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FONTE 13,8 X 25 Fernando da Cunhe Lima, PY2ENK Dados completos para construgéo de uma fonte de alimentagéo estabilizada projetada para saida ajustavel entre 11 e 15 V sob até 25 ampéres. ” Q QUE? MAIS UMA FONTE?” Assim com: gava_um artigo publicado pelo saudoso ex- PY110, Antonio Portella Netto, como que pedin- do desculpas por publicar um artigo sobre “mai uma fonte’’. Fago minhas as palavras dele e peco ao leitor que me perdoe por voltar ao assunto, mas é que 0 resultado obtido com este projeto foi tao bom que no resisti a idéia de passd-lo ‘adiante. O PROJETO Em si, nada de extraordindrio. Trata-se de uma fonte com sada ajustavel entre 11 15 VCC, com corrente méxima continua de 25 ampéres, sendo a tensao estabilizada. A estabilizagao da tensao é obtida gragas & atuagéo do CI723,cujoidesempenhoé dos metho- res neste tipo de aplicagéo. Entre o Cl estabilizador e os transistores de safda hé um outro transistor “driver”, que se encarrega desta interface, fornecendo a etapa de saida a corrente de base necesséria,sem carregar sensivelmente o Cl. O transformador, no caso, foi enrolado em ca- sa, para baratear o custo total. Suas caracteris- ticas so dadas adiante. CAIXA E DISSIPADORES Todo 0 conjunto 6 acondicionado em uma cai- xa padrao, disponivel no mercado, com 26,5 x 16 x 18 cm. “Uma palavra especial ¢ reservada a questao dos dissipadores, talvez 0 ponto mais importante do projeto. Trata-se de dissipadores de aluminio estrudado, anodizado na cor preta, com dimen- s6es de 10 x 8x 6,5 cm, tipo comum encontrado na praga. Na verdade ele pode ser substitu(do por qualquer tipo de dispositivo alhetado desde qu ‘8, — Soja preto (a cor negra é a que melhor dissipa o calor). b. — Tenha a mesma (ou maior) superficie de contato com o ar. ¢, — Seja montado com as alhetas na posi¢ao vertical, permitindo a facil circulacao das corren- tes de convectao. ‘So montados em dissipadores os transistores 08 diodos. Os transistores s80 montados sobre isoladores de mica, com farta aplicagao da pasta térmica. Inicialmente tentei inovar, montando os transis- tores diretamente sobre 0 dissipador, e isolando este Ultimo, da caixa. Passei quase um ano utili- zando a fonte alimentando o meu transceptor FOTO 1 — Paine! frontal da Fonte. A. 08 instrumentos (voltimetro s amperimetro). A eons 2 peas waa aie <8 ee ruptor geral. Embaixo, & esquerda o per 2 nos de 23 V CA 6, a direita os da salda de 13.8 CC. No centro, o controle de tenséo de saida. esquerda do mesmo, um conector fémea RCA ‘também ligado & saida de 13,8 VCC. FT-757-GXIl. Até que um dia aconteceu 0 aciden- te: numa arrumagao, o chassi do transceptor coli- iu com um dos dissipadores e 0 prejuizo foi imediato. Voltei, pois, a montagem classica, pro- movendo a isolagao entre os dissipadores e a carcaca dos transistores de saida J4 no caso dos diodos, achei melhor manter © contato fisico — e portanto elétrico — entre as respectivas carcacas e os dissipadores, basica- ‘mente em virtude do comprimento relativamen- te curto do parafuso ("‘stud”) do diodo, que mal superava a espessura do dissipador. Para prevenir acidentes como 0 atrés mencio- nado, tive 0 cuidado de colocar os diodos e seus dissipadores na parte “de dentro” da “chaminé”. Explicando melhor: so seis os transistores de poténcia € 4 os diodos. Cada transistor utiliza 1 dissipador, sendo que, no caso dos diodos, um dissipador é utilizado para cada par de dio- dos. Assim, 0 nimero de dissipadores é de 8. Fiz um suporte em “U", com dimensées de 26,7 cm de largura, 16 cm de altura e 9 cre em cada perna. Este suporte é montado como uma sela sobre a parte traseira da caixa, ficando’ dissipadores (dois em cima e dois embaixo) para dentro, portanto, protegidos, e 4 para fora. Para dentro ficam, pois, os dissipadores dos @ também de um par de transistores, O espaco entre as partes dos fundos da caixa €0"U" funciona como uma chaminé. Os di AN-EP — VOL. 100 N°1 44 (Ret. 1120/1980) 4 paralelo, para rede de 110 (ou 127) volts; primérios sero | 15STA 00 MATERIAL ‘Somicondutores: Git" Girculto Integrado pléstico wA723, LM723, u similar. D1, D4 — Diodo 20 A / 200 V, carcaca negativa, AE- GIS 22/03-A1B. D2, 03 — Diodo 20,A / 200 V, carcaga positiva, AE- GIS 22/03-A1A. DS — Diodo fotemissor (LED) vermelho, 5 mm. TRI — Transistor RCA 3056, TIP 3055, ou similar. TR2 a TR7 — Transistor 2N305S, encapsulamento metalico (TO-3) Capacitores: Cr, C2 — 0,047pF x 630 V, poliéster: €3— 10 000uF x 40 V, eletrolttico. G4 — 100 pF'x 60 V, coramica C5 — 0,047 pF x 50 V, poliéster. C6 — 1 000pF x 40 V, eletrolitico. Rosistores (valores em ohms): R133 k, 1/4 W. R2 — 22, 1/2 W. 3 — 138 k, 1/4 W. 4 2) @ t 4 — Diagrama da Fonte 13,8 x 25. No esquema princi no detalhe, # solucéo optativa, em onda completa. O HEE Y) On ig al, a retificagso é em pont imério de T1 esté ligado ra redes de 220 V, os dois enrolamentos Aigados em sere 10k, 4W, potencidmetro de fio. 2 k, 1/4 W 2, 10W. fio. K, 12 W. lesistores de equalizagao (ver texto). ssistor de derivacao (ver texto). faristor para 130 V (em rede 110-127 V) ou 250 V (rede 220 V). Diversos: Te transformador de alimentagio. Primério de acordo com # rede; secundério: 23 V (retificador fem ponte) ou 23-0-28 V (onda completa). Dados p fa construcso no texto, (5 "Reator ("choke") em niclee toroidal (dados. pare conatruraa no texto} T= Fusivel SAG — 10 A (rede 110-127 V) ou5 A (ese 20¥) 12,14 — Bornes tipo pesado. M1 Vontimenro 090 V ce. M2 — Amperimetro 0-30 A CC (ver texto) CHi — Interruptor simples (© A, 260 V} dores, ao se aquecerem, aquecem o ar que, por ficar menos denso, tende a subir, formando uma corrente de tiragem., Isto mantém os transistores bem arrefecidos, embora a corrente que os atra- vessa seja elevada, Para melhorar o fluxo de corrente de ar, foram colocados “pés” sob a caixa, consistentes de 2 sarrafos de 2 x 3 x 18cm, afixados ao fundo. 0 vio entre o fundo de caixa e a prateleira de apoio propiciaré a tomada de ar frio da parte da frente, facilitando a corrente de tiragem. O TRANSFORMADOR E uma “barbada” enrolar transformadores grandes. © numero de espiras é relativamente Pequeno e basta um pouco de paciéncia. ‘O nticleo do transformador devera ter 32 cm?, ou mais, e o numero de espiras por volt é 1,5. ‘Assim, para o primério, que deverd se prestar aalimentacao em 110 ou 220 volts (NR1), haveré 2 enrolamentos de’ 165 espiras com fio 14 AWG (2 mm? ou 1,6 mm de diametro). AN-EP — VOL. 100 N°1 45 (Ret. 1120/1990) asi ia FOTO 2 — Outro aspecto da Fonte. Observe-se, na parte posterior, © topo dos dissipadores instalados fa, com a pera de aluminio, em ‘formando uma "“chaminé”. 0 secundério, permite duas opgdes. A primei- da no projeto, prevé 0 uso de 4 diodos em esquéma ponte, Neste caso, hd um 6 enrola- mento, que fornece 23 volts, constituldo de 35 espiras de fio esmaltado n: 8 AWG (6 mm? ou 3,2 mm de didmetro}. ‘A segunda op¢ao permite economizar nos dio- dos: eles sdo utilizados segundo 0 esquema “on- da completa”, ou seja, alimentados pelas extre- midades de um enrolamento com derivagao cen- tral. Neste caso, o enrolamento em aprecoé com- posto de 70 espiras de fion?11(4 mm? ou 2,3 mm de diametro), com derivacao na 35: espira. No caso da adogao do esquema em ponte, é recomendével 0 uso de diodos com carcaca ne- gativa, porque, assim, o dissipador fica com po- tencial zero, em relagéo ao chassi do aparelho a alimentar, 0 que é muito’ bom em relacéo ao risco de acidentes. O ESTABILIZADOR E utilizado 0 C1723 (LM723, »A723, etc), mon- tado em uma plaqueta “universal” de uito impresso. Recomendo fortemente 0 uso de um soquete de 14 patas, facilitando a eventual troca de Cl com a mesma (ou quase) facilidade com, que se trocava uma vélvula (lembra-se?). Nao nos esquecamos do “calcanhar de Aqui les” dos dispositivos de estado sdlido, que é sua susceptibilidade a surtos de tensao. Assim, nao 6 remota a possibilidade de, em meio a ocor- réncia de uma tempestade magnética, cair um raio pelas redondezas e um ou mais “chips” pifa- rem. Dafa vantagem de usar o soquete para alo: jar ol. MEDIDORES i “Para uma fonte deste porte, a existéncia de um ou dois medidores é de grande valia. Quando digo um, refiro-me a um s6 miliamperimetro fa! zendo o papel de voltimetro ou de amperimetro. ‘O melhor mesmo 6 0 uso de dois e, se possivel, de tipo bobina mével. (Os de tipo ferro mével, mais baratos, tm a desvantagem de uma-escala nao linear, compri- mida no seu inicio, aiém da menor preciso. $6 um lembrete, dentro do capitulo “medido- res”: 0 amperimetro deve, em principio, ser atra~ ‘vessado por toda a corrente. O problema ¢ que ha medidores na praca cujos terminais so abso- lutamente incompativeis com o regime a me isto 6, s8o excessivamente pequenos para a cor- rente que os atravessa, No caso do nosso proto- tipo, 0 amperimetro de 30 A tinha terminais dé mesmo tamanho que os do voitimetro. Para fun- cionamento intermitente, nao hé muito proble- ma, mas se a questéo 6 montar um equipamento para regime continuo, néo é bom confiar no de- sempenho de um instrumenté assim. A solucao? E facil. Tudo o que é necessdrio fazer é substituir o elemento interno de derivagao (“shunt”) por um elemento externo, evitando, assim, que toda a corrente passe através do ap: relho. O unico problema é que é preciso dispor de um instrumento aferido (um volt-ohm- miliamperimetro, por exemplo), para fazera pos- terior calibracdo do amperimetro modificado). Basta desmontar o amperimetro e desligar uma das pernas da derivacao (é bom deixar a derivagao I4, dentro do corpo do aparelho, para a eventualidade de aproveitamento, mais tarde, do mesmo instrumento com sua escala original em um outro circuito). © que ¢ que sobra? Um mili ou micro-ampe- rimetro cujo alcance em fundo de escala nem 6 preciso conhecer, como se ver a seguir. O “macete” 6, na montagem final, usar um pequeno derivador ou barramento—fiodecobre nt 12 (3,3 mm? ou 2mm de digmetro) nu e esta- nhado — entre um dos bornes de saida (pode sero negativo ou 0 positivo) e um ponto situado a 20cm de distancia. Apos a montagem final, a calibracao é feita conforme o diagrama, onde um dos terminais do instrumento é ligado ao borne. O outro é ligado tentativamente em diver- sos pontos ao longo do barramento (Rd), até que haja coincidéncia de leituras entre o instrumento. aferido e o nosso medidor. Uma vez identificado © ponto certo, com um ferro de soldar “valente”, solda-se definitivamente 0 fio no barramento. Por se achar exposto (embora dentro da caixa), © barramento nao teré aquecimento notével todo o sistema funcionara “rio”. Ha ainda uma alternativa, que é usar o proprio amperimetro como calibrador. E simples. Apés a concluséo da montagem da fonte, liga-se 0 amperimetro em sua configuragao original e co- necta-se uma carga a fonte, puxando algo entre 15 e 20 ampéres (algumas lampadas de farol de automével, de 35 W/12 V). Anota-se a medicéo. ‘Agora retira-se 0 amperimetro e desliga-se 0 “shunt” interno, usando-o em conjunto com o barramento, como j4 mencionado, procurando- se 0 ponto do barramento em que a leitura seja igual a anterior, conectada a mesma carga de lampadas. . AN-EP — VOL. 100 N° 1 46 (Ref. 1120/1990) 46 FOTO 3 — A caixa desmonts- da, permitindo devassar seu in- ‘wrior. Em primeira plano,em- baixo, dois eletrolitices de 5 000 microfarads, ligados om paralelo, empregados em C3. versio TO-220 (MJE3055, TIP3055, RCA3055 etc), consi- derado o seu baixo regime de operacdo. Mesmo assim, montei-o sobre um pequeno digsipador ‘tipo castelo, com dimensdes de 4 x 4 x 3cm. Nao esquecer de isolar, ou o transistor, ou o dissi- pador, do ponto de fixagao do conjunto, j4 que a “alga” do transistor é ligada ao seu coletor. Este transistor funciona “folgado” e qualquer dissipador “médio” deve ser satisfatério. OS TRANSISTORES DE SAIDA ‘Sdo os velhos e confidveis 2N3055 em monta: gem TO-3. Embora pelos manuais sua corrente méxiina seja 15 A, convém, para nossa tranqi lidade, nao passar dos 5 A em regime continuo. Com esta corrente maxima e “casados” com bons dissipadores, eles aguentam qualquer de- safio E interessante notar que todos os coletores esto no mesmo potencial, e podem, portanto, ser interligados “in loco”, isto 6, diretamente de terminal para terminal. Cabe, neste momento, uma palavra sobre as interligagées. A regra basica 6: seja generoso na bitola dos cabos que conduzem a corrente principal, apelidando com este nome a corrente que vem desde o secundério do transformador, passa pelos retificadores, coletores e emissores, indo até os bornes. Use cabos em paralelo. No nosso protétipo, usei, para conectar os emisso- res (logo apés os resistores Rc], seis segmentos de cabinho n° 16 (1 mm‘). Para a ligacdo entre 08 coletores e a saida positiva da ponte, usei 3 cabos n? 14 (1,5 mm. Qualquer combinagao 6 permitida, limitando a densidade de corrente a.um méximo de cerca de 7 Aimm?, Outra coisa: © fio que liga 0 capacitor de filtro a0 polo positive da ponte deverd também ser de grosso calibre. \Obviamente, também o negativo. Explica-se: ‘embora esses condutores néo carreguem a cor rente principal de circuito, ocorre que quando essa corrente ¢ alta, o capacitor carrega-se e Se descarrega quase completamente, em cada se- miciclo, desempenhando sua fungdo de filtra- ‘gem (enchimento das “depressées” de tenséo), dando origem a uma corrente pulsante de eleva- |do valor. Usar fio de 1,5 mm? (n? 14) nessas liga- goes. FILTROS ‘Gueih jd nao teve um ou outro equipamento ipifado em decorréncia de uma descarga atmos- férica? Este mesmo protétipo jé foi vitima de um caso destes. Colocamos um dispositivo para ten- tar minimizar o efeito deletério desses surtos: usamos um varistor tipo S20K130 da Siemens (Rv) e um “choke” (L1) que consiste em 10 espi- fas com o préprio fio duplo paralelo de en- trada de alimentacdo,enroladas em um to - ride de ferrita de diametro externo 24cm, interno 14 cm e altura de 9 cm. MEDICOES Ca entre nés, eu sou fanatico por mediges reais nos prot6tipos em pleno funcionamento. Coloquei medidores de corrente nos pontos A 8, para ver quais e como variavam as correntes no Cle no “driver”, cada vez que se aumentava a corrente de saida, no ponto C, em 5 ampéres. De igual maneira, foi colocado um amperime- tro de corrente alternada no ponto D, com a al \mentacao em 110 volts. Aproveitei para colocar um termometro no ‘transistor que provavelmente deve tér 0 maior aquecimento de conjunto, isto 6,0 interno supe- rior. Com um torno mecanico, preparei ‘quena pastilha de latéo, no qual foi pr: um furo diametral, com um didmetro bem proxi- mo ao do bulbo de merciirio de um termémetro 0-150°C. Um pouco de pasta térmica entre o bul- bo e a pastilha, entre esta e a carcaca do transis- tor em teste ¢ pronto, estava pronta a gambiarra AN-EP — VOL. 100 N° 1 a7 (Ref. 1120/1990) 47 —"; iN Si esquerda, os resistores de equalizerao. Ao centro , © trensformador. Embaixo, 0 sistema de arrefeci imento dos transistores de saids. para acompanhamento da temperatura do tran- sistor mais "surrado” Tudo isto resultou na tabela da Fig. 2 Pode-se observar que a tenséo “aguentou as pontas” até 25 A, mas com 28 A jd comecava a baixar além do desejado. Mesmo assim, como teste, ele funcionou varias horas neste ultimo regime, nao tendo a temperatura dos transisto- res de poténcia excedido a 90°C (os manuais dao 200°C como temperatura maxima de operagao). RESISTORES DE EQUALIZAGAO. E praticamente impossivel utilizarem-se 6 tran- sistores com caracter(sticas idénticas. Para equa- lizar as correntes, isto é, dividir “irmamente” a corrente total entre os transistores, é necessério, intercalar, entre os emissores e 0 ponto de carga, um resistor de equalizagao (Rc). Considerado o baixo valor resistivo e a alta corrente que por eles deverd passar, é mais conveniente fabricar estes resistores, 0 que ¢ feito com 1m de fio n: 16 (1,3 mm? ou 1,3 mm de diametro) enrolado ‘em um bastao com diametro de 1 cm. CONCLUSAO. E um prazer ver a bichinha funcionando em altos regimes. Apesar das elevadas correntes, (© voltimetro parece até que esté enguicado, de tao imovel que fica. Sobretudo, o funcionamento ésilencioso, pois, com aiconvecgao natural pro- piciada pelo amplo dimensionamento dos dissi padores, desnecessério se torna 0 uso da incd- moda ventoinha. Iso h le Es T o oO O30 138 © 22 6. 02-230 24 198. «50. 10 205 80 4 138 72 AB at 180 57 138 82 207 a 310 7: 13,6 86 2 26 530 84 13 89 28 «435 «4680 9 125 90 Fig. 2— Nesta tabola pode-se constatar 0 exce- ‘te desempenho da fonte estabilizeda, quer quanto & tensio de saida, quer quanto & tem- Peratura: Is = Corrente de safda (A); 11 = Corre 12 do.“driver" TR1 110 (127) V; Es ‘Temperatura nos transistores de saida (°C). ‘As medidas foram feitas com rede de 110 volts. Boa sorte para quem montar a 13,8 x 25! (N.R.1) — Considerando o crescente uso do padrao de 127 (em ver de 110) volts em redes eletricas brasi- Teiras, ¢ sugerido um “prolongamento” de 25 espiras fem cada um dos dois enrolamentos primérios (por tanto, 165 + 25), prolongamento este que sera usado Jara conexdo em paralelo no caso de rede de 127 volts. im redes de 220 volts $6 serao ligados em série os @nrolamentos de 165 espiras, ficando sem uso {isola- dos) 0s extremos dos prolongamentos dos primérios. TECNICA EM LABORATORIO PROPRIO PARA TODAS AS MARCAS Casa do adioamador R. Joaquim Floriano, 1141 04534 Sao Paulo, SP. Tel. (011)1820-3660 2 AN-EP — VOL. 100 N° T 48 ‘ (Ref. 1120/1990)