O FUTURO QUE QUEREMOS

Economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da
pobreza
Cartilha ilustrada sobre
Economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE
Resenhado por Celina Vanessa de Araujo Silva (Faculdade dos Guararapes)
Psicologia 4NA
Sabemos hoje o quanto temos sofrido por não cuidar adequadamente do
que nos pertence, sendo refletido em nosso presente através das mudanças
climáticas e tudo que a natureza tem sofrido atingido o nosso dia-a-dia. E o
será no futuro, se não forem tomadas decisões para tentarmos melhorar ou
minimizar todos os efeitos que vem de gerações, e a relação a questões
ambientais que devem vir atreladas a questão da pobreza e seus efeitos. A
definição de desenvolvimento sustentável se enquadra nessa relação, que é “a
competência da humanidade em garantir que as necessidades do presente
sejam atendidas sem comprometer a qualidade de vida das gerações futuras”.
A cartilha em seu texto inicial vem nos fazer a pergunta de onde vieram os
conceitos de desenvolvimento sustentável, economia verde, se estão ou não
sendo usada de forma adequada, a associação à inclusão social e erradicação
da pobreza. E nós como cidadãos temos tido atitudes sustentáveis? E qual o
futuro que desejamos para nossos filhos e netos?. Informa-nos as conferências
e debates realizados em meados de 1950 com o crescimento econômico, que
foi realizado em Estocolmo, denominado iniciativa mundial no sentido de
organizar as relações entre o Homem e o Meio Ambiente e um Manifesto
Ambiental que deveria conduzir as decisões em relação às questões
ambientais. Os textos seguintes trazem análises específicas, tais como: A ECO
92 programa detalhado de ações para afastar o mundo do atual modelo
insustentável do crescimento econômico, discutindo os padrões de
desenvolvimento que causam danos ao meio ambiente, incluindo a pobreza e
tantos outros objetivos. Uma saída favorável que envolve o uso da terra,
falando da economia verde, que se refere a mudanças de hábitos de consumo,
pois temos a carência de água e as preocupações com os oceanos, o uso
ineficiente dos recursos naturais e o desenvolvimento de novas tecnologias
que sejam voltadas para o desenvolvimento sustentável das mudanças
climáticas e seus efeitos. A discussão das medidas em relação à restrição das
emissões de gases do efeito estufa, a pegada ecológica. A exploração da
natureza vem gerando o “esgotamento do capital natural mais rápido do que
sua capacidade de renovação”. O modo de vida das sociedades modernas e
sua pouca contribuição para a sustentabilidade, discussões inseridas no debate
da pobreza e da fome no mundo para dar “condições aos povos menos
desenvolvidos, o meio para encontrar caminhos de adaptação e
sobrevivência”, a questão social, os investimentos e as responsabilidades por

cadeiras que seria para uma criança.parte dos governos. mas nós cidadãos devemos fazer a nossa parte. a forma de efetivar uma sociedade apta a viver sob as diretrizes do desenvolvimento sustentável é aquela que possui conhecimento adequado e em habilidades e valores pautados no desenvolvimento sustentável”. que irá refletir em nosso futuro. salientando a grandiosidade do evento e sua importância para uma boa parte de nossa população e todos os programas criados. onde realizam necessidades fisiologias em banheiros abertos “matos”. melhor qualidade de vida. não acabando com o que ainda nos resta. e todos os assuntos nesse contorno como uma linha segundo a qual se traça um plano de desenvolvimento sustentável para o hoje. Tal afirmação vem nos remeter a educação para o desenvolvimento sustentável. informar e dar recursos para tais mudanças. A pobreza gritante em nosso país e a má distribuição de renda. atividades e que mobilizando diversos seguimentos de nossa sociedade é realmente muito peculiar. se na realidade de nossa nação a educação está insustentável. Ainda temos empresas que devem entender que não é só uma questão de marketing. escrever e realmente intervir. como podemos falar neste assunto. para efetivar ações de defesa em relação ao meio ambiente. inovações. chegamos ao teto do que o planeta é capaz de suportar sem gerar nenhuma surpresa”. recursos e como nos foi informado pela própria mídia escolas com chão de barro. não tem professores adequados. mas que deve ser de forma consciente os impactos ambientais que elas têm causado. Na realidade diante destas exposições podemos perceber muitas contradições no que diz respeito em falar. Parece-nos que todas essas medidas têm saído muito tarde de seus entraves. Falar em congressos para pesquisadores. salas. . sentam duas. cientistas. educação e saúde. A Todo esse argumento de sustentabilidade a Diretora Geral da Unesco Bokova (2012) nos diz: “Para os mesmos. pois as classes menos favorecidas não têm se quer escolas adequadas para se falar sobre o assunto. todos os parâmetros devem ser entrelaçados com a educação para minimizar e melhorar o que já foi perdido. mas para isso os nossos governantes precisam dar aos cidadãos o direito concedido pela nossa constituição. Como irão aprender e mudar paradigmas se nas escolas que estudam. o futuro esperado com sustentabilidade ambiental para todos. e como o crítico Rockstrom diz: “a Rio+20 não nos leva muito longe para resolvermos o problema. governadores e tantos outros sobre a sustentabilidade. onde. e demoram mais de uma hora para chegar às escolas e muitas andam a pé quilômetros.