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Presidente anuncia pacto com
Congresso contra anistia a caixa 2
28/11/2016 às 05h00

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Temer anuncia acordo para barrar anistia ao Caixa
2
27/11/2016 às 12h13

Por Bruno Peres e Vandson Lima | De Brasília

O presidente Michel Temer convidou a
imprensa neste domingo para, numa
entrevista ao meio­dia, tendo ao lado os
presidentes da Câmara e do Senado,
garantir que não dará apoio a qualquer
tipo de anistia eleitoral que, segundo
Rodrigo Maia (DEM) e Renan Calheiros
(PMDB), também não será aprovada no
Parlamento.

Política

Presidente anuncia pacto com Congresso contra
anistia a caixa 2 
05h00
Calero insiste que Temer o pressionou a ajudar
Geddel a liberar imóvel
27/11/2016 às 22h41

Michel Temer desafia Marcelo Calero a
expor algo que o comprometa nas
gravações: "ministro gravar presidente da
República é gravíssimo. Se gravou, exijo
que venha à luz. Sou cuidadoso nas
palavras, jamais diria algo inadequado"

Numa ofensiva de enfrentamento da crise
política do momento, a mais grave nos
dois meses e meio de mandato efetivo,
provocada pelo movimento legislativo a favor da anistia eleitoral e pela
demissão dos ex­ministros da Cultura Marcelo Calero, que saiu atirando
sobre o próprio presidente, cuja conversa gravou sem autorização, e da
Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima, por tentativa de tráfico de
influência, Temer concordou que as preocupações aumentam com a
aproximação da delação da Odebrecht na investigação da Lava­Jato. Nela,
pelo menos 150 políticos estariam implicados. "Se dissesse que não há
preocupação com a delação da Odebrecht seria ingênuo".

Temer: Ministro gravar presidente da República é
gravíssimo
27/11/2016 às 13h03
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Os presidentes dos poderes Executivo e Legislativo anunciaram um acordo
para barrar no Congresso Nacional qualquer proposta que leve ao que se
convencionou chamar de anistia a práticas de caixa dois eleitoral.
O presidente assegurou que o governo não está parado e relacionou o que já
conseguiu fazer neste mandato, que reafirma ter assumido por determinação
constitucional com o objetivo de estancar a recessão, numa primeira etapa, e
promover o crescimento e o emprego, numa segunda. Anunciou que já se
pode aumentar a intensidade das medidas que visam o crescimento, com
incentivos a setores como indústria, comércio e agronegócio, e até falou da
redução de juros como um desejo. Está informado pela equipe econômica
que, resultados, só a partir do segundo semestre de 2017.
Temer respondeu às perguntas sobre sua atuação no episódio envolvendo o
impasse na liberação de um empreendimento imobiliário em Salvador, de
interesse de seu aliado e agora ex­ministro da Secretaria de Governo. Geddel
deixou o cargo na última sexta­feira, uma semana após a saída de Calero do
Ministério da Cultura, em meio a acusações de tentativa de tráfico de
influência e ingerência política.
Temer desafiou o ex­ministro da Cultura a expor algo que o comprometa nas
gravações da conversa com o presidente. "Ministro gravar presidente da
República é gravíssimo. Se gravou, exijo que venha à luz. Sou cuidadoso nas
palavras, jamais diria algo inadequado", disse Temer.
Admitiu, contudo, que o caso acabou por atingi­lo negativamente. "Ganhou
dimensão extraordinária, porque colocou [a crise] no meu colo, como se diz",
apontou. Temer reconheceu ainda que, "talvez, tivesse sido melhor" se
Geddel tivesse saído antes do cargo, mas reafirmou, em diferentes
momentos, que seu estilo não é sumário, nem autoritário. Ressaltou sua
capacidade de diálogo e mediação em todos os cargos que ocupou até agora.

Pesquisas eleitorais

É uma depuração dos costumes. Quando o povo se manifesta. lembrando ainda a onda de protestos de rua iniciada em junho de 2013 no governo Dilma Rousseff. Temos outras prioridades para o Brasil". O presidente sugeriu que quando há conflito. Ao contar sobre os dois dias em que Marcelo Calero foi e voltou até tornar irrevogável seu pedido de demissão. É o que mais faço na Presidência da República". o presidente insinua uma armação. e o ministro não quer arbitrar. desarrazoada". no caso.2 bilhões Conteúdo exclusivo do parceiro do Valor   Edição Impressa 28­11­2016  "Acho que gravar conversa clandestinamente é sempre indigno". "Estou avaliando com muito cuidado quem pode ir para a articulação política. Por conta do episódio. um ajuste institucional no sentido de que não haverá apreciação de anistia de crime eleitoral. em tramitação na Câmara Vídeos  dos Deputados. O poder não é nosso. o Senado não vai votar qualquer projeto que envolva anistias de campanhas eleitorais. A articulação no Congresso em torno dessa mudança causou imediata reação negativa da opinião pública. dissera Renan. disse Temer.Segundo Temer. Veja a evolução dos candidatos Veja também índices de rejeição "Estabeleceu­se um diálogo muito produtivo entre os dois Poderes". Conteúdo exclusivo para assinantes. avaliou o presidente. estou pensando em pedir ao GSI para que grave todas as reuniões com o presidente. Os dois parlamentares compararam esse caso com os benefícios concedidos a partir da regularização de recursos mantidos ilegalmente no exterior. procurando demonstrar confiança de que. disse. Temer demonstrou indignação com a postura do ex­ministro Marcelo Calero. afirmou Temer. às vésperas de deixar o cargo. essa audiência há de ser tomada pelo Legislativo e o Executivo". O conflito. pode encaminhar o caso à Advocacia Geral a União. A escolha do substituto de Geddel ainda está em aberto. inclusive repetindo a mesma argumentação nas audiências. Vou examinar essa hipótese. em função de diferentes versões sobre gravações feitas por ele próprio de conversas com o presidente e alguns de seus auxiliares mais próximos. "Tem que ouvir a voz das ruas. para afirmar pauta legislativa programada para até o fim deste ano a partir do entendimento de lideranças do Senado. "Eu estava arbitrando conflitos. Vamos verificar caso a caso" "É sério.  O presidente relatou as conversas com o ex­ministro da Cultura e reiterou que orientou Calero a procurar a Advocacia­Geral da União (AGU). Talvez deste limão façamos uma limonada institucional". "Nossa intenção nunca foi anistiar crimes. observou Rodrigo Maia. no sábado. medidas estruturantes estão sendo encaminhadas. poupando o senhor presidente da República de veto ou sanção sobre matérias dessa natureza". apesar do abalo na imagem do governo. sob a alegação de não compactuar com gestões do governo para atender interesses pessoais de ministros. Temer chegou a dizer que avalia pedir ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que grave todas as suas audiências públicas. O pemedebista já havia se antecipado e divulgado nota à imprensa. há unanimidade entre dirigentes do Executivo e do Legislativo em relação à inadequação de se aprovar a anistia ao chamado caixa 2. mas de outros crimes. "Se dissesse que não há preocupação com a delação da Odebrecht seria ingênuo. O poder não é nosso. Acompanhe a disputa nos maiores municípios Intenção de votos e simulações de segundo turno nas eleições para prefeito nas capitais e grandes cidades. de acordo com o presidente. ampliando os adjetivos para qualificar a atitude de Calero: "gravação clandestina. é o que mais fiz na minha vida. Óbvio que não se fala de anistia de crimes eleitorais. Os presidentes da Câmara e do Senado concordam que essa matéria não deve tramitar. "Tem que ouvir a voz das ruas. era entre o Iphan da Bahia e o Iphan nacional. É do povo. Lava­Jato vai resistir a eventual ofensiva política 12/05/2016    Decisão Legislativa Acompanhamento de projetos CONGRESSO PEC dos gastos tem alta chance de aprovação no Senado CONGRESSO Congresso vota pedidos de créditos suplementares de R$ 9. é do povo. Maia e Renan alegaram haver uma "confusão de comunicação" no debate sobre a possibilidade de conceder anistia a crimes eleitorais no âmbito da análise do pacote de "10 medidas contra a corrupção". como aconteceu na repatriação". ValorInveste Casa das Caldeiras Por Redação Fidel morto não tira crise do colo de Temer . O perfil será de alguém com lisura absoluta e boa Acesse o índice do jornal impresso e selecione as editorias e matérias que quer ler. ilógica. Essa audiência há de ser tomada pelo Executivo" Com discursos bem alinhados. "Estamos fazendo um acordo. "Em razão dessa pauta. Renan corroborou o pacto firmado com a Presidência da República para impedir qualquer proposta nesse sentido.

 Temer afirmou ainda que houve. estamos trabalhando para gerar crescimento. Temer ressaltou. Temer rebateu: "Vamos desmistificar. Vamos tomando atitude que deve gerar mais confiança". mantém­se a confiança de que as medidas estruturais estão sendo tomadas. acrescentou. que virá pouco a pouco. Para Temer. que vem crescendo. Compartilhar 261 Tweet Share 3 0 () Globo Notícias . Vamos verificar caso a caso que possa envolver ministros". Primeiro. Nunca deixei de fazer reuniões e manter contato com o Congresso. Houve gente que fez muita campanha contra". É uma matéria que a Presidência da República não entra diretamente porque isso faz parte de uma avaliação técnica do Banco Central".nesse sentido. acho que nunca houve lua­de­mel. "Sempre se coloca a questão dos juros. "Sempre fiz articulação política. O perfil será de alguém com lisura absoluta e boa O Consultor Financeiro interlocução com Congresso". depois confiança.Fidel morto não tira crise do colo de Temer articulação política. no primeiro momento de seu governo "uma pequena redução" da taxa básica de juros e destacou ter mantido conversas. que ele próprio sempre foi muito ativo na articulação política junto ao legislativo ­ e assim continuará sendo. no entanto. O impacto no cenário político da delação de executivos da Odebrecht causa preocupação ao presidente. disse. justificou. Na entrevista. houve fel. Essa articulação eu faço com muita naturalidade. por conta das crises recorrentes. de natureza institucional. Claro que há preocupação. "Não vejo crítica à equipe econômica. Sobre o fim da "lua­de­mel" do mercado financeiro e agentes econômicos com seu governo. "Mas evidentemente o objetivo das conversas que tenho tido é na busca da eventual redução dos juros no país". sem lançar mão de um "comportamento autoritário". Por Marcelo d’Agosto Em busca da consistência do desempenho O Estrategista Por André Rocha Será o fim das companhias defensivas? Temer fez questão de dizer que. Eventuais resultados se darão a partir do segundo semestre do ano que vem. "Se dissesse que não há preocupação com delação da Odebrecht seria ingênuo. fora do seu habitual. Não estamos parados. seja na gestão de crises ou na condução política rotineira. disse Temer. que trabalha ativamente para sair da recessão. e a faço por uma razão singela: você tem que dialogar com a força popular que representa o Congresso". Desde o primeiro momento. com a ressalva que a competência técnica é do Banco Central (BC) para essa questão. avaliou. é preciso esperança. observou. seguirá à sua maneira.