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EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR CESAR AUGUSTO BEARSI
JUIZ DE DIREITO DA JUSTIÇA FEDERAL NO ESTADO DO MATO
GROSSO

REFERENCIA AUTOS Nº 0009672-72.2016.4.01.3600
UBIRATAN DE MAGALHAES BARBALHO, BRASILEIRO, PORTADOR DE
RG Nº 813860, CPF Nº 28961706691, RESIDENTE E DOMICILIADO À RUA W-3, QD
3 CASA 12, JARDIM BELA MARIANA, CUIABA/MT, NESTA REPRESENTADO POR RUY
DE SOUZA GONÇALVES, BRASILEIRO,CASADO, CPF Nº 400607767/00, OAB/MT Nº
12133, COM ESCRITORIO A RUA ERICO VERISSIMO Nº 61, BAIRRO SANTA CRUZ,
CUIABA, MATO GROSSO VEM A PRESENÇA DE VOSSA EXCELENCIA EXPOR E
AO FINAL REQUERER:

Urgencia para a concessão
da liminar, impugnando a peça
contestatória.
O REQUERIDO COM NITIDA MÁ-FÉ
PROCESSUAL APORTA AOS AUTOS PEÇAS PROCESSUAIS QUE
NADA TEM A VER COM O PROCESSO ADMNISTRATIVO QUE SE
VISA ANULAR. APORTA PROCESSO ADMNISTRATIVO EXTINTO
SEM DEFESA (FLS 1675/1682) E AÇÃO CIVIL PUBLICA
PRATICADA (FLS 1617/1674) SOBRE PROFISSIONAL FORA DE
SUAS ATIVIDADES PUBLICAS, EM SEU CONSULTORIO, E NULA
TAMBEM.
EXPOE:

OCORRERAM PELO GAECO PRODUÇÃO DE PROVAS
ILICITAS E PROMOVIDAS POR ORGÃO SEM CAPACIDADE DE
PRODUZI-LAS EM ACORDO COM SUA PROPRIA LEI DE
CRIAÇÃO LEI COMPLEMENTAR N° 119, DE 20 DE DEZEMBRO
DE 2002.
O GAECO É QUEM PRODUZIU AS REFERIDAS
PROVAS, O PROCESSO ADMINISTRATIVO NO CRM É NULO,
POIS ADVEIO DE PEDIDO DE PROVIDENCIAS DO GAECO.

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APLICAMOS AGORA O PRINCIPIO DA CONTAMINAÇÃO E
PODENDO SER ADITADO A QUALQUER MOMENTO, POR SEREM PROVAS
ILICITAS E ALIÁS NENHUM ATO ILICITO FOI COMETIDO POIS OCORREU
SIMULAÇÃO E FLAGRANTE PREPARADO. O REQUERIDO CHEGOU A SER
PRESO NA ULTIMA PREPARAÇÃO INVESTIGATORIA REALIZADA PELO
GAECO. (DOC 1)

O ATO QUE DEU INICIO AO PROCESSO ETICO PROFISSIONAL ADVEIO DE INQUERITO
INVESTIGATIVO COM AUSCULTAS E GRAVAÇÕES ILICITAS, REALIZADAS POR ORGÃO SEM
CAPACIDADE LEGAL PARA TAL:

Ementa: PROVA ILÍCITA. GRAVAÇÃO CLANDESTINA. Em
respeito ao artigo 5º , LVI , da Constituição da República, as provas, entre
elas, as gravações e reproduções de qualquer espécie, somente são válidas
se obtidas por meios lícitos. TRT-3 - RECURSO ORDINARIO: RO
00878201213603009 0000878-76.2012.5.03.0136
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes:
LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos;

E AINDA FOI O GAECO QUEM COLHEU AS PROVAS DO
INQUERITO ABERTO, SENDO COMPETENCIA DE DELEGADO DE POLICIA.

LEI COMPLEMENTAR N° 119, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2002.
Cria o Grupo de Atuação Especial contra o
Crime Organizado no Estado de Mato
Grosso, e dá outras providências.

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Art. 5º Os inquéritos policiais de atribuição do GAECO serão
presididos por Delegados de Polícia.
INTERESSANTE QUE O PROPRIO MINISTERIO PUBLICO
ESTADUAL AB INITIO ASSIM SE FIRMOU SOBRE O FLAGRANTE
PREPARADO
http://www.midianews.com.br/cotidiano/crmabre-sindicancia-e-deve-punir-o-medico-ubiratan/40285
“Apesar dos vídeos, o MPE alertou que um inquérito policial só
poderá ser aberto quando tiver provas cabíveis para tal, já que
as gravações foram usadas apenas como instrumento de

e as pessoas apenas
fingiram necessitar do atestado.”
verificação

do

ato

E QUEM FOI QUE ABRIU O INQUERITO? O GAECO!
DA ANALISE DOS DEPOIMENTOS DOS ARTISTAS
POLICIAIS ENVIADOS PELO GAECO QUE FRAUDARAM UMA
CONSULTA MEDICA, E COM FLAGRANTE PREPARADO, E COM A
CONTESTAÇÃO FUNDAMENTANDO--SE QUE:

VEJAMOS A CONTESTAÇÃO DO CRM:

TODAS AS PROVAS DOCUMENTAIS E TESTEMUNHAIS SÃO
ORIUNDAS DE UM VERDADEIRO INQUERITO ILEGAL REALIZADO PELO
GAECO.
TODO O ATO DE CASSAÇÃO É NULO.
NÃO FOI O DELEGADO DE POLICIA QUE ABRIU
INQUERITO. O PROPRIO MP AFIRMOU.

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FOI O GAECO QUE AB INITIO INSTAUROU
MICROFONE PARA 3 POLICIAIS SIMULAREM DOENÇA E APÓS
ENVIO AO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA PARA
PROVIDENCIAS.
POR AUTORIDADE NÃO COMPETENTE PARA O INQUERITO O PROCESSO É
NULO.
POR SIMULAÇÃO TAMBEM.
POR PREPARAR PARA FLAGRANTE PREPARADO, EM QUE O AUTOR CHEGOU
A SER RETIDO PARA SER LEVADO PRESO ( OS POLICIAIS DO GAECO
DESISTIRAM NA ULTIMA HORA, BATENDO NELE E DEPOIS VIRAM A BESTEIRA
QUE
HAVIAM FEITO E O SOLTARAM), TAMBEM É NULO. (DOC 1,
DECLARAÇÃO DE PUNHO DO REQUERENTE).

EXPOE AINDA QUE:
Ementa: PROVA
ILÍCITA. GRAVAÇÃO CLANDESTINA. Em respeito ao artigo 5º , LVI ,
da Constituição da República, as provas, entre elas, as gravações e
reproduções de qualquer espécie, somente são válidas se obtidas
por meios lícitos. TRT-3 - RECURSO ORDINARIO: RO
00878201213603009 0000878-76.2012.5.03.0136
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade,
à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios
ilícitos;
SIMULAÇÃO NÃO É ATO LICITO.
http://www.limalopes.com.br/v2/?p=3455
O argumento do Desembargador Altino Pedrozo
dos Santos foi que ao apresentar atestado médico com o com o
Código Internacional de Doença, CID Z -Z76.5 – Pessoa fingindo

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ser doente (simulação consciente), fica caracterizado motivo
suficiente para abalar a confiança necessária para a manutenção
do contrato de trabalho, sendo portanto valida a demissão por
Justa Causa, nos termos do art. 482 “a” da CLT.
PORTANTO

SIMULAR

DOENÇA

É

ATO

ILICITO.

A JUNTADA DE DOCUMENTOS NOVOS,
NADA CONDIZENTES A ÉPOCA DO PROCESSO
ADMINISTRATIVO QUE SE VISA ANULAR, A RIGOR
DEVERIAM SER, POR PRESUNÇÃO DA INOCENCIA, DETERMINADOS A
SEREM EXTRAIDOS DOS AUTOS, POR SEREM DOIS PROCESSO NÃO
FINDOS, POIS DELES IREMOS RECORRER. E NADA DIZEM RESPEITO AO
QUE SE VISA JULGAR E JÁ ACONTECEU.

NÃO ESQUECER QUE TODA A TRAMA PROCESSUAL É NULA
POIS FOI EFETUADA PELO GAECO, SENDO ESTE INCOMPETENTE PARA O
CASO EM APREÇO:

PARA UMA LEITURA ACADEMICA, O PRINCIPIO DA
CONTAMINAÇÃO POR:
Por: Carlo Velho Masi https://canalcienciascriminais.com.br/author/carlovelho-masi/
“O princípio da contaminação, que tem sua origem no caso Silverhorne Lumber & Co.
v. United States, em 1920, aponta que um vício se transmite a todos os elementos
probatórios obtidos a partir do ato maculado, literalmente contaminando-se com a
mesma intensidade. Dessa forma, devem ser desentranhados tanto o ato originalmente
viciado como todos os que dele derivem ou decorram, pois igualmente ilícitas são as
provas que deles se obteve (LOPES Jr., 2011, p. 585-586).
A famosa expressão fruits of the poisonous tree (frutos da árvore envenenada) teria
sido cunhada pelo juiz Frankfurter, da Suprema Corte norte-americana, no caso

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Nardone v. United States, em 1937. A lógica por trás da teoria é que a árvore que está
envenenada gerará frutos que estarão igualmente contaminados (por derivação).
são também inadmissíveis (além das provas ilícitas, assim entendidas as obtidas em
violação a normas constitucionais ou legais, cuja inadmissibilidade já constava do art.
5º, inc. LVI, da Constituição Federal) as provas derivadas das ilícitas, “salvo quando
não evidenciado o nexo de causalidade entre umas e outras, ou quando as derivadas
puderem ser obtidas por uma fonte independente das primeiras”. A consequência
jurídica da ilicitude por derivação é a inadmissibilidade da prova produzida, o que
importa seu desentranhamento dos autos.
Para a doutrina (EBERHARDT, 2016. p. 219-220), as provas ilícitas, ilegais, vedadas
ou proibidas constituem uma categoria na qual se incluem as provas ilícitas stricto
sensu (obtidas pela infração de normas constitucionais ou regras penais materiais) e as
ilegítimas (obtidas pela violação de normas de direito processual penal). A prova
ilícita stricto sensu é inadmissível e deverá ser desentranhada dos autos. Para
GRINOVER (1996, p. 47-48):
“as provas ilícitas, sendo consideradas pela Constituição inadmissíveis, não são por
esta tida como provas. Trata-se de não-ato, de não-prova, que as conduz à categoria da
inexistência. Elas simplesmente não existem como provas: não têm aptidão para
surgirem como provas”.
Por outro lado, a prova ilegítima admite renovação ou retificação, caso não tenha sido
sanada, na forma dos arts. 572 e 573 do CPP. Primeiro, é preciso definir se a prova é
ou não admissível. Uma vez considerada ilícita a prova, deve-se verificar se essa
ilicitude produziu contaminação em outras ou, até mesmo, na sentença. Segundo o STF,
“A doutrina da ilicitude por derivação (teoria dos ‘frutos da árvore envenenada’)
repudia, por constitucionalmente inadmissíveis, os meios probatórios, que, não
obstante produzidos, validamente, em momento ulterior, acham-se afetados, no entanto,
pelo vício (gravíssimo) da ilicitude originária, que a eles se transmite, contaminandoos, por efeito de repercussão causal” (STF, RHC 90.376/RJ, j. 03.04.2007, rel. Min.
Celso de Mello)
Pelo art. 564, inciso IV, do Código de Processo Penal, haverá nulidade por omissão
de formalidade que constitua elemento essencial do ato. Já o art. 573, §1º, do mesmo
diploma legal, afirma que “A nulidade de um ato, uma vez declarada, causará a dos
atos que dele diretamente dependam ou sejam consequência”.
Pela leitura dos artigos de lei pode-se concluir que não haverá contaminação quando
não ficar evidenciado o nexo de causalidade entre a prova ilícita e aquela dela
derivada. Além disso, observa-se que não haverá contaminação quando uma prova
puder ser obtida por uma fonte independente da ilícita (aquela que por si só, seguindo
os trâmites típicos e de praxe, próprios da investigação ou instrução criminal, seria
capaz de conduzir ao fato objeto da prova). E, por fim, que a prova ilícita (e a dela
derivada) deverá ser desentranhada dos autos e inutilizada em incidente próprio – art.
157, § 3º, do CPP (LOPES Jr., 2011, p. 940).

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Na independent source doctrine (doutrina da fonte independente), cunhada a partir do
caso Nex v. Williams, de 1984, se “o órgão da persecução penal demonstrar que
obteve, legitimamente, novos elementos de informação a partir de uma fonte autônoma
de prova — que não guarde qualquer relação de dependência nem decorra da prova
originariamente ilícita, com esta não mantendo vinculação causal —, tais dados
probatórios revelar-se-ão plenamente admissíveis, porque não contaminados pela
mácula da ilicitude originária” (STF, RHC 90.376/RJ, j. 03.04.2007, rel. Min. Celso de
Mello). Já através da inevitable discovery doctrine (doutrina da descoberta inevitável),
que notabilizou-se no caso Caso Murray v. United States, de 1988, as provas derivadas
da ilícita poderiam, de qualquer modo, ser descobertas de outra maneira, sendo
possível, então, validá-las. No entanto, a carga de provar que a descoberta era
inevitável compete inteiramente à acusação.
Tanto a teoria da fonte independente, quanto a do encontro inevitável, atacam o nexo
causal e servem para mitigar a teoria da contaminação, restringindo ao máximo sua
eficácia e elevando o arbítrio judicial no reconhecimento da derivação da ilicitude.
Em geral, os tribunais tratam do “nexo causal” de maneira muito restritiva para
verificar o alcance da contaminação. Assim, acabam tornando lícitas provas que estão
contaminadas, sob o argumento de que não foi demonstrada claramente a relação de
causa e efeito, de modo que não existiria conexão com a prova ilícita ou que essa
ligação seria muito tênue ( LOPES Jr., 2011, p. 586).

A questão que se coloca é que, quando se fala em prova, o pressuposto é
de que já se esteja na fase processual propriamente dita, ou seja, que já
tenha sido recebida a acusação e citado o réu (angularização). Portanto,
a teoria da ilicitude por derivação, prevista no §1º do art. 157 do CPP,
trata do regime de exclusão das provas derivadas das ilícitas no âmbito
processual. Ocorre que, com a advinda da lei nº 13.245/2016, que alterou
o artigo 7º do Estatuto da Advocacia e da OAB (lei 8.906/1994), agora há
expressa previsão legal de nulidade no âmbito das investigações
preliminares (fase pré-processual) por ausência de atuação do advogado
previamente constituído. E nesta seara fala-se em meros indícios, já que ainda não
há acusação formal.
A lei prevê que o advogado tem o direito de assistir a seus clientes investigados durante
a apuração de infrações, sob pena de nulidade absoluta do respectivo interrogatório ou
depoimento e, subsequentemente, de todos os elementos investigatórios e probatórios
dele decorrentes ou derivados, direta ou indiretamente.
A ilicitude implica a nulidade absoluta do ato, aplicando-se a teoria da nulidade
derivada (art. 573, §1º, do CPP), segundo a qual, tal como a prova derivada da ilícita

“A nulidade de um ato, uma vez declarada,
causará a dos atos que dele diretamente dependam
ou sejam consequência”.

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A meu ver, a alteração legislativa reforça a aplicação dos arts. 157 e 573 do CPP
também a elementos investigatórios ilícitos, que resultam em nulidades absolutas nos
autos não apenas do processo, mas da própria investigação (pouco importando o órgão
que a conduza).
Na prática, a observância desse regramento deveria ser evidente. Afinal, são ilícitos os
elementos obtidos por autoridades estatais que somente tiveram acesso a eles em razão
de uma prova originalmente ilícita. Ora, uma confissão extorquida mediante tortura
nos autos de inquérito em que o acusado indica onde se encontra o produto do crime, o
qual vem a ser regularmente apreendido, é um ato investigatório ilícito que padece de
nulidade absoluta e deve ser desentranhado dos autos. Naturalmente, tudo que decorrer
deste ato, inclusive a apreensão do objeto, é imprestável.
Logo, é possível afirmar que a teoria dos frutos da árvore envenenada é passível de
aplicação a partir de atos de investigação preliminar ilícitos que padeçam de
nulidade, e não apenas de atos processuais, contaminando todos os elementos deles
decorrentes. São inadmissíveis os atos investigatórios ilícitos por derivação, devendo
ser desentranhados dos autos.”

ALEM DO MAIS:

EXCELENCIA, QUANDO MENCIONAMOS A
DESPROPORCIONALIDADE E NITIDO DESCOMPASSO
EM CASSAR UM DIPLOMA DE UM MEDICO COM 3
FLAGRANTES
ILCITOS,
VEMOS
QUE
SE
COMPARADOS
COM
OS
JULGAMENTOS
DO
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DE MATO
GROSSO, O JULGAMENTO DO REQUERENTE FOI
TOTALMENTE À NUREMBERG.

COM 3 FLAGRANTES PREPARADOS (CHEGOU A OCORRER
PRISÃO, DOC 1), E COLHIDOS PELO GAECO E FILMAGEM COM
GRAVAÇÃO ORAL SEM DECISÃO/PERMISSÃO JUDICIAL, ATO NULO
EM QUALQUER SISTEMA JURIDICO DO MUNDO:

Ementa: PROVA ILÍCITA. GRAVAÇÃO CLANDESTINA.
Em respeito ao artigo 5º , LVI , da Constituição da República, as

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provas, entre elas, as gravações e reproduções de qualquer
espécie, somente são válidas se obtidas por meios lícitos. TRT-3
- RECURSO ORDINARIO: RO 00878201213603009
0000878-76.2012.5.03.0136
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade,
à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios
ilícitos;

E COM ESTAS 3 CONSULTAS COM SIMULAÇÃO DE
DOENÇA, COLHIDAS DE FORMA ILEGAL, NÃO
RESPEITANDO A LEI COMPLEMENTAR N° 119, DE 20
DE DEZEMBRO DE 2002. - ( CASSARAM O DIPLOMA
DE UM MEDICO).

AGORA QUANDO UM MEDICO ERRA NUMA
LIPOASPIRAÇÃO, OPERANDO EM LUGAR
SEM
CONDIÇÕES
TECNICAS
APROPRIADAS
PARA
REALIZAR
A
CIRURGIA, E A PACIENTE MORRE, NESTE
MESMO
CONSELHO
REGIONAL
DE
MEDICINA A PENA FOI ADVERTENCIA,
VEJAMOS:
http://www.gabrielasoudapaz.org/memorial/81-Rosimere-Aparecida-Soares.htm

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Em 21/12/2009 há exatos dois anos, a gerente administrativa Rosimere Aparecida
Soares, de 30 anos, morria durante uma cirurgia de lipoaspiração, comandada pelo
cirurgião plástico Samir Kehdi. De acordo com a necropsia ela morreu por conta de um
choque hipovolêmico causado pela perfuração da veia cava inferior, responsável por
colher o sangue dos membros inferiores. A lesão pode ter sido provocada pela cânula
usada na cirurgia.
O médico Samir Kehdi foi condenado pela juíza Maria Cristina de Oliveira Simões, da
9ª Vara Criminal de Cuiabá, a um ano e quatro meses de detenção, que foram revertidos
em prestação de serviços comunitários no Hospital do Câncer.
Ele havia sido indiciado em inquérito policial por homicídio culposo com aumento
de pena por inobservância de regras técnicas. O inquérito foi presidido pela

Uma perícia
realizada no consultório do médico constatou
diversas irregularidades, como o nãofuncionamento do equipamento de gerador e
armazenamento irregular do aparelho de
esterilização de materiais cirúrgicos.
delegada Ana Cristina Feldner, do Cisc Verdão.

Kehdi ainda foi condenado pelo Conselho
Regional de Medicina (CRM) à censura
pública. Para a defesa da família de Rosimere, a pena foi "branda". Os
advogados da mãe de Rosimere, Suede Clemente Soares, vão recorrer da decisão junto
ao Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília. Eles também devem recorrer da
condenação criminal.
A defesa da mãe da vítima também moveu uma ação cível para reparação de perdas e
danos morais e materiais. Neste caso, ainda não houve julgamento.
"Basta com os erros médicos"
Está na câmara dos deputados o Projeto de Lei 6867/2010 que visa avaliação dos
profissionais de saúde.
A ligação é gratuita 0800 619-619. Ligue e nos ajude nessa luta que é de todos nós.

Edição nº 12047 24/02/2008 DIARIO DE CUIABA

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Rosimere não é 1ª vítima

Marido de Zaira Zeferino denuncia que sua mulher morreu em decorrência de procedimento
conduzido por Samir Kehdi em 99
ALEXANDRE APRÁ
Especial para o Diário

A gerente comercial Rosimere Aparecida Soares, de 30 anos, não foi a primeira mulher a morrer
durante um procedimento cirúrgico comandado pelo cirurgião plástico Samir Kehdi.

A empresária Zaira Zeferino, de 38 anos, morreu enquanto era submetida a uma lipoaspiração
no dia 22 de junho de 1999, na mesma clínica em que Rosimere foi vitimada. A denúncia é feita
pelo marido da paciente, o empresário Eduardo Zeferino.

Além de Samir, o anestesista também era o mesmo que participou da cirurgia de Rosimere,
Celso Aratami. Segundo o viúvo de Zaira, ao perceber o agravamento do estado de saúde da
paciente ainda na clínica, Samir chamou uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(Samu) e ela foi levada ao antigo Hospital das Clínicas, na avenida São Sebastião.

O empresário pondera que a esposa não poderia realizar essa cirurgia porque tomava remédios
anti-depressivos controlados. “Ela realmente omitiu essa informação ao médico”, confessa.
Ele ainda relata que o Conselho Regional de Medicina (CRM), na época, chegou a proibir Samir
Kehdi de realizar procedimentos cirúrgicos na sua clínica. “Ficou constatado que, se houvesse
uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), minha mulher poderia ter sobrevivido”.

O médico José Fernando Vinagre, então presidente do CRM em 1999, disse à reportagem que
a princípio não se recordava do caso, mas prometeu que vai apurar a existência do processo
administrativo junto aos arquivos do órgão nesta semana. Hoje, José Fernando, além de conselheiro
em Mato Grosso, também é membro da Corregedoria do Conselho Federal de Medicina (CFM),
em Brasília.

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Em depoimento prestado no último dia 30 de janeiro, à delegada Ana Cristina Feldner, do Cisc
Verdão, que conduz a investigação policial, Samir afirmou que, em toda a sua carreira profissional,
nunca teve outro caso de morte de paciente durante cirurgias que conduzia.

Porém, Kehdi revelou já terem acontecido apenas algumas “intercorrências”, mas não explicou
quais seriam.

Na opinião de Eduardo Zeferino, as mulheres andam tão preocupadas com a beleza e em manter
o corpo em forma que se esquecem de se preocupar com outras questões da saúde do corpo.
Ele também classifica profissionais da estética como uma “máfia”. “Eles não querem nem saber das
conseqüências para a saúde do paciente. Querem mesmo é ganhar dinheiro”, conclui.
Procuradas pela reportagem, as secretárias da clínica de Samir Kehdi disseram que o médico
não se pronunciaria sobre o caso. Há alguns dias, a clínica do cirurgião instalada na rua Cândido
Mariano não funciona mais. Agora, Samir atende em uma nova unidade, no bairro Santa Rosa,
em Cuiabá.

A MAIOR PENA COM O RECURSO DOS
FAMILIARES AO CONSELHO FEDERAL DE
MEDICINA FOI DECIDIDO APÓS 5 ANOS , O CRIME
OCORREU EM 2007.

A MAIOR PENA FOI SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES
POR 30 DIAS. TIROU FÉRIAS.:
http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/9/materia/319923Sexta, 30 de
março de 2012, 16h40

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ERRO MÉDICO

CFM suspende cirurgião Samir Kehdi
por morte em MT
Welington Sabino, repórter do GD

Por determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM) o cirurgião plástico Samir
Kehdi, condenado pela morte de Rosimere Aparecida Soares em 2007 durante uma
lipoaspiração, vai suspender suas atividades profissionais por 30 dias, a partir de 1º de
abril. Apesar da punição no órgão no processo ético-profissional instaurado para
investigar a culpa do médico pela morte da paciente, ser ter sido a suspensão das
atividades por um mês, Kehdi diz não concordar com a punição, mas garante que vai
cumpri-la.
Após os 30 dias de suspensão, Samir Kehdi retomará o atendimento em sua clínica, em
Cuiabá, “primando por prestar serviços da mais alta qualidade aos pacientes, qualidade
esta que o levou a atingir a marca de mais de 25 mil procedimentos realizados ao longo
de sua trajetória profissional”, diz ele por meio de uma nota onde destaca que é membro

acumula 32
da atividade

titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e

anos de exercício
profissional.
Entenda o caso

A gerente administrativa Rosimere Aparecida Soares, então com 30 anos, morreu em
dezembro de 2007 enquanto era submetida a 6 intervenções cirúrgicas realizadas pelo
médico Samir Kehdi em uma clínica no centro de Cuiabá. Kehdi foi condenado, em
primeira instância, a cumprir pena de 1 anos e 4 meses, ao recorrer da sentença, teve a
punição aumentada para 2 anos de detenção mas revertida em prestação de serviços
comunitários. O Conselho Regional de Medicina (CRM) reconheceu que houve
imprudência por parte do médico e o puniu em abril de 2011, com censura pública o que
não impedia Kehdi de continuar normalmente no exercício da profissão. Agora no CFM
foi punido com suspensão de 30 dias em suas atividades como médico.

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E AINDA O LAUDO MEDICO DO INSTITUTO
MÉDICO-LEGAL COMPROVOU O ERRO
MEDICO QUE MATOU A PACIENTE!
http://www.copopular.com.br/saude/id102736/erro_medico__acoes_na_justica_aumentam_300___em_mt
Bisturi fatal
Um dos casos mais polêmicos de erro médico envolveu o cirurgião Samir Khedi. Ele foi
condenado por homicídio culposo (sem intenção de matar) por ter cometido erro médico
durante um procedimento cirúrgico que levou à morte Rosimeire Aparecida Soares, no
final de dezembro de 2007.

O laudo emitido pelo Instituto Médico-Legal, na época, comprovou que houve erro
médico, uma vez que Rosimeire morreu de choque hipovolêmico (perda de sangue),
provocado por lesão na veia cava inferior, em consequência de uma
perfuração. Rosimeire se submeteu a várias intervenções cirúrgicas realizadas por
Khedi, entre elas: lipoaspiração do abdome e culote, enxerto nas nádegas e na
panturrilha, correção de nariz e axila.
CONTINUEMOS
IMPUGNANDO
ALGUNS
PONTOS
DIVERGENTES DO PROCESSO ADMNISTRATIVO E QUE A REQUERIDA
APORTOU AGORA:

LEI COMPLEMENTAR N° 119, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2002.
Cria o Grupo de Atuação Especial contra o
Crime Organizado no Estado de Mato
Grosso, e dá outras providências.
O GAECO TEM COMO FUNÇÃO PRIMORDIAL A ATUAÇÃO
ESPECIAL CONTRA O CRIME ORGANIZADO.
UM PSQUIATRA, EM CONSULTORIO, CONSULTANDO
POLICIAIS
ARMADOS SIMULANDO DISTURBIO/DOENÇA/PROBLEMA
PSQUICO, E QUE FORNECE RECEITA MEDICA ( DENTRO DO SEU ASPECTO
LEGAL E LIVRE CONVENCIMENTO ( IGUAL AOS DOUTOS MAGISTRADOS
EM ALGUMAS DECISOES).,

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E AINDA PARA PRESERVAR A VIDA, LHE FORNECE
ATESTADO E DEMANDA RETORNO, AGEIU CORRETAMENTE E NÃO EXISTE
EM NENHUM MOMENTO NOS AUTOS COMPROVANTE DE COMPRA OU
VENDA DE ATESTADO MEDICO, QUE ALIAS É TAMBEM DE LIVIO
ARBRITIO QUE O MEDICO PODE FORNECER.
PARA PRESERVAR A VIDA:
21/09/2014 08h55 - Atualizado em 21/09/2014 09h08

Policial deve ser julgado por atirar em
médica mais de 2 anos depois em MT
Caso foi em 2012, em um posto de saúde da cidade de
Guarantã do Norte. Justiça marcou audiência de
instrução do processo para março de 2015.
Do G1 MT

Médica
foi
baleada
em Mato Grosso (Foto: G1/MT)

dentro

de

unidade

de

saúde

A Justiça deverá começar a julgar somente em março do ano que vem, mais de dois
anos após o crime, o policial acusado de atirar contra uma médica de Guarantã do
Norte, a 721 km da capital, durante uma discussão dentro de um posto de saúde na
cidade em setembro de 2012. A Justiça marcou para o dia 11 de março a audiência de
instrução e julgamento do policial, que disparou contra o tórax de uma médica. Ela
sobreviveu após passar cinco dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O caso ocorreu no dia 7 de setembro de 2012, dentro da unidade do Programa de Saúde
da Família (PSF) do bairro Santa Maria, em Guarantã do Norte. Segundo o boletim de
ocorrência, o policial já estava de licença médica e procurou a unidade para pedir um

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atestado com informações da Classificação Internacional de Doença (CID), que o
manteria afastado da sua função.
Segundo a médica, o policial chegou ao local e pediu um atestado. Ele, no entanto, não
tinha feito os exames suficientes e, por isso, a médica se recusou a fazer o documento.
A profissional, que atendia como clínica geral, teria dito ao policial que poderia
fornecer o atestado, mas o documento também dependeria de avaliação de um médico
neurologista.
saiba mais

Justiça acata denúncia contra PM acusado de atirar em médica em MT
PM que atirou em médica em MT é indiciado por tentativa de homicídio

O policial teria se irritado com a situação e declarado que faria uma denúncia contra ela
à Secretaria de Saúde; teria dito também que se os responsáveis não a removessem da
unidade, ele mesmo o faria.
Após a ameaça, a médica ligou para a Polícia Militar (PM). Enquanto ela fazia o
telefonema, o policial sacou a arma e atirou no tórax da médica. Ela foi encaminhada
para o hospital da cidade e posteriormente, internada em um hospital da cidade de
Sinop, a a 503 km de Cuiabá.
O suspeito fugiu e se apresentou à Polícia Civil um dia depois da tentativa de
homicídio. Ele entregou a arma calibre 38 utilizada no crime e preferiu manter silêncio
durante o interrogatório. Na época ele foi indiciado por tentativa de homicídio e
atualmente responde em liberdade.
O comando da PM de Guarantã do Norte disse que o policial estava afastado da
corporação após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e também por ter sintomas
de depressão. Em fevereiro deste ano, o juiz da comarca de Guarantã aceitou a denúncia
do Ministério Público Estadual (MPE) contra o policial.

EXCELENCIA ESTE TIPO DE ACONTECIMENTO É
MUITO COMUM EM CONSULTORIO DE PSQUIATRAS
QUE
ATENDEM
POLICIAIS
TOTALMENTE
DESCOMPENSADOS.

MAS, VAMOS ESCLARECER UM POUCO SOBRE ATESTADOS MEDICOS:

17

PRIMEIRAMENTE
ATESTADOS:

DA

LEGALIDADE

EM

FORNECER

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO PARANÁ
RUA VICTÓRIO VIEZZER. 84 - CAIXA POSTAL 2.208 - CEP 80810-340 - CURITIBA - PR
FONE: (41) 3240-4000 - FAX: (41) 3240-4001 - SITE: www.crmpr.org.br - E-MAIL: protocolo@crmpr.org.br

PARECER Nº 2258/2010 CRM-PR
PROCESSO CONSULTA N. º 010/2009 – PROTOCOLO N. º 19667/2009
RESOLVE:
“Art. 3º Na elaboração do atestado médico, o médico assistente
observará os seguintes procedimentos:
I - especificar o tempo concedido de dispensa à atividade, necessário
para a recuperação do paciente;
II - estabelecer o diagnóstico, quando expressamente autorizado pelo
paciente;
III - registrar os dados de maneira legível;
IV - identificar-se como emissor, mediante assinatura e carimbo ou
número de registro no Conselho Regional de Medicina.
Parágrafo único. Quando o atestado for solicitado pelo paciente ou
seu representante legal para fins de perícia médica deverá observar:
I - o diagnóstico;
II - os resultados dos exames complementares;
III - a conduta terapêutica;
IV - o prognóstico;
V - as conseqüências à saúde do paciente;
VI - o provável tempo de repouso estimado necessário para a sua
recuperação, que complementará o parecer fundamentado do médico perito, a quem
cabe legalmente a decisão do benefício previdenciário, tais como: aposentadoria,
invalidez definitiva, readaptação;

18

VII - registrar os dados de maneira legível;
VIII - identificar-se como emissor, mediante assinatura e carimbo ou
número de registro no Conselho Regional de Medicina.”

NÃO EXISTE
ATESTADO MEDICO.

VEDAÇÃO

NENHUMA

EM

FORNECER

EXISTE VEDAÇÃO EM COMETER
HOMICIDIO COM ERRO MEDICO!!!!
MAIS IMPUGNAÇÃO
DIFERENTE DO PROCESSO ADMINISTRTIVO
INICIAL ACOSTADO AOS AUTOS:

EXCELENCIA, FALTA COM A VERDADE A REQUERIDA QUANDO
AFIRMA QUE ESSAS PROVAS ( AS ILICITAS DO GAECO ) FORAM

19

COMPARTILHADAS E RECONHECIDAS
ADMINISITRATIVOS E JUDICIAIS..

PELOS

ORGÃOS

MAS NÃO CONCLUE QUE NA AÇÃO CIVIL PUBLICA SERÁ
INTENTADO RECURSO POIS É INEPTA.
AO PAD, FOI JULGADO SEM AO MENOS O AUTOR TER SUAS
TESTEMUNHAS OUVIDAS!!!!!
NO TCO , RESTOU DECISÃO COM PRESCRIÇÃO.

MAIS IMPUGNAÇÃO DIFERENTE DO PROCESSO ADMINISTRATIVO
INICIAL ACOSTADO AOS AUTOS:

Mas uma vez tenta desvirtuar o fato de
que não foi o ministério publico que
negou-se a apurar, é mentira:
“INTERESSANTE QUE O PROPRIO MINISTERIO PUBLICO
ESTADUAL AB INITIO ASSIM SE FIRMOU SOBRE O FLAGRANTE
PREPARADO
http://www.midianews.com.br/cotidiano/crmabre-sindicancia-e-deve-punir-o-medico-ubiratan/40285

20

“Apesar dos vídeos, o MPE alertou que um inquérito policial só
poderá ser aberto quando tiver provas cabíveis para tal, já que
as gravações foram usadas apenas como instrumento de

e as pessoas apenas
fingiram necessitar do atestado.””
verificação

do

ato

O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA TAMBEM
GARANTIU QUE É COMUM OS CRIMINOSOS APRESENTAREM
QUADROS DE DISTÚRBIOS:

Quem foi apurar indevidamente foi o
GAECO, querendo justamente aparecer
na mídia.
Não era função do Gaeco apurar o caso
em apreço!
ESTÁ NA LEI QUE CRIOU O GAECO!

MAIS IMPUGNAÇÃO DIFERENTE
DO PROCESSO ADMINISTRTIVO
INICIAL ACOSTADO AOS AUTOS:

21

Medico mata e leva suspensão de 30 dias
no Conselho Federal de Medicina cinco
anos após,
quando o próprio IML
AFIRMOU TER OCORRIDO ERRO
MEDICO FATAL!
TUDO PROVADO!

NO CASO EM APREÇO, NEM
NOS
VIDEOS,
NEM
NAS
GRAVAÇÕES
NÃO
TEM
UM
MOMENTO SEQUER PROVA DE
VENDA
OU
COMPRA
DE
ATESTADOS MEDICOS.

22

AS FLS 1683, O ANEXO 4-DVD;
COM AS GRAVAÇÕES DO GAECO
NÃO RETRATAM A VERDADE DAS
GRAVAÇÕES REALIZADAS NOS
CDS QUE APORTARAM E FORAM
FORNECIDAOS
PELO
CRM
E
DEGRAVADAS NA AFPL.
EM MOMENTO ALGUM NO CD APORTADO
SE FALA EM VENDA DE ATESTADO.
SE FALA EM RETORNO NA CONSULTA .
SOMENTE OUVI-LO EMBORA A INICIAL JÁ TENHA
DEMONSTRADO QUE NÃO EXISTIU VENDA DE SENTENÇA,
FARÁ O DOUTO MAGISTRADO CONFERIR A TUTELA
DEMANDADA.

PONTO
CONTROVERTIDO
NAS
DEGRAVAÇÕES É QUANDO O
REQUERENTE AFIRMA QUE OS
CORONEIS O AMAM E QUE VEM
BUSCAR ATESTADOS.

23

OS
CORONEIS
ENTÃO
NÃO
SIMULAVAM
CONSULTAS
DE
DOENÇA E COM ISTO RECEBIAM
ATESTADOS.
O RETORNO AO MEDICO, COMO
DEMONSTRADO ”OS CORONEIS ME
AMAM”, E EM PEGAR ATESTADOS
SIGNIFICAM QUE TINHA PASSADO
DA FASE DE SIMULAÇÃO E ERAM
REALMENTE DOENTES MENTAIS
NECESSITANDO OS REFERIDOS
ATESTADOS.
E NO CONSULTORIO MEDICO
TINHAM
PAZ
DE
ESPIRITO.
DIFERENTE DO QUE OCORRE NAS
CORPORAÇÕES MILITARES E É
CEDIÇO POR TODOS QUE APURAM
O
SISTEMA
E
COMO
DEMONSTRAMOS NOS AUTOS.

24

MAS, EXCELENCIA TUDO ISTO FOI
DEBATIDO
PARAGRAFO
A
PARAGRAFO, NA INICIAL.

O QUE O CRM VISA E´ SOMENTE
COMPROVAR QUE AGIU COM
NITIDA PARCIALIDADE, PORQUE:

1) A UMA: NÃO EXISTE PROVA
CONCRETA MATERIAL DE
VENDA DE ATESTADO, POIS
NÃO EXISTE RECIBO E NEM
DECLARAÇÃO DE VENDA E OU
DE COBRANÇA.

2) O ATESTADO É UM DIREITO
DO PACIENTE E UMA LIVRE
CONVICÇÃO
DO
MEDICO
ATENDENTE.
E
EM
SE
TRATANDO DE PSQUIATRRIA
COMO EXPLICADO, É MELHOR

25

FORNECER UM ATESTADO
COM SIMULAÇÃO DO QUE
NÃO
RETIRAR
DE
CIRCULAÇÃO UM POLICIAL
ARMADO E QUE PODE MATAR
A SI OU A ALGUEM.

O DIÁLOGO ABAIXO É CLARO:
O PREÇO É REFERENTE A
RETORNOS DE CONSULTA.

TEM ALGUMA PERGUNTA NOS
AUTOS DE QUANTO CUSTA
UMA
ATESTADO,
PARA
COMPROVAR
QUE
HAVIA
VENDA?

TEM ALGUM COMPROVANTE
NOS AUTOS ALGUM RECIBO
PARA COMPROVAR A VENDA
DE ATESTADO:

26

MAS O CONSELHO REGIONAL DE
MEDICINA VEM TRAZER DEPOIMENTO, DE FORMA
GRIFADA, COMO JÁ EXPLICADO QUE DIVERGE DO
CONTEUDO
DEGRAVATORIO
NA
INICIAL,
COMPROVANDO A SIMULAÇÃO E
NELE A
DEPOENTE DIVERGE DO QUE FOI CONVERSADO EM
CONSULTA E FAZ AFIRMATIVAS CALUNIOSAS:

27

MAIS IMPUGNAÇÃO
DIFERENTE DO PROCESSO
ADMINISTRTIVO INICIAL ACOSTADO AOS AUTOS:

28

QUANDO AFIRMA ISTO, NÃO TRAS AS
AUTOS A COMPROVAÇÃO DA CITAÇÃO.
ALEM DO MAIS, FOGE AO CERNE DA
QUESTÃO ACUSATORIA DE QUE NA DECISÃO O CRM
MENCIONA CRIMINALIDADE NOS REFERIDOS
AUTOS EM QUE O AUTOR FOI ABSOLVIDO.

POR
ISTO,
PELA
CRIMINALIZAÇÃO
IMPUTADA AO REQUERENTE NO PROCESSSO
ADMNISTRATIVO NO CRM/MT E PELO GAECO, É
QUE SE REPRISOU A DECISÃO DO DOUTO JUIZ
JEFFERSON SNEIDER, DESTE EGREGIO TRIBUNAL.
TANTA PREOCUPAÇÃO COM POSSIVEL
ATESTADO FORNECIDO E ACUSADO SEM PROVAS
DE TER SIDO VENDIDO E ABSOLVE MEDICOS QUE
COMETERAM HOMICIDIO E ERRO MEDICO, COMO
VEREMOS MAIS ADIANTE.

POR FIM:

29

PORTANTO:
1) OCORREU COLHEITA DE PROVAS ILICITAS
GRAVADAS SOB A FORMA DE FLAGRANTE
PREPARADO,
SEM
AUTORIZAÇÃO
JUDICIAL,
Ementa: PROVA ILÍCITA. GRAVAÇÃO CLANDESTINA. Em
respeito ao artigo 5º , LVI , da Constituição da República, as provas, entre
elas, as gravações e reproduções de qualquer espécie, somente são válidas
se obtidas por meios lícitos. TRT-3 - RECURSO ORDINARIO: RO
00878201213603009 0000878-76.2012.5.03.0136

2) REALIZADA POR ORGÃO DO MINISTERIO
PUBLICO INCOMPETENTE PARA TAL.
LEI COMPLEMENTAR N° 119, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2002.
Cria o Grupo de Atuação Especial contra o
Crime Organizado no Estado de Mato
Grosso, e dá outras providências.
Art. 5º Os inquéritos policiais de atribuição do GAECO serão
presididos por Delegados de Polícia.

30

3) TAMBEM
ILICITA
SIMULAÇÃO DE DOENÇA.

COM

4) E
SOBRETUDO
SEM
PARIDADE DE ARMAS COM
JULGAMENTO ANTERIORES:
4.1) EM UM JULGAMENTO O REU NO CRM DE
MATO GROSSO, MATA, E 5 ANOS APÓS O
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA O
SUSPENDE POR 30 DIAS, PORQUE O CONSELHO
REGIONAL DE MEDICINA INICIALMENTE
APLICOU PENA DE ADVERTENCIA.

NO PIAUI:

http://direitomedico.blogspot.com.br/2014/04/conselhocondena-quatro-medicos-por.html

terça-feira, 1 de abril de 2014
Conselho condena quatro médicos por morte de piauiense
Profissionais foram condenados por cometerem negligência e imprudência médica
O Conselho Federal de Medicina-CFM em Brasília-DF, condenou os médicos
piauienses Abimael Soares da Rocha Neto (CRM-PI 1986), Derivaldo Florentino
Gomes (CRM-PI 1034) e Lindomar Dutra de Freitas Santos (CRM-PI 1769), além do
médico alagoano Nildo Sangreman Aldeman de Oliveira (CRM-PI 930), à

censura pública.

pena de

31

A sentença é do dia 28 de janeiro de 2014 e foi aplicada por ter ficado comprovado que
os profissionais cometeram negligência e imprudência no atendimento a Raimundo
Pereira Gomes, o que resultou na morte do paciente no antigo pronto-socorro do
Hospital Getúlio Vargas. Tais atos infringiram os artigos 1º e 32º do Código de Ética
Médica. A morte do paciente ocorreu dia 17 de maio de 2005.

A SENTENÇA
A decisão foi obtida após recurso apresentado ao
Conselho Federal de Medicina-CFM pela filha da
vítima e advogada do caso, Rubenita Lessa, que
recorreu da absolvição dada pelo Conselho
Regional de Medicina do Piauí-CRM-PI.
CASO INÉDITO
É a primeira decisão do CFM que condena quatro médicos do Piauí em um mesmo
processo. Na decisão, o Conselho afirma que ficou comprovado que os médicos não
usaram todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento para com a vítima,
levando-a à morte.

OUTRO CASO DE MORTE COM
PENA NA JUSTIÇA ESTADUAL,
EMBORA MINIMIZADA E O CRM DE
MATO GROSSO ARQUIVOU:
http://www.gazetadigital.com.br/conteud
o/show/secao/9/materia/298556
Quarta, 26 de outubro de 2011, 11h15
SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS

32

Tribunal CONDENA MEDICA E CRM
ARQUIVA PROCESSO ETICO. Médica
acusada por homicídio
Gláucio Nogueira, repórter do GD
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso reformou sentença e absolveu uma médica
condenada por homicídio culposo. Por maioria de votos, a Primeira Câmara Criminal
substituiu a condenação anterior, 1 ano e 4 meses em regime aberto, por duas

penas restritivas de direito.

O caso ocorreu, na cidade de São José dos
Quatro Marcos (315km a oeste da Capital).
Na denúncia, a médica obstetra não teria tido cuidados e, ao agir com negligência, teria
concorrido, culposamente, para que o recém nascido viesse a óbito durante o
parto. O bebê nasceu enforcado com o cordão umbilical. A mãe da criança acusava a
profissional de ter deixado seu parto, natural, de lado, para realizar outro procedimento,
cesariana.

Sindicância aberta pelo Conselho Regional de
Medicina (CRM/MT) aberta para apurar a atuação da
médica foi arquivado.

AGORA OUTRO CASO, O QUE ESTÁ EM DEBATE, O
MESMO CRM DE MATO GROSSO,
A CUSTAS DO
PROGRAMA FANTASTICO COM AS FILMAGENS
ILICITAS DO GAECO, E COM PETIÇÃO DO GAECO
PARA PUNIR, AFIRMA QUE OCORREU VENDA DE
ATESTADO MEDICO,
SEM FILMAGEM DEMONSTRANDO VENDA
SEM RECIBO
OU PALAVRA VENDA,

33

SEM PALAVRA COMPRA,
OU SEM PALAVRA RECIBO NAS GRAVAÇÕES,
GRAVAÇÕES ESTAS, COMO VISTAS, ILICITAS E COM
3 SIMULAÇÕES DE CONSULTA COM FLAGRANTE

CASSAM O DIPLOMA DE
UM MEDICO QUE NÃO CAUSOU
DANO
NENHUM
NEM
AOS
PACIENTES FINGIDORES E NEM AO
PODER PUBLICO, POIS ESTAVA EM
SEU CONSULTORIO, FORA DO
HORARIO DE TRABALHO.
PREPARADO,

OCORREU ENTÃO A CASSAÇÃO DE UM
DIPLOMA DE MEDICO COM FORMAÇÃO
PROFISSIONAL DE 32 ANOS.

SENDO QUE AS FLS 1609, O CRM
ASSIM AFIRMA “ De igual modo, a
pena aplicada atende aos princípios da
razoabilidade e da proporcionalidade
diante da gravidade da conduta antiética,
Não sendo o caso, portanto de qualquer
alteração do Poder judiciário”.

34

PELO PRINCIPIO DA PARIDADE DE
ARMAS,
O
INTERVIR.

JUDICIARIO

DEVE

NITIDAMENTE OCORREU PERSEGUIÇÃO E
ALGUM TIPO DE REVANCHISMO, MENTIRA E,
DOSIMETRIA DE PENA ERRADA:

PARA OS VERDADEIROS ASSASSINOS,
MESMO NÃO DOLOSOS,
FÉRIAS DE 30 DIAS E
ARQUIVAMENTO, PARA O ATO TODO CEIFADO DE
ILEGALIDADE E NÃO PROVADO, 3 ATESTADOS
VALIDOS PORQUE FORAM FORNECIDOS POR UM
MEDICO COM DIPLOMA VALIDO, RECEITUARIOS
VALIDOS POR INTERPRETAÇÃO MEDICA, CASSAM O
DIPLOMA DE UM MEDICO,
E TUDO OCORREU
ATRAVES DE DECISÃO ADMINISTRATIVA INICIADA
DE FORMA ILEGAL ( TUDO COMEÇOU COM A
INTERVENÇÃO CENSACIONALISTA E ILEGAL PELO
GAECO).

35

E CASSARAM O MELHOR MEDICO PSQUIATRA DO
ESTADO DO MATO GROSSO!!!!!!!!!!

ESTAMOS
DIANTE
DO
INDEVIDO
PROCESSO
LEGAL.
SEM
DEFESA.
REALIZARAM FLAGRANTE PREPARADO,
FORMALIZARAM
DENUNCIA
ADMINISTRATIVA, DENUNCIA CRIMINAL
POR TRAFICO DE DROGAS ( RECEITAS
MEDICAS DE DROGAS LICITAS MEDICAS),
PROFERIDAS POR UM MEDICO E NEM
ADVOGADO
CONSTITUIDO
OCORREU
OPORTUNIDADE.

POR
FIM,
REQUER
SEJA
DETERMINADO, DESDE JÁ A
NITIDA PRATICA DE ATO DE MÁFÉ, POIS A AFIRMAÇÃO BAIXO É
TOTALMENTE DESCABIDA.:

36

EXCELENCIA: AS PAGINAS COM MARCAÇOES EM NEGRITO
SÃO DOCUMENTOS DO AUTOR, NÃO SÃO DOCUMENTOS QUE
ESTAVAM NOS AUTOS.

QUEM INGRESSOU COM A AÇÃO FOI O AUTOR E SEUS
DOCUMENTOS DE FORMA ALGUMA FEREM O ART 202 DO
CPC.

ISTO POSTO
MAIS UMA NULIDADE:

37

VEMOS REALMENTE QUE O REQUERENTE FOI
JULGADO SEM A DOSIMETRIA DA PENA
PROPORCIONAL MORMENTE PORQUE SÃO
INCAPAZES DA REDAÇÃO JURIDICA E DA
DECISÃO ADMNISTRATIVA COM CUNHO
JURIDICO.
SENÃO VEJAMOS

O OBJETIVO PARA O PROCESSO ETICO
PROFISSIONAL É A APURAÇÃO DE INDICIO DE
AUTORIA E MATERIALIDADE:
AFIRMARAM QUE OCORREU VENDA DE ATESTADO
MEDICO,
SEM FILMAGEM DEMONSTRANDO VENDA

38

SEM RECIBO
OU PALAVRA VENDA,
SEM PALAVRA COMPRA,
OU SEM PALAVRA RECIBO NAS GRAVAÇÕES,
GRAVAÇÕES ESTAAS, COMO VISTAS, ILICITAS E
COM
3
SIMULAÇÕES
DE
CONSULTA
COM

CASSAM O
DIPLOMA DE UM MEDICO QUE
NÃO CAUSOU DANO NENHUM NEM
AOS PACIENTES FINGIDORES E
NEM AO PODER PUBLICO POIS
ESTAVA EM SEU CONSULTORIO,
FLAGRANTE

PREPARADO,

E NEM CONSIDERARAM OS TESTEMUNHOS
TECNICOS DE 3 PSQUIATRAS DEFENDENDO O
FORNECIMENTO DE ATESTADO A POLICIAIS
DESCOMPENSADOS
OU
ATÉ
MESMO
SIMULADORES ATÉ QUE SE FIRME UM
DIAGNOSTICO DEFINITIVO.
REALMENTE
OS
MEDICOS
NÃO
TEM
CAPACIDADE DE JULGAR OS MEDICOS; ISTO
DITO POR UM MEDICO, DEFENDENDO O
REQUERENTE, QUE JÁ FOI VITIMA DE
PROCESSO
ADMNISTRATIVO
POREM
ABSOLVIDO NA JUSTIÇA FEDERAL. EMBREVE
APORTARÁ
A ESTE
SODALICIO
AÇÃO
INDENIZATORIA.

39

PORTANTO O JULGAMENTO É NULO, EM
ACORDANCIA COM A PROPRIA AFIRMATIVA
DA DOUTA PROCURADORA DA REQUERIDA.

ISTO POSTO

REQUER,
NESSA
PRELIMINAR:

ANALISE

1)

LIMINAR COM INTEIRA JUSTIÇA Á CONSTITUIÇÃO DA FAMILIA,
PRINCIPIO BASILAR CONSTITUCIONAL:
QUE VOSSA EXCELENCIA DETERMINE AO CONSELHO
REGIONAL DE MEDICINA QUE REINSCREVA O REQUERENTE COMO
MEDICO PSQUIATRA, COM 32 ANOS DE FORMAÇÃO MEDICA,
ENQUANTO DURAR A LIMINAR, DETERMINANDO A REVOGAÇÃO
LIMINAR DA DECISÃO DE CASSAÇÃO DE SEU DIPLOMA, ATE MESMO
COMO MEIO DE SALVAGUARDAR A VIDA DO REQUERENTE,
SUSTENTADO PELA
FILHA, PORQUE SOMENTE SABE E MUITO
PRATICAR MEDICINA NA AREA DE PSQUIATRIA E RESTOU EVIDENTE
PERSEGUIÇÃO NA DOSIMETRIA DA PENA DE 3 FLAGRANTES
PREPARADOS ASSOCIADOS A 3 CONSULTAS COM SIMULAÇÃO (CID 10

Z76.5 Pessoa fingindo ser doente)

40

INTERESSANTE QUE O PROPRIO MINISTERIO PUBLICO
ESTADUAL AB INITIO ASSIM SE FIRMOU SOBRE O FLAGRANTE
PREPARADO
http://www.midianews.com.br/cotidiano/crmabre-sindicancia-e-deve-punir-o-medico-ubiratan/40285
“Apesar dos vídeos, o MPE alertou que um inquérito policial só
poderá ser aberto quando tiver provas cabíveis para tal, já que
as gravações foram usadas apenas como instrumento de

e as pessoas apenas
fingiram necessitar do atestado.”
verificação

do

ato

O PROPRIO MP AFIRMA QUE NECESSITA DA POLICIA PARA
ABRIR INQUERITO POLICIAL. E O GAECO, PARTE DO ROPRIO
MINISTERIO PUBLICO NÃO RESPEITOU A LEI.

MERITO:
E MANTENHA AO FINAL DA INSTRUÇÃO, OITIVA DE
TESTEMUNHAS E PROVAS, O PEDIDO DE MANUTENÇÃO DA
DECISÃO LIMINAR DE FORMA DEFINITIVA.

TERMOS EM QUE
AGUARDA DEFERIMENTO
CUIABA, 17/10/2016
DR RUY DE SOUZA GONÇALVES
OAB/MT 12133