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O MOTIVO DAS COISAS E m função da densidade populacional, os países pobres e, em desenvolvimento,
O MOTIVO DAS COISAS E m função da densidade populacional, os países pobres e, em desenvolvimento,

O MOTIVO DAS COISAS

E m função da densidade populacional, os países pobres e, em desenvolvimento, são tidos como predadores eficientes de matéria e, portanto, terão que ser contidos, em benefício das populações mais desenvolvidas e, tecnologicamente dominantes,

porém, em menor número. Tal tese, parecer encontrar confirmação na citação de R.E. Ricklefs 1

“Com o rápido desenvolvimento populacional e, uma aceleração da deterioração do meio ambiente terrestre, a ecologia assumiu importância extrema. A administração dos recursos bióticos, de uma forma que sustente uma razoável qualidade de vida humana, depende da sábia aplicação de princípios ecológicos, não meramente para resolver ou prevenir problemas ambientais mas, também, para

instruir nossos pensamentos e, práticas econômicas, políticas e sociais

Observa-se

que,

as

práticas

econômicas,

políticas

e,

sociais

que

vem

sendo

implementadas, têm sido no sentido de limitar e, restringir o desenvolvimento dos países pobres ou em desenvolvimento. Estes são tidos como predadores eficientes ou, simples heterótrofos pois, quanto mais populosos forem, maiores pressões exercerão sobre o meio ambiente. Esta é a visão dos países dominantes. Para estes, não importa que busquemos resolver, mitigar ou prevenir problemas ambientais. Para eles, as populações dos países pobres, são desequilíbrios da espécie e, como tal, terão que ser

subjugados e, até reduzidos, para que, os recursos que seriam por eles consumidos, possam ficar disponíveis para manter o padrão de consumo dos países desenvolvidos.

A poluição do rico é uma conseqüência da qualidade de vida que usufrui:

a do pobre é produto da miséria em que se encontra mergulhado.

1 Robert E. Riklefs, Prof. Dr. em Biologia (University of Missouri at St. Louis).

(

...

)

“Segundo Miller Jr. (2007), a economia dos países cresce convertendo os recursos globais em bens e serviços e, gerando resíduos e poluição. A maioria dos países industrializados apresenta economias de alta produtividade (e também alto desperdício). Como conseqüência, o consumo dos recursos deverá exceder a capacidade do ambiente em diluir ou degradar a matéria residual. Uma maneira de diminuir a velocidade do uso dos recursos em uma economia de alta produtividade é, reduzir o impacto ao ambiente praticando uma economia de reciclagem e, reaproveitamento da matéria”.

Questiona-se; Seria esta, a razão pela qual o Brasil e, em particular, os Amazônidas, estão sendo impedidos de converter seus recursos em bens e serviços, para a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes? Os “Ambientalistas” contra-argumentam: Ocorre que, qualidade de vida, não é só ter bens e serviços, bla bla bla bla bla bla. Em realidade, constata- se que, embora proponha-se métodos e, processos mitigadores de impactos ambientais, obras estruturantes como pavimentação de rodovias, construção de hidrovias e, hidrelétricas, são indefinidamente postergadas através de óbices ambientais e, indigenistas, ainda que, estas obras, sejam precedidas por EIA/RIMA, seus impactos sejam reduzidos ao máximo, as obras prevejam compensações ambientais e, sociais e, sejam submetidas a audiências públicas. Audiências estas que, em sua grande maioria, não tem se pautado como instrumento de aprimoramento do projeto mas, utilizadas como palcos para embates ideológicos e, produção de mídia, em detrimento das análises dos custos e, benefícios.

NÃO PODEMOS SER!

( ... ) “Segundo Miller Jr. (2007), a economia dos países cresce convertendo os recursos globais

TEMOS QUE PERMANECER!

( ... ) “Segundo Miller Jr. (2007), a economia dos países cresce convertendo os recursos globais

POIS, SEGUNDO ELES, IGUAL PADRÃO, NECESSITARIA DE 5 PLANETAS!

Na esteira do impedimento da conversão dos recursos naturais dos países pobres ou, em desenvolvimento, pressões externas, impõem legislações draconianamente restritivas, ex:

Reserva Legal de 80% para propriedades produtivas situadas na Amazônia, criação de

gigantescas e, sucessivas unidades de conservação (74% das áreas protegidas no mundo, encontram-se no Brasil) e, o uso da antropologia, para transformar através de indução, populações tradicionais em povos indígenas, sem que, haja habitat ou etnia indígena. Ressalte-se que, 98,61% de todos os territórios indígenas, encontram-se na Amazônia, ocupando uma área que, hoje, totaliza 20,67% do território amazônico e, algumas delas, criadas sob pressão internacional. Uma área que, em sua totalidade, é maior que as áreas de Portugal, Espanha, Bélgica e Alemanha.

Ainda no âmbito antropológico, convém mencionar que, populações ribeirinhas da Amazônia, oriundas de diversos estados brasileiros, estão sendo induzidas e, até pressionadas, à se auto-declararem indígenas de extintas etnias amazônicas (Ex: TI Maró – etnia Borari - na Gleba Nova Olinda, município de Santarém). De Igual modo, ribeirinhos nativos da Amazônia, são induzidos a se auto-declararem índios de extintas etnias que, habitavam a costa do Brasil à época de nosso descobrimento, Ex: Antropófagos da etnia Tupinambá, extinta desde o século XVII.

Observa-se ainda que, de forma totalitária e, indiscriminada, seguimentos produtivos entre estes, madeireiro, sojicultura e, agora a pecuária, estão, um a um, sendo demonizados como destruidores de biomas, sem que, haja uma preocupação prévia de, preservar-se os que atuam na legalidade. Ressalte-se que, a omissão, a inércia e, a incompetência governamental é, por muitos, apontada como causa da condenada ilegalidade. Some-se a isso, o espetáculo midiático onde, os que empreendem no bioma Amazônia são responsabilizados por contribuírem para o suposto “Aquecimento Global Antropogênico” (assunto abordado adiante) e, fecha-se o ciclo que, objetiva manter os recursos naturais dos países pobres e, em desenvolvimento, como reserva estratégica para os recursos minguantes dos países desenvolvidos.

A suposta impossibilidade dos países pobres ou, em desenvolvimento, de alcançarem o mesmo padrão econômico dos países ricos, é abordado em um vídeo produzido pelas hostes “Ambientalista” denominado “A História das Coisas” 2

“A poluição do rico é uma conseqüência da qualidade de vida

que usufrui:

a

do

pobre

é

produto

da miséria em

que

se

encontra mergulhado.

A

primeira

se

resolve

com

o

uso

2 http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E&NR=1

adequado da riqueza; a segunda, pela utilização da riqueza potencial, geradora de recursos para suprir os déficits das necessidades materiais básicas”. Almeida Filho (1998: 76).

O problema reside quando, invoca-se a legitimidade de desenvolvimento dos mais pobres. Estes, ao intentarem transformar suas riquezas potencias em bens e serviços, sofrem imensas pressões para abdicarem de tal intento. A presunção das hostes “Ambientalistas”, é que, adotaríamos o mesmo modelo de desenvolvimento predatório que, os países ricos praticaram e, praticam. As razões alegadas para que, os países pobres ou em desenvolvimento, não utilizem seus recursos naturais, são as mais diversas: perda de biodiversidade; geração de resíduos e poluição; impossibilidade do planeta em suportar os mesmos níveis de conversão de riqueza dos países desenvolvidos e, a necessidade de mudar a matriz energética carbonífera, sob a alegação de estarem contribuindo com o efeito estufa e, o aumento das temperaturas globais(sic). As pressões para manter a intocabilidade dos recursos naturais, são exercidas pelas ONGs “Ambientalistas” e, pelos próprios Governos dos países desenvolvidos. Os meios de pressão, também são os mais diversos:

Suspensão de financiamentos externos;

Manipulação da mídia; dos sindicatos e associações de trabalhadores, de seguimentos religiosos (CPT) 3 e, movimentos sociais como o MAB e MST 4 . (Aliás, segundo a vontade do Governo Federal, estes últimos não poderão ser criminalizados o que, aniquila com o democrático estado de direito e, impõe-se o terrorismo social contra as classes produtivas).

Criação de gigantescas unidades de conservação, em áreas onde projeta-se a construção de obras estruturantes, com o fim de utilizá-las como óbices.

Ampliação ou criação de gigantescas áreas indígenas, particularmente na Amazônia, bem como, a conversão por indução, de populações ribeirinhas em etnias indígenas sem que, haja índios ou habitat naturais;

Ingerência nos órgãos públicos (IBAMA, MMA e FUNAI), seja através da introdução de pessoas ligadas ao aparato externo ou, o desmonte proposital, da estrutura operacional desses órgãos em realizar, adequadamente, suas funções institucionais.

  • 3 Comissão Pastoral da Terra.

  • 4 Movimento dos Atingidos pelas Barragens(MAB) e Movimento dos Trabalhadores Sem Terra(MST).

Uma rede de centenas de ONGs ligadas ao aparato “Ambientalista” internacional, influenciam nos processos decisórios dos órgãos públicos e, através de maciças campanhas midiáticas, passam para a sociedade, a idéia de incompetência ou incapacidade dos órgãos governamentais em gerir a biodiversidade, fazendo com que, a sociedade concluam ser, as ONGs, mais que indispensáveis, serem as únicas confiáveis no processo de monitoramento e, as únicas que podem assegurar que, os projetos estruturantes, sejam economicamente necessários, ecologicamente corretos e, socialmente justos.

Como a maioria dás organizações ambientalistas obedecem uma agenda externa, tanto que, são externamente financiadas, os projetos estruturantes, por mais corretos e, racionalmente projetados, nunca serão por estes aprovados, midiaticamente defendidos e, caminha-se para que, não sejam externamente financiados. Assim e, dessa forma, os recursos naturais dos países pobres, continuarão não sendo convertidos em bens e serviços. Continuando estes recursos, preservados como reserva estratégica para os países desenvolvidos, sob o discurso de estarem preservados para as gerações futuras quando, as gerações presentes dos países pobres e, em desenvolvimento, estão sendo, intencional e, propositalmente inviabilizadas.

Convém ainda ressaltar que, apesar do desenvolvimento predatório ter sido e, continuar sendo realizado pelos países desenvolvidos, como bem demonstrado no vídeo “A História das Coisas”, todos os olhares das Organizações Não Governamentais (financiadas pelas oligarquias internacionais) e, todas as draconianas legislações restritivas ao desenvolvimento, são impostas, apenas, aos países pobres ou em desenvolvimento. Os já ricos, permitem-se continuar sob a mesma modelagem predatória e, até propõem, a adoção de mecanismos como o Cap-end-Trade 5 (limitar para negociar) onde estes, comprariam em bolsa, os “Títulos da Pobreza” (Créditos de Carbono), para manterem-se livres dos conceitos de sustentabilidade impostas aos países pobres e, assim, tornarem-se cada vez mais ricos.

Observa-se também que, os países ricos, recusam-se à contribuírem com um percentual de suas riquezas nacionais, para a composição de um fundo público, por meio do qual, apoiariam financeiramente os países pobres ou emergentes, na implantação de medidas

5 Aquele que limita ("cap") a emissão de GEE, ao mesmo tempo que, comercializa ("trade") as chamadas cotas de poluição. Empresas e países que emitem acima de um limite compram permissões daqueles produzem gases abaixo de seu teto.

de adequação as Mudanças Climáticas, bem como, para financiar estes países, na alegada necessidade de transição para uma economia de baixo carbono. Entretanto, “generosamente”, recursos bilionários são anualmente repassados as ONGs que formam o aparato ambientalista. Objetivo: combaterem a conversão das riquezas naturais dos países pobres em bens e serviços. Daí, advém as campanhas contra; rodovias; hidrovias; hidrelétricas; criação de áreas indígenas (todas as áreas que hoje estão sendo criadas na Amazônia, os técnicos e, os custos de identificação e delimitação, estão sendo financiados com recursos externos através do PNUD 6 ); formação de agentes “ambientais”, monitoramento da Amazônia através de imagens de satélite; campanhas publicitárias sobre o falso aquecimento global antropogênico; apoio financeiro para os movimentos sociais legítimos e, ilegítimos, para que estes, posicionem-se contra a construção de obras estruturantes, indispensáveis ao processo de desenvolvimento; realização de campanhas para criação de unidades de conservação nas dimensões e, locais por eles escolhidos e, até, repasses de recursos para entidades “filantrópicas” ligadas a políticos aliados.

Este é o paradigma que coloca as teses “ambientalistas” e desenvolvimentistas em lados opostos. Sob tal prisma, requer-se avaliar o conceito de Limite Suportável de Crescimento defendido pelas teleguiadas hostes ambientalistas.

Tal conceito suscita a impossibilidade do planeta suportar um desenvolvimento igualitário em relação aos países ricos. Tal hipótese, nega a possibilidade de propiciar a

todos os seres humanos a mesma qualidade de vida e, condena os pobres, a permanecerem pobres e, cada vez mais pobres e, os ricos a continuarem ricos e, cada vez mais ricos, em face do estágio evolutivo que já encontram-se. Esta modelação conceitual é, pelos pobres, rotulada como imoral, enquanto que, pelos “Ambientalistas” financiados pelos países desenvolvidos, é vista como condicionante para continuação da vida do planeta como a conhecemos pois, a permanecer as práticas atuais, segundo eles, insustentáveis, intensificar-se-á as Mudanças Climáticas com conseqüências catastróficas globais(sic). Convém ressaltar que, o que está em curso, não é impedir um desenvolvimento predatório mas, negar a possibilidade de desenvolvimento, ainda que, sustentável pois, os recursos naturais dos pobres (conservados em sua imensa maioria), hão de permanecer como reserva estratégica aos recursos minguantes dos país ricos. Este é o objetivo fim das teses “Ambientalistas”.

6 PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

Se a questão ambiental fosse o real propósito de seus objetivos, as ONGs “Ambientalistas” atuariam, prioritariamente, em seus países de origem, reais depredadores dos recursos naturais do planeta e, responsáveis pela maioria absoluta das emissões dos poluentes em todas as suas formas. Contudo observa-se que, um verdadeiro exército irregular de ONGs, atuam maciçamente nos países pobres ou em desenvolvimento que, sejam ricos em recursos naturais. Esta maciça atuação, não objetiva a preservação ambiental ou, a defesa do real interesse das minorias sociais, bem como, não buscam a alegada mudança da cultura predatória ou, a adoção de processos com menor impacto ambiental pois, se assim fosse, estariam em seus próprios países. O que em realidade esta rede “Ambientalista” reivindica, é uma abdicação, quase que total, do uso racional das riquezas hídricas, vegetais e minerais, associado à paralisação de obras fundamentais para o desenvolvimento dos países pobres ou emergentes. É por esta razão que, o aparato “Ambientalista Internacional” converge para Amazônia, com o fim de mantê-la sub-povoada e, sub- desenvolvida, permanecendo suas riquezas preservadas como reserva estratégica, cabendo-se perguntar, para usufruto de quem?

A mesma farsa que observa-se em relação ao meio ambiente e, as ações “filantrópicas e solidárias” em favor das populações tradicionais e, indígenas, algumas até ilegítimas, aplica-

se a tese do “Aquecimento Global Antropogênico”. A mesma rede de interesses externos, confunde a mídia e, a sociedade, tratando o CO 2 como poluente e, passando a idéia que, ações de gestão ambiental, são capazes de influir ou impedir Mudanças Climáticas. Os propósitos são os mesmos: impedir que convertamos os nossos recursos naturais em bens e, serviços para a população.

Quem revisar e, confrontar as bibliografias científicas sobre Mudanças Climáticas, irá deparar-se com uma série de erros, imprecisões e, até falsidades praticadas no 4º. Relatório sobre Mudanças Climáticas do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. Evidente que, todos nós, sofremos e sofreremos conseqüências com bruscas mudanças climáticas. O que não há, são evidências que, mudanças climáticas globais, estejam ou irão ocorrer, em face de atividades antrópicas. A discordância sobre a responsabilidade antropogênica não é própria mas, ressonância da maioria absoluta da comunidade científica internacional (grande parte membros discordantes do próprio IPCC), os quais assinaram o Global Warming Petition Project, onde mais de 30 mil cientistas de renome internacional e, grande parte, integrantes de instituições de altíssima credibilidade científica, reafirmaram

conjuntamente que, a recente tendência de aquecimento, tem causas naturais, com pouco impacto antropogênico.

“Precisamos diagnosticar corretamente a causa do percebido Aquecimento Global, antes de recomendar uma solução. Caso contrário, a "cura" pode ser pior do que a "doença". Heinz Lycklama 7

Não pretende-se aprofundar às considerações sobre Mudanças Climáticas pois, suplantaria em muito, a dimensão textual do que até aqui discorreu-se. Utiliza-se pois, para encerramento, da exemplificação proferida pelo Prof. Molion 8 , durante Palestra proferida na 61ª Reunião Anual da SBPC;

“O homem não tem condições de mudar o clima global mas, grande capacidade de modificar/destruir seu ambiente local. A Terra se compõe de 71% de oceanos e, 29% de continentes. A metade desses 29%, é constituída de gelo (geleiras) e, areia (desertos), enquanto 7 a 8% do restante, encontram-se cobertas por florestas nativas e, plantadas. O homem manipula, então, cerca de 7% da superfície global, não podendo, portanto, mudar o clima. Os oceanos, juntamente com a atividade solar, são os principais controladores do clima global”.

Ao concluir, enseja-se que, os países pobres e, emergentes, possam usar amplamente seus recursos naturais, convertendo-os em bens e, serviços para sua população. Que, ao fazerem uso de seus recursos naturais, busque-se sempre, a utilização de processos sustentáveis, ou seja, sem poluir os solos, os recursos hídricos e, sem emitir poluentes atmosféricos. É fundamental que, utilizem seus recursos hídricos, tanto para produção de energia, quanto para construção de hidrovias. No caso brasileiro, é vital que, interligue-se as bacias do Prata, Oneroco e, Amazônica, criando o maior corredor de interligação fluvial do mundo. Faz-se necessário, ainda, reduzir os vazios demográficos, desengessar as áreas de

  • 7 Lycklama, Heinz, Dr. em Física Nuclear(McMaster University).

  • 8 Luiz Carlos Baldicero Molion – graduado em física pela USP, PHD em Meteorologia, Diretor do INPE por 25 anos. Atualmente, prof. no Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas.

produção para tornar-se o maior produtor mundial de alimentos. Tem-se ainda que, reformular o código florestal, promover a regularização fundiária da Amazônia, estruturar os órgãos de gestão e, controle ambiental, bem como, reformular a política indigenista e, agrária. Indispensavelmente, há que investir-se em pesquisa e, na qualificação do ensino. Por fim, abolir as ingerências externas e, praticar um modelo de desenvolvimento, responsável e, pautado no legítimo e, verdadeiro interesse nacional. Será que, a oligarquia internacional vai deixar?

Inácio Régis é pesquisador ambiental e Pós-Graduando em Mudanças Climáticas pela Universidade Gama Filho.