You are on page 1of 13

COELHO, Eduardo Lara.

Coalhadas e rapaduras: estratégias de
inserção social e sociabilidades de músicos negros – São João delRei, século XIX. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI,
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, PROGRAMA DE PÓSGRADUAÇÃO EM HISTÓRIA – MESTRADO. São João del-Rei, dezembro
de 2011

Referencias extraídas do acima

Antônio Guerra, Pequena história de teatro, circo, música e variedades em
São João del-Rei (1717-1967).

FARIA, Sheila Siqueira de Castro. A Colônia em movimento. Rio de Janeiro:
Nova
Fronteira, 1998.165
______. Sinhás pretas, damas mercadoras. As pretas minas nas cidades do
Rio de
Janeiro e de São João del Rey (1700-1850). 2004. Tese (Concurso para
Professor
Titular em História do Brasil) Universidade Federal Fluminense, Niterói,
2004.

FLORENTINO, Manolo; GÓES, José Roberto. A paz das senzalas: famílias
escravas e
tráfico atlântico, Rio de Janeiro, c. 1790 – c. 1850. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1997.
FRANCO, Maria Sílvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. 4.
ed. São
Paulo: Ed. da UNESP, 1997.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos. 10. ed. Rio de Janeiro: Record,
1998.

América lusa. Carla Maria Carvalho de. escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. De ex-escravo à elite escravista: a trajetória de ascensão social do pardo alferes Joaquim Barbosa Neves (Porto Feliz. música e variedades em São João del-Rei. ______. Egressos do cativeiro: trabalho. LANGE.1850). c. São João del-Rei: s/ed.). João Luís Ribeiro. 2007.1798-c. São Paulo. . ALMEIDA. 36p. Conquistadores e negociantes: histórias de elites no Antigo Regime nos trópicos. 2008. 1. Belo Horizonte: Arquivo Público Mineiro. São João del-Rei. História da música nas irmandades de Vila Rica: Freguesia de Nossa Senhora do Pilar do Ouro Preto. Keyla. Antônio Carlos Jucá de Sampaio (Org. v. Mary Catherine. Cidadania. O fiador dos brasileiros. 1979. séculos XVI a XVIII. 1998. GUEDES. Antônio. GRIMBERG. 1968. 18081850.. aliança e mobilidade social (Porto Feliz. circo. KARASCH. Pequena história de teatro. São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras. Rio de Janeiro: Mauad X. 1998. SAMPAIO. In: FRAGOSO. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Francisco Curt. p. família. Roberto. 337-376. Pedro Paulo Vilela. século XIX). 1717 a 1967.GALO. 2000. A vida dos escravos no Rio de Janeiro. Coalhadas e rapaduras: história social da música em São João del-Rei no século XIX. Monografia (Especialização em História de Minas – séculos XVIII e XIX)-Fundação de Ensino Superior de São João delRei. GUERRA. 2002. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

São Paulo: HUCITEC / Fapesp / ABPHE. São Paulo: HUCITEC. ano 13. José Roberto do Amaral (Org. 1985. 1794-1832. FAPESP. Os músicos negros: escravos da Real Fazenda de Santa Cruz no Rio de Janeiro (1808-1832). 2007. Antônio Carlos dos. ______. In: Estudos Econômicos.LARA. 1996. Maurício. 1996. Roberto Borges. n. Os múltiplos de porcos e diamantes: a economia escravista de Minas Gerais no século XIX. História econômica da Independência e do Império. ABPHE. século XIX: tráfico e o apego à escravidão numa economia não-exportadora. 1. 1995. n. Minas Gerais. Sílvia Hunold. São Paulo. São Paulo: IPE/USP. Protoindustrialização em uma sociedade escravista: o caso de Minas Gerais. p. SLENES. João de Deus de Castro Lobo e as práticas musicais nas associações religiosas de Minas Gerais. 17. Fragmentos setecentistas: Escravidão. Támas. MONTEIRO. Campinas. São Paulo: Annablume / FAPESP. 181-209. LAPA. Tamás & LAPA. História econômica da Independência e do Império. p. 2009. outra vez. LIBBY. Minas e o tráfico de escravos no século XIX. Letras e Ciências Humanas. MARTINS. Douglas Cole.). In: SZMRECSÁNYI. . São Paulo: Companhia das Letras.). José Roberto do Amaral (Org. Universidade de São Paulo. Robert W. Cadernos IFCH – UNICAMP.237-280. 1983. In: SZMRECSÁNYI. Dissertação (Mestrado em História)-Faculdade de Filosofia. 1995 SANTOS. cultura e poder na América portuguesa.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS. SOUZA.______. ______. Devotos da cor: identidade étnica. São Paulo. (1550-1835). 1985. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1999. Universidade de São Paulo. religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro. DEVOÇÃO E IDENTIDADE: O culto de Nossa Senhora dos Remédios na Irmandade do Rosário de São João del-Rei – séculos XVIII e XIX São João del-Rei . 1985. São Paulo: Companhia das Letras. SOARES. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI. Flávia Camargo. século XVIII. Daniela dos Santos. 12 dez. SCHWARTZ. Ngoma vem!: África coberta e descoberta no Brasil”. 2000. século XIX. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial. São Paulo: Ed. TONI. Dissertação (Mestrado em Artes)-Escola de Comunicação e Artes. A música nas irmandades da Vila de São José e o Capitão Manuel Dias de Oliveira. CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA . Mariza de Carvalho. Stuart B. “Malungu. 1988. Redescobrir os Descobrimentos: as Descobertas do Brasil. Brasil. Agosto de 2010 ./fev. Na senzala. uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava./ jan. 1991-1992. Revista USP. Sudeste. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

Negras Minas Gerais: uma história da diáspora africana no Brasil colonial. FLORENTINO. Uma História Brasileira das Doenças. Betânia Gonçalves. Vila Rica dos Confrades: a sociabilidade confrarial entre os negros e mulatos no século XVIII. As doenças dos escravos: um campo de estudo para a história das ciências da saúde. Lei branca e justiça negra: crimes de escravos nas vilas de São João del-Rei e São José (1814-1852). CARVALHO. São Paulo: USP. 2005.). Maria Augusta do Amaral. Rita de Cassia (orgs. 1993. Tese de Doutorado. Juiz de Fora: Editora da UFJF. 1999. Waldemar de Almeida. Marcos Magalhães de. CARDOSO. Manolo./ed. Escravos e libertos nas Irmandades do Rosário: devoção e solidariedade em Minas Gerais – séculos XVIII e XIX.. Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de História da FAFICH – UFMG. Célia Maia. 2006. 2002. AGUIAR. Dilene Raimundo do. Belo Horizonte. CAMPOS. São Paulo. Campinas: IFCH/Unicamp. Em Costas Negras: uma história do tráfico atlântico de escravos . Belo Horizonte. Tese de Doutorado apresentada ao Departamento de História da Faculdade de Filosofia. e MARQUES. 1972. BORGES. 1998. S.AGUIAR. Letras e Ciências Sociais da USP. In: NASCIMENTO. FIGUEIREDO. A marcha da Civilização: as vilas oitocentistas se São João del-Rei e São José do Rio das Mortes – 1810/1844. Maria Tereza Pereira. Diana Maul de. Dissertação de Mestrado. Negros e quilombos em Minas. Marcos Magalhães de. BARBOSA. Rio de Janeiro: Mauad X.

1830-1888. GURAN. GUEDES.. São Paulo (c. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1995. Brasil século XIX. 1998. escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Marcelo. Campinas: IFCH/Unicamp. Maria Helena. MARCCORD. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Keila. São Paulo: Brasiliense. MATTOS. aliança e mobilidade social – Porto Feliz. Flávio dos Santos. 1987. A Paz das Senzalas: famílias escravas e tráfico atlântico. 2002. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. GOMES. ________. 2008. ________. família. MACHADO. O Rosário dos Homens Pretos de Santo Antônio: alianças e conflitos na história social do Recife – 1848-1872.1798 – c. 1997. . 2000 (Coleção Descobrindo o Brasil). O Fiador dos Brasileiros: cidadania. Agudás: os brasileiros do Benim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Editora Gama Filho.1850). Rio de Janeiro: Mauad X/FAPERJ. luta e resistência nas lavouras paulistas. 2001. Histórias de quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro – século XIX. Escravidão e Cidadania no Brasil Monárquico. José Roberto. Crime e escravidão: trabalho. Dissertação de Mestrado. Das Cores do Silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista. 1995. Rio de Janeiro. 1790-1850. Roberto. e GÓES.entre a África e o Rio de Janeiro – séculos XVIII e XIX. GRINBERG. Hebe Maria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. Egressos do cativeiro: trabalho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2000. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. Milton.

São João del-Rei. irmandades e resistência cultural no Rio de Janeiro Imperial. ________. Silvia Maria Jardim. A Festa da Glória: festas. 13. Departamento de História da UFF. 1990. Devoção Negra: santos pretos e catequese no Brasil colonial. Rio de Janeiro: Quartet/FAPERJ. Eduardo França. pp. e HESPANHA. Anderson José Machado de. 141-188. Antônio Manuel de. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2008. São Paulo: Annablume. Os benguelas de São João delRei: tráfico atlântico. Revista História Social. de Queirós. e BRÜGGUER. Revista Tempo. Maria Fernanda. 1995. 19-48. . ed. In: FRAGOSO. 2001. pp. São Paulo: Brasiliense. Maria de Fátima. Kátia M. GOUVÊIA. 2000. A constituição do império português: revisão de alguns enviesamentos. número 7. PINTO. Ser escravo no Brasil. MATTOSO. Niterói/RJ. João Luís Ribeiro.A escravidão moderna nos quadros do Império português: o Antigo Regime em perspectiva atlântica. Família escrava em São José del-Rei: aspectos demográficos e identitários (1830-1850). ________. 3.________. 2010. e BICALHO. OLIVEIRA. Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de História da UFSJ. v. religiosidade e identidades étnicas (séculos XVIII e XIX). PAIVA. nº 26. 2009. Unicamp Campinas/SP. O Antigo Regime nos trópicos: a dinâmica imperial portuguesa. Escravos e Libertos nas Minas Gerais do século XVIII: estratégias de resistência através dos testamentos. Fábio Carlos Vieira.

1996. 186 ________. 1991. Associações religiosas no ciclo do ouro. Faculdade de Letras da Universidade do Porto. São Paulo: Nacional (Coleção Brasiliana). Niterói/RJ. Na Senzala uma Flor: esperanças e recordações na formação da família escrava – Brasil Sudeste. Lucinda de Jesus Barros. 1963 (Coleção Estudos 1). A Remissão do Cativeiro: alforrias e liberdades nos Campos dos Goitacazes (1750-1830). REIS. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. SOARES. 1999. Ed. Revista Tempo. 7-33. Belo Horizonte: UFMG/Centro de Estudos Mineiros. 1976. LENES. Robert. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. Identidade e Diversidade étnicas nas Irmandades negras no tempo da escravidão. Fritz Teixeira de. Alberto da Costa e. vol. A manilha e o limbambo: a África e a escravidão de 1500 a 1700. Márcio de Sousa. Porto. SILVA.PINTO. São Paulo: Companhia das Letras. nº 3. Tese de Doutorado apresentada ao Departamento de História da UFF. 2002. Departamento de História da UFF. 2. A Morte é uma Festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. Niterói/RJ. Dissertação de Mestrado. SCARANO. João José. revista e ampliada. . século XIX. 2003. SALLES. São Paulo: Companhia das Letras. ________. Julita. 2006. O Santuário de Nossa Senhora dos Remédios: contributo para o estudo da sua construção – 1750-1905. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. pp. Devoção e Escravidão: A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos no Distrito Diamantino no século XVIII.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Cativeiro e Liberdade – Rio de Janeiro. século XVIII. séculos XVII-XIX. séculos XVII-XIX. XAVIER. religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro. Religio XAVIER. Rio de Janeiro: Elsevier. 2005.). Manolo (org. 2008. Marina de Mello e. Cativeiro e Liberdade – Rio de Janeiro. Tráfico. A ‘nação’ que se tem e a ‘terra’ de onde se vem: categorias de inserção social de africanos no Império português. Mariza. Revista de Estudos Afro-Asiáticos. Porto Alegre: Editora da UFRGS. 2000. século XVIII. Belo Horizonte: Editora UFMG. 2007. Regina Célia Lima. 303-330. Marisa Rocha Mota. A África e os africanos na formação do mundo Atlântico – 1400 a 1800. 2005. 2004. Devotos da Cor: identidade étnica. pp. Reis Negros no Brasil escravista: história da festa de coroação de Rei Congo. ________. VIANA. nº 2. Histórias Cruzadas: os mahi setecentistas no Brasil e no Daomé In: FLORENTINO. Trad. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Regina Célia Lima. In: FLORENTINO.SOARES. John Kelly. . Manolo (org. Larissa. ano 26. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. SP: Editora da Unicamp. SOUZA. O Idioma da Mestiçagem: as irmandades de pardos na América Portuguesa.). Tráfico. Religiosidade e escravidão no século XIX: mestre Tito. 2002. THORNTON. 2004. Campinas. ________.

Rio de Janeiro: Sabin. Tese (Concurso para Professor Titular em História do Brasil) Universidade Federal Fluminense. Sheila Siqueira de Castro. Luciano. Renato da. José Ramos. In: FIGUEIREDO. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Raízes africanas.). São Paulo: Editora 34. COELHO. TINHORÃO. Luciano (Org. As pretas minas nas cidades do Rio de Janeiro e de São João del Rey (1700-1850). 2. 2004.SILVEIRA. século XIX. No balanço do lundu: os jogos de sedução entre os escravos e suas sinhazinhas. Do calundu ao candomblé. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI. 1998. São João del-Rei. 2009. damas mercadoras. Eduardo Lara. . 2009. Rio de Janeiro: Sabin. A Colônia em movimento. 2008. ______. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS. Niterói. PROGRAMA DE PÓSGRADUAÇÃO EM HISTÓRIA – MESTRADO. Coleção Revista de História no Bolso: Festas e Batuques no Brasil. Coalhadas e rapaduras: estratégias de inserção social e del-Rei. Sinhás pretas. Tereza. n. In: FIGUEIREDO. 2004. dezembro de 2011 sociabilidades de músicos negros – São João FARIA. VIRGINIA DE ALMEIDA. Os sons dos negros no Brasil.

). Rio de Janeiro. 1850. séculos XVI a XVIII. 10.FLORENTINO. 337- 376. Keyla. Pedro Paulo Vilela. São Paulo. 2002. aliança e mobilidade social (Porto Feliz. 4. da UNESP. GUEDES. José Roberto. c. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Homens livres na ordem escravocrata. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Sobrados e mucambos. 36p. João Luís Ribeiro. Gilberto. FRANCO.1798-c. São Paulo: Ed. Rio de Janeiro: Record. Monografia (Especialização em História de Minas – séculos XVIII e XIX)-Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei. Rio de Janeiro: Mauad X. GÓES. 1998.1850). FREYRE. Conquistadores e negociantes: histórias de elites no Antigo Regime nos trópicos. GRIMBERG. Egressos do cativeiro: trabalho. A paz das senzalas: famílias escravas e tráfico atlântico. São Paulo. 2007. 1997. Antônio Carlos Jucá de Sampaio (Org. p. Roberto. século XIX). Carla Maria Carvalho de. c. 2008. família. Cidadania. . In: FRAGOSO. Maria Sílvia de Carvalho. ALMEIDA. Manolo. 1997. 1790 – c. ed. SAMPAIO. 1998. O fiador dos brasileiros. De ex-escravo à elite escravista: a trajetória de ascensão social do pardo alferes Joaquim Barbosa Neves (Porto Feliz. América lusa. São João del-Rei. ed. 1998. Coalhadas e rapaduras: história social da música em São João del-Rei no século XIX. GALO. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. ______.

Belo Horizonte: Arquivo Público Mineiro.). LANGE. Minas Gerais. 1996. FAPESP. Douglas Cole. LARA. 1808-1850. In: SZMRECSÁNYI. Protoindustrialização em uma sociedade escravista: o caso de Minas Gerais. p.GUERRA. p. Minas e o tráfico de escravos no século XIX. ABPHE. cultura e poder na América portuguesa. 1983. São Paulo: IPE/USP.. História econômica da Independência e do Império. Francisco Curt. música e variedades em São João del-Rei. ______. Sílvia Hunold. A vida dos escravos no Rio de Janeiro. outra vez.). circo. Fragmentos setecentistas: Escravidão. LAPA. KARASCH. 1717 a 1967. . In: SZMRECSÁNYI. 2007. In: Estudos Econômicos. 1968. 2000. 181-209. São Paulo: HUCITEC. Tamás & LAPA. História da música nas irmandades de Vila Rica: Freguesia de Nossa Senhora do Pilar do Ouro Preto. São João del-Rei: s/ed. São Paulo: HUCITEC / Fapesp /ABPHE. Antônio. Pequena história de teatro.237-280. século XIX: tráfico e o apego à escravidão numa economia não-exportadora. MARTINS. José Roberto do Amaral (Org. LIBBY. 1996. ano 13. n. 1. 1979. História econômica da Independência e do Império. Támas. São Paulo: Companhia das Letras. Mary Catherine. José Roberto do Amaral (Org. v. São Paulo: Companhia das Letras. 1. Roberto Borges.

1995. 1794-1832.MONTEIRO. 1995 . João de Deus de Castro Lobo e as práticas musicais nas associações religiosas de Minas Gerais. Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. Maurício. Dissertação (Mestrado em História)-Faculdade de Filosofia. São Paulo.