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03/04/2016

Vitrúvio
• Arquiteto / Engenheiro romano do século I
a.C. que escreveu o tratado mais antigo sobre
arquitetura / construção civil;
• Princípios:
– Firmitas (solidez);
– Utilitas (utilidade);
– Venustas (beleza).

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• Desta forma e segundo este
ponto de vista, uma construção
passa a ser chamada de
arquitetura quando, além de ser
firme e bem estruturada
(firmitas), possuir uma função
(utilitas) e for,
principalmente, bela (venustas).
A interpretação de Leonardo da Vinci do homem de Vitrúvio.

• Solidez: refere-se aos sistemas estruturais, ao envoltório
físico, às tecnologias, à qualidade dos materiais utilizados.
• Utilidade: trata da composição dos espaços, estes devem
atender aos requisitos físicos e psicológicos dos usuários.
• Beleza: refletem as preocupações estéticas ao projetar,
para Vitrúvio, a beleza está presente quando “a aparência
da obra é agradável e de bom gosto, e seus elementos são
proporcionados de acordo com os princípios de simetria”.

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Materiais Básicos
• Até o século XVIII, foram usados basicamente quatro
materiais:
– Madeira: usada in natura como pilares, vigas ou tábuas;
– Argila: usada em estado natural (adobe), taipa, tijolos e
telhas (argila cozida);
– Pedra: material nobre de grande qualidade estética e
estrutural, utilizado principalmente pela sua resistência e
beleza;
– Pozolana: cimento natural de lavas vulcânicas com que os
romanos faziam seu concreto.

• Materiais modernos
– FERRO
• No século XVIII, com o advento da Revolução
Industrial, surge o ferro e o cimento, estes materiais
possibilitaram maiores vãos e agilidade nas
construções.

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– CONCRETO ARMADO
• O uso do cimento mesclado com areia e pedra brita,
contendo barras de ferro como armação é utilizado
em meados do século XIX; esses materiais foram
responsáveis por mudar a face do mundo.

– PAREDES LIVRES
• Por meio do uso da estrutura de ferro e concreto as
paredes tornam-se independentes, não mais possuem a
função portante, apenas possuem as funções de vedação
e de divisória.
– NOVOS SISTEMAS
• Os novos materiais descortinam um horizonte ilimitado
de formas. Com o ferro surgem as treliças planas e
espaciais, as estruturas verticais. O concreto pela sua
plasticidade oferece a criação de maiores vãos e de uma
gama infinita de possibilidades formais.

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– VIDRO
• O vidro é utilizado nas “peles de vidro” que
envolvem os edifícios e vedam os grandes vãos.

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• Abrigo. conforto. 2009 apud VERÇOZA. em pouco tempo. 6 . • Renascimento: incorporação de desenvolvimento de sistemas e recursos tecnológicos. • Idade média: construções de caráter religioso.” (ANDRADE. estética. nas civilizações primitivas. Mas.03/04/2016 A Evolução dos Materiais • A evolução e utilização dos materiais de construção continua até hoje. foi aprendendo a modelálo e adaptá-lo melhor às suas necessidades. flexibilidade. emprego de novos materiais. o homem empregava os materiais assim como os encontrava na natureza: não os trabalhava. 1987) A Evolução dos Materiais • A partir de Grécia e Roma: novos materiais. segurança. AFONSO. • Período neoclássico: revolução industrial -> novas técnicas. • Período barroco: excesso de monumentalidade e de ornamentação com o emprego de materiais provindos de outros períodos (por exemplo: argamassas). • “No início.

uma gama de novos materiais são incorporados a cada dia. fenômenos do transporte motorizado. possibilitou a verticalização das construções. o crescimento populacional em franca ascensão. 2009) Pré-história 7 . trabalho. rodovias e outros avanços. AFONSO. impulsionada pelo grande avanço tecnológico nas mais diversas áreas de conhecimento aplicado ao construir. tudo isso impôs uma nova forma de conviver com o espaço construído e urbanizado.” (ANDRADE. onde. com melhor qualidade de vida. conforto e segurança. áreas agriculturáveis mais distantes. A arquitetura Moderna e Pós-moderna. os espaços urbanos foram tornando-se cada vez menores.03/04/2016 A Evolução dos Materiais • Idade moderna: “Com a necessidade de satisfazer as exigências do homem moderno.

barro e pedras. – Descoberta do fogo.000 a. – Homem nômade. – Armas de madeira. a 10.C.) – Humanos se refugiavam em cavernas.500 a.03/04/2016 Pré-história • No período paleolítico (2 bilhões a.C. 8 .) – Agricultura e domesticação de animais com um melhor domínio da natureza.) – Construções em pedra -> com função de câmaras mortuárias e de templo. Pré-história • No período neolítico (entre 10. fibras vegetais.000 a.C. peles de animais. – Desenvolvimento de armas e utensílios domésticos -> agricultura e construção.000 a.C. a 8.C. • No período do metais (3.

os materiais de construção eram utilizados “in-natura”.03/04/2016 Pré-história • Nesta época. Réplica de habitações típicas do final do Neolítico. Civilizações da Antiguidade 9 . principalmente rochas.

a 30 a. mas os seus palácios eram de tijolos.03/04/2016 Egito (4000 a. AFONSO.” (ANDRADE. 2009) 10 .C.) Egito • “Muitos faraós construíram as suas pirâmides em pedra.C.

secos ao sol. das • Argamassas aéreas também foram utilizadas (cal ou gesso). “pouca” durabilidade. 11 . – Entretanto. unidos com palha ou areia” – Importante papel de climatização edificações.03/04/2016 Egito • “Tijolos não cozidos.

03/04/2016 Egito • Pirâmides – Escalonada ou de degraus. das pirâmides exigia • Alguns fatores importantes – Acima do nível do rio. – Substrato rochoso isento de defeitos ou de tendência de rachaduras. Egito • A construção planejamento. Quéops. – Faces lisas. 12 . ex. faraó Djoser. ex. Quéfrem e Miquerinos.

03/04/2016 • Templos de Amon-Ra. e os blocos que formavam estas colunas eram erguidos através de rampas feitas com tijolos de argila. 13 . – Eram erguidos em homenagem ao deus do Sol. – Os egípcios não conheciam a roldana. pois em suas inscrições havia as façanhas dos governantes humanos. – Tinha função cerimonial. – O maior obelisco pesada 450 toneladas e media cerca de 30 metros de altura. que significa “teto sustentado por colunas”. o maior e mais belo edifício construído foi o Hipostilo. terminados em ponta e talhados num só bloco de granito. – Possuía 134 colunas e cada uma tinha aproximadamente 20m de altura. Egito • Obeliscos: – Esbeltos pilares de faces planas. – Dentro desse complexo. no complexo de Karnak.

• Blocos de pedra eram talhados com muita precisão. 14 .C. – Construídos em elevações. Grécia • Adobe para paredes e madeira para as colunas. a 146 a. – Não se destinavam à visitação de fiéis. • Telhas de barro sobre estrutura de madeira. apenas moradia das divindades. • Templos – Planta retangular.C.) • Politeístas. justapostos e sobrepostos sem argamassa. • Arquitetura estática – Peso x sustentação -> horizontalidade.03/04/2016 Grécia (1100 a.

03/04/2016 Grécia • Parthenon – Construído em blocos de mármore com imensa precisão. – Fídias -> escultor e supervisor da obra. 15 . – Esculturas decoravam fachadas.

03/04/2016 Grécia Roma (753 a. barro. metais e outros). a 476 d. madeira.C. • Opus cementicium = areia vulcânica + calcário + tijolos quebrados.) • Materiais tradicionalmente conhecidos (pedra. • Estruturas monumentais -> cúpula do Panteão.2m de altura e nenhum pilar de sustentação.C. 16 . que tem 43.

com vários pavimentos e ambientes totalmente abertos.03/04/2016 Roma • Opus latericium = tijolos de grande resistência. uso de vidro. • 50.” (ANDRADE. que aplicados juntamente com os mármores. madeira.000 pessoas. • Combates entre gladiadores e animais selvagens. • Construções anfiteatros.. 17 . em 80 d. basílicas. técnica de alvenaria de pedra. Foi inaugurado pelo imperador Tito. com características de cobertura em telha de barro cozido. 2009) Roma • Coliseu de Roma. maior expressão da arquitetura clássica romana. davam nova versatilidade e leveza às edificações e obras públicas. tijolos. argamassas aéreas. monumentais -> templos. ferro. • “Já a plebe vivia em edifícios semelhantes aos nossos atuais. AFONSO.C.

Panteão. catedrais e mosteiros 18 . Coliseu de Roma. • Durabilidade.03/04/2016 Roma • É creditado aos romanos o desenvolvimento do uso do concreto em construções civis de grande escala. em sistemas de drenagem. • Anfiteatro de Pompéia. abastecimento de água e rede de esgotos. Idade Média Igrejas.

• O termo “gótico” só apareceu na época do Renascimento como um insulto estilístico. povo bárbaro-germano. A palavra gótico é em referencia aos godos.03/04/2016 Arquitetura gótica (1050 a 1100) • Arquitetura gótica é um estilo arquitetônico que é evolução da arquitetura românica e que precede a arquitetura renascentista. 19 . • Norte da França. já que para os Renascentistas a arte gótica é bárbara. sendo tipicamente Medieval.

03/04/2016 Arquitetura gótica • Principais características: – Verticalismo. – Janelas finas. compridas e com vitrais. – Paredes leves e finas. – Abóbadas de arcos cruzados (arco ogival). 20 . – Torres. – Portas principais com arquevoltas.

03/04/2016 Arquitetura gótica • Arco ogival • Através das ogivas. 21 . as forças eram desviadas para os pilares de sustentação e para os contrafortes no exterior.

03/04/2016 • Paredes libertas do papel de suporte e interiores iluminados (aproveitamento da luz externa). 22 .

03/04/2016 • Vitrais -> diversos pedaços de vidros coloridos. formando desenhos. Renascimento 23 . • Imagens geométricas ou que representam uma passagem bíblica.

03/04/2016 Arquitetura do renascimento (fins do século XIV a meados do século XVI) • Momento de ruptura na história da arquitetura em diversas esferas: – Na linguagem arquitetônica. • Inspiração na Antiguidade Clássica (modelos perfeitos das artes e da própria vida). – E na teorização da arquitetura.” 24 . • “O homem é a medida de todas as coisas. – Na produção da arquitetura.

• Cúpula exterior pontiaguda.03/04/2016 Arquitetura do renascimento • • • • • • Donnato Bramante. Leon Battista Alberti. • Reaparecimento da cúpula. Michelangelo. As características individuais dos arquitetos começam a se sobrepor as da canonização clássica -> Maneirismo Arquitetura do renascimento • Marco do renascimento -> construção da Catedral Santa Maria del Fiore (França) por Brunelleschi. esquecida durante o Gótico. Giulio Romano. Filippo Brunelleschi. • Levanta-se sobre um tambor octogonal. Andrea Palladio. 25 .

03/04/2016 • Brunelleschi Ponto de fuga -> preocupação pelo equilíbrio geométrico e procura por uma ordem matemática. 26 .

03/04/2016 Arquitetura Barroca 27 .

03/04/2016 Arquitetura barroca (do século XVII até a primeira metade do século XVIII) • Características: – Monumentalidade das dimensões. – Fachadas de mármore e ornatos de gesso. – Projeção tridimensional de planos côncavos e convexos.Prússia 28 . • Janelas que permitem a penetração da luz de modo a destacar as principais esculturas Casa de ópera . – Excesso de ornamentação. – Pinturas apoteóticas das abóbadas. Arquitetura barroca • Tetos elevados e elaborados com elementos de escultura. – Dramáticas esculturas de mármore branco que decoravam interiores. – Opulência das formas.

• Projeção tridimensional de planos côncavos e convexos. 29 .03/04/2016 Arquitetura barroca • Fachadas de mármore e ornatos de gesso.

30 . – A ideia era fazer com que o espectador esquecesse que havia um teto de madeira sobre sua cabeça e imaginasse que o céu celestial havia rasgado o telhado.03/04/2016 Arquitetura barroca • Afresco – Empregado nos tetos das igrejas. dando a impressão da visão paradisíaca do céu.

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utilizado para divisórias internas. conferindo-lhe a forma poligonal. sem dúvida. o vinhático. jatobá. de madeira. cujas paredes externas são de alvenaria de pedra e a parede da nave. isto é. É um serviço de grande simplicidade e facilidade de execução. entre outras. o da Matriz de Nossa Senhora do Pilar. peroba.03/04/2016 Principais Técnicas construtivas – Brasil • • • • • • Tabique Forros Alvenaria de Pedra Canjicado Cantaria Fundações Tabique • Tabique é uma divisória feita com estrutura de vigas de madeira e revestimento de tábuas. aroeira. e também aquelas de menor densidade como o cedro. de Ouro Preto. maçaranduba. a caviúna. 32 . O exemplo mais marcante é. a canela. • Esta grande simplicidade entretanto não quer dizer que lhe foi reservado papel de menor responsabilidade. ipê. • As madeiras utilizadas são as mesmas das estruturas de maior responsabilidade.

03/04/2016 Tabique Forro Abobadado e Forro em Esquife 33 .

no Rio de Janeiro. e mesmo a pedra-sabão. As pedras eram de tamanho variável. onde não existia a disponibilidade de cal. e acabamento irregular. ou o barro. 34 . Pedras menores eram colocadas para calçar as maiores. até 40 cm na maior dimensão. arenitos ou pedra de rio e granitos.03/04/2016 Forro Abobadado e Forro em Esquife Alvenaria De Pedra Técnica preferida das igrejas de Ouro Preto • • • As pedras utilizadas eram calcários. As argamassas eram de cal e areia. sem qualquer trabalho de aparelhagem. em Minas.

às vezes. Cantaria • • É o serviço utilizando a pedra lavrada de maneira precisa de modo que as peças se ajustam perfeitamente umas sobre as outras sem o auxílio de argamassa aglutinante. para auxiliar na vedação. É um serviço sofisticado. que exige profissional bastante habilitado . 35 . óleo de baleia como adesivo. Esta técnica é mais utilizada para muros exteriores. é dispensada a argamassa.03/04/2016 Canjicado • Na alvenaria de pedra seca. As paredes têm grande espessura (0. As pedras maiores são contornadas por pedras menores.60 a 1. Para o assentamento rigoroso.00 m) e são assentadas com a ajuda de formas de madeira. utilizam-se grampos metálicos e.

03/04/2016 Fundações • Nas construções. na maioria das vezes de alvenaria de pedra. • A parte enterrada não era afeiçoada em seção quadrada. Enxaimel 36 . • Neste caso. as peças de madeira que formam os esteios são enterradas no solo com 2 a 4 m de profundidade. eram utilizadas sempre fundações diretas. mas mantinha a seção do tronco original. Esta parte do esteio é popularmente chamada de nabo e recebia um tratamento contra o apodrecimento e contra e fungos. A exceção fica com as construções estruturadas com esteios – o pau-a-pique e o enxaimel.

03/04/2016 Pau-a-Pique Fundação do Pau-a-Pique 37 .

Pode ser derramado depois de uma ou duas fiadas prontas. ou apenas rejuntada com calda.03/04/2016 Fundações – Pedra • Para as outras técnicas. às vezes com barro. os alicerces eram sempre a alvenaria de pedra. às vezes seca. A calda é um barro muito liquefeito. Arquitetura Colonial Brasileira 38 . que pode ser derramado e preenche os vazios entre as pedras.

– Ruínas das Missões Jesuíticas Guarani em São Miguel das Missões. Arquitetura colonial • Patrimônio Mundial pela UNESCO Centros históricos de Salvador. – Barroco. • Correntes estilísticas da Europa – Renascimento. – – – – – – – 39 . São Luís do Maranhão. Santuário do Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo. Olinda. Ouro Preto. Diamantina. Goiás Velho. – Neoclássico. – Maneirismo.03/04/2016 Arquitetura colonial • Arquitetura colonial – Desde 1500 (ano da invasão) até 1822 (ano da independência).

40 . no Noroeste do Rio Grande do Sul. no município brasileiro de Congonhas. estado de Minas Gerais. O santuário está localizado no morro do Maranhão. integrante dos chamados Sete Povos das Missões. localizado no pequeno município de São Miguel das Missões. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo é um conjunto de ruínas da antiga igreja de São Miguel Arcanjo. um adro (área externa das igrejas) com esculturas de Doze Profetas feitas por Aleijadinho e seis capelas com cenas da Paixão de Cristo. e um dos principais vestígios do período das Missões Jesuíticas dos Guarani em todo o mundo. Brasil.03/04/2016 O Santuário de Bom Jesus de Matosinhos é um conjunto arquitetônico e paisagístico formado por uma basílica.

• Fortificação ao redor do povoamento. largos e casas. • Primeiras ruas. – Arquiteto Luís Dias -> desenhou a capital da colônia • Palácio do governador. • Igrejas. 41 .03/04/2016 Arquitetura colonial • Salvador como sede do Governo-Geral (Tomé de Souza).

• Defesa. – Cidade baixa -> abrigada as áreas comercial e portuária. • Grandes obras urbanísticas do Recife – Governo do Conde João Maurício de Nassau (1637-1643) -> aterramento e construção de pontes. canais e fortes. Olinda e Rio de Janeiro -> cidade alta e cidade baixa – Cidade alta -> abrigava a parte habitacional e administrativa. Arquitetura colonial • Relativa regularidade dos traçados das ruas – Exemplo: Felipeia da Paraíba (atual João Pessoa). 42 . Porto e Coimbra.03/04/2016 Arquitetura colonial • Salvador. • Tal organização lembrava a organização das principais cidades portuguesas. traçada por Francisco Frias de Mesquita. em 1615. como Lisboa.

03/04/2016 Arquitetura colonial • No Rio de Janeiro -> maior obra de infraestrutura do Brasil colônia -> Aqueduto da Carioca (1750). • Grande intervenção urbanística -> destruição de um morro e o aterro de uma lagoa. alimentando vários chafarizes. o primeiro no Brasil colônia. • Com a chegada da Família Real Portuguesa em 1808. • O aqueduto trazia água do rio de mesmo nome ao centro da cidade. 43 . o Rio ganhou ainda o Jardim Botânico. capital da colônia desde 1767. alguns dos quais ainda existem. foi o principal foco de intervenções urbanísticas entre os séculos XVIII e XIX. Arquitetura colonial • O Rio de Janeiro.

fontes e estátuas. realizado segundo um projeto de Mestre Valentim. incluiu alamedas geométricas arborizadas. 44 .03/04/2016 O desenho do parque.

José Fernandes Pinto. 45 . Engenheiro Militar. Rio de Janeiro.03/04/2016 Jardim botânico Largo do Paço.

Arquitetura colonial • Arquitetura Militar – Construção de fortes. – Deformada para se adaptar à topografia. Ouro Preto. – Influência do estilo tardo renascentista ou maneirista. – Guaritas intercaladas. – Planta quadrangular ou poligonal.03/04/2016 Palácio dos Governadores. 46 . José Fernandes Pinto. – Base em pedra nua. Engenheiro Militar. Forte São Tiago da Bertioga em SP.

• Com o progresso da civilização -> adobe e pedra. governo colonial palácios do • Início -> taipa e palha.03/04/2016 Forte São Marcelo. Salvador-BA. 47 . Arquitetura colonial • Arquitetura civil – Residências. com reforços de madeiramento e cobertura de telhas. engenhos.

Boneca – saliência de alvenaria onde é fixada a grade de portas e de janelas. como Salvador. em geral embutido na parede. podendo atingir quatro pavimentos em alguns centros importantes. Balanço – elemento com apoio e contrapeso numa extremidade e com a outra livre. Beiral – parte saliente da cobertura. 48 . enquanto as mais nobres podiam ter um segundo pavimento . Baldrame – parte do embasamento entre o alicerce e a parede.ou até mais. Vocabulário • • • • • • • • • • Adobe – tijolo de barro seco ao ar e não cozido. São Luís e Recife. Esquadria. Amarração – disposição dos tijolos. Alicerce – base que serve de apoio às paredes de uma construção.sendo então chamadas sobrados . Algeroz – tubo de descida de águas pluviais.03/04/2016 Arquitetura colonial Nas vilas e cidades grandes parte das residências era de um só pavimento. Caixilho – quadro de madeira ou metal que serve de estrutura para vidro ou painel de vedação. Alizar – peça de madeira que cobre a junta entre a esquadria e a parede.

03/04/2016 Alizar Caixilhos Amarração 49 .

Clarabóia – vãos na cobertura. Coluna – suporte de seção cilíndrica. Duplex – apartamento com dois pisos superpostos. 50 .03/04/2016 Vocabulário • • • • • • • • • • • Calha – conduto de águas pluviais. areia. em geral protegido por vidros. Costela – tábua colocada a cutelo para sustentação. Dependência para empregados. Concreto armado – aglomerado de cimento. Edícula – pequena casa. brita e água + aço. brita e água. areia. destinada a dar maior aderência ao revestimento final. Conduíte – conduto flexível. Capialço – acabamento nos vãos entre a grade (marco) e o paramento da parede. Concreto – aglomerado de cimento. Chapisco – primeira camada de revestimento de paredes e de tetos.

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Espera – ferragem ou tijolos salientes para amarrar futuros aumentos da construção. Estronca – escora de madeira. Peça que cobre a fechadura ou interruptor. concreto ou ferro que se crava no terreno como base para uma construção. Espelho – face vertical de um degrau. Forro falso – forro que se coloca após a construção de laje ou de coberta e independente dela. Esconso – torto. Estaca – peça de madeira. 53 . Forro – vedação da parte superior dos compartimentos da construção. Flecha – distância entre a posição reta e a fletida de uma viga ou peça. quando embutidos. não paralelo.03/04/2016 Vocabulário • • • • • • • • • • • Emboço – segunda camada com que se reveste uma parede. Folha – parte móvel da esquadria. Empena – parede em forma de triângulo acima do pé-direito.

03/04/2016 Espera 54 .

03/04/2016 Vocabulário • Fundação – conjunto de obras sobre as quais se apoia uma construção. 55 . • Jirau – pequeno piso colocado a meia altura.elemento vazado que forma a esquadria. • Mão francesa – peça inclinada que serve de apoio e reduz o vão do balanço. • Osso – sem revestimento. • Grade . • Longarina – o mesmo que viga. • Junta – espaço ou intervalo colocado entre dois elementos. • Pilar – elemento de sustentação tendo seção poligonal.

Aula 07 112 56 .03/04/2016 Desenho Técnico .Aula 07 111 Desenho Técnico .

Aula 07 114 57 .03/04/2016 Desenho Técnico .Aula 07 113 Desenho Técnico .

03/04/2016 Jirau Mão francesa 58 .