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Os 100 Melhores Casos do Dia
Jornada Paulista de Radiologia

Os 100 Melhores Casos do Dia
Jornada Paulista de Radiologia
Antônio José da Rocha
Neurorradiologista do Fleury Mediciiu e Saúde e do Serviço de Diagnóstico por
Imagem da Santa Casa 1'liseric6rdia de São Paulo
Professor Adjunro da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Carlos Jorge da Silva
Radiologista do Fleury Medicina e Saúde
Responsável pelo Setor de Radiologia da CabeÇ'l e do Pescoço do Serviço de Diagnóstico por
Imagem da Santa Casa 1'liseric6rdia de São Paulo
Hugo Pereira Pinto Gama
Radiologista do Fleury Medici!U e Saúde e do Serviço de Diagnóstico por
lnugem da Santa Casa Misericórdia de São Paulo

ELSEVTER

Dedicatória À minha esposa Talita e nossa re<ém·nasclda filha Ana Clara. Hugo Gama À minha mulher Juliana e aos meus queridos filhos lucas e Guilherme. António Rocha À minha esposa Maria Rachel. Ca~os Silva .

Agradecimentos À Sociedade Paulista de Radiologia e Diagn6stico por Imagem pelo incentivo contínuo à prática da melhor Radiologia.. Aos colegas que contribuírain de foilll.."> para o livro. A textos que cx111tribt1ein de todas as formas com o sucesso permanente da Sessão de Casos do Dia.a inestimável através da oessão das imagen. .

~ q_ u e ajudanun a escrever essa hi~tória.. A~~im. Tun K B111.. Amar o que se faz é para poucos. Esta ê tuua das áreas mais concorridas da JPR.. deixasse wn material de cal qualidade siruplesmente a. apreseu.rqttivado en1 unlA sala ou na nwuória daquele.~dente da S<Jcieilade f'auli.~ce rna.rdá-los.~ cs.n se encarregando dos Casos do Dia das Jornada. Seria um desperd1cio se a Sociedade Pauli<tota de Radiologia. Bem...~ merecen1 eanco destaque se transformaram em un1 livm.sso.u. E é con1 prazer que oferecemos e.tta de Radiolo....terial para o deleite d<>-< radiologistas leitores.ne.sos são muito bons e bem selecionados.sos. Aos crês organiza..to e que o que els. porque os cs. Ancôu. não se espera pagan1ento... com muito orgulho.:io. ciados. possui de n1elhor são os seus s. sabemos que a SPR é apenas o instnu. responsável pelo evento.JAB JúNJOR f>re.tnbêm tiveran1 o cuidado de gw. Quaodo se /az alguma coisa 00111 ainor. Carlo.tamos aqui os melhores Casos do Dia. O Jazer jã o preenche.Pa .Prefácio Gostar do que se /az no dia a diA ji\ é muito bom. Seus nomes ueiu aparecen~ apenas ~ uo1ues daqueles que colaboraram coiu o.~ de cada Jornada..~ Silva e Hugo Gama vêl. uosso agradecituenco. reconhecimento.. dtulo ou qualquer lor1ua de recompei·uia. Dit.~. Os colegas não apenas orgauizarau1 ~ ca.~ Paulistas de Radiologia sen1 receber nada en1 troca. Esses caso. como t:a. Ao longo dos ano.dores. apesar do desafio diário de acertar ou ernu..io Rocha.

Esta péglna foi lnlenclonalmente deixada em branco .

Sumário Introdução ix Abdome Cabeça e pescoço 29 Mama 69 Musculoesquelético 85 Neuro 135 Tórax 185 Índice 213 .

Esta péglna foi lnlenclonalmente deixada em branco .

Abdome .

42 anos. predominantemente hlperecogênlcos. com vasadartzaç. mal dellmltados. IVJbrfcio Pen>ira Androde.. Fig. natural do sul da Bahia.t pelo Dr. procedente de São PauSo. Refere aumento do volume e dor abdominal há cinco meses bem como perda de 15 kg em quatro meses.) . mostra volumosa massa heterog@nea. acometendo praticamente todo o lobo hepátko direito e parte do segmento medial do lobo esquerdo.ecediáo. Antecedente de hipertensão arterial. após a Injeção de melo de contraste Intravenoso (C-H). Trabalhou em indústria de plástico durante treze anos. hlpervascularlzada. com focos de realoe prevalerltemente perlfbko e áreas de necrose central. 1. (ln1agen.l Os 100 Melhores Casos do Dia Caso 1 Feminina.~ gMJlifment.1 Imagens de ultrassonografia (A-8) demonstram m(lltlplos nódulos hepáticos confluentes. TC. Há outra lesão menor no segmento lateral do lobo esquerdo.0$0 Interna ao estudo Doppler colorldo.

oênccJ pra:o· cc1 m uita>. Radkilogy1002.tliJ. a lesáo pode demonlitra. pn:domillA hipcrsinal heb:mi. Discussão . c.3d.. e.ferências Xayanu T.'I. sendo pcwiívd mosuu QU1tro ri· .'l.antn.<ç... perda de pe1!iO..st..M· cular di.usa não 6 identiSctda.... raro e n-:pn:ac:ntando mc:noli: de 2% du ncopl:udss bepiticss malignu.. O angio~!laIUJM4 l'!Odt: apn:11c:ntar di\ft:n13.KJW computa<lorlzada (TC) e na rc&!IO· nine. Eur R. c:C ai.• ele bipcninaJ ou una· FJS ele RM pondcradu cm TI c locm _... rim e msma}.'I caxo!I. o que rcBctt: a sua oompoÜflo histológica varllllL Quando se apresenta mmo 1aãu cm massa. ICOdo..'I sáo cumuru e consistem cm ãntmia hc:molítica. ~'Ulaçãu intra\•a.. N a f:u. palpável. 1'ID.1

czt:lt predomins.ele podJõcl ele <=ICÍmcntu: múltiploo nóduloo.ôucar• clnoma.. 18:2196-1205..ia magnética IRN1. com sobrcrida métlia de . hcpaweaJdnonu.ab vllit. YU RS.3. .tllgnc> ele orilo= c:ndocdial.l& prcwcnça de nc:c:r08C e ht:managia..ntemc:. rodas cm T2 da RM.Litx>.aacriza-sc por célula! cm fu8o formando can.... UIC.ntre 60 e 70 uno!l.dte hcmortSgica J e it.. ftrl1nuy HcpMic An..rcin6. Pode ci>tar 1d.ltcXÍ. po-· dc:ndo simular angiuma cavemui. brando heman. nusS:J. hcm•nginma ca•UIIO!iO e mcústaaa ban v--1ari2adas (mdanonu.'I o dilij. colan.. ear.'ltt:ruidctl anaholiuntt.u. sarmmaa.glns.o1t).i ambit:ntai.udooóele.'I hepáticos. Aprel!Cflt..."b::._.giMuoonta: Plndln · gs at CT and Mii. c lnn:tu de Vinil fPVCI e ar8ênlo.a· do.12DCUDa>· te dcrulos na TC nlo conw.. a c.nt'w.'I tardio01t.l..t (CIVDI e trombocitopc:nia.tico.flói..nto· m:a5 sAo ine!lpt:cáfio:>s e incluem dor abdomlna. no cnt.'ltc~ tanto na TC wmi:1 rua ~1. Ns m alorlll do.. M..giuma C3\•çmnHo.a pmJ!. tm:oidc. a:ractcriza-l!IC pc.c:ntlnad.'ulstcti: com amplo espectro de padrões. <los C3Hl'JIS iá ru> diagntitetlco.I.sda.nte pc:rlféricu e Je.ricia.. Jctástasc:s para pulmão e btço ncinr· n::m em 6()CX.b>co.iol 20oa.renciais do angio~'lat• coma incluem ouuot1 "1n:oma.e dinâmica do onnua.'l e NP-l. Re. bcpitico é um rumor m. l1nia. ~cc.a~ hcmatol6gica. Cl aL Prln\:U')' ll('l)lltlC IWCOM:L. Anurm.acro5copicamcmc.a· do :t. ~ misto de rn&5'M com n6dulna e tumor mJcronodulu dih1s:unmtc infiltrante. Ociom: pn:dnminantemt:ntc em home ns f4: 1) e con m aior incidencla em paciente!! c:.:aclon.r realoe hc:ttr01. Nas imagem ponde.ui CXJl'DW'n cJii> fíJr. Os priru:.8 aparên· cias 113 tumo.ipalli ditgDflHÓCflfl dik...222:667·673. EHu1 at'itnci.m.· nólitlo:> n::1•crY~... . hcm~ocn· dotdioma cpitdoklc1 81rtom:i de Kaposi..Abdome Diagnóstico Angio11St:rcoma hcp3..'I oomu: dióxido de 'l"ório (l 'borutra.. ca.:ulo i hcmocto1ll3tuse..•o.. os cuma accdonsi• podem demcmsttu cump>ncntrs bcmcm~ com itta. t CI unmrut primário ma.. a.i. N dominante. Micnwu. com realoe prugrcs8ivu central nas ÍllHe. Úli iti.s mCM:S apó..

sem espessamento slgnl6c. após exercício físico intenso. compatfvel com apendaglte.attvoda parede o611ca. 45 anos.ecediáo. Dario Tifere.t. fl9-1.f. Negava febre ou alteração do hábito intestina l.f.4 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso2 Masculino.. genôlment.) . pelo Dr. iniciou dor a bdomina l aguda no flanco esquerdo. há dois d ias. (ln1agen.2 TC demonstra denst6caçJo focal e de aspecto nodular da gordura peflcóUca junto à borda andmesentbka do cólon descendente (setas}.

o padrão tn3L'I comum é de uma densifica· çáo oval meru)r que S. é oomum sua omis. · É uma afecção qm:."tico prt:8UDtivo de di. Antes do advento da TC. epiploico..adiaoente ao ú1lun 1d. Clinicamente.o. pudt:.nte. as. Referências Singb AI<.nte indicados. intu&'lwcepçâo.307. febre.'lada.ul:u ou vi::nosa que leva à i. e<>m atenu:u.i· trução intcHtinal. o ·q ue leva ao diagn6i.ntretanto.açôcs pc:ritoneais qu e C:·mt:r~ da serosa da 8Upc:. Gcn'llis DA. . junto à parede côlic3 na face :mtime.gmoide. circundada por altc. JtulioGr.sig· moide.'la condição. O diagn(mtico coográfioo. contudo. cc aL Acutc Epiploic Appcn· cbgitis aud IL'I lvlitnics.s e<>nheç. e antibi6tioos não são n>tiru:iramc:.anguíneos.ploica aguda). os apêndices tipicamente têm umdiâmetrodc:Ú. L8.1.f:I à ulttasaonografia são de massa hi· pera:oica adjaccntt:. per.flamattnia gordurOl:la cm um paciente com abdome 3-1.. no pon· to de maicu dor do paciente e sem fluxo detc:ctável no seu interior ao culor Doppler. a cirurgia.'lc:minação in0amat6ria.-co detc:.o.004. O tratamento de8sa afea.I apêndices a6 são visiveis pela T C quando inflamados ou circundado.ite epiploica era e<>mumente diagnuf. a apenda_.3:1303-l . tulitc. tendo a possihi· lidadé de ocorrer cspet.6stic:os diferenciais. por liquido.Abdome Diagnóstico Apenda_. quando des.samc::nto do peritônio parietal.I ptt'»imos ao oiílon sigmoidt:1 não sendo t:ru:ontr:adus pr6ximo 30 n:to.'lc d.'11:1a do~.'I diagn6Hric:os diferenciais ds apendagitc epiploica incluem diverticulite :iguda. a a usência det.'lsivel. N a TC.furação..se padrão não exclui e. diluo ili:Hot::rulente e hcmio6lon direito. Não bâ.ão é conservador com aJ. Apraicntsm-. aeL-undário à dis. 8ão 83CUl. Raramente. AJR Am J Racni:gcMI 2.o. O c:ompnocntt: vt:nuao é afetado pri.antc. Por se tratar de utru1 doença p<ruco frequente. n:quetcm que os r.tmina frequentemente aparência cm Ndedo de luva". Os principsi.'lát> dt:. Compostos de tecido adiposo e ''asos s. pude ser difícil Se pt:r. espcci.'lte.'lquetdo e:.'I apresenta alteração do hábito intcstin~ seja com diar· n:ia nu coru. 25: 152. Gcrvlti. Apesar de a pn:sença de utn3 área cc:.nttal b. predominantemente cm homens.lticada dUl'.'1sos.Oamat6ria autolimitada qu e aoomc:te os apêndioe. O diagnlmtico diferencial de uma ksão in. mas geralmente apre8t:nt3·at: runmal. Discussão J\penda_.. É wna condição autolimitada.'li. a sua aparência típica e a possibilidade de se evitar um procedimento inva. obf."tipação. decorrente de trombose venosa. Of.o.'lat: aapa.is.Oamat6rio oral. c:pipluicos do o6l<m.'lqucrdo do abdome.tfície do o6lon. · a TC dc:vt: ser utilizada. A.3 15 cmJ.o.nb:f:I apresenta dor abdominal aguda.ão sc:. Singb AK.'lentérica. asaociação a náuseas. e apt:ndicitc aguda quando ocorre junto ao cólon din:.ia. c:. ocorre com mais fn:qui:ncia na qu arta e quint3 décadas de vida.n~ são .almente quando o prooe. 1\ maior parte dos estud(m U>mogrilie<>s costuma ser oonclusi· vo.'ltir dúvida diagnóstica...'ltiC3.•u>ci.a adjacc:. Os locais mais comuns da duc:.'Udo inclui 'a inda infarto omcntal agudo. piCamc::nte.:ipbics 2005.rsçbes inflamat6rias ds gordUl'.. ministração de anti-in.9quemia.tll6stico. sc:.adiolugista. a maioria dos pacit:.'I DA ct aL CT a f :lCUlC l1pJ!CUdagjci!I.'livo. E.r útil para o diagn6stico. peritonite e form:u. e a maioria d{m pacientai melhors em menos de 10 dias.-url.ntretantt.~te é uma condição in.am e saibam diag· nosticar es. ao e<lloflt não oompre.mdhante à gordurs.i.ito e ao ot:C<>. por meiu da qual são !>"Upridus por um pedículo vascular.m n:sultar em aderências.ntre os diagn..l · 1534.ãt>de ab1:10C.'1 caracterí.ada a obesidade:) hérnias e n:aliza· ção de exercícios físicos espocidicos. leucocitose) e apenas uma minoria dos pacic::nte.S a 5. embora s resolução radiol6gjca demore um pouco ma.0cm. E. Os apêndice. 1\ condição de apcndagitedecoue da torção dos apêndice.mt:in> porqu e cada apêndice é irrigado por um par de artérias e dn:nado por 1:1omente uma vcia.semaio- n:s e múltiplos quando lucalizadOf. A parede do e<llon pode estar espes.uda (apendicite c:pi.'190 ocorre junto ao C:Í>lon e. ~'Uds. H3hn PF. localizada geralmente no quadrante inferior e.O cm de diàmc:ao (tipicamente n- S l.cm ordem decn:scentc de acometimento . e nonnalmc::nte não bâ ntx:Q11ridade da utilização de meios de e<>ntra. c:piploicos.~te a.iperatcnuante. rorultando em uma oclusão vasc..5 . Quando a apcndagite envolve o t'Wll ou cólon &'lcendt:ntc) t:Xiatc a possibilidade de ser clinicamente confundida com apendicite aguda. paniculite mesentérica e tumores ou m&'lt 31:1cs que envolvt:m o mcsoc(1lon.

mantendo a dlferendaçào entre as diversas e. Apresentou infecção urinária. Iniciou dor abdominal difusa há sete dias. Please refer to lhe printed publication.6 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso3 Feminina. com acentuado realce da mucosa e edema da submucosa.«ko por ln1ogen1 (CDijMtdtia·ES.3 Acentuado espessamento parletal difuso do cólon. tratada durante oito dias com ciprof\oxacina e quatorze dias com ceftriaxone por causa da resisteooa bac- teriana. em uso de cortico ide.~ pelo Centro de Diagnd.amadas. (ln1agen. Rights were not granted to include this figure in electronic media.) .. 1. com piora nas úttimas doze horas. 66 aoos.~ gentilmente cedido. Fig.

1 é o uso de antibi6tioos. ct i l Algnriciunic ~proocb to CT dUgno!iiB of tbc abuorm. O encma opaco pude demonstrar falhas de enchimento junto à muOOf. hipotensão e/ou hipoperfusão prolong:idas.a como principais achados: espaisamento parietal difuso. Os paciente. hipen:. Os ptlncipai.a irregular (~enilhada).iu de c:ona:aste cntn: as ptcgas e<llicas in· tensamente edemaciada.15· Ri1n13ch:1nd nn 544..I e são i.<1os de perfuração.'I oolitiB n:v:isio::d: 11pcc1nun of inl...m ca. com manutenção d.ível..3t febre.11 bowcl '''3.."I inBamat6rias na gordurs do me91:KÍ>lon. caractt:rizsda por ~eu acentuado n:alce ap6s a admini"ltração de mc:io de contraste intravenoso.I camadas...a aguda csu.lsibllidadt: de ~e encontrar dilataçôcs segmcntan:s do c:l1l<m e pru:umopcrltilnio n08 ca.em ordem de frequência .sa...fuccio. Es.<1 e<illtes infecciosas. 1\ hist6ria de tl$O prolonpdt1 de antihi6tie<>s sempn: deve ser pesquisada. clindamicia e tetf3ciclina. run:malmerue de um longo segmento ou de tudo u c:l1lun. obstrução c<llica crt1nics.ll bdiogr:apWC!I 2002. .Abdome Diagnóstico Colite psrudomemhraru.ru:h-pecüicos.) da:om:.3>.1ging &udi. Witl:CUbcJ:g J.lsociada ao ur. Discussão É definida como uma colite in. Referências J." sejam acompanhados de altt:t'aç6e. Os 3Chados na radiografia do abdome podem ser fru.a (CPMI e por cctca de 20'X1 dos cuos de di:un:ia 3>.'13 bactéria é responsável por virtualmente todos os casos de colite pgcudomc:m· braru>s. rela· clonadas au meg:ic6lon t6xico. ainda.ltioo de CP1'.t.daide pscientes as· sintomáticos.<1us de.<1traçt!QI o61icas e l>"Uperfície mucos. PlõcudntllClllbnUlOU. dor abdominal.la frelacionadas às plac:ui mucoS3. dt:bilitantt:J:I graves.Jw. É pos. O quadro clínico pode ser dh'1dido . pode m:r c:.12: 109. dcsi· dratação e leucocitose:. Bm quadros avançadot:1.a mucosa.i.mia d. Quando se utiliza meio de e<mtraHte positivo pur via oral ou n:tal..I produz. há a pc:lf. quadrof. colite sem a formação de psc:udomemhra· nas.o dt: antihi6ticos. 7 espaisamento das hau.ia.a diferenciação cntn: as diven13>. pode ainda estar relacionada à cirurgia abdominal. geralmente se apresentam com diarrei. urem.ne<mtrado u sinal do acotdcum l'"accrtrdion A'i.i.. sendo ela muito útil para ae e. A TC tem sido m uito utilizada na avaliação de pa· cientt:J:I oom CP1'. ocorrer em pacientai com doença:. dentre eles.nte do aprisionamento do mc:. Clio bdW 2006. A prin· dpal c3Ul:la de CPJ."téria Clostridiutn difficile. ma. pc:rlur:ação.i e apraicnt...<1."ltahdccer o diagn6f.idas por uma superproliferaç.. É pussivel que:..I mais grave. a ampicilina.<1 diag:n<lsticos diferenciais incluem outra.~ 1109 .o."ltrof.o.o.6 I:5.<1).ão da bac. CE>t\•l e colite fulminann:.<1ad3 pdas toxin. 39cite e pneumoperitô· nio c:. a granulomatOl:la e a isquêmica. e ede· ma da submucuss. ct 31. principalmente. dilataef!QI segmentam.

~ pelo Dr.~ genlifmentecediáo. Fig. 31 anos. forma ativa da doença de Crohn (setas). 1A Imagens de RM (A-H) demonstram espessamento parletal dofleo distal e termina~ com &eentuação e realce da mucosa-entertte do Reo tennlnal -.Tt.0 Blas/Jalg. Em tratamento para anemia.) .8 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso4 Feminina. (ln1agen. Roht1. apresentando dor abdominal recorrente na fossa ilíaca d ireita. Associam-se a llnfonomegaUas mesenterlals locais e espessamento da parede lateral esquet"da do terço superior do reto (seta em E).

i.'lificaçt"ie.'ltinal ga3lmentt: atin.cogt:nicos possam c:star envolvidos.79. ap6. mai. Sua. Podem ter manüt:staç{ie.acha· do denominado "'sinal do alvo" ou "sinal do halo". sintomas ohstrutivos intCHtinais.a docru.. com idade entre 1S e 2$ anos.'lentériC3 é outro sinal de doença que pode aer observado na TC e na R/vl A Rl\•l é útil na avaliação da atividade da doeru. lu.<1trointt:stinal..'I clínicas mais comuns in· duem dor abdom i nal e diarreia.'I e vasc:ulare.<1.'ltta. oom tendência à n:missio e teci.a granulomatos.\ análi"le cuidados. complicaçi'ie. Acomete ambos os gí:neros. l'.rvadas den..a de C rohn. se. Discussão Con.'I da doença incluem ade.. Uma proliferação gordurosa me. por vezes acompanhadas de pc::qw::nos linfonodos mc:scntérioos.fil lnl:tgj:ug Bv:tlwcinn of lhe ActiriLy nf Cmhu's Oi!ICMC. dec:om::nte de c:dt:ma e/uu dt:posição de gordura na submucosa. 247: 6.snu:nti:1parietal A altcr:aç.IÍ.nla de peso e sangramentos intCHtinais.rênciaa de alças e nae si e. . é altamente c:1:1pecífioo pat3 a doença ativa.\ k:são inte.'ltulas.ãc> pn:· coce C3usada pda doença de:.<. 1 A {Cont. Radiology 2008. Referências Hnau:huis K.) Diagnóstico Doença de Crobn (entt:rite do Oeo tc:múnal).as lartdte). mcsen.'I e abscessos inaapcritoneais. lll30Üt:8taçtie.<. Bip:tl S. além da formação de fí. . AJR 2001. origem ncoplásica.s crtmica do tr:a· to ga. sendo freqw:ntemcntc: ohse. acn:dita-se que infc:cçbes.a das imagens de TC pode demonstrar irre~'Ularidades do contomo m ucoso decorrentes de uJ. :rc. cc~ies. pe....I descontínuos.Quimai. contrai.t.pt:t.oe desde o plano muco· so até as csmada..ento de alç.Crobn ooom: na suhmucosa e c:orutlstc cm bipcrpla. Esse achado não é c:specífico da doença de Crobn. Bcnnink RJ. Xob Dl'. e sendo o Oc:o tc:nninal o mais afeudo. oom a parede intc:stinal. arunmalidades do sistema imunol<lgico da mucosa intestin~ altcr~6e.Abdome 9 Ag.'tiate em um.. embora aeja maL" fn:qut:nte nos o. Scincigr:tphy.12. cxtraintc:stinais. . dermatológicas (edtema nodoso) e reu· matol6gic.t.'I gt:néticas.a intc."to de anel hipoate· nuante na parede intc:stinal infl:unada.pessamt:ntos parietais de orlgt:m infuunau)ria que nos de:.'I a injcçáo do meio de.'ltinal.'lultando em n:du· ç{ic:s focais do calíbre de um sc::gm.J.<1 pn1funda. O padrão de impn::gnação em camadas.sia linfuide e linfcdc:ma.177:1325-13.diva.s.. e n· ttt::tanto.· mt:nto de alça intestinal. frequmtemcntc mvul't--endo múltipk)s HÍ· tiuf. dietas alimen· tan:s e fatores J». no plano tr3nsvt::n1al de um sc..!IC D~d '\itb US. :tnd CT.1:e. 1\ causa da doença de Ctobn não é conhecida.'1 do mesentério adiaoc:nte.'I. Stokcr J. ao:1mpanhadas deespess. trajetos fistu · loso. um a. Espc:ssamento intestinal maior que 4 mm. lnfbnuuatory Bo· wcl Disca. tiilct:wtal}"'iB of Pro!lpoctivc Snldics. c:t it L . 1\ TC dt:mon. a u · mento da impregnayãu parietal da alça intestinal e awnento da vascularizaçáo mesentérica podem ser sinais úteis e discriminat6rios de doença ativa..ndo as mais fn:qucntc:s as oftalmo· l6gicas (uvcite).tR. Pude afetar qua}qut:r parte do tr3to gastn:1intes~ da boca ao ânus.

(ln1agen.te (D-E).5 Ultrassonografia de abdome (A·B) demonstrando coleção hlpoecolca no espaço subepátlco com c.~ pelo Dr.~ genlifment. mostrando o abscesso hlpoatenuantecom a Imagem cakulosa hlperdensa no Interior (setas).1O Os 100 Melhores Casos do Dia Casos Masculino. Cortes axiais de TC.a~o lnflamatórta dos planos gordurosos adjacentes.álculo no seu In terior (sera).confinnamosachados ultrassonográficos.) . 65 anos.Tt. sem (0 e com contras. com episódios recorrentes de febre baixa e dores no hipocõndrio direito. Há densllk. Antecedentes de gastrec- tomia parcial por úlcera péptica há 38 anos e colecistectomia por cálaJ!os há vinte anos.0 Blas/Jalg. Roht1.ecediáo.1. Flg.

.oo do rno:rior da .. dútims incluem fd>n:. l:anc RA....z. ~a: pan o radiolngistt a bwica pm cáJcuJoe cm tudo pac:âcntt que se a:pn::sc:nw com ab!iCCSsos intraca... R. .... wm o ciJc:uJo aio o espaço subcpátic:o e o rcuoperitôahaiw dcasc.'I . pdn(.imul. em um p:u:icnte com hii..I'& a furmaçlo do :aMccs· . t:icuu. de co1ccl.. como. ...ocll~ 2000..-itmc o Wa.allstoDC6 e..'l~ntam b:u.. O dia.da pnr via aht:rt:l. chegando até dois :mos por causa. mu s fnrm.....ação de um a~ 6 uma ma· níldtaçlo nin usual A incidência part.. ..uoom.. wma.:.acilidadc paro.. é uma ownôncb tthc!Yamcnno fn:qucfttc.vttirio!I e pc)l\suir história. O periudo l'C!iC noruma. sudo· dor abdominal... w....a n:mtx. uma \•cz que cle.gn611-tico pode IG' difiL-u. a n:vid.. não .'ti'trla ocnnl)a· tível.u e Ín\i:ntúlo da cavicb..n.. EKSa complh:. da nstun:za indulcntc do prooc!lso inflamatlirio... que ~ a funna· ~ de wn """""'1ári a um cllcuk> m....lw...11 iaprc.áo d · rúJp:. J.a..ltado quando u i.Nle(l)OCI ln LaJWMCOflie Cbcilccywcumy J'a. w.. a parede abdominal......JdiJlfP PF. ""°""'"" mo. t f·n nnaçio do ab!iCC"~º é de O. podem abapr a mkçio...gia e o inicio do."térllL't vi!\•ci.... 11 Os prindpob ..oóeriou pcl a TC i feitu pela visualização do cálculo hipc:aucnuante oo interior de wna wlcçiu '1c baixa atenuaç3l>. o e.. entre a cirur.dc:~ Os locais mais fn:qucntts p3. c6. ocoucndo com mab frecauência no'I..1 7'=1•.aç..i.lo1t de bilirrubinato. irulicada • ~ giDada ""' uhr..!liru:omas pode $C1' lungu.~ ltNlbl JB.is por colclití.11.... .a. cm deooueucb da~ -.álcu· lo não ae apreijCJltlU' com atenuação d~a.. Eur Radiol 2008. o úru. é fc:ali.-i1'3lmentc quando rcalinds por via bparuscópica. cl al lntr1'~1Lbda1nhW apUlcd g...a· tine mcwtasia: CT and ~AR l:nugi. Logo..ase.'I em si=u interior.t:tmo cm inglê!t é referente a uma compHeaçin pósopçratória rara da oo..ng ÍCltmrc.Erun:tantu.:UW.. do cálculu • du •bsccoso. s. 18:851·854• Monin MJ.... 1·14'5.. Hflchmau MC.g &om Dloppcd C.~ t!uhfrênico...a~.. dentre oumm.n.c..lc:cistot.ãn é bem menciH frequente quando a clrl&Qtia. "' Campüatims Ari.la biliu ""'2 a cmdadc ahdominsl A queda do e&ulo durma: o 3lU clrúrPoo...Abdome Diagnóstico Discussão O t. O tratamento deve 8C% fdtn por mdo d. mamo que remota.. dispneia e Jcua.o.....!ltcctom. Am.. Referênci as Ks3butut N. cm razão da maior f.. p>r acmplo.'tumia.

32 anos. com acentuado hlperslnal em Tl e pet'da do sina! ("shadlng") em T2.) . Clsto fundonal no ovário direito. Nega cirurgias. Robert. 'nlmbém há extenso foco de endometrlose profunda comprometendo a reglk> retrocervlc:al e o retossigmoide. Observe dmtnuto foco hemádc:o no ovário direito nas Imagens GRE Tl com saturação de gordura. Fig. 1. Relata que seus ciclos menstruais são irregulares.~ pelo Dr.~ ge:ntilment.6RM . geralmente menores que 28 dias e. a presenta-se com dor pélvica crônica há t rês aoos e dispareunia iniciada há um aoo.ô Blos/Jalg. A (axial GRET1 com supres~odegord ura). vem tentando engravidar sem sucesso. 8 (axlal FSE T2).12 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso6 Feminina. C (axlal GRE T1 pós-gadolfnlo) e D (FSET2 sagttal). Endornetrloma típico no ovário esquerdo. há dois anos.ecediáo. (ln1agen.

E. se relaciona à natureza ct6nica da lesão. Os exames de i.o. constipação).o. A ultr3.ntt:. Podem aer uni ou multiluculare.tática cm razão de um fluxo menstrual remigado e a teoria da dift:n:nci:u. ainda. (cndometricnnasl são m ais comuns nos ovários. apn:sentam. claasic:amente."1>90 central (oefaleia.\ ecografia.<1sa perda dt: sinal. Sintomas não u..~ 3pn:scntam papel importante no diagruístico e estadiamento de pacientes com cndo· mc:trioSe. pneumot<lrax) e sistt:ma ner.o..'! que tt:ntam explicar a pat<>gí:ru:se dessa doença.-.i. e<un 3wnento da $ensíhilidade na drtecção de k:8Õc.o.a. dor lombar e desconforto ri:tal.'tica men.o.i· trointaiti.3o metaplásic. aempre qm:. c:onvul<1ôes..desdt: levi:: até a ausência completa de sinal.'>trual significativameru:e associada ao quadro. dt:6nida pela p:rcsença de estnITTl3 e glândulas cndumc:triais fun.superfícies serosa.is fol'3 da cavidade utt:rlna. dor pélvi.rar a avaliação dos endomctrio· mas. 08 endomc:triomas se caracterizam por bipeniinal homogôu:t> nas se· quí:ncia. cotru> trato g. dispan:unia.f:I punderada. ac:omett:r mulht::cs ab~ixo de 20 anos (aendo 3 dor pélvica crilnica o principal achado clínioo) e mulhen:s men. biatem algumás teoria. O quadro clínico csractcriza-se por inft:rtilidade. ru>tando-$e n:ak:c periférico variáYd. bilaterais em até SO'X1. ..a aôpicos.Abdome 13 Fig.n31 (diarreia. menore. dt:rt~ pleural. prcn•3... que pode $C:.mossi.n:cc•~tên.al. perda de $inal no interior (".<1 au:itas 3 teoria da implantação meca.o. bcmatúria).cntsm e<nno única cara(.v. ccun pn:domínio de bt:.'! hipc.<1te doença em locai.<1si· camcntc e<uno ci... .o. quando utilizadas aequências ponderadas em T l oom supro.são de gor· dura. geralmente t:m uso de n:pusição hormonal.\ endometriose é uma doença cla.ina!.ssicarru:.'IU3is ocont:m quando exi. dona. sendo estt:J:I últimos mai. dea).. dismcncmcia. Ciclos menstruais menon:s qm: 28 dia.ada por via ttánsva.U>s com ccmtcúdo espesso e homogí:ncos.a de.~upad08... Discussão ..<1 em T2..icos parietais.<1 pundel'3da. sendo decom:.<1adas.Nl. Acomete principalmente mulhen:s em fase n:produtiva.derina.C3 crônica. aendo 31:1 mai. t\ injeção do meio de e<>ntrai.ont.) Diagnóstico Bndometrioae pélvica. hemorragia 8Ubabacru)i.i(J.nte de pn>duU>s dt: degrsdação da hemoglobina aet. possível.<lsonografia. Pode.""te niio parece altt:.'lhadin. 1:1ang:ramcnto ret.opau. se apte. bexiga (urgólcia urinária.. É possível 3inda 3pn:m:ntan:m espessamentos foC3L'I e/ou fuce>. nlrax (dor pleuritk. e se 3pn:sentam cla. Nas scquêru:i3..."Undária a 1:1angramentos c:iclicos.s em T 1.o."tt:tÍi. deve aer n::iliz. Na R.--dmente m últiplos ciatos a_. 1Ai (c. os dsU>s endometricítico.ma. na faixa de 25 a 29 anos.

i. paracervicais.~3 . im.<1 ponderadas em Tl. 1\ ultrassn· nografia ttan.áo retos.i. rcctal $0~hy aud uuguccic rc11anauoc. cc aL DbguMúell ltCCUr.. .92.:182."to retrátil. é na tranaU.a. pélvicas. cr.a.l e o intestino. muit. 1:1cpto n:tova· gin~ hexig.. Dei Futc.ICf of pbylic3.6es oom hipossinal nas i. de :u. N a ecografia.Unmal..<1sumem a.I cx:uninaúon.al.le profunda c.009. Os focos dt:.wa. muiw vezes assuciado à.s: l\tR inuging appc3lauoc witb fap:ll'Ol>Copiccorrcbtion..pct.tging m diagno11c dccp infikrati:ug cndomc· aio11i11.i.<1e:çáo dos ligamc:ntos uten>ssactos)..~casl . os focos de cndometriose pnlfunda se apn:m:ntam oomo lesôes bipuecogênicas ru>s diversos síti{lf. desta· cando os sítios n:trocervical (in. a principal localizsção.i. pcu .<1 lesôcs contiguas na região rctrocctvic.9naJ oom pn:paru intestinal tem sWu cada vez mais utilizada ll3 avaliação da paciente com wi..I supracitad08.i. 26: 1705-1718. Neste último. os focos de cndometriose pn>funda C3tactcrizam-se por lo.<.tn3gen. peritônio.tphiC!l 2006. contendo pequenas áreas c:istic:. ct i l D::cp rctropcritaoC31 pck'ie cndomctrioei. dingr.i. Referências Bazot l\t. No n:· tos1:1ig:rnoidt:.S· l&.1ti· nais quando comparada à RJl. focos de endomc:triose. Jt1.áo de pequenos implantes into.wswginal M110gtapby.<1 vezes a. C.igmoide.-peit. Fcrt:il Stcdl 2.aracterizam·se por wn componente predominantemente e.endom. pn>funda podem cnmpn>metct várias estrutura. c:ompromrtendo a alça de &ua para dt:ntn> Ida 1:1crosa para a m ucosa).14 Os 100 Melhores Casos do Dia Além dos ovários.:tri{lf. intetnas lhcmorrá_.a de endomctrio. com maicu m:nsi· bilidadt: psra dett:a. pn>funda.--eze.pec:to triangular cru cm "C".e.i. Na Rlvl.

Rob6Tl.E) com tfplca lmptegn~o ~bullforme perlfbica pelo contraste Intravenoso (F.34 anos.amento rápido na fase portal (G).0.) .7 lma.~ pelo Dr. 1. com clare. foram evidenciados OOdulos hepáticos.B). Fig.~ gentilmente cedido.s1nal da ckatrlz central em T2 (seta em A·Bl.gens axiais de RM evtdendam múltiplos hemanglomas e uma HNF no lobo hepático d ireito.O Blas/Jalg. A ckatrlz cen tral se Impregna tardiamente (seta em H). O maior hemangloma apresenta h/persfnal em T2 (asterlscoem Ae B) e hlposslnal em TI (C.G. com hl per.Abdome 15 Caso7 Feminina. (ln1agen. Ourante exame ultrassonográfico de rotina.HJ. A HNF apresenta lsosslnal ao parfnqulma em T1 (C~ e T2 (A.. Observe a lmptego~o homog@nea na fase arterlal (F).

o fluxo sanguíneo circula lentamente. pequeru>s l 1-3 cm de diâmetro).V do agr. são e<>mpostos de lagos .i. podendo apre. O ht:.7 (Cont. exceto pela cicatriz central cujo rc:slce é tardio.nquanto a do carcinoma fi. perifér:ie<>s e:..:..~omas também são mai'I frequentes cm mulheres.ada..ada. a concentração intensa do radiottaçador !enxofre ooluidal). Pt!o fato dt: não contt:.-.~ cm Tl "fora de fase" quando comparada às ima.tra uma le. hem delimitada.. Outra caracterí.r quantida · de: 8ignllic:ativa de gordUl3 intracelular cm sua oompn· s~ão.~­ nam aepto. E. nas quais a lesão apresenta-se iso ou bipnatenuante com n:lação ao n:stante do fípdo. apre.<1tica nos exames de RJ\.nt3-se como maas.intom3tic:u t: um achado de exame:.\ é que a cicatriz da HNP apresenta impre. o carcinonu hc:patocelular e sua variante fihrnlamelar.gnaç.i.fu:ada nos exames de R1'. e<unpa· rativamentc ao rest:antc do fígado."terÍstica bipcrvascular 8e reflete no rápido clareamc:nto ("lvash-out") nas fa. a HNP cnmumc:nte apn:m:nta um realce:. intenso na fase arterial.i.i. porém bipointensa. l\p:)s a injeção E.ponde à cicatriz central (presente c:. Discussão J\ biperplasia nodular focal IHNF) é o 8cgundo tumor hepátioo benigno ma.<1.is comum dcpni.i. 1.i.ação ao fígado.sinal oom rd.i. Nas JcSÓ<::H duvidosas. Os heman.--ce muita 8Uperposiç. fibroso.ão tardia ao agt:·Dte paramagnético. já na fase pré·e<>ntraste. o qual também tru>stra cicatriz cc.. quando idcnti. ht:m delimitada.~onu hepático é o tumor mai. sendo mai.ão de acbad{m nas diversas afecçôes anteriormente descritas.16 Os 100 Melhores Casos do Dia Fig.c:. evidente na fase de equili'brio.sL-ularizada.nttetanto. uma án:a central hipoatenwmtc1 c:strd.ão s6lida.. tendem a ser múltiplos. N a RJl.s em T'1. o padrão tem· poral di impregnaçâ() é 8c:.nte paramagnéticu (gadolínio). 1\p6s a injeção do meio de contraste ic>dado..ntral. nos quai. c:. a HNF é iso ou bipointensa cm Tl. apresc:. é e. po· dc:ndo apn:m:ntar. mostra-se com bipc:msinal em T 1 e hipc:.-i:nosus.m 5~ dos pacientes).éntar-sc e<>m wn discreto hiper ou iso..~ "cm fa. l\ TC mo.ndnal intenso em T2. a lesão tem sinal variável. A cicatriz cenll31 da HNF. .xú. é as.s S<)lida. cm geral solitário e frequcnkm.i.ntando como principal diagn6stic:o diferencial o carcinoma hc· patoc:dubr fihn>l:unt:lar.<1es portal e de equili'brio. os hemangiomas aParccem hipn- ..<1 frequente do fígado.\ HNF é caracterizada por pnilift:.i. serulo observado em até 10~. Em geral.i. diferenciais principai. hrolamelar habitualmente: não evidencia impn:gnaç.<1e".<1 da HNP são o adenoma hep. ucom:ndo hasicarru:nte cm mulhen:s joven. células dt: Küpfft:r: e duetos biliares. lVlacrot:1c:opicamente. E1o'"tnlturalmentc. Sua carat.i.<1 ima. da população.i.i.itioo. Os diagn6stico.áo de hepat6citos.<1ticamt:nte hipt:rintens.mdhantc ao encontrado na TC.ente dc:1ouherto de maru:ira incidental durante exames de TC ou ultrassom de ahWnne. "hot Apot". fato este que: pode ocorrer nos adenomas. quando pn:sentc.rac. pc>dem ser utilizados os exames de medicina n uclear e<>m marcadon:s para hepat6citos e para células de Rüpffer. Bm T1. em imagens ponderadas em T l por causa do conteúdo fibroso ou mt:f:lmo calciticsdo da cicatriz. é caractt:risticamcnte enccmtrada na HNP. do bcmangionu.'I.a· racteri.man..) Diagnóstico Hipt:rplasia ru>dular focal e múltiplos hcmangiomas hepáticos. Na TC. l\ cicatriz cen- ll3l estrd. com fn:qut:nte localização suhc3pirular e geralmente e<nn :ín:s de cicatriz centr31 va. que corre. E. a HNP náo pt:rde sinal na.ão. a partir da qual se uri_.

ntado é baatante ilui.doliuium~ano:d 1'1R inlagj:ug. c:C ai.bse dt: oquih'brio..úlúouzA-B. na .. 25..i. Hypcr:v3ACUlar tm:r lcsious: dií(cron. gt:.ralmente ~obulifurme.i't·o realce c:c:ntdpcto. Livcr m1.<1sc!I with c:cntr.1 Cmrn maligJ. 17 Referências Xim T.inal em T'.ulo nonnal nas i..inal cm T 1 e um acentuado hipen.2. 2009:30:418 -.a. . Riadiolo· gy 1993.mn1 8."trativo do. h3 wn proges. J\ RM c.186:133-138.unt: WlUOn> witb dynamicg.Abdome atenuantes com n:l. e.a~o ao fíg.u:acteriza Of:I bemangiomas por um hipos.~ pré-contraste. A impregna~o pelo gadolínio 1:1cgue o mesmo padrão def:lcrito nos exame1:1 de TC. H. Scruiu lntwiôund Ct 1'1R.at nodubr hipciplasi.tl or cocc:ntric scar. .t. t: o caso apresc.sa associa~o. Durante a fase portal do exame. nota-f:le realce periférico..uion oi (oe. 1\ ouexistência de bemangioma e HNF não é infrequente.3.m. ci.

t genlifment. 35 a.ecediáo..nos.18 Os 100 Melhores Casos do Dia Casos Feminina. f ig.cepção no cólon esquerdo causada por ltpoma (setas).O Blas/Jalg.8 TC aldal {Ae 8) com reformataÇ&õ coronal (0. Roh61t.) .t pelo Dr. 1. apresentando dor abdominal e parada de eliminação de fezes há dois d ias. demonstrando a lntussus. (ln1agen.

ng: Cliuical-Im. tran.I.38 nu ruXlulos bc:. mas outras C3\U1as. a le. retrógrada. sendo pouco fn:qucntc cm adultOf._i...ut cni:cmcni:cric inn1.'lihllit:lln ajudar no dia. Lcc J.1ão acompanha o sinal da !-"Ordura em todas as aequências de pul<10. de inu.<ipt:t. l'.ão coxmii. t\ intussusa::pçáo é utn3 das cau. e o sc:gmento que é peru:trado inta..fmtico.1scepiens. lni:agi. Discussão .<1mune a.i· nado.Lna é denominado inru. Em corte.. a detecção incidental de inva. quando presente.oncl.nb:f:I de atenuação de gordura f-60 a -120 UH).'I de QU3dn> ob.<13vel.s. Adule lulll8!IWllCCpúou Dctcctcd at CT nr ?vm. comwn em adultos. doença oelíat:3t divertículo de i\•lcckel.ento adjacente. Com os n:oentes av~>.nt. podem ser a.ão inte.".tcinn.nignos.1ível Wentific..o. st::lll um fu.""te na invaginação dt: segmento de alça intestinal para dentro de outro segm. 1\ le.i.<iccpcion: diuic.ado. N a TC.. tentar a redução hidroscitics. a intussu9oepção a. O dia.-U>n:s (TCt-. raramente o quadn>ru:c:cssita de ahordagt:m clrútgica.~usc:ipíen. mais raramente. os lipomas são facilmente identificadof. t\ c:l:u.Abdome Diagnóstico lntussu. a intuasusccpç.. Na Rl. o :JJo-pecto de alça dentro de ak.1versai.t.•oruscepção pude ser bem demorurtrada por estudo contrastado. de mant:ira anter6grada e.IDJ. FiAhnl:tn E1C. Nos adultos..o..em pos.o.n~ wbjacente. brid. Ao con· trário du que (KXUn: nas crianças.i.<1al.sociada a um fator cau..a. O segn:u:nto que inv3.v..ar o aegmento invaginado colabadu (intu.ão no adulto geralmente está ar. Radüllôgy.'lccpção é. pude-se..'ltrutivo into.as e e.btor responsável pela intussuscepçãu facilita um melhor planejamento terapêutico.t<>r etiológico definido._wsc. junto com vaaos e 9udura mcsentéric. transiu)ri.s~3o da intussu.1ging C'. .1.IDCT imd 30 ini:tg)ng in tun· 11ic. due.tushmct D.1J oMcnt3tions and lCltiC\V of tbc lil:Cl'lttUtc. Referências Hnroon Di.1tinal. Vl.a.I e apresentam cot:ficit:.8 oomum em ctian~'I e a ilcnileal o sítio maLi. a indicação cirúrgica é mais fn:quente p<u causa da mai<u incidí:ncia de:. como a maioria dos casos é idiopática. 1999. TC <ru Rlvl. dada segundo o local que ocou~ sendo a ilc:oo6lica mai. nessa t:lituação..<1c:cpc. É pos. N a TC.'ltinal causada pur lipoma c:olônico. como 19 A intu.<111u. em muitos casos wna ncuplaaia.ntérics tem aumc:.s é característico.~~o enteroe. Em muitOf.a.gn<lstico por ~'t:Dl do . Os exame..'I e a maior utilização da tomografb computadorizada com múltiplOt:I dt:tel.212:853-8"'1.n. é identificada na ponta do aegmento inva..eptum) dentro de um sc:gmento distal fintu.\ intussu9oe-p<.J.1ão n:8pon.I casos sãu schados de imagens c:m pacientes sem sintomas rdacionado.ivt:i. AJR 2008. 19 L:7-~·7d2.ceptum."to Nc:m alvuN.'>u. respuns. Não se devi: confundir infiltra· <fa> gordun>sa da válvula ileocecal com um lipoma. Em crianças.

1. Neste caso. arterial (8). Fig. Roh61t.) . a presentando massa palpável no hipocõndrio direito e trombocitopenia de etiologia a esclarecer. observa-se realce globoJlforme perlférlcoe tamb~m central.20 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso9 Feminina.t genlifment.O Blas/Jalg. 40 anos. portal (0 e de equlllbrlo ([)).9 As Imagens axiais de TC demonstram hemaogloma cavernoso gigante no segmento medial do lobo hepático esquerdo (setas) nas fases pré-contraste (A).ecediáo. (ln1agen.t pelo Dr.

Ut Briti!!h Jounul of Hacuutology.00I.<1c:s t:mlia.<1. em 19 40.•u> hepático gigante 31:1soci3do 3 síndro~e de bahacb-Meuitt.i tem sido usada para descrever as várl3J. que..n.•v.ucia. A a. Focos globulares de:. se as.{>a11 e hemangiomas vulwru>sos costumam pc:.t.nte causam sintoma. com predominância cm mulheres. Lesõc:s medindo mais de JOcmdediâmettn s. Discussão O bemangioma cavernoso é o tum<u benigno maLi. Na TC. T.1.<1os.(4· D):851·862. (não necessariamente hep.ão. Ncw En· gl. Referências H:ill GV\{ ht1ab:lcll-tiilcnitt .tico) com trombocitupcnia (consequente a utn3 coagulopatia de consumo) é oonht:cida como síndnnne de Kasshacb- Merritt ISKM). houve n:gn:ssão da trumbucitopenia apôs a exérese da lo.<1 não contra.QI. ~do .!lflldmnlc: ~ aud UU· MgCJUC.<1 depc:.ão e dor abdominal.angioma ca~<emOl:lo hepático gigante. os betnan.Dccer oom áreas ccntrai. 3 49:c19. Durante 3.Jma.<1ociam à fibrose: ou altera91ic:s dstica. como nesse pa· 21 ciente com tn>mhucitopenia e bem.ão denomina· das ''lu:mangiomas gipntt:sN e frequentemc:. oo- mum do fígado. 2003.<1tadas. Ncwcmbcr 13.rc:alcc: oc::ntrais também podem ~er cncontradof.o. como uma associ3ção entre pÚlpur3 tn>mboci· topênica e a presença de hcmangioma capilar dér:mioo d. li.nde das l>"U38 dimt:iu.1lld Journal cM l\tcmcine. Essa síndrome foi descrita pd a primeira vi::z. com distribuição cc:ntripc:ta e tendência à bumogeneizacfa> tl3 fase de: equilíbrio.Abdome Diagnóstico Honangioma caverno.í. situa~>cs que ~'Cllt:· ricamente se encaixam nessa dt:acriç.I tl3>.r citcunacritos e hipoatcnuantcs oom relação ao fígado na fase pté-contr3Hte. G iaut Hcp3tic Hcnlaugiouu.ão de hemangioma gigante:.. 2. habitualmente apn:sentam um n:ak:c: periférico globulifunne.ç.giomas costumam se. a SKJi.ão. 1\ homogeneização complcta da ksão nas fa.f:I iases arterial e portal.ll2.mura ?.I fases iniciais em alguns C3.<1 como disten. Nesse paciente. Dt:Hde então.ifwio t:m um recém-nascido. por VC7.

1 . Hrv positivo.ecedkla. a presentando nódulos palpáveis na parede do hipocõndrio direito.os rins (8 e C) bem como o milsculo lllopsoas esquerdo (0).) .t pelo Dr.10lmagens axiais de TCcontrastada de abdome demonstrando lesões llnfoprollferatlvas (setas).l2 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso 10 Masculino. (ln1agen.O Blos/Jalg. 37 a nos.t genlifment. flg. Infilt rando o gradeado costal (A). Roh61t.

não Hod. do tipo não Referências Lcc \~. além de sítios exttaru>dais. mas pode ocom:.i.•v:1cminada e cm paciente.igna. ll3 maioria dos casot:1. 1\ docru.:tl lym· phoou: apa:tnUll oi im>ging 6ndiu.n. podendo ser difuso com c:8pa1Samento focal ou gr.:tl nu. caracterizadas por proliferação de oélulaa do tecido linfuide.<io.-terizada pela prC8t:tlÇ3 da.kin. quase exclusivamente de células B.I colouis. com le8Õe8 bipuatcnuantcs apn:aentando mínimo n:alce p6f.o. O padrão de múltiplos nódulos é o ma. é comum o acometimento de múltiplas cadeia.:. lin.gressão por contiguidade. Discussão l3 Hod.aphia.mt:.as mal. imunodeprimidos..dcin (car:u.~ por vezai t:Xtt:n..'> pelu linfoms.'20:197· 212.Abdome Diagnóstico Llnfoma não Hodgtdn difuso de grandes células B.s células de Ret:d-Stcmbctg) c:. RciuJ Lymphorua: CT P:ltl:C. R:tdiogr.n~ de Hocl. Urb3.<:ll.. os pacit:ntt:s exibem linfadenopatia. O linfoma náo Hodgkin é wna dar.pi· camentc.--et. mais &l:qucntcmente não Hodgkin. O padrão de acometimento pode aer de ntldulo único.kin de células B.i.o. sc:ndo.mente c:om um ou múltiplos nódulos apre.xtr3nodal. doença perir· renal ou infiltração renal difu. Podem ter orlgi::m cm células B.l-contl3Hte nos exames de TC. sc:ndo.is comum. ne8se ca. de alta ag:n:ssividade e com maior acometimento c:. com lesC>es bilaterais em 50'% dos C:391:11S.'lific. A'> sdn:nais também pudt:m aer acometida. São clas.. ncldulos múltiplos. A)R 2008.dcin é de células B. A parede: torácica pode ser acometida tanto pur linfuma de Hodgkin como não Hod.rn.'! . T ou histillciu)s.linforu>dais não o:mtíguas hem como o acnrru:timcnto de linfonodos do m~sentério. com en>sãu dot:1 atOOf.o.•u>.o. · O envoh-i.191:198· 206. O pa· drão de aoomc:timento gúaiou pelu linfoma é variável.entando padrão de realce variá. 0 Os linfotn38 são ncnplasi.uifcstitcion.ados cm doc:.nto renal pelo linfoma !->eralmente é observado em doença di. O 38pel. Nos linfumas não Hodgki.a.n BA.açôcs da infecção pelo Hf\T.. complic.tnod.'I witb Empbit11i11 on Hclical cr. frequente. com lesôes polipoidt:s ou uloc:rativas.neralizsdo da parede.ftnna... Fishnlau EX. t\ maioria dos linÍomas não Hocl. 2000.r um acometimt:nto dihmo dos <ÍtgÍos. 'TI.'I oi cxtr.-to tomográfico do linfoma hepático é inespc:cüico. ct it L Abdmnio..a de Hodglcin geralmente acomete um único grupo de linforu>dos oom pn..<1. .

. .O Blas/Jalg. 44 aoos. a presentando hematúria microscópica em um exame de urina de rotina. .. ' I~ . .atrtz: central. Roh6.ç3odo cootomo renal e dlstor~o do sistema coletor.ecedido. r..) . dellmltaodo área de ctc..te.al bem defink:la. (ln1agen. .te Iodado. 1..Tl. em invest igação.t genlifment.. com Intenso realce hererogfneo pelo melo de cootras. cortlcal e medular evklenda forma~o expansiva cordc.l4 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso 11 Masculino.• .11 TC do abdome nasfases p~·contras.t pelo Dr.~· E ~t Fig. homogênea. ~ ' •. e determina lobula..

Pundo D.a de:...a pua aqudes turnon:s formado. Os cumon:s formados por ono6citos podem ter aspecto hi. 1997. lio.matúria. J\ maioria dos pscientes é acometida na quinta cru acxta décadas de vida.ão cltolcSgica.:a di:a.o. tipicamente malignos.pel.146·8.enç. parsti.:ai.tos Hão células epiteliais tran.s renais contêm células oncocític:ui junto com os lS elemento. haVt:. Urokigi. tin:oide. acentuadamente eosiru>fílico.<1tolcígico hcni.n:ncial entn:. adeno-hip6fise.rv~da uma cicatriz oentr:al em fontl3 de estn:la. unifonru:1 sem. relativamente botru>!->êneo.os resuludos porque o carcinoma pode conter ilhas de ono6citos. 1\ ori~'t:m dos oncócitOf.o.dorual linding>.rrica:. Oncocinnnas ocorrem t:m glândubs lacdmais. pois o padrão tomográfico das duas k:sllC:I pode ser indistinguível.I e dos cmcocitotn38 é desconhecida. porém não especifico do oncocitoma na TC e nWlC3 dt:sc.n:oWe.. Discussão J\ maioria dos onc:ocitoma..a cicatriz central em funna de estrela é observada .o. T.Abdome Diagnóstico Oncocitoma renal. O padrão de realoe também não é es· pecifico.o.<1crito. é ohsc:. única e exclusivamente por uno6cito.<1 é daicobctta acidentalmen- te. Bcuigu rc. muitos auto· n:s reservam o termo oncocitom.for· madas. S3.uur a po. fn:qu entcmente 3pn:sentam·se como tumores hiper

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a. É possível que a biópsi3 percutinea 3pn:sente hlo. O objetivo desse c:u. Os oncí>ci. E. án:aa de necrose cru henun:ragia.o. de múltiplas origens. N3 T C.. um."to típico. 190:158· l 64. A.<1c:u. Pms:ld SR. com citoplasma abundante e bomogôlt:o.o. . Nos rin.s e rins. Bauab Jr. Referências Pnutdo A.o...gn6!1tico pôl' inugcru. de cor atn31Tonzada. por vt:zcs encapsulado. dor lomh~ bipt:rtensão e febn: $ão $in· tomas não específicos por

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C:ZE:8 associados ao tumor.'l!l·SCC.ntretanto.l:m:8. Hc:. cc .~stico dift:. confusão adicional deoorre do fato de que muitos csrcinomas de célula. cicatriz central são de pouca valia no dia. s:ilivarai.oncocitoma ecarciru>ma de céJÚlas renais. a homogeneidade ou heterogeneidade do tumor e a pre.tW ucopl:wus iu 3dulL'I: ctO.o. 3 imagem padr:ão do unoocitoma é de wn tumor hem definido. Frequentemente.. C:w::rta NlvlG.sihilidade de carcinoma de oélulaa renais dcntn:. induzindo a eno na incerpret:u. o oncocitoma é um tumor bt:m circun. glândulas mu001:1as brilnquicas.o.o e. as hip6teses diagnf1t:1· ticar. muito rioo cm mitoct1ndrias.o é demonstrar o :u. Em cen:s de um terço dos cMos.ndo uma discreta predominância cm bomt:ru1.sim. pâru:tea.como nesse p:lciente. pois :unhas as laiôe. adrenais. A)ll 2008.~1 ou malig:no1 além disso.

ecediáo. a presentando moderada epigastralgia. com perda do padr~o ac:lnar e realce heterogêneo pelo melo de contraste endOV«M>so.tal do colédoco.) . Há pequeno d ia. Rob6. com aspecto em jMeudocápsula.J't.. iderícia.12 Imagens aldals de TC prkontraste (A-8).de realce tardio (seras em G).26 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso 12 Feminina. Fig. 1.ô Blos/Jalg. (ln1agen..rio d\tctal denso na reglliocelállca. fase arterial {C-E) e postal (f-G) demonstrando a umel'lto volumétrlco focal da c.~ gMJtilment.itka. além de cálculo denso no terço m~d)Qfdls.~ pelo Dr.auda panaeátlca. 70 anos. perda de peso e diabetes de início recente. Associa-se a hafo de densfficaçJo per!pancre.

Discussão É uma forma de pancreatitecrônic. pcnla de peso e diabete. Se e. e a prevalência exata é desconhecida. são substituída.wcrc:ttiti11 (Auooinunune hucrc:ttiti11).1.a causada por um proceSHo autoimune.1.. . a pancn:atite autoimune jllnfoplasmoática e1:1clt:rUt:1ante) responde à terapia oral com e.cudoc.. ap:resentando caractetistica. a ad:rninistração do contraste. Ap<)s injeção de mt:io de contta. a pancn:atite aut<>imune man. linf6citUf.. O processo infiamat<írio pude c. ct iiL J. R:tdiogr. Trata-se de utn3 doença f3J'3. espocialmente durante a fase arterial pn:cooe.I e células plamn.o.nte afetado. bem como lesif>es epiteliais granulocitic:.-er todo o pincn:3>... 1\oomete a faixa i:cária entre 50 e 60 anos. 1'ID. de início recente.ltO dt:.a células aclruue.009. 1 .apbics 2004.ípsula caracteriza-se por hipoatenua~o à TC e hipuf.<::8so inflamat6rio envoh<e o pan:nquim3 aciruu e o dueto. oom conm:quente do. ct it L Autainununc pllllCtC:tticis: di.tkti :tt du3J-pb:tae CT AJR 2.o.nfuunat<)rias e.o. Uma caracteristica marcante daisa condição é a pn:sença de:.12 (ContJ Diagnóstico Pancreatite autoimuru: e col<::docolitíase.o.amc. A ictcócia obstrutiva frequentemente é causada por estenose do dueto biliar comum ina:apancreático.lsinal t:m TI e Tl 3 R.'to biliar oomum.o. e.a.24'689· 702.. Quando o pâncreas apn:Ht:nta-se dmcret. 'ThbfuaW N. que pude:. demonstrando melhora funcional C· tru>rfol6gic.as. o pnx:.~:479-484.o.o.o..o.o.a do pincn:3>.. e.truição do dut.ift:8ta-se com it. a alte~> pode. fibrose.ti.a.te inttaVt:noso. 'nata-se de utn3 doença pancreática benigna que pode mimetizar câncer.teroide. Referências ~ooo S. I 9..tando associadas à doença em atividade. que resulta de pnK:c:Sso inBamat6rio periduLul. e a arquitetwa lobular pancrcática é quase toda perdida.'to epitelial.rcinonu aud uoruul paucrc:tS on thc OOsis oi.tn:itamcnto do dut.o. A TC demoruma um aumento focal o u difuso do pâncrea.'IC· que por intci:ro no duL-C:o. séticas de lgG4 são significativamente altas nos paciente.çbe. envolver o segmento comprometido.tiver severamente afetado.o.1 ou e1our limitado a apenas um segmento. por células i. Essa p.<1 sntico:rpos são habitualmente ob1:1cn•aW1s.<1 com et:1tteitamento irre~tuJar do dueto pancn:ático principal.fruphoplasuuq'tic: Sclcrnaing P. Conccntrs.nvol...fkrenti:ttion &om paucrc:ttie e:t. O aumento focal da glândula é mais comumente observado na cabeçs do pâncreas e.. Clinicamente. com n:alce tardio apc}t. Flctcbct JG. ooh:tnccmcnc duncCCriA. Hougb Dlvl. com pancrcatite autoimune.ser isu/ bip<>atc:nuante com rela~o ao n:stante do pâncreas não afetado. Coruudo.<1 tai. HCm ou com dor abdominal IC"t-e. levando à caclt:rom: difusa. na minoria dos casos. A.. uma pseudocápsula 6br6tica. como: aumento do tipo de massa da cabeça psncreátic.tn:itamento incgubr do dueto pancreático e e. A RM mostra redução da intensidade de sinal em TI e retardo da impn:gnação do parênquima na fu.9e dinâ· mica.ític. no corpo e na cauda.o. 3 inB~ãt> lucaliza-1:1e qua."teJ'Ícia obstrutiva. principalmente a cabc:ça.Abdome 27 R g.o. Elevação sérica de 8atrul glubulina uu IgG e a p~a de algun. OODlpUf.

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Cabeça e Pescoço .

pelo seu alto conteúdo hídrico. mediana ou paramedia na. Os d~nôsticos diferenciais incluem tireoide lingual ou sublingual.451·8. Para o diagnóstico por imagem (US. Referências Aclemo SP. Computed tomography and m.30 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso 13 Masculino.1 TC com contraste no plano aldal (A e 8). refere dor discreta e aumento do volume em região cervical anterior há dois meses. é d~nosticado na primeira década de vida (90% dos casos}. A parede do cisto pode a presentar reake ao meio de contraste iodado (como nesse paciente). a lesão é geralmente hipoatenuante. Discussão O cisto do dueto tireoglosso origina-se de remanescen- tes do dueto tireogSosso encontrado entre forame cego da base da líng ua e o leito tireoidiano no pescoço infrahióideo.) Diagnóstico Cisto do dueto tireoglosso infectado. N~o há nóduloexckltrloo tntradsdco associado. Geralmente. O tratamento é geralmente cirúrgico com resseção pelo procedimento de Sistrunk. Nega tais sintomas no passado. porém é possível q ue se aprese nte como um abaula mento no pescoço. Connor St.aracterlstkas dstlcas. inclusa nos músculos estriados anteriores do pescoço. (Imagens gentllmeote cedidas pelo Dr. compativel com infecção associada. Fig.36(8):. 2. com paredes finas quando não infectado. a principal indtc:ação é uma imagem cística. O cisto de dudo tireoglosso é geralmente assintomático. Congenltal cervlcal cysts. lm.agnetlc resonance tmaglng appearances of cysdc leskins ln the suprahyold ned:: a ptctor1al revtew. Woo EI(. A coexistência de nódulo sólido excêntrico. sendo geralmente hiperintensa em T2. ôu1os Jorge da Siiva. hlpoatenuante. stnuses anel fistub e. Na TC. ocasionalme nte septada. paramedlana esquerda. O prognóstico é excele nte quando a resseção cirúrgica é completa. algumas vezes com cakiftc:ações de permeio. recorrente. Otolaryngo& CUn North Am... 2007)40(1):161176. Waldhausen JH. Oentomaxlllofac Radlol 2007. em fntlmo contato com a musculatura esll1ada anterior do pescoço lnfra-hlóldeo. . 43 anos. é possível que a lesão apresente sinal variado e m T1 {dependendo do teor proteico do cisto). ~ a lesão congênita mais comum do pescoço. em localização mediana ou paramedia na. cistos dermoide e epidermoide. apresentando realce de suas paredes compatível com dsto de dueto dreoglosso Infectado (setas). intermitente.a lesão é observada como um cisto anecogenico ou hipoecogênico. bem como laringocistoc:ele mista. linfonodomega lia com centro necrótico. sendo mais frequente o papilífero. TC ou RM).. no interior do cisto pode significar associação ao carcinoma tireoidiano. Nos exames de RM.agem com c. sendo incomum o seu surgimento e m ind ivíduos mais ~hos. mole e móvel. No US.

gensgentllmente cedidas pelo Dr. 40 anos. (lma.) . há três meses. As Imagens pós-contraste nos planos axlal (8) e coronal (C e 0) demonstram Intenso realce capsular da lesáo {setas) e das partes moles &djacentes. Há cinco a nos. que ixa-se de ''nódulo" indolor oo epicanto medial d ireito e. 2. sugerlodo lnfecç:ioassoclada.Cabeça e Pescoço 31 Caso 14 Feminina. Há remodelamento do osso laatmal direito. f ig. (A) A Imagem axlal demonstra forma~o dsdca no epkanto medialdireito com abaulamento local (seta). queixa-se de dor e hiperemia local. lacrimejamento e saída de secre ção purule nta pela narina homola teral.2 TCde órbitas. Catios Jorge da Silva.

oco rre após tra uma facial associado a fraturas. Trata-se de uma a nomalia quase que exclusiva dos neonatos. após a injeção de contraste endoveooso. A TC é o meU~or método de imagem para a avaliação da dacriocistocele. Referências n. Mohammed . estenose pós-inflamatória. A dacriocistopiocele. 2003:45(4):25%1. caracterizado pela imperfuração congênita do dueto nasolacrimal. na maioria das vezes. observa-se um intenso realce capsular da lesão bem como das partes moles adjacentes. sugerindo infecção a ssociada. com paredes de realce lino e bem definido. principalmente na vigência de processo infeccioso associado (dacriocistopiocele). em a lguns casos.. determinando. MRI of chlldhood daoyocystocele. Presentatton and management of coogenlral dacryocystocele. Já nos adultos. também. se não for drenada e tratada adequadamente com antimicrobianos. tendo como etiologia um distúrbio do desenvolvimento. Outros sintomas são epífora. Hahn FJ. Pedlatrlcs. hipoatenua nte. determinando obstrução da respectiva fossa nasal. pode evoluir para uma celulite periOfbital e. exteriorizando-se através do meato nasal inferior. remodelamento do osso lacrima l e abaulamento do epicanto medrai. 2008:122(5): 11 ~ 1112. demonstrando uma formação cística circunscrita. pós-cirúrgica ou neoplásica do dueto nasolacrimal.. determinar septicemia. a dacriocistocele é adquirida e. em casos ma is g raves. Pode ser encontrada desde a fossa do saco lacrimal até o segmento inferior do dueto nasolacrimal. Pode. ambliopia. a formação cística pode ter origem distal no dueto nasolaaimal. a lém de erite- ma e dor local. Na dacriocistopiocele. Manifesta-se pelo aparecimento de uma tumoração azulada na topografia do saco lacrimal Em alguns casos. Neuroradk>logy. ser secundária a uma obstrução distal do dueto nasolaaimal Cerca de 90% das dacriocistoceles congénitas regridem espontanemente entre 1 e 13 meses de vida. Farrer RS. VanderVeen OK.32 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Oacriocistopiocele Discussão A dacriocistocele é uma dilatação cís. Yfong RK. mais comumente congênita. próximo ao meato nasal inferior.tica do a parato lacrimal.

l TC de mastoldes. Cartos Jorge da Siiva. (lma. Fig. As Imagens alda1s e\ltdendam canais semicirculares laterais curtos e alargados.Cabeça e Pescoço 33 Caso 15 Masculino.) . pardal (A) ou totalmente (8) fundidos com os vestlbolos (seras). 2. portador da síndrome de Oown e dé6cit auditivo neurossensorial bilateral desde o nascimento. e m investigação. As Imagens coronats (C e 0) evldendam novamente o encurtamento e o alargamento dos canais semkln::ulares laterais (setas). 2 anos.gensgentllmente cedidas pelo Dr.

Mukherjl SK.isquêmico ou mesmo determinado geneticamente) no labirinto membranoso. há displasia (como na orelha intema direita desse paciente).24{3):437-146. O achado mais comum é de um canal semicircular lateral curto e alargado. Otol Neurotol 2003. dilatados ou hipoplásicos.r.menta. et ai. Referências Morlmoto AK. Wlg9"s AH 3rd.correspondendo a um canal semicircular lateral cu.3 mm. A fotma esporádica unilateral da displasia dos canais semicirculares não requer trata. Tellan SA. As síndromes mais comumente associadas são: CHARGE (coloboma. Como o canal semicircula r lateral é o último a se formar..rto e dilatado.. que ocOfre da sexta à oitava semanas de gestação. deve-se medir a ilhota óssea remanescente. AJNR Arn J Neurorad lol. Waa. Os principais sinais e sintomas são de perda auditiva neurossensorial secundária à displasia coclear discreta ou mesmo perda auditiva condutiva secundária à atresia da janela oval e anormalidades da cadeia ossicula. Coogenltal aplasla of rhe semklroAat canais. 2006:27(8):1663· 1671. como as anteriOfmente descritas.34 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Oisplasia dos canais semicirculares laterais.malformação cardíaca.. Apert (aa ocefalossindadilismo) e Oown (como nesse caso). Os canais semicirculares posteriores e superiores podem ser normais. Absent semldrcular canais ln CHARGE syndrome rad k>I• spectrum of mdlogs. atresia de coana. retardo mental ou do crescimento. Sat. parcial ou totalmente fu ndido com o vestíbulo.Alagille (d isplasia artéria-he pática). Os pacientes sindrômicos com alterações bilaterais geralmente se bene6ciam de implantes cocleares. A TC de mastoides é o método de imagem de escolha para o diagnóstico da displasia dos canais semicirculares e eventuais associações a malfotmações da o relha méd~.ar 8.. Discussão A displasia dos canais semicircula res é um espectro de anomalias que varia desde aplasia dos canais semicircula res até sua forma mais branda e comum. A etiologia da displasia dos canais semicircula. disostose craniofacial)... . delineada pelo canal semicircular lateral Se ela medir menos que 3.rdenburg (hipertelorismo. A displasia dos canais semicirculares pode ocorrer de forma esporádica ou relacionada a síndromes específicas.mecha de cabelos braocos na região fron tal.. Hudglns PA. sendo o acometimento uni ou bilateral Nos casos de fu são pardal.. heterocromia de íris). total ou parcialmente fundido com o vestibulo (como nesse paciente). hipoplasia genital e anormalidades na o~ha interna)..res está relacionada a um insulto (infeccioso. Crouzon (craniossinostose. e&e é mais suscetível a anomalias do desenvolvimento.

parede medial do selo maxilar. comprometendo a fossa craniana anterior e a fossa nasal direita. porção óssea do sep«> nasa~ paredes do lablrlntoetmoldal e.Cabeça e Pescoço 35 Caso 16 Masculino. hipoestesia perila bial e na asa do na riz à direita.se áreas dsdcas perlfb'lcas de pennelo. da lãmtna crl\IOsa adjacente. prlnclpalmente. relata sinusopatia crônica com agudização há um mês1 associada à cefaleia intensa. 24 anos.. (lma. 2A TC axlal (A e 8) e coronal (C) pós-oontras. observa-se proptose ocular d ireita. Há sinais de destrulç:io óssea da l. lndulndo janela óssea {O): fonnação expansi\fa com Intenso realce he(erog@neo pelo melo de contraste. obstrução nasal.gensgentllmeote cedidas pelo Dr.te. f ig. com extensào ao selo maldlat e órbtta homo&aterals.3mlna paplrácea.. dellmJtando. Ao exame físico. Cartos Jorge da Silva) .

quando grande. metástases cervicais. Ear NoseThroat J 2009:88(6):E14. que se origina do epitélio da borda olfatória da cavidade nasal superior. e a presença de cistos tumorais periféricos é altamente sugestiva desse d iagnóstico. O aspecto de imagem é de tumor com configuração em "halteres"' na fossa craniana anterior e na riz. e o acometimento orbital geralmente é tardio. papiloma invertido e carcinoma espinocelular. Referências Som PM.15:1259-62. Brandweln f\t et al Slnonasal esthesloneuroblastorna wh:h lntracranlal extensloo: marginal tumor cysts as a dlagnostlc MR frndlog. Tseng J. para o prognóstico: gênero feminino. de maneira nega tiva. O diagnóstico diferencial faz-se. Mlchel MA. principalmente da lâmina crivosa. idade menor que 20 anos e maior que 50 anos... O estesioneuroblastoma A RM avalia melhor a extensão tumorat pois permite separar a formação expansiva das secreções sinusais1 embora a TC evidencie melhor as atterações ósseas. A sobrevida de cinco anos diega a 80% para lesões de baixo g rau e a 40% para aquelas de alto grau. Contribuem também. reservando-se a quimioterapia para tumores maiores e de alto grau. lldov M.toma wtth lntracran1al extenslon. Discussão é uma neoplasia neuroendócrina incomum com origem na crista neural. com uma distribuição em dois picos. rinorreia. l>erlpheral cysts: a d lstlngu1shlng feature of estheskineu roblas. Acompanha a lesão a presença de remodelamento ósseo determinando aumento da cavidade nasal com destruição óssea. recorrência tumoral e extensão intracraniana.com centro na lâmina crivos. A lesão costuma apresentar realce/impregnação homogê nea pelo contraste.. aconseUm-se seguimento em longo prazo por métodos de imagem. Focos de calciftcação no interior do tumor são raros.36 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Estesioneuroblastoma. AJNR Am J Neuroradlol 1994. dor sinusal e cefaleia.a. Acomete ambos os gêneros. Loehrl TA. Os pacientes apresentam--se com tumor nasal unilatera l que. em tomo dos 20 e 50 anos.. Por haver possibilidade de recidiva tumoral tardia. Pode comprometer os seios paranasais. principalmente. . pode determinar obstrução nasat epistaxe. O tratamento de escolha para esse tumor consiste na combinação de cirurgia e radioterapia. com pólipo antrocoanal.

surfista.tenosedos CAE em razão da presença de protuber3oclas ósseas drcunfereoclalsde base ampla (seras). queixando-se de déficit audit ivo condutivo bilateral há alguns meses.Cabeça e Pescoço 37 Caso 17 Masculino. Ciu1os Jorge da Silva. Nas.5 TC das mas.toldes. 25 anos.) ... (lma.o~erva-se es. Fig.gensgentllmeote cedidas pelo Or. Imagens axiais (A e 8) ecoronals (Ce 0). mais proemloentes à direi. 2.ta.

A hlstopathologlc re\ltev1 of temporal bane exostoses and osteomat. que costuma localizar-se lateralmente ao istmo do canal. com sintomas de otite externa. Otol Neurotol. . Pof se tratar de um processo benigno. A avaliação microscópica é bastante similar aos osteomas1 e a correlação com os achados de TC é importante para o d iagnóstico correto do patologista.106(S Pt 1):624-8. mergulhadores. sem sinais de agressividade. Além disso. embora 80% dos pacientes apresentem sintomas unilaterais. acomete ambos os CAE.van TA Jt. Unthk um FH Jr. 1996May. Exostoses oi the externai audl- torycanal. prevalecendo e m homens com história crõnka de exposição à água fria (nadadores. Tumer J.xostose do osteoma do CAE. Fagan PA. também conhecida como ·"orelha do surfista~ é definida como uma proliferação óssea benigna nessa topografia. Determina déficit auditivo cond utivo.ovens. 2005 Nov. determinando estenose dos mesmos. os osteomas costumam ser unilaterais. O sítio inicial da lesão costuma ser a porção medial do CAE ósseo1 próximo ao ânulo timpànico. tinnitus e otalgia.38 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Exostoses dos canais auditivos exteroos. Stei. A RM não tem aplicação para esse diagnóstico. laryngoscope. Como regra.a. Discussão A exostose do canal auditivo externo (CAE). surfistas}. Referências Fenton JE. A TC demonstra uma expansão óssea de base ampla nos CAE. Essa é uma carac- terística que difere a e. a exostose geralmente não necessita de tratamento. ~­ mete tipicamente indivíduos . sem acometimento dos tecidos moles adjacentes. A lesão tem morfologia e tamanho variados1 podendo ser multilobula r ou circunferencial.26(6):1243·1244.

a inda. afastando as artérias caróddas Interna e externa.com Intensa lmpregna~opelo gadoffnlo (setas). T2 (8) e T1 pós·Gd (0 demonstram glômus do corpo carotkleo esquen:lo com dlmtnutas áreas de hemorragia e"ffow"IOkh' de pennelo. (lmagensgentltmeote cedidas pelo Dr.) . alguns episódios de mal-estar. com história de t umoração oo pescoço e tinnitvs pulsátil à esquerda. Carios Jorge da Silva. Ui As Imagens axiais de RM T1 W . 76 anos. Fig. Refere.Cabeça e Pescoço 39 Caso 18 Masculino.

sendo. Nos exames de RM. doença de von Hipp~Lindau e neurofibromatose. a ngiografia) é a separação das artérias carótidas interna e externa causada pelo processo expansivo.. . associação à neoplasia endócrina múltipla tipo llA. Juvebr S. Entretanto. ouvido médio. incluindo o de corpo carotideo. q ue varia de 2% a 36% de acordo com a série estudada.. incluindo o órgão de Zuckerkandl. Vasc Endovascubr Surg 2007. A ida- de média de apresentação é em torno da quinta década de vida. Uma característica altamente sugestiva desse tumor nos exames de imagem (Te. et ai A muhldlsdpllnaJY approach to carodd paragangUomas. Os paragangliomas. múltiplos em a té 50% das vezes. estando localizado na porção medial da bifurcação carotídea.40 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Glõmus do corpo carotídeo. Há. Os paragang liomas podem ser hormonalmente ativos e secretarem catecolaminas em excesso. A incidência de multicentricidade é de 10%. O padrão miaoscópico mais tipico é um a rra njo organoide ou trabecular (ZeUballen) de células neoplásicas separadas por septos fibrosos ricamente vascularizados. a abordagem multidisciplinar é fu ndamental para o sucesso terapêutico. com á reas de necrose e hemorragia no interior. A macro e miaoscopias.29(7):1349·54. Aproximadamente 8% estendem-se para região su pra~ioide. e a angiografia é usada para o diagnóstico e para a terapêutica. de crescimento lento. bem definida. A a presentação clinica típica é de uma massa cervical lateral dolorosa. O termo "feocromocitoma" é usado em referência aos paragallgliomas da medula da adrenal. AJNRAm J Neurorac:Uol 2008. tumores grandes podem ter realce heterogêneo. o paraganglioma de corpo carotídeo manifesta-se como formação expansiva com atenuação de partes moles. Contudo. e os casos de doença fammar também são responsáveis por 10% do total dos pacientes. eles podem ser mufticêntricos. firmes. Esse é o srtio mais comum dos paraga ng liomas dessa região. mediastino posterior e regiões para-aórticas abdominais.40(6). a presentam realce intenso e homogê neo após a administração do contraste endovenoso em decorrência de sua rica vascularização.gânglios da cabeça e do pescoço. nesse último grupo. esses tumores são seme lhantes. a inda. O único critério de malignidade bem definido para esses tumores é a presença de metástase. Referências Arya S. manifestando-se como massa no espaço parafaríngeo pré-estiioide. Rao V. e a '"'p ime nta" refere-se às áreas de "flow-void ~ O grau de envolvimento circunferencial da a rtéria carótida interna no plano axial é útil para o planejamento cirúrgico e prognóstico desse tumor.. ossos. região aortopulmonar. esclerose tuberosa. então. Kasper GC 'Nelllng RE. São descritos em uma variedade de sitias anatõmicos em que os paragàllQlios ocorrem habitualmente. sem preferência por gênero. locali7ada no espaço carotídeo infra-hioide. sendo. Apesar de a maioria dos paragangliomas ser esporádica e solitária. forame jugular. pulmão e fígado. Discussão Os tumores glômicos ou paragangliomas são tumores neuroectodérmicos d ispersos pelo corpo. Esses são raros na região da cabeça e do pescoço. sendo encontrados mais comumente em alg uns locais específicos. Wladls AR. como corpo carotídeo. Porém1 os achados mais característicos à RM são as múltiplas áreas de "flow voids" serpentiformes e puntiformes dentro da ma triz tumoral em consequê ncia do fluxo de velocidades elevadas no interior dos vasos intratumorais. O corpo carotideo é a maior coleção compacta de para. esses tumores têm tipicamente hipo/isossinal e m imagens ponderadas em T1 e hipersinal na ponderação em T2. Carortd body tumors: objecttve crlterla to predkt the Shamblln group on MR tmaglng. independentemente da sua localização1 apresentando-se como formações expansivas violáceas. Os principais locais de disseminação são linfonodos. denominados paragangliomas funcionais.'467·74. podendo ser utilizada para embolização paliativa ou como recurso pré-operatório. com bordas bem demarcadas. RM. À TC. Esse padrão é desaito como em "sal e pimenta~ em que o "sal" representa o a tto sinal em decorrência de vasos com fl uxo lento ou á reas de hemorragia. Ocruz AK. frequentemente encontrados no tórax e abdome.

W A Imagem ponderada em Tl evldenda o típlc:o aspecto em "sal e pimenta" do tumor (seta}. 2. Fig. o osso assume um aspecto penneattvo.Cabeça e Pescoço 41 Caso 19 Feminina. W Na Imagem axial. (lmagensgentltmente cedidas pelo Dr. Catios Jorge da Siiva. Fig. apresentando"fktwvoJd~(seta). há Intensa Impregnação rumorai {seta). 2. (C) Em Tl pós-Gd. Associa-se mastoldopatla tnflamatófta esquerda. in term iten te~com piora à noite.) . (8) AImagem coronal evtdencla a extens.7 A TC da mastolde esquerda. apresentando "zumbido"'pulsátil na orelha esquerda há anos. com de:strulç.7 B.\o loc. (8) A Imagem em T2 mostra a formação expanstva com slnal mlsto. 77 a nos.:$0 superolateral do tumor em d tr~o :i CB\ltdade tlm~oka {seta).al por causa da presença do tumor no forame Jugular (sera}. Rf\t de mastoldes no plano axlal da mesma paciente.

Após a administração endovenosa do agente para magnético (gadolínio). A "pimenta" refere-se aos numerosos focos de hipossinal intrat umora l. Sem. representando ramos a rteriais com fl uxo sanguíneo de alta velocidade (1'flow voids").comumente associado à erosão da espinha jugula r. Quando há extensão superolateral à cavidade timpànica (como nesse caso). a presentando superfície extema vermelho -púrpura. representando produtos de degradação da hemoglobina decorrentes de hemorragia ou de fluxo vascular lento. a radioterapia e a embolização por meio de allgiografia seletiva são opções terapoêuticas por vezes combinadas. A análise microscópica. 2009:31(3):381·7. O glõmus é o tumor mais comum do forame jugula r.medee RG. com extensão óssea frequente. X e XI nervos cranianos (síndrome do fora me jugular). dos paragallgliomas da cabeça e do pescoço. O sintoma mais comum nessa situação é o tinnitus pulsátil Outros sintomas induem d isfunções do IX. são lobulados. Management of head anel neck paragangllom. há intensa impregnação tumoral O tipo de tra tamento preconizado é variável. Discussão Também conhecido como paraga ng lioma. com pico de incidoênda dos 40 aos 60 anos. À otoscopia. dos pacientes evoluem com neuropatia craniana no pós-operatório.aan MT. Megerlan CA.42 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Glõmus jugulotimpánico. Cerca de 10% dos tumores glõmicos têm ocOfrência fa mil ~r. o sinal é misto. Em T2. Referências Papaspyrou K. sit uadas no forame jugular ou adjacente a ele. sendo mais comuns e m mulheres (3:1).. Curr Opln Otolaryngof Head Neck Surg 2008:..16(5}. A. sólidos..42D-426.se uma formação expansiva vascular retrotimpânica. com destruição local.trata-se de um tumor benigno originário de células da a is.as: revlew of 120 patlents. geralmente hiperintenso. Cerca de 6()qit. é denominado glômus jugulotimpãnico. observa-se o típico aspecto em "sal e pimenta": O "sal" refere-se aos focos hiperintensos em TI dentro do t umor. Mann \VJ. observando-se~ também. com pseudocápsula fibrosa. caracteristicamente identiftca. Macroscopicamente.. . O g lômus jugular e o do corpo carotídeo são responsáveis por 8()qit. Qirrent asse:ssment and management of glomus tumors. O osso assume um aspecto permeativo. Kead Ned<.observa- se uma formação expansiva com epicentro no forame jugular. dependendo das condições d ínicas do paciente bem como do tamanho e extensão tumoraL O tratamento cirúrgico. Na TC. sendo identificados g rânulos de neurossecreção à microscopia eletrônica. São multicentricos em 10% das formas esporádicas e em 50% das formas familiares. Nos exame de RM. as células apresentam-se dispostas e m ninhos compactos caracteristicos (Zellbalfen).ta neural denominadas corpos glômicos. os >'flow voids" a nteriormente mencionados.

2.gensgentllmente cedidas pelo Dr. 26 anos. pulsátil.0 cm ocupando predomina ntemente o segmento supra-hióideo do hemipescoço esquerdo. le nto e indolor no segmento supra-hióideo do hemipescoço esquerdo há tres a nos. Após a admlnlstra~o do Gd. il ' Fig. volumoso glbmus vagai com Intenso reatee deslocando anteriormente as arUt1as carótidas lntema e externa esquerdas (8).8 As Imagens axiais de TC pós-contraste evklendam sinais de paralisia da prega vocal esquerda (A). Que ixa-se de rouquidão há cinco meses.-itensa Impregnação do glOmus vagai {F). determinando abaulamento local. sem sinais flogísticos.. Cartos Jorge da Siiva. apresentando abaulamento progressivo. . com extens:Jo superior ao forame jugular hornolateral (0. observa· se . (lma. observa-se no - dulação de cerca de 7.) . de consistência amolecida. A ~ ·~··~ ·. Ao exame ffsico.Cabeça e Pescoço 43 Caso20 Feminina. As Imagens axiais de RM em Tl {O) e T2 (E) detnonstram Areas de meta-hemoglobtna t"sali e "flowvoW ("pimenta") de pennelo à lesao.

A angiografia avalia melhof a nutrição a rterial do tumor. é feita pela artéfia faringea ascendente. Ear Nose Throat J 2009. Após a injeção do gadolínio..44 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Glômus vagal Discussão O tumor glômico ou paraganglioma vagai é um t umor benig no de origem vascula r.08(12). desses tumores. ParagangUoma of the temporal bone: role of magnedc resonance tmaglng versus computed tomography.. O glômus carotideo é o mais comum. há tipicamente uma intensa impregnação pelo contraste.. { o mais raro dos paragangliomas. Diagnósticos diferendais devem ser efetuados com o glômus carotídeo (centrado na bifure. a lesão apresenta coe6cientes de atenuação de partes moles e intenso realce ao meio de contraste iodado. De Barros A. q ue. de maneira ha bit ua l.11(2}. responsável por 10% dos casos. O gk>mus vagai localiza-se cerca de 1 a 2 cm abaixo do assoalho do forame jugular. O e picentro da lesão ocorre oo espaço carotídeo supra-hióideo. Noujalm SE. deslocando a gordura do espaço parafaríngeo a nteriormente e a a rtéria carótida interna anteromedia lmente. Vagai para. 2000. Pattekar MA.108· 122. responsáveis pelo aspecto em "sal e pi menta~ respectivamente. ~ possivel haver também a sindrome de Homer. a s neoplasias endócrinas múltiplas (NEM). et ai. com para lisia de prega vocal. por exem pio. . como.f! -l. Acomete tipicamente pacientes na quarta e quinta décadas1 com d iscreto predomínio em mulheres. Outros diferenciais como o schwannoma vagai são fusiformes e sem a specto "em sal e pimenta~ Os meningeomas do forame jugular associam-se à esclerose óssea e cauda d urai. priocipalmente do nervo vago. onde estão os gânglios nodosos do nervo vago. derivados dos corpos glõmicos do corpo carotídeo1 do forame jugular e do promontório coclear. Podem ocorrer de forma esporádica ou familia r. A priocipal que ixa a respeito do gk>mus vagai é de uma massa não dolorosa e pulsátil.ação carotídea) e com o glõmus jugula r (centrado no forame jugular). Babl n E. Tumores grandes podem se estender superiormente ao forame jugula r e inferiormente para a bifurcação carotidea (como nesse caso). Cacdarelll A.. et ai. seguido do jugular e do timpânico. Vinte a 50% dos pacientes a presentam disfunção de nervos cranianos.. Nos exames de TC. derivado da crista neural primitiva encontrada nos corpos glômicos do gànglio nodoso do nervo vago. O tumor glõmico pode associar-se a outras neoplasias viscerais. respectivamente. sendo essa última autossõmica dominante.. Top Magn Reson Jmaglng. Referências O\oussy O. Nos exames de RM. o g lômus vagai exibe focos de hipersinal em T1 (meta-hemoglobina extracelula r ou ftuxo sanguíneo lento em vasos tumorais) entremeados a focos de hipossinal observados em todas as sequencias c~flow voids"). A incidência de multicentricidade é de 50% na forma familia r e 10% na esporádica.ganglioma oi the oeclc a case report.

As sequêndas Tl nos planos axlal W e coronal (8) demonstram Imagens com htperslnal preenchendo as cavtdades tlmpank:as. os antros e as cBulas das mastoldes. a presentando membranas timpãnicas azuis. 48 a.sl:nal (lma.nos. Fig.9 RM de mastoldes. 2.) .gensgentllmeote cedidas pelo Or. Carios Jorge da Siiva.Cabeça e Pescoço 45 Caso 21 Feminina. com história de otite média bilateral de repetição. As sequêndas T2 nos planos axlal (0 e COf'Onal (0) demonstram as mesmas áreas com hlperslnal central e focos petlférlcosde hlpos.

A hipótese etiológica mais aceita é a da obstrução crônica da d renagem e da ventilação da orelha médla e das células da mastoide. o q ue o d iferencia do g ranuloma de colesterol. o granuloma de colesterol tem aspecto semilíquido amarelado ou achocolatado.. com baixo índ ice de recidiva. A apresentação dinica mais frequente é de perda auditiva condutiva le ntamente progressiva e tinnitus pulsátil. Martin N. A TC demonstra o g ranuloma de colesterol como material. 200&. Referências Kuo SW. com coeficientes de atenuação de partes moles ocupando a cavidade timpãnica e as células da mastoide. Q\eng PW. ~ uma afecção causada pC>f hemorragias recorrentes na cavidade da orelha média e nas células da mastoide.cções. Microscopicamente. é constituído de hemácias e cristais de colesterol envoltos por células inflamatórias. et a&. Mom~t D. Yang LH.. q ue desencadeariam uma reação inflamatÓfia granulomatosa do tipo corpo estranho.1197-1198. Chotesterol granulomas of the mk:ldle ear ca\lftles:: MR lmaglng. Radlology 1989. representando o tecido de granulação e a deposição de hemossiderina. podendo ser revestido por um epitélio cuboidal.27(8}. Os produtos de degradação da hemoglobina e dos tecidos adjacentes seriam as principais fontes dos cristais de colesterol. Há hipersinal central e hipossinal periférico em T2. Já o colesteatoma é caracterizado por iso ou hipossinal em T1. por meio de esvaziamento da cavidade o u mastoidectomia nos casos mais avançados. Otol Neurotol. O tratamento do granuloma de colesterol é cirúrgico.. como a otite média crônica e a otite média colesteatomatosa. embora existam casos descritos sem história infecciosa. À análise macroscópica..172:52 1-525.. Discussão O granuloma de colesterol da mastoide foi descrito originalmente em 1894 pC>f Manasse. não sendo possível diferenciá-lo de outras afe. Nas fases mais avançadas. . A RM é o exame mais importa nte para a elucidação d iagnóstica.como o colesteatoma ou a otite média crônica.o g ranuloma de colesterol a presenta hipe rsinal em T1 por causa do efeito paramagnético d a meta-hemoglobina. sendo mais comum da q ua rta à sétima décadas. Stertes O. que não apresenta realce ao meio de contraste iodado. que leva à formação de tecido de g ranulação. seja por processo infeccioso ou pC>f d isfunção da tuba a ud itiva. respectivamente.que levaria a um edema mucoso com rup tura dos vasos sanguíneos. Biiaterai glant cholesterol granulomas of the temporal bones. Nela. tecido conjuntivo fibroso e alguns vasos sanguíneos. O achado mais característico da doença é a "membrana timpânica azul~ observada na otoscopia. pode haver erosão da cadeia ossicular e do tegmem timpani associada ao remodelamento ósseo da mastoide.46 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Granuloma de colesterol das mastoides. A doença é comumente associada a processos infecciosos crônicos dos ossos temporais.

iniciou trata. Fig. C TC aldal com janela óssea evidencia com maior conspkuldade a desb'Ulçào da camada cortlcal e demonstra a reaçao periosteal no ramo direito da mandlbula. demonstrando melhor a ext~o ao espaço mastigador. sendo mais Intensa à direita.) .. com exten~oao espa. situada no ramo dJrelto da mandlbula. Como não houve melhora. dellm1tando·se pequena área dsdca central Observrse. detennh\ilndo abaulamento local E RM axlal ponderada em T2 evidencia a Sesào com hlperstnal heterogêneo.. Veio encaminhada para realizar US a fim de avaliar a presença de coleções. demonstrando com maior conspkuldade sua extensào ao espaço mastigador. Hea Jung Voo.:io assimétrica das paróddas.mento com homeopatia. F Rf\t axlal ponderada em Tl pós-Gel e com supressào de gordura evidencia lmpr~~o heterog~nea da Sesào. 2.10 A TC axlal sem cootraste e\ltdenda les3o ost eolrtlca com sinais de rotura da cortlcal.Cabeça e Pescoço 47 Caso22 Feminina. lmpr~aç. Existe a umento volumétrico da reg ~o da parótida d ireita associado à discreta hiperemia e rubor local. estendendo-se ao espa. A mãe procurou o médico.çao aos planos A'MJSCulares. persistindo. o aumento de volume.ço mastigador. B TC axlal com contraste evidencia realce heterog~neoda lesão. 5 a nos1 apresentando aumento volumétrico da região parotídea direita há um mês.determlnando abaulamentok>cal..ço masdgador. D RM axial ponderada em Tl evidencia a mesma le~o com lsosstnal com rela. come- çou a apresentar febre baixa e prostração. al'm de dellmltar área cfstlca central. ainda.. (lma.. no entanto. que d iagoosticou '"'pa rotidite~ tratando com a ntibioticoterapia e a nti-inflamatÓfios por dez dias.gensgentllmente cedidas pela Ora. Há uma semana.

Referências Ardeldan L. O paciente portador de granuloma eosinoh1tco na mandíbula em geral é jovem. A RM também é superior na demonstração da extensão do tumor para as partes moles adjacentes. o granuloma eosinofílico mostra atenuação de partes moles. U Z. O granuloma eosinoffiico é a forma mais comum e benigna do grupo da histiocitose X. observam-se algumas á reas císticas de permeio à lesão. e a lesão ha bitua lmente apresenta epicentro na sua região posterior. São doenças que. et ai. Os pacientes têm como principal queixa d ínica a dor &ocat além de outros sintomas.. costelas e mandíbula. Cllnkal and radlographlc features of eosfnophlltc granuloma ln the jaws: revteYI of 41 leskins treated by . U ZB.. porém possuem ma nrfes. com impregnação habitualmente heterogênea pe&o gadolínio. podendo ou não apresentar reação periosteal. osteomielite. Oral Pathology.phlc presentatlon. assimetria facial e limitação do movimento de abertura da boca. Em algumas situações. Eoslnophllk granuloma of the Jaws: an a. Esse método torna-se útil para avalrar a extensão da lesão. Peled M..natysls oi d lnlcal and radlogra. A aparência radiográ1ica do granuloma eosinofilico da mandíbula é bastante variada e inespecífica.48 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Granuloma eosinofílico da mandíbula. dores de dente. A doença de Hand -SdiüUer-Christian é caracterizada pela disseminação do processo patológico e. Oral Radlology. Rosen O.taçóes clínicas iniciais distintas. dentre outros. O aspecto típico é a destruição do osso. Na maioria das vezes.e. Em alguns casos. O edema perilesiona l e o envolvimento precoce da medula óssea por vezes precedem os achados radiográficos e de TC. deixando-os soltos. Discussão Histiocitose X é a terminologia geral para três condições: granuloma eosinofflico.sinal em T1 a hiper/ isossinal heterogêneo em T2. microscopicamente. a lesão apresenta bordas bem deflnidas.surgery and IOYt-dose radlotherapy. O aspecto do granuloma eosinofl1tco na RM varia de hipo/i. em gera l determina reação periosteal e esclerose reativa. com realce heterogêneo pelo meio de contraste iodado. por vezes. Seus limites são ha bitualmente bem definidos. Oral Surgery. A taxa de recorrência do tumor varia de 1. & Endodontlcs 1999:87(2): 238-242. a presentam o mesmo componente histológico. Zhang W. li Jlt et ai. A quimioterapia pode ser utilizada em a lgumas situações bem como a injeção de esteroides por via intraóssea. O tratamento é baseado na curetagem cirúrgica associado à radioterapia local de baixa dosagem. Oral Oncol.. mime tizando cistos odontogênicos. 2006. cefaleia. granuloma central de células gigantes. doença de Ha nd-SchüllerChristian e doença de l etterer-Siwe.6%a25%. exoftalmia e lesões do aãnio. como dentes móveis dentro da á rea a fetada. observ•se a triade clássica caracterizada por diabetes insipidus.sos. A doença de l etterer-Siwe é a forma mais fulminante e letal. ocorrendo geralmente como um processo solitário em crianças e adultos jovens. o osso pode desaparecer completamente em tomo de um ou mais dentes. Ao exame de TC. acometendo em ordem decrescente de frequência o crânio. . As lesões podem ser encontradas por todo o esque leto. Oral Medlcr. perturbações sensitivas.42(6):574-580. fêmur.

Cabeça e Pescoço 49 Caso23 Masculino. (C e 0) Nas Imagens coronals.pois nenhum dos canais semlcirculares é ldentfficado (setas).11 B. não há ldend6c.) . Associa-se discreta mastoldopatla Inflamatória direita. Catios Jorge da Silva.gensgentllmeote cedidas pelo Or. Fig.sfnal do canal semklrcular superior (setas). o comprometimento do labltlnto esquerdo é mais acentuado que o demonstrado na n:. RM de mastolde ponderada em T2 do mesmo paciente. Entretanto. Rg.alclficaç'° parclal dos canais semld rculares laterais (seras). relata meningite há dois aoos. há ldet'ltlficaçào pardal do canal semld rcu1ar lateral e aus~ncia do . 2. evoluindo com perda auditiva neurossensorial progressiva bila teral. Nas Imagens aldal (A) e coronal (8) do labltlnto dlrett o. 2.aç:iodos canais semld rculares superiores (setas).11 A TC de mastolde. pior à esque rda. (lma. (A e 8) As Imagens axiais mostram c. 47 anos. assim como na TC. a lé m de vertigem.

. inflamatórios. Discussão A la birintopatia ossificante é a ossificação patológica do la birinto e da códea como respos.stfic. Posteriormente. A fase aguda é caracterizada por exsudato purule nto e serofibroso nos espaços peritinfá ticos. No segundo estágio. 2009.50 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Labirintopatia ossificante. A labirintectomia é utilizada nos casos de vertigem intratável. e o implante codear para a correção da perda auditiva neurossensorial. Otol Neurotol.140(5):692+696. Na TC. exceto nos casos de comprometimento bilatera l nos quais o implante está contra indicado. O comprometimento unilateral é mais habitual nas causas timpanogênica. há proliferação fibroblástica que resulta em fi brose. Os diagnósticos d iferenciais incluem a hipoplasia ou a plasia codear ou labiríntica e a otosclerose. traumática e cirúrgica. Booth T. A localização mais comum é na espira basal da côdea. et ai.:30(4)!579·580.sensorial cerca de 2 a 8 meses após o episódio agudo. Jogtekar SS.substituindo parcial ou completamente o hipersinal do fluido dos espaços do labirinto membranoso. O prognóstico com relação à perda aud itiva é definido pela possibilidade e pela resposta ao implante coclear.sendo o Streptococcus pneumoniae e o Haemophifus inAue nzae os agentes mais comuns. subestimando o acometimento do labirinto membranoso pela doença. com sequências ponderadas e m T2 utilizando-se de cortes finos (iguais ou inferiores a 3 mm de espessura). Referências lsaacsoo 8. A manifestação clínica mais comum da labirintopatia ossificante é a perda auditiva neurossensorial g radua l. . Paparella MM.. próxima à janela redonda.s. A labirintopatia bacteriana supurativa é a principal causa. O processo de substituição por tecido fibro-ósseo pode evoluir em meses ou aoos. labyrfnthJtls o.ta de cura a insuftos infecciosos. podendo ou não estar associada à vertigem.ans: how acrurate Is MRI ln predlcttng cochlear obstructlon? Otolaryngof Head Neck Surg..apenas o componente calcificado é observado. a ossificação progride para a espira a pical. apresenta comprometimento bila teral quando secundária à meningite ou à infecção com disseminação hema togênica. Tanto o material fibroso (na fase inicial da doença) q uanto o ósseo (nas fases mais tardias) apresentam-se tipicamente com hipossinal em T2. Kutz JW Jr. Xu HX. O terceiro estágio inclui deposição osteoide e osteogênese. Os pacientes podem evoluir com surdez neuras. Geralmente. A labirintopatia meningogênica é uma das principais causas de surdez adquirida na infãncia. Labymthltls osstflcans. desencadeando uma cascata de respostas inflamatórias d ivididas em três estágios. 2009. O método de imagem mais sensivel para o d iagnóstico da labirintopatia ossificante é a RM.. traumáticos ou cirúrgicos da o~ha interna. como sarampo e caxumba.

.. . • ""I ·••• ·~ · D .. Associam-se.~ -..\ · • ...Cabeça e Pescoço 51 Caso24 Masculino. ainda. Fig . Cartos Jorge da Siiva... com clmlnutosclstos :i esquerda. linfonodomegalãas cervicais. 42 anos..) ...!.as farfngeas (setas horizontais). ·.. I~.. (lma.. .. (0) Unfonodomegalla de aspecto readonal no nlvel O direito (seta). {A) Observe o aumento vofu m~trlco das tonsli. . 2.. '-' \ B . natural de São Paulo.gensgentllmente cedidas pelo Dr.. HIV positivo.. apresentando aumento indolor das parótidas há três a nos. bem corno aumentovolum~rlcoda:s tonsllas palatinas (cabeças de seta). (8) AImagem evtdenda aumento volurM-trlco das parótldas (setas vertkals) com diminutos d:stos à esquerda...12 TC de pescoço pós<ontraste no plaoo axial. observa·se o aumentoparotfdeo bilateral (setas). i.. ·'"'" . (0 Novamente.

10(3):151· 154. bem como à hiperplasia tonsilar. Referências Favla G. cisto de primeira fenda branquia l síndrome de Sjõgren. Kothart KS. Madlwale CV.. o linfoma não Hodglôn das parótidas. Raramente. as linfonodomegalias cervicais e a hipertrofia das tonsilas palatinas. Sd\lettl M. As parótidas habitualmente apresentam-se aumentadas. 2004. tumor de Warthin e lesões metastáticas. Os achados de imagem (Te e RM) ind uem o aumento simétrico e bilateral das parótidas com múrtiplos cistos e nódulos sólidos de peJmeio. J Postgrad Med. Discussão São lesões intraparotídeas benignas sólido-císticas. As lesões linfoepitelia is benignas são comumente associadas às linfonodomegalias reacionais cervicais. de limites bem definidos. O prognóstico é dependente de outras doenças relacionadas ao HIV.. Capodlferro S. comumente há resolução parcial ou completa das lesões linfoepiteliais benignas.Muld ple parortd lymphoeplthellaJ cysts ln padents \vlth HN. Como terapia afternativa1 a radioterapia e a esderoterapia com doxicid ina intralesional podem ser utilizadas. evolui para a forma aõnica.55(2):135-136. Raramente.52 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Lesões linfoepiteliais benignas relacionadas ao Hrv. são e ncontrada s nas glâ ndulas submandibula res ou sublillQua is. contendo cistos linfoepitelia is. . por vezes indolor. Cystlc tymphoepltheltal lesk>n of the parotid as an early lndkator oi HIV lnfecdon. Se não for tratada. estes últimos ha bi- tualmente exib indo realce heterogêneo ao meio de contraste. como diagnósticos d iferenciais. geralmente bilaterais1 relacionadas à infecção pelo Hrv. faríngeas e linguais são observadas de ma ne ira habitual. e não da lesão linfoepitelial benigna propriamente dita. pode transformar-se em linfoma não Hodgkin de células B. Oeshpande AA. sarcoidose. Admitem-se. Oral Ois. Ocorrem em qualquef idade. A excisão dnJrg ica das glândulas parótidas não é re comendada em pacientes HIV positivos. com redução da incidência a pós a terapia antirretroviral Os sintomas mais comuns são: aumento. acometendo 5% dos pacientes HIV positivos. Com o tratamento antirretroviral direcionado ao HIV. com aumento glandula r significativo. Associadamente. et al. 2009. das parótidas e linfonodomegalias cervicais.Jn fectlon: report oftwo cases.

Fig. Cartos Jorge da Siiva. 2. com d iscreta proptose esquerda indolor e progressiva há anos. sem sinais flogísticos. 2.gensgentllmeote cedidas pelo Dr. Fig.) . As Imagens aldals de TC pós-contraste (A e 8) demonstram discreto realce heterogêneo da lesAo.13 e As Imagens axlals de RM ponderadas em T2 fA·O demonstram a presença de múltlpbs dstos com nível lfquldo-lfquldo de permeio ~ les<'o.13 8. denotando hemorragias lntradstkas em diferentes estágios de degradaçJo da hemogloblt\i. Fig. 2.Cabeça e Pescoço 53 Caso25 Feminina.13 A As Imagens axiais de TC sem contraste (A e 8) demonstram formaçJo expansiva k>bulada e multlcompartlmen tal na órbita esquerda. caracterfstlcas do llnfangloma orbital (lma. com cald6cações grosseiras. 16 anos. determinando discreto remodelamento ósseo e proptose homolaterals.

os linfangiomas orbitais geralmente apresentam-se como uma formação expansiva de limites pouco definidos. O tecido intersticial frequentemente a presenta folk:ulos e infiftração de células linfoides. Yagmurlu B. Correlatton of surgtcal outcome \Vlth neYrolmaglng findlngs ln pertocutar lymphanglomas. as quais prolrferam em vigência de infecçóes virais.e1·8. com láquido (é possível que seja claro ou cor de chocolate) invadindo o estroma de tecido conjuntivo adjacente. linfangiornas ocorrem em cria nças e adultos jovens. Nos exames de RM. 1999.54 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico linfa ngioma.. O tecido conjuntivo entre os canais venosos pode conter focos de células linfoides. consist indo e m múlt iplos cana is venosos e/ou linfáticos displásicos.g. As características de RM ajudam a diferencia r os linfangiomas de pseudotumores inflamatórios e hemangiomas.. Discussão Embora a origem do linfangioma seja controversa. Existe a possibilidade de apresentarem níveis líquido~íq uidos relacionados a hemorragias em d iferentes estágios de degradação da hemoglobina. Cernirei S. resultando no achado dínico de piora da proptose q uando a criança a presenta q uadro de infecção do t rato respiratório superior. GOndOz K. a excisão cirúrgica é difidt com taxas de recorrência de até 50%. fibras muscula res lisas e tecido conjuntivo frouxo. Sua incidência na população é de 3:100. O realce é variável. o linfangioma apresenta crescimento progressivo e g radual durante as primeiras d uas décadas de vida .113(7):1231. . At... trata--se de uma Jesão não encapsulada. Nos exames de TC. Ophthalmology 2006. os linfangiomas são relativamente hipointensos ou hiperintensos em T1 e hiperintensos em T2. pequenas calcificações e flebólitos. Referências Blbnfuk LT. geralmente na primeira d écada de vida. Radlol Oln North Am. Pode ser classi6cado em linfangioma simples (capila r). Role of lmaglr.:37(1):169-83. Podem ser associados a linfangiomas em outros locais da cabeça e do pescoço.J cont rário do crescime nto rápido e a utolimitado do he ma ngioma capilar.. Por causa de seu caráter multicompartimental. En:len E. constitui cerca de 8% de todos os tumores orbitais expansivos e menos de 5% dos t umores orbitais da infância. Orbital vascular le:stons.000. cavernoso e óstico. Pode ocorrer remodelamento ósseo. multidstica e multicompartimental. Os linfangiomas cavernosos são compostos de seios revestidos por células endoteliais achatadas.

. Cartos Jorge da Siiva.·1.. L~y. (C) O tumor caracteriza-se por hlposslnal em T2. (lma. Fig. considerando que ela Já seapresenrava com marcado htperslnal prkontraste.agem em TI com supress3odegordura (8).gensgentllmente cedidas pelo Dr.. mais bem evidenciada na .. 72 a nos1 a presentando perda visual progressiva à direita há dois meses. 2. º-'. demonstra a dJ6culdade em se estimar o grau de lmpregnaçào da leska. com supressào de gordura pós-Gel.14 RM de órbitas no plano aldal (A) A Imagem ponderada em T1 mostra a form~o expanstva btconvexa com hlperslnal no Interior do bulbo cxular direito._ ~. ·• ~' ' ~1 .) ..Cabeça e Pescoço 55 Caso26 Feminina. (0) A Imagem em TI.

.5 casos por 1. Discussão O melanoma de coroide é o tumor primá rio intraocular mais comum em adultos. lntraocular Nmors: evaluatton v. Origina-se de melanócitos da própria coroide1 podendo ser rico e m melanina (como nesse caso) ou amelanótico. Apresenta incidêl'Kia de 5. Referências Peyster RG. marrom escura e circunscrita. com ou sem sinais de descolamento de retina. de formato biconvexo. por vezes difícil de ser estimada porque depende do g rau de hipersinal espontâneo em TI pré-contraste (como nesse caso). Mafee MF.56 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Melanoma melanótico de coroide. geralmente localizada no segmento posterior do bulbo ocular. enucfeação e exenteração.10(6):384400. O d iagOOstico é feito principalmente por meio da oftalmoscopia indireta. em que a lesão é observada como uma massa sólida. deootando o efeito paramagnético da mela nina. A falta de mela nina está associada à maiOf agressividade tumoral. 198&.0 a 7.amento tumoral. 1999.. Pode causar baixa acuidade visual ou dor ocular como sintomas iniciais. Top Magn Resoo lmaglng. { mais habitual após a quinta década de vida. acometendo mais brancos que negros em uma razão de 15:1. et ai. q ue a presenta uma relação d ireta com a conce ntração de melanina. Nos exames de TC. Frequentemente assintomático e m sua fase iniciat quando descobe rto em fase avançada em geral já apresenta metástases a d istância para pulmões e fígado. Magne-tk resonance lmaglng ln ocular pathology. radioterapia. dependendo das características. com coe6cientes de atenua- ção de partes moles..000. Em gerat exibe moderada a intensa impregnação pelo gadolfnio. braquiterapia. Shlelds JA. Wydlffe NO. Radlok>gy.tth MR lmaglng.168(3):773-9. do tamanho e do estad i. Nos exames de RM1 caracteriza-se por hipersinal em TI e hipossinal em T2. O tratamento varia de termoterapia transpupilar. o melanoma de coroide caraderiza-se por ser uma formação expansiva biconvexa.000 de habitantes a cada ano nos Estados Unidos. com moderado realce ao meio de contraste iodado. Augsburger JJ.

dificultando a higieniza- çâo da orelha. (lma. 51 a..) Fig.30 lateral do CAE 6.1S TC das mastoldes. obse1Va·se foon. na porç.seo. 2.s. Nas Imagens axial (A) .Cabeça e Pescoço 57 Caso27 Masculino.açào com atenuaçào cáldca pedunculada... queixa-se de que o meato acústico extemo d ireito está quase fechado. Imagens nos planos axlal (8) e coronal (D) da mastolde esquerda nonnal do mesmo padente.nos. oval&da. com disaeto déficit a uditivo condutivo homolateral. Cartos Jorge da Siiva. e coronal (C) da mast olde dJrefta. detennlnando sua estenose (setas).gensgentllmente cedidas pelo Dr.

Os pacientes geralmente são a.58 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Osteoma do canal a ud itivo externo. e a RM não tem a plicação prática nesse contexto. Costuma ser unilateral. é possível que os pacientes a presentem déficit a uditivo condutivo.24(6)960. Uu TC. Entretanto1 as exostoses geralmente são bilaterais. podem a presentar otite média serosa. Quando são gra ndes. adjacente às suturas timpanoescamosa ou timpanomastóidea. são bastante similares aos osteomas. Os-teoma of the externaJ ear canal. Microscopicamente. Após a remoção cirúrgica completa. o osteoma não a presenta reddiva. Yuen H\V. pedunculada. simétricas e múltiplas. sendo definido pelo quadro clínico. Externai audhory canal osteoma.29(6). O tratamento dos osteomas pode ser conservador ou cirúrgico.875·876. . Otol Neurotol 2008. e a correlaçáo com os adiados de TC é importante para o diagnóstico correto do patologista. próximo à junção dos segmentos ósseo e cartilaginoso do canal. O tratamento cirúrgico reserva-se aos pacientes com déficit auditivo condutivo grave pela obstrução óssea ou àq ueles com otite externa grave. Em gerat situa-se na porção lateral do segmento ósseo do CAE. sendo geralmente menor q ue 1cm. Otol Neurotol 2003.ssintomáticos. sem sinais de agressividade. O tratamento conservador consiste em prevenir otites externas e perda condutiva pelo acúmulo de epitélio descamado. Quando há associação a co~steatomas. Referências Hslao SH. recoberta por tecidos moles de aspecto preservado. Discussão O osteoma do canal a uditivo externo (CAE) é uma lesão óssea benigna.. O principal diagnóstico d iferencial é a exostose do CAE. A TC é capaz de demonstrar todas as características anteriormente meocionadas. Chen JM.

Há sinais de lnvasêio do antro maxilar e de algumas células etmolda1s adjacentes. Fig. (lma. na cavidade nasal esquerda. Carios Jorge da Silva.16 A TC de selos da face no plano axial W A Imagem p~-oontraste demonsb'a fonnaçào expanstva sólda.16 B (A) A TC de sekis da face no plano axial com janela óssea.gensgentllmente cedidas pelo Or.) . detennl:nando erosêio da parede medial do antro madar adjacente. 2. com epicentro no meato mkllo esquerdo.a secundária. As paredes remanescentes dessa cavklade paranasal apresentam-se espessadas e esderótkas por causa da sinusite crõnlc. (8) A Imagem pós-contraste no plano coronal demonstra o realce da iesào.a nesta cavidade paranasal. apresentando obstrução nasal crônica e epistaxes ocasionais à esquerda. Rg.Cabeça e Pescoço 59 Caso28 Masculino. lobu1ada. demonstra melhor a erosào da parede medial do antro maxlbr esquerdo. 59 aoos. 2. corn obfltera~o dos ósdos de cken. (8) A Imagem pós·COfltrast e demonsb'a realce heterogêneo da lesAo.agem ma)Ctlar e consequente sinusit e crõnlc.

Os sinais e sintomas são semelhantes a uma sinusite recorrente. novas cirurgias. Ujlta M. Após a administração do gadolínio endovenoso. foi o primeiro a descrever o aspecto microscópico da tendência do epitélio tumoral em inverter-se para o tecido conjuntivo do estroma (padrão endofitico de crescimento). ~ possível observar calcificação tumoral e m 10% e fragmentos ósseos residuais em 40% dos pacientes. Referências Jeon TY. Ojltl H. Se uma área de erosão óssea na margem da lesão for observada na TC.. com atenuação de partes moles na parede da fossa nasal lateral. A degeneração ou coexistêocia de carcinoma de células escamosas {CEC) é rela tada em 3% a 24% dos casos. Tada S. A alta taxa de recorrência e a propensão ao CEC tornam imperativo o acompanhamento radiológico. cefaleia ou dOf facial O papiloma invertido pode ocorrer em crianças e adolescentes. na seguinte proporção: maxilar (69%). com obstrução nasal e coriza. Apesar de ser benigno. ~ possível que haja epistaxe1 anosmia. mucoepidermoide. es. . etmoide (50%-90%). a presenta-se como uma formação expansiva isointensa a ligeira mente hiperintensa aos músculos em T1 e heterogênea. com realce heterogêneo nas fases mais precoces. na faixa de 20%. et ai. exigindo. Klm HJ. AJ NRAm J Neurorac:Uol 2008. et al Sloonasal hwerted paptlloma: value of convolut ed cerebrlfonn panem on MR lmaglng. O tratamento é efetuado pela ressecção cirúrgica por meio de vários métodos . assim.Tia de células daras e adenocarcinoma. em 1938. Peque nas formações expansivas (< 3 cm) podem determinar obstrução infundibular.assim. diferenciando1>0. invadir ou obstruir seios paranasais.fenoidal {10%-20%). ou uma porção do tumor se mostrar invasiva na RM. AJR Am J Roentgenol 2000.29(8):1556· 1560. em uma proporção de 4: 1. Na RM. Potentlally Dtsttncttve F'eatures of Slnonasal hw erted PapUJoma on MR lmaglog. de outros papilomas e recebendo a at ua l denominação. atém da órbita e sistema nervoso central (30%). predomina ntemente hiperintensa aos músculos em T2. cardno. especialmente na mucosa do meato médio. Discussão As primeiras referências a um papiloma da cavidade nasal foram feitas por Ward em 18541 porém RillQertz. Com o uso do contraste.60 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Papiloma invertido. e as maiores com riootomia lateral e maxilectomia medlal. é localmente agressivo. frontal {IMii-15%). Apresenta altas taxas de recOfrência. acima dos 50 anos. Chung SI(. O carcinoma pode ser sincrónico ou se desenvolver subsequentemente ao papUoma.dependendo da extensão da lesão.175:465-468. Além do CEC. A TC sem contraste demonstra uma formação expansiva. enquanto que as maiores podem remodelar a cavidade nasal. Pequenas lesões são tratadas por ressecçlio endoscópica.. a lguns papilomas apresentam padrão de impregnação convoluto e "cerebriforme"' característicos. com ou sem extensão para as cavidades paranasais. o radiologista deve considerar a possibilidade de um carcinoma associado.. a TC demonstra uma su- perfície tumoral lobulada. porém é mais comum em homens. foram relatadas outras associações. como carcinoma verrucoso.

Fig. Carios Jorge da Silva) .17 A TC axlal (A e 8) e coronaJ (C e 0) pós·COfltraste: fonnaçãocfstlca hlpoatenuante d rcunscrtta no espaço subltngual esquerdo. (lma.gensgentllmente cedidas pelo Dr. 2.Cabeça e Pescoço 61 Caso29 Feminina. 3 anos. apresentando desconforto e d iscreto aumento volumétrico do a ssoalho bucal à esquerda há uma semana.

et ai. com extravasamento ao espaço submandibolar infuriofmente. Macdonald AJ. Neuroradtology 2000)42(12}917•22. Nos exames de TC. circunscritas e de paredes finas. com abaulamento local O nome rânula deriva do latim rana {sapo). rela tivamente frequente. dermoide. cisto de li fenda branquial.24(4):757·61. Os principais diagnósticos diferenciais dessas lesões no espaço sublingual são: cisto epidermoide. Salzman KL. ou mesmo das glàndulas salivares menores no espaço sublingual. linfonodomegalia supurada e abscesso.62 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Rànula. linfangioma. . provavelmente em razão do a umento volumétrico local dos espaços sublingual e submandibular. Referências Kurabayashl T. AJNR Am J Neuroradtol 2003. Yasumoto M. que acomete as glândulas sublinguais de cria nças e adultos jovens na maioria das vezes. G&ant ranula of the neck: dlfferendadon from cystlc hygroma. Discussão A rãnula (mucocele da glândula sublinguaJ) é uma lesão benigna. A rãnula simples nada mais é que um cisto de retenção com revestimento epitefiat resultante de trauma ou inflamação das glàndulas sublinguais (como neste caso}. à semelhança do "'p apo'"desse anfibio. O tra tamento é efetuado com a ressecção da rãnula e da glândula sublingual correspondente. As rãnulas mergulhantes apresentam o "sinal da cauda~ que denota o colapso da rãnula simples com extravasamento de seu conteúdo ao espaço submandibular inferiormente. A rãnula mergulhante é resultado da ruptura da rânula simples e não a presenta revestimento epitelial Trata-se de um pseudocisto que se forma a partir do rompimento da parede posterior da rànula simples. M RI oi ranulas. O prognóstico é excelente. as rânulas simples são formações ósticas bem definidas. Hamsberger HR. Ida M.

Fig. ' v~.gensgentltmente cedidas pelo Dr. (lma. Todas as seqoklclas evidenciam llnfonodomegallas cervkals bilaterais associadas. ~. 2. ·. 52 anos. As Imagens em Tl pós·Gd (E e F) demonstram lmpregn~o heterogfnea das par6tldas e . que podem representar llnfooodos de aspecto re.·· ~'.•. •. - . .r6tldas e submandlbulares {setas).• .CabeçaePescoço 63 Caso30 Feminina.. ' ~ ~. q ue ixando·sede saliva espessa e escassa bem como>'olhos ressecados" há seisaoos.submandl:lulares.18 RM de face no plano axial As Imagens em Tl (A e 8) demonstram redu~ovolumétrlca e marcada llpossubstlN lçào do pa~nqulma das pa...adonal ou assoclaç:io a lesõesde natureza Unfoprollferatlva.) ." I J • 1 1 ·- l. ... .. '*:-·i<·~~~·'. Carios Jorge da Siiva.. . As Imagens em T2 com supressào de gordura (C e 0) evidenciam múhlp&as Imagens cfstlcas lntraglandutares (setas)._ ( \.

ultrassonografia. o volume glandular . pylori) já foram relacionadas como possiveis desencadeadoras do processo imune contra o tecido gla ndular.secamento da mucosa ocular e oral (síndrome sicca). enquanto o Ili (cavitário} revela cistos acima de 2 mm. incluindo linfoma não Hodgkin. A comparlsoo vA. Pa:tkkõ et ai. Discussão A síndrome de Sjõgren é uma doença inflamatória crónica.64 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Síndrome de Sjõgren. O estágio IV (destrutivo} demonstra a destruição do parênquima gla ndular. alteração do Auxo salivar. O estágio O é caracterizado pela aparência normal das glândulas salivares.th magne-tk resonance lmaglng anel magnetlc resonance stalography of parotld glands.alterações histopatológicas nos exames de imagem e cintilográ6cos. q ue evideOOa a infiltração linfoática focal Os exames de imagem como sialografia. TC e RM tem um papel a penas secundário no diagnóstico e seguimento da doença. A uftrassonografia pode evidenciar cistos que são geralmente múltiplos ou multisseptados. SJõgren ~ drome: co~art:son of assesments vAt:h MR syalography and conwntk>naf syalography. Existe uma forte predisposição dos portadores da síndrome de Sjõgren em desenvolver doenças linfoproliferativas.. O dado mais consistente é o da biópsia glandular.. O 1 (milrar) corresponde à presença de múltiplos microcistos de até 1 mm. Exposições virais (Epstei~Barr. com afteração estrutural e prejuízo de sua função secretória. O li (globular) apresenta cistos entre 1 e 2 mm. Rheumatology N ~el! (Oxfo<d) 2004.que pode ser variável dependendo do estágio da doença . como artrite reuma toide. Apresenta predileção por mulheres na quarta e quinta décadas de vida. como o da Comunidade Europeia de 2002... sendo secundária quando se associa a outras doenças do tecido conjuntivo. a lipossubstituição do parênquima.bayashl N. O quadro d ínico dássico é de res. . lúpus eritematoso sistêmico e esclerose sistêmica. Radlology 1998:209-.43{7h87S-9. com redução volumétrica deste. Acomete preferencialmente as g lândulas salivares e lacrimais.a lém da avaliação de possiveis neoplasias associadas. Ultrasonography of saUvary glands ln prlmary Sjõgren's syndrome. A doença é considerada primária quando acomete exclusivamente as glândulas salivares e lacrimais. O diagnóstico é realizado por critérios clínicos.683-688. Takak> R. herpes vírus humano. citomegalovírus.. RK. Yamada l Yoshlno N. que agrupa sintomas oculares e orais. Sasakl T. A sialogra fia convencional d ivide os achados em cioco estágios. Ot. Referências e. entre outros) e bacterianas (H. Já a RM parece ser superior à sialografia convencionat mostrando1 com maiOf fidel idade. de natureza autoimume1 caracterizada pela infiltração linfoplasmocitária progressiva de órgãos exócrinos e não exócrinos.

0) Os cortes coronals mostram a retr~o do processo unclnado esquerdo (setas) com obllteraç!o do lnfundfb'-*> e redu~o do antro maxllar.gensgentllmente cedidas pelo Dr. (8) A Imagem aldal demonstraa reduçào volum.) . sem história de tra uma. que está completamente pree:nchkto por material com baixos coeficientes de atenuaçào. 2. Cartos Jorge da Siiva. (A) A Imagem aldal mostra a discreta eooftalrr'IU esquerda. 44 a nos. (C.bica do selo maxilar esquerdo com concavtdade de sua parede medial (seta). (lma. Fig.19TC de selos da face. Observa-se o k'lfradesntvelamento do assoalho da &bita esquerda {cabeças de seta). a presentando assimetria facial (enoftalmia unilatera l esque rda).Cabeça e Pescoço 65 Caso 31 Masculino..

apresentando-se de forma clínica com assimetria facial.decorrentes de pressão negativa por reabsorção de gás e formação de vácuo. Koffman J. . la tera lização do processo uncinado e e. Kamsberger HR.316.. Por fim. ~ observada principalmente durante a q uarta e q uinta décadas. A rinoscopia habitualmente evidencia ala rgamento do meato médio com retração do processo uncinado. com consequente hipoventilação do seio maxilar e impactação mucoide com adelgaçamento e re modelamento ósseo de suas paredes.xpansão do meato médio. há retração das paredes do seio maxila r com diminuição de seu volume (seio 4"mplodido") . Conseque ntemente. A1.1tellrano l. Castelnoovo P. A evolução natural da doença é interrompida com a restauração da drenagem do seio. Referências Bossolesl P. A. sendo d~nida como uma involução não dolorosa do seio maxilar após oclusão do infundibulo etmoidal com enoftalmia associada. Bru:satl R.ateral. aumento compensatório do volume orbital homolateral (com infradesnivelamento do assoalho da ó rbita).ltAm J Roentgenol 2002. hipoglobo e depressão matar. opaciftc:ação do seio afetado. A TC demonstra diminuição do volume do antro maxilar com retração de suas paredes.. The sllent slnus syndrorne: dlagnosts and surgkal treatment.66 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Sínd rome do seio silente. Rhtnology 2008)46(4):3()8. caracterizada por enoftalmia. Oavklson HC. é observada e no ftalmia homol.178(2}:503·506. podendo associar-se à diplopia. O diagnóstico d iferencial inclui a hipoplasia do seio maxilar e alterações pós-cirúrgicas e pós-traumáticas. e o tratame nto baseia-se na reconstrução transconjuntival do assoalho orbital. The sllent slnus syndrome: d lnlcal anel radlographlc findlngs. Discussão A síndrome do seio silente foi descrita em 1964. Ocorre por obstrução crônica do infund ibulo etmoidal. lllner A.

) .. Carios Jorge da Silva. 4 anos.Cabeça e Pescoço 67 Caso32 Feminina.20 As Imagens axlals de TC de mastoldes (A e 8) demonstram alargamento dos aquedutos vestibulares (setas). com fusao pardal das espiras m~d tas e aplcals (setas pequenas). Relata pré-natal normal ~~-• J • 'r1 ' \. associada à mádeflnl~o dos modfolos. ' 1 Fig. Nascida de parto normal a termo. As ftlagens axiais ponderadas em T2 das mastoldes (C e 0) do mesmo paciente demonstram alargamento dos sacos endollnfátlcos (setas) e a discreta dlsplasla das códeas..gensgentltrneote cedidas pelo Dr. (lma. A mãe refere que a criança não ouve e não fala. sem intercor- rências. 2. ~ . sem história de otalgia ou otorreia.

Como prevenção para a progressão do dé6cit neurossensorial. O tratamento geralmente é feito com implante coclear.tibulares/sacos e ndolinfáticos alargados é classicamente definida como cóclea com uma volta e meia (d isplasia cocJear. Discussão A síndrome dos aquedutos ves. Ca racteri~se por déficit auditivo neurossensorial progressivo ou flutua nte durante a primeira década de vida..26(6):36l-371.. caracterizada por coalescência das espiras médra e apical fOfmando um á pice cístico e bulboso). Neurorac:üology 1998)40(3):167• 172. Am J Otolaryngof 2005. acompanhada por ves. A displasia coclear por vezes é sutil. MRI of enlarged eodolymphatlc sacs ln the large vestib ular aqueduct syndtome.com alargamento da escala do vestibulo associado à ausência ou má definição do modíolo. além do aqueduto vestibular alargado. pois a côdea desses pacientes é mais s. Traumas cranianos leves podem piorar o déficit auditivo.. assumindo forma de 'V~ Nos exames de RM. orienta-se evitar a prática de esportes que leve a tra umas cranianos. lto J. Obmoto )(. Nos exames de TC. com herança autossõmica recessiva em casos familiares. Forll F. as afterações são bilaterais. Bogazzl F. A d isplasia coclear é identificada por imagem em 75% dos pacientes1 e o alargamento do vestíbulo em quase metade dos casos. et aL Large vestibular aqueduct syndrome: audlologlcal. Ocorre em razão da interrupção do desenvolvimento da orelha interna por volta da sétima semana de gestação. ootando-se fusão parcial da espira média com a apical. et ai. Em 90% dos pacientes. Referências Berrettln l S. Furuswwa T.uscetível a lesões devido às suas alterações microarquiteturais.tibu101 aqueduto vestibular e saco endolinfático alargados. rac:üologlcal d lnlcal. . and genetlc features. ~ a anomalia mais comum da orelha interna diagnosticada por imagem. observa-se alargame nto do aqueduto vestibular (diâmetro acima de 1P mm).68 Os 100 Melhores Casos do Dia Diagnóstico Síndrome dos aquedutos vestibulares/sacos endolinfáticos ala rgados. é possivel observar alargamento do saco endolinfático.

Mama .

de margens Indistintas.0$0 de lesões dstkas. Fig.ecediáo.arga papllar.'l pela Dro.audal bilateral (A) e rnoádlo-lateral oblíqua esquerda (8) evldendam nódulo denso. com aumento de volume progressivo.70 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso33 Masculino.:io com clsto complexo à custa de espessamento. caracterizado por vegeraçôes parletals (maior denslclMJe). À pneumoductografia na lncldênda mêdlo-lateral (0. ocupando a regia<> recroareolarda mama esquetda. Quando alterada a posjç!o para perfil absoluto (0). a presentando nódulo palpável e indolor no quadrante inferolateral da mama esquerda. Atualmente. tem apresentaç. . com a área cístlca central preenchida por ar (menor denskJade). (ln1agen. neste caso. oval.1 Imagens de mam~afia nas locl~ndas a anloc. nào há migração da vegetaç:io.'l genlifment. 71 anos. 3. Irregularidade e vegetações parietais. o que favorece o diagnóstico de le~o nodular verdadeira ao Invés de coágulo lntrad:sttco. CriGl:ino Stefanon). que. por melo de l:nfusào de ar no duao que apresenta des. o estudo de ultrassonogra6a (E) substitui a pneumoductografia por permitir boa vlsualtzaç. observa-se cootrasraçlo do conteódo sólldo parie-tal.c.

uma vez que 3 dift:n:ncia~u lobular é raramente encontrada na mama mast.mamt:nte in· comum.rvada em mulheres."tada por C3Usa da uloeração no mamilo. sendo geralmente di:l. O prog:n6stico est.ãt> iunizantt:1 cxposü. t\ m:ugcm da lesão pode ser cin. Discussão matn3 em homens é cxtn:.o.I gene.função lu:pátic3t bi"t6ria familiar pars cincc:. l'. são gros.000 homens por ano. mut.o. Os principais dia.. comcdnc:atcinoma.o. re~â(> ou dt:tf3." oc:asiunalmente ocupa utn3 posição pt:rlférics.•o.mad:uncnte 851)() d:u.. A maioria é ina:acistico e não invasi. · 1\pro:xi. T bc Ouoologbt 2. l\iúis comumentt:1 não exíhon calcifu:açbes.. G:iori:bnn SH.o.n:m incluídos nus programas de rasttea· mcnto p3ra c:3.cc:sso mamário e: o utros n6dulos como cisto de inclusão c:pidénnica. A aparência mamográfica d3s ncupl:udas malignas na mama masculina é semc:lhante à feminina.ãt> ocupacional a campos de rs.açôcs dOf.diaçãu eletrom. Geralmente se apn:901ta como um n<ldulo palpá~ in· dolur e de crescimento lento. incluindo crihrifonne.Pio.apn:sc:nt:ação.r de mama e:.a..nosticado em fase avançada.i. em pequeno número e mais dispersas pela laiáo quando comparadas ao câncc:.. A existê. 1'1lt:nus de J 'X1 dus casos de câncer dt: mama diagnusticados a cada anu oc:orre no sexo masculino. Dentre esae.o.10:471-479.1:ais.~sticos diferenciais são: giru:com:u.. o pn)gnóstico é similar àquele das mullu:n:s.Mama Diagnóstico Carcinoma papihr intradstico.an BE. 181:186.ul associado tem sido descrito cm 351)() a 501)() dos ca.-ulina. 1\ maiorl3 é de localizac. . o carcinoma papihr.ncer de mama..-"tos ne.o.oi:. nc:oplasias malignas na mama masculina sáo dut.n.ncia de C3l'cinoma lobular infilttathf() é cxtn:· mamente incomum. pelo . ab.'Utlscrit.C"A• of thc di:agnnsis 3. ao encontra· do rua mama h:minina. A rcvi.. Para estadiamentos c:ompaciveio. alto nível endt.--er maior conoenttação de dul. papilai. 1\ gina:omastia não pareoe aumentar o risco.c:..a. Quando um n6dulo es. embora tnar!-'CUS tubuladas e hem definidas da lesão vi:m at:ndo dCJ:1critas com maior &equência.gnétic3t criptorquidia. de aperuas 1% a 21)() naa mulheres com câru:cr.•u)s.t:i auscntt:1 a lesão é dt:tel.ão central lretroan:olar) por ha. caS<l CJ:1tejam pn:sentes. l>'Uhtipos de:."sa topografia.liddlclnn LP cc :tl lnwcystie P. ocotn:ndo em 3% a 5% dos ca.geno de estrn. porém sem evidências significativas quanto ao aumc:nto do risco. e um com ponente inttadut.1:ais i. O padráo de crescimento dos carcinomas dut.DlC papil:u.iras.1.á relaciuruado ao tamanho do twrun e ao sc:u e8tadiamento. Essa p:n:valência é diferente da oh. wn caso por 100. 1\ incÍdência é menos de:. apena. síndrome de ÔJ\fdt:n.miniru).. S<)lido e micropapilar.· pillary Carcinnn1a oi i:bc Brcasr.bto de os homens não sc:.•u)s. exposição à radiru.filttativos é aemelhantt:.. o progn6stico do câncer de mama masculino é pi. AJll 200. indi'ltinta o u espiculada. infiltrativas. Referências Do_g.005.tia. é o mais comum entre os homen.IUI uun:tgCJllCUt of n1:tlc hJ'C3. \Yhh:n1au GJ.c:. dü. como idade avançada. no entanto. sindn>me de Klinefdter. em gt:ral O clncer de 71 com comporu:nte cistico proeminente. Entti:tanto. BRO\ 1 e 2. Vários faton:s de rl900 para o cânoer de mama em homens ti:m sido identificados.'l t cauo::r.r de mama .\.ft:.

(ln1agen. Qufo. portadora de múltiplas lesões nodula res distribuídas pelo corpo. principalmente em tronco e membros. além de pequenas efélides axila res e inguina is.) . com a té 2. Fig.S cm.~ pelo Dr.2 Mamografias bilaterais demonstrando múhlplos nód ulos cutaneos q ue devem ser Interpretados no contexto da afecçào slstknka (NFI). Confirma que outros familiares de primeiro g rau têm a mesma doença.72 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso34 Feminina de 42 anos.~ genlifmentecediáo.0 cm. 3.~ AIÍJerto 'FerrBira. Foram observadas ainda manchas cutâneas"café com Jeite" maiores que 1.

01:1 ru:urofíhtomas geralmente são le.bc. que su.'lpuência circundante lar). com bio.1Ut d.t6ria negativa para a doença. .000 nascidos vivos.Mama Diagnóstico Doc:nça devon Recldingbauaen (neun>fíhromatt:lf. doi.t k· sinns..ar dL•.o..oas com NP 1 Hát> de famíl.le tipo lJ.. um ncwoõhroma plt:Xifonne uu dois ou mais neuro· fibn>rna. de Lmch).iillnun SL. ct i l Uuu.'ltumam ter múltiplos ru:unilihtoma. · Referências .o.a e c:xpresgividade variável.--pla.\ hcran~ é autosSiCimica dominantt:1 com alta pene· trinei.o. J\pcs.10.o. lv1ulhcrcs com NF 1 c:o.o.. An UUll8U11 prcsc.. com halo de tran. L0:45·47.. gliuma do nervo 6ptico.~e sua localização cutânea. p:rcsenç. sendo n:spon.'I ou mais hamartomas pigmcnt:ldos na íris fn6· duto..-utâru:a. tipo l (NF 1) é a ma.1 da bainh.nita). Lcc AH.o. .1ôcs únicas nãu a.a que podem envolver a mama oomo lesão única ou lesôcs múltiplas. brcast.t. O diagn(>Stico de NF l é est3hdecido quando dois cru m ais dus seguintes achados e. e<mgênitas mais comuns de: um único !-"t::llt:~ com incidência de 1:2 . e1:1sa. Pon:cr GJ.1 lt:8Õef:I t. pan:nte de primeiro grsu com NP 1. paeudoartrose congê.3 nervos.'IOS de neurofibnnnatose. O gme n:sponsável situa-se no hray:> longo do cnnnussomO 17. Bn:::sst J 2.a grande asa do esfenoide.a de laião 68sea car:u... Clin RlMOOI '2006.tão pre.<13vel p<u 90'X1 de: to· dos os C3.stica (dii.-6 l :S62r569.-terí. 73 sardas fefélidcsl n:ui tt:giôe.<1 envolvendo as mamas.004.\ m:unogr:afia. ?

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(ln1agen.t pelo Dro. serplglnosa e de rnêdla densidade.) . compatível com estrutura vascular. 3 . Cristina Stefann11.74 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso35 Fem inina.audal (8) mostram estrutura tub ular. Fig. o vaso~ mais bem Wuallzado. Na Imagem ampliada (C). 40 anos.~ genlifment.3 lncldb\cla:s mamográ6cas médio-lateral oblíquas (A) e cranloc.ecediáo. Primeira m amografia de rotina.

ad38.a.-ultar o n:tomo vc::noso.s dot:ru.s ru> fluxo venoso mamá· rio são apc:. com densidade: assimétrica observada no quadrante superomt:dial da mama homolateral.o. o exame fí. Discussão N a maioria das vc:zes.ia valvar congênita na.'I mem· bros inft:rlore.nt.o.ic.o. 1\ aasimetri3 vt:. ou pt:. cmde há 3pt:~'I aumento da dLo.cntam-sc:.sa situa~u porque po· dt:m detctm. o tamanho de HU3>. apresc:.segmento superior do bt:mit<írax din:ito.-uniam com bipe- n:mia.o..i.a vah•ar é urna condição t3f3 e eru:onttada com fn:quênci3 nt>. Referências C'.o. cd.mplOt:I.Uty.c \Villi:una &.ico se toma normal pelu retomo

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c:ia.nusa mamária pude ainda represc:ntsr uma indicação wtil de altera91ic:s gravi::s. i. c:otru> nos pacientes com insuficiência cardíaca.o. tum.ud cd.\ :igene.<1 desse membro e du segmento superior do bemittúax direito. Bn:it.t al ou por um aumento do fluxo sanguíneo cm afccçbes que l.a-ae uma altt:rac..<10) ou incompleta. Grande parte da. As .o.ão venosa mamárl3 é simétriC3 em t:un:mht. Xo~'i DB.imetricamente dilat.a unilatt:ral c:m razão de: agi::no. a va.nas 34.144'5 I 9..a1 bilatcrai.-oas dilatadas apro.38 que a afeta dett:múna um aumento do c:ilibre do. As doenças 3Xil3reH dt::'t--em set Jt:mbf3daa no.I e<mtr3laterais. A maior parte da. . 1:1imétric. irupt:riore8.<1 supcúiciais dilatadas e tortuosa.Mama Diagnóstico Ectasia venosa devida à ~"t::llt:sia valvar congênita no membro superior e:. são cada vez mais raras atual· mcntt:1 como no caso do tumor de Pancoast.'lt luugi.<. V\{ 8.noot. que oi>nespondem a 115 •.s mamárias a. 2.1re11Sl:ciu A..0-h'llÍnt::o dLi.ar in..<1 mamas. veias do mcmbn> iruperior e.isai vasos. podendo at:r oomp}eta cm wn segmento (como neste ca..<i e:.'I. Lippi..fm3Dcce t:m deCÚ· bito dorsal. Phkbogmphy of i:bc dccp VCOClU!l llfSlCUl of thc lcg in dilldrcu.•u:uhrizaç.ão mamugráfic:.

40 anos. apresentando nódulo palpável na mama esquerda.ecedido.allzada no quadrante lnferolateral da mama esquerda. circunscrita e com fina cápsula.) .~ Alberto FerrBira.~ gtmtilment. entremeando Area:s densas e de babra densidade.~ pelo Dr.4 Mamografia nas lncldkw:la:s m' clo·lateral oblqua (A)..76 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso36 Feminina. (ln1agen. 3. loc. Fig. demonstra grande les3o heterogfnea. cranlocaudaJ (8) e com compressáo locallzada (O. Cm/o.

a fatia de Nsalamc" ou de Nmama dentro da mama". A menos que a cápsula seja cvidt:nciada. Sluw de P. de P.trcdcs E.lemento. cm um lipom.i. uulcs E..i.'RUI 8rcM. tem a possibi- lidade: de se apn:sentar como n6dulo palpável ou como um achado incidental na mamografia.r gordura ao redor da ksão.ão encapsulada. Soutb l\tcd J 1988.amartoma consiste:.nU>s fibrosos e adenom:!tosos." s.i. lipofibroadenoma. densa.ulada dão 30 hamartom.i.:acion. fi.cx.is.ia dia_.Mama Diagnóstico Pihroadt:nolipoma jhamartoma m:unáriuJ..000 mamografias. geralmt:. 19: S L1-S26.a ou e. e o diagn. Na mamografia.a lesão. cru sc:J" diagnosticada erroneamente como U:O:. o qual é aidt:ntc se:. C.i.-ualmt:ntc caral.t 1. l6bul08..psub de tecido conjUntivo. dispers. t uma lesão beni.1 n:tidos da mama.~stica típica na m:unogr:afia. tecido 6hroao e adiposo. Em Ulll3 série..i. lcsiic:s sáo hetctu~<êneas. Referências Abbitt PL.adus por uma d. 0:1tru>. 81:167· 170.u:hoklgic Conel.a Má c:.c· !linn!I: R. ccrc. Pela razão de conter duetos. evitando-se a 77 DCIXf:lsidade de: cirutgi3 ou estudos comph:mt:ntan:s. R~bica 19990ct. Fcdct Jlvl.. na proliferação de elt:mentos fibrosos.a. emhcna alguns conaidt:rem que represente apenas um lipoma com c:.almente pogsuem mar~"t::lls nítidas e cercadas por uma fina cápsula de tecido c:on· juntivo.'utl8 compararam a um..i..isto schiceo. Como o fibroodenulipoma contém os elementos principai.umn1:a: :a uununog:apbic clUguof.a swa apatêncla c:aractc· rúiticllt que a4. Dc:ruiWades lobulada. d: :t i. que são permutaçbes de seu.nte não há nenhum..m sua apattru:.se que n:presente um bamartoma mamátio.er. a lesão pode não ser diagnos ticada. 1\ impurtància dessa lesão hcni. Essa lesão fui descrita com vários runnes." componenb:s (p.na n:Jativamente incomwn.n. Uuu.3diologic-P·. fihroadcnolipnma. 8J'C$l b:uu. Hogge JP. os ham~oma.ãu ui. pur causa de elemc:.a in· ~ão para a utilização de ultrassonugrafia na análise dcs. sempre hc· nigiu. adenolipofibroma)..a da matn3 em uma les.e. Ao.6stico pode ser ft:ito com oertez3 pelu método. adenotn3tosos e lipumatosos cm graus varl3veis. 16 casos de hamartcnna mamário furam diagnosticados cm L0. . acredi· ta-. broadt:noma. Sloop FB. Discussão O b. dentro da gurdwa encap. essa lesão é.. À cxc:cção de um único td:ato de c:asu de um 1:1an:otn3 com apattncia similiu:. com partes de baixa densidade devido 30 sc:u c:ompunentc gorduroso e nutra. hou-vt:. a aparência mamográfü:a do hamarto· ma é tio c3!3CtcóstiC3."teTÍS· ticos em sua aparência.

Flg. drcunscrtto e el\Capsul. (ln1agen~ genlifmentecediáo.~ forge da Silvo. 3SB US demonstrando nódulo hlperecoko. drcunscrtto e encapsulado no Q(M da mama direita (setas). Fig. 3.ado no QIM da mama direita (setas emAeB). Qufo. 40 anos.~ pelo Dr.SA Mamografia demon strand o nódulo de baixa densidade.) . Primeira mamografia de rastreamento. oval.78 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso37 Feminina.

2003 M.Mama Diagnóstico Lipoma m:unáriu. sendo sempre encapsulados. Os liporÚ.o.<1torç.stica. o tecido gordwoso é o predominante nas ma· mas de mulhen:s adultas. m:ui sc:m dt:tenninar infiltração do tecido adjacente.o.o na mamografia..<1~3'> da rdlc.<1ivo ou ser moldados por essa. a. o:mtém g.'lt lcsious.o~ d3 cápsula associada à densidade de gordura é patognomÔ· nico dessa le8âo heni.<1peita d~ wn lipoma.m::nquimatosa adjacente por dcito c:ompn:s.r lusar do corpo. são em geral bc:ni_. Quando presentai. Podem c:a\l8ar di.<1ôes c:ncapsuladas.<1t: a dfa. os lipumas são m(rvcis e em geral amolecidos. Embora não possam sempre ser d." são ~'Cl'almen­ te aupt:Úiciais.dencias de sua degeneração maligna.o.so normal da mama envolto pelOf. Referências Lmn.ívi::l pur causa da interface ent. Não há t:\-i. os lipomas são gt:ralmcnte biperecoicos e o:>m c:cotextura similar à da W1rdura l>"Ubcutânea. tom.. lvlôVSôU IJ.nte. apre. .\ ultta.nte na mamogafia. Eribcn B. c:ru:onttadOf. Fiatty dAAuc hrct. Ó>naistem em lesôes citcunacritas.ão da arquitetura p.l3{5l:d08-l l .a. . Ele.~.38 calcifie3.<1ent. Clin.<1ula que é vis.5.g· no!lcic dilcuuna.:1rdwa. LlpôUUOÍ thc hrct.a. as calclficaçôes nas áreas necnlticas podem cau.. Os lipomas tí:m Utll3 fina câp. A prese. t:8· truturas adjacentes. o que torD. podem diHl:on:ct a arquitc:twa do parê. pois é pos. não há consequi:ncia. A ullJ3. com intt:.<1ar sombra acú.o. Discussão Bm gt:ral.g C.. Podem ser distintos da g.<1 quais contêm gordura.ando-m: assim difícil a distinção de wn verdadeiro lipoma de um tecido gordun.a.<1sunografi.a que: le. Podon aind3t como toda lesão que:.ar a. HoUmauuJ.:1rdwa subl.n: a ~udura do n(Klulu c:om o tecido mamário adiaoentt:.s C8trutur3.iHti.y-Jun.I na periferia do pari:nquima mamário.27(3):15Q.a n:Jativa· mente simples a dift:n:ncia~u entre wn lipoma bt:nigno e um lipossarooma.a.asonugrafia não é usualmente indicada quando se su. lt:8Õe8 que ccmtí:m gordura.xãu especular causada por sua cápsula.<1 da necrose ~"Ordun>sa deoorrentes dt: morte oelulat.<1 clí- 79 nicas tendo c:. O lipossarooma é muito mais raro que o li· puma. não sendo ne· cessário qualquer outro estudo oomplt:mentar.<1 típic.rfaoe abrupta c:om o tecido adjacc:.nquinu mamário deslocando a.gna tl3 m:unogr:afia.Ç<·:ies aiférica.'Utâru:a pda dt:mun.<1ível vê-lo claramc:. Cti:u luuging. Pui ~tH. Brcasc 2004 Oct.m vist. o liposs:ucoma é em gi:ral firmei c:ndun:cido e den.icamcntc.l ligamentos de Coo· pt:r e pela glândula mamári.ntos de nutra. Como em qualquc:.

~ dô Aruarol.audal da mamadlrelt. 3. Mário Shgio DtJnta.ecediáo. Fig.t genlifment. 40 anos.t pelo Dr.80 Os 100 Melhores Casos do Dia Caso38 Feminina. Fig. (ln1agen.6A Mamografia demonstra Imagem de rnoádla denUdade em'"'chama de vela'"'na Incidência cran1oc.) . Primeira mamografia de rotina.68 RM T2 no plano axial demonstrando a perslstênda do móscufo estemal à dtretta (setas). 3..a (seta).

~e.Mama Diagnóstico Discussão 81 da mamografia fincidí:ncia craniocaudalt. Hulb CA.nladeiro.a to· pografia.1:.3.'lível ohse.57(6):441-8. Pode.ampouco com qualquer outro músculo.iar de aer pos. ser uni ou bilataal st::t" Quando uma estrutwa em . l-ltcôtrlhy KA.-ulo c:sternal. é prováVt:l que essa imagem repraicntt:.1p1adnpou1011 T."lli· dado para não confundi-tu oom um o6dulu vt:..3dlcy F?

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