CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si celebram, de um lado, o
SINDICATO INTERMUNICIPAL DAS INDÚSTRIAS DE CALÇADOS DE NOVA
SERRANA, inscrita no CNPJ sob o nº 64.476.781/0001-78, sediada na Rua
Antônio Martins, 75 Bairro: Frei Paulo CEP: 35519-000 na Cidade de Nova
Serrana/MG, com base territorial nos municípios de Araújos, Bom Despacho,
Conceição do Pará, Divinópolis, Igaratinga, Leandro Ferreira, Nova Serrana,
Onça do Pitangui, Pará de Minas, Perdigão, Pitangui e São Gonçalo do Pará, e,
de outro lado, o SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE
CALÇADOS EM GERAL E COMPLEMENTOS, BOLSAS, LUVAS, PELES DE
RESGUARDO, CHAPÉUS, GUARDA CHUVAS, SOMBRINHAS, BENGALAS,
TAMANCOS,

FORMAS

DE

MADEIRAS,

PALMILHAS,

MATERIAL

DE

SEGURANÇA E PROTEÇÃO DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE E REGIÃO,
inscrita no CNPJ sob o nº 17.451.147/0001-09, sediada na Rua Curitiba 862, 5º
andar salas 507/9 – Bairro: Centro – CEP: - 30170-120 – Belo Horizonte /MG com
base territorial nos municípios de Barão de Cocais, Barbacena, Belo
Horizonte, Betim, Bom Despacho, Bonfim, Brumadinho, Caeté, Carmópolis de
Minas, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Contagem, Divinópolis, Dores de
Campos, Dores do Indaiá, Ibirité, Itabira, Itabirito, Itapecerica, Itaúna, João
Monlevade, Juatuba, Lagoa Santa, Luz, Mariana, Mateus Leme, Matozinhos,
Nova Lima, Oliveira, Ouro Preto, Pará de Minas, Paraopeba, Pedro Leopoldo,
Prados, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia, São João Del Rei, Sete
Lagoas, e Vespasiano- MG, mediante as seguintes cláusulas e condições:
DATA BASE – 1º DE MARÇO DE CADA ANO
PRIMEIRA - CORREÇÃO SALARIAL - A partir de 1o de março de 2016, as empresas
representadas pela entidade sindical patronal convenente, corrigirão os salários de seus
empregados representados pela entidade sindical profissional, com o percentual de 7,00%
(sete inteiros por cento) que incidirá sobre os salários vigentes em 1o de março de 2016.
Parágrafo Único - Poderão ser compensados todos os aumentos antecipações ou
reajustes salariais espontâneos ou compulsórios, que tenham sido concedidos no
período de 1o de março de 2015 a 29 de fevereiro de 2016, salvo os decorrentes de
promoções, transferências, equiparações salariais, implemento de idade e término
de aprendizado.

R$ 890. com salário inferior ao previsto nesta cláusula. Aparadeira.PISO SALARIAL .Não obstante a experiência e especialização comprovadas na CTPS.A partir de 1o de março de 2016.O salário previsto nesta cláusula não se aplica aos que trabalharem por peça ou tarefa. QUARTA .o empregado.2 SEGUNDA . Refilador e demais cargos que não enquadram nos demais grupos.Decorrido o período fixado no § anterior. visando sua revisão.TABELA DE CARGOS E SALÁRIOS . caso os mesmos vem ser suprimidos pelo salário mínimo do governo. § 6o . § 4o . as partes comprometem-se a reabrir negociações.00 (oitocentos e noventa reais) – Coladeira.INDÚSTRIAS DE CALÇADOS. BOLSAS E INJETÁVEIS DE. § 2o .A partir de 1o de março de 2016.Somente farão jus ao salário previsto nesta cláusula. Acabadeira. Bolsas de Bom Despacho. poderá ser admitido por um período máximo de 30 (trinta) dias. fica assegurado aos empregados da categoria profissional convenente. Viradeira.O piso salarial aqui fixado será corrigido durante a vigência desta convenção com o mesmo percentual de antecipação ou reajuste salarial que for concedido à categoria profissional. Divinópolis e Pará de Minas deverão observar como valores mínimos. BOM DESPACHO. desde que por período igual ou superior a 6 (seis) meses. o salário do empregado deverá ser imediatamente adequado ao disposto na presente cláusula. TERCEIRA – REAJUSTE DOS PISOS – As partes se comprometem que em meados de dezembro/2016 reuniram-se para adequar os novos pisos. . o direito à percepção de um salário mensal não inferior a R$ 890. § 1o . § 5o . os que forem especializados. as indústrias de calçados. exceto da área de produção.00 (oitocentos e noventa reais). a seguinte relação de cargos e salários: GRUPO 1 .Ocorrendo a absorção do piso salarial previsto nesta cláusula pelo salário mínimo. o que será comprovado pelas anotações constantes de sua CTPS. § 3o . DIVINOPOLIS E PARA DE MINAS .

ficará sujeito a um período experimental máximo de 60 dias. Solador.00 (novecentos reais) .As empresas concederão ao empregado. não poderá recusar-se a prestar serviços em outras funções.TAREFEIROS . passará a perceber o salário ou piso salarial correspondente ao cargo que for exercer.O Dia do Trabalhador na Indústria de Calçados.O empregado. independentemente do tempo de serviço. OITAVA . terá o correspondente aumento salarial e respectiva anotação na CTPS. será comemorado como feriado na TERÇAFEIRA de carnaval. GRUPO 3 .No período de experiência. aplicando-se o disposto na cláusula segunda. percebendo o salário correspondente à função original. uma complementação de salário em valor igual à diferença entre o efetivamente recebido pela Previdência Social e o seu respectivo salário nominal.COMPLEMENTAÇÃO DO AUXÍLIO PREVIDENCIÁRIO . desde que extraordinariamente.R$ 910. observados os percentuais.Sempre que o empregado for promovido de um grupo para outro. após o que.Pespontadeira. Costureira. o empregado não fará jus aos pisos ajustados. Sendo aprovado na nova função. durante os quais continuará percebendo salário do grupo anterior. quando em gozo de benefício previdenciário.As empresas se obrigam a remunerar as horas extras trabalhadas com os seguintes acréscimos ou adicionais: . para efeito dessa complementação. § 1o. SÉTIMA .R$ 900. Lixador. durante os primeiros 30 dias. Preparador de material para solado. § 3o. Operador de máquina de poliuretano (PU).Os tarefeiros terão aumento calculado sobre o preço/peça ou tarefa. . Cortador. Caso não seja aprovado. § 2o. entre o 16o e o 60o dia de afastamento. QUINTA – FERIADO DIA DO TRABALHADOR NA INDÚSTRIA DE CALÇADOS. voltará no exercício das funções anteriores. . mesmo que classificado em determinada função. limites e condições dos reajustes salariais concedidos pelas cláusulas primeira e segunda. SEXTA . respeitando-se sempre.Chanfradeira. o limite máximo de contribuição previdenciária.HORAS EXTRAS .3 GRUPO 2 . Montador. .00 (novecentos e dez reais) .

Completado o tempo necessário à aposentadoria.GARANTIA AO EMPREGADO EM VIAS DE APOSENTADORIA O empregado que contar com mais de 05 (cinco) anos contínuos de serviços prestados à mesma empresa e estiver a 12 meses de aquisição do direito à aposentadoria integral.INÍCIO . e que permanecer como contribuinte autônomo ou voluntário e que será. portanto. 52 a 58 da Lei 8. previstos no § 1o anterior.UNIFORMES . b)70% (setenta por cento) sobre o valor da hora normal. para as horas extraordinárias trabalhadas além do limite de duas horas diárias.A data do início das férias não poderá coincidir com sábados. no máximo de 12 meses. cessa para a empresa a obrigação prevista na cláusula. mas ficará obrigada a reembolsá-lo mensalmente pelo mesmo valor que ele pagar junto à Previdência durante o período que faltar para completar o tempo de contribuição referido no “caput”. § 1o . fornecerão os uniformes gratuitamente aos seus empregados. § 3o .Os benefícios previstos nesta cláusula somente serão devidos. igualmente. no ato de sua dispensa. não poderá ser dispensado até que complete o tempo necessário à obtenção de sua aposentadoria.213/91. DÉCIMA . § 2o . prevista nos arts. domingos e feriados.Obtendo o empregado novo emprego. b)100% (cem por cento) sobre o valor da hora normal. informe à empresa. .Caso a empresa resolva dispensar o empregado. para as horas extraordinárias trabalhadas em domingos e feriados. caso o empregado. mesmo que o empregado não se aposente. cessa para a empresa a obrigação prevista no parágrafo anterior. para as horas extraordinárias trabalhadas até o limite de duas horas diárias.As empresas que o exigirem.4 a) 50% (cinquenta por cento) sobre o valor da hora normal. dias já compensados ou com dia de repouso semanal remunerado. por sua vontade ou por culpa do Instituto Previdenciário. NONA . poderá fazê-lo. dentro de qualquer das hipóteses previstas nesta cláusula. conforme previsto. DÉCIMA PRIMEIRA . encontrar-se em um dos períodos de pré-aposentadoria. por escrito. § 4o .FÉRIAS .

RETORNO DE FÉRIAS OU PRÊMIO ASSIDUIDADE . juntamente com o saldo de salário e/ou outras verbas rescisórias. desde que o empregado.EMPREGADO ESTUDANTE . na seguinte forma: a. durante o período aquisitivo respectivo não tenha faltado ao serviço por mais de dois dias.As empresas se obrigam a não exigir trabalho extraordinário ou horas extras do empregado estudante. quando do retorno das férias. DÉCIMA QUARTA . perante a empresa o pagamento que houver feito aos cofres da Previdência. conforme opção do empregado. por ocasião do falecimento do empregado. . 473.5 § 5o . justificadamente ou não. a título de auxílio funeral.Para efeito do reembolso.Fica assegurado ao empregado que retornar à empresa após a cessação (baixa) de prestação de serviço militar obrigatório. competirá ao empregado comprovar.EMPREGADO QUE RETORNA DO SERVIÇO MILITAR . mensalmente. O valor máximo do benefício a ser pago será de R$ 439.77 (quatrocentos e trinta e nove reais e setenta e sete reais). da Constituição Federa. DÉCIMA QUINTA . XVII. inc. da CLT será de 03 (três) dias úteis consecutivos. se obriga a pagar. o equivalente ao valor de 1 ½ (um e meio) piso salarial da categoria do mês em que se registrar o óbito.O valor correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) do salário nominal. DÉCIMA TERCEIRA . faça a comprovação da matrícula e de frequência em curso oficial ou reconhecido. art.l o pagamento de um prêmio assiduidade. DÉCIMA SÉTIMA .HORAS EXTRAS .A licença para casamento prevista no item II.VALE TRANSPORTE . DÉCIMA SEGUNDA . oportunamente.AUXÍLIO FUNERAL . gratuitamente. vale transporte aos seus empregados que forem convocados para a prestação de horas extras aos sábados ou quando estiverem fazendo compensação para férias coletivas.LICENÇA CASAMENTO . sem prejuízo do abono concedido pelo art.As empresas se obrigam a fornecer. contados a partir do casamento civil ou religioso. DÉCIMA SEXTA . desde que o mesmo. a garantia de emprego ou de salário até 30 (trinta) dias após o retorno.A empresa.As empresas asseguram a todos os seus empregados. 7o.

6 § 1o . de 24/07/1991. de 24/07/91.As empresas comprometem-se a. DÉCIMA OITAVA . pelo prazo de 30 (trinta) dias ao empregado que retomar ao serviço após o gozo de beneficio previdenciário por prazo superior a 6 (seis) meses. respectivamente.212. conforme expressamente previsto no art.GARANTIA . 144 da CLT e no art.As empresas pagarão o prêmio. 473. quando ocorrerem férias coletivas ou a divisão das férias.O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos: . VIGÉSIMA TERCEIRA– RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO . nos termos da Lei 8. VIGÉSIMA . em decorrência de doença.As empresas da categoria econômica convenente fornecerão aos seus empregados. DÉCIMA NONA . § 3o – O abono previsto nesta cláusula não se incorporará ao salário para quaisquer efeitos e não sofrerá incidências trabalhistas e previdenciárias. § 9º.RETORNO EMPREGADO INSS – As empresas se obrigam a dar garantia de emprego ou salário.As faltas “legais” previstas no art.GARANTIA AO EMPREGADO ACIDENTADO .Em caso de afastamento por motivo de acidente do trabalho. VIGÉSIMA SEGUNDA . 6 da Lei 8.COMPROVANTE DE PAGAMENTO . comprovante do pagamento de seus salários. fornecer leite aos seus empregados que trabalhem com cola forte e em cabine de pintura. instituído por esta cláusula. VIGÉSIMA PRIMEIRA.GARANTIA DE EMPREGO GESTANTE . § 2o . em papel timbrado. 28. proporcionalmente. contados após a cessação do auxílio doença acidentário.LEITE . não poderão ser consideradas para efeito de recebimento do prêmio assiduidade. durante a jornada de trabalho. incisos I e VI da CLT. fica assegurada a garantia do emprego por 12 (doze) meses. com discriminação dos valores e respectivos descontos. ressalvadas as hipóteses de cometimento de falta grave e término de contrato a prazo.213. as por motivo de acidente de trabalho e as faltas dos dirigentes sindicais desde que com prévia solicitação do Sindicato.Fica assegurada às gestantes garantia de emprego desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. “e”.

salvo quando. tudo conforme exige a legislação em vigor. VIGÉSIMA SÉTIMA . comprovadamente o trabalhador der causa à mora. . equipamentos de proteção e segurança do trabalho.As empresas se obrigam a fornecer. um lanche composto de um pão francês (50 gramas) com manteiga ou margarina.7 a. as contribuições sindicais devidas à Entidade Profissional. no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas após o sinistro. gratuitamente a todos os seus empregados.CONTRIBUIÇÕES SINDICAIS .COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO .PROTEÇÃO E SEGURANÇA . acompanhado de um copo de leite ou café. VIGÉSIMA QUARTA . desde que por estes devidamente autorizadas. A multa será aplicada por ocasião da segunda visita da fiscalização.LANCHE . que descontem em folha e repassem ao Sindicato dos Empregados. que deles necessitarem. VIGÉSIMA SEXTA . indenização do mesmo ou dispensa do seu cumprimento. cabendo à Delegacia Regional do Trabalho proceder a fiscalização. b. quando o aviso prévio for trabalhado. contado da data da notificação da demissão. cópia da Comunicação de Acidentes do Trabalho “CAT” encaminhada à Previdência Social. até o décimo dia. até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato. VIGÉSIMA QUINTA.Ficam as empresas obrigadas a enviar ao Sindicato Profissional. em que se confirmar a existência do débito. VIGÉSIMA OITAVA . no período da manhã antes do início do trabalho. Parágrafo Único . 545 e parágrafo único da CLT.As empresas se obrigam a fornecer a seus empregados. quando da ausência do aviso prévio.EPI’s .Recomenda-se às empresas nos termos do art.O empregador que não proceder à correção salarial prevista nesta Convenção.DESCONTO . e será destinada ao empregado prejudicado. ficará sujeito a pagar com 50% (cinquenta por cento) da multa o respectivo débito do não pagamento.A inobservância do disposto nesta Cláusula sujeitará o infrator à multa prevista no artigo 477 parágrafo 8o da CLT.MULTA ESPECIAL .

acarretará multa diária.As empresas se obrigam a garantir o transporte gratuito. aos interesses da categoria.TRANSPORTE .ACIDENTES DO TRABALHO . quando de sua dispensa. limitados os avisos porém.QUADRO DE AVISOS . imediatamente após a ocorrência de acidente do trabalho com o empregado. TRIGÉSIMA QUARTA . TRIGÉSIMA . TRIGÉSIMA TERCEIRA. o Atestado de Afastamento e Salários (AAS). o não pagamento dos salários no prazo legal. para recebimento do PIS.READMISSÃO DE EMPREGADOS .As empresas que não mantêm sistema de pagamento direto do PIS. por conseguinte.As empresas aceitarão como válidos os atestados médicos ou odontológicos expedidos pelos profissionais que prestam serviços à entidade sindical dos empregados. a utilização de expressões desrespeitosas em relação aos empregadores ou à categoria profissional. . num prazo máximo de 12 (doze) meses. nos casos de readmissão de empregados para a mesma função anteriormente exercida na empresa. TRIGÉSIMA SEGUNDA .5% (meio por cento) do seu salário nominal. TRIGÉSIMA PRIMEIRA .As empresas obrigam-se a fornecer ao empregado. Tais afixações deverão ser prévia e formalmente autorizadas pelas empresas. para fins previdenciários. e desde que o empregado tenha cumprido integralmente o contrato de experiência anterior. até o local da efetivação do atendimento médico.Salvo motivo de força maior. e atestados médicos fornecidos pelo SUS.As empresas reservarão local para a afixação de avisos do Sindicato Profissional. revertida ao empregado.8 VIGÉSIMA NONA – ATESTADO DE AFASTAMENTO E SALÁRIOS . desde que previamente avisadas com antecedência de 24 horas. vigente na época do evento. sendo vedada. TRIGÉSIMA QUINTA . além do que é expressamente defeso por lei. caso as empresas não tenham serviços médicos / odontológicos próprios ou conveniados. de 0.ATESTADOS MÉDICOS/ODONTOLÓGICOS .MULTA POR ATRASO DE SALÁRIOS . deverão conceder a seus empregados 2 (duas) horas durante o expediente normal de trabalho e preferencialmente antes ou depois do intervalo para almoço. não podendo ultrapassar a 1 (um) salário nominal do empregado na época do efetivo pagamento.RECEBIMENTO DO PIS .Não será celebrado contrato de experiência.

em caso de internação hospitalar. Agência 2257. expedirá as guias próprias para o recolhimento. § 3o . TRIGÉSIMA SÉTIMA . § 4o . . na conta no 1114-0.476.00 (um real) por empregado – em três pagamentos quadrimestrais  16 a 20 empregados – R$ 1.00 (um real) por empregado – em pagamentos mensais  § 1o . para fins de controle e baixa. no valor de R$ 1.CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL INDUSTRIAL – Conforme decidido pela Assembléia Geral do Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana. por 1 (um) dia por ano.00 por empregado. devidamente comprovada. as empresas associadas ou não.00 (um real) por empregado – em dois recolhimentos semestrais  11 a 15 empregados – R$ 1.781.00 (um real) por empregado – em quatro pagamentos trimestrais  21 a 35 empregados – R$ 1. de acordo com os seguintes critérios:  até 5 empregados – um recolhimento anual de R$ 50. ao qual se destina a contribuição. ficam obrigadas a recolher a Contribuição Assistencial Industrial mensal ao Sindicato.AUSÊNCIA DO TRABALHO .Após o vencimento do prazo acima. sem prejuízo dos salários.As empresas que não receberem as guias referidas no parágrafo anterior poderão recolher a Contribuição através de fichas ou guias comuns de depósito bancário. da Caixa Econômica Federal.00 (cinqüenta reais)  de 6 a 10 empregados – R$ 1. de filho menor de 14 (quatorze) anos.CNPJ 64. os recolhimentos estarão sujeitos a uma multa de 2% (dois por cento) e juros de mora de 1% (um por cento) por mês de atraso.O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço.9 TRIGÉSIMA SEXTA .00 (um real) por empregado – em seis pagamentos bimestrais  a partir de 36 empregados – R$ 1.0001-78.O SINDICATO INTERMUNICIPAL DAS INDÚSTRIAS DE CALÇADOS DE NOVA SERRANA. enviando xérox da guia para o SINDINOVA. em nome da entidade sindical patronal referida.

com limite máximo mensal de desconto de R$ 15. na .00 (quinze reais). nos meses de maio e novembro/2016. o valor equivalente a 6% (seis por cento) do total dos salários básicos pagos no mês de março de 2016. nas guias próprias expedidas pelo sindicato ou mediante depósito em sua conta corrente Agência.CONTRIBUIÇÃO PARA CAMPANHA SALARIAL . § 1o .10 TRIGÉSIMA OITAVA . dividido em duas parcelas iguais a serem pagas até 10/05/2016. § 1º. cujo recolhimento deverá ser efetuado até o 10o (décimo) dia dos meses de junho e dezembro/2016. a título de taxa da Campanha Salarial e de Fortalecimento. as empresas se comprometem a pagar ao Sindicato dos Trabalhadores. 00500286-7. 0085 Operação 003 conta corrente noº. QUADRAGÉSIMA - CONTRIBUIÇÃO EXCEPCIONAL PARA O SINDICATO PROFISSIONAL – Excepcionalmente.Após o vencimento do prazo acima. devendo as importâncias serem recolhidas nas guias próprias da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. relação dos empregados que contribuíram. § 2º.CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA PROFISSIONAL Os empregadores se obrigam a descontar mensalmente dos empregados associados (sócios) da entidade Sindical Profissional.Os recolhimentos deverão ser feitos até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao vencido. com respectivos valores. os recolhimentos estarão sujeitos a uma multa de 20% (vinte por cento) sobre os valores descontados e não recolhidos.Por decisão da Assembléia Geral da categoria profissional será descontado dos empregados associados ou não associados da entidade Sindical Profissional. no prazo de até 10 (dez) dias contados da data de assinatura deste Acordo Coletivo. devendo enviar CARTA de próprio punho por correio via AR. a importância correspondente a 1% (um por cento) incidente sobre o SALÁRIO mensal nominal de cada empregado. nas guias próprias da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL expedias pelo Sindicato.Mensalmente os empregadores encaminharão ao Sindicato Profissional. competindo à DRT/MG a fiscalização da presente Convenção Coletiva. § 2o .assegura-se ao empregado o direito de discordar da contribuição a que se refere esta cláusula.00 (quinze reais).O recolhimento fora do prazo acarretará juros e multa. expedidas pelo Sindicato. 10/09/2016.. a quantia de R$ 15. TRIGÉSIMA NONA. § 3o .

00 (doze mil reais).11 Caixa Econômica Federal.R$ 12.As empresas farão. o segurado será excluído do seguro. em caso de Invalidez Permanente (Total ou Parcial) do empregado (a). causada por acidente. as seqüelas definitivas. enviando o comprovante do pagamento. Ag. devidamente comprovada por relação ou proposta de adesão.SEGURO DE VIDA EM GRUPO . II . adquirida no exercício profissional. mediante declaração médica. independentemente do local ocorrido. independentemente do local ocorrido.R$ 12.000.000. em favor dos seus empregados. discriminando detalhadamente. em modelo próprio fornecido pela seguradora. juntamente com a relação de empregados da empresa. mesmo que este segurado venha desempenhar outras funções na empresa ou em qualquer outra atividade nesta ou outra empresa no País ou Exterior. obedecendo o seguinte critério de pagamento: Parágrafo 1º: Fica entendido que. em caso de Morte do empregado (a). Inconfidência. . em caráter definitivo. observadas as seguintes coberturas mínimas: I . e quando houver sua permanência contratual na empresa contratante. assinada pelo médico ou junta médica. mencionando o grau ou percentagem. caracterizando a incapacidade decorrente da doença profissional.000. respectivamente. atestado por médico devidamente qualificado. independentemente da forma de contratação. no laudo médico. em caso de Invalidez Permanente Total.00 (doze mil reais). Parágrafo 2º: Desde que devidamente comprovada e antecipada a indenização de invalidez de doença profissional. será pago ao empregado 100% (cem por cento) do Capital Básico Segurado para Cobertura de MORTE. III – R$ 12. da invalidez deixada pelo acidente. somente será devida no caso em que o próprio segurado seja considerado INVÁLIDO DE FORMA DEFINITIVA E PERMANENTE POR DOENÇA PROFISSIONAL e cuja doença seja caracterizada como DOENÇA PROFISSIONAL que o impeça de desenvolver definitivamente suas funções e pela qual não se pode esperar recuperação ou reabilitação com os recursos terapêuticos disponíveis no momento de sua constatação e desde que a data do início de tratamento e/ou diagnóstico da doença profissional caracterizada seja posterior à data de sua inclusão no seguro. não cabendo o direito de nenhuma outra indenização futura ao mesmo segurado. QUADRAGÉSIMA PRIMEIRA .00 (doze mil reais). um Seguro de Vida e Acidentes Pessoais em grupo. responsável pelo laudo.

Ocorrendo a morte do empregado(a) por acidente.00 (Dois mil.00 (três mil reais). não será cumulativa. VIII . independentemente da cobertura. Parágrafo 2º .R$ 3. no valor de até R$ 2. DUAS CESTAS-NATALIDADE. Caso o empregado já tenha recebido indenizações como a definida no inciso III e parágrafos. quando estiver no exercício da sua profissão.000.00 (três mil reais). independentemente do local ocorrido. em favor do empregado quando ocorrer o nascimento de filho (a) portador de Invalidez causada por Doença Congênita. observado as demais condições contratuais. no prazo não superior a 24 (vinte e quatro) horas após a entrega da documentação completa exigida pela Seguradora.A partir das coberturas mínimas estipuladas e das demais condições constantes do “caput” desta Cláusula.R$ 3. critérios e condições para concessão do seguro.Ocorrendo a morte do empregado (a). a título de reembolso das despesas efetivadas para o acerto rescisório trabalhista. deverão ser processadas e pagas aos beneficiários do seguro. desde que o comunicado seja formalizado pela empresa até 30 dias após o parto da funcionária contemplada. em caso de morte de cada filho de até 21 (vinte um) anos. o mesmo não terá direito a qualquer indenização.160. IX .00 (seis mil reais) em caso de Morte do Cônjuge do empregado (a). caracterizadas como um KIT MÃE e um KIT BEBÊ. Parágrafo 1º .000. VI . X . cento e sessenta reais).R$ 6. limitado a 04 (quatro).Ocorrendo a morte do empregado (a). os beneficiários do seguro deverão receber 50 kg de alimentos. VII . e que seja caracterizada por atestado médico até o sexto mês após o dia do seu nascimento. a apólice de Seguro de Vida em Grupo deverá contemplar uma cobertura para os gastos com a realização do sepultamento do mesmo. com conteúdos específicos para atender as primeiras necessidades básicas da beneficiária e seu bebê. o segurado continuará em vigor. devidamente comprovado. ficam as empresas livres para pactuarem com os seus empregados outros valores. Parágrafo 4º: A indenização dessa cobertura. o (a) qual não poderá exercer qualquer atividade remunerada.As indenizações. a empresa ou empregador receberá uma indenização de até 10% (dez por cento) do capital básico vigente. ou outras semelhantes em outra seguradora.Ocorrendo o nascimento de filho(s) da funcionária (cobre somente titular do sexo feminino) a mesma receberá. a título de doação.12 Parágrafo 3º: Caso não seja comprovada a caracterizada da Invalidez adquirida no exercício profissional. bem como a existência ou não de subsídios por parte da empresa e a efetivação ou não de . V .000. IV.

nas substituições superiores a 30 (trinta) dias consecutivos. Parágrafo 4º . conforme determina a Portaria MTb nº 3. incidir apenas na parcela que exceder ao limite acima. autônomos(as) e estagiários(as) devidamente comprovado o seu vínculo.75 (cento e quarenta e seis reais e setenta e cinco centavos). Parágrafo 6º .As empresas em que trabalharem pelo menos 30 (trinta) mulheres com mais de 16 (dezesseis) anos de idade. a ser paga em favor da parte prejudicada.As empresas e/ou empregadores não serão responsabilizadas. poderão adotar o sistema de reembolso-creche. sob qualquer forma. o direito de receber salário igual ao do empregado substituído. que contenha obrigação de fazer. QUADRAGÉSIMA TERCEIRA. QUADRAGÉSIMA QUARTA .REEMBOLSO CRECHE . em substituição ao disposto no artigo 389. inclusive os empregados (as) em regime de trabalho temporário. salvo quando houver prova de culpa ou dolo. do caput desta cláusula. na eventualidade da Seguradora contratada não cumprir com as condições mínimas aqui estabelecidas.A presente cláusula não tem natureza salarial. Parágrafo 3º .296/86. previstas nos incisos I e II.Aplica-se o disposto na presente Cláusula a todas as empresas e empregadores.As coberturas e as indenizações por morte e/ou por invalidez.SALÁRIO SUBSTITUIÇÃO . QUADRAGÉSIMA SEGUNDA- MULTA LEGAL - Fica estipulada uma multa correspondente a ½ (meio) piso salarial previsto neste instrumento.Serão reembolsadas as despesas que a empregada tiver com a creche para seu filho. § 1º da CLT. .13 desconto no salário do empregado(a). até este completar 6 (seis) meses de idade. § 1º. a ser paga pela parte que descumprir qualquer cláusula da Convenção. no limite máximo mensal de R$ 146. Parágrafo 5º . mesmo quando eventuais. solidária ou subsidiariamente. não serão cumuláveis.Fica assegurado ao empregado substituto. por não se constituir em contraprestação de serviços. sendo que o pagamento de uma exclui a outra. o qual deverá se for o caso.

 Não poderão ser incluídas no Banco de Horas as horas trabalhadas em domingos e nos feriados de Sexta-feira da Paixão. § 3º. findos os quais. o reembolso não será devido após o último dia de trabalho efetivo da empregada.A jornada normal de trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares.  O total de horas a ser compensado não pode acumular mais de 150 horas. sem acréscimo salarial. desde que o excesso de horas em um dia seja compensado pela correspondente diminuição em outro dia. em número não excedente de duas. 25/12 e 01/01.Na hipótese de rescisão ou extinção do contrato de trabalho da empregada. ou seja. por qualquer motivo.14 § 2º. § 4º. as horas restantes serão pagas como horas extras.As entidades sindicais convenentes reconhecem a necessidade de flexibilizar a duração do trabalho para atender às peculiaridades do ciclo produtivo das indústrias de calçados.O reembolso previsto nesta cláusula não integra o salário ou remuneração da empregada para nenhum efeito. as quais deverão ser pagas como horas extras conforme a Convenção Coletiva em vigor. do acréscimo de duração normal do trabalho em determinadas épocas do ano. sem qualquer acréscimo salarial. com o acréscimo de 50%. . com antecedência mínima de 48 horas  A jornada máxima diária é de 10 horas.COMPENSAÇÃO DE JORNADA COM PRORROGAÇÃO. 59 da CLT e os seguintes critérios:  O prazo máximo para a compensação das horas devidas pela empresa ao empregado será de 12 meses.As empresas que efetuarem o reembolso especial acima estabelecido ficam desobrigadas da manutenção ou credenciamento de creche. compensado pela diminuição em outras épocas. respeitando os termos do parágrafo 2º do art. QUADRAGÉSIMA SEXTA. QUADRAGÉSIMA QUINTA .  As horas devidas pela empresa serão compensadas pelos empregados com igual número de horas.BANCO DE HORAS . de maneira que não exceda o horário normal da semana (44 horas). através de um sistema de débito e crédito de horas. com intervalo mínimo de 1 hora para alimentação e o acréscimo máximo de 40 horas mensais na jornada regular (44 horas semanais).  O calendário de trabalho em regime de compensação será informado aos trabalhadores das áreas atingidas.

Parágrafo Único . as horas devidas pela empresa serão pagas com acréscimo de 50% .  Em caso de rescisão do contrato de trabalho.00 (cem reais) como ajuda para organização da festa do Dia do Sapateiro.Esta licença será de 5 (cinco) dias corridos. as horas devidas pela empresa serão pagas com acréscimo de 50% . do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ao adotar a sistemática prevista nesta cláusula.  A empresa que desejar organizar um Banco de Horas em bases diferentes do estabelecido nesta Convenção deverá solicitar ao Sindicato Profissional a negociação de um Acordo Coletivo específico. do Artigo 7º. e as horas devidas pelo empregado poderão ser descontadas nas verbas rescisórias. . da esposa ou companheira. através do contracheque ou quadro de avisos. ambos da Constituição Federal. sem acréscimo de 50%. informando a data de início do Banco de Horas. QUADRAGÉSIMA SÉTIMA – LICENÇA PATERNIDADE – A licença paternidade prevista no inciso XIX. combinado com o § 1º do Artigo 10. QUADRAGESIMA OITAVA – CONTRIBUIÇÃO ESPONTÂNEA – RECOMENDAÇÃO Recomenda-se às empresas a concessão de contribuição ao sindicato profissional convenente no valor de R$ 100. QUADRAGÉSIMA NONA – CESTA BÁSICA – RECOMENDAÇÃO – Recomenda-se às empresas analisarem a possibilidade de conceder aos seus empregados uma Cesta Básica de Alimentos.  As horas trabalhadas em regime de compensação deverão ser registradas no sistema de controle de frequência usado regularmente pela empresa. o que poderia ser um grande incentivo à freqüência do trabalhador.  Mensalmente a empresa informará aos empregados sua situação no Banco de Horas. por iniciativa do empregador.  Em caso de rescisão do contrato de trabalho.15  Aos empregados que estejam regularmente matriculados em qualquer grau de escolaridade não pode ser exigida escala de trabalho que prejudique a frequência normal às aulas. e as horas devidas pelo empregado não poderão ser debitadas nas verbas rescisórias. à escolha do empregado. sem que a totalidade das horas tenha sido compensadas. neles incluindo-se o dia previsto no inciso III do Artigo 473 da CLT. sem que a totalidade das horas tenham sido compensadas. será concedida a partir da data do parto ou dia da internação. deverá comunicar por escrito o sindicato profissional. por iniciativa do empregado.  O acréscimo de 50% será considerado sobre o salário na data de acerto do Banco de Horas.  A empresa.

condições e benefícios desta Convenção Coletiva de Trabalho terão vigência restrita ao período pactuado para sua vigência. concedendo 50% (cinquenta por cento) dos custos totais juntos aos promotores de fomento tecnológico com vale transporte gratuito para tanto. Assim. Parágrafo Único . QUINQUAGÉSIMA TERCEIRA . Belo Horizonte. ascendente. sem prejuízo do salário será de 04 (quatro) dias úteis corridos em caso falecimento do cônjuge.VIGÊNCIA . folgará na terça-feira de carnaval.As empresas que optarem pela concessão do benefício deverão obrigatoriamente se inscrever no PAT-Programa de Alimentação do Trabalhador. QUINQUAGÉSIMA SEGUNDA Excepcionalmente no ano de 2017.As cláusulas. sem prejuízo no salário. o qual é considerado feriado municipal.A vigência da presente Convenção é de 12 (doze) meses. com o advento do termo final prévia e expressamente fixado. 473 da CLT.LICENÇA LUTO – A licença para o empregado deixar de comparecer ao serviço. perdendo integralmente o seu valor normativo. viva sobre sua dependência econômica. buscando qualificação melhor. QUINQUAGÉSIMA PRIMEIRA – LIBERAÇÃO PARA CURSOS – As empresas concederão a seus funcionários. . de 1º de março de 2016 a 28 de fevereiro de 2017. irmão ou pessoa que. os membros da categoria que pertencem ao município de Divinópolis.16 Parágrafo Único . QUINQUAGÉSSIMA . se necessário a possibilidade de fazer cursos de aperfeiçoamento. firmam a presente para os fins de direito. estando as partes devidamente ajustadas. prevista no item I art. desde que relacionados com a atividade da empresa e indicada pela mesma. declarado em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social. 01 de março de 2016. obrigando-se à compensação deste dia ser feita exclusivamente em 08/12/2016.

17 .