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O ENSINO DA MÚSICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA A PARTIR DO CHORO E
SUA INSTRUMENTAÇÃO
Mateus Pasquali1
matheuspasquali89@gmail.com
UPF

Resumo: Este trabalho é parte constitutiva do projeto de estágio obrigatório no Curso de
licenciatura em Música, que visa apresentar perspectivas parao ensino da música na
educação básica, tendo como base o perfil dos estudantes e as concepções da área de
educação musical na atualidade. A partir de uma reflexão crítica do universo escolar e
dos caminhos possíveis para a presença da música nesse contexto, é apresentada uma
proposta de intervenção que tem como ponto de partida a pesquisa de realidade, que
consiste em conhecer concepções e estilos musicais predominantes dentre as preferências
dos estudantes. Tal conhecimento dará sustentação as discussões e práticas pedagógicas
que busca entrelaçar a música ao processo de formação sociocultural brasileira, tendo
como estilo musical articulador o choro. Considerando as reflexões realizadas e as
atividades propostas, são levantados caminhos e possibilidades para a atuação do
professor em sala de aula, abrangendo práticas de educação musical que, com base na
vivência, percepção, criação e interpretação, integrem e desenvolvam aspectos diversos
da música como fenômeno artístico e cultural.
Palavras-chave: atuação docente. ensino de música. pesquisa de realidade.

INTRODUÇÃO
O estágio de docência no Curso de Licenciatura em Música é uma exigência
da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, sendo ele necessário para a
formação profissional a fim de adequar às expectativas do mundo do trabalho
onde o licenciado irá atuar – a Educação Básica.
A presença da música nos currículos da Educação Básica é fruto da ampla
discussão nacional nas últimas décadas, pautadas nasquestões relacionadas à
importância da música nas escolas de educação básica, aos desafios que marcam
a trajetória e a prática docente nesse contexto, bem como aos conteúdos e
metodologias que devem alicerçar a atuação do educador musical nessa realidade.
Tal fato se deve, sobretudo, ao reconhecimento da necessidade e da importância
de propostas consistentes de educação musical nas escolas. Propostas que,
definidas de acordo com as diferentes realidades educacionais do Brasil,
permitam estabelecer, de maneira abrangente, um cenário musical educativo
1

Acadêmico do Curso de Licenciatura em Música – UPF

porém. principalmente quanto ao quesito cultural que é tão distorcido pelas grandes mídias de hoje e que tão facilmente submete os seus ouvintes a apreciar obras de baixo conteúdo. distancia-se dos processos educativos em especial na educação básica. E assim. Quando o professore se coloca como mediador e aprendiz ao mesmo tempo é capaz de fazê-lo de forma a gerar cidadãos críticos e que questionem o que lhes é trazido como verdade. O professor deve ser o incentivador da produção e da busca pelo verdadeiro conhecimento que é cheio de essência e também o fator que estimula o estudante em sua busca. inerentes à aprendizagem escolar na faixa etária entre 13 e 15 anos. Assim. Dessa forma. as melodias são fáceis e bem conhecidas. parte da música brasileira de raiz. um mundo que valoriza os temas de origem nacional e onde se analisem as ideias de dentro para fora e não de fora para dentro. Acredita-se que esse processo de intervenção pedagógica irá proporcionar não só o aumento do interesse pelas obras nacionais. Busca também desenvolver processos cognitivos. O conteúdo musicalreferido apresenta-se com certo grau de complexidade. o referido estágio tem como finalidade levar para sala de aula o processo reflexivo sobre o papel constitutivo que a música exerce na vida das pessoas. no que se refere à afirmação cultural. Dessa forma. estimulando o desenvolvimento de padrões rítmicos específicos que são encontrados no estilo.713 coerente. busca-se no presente projeto de estágio desenvolver um trabalho que resgate a música no seu aspecto formativo cultural através do choro. usando como veículo articulador o estilo do Choro. pois apesar de ser um estilo de música que em sua maioria é instrumental. consistente e contextualizado com o que se almeja para a formação plena do indivíduo. Há uma total desconsideração com o poder que a música exerce sobre as pessoas bem . O ENSINO DA MÚSICA E O CONTEXTO HISTÓRICO A educação musical tem sido colocada como algo facultativo na escola. mas também um maior conhecimento da música em seus vários aspectos. Portanto. busca estabelecer um processo que (re)signifiqueconcepções musicais através da compreensão teórica sobre a cultura nacional em seus primórdios. sociais e afetivos. entende-se o professor como um mediador de processos de construção de conhecimentos e ao mesmo tempo construtor de saberes que se dão nas interações que estabelece com seus alunos. resgatar através do choro. Durante o percurso do Curso de Licenciatura em Música foi possível perceber o quanto a música é parte constitutiva da identidade histórica e cultural do povo brasileiro. também conhecido como Chorinho. fator esse que se torna importante pela a faixa etária que será trabalhada. bem como reconhecer seus principais instrumentos.

2) a nova configuração política estabelecida para a música na “Instrucção Primaria e Secundaria do Districto Federal”. por mais que esse debate venha sendo ampliado na atualidade. instituída pela LDB 4.769. por outro é preciso evidenciar. 1. 991. também.Por conseguinte. já no Brasil republicano (Brasil. de 18 de abril de 1931 (Brasil. 6) a definição do “ensino da arte” como componente curricular obrigatório. inter-relacionadas às dimensões políticas. 4) a definição de “atividades complementares de iniciação artística” como “norma” para a escola de educação básica. Desde o Império foram encadeadas uma série de ações e propostas que. de 17 de fevereiro de 1854. estabelecido pela LDB 9. estruturar e aplicar preceitos e práticas de educação musical no contexto escolar. primeiro documento que faz menção ao ensino de música na “instrucção publica secundaria” do “Município da Corte” – cidade do Rio de Janeiro (Brasil. a aprovação da Lei 11.. finalmente. 61).) pois ainda não conseguimos nos ver como “potência”. Todavia. 19. 2008). 1971). a partir do Decreto n.769. 1996).024/1961. 1961).394.714 como a influência que exerce sobre o desenvolvimento cultural e cognitivo das crianças e das pessoas em geral. é possível afirmar que no Brasil já temos uma trajetória histórica. a partir da LDB 5. debates e reflexões no âmbito das práticas de educação musical na escola.890.Dessa maneira. culturais etc. que altera a LDB vigente. 1942). educativa e cultural que nos permite uma reflexão crítica acerca de perspectivas e caminhos concretos que possam subsidiar a inserção da educação musical nas escolas. Somos um país com inúmeros recursos e ainda nos colocamos num patamar abaixo de países menores em área e também em recursos (naturais. é evidente que as questões relacionadas à presença da música na escola e o debate em torno da sua inserção real na estrutura curricular da educação básica ganharam maior visibilidade a partir da Lei 11. que ainda precisamos de ações que possam alicerçar a atuação do professor de música nessa realidade. a partir de 1931 para o Distrito Federal – definido pelo Decreto n.15) o estabelecimento da Educação Artística como campo de formação nas diferentes linguagens das artes na escola. que não faz mais qualquer menção à presença do canto orfeônico na escola regular (Brasil. 7) e. de 18 de agosto de 2008. de 20 de dezembro de 1996 (Brasil.Se por um lado é preciso reconhecer que temos um cenário representativo de conquistas. Tal historicidade é apresentada por Queiroz e Martinho(2009): Entre as mais marcantes ações políticas relacionadas a propostas de implementação do ensino de música nas escolas podemos destacar: 1) a aprovação do Decreto n. 1854.692/71(Brasil. p.. ações e perspectivas para o ensino de música no contexto escolar já têm uma representativa trajetória no país. mesmo considerando a trajetória de mais de um século. apontando como um dos fatores que mais contribui para a baixa estima que o Brasil possui em relação a si mesmo. com o intuito de contribuir para a definição de . A inexistência de estudos que vinculem a situação de subdesenvolvimento de algumas áreas do país à baixa valoração dada à música brasileira. de 26 de novembro de 1942 (Brasil. determinando o ensino de música como “componente curricular obrigatório” do ensino de arte (Brasil. 3) a inserção e a prática do canto orfeônico como base para as aulas de música no ensino secundário.993.331 A. a partir de 1942 com a criação do Conservatório Nacional de Canto Orfeônico – Decreto n. 1890). buscaram pensar. 4. Mas. 1931) – e a sua expansão para outras partes do país.

Mesmo diante ao exposto. vendendo seu produto de baixa qualidade dentro de uma . mas sim ao gosto da massa. ao que está “na moda”. por assim dizer. O choro. a maioria opta por escutar estilos estrangeiros e os que escutam música nacional. é completamente vinculada ao momento. portanto. dotada de essência. Tal afirmação é reforçada quando percebemos a desvalorização da cultura nacional. não refletindo o gosto pessoal ligado a alguma experiência.Esse fato é evidenciado na pesquisa de realidade desenvolvida na escola onde a presente intervenção pedagógica será realizada. reflexo de algum movimento sociocultural fica evidentemente em segundo plano e por vezes nem é lembrada. Quando foram questionados sobre o estilo de música tem preferência. percebe-se que a música enquanto instrumento de formação cultural encontra-se em desvantagem. se considerarmos o foco mercadológico que os currículos escolares vêm assumindo. 61-62). estruturamos este trabalho visando propiciar aos professores da área conhecimentos e práticas direcionadas para a sua atuação no contexto escolar(p. obras de baixa qualidade sem nenhum conteúdo intelectual ou lírico. que a menção feita em relação à música nacional. Observa-se também. por exemplo. uma opinião generalizada imposta por alguma indústria visando obter lucro. escutam em sua grande maioria “produtos” de uma indústria cultural. que tem fins mercadológicos. enquanto a música de raiz. Refletindo. não foi citado por nenhum aluno e provavelmente não deva ser nem reconhecido pela totalidade deles. Segue aqui o gráfico que ilustra as preferênciasde estilo musical dos vinte e sete estudantes do 8º ano do ensino fundamental. entrevistados: Observa-se que a grande maioria do que escutam são produtos da indústria mercadológica.715 caminhos que favoreçam o ensino da música na educação básica.

no campo das várias músicas brasileiras. pesquisas são realizadas. “Cruzes Minha Prima” e “Queria por Todos” esta última feita em homenagem à maestrina Chiquinha Gonzaga (DINIZ. ou Choro do Callado – o compositor Joaquim Antônio da Silva Callado é autor de quase 70 melodias destacando-se as polcas “A Flor Amorosa” seu amior sucesso. álbuns de partituras e métodos são lançados. além de ter organizado o grupo de músicos populares mais famosos da época – O Choro carioca. Além disso. Tal fato é claramente comprovado[. Também como suporte teórico e ampliando a reflexão acima. programas de rádio com repertório de choro vão ao ar com maior frequência. poucas vezes o choro esteve tão prestigiado quanto em nossos dias.se ligam diretamente à realidade de um estado de dominação que resulta até por uma herança colonial do atrelamento do Brasil a um tipo de proposta de desenvolvimento que o torna dependente de decisões que escapam de seus dirigentes. encontram-se em Tinhorão (1999) aspectos apontando que a grande dificuldade a se enfrentar é: [.] quando se demonstra que o colonialismo cultural. uma grande quantidade de CD’sde ótima qualidade é lançada no mercado..] as possibilidades de representação da cultura brasileira dentro do próprio país. cabe salientar que o choro vem sendo um dos estilos musicais que busca resgatar aspectos históricos constitutivos da música brasileira.] o pai dos chorões por ter levado a sua flauta de ébano ao encontro dos violões e cavaquinhos. se revela sob a forma de dominação econômica nos meios de comunicação e da indústria do lazer.. Séries de concertos são organizadas em vários pontos do país... com o objetivo capitalista estrito de obtenção de lucro (p. onde reafirma também a . fato impossível de se imaginar há bem pouco tempo atrás. cursos e escolas de choro são organizados em várias cidades. A proposta apresentada neste projeto busca resgatar o valor dado à educação musical bem como aos estilos de música brasileira de raiz em especial o choro. (p. Segundo Carrilho (2001): Em seus quase 150 anos de história. Considerando a intençãode refletir sobre esses aspectos busca-se suporte teórico em Diniz (2003) que traça um panorama histórico do estilo do choro bem como dos seus principais compositores.09). agregando uma valoração antes esquecida ao patrimônio e à cultura nacional. uma gravadora especializada é criada. O aspecto apontado pelo autor se confirma no estudo de realidade acima demonstrado na justificativa do presente trabalho. ideias e valores.716 ideia de que isso é o de mais novo a ser produzido e quem estiver por fora disso não estará conectado com a atualidade nem de acordo com as novas tendências.. p15). entendendo também como foi construído o choro e a sociedade brasileirae seus entrelaçamentos com a sua constituição ética-racial. 2003. entre eles considera: [. 11)..

2003. influenciando aspectos íntimos e pessoais de nossas vidas. Será necessário o uso de um projetor e do Power Point. reconhecendo e utilizando o seu discurso musical como base para o processo de ensino e aprendizagem da música (Arroyo. Posteriormente. A noção de timbre e também de intensidade e duração será abordada principalmente para que tracemos um diferencial dos instrumentos que compõe uma roda. Percebe-se uma superioridade gritante de estilos internacionais e em sua maioria vindos dos EUA que é de onde copiamos todos os modelos que consideramos de “desenvolvimento”e música nacional produzida pela indústria onde o conteúdo musical é muito baixo.717 influência da globalização na totalidade da vida das pessoas. Desta forma. 2002. É também um fenômeno que se dá “aqui dentro”. as aulas serão expositivas com o auxílio de imagens e vídeos. Nesse sentido. consequentemente. . Portanto. harmonia e ritmo. (p. será trabalhado os três itens que compõe a música. 2000. como afirma Giddens (2003): É errado pensar que a globalização afeta unicamente os grandes sistemas.deverá ser trabalhada a parte introdutória à teoria musical entrelaçando com os estilos apontados como preferenciais pelos estudantes. Swanwick. o tornaum país fraco e suscetível à dominação das ideias estrangeiras em mais de uma área. o presente trabalho visa através do choro construir uma nova cultura musical no contexto formativo da escolarização básica da escola onde o projeto será desenvolvido. 2001) Portanto. No caso do Brasil. Diante disso. num primeiro momento. para que se separem os elementos que fazem o choro acontecer. 22). A SALA DE AULA E O DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO Um princípio bastante enfatizado no cenário da educação atual e. Oliveira. compreendendo. como a orem financeira mundial. nossa indústria do lazer está vinculadaà dominação reveladaatravés dos modismos fabricados por grupos industriais que projetam nosconsumidoresuma ideia de integração mundial. Diferenciar-se-á melodia. Travassos. porém ao mesmo tempo afasta-os da cultura local que historicamente oconstitui. A globalização não diz respeito apenas ao que está “lá fora”. A partir do estudo mencionado na justificativa o que espanta é a ausência da música brasileira de raiz nos estilos mais escutados pelos jovens. no campo da educação musical contemporânea é a ideia devalorizar o contexto cultural do estudante. 2000. passo a crer que a cultura escolar não valoriza nem estimula porque não conhece a vinculação da música com a formação cultural brasileira. afastado e muito distante do indivíduo.

em seu contexto. congrega diferentes sujeitos e universos culturais. um espaçocomplexo e altamente diversificado que dado a sua abrangência. Serão trabalhadas audições de obras de Pixinguinha. 4 Considerações Finais Para finalizar esse momento reflexivo e propositivo. inúmeras barreiras e limites. Serão na sua maioria instrumentos de percussão e aqueles que já tiverem alguma prática com o violão. ao dividirem-se as partes em A B e C. ilustrações e principalmente o instrumento que cada um desses compositores/intérpretes tocava. poderão experimentar a sensação de tocar um gênero instrumental além de tocarem instrumentos rítmicos que têm um papel fundamental na formação e no equilíbrio do sistema nervoso. No que diz respeito à prática. No entanto. Pretende-se também trazer noções de estrutura musical. qual seja: propiciar ao indivíduo uma formação ampla e plena para que possa viver e atuar em sintonia com as necessidades. é preciso superar os obstáculos existentes. XIX quando Joaquim Callado publica o que viria a ser o primeiro choro a “Flor Amorosa”. vindo posteriormente para o séc. A música feita no grupo. . com fotos textos. possibilitando que as escolas cumpram. atuar na educação básica é um desafio para os profissionais da educação. Por ser um estilo tonal com melodias de fácil absorção esse trabalho é perfeitamente possível de ser realizado com alunos dessa faixa etária. por exemplo. sejam levadas para a vida dos jovens que poderão desenvolver à partir daí ideias de cooperatividade e harmonia de uns para com os outros. por exemplo. pretende-se que essas lições de respeito e de cada um ter o seu espaço visualizadas no trabalho do grupo musical. Será traçado uma linha do tempo com os principais compositores e também as principais obras a partir daí. mas que também escute o que o seu colega está tocando para que o resultado sonoro seja harmônico. será estimulado o trabalho e o desempenho em grupo. características e valores do mundo que o rodeia. Partindo do princípio de que o choro é tocado na grande maioria das vezes em grupos e rodas. XVI onde se encontrava os dois estilos com influências africanas e européias que serviram de alicerce para o que mais tarde viria a se chamar choro: a modinha e o lundu. Respeitar o espaço do colega no todo é imprescindível para que o resultado sonoro seja agradável. de fato. coloca-se a visão que evidenciamos daescola. pois a conjuntura político-social-cultural que caracteriza esse universo educativo estabelece. o seu compromisso e a sua função social. demanda de que cada um escute e entenda a sua parte. Dessa forma. será estimulada a cooperação e a harmonia entre os alunos na hora de tocar. fazendo assim a diferenciação dos timbres e peculiaridades de cada um. Ernesto Nazareth.718 Pretende-se também desenvolver uma análise histórica feita a partir do séc. Com efeito. Jacob do Bandolin entre vários outros gerando uma espécie de exercício prático de audição. suprimindo a individualidade e o egoísmo.

o que ler. CARRILHO. n.719 Nesse sentido. História Social da Música Popular Brasileira. DINIZ. Almanaque do Choro: A História do Chorinho. Em pauta: Revista do Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. podendo. Ensinando música musicalmente. SWANWICK. descoberta e vivência musical. Entretanto. In:SIMPÓSIO PARANAENSE DE EDUCAÇÃO MUSICAL. 7. 95-121. 2003. DINIZ. Revista da Abem. Porto Alegre. José Ramos. GIDDENS. Curitiba. MARINHO. onde curtir. QUEIROZ. Almanaque do Choro: A História do Chorinho. 5. interpretação. OLIVEIRA. 3. Ed Jorge Zahar. Rio de Janeiro. diversificadas e eficazes de ensino. 34 São Paulo 1998. potencial e democrático universo formativo da educação básica. o que ouvir. ______. propiciar uma formação ampla e plena do indivíduo. refletir e contribuir efetivamente para que a música. 20. 2008. 3ª ed. entende-se que a partir de práticas de criação. Maurício. 15-32. Práticas para o ensino da música nas escolas de educação básica. Educação musical em transição: jeito brasileiro de musicalizar.13-20. 2000. Vanildo Mousinho. Borges. dessa forma.. In. Anthony. 2000. Maria Luiza X. n. Mundo em descontrole: o que a globalização está fazendo em nós. . p. Curitiba. Tradução de Alda Oliveira e Cristina Tourinho. TINHORÃO. André. enquanto fenômeno artístico e cultural faça parte do rico. Mundos musicais locais e educação musical.. 2002..:Música na educação básica. Certamente é papel do professor de música na educação básica ministrar aulas e desenvolver conteúdos fundamentais para a formação musical no universo escolar.contemplando os diferentes sujeitos que caracterizam nosso universo cultural e a diversidade de expressões musicais que circundam a nossa vida. onde curtir. Prefácio. educadores musicais e membros da sociedade em geral. 13. 1. p. Porto Alegre. Formação essa que ofereça as condições necessárias para que os diferentes sujeitos presentes no processo educativo possam lidar com códigos. v. 2000. n. de A. Record Rio de Janeiro 2003. o educador musical concretizará caminhos relevantes para a sua atuação docente.ed. Rio de Janeiro. São Paulo: Moderna.ed. André. A. 3. p. M. Um olhar antropológico sobre práticas de ensino e aprendizagem musical. 2008. Anais. pensar. Ed Jorge Zahar. Porto Alegre. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARROYO. Luis Ricardo Silva. K. valores e significados intrínsecos da linguagem musical. é tarefa de todos nós. outubro de 2009. bem como de propostas lúdicas. Trad. 1. v. o que ler. o que ouvir. Ed.

Etnomusicologia..Uberlândia: Abem. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. p.720 TRAVASSOS. 75-84. educação musical e o desafi o do relativismo estético. . 2001. Uberlândia. 10. Anais. E. 2001...