CAPÍTULO II – REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2 - Revisão Bibliográfica
2.1 - Mecânica dos solos
Mecânica é a ciência que estuda os movimentos e as forças que o
causam. Na Engenharia Civil o conhecimento do comportamento do solo é de
vital importância, visto que todas as obras são assentadas sobre algum tipo de
solo. A Mecânica dos Solos é a ciência que estuda o comportamento dos solos
quando há tensões aplicadas ou aliviadas, ou ainda quando há escoamento de
água pelos vazios do solo (Pinto, 2000).
A publicação Erdbaumechanik auf bodenphysikalischer Grundlage, de Karl
Terzaghi, em 1925, fez surgir uma nova era no desenvolvimento da mecânica
dos solos. Karl Terzaghi é merecidamente conhecido como o pai da mecânica
dos solos moderna. Terzaghi nasceu em 2 de outubro de 1883, em Praga,
então capital da província austríaca da Boêmia. Em 1904, ele formou-se na
Technische Hochschule em Graz, Áustria, como engenheiro mecânico. Depois
da graduação, ele serviu no exército austríaco por um ano. Após o serviço
militar, Terzaghi estudou mais um ano, concentrando-se em assuntos
geológicos. Em janeiro de 1912, recebeu o grau de Doutor em Ciências
Técnicas na sua instituição de formação original, em Graz. Em 1916, aceitou o
cargo de professor na Imperial School of Engineers, em Istambul. Depois do
fim da Primeira Guerra Mundial, passou a trabalhar como pesquisador no
American Robert College, em Istambul (1918-1925). Lá, começou seu trabalho
de pesquisa sobre o comportamento dos solos e recalque de argilas e sobre
ruptura devida ao piping, erosão tubular regressiva, em areia sob barragens. A
publicação de Erdbaumechanik é o resultado dessa pesquisa.

2.2 Empuxo de terra

2010) (Arcelor. Luxemburgo. são aplicadas em terminais portuários.2.1 Estacas Prancha As estacas-prancha podem funcionar como cortinas de contenção provisórias ou definitivas formadas por perfis. anos 1930 e Figura X: Extensão do Porto de Mariakerke. geralmente metálicos. Os laminadores da ArcelorMittal em Belval e Differdange são os principais produtores de estacas de aço e estacas prancha do mundo e vem representando um papel importante no desenvolvimento de tecnologia de estacas prancha por quase 100 anos. Bélgica (Arcelor.4 Tipos de Estacas Prancha e Aplicações 2. passagens de nível em vias e rodovias. É uma solução para a contenção vertical.2010) . passou por constante melhoria e desenvolvimento para incluir perfis de tipo U e Z. além de proteção de acessos a túneis. As primeiras estacas pranchas metálicas foram laminadas em 1911 e 1912: as estacas pranchas “Ransome” e “Terre Rouge”. Deve ser calculada uma ficha mínima contra o tombamento da estrutura e o perfil deve ser dimensionado de tal forma que resista aos esforços. 2010) Figura X: Usina de Belval.4. por exemplo. Para um projeto de contenção com essa tecnologia é necessário fazer uma sondagem geológico-geotécnica prévia do solo para que se conheçam os parâmetros envolvidos. (Arcelor. contenção para valas de rede de água e esgoto.3 Coeficientes de empuxo 2. Desde então o programa de produção do laminador da ArcelorMittal em Belval. Catálogos de Estaca-Prancha. anos 1910 Ostente. justapostos e cravados no solo. Em obras de infraestrutura.

 Maior momento de inércia possível. foi desenvolvida uma linha de produtos bastante diversificada:  Perfis tipo U. mais resistente à corrosão d'água do mar.  Qualidade de aço mais apropriada para a aplicação.  Estacas-Prancha em “Box” . que possibilitam obter geometrias e características diferentes para aplicações específicas.2 Tipos de Estaca As estacas geralmente são metálicas. Polietileno).  Maior largura útil da estaca possível (maior produtividade de instalação). O grande desafio de um projeto em estacas metálicas passa por combinar os seguintes itens:  Maior Módulo Elástico possível.  Perfis tipo Z. de concreto armado ou de madeira. As cortinas de contenção podem ser montadas com diferentes tipos de perfis. Mas.  Menor peso/m2 possível. a característica do produto mais importante a ser observada é o Módulo Elástico (Wx) que combinado com o tipo de aço resultará na capacidade de suportar um determinado momento fletor da estaca. conforme a aplicação pode ser de outro material como o PRFV (Plástico Reforçado com Fibra de Vidro. 2. quando se está especificando uma estaca prancha. Na especificação de um projeto procura-se sempre a relação Módulo Elástico x peso (kg/m2) mais econômica.Segundo Luz (2004).  Estacas Prancha planas. em aço.4. Para atender de forma eficiente e econômica a uma grande diversidade de projetos.

4. estacas Tipo Z são utilizadas em grande .  Paredes combinadas tipo HZ. mesmo em condições de solos difíceis. Neste tipo de estacas. 2. A maior largura útil implica em um menor número de conectores por metro linear de parede. Este tipo de estaca combina economia na quantidade de aço com excelente desempenho de instalação. são as que apresentam melhor relação Módulo Elástico x peso (kg/m2). o plano de máxima tensão de cisalhamento não passa pelos conectores o que contribui para aumentar sua capacidade estrutura.2. tendo como sua principal característica a mudança de posição dos conectores. assim gerando estruturas com grande resistência à flexão. Sendo as mais usuais:  Paredes combinadas com tubos.2 Perfil Z As estacas-pranchas Tipo Z podem ser consideradas uma evolução na linha de produtos. com larguras úteis que podem chegar a 750 mm.4. (Luz.2. 2. em geral com perfis tipo Z. Paredes Especiais “Jagged” Sendo esses perfis podendo ser utilizados juntos formando Paredes Combinadas. Por esta razão. 2004) Figura X: Perfil U . reduzindo assim os custos da obra. o que influencia diretamente na redução do consumo de aço e na permeabilidade do sistema.1 Perfil U A estaca prancha tipo U.

Nestas estruturas. que dão origem a peças com momento de .4.4. 2. (Luz. 2004) Figura X: Perfil Z.2. 2.2. 2004) Figura X: Estacas Prancha planas.escala para obras estruturais expostas a altas pressões hidrostáticas ou executadas em solos de baixa resistência. São estacas que trabalham exclusivamente à tração em estruturas circulares fechadas ou tipo diafragma conhecidas também como estruturas gravitacionais auto estáveis. como por exemplo.4 Estacas-Prancha em “Box” Estas configurações têm origem no encaixe criterioso de estacas prancha de modelos comerciais.3 Estacas Prancha planas As estacas prancha planas constituem uma linha de estacas completamente diferente das demais pelo fato de não terem resistência à flexão. o elemento utilizado como aterro confinado pela parede de estacas exerce uma pressão de dentro para fora da estrutura. (Luz. um tambor cheio de água.

Com estas configurações. No caso de se necessitar de uma cortina com função de vedação.inércia superior as cortina simples. Assim. três ou mesmo quatro estacas. se o objectivo é obter uma cortina mais resistente. mas ao invés. a solução passa por organizar estacas com perfil “U”. Figura X: Perfis-tipo de várias configurações possíveis para estacas prancha em “box” 2.4. 2011) . com as posições em que podemos encaixar as estacas. cria-se uma cortina económica e com baixa resistência à cravação. não na sua configuração típica. espessura confiável. Figura X: Cortina de vedação. com grande inércia à flexão e resistência ao corte elevada. a resistência à cravação aumenta.2. econômica. devendo tal parâmetro entrar na decisão da escolha da configuração a adoptar na obra em causa (Ribeiro. sem grandes esforços. Este tipo de cortina tem como objectivo tirar o máximo proveito de algumas características.5 Paredes Especiais “Jagged” Os perfis Z encaixados ao invés podem formar uma estrutura para aplicações especiais. uma solução económica será encaixar as estacas “Z”. Este ajuste da parede representa uma solução muito econômica e em alguns casos para vedação (altura reduzida. com estacas prancha de Perfil Z. de forma a se obter tais resultados. baixa resistência de cravação). Por outro lado. Para dar origem a estas formas podem ser utilizadas duas.

As “estacas pranchas principais” de paredes combinadas também funcionam como perfis de fundação suportando cargas verticais importantes. 2010).Figura X: Perfil-tipo de uma parede especial com Perfil U 2.4.3 Paredes Combinadas As estacas pranchas de aço podem ser facilmente combinadas. cargas de guindastes. por exemplo. criando sistemas com grande resistência a flexão:   Paredes de estaca prancha reforçada com estacas em “box” integradas Paredes combinadas: estacas pranchas em box/estacas pranchas. perfis HZ/estacas pranchas ou tubos/estacas pranchas. As estacas pranchas intermediárias atuam como elementos de contenção do solo e de transferência de carga (Arcelor. Figura X: Perfil-tipo de uma parede combinada estaca prancha/box Figura X: Perfil-tipo de uma parede combinada estaca prancha/perfil metálico .

4. que seguem as especificações da Norma Europeia EN10248 (1995). Os conectores de canto são fixados à estaca prancha de acordo com a Norma Europeia EM 120663. 2010). Figura X: Esquema de conectores de canto tipo “macho-fêmea” (Arcelor.3 Conectores As cortinas são compostas por perfis que permitem o auto acoplamento de várias peças justapostas através de conectores tipo “macho-fêmea”. Existem também os conectores de canto especiais os quais possibilitam formar os perfis de canto ou junção sem usar perfis especiais. .Figura X: Perfil-tipo de uma parede combinada estaca prancha/tubos metálicos 2. 2010). Figura X: Esquema de conectores tipo “macho-fêmea” (Arcelor.

as cortinas classificam-se em dois grupos principais: cortinas em balanço e cortinas ancoradas/apoiadas (Machado et al. permitindo o acoplamento das estacas pranchas planas em diversas direções e dos perfis H e dos tubos metálicos em estacas pranchas.Além desses tipos de conectores existem inúmeros outros tipos. 2003) Figura X: Estaca prancha em balanço Figura X: Estaca prancha ancorada Figura X: Estaca prancha escorada . por exemplo. Baseadas em seu tipo estrutural e esquema de carregamento.5 Estabilidade da Cortina de Estacas Prancha A maioria das cortinas de estacas pranchas precisa de suporte complementar no topo. 2. além de estarem embutidas no solo.

simplesmente engastada no terreno de fundação. etc. Para dimensionar as cortinas de estacas pranchas com segurança. ou. a pressão resultante é nula. assim a prancha de comporta como uma viga em balanço. Em O as duas pressões compensam-se e. (segurança ao derrubamento e segurança ao deslizamento geral). (Martins. Algumas vezes as estacas-pranchas destinam-se não à retenção de terras. para se possa pôr a seco certo espaço (A). X (b) e X (c)). usam-se estacas ancoradas (por vezes a vários níveis) ou escoras (Figs. Para existir o equilíbrio da cortina é necessário existir um comprimento mínimo de embutimento (ficha) da cortina no solo abaixo do fundo da escavação. 2003). abaixo do nível da escavação. Nesse caso. não excessivas. portanto. de modo que suportem em balanço os esforços provenientes do empuxo de terra. especialmente à coesão.1 Cortinas em balanço A estabilidade desse tipo de cortina depende apenas dos empuxos passivos mobilizados na parte frontal da cortina. Como hipótese de funcionamento admite-se que entre A e B o aterro produz pressões ativas nos nós da cortina. mas sim de água. o que resulta em maiores deslocamentos e estruturas com alturas limitadas. 2002) 2. quando a altura H for muito grande ou a penetração D não possa ser suficiente. devemos levar em consideração a estabilidade exterior e a estabilidade interior. A segunda diz respeito à segurança do material constitutivo das estacas. podem viabilizar a execução de cortinas em balanço com alturas consideráveis (MAGALHÃES. garantindo uma margem de segurança adequada.. Os parâmetros de resistência ao cisalhamento. De B a O continuam as pressões ativas do lado do aterro. a penetração D terá de atingir as camadas de terreno impermeável inferiores. .5. mas geram-se pressões passivas do lado da "escavação". As cortinas em balanço são formadas por estacas cravadas até uma profundidade. A primeira diz respeito à estabilidade geral do sistema no seu equilíbrio global.As estacas-pranchas podem funcionar em "balanço". X (a). tensões de tração nos aços e de compressão nos concretos.

a profundidade que tem de atingir a sua ponta para se ter segurança ao tombamento.De O a C continua a situação anterior. Com estas hipóteses e fazendo o equilíbrio das forças que atuam sobre a estaca. Figura X: Diagrama de tensões. usando a teoria de Rankine. isto é. Poderíamos também usar a teoria de Coulomb. Tendo como dados o peso específico γ. contrapressão essa que é passiva. Assim poderemos calcular a pressão Pa (ativa) ao nível B e a partir dela a profundidade à qual essa pressão é reduzida a zero devido à contrapressão gerada do lado interior de B até O. desde já são calculados os coeficientes de empuxo ativo Ka e de empuxo passivo Kp. desde que seja dado o ângulo de atrito φ ' do solo submerso. determinam-se a “ficha”. pa + K 'a γ ' a=K 'p γ ' a . cortina de estacas prancha em balanço. Assim. logo será possível calcular os correspondentes coeficientes K’a e K’b. mas as pressões passivas (do lado da escavação) dominam. penetração D = a + Y da estaca. De C a E. invertem-se as situações e passa a haver pressão passiva do lado do aterro e pressão ativa do lado oposto. que gera valores a favor da segurança. o ângulo de atrito φ do solo do aterro e a profundidade h1 do nível freático. Para a parte submersa do aterro. que costuma ser um ou dois graus inferior ao ângulo de atrito φ do mesmo solo não saturado. e a posição z do ponto c de rotação.

Se pudermos provar que as áreas dos quadriláteros CC"E'E" e C'E"EC" são iguais. a= pa ' γ (K 'p −K 'a) Por outro lado ao nível O temos uma pressão "fictícia" passiva é utilizada para calcular } P¿p p'p=O P'p . . será dada por: P p=γ ' ( K 'p−K 'a ) Y Essa pressão ajuda ao cálculo das forças resultantes dos diagramas representados na Fig. a distância OE . demonstrando em escala ampliada o diagrama da Fig. dada por: p'p=γ h1 K p + ( h2 +a ) γ ' K 'p−γ ' a K 'a Sendo Y. X abaixo de O. do lado do aterro. para os impulsos do lado do aterro. X que representa o da Fig.{K} rsub {a} rsup {'} right ) Y p¿p Por outro lado. temos na extremidade inferior (ao nível E): } = {p} rsub {p} rsup {'} + {γ} ^ {'} left ({K} rsub {p} rsup {'} . criada entre O e E. que ao nível E. a pressão passiva "fictícia" da parte interior.Onde. X Assim. poderemos calcular as áreas tracejadas através de dois triângulos: o triângulo OEE" para os impulsos do lado interior e o triângulo CEE'''.

Naturalmente . depois de simplificar. Podemos então escrever com facilidade as equações de equilíbrio da cortina: } right ) {Z} over {2} .acute {{p} rsub {p}} left ({Y} over {2} right ) left ({Y} over {3} right ) =0 p´ p + p¿p Z ∑ M E =0 ⇒ Ra (Y + Y´ )+ 3 ¿ Substituindo X em X e esta em X temos. }}} p p + p¿p ´¿ p´ Y −2 Ra Z= p ¿ e também levando em consideração os momentos em relação a E: } right ) {Z} over {2} . ' 2 6 Ra Y´ p p+ 4 R a ' ' ' ´ Y + ' ' Y − ' ' Y − ' ' 2 ( 2 Y γ K −p p ) Y − =0 2 γ K γ K (γ K ) (γ ' K ' ) ' 4 ( ) ( ) [ pp 3 8 Ra 2 6 Ra ] Onde.De fato. Assim. os dois trapézios. essa "ficha" (comprimento de estaca-prancha cravado no solo) será: D=Y + a . um E"ECC' com altura Z e bases Pp e C'C e outro com bases E'E''' = Pp a mesma altura z. pois já conhecemos a profundidade a. ficamos com dois trapézios. Portanto. são iguais. os quadriláteros em análise.acute {{p} rsub {p}} {Y} over {2} =0 ¿ p´ p + p p ∑ F h=0 ⇒ R a+ ¿ Onde. se compensam. Desse modo. e daí os quadriláteros. pois têm áreas iguais. K ' =K 'p− K 'a A expressão X é uma equação algébrica de 4º grau em Y que uma vez resolvida nos dá o valor da "ficha".

PAG 169 2. se os dados de entrada forem bem definidos. para estar a favor da segurança. Assim.25 Fs já será obtido "automaticamente" uma "ficha" D com valor definitivo uma vez que os empuxos ativos aumentam e os impulsos passivos diminuem.2 Cortinas Ancoradas ou Atirantada . se usar um critério mais razoável que é o dos coeficientes parciais de segurança. se em vez do ângulo de atrito tan ϕd = ϕ usarmos um ângulo ϕd tal que: tan ϕ' .5. Bowles (1977. É possível. a "ficha" D deverá ser multiplicada por um coeficiente de majoração. 375) sugere um aumento de 20 a 40%.que entre as raízes de X devemos que escolher a positiva e. deverá existir. F s=1. também. p. Por outro lado.

2. 2003) 2. especialmente à coesão. estruturas mais profundas) As cortinas ancoradas podem ser subdividas em cortinas de extremidade livre ou de extremidade fixa.2.5. de modo que suportem em balanço os esforços provenientes do empuxo de terra. em diferentes métodos de cálculo. (menores deslocamentos. Para existir o equilíbrio da cortina é necessário existir um comprimento mínimo de embutimento (ficha) da cortina no solo abaixo do fundo da escavação.5. de acordo com a profundidade cravada da estaca prancha no solo. podem viabilizar a execução de cortinas em balanço com alturas consideráveis (MAGALHÃES.2 Cortina com Extremidade Fixa As cortinas em balanço são formadas por estacas cravadas até uma profundidade.2.Cortinas de estacas prancha ancoradas: sua estabilidade depende dos empuxos passivos mobilizados na parte frontal da cortina e de um ou mais sistemas de ancoragem instalados próximos ao topo da cortina. Os parâmetros de resistência ao cisalhamento.2 .1 Cortina com Extremidade Livre 2.5. garantindo uma margem de segurança adequada. abaixo do nível da escavação. resultando esta diversidade.

fe.6 Rede de Fluxo 2.br/marciovarela/disciplinas/estruturas-decontencao/apresentacao-slide-parte-2 http://www.br/portal/upload/com_arquivo/tcc_rafael_reckziegel___avaliac ao_de_cortinas_sem_e_com_ancoragem_de_tirantes_estudo_para_contencao _de_uma_escavacao_no_m~1.2.pt/~jmfaria/TesesOrientadas/MIEC/TiagoRibeiro2011.com/theory/piles-engineering/page/21 .br/deciv/departamento/~romerocesar/Aula15.em.Companhia Siderúrgica Belgo Mineira – Grupo Arcelor http://www.pdf http://docente.metalica.pdf http://www.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.pdf http://www.ifrn.7 MEF // Plaxis e Slide Referencias Manual Arcelomital 2010 Revista Teoria e Prática na Engenharia Civil .unisc.ufop.Editora Dunas Autor: Marcelo Marino Pena Luz .edu.engineeringcivil.up.php?id_pag=866 28/09/2016 http://paginas.

pdf .sdum.pt/bitstream/1822/7743/1/Fundacoes.poli.br/monografias/monopoli10011806.pdf https://repositorium.pdf file:///C:/Users/Aluno/Downloads/Mec%C3%A2nica%20dos%20Solos%20II %20(1).ufrj.http://monografias.uminho.