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Prefeitura Municipal de Santos

ESTÂNCIA BALNEÁRIA
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Módulo I

Equipe Interdisciplinar

Ensino Fundamental

Santos
2003
ÍNDICE

I – Introdução

II – Calculadora
1. Calculadora: deve ser usada?
2. A calculadora como ferramenta de trabalho (PCN).
3. Atividades propostas.

III – Alfabetização Estatística


1. Pesquisa sobre analfabetismo funcional em Matemática.
2. Atividade: tabela e operações.

IV – Resolução de Problemas.
1. Atividades Propostas.

V – Bibliografia.

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I – INTRODUÇÃO

A Matemática – Em conversas informais com alunos e pessoas, escutamos frases como:


“sou péssimo em Matemática”, “não consigo entender Matemática etc.” Quantas vezes já ouvimos
frases como estas? Talvez esse modo tenha sido gerado por aprendizagens de regras sem nenhum
significado, sem ligação com as experiências vividas pelos alunos proporcionando a eles um
amontoado de nomes e conceitos, descontextualizados, que em nada lhes dizem respeito, como nos
alerta Ronca (1980):

“ Muitas vezes, os professores e educadores ficam tão preocupados com o significado denotativo
que se esquecem que os conceitos provocam reações à parte das experiências vividas pelos alunos e
insistem em conceitos e palavras que não têm nada a ver com a experiência concreta dos seus
alunos.”
Com o objetivo de ilustrar essa compreensão, apresentamos, a seguir, uma história na qual o
autor consegue nos divertir e, ao mesmo tempo, nos revelar, de forma explícita, a angústia que pode
causar algumas aulas de Matemática

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.

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II – CALCULADORA

1. Calculadora: deve ser usada?

A mão do homem é a primeira máquina de calcular de todos os tempos. Foi por meio dos
dedos das mãos e dos pés, que o homem primitivo aprendeu a contar para controlar os rebanhos
necessários ao seu sustento.
A origem da civilização, com o conseqüente desenvolvimento do comércio, fez com que o
homem criasse instrumentos mais sofisticados para a contagem de objetos, como, por exemplo, os
diversos tipos de ábaco.
A calculadora deve ser entendida como uma das etapas de todo esse processo de
desenvolvimento.
É de fundamental importância que os alunos sejam colocados em contato, desde as séries
iniciais, com esses primeiros instrumentos de cálculo, inclusive a calculadora.
Os alunos devem compreender a calculadora, para utilizá-la com mais consciência, como
uma continuação de dedos, pedrinhas, riscos, nós numa corda, ábacos etc.
Em qualquer etapa do aprendizado, a calculadora pode ser utilizada com o objetivo de o
aluno aprender e assimilar processos matemáticos, e não somente simplificar cálculos. O professor
pode e deve utilizar a calculadora nos momentos que julgar adequados, mas é de fundamental
importância ensinar ao aluno ao significado e a técnica de uma calculadora, assim como utilizá-la
com o objetivo claro e concreto de o aluno assimilar, por meio dela, conceitos matemáticos.

Fonte: Oscar Guelli - Matemática. Uma aventura do pensamento. Editora Ática.

2. A calculadora como ferramenta de trabalho.

Afinal, devemos ou não utilizar as calculadoras?

No mundo atual, cálculos com lápis e papel devem conviver com outras modalidades, como
o cálculo mental, as estimativas e o cálculo produzido pelas calculadoras.
Portanto, não se podem privar as pessoas de um conhecimento importante em sua vida.
A calculadora é um recurso útil para verificação de resultados, correção de erros, podendo
ser um valioso instrumento de auto-avaliação.
Como exemplo, imagine um aluno desafiado a descobrir e a interpretar os resultados que
obtém quando divide um número sucessivamente por dois. Se começar pelo 1, obterá 0,5; 0,25;
0,125; 0,0625, 0,03125; 0,015625. Usando a calculadora, é possível comparar os resultados,
levantar hipóteses e estabelecer relações entre eles, construindo significados para esses números.

Fonte: Nova Escola - PCN 5ª a 8ª série - Janeiro / Fevereiro/ 2003

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3. Atividades Propostas.

Trabalhando com a calculadora.

Material Necessário: Calculadora

Desenvolvimento: Solicite aos alunos que tragam, para a classe, calculadoras simples. Trabalhando
individualmente ou em duplas, os alunos vão discutir o funcionamento da calculadora,
identificando a função de cada tecla, o armazenamento de informações (memória) etc. Depois, eles
serão desafiados a:

1. Fazer aparecer no visor da calculadora um certo número (5680, por exemplo), sem teclar
o número diretamente, mas usando:
a) uma adição;
b) uma subtração;
c) uma multiplicação;
d) uma divisão.

Por exemplo: 5680 = 5000 + 680.

2. Fazer aparecer no visor da calculadora, números determinados, usando para isso, apenas
as teclas 1 e 0, e das operações. Por exemplo:

2034 = 1000 + 1000 + 10 + 10 + 10 + 1 + 1 + 1 + 1.


3,21 = 1 + 1 + 1 + 0,1 + 0,1 + 0,01

3.Usar a memória da calculadora para escrever:

2345 = (2x1000) + (3x100) + (4x10) + 5.

4. No visor, aparece, por exemplo, 374309. Como substituir esse número por 324309, sem
apagar o primeiro?

Outras substituições:

4078009 por 4098009

4078009 por 4078039

4078009 por 3077909

403,7 por 540,63

5. No visor, aparece 43,203835. Usando apenas a adição, obtenha um número decimal com
três casas após a vírgula.
Depois, faça o mesmo, usando apenas a subtração.

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6. Sem usar a tecla: da calculadora, encontrar o quociente e o resto da divisão de 67563 por
243.

7. Efetuando apenas subtrações, obter o quociente e o resto da divisão de 122 por 14.

8. Descobrir os números que estão ocultos, dando um tempo necessário, de acordo com a
quantidade e o conhecimento dos alunos a respeito das operações.
Pedir a alguns alunos que apresentem suas soluções à classe. Na apresentação das soluções,
aparecerão casos em que os alunos usaram a adição para encontrar a resposta e outros em
que foi usada a subtração. Aproveitar para discutir essas soluções, mostrando a importância
de usar várias estratégias para se chegar a uma solução, escolhendo, em seguida, a que for
melhor.
Utilizando a calculadora, os alunos poderão, ao final, verificar se os resultados obtidos estão
corretos.

9. Descobrir os números que estão ocultos, dando um tempo necessário, de acordo com a
quantidade e o conhecimento dos alunos a respeito das operações.
Após a realização da tarefa, forme duplas de alunos para que confiram os resultados obtidos
e discutam respostas diferentes que possam ter ocorrido. As correções podem ser feitas na
lousa e também utilizada a calculadora, como recurso, quando o professor pode aproveitar
para trabalhar nomenclatura relativa à multiplicação (fator, produto etc) e também as
propriedades: comutativa, o elemento neutro: um e o zero como fator de anulação do
produto.

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10. Descobrir os números que estão ocultos, dando um tempo necessário (aula dupla
preferencialmente), de acordo com a quantidade e o conhecimento dos alunos a respeito das
operações. Após a realização da tarefa, forme duplas de alunos para que confiram os
resultados obtidos. As correções podem ser feitas na lousa e também utilizando a
calculadora, como recurso, quando o professor pode aproveitar para trabalhar as
nomenclaturas relativas às operações apresentadas, assim como as propriedades das mesmas.
Foi utilizado o método longo na operação divisão, com o objetivo de o aluno
trabalhar utilizando as operações: multiplicação e subtração. Após esse processo, o professor
pode trabalhar a mesma operação (divisão), utilizando o método breve.

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11. Descobrir qual a operação realizada, observando o resultado e analisando os dois
números apresentados em função das quatro operações (adição, subtração, multiplicação,
divisão).
Por exemplo: se números digitados * forem 50 e 50, o aluno poderá, observando os
resultados, descartar as operações subtração e divisão uma vez que os resultados
apresentados são: 100 e 2500. Logo, restam a multiplicação e a adição, que serão
escolhidas observando a ordem dos resultados e os conceitos das operações. O professor
poderá sugerir como enunciado (orientando o processo) para a atividade:

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Trabalhando com estimativas

12. Descobrir o resultado mais provável, analisando os resultados apresentados em função


da ordem dos algarismos e do conceito das operações indicadas.

III – ALFABETIZAÇÃO ESTATÍSTICA


É possível ensinar alunos a coletar dados e construir gráficos já nas séries iniciais.
Paola Gentile

Quais animais preferidos das crianças da 1ª série? Quantos alunos comem verdura?
Quanto mede a mão de cada um deles? Curiosidades como essas podem acabar com uma
simples contagem ou servir de base para um projeto capaz de iniciar seus estudantes no
desenvolvimento de diversas competências, como coletar informações, organizá-las e
representá-las na forma de gráficos ou tabela -além de interpretá-las criticamente.

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Para que ler gráficos?

A esse conjunto de saberes foi dado o nome de Tratamento de Informação, tratado


nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática como parte da alfabetização.
Justifica-se:
só está alfabetizado quem sabe ler e interpretar dados numéricos dispostos de forma
organizada. “Os meios de comunicação usam essa linguagem diariamente. Por isso, é
preciso decodificar essas representações visuais”, diz Diva Marília Fleming, da
Universidade do Sul de Santa Catarina.
Maria Sueli Monteiro, consultora do Prêmio Victor Civita, diz que, muitas vezes, os
trabalhos de Tratamento da Informação terminam na produção de gráficos, sem ensinar a
relacionar os dados nem a criticá-los. “É essencial propor questões com base nesse tipo de
representação visual”, avalia.

Nunca é cedo demais


Os conteúdos do Tratamento da Informação podem ser introduzidos nos primeiros
ciclos, com questão simples como as lançadas no início deste tema (texto inicial). A
pesquisa adquire consistência com o uso de alguns procedimentos científicos, como a
organização de dados de forma livre, a montagem de tabelas e a escrita de um pequeno
relatório como conclusão. A partir da 5ª série, é possível produzir representações
visuais baseadas em textos jornalísticos ou científicos e iniciar os estudantes no raciocínio
combinatório, usando para isso materiais de uso comum – um bom exercício é combinar
duas camisetas com três bermudas e calcular a quantidade de pares que podem ser
formados.
Para desenvolver um bom trabalho nessa área, a pesquisadora Clayde Regina Mendes,
coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática da Pontifícia
Universidade Católica de Campinas, sugere um roteiro adequado a todos os níveis.
A seguir, uma adaptação dos principais conceitos propostos.

1. Definição do tema
Decida com a turma o assunto a estudar (a votação pode gerar uma tabela). Em caso
de questões polêmicas, como sexualidade ou drogas, convoque uma reunião com os pais
para explicar o trabalho.Sempre que possível, convoque colegas de outras disciplinas para
enriquecer o estudo.

2. Leitura do registro

Busque, junto com os alunos, informações sobre o tema e faça os próprios estudos
para dirigir o trabalho.

3. Objetivos

Especifique as metas da pesquisa. Levante as questões que serão respondidas no final


do processo. Peça que a turma opine sobre os possíveis resultados (levantamento de
hipóteses) e não se esqueça de registrar sempre as hipóteses para, mais tarde, compará-las
com as conclusões.

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4. Público – alvo

Defina com os estudantes quem serão os entrevistados. Assim, fica mais fácil
adequar a linguagem ao público na hora de elaborar as perguntas.

5. Instrumentos de pesquisa

Elabore com os alunos questões básicas, curtas e objetivas. As respostas dispostas


em forma de alternativas vão facilitar a compreensão pelo entrevistado e, sobretudo, a
posterior tabulação. Denomina-se formulário quando as anotações são feitas pelo
pesquisador mediante as respostas do entrevistado; e questionário quando o entrevistado
anota as próprias respostas. Gravador, lápis e papel são os instrumentos mais utilizados para
fazer a entrevista.

6. História

Conte um pouco da história da estatística, se houver interesse da garotada. Com o


desenvolvimento das sociedades primitivas, surgiu a necessidade de conhecer
numericamente os recursos disponíveis para tomar decisões. A palavra estatística apareceu
pela primeira vez no século XVIII, proferida pelo alemão Gottfried Achemmel. Ela vem de
statu, que quer dizer estado, em latim.

7. Coleta de dados

Oriente os alunos a se apresentarem ao entrevistado, explicar os objetivos da


pesquisa e perguntar se ele concorda em responder às questões. Caso a pessoa se recuse, o
grupo não pode desanimar. Deve agradecer a atenção e procurar outro entrevistado.

8. Organização dos dados

Numere os formulários, para evitar que eles sejam analisados duas vezes. A
tabulação pode ser feita em duplas.

9. Conteúdos

Avance nos conteúdos de Matemática conforme o nível da turma. Intervalo, fração,


razão, ângulo, cálculos, proporções e porcentagem são itens que surgem naturalmente. Se os
alunos têm condições de explorá-los...Para reforçar, elabore exercícios baseados em notícias
de jornal ou revista.

10. Tabelas e gráficos

Ensine os alunos a organizar os dados. Régua, compasso, lápis, transferidor e papel


milimetrado são essenciais. Tabelas organizam informações em linhas e colunas, enquanto
gráficos usam imagens (barras, setores, linhas ou setores circulares). Com as turmas mais
avançadas, compare as tabelas publicadas na mídia (que têm títulos curtos e muitas cores)

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com as feitas para trabalhos científicos (que precisam seguir normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas, bem mais formais).

11. Análise dos dados

Elabore perguntas cujas respostas possam ser deduzidas das representações e


relacionadas com o conhecimento adquirido nas leituras iniciais.
O ideal é que esse procedimento se repita ao longo de todo o projeto, mas com as
tabelas e os gráficos prontos, fica mais fácil levar os dados. Assim todos vão reforçar o
raciocínio crítico.

12. Relatório

Mostre como se faz produzir um relatório. O documento – padrão tem introdução,


objetivos, uma descrição de como os dados foram colhidos, o nome dos pesquisadores, os
resultados, as tabelas e os gráficos produzidos e uma conclusão final.

13. Avaliação

Faça anotações durante todo o projeto sobre as observações e o raciocínio dos


alunos. Anote tudo para aprimorar o próximo projeto. É fundamental analisar o relatório
final para saber se as idéias estão organizadas de forma a confirmar que houve aprendizado.

14. Divulgação

Envie cópias para outros professores e organize uma exposição para os alunos
explicarem os procedimentos e conclusões às outras turmas.
Fonte: Nova Escola - Janeiro e Fevereiro 2003

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1. Pesquisa sobre Analfabetismo Funcional em Matemática.

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Folha de São Paulo – 25/02/2003

2. Atividade: Tabela e operações.

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Aproveitando o período de férias escolares, a Prefeitura de uma cidade realizou um show
musical para jovens e crianças. O show foi apresentado de terça a domingo durante os meses de
janeiro e fevereiro.
A tabela abaixo foi preenchida por um funcionário da Prefeitura e visa mostrar:
▪ o dia da semana em que o show era mais freqüentado;
▪ o total de freqüentadores do mês de janeiro e do mês de fevereiro;
▪ o total de freqüentadores durante todo o período em que o show se realizou.
Caiu um pouco de tinta borrando a tabela. Descubra os números que ficaram ocultos pela
mancha.

IV – RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

Como se resolvem problemas?

A Resolução de Problemas é um dos assuntos mais discutidos atualmente no ensino de


Matemática. Há muitas pessoas, no mundo inteiro, estudando a questão. Aqui, apresentamos
algumas discussões, que estão longe de esgotar o tema, mas oferecem uma oportunidade para
reflexão e quem sabe, para experimentar uma estratégia nova em sala de aula.
O que é um Problema?
É qualquer situação que exija o pensar do indivíduo para solucioná-la.
O que é um problema matemático?
É qualquer situação que exija a maneira matemática de pensar e conhecimentos matemáticos
para solucioná-la.

Objetivos da resolução de problemas

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— Fazer o aluno pensar;
— Desenvolver o raciocínio;
— Ensinar o aluno a enfrentar situações novas;
— Observar a aplicabilidade da Matemática;
— Tornar as aulas mais interessantes e desafiadoras;
— Dar uma boa base matemática.

Como resolvê-los?

A solução de um problema pode ser encontrada por diversos caminhos, entretanto, seria
interessante uma apresentação das fases de Resolução de Problemas, criada pelo matemático
George Polya , que são:

1) Compreender o problema
a) O que se pede?
b) Quais são os dados e as condições do problema?
c) É possível fazer uma figura, um esquema ou um diagrama?
d) É possível estimar a resposta?

2) Elaborar um plano
a) Plano para solução;
b) Estratégia para resolução;
c) Lembrar se tem algum problema semelhante que pode ajudar na resolução do
problema;
d) Tentar organizar os dados em tabelas ou gráficos;
e) Tentar resolver o problema por partes.

3) Executar o plano
a) Execute o plano elaborado, verificando-o passo a passo.
b) Efetue todos os cálculos indicados no plano;
c) Execute todas as estratégias pensadas, obtendo várias maneiras de resolver o mesmo
problema.

4) Retrospecto ou verificação
a) Examine se a solução obtida está correta;
b) Existe outra maneira de resolver o mesmo problema?

Características de um bom problema

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— Ser desafiador para o aluno;
— Ser real para o aluno;
— Ser interessante para o aluno;
— Ser o elemento desconhecido de um problema realmente desconhecido;
— Ter um nível adequado de dificuldade.

Dificuldade de um problema
— Linguagem utilizada;
— Tamanho e estrutura das frases;
— Vocabulário matemático;
— Complexidade dos números.

1. Atividades Propostas.

1) (Puc-MG) Dos 13200 candidatos de um vestibular da Puc-MG, 1400 tinham menos de 18


anos. A taxa de porcentagem daqueles que eram maiores de 18 anos era, aproximadamente
(5ª, 6ª, 7ª, 8ª séries)

a) ( ) 81,6% b) ( ) 82,7% c) 89,4% d) 85,2%

2) A área de um quadrado é dada pelo quadrado da medida do lado. Um quadrado tem 9 cm de


lado e sua área corresponde a 45% da área de um retângulo. Nessas condições, qual é a área
do retângulo? (5ª, 6ª, 7ª, 8ª séries)

X 9 cm
A = X²

X 9 cm

a) ( ) 150 cm² b) ( ) 160 cm² c) ( ) 180 cm² d) ( ) 200 cm²

3) (UF – MG) A capacidade de um recipiente é 5 litros. Para encher esse recipiente com 70% de
uma substância A e 30% de uma substância B foram gastos R$ 1450,00. Se o preço do litro da
substância A é de R$ 200,00, então o litro da substância B custa: (5ª, 6ª, 7ª, 8ª séries)

a) ( ) R$ 700,00 b) ( ) R$ 750,00 c) ( ) R$ 650,00 d) ( ) R$ 500,00

4) Considere as afirmações: (7ª, 8ª séries)

I) 7³ + 7³ = 76 II) 105 : 105 = 10º

III) (3 + 5)² = 3² + 5² IV) (6²)³ = 65

Quantas dessas afirmações são falsas?

a) ( )0 b) ( )1 c) ( )2 d) ( )3

5) Sendo a = 27. 38 . 7 e b = 25 . 36 , o quociente de a por b é igual a: (7ª e 8ª séries)

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a) ( ) 252 b) ( ) 36 c) ( ) 126 d) ( ) 48

6) A figura seguinte representa uma estrela formada por 12 triângulos: (6ª, 7ª e 8ª séries)

A cada triângulo está associado um


número, de acordo com os códigos
indicados no quadro seguinte:

Nº + 4 Nº - 10 Nº + 2 Nº - 20

Considerando que o número 28 está associado ao triângulo colorido hachurado, determine os


números A, B, C, D e E.

A=_______ B=_______ C=_______ D=________ E=________

7) Considere as afirmações (7ª e 8ª séries)

I) 6 é um número irracional

II) 16 é um número racional

III) 0,303030 ..... é um número irracional

IV) 0 (zero) é um número racional

Quantas dessas afirmações são verdadeiras?

a) ( )4 b) ( )3 c) ( )2 d) ( )1

8) Qual é o número que expressa o valo aproximado, com uma casa decimal, da expressão
2 + 3 - 5 (7ª e 8ª séries)?

a) ( ) 1,9 b) ( ) 1,1 c) ( ) 0,9 d) ( )1

9) Um número real é expresso por O valor desse número é: (6ª, 7ª e 8ª séries)

a) ( ) 0,25 b) ( ) 1,25 c) ( ) 1,55 d) ( ) 0,75

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10) Considere o polinômio n² + n + 41. Construa a tabela, atribuindo 10 valores diferentes e
consecutivos para “n”. Os quatro primeiros já estão feitos. Utilize a calculadora como recurso para
conferência dos resultados.

n n² + n + 41
0 41
1 43
2 47
3 53

a) Há algum fato ou regularidade numérica que chame a sua atenção?


b) Calcule o valor da expressão n² + n + 41 para n = 20.
c) Calcule o valor da expressão para n = 25.

V – BIBLIOGRAFIA

- GUELLI, Oscar. Matemática. Uma Aventura do Pensamento: Àtica.


- Revista Nova Escola, Janeiro / Fevereiro – 2003.
- Jornal Folha de São Paulo, 25 fevereiro – 2003.
- GIOVANNI , José Ruy – Giovanni Junior, José Ruy – Matemática Pensar e Descobrir,
São Paulo: FTD, 2000. (Coleção Matemática Pensar e Descobrir).
- Parâmetros Curriculares Nacionais.
-RONCA, A.C.C. Aprendizagem significativa. IN PENTEADO, W.M.A (org.)
Psicologia e ensino. São Paulo: Papelivros, 1980 p. 59 – 83.
- História em Quadrinhos: Chico Bento (1995).
- POLYA, G A arte de Resolver Problemas. Rio de Janeiro: Interciência, 1978.
- DANTE, L.R. Didática da Resolução de Problemas. De Matemática. São Paulo: Àtica, 1989.
- Experiência Matemáticas. Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas (2ª versão preliminar)
- BIGODE, A. J. L. Matemática hoje é feita assim. São Paulo: FTD, 2000. (Coleção Matemática
hoje é assim).

Gabarito
1–c
2–c
3–b
4–d
5–a
6 – A = 32, B = 8, C = -2, D = 0, E = -10
7–b
8–c
9–d
10 – a) Os valores numéricos da expressão são números primos
b) n = 461
c) n = 691

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