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– Caixas D’água em Concreto Armado

5.1 Introdução
Na maioria dos edifícios e residências as formas usuais das paredes das caixas d’água
são retangulares. Nos reservatórios elevados isolados são utilizadas as cilíndricas.
Em relação ao nível do solo, os reservatórios podem ser enterrados, semi-enterrados e
elevados. Assim, temos os seguintes exemplos de caixa d’água:

5.1.1

Reservatórios elevados apoiados nos pilares

5.1.2

Reservatórios enterrados apoiados diretamente no solo

Obs: Se a pressão vertical devido ao peso do reservatório for maior do que a taxa
admissível do solo, devemos apoiar as paredes da caixa d’água em estacas ou nos
pilares da própria estrutura do edifício, caso seja possível.
ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado

data:set/2004

fl. 1

5.2 Cargas a serem consideradas
5.2.1

Carga sobre a tampa

ƒ

Peso próprio do concreto da laje

g1 = hv ⋅ γ conc

(kN/m2)

ƒ
ƒ

Peso adotado da impermeabilização
Peso da terra, se existir


g 2 = 1,0
g 3 = t ⋅ γ solo

(kN/m2)
(kN/m2)

ƒ

Sobrecarga sobre a tampa

q

ƒ

CARGA TOTAL

p = q + ∑ gi

(kN/m2)

Obs: hv , t em metros.

5.2.2

Carga sobre a laje de fundo

ƒ

Peso próprio da laje

g1 = h ⋅ γ conc

(kN/m2)

ƒ
ƒ

Peso da impermeabilização
Sobrecarga devido à pressão d’água


g 2 = 1,0
qa = a ⋅ γ água

(kN/m2)

ƒ

CARGA TOTAL

p1 = ∑ g i + q a

(kN/m2)

Notas:
ƒ

Se a caixa d’água for elevada, consideraremos somente o efeito da carga vertical
máxima:

pmáx = g1 + g 2 + qa

(kN/m2)

ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado

data:set/2004

fl. 2

Se a caixa d’água for enterrada ou semi-enterrada, apoiada em estaca ou pilares,
consideraremos dois casos de cargas:

ƒ

1º Caso: carga vertical máxima

pmáx = g1 + g 2 + g 3 + qa
2º Caso: carga vertical mínima, quando o nível do lençol freático do solo estiver acima do
nível da laje de fundo, de modo a produzir pressões negativas.

pmín = ( g1 + g 2 + g 3 ) − S
Se a caixa d’água for enterrada ou semi-enterrada, apoiada diretamente no solo,
também devemos considerar dois casos de cargas:

ƒ

1º Caso: carga vertical máxima, com a caixa totalmente cheia e sobrecarga máxima sobre
a tampa. Determinaremos assim a pressão vertical máxima sobre o solo da fundação,
dada por:

σ s , máx =

∑V

i

a ⋅b

< σ s = taxa admissível do solo

onde:

∑V

= somatória de todas as cargas verticais acima do nível inferior do lastro, inclusive

i

peso das paredes;
a ⋅ b = área da laje de fundo em contato com o solo.

2º Caso: carga vertical mínima, com caixa totalmente vazia e sob carga máxima sobre a
tampa. Para caixas d’água usuais podemos admitir uma distribuição de pressão uniforme
do solo sobre a laje de fundo, dada por:

∑V

i

p=

a ⋅b

+s

onde:

∑V

i

= somatória de todas as cargas acima do nível superior da laje de fundo (laje de

tampa, sobrecarga máxima + paredes);
a ⋅ b = área da laje de fundo em contato com o solo;
s = sub-pressão d’água, se existir.

ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado

data:set/2004

fl. 3

5.2.3

Carga sobre a parede

5.2.3.1

Carga vertical máxima

ƒ
ƒ
ƒ

Reação máxima da laje de tampa
Reação máxima da laje de fundo
Peso próprio da parede



r1
r2
g = (b ⋅ ht ) ⋅ γ conc

(kN/m2)
(kN/m2)
(kN/m2)

ƒ

CARGA TOTAL

p = r1 + r2 + g

(kN/m2)

5.2.3.2

Carga horizontal máxima

1º Caso: Reservatório elevado
A única pressão a considerar é devida à água.

Pa = γ a ⋅ K água ⋅ a
ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado

data:set/2004

fl. 4

Pressão devido à terra “seca”: Adotaremos a teoria de Coulomb para determinação do empuxo ativo da terra sobre a parede. já visto. 2º Caso: Reservatório enterrado Neste caso devemos considerar dois casos: a) Caixa d’água cheia + empuxo ativo da terra nulo + nível d’água do lençol freático abaixo do nível da laje de fundo. b) Caixa d’água vazia + empuxo ativo da terra + nível freático máximo.Obs: Se existirem 2 compartimentos. 5 . considerar o caso de um deles cheio e o outro vazio. Recaímos no caso de carga horizontal máxima do reservatório elevado. desprezando o atrito entre a parede e o solo – coeficiente de empuxo ativo da terra = K a Pressão horizontal do solo devido à sobrecarga vertical: Pressão devido à terra submersa em água: Pa = γ a ⋅ K água ⋅ Z ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.

4.′ = γ s′ ⋅ K a ⋅ Z Psolo onde: γ s′ = γ submerso ′ = Z ( K água ⋅ γ a + K a ⋅ γ s′ ) P = Pa + Psolo 5.1. 10 a 15 cm entre barras.3 Disposições construtivas a) Espessuras mínimas a serem adotadas • • • • • Laje da tampa: 7 cm Laje de fundo e parede: 10 cm (18 cm no caso de parede circular. de modo a facilitar a montagem e a concretagem dos mesmos.4 Cálculo dos esforços solicitantes 5.4.1 5. b) Impermeabilização A superfície do concreto em contato com a água deverá ser obrigatoriamente impermeabilizada. 5. 6 .1 Esquema de cálculo Caixa d’água enterrada ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. podendo adotar ferragem superior à exigida pelo cálculo. com uso de fôrmas deslizantes) Mísulas horizontais e verticais: melhoram a concretagem e dão maior rigidez às ligações Abertura para inspeções e limpeza: 60 cm x 60 cm (no mínimo) Espaçamento dos ferros: o mais uniforme possível.

Regra: Quando dois nós giram no mesmo sentido: articulação Quando dois nós giram em sentido contrário: engaste a) Caixa vazia Laje da tampa – Engastada Laje do fundo – Engastada Paredes – Engastadas b) Caixa cheia Laje da tampa – Articulada Laje do fundo – Engastada Laje tampa – Articulada Paredes Laje fundo – Engastada Entre si – Engastadas 5.2 Caixa d’água elevada ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.4. 7 .1.

Laje da tampa – Articulada Laje do fundo – Engastada Laje tampa – Articulada Paredes Laje fundo – Engastada Entre si – Engastadas 5.2.4.2 5. 8 .1 Devido às cargas verticais e horizontais Caixa d’água elevada armada em “cruz” ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.4.

9 .Obs: Os elementos acima representados estão sujeitos a forças normais de tração devido às reações de apoio.4.1.2 → Engastada ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.1.2 → Articulada a) Momentos nos vãos mkx = mky = P1 ⋅ l x2 αx P1 ⋅ l x2 αy b) Reações de apoio rx1 = P1 ⋅ l x 4 ry1 = rx1 (2 − lx ) ly Laje de fundo: Conforme item 5. Laje da tampa: Conforme item 5.4.

10 . devido ao empuxo d’água.a) Momentos nos vãos mkx = mky = P2 ⋅ l x2 αx P2 ⋅ l y2 αy b) Momentos nos apoios ′ =− mkx m′ky = P2 ⋅ l x2 βx P2 ⋅ l y2 βy Obs: Face à existência de momentos fletores nas paredes laterais. haverá uma compensação dos momentos entre paredes e a laje do fundo.5 mk′ mk mk 0 = momento no vão da laje simplesmente apoiada mk = momento no vão da mesma laje mk′ = momento final de apoio da laje ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. c) Momentos finais Nos apoios: m′k ≥ Média (parede e laje do fundo) 0.8 maior Nos vãos: mk ≥ mk 0 − 0.

a) Momentos nos vãos mkx = mky = Pa ⋅ l x2 αx Pa ⋅ l y2 αy b) Momentos nos apoios ′ =− mkx ′ = mky Pa ⋅ l x2 βx Pa ⋅ l x2 βy c) Momentos finais ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.1.2 → Laje fundo – Engastada Entre si – Engastadas Adotaremos como carregamento a carga linear triangular de valor máximo Pa .4. 11 .d) Reações de apoio rx 2 = P2 ⋅ l x 4 ry 2 = rx 2 (2 − lx ) ly Cálculo das paredes: Laje tampa – Articulada Conforme item 5.

Nos apoios: Direção y → mk′ ≥ Direção x → mk′ ≥ Média (entre parede) 0. h/b>2 ou 2h/b>2 (se a borda superior da parede for livre)... p2. pn correspondente às faixas de cálculo. ou seja.00 m ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl..8 maior Média (parede e laje do fundo) 0.2.4..8 maior Nos vãos: mk ≥ 5. Quadro ABCD de largura unitária = 1. Neste caso. Uma vez obtidos os esforços para a carga unitária multiplica-se pela pressão p1.5 mk′ mk Caixa d’água elevada armada em uma direção principal a) Caixa d’água armada horizontalmente Se a relação entre a altura e a largura da caixa for maior do que 2 teremos o caso da caixa d’água armada horizontalmente.2 mk 0 − 0. calcula-se as paredes como pórtico de largura unitária e sujeito a uma pressão unitária. 12 .

nN’2 mínima de 1/5 da As.m) vão 1 vão 2 apoio M’1 M’2 X 2 M’1 2M’2 2X’ nM’ nM’2 nX’ Na direção vertical adotaremos uma armadura de distribuição As.Devemos considerar como mínimo no vão o correspondente ao engaste perfeito. Pressão t/m² 1 2 n Momento Fletor(tf. princ. Ftração(tf) vão 1 vão 2 N’1 N’2 2N’1 2N’2 NN’1 dist. se M’2 < M2 devemos adotar M2. por exemplo. 13 . distribuição ≥ 1/5 As. na barra BD biengastada.principal Momento fletor na direção vertical junto a laje de fundo 3 comprimento da zona de perturbação: λ = l x 8 b) Caixa d’água armada verticalmente ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. correspondente armadura principal As.

4. adotaremos a armadura mínima de distribuição. 14 .Pe: a/b > 2 e a/h > 2 ( ou a/2h>2 no caso da borda superior da parede for livre) Devemos calcular a caixa como um pórtico ABCD de largura unitária conforme o esquema abaixo: Determinamos assim os esforços principais na direção vertical. distribuição ≥ 1/5 As. A ferragem correspondente na direção horizontal.2. As.3 Caixa d’água enterrada armada em uma direção principal a) Caixa d’água armada horizontalmente ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.principal Momento fletor na direção horizontal junto à parede de tampa: (PAR 1=2) 3 Comprimento da zona de perturbação: λ = h 8 5.

15 . ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. muros de arrimo e escadas aparecem esforços de tração nas paredes de magnitudes consideráveis. porém devemos calcular o quadro ABCD de largura unitária com dois casos de cargas: 1°caso) caixa d’água cheia + empuxo nulo da terra 2°caso) caixa d’água cheia + empuxo máximo da terra b) Caixa d’água armada verticalmente Analogamente calcula-se como quadro de largura unitária. o que implica em um dimensionamento que leve em conta uma flexão composta normal com grande excentricidade.5 Flexão Composta Em estruturas como caixa d’águas. devendo também considerar dois casos de cargas: 1°caso) caixa d’água cheia + empuxo nulo da terra 2°caso) caixa d’água vazia + empuxo máximo da terra 5.Cálculo análogo ao da caixa elevada.

subtraindo-se o valor (Nd / fyd) da armadura que equilibra Msd à flexão simples. obtém-se a armadura final. Normalmente. fck. Através de um artifício.4 x ) = M sd → x = 1. 16 . Md Tem-se: Msd = Md + Nd (d . 1.Nd Rsd + Nd Figura 1 .Grande excentricidade Conforme a fig. o dimensionamento à flexão composta com grande excentricidade (tanto na flexo-compressão.628d→ armadura simples ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado    data:set/2004 fl. dispensa-se A's quando se pode ter seção subarmada só com As.425bd 2 f cd  Para x < x 34 = 0.25d1 − 1 − 0.Nela. tem-se:  M sd 0. tem-se sempre a armadura tracionada As. a) flexo-compressão d’ Rsd As’ h/2 Md Rcd 0.Flexo-compressão . Dessa forma. Procedimento para cálculo: Sejam: b. h.8x d Nd h d’ Msd = Md + Nd (d .68bxfcd (d − 0.h/2) Com a hipótese de que se tem solução em seção subarmada com A's = 0. CA50A. Nd (compressão). a resultante de tração para equilibrar o momento Msd é igual a (Rsd + Nd).h/2) As Rsd Rsd’ ≡ Rcd Rsd’ ≡ Msd Rcd Msd + Nd -Nd Nd Rsd + Nd . quanto na flexo-tração) pode ser feito através da análise de uma flexão simples. a armadura comprimida A's é empregada para se conseguir maior dutilidade da seção. d'.

também. Rs d’ h/2 As’ d h Rcd Nd Msd = Md .h/2) Md d’ As 0.4 x) + A s fyd (d − h / 2) Para x > x34 → armadura dupla. b) Flexo-tração Valem as expressões utilizadas na flexo-compressão. x = x 34 .4 x ) + Rsd (d − h / 2) Admitindo-se peça subarmada com armadura simples vem: Nd + A s fyd = 0.4 x d − 0. x = x 34 .4 x d − d' x − d' ⋅ 0.4 x) ∆M d = M sd − Md R sd + N d = Md ∆M d Md ∆M d + → R sd = A s f yd = + − Nd d − 0.8x Rsd ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. através das equações de equilíbrio: Nd + Rsd = Rcd  Md = Rcd (h / 2 − 0.68bxfcd  Md = 0.e: R sd + N d = Msd Msd → R sd = − N d = A s f yd d − 0.4 x d − d' d − 0. através das equações de equilíbrio: Nd + Rsd = Rcd + R'sd  Md = Rcd (h / 2 − 0. utilizando-se (-Nd) no lugar de Nd .68bxf cd (d − 0. por exemplo. vem: Md = 0. por exemplo.4 x O dimensionamento pode ser feito.0035 > ε yd → σ' sd = f yd x ∆M d A' s = σ' sd (d − d' ) ε' s = O dimensionamento pode ser feito. 17 . adotando-se.4 x ) + Rsd (h / 2 − d' ) + R'sd (h / 2 − d' ) O sistema é resolvido adotando-se.68bxfcd (h / 2 − 0. também.Nd (d .

onde h é a altura da seção.Nd (d .6 Vigas Paredes 5.1 b) Definição Vigas-parede são vigas retas cuja relação l / h é inferior a 2 (em vigas sobre dois apoios).Nd Rsd . 18 . h l lo Figura 1. ou a 2.4 x 5. fig.Rsd’ ≡ Rcd Rsd’ ≡ Msd Rcd + Msd Nd Nd -Nd Rsd .5 (em vigas contínuas). Grande excentricidade Procedimento para Cálculo: Sejam: b.1. Md Tem-se: Msd = Md . CA50A. sendo l o o vão livre (distância l = distância entre os eixos dos apoios ( ≤ 115 entre as faces internas dos apoios). Nd (tração).Flexo-tração.Nd + Nd Figura 2 . 1.6. ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. d'. fck.h/2) Para x < x34: R sd − N d = M sd M sd → R sd = + N d = A s f yd d − 0.4 x d − 0.1 Generalidades a) Vão teórico l . l o ). h.

25h e − 0. 3.2 ⋅ ( l + 2 h e ) para vigas-parede sobre dois apoios.2.1. medida a partir da face inferior da viga. entre o vão teórico l e a altura da l he ≤  seção h: h 5.8 Rsd .6.25h e − 0.2.c) Altura efetiva he A altura efetiva he é definida como o menor valor.3.5h e ) para vigas-parede contínuas (nos apoios internos.6.05l ).2.05l Figura 3. ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. e mantida constante em todo o vão.1 Esta armadura deve ser distribuida na faixa de altura ( a s = 0. As a s = 0. Apenas as reações dos apoios extremos devem ser majorados de cerca de 10%.6. fig. Arranjo da armadura principal longitudinal c) Vigas-parede sobre dois apoios. 19 . z = 0. A ancoragem junto à face interna dos apoios deve garantir a resultante de tração igual a 0. 5.2 ⋅ ( l + 1. Determinação da armadura A resultante de tração na armadura é determinada por R sd = A s f yd = Md z sendo z.3.6.3 Armadura Principal de Tração 5.1. os esforços solicitantes podem ser estimados como se fossem vigas usuais. o braço de alavanca efetivo valendo: z = 0. l pode ser tomado como a média dos vãos adjacentes). 5.2 Esforços Solicitantes Normalmente.

4he 0.1.2he 0. obedecendo a distribuição em três faixas. contada a partir da borda superior.05 l 0.25] ⋅ A s na faixa superior de altura 0.4he 0. a metade da mesma deve ser prolongada por toda extensão dos vão adjacentes na faixa de altura igual a (0. Quanto à armadura sobre os apoios contínuos.6.10fcd . sh Ash1 Asv1 sv bw Figura 5.25he-0.4 Verificações de Concreto Deve-se verificar: 5. b w he Armaduras de alma e) Caso de carga aplicada na parte superior da viga-parede.6. fig.25 he – 0. 0.5 Vd .5 ⋅ (l / h e − 1) ≥ 0.1 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.2. conforme mostrado na fig.6he 0. 5. • nada (0) na faixa inferior de altura 0.2: • [0.2 he.4he 0.2he Figura 3.2.2 5.4he 0. o restante da armadura pode ser interrompido às distâncias 0. 3. • restante da armadura total na faixa intermediária de altura 0.05 l ).4he das respectivas faces do apoio.max ≤ 0.2 he. 20 .d) Vigas-parede contínuas A armadura de vão deve ser distribuida da mesma forma que no caso a).6 he.

Esses estribos devem abraçar as armaduras principais de tração e devem atingir pelo menos a altura he. Ash1 Asv1 he Figura 5. além da malha prevista no ítem a). recomenda-se introduzir armadura complementar.3 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. de mesmo diâmetro que a armadura de alma.3 he b2 = 0. 5. 5. convém incorporar estribos suplementares que garantam a suspensão da totalidade das cargas. do mesmo modo. conforme indicado na fig. fig. Nas vizinhanças dos apoios. a armadura de flexão sobre os apoios pode ser considerada como pertencente às armaduras horizontais da malha. do seu ponto de aplicação para a região superior da viga. e em cada direção. para uma barra vertical da malha.Deve-se dispor armaduras em malha ortogonal (barras horizontais e verticais) nas faces da viga com taxa mínima de 0.2 he a2 = 0.2 f) Caso de carga aplicada na parte inferior da viga parede Neste caso.001 bw sh . 21 .3.5 he a1 b2 as a2 Figura 5.001 bw sv . deve-se ter: Ash1 = 0.2. Se Ash1 for a área de uma barra horizontal da malha. Asv1 = 0. Em vigas contínuas.1% (aços de alta aderência) em cada face. Asv1 Ash1 b1 a1 ≅ b1 = 0.

por exemplo. fig.6 he 0.75 Vd. 0. 5. 5.4. recomenda-se o emprego de barras dobradas a 45o. as barras verticais devem garantir a resultante Vd e as horizontais. 0.1 fcd bw d. onde Vd.4 h) Caso de apoios indiretos Quando as vigas-parede apoiam-se.6 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. equilibrando a resultante 0.4 he Figura 5. laje transversal). em toda a sua altura. Se a carga for particularmente importante.5 he Vd Figura 5.5. 5. 0.lim = 0. em sua direção. tem-se os apoios indiretos. a transferência das cargas para os apoios é garantida através de armaduras constituindo malhas ortogonais. he Figura 5. necessita de armadura de suspensão nos moldes vistos no ítem anterior.4 he 0. Neste caso. pilar de forte seção. 22 . através de um septo.5 Quando Vd ultrapassa o valor (0. em apoios rígidos (parede.8 Vd (as armaduras de alma que se acham posicionadas no interior da referida zona podem ser consideradas no cálculo).8 Vd. dispostas na região indicada na fig.6. pode-se suspender parte da carga (<60%) por intermédio de barras dobradas.g) Caso de cargas indiretas Este caso que se refere às vigas-parede carregadas ao longo de toda a sua altura. fig.lim).

no caso de um apoio extremo. suficientes para equilibrar a resultante de tração igual a Qd / 4 em cada faixa.3h e 0. distribuidas em duas faixas. além disso. Qd 0.2 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. ho = altura do enrijecimento junto à parte inferior da viga (nervura ou laje eventual) bw c + ho c + 2ho ho c c Figura 6.6 Dimensionamento das Zonas de Apoio a) Limites para o valor da reação de apoio Quando a região do apoio não é enrigecida por nervura ou pilar.4h 0. conforme indica a fig.4he 0.3h Qd 0.3h 0. e 1.1he 0.5.2.2 bw (c + 2 ho) fcd . bw = espessura da viga-parede c = largura do apoio considerado menor ou igual a l / 5 (nos apoios intermediários. para apoios extremos.8 bw (c + ho) fcd . deve-se considerar a força cortante acrescida do valor Vqd dado por:.1 b) Caso de cargas concentradas junto aos apoios Quando a viga-parede é submetida a uma carga concentrada Qd junto de um de seus apoios. deve-se acrescentar armaduras complementares horizontais. 6. Q d h e − 2c ⋅ he 2 h −c Vqd = Q d ⋅ e he Vqd = para apoios internos.5h h 0. no caso de um apoio intermediário. o valor da reação deve ser limitada a: 0. 23 .6.1h c c Figura 6. tomase o menor dos vãos adjacentes como o valor de l ).

As duas lajes de fundo encontram-se engastadas em seus quatro cantos. devendo.5. As lajes de tampa encontram-se apoiadas nas paredes externas e apresentam continuidade sobre a parede 2. para tanto. são apresentados a forma e um corte genérico da caixa d’água do edifício exemplo. conforme é mostrado a seguir: ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. serem dimensionadas para o momento negativo neste apoio. 24 .7 Formas. Os eixos das paredes delimitam os vãos de cálculo das lajes de tampa e de fundo. bem como o esquema de cálculo utilizado. Cortes e Consideração de Cálculo para o Edifício Exemplo A seguir.

65m ly = 3. e apoiadas na laje da tampa da caixa d’água. o carregamento da desta corresponde ao peso próprio da laje de fundo.revestimento e sobrecarga. o efeito de tração nas duas lajes e nas paredes devido ao empuxo d’água (carregamento horizontal).8 Carregamentos Na laje da tampa da caixa d’água. apresentam-se engastadas na laje de fundo e nas paredes adjacentes. ao revestimento e a altura de lâmina d’água. 5.30 m lx = 3. Assim sendo.00 KN/m2 Peso Próprio: Revestimento: Sobrecarga: Total: ƒ Laje de fundo (h=15cm) 3. será considerado um carregamento composto pelo peso próprio da laje.00 KN/m2 0. por sua vez. Na laje de fundo.185 m ly = 5.75 KN/m2 Peso Próprio: Revestimento: Sobrecarga: Total: ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.00 KN/m2 19.50 KN/m2 4.75 KN/m2 1. Será considerado ainda. 25 . tem-se: ƒ Laje de tampa (h=10cm) 2. Este efeito será melhor detalhado adiante.50 KN/m2 1. não será considerado sobrecarga.00 KN/m2 23.65m As paredes.lx = 3.

2 e 3.4 1.4 x0.4 KN/m 11.6 x1.4 + x1.6 KN/m 2 o 45 2 19 KN/m As regiões 1 e 3 apresentam a mesma resultante. 6 e 7.21KN 2 3 2   Reação na laje da Tampa (RT):  7.28x7. e 4 e 8. 26 .4  + 1.5.28 x0. PAR2 e PAR3.28 2 11.6 KN/m 128 cm ƒ 109 cm 2 128 cm Reação na laje de Fundo (RF):  1.9.28  1.4 KN/m 4 8 7 6 5 o 45 11. A resultante na parede lateral é o volume compreendido na região 4 ou 8 Para as paredes PAR1.09 = 43. temos as seguintes resultantes: 2 128 cm 74 cm 7.32 KN + 2 2  3    ƒ ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. A resultante é calculada através do “volume” compreendido em cada região. 1 2 2 3 7.9 Solicitações de Cálculo 5.6x1.09x1.1 Esforços de Tração Para determinação dos esforços de tração.28 + x7.74   7.09  = 5. A resultante na laje de fundo é o volume compreendido nas regiões 5. Assim: ƒ ƒ ƒ A resultante na laje da tampa é o volume compreendido nas regiões 1.74  RT = 2x x x1.28 RF = 2x x11. convém primeiro dividir a parede em subregiões como é mostrado na figura abaixo. assim como as regiões 5 e 7.

32 4.28 x1. Os carregamentos sobre as lajes de fundo e de tampa também acarretam em reações de tração nas paredes.59 Esforços de Laje Para o cálculo das lajes da tampa e do fundo.65 3. procede-se como no cálculo de reações das lajes usuais.9.57 Estas resultantes obtidas devem ser então divididas pelos vãos das paredes a fim de se obter um carregamento distribuído (por metro).05 9.57 KN x x1.28 RT (KN) 5.Reação em cada uma das Paredes Laterais (RL): 1.28 x1.28 x7. ou seja.67 18. O resultado é mostrado na tabela a seguir: Parede PAR 1/2/3 PAR 4A/5A PAR 4B/5B RF (KN) 43. px py 5.86 RL (KN) 11. conforme é mostrado a seguir: ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.4 + 7. PAR4B.28 0. serão utilizadas as tabelas de Czerny. PAR5B.42 21.2 p × lx 4  lx  px x  2 .91 3.74 + = 11.57 11. A tabela a seguir apresenta os valores obtidos.42 71.79 3.6 1.19 28. PAR5A. O carregamento da laje da tampa acarreta. em uma reação de compressão nas paredes e este efeito será aqui desprezado por estar a favor da segurança.32 4.  ly  LF1 (KN/m) LF2 (KN/m) LT1 (KN/m) LT2 (KN/m) 21.57 11.28 11.4 x RL = 2 2 3 3 ƒ Deve-se proceder da mesma maneira para o cálculo das reações nas paredes PAR4A. Para a sua determinação.21 35. 27 .ainda. a carga atuante na laje é subdividida em partes proporcionais da laje a partir das bissetrizes dos ângulos.

2 17.0 24.6 23.2 Beton-Kalender (1976) Laje da tampa LT2: Laje com 3 bordas livremente apoiadas e uma borda maior engastada (carga uniforme) ly / lx αx αy βx 1.8 17.80 1.40 1.ƒ ƒ Laje da tampa LT1: Laje com 3 bordas livremente apoiadas e uma borda menor engastada (carga uniforme) ly / lx αx αy 1.2 12.9 10.2 8.2 35.3 12.9 11.9 24.4 8.7 11.0 8.5 8.8 18.5 11.0 24.9 34.8 39.9 10.7 18.8 23.3 16.4 9.2 10.3 18.00 1.0 24.8 13.1 14.1 14.1 18.5 42.2 27.4 23.7 ly mx m’x my lx pl 2 mx = x αx my = pl2x αy pl 2x βx pl 4x = Eh 3 α 2 m′x = − w max ν = 0.70 1.20 1.6 24.9 9.7 m’y mx my ly lx 2 x mx = pl αx my = pl2x αy m′y = − pl 2x βy w max = pl 4x Eh 3 α 2 ν = 0.2 9.3 22.5 42.45 1.3 33.5 12.0 24.70 1.2 13.3 10.85 1.0 24.7 22.5 16.6 19.40 1.05 1.5 42.4 20.55 1.9 20.2 18.5 42.65 1.45 1.1 23.0 31.8 8.8 22.95 2.5 8.0 11.6 8.7 8.3 10.9 22.2 19.3 13.5 42. 28 .0 18.0 24.3 21.75 1.10 1.3 16.1 9.8 16.8 8.4 20.8 8.9 8.2 29.7 23.15 1.20 1.95 2.9 10.2 14.00 >2 26.0 16.1 19.3 10.2 11.2 9.5 18.0 17.65 1.6 8.3 8.0 24.0 βx βy α2 11.6 9.4 16.7 9.3 9.5 42.9 9.8 12.35 1.5 42.3 18.0 19.4 23.9 35.10 1.0 20.3 8.35 8.0 24.30 1.8 9.35 1.55 1.7 22.5 17.8 16.8 16.7 8.30 1.2 32.60 1.90 1.7 17.75 1.0 8.1 15.2 26.5 42.50 1.45 8.8 15.1 9.5 10.85 1.60 1.5 11.9 8.50 1.9 23.8 15.0 24.2 Beton-Kalender (1976) ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.5 34.25 1.3 19.0 24.1 9.1 21.5 25.3 9.2 27.7 24.25 1.4 8.0 βy α2 31.5 42.7 23.3 8.15 1.00 1.4 26.3 17.0 17.8 12.3 8.0 24.9 41.4 29.00 >2 32.3 8.6 9.7 20.0 24.5 42.8 23.4 33.90 1.0 26.9 11.05 1.5 42.3 20.4 10.5 25.80 1.8 23.4 37.0 24.4 6.5 20.7 19.8 10.25 8.5 10.1 42.

25 1.3 43.0 12.0 13.5 24.5 14.0 19.9 14.6 45.55 1.7 34.5 34.3 57.5 62.8 56. 29 .001 ⋅ p ⋅ l ⋅ β x y mx = 0.6 36.2 24.4 57.7 53.5 51.7 29.2 57.50 1.5 17.5 38.3 49.00 >2 47.5 17.6 26.9 36.45 1.5 17.8 27.90 1. por exemplo. as tabelas de R.001 ⋅ p ⋅ w = 0.40 1.1 24.30 1.5 17.5 17.2 17.6 53.9 57.3 50.15 1.35 1.5 17.0 24.6 11 23 36 57 21 0.3 47.4 57.1 12.0 37.20 1.8 57.5 25.5 17.5 17.7 12.2 13.6 27.6 17.7 12 20 35 51 17 0.2 26.5 68.5 17.6 57.5 17.5 17.8 35.05 1.4 18.0 12.70 1.60 1.95 2.0 m’y mx m’x ly m’x my m’y lx pl 2 mx = x αx my = pl2x αy pl 2x βx pl 2x m′y = − βy m ′x = − w max = pl 4x Eh 3 α 2 ν = 0.2 12.7 13.1 40.0 12 11 29 34 9 2 ly ⋅ αx 2 m' x = 0.Bares ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.85 1.8 13 16 33 45 14 0.1 17.5 39.0 40.5 57. conforme é mostrado a seguir: 1 ly/ lx αx αy βx βy α2 0.75 1.4 12.7 57.3 47.6 57.0 12.5 17.5 17.80 1.1 25.4 42.4 18.0 19.4 50.00 1.ƒ Lajes do Fundo LF1 e LF2: Laje com as 4 bordas engastadas (carga uniforme) ly / lx αx αy βx βy α2 1.3 32.5 17.3 47.5 14.001 ⋅ p ⋅ 2 ly ⋅ αy 2 m' y = 0.0 47.3 15.10 1.1 16.8 30.9 17.8 24.5 10 26 36 62 24 0.3 35.2 Beton-Kalender (1976) Para o cálculo das paredes.8 48.4 57.2 33.3 35.4 31.3 12.8 57.001 ⋅ p ⋅ 4 ly ⋅ α2 /(E ⋅ h3 ) Outras fontes de consulta poderão ser utilizadas como.001 ⋅ p ⋅ l ⋅ β y y my = 0.7 17.3 54.4 18.9 13 14 31 39 11 1.8 18.0 24.1 57.5 12.4 13.8 12.65 1.6 28. serão utilizadas as tabelas de Montoya/ Meseguer/ Morán para carregamento triangular1.1 34.3 43.4 35.4 37.

30 3.86 x(7. n=1.4 x338 -1.65 3. Ou seja: 0. Como apresentado nos capítulos anteriores. h=10 cm. 30 .65 3.15 1.) = 468 KNcm 2 ƒ ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.15 0.03 2.19 2.Do apresentado acima.03 2.38 mx 338 174 1106 646 82 90 78 my 223 118 561 499 191 168 203 m’x 0 387 2361 1478 280 421 281 m’y 592 0 1808 1331 464 277 483 m (KNxcm) LT1 PAR1/2/3 PAR4A/5A PAR4B/5B Prossegue agora com a análise dos momentos negativos. tem-se: LT2 LF1 LF2 lx (cm) 3.3 m’b (KNcm) LT2 387 LF2 1478 PAR4B/PAR5B 281 LF1 1808 PAR4A/PAR5A 277 LF2 1478 LF2 1331 LF1 2361 0.65 5.8 ⋅ m' menor m' ≥  m'  Do exposto.19 3.4 x1.30 ly/ lx 1.45 1. m=338 KNcm/m. tem-se: m’a (KNcm) LT1 592 LF1 1808 PAR1/PAR2 280 PAR1/PAR2 464 PAR2/PAR3 280 PAR2/PAR3 464 PAR4A/PAR5A 421 PAR4B/PAR5B 483 5.9.8 m’> (KNcm) m’médio (KNcm) m’ (KNcm) 474 490 490 1446 1643 1643 224 281 281 1446 1136 1446 224 279 279 1182 971 1182 1065 876 1065 1889 1422 1889 Combinações e Dimensionamento LT1 (b=100 cm.03 ly (cm) 5.65 3.57 0. ou 0.8 do menor (em valor absoluto.30 3. o momento negativo de dimensionamento será o maior entre a média ou 0.45 1.57 3.8 do maior em módulo).64 0.19 5.86 KN/m) 10 Msd= 1.

74 5.3c/17) φ8c/13 fl.15%bh = 1.46 1.21 -1446 43.84 1950 1.46 1.10 0.55 2.42 0.07 0.85 0.21 11.57 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 Bitola φ6.32 5.4 x0.27 3.25 cm2/m Local LT1 (h=10cm) LT2 (h=10cm) LF1 (h=15cm) L (cm) 530 365 365 365 319 365 530 365 365 365 530 LF2 (h=15cm) 365 319 365 365 319 203 PAR1/ PAR2 (h=12cm) mx my LT2 mx my LT1 mx my LF2 PAR1/ PAR2 PAR4B/ PAR5B mx my LF1 PAR2/ PAR3 PAR4A/ PAR5A mx 9.57 5.3c/17) (φ6.84 m (KN cm) PAR4B/ PAR5B mx -1446 LF2 203 PAR5A As (cm2) 0.32 4.15%bh = 1. 31 .46 1.43 3.49 0.10 1421 1.3c/19 (φ6.45 1.84 830 629 2226 0.72 0.72 cm    1 468   x1.70 91 21.31 0.45 11.86 +  = 1.28 13.50 cm2/m ƒ h = 12 cm: Asmin = 0.  468 X = 1.07 82 11.3c/20) (φ6.4 x1.96 0.24 1.10 0.86 5.42 43.28 43.69 4.70 367 0.48  7 − 0.32 71.42 11.57 2.72  Armadura mínima: ƒ h = 10 cm: Asmin = 0.43 0.10 11.05 2.80 cm2/m ƒ h = 15 cm: Asmin = 0.3c/14) φ8c/10 (φ6.31 1.05 5.42 0.09 2.73 0.67 1933 0.3c/14) (φ6.84 1580 1.43 1.27 1.96 -281 11.70 91 21.21 43.46 13.3c/17) (φ6.25 x7 x 1 − 1 −  2 0.77 4.84 11.3c/14) (φ6.15%bh = 2.3c/17) φ8c/11 (φ6.14 my PAR4A/ x (cm) -1182 -279 11.36 0.58 4.425 x100 x7 2 x  1.62 2.20 82 11.21 11.78 4.32 5.35 -1889 71.66 1.01 1.54 R (KN) (tração) n= Msd (KN cm) 468 308 682 240 162 682 1464 711 2226 my LF1 530 203 PAR3/ PAR2 (h=12cm) 338 223 -490 174 118 -490 1106 561 -1643 R L (KN/m) 1.76 646 499 -1643 43.86 1.3c/20) φ6.07 1.4  As=    =0.47 1.45 2560 2.32 1565 0.3c/13 φ8c/14 (φ6.39 5.96 -1182 43.57 5.66 cm2/m 43.18 384 0.69 3.21 35.31 2.42 3.21 11.05 1.84 11.56 -1065 35.58 2.37 1.3c/20) (φ6.

59 PAR1 (12x215) Peso Próprio: LT1: LF1: Total: 6.40 0.203 PAR4A/ PAR5A (h=12cm) mx 5.35 (φ6.61 3.  ly  = LF1 (KN/m) LF2 (KN/m) LT1 (KN/m) LT2 (KN/m) 21.40 0.3c/17) (φ6.19 28.65 KN/m 21.91 3.32 4.17 KN R15 = 101.71 KN ƒ PAR2 (12x215) Peso Próprio: LT1: LF1: LT2: LF2: Total: 6.45 0.67 18.70 369 0.68 KN/m Reações nos Pilares: R14 = 101.42 21.27 1.71 KN R10 = 56.12 0.67 KN/m 3.45 KN/m 3.3c/17) φ8c/15 5.79 3.10 0.70 85 28.3c/17) φ10c/13 5.3c/17) my LF1 203 PAR1/ PAR2 -1889 -281 11.67 KN/m 31.91 my LF2 203 PAR2/ PAR3 203 PAR4B/ PAR5B (h=12cm) 90 mx -1065 -279 11.15 (φ6.32 KN/m 56.9.65 KN/m 21.17 KN ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. 32 .33 3.77 KN/m Reações nos Pilares: R9 = 56.57 5.43 1.75 0.57 1412 0.42 2525 0.59 KN/m 21.65 3.57 Cálculo como Viga Parede Distribuição das cargas: Determinação das reações nos pilares px py ƒ p × lx 4  lx  = px x  2 .43 1.4 11.03 (φ6.70 367 0.3c/17) 78 11.74 6.45 KN/m 3.57 5.14 (φ6.70 102 18.3c/17) (φ6.

15m l ⇒ = 1.19 KN/m 18.42 KN/m 39.Viga Parede PAR1 h = 2.45 KN/m 3.30 KN R9 / R10 = 94.10 KN As reações dos apoios extremos devem ser majorados de cerca de 10%: R19 / R20 = 15.15m l z = 0.91 KN/m 28.ƒ PAR3 (12x215) Peso Próprio: LT1: LF1: Total: 6.4 x = 71 KNm 8 pl Vd = 1.36 KN/m Reações nos Pilares: R19 = 55.57m h h he ≤  ⇒ he = 2.98 KN R20 = 55.90 KN R14 / R15 = 201. 33 .4 x = 79 KN 2 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.7 < 2 ∴ Caso de Viga Parede l = 3.45 KN/m 4.32 KN/m 31.79 KN/m 28.45 KN/m 3.4.59 KN/m 21.57m pl 2 Md = 1.55 KN/m Reações nos Pilares: R19 / R20 = 13.1 KN R9 / R10 = 86.66 KN/m “B”BBB 6.98 KN ƒ PAR4 e PAR5 (12x215) Peso Próprio: LT1: LF1: LT2: LF2: Total: “A”AAA 6.71 KN ΣFy = 0 ⇒ R14 / R15 = 191 KN 5.1 .9.2x(l + 2he) ⇒ z = 1.

7 < 2 ∴ Caso de Viga Parede l = 3.03 KN/cm2 bxhe Carga a suspender: 28.15m l ⇒ = 1.47 MPa = 0. 34 . atendida pela armadura proveniente do cálculo como placa.04 cm2 Ancoragem junto aos apoios: R apoio = 0.25 he – 0.247KN / cm 2 = adisp x(perímetro) x τ bu ⇒ (perímetro) = 15.3 cm R apoio s (2x2φ125 = 15.4 x = 126 KNm 8 pl Vd = 1.2 – Viga Parede PAR2 h = 2.5 cm tensão de aderência: τ bu = 0.5 = 9.7 cm e 5 cm2) as = 0.15m l z = 0. = fyd 5.57m pl 2 Md = 1.4 x = 142 KN 2 Rsd = Md = 81 KN z ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.Rsd = Md = 45 KN z Rsd=As x fyd ⇒ As = 1.10 fcd = 0.14 KN/cm2 > Vd = 0. As susp.9.12 KN Nd = 0.65 cm2/m.57m h h he ≤  ⇒ he = 2.4.8 x Rsd = 36 KN s adisp = h-c = 12-2.05 l = 35 cm Verificação ao Cisalhamento: 0.2x(l + 2he) ⇒ z = 1.42xfcd2 / 3 = 2.

15m l z = 0.4 x Rsd = Md = 44.94 KNm 8 pl Vd = 1.42xfcd2 / 3 = 2.5 = 9.14 KN/cm2 > Vd = 0. = Nd = 1. fyd 5.06 KN/cm2 bxhe Carga a suspender: 49.37 KN 2 Md = 1.02 cm2 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.3 – Viga Parede PAR3 h = 2.Rsd=As x fyd ⇒ As = 1.55 KN z Rsd=As x fyd ⇒ As = 1.7 < 2 ∴ Caso de Viga Parede l = 3. 35 .15m l ⇒ = 1.2x(l + 2he) ⇒ z = 1.8 x Rsd = 65 KN s adisp = h-c = 12-2.57m h h he ≤  ⇒ he = 2.47 MPa = 0.4 x = 78. atendida pela armadura proveniente do cálculo como placa.85 cm2 Ancoragem junto aos apoios: R apoio = 0.44 KN As susp.247KN / cm 2 R apoio = adisp x(perímetro) x τ bu ⇒ (perímetro) = 27 cm s (2x3φ16 = 30 cm e 12 cm2) as = 0.4.9.05 l = 35 cm Verificação ao Cisalhamento: 0.57m pl 2 = 69.5 cm tensão de aderência: τ bu = 0.14 cm2/m.25 he – 0.10 fcd = 0.

2x(l + 1.30m h h he ≤  ⇒ he = 2.14 KN/cm2 > Vd = 0.2 cm s (2x2φ125 = 15.15m l ⇒ = 2.64 cm2/m.03 KN/cm2 bxhe Carga a suspender: 27.71 m Md+ = 131 KNm Md– = 141 KNm Vd max= 124.7 cm e 5 cm2) as = 0.8 x Rsd = 35.Ancoragem junto aos apoios: R apoio = 0.15m l z = 0.64 KN s adisp = h-c = 12-2.8 KN As susp.5 = 9.5 cm tensão de aderência: τ bu = 0. logo: h = 2.47 MPa = 0.10 fcd = 0.77 cm2 ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.4 – Viga Parede PAR4 e PAR5 Paredes contínuas. atendida pela armadura proveniente do cálculo como placa.25 he – 0.10 KN Md + Rsd = = 77 KN z Md − = 83 KN Rsd − = z + Rsd+ = As x fyd ⇒ As+ = 1.4. = Nd = 0.247KN / cm 2 R apoio = adisp x(perímetro) x τ bu ⇒ (perímetro) = 15.05 l = 35 cm Verificação ao Cisalhamento: 0.46 < 2. fyd 5.42xfcd2 / 3 = 2.9.5 ∴ Caso de Viga Parede l = 5. 36 .5he) ⇒ z = 1.

= ⇒ Asv Ash = = 1.05 l = 30 cm Verificação ao Cisalhamento: 0.47 MPa = 0.4 – Limites para as Reações de Apoio As regiões do apoio possuem nervuras de enrijecimento (mísulas) o que implica na não necessidade de verificar os valores das reações.42xfcd2 / 3 = 2.5 he = 1.25 he – 0.3 he = 0.9.001 bwsh (por face) As susp. fyd  Ash = 0. 37 .247KN / cm 2 R apoio = adisp x(perímetro) x τ bu ⇒ (perímetro) = 26 cm s (2x3φ16 = 30 cm e 12 cm2) as = 0.65 m a1 = 45 b2 = 110 as b2 = 0.Rsd– = As x fyd ⇒ As– = 1.2 5.001 bwsv (por face) Armadura Complementar:   Asv = 0.05 KN/cm2 bxhe Carga máxima a suspender: 34.10 fcd = 0.80 cm2/m.9 KN Nd = 0.4.8 x Rsd = 62 KN s adisp = h-c = 12-2.2 cm2/m s s Asv1 Ash1 b1 = 45 a1 ≅ b1 = 0.91 cm2 (2φ125) Ancoragem junto aos apoios (As+): R apoio = 0.43 m (adotado 45 cm) a2 = 0.5 cm tensão de aderência: τ bu = 0.14 KN/cm2 > Vd = 0.5 = 9. atendida pela armadura proveniente do cálculo como placa.08 m (adotado 110 cm) a2 = 65 Figura 5. ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.2 he = 0.

5.5 Detalhamento ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl. 38 .9.

39 .ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.

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44 .ES-013 – Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado data:set/2004 fl.