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CLEBERSON XAVIER RA 3723684926

DIEGO DIAS SANTANA RA 3702603413
GIULIANO FERREIRA DA SILVA RA 3708625440
JUVALDINO OLIVEIRA SOUZA RA 3226044446
LUCAS LIBORIO RA 4243828962
MATHEUS LUIZ DA COSTA RODRIGUES RA 3711643411
RAFAEL AVELINO RODRIGUES RA 3730680940
RICARDO IGLESIAS RA 4200060601

Torno:
projeto de máquinas operatriz.

Santo André - SP
2016

CLEBERSON XAVIER RA 3723684926
DIEGO DIAS SANTANA RA 3702603413
GIULIANO FERREIRA DA SILVA RA 3708625440
JULVADINO OLIVEIRA SOUZA RA 3226044446
LUCAS LIBORIO RA 4243828962
MATHEUS LUIZ DA COSTA RODRIGUES RA 3711643411
RAFAEL AVELINO RODRIGUES RA 3730680940
RICARDO IGLESIAS RA 4200060601

Torno:
projeto de máquinas operatriz.

Projeto apresentado a disciplina de
projeto de maquinas ao Curso de
Engenharia
mecânica
do
Centro
Universitário Anhanguera de Santo André.
Professor: Jose R. Cazetta.

Santo André - SP
2016

RESUMO
O presente trabalho tem como objetivo desenvolver o Projeto
Conceitual de um torno mecânico. Serão tratados aspectos técnicos e de
desenvolvimento do projeto, considerando dimensionamento e materiais.
Assim, como resultado do projeto, pretende-se um torno mecânico capaz de
realizar a usinagem de objetos que vão desde o aço até materiais mais
maleáveis, utilizando para tal feito três opções de rotação durante o trabalho.
Palavras chaves: projeto, torno, rotação.

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CC – Corrente Continua CA – Corrente Alternada W – Trabalho F – Força CV – cavalo vapor VC – Velocidade de corte .

..............................................................................................LISTA DE FIGURAS Figura 01 – Torque ou Momento...................................................................16 Figura 07 – Máquina Síncrona e ligação de suas bobinas................................................18 Figura 09 – Eixo Mecânico...................................14 Figura 05 – Comutador e escovas..............10 Figura 02 – Desenho e foto de um motor CC de 2 pólos..........................................................................................................................................13 Figura 03 – Sistema de Comutação...........................................23 Figura 10 – Croqui esquemático do Torno................................................15 Figura 06 – Principais tipos de motores de corrente alternada (indução e síncrono)........................................................................................28 ..............................25 Figura 11 – Indicação de Polias...17 Figura 08 – Motor escolhido para execução do ATPS..........................13 Figura 04 – Princípios de Funcionamento do Motor CC.........................

....................................................................26 ......24 Tabela 4 – Velocidades de corte....................................................................................20 Tabela 3 – Materiais eixo árvores...................................................................Lista de Tabelas Tabela 1 – Catálogo das características elétricas........19 Tabela 2 – Característica Mecânica do Motor....

.......................................................Torque no motor:........26 3............2 ...........26 3.............4 ..........................................................28 3.......................................................................................1 ....Dimensionamento das polias..................Passo 2 Dimensionamento.....21 2.............Passo 1 ...............2 – Materiais para eixo árvore.........Material utilizado...................ETAPA 1 – RELATÓRIO INICIAL DESCRITIVO E CATÁLOGO DE MOTORES ELÉTRICOS............................ e viceversa..............................2.......................7......3.............Escolha do motor.......7 .............10 2...................................................Possibilidade de converter um motor elétrico de c..5 ........................................17 2..........................................c em c................................................................................................................................4.....Corrente alternada.....................................26 3.......Fórrmulas...............................................25 3.......7................................3............Calcular e dimensionar eixos.........18 2.2.....3 -Terceiro Par...............................Funcionamento dos motores elétrico em corrente continua.29 .22 3...............18 2............................................4 .........................5............................7..................28 3...4 .....................1........................27 3..............................................6 ....................................................................27 3............................O eixo mecânico..........Transmissão:.....27 3.1 .....4......3 .Características do motor escolhido.....2 ...Passo 2.........27 3..........................................................26 3.............7................................21 2................3...........................................1 ............................Cálculos...1 ........7......................................................1 ...........................................................ETAPA 2......................................................................2 ......10 2.....................................16 2........................................................Engrenagens................................7......Segundo Par:.....................Passo 3....10 2........3 ....................................1-Transmissao de movimento.....27 3.............29 3....3 ................3 ..............10 2.........................4..................................................................................Sumário 1-INTRODUÇÃO.22 3.............8 2 ......7.........2 – Passo 1...........................................................1 – Velocidade dos materiais que serão usinados na maquina..Calculo do Momento Torsor.....2...............28 3........Dimensionamento do eixo arvore........23 3...22 3 .........................Relatório do motor escolhido.......Croqui.....................................................................................a.............5 ........7......................2 .................................4 ........................

..........7.................30 3......15 ...............................................................7..........10 ..8 ............................12 ........................................................7.....Momento ideal.................................................................14 .............BIBLIOGRAFIA...................Calculos força tangencial........................................Calculo momento fletor............................................................................30 3.............................................................7 .....Força Radial.31 3..........7...7...7..............7......31 3......30 3............................................................................................................Reação de apoio....................11 .....................30 3...............9 ......32 ............30 3.Momento fletor...................3.........30 3.......7....13 .......Torque na arvore.....................................31 4 ...Diâmetro da arvore......7...Força resultante (Fn)....

Ter bom senso para decidir quando deve usar valores de catálogos ou uma determinada formula empírica ou se deve aplicar a teoria mais profunda. Existem algumas características ou considerações que influenciam a seleção de um elemento de máquina como resistência. até meados dos anos 70 do século XX. no máximo incorporando elementos eletrotécnicos e eletrônicos básicos. existe a necessidade de determinarmos as dimensões necessárias. molas. .INTRODUÇÃO O projeto é uma tarefa caracterizada pelo conhecimento das especificações e mais nada. O dimensionamento entende a determinação das dimensões de um elemento de máquina de tal forma que ele possa resistir e garantir o bom funcionamento da peça ou equipamento durante o trabalho. . parafusos.9 1. A partir do exposto pode-se perceber que a escolha e o dimensionamento dos elementos de máquina exigem do projetista alguns conhecimentos básicos: .Ter cuidado com a parte econômica do projeto. para lazer. cames. as máquinas-ferramentas sempre evoluíram com base soluções puramente mecânicas. Contudo nas últimas três décadas os avanços tecnológicos permitiram uma verdadeira revolução no projeto de máquinas-ferramentas. é .Conhecer os processos de fabricação. Desde o início da revolução industrial quando surgiram as primeiras máquinas ferramentas desenvolvidas segundo princípios modernos. e suas variações mais usuais. custo e peso são alguns exemplos disto. . .. etc. sendo que os conceitos básicos podem ser aplicados ao desenvolvimento de qualquer tipo de máquina-ferramenta. A partir dai segue-se o estudo detalhado de suas partes. a concepção da forma e a determinação das dimensões que irão satisfazer com segurança as especificações do projeto da melhor forma possível ( COLLINS). utilidade. seja ela industrial. Nasce da habilidade de alguém ou de um grupo de pessoas “transformar” uma idéia em um projeto de um mecanismo que se destina a executar uma tarefa qualquer. para que o componente possa suportar as solicitações. a forma como serão montadas. confiabilidade. . A ênfase aqui será no tocante as máquinas destinadas ao torneamento. etc. No projeto de um componente de máquina ou de uma estrutura. Para tanto.Senso prático. Um projeto de máquina surge sempre para satisfazer uma necessidade. comercial.Conhecimentos de resistência dos materiais e dos conceitos de mecânica aplicada para poder analisar corretamente os esforços que agem sobre as peças e determinar sua forma e dimensões para que sejam suficientemente fortes e rígidas. Este processo passa por várias revisões onde melhores idéias substituem as iniciais até que se escolhe a que parece melhor. a escolha do fator de segurança do projeto. Os Resultados do projeto normalmente incluem a escolha do material.Conhecer as propriedades dos materiais através de estudos e pesquisas. tamanho e localização das partes componentes tais como engrenagens.

.10 necessário o conhecimento dos fundamentos da Resistência dos Materiais e das propriedades dos Materiais. A ênfase aqui será no tocante as máquinas destinadas ao torneamento. sendo que os conceitos básicos podem ser aplicados ao desenvolvimento de qualquer tipo de máquina-ferramenta. e suas variações mais usuais.

Quanto maior for a manivela. ou seja 5 N. a força F necessária será diminuída à metade.1.0 Nm. a corda transmitirá uma força de 20 N na superfície do tambor. a 0. Para realiza-la devem ser seguidos os passos descritos.1 . precisa-se de 10 N na manivela.1-Transmissao de movimento. menor será a força necessária. se o balde pesa 20 N e o diâmetro do tambor é 0. cuja compreensão é necessária para melhor acompanhar as explicações. Se E for o dobro.20 m = 5 N x 0.40 m. Pela experiência prática observa-se que para levantar um peso por um processo semelhante ao usado em poços (figura 1) a força F que é preciso aplicar à manivela depende do comprimento E da mesma.Funcionamento dos motores elétrico em corrente continua.20 m. No exemplo citado.10 m = 10 N x 0. Como vemos. Para contrabalançar esta força. O conjugado (também chamado torque ou momento) é a medida do esforço necessário para girar um eixo. isto é. No exemplo da figura 01.Conceitos básicos São apresentados a seguir os conceitos de algumas grandezas básicas.40 m = 2.2. para medir o “esforço” necessário para girar o eixo não basta definir a força empregada: é preciso também dizer a que distância do centro eixo a força é aplicada. se o comprimento E for de 0.20 m. Se dobrarmos o tamanho E da manivela.10 m do centro do eixo. 2. isto é. que é o produto da força pela distância. 0. a força F será a metade.RELATÓRIO INICIAL DESCRITIVO E CATÁLOGO DE MOTORES ELÉTRICOS 2.1.2 – 2. O “esforço” é medido pelo conjugado. 2. F x E.2. o conjugado vale: C = 20 N x 0.11 2 . Está esta etapa e importante para você conhecer os diferentes fabricantes e configurações de motores existentes no mercado. .

5 metros de profundidade.359 P (kW) Então as potências dos dois motores acima serão: P 1= 245 1 = 736 3 cv P 2= 377 1 = 736 2 cv Para movimentos circulares: .12 Figura 01 – Torque ou Momento A potência mede a “velocidade” com que a energia é aplicada ou consumida. a potência necessária será: P 2= 490 =377 W 1.5 m = 490 Nm Nota: a unidade de medida de energia mecânica. W = F .3 segundos. se usarmos um motor elétrico capaz de erguer o balde de água em 2. A potência exprime a rapidez com que esta energia é aplicada e se calcula dividindo a energia ou trabalho total pelo tempo gasto em realizá-lo. A relação entre unidades de potência P (kW) = 0. que não devem ser confundidas. P (cv) P (cv) = 1. é a mesma que usamos para o conjugado .3 A unidade usada no Brasil para medida de potência mecânica é o cv (cavalo-vapor). com capacidade de realizar o trabalho em 1.trata-se. d (N.: 1 Nm = 1 J = Potência x tempo = Watts x segundo. a energia gasta. m) OBS.0 segundos.0 Se usarmos um motor mais potente.736 kW (unidade de medida utilizada internacionalmente para o mesmo fim). se o poço tem 24. no entanto.d =(W ) t 490 =245 W 2. a potência necessária será: Pmec = P 1= F. valendo 20 N x 24.736 . ou trabalho (W) realizado para trazer o balde do fundo até a boca do poço é sempre a mesma. Nm. Assim. No exemplo anterior. equivalente a 0. de grandezas de naturezas diferentes.

Apesar disso. o motor CC ainda se mostra a melhor opção em inúmeras aplicações. pode-se considerar que. F = força em N. tais como: Máquinas de Papel Bobinadeiras e desbobinadeiras Laminadores Máquinas de Impressão Extrusoras Prensas Elevadores . passará uma corrente elétrica que irá aquecer a resistência. Porém.t Onde : C = conjugado em NM. ela pode se apresentar de formas diferentes. que também é uma forma de energia. o desenvolvimento das técnicas de acionamentos de corrente alternada (CA) e a viabilidade econômica têm favorecido a substituição dos motores de corrente contínua (CC) pelos motores de indução acionados por inversores de freqüência. devido às suas características e vantagens. r (N . Se ligarmos uma resistência a uma rede elétrica com tensão.n (m/s ) 60 Pmec = F . r=F . que serão analisadas adiante.2 . 2.1. Atualmente.O funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua.d =(cv) 763. R = raio de polia em m V = velocidade angular em m/s d = diâmetro da peça em m n = velocidade em rpm Embora a energia seja uma coisa só.2. Um motor elétrico absorve energia elétrica da rede e a transforma em energia mecânica disponível na ponta do eixo. uma vez que as fontes retificadoras de potência podem gerar tensão contínua de maneira controlada a partir da rede alternada. A resistência absorve energia elétrica e a transforma em calor. a operação como gerador fica limitada aos instantes de frenagem e reversão de um motor. atualmente.d. As máquinas de corrente contínua podem ser utilizadas tanto como motor quanto como gerador.13 C=F . m) v= π .

de modo que o enrolamento não tenha um ponto específico. Os enrolamentos do rotor compreendem bobinas de n espiras. Figura 02 – Desenho e foto de um motor CC de 2 pólos. Rotor (enrolamento de armadura). solidário ao eixo do rotor. com o fim da última conectado ao início da primeira. que exercem pressão sobre o comutador e que são ligadas aos terminais de alimentação. Esse sistema é formado por um comutador. de modo que quando os condutores de um lado estão sob o polo norte. ou de um ímã permanente. os condutores do outro devem estar sob o polo sul. O propósito do comutador é o de inverter a corrente na fase de rotação apropriada de forma a que o conjugado desenvolvido seja sempre na mesma direção. e por escovas fixas. As bobinas são conectadas em série através das lâminas do comutador. que possui uma superfície cilíndrica com diversas lâminas às quais são conectados os enrolamentos do rotor.14 Movimentação e Elevação de Cargas Moinhos de rolos Indústria de Borracha Mesa de testes de motores Os motores de corrente contínua é composto de duas estruturas magnéticas: Estator (enrolamento de campo ou ímã permanente). Os dois lados de cada enrolamento são inseridos em sulcos com espaçamento igual ao da distância entre dois polos do estator. A figura 02 mostra o desenho de um motor CC de 2 pólos com enrolamento de campo. . O rotor é um eletroímã constituído de um núcleo de ferro com enrolamentos em sua superfície que são alimentados por um sistema mecânico de comutação (figura 03). O estator é composto de uma estrutura ferromagnética com polos salientes aos quais são enroladas as bobinas que formam o campo.

ela . Nessa situação (c) – a bobina girou de 90º – não há torque algum. Comecemos a descrição pela situação ilustrada em (a) onde a bobina apresenta-se horizontal.Princípio de Funcionamento A figura 04 mostra.3 . de maneira simplificada.2.1. Agora os pólos de mesmo nome estão muito próximos e a força de repulsão é intensa. como se ilustra em (b). uma vez que os braços de alavanca são nulos (a direção das forças passa pelo centro de rotação). Uma vez que as correntes elétricas produzem campos magnéticos. o funcionamento do motor CC de dois pólos. a bobina experimenta um torque que age no sentido de girar a bobina no sentido antihorário. A bobina sofre aceleração angular e continua seu giro para a esquerda.15 Figura 03 – Sistema de Comutação 2. Esse torque continua até que os pólos da bobina alcance os pólos opostos dos ímãs fixos (estator). Como os pólos opostos se atraem. Devido à inércia do rotor e como a bobina já apresenta um momento angular “para a esquerda”. essa bobina se comporta como um ímã permanente. Figura 04 – Princípios de Funcionamento do Motor CC A figura acima é um desenho esquemático simples de um motor onde o estator é constituído por ímãs permanentes e o rotor é uma bobina de fio de cobre esmaltado por onde circula uma corrente elétrica. Esse é o instante adequado para inverter o sentido da corrente na bobina. com seus pólos N (norte) e S (sul) comomostrados na figura. o rotor está em equilíbrio estável (força resultante nula e torque resultante nulo).

como em (d). nas espiras e nas escovas. geram um fluxo com a mesma intensidade e sentido contrário do fluxo de reação. para a próxima. há um novo torque e a bobina chega novamente à situação (a) – giro de 360º. que podem gerar arcos elétricos perigosos e que danificam o coletor. No entanto estes pólos. A inversão do sentido da corrente (comutação). como essa inversão de corrente não é instantânea. anulando-o. o que ajuda a liberar energia a armazenada. uma força dia eletromotriz é induzida na espira ( −La dt ). Essas atrações e repulsões bem coordenadas é que fazem o rotor girar. o que origina uma corrente de curto-circuito que circula no coletor. Nas máquinas de grandes dimensões esse fenômeno é eliminado através dos enrolamentos de compensação que. situação não ilustrada na figura.16 continua girando no sentido anti-horário (semelhante a uma “inércia de rotação”) e o novo torque (agora propiciado por forças de repulsão). Mesmo após a bobina ter sido girada de 180º. o movimento continua. a corrente novamente inverte seu sentido. uma força eletromotriz que anule a resultante do processo de comutação. de menores dimensões e situados sobre a linha neutra e percorridos pela mesma corrente do rotor. a interrupção dessa corrente dá origem ao aparecimento de faíscas nos contatos das escovas com o coletor. enfraquecem o fluxo do estator – fenômeno chamado de “reação magnética do rotor”. tendo portanto que ser eliminadas. onde as bobinas são ligadas em série. o torque novamente se anula. colabora para a manutenção e aceleração do movimento de rotação. Após o curtocircuito. antes de a corrente fluir no sentido oposto. é condição indispensável para a manutenção dos torques ”favoráveis”. A fim de eliminar as faíscas. o comutador e as escovas. no momento oportuno. . Porém. conseguido através dos pólos de comutação. durante o curto-circuito. além de anularem o fenômeno da comutação. Durante esta comutação a bobina é momentaneamente curto-circuitada pelas escovas. A figura 05 mostra um desenho esquemático bastante simplificado de um motor CC com apenas uma bobina. a bobina chega na “vertical” – giro de 270º –. os quais garantem o funcionamento dos motores A comutação consiste na mudança de uma lâmina do comutador. E o ciclo se repete. ligados em série com o rotor e colocados na periferia dos pólos do estator. torna-se necessário induzir na espira.

E o motor CC continua girando. sempre com o mesmo sentido de rotação.Corrente alternada. têm características de funcionamento semelhantes às dos motores CC. os motores CA só trabalham bem dentro de uma faixa estreita de velocidades. “passa” pela bobina do rotor. embora o seu funcionamento esteja menos sujeito a defeitos. o plano neutro etc. Nessa etapa o rotor realiza sua primeira meia-volta. ou de um dispositivo que converta a corrente alternada comum em contínua. Nessa meiavolta. Isto porque os motores CC apresentam problemas na comutação que envolve as escovas. e assim podem proporcionar um funcionamento livre de defeitos durante períodos bastante longos. Por isso.1. 2. os terminais do enrolamento da bobina são soldados nessas placas. em sua maioria. Muitos tipos de motores CA nem mesmo usam anéis coletores. além disso. “entra” pela placa do comutador. o comutador apresenta duas placas de cobre encurvadas e fixadas (isoladamente) no eixo do rotor. Os motores CA apresentam características excelentes para a operação a velocidades constantes. “sai” pela outra placa do comutador e “retorna” à fonte pela outra escova (-). . porque a velocidade é determinada pela frequência da rede de alimentação e o número de polos do motor. Motores de corrente continua são motores de custo mais elevado e. as placas do comutador trocam seus contatos com as escovas e a corrente inverte seu sentido de percurso na bobina do rotor.2 . os porta-escovas.4 . precisam de uma fonte de corrente contínua. Contudo. 2.17 Figura 05 – Comutador e escovas Em sua forma mais simples.2. A corrente elétrica “chega” por uma das escovas (+). Os motores CA.2. Podem funcionar com velocidade ajustável entre amplos limites e se prestam a controles de grande flexibilidade e precisão. seu uso é restrito a casos especiais em que estas exigências compensam o custo muito mais alto da instalação e da manutenção.Comentário de motores de corrente continua.

1 . 2. quando converte energia mecânica em energia elétrica. é levado a anéis coletores. o de um campo magnético girante que provoca a rotação do rotor da máquina. Na máquina síncrona. . Os motores CA são classificados geralmente em dois tipos principais: motores de indução e motores síncronos (representados na figura 06). como na máquina de CC. O motor de indução difere do motor síncrono por não ter o seu rotor ligado a qualquer fonte de alimentação. o enrolamento de campo é excitado por uma fonte CC. isto é. seja hidrelétrica. é freqüentemente preferível a utilização de motores síncronos para a geração de potência reativa de forma controlável. O motor síncrono é o motor elétrico cuja velocidade de rotação é sincronizada com a frequência da sua alimentação. Figura 06 – Principais tipos de motores de corrente alternada (indução e síncrono).Motor ou gerador síncrono Trata-se de uma importante máquina elétrica rotativa que pode ser usada como gerador. sendo o seu rotor alimentado por indução magnética. Os geradores síncronos são usados em todas as usinas geradoras de eletricidade. O motor síncrono é um alternador funcionando como motor. seja termoelétrica. havendo a possibilidade. aplica-se CA ao estator e CC ao rotor. O princípio de funcionamento é o mesmo em todos os casos.2. como se mostra no corte visto na Figura 07. O enrolamento dos pólos (bobina polar).18 Os motores CA podem ser trifásicos ou monofásicos. ou como motor. para corrigir o fator de potência gerado por outros motores de indução. O motor síncrono pode ser usado para geração de potência reativa. graças a seu alto fator de potência. quando transforma energia elétrica em energia mecânica.2. colocado no rotor. Assim.

em sincronismo com o campo girante desenvolvido pelo enrolamento do estator e determinado pelo número de pólos e a frequência da fonte.c em c.Motores assíncronos O motor assíncrono (ou motor de indução) é um motor que gira a uma velocidade muito próxima à velocidade síncrona. • Fontes de alimentação ininterrupta (no-break). etc). Serão estudados nesta experiência os conversores CC-CA que fornecem em sua saída tensões com frequência fixa. Geralmente os sistemas de alimentação operam a freqüência fixa.2. 2. utilizando.a. A obtenção de uma tensão alternada (senoidal ou não) a partir de uma fonte CC ou mesmo de uma fonte CA de freqüência diferente é muitas vezes necessária para o acionamento de diversas cargas ou alimentação de sistemas. ou seja. que é de 60 Hz.2 . Os motores assíncronos podem ser monofásicos ou trifásicos.2. • Sistemas de alimentação embarcados (navios. o sistema de distribuição de energia em aviões comerciais opera a 400Hz. a máquina funcionará como um motor síncrono e o rotor girará na velocidade síncrona. gerando a tensão alternada a partir de fontes CC. especialmente em fontes de alimentação ininterrupta (chamadas de “no-break” ou “UPS .19 Figura 07 – Máquina Síncrona e ligação de suas bobinas Se a bobina do estator é ligada a uma fonte CA. portanto. e vice-versa.Possibilidade de converter um motor elétrico de c. inversores. muito próximo ao sincronismo com a freqüência da rede de alimentação em corrente alternada no Brasil.3 . .2. enquanto a conversão CA-CA para distintas frequências é feita pelos ciclo conversores.. Por exemplo. Os conversores que realizam a transformação CC-CA são chamados inversores. para aplicação como fonte de tensão. 2.Uninterruptible Power Supplies”. Exemplos de aplicações pode-se citar: • Controle de velocidade de motores de corrente alternada. em inglês). aviões.

de forma a otimizar seu funcionamento. alimentado a partir de baterias.00294.1 .Passo 2 2. um sistema de acionamento imediato. podem-se usar UPSs modulares. O melhor a ser utilizado pelo nosso projeto: Motor CA de 4Pólos. e um sistema motorgerador que. não pode ser usado de imediato. Quando a potência instalada é muito grande tem-se. momento de inercia 0. como no caso de microcomputadores. hospitais. Além disso.20 Qualquer sistema no qual o fornecimento da energia elétrica não pode ser interrompido deve prever uma fonte de emergência para supri-lo.75kw diâmetro da ponta do eixo ᴓ 19. etc. e capazes de manter a operação do equipamento por um tempo suficiente para que não sejam perdidas operações que estavam em curso (tipicamente os tempos são da ordem de dezenas de minutos). Tal arranjo é usado. de acionamento imediato. potencia 0. em centrais telefônicas. 60 HZ. seja ela senoidal ou não.3. por exemplo.Escolha do motor Com bases em nossas pesquisas em catalogo. Interessam aqui as topologias empregadas na realização dos conversores de potência que. Quando as cargas críticas são distribuídas.3 . em geral. os sistemas mais modernos devem ter a capacidade de trocar informações com os computadores. a partir de uma fonte CC produzem uma saída alternada. 2. 1CV com 1720 RPM.6mm. carcaça de 80. mas isto não será tema deste curso. por necessitar de alguns minutos para estar em condições ideais de operação. .

Catálogo das características elétricas Tabela 1 – Catálogo das características elétricas .3.1.1 . .21 2.

Vedação dos mancais: V’Ring . presente nesta ATPS.Grau de proteção: IP55 . seguindo o item “Padronização”.4 .2 .Passo 3 Elaborar um relatório com o título “Relatório inicial descritivo e catálogo de motores elétricos” de acordo com a padronização e entregar na data agendada pelo professor da disciplina.1. Figura 08 – Motor escolhido para execução do ATPS 2.22 2.Caracteristica mecanica Tabela 2 – Característica Mecânica do Motor 2.Características do motor escolhido .1 .3.4.

compressores. IP56 e IP65 .Ventilador de alumínio . tornos e outras aplicações que requeiram motores assíncronos de indução trifásicos.Relatório do motor escolhido Com bases em nossas pesquisas em catálogo. com inversores em tensões menores que 460V.Carcaças: ferro fundido .23 . .Fator de serviço: 1. termistores nos enrolamentos.Labirinto taconite (carcaças 90 a 355M/L) .Graxeira nas carcaças 160M a 200L .Potências: 0.2 .PT 100 nos mancais 2.Categoria H Outras tensões .4. potencia 3.Retentor . Também possui vários opcionais como: . carcaça de 100. ainda. O melhor a ser utilizado pelo nosso projeto será o Motor CA trifásico de . moinhos.Categoria: N .Grau de proteção: IPW55.15 (carcaças 63 a 200L) 1.2ª ponta de eixo .Termostatos. 6 e 8 pólos) . Como bombas.00294.16 a 450cv (carcaças 63 a 355M/L) . 60 HZ. 380/660V (carcaças 63 a 200L) 220/380/440V (carcaças 25S/M a 355 M/L) .Rolamentos de esferas (com graxeira a partir da carcaça 225S/M) . britadores.Cor: Azul RAL 5007 Esse motor pode ser utilizado em diversas áreas da indústria.00 (carcaças 225S/M a 355M/L) . talhas.Rolamentos de rolos na tampa dianteira a partir da carcaça 160M (4.Prensa-cabos . exaustores.Anel de Nilos (carcaça 80) .Eixo em aço inox . momento de inercia 0.Tensões: 220/380V.Rolamento dianteiro de rolos: carcaças 355M/L .0kw diâmetro da ponta do eixo ᴓ 19.Resistência de aquecimento .Freqüência 50Hz .Isolamento: classe “B” (carcaças 63 a 200L) classe “F” (carcaças 225S/M a 355M/L) .Placa de bornes / duplo aterramento . . Pode ser utilizado.Dreno automático .Isolamento: classe F (carcaças 63 a 200L) classe H (carcaças 63 a 355M/L) . ventiladores.6mm.4. PT 100.6 e 8 pólos . 4CV com 1725 RPM.

já que o problema não é mais de resistência. devendo o eixo ser dimensionado usando a teoria de deflexão. polias. entre outros. o diâmetro é muitas vezes subordinado à certas deformações admissíveis. são. A figura 1 mostra uma iluminação de um eixo. antes da análise das tensões/resistências. de baixo e médio teor. Figura 09 – Eixo Mecânico Os eixos são elementos solicitados a esforços de flexão.O eixo mecânico. De acordo com o serviço devem ter alta resistência e baixa sensibilidade aos efeitos da concentração de tenção. Os eixos são suportados (apoiados) em mancais. Este dimensionamento leva em conta a resistência do material de que foi confeccionado. pode-se usar aços-liga. Em outras palavras. porém têm a desvantagem de serem caros e de maior sensibilidade às concentrações de tensões. rodas centradas. em geral tratados termicamente. Em certos sistemas mecânicos.2 – Materiais para eixo árvore Há uma grande variedade de materiais possíveis para a fabricação de eixos e árvores. Além disso. tração/compressão ou torção. Eixo é um elemento mecânico rotativo ou estacionário (condição estática) de secção usualmente circular onde são montados outros elementos mecânicos de transmissão tais como: engrenagens. tendo secção quase sempre mássica e variável. estáticos (Sy ou Su) ou dinâmicos (Se – fadiga).24 33. o nível de deflexão do eixo pode constituir em um parâmetro crítico. que atuam individualmente de forma combinada. diâmetros menores e grandes resistências. Para se obter. Para a segurança do sistema em que o eixo está inserido. ventiladores.1. em um cálculo. 3. com rasgos de chavetas para fixação de componentes. tornando o aço-liga contra indicado. Aços muito empregados são os seguintes: SAE . a geometria do eixo deve ser definida para os limites aceitáveis de deflexão. este deve ser dimensionado para cargas estáticas (parado ou com rotação muito baixa) ou dinâmica (altas rotações). Os aços-carbono. muito usados na fabricação de eixos e árvores. comparam-se as tensões que atuam no mesmo com os limites de resistência do material. de deslizamento ou rolamento. Estes aços.

por uma razão qualquer. 3135. 1045. 1030. 1020. 4023. 4620 e 5140. A seleção dependerá sempre das condições de serviço. custo.25 1015. 3115. pode ser usado. 3140. 4615. 4063. 2340. É um campo muito aberto em que o projetista deve procurar sempre maiores conhecimentos. na execução de um eixo ou uma árvore. Como vemos uma grande variedade de material existe para a confecção de eixos e árvores. 2345. 4140. 3120. usinabilidade e características especiais por ventura exigidas. 1025. não-ferroso ou não metálico. 1040. . pois praticamente qualquer material ferroso. 4340.

26 Tabela 3 – Materiais eixo árvores .

Não se esquecer da particularidade do cliente. garantindo a funcionalidade da máquina.3 . Partir do eixo principal de saída do motor até o tubo de saída.Croqui.27 3.Motor = 1CV . Elaborar um ‘croquis’ em corte do sistema de engrenagens.ᴓ do eixo = 19.6mm .Correira plana Eixo arvore De=65mm di=ᴓ55mm L= 600 Material= SAE 1045 beneficiado Polia motora P1a= ᴓ? P2a= ᴓ? P3a= ᴓ? Engranagens Z1= Z2= Eixo de tração ᴓ do eixo=? L= 600 Material=SAE 1045 beneficiado Polia motriz P1b= ᴓ? P2b= ᴓ? P3b= ᴓ? .W = 750 .rpm = 1750 . onde a barra a ser usinada ficará alojada. Vels1 Vels2 di Vels3 Z2 De Polia2 Z1 ᴓeixo 300 300 600 polia 1 Figura 10 – Croqui esquemático do Torno DADOS: .Passo 1 .Carcaça = 80 .

4 . Elaborar o memorial de calculo e o desenho esquemático das engrenagens (em escala) explicitando o material em que o eixo será confeccionado. Adotamos as velocidades de corte. n= vc . 3. conforme abaixo: Primeiro par de polia 570 RPM.Calcular e dimensionar eixos Calcular e dimensionar todos os eixos quanto a torção e também os conjuntos de engrenagens.28 3.Material utilizado Utilizaremos para confecções dos eixos arvores. garantindo vida útil a maquina.4. usinagem de bronze/ latão Terceiro par de polia: 1716 RPM.1 .1 – Velocidade dos materiais que serão usinados na maquina.Passo 2 Dimensionamento 3. e utilizaremos para confecção das engrenagens SAE 4140 com tratamentos térmicos nos dentes da engrenagem . 3.1000 =(rpm) π .5. O produto será usinado com ferramenta metal duro soldada Formula da velocidades. usinagem em alumínio . usinagem de SAE 1020 Segundo par de polia: 954 RPM. aço – carbono SAE 1045L .d Tabela 4 – velocidades de corte Adotaremos 3 vezes o Vc desta tabela.5 .

para usinagens e acabamento.7 . 3.7. o mesmo deverá ter no mínimo 55mm de diâmetro interno. d3 ℘= =¿ 16 mm (¿¿ 4 ) π . π n M t 1=M tmotor = 30000 3000 . π 1725 .7.1 . 3.5. Também adotamos o fator de segurança de 4. assim possibilitando a alimentação do torno com tarugos de no máximo 50mm de diâmetro externo.0cv) e rotação n = 1725rpm As tensões admissíveis são : σ adm=50 N /mm 2(50 MPa) τ adm=40 N / mm2 (40 MPa) 3.Cálculos.d 4 jp= =¿ 32 wp= Momento de resistência polar (mm3) jp= Momento de inercia polar (mm4) Eixo submetido a tração στ 3.Dimensionamento do eixo arvore.29 Para o eixo movido.Torque no motor: M t 1=M tmotor = 30000 P . mm (¿¿ 3) π .2 .6 .Fórrmulas Propriedade de seções transversal planas. O motor que aciona a transmissão possui potencia P=30kw (4.

3.2 3.1 .7.2 .7.80 i3 = 1725 1560 = 1.7.7.30 M T 1=M Tmotor ≅ 16607. 3.3 -Terceiro Par: I3 = n1 n4 3.Primero Par: I1 = n1 n2 i1 = 1725 570 = 3.Dimensionamento das polias .Transmissão: Para cumprir o desafio precisamos estipular o diâmetro da polia motora.3 . mm 3.7.3.47 N .026 3.Segundo Par: I2 = n1 n3 i2 = 1725 954 = 1.3.4 .

N Potencia do motor escolhido 3. d5.8 Segundo Par: d3.Calculo do Momento Torsor Formula: Mt1 = 30000 .2= 80mm d2= 96mm 3.i3=d6 80.1. d2 .8=144mm d2= 144mm Terceiro Par: d5.026=260. Primeiro Par d1.i1=d2 80.8mm d2= 260. P π.0kw Momento Torsor na polia d1 .1.d3 .i2=d4 80. com Ø80mm por serem as polias motora.3.31 Figura 11 – Indicação de Polias Primeiro Par: Adotaremos d1 .4 .7.

45571N. 3000 π . Pinhão . 3. P Mt2 = π. 3000 π .mm Desprezando as perdas da transmissão das correias.N 30000 . P Mt3 = π. 570 Mt1=50259. Tensão adm= 50N/mm² (50 MPa) Tensão adm = 40 N/mm² (40 MPA) Desprezar perdas 3.mm Momento Torsor polia d5 . Mt2 = 30000 .z2 = 50 dentes Ângulo de pressão = 20º Modulo . P Mt1 = π. Usaremos nos cálculos o maior momento torsor para dimensionarmos o eixos.32 Mt1 = 30000 . d4.N 30000 . Para SAE 1035 (stboll) são indicados as seguintes tensões adimensionais. Mt3 = 30000 .0319N.z1= 50 dentes Coroa .5 . 957 Mt2= 29935.2mm.N 30000 . 3000 π .7.7 . z1 .Torque na arvore .mm Momento Torsor na polia d3 .Engrenagens Pinhão = z1=50 dentes Coroa = z2 =50 dentes Ângulo de pressão O engrenamento será aplicado para poder facilitar a passagem de material no eixo arvore.7.esforço na transmissão -força tangencial F 2 t= 2 Mt 1 d1 -Diâmetro primitivo do pinhão D = m.10 N. d6 . 1560 Mt3= 18364.

50259.x .11 .7.Calculo momento fletor 0<x=502.7.Força resultante (Fn) Fn = √ Fr ²+ Fr ² Fn = √ 1005²+ 365. 50 D1= 100mm 3.300 RB = 600 RB = 502. podemos partir direto para determinar o momento resultante (Fn) 3.12 .7.Momento fletor Como a transmissão esta construída com 1 único par de engrenagens.Calculos força tangencial Ft= 2.5N M=RA.7.79 3.33 D1= 2.5 RA = 502.8 .189114N 3.13 .tg20º Fr = 365.mm 100 mm Ft=1005.7.4557 N .tga Fr = 1005N.Reação de apoio ∑ ma=0 600RB = 1005.79 Fn = √ 1069.5 N 3.Força Radial Fr = Ft.9 .5 3.7.300 1005.10 .

25 Mi= √ 1 .34 X=o m=0 X=300 M max = 150750 N.5 Q=-502.120751. 25 150750 N .5 M=RA.17 Tadm √ B1 eixo maciço D = 2.31 50 D = 31 4 .5 (x-300) X=600 Mr = 0 Pontos de apoio em equilíbrio 3. mm+ .Diâmetro da arvore Eixo maciço b .2 N 2 2 ( Mi=150751.15 .x-10069.17 √ 3 1.31Nmm 3.14 . 1005 .mm 30<x<600 Q=RA-10069.Momento ideal a M r 2 ( max❑ ) +¿( Mt) ² 2 Mi= √¿ Coeficiente de Bach Tadm 50 A= Tadm = 40 A=1. Mi D = 2.7.BIBLIOGRAFIA ) 2 .7.

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