Padrão de Desempenho 6

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preservação da biodiversidade e Gerenciamento Sustentável de Recursos Naturais
30 de abril de 2006

Introdubri
1. 1. O Padrubril de 2006urais reconhece que proteger e preservar a biodiversidade a proteção e a variedade de vida em todas as suas formas, incluindo a diversidade genética, das espécies e de conservação da biodiversidade, a manutenção dos serviços dos ecossistemas —cossistcapacidade de adaptar-se e a mudanidade de adaptar-se dade, a magestão sustentável dos recursos naturais são fundamentais para o desenvolvimento sustent natu Os componentes da biodiversidade, de acordo com a definisética Biodiversidade, conforme a Convene, conformdiversidade biolrsidade forme Diversidade Biológica, é a variabilidade entre organismos vivos de todas as origens, incluindo a terrestre, a marinha e de outros ecossistemas e habitats,aquáticos, bem como os complexos biológicos de que fazem parte. Isso inclui diversidade dentro das espécies, entre espticos, bcomunidades, genes e genomas, todos os quais t que fazem parte. Isso inclui diversidade dentro das espnos ecossistemas. Este Padrstemas.s e genomas, todos os quais t qda Convenção sobre diversidade biológica paraDiversidade Biológica de preservar a preservaade Biodiversidade biológica dea promodade bpromover o uso dedos recursos naturais renov preservamaneirauma forma sustenta naturais renov preservars os qespecifica as maneiras comoaborda a forma pela qual os clientes podem evitar ou mitigar as ameaevita biodiversidade decorrentes das , reduzir e neutralizar os impactos de suas operaas , alaas e neutralizar biodiversidad na biodiversidade, bem como manejar sustentavelmente os recursos naturais renov mane. e os serviços dos 1 ecossistemas.

Objetivos
Proteger e preservar a biodiversidade Assegurar a continuidade dos benefícios emanados dos serviços dos ecossistemas Promover o manejo e a utilizamanejo istemasossustentável dos recursos naturais atravrecursmediante a adoiante a os naturais integramintegrem tanto as necessidades de preservaades dconservação quanto as prioridades de do desenvolvimento.

EscopoÂmbito de Aplicamen
2. A aplicabilidade deste Padr versidadeustentavedefinidadeterminada durante o processo de Avaliate osocial e ambientalavaliação dos riscos e impactos socioambientais, ao passo que a implementactos socioambientaismentedas nção sobre odas exig passodos requisitos deste Padrtos a implementactos sociopor meio do Sistema de gerenciamento social e ambientalpelo sistema de gestão socioambiental do cliente. As exignte. d O processo de avaliação de riscos e os requisitos do sistema de gerenciamento e avaliaão de rigestão encontram-se descritos no Padrão de Desempenho 1. 3. Com base no processo de identificação dos riscos e impactos na Avaliação dos riscos e impactos e na vulnerabilidade da biodiversidade e dos nos recursos naturais presentes, as exigs e im, os requisitos deste Padross exigs e impacsdeste Padrosaplicam-se a projetos (i) situados em todos os habitats, mesmo que esses habitats n vulnerabihábitats, independentemente de terem sido 2 previamente perturbados e que nreviamente perturbadomodificados ou não, ou de serem áreas legalmente. protegidas, ou como tal declaradas, ou não; (ii) e em áreas que proporcionam serviços

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Definem-se como serviços dos ecossistemas os serviços de abastecimento (como alimentos, água doce, abrigo e madeira), serviços reguladores (como purificação de águas superficiais, armazenagem e fixação de carbono, regularização climática e proteção contra riscos naturais) e serviços culturais naturais (como patrimônio cultural e locais sagrados), que estejam ligados à biodiversidade. 2 Como regra geral, um hábitat modificado não inclui áreas urbanas, industriais e locais contaminados.

críticos do ecossistema às partes interessadas e/ou ao projeto; e (iii) cujos objetivos incluem a extração de recursos naturais (p. ex., florestas, reservas pesqueiras).

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Exigências
Requisitos
Gerais
4. Para evitar ou, diante dessa impossibilidade, reduzir e neutralizar impactos adversos na biodiversidade e nos serviços dos ecossistemas (ver o Padrão de Desempenho 1), o cliente avaliará a implicação dos impactos do projeto sobre a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas como parte do processo de identificação de riscos e impactos socioambientais. O processo de identificação de riscos e impactos deve considerar os impactos diretos e indiretos provocados pelo projeto sobre a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas e identificar os impactos residuais. 5. O processo de identificação de riscos e impactos deverá se concentrar nas grandes ameaças à biodiversidade e nos serviços prioritários dos ecossistemas, tais como perda, degradação e fragmentação de hábitats, espécies exóticas invasoras, exploração excessiva, escassez de água, carga de nutrientes, poluição e mudança climática. O processo de identificação de riscos e impactos levará em conta os diferentes valores atribuídos à biodiversidade e aos serviços dos ecossistemas por partes interessadas específicas. Onde são aplicáveis os parágrafos 14–17 deste Padrão de Desempenho, o cliente contratará especialistas externos habilitados e experientes para assessorarem a condução do processo de identificação de riscos e impactos, processo esse que deverá considerar os impactos do projeto em toda a paisagem terrestre ou marinha potencialmente afetada. 6. Onde ocorre perda ou diminuição de um serviço do ecossistema do qual o projeto dependa, ou onde há a probabilidade de que o projeto da empresa impacte negativamente a disponibilidade de um 4 serviço do ecossistema para as Partes Interessadas Afetadas, o cliente identificará e priorizará esses serviços como parte do processo de identificação de riscos e impactos. Devem ser evitados impactos adversos em serviços prioritários do ecossistema; entretanto, se tais impactos forem inevitáveis, o cliente deverá observar os seguintes requisitos: Reduzir os impactos adversos e implementar medidas de restauração que tenham por objetivo manter o valor e a funcionalidade desses serviços Nos casos em que a perda ou diminuição, resultantes da execução do projeto, de um serviço essencial de abastecimento prejudique Partes Interessadas Afetadas, essa perda ou diminuição deverá ser tratada nos termos dos Padrões de Desempenho 1 e 5 Onde as Partes Interessadas Afetadas sofrem perda ou diminuição de um serviço cultural crítico, essa perda/diminuição será considerada em termos do Padrão de Desempenho 8

Proteico, essa perda/diminuição será con
4. Para evitar ou minimizar os impactos negativos na biodiversidade na área de influência do projeto (consulte o Padrão de Desempenho 1, parágrafo 5), o cliente avaliará a significância dos impactos do projeto em todos os níveis da biodiversidade, como parte integral do processo de Avaliação social e ambiental. A Avaliação levará em consideração os valores divergentes em relação à biodiversidade de investidores específicos, bem como identificará os impactos sobre os serviços do ecossistema. A Avaliação se concentrará nas principais ameaças à biodiversidade, que incluem a destruição do habitat e as espécies estrangeiras invasoras. Quando as exigências dos parágrafos 9, 10 ou 11 forem aplicáveis, o cliente contratará especialistas externos qualificados e experientes para auxiliar na condução da Avaliação.

Habitat

5. A destruição do habitat é reconhecida como a maior ameaça à manutenção da biodiversidade. Os habitats podem ser divididos em habitats naturais (que são áreas de terras e águas onde as comunidades biológicas são are formadas, em grande parte, por espécies da fauna e flora nativas, e

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Definem-se como serviços críticos do ecossistema os que proporcionam serviços essenciais para a sustentabilidade do projeto ou para a sobrevivência, o sustento, os meios de vida ou a fonte primária de renda das Partes Interessadas Afetadas. 1 de 4 4 Conforme definição no Padrão de Desempenho 1.

onde a atividade humana não modificou essencialmente as função ecológicas básicas da área) e em habitats modificados (onde houve alteração aparente do habitat natural, normalmente, com a

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introdução de espécies estrangeiras de plantas e animais, como, por exemplo, em áreas agrícolas). Ambos os tipos de habitat podem sustentar uma importante biodiversidade em todos os níveis, incluindo espécies endêmicas ou ameaçadas.

Habitat Modificado
Aspectos Gerais
7. Define-se como hábitat uma unidade geográfica terrestre, de água doce ou marinha, ou um corredor aéreo, que sustente as complexidades dos organismos vivos e suas interações com o meio ambiente não vivo. Para fins de aplicação deste Padrão de Desempenho, os hábitats são divididos em modificados, naturais e críticos. 8. Para proteção e preservação da biodiversidade, a hierarquia de mitigação 6 diversidade.
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inclui compensações dessa

Hábitat Modificado
9. São hábitats modificados aqueles que podem conter uma grande proporção de espécies vegetais e/ou animais 7 de origem não nativa ou onde a atividade humana modificou substancialmente suas funções ecológicas primárias. Os hábitats modificados compreendem lavouras, plantações florestais, zonas costeiras recuperadas e pantanais. 6.10. Em lantaçõeshabitat modificado, o cliente tomarátprecautaçõos cuidados necessários para minimizarreduzir qualquer conversão ou degradação desse habitat e, dependendo da natureza e da escala do projeto, identificarat e, dependendo da natureza e da escala d e proteger e preservar a biodiversidade como parte das operaçõesadicional de tal hábitat. Habitat

Hábitat Natural
7. Nas áreas de habitat natural, o cliente não converterá ou degradará' de maneira significativa esses habitat, a menos que as seguintes condições sejam cumpridas: 11. São hábitats naturais aqueles (i) compostos de conjuntos viáveis de espécies vegetais e/ou animais predominantemente nativas e/ou (ii) onde a atividade humana não modificou essencialmente as funções ecológicas primárias da área. 12. Áreas de hábitats naturais não podem ser convertidas ou degradadas significativamente exceto nos casos em que comprovadamente: Nexchajahá alternativas viernatidos
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pontos de vista técnico e financeiro
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Conforme definição no Padrão de Desempenho 1, a hierarquia de mitigação visa evitar impactos adversos, reduzir impactos significativos quando não for possível evitá-los e, em último caso, neutralizar impactos residuais significativos. 6 Compensações da biodiversidade são resultados mensuráveis de ações de conservação planejadas para compensar impactos adversos significativos na biodiversidade resultantes do desenvolvimento do projeto e que perduram após terem sido tomadas medidas adequadas para que tais impactos fossem evitados, mitigados e neutralizados. Em geral, tais compensações realizam-se fora do local do projeto. 7 Exceto hábitats modificados em função do projeto. 8 Conversão ou degradação significativa é (i) a eliminação ou profunda redução da integridade de um hábitat causada por uma mudança significativa de longo prazo no uso da terra ou água; ou (ii) a modificação de um hábitat que venha a reduzir substancialmente a capacidade desse hábitat em manter uma população viável de suas espécies nativas. 1

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Os benefícios gerais do projeto superem os custos, incluindo aqueles ao meio ambiente e à biodiversidade Qualquer conversão ou degradação seja atenuada de maneira apropriada 8. Medidas atenuantes serão desenvolvidas para que não haja perda líquida de biodiversidade quando possível e podem incluir uma combinação de ações, como: Restauração dos habitats após a operação Compensação de perdas por meio da criação de área(s) ecologicamente comparável(is) gerenciada(s) para preservação da biodiversidade2 Compensação aos usuários direitos da biodiversidade

Habitat Crítico
9. Um habitat crítico é um subconjunto dos habitats natural e modificado que merece atenção especial. Um habitat crítico inclui áreas com alto valor de biodiversidade3, incluindo o habitat necessário para a sobrevivência de espécies ameaçadas ou seriamente ameaçadas;4 áreas que tenham significado especial para espécies endêmicas ou de alcance limitado; locais que são vitais para a sobrevivência de espécies migratórias; áreas que sustentam concentrações de importância mundial ou números de indivíduos de espécies gregárias; áreas com concentrações únicas de espécies ou que estejam associadas a processos evolutivos importantes ou forneçam serviços essenciais ao ecossistema; e áreas que tenham biodiversidade de importância social, econômica ou cultural para as comunidades locais. 10. Em áreas de habitat crítico, o cliente não implementará atividades de projeto a menos que as seguintes exigências sejam cumpridas: Não haja impactos negativos mensuráveis sobre a habilidade do habitat crítico de sustentar a população de espécies estabelecida descrita no parágrafo 9 ou as funções do habitat crítico descritas no parágrafo 9
Conversão ou degradação significativa é: (i) a eliminação ou a grave diminuição da integridade de um habitat causado por uma alteração importante de longo prazo no uso da água ou do solo; ou (ii) modificação de um habitat que reduz substancialmente a habilidade do habitat de manter uma população viáveis de suas espécies nativas. Os clientes respeitarão o uso contínuo dessa biodiversidade pelos povos indígenas ou pelas comunidades tradicionais. Por exemplo, áreas que cumprem os critérios de classificação da IUCN (União Mundial para a Natureza). Conforme definição da Lista vermelha de espécies ameaçadas da IUCN ou como definido em qualquer legislação nacional.
' 2 3 4

Padrão de Desemp enho 6:
2e4

Não haja redução da população de qualquer espécie reconhecida como ameaçada ou seriamente ameaçad5 Todos os impactos de menor importância sejam atenuados de acordo com o parágrafo 8

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Areas protegidas por Lei
11. Em circunstâncias em que uma proposta de projeto se localize dentro de uma área protegida por lei,6 o cliente, além das exigências aplicáveis do parágrafo 10 acima, cumprirá as seguintes exigências: Agir de maneira consistente com os planos de manejo definidos para a área protégida Consultar os patrocinadores e os administradores da área protegida, as comunidades locais e outros investidores importantes a respeito do projeto proposto Implementar programas adicionais, se apropriado, para promover e melhorar as metas de preservação da área protegidada região para o

EspregiãoEstrangeiras Invasoras
12. A introdução intencional ou acidental de espécies de flora e fauna estrangeiras, ou não nativas, em áreas onde não sejam encontradas normalmente pode ser uma ameaça significativa à biodiversidade, já que algumas espécies estrangeiras podem se tornar invasoras, espalhando-se rapidamente e vencendo a competição com as espécies nativas. 13. O cliente não introduzirá intencionalmente nenhuma espécie estrangeira nova (ainda não estabelecida no país ou na região do projeto) a não ser que isso seja realizado de acordo com a estrutura reguladora existente para essa introdução, se tal estrutura existir, ou estará sujeito a uma avaliação de risco (como parte da Avaliação dos impactos sociais e ambientais do cliente) para determinar o potencial para comportamento invasivo. O cliente não introduzirá deliberadamente quaisquer espécies estrangeiras com um alto risco de comportamento invasivo ou quaisquer espécies invasoras conhecidas, e atuará com diligência para impedir introduções acidentais ou não intencionais.

Manejo e Uso de Recursos Naturais Renováveis
14. O cliente gerenciará os recursos naturais renováveis de maneira sustentável.7 Quando possível, o cliente demonstrará o manejo sustentável dos recursos por meio de um sistema apropriado de certificação independente.8 15. Em especial, as florestas e os sistemas aquáticos são importantes fornecedores de recursos naturais e precisam ser geridos como especificado a seguir.
Conforme definição da Lista vermelha de espécies ameaçadas da IUCN ou como definido em qualquer legislação nacional. Uma área pode ser designada como protegida por lei por motivos diferentes. Este Padrão de Desempenho se refere a áreas designadas por lei para a proteção ou a preservação da biodiversidade, incluindo áreas propostas por governos para tal designação. A administração sustentável de recursos é o manejo do uso, do desenvolvimento e da proteção de recursos de maneira ou em um ritmo que permita que as pessoas e as comunidades, incluindo povos indígenas, obtenham seu atual bemestar social, econômico e cultural ao mesmo tempo em que mantêm o potencial desses recursos de atender às necessidades previsíveis e razoáveis das gerações futuras e preservam a capacidade do ar, da água e dos subsistemas do solo de sustentar a vida.do projeto em um hábitat modificado
5 6 7

Sejam implementadas medidas adequadas de conservação dentro do local do projeto, estas podendo 9 incluir a identificação e a proteção de áreas de reabilitação/preservação (set-aside) Qualquer conversão ou degradação será atenuada segundo a hierarquia de mitigação

13. As medidas atenuadoras serão formuladas de modo a que não haja perda líquida de diversidade, quando isso for viável, e podem incluir uma combinação de ações tais como:
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Set-aside areas são áreas dentro do local do projeto que são excluídas do desenvolvimento e que são objeto de implementação de medidas de fortalecimento da conservação. Terras assim preservadas provavelmente conterão atributos de biodiversidade e/ou proporcionarão serviços de ecossistemas significativos no plano nacional e/ou regional. 3

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Restauração de hábitats pós-execução do projeto Implementação de compensações da biodiversidade tais como a criação de áreas ecologicamente 10 comparáveis que sejam geridas para fins de biodiversidade Investimento em um esquema sólido e confiável de compensação ambiental Implementação de medidas para reduzir a fragmentação do hábitat, tais como corredores de biodiversidade

Hábitat Crítico
14. Hábitat crítico é um subconjunto de um hábitat natural ou modificado que merece atenção especial. São hábitats críticos as áreas com alto valor em biodiversidade, inclusive áreas apresentando as seguintes características: (i) hábitat de importância significativa para espécies Criticamente Ameaçadas e/ou Ameaçadas, espécies endêmicas e/ou com raio de ação restrito; e concentrações globalmente significativas de espécies migratórias e/ou congregantes; (ii) áreas com ecossistemas regionalmente únicos e/ou altamente ameaçados; e (iii) áreas que estão associadas a processos evolutivos chave. 15. Em áreas de hábitat crítico, o cliente não implementará qualquer atividade do projeto a menos que os seguintes requisitos tenham sido cumpridos: Inexistência de impactos adversos mensuráveis nos critérios pelos quais o hábitat foi classificado como crítico e nos processos ecológicos que dão suporte a tais critérios Ausência de expectativa de que o projeto, com o tempo, venha a resultar em perda líquida da população global ou nacional/regional de qualquer espécie Ameaçada ou Criticamente Ameaçada Implementação de um sólido programa de monitoramento da biodiversidade por parte do cliente Mitigação de todos os demais impactos em conformidade com a hierarquia de mitigação 16. Em áreas de hábitat crítico, serão criados mecanismos de compensação da biodiversidade visando saldos ambientais líquidos positivos nos critérios relevantes descritos no parágrafo 14 do presente Padrão de Desempenho.

Áreas Legalmente Protegidas ou Declaradas de Proteção

17. Em circunstâncias em que um projeto proposto esteja situado em área legalmente protegida ou 12 internacionalmente declarada de proteção, o cliente, além de observar os requisitos dos parágrafos 12, 13 e 15 13 acima, deverá: Demonstrar que qualquer desenvolvimento proposto em tais áreas é permitido legalmente Agir de forma a cumprir com quaisquer planos de gestão reconhecidos pelo governo para tais áreas Consultar os patrocinadores e gerentes da área de proteção, as comunidades locais, os Povos Indígenas e outras partes-chave interessadas sobre o projeto proposto, se apropriado Implementar programas adicionais, conforme apropriado, para promover e fortalecer os objetivos de conservação e a efetiva gestão da área protegida ou declarada de proteção

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Esprada d

Um sistema de certificação apropriado deve ser independente, econômico, baseado em padrões de desempenho objetivos e mensuráveis e desenvolvido por meio de consulta às partes interessadas relevantes, como, por exemplo, pessoas e comunidades locais, povos indígenas, organizações da sociedade civil que representam os interesses do consumidor, do produtor e da preservação. Tal sistema deve ter procedimentos para tomada de decisões justos, transparentes e independentes a fim de evitar conflitos de interesse.
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Durante o processo de compensação da biodiversidade, os clientes respeitarão os locais de uso corrente propostos por Povos Indígenas ou comunidades tradicionais para serem áreas de compensação. 11 Inclusive áreas propostas por governos para fins de declaração de área de proteção. 12 Inclui áreas declaradas como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, o programa Homem e Biosfera da UNESCO, ÁreasChave de Biodiversidade e a Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional (Convenção de Ramsar). 13 Se os objetivos primários da gestão de uma área legalmente protegida ou declarada de proteção forem comparáveis com os objetivos de gestão descritos para as Categorias de Manejo Ia e Ib da IUCN e para a Categoria de Manejo II quando declaradas como áreas de proteção ou preservação da biodiversidade. 4

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Exóticas Invasoras
18. A introdução intencional ou acidental de espécies vegetais e animais exóticas ou não-nativas pode constituir uma ameaça significativa à biodiversidade, uma vez que certas espécies exóticas podem tornar-se invasoras, propagando-se rapidamente e vencendo a competição com as espécies nativas. 19. O cliente não introduzirá intencionalmente qualquer nova espécie exótica (não radicada atualmente no país ou região do projeto), salvo se isso for feito de acordo com o marco regulatório vigente para tal introdução, caso este exista. Todas as introduções de espécies exóticas ficarão sujeitas a uma avaliação de riscos (como parte do processo conduzido pelo cliente de identificação de riscos e impactos socioambientais) para determinar a possibilidade de um comportamento invasivo. O cliente não introduzirá propositalmente qualquer espécie exótica que apresente alto risco de comportamento invasivo nem qualquer espécie sabidamente invasora. O cliente implementará medidas para evitar a possibilidade de introdução acidental ou involuntária, inclusive o transporte de substratos e vetores (tais como solo, lastro e material de origem vegetal) que possam abrigar espécies exóticas invasoras. 20. Nos casos em que espécies invasoras já estejam radicadas no país ou na região do projeto proposto, o cliente tomará as devidas providências para não as propagar para áreas onde ainda não se radicaram e, se praticável, para erradicar tais espécies dos hábitats naturais sobre os quais o cliente tenha controle gerencial.

Gestão de Recursos Naturais Renováveis
21. Numa definição ampla, recursos naturais incluem florestas naturais e plantações florestais, agricultura baseada 14 no solo de safras anuais e perenes, aquicultura e pesca de captura. O cliente gerirá os recursos naturais de uma forma sustentável. Onde haja disponibilidade, o cliente deverá comprovar suas práticas de gestão sustentável por meio de certificação independente segundo padrões reconhecidos internacionalmente. São padrões internacionais aplicáveis aqueles que são objetivos e factíveis, que se baseiam em um processo consultivo permanente com as 15 partes interessadas relevantes e que são definidos por organismos de certificação independentes e reconhecidos. 22. Em particular, as plantações, as florestas e os sistemas aquáticos são os principais provedores de recursos naturais e necessitam ser administrados como especificado adiante.

Plantações e Florestas Naturais e Plantadas
16.23. Os clientes envolvidos no desenvolvimentona formação de quaisquer plantauer , inclusive de florestas, ou na explora de extrativa de florestas naturais, ne deverorestas natcausarão qualquer convers qualqa degradas 16 qualqhabitatshábitats cratats . ou áreas identificadas como de Alto Valor de Conservação (AVC). Quando vindoeas icliente implantar iclilocalizará projetos em de plantação em hábitats modificados (exceto terras nerrflorestadas ou
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Constituem recursos naturais renováveis somente os recursos “vivos” ou “bióticos”. Não estão incluídos, por exemplo, os recursos solares, eólicos ou hídricos. 15 Um sistema adequado de certificação é aquele que é independente, econômico, baseado em padrões de desempenho objetivos e mensuráveis, e desenvolvido por meio de consultas com as partes interessadas relevantes, tais como populações e comunidades locais, povos indígenas e organizações da sociedade civil de defesa de consumidores, produtores e conservacionistas. Tal sistema adota procedimentos decisórios justos, transparentes e independentes que evitam conflitos de interesses. 16 Áreas de AVC são áreas identificadas pelo uso de diretrizes reconhecidas internacionalmente, tais como as da Rede de Recursos de AVC. 5

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em terras jmoque tenham sido convertidas (excluindo aquelas convertidas em antecipa Alto Valor de Cem função do projeto). Os clientes respeitarão os prazos estabelecidos para conversão de hábitats naturais usando padrões aplicáveis e sistemas de homologação reconhecidos. Alonhecidosio cliente garantirsos clientes assegurarão que todas as plantaodas asflorestas naturais sobre as quais tenhame plantações florestais sob seu controle seguirão práticas adequadas de manejogestão que sejam certificadas independentemente como cumpridoras dos Padrão ConsDesempenho compatíveisverificadas mediante certificação independente, e que preencham condições condizentes com os critntesondiçõeprincitntesinternacionalmente aceitos para o manejo sustentnsDesempenho compa9 Nos casos em que uma prasos em que aceitos para o manejo sustentnsDesempenho compatíveisrados tivos e tais, certificas eme critérios de gestão florestal independente, o cliente desenvolveranejo sustentnsDesempenho 17 compatívcronograma e dividido em fases para obter essa certificaenhsustentável aceitos internacionalmente.

Sistemas de Água Doce e Marinhos e de Agua Doce
17.24. Os clientes envolvidos na produlmenteases para obtepopulações de peixes ou de outras esp na produlmentedevem demonstrar que suas atividades sutras esp naestão sendo conduzidas de maneiraforma sustentaso , pela aplicaa p por meio de um sistemacertificação independente referenciada por padrão aceito internacionalmente de certificanacionalmentedev, se disponcanacionapor meio de estudos efetuados juntoapropriados realizados em conjunto com o processo de Avalia processo de ntoentedeavaliação socioambiental.
9

Consulte a nota

Cadeia de rodapé 7.Suprimento

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25. Nos casos em que o recurso natural utilizado for ecologicamente sensível, os clientes devem dar 18 preferência à compra de produtos, inclusive recursos naturais renováveis, de fornecedores primários que sigam práticas comprovadas de gestão sustentável. Os clientes deverão considerar impactos adversos sobre cadeias de suprimento ecologicamente sensíveis quando haja risco potencial de que os fornecedores primários estejam explorando em excesso áreas de hábitat crítico ou de AVC.

17 18

Ver nota de rodapé 7. São fornecedores primários os fornecedores de primeira linha que suprem material essencial para a atividade-fim da empresa. 6

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