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CÓDIGO

REV.

ET-DE-H00/014
EMISSÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

A
FOLHA

mar/2007

1 de 8

TÍTULO

DRENAGEM SUBTERRÂNEA
ÓRGÃO

DIRETORIA DE ENGENHARIA
PALAVRAS-CHAVE

Drenos. Tubos-dreno. Drenagem.
APROVAÇÃO

PROCESSO

PR 010970/18/DE/2006
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

OBSERVAÇÕES

REVISÃO

DATA

DISCRIMINAÇÃO

Permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda
comercial.

.........2 Drenos Profundos ...........................................2 Material Filtrante ...............1 Materiais ..........................................................................1 Materiais .......................................................3 Tubos ... ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) A FOLHA mar/2007 2 de 8 ÍNDICE 1 OBJETIVO ....................................3 2.................1 Drenos Sub-Superficiais ........................................1 Material Drenante ........................................6 7 CONTROLE AMBIENTAL .............................2 Geometria e Acabamento ........................................................................................................3 2.........................................................................................................................................................................4 4 EXECUÇÃO .......................................................................................................................................................................................................8 Permitida a reprodução parcial ou total...........................................CÓDIGO REV.............................................................................................................5 5................................3 3 MATERIAIS .........................5 6...........7 9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..........................................................................................................3 2 DEFINIÇÃO ............3 3...............6 8 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO ............................................................................................................................................................4 5 CONTROLE................................ ..............................................................3 2.......................................................5 5........................................................................................................................................................................................................................................................2 Geometria e Acabamento .................5 6 ACEITAÇÃO .........................................................................................................................................3 3......................................................................................................................................... desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial.........................................................................5 6....................................................................3 Classificação.....................................................................................................3 3..........

2. ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) 1 A FOLHA mar/2007 3 de 8 OBJETIVO Definir os critérios que orientam o fornecimento e assentamento de tubos para drenos subterrâneos. 2. cuja faixa granulométrica corresponde àquela indicada no projeto. 3. de forma a preservar a integridade do corpo estradal. O filtro do dreno subterrâneo deve ser executado com mantas geotêxteis não tecidas de poliéster. captação e condução das águas do subleito e de infiltração no pavimento. 3 MATERIAIS 3.3 Classificação Eles podem ser classificados em: - drenos cegos: quando não se utilizam tubos. de permeabilidade e espessuras indicadas no projeto. evitando que as águas subterrâneas possam afetar a resistência da material do sub-leito ou pavimento. Os drenos sub-superficiais podem ser executados na direção transversal ou longitudinal da rodovia. causando sua colmatação.CÓDIGO REV. compreende os drenos sub-superficiais e os drenos profundos. limpa e isenta de argila. Permitida a reprodução parcial ou total. - drenos descontínuos: quando utiliza-se tubos que tenham duas camadas de agregados. em cortes em solo ou rocha.2 Drenos Profundos São dispositivos utilizados para rebaixar o lençol freático. em obras rodoviárias sob a jurisdição do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo – DER/SP. 2 DEFINIÇÃO Os drenos subterrâneos são dispositivos de drenagem destinados à interseção. - drenos contínuos: quando utiliza-se tubos que tenham uma única camada de agregados com a finalidade drenante.1 Drenos Sub-Superficiais São dispositivos que tem por objetivo drenar as águas superficiais infiltradas no pavimento. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial.2 Material Filtrante O material filtrante tem como função impedir que as partículas finas do substrato sejam conduzidas ao material drenante por via fluída e fiquem retidas nos seus interstícios. . uma com finalidade filtrante e outra com finalidade drenante.1 Material Drenante O material drenante é constituído por pedra britada. 2. matérias orgânicas.

ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) 3. sem costura. até a cota especificada no projeto. se necessário. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial.3 A FOLHA mar/2007 4 de 8 Tubos Os tubos dos drenos profundos ou sub-superficiais. posicionados sempre em seções de aterro d) a aplicação da manta geotêxtil deve ser executada fixando-a nas paredes e na superfície adjacente à vala. atendendo às seguintes particularidades: - preparo de uma camada de 10 cm de espessura no fundo da vala. atendendo às dimensões e declividade estabelecidas no projeto. Executar. e a bolsa do lado de montante. de forma a não prejudicar a configuração do terreno e nem dificultar o escoamento das águas superficiais. podem descarregar em dispositivos de saídas. complementando o envelopamento. no sentido de jusante para montante. acomodado em camadas individuais de cerca de 20 cm cada. prolongando-se no mínimo 1 m além do off-set do aterro anexo. escavação que garanta adequado fluxo às águas conduzidas pelo dreno. Nas saídas dos cortes. os drenos devem ser defletidos em cerca de 45º. Permitida a reprodução parcial ou total. quando previsto em projeto. . g) execução das saídas de concreto de acordo com o projeto-tipo adotado. - complementação do enchimento da cava com o material drenante. - dobragem e costura do geotêxtil. - os orifícios do tubos perfurados devem ficar voltados para baixo. Devem possuir diâmetros e dimensões indicadas nos projetos específicos. ou 50 cm. e) o preenchimento da vala deve ser no sentido de montante para jusante. com os materiais especificados no projeto. b) o material escavado deve ser armazenado em local próximo. 4 EXECUÇÃO A execução dos drenos subterrâneos compreende as seguintes etapas: a) a vala do dreno deve ser aberta.CÓDIGO REV. com o material drenante. com grampos de ferro de 5 mm dobrados em “U”. com raio da ordem de 5 m. c) os drenos transversais podem descarregar em drenos longitudinais que por sua vez. A sobreposição da manta nas emendas longitudinais deve ser de 20 cm com costura. tendo o cuidado de manter a integridade do tubo durante a operação de acomodação. perfurados ou não de PVC rígido ou PEAD. e devem atender às recomendações dos fabricantes e satisfazer as exigências contidas na NBR 15073(1). Os tubos corrugados de PVC e de polietileno devem possuir diâmetros e dimensões especificadas em projeto. f) aplicação e compactação do selo de argila.

além das recomendações do sub-item 3. comprimentos e outros.2 Geometria e Acabamento O controle geométrico deve ser feito através de levantamentos topográficos. A critério da fiscalização. por medidas a trena. que compreendem: alinhamento. Permitida a reprodução parcial ou total. b) nivelamento do fundo das valas ou plataforma sobre o qual as camadas drenantes são executadas para verificação da declividade. Os elementos geométricos característicos. a cada 100 m³ de material aplicado. ou localizadas conforme o caso. O material drenante. e suas propriedades devem ser certificadas pelos fabricantes. 6.1 desta especificação. materiais e dimensionais. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial. e dos materiais utilizados nas bocas e caixas de coleta ou passagem deve ser feito de acordo com o recomendado em suas correspondentes especificações. O controle qualitativo dos dispositivos deve ser feito de forma visual. Os tubos de PVC para condução das águas devem obedecer ao especificado no projeto quanto às suas características físicas. declividades. cotas. avaliando as características de acabamento das obras executadas. com as quais deve ser feito o acompanhamento da execução. deve atender aos índices físicos exigidos nos projetos ou nas respectivas especificações técnicas. caso necessário.1 Materiais Os materiais são aceitos desde que atendam ao discriminado no item 3. acrescentando outros processos de controle. 5. O controle geométrico dos drenos deve ser feito das seguintes formas: a) determinação das dimensões do dispositivo. 6 ACEITAÇÃO Os serviços são aceitos e passíveis de medição desde tenham sido atendidas as exigências estabelecidas nesta especificação.1 Materiais A FOLHA mar/2007 5 de 8 O controle das mantas geotêxteis. os lotes de materiais industrializados fornecidos por terceiros. devem ser recebidos e aceitos desde que acompanhados de certificado de qualidade. para garantir que não ocorra prejuízo à operação hidráulica do dispositivo. profundidades. como os tubos-dreno e as mantas geotêxteis. Deve-se verificar a granulometria do material drenante conforme a NBR 248(2). pedra britada. . auxiliados por gabaritos para verificação das suas dimensões. dimensões internas.CÓDIGO REV. ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) 5 CONTROLE 5. devem ser aqueles estabelecidos em notas de serviço. obtidas de 5 m em 5 m.

a brita para enchimento dos drenos somente é aceita após a apresentação da licença ambiental de exploração da pedreira. a) em todos os locais onde ocorrerem escavações ou aterros necessários à implantação das obras.5 cm em relação à cota prevista em projeto. ressalvando-se casos específicos devidamente indicados e justificados em projeto. quanto à sua conservação e funcionamento. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial. indicadas pela fiscalização. - o nivelamento dos fundos dos dispositivos de saída e coleta esteja dentro da margem de ± 0. o acabamento for julgado satisfatório. d) o perfil longitudinal apresenta-se satisfatório em termos de continuidade e declividade. através de replantio da vegetação local ou grama. No caso de não atendimento às alíneas a. 6. No caso do dispositivo não atender a uma ou mais condições descritas na alínea "c". b) quando os agregados forem obtidos mediante exploração de ocorrências indicadas no projeto. ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) A FOLHA mar/2007 6 de 8 Os agregados que constituem o material drenante devem atender aos índices físicos exigidos nesta especificação e as exigências de granulometria de projeto.CÓDIGO REV. d) a exploração das pedreiras deve ser planejada de modo a minimizar os danos inevitáveis e possibilitar a recuperação ambiental após a retirada de todos os materiais e equipamentos. e em concordância com os critérios de projeto para o dispositivo. deve ser exigida a documentação atestando Permitida a reprodução parcial ou total. deve ser providenciada sua correção quanto às dimensões e cotas estabelecidas em projeto. b) os dispositivos estão em perfeitas condições de conservação e funcionamento. devem ser tomadas medidas que proporcionem a manutenção das condições locais. e) quando a brita for adquirida de terceiros. A execução de drenos com declividades longitudinais inferiores a 1.2 Geometria e Acabamento Os serviços executados são aceitos desde que as seguintes condições sejam atendidas: a) na inspeção visual. - as dimensões das valas não variem das de projeto de mais de 5. 7 CONTROLE AMBIENTAL A seguir são apresentados os cuidados a serem observados para a proteção do meio ambiente no decorrer das operações de execução dos dispositivos de drenagem aqui relacionados. a executante deve refazer ou melhorar o acabamento e conferir ao dispositivo e condições satisfatórias. c) deve ser evitada a exploração de pedreiras em áreas de preservação ambiental. . b ou d.0% implicará na demolição da extensão rejeitada e na execução do dispositivo de drenagem em obediência ao projeto.0 cm para maior e nunca sejam menores que as de projeto em pontos isolados. c) as dimensões avaliadas não divergirem das de projeto das seguintes formas: - o nivelamento do fundo dos drenos devem atender à tolerância de ± 2 cm.

050 m m 24.150 m m 24. especialmente por despejos sanitários. no que couber. para impedir a erosão das vertentes ou assoreamento dos cursos d'água. caimentos e deságües dos drenos obedecem ao projeto. em função das condições locais. e outros recursos utilizados. deve ser mantida a qualidade das águas e sua potabilidade.06 – Tubo de PVC perfurado ou não D=0. as recomendações ambientais aplicáveis do DER/SP.05 – Tubo de PVC perfurado ou não D=0. podendo este ser alterado caso necessário.100 m m 24. h) como em geral as águas de drenagem superficial afetam as condições de escoamento difuso. ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) A FOLHA mar/2007 7 de 8 a regularidade das instalações e da operação da pedreira junto aos órgãos competentes. DESIGNAÇÃO UNIDADE 24. i) nos pontos de deságüe dos drenos. em função da alteração do nível do lençol freático. cuidando-se para que não seja conduzido para os cursos d'água. mão-de-obra com encargos sociais.09 – Dreno horizontal profundo m Permitida a reprodução parcial ou total. descarga. referentes à captação. para verificação do surgimento de escorregamentos ou desagregações. f) todo o material excedente de escavação ou sobras deve ser removido das proximidades dos drenos. carga. de modo a evitar sua desfiguração. de modo a não causar assoreamento ou entupimento nos sistemas de drenagem naturais ou implantados em função das obras.07 – Tubo de PVC perfurado ou não D=0. esses maciços devem ser monitorados. devem ser atendidas.15. evitando provocar sua colmatação. g) o material excedente removido deve ser transportado para local pré-definido em conjunto com a fiscalização. perdas. j) a fiscalização verificará se os posicionamentos. . e conseqüentemente dos mananciais locais. determinada com base no estaqueamento. condução e despejo das águas superficiais ou sub-superficiais. após a implantação dos dispositivos. k) especial atenção deve ser dada à manutenção da estabilidade dos maciços onde são instalados os drenos subterrâneos. nos quais estão inclusos: fornecimento de materiais. e equipamentos necessários para execução dos serviços. devem ser executadas obras de proteção.CÓDIGO REV. BDI.075 m m 24. durante a execução dos dispositivos ou após sua conclusão. 8 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO A medição é realizada em metros lineares de tubos para dreno subterrâneo instalado. transporte.15.15.15.08 – Tubo de PVC perfurado ou não D=0. Os serviços recebidos e medidos da forma descrita são pagos conforme os preços unitários contratuais respectivos. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial. m) além desses procedimentos.15. l) durante o desenvolvimento das obras deve ser evitado o tráfego desnecessário de equipamentos ou veículos por terrenos naturais. de forma a impedir contaminação.

15m m REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2 ____. NBR NM 248.10 – Tubo dreno de polietileno de alta densidade D=0.075m m 24. Rio de Janeiro.15. Agregados – Determinação da composição granulométrica.15.10m m 24.15.14 – Duto corrugado PEAD D=0.075m m 24.15. ET-DE-H00/014 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) 9 A FOLHA mar/2007 8 de 8 24.16 – Duto corrugado PEAD D=0.05m m 24.13 – Tubo dreno de polietileno de alta densidade D=0.15.15.150m m 24. . desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial.15 – Duto corrugado PEAD D=0.11 – Tubo dreno de polietileno de alta densidade D=0.12 – Tubo dreno de polietileno de alta densidade D=0.CÓDIGO REV.20m m 24.100m m 24. Rio de Janeiro 2004.15. NBR 15073. 2003 _____________ Permitida a reprodução parcial ou total.15. Tubos corrugados de PVC e de Polietileno para drenagem subterrãnea agrícola.17 – Duto corrugado PEAD D=0.