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Introdução e Evolução Histórica da Gestão de Produção e Operações

A gestão de operações ocupa-se da atividade de gerenciamento estratégico
dos recursos escassos (humanos, tecnológicos, de informação e outros), de
sua interação e dos processos que produzem e entregam bens e serviços
visando a atender necessidades e ou desejos de qualidade, tempo e custo
de seus clientes. Além disso, deve também compatibilizar este objetivo com
as necessidades de eficiência no uso dos recursos que os objetivos
estratégicos da organização requerem.
Evolução Histórica da Área-Origens












Introdução a gestão de operações;
Estratégica de operações;
Projetos de produção e serviços;
Projeto e medidas de trabalho;
Gestão de capacidade produtiva;
Gestão de serviços;
Localização e arranjo físico de instalações;
Gestão de qualidade e de confiabilidade;
Projetos e gestão de suprimentos;
Previsões;
Planejamento, programação e controle das operações;
Gestão de estoque;
Gestão de projetos.

Operações ao Longo do século XX
Frederick Taylor
Desenvolver uma ciência que pudesse aplicar-se a cada fase do trabalho
humano (divisão do trabalho), em lugar dos velhos métodos rotineiros,
selecionar o melhor trabalhador para cada serviço, passando em seguida
a ensiná-lo, treiná-lo e formá- lo, em oposição à prática tradicional de
deixar para ele a função de escolher método e formar-se, separar as
funções de preparação e planejamento da execução do trabalho,
definindo-as com atribuições precisas, especializar os agentes nas
funções correspondentes, predeterminar tarefas individuais ao pessoal e
conceder-lhes prêmios quando realizadas, controlar a execução do
trabalho.
Nasce a Indústria Automobilística
Nó início do século XX, a produção em larga escala, o uso de peças
intercambiável, produzidas por máquinas e a integração vertical já
tinham feito dos Estados Unidos o país dos grandes fabricantes.
Produções de alto volume eram comum nos setores industriais de
cigarros, aço, óleo, comida enlatada, alumínio e outros. Entretanto, a
adaptação de motores de combustão inteira a carruagens, propiciou as
condições para o surgimento de um setor industrial, provavelmente o

mais influente no desenvolvimento das técnicas de gestão de operações
ao longo do século XX o setor automobilístico.
Henry Ford
Em 1903, Ford produziu industrialmente o primeiro carro chamado de
modelo A. Vendeu 1.708 unidades no primeiro ano.
Ford Modelo “T”
Em 1908i, ocorreram dois eventos que teriam grande influência no
progresso da indústria automobilística. William Durant formou a General
Motors Company, a Olds, no ano seguinte a Oakland e a Cadillac e dois
anos mais tarde, por aquisições e troca de ações, incorporou em torno de
mais de 20 empresas, 11 fabricantes de automóveis, o restante, de
peças e acessórios e Henry Ford anunciou seu novo modelo T.
A estratégia de Ford sofre um sério baque
A partir de 1927, último ano de produção do modelo T, Ford defrontou-se
com a demanda em queda. Isto ocorreu devido à percepção da General
Motors (GM), então liderada por Sloan, de uma nova necessidade de
mercado: a variedade. Desta forma, utilizandose dos mesmos princípios
da produção em massa, mas com um aumento na variedade dos
produtos, a GM passou a liderar o mercado de automóveis, oferecendo
carros de cores e modelos variados com um preço um pouco maior do
que Ford. A produção em massa fez uma revolução na indústria,
conseguindo economias de escala (os produtos se tornaram acessíveis a
um maior número de pessoas). No decorrer dos anos, no entanto,
apareceram as deficiências deste modelo de produção, como a gera- ção
de grandes estoques, a padronização dos produtos, a alienação do
trabalhador e os altos índices de desperdício.