE SAÚDE w w w .9 7 0 . br ( só pa r a qu em u sa o Outlook) POLÍCIA MILITAR h t t p: / / w w w . 5 8 .C er qu ei r a C ésa r S ã o P a u l o .H o r á r i o de F u n c i o n a m en t o : S egu n da à S ex t a da s 0 8 : 3 0 h à s 1 7 : 3 0 h . D r .9 5 9 5 OUVIDORIA DA CIDADE DE SANTO ANDRÉ h t t p: / / w w w 3 . br S et o r de E m ba i x a da s N o r t e.mmp A v .C en t r o .C a i x a P o st a l 0 8 7 2 9 – B r a sí l i a . w h o . sa n t o a n dr e. sp.4 0 0 B r a sí l i a .1 1 5 0 .S a n t o A n dr é – S P C ep: 0 9 0 1 0 . 7 0 3 1 2 . go v .

D r . br A v .0 0 0 SAMU – SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA h t t p: / / sa m u .F o n e: ( 1 1 ) 3 0 6 6 . m m p A v . sa u de.C E P : 0 5 4 0 3 . sa n t o a n dr e. E n éa s C a r v a l h o de A gu i a r . sc .C en t r o . 1 8 8 . 1 . sa u de. E n éa s C a r v a l h o de A gu i a r .P a ç o M u n i c i pa l .F o n e: ( 1 1 ) 3 0 6 6 . D r .C er qu ei r a C ésa r S ã o P a u l o . sp.8 0 0 0 .PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ h t t p: / / w w w 2 . sa u de.C er qu ei r a C ésa r S ã o P a u l o . br FONE: 192 SECRETARIA D E ESTADO DA SAÚDE .C E P : 0 5 4 0 3 .C E P 09015-080 .SP h t t p: / / w w w . go v . sp. go v . br P r a ç a I V C en t en á r i o . 1 8 8 . go v . FICHA PARA SOLICITAÇÃO E LOCAIS PARA ENTREGA DE PALIVIZUMABE h t t p: / / w w w .8 0 0 0 . sp. go v . br / f o l der / ger a l _ a c a o _ po l i t i c a _ est a d u a l _ m edi c a m en t o s_ v sr .0 0 0 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 283 .Fone-Fácil: 0800-0191944 – 4433-0111 H o r á r i o de A t en di m en t o : da s 8 h à s 1 8 h PREVENÇÃO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS SINCICIAL DA RESPIRAÇÃO – ORIENTAÇÕES.

P a ç o M u n i c i pa l .F o n e . br / pa ge/ 7 4 7 / 5 0 SIGLÁRIO ELETRÔNICO DO MINISTÉRIO DA SAÚ DE . br / c o n t en t / ger a l _ est r u t u r a _ r e gi o n a i s_ de_ sa u de. br / pa ge/ 1 7 4 / 5 0 SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE – SANTO ANDRÉ – SERVIÇOS h t t p: / / w w w 2 . m m p SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE – SANTO ANDRÉ – PÁGINA PRINCIPAL h t t p: / / w w w 2 .F á c i l : 0 8 0 0 0 1 9 1 9 4 4 . sp. br / ph p/ l ev el . sa u de. sa n t o a n dr e. go v . br / o f f i c e/ 5 0 P r a ç a I V C en t en á r i o . go v .ANVISA h t t p: / / bv sm s. go v . sa n t o a n dr e. ph p? l a n g= pt & c o m po n en t = 4 4 & i t em = 1 1 5 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 284 . sp.C en t r o .C E P 0 9 0 1 5 .H o r á r i o de A t en di m en t o : da s 8 h à s 1 8 h SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE – SANTO ANDRÉ – LOCAIS DE ATENDIMENTO h t t p: / / w w w 2 . sa u de. sa n t o a n dr e. sp. sp.0 8 0 .SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE – DEPARTAMENTOS REGIONAIS DE SAÚDE – SES-DRS h t t p: / / po r t a l . go v . 1 . go v .

9 0 2 .0 8 0 0 .E .c o n j u n t o 3 0 4 . sa u de.C E P : 2 0 2 7 0 . br R u a V i c en t e L i c í n i o . br R u a B a r ã o de I t a pet i n i n ga .m a i l : si n du sf a r m a @ si n du sf a r m a .SINDICATO DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO .S ã o P a u l o SP C E P : 0 1 0 4 2 .V i l a O l í m pi a São Paulo/SP . o r g.SINDUSFARMA w w w . si n f a r . br R u a A l v o r a da . o r g.R i o de J a n ei r o – R J – B r a si l . 1 2 8 0 . sba c . go v . br TERMINOLOGIA DA SAÚDE .F o n e: 2 1 2 1 8 7 . br S i t e: w w w .F a x : 21 2 1 8 7 .0 0 1 F o n e: ( 1 1 ) 3 1 2 3 0 5 8 8 F a x : ( 1 1 ) 3 2 3 1 5 4 5 6 SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANÁ LISES CLÍNICAS w w w .m a i l : ger a l @ sba c . ex e? k = def a u l t & x = 1 & s= 1 & n = 5 0 & t = 1 & l = 6 0&y=0&w=+ Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 285 . NOMENCLATURAS E CONCEITOS OFICIAIS (TESAURO) . br / c gi bi n / m u l t i t es/ m t w dk . o r g.GUIA DE DEFINIÇÕES. 9 9 – T i j u c a . o r g. o r g. br SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO w w w .0 8 0 5 . si n du sf a r m a .CEP 04550-004 E .ANVISA h t t p: / / bv sm s. o r g. 2 5 5 . si n du sf a r m a .

CONASEMS. ARA. Revised and Expanded. Portarias. __________. OPAS/OMS .anvisa. __________. ENSP/FIOCRUZ. 1996. 2ª Ed. Second Edition. Bernoit. Revisada – 1993. Federal Republic of Nigeria. Buscando Remédio .Atenção Básica e Uso de Medicamentos Essenciais .anvisa. Disponível em <h ttp://www. CONASS.htm>. Disponível em http://www. A Farmácia Clínica na Farmácia Comunitária . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 286 . Acesso em 15/06/2011.gov.R REEFFEER RÊÊN NC CIIA ASS B BIIB BLLIIO OG GR RÁ ÁFFIIC CA ASS __________. 10ª Conferência Nacional de Saúde . Rio de Janeiro: ENSP/FIOCRUZ. 1995. Seminário Nacional sobre Política de Medicamentos. Perguntas Frequentes. Medicamentos Controlados. Rapid pharmaceutical management assessment: an indicator -based approach . Managing Drug Supply . Assistência Farmacêutica: Acesso aos Medicamentos e Qualidade de Vida . 1990. Kumarian Press: Connecticut. MARCHANT. Acesso em 15/06/2011.gov. ANVISA. __________.htm. Lagos: Federal Ministry of H ealth. Rumos e Perspectivas no Brasil. National Drug Policy for Nigeria .Guia de Aprendizagem e Ação para o Trabalhador da Saúde no Nível Local. ANVISA. Managemet Sciences for Health. Management Sciences for Health (MSH) . ___________. Arlington: MSH.br/medicamentos /contro lados/perguntas_frequentes.Módulo 1 - Comissão Científica da Confederação Farmacêutica Argentina e Conselho Federal de Farmácia . 1997.br/ legis/portarias/3916_98. Ana. UNICEF. Fenafar Sobravime.

Disponível em: http://www. 2002. Normas e Manuais Técnicos . Brasília: MS. Ministério da Saúde . BERMUDEZ. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização .Programa 1997/98 . Jorge Antônio Zepeda. Ministério da Agência Saúde. BRASIL.br/medicamentos/docs/atenfar.org. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde . Ministério da Saúde . Ministério da Saúde . 1997: “O Ano da Saúde no Brasil" . Consenso Brasileiro de Atenção Farmacêutica.gov. Atenção farmacêutica no Brasil: trilhando caminhos . 1997. BRASIL.C.br/portal/. 1997. Editora Brasília.: OPS. BRASIL. evaluación y uso.saude. Farmácia Básica . farmacêutica . & Mercucci. Ministério da Saúd e. Brasília.. 1997. MS: Brasília. Glosario de medicamentos: Desarrollo. Ministério da Assistência Saúde.br/portal/saude/profissional.gov. Brasília. Disponível em http://portal. BRASIL. BRASIL. 1997. A. Série A. A saúde no Brasil . 69. Hucitec-Sobravime.gov. São Paulo: 1995 BONFIM. 2006.anvisa.Ações e metas prioritárias . c1999. Estado e Sociedade: Critica da Política de Medicamentos do Brasil. R. Indústria Farmacêutica. Componentes da Assistência Farmacêutica . Organización Panamericana de la Salud.pdf. BRASIL. D. A construção da política de medicamentos . Nacional de Vigilância Sanitária . Disponível em: http://portal. V (Org. Washington. DF. MS: Brasília. J.saude. Thomas D.opas. Ministério da Saúde . BRASIL. Assistência Farmacêutica – Instruções Técnicas para sua Organização . Disponível em: http://portal.) .ARIAS. 2001. Hucitec – Sobravime: São Paulo. 333 p. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 287 . BRASIL.br/wps/portal/anvisa/home/medicamentos. BRASIL.

EQUADOR. Ministério da Saúde . Medicamentos essenciais: medidas para assegurar o abastecimento interno . 1988. Revista Qualidade em Quadrinhos . Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 288 .Centro de Estudios y Asesoria en Salud (). Acesso em 07/06/2011. 2007. CEME. CIÊNCIAS MÉDICAS. Documento – proposta. CEME. Manual de Normas e Procedimentos para Dispensação de Medicamentos em Farmácias Ambulatoriais . H. I Encontro Nacional de Assistência Farmacêutica e Política de Medicamentos .BRASIL. Secretaria de Estado da Saúde.ciencias medicas. 1994. El Sistema de Suministro en los Programas Sociales de Medicamentos . 1997. BRASIL. Lei Diabetes . CARDOSO. Central de Medicamentos : Brasília. D.php?idArtigo=1500>. Artigo. Brasília.com. CRM/SP e CRF/SP. GOÍAS. farmacêuticos e profissionais de saúde. DUKES. 2001. Medicamentos Genéricos – Informações para médicos . 1987. CEME. 1994. . Farmácia Básica: manual de normas e procedimentos . Medicamentos essenciais .583 de 10 de outubro de 2007. G. 1990. F. Central de M edicamentos: Brasília. Disponível em <http ://www. World Bank (HRO Working Papers): Washington. 1987. Brasília. Pharmaceutical Polices: Rationale and Design .Os caminhos da autonomia. Ministério da Saúde.br/sistema/artigo. DIAS & MONTANDON. Mãos à Obra Brasil: proposta de governo . S. Central de Medicamentos : Brasília. & Broun.Ed. MS: Brasília. Portaria nº 2. Gráfica Alborada: Quito. Relatório Final. CEAS-Equador .

Luiza. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 289 . Claudia G. Maria José Vasconcelos de Magalhães. S. MARIN. Curso de Administração de Sistema Integral de Medicamentos Essenciais .: Padman.br/medicamentos. Santos. REIS. Wilson Reinhardt. OPAS . KAUR. Serpa Osório de . Sílvio Machado do s. & Balasubramanian. Proceedings of the Asia Pacific Seminar on Implementing National Drug Policies . P. Nelly. Armazenamento e Distribuição de Medicamentos Essenciais . OPAS/OMS. Assistência Farmacêutica para gerentes municipais – OPS/OMS . em: http://portal.pdf MARIN.ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAUDE.saude. Escola de Saúde Pública do Ceará . Guia de formulación y puesta en marcha de un plan rector farmaceutico y un plan de acción prioritaria en el marco de una política nacional de medicamentos. Gonzalo Vecina .Módulo 7. Adriano Max Moreira. N. Saúde & Cidadania – Gestão de Recursos Materiais e de Medicamentos . Formulación y puesta en práctica de una política nacional de medicamento s . OPS.Principios y Estratégias. Castro. 1995. Gerentes Municipais de Disponível saúde . 1995. (Ed. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia hospitalar. Organización Panamericana de la Saud . Políticas de Medicamentos e Assistência Farmacêutica: Regulação e Qualidade. Medicamentos Esenciales en el nuevo contexto sócio -económico de America Latina y el Caribe . 2006.opas. Assistência OMS/OPAS Farmacêutica para [377]p. OPS: Washington.GOMES. Consumers International: Sidney. K. NETO.003.).org. OPS : Washington. Filho. 1994. 2002.br/portal/arquivos/ pdf/af_gerentes_municipais. Organización Panamericana de la Salud . 1995. OPS.gov. Disponível em: htttp:www. Vera Lúcia. Atheneu: São Paulo.2. R.

Secretaria de Estado da Saúde. a enciclopédia livre. SÃO PAULO. vol. Seventh Report of the WHO Expert Committee (including the revised Model List of Essential Drugs) . Department of Health: Cape Town. Boas Práticas de Recebimento. WHO: Geneva. I. WHO: Geneva. World Health Organization. vol. Guidelines for developing National Drug Policies . Fundação Calouste Gulbenkian: 2003.. & Galli. Nogueira Prista e col. Programa Dose Certa . 1998.. 6ª edição. I. National Drug Policy for South Africa . 1994..wikipedia. Julho/2000. Nogueira e col. Tecnologia Farmacêutica. WHO. 1996. PRISTA. 2003. L.PRISTA. Contribution to updating the WHO guidelines for developing national drug policies. La asistencia farmaceutica en el Sistema Unico de Salud de Ceará : elementos para su transformación. WHO. WHO. SOUTH AFRICA DEPARTMENT OF HEALTH.R.org/wiki/Medicamento > Acesso em 29/06/2011. 1995. I. 6ª edição. El processo de adquisición de medicamentos en el sector público . The use of Essential Drugs . WHO: Geneva. 1997. 1995. A. WIKIPÉDIA. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 290 . SES: Fortaleza. S. WHO. L. World Health Organization. WHO: Geneva. Indicators for monitoring national drug policies . SANTICH. World Health Organization. 1990. Report of the WHO Expert Committee on national Drug Policies . Wikipédia. Disponível em <http://pt. WEXMAN. 11:41:30. Tecnologia Farmacêutica. Estocagem e Dispensação de Medicamentos . World Health Orga nization. Trazo: Bogotá. Fundação Calouste Gulbenkian.

230. 202. 34 AMOSTRA-GRÁTIS. 154. 249 ALIMENTAÇÃO. 114. 58 ALUNO. 171. 257 44. 22. 192. 61. 18 APRESENTAÇÃO. 286. 107. 56. 51. 182. 39 ACOLHIMENTO. 100. 1. 44. 19. 191. 40. 43. 46. 68. 24. 55. 73. 106. 83. 28. 41. 155 ANDERSON DE OLIVEIRA ALVES. 140. 268 ANEXO. 48. 77. 102 ATRIBUIÇÕES. 21. 165. 65. A B U S O S . 51. 187. 127. 200 A N G E L A C A R L A B A I Ã O . 198 A D E Q U A Ç Ã O . 47. 231 ANTIMICROBIANOS. 113. 25. 217 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 291 . 73. 34. 197. 69. 103. 42. 67. 19. 24 110. 28 ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. 80. AIDS. 149. 80 278. 189. ALMA. 57. 80 110. 67. 29. 28. 135. 185. 62. 66. 105. 72. 22. 287. 101. 185.ÍÍN ND DIIC CEE R REEM MIISSSSIIV VO O ANTIBIÓTICOS. 217 ATENÇÃO BÁSICA. 71. 58. 182. 139. 114. 100. 44. 257 APERFEIÇOAMENTO. 13. 41. 20. 13. 47. 45. 74. 104. 153 29. 225. 3. 84. ALTA COMPLEXIDADE. 73. 154. 183. 121. 190. 26. 73. 2. 142. 98. 289 AIDAN RAVIN. 11 ABRANGÊNCIA. 138. 80 A B S O R Ç Ã O . 48. 67. 128. 130. 135. 23. 53. 62. 131. 206. 154 57. 149. 49 64. 48. 228. 169. 118. 13. 141.º 344. 49. 76. 53. 51. 34. 78 AUTORIDADE SANITÁRIA. 4 A N E X O . 79. 52. 12 B ANGELA CARLA BAIÃO. 23 AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES CIRÚRGICAS. 255 A V I A M E N T O . 164. 2 ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. 83. 2. 189. 47. 46. 210. 120. 129 A N A B O L I Z A N T E S . 25 AQUECER. 25 287 ALUNO. AGITAR. 150 ASSINATURA. 17. 105 ARMI. 288. 135. 118. 51. 187. 44. 45. 27. 55. 121. 22. 64. A D I T I V O . 130. 61. 193. 100. 28. 40. 25. 73. 184. 56. A G E N T E S . 149. 42. 3. 226 210 AQUISIÇÃO. 188. A D J U V A N T E . 51. 18. 52. 23 ATENDIMENTO AO PÚBLICO. ACESSIBILIDADE. 24. 80. 55. 205 A T R I B U I Ç Õ E S . 37. 192. 106. 41. 40. 184. 112. 184. 114. 189 BANHO. 175. 102. 188. 26. 63. 4 A N O R E X Í G E N A S . 209. 73. 250. 46. 51. 26. 134. 49. 288 ANTI-RETROVIRAIS. 47. 52. 50. 55 AUTOMEDICAÇÃO. 121. 47. 74 A ABASTECIMENTO. 52. 45. 229 ANEXOS À PORTARIA N. 103. 23. 145 AQUISIÇÃO. 65. 128. 112. 82. 213. 19. 196 A U T O M E D I C A Ç Ã O . 3. 22 ACESSO. 55.

220 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 292 . 105 CAIXA DE EMERGÊNCIA. 225 CENTROS DE ESPECIALIDADES. 185. 17 C O M O R E T I R A R O S M E D I C A M E N T O S . 19. 129. 125. 67. 194. 111. 187. 23. 44. 80. 40. 272. 248. 22. 34 CENTRO DE ESPECIALIDADES-1. 277. 30. 187. 27. 271. 112 CÓLERA. 186. 254 CENTRO DE ESPECIALIDADES -3. 217 CURSO. 183. 165 COMPRA. 278. 205 COMPETÊNCIAS. 26. 165. 128. 193. 27. 153. 35 C O O R D E N A Ç Ã O . 188. 243. 34 CENTRO DE ORIENTAÇÃO E APOIO SOROLÓGICO. 147 DEMANDAS. 34 CENTRO HOSPITALAR. 161 CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. 34 CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS. 4 CENTROS HOSPITALARES. 45. 156 CENTRO DE ESPECIALIDADES -2. 20 COORDENADORA. 193. 168 BULAS. 269 DEFINIÇÕES. 268 C O N S U M O M É D I O M E N S A L . 185 COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA F A R M A C Ê U T I C A . 279 B E N E F Í C I O . 268 COMPRAS. 25. 18. 73. 28. 26 COMISSÃO INTERGESTORES. 19. 111 CHÁS. 65. 160 C A R T Ã O D O S U S . 28. 5 DENGUE. 23 C O N S E L H O R E G I O N A L . 269. 18. 173. 265 CHA. 60. 285 DEMANDA. 76. 157. 249. 79. 45. 247. 107 CARDIOVASCULARES. 130. 105. 198. 214 C A P A C I T A R . 104 CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. 135. 49. 24. 34 CONSULTAS. 110 192. 211. 137. 34. 246. 80. 3. 34 CONTROLE ESPECIAL. 24 C O N S T I T U I Ç Ã O . 143 CASM. 180. 38 CORPO. 80. 17 CAPS INFANTIL. 151. 50 COMO ORGANIZAR A FARMÁCIA. 120. 60 C O M P O N E N T E . 17. 51. 279 C COMPOSTO. 77. 19. 41 CAMPANHAS EDUCATIVAS. 157. 26 D E N O M I N A Ç Ã O C O M U M B R A S I L E I R A .E S T A R . 84. 42. 189. 50. 4 C I D . 2 CORAÇÃO. 267. 28. 226 DANIEL ATAÍDE. 38 B I O T R A N S F O R M A Ç Ã O . 80. 1. 26 CURA. 217 D C CIBELE CRISTINA TALAMONTE DE OLIVEIRA. 202. 212. 45. 140. 25.B E M . 25 CRF. 112. 26. 228 CONFERÊNCIA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. 17. 149 COMO UTILIZAR. 34 C O N T R O L A D O S . 48. 3. 146 COMPETÊNCIA. 201. 255 C A D A S T R A M E N T O . 58 CAPACIDADE. 288 CH CRÔNICO-DEGENERATIVAS. 203. 40. 72. 64. 83. CAPACITAÇÃO. 26 CONSUMIDOR. 158. 25. 40 CAPACITAÇÃO. 23. 49. 43. 112. 186. 210.

142. 48. 29. 160. 170. 217 DISPENSAR DISPENSAÇÃO. 83. 106 E EDIÇÃO. 190 DOENÇAS. 55. 26 ESTATÍSTICAS. 146 E S S E N C I A I S . 51. 26. 53. 34 DESCARTAR. 49. 3 EFEITO DO MEDICAMENTO. 107. 69. 182. 24. 258. 198. 43. 186. 127. 170. 105. 48. 73. 209. 194. 28. 23. 48. 28. 181. 279 DST/AIDS. 225 EFEITO PLACEBO. 51. 175. 26. 2 DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. 26 EPÍGRAFE. 191. 51. 141. 48. 175. 46. 264 EMBEBER. 205. 53. 17. 219 D E S V I O S . 121. 129. 45. 62. 218. 125. 44. 140. 104. 24 178. 192. 80 EMBALAGEM. 26 ENVELHECIMENTO. 257 EMBALAGENS. 22. 159 106. 184. 257 DEPARTAMENTO. 112. 81. 81. 268 DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. 224 EFEITO FARMACOLÓGICO. 18 ELABORAÇÃO. 167. 19. 160. 141. 172 E S T A D U A L . 208. 80 DISPENSAÇÃO. 129. 76. 47. 161. 226. 80 ESSENCIAIS. 62. 105. 24. 44. 2. 217 ESTABELECIMENTO. 199. 195. 61. 162. 128. 104. 19. 17. 146 DILUIR. 21. 169. 156. 43. 154. 187. 192. 186. 70. 19. 201. 171 DOCENTE. 171. 203. 176. 27. 112 DISCRIMINAÇÃO. 4 DOENÇA. 250. 221. 164. 133. 80. 63. 80 DESCENTRALIZAÇÃO. 140. 11. 49. 157. 73. 208. 49. 164. 64. 42. 210 ESCRITURAÇÃO. 24. 19. 224 E F I C Á C I A . 191. 48. 67. 103. 47. 19. 106. 51. 69. 25. 47. 72. 65. 126. 196. 71. 188. 82. 225 EFEITO PRINCIPAL. 115 E F I C A Z . 193. 19. 288 D I S T R I B U I Ç Ã O . 183. 2. 149. 210. 99. 52. 162. 224 DOENÇAS. 102. 139. 79 DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. 185. 204. 80. 103. 122. 26. 2 DIRETRIZES. 41. 143. 1 DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA À SAÚDE GERÊNCIA DE CONTROLE DE ZOONOSES. 216. D E S P E N S E I R O S . 161. 259 ENVELHECIMENTO. 28. 280 ELETRÔNICO. 62. 60. 23. 262 DETERMINANTE. 201 DIRETORA. 80. 173. 3 D I A B E T E S M E L L I T U S . 19. 195 ENTORPECENTES. 272.DENOMINAÇÃO GENÉRICA. 185. 52. 269 DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS. 27 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 293 . 22. 208 ESPERANÇA. 45. 80 ENCAPSULAR. 71. 184. DISSOLVER. 149. 151. 46. 52. 166. 227 D O S E C E R T A . 168. 165. 206. 161. 209. 172. 19 ERVAS. 130. 27. 119. 187. 171. 166 D I E T É T I C O . 64. 213 ESTADUAL. 193. 67. 116. 175. 202. 121. 180. 190. 34. 224 EFEITO INDESEJÁVEL OU ADVERSO. 71. 106. 251. 177 E L I M I N A Ç Ã O . 105. 106. 73. 80 E N T O R P E C E N T E S . 61. 41. 160. 127. 220.

42. 160. 80 F I C H A . 170 E X C I P I E N T E S . 110. 150. 29. 19. 226. 130. 113 F GLOSSÁRIO. 58. 105. 27. 112. 35 F A R M Á C I A . 29. 49. 22. 35. 230 FARMÁCIA POPULAR. 67. 153. 127. 21. 230. 143. 273. 272. 125. 103. 135. 108. 58. 104. 72. 73. 79. 191. 257 F A R M A C O T E R A P I A . 157. 158. 270. 177. H O S P I T A L D A M U L H E R . 138. 173. 291 INJETAR. 27 F Í G A D O . 122. 24. 83. 166 FEDERAL. 148 INTERCAMBIADO. 13. 184. 110 GESTÃO. 140. 99. 19. 129 162. 61. 121. 138. 59 ÍNDICE REMISSIVO. 98. 134. 149. 200. 111. 149 G E N É R I C O S . 19. 29. 180 GELADEIRA. 41. 267. 18 FORMAS E FÓRMULAS FARMACÊUTICAS. 198 FABIOLA RENATA UEMOTO CHISTE. 57. 71. 19. 147 INSTRUÇÕES TÉCNICAS. 43 F A R M Á C I A . 105 E X I G Ê N C I A S . 225. 80. 225 INSTITUCIONAIS. FORMULÁRIOS. 104. 58. 140 HELDER RENE BARBOZA. 285 HOSPITAL DA MULHER. 61. 25. 61. 146. 60. 137. 80. 160. 48. 44. 188. 105. 110. 197. 47. 64. 104. 287 FINALIDADE. 24. 143. 42. 56. 49. 168. H E L O Í S A H E L E N A S I L V A . 29. 163 G E S T O R . 165. 61. 22. 24. 172. 52. 81. 170. 47. 289 HUMBERTO COSTA. 187. 164. 22. 61. 29. 113. 22. 69. 218 FARMACÊUTICO. 56. 166. 23. 29 FARMACÊUTICO. 131. 64. 136. 154. 23. FINALIDADE. 67 F A R M A C O P É I A . 81. 209. 22. 80 FARMÁCIAS PÚBLICAS. 118. 164. 18 114. 112. 71. 73. 141. 38 166. 49. G 210 ESTRATÉGIAS. 79. 110. 288 FARMACÊUTICOS. 199. 139. 175. 81. 42. 221 F O R M U L A R . 22. 83. 136. 211. 142. 4 213. 168 I N T E R A Ç Ã O M E D I C A M E N T O S A . H 192. 23. 163. 4 GUIA. 71. 142. 12 H I P E R T E N S Ã O . 128. 186. 192 INSTRUTORES. 262 E X C E P C I O N A L . 136. 229 ÉTICA. 220 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 294 . 189. 24 FORMULÁRIO. 72. 11. 171 EXCELÊNCIA. 161. 47. 277 IGNORÂNCIA. HUGO PIOVEZAN DE FELICE. 165 IMUNOSSUPRESSORAS. 219 ESTRUTURA. 177. 115. 192. 80. 4 F A R M A C Ê U T I C O S . 20. 156. 4 I N S U M O . 191. 175 ÍNDICE. 139. 208. 83. 116. 261 G E S T O R E S . 48. 48. 151 GARANTIA.E S T O Q U E . 291 G R Á F I C A . 176. 182. 120. 271 I FARMÁCIA POPULAR. 226. 24. 74 I M P L E M E N T A R .

45 M E D I C A M E N T O F I T O T E R Á P I C O . 26. 53. 73. 204. 4 170. 56. 24. 102. 48. 51. M 289. 141. 112. 106. 190. 255 JOSÉ SERRA. 82. 227. 112. 71. 57. 217. 149. 98. 118. 41. INTRODUÇÃO. 141. 198. 131. 169. 42. 290 M É D I C O S . 127. 261 204. 28. 130. 56. 188. 126. 62. 148. 18. INTERVENÇÕES. 46. 288. 256. 171. 120. 21. 22. 143. 42. 137. 11. 43. 173. 209. 161. M A T É R I A . M A R C A . 156. 185. 28. 183. 207. 55. 56. 84. 142. 113. 198. 183. 140. 217 114. 132. 21. 159. 42. 44. 135. 126. 178. 23. 50. 197. 118. 29. 199. 219 JUSTIFICATIVA. 125. 257. 288 MALÁRIA. 107. 218 125. 98. 134. 253. 60. 13. 104. 155. 154. 169. 189. 44. 49. 168. 211. 244 M E D I C A M E N T O S . 206. 99. 118. 122. 73. 80. 184. 176. 165. 68. 83. 107. 250. 22. 67. 222. LEONI MARIS DE MELO FERRARESI. 104. 163. 199. 224. 126. 182. 26. 101. 261. 219. 173. 41. 124. 170 139. 82. 164. 13. 28. 179. LÍQUIDAS. 160. Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 295 . 23. 142. 156. 110. 203. 45. 161. 225. 63. 197. 121. 178. 136. 169. 128. 26. 140. 128. 287 MELHORIA. 201. 287. 194. 115. 189. 267 205. 155. 157. 82. 139.I N T E R C A M B I A L I D A D E . 146. 58. 71. 164. 67. 40. 163. LISTA DE ANTIMICROBIANOS. 196. 100. 123. 210. 24. 168. 166. 125. 256. 18 114. 226. 141. 133. 116. 186. 121. 145. 51 133. 172 56. 116. IRREGULARIDADE. 169. 157. 193. 83. 164. 174. MASSAGEM. 185. 177. 185. 1. M A G I S T R A I S . 156. 228. 124. 205. 209. 222 LISTA. 22. 206. 290 L I V R O . 286. 255. 61. 46. 142. 41. 195. 132. 182. 148. 129. 196. 147. 257. 115. 4 149. 256. 289. 186. 202. 159. 225. 21. 154. 140. 47. 46 169. 134. 27. 22. 143. 164. 29. 191. 155. 172. 288 MINISTÉRIO DA SAÚDE. 192. 23. 175. 145. 99. 45. 73. 28. 192. 65. 29. 182. 78 LISTA DE SUBSTÂNCIAS. J 204. 262 MANUAIS TÉCNICOS. 22. 175. 287. 182. INTERVENÇÕES. 250. 172. 24. 168. 169. 28. 123. 136. 193. 195. 204. 159. 128. 162. 58. 259. 217 LEI. 220. 146 MANUAL. 203.193. 137. 154. 139. 136. 210. 118. 160. 136. 209. 48. 229. 180. 56. 188. 44. 202. 27 M E D I C A M E N T O G E N É R I C O . 105 164. 140. 21. 25. 17. 208. 216. 107. 81 MEDICAMENTO. 167. 45. 104. MELHORAR. 166. 103. 122. 110. 105. 23. 218. 84. 106. 61. 172. 194. 64. L O T E . 179. 121.P R I M A . 21 120. 181. 174 64. 219. 55. 190. 262 154. MEDICAMENTOS. 52. 71. 190. 121. 288 M E T A B O L I S M O . LICITAÇÕES. 203. 135. 27. 167. 81. 192. 221. 57. 225. 72. 205. 286. 130. 127. 146. 168. 116. 117. 138. LUIZ EDUARDO ANDRADE ALKIMIM. 26 MELHORAR. 110. 72. 61. 144. 24. 44. 105. 112 MANUAL. 122. 128. 218 L L E G I S L A Ç Ã O . 81. 187. 222. 153. 170. 206. 44. 187. 79. 258 227. 121.

40. 74. 125. 51. 175. 23. 198. 24 MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. 184. 196. 57. 62. 28. 45. 98. 41. 185. 164. 287 100. 127. 115. 42. 157. 38. 60. 53. 167. 189. 100 N P A C I E N T E . 4 PLACEBO. 200. 166. 149. 40. 166. 112. 106. 82. 60. 161. 23. 29. 172. 67. 256. 155. 120. 61. 126. 28. 43. 22. 155. 45 OPINIÕES. 170. 43. 225 NOME COMERCIAL. 159. 191. 183. 121. 25. 176. 58. 197. PACIENTES. 162. 177. 181. 105 M U L T I D I S C I P L I N A R . 208. 28. 168. 173. 45. 177. 66. 175 NILSON BONOME. 182. 171. 151. 60. 189. 67. 164. 175. 24. 225 168. 183. 160. 171. 176. 173. 220 P O L Í T I C A . 170. 29. 24. 176. 156. 161. 287. 23 MUNICIPAL. 286. 29. 224. 22. 44. 192. 27. 43. 162. 171. 287. 67. 118. 64. 188. 153. 81. 172. 126. 199. 178. 165. 172. 219. 186. 168. 188. 162. 13. 110. 27. 225. 287. 188. 29. 200. 185. ORGANIZAÇÃO. 128. 52. 210. 104. 157. 50. 56. 153. 175. 163. 4 M U L T I P R O F I S S I O N A L . 110. 101. 178. 157. 206. 43. 194 P A T O L O G I A S . 80. 184. 121. 160. 289 MULTIPLICADORES. 100. 288 N O T I F I C A Ç Ã O . 26. 182. 205. 40. 198. 45 O B E D E C E R . 50. 114. 166. 166. 39 NILZE FAVERO. 195. 165. 154. 155. 71. 127. 98. 176. 174. 44. 57. 220. 253. 260 M U N I C I P A L I D A D E . 63. 23. 197. 39 P E R F I L N O S O L Ó G I C O . 174 102. 81. 65. 107. 288 NORMAS. 210. 190. 118. 287. 46. 102. 195. 51. 146. 102. 160. 210. 155. 28. 153. 179. 24. 182. 28. 27. 201. 116. 135. 250. 28 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO. 19. 44. 199. 19. 44. 117. 167. 157. 222. 110. 286. 98. 204.179. 257. 121. 130. 187. 184. 193. 26. NORMAS. 288 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. 282. 61. 110. 99 P MUNÍCIPES. 118. N U T R I M E N T O . 181 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 296 . 190. 112. 165. 128. 117. 72. 73. 18. 168. 289 P O L Í T I C A . 172. 105. 35. 163. 123. 154. 41. 99. 28. 13. 155. 121. 80 163. 177. 181. N A C I O N A L . 194. 122. 45. 257 167. 130. 170. 56. 195. 191. 110. 24 M O R A D O R . 254. 61. 72. 116. 160. 164. 63. 98. 63. 140. 112. 99. 180. 110. 128. 42. 220 PLANTAS. 43. 24. 64. 256. 45. 129. 172 OUTRAS SUBSTÂNCIAS. 70 NAPS. 172. 178. 26. 182. 156. 129 O M S . 128. 45 OBJETIVO. 59. NUTRIR. 71. 262. 130. 254. 40. 55. 251. 261. 191. 114. 60. 156. 161. 64. 41. 46. 259 NOME QUÍMICO. 124. 2 PID. 35. 20 MUNÍCIPE. 119. O 288 M I N I S T R O . 121. 286. 51 288 N A C I O N A L D E M E D I C A M E N T O S . 165. 178. 148. 38. 81. 189. 182. 28. 167. 268 O B R I G A T O R I E D A D E . 154. 73.

103. 154. 177. 50. 62. 253. 206. 122. 199. 53. 26. 53. 150. 159. 99. 156. 24. 173. 26. 59. 24. 174. 45. 27. 61. 171. 156. 121. 290 PROCESSOS. 187. 22 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 297 . 145. 175. 67 PRECURSORAS. 205. 187. 63. 48. 103. 65. 146. 107 P R I N C Í P I O A T I V O . 265 261 PROGRAMA 5S. 83. 121. 253 P R O P A G A N D A . 219. 175. 48. 177 P R E S C R I Ç Ã O . 152. 177. 2. 56. 61. 181. 112 QUALIFICADOS. 20 P R O J E T O . 120. 205. 106. 154. 170. 173. 155. 43. 71. 194 PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. 43. 47. 251. 150 P R E S C R I Ç Ã O . 181. 103. 172. 51. 72. 39 PREFEITO. 52. 167. 127. 141. 22. 163. 118. PROMOVER. 1. 188. 51. 102. 22. 178. 213. 111. 113. 258. 192. 121. 112. 45. 265 QUALIDADE DE VIDA. 98. 130. 52. 67. 25. 37 PROGRAMAÇÃO. 28. 255. 59. 185. 117. 183. 103. 110. 58. PRONTO ATENDIMENTO. 105. 35. 225. 197. 181. 224. 84. 170. 183. 167. 195. 194. 150. 163. 149. 71. 42. 56. 121. 171. 29. 79. 157. 165. 154. 149.P O P U L A Ç Ã O . 102. 181. 106. 63. 42. 102. 187. 35. 151. 64. 28. 22. 29 PRINCÍPIOS DA UNIVERSALIDADE. 121. 61. P R O F I S S I O N A I S . 47. 41. 184. 25. PROGRAMA. PSICOTRÓPICOS. 51. 41. 255. 258 110. 76. 103. 189. 117. 64. 79. 122. 161. 44. 160. 18. 262. 262. 172. 192. 62. 104. 82. 70. 29. 118. 204. 195. 125. 168. 149. 51. 167. 184. 198. 51. 206. 27. 125. 146. 176. 177. 24. 177. 193. 189. 125. 256 P Ú B L I C A . 221 PÚBLICO. 81. 61. 180 PROSCRITO. 112. 23. 121. 207. 105. 149. 67. 102. 126. 53. 252. 253. 98. 51. 80. 160. 51. 192. 68. 112. 24. 19. 135 PREFÁCIO. 192. 259 P R E S C R I T O R E S . 150. 104. 65. 70. 186. 45. 70. 262 P O S O L O G I A . 225 182. 250. 102. 64. 177. 178. 115. 73. 121. 117. 150 78. 213. 126. 162. 219 184. 81. 46. 55. 180. 159. 193. 107. 160. 82. 166. 110. 221. 22. 148. 176. 104. 75. 149. 112. 131. 110. 106. 169. 137. 197. 22. 55. 67. 48. 120. 61. 196. 25 QUALIFICAÇÃO. 62. 41. 83. 42. 41. 288 P R O C E S S O . 45. 103. 67. 105. 116. 25. 251. 24. 27. 26. 121. 191. 106 PSICOTRÓPICAS. 263. 212. 49. 20. 113. 43. 126. 24. 47. 58. 129. 28. 190. 177 P R I N C Í P I O A T I V O . 55. 45. 176. 261 172. 106. 252. 153. 27. 183. 163. 82. 182. 48. 106. 186. 161. 218. 55. 112. 177. 28. 56. 219 Q QUALIDADE. 43. 104. 73. 44. 129. 288 PROCEDIMENTOS. 171. 205 PROTOCOLOS. 156. 138. 51. 194. 73. 52. 36 199. 74. 189. 220. 178. 155. 177.200. 122. 164. 176. 256 P R O S C R I T A . 77. 185. 115. 46. 116. 52. 112. 166. 147. 43. 157. 211. 20 PROGRAMAS DE SAÚDE. 41 PROCEDIMENTOS. 58. 165. PROJETOS. 113. 18. 45. 288 P O R T A R I A . 42. 190. 120. 49. 56. 171. 213. 263. 262 181. 156. 29. 170. 210. 43. 211 P S I C O T R Ó P I C O . 122. 24. 64. 186. 44. 154. PROFISSIONAL. 56. 112. 36. 165. 260 PRESENÇA DO PROFISSIONAL TÉCNICO. 50. 150. 48. 172. 136. 115. 258 P R O G R A M A S . 182. 172. 254. P R E C U R S O R E S . 104. 48. 122. 168. 73.

51 R E C E I T A . 67. 98. RICARDO JOSE DE SOUZA. 283 SANITÁRIA. 264 197. 141. 51. 81. 288 R E M U M E . 40. 21. 28. 102. 29. 172. 17. 22 RESULTADOS. 214 178. 126. 120 S A N T O A N D R É . 244 106. 187. 23. SATISFAÇÃO. 178. 155 RACIONALIZAÇÃO. 185. 22. 44. 52. 55. 83. 62. 176. 53. 182. 261 R RACIONAL. 192. 256. 127. 152 R E S O L U Ç Ã O . 76. 74. 64. 98. S E C R E T A R I A M U N I C I P A L . 17. 112. 237. 82. 83. 154. 3 RENAME. 41. 43. 20. 66. 185. 20 S E G U R A N Ç A . 238. 193. 62. 21. 251. 249. 158. 103. 75. 179. 99. 27. 178. 201. 61. 164. 18. 76. 49. 67. 3 REAÇÃO ADVERSA. 130. 70 S E C R E T Á R I O M U N I C I P A L D A S A Ú D E . 40. SANTO ANDRÉ. 173. 192. 183. 203. 83. 256. 280. 58. 179 RÓTULOS. 188. 106. 105. 110. 213 R E C E I T U Á R I O S . 252. 206 164. 184. 196. 67. 149. QUESTÕES. 121. 182. 100. 52. 278 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE. 98. 115. 107. 258 R E C E I T A . 256 R E T I N Ó I D E S . 140. 42. 174. 136. 154. 59 175. 123. 197. 222 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 298 . 192. 63. 75. 206. 80. 22. 208. 213. 188. 106. 69. 184. 203. 81. 27. 199 R E C E I T A . 107. 143. 80 REVISÃO. 56. 53. 52. 173. 253.QUEIXA TÉCNICA. 103. 28. 80. 191. 38. 26. 157. 165. 185. 170. 47. 43. 40. 234. 156. 255. 155. 29. 72. 1 REORIENTAÇÃO. 179 SECCIONAL. 62. 58. 186. 216. 67. 257. 175. 161. 156. 73. 61. 103. 198. 198. 200. 180 179. 25. 72. 252. 61. 103. 171. 102. 235. R E L A T Ó R I O . 251. 27. 186. 2 REPASSE DE VERBAS. 259. 161. 197. 190. 52. 183. 158. 180. 24. 117. 264. 225. 210. 73. 225 R E V I S Õ E S . 216. R E G I S T R O . 84. 61. 108. 256. 176. REFERÊNCIAS ÚTEIS A SERVIDORES E USUÁRIOS. 197. 104. 58. 42. 256. 49. 186. 181 R Ó T U L O . 113. 1. 53. 52 SECRETÁRIO. 44. 55. 178. 217 287. 71. 36. 24. 268 RECURSOS. 154. 128. 159. 113. 52. 64. 46. 171. 173. 121. 157. 254. 4 130. 79. 102. 103. 112. 262 S A Ú D E . 22. 179. 194. 206. 266 42. REINALDO MAURICIO RIBEIRO DA SILVA. 26. 24. 207 RASPAR. 190. 67. 219 SEMI-SÓLIDAS. 191. 195. 202. 196. 130. 105. 261 RETINÓICAS. 218. 122. 269 64. 231. 120. 176. 67. 252. 47. 99. 169. 53. 25. 23 RETENÇÃO. 110. 24. 253. 204. 44. 84. 169. 117. 198. 4 R I S C O S . 42. 179. 175. 64. 183. 56. 189. 194. 72. 48. 167. 255. 19. 106. 257 SAMU. 184. 261 R E C E I T U Á R I O . 202. 65. S 253. 182. 71. 116. 236. 118. 190. 154. 28. 186. 84. 199. 45. 160. 69. 82. R E M É D I O . 204. 179. 61. 251. 70. 71. 250. 159. 39. 2. 24. 157. 98. 73. 103. 17 R E A D E Q U A R . 183. 41. 191. 41. 120. 181. 120. 46. 43. 70. 202. 84.

43. 259 USO RACIONAL. 191. 153 TRABALHADORES.SERVIÇO. 261 U U N I D A D E B Á S I C A D E S A Ú D E . 18 S M S . 157. 140. 255. 56. 226. 19. 181. 25 Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 299 . 77 TREINAMENTO. 149. 225. 192. 155. 195. TÉCNICAS V TÉCNICAS. 24 216. 217. 56. 210. 153 SIGLAS. 211. 80 SUBSÍDIOS. 137. 129. 210. 268. 266. 156. 82. 154. 157 VOLUME. 102. 49. 251. 213 V E T E R I N Á R I O . 181. 122. 135. 18 SÓLIDAS. 51. 174. 21. 127. 24. 167. 189. 140. 122. 136. 193. 48. 171 T TALIDOMIDA. 136. 115. 4 T E R A P Ê U T I C A . 19. 26. 176. 149. 184. 25. 196. 74. 80. 26. 180 T U B E R C U L O S E . 202. 141. 11 UNIDADE DE SAÚDE. 36 SNGPC. 24. 187. 190. 14. 228 U S O C O N T Í N U O . 76. 61. 128. 258. SERVIDORES. 22. 58 USO RACIONAL. 84. 265 TÉCNICO. 180. 184. 206. 80 S U B S T Â N C I A . 122. 194. 260. 54. 138. 178. 201. 262. 155. 82. 267 UTILIDADE PÚBLICA. 161. 115. 11. 266 T A N I A M A R I A B A R B O S A L O P E S . 112. 20 T É C N I C A . 106. 207. 133. 177. 250. 198. 269 TÉCNICOS. 163. 203. 139. 37. 44. 259. 253. 197. 23. 257. 27 TRITURAR. 175. 78. 256. 23. 190. 21. 3 VOLUME. 263 TERAPÊUTICO. 196. 70. 146. 204. 166. 199 V I G I L Â N C I A S A N I T Á R I A . 18. 165. 38 UNIDADE DE SAÚDE. 218 TERAPÊUTICOS. 284. 290 TERMINOLOGIAS. 118. 24. 228 TRANSPORTE PARA TRATAMENTOS DE SAÚDE. 254. 216 VALIDAÇÃO. 80. 121. 187. 178. 222 TRISTEZA. 129 S U B S T Â N C I A S . 185. 209. 36. 84. 210 USO PROSCRITO. 192. 113. 204. 180. 185. 209. 193. 188. 199. 186. 56. 219 S E S .

Capacitação em Assistência Farmacêutica Manual de Procedimentos & Legislação 300 .