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IMPERMEABILIZAÇÃO
Prof. Mário S. Killian
prof. Mário S. Killian - CONSTRUÇÃO
CIVL 2

IMPERMEABILIZAÇÃO

NBR ABNT 9575

prof. Mário S. Killian - CONSTRUÇÃO
CIVL 2

NBR ABNT 9575




1 Escopo
2 Referência normativa
3 Termos e definições
4 Classificação
5 Seleção
6 Projeto
prof. Mário S. Killian - CONSTRUÇÃO
CIVL 2

Impermeabilização:

Produto resultante de um conjunto de
componentes
e
elementos
construtivos
(serviços)
que
objetivam
proteger
as
construções contra a ação deletéria de fluidos,
de vapores e da umidade; produto (conjunto de
componentes ou o elemento) resultante destes
serviços. Geralmente a impermeabilização é
composta de um conjunto de camadas, com
funções específicas.
prof. Mário S. Killian - CONSTRUÇÃO
CIVL 2

prof. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . 1 Escopo  A Norma Técnica 9575 estabelece as exigências e recomendações relativas à seleção e projeto de impermeabilização. bem como a salubridade. segurança e conforto do usuário. Killian . para que sejam atendidas as condições mínimas de proteção da construção contra a passagem de fluidos. de forma a ser garantida a estanqueidade das partes construtivas que a requeiram.

prof. ou ainda àquelas submetidas a pequenas reformas ou reparos. Killian . ou não. outros sistemas construtivos que garantam a estanqueidade das partes construtivas. em execução ou sujeitas a acréscimo ou reconstrução. À impermeabilização objeto desta Norma podem estar integrados.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. 1 Escopo  Esta Norma se aplica às edificações e construções em geral. devendo para tanto ser observadas normas específicas que atendam a esta finalidade.

Killian . adesivo: Substância ou produto capaz de manter materiais unidos pela junção de suas superfícies.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. Para os efeitos deste documento. aditivo impermeabilizante: Produto adicionado a certas substâncias para modificar algumas de suas propriedades. aplicamse as seguintes definições:  acrílico para impermeabilização: Polímeros obtidos através de monômeros acrílicos e seus derivados.   prof.

Killian . água sob pressão positiva: Água confinada ou não. não exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPa. exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPa de forma direta na impermeabilização.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S.    prof. Para os efeitos desta Norma. exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPa de forma inversa à impermeabilização. água sob pressão negativa: Água confinada ou não. aplicam-se as seguintes definições:  água de condensação: Água com origem na condensação de vapor d´água presente no ambiente sobre a superfície de um elemento construtivo deste ambiente. água de percolação: Água que atua sobre superfícies.

resultante da destilação de materiais orgânicos (hulha. cimento. cimento e polímeros adequados. constituída de agregados minerais inertes. constituída de areia. Mário S. argamassa modificada com polímero: Tipo de impermeabilização não industrializada aplicada em substrato de concreto ou alvenaria.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .    alcatrão: Produto semi-sólido ou líquido. aplicação: Técnica para compor um tipo de impermeabilização a partir de materiais com características definidas. prof. turfa e madeira). linhito. aditivo hidrófugo e água formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes. argamassa impermeável com aditivo hidrófugo: Tipo de impermeabilização não industrializada aplicada em substrato de concreto ou alvenaria. formando um evestimento com propriedades impermeabilizantes. Killian .

destinado a absorver esforços. e no qual os constituintes predominantes são os betumes. asfalto catalítico: Produto obtido pela passagem de uma corrente de ar através de uma massa de cimento asfáltico de petróleo em temperatura adequada. cimento e polímeros. que se funde gradualmente pelo calor. com presença de catalisadores adequados ao uso da impermeabilização. Mário S.    argamassa polimérica: Tipo de impermeabilização industrializada aplicada em substrato de concreto ou alvenaria. de cor entre preta e marrom escura.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof. constituída de agregados minerais inertes. Killian . que ocorre na natureza ou é obtido pela destilação de petróleo. formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes. asfalto: Material sólido ou semi-sólido. conferindo resistência mecânica aos diferentes tipos de impermeabilização. armadura: Elemento flexível de forma plana.

asfalto plastomérico: Produto obtido pela adição de polímeros plastoméricos. obtido pela modificação do cimento asfáltico de petróleo. prof. de modo a se obter determinadas características físicoquímicas.    asfalto modificado com adição de polímeros: Produto sólido de cor entre preta e marrom escura. que se funde gradualmente pelo calor. de modo a se obter determinadas características físico-químicas. que se funde gradualmente pelo calor. no cimento asfáltico de petróleo em temperatura adequada. no cimento asfáltico de petróleo em temperatura adequada.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. Killian . obtido pela modificação do cimento asfáltico de petróleo com polímeros. asfalto elastomérico: Produto obtido pela adição de polímeros elastoméricos. asfalto modificado sem adição de polímeros: Produto sólido de cor entre preta e marrom escura.

prof. Mário S. de modo a protegê-la contra os efeitos danosos do calor excessivo.    asfalto oxidado: Produto obtido pela passagem de uma corrente de ar. através de uma massa de cimento asfáltico de petróleo. camada berço: Estrato com função de apoio e proteção da camada impermeável contra agressões provenientes do substrato. camada de proteção mecânica: Estrato com a função de absorver e dissipar os esforços estáticos ou dinâmicos atuantes por sobre a camada impermeável. camada de proteção térmica: Estrato com a função de reduzir o gradiente de temperatura atuante sobre a camadaimpermeável.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . de modo a protegê-la contra a ação deletéria destes esforços. Killian . em temperatura adequada.

     camada de regularização: Estrato com as funções de regularizar o substrato. camada impermeável: Estrato com a função de prover uma barreira contra a passagem de fluidos. camada drenante: Estrato com a função de facilitar o escoamento de fluidos que atuam junto à camada impermeável. Killian . e fornecer à ela uma certa declividade.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . camada separadora: Estrato com a função de evitar a aderência de outros materiais sobre a camada impermeável. adicionado aos materiais de impermeabilização. prof. proporcionando uma superfície uniforme de apoio adequado à camada impermeável. Mário S. quando esta for necessária. carga mineral: Material inerte pulverulento com granulometria definida que. confere ou modifica determinadas propriedades destes materiais.

cimento modificado com polímero: Tipo de impermeabilização industrializada. prof. aplicada em substrato de concreto ou alvenaria. emulsão: Dispersão de um líquido obtida através de um agente emulsificante.     cimento asfáltico de petróleo (CAP): Produto obtido no fundo da torre de vácuo. emenda: Processo pelo qual se obtém a continuidade de materiais de impermeabilização. Killian . constituída de cimentos. formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes. “fillers” e polímeros. elastômero: Polímero natural ou sintético que confere características elásticas ao produto final.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . de forma a ser assegurado o seu desempenho. após a remoção dos demais destilados de petróleo. Mário S.

Killian . através de agentes emulsificantes e/ou dispersantes. emulsão asfáltica: Produto resultante da dispersão de asfalto em água. estanqueidade: Propriedade de um elemento (ou de um conjunto de componentes) de impedir a penetração ou passagem de fluidos através de si. A sua determinação está associada a uma pressão limite de utilização (a que relacionasse com as condições de exposição do elemento). prof. estanque: Elemento (ou conjunto de componentes) que não se deixa atravessar por fluidos.     emulsão acrílica: Dispersão de polímeros acrílicos em água. através de agentes emulsificantes.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. emulsão asfáltica com carga: Produto resultante da dispersão de asfalto e carga inertes em água.

prof. podendo ser adicionado ao material ou aplicado sobre ele. filme de poliéster: Componente obtido pela laminação de resina poliéster. A sua determinação está associada a uma pressão limite convencionada em ensaio específico. utilizado como armadura. Mário S. apresenta resistência à tração.     fibra: Estrutura alongada que. agrupada unidirecionalmente.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . filme de polietileno: Componente obtido pela laminação de resina de polietileno. Killian . película de acabamento em mantas asfálticas e como camada separadora. impermeabilidade: Propriedade de um produto de ser impermeável. utilizado como armadura ou película de acabamento superficial em mantas asfálticas. hidrófugo: Produto destinado a repelir água através da redução do ângulo de molhagem dos poros de um determinado substrato.

prof. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . impermeabilização flexível: Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas sujeitas à fissuração. totalmente aderidos ao substrato. impermeabilização aderida: Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas. Geralmente a impermeabilização é composta de um conjunto de camadas. Killian . produto (conjunto de componentes ou o elemento) resultante destes serviços. de vapores e da umidade.    impermeabilização: Produto resultante de um conjunto de componentes e elementos construtivos (serviços) que objetivam proteger as construções contra a ação deletéria de fluidos. asfalto para impermeabilização: Produto resultante de uma modificação físico-química do cimento asfáltico de petróleo (CAP). com funções específicas.

camada de amortecimento: Estrato com a função de absorver e dissipar os esforços estáticos ou dinâmicos atuantes sobre a camada impermeável. Mário S. de modo a protegê-la contra a ação deletéria destes esforços. betume: Mistura de hidrocarbonetos de consistência sólida ou líquida. Killian . freqüentemente acompanhado de seus derivados não metálicos.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . de origem natural ou pirogênica. prof. impermeabilização não aderida: Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas.    asfalto policondensado: Produto obtido por reação de condensação em um reator de processo contínuo com variação de pressão. completamente solúvel em bissulfito de carbono. resultando em um aumento médio do peso molecular da massa de cimento asfáltico de petróleo. totalmente não aderidos ao substrato.

impermeabilização rígida: Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas não sujeitas à fissuração. Killian .      impermeabilização parcialmente aderida: Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas. prof. junta: Abertura com geometria uniforme e bem definida. infiltração: Penetração indesejável de fluidos nas construções. base solução ou emulsão.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . impermeável: Produto (material ou componente) impenetrável por fluidos. imprimação: Película. e dimensionada com a função de separá-los e permitir a livre movimentação relativa entre as partes. entre elementos ou componentes contíguos. Mário S. parcialmente aderidos ao substrato. com a função de favorecer a aderência da camada impermeável. aplicada ao substrato a ser impermeabilizado.

pintura de proteção: Pintura com características definidas. adquirindo consistência adequada para preenchimento ou calafetação ou vedação. aplicada sobre a impermeabilização. para aumento da resistência ao intemperismo. de aberturas de trincas. plásticas ou elásticas. pré-fabricado.     manta: Produto impermeável. com características definidas. Mário S. moldado no local. obtido por calandragem. membrana: Produto impermeabilizante. Killian . com ou sem estruturante.05 mm. com cargas adicionais a si. extensão ou outros processos.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . mástique: Produto pastoso. microfissura: Abertura ocasionada por ruptura de um material ou componente com espessura inferior a 0. fendas ou juntas. prof.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . sobreposição: Superposição das extremidades da manta ou armadura para efeito de execução das emendas. prof. Mário S. sistema de impermeabilização: Conjunto de produtos e serviços destinados a conferir estanqueidade a partes de uma construção. subseqüentemente curados. Killian . para conferir propriedades impermeabilizantes. resina sintética: Polímero ou monômeros dispersos na forma líquida ou em pó. polímero: Substância constituída de moléculas caracterizadas pela repetição de um ou diversos tipos de monômeros (negligenciando-se os extremos de cadeias.     plastômero: Polímero natural ou sintético que confere características plásticas ao produto final. os pontos entre cadeias e outras pequenas irregularidades).

obtido pela aglutinação de fibras longas de vidro de diâmetro uniforme.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . absorvida e ou adsorvida pelas partículas do solo. Killian .      solução asfáltica elastomérica: Dissolução de asfalto elastomérico em solventes orgânicos. trinca: Abertura ocasionada por ruptura de um material ou componente superior a 0. tecido: Fibras de origem natural ou sintética que sofreram um processo de fiação ou tecelagem. véu de fibras de vidro: Material utilizado como armadura. Mário S.5 mm e inferior a 1 mm. distribuídas multidirecionalmente. prof. vulcanização: Processo de cura que visa conferir propriedades intrínsecas aos elastômeros. umidade do solo: Água existente no solo.

Mário S.1 Tipos de impermeabilização  São classificados segundo o material constituinte principal da camada impermeável: CIMENTÍCIOS. 4 Classificação – item 4 da Norma  4.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . ASFÁLTICOS E POLIMÉRICOS prof. Killian .

b) argamassa modificada com polímero.1.1 CIMENTÍCIOS  A impermeabilização do tipo CIMENTÍCIOS são:  a) argamassa com aditivo impermeabilizante.    prof. c) argamassa polimérica. Killian .4.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . d) cimento modificado com polímero. Mário S.

c) membrana de emulsão asfáltica. e) manta asfáltica     prof.2 ASFÁLTICOS  a) membrana de asfalto modificado sem adição de polímero. b) membrana de asfalto elastomérico. Mário S. Killian .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . 4. d) membrana de asfalto elastomérico em solução.1.

     prof. f) membrana de poliuréia.B.R). 4. d)membrana elastomérica de estireno-butadienoestireno-ruber (S. Killian .I.1.B.). e) membrana de poliuretano. c)membrana elastomérica de estireno-butadienoestireno (S.S.3 POLIMÉRICOS  a)membrana elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado b)membrana elastomérica de poliisobutileno isopreno (I.). em solução. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .R.

A.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .E.2 POLIMÉRICOS  g) membrana de poliuretano modificado com asfalto. j) manta epoxídica.V. k) manta de acetato de etilvinila (E.V.A.       prof. m) manta de polietileno de alta densidade (P.). Mário S.).C.). 4.1. l) manta de policloreto de vinila (P. Killian . h) membrana de poliuretano acrílico c/ ou s/ cimento. i) membrana acrílica para impermeabilização.D.

Mário S.M.  prof. o)manta elastomérica poliisobutileno isopreno (I.2 POLIMÉRICOS  n)manta elastomérica de etilenopropilenodienomonômero (E.1.I.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . 4.).D. Killian .P.R).

CONSTRUÇÃO CIVL 2 .prof. Mário S. Killian .

Killian .2 Serviços auxiliares  Os serviços auxiliares de impermeabilização são classificados segundo sua função como: prof. Mário S. 4.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .

.cordão de sisal .cordão de nailon . prof. 4.cordão de polietileno. Killian . Mário S. .CONSTRUÇÃO CIVL 2 .2 Serviços auxiliares a) Preparo do substrato (ver ABNT NBR 9574) b) Preenchimento de juntas: -cordão de poliestireno.elemento de poliestireno.

mástiques asfálticos c) Tratamento estanque das juntas . Killian . Mário S.. prof. .faixas de mantas asfálticas.lâminas metálicas.CONSTRUÇÃO CIVL 2 de .elemento de lã de rocha. faixas de mantas elastoméricas etilenopropilenodieno-monômero (EPDM) . .elemento de lã de vidro.perfil de policloropreno. .

R.selantes (mástiques). Killian .injeção de silicatos.). estruturada. .injeção de resinas poliméricas.bloqueadores hidráulicos por tamponamento.perfil de policloreto de vinila (P.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof.C.. Mário S. d) Tratamento por inserção .). .I. . .V.membrana elastomérica de poliisobutileno isopreno (I. em solução.

emulsão.3 Serviços complementares a) camada de imprimação: . 4. -poliestireno expandido ou extrudado (EPS) prof. .cimentícia b) camada berço: -adesivo elastomérico. -asfáltico. -geotêxtil de poliester ou polipropileno.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . . Killian .solução. Mário S.

composta por areia.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . -polipropileno. cimento e emulsão asfáltica. .3 Serviços complementares c) camada de amortecimento: .emulsão asfáltica com borracha moída. . . 4.poliestireno expandido ou extrudado (EPS) d) camada drenante: -geotêxtil.geotêxtil de poliester ou polipropileno. Mário S. prof. -geocomposto. Killian .

papel Kraft betumado f) camada de proteção mecânica: . . . .argamassa. . .solo.3 Serviços complementares e) Camada separadora  . Mário S. Killian .geotêxtil.papel Kraft aplicada sobre camada geotêxtil.4.filme de polietileno. .CONSTRUÇÃO CIVL 2 .metal .agregado prof. .concreto .

poliuretano.solo prof. 4. . . Mário S. .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . . .poliestireno.mineral expandido. .concreto celular.lã de rocha.lã de vidro. Killian .3 Serviços complementares g) camada de proteção térmica:        .

com .br prof. Killian .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S.Wagmarimpermeabilzações.

g) plástico. c) fibrocimento ou fibra sintética. Mário S.2 Substrato a ser impermeabilizado O substrato a ser impermeabilizado pode ser: a) alvenaria.          4. b) concreto. f) metal. g) solo. e) madeira.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Killian . d) gesso acartonado. prof.

prof.  b) imposta pela água de condensação.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. Killian . A solicitação pode ocorrer de quatro formas:  a) imposta pela água de percolação. 5 Seleção  O tipo adequado de impermeabilização deve ser determinado segundo a solicitação imposta pelo fluido.

 d) imposta pelo fluido sob pressão unilateral ou bilateral. prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. Killian . c) imposta pela umidade do solo.

1 O projeto básico de impermeabilização deve ser realizado para obras de construção civil de uso público. coletivo e privado. Killian . prof.1. por profissional legalmente habilitado.1 Elaboração e responsabilidade técnica  6. 6. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Projeto 6.

serviços.2 O projeto executivo de impermeabilização/.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof. Projeto  6. devem ser realizados por profissionais legalmente habilitados. Mário S. 6. Killian .1.

Killian . 6. bem como a correspondente Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). prof. Projeto  6.3 Em todas as peças gráficas e descritivas (projeto básico. devem constar os dados do profissional responsável junto ao CREA. Mário S.1. projeto executivo e projeto realizado).CONSTRUÇÃO CIVL 2 .

Killian .2. b) proteger as estruturas.2 Requisitos gerais 6. 6.1 A impermeabilização deve ser projetada:      a) evitar a passagem de fluidos e vapores nas construções. c) proteger meio ambiente de vazamentos/contaminações d) possibilitar manutenções da impermeabilização. e) proporcionar conforto aos usuários.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof. salubridade . contra agentes agressivos. Mário S.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . revestimento. paisagismo e outros prof.2. elétrico. águas pluviais. 6. Mário S.2 O projeto deve ser desenvolvido em conjunto e compatibilizado com os demais projetos de construção:  arquitetura (projeto básico e executivo) estrutural. Killian . gás. hidráulico-sanitário.

Killian . de acordo com os conceitos do projetista e incorporador contratante. b) Planilha com os tipos de impermeabilização aplicáveis ao empreendimento. Mário S.1 Estudo preliminar: a) Relatório contendo a qualificação das áreas. prof.3.2. 6.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .

e) Estimativa de custos. b) Definição dos sistemas de impermeabilização. prof.3. d) Estudo de desempenho. Killian .2. 6. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .2 Projeto básico de impermeabilização: a) Definição das áreas a serem impermeabilizadas e equacionamento das interferências existentes entre todos os elementos e componentes construtivos. c) Planilha de levantamento quantitativo.

 b) detalhes específicos e genéricos que descrevam graficamente todas as soluções de impermeabilização.3 Projeto executivo de impermeabilização:  a) plantas de localização e identificação das impermeabilizações. prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . 6.  c) detalhes construtivos que descrevam graficamente as soluções adotadas no projeto de arquitetura.3. Mário S. Killian . bem como dos locais de detalhamento construtivo.2.

Killian .3.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .  e) memorial descritivo de procedimentos de execução.2. 6.  f) planilha quantitativos de materiais e serviços.3 Projeto executivo de impermeabilização:  d) memorial descritivo de materiais e camadas de impermeabilização. Mário S. prof.

4 Serviços complementares ao projeto executivo de impermeabilização:  a) metodologia para controle e inspeção dos serviços. 6.3. Mário S.  b) metodologia para controle dos ensaios tecnológicos de produtos especificados. prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .  c) diretrizes para elaboração de manual de uso. Killian . operação e manutenção.2.

tais como: - puncionamento: ocasionado pelo impacto de objetos que atuam perpendicularmente ao plano da impermeabilização. Mário S. Killian .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof.3 Características específicas  Os sistemas de impermeabilização devem atender a uma ou mais das seguintes exigências:  a) resistir às cargas estáticas e dinâmicas atuantes sob e sobre a impermeabilização.6.

6. . prof. . devido à ação da frenagem.3 Características específicas .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Killian . aceleração de veículos ou pela movimentação do substrato.ruptura por tração: ocasionada por esforços tangenciais ao plano de impermeabilização. Mário S.desgaste: ocasionado pela abrasão devida à ação de movimentos dinâmicos ou pela ação do intemperismo.fendilhamento: ocasionado pelo dobramento ou rigidez excessiva do sistema impermeabilizante ou pelo impacto de objetos pontuais sobre qualquer sistema.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Killian .6.descolamento: ocasionado pela perda da aderência. Mário S. - esmagamento: redução drástica da espessura. prof. ocasionada por carregamentos ortogonais ao plano de impermeabilização.3 Características específicas .

prof. ocasionados por variações térmicas. tais como: - fendilhamento: ocasionado pelo dobramento ou rigidez excessiva do sistema impermeabilizante ou pelo impacto de objetos pontuais sobre qualquer sistema.3 Características específicas  b) resistir aos efeitos dos movimentos de dilatação e retração do substrato e revestimentos. Killian .6.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S.

devido à ação da frenagem.3 Características específicas . .6.ruptura por tração: ocasionada por esforços tangenciais ao plano de impermeabilização. aceleração de veículos ou pela movimentação do substrato. Mário S. Killian . prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .descolamento: ocasionado pela perda da aderência.

descolamento: ocasionado pela perda da aderência. prof. Killian . Mário S. térmicas.3 Características específicas  c) resistir à degradação ocasionada por influências climáticas.6. tais como: - desgaste: ocasionado pela abrasão devida à ação de movimentos dinâmicos ou pela ação do intemperismo.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . . químicas ou biológicas.

flexibilidade.  e) apresentar aderência. Mário S. coluna d'água e umidade de solo. de percolação.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . resistência e estabilidade físico-mecânica compatíveis com as solicitações previstas nos demais projetos. bem como descolamento pela perda da aderência. prof.  f) resistir ao ataque e agressão de raízes de plantas ornamentais. Killian . d) resistir às pressões hidrostáticas.

Calhas e áreas internas mín 0. Os coletores devem ser rigidamente fixados .5% b) os coletores diâmetro seção nominal dos tubos prevista no projeto hidráulico após a execução da impermeabilização.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . sendo o diâmetro nominal mínimo 75 mm.6. prof. Killian .4 Detalhes construtivos  O projeto de impermeabilização deve atender: a) inclinação horizontal mínimo 1% em direção aos coletores de água. Mário S.

Killian . caixilhos e batentes. prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . d) nos limites entre áreas externas impermeabilizadas e internas. para ancoragem da impermeabilização.4 Detalhes construtivos c) deve ser previsto nos planos verticais encaixe para embutir a impermeabilização.6. com declividade para a área externa. Mário S. Arremates adequados e selamentos adicionais. altura mínima de 20 cm acima do nível do piso acabado ou 10 cm do nível máximo que a água pode atingir. deve ter diferença de cota mínimo 6 cm e barreira física no limite da linha interna dos contramarcos.

4 Detalhes construtivos e) instalação fixada na estrutura. Killian . deve possuir detalhes específicos de arremate e reforços da impermeabilização.6. f) tubulação que atravesse a impermeabilização deve ser fixada na estrutura e possuir detalhes específicos de arremate e reforços da impermeabilização. g) tubulações de hidráulica. no nível da impermeabilização.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof. Mário S. elétrica e gás paralelamente sobre a laje devem ser executadas sobre a impermeabilização e nunca sob ela.

4 Detalhes construtivos  h) tubulações embutidas na alvenaria.6.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Killian . prevista proteção adequada para a fixação da impermeabilização. Mário S. prof.  j) tubulações que transpassam lajes impermeabilizadas devem ser rigidamente fixadas à estrutura.  i) tubulações externas às paredes devem ser afastadas entre elas ou dos planos verticais no mínimo 10 cm.

até a cota final de arremate da impermeabilização.  m) planos verticais impermeabilizados executados com elementos rigidamente solidarizados às estruturas. prof. prevendose os reforços necessários.4 Detalhes construtivos  k) tubulações de água quente embutidas.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Killian . Mário S.  l) todo encontro entre planos verticais e horizontais deve possuir detalhes específicos da impermeabilização. proteção adequada destas. para execução da impermeabilização.6.

4 Detalhes construtivos  n) a impermeabilização deve ser executada em todas as áreas sob enchimento. pontos de escoamento de fluidos. Killian . Recomenda-se executá-la sobre o enchimento.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Devem ser previstos. prof.  o) as arestas e os cantos vivos das áreas a serem impermeabilizadas devem ser arredondadas sempre que a impermeabilização assim requerer. em ambos os níveis.6. Mário S.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . bem como deve-se prever detalhamento específico. com cotas mais elevadas no nivelamento do caimento. devem possuir juntas de retração e trabalho térmico preenchidos com materiais deformáveis.4 Detalhes construtivos  p) as proteções mecânicas. principalmente no encontro de diferentes planos. principalmente quanto ao rebatimento de sua abertura na proteção mecânica e pisos posteriores.6.  q) as juntas de dilatação devem ser divisores de água. Mário S. Killian . bem como os pisos posteriores. prof.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S. s) nos locais onde a impermeabilização for executada sobre contrapiso. prof.6. este deve estar perfeitamente aderido ao substrato. Killian .4 Detalhes construtivos   r) todas as áreas onde houver desvão devem receber impermeabilização na laje superior e recomenda-se também na laje inferior.

prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .. Mário S. Killian .

CONSTRUÇÃO CIVL 2 .6. Killian .4 Detalhes construtivos prof. Mário S.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . segurança no uso e na operação. prof. Killian . Mário S.  Outras informações Conforme preconizado no projeto ABNT NBR 15575-1 – Edificações – Desempenho – parte 1: Requisitos gerais.Segurança: Segurança estrutural. citam-se abaixo as exigências do usuário em relação ao comportamento em uso de uma edificação: . segurança contra o fogo.

funcionalidade e acessibilidade. Outras informações .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . acústico. desempenho térmico. Killian . e lumínico. conforto tátil e antro-podinâmico.Habitabilidade: Estanqueidade. prof. Mário S. higiene e qualidade do ar. saúde.

Mário S. Killian .. a fim de que sejam satisfeitas as exigências do usuário durante a vida útil de projeto (VUP)¹ prof.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . deve-se em seguida traduzir estas exigências em requisitos de desempenho que o edifício ou parte desse deve satisfazer. conforme estabelecido no projeto ABNT NBR 15575-1:2012.Sustentabilidade: Durabilidade. manutenibilidade e impacto ambiental  Definidas as exigências dos usuários e da coletividade.

mas se eventualmente o produto foi fornecido com algum vício construtivo. considerando o atendimento aos requisitos das normas aplicáveis. Operação e Manutenção (a VUP não pode ser confundida com tempo de vida útil. certificado no manual de Uso e Operação. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . prof. que repercuta na falha de seu desempenho. espera-se que esse se manifeste dentro de um determinado período de tempo. durabilidade. deve-se deixar claro que todo edifício tem uma deterioração irreversível ao longo do tempo. o estágio do conhecimento no momento do projeto e supondo o atendimento da periodicidade e correta execução dos processos de manutenção especificados no respectivo Manual de Uso.  No entanto. prazo de garantia legal) .¹Período estimado de tempo para o qual um sistema é projetado a fim de atender aos requisitos de desempenho estabelecidos nesta Norma. Killian .

em que não haja a necessidade de iniciar-se o processo de sua manutenção corretiva (período de elevada probabilidade que eventuais vícios embutidos no produto qua-do novo. Killian . montagem ou instalação. Mário S. venham a se manifestar por falhas de fabricação. .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . que repercutam em desempenho inferior de vida útil de projeto) prof.

as exigências e recomendações relativas à seleção e projeto de impermeabilização para que sejam atendidas as condições mínimas de proteção da construção contra a passagem de fluidos. tanto assim que a norma ABNT NBR 9575:2003 Impermeabilização – Seleção e Projeto. Estanqueidade A estanqueidade é uma das exigências do usuário em relação ao comportamento em uso de uma edificação. segurança e conforto do usuário. estabeleceu em seu objetivo. prof. Killian . para edificações e construções em geral. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . bem como de garantia à salubridade.

CONSTRUÇÃO CIVL 2 . com agregados de dimensão máxima igual ou inferior a 38 mm – NBR 10787:1994 da ABNT . Ex: método para determinação da penetração de água sob pressão em corpos-de-prova prismáticos de concreto endurecido. prof. Sua determinação está associada a uma pressão limite convencionada em ensaio específico. Killian . Mário S. Impermeabilidade A impermeabilidade é a propriedade de um sólido de ser impermeável.

Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Impermeabilização Impermeabilização segundo os dicionaristas pode ser entendida como a ação ou efeito de impermeabilizar. prof. o processo pelo qual se torna algo impermeável. A norma ABNT NBR 9575:2008 a define como um produto resultante de um conjunto de componentes e elementos (serviços) que objetivam proteger as construções da ação deletéria de fluidos. vapores e umidade. ou. Killian .

 Impermeabilização Pode ser também entendido como um sistema construtivo (conjunto de componentes e elementos). prof. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Killian . destinado a conferir estanqueidade a um componente ou elemento construtivo que a requeira.

• Proteção contra a penetração de sais (névoa salina).     prof. Killian . Requisitos de desempenho da Impermeabilização  • Proteção contra a penetração de água quer sob pressão ou gravidade.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . • Proteção contra absorção de água por capilaridade. • Proteção contra a penetração de gases presentes na atmosfera. Mário S. • Proteção contra a ação de chuvas ácidas (lixiviação).

• Proporcionar acabamento estético. • Não proporcionar alteração de cor e brilho. • Resistência a Choques Térmicos. Requisitos de desempenho da Impermeabilização  • Proteção contra a deposição de fuligem e desenvolvimento de bactérias e fungos. Mário S.     prof. • Resistência a intempéries.CONSTRUÇÃO CIVL 2 . raio ultravioleta e infravermelho. Killian . à ação do ozônio.

Killian .          Componentes de um Sistema de Impermeabilização camada de regularização camada de imprimação camada de berço camada impermeável camada separadora camada drenante camada amortecedora camada de proteção térmica camada de proteção mecânica prof. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .

Killian .prof. Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 .

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Normas Técnicas aplicáveis impermeabilização

As principais normas estão citadas abaixo:
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Título

Data

Status

ABNT NBR 11905:2015 Argamassa polimérica industrializada para impermeabilização 05/10/2015 Em Vigor
ABNT NBR 9952:2014 Manta asfáltica para impermeabilização 28/04/2010
Em Vigor
ABNT NBR 15896:2010 Qualificação de pessoas no processo construtivo para edificações — Perfil profissional do
impermeabilizador29/10/2010
Em Vigor
ABNT NBR 15885:2010 Membrana polímero acrílico c/ ou s/ cimento, p/ impermeabilização 07/10/2010 Em Vigor
ABNT NBR 9575:2010 Impermeabilização - Seleção e projeto 17/09/2010
Em Vigor
ABNT NBR 12170:2009 Potabilidade da água aplicável em sistema de impermeabilização - Método de ensaio
09/11/2009 Em Vigor

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Código




Título

Data

Status

ABNT NBR 13121:2009 Asfalto elastomérico para impermeabilização18/05/2009 Em Vigor
ABNT NBR 9574:2008 Execução de impermeabilização 01/12/2008
Em Vigor
ABNT NBR 13321:2008 Membrana acrílica para impermeabilização 14/07/2008
Em Vigor
ABNT NBR 13724:2008 Membrana asfática para impermeabilização com estrutura aplicada a quente 14/07/2008
Em Vigor
ABNT NBR 9690:2007 Impermeabilização - mantas de cloreto de polivilina (PVC) 10/12/2007 Em Vigor
ABNT NBR 15487:2007 Membrana de poliuretano para impermeabilização 21/05/2007 Em Vigor
ABNT NBR 9396:2007 Membrana elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado em solução para
impermeabilização 21/05/2007 Em Vigor
ABNT NBR 15375:2006 Emenda 1:2007 Bocal de etileno-propileno-dieno monômero (EPDM) para
impermeabilização de descida de águas 05/02/2007 Em Vigor
ABNT NBR 15375:2007 Bocal de etileno-propileno-dieno monômero (EPDM) para impermeabilização de descida
de águas 05/02/2007 Em Vigor

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Características de desempenho 30/10/2002 Em Vigor ABNT NBR 12950:1993 Execução de imprimação impermeabilizante . Killian . Mário S.CONSTRUÇÃO CIVL 2 Status .Método de ensaio 30/04/1992 Em Vigor ABNT NBR 9229:1996 Errata 2:1988 Mantas de butil para impermeabilização – Especificação 30/11/1988 Em Vigor          Título Data prof. Código  ABNT NBR 15460:2007 Membrana elastomérica de isobutileno isopreno em solução para impermeabilização 05/02/2007 Em Vigor ABNT NBR 15414:2006 Membrana de poliuretano com asfalto para impermeabilização25/09/2006 Em Vigor ABNT NBR 9686:2006 Solução e emulsão asfálticas empregadas como material de imprimação na impermeabilização 18/09/2006 Em Vigor ABNT NBR 15352:2006 Mantas termoplásticas de polietileno de alta densidade (PEAD) e de polietileno linear (PEBDL) para impermeabilização30/04/2006 Em Vigor ABNT NBR 9685:2005 Emulsão asfáltica para impermeabilização 31/05/2005 Em Vigor ABNT NBR 9910:2002 Asfaltos modificados para impermeabilização sem adição de polímeros .Procedimento 30/06/1993 Em Vigor ABNT NBR 11797:1992 Mantas de etileno-propileno-dieno-monômero (EPDM) para impermeabilização Especificação 30/04/1992 Em Vigor ABNT NBR 12171:1992 Aderência aplicável em sistema de impermeabilização composto por cimento impermeabilizante e polímeros .

Killian .CONSTRUÇÃO CIVL 2 . Mário S.Aula preparada pelo Prof. Mário Sérgio Killian Sites internet ABNT Normas Técnicas NBR prof.