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DEPARTAMENT DE FILOSOFIA

INTERACCIÓN HISTÓRICO-SOCIAL Y SUBJETIVIDAD EN
LA OBRA DE WILHELM DILTHEY

CARLOS MOYA ESPI

UNIVERSITAT DE VALÈNCIA
Servei de Publicacions
1981

Va ser dirigida per:
D. Fernando Montero Moliner

©Copyright: Servei de Publicacions
Carlos Moya Espi

Depòsit legal:
I.S.B.N.:
Edita: Universitat de València
Servei de Publicacions
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46010 València
Spain
Telèfon: 963864115

INTERACCIÓN HISTÓRICO-SOCIAL Y SUBJETIVIDAD EN
AL OBRA DE WILHELM DILTHEY

CARLOS MOYA ESPI

U N I V E R S I D A D DE VALENCIA

-

FRCULTAD DE F I L O S O F I A Y C I E N C I A S

DE LA EDUCACION
SECCION DE F I L O S O F I A

INTERACCION HISTORICO-SOCIAL

Y SUBJETIVIDAD

EN LA OBRA DE WILHELm D I L T H E Y

T e s i s D o c t o r a l presentada por
CARLOS R O Y A E S P I ,

y realiza-

d a b a j o la d i r e c c i ó n d e l profesor Dr.

ROLINER,

O.

FERNANDO R O N T E R O

C a t e d r á t i c o de H i s -

t o r i a d e l a F i l o s o f í a de l a
U n i v e r s i d a d de V a l e n c i a
ABRIL,

1981

P a r a nEyoi comodidad e n 13 l o c a l i z a c i ó n d e l o s t e x t o s
de Dilthey,

l a r e f e r e n c i a d e l o s nisrncs f i o u r a e n e l t e x -

t o mismo d e l t r a b a j o e n c e r r a d 2 e n t r e ? a r é n t e s i s ,
q u e s e t r a t e 8e t e x t o s p u b l i c z d o s .

siempre

Cuzndo l o s t e x t o s son

i n é d i t o s o p r o c e d e n d e o t r o s e s t ~ o i e s ,l a r e f e r e n c i a se h a

o t r e r e r e r e n c i a b i b l i o g r i f i c a f i g u r s i g u a l m s n t e e n l s s n3tas.

! i o u s a d c l a s ~ i 2 u i E n t e So k ~ r e v i i t u i a s : s a r e t o x t o s p r c c e d e n t e r d e l o s " Z ~ s a m m e l t eS c h r i f t e n "

( v e r r e c e r e n c r ~e x a c -

t a e n 12 B I S L I C G R A F I A ) , f i g u r a n e n t r e p a r é n t e s i s e n p r i m e r
l v g e r E L n ú m e r ~d e l v o l u m e n e n n ú m e r o s r o r c a n o s ,
l a 2 á g i n a e n c r a c t e r e s 2:ábi-os.

G ~ n c i a;n

~ o o ~ ~ di eo c

Cuantio e x i s t z c c r r c s ~ ~ n -

12 o c i i c i j n c a s t e l i a n a as E u g e n i o I n a z ,

éctz figu-

r a a continuación prezodida

6 s 12s s i c l a s E 1 ( E E ~ E I ~r n ~
a z )O.

ksi, 5 ~ r
ejen7lo:

vzlurner, 7 r i a e r u ,
, .
v o l u m e n ~ r i m s r o , p e s ~ n a7 9 , l o

l l G ~ s a a n e l St c~ h r i f t s r " ,

.
~ s q : n z 74; e c i c i ó n d e íixaz,
,

a b r z v í z r e m o s as::

(1, 7 4 ;

EI, 1, 79). .

Dtres a b ~ e v i a i u ~ a sE :D = " D a s E r l o b n i s u n d d i e D i c h t u n g "
(ver

YISLICG!?GFIA); D j D = " 3 e r

j u a ~ o3 i l t h o y U ( i d . ) ;

DY = " Y r i r f w e c h s e l D i l t h o y - Y o r z k "

(id.).

s e h e n u s a d o e n e l t e x t a y e n 12s n o t a s .

Estzs á b r ~ v i a t u r a r
t t r a s o b r a s 15 D i l -

they no f i g u r a n ebreviadas en l a s notas.
ItC.PI."

son l a s i n i c i a l e s d e m i nombre y p r i m e r a p e l l i d o .

L a s e m p l e o p a r a i n d i c a r q u e e l s u b r a y a d o d e un t e x t o e s m í o .

S i e l p ~ e s e n t et r a b a j o a d o p t a u n o r o e n e x p o s i t i v o más

o monos s i s t e m á t i c o ,

quisiera,

?or el contraric,

comenzar

e s t a i n t r o d u c c i 6 n F e c o r r i e n d o e l c a n i n o a l a i n v e r s a y conc i d e r a n d ~m i o c u p a c i ó n c o n l a o b r a d o D i l t h e y n o d e s d e e l
f i n a l -un
inicio.
que,

f i n a l necesariamente provisional-,

sino desde su

A c o n t i n u a c i ó n e x g o n d r é a q u e l l o s a s o e c t o s En l o s

d e s d e m i p u n t o Se v i s t a ,

el presente traozjo

supon^

u n p a s o a a e l a n t s e n l a c o r n = r e n s i á n d e O i l t h e y y ue s u a p o r t a c i ó n a l pensamiento conternoor6neo.
T r a s u n a e t a p a d ~ t o m z d e c o n t z c t o c o n c s a i n g s n t o mult i t u d de e s c r i t o s , onsayos,
yen l a obra de Dilthey,

esbozos, c e r t z s , q u e c o r i c t i t u -

a s i como c o n l o s p r i n c i p a l e s t í t u -

l o s d e l a n l b l i o g r i f í a on t o r n o a l a nisma,

m i p r i m o r a h138-

t e s i s d c t r z b z j o a p u n t ó h a c i z l a c o n s i d ~ r a c i ó nd e d i c h s o b r c
oesde e l punto de v i s t z d-l
individualidad.

de

12

L e o b r a d e 3 i l t h e y estaría a n i m a d a p n r l a

defonse y justificación

t e moao,

ideal clisico-romántico

6e c l c n o i d e e l ,

y e n l z z a r i e o e es-

s i n s o l u c i ó n OE c o n t i n l ~ l d z c i , c o n e l r o n e n t i c i s m o

a n t i c a o i t a l i s t a a n t s r i a r a l a Priniera Guerra fiundlal.

In-

tendenciz estética y quietista,
.,
d e f e n s a d e l " u n i v e r s o i n t e r i o r " f r e n t e a l a n u c a n i z ~ c l o ny

terioridad,

contemplzción,

p a r c e l a c i ó n d c 1s e x i s t e n c i a ,

d e b í a n c o n s t i t u i r c l z v a c con-

.,
ductoras en esta agroximsc~on.
S i n dude, Dilthey s e nueve, a grandes rasgos,

e n ese

t e n s o y a g i t a d o mundo d e l a g r a n c u l t u r a b u r g u e s a a l e n a n z ,
P e r o e s t a a p r o x i m a c i ó n a d o l e c í a de un g r a v e d e f e c t o :
decir,

p o r as;

teníz,

y a l i s t ~e l c a s i l l e r o e n e 1 c u a l h a b i ? q u a

i n t r o d u c i r l a obra de Dilthey,

y s e t r a t a b a Ú n i c a m e n t e de

d e s b a s t a r l a s a r i s t a s q u e o b s t a c u l i z z b a n esta o p e r a c i ó n .
S i n embargo,
modo,

cuando una i n t e r p r e t a c i ó n s e p l a n t e a de este

no puede esperar aprenoer grandes cosas de su objeto.

En r e a l i d a d ,

e l marco i n t e r p r e t a t i v o e s t á c e r r a d o ,

c i l m e n t e e x p e r i i n e n t a r e m o s l a s o r p r e s a de l o nuevo.
embareo,

y difiY,

sin

es p r e c i c a m e n t ~e n e s a s s r i s t a s q u e d i f i c u l t a n

12

c l a r i f i c a c i ó n donde se h a l l a n l o s v e r c a d e r o s n ú c l e o s orod u c t i v o s q u e p u e d e n l l e v z r e m o d i f i c a r e r a t o p o ~ r a f í ap r e f i j a d a y que,

~n t a l medida,

e n r i q u e c e n creedoramente nuas-

t r o c o n o c i m i e n t o , a l o b l i g a r n o s a r e o r o a n i z a r n u e s t r o s conc e p t o s y a abendonar c i e r t o s p r e j u i c i o s .

Ese m o m e n t o e n

que l a n a s a d e i d e a s l e n t a m e n t e a c u m u l a d a a c q u i e r e una or~ a n i z a c i ó nn u e v a ,

i n e s p e r a d a , una c o n f i q u r a c i ó n d o t a d a d e

s i g n i f i c e d o s nuevos en cada una de s u s p e r t e s ,

c a l t ~ il o s v i e j o s m o l d e s ,

haziendc

r e 7 r e s e n t a s i n dude una e x l e r i e n -

c i a aaasionante e impagable.
Lo c i e r t o e s que l a a s r o x i m a c i ó n a n t e r i o r d e j a b a a l
m s r g e n i m p o r t a n t e s m o t i v o s q u e n o p o f l a n c o n j u ~ a r s eo r ~ z n i c a n e n t e con l c imagen i n t e r i o r i s t s ,

estetizante,

~e l a

f i l o s o f i a d e D i l t h e y , c o n s u d e f e n s a t i e l "mundo i n t e r i o r " .

Así, p o r e j e m p l o , l a r e c u r r e n t e a p e l a c i ó n d e O i l t h e y a l e
praxis,

a l a ' i f i d a activa1', a l a "acción",

s u temprana con-

s i d e r a c i ó n d e l a s c i e n c i a s humanas como " c i e n c i a s p o l l t i co-morales"',

" c i e n c i a s d e l hombre a c t i v o " .

l e praxis consitufa, pues,
tes, c a s i inoportunas.

E l momento de

'

una d e esas aristas r e c a l c i t r a n -

Y no podía d e s c a r t a r s e por e l f á c i l

r e c u r s o do a t r i b u i r l e un c a r á c t e r a c c i d e n t . a l o a i s l a d o , puest o que se r e p i t e de manera sistemática, e s p e c i a l m e n t e e n

los t r a b a j o s p r e p a r a t o r i o s d e l a l l E i n l e i t u n g . .

.",

d e l en-

s a y o d e 1875 y d e l a p s i c o l o g í a d e s c r i p t i v a , ? u b l i c a d o s e n
f e c h a r e c i e n t e e n e l volumen X V I i l d e l o s " G ~ s z m r n e l t eS c h r i f ten".

He d e c i t a r ,

en segundo luoar,

unas palabras sobre

l a s c u a l e s h a b í a p a s a d o repetidas v e c e s ,
profundo no se no h a b í a revelado:

pero cuyo s e n t i d o

lo considerzción d i l t h e -

y a n a d e l hombre como un " p u n t o d e c r u c e " @e s i s t e m a s s o c i a les y de l a interacción social.
ba una c l a v e d e c i s i v a -al

Y,

c i d a m e n t e , aquí se halla-

menos l o f u e p a r a m í - :

p u e s t o que

e s t a n o c i ó n d o 1 hombre h a c í a s a l t e r p o r l o s a i r e s l a i d e a
de uaa "interioridad"

c e r r a d e cuyo acotamiento y defense

d e b í 2 Ernprander l a f i l o s o f í a d e D i l t h e y .

n~ r e p r e s e n t a b a ,

pues,

Tal interioridad

un á m b i t o s e p a r a d o d e l o e x t e r n o ,

s i n o que e n r e a l i d a d e x i s t í a una v e f d a d e r a i n t e r a c c i ó n en-

t r e ambos campos.

E l hombre se c o n s i t u i a a s í misno s ó l o

e n e s t z ' i n t e r a c c i ó n c o n l e s o c i e d a d y c o n e l mundo exterior,
s u i n t e r i o r i d a d s e a s e m e j e b e más a u n c s r n o o d ~ f u e r z a s e n
e q ~ i l i b r i o ~ d i n ~ r n iq cu eo a un p z i s s j e e n r e p o s o .

Desde e s t e p u n t a d e v i s t a ,

e l terna d e l a p r a x i s a d q u i -

r í z a su vez unz r e l e v a n c i z c e n t r a l en l a concepción d i l t h e y a n a d e l hombre y d e s u h i s t o r i c d d a d :

c o n c e b i r a l hombre

como " p u n t o d e c r u c e H y e l e m e n t o d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l
s i g n i f i c a b a entenderlo'corno ser h i s t ó r i c o ,

s e r qud s ó l o p u e d e d e s a r r o l l a r s ;

e s t g e s , c o m o un

como i n d i v i d u o a p a r t i r

d e l a a p r o p i a c i ó n d e l o r e a l i z a d o p o r o t r o s y de s u reelaboraclón,

e n un p r o c e s o o e i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a c o n l a s i n s -

tituciones,

sistemas,

individuos y objetos.

Al i n s i s t i r en e l tema d e l a p r a x i s , e l p r e s e n t e trabaj o continúa una l í n e a de i n t e r p r e t a c i ó n importants,
r r o l l a d a en esta Última década.
t o s juveniles,

desa-

E l e s t u d i o de l o s manuscri-

y e n e s p e c i e 1 d e l o s q u e a h o r a s e encuentran

p u b l i c a d o s e n e l v o l u m e n XVIII d e l o s " G e s a m m e l t e S c h r i f t e n " ,
I l o v Ó a v a r i o s i n t é r p r e t e s a c o r r e g i r i a imagen acuñada d e
D i l t h e y como u n a u t o r e s t e t i z a n t e ,

e l i t i s t a , de tendencias

c o n t e m p l a t i v a s y a l e j a d a s d e l o s p r o b l e m a s d e l a a c c i ó n , poniendo en primer plano l a dimensión práctico-social
obra.

de s u

La r e s p o n s a b i l i d a d d e d i c h a i m a g e n n o e s i m p u t a b l e s o -

l a m e n t e a l a s i n t e r p r e t a c i o n e s m a r x i s t a s , como l a s d e L U KACS ( a ) y LIEBER,

s i n o también en gran p a r t e a l o s propios

discípuloc y seguioores de Dilthey,
Nohl.

como A I S C H ,

BOLLNOW y

E l e s t u d i o d e HERRRANii s o b r e l a p e d a g o g í a d e D i l t h e y

f u e e l primero e n a v a n z a r p o r este camino,

con l a p r e t e n s i ó n

(a) Para l o s a u t o r e s c i t a d o s en esta inteoducción en l e t r a s
mayÚsculas, v é a s e l a b i b l i o o r a f í a f i n a l .

a pesar oe l a diferencia entre sus orientaciones respectivas. e n t r e e l i n d i v i d u o -el Johach e s t u d i a las r e l a c i o n e s "hombre a c t i v o n . poco e n un t r a b a j o q u e a d o l e c e de dispersión y f o l t a de unidad.y l a o b j e t i v i d a a itespíritu objetivow-.d e r e s c a t a r a D i l t h e y d e c i e r t o s d i s c í p u l o s suyos. l o s traba- j o s d e J O H A C H y ZUCKLER p u e o e n s i t u a r s e t a m b i é n e n e s t a 11nea de recuperación de l a dimensión práctico-social samiento diltheyano. insiste e n l a importancia de l a noción de p r a x i s en e l pensamiento diltheyano. Joh a c h h a c e r e t r o c e d e r t a l i n f l u e n c i a a e t a p a s muy t e m p r a n a s de l a evolución de Dilthey. por su parte. rnztizada. Z o c k l e r e s t u d i a además. si bien de forma. l o c u a l l e permite a c e r c a r l o a c i e r t a s formula- c i o n e s d e l marxismo. l a evolución de l a s ideas p o l í t i c a s d e D i l t h e y y d e s u r e l a c i ó n c o n e l mundo p o l í t i c o y s o c i a l d~ su tiempo. p o r u n l a d o . A l s i t u a r en e l c e n t r o de atención l a concepción d e l . c i e r t o modo. Zockler. y l a s o c i o l o g í a contemporánea y p o s t e r i o r a Dilthey. s o c i a l -el d e l pen- t o m a n d o como p u n t o s d e re- f e r e n c i a d e su i n t e r p r e t a c i ó n l a o b r a d e H e g e l . en m i opinión. s i g u i e n d o y c o m p l e t a n d o a e s t e res- p e c t o e l e s t u d i o d e PESCHKEN. por otro. Frente 3 l a t e s i s aceptada según l a cual l a influen- c i a d e Heoel s o b r e e l p e n s a m i e n t o d e D i l t h e y s e p r o d u c e s ó l o a p a r t i r d e s u ocupacibn (1904-05) con l o s manuscritos j u v e n i l e s d e l a u t o r d e l a 'tFenomenología d e l E s p í r l t u t t . y especialmente de marcar l a s d i s t a n c i a s e n t r e aquél y lallamad a nNohl-Schule" d e ~ e d a ~ o g í aEn .

Se planteaba. pues. Se t r a t a b a . que e l rornanti- cicmo y l a e s c u e l a h i s t ó r i c a h a b í a n e l e v a d o a i n t e r é s cent r a l oe l a historiografía. de estudiar l a s caracterís- t i c a s e s p e c í f i c a s d e l a i n t e y a c c i ó n e n c l muna0 h i s t ó r i c o s o c i a l a d i f e r e n c i a de l a interacción causal científiconatural.o . E s t a s c a r a c t e r í s t i c a s habían de dar razón d e l sur- más a l l á d~ l a s u n i f o r m i d a d e s y l e y e s . social.l a r e l a c i ó n -interac- ción- c a u s a l y l a c o n f i g u r a c i ó n i n d i v i d u a l se c o n v e r t í a . con e l l o el tema d e l a r e l a c i ó n e n t r e i n t e r a c c l ó n ( ~ e c h s e l w i r k u n g )y configuración (Gestaltung). ra Dilthey. gimiento. Pa- l a r e l a c i ó n c a u s a l e r a e l armazón natural o histórico-social. pectiva. a e l a forma. Y dicha relación adquiría en D i l t h e y una c u a l i d a d oroblernática oue no h a b í a t e n i d o en e l romanticismo: p u e s e s t e é l t i m o h 2 b í a o a r t i d o y a d e l a con- figuración individual. Desde e s a pers- l a p o s i b i l i d a d de c o n c i l i a r . abandonando o arrinco- n a n d o e l tema d e l a c e u c a l i d a d y l a l e y e n l a h i s t o r i a . no obstante.de l a i n t e r a c c i ó n histórico- hombre como " p u n t o d e c r u c e " como ser p r á c t i c o . de toda ciencia. s i n embargo. d e l a s c o n figuraciones individuales en l a historia. e l pzesente trabajo recoge así este aspecto justamente destacado oor l o s estudios anterio- res. l c cual revelaba e l esfuerzo diltheya- n o p o r s u p e r a r l o s p l a n t e a n i e n t c s h i s t o r i o ~ r á f i c o sr o m á n ticos. pues. U n a d e l a s t e s i s c e n t r a l e s d e l p r e s e n t ~t r a b a j o re- s i d e p r e c i s a m e n t e e n l a c o n s i d o r a c i Ó n d e D i l t h e y como e l p u n t o d e r u p t u r a con e l romanticismo e n l a h i s t o r i o o r a f i z . e n un p r o b l e .

l a o r l ~ i n a r i e d a d de l a orientación progia de l a f i l c s o f í a de l a vida. crientación que s o b r e p a s a e l a s p a c t o c r i t i c n .~ n o s e o l Ó g i c o . Misch. frente a l a orientación matematizante-eidética e l p u n t o d e v i s t a d ~ 1z h i s t o r i a y d e l a p o s i - c i ó n Se1 pensamionte en l a conexión de l a vida. i s c h h i z o v a l e . go. husserliana. E n s u s u g e s t i v c y p r o f u n d o e s t u d i o "Le- b e n s p h i l c s o p h i e u n d P h % n ~ m e n o l o q i e ' ~P. l a fundamentación do esta tssis r e s u l t a r á s ó l o d e l c o n j u n t o de n u e s t r a i n t e r p r e t a c i ó n . canino ampliamente rpcorrido después d e l e s t u d i o . S i n emoargo. consi- d e r a n d u e s t a Ú l t i m a c u e c t i ó n c o m c más b á s i c a y r a d i c a l q u e aquella. La f i l o s o f í a d e 12 v i d a . fren- t e a l a pregunta heideogeriana por el ser. y. f r e n t e a su c l a s i f i c a c i ó n usuzl en e l seno de l a hermenéutica osicolÓgico-intuitiwz romántica. 2 t r a v é s de toda l a obra de Dilthey. en l a concepción de r e i n t r o d u c e e n c i e r t o modo u n a o r i e n t a c i ó n r n e t s f í s i - ca e n e l p e n s a m i e n t o d e l a n t i m e t a f i s i c o D i l t h e y . C o r r e s p o n d e a Piisch e l m é r i t o de h a b e r s e ñ a l a d o p o r p r i mera vez l a p r e s e n c i a . Sin enbar- e l e s t a t u t o l ó ~ i c oy f i l o s ó f i c o d e e s t a f i l o s o f í 2 d e l a v i o a i n o r e s u l t a d e l t o d c c l a r o . M i s c h t r a t a d e reivindicar e l e s p e c t r o o n tolóqico-mcterial riel p e n s a m i e n t o d e D i l t h ~ yn s s e l 1 5 d e l o r i r c i t i v o ~ r o y e c t od i l i h e y a n o d e u n s " c r í t i c a d e 1~ r a z ó n histórica".alemana. Quedaba con e l l o a b i e r t o e l canino -para l a i n t e r o r e t a c i ó n v i t a l i s t a de Dilthey. d e una i m p o r t a n t e t e n d e n c i a h a c i ~l a e l a b o r a c i ó n o e u n a f i losofía de l a vida. e n c u a l q u i e r c a s o . en l a i n t e r p r e t a c i ó n d e Misch. .

l a s n o c i o n e s d e e x p e r i ~ n c i ai n t e r n a y v i v e n - c i a son r e f e r i d a s a l inmedieto d e l sujeto. tra i n i c i d a p o r R I E O E L y c u y 2 muec- m. condituye una buena n u e s t r a d e e l l o . que h~ s j e r c i d c gran in- f l u e n c i a e n 1s i n t e r c r e t a c i h n 3 o s t e u i o r d e D i l t h e y . a Innewerden'. por p a r t e de Dilthey. al t o m a r c o m o m o d z l o S e i n v e s i i g a c i s n c r i t i c o .. las importantes nociones diltheyanas de experiencia i n t e r n a yviuen . dos l o s peligros. en l o s Últimos d i e z o doce años. Johach y Zockler reac- c i o n a r o n c o n t r a un a s p e c t o d e l e s t e r e o t i p o h e r e d a d o .~ n o s e o l Ó g i c a l a f i l o s o f í a trsscencjental de c o r t e kaniiano. centro OE SU lneichen s i t ú a en e l i n v e s r i g a z i j n l a t e o r í ~d e l c o n o c i m i e n t o y l a l ó g i c a d i l t h e y a n a d e l a s c i e n c i a s d s l ~ s p í r i t u . A s í como l o s e s t u d i o s d e H e r r m a n n .S i n emoargo. E l t r a b a j o de Sollnow. y "conexión1'- con l a A l mismo t i e m p o se d e s a r r o l l ó u n a l í n e z i n t e r p r e t a t i v ~c e n t r s d a e n l o s a s p e c t o s c n o s e o l ó gicos de l a obra de Dilthey. l a obra. a u n p e r c a t ~ r s eí n t i m o e En m i o p i n i ó n . En e l c e n t r o d e l a i n t e r p r e t ~ z i ó nd e l n e i c h e n s e h a l l 2 l a b ú s queda. una t e n d e n c i a a l r e s c a t e de l o s a s p e c t o s o l v i d a d o s p o r l a misma: KRAUSSER s e ñ a l ó l a a f i n i d a d d e d e t e r r n i n a a c s p l a n t e a m i e n t o s d i l t h s y a n o s . r e a - l i z a d o bajc l a orientación de aquél.5~e l a b o r a d a l e r e p r e s e n t a e l e s t u d i o d e I N E I C H E N . t a m b i é n l o s excesos de l a i n t e r p r e t a c i ó n v i t a l i c i a qeneraron.de D i l t h e y r e s u l t a malparada e n compzración con e l modelo. inherentes a 1 z misma. certeza: d e un c r i t e r i o i n m e d i a t o d e así.y e n Último término por s u e s t r u c t u r a c i Ó n psdagógica. no con to- oe sacrificar l a c o m p l e j i d a d a l a s e n c i l l e z y ? r o ~ r e s i v i d a od e l a e x p o s i c i o n . s i n embargo.d e Rirch.~ ne s p e c i a l d~ s u s nociones de "estructura" moderna t e o r í z d e s i s i e n a s .

Así. h e n o s s e ñ a l a d o . E l oescubrimiento de acte Dilthey "prácticou de l o s primeros e s c r i t o s n s p r o v o c a d o un g i r o on l a i n t e r p r e t a c i ó n . En l o s e s c r i t o s j u v e n i l e s . El presente estudio t r a t a precisamente.m o r a l e s ~ l . d e l a d e s e m p e ñ a un p a p o 1 c e n t r a l : l a s c i e n c i a s d e l esoí- r i t u s e d e s i i g n a n c o n e x ~ r e s i o n o sccrno l a s s i g u i e n t e s : "cien- c i a s d e l hombre a c t i v o 1 1 . l a investigación sn torno a Dilthey durante l a Ú l t i m a d é c a d a h a s e ~ u 5 d od o s g r a n d e s l l n e a s : pretación histórico-práctica 1i i n i e r - y l a i n t e r p r e t a c i ó n gnoseoló- gica. praxis. c o r t ~ r n p o r á n e a s a é l . como y a se o c u a n d o mucho se l l e g a a r e c o n o c e r s ó l o s u s h u e l l a s e n los ú l i i m z z e s c r i - L o s . como u n . un p u e n t e e n t r e e s t e d i s - c u ~ s oe n t o r n o a l a p r a x i s y l a s preocupaciones. f i n a l d e l e s t u d i o d e I n e i c h e n es n e g a t i v o : como a l balance D i l t h e y n o con- s i o u e l l e v a r a cabo una a u t é n t i c a fundamentaciQn gnoseolóe n l a medida e n que l o s cri- . g i c a d e l a s c i e n c i a s humanas. este inpulso "?ráctico" s u e l e a ú n l i m i t a r a l o s e s c -r I~ ~ oj usv e n i l e s . . No s e h a t r a z a d o . pues. t e r i o s em. t r a t a r é d e e x p l i c a r más a d e l a n t e . " c i e n c i a s p o l í t i c o . En c o n j u n t c . a c e r c a d e l a f u n ~ a r r i e n t a c i ó nd e las c i e n c i a s d e l espiritu. 2 a n á l i s i s empírico (pcicológico).iricos s e e n t r e v e r a n 8 e forma i n d i s c e r n i b l e con l o s c r i t e r i o s filosófico-trascendzntaIes. e l tema ae l a a c c i ó n .c i a no pueden e n t e n a e r s e solamento de e s t a formi. S i n ernbsroo. La investigación según Ineichen. & en cambio. t r a s c e n d e n t a l es r e d u c i d a p o r D i l i h e y .

s i n o q u e é s t e n o o c e a e c o m ~ r e n d e r s es i n s q u é l . l a p r u z ~ e n t e i n t e r ~ r e t a c i ó n t r a t a r á de demnstrar. e n un p r i m e r momento. c o n s e c u ~ n t ed e e s t a n o c i ó n . e l p r i m e r a s p e c t o n o s ó l o t i e n e consecuencias para e l sequnoo. treto ds m o s t r a r que l a c e n t r a l noción d i l t h e y a n a d e "expekioncia i n t e r n a t 1 n o p u e d e c o m p r e n d e r s e . m e ' l l e v ó h a c i a r e s u l t a d o s q u e i n c i d í a n también. c o n s u e n t o r n o y c u y a i n t e r i o r i d a d h a a e e n t e n d e r s e como e l e m e n t o y " p u n t o d e crucet1 d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l no deb e r í a t e n e r también consecuencias en l a comprensión de l a s p r i n c i p a l e s n e c i o n e s v i n c u l a d a s a l a fundamentación de l a s c i e n c i a s humanas. E l p r e s e n t e t r a b a j o se o r i e n t ó .l a e l 3nnewerden'- certeza inmediata. p r ~ c i s a m e n t en o r l o o u e r e s ~ e c t ae s u r e n d i m i e n t o ~ n o s e o l Ó q i c o. d e m080 q u e a t r a v é s d e 61 l o s e x t r e m c s u n i d o s r e c i b a n u n a i l u m i n a c i ó n n u e v a y justa.interacciÓn. S i n embsrcjo. a menos q u e s e l a c o n s i d e r e a l mismo t i e m p o como u n a c a t e q o r í a d o l c i n t e r a c c i ó n p r á c i i c z d e l h o m b r e c o n . e n l a s e ~ u n d al í n e a ¿ A c a s o l a c o n c e p c i ó n d i l t h e y a n a d e l h o m b r e como que se d e s a r r o l l a on i n t e r a c c i ó n p r á c i i c a activo1'. En ol t e r c e r c a p í t u l o 801 p r e s e n t e t r e b a j o . a l a p r i ~ e r zd e l a s l í n e a s i n t e r p r e t a - t i v s s m e n c i o n a d a s más a r r i b a . mencionada. e l d e s a r r o l l o el seguimiento de s u s d i s t i n t a s y profundss~implicaciones.diltheyana de. d e t r a z a r d i c h o p u E n t e . esp2cielmente l a s de "experiencia inter- na" y nvivencia"? Como .objetivo central. hacia l a nociÓn. acercándose así. como y a hemos a p u n t a d o . un I1ser de forma polémica.

su entorno. de acusr- l a r e s p u e s t a d i l t h e y a n a es: poractivos. d e f e c t o o e l que. aunque en aoolece también en m i opinión e l estudio de 1PlAZ.. A l vincular de e s t a forme l z t e o r í a d e l conocimiento y l a t e o r í a de l a interacción práctico-vital d e l hombre con . P e r o p a r a l a s c i e n c i e s humanas y s u f u n i a m e n t a c i ó n i n t e r e s a j u s t m e n t e l a c e r t e z a Lnmedia- t a d e u n a t o t a l i d a d e s t r u c t u r a d a . En r e a l i d a d . l a noción diltheyana de experiencia i n t e r n e (y l a de v i v e n c i a ) n o ~ u e d ee n t e n d e r s e d e n i n g ú n modo e n e l m i s m o s e n t i d o que posee. -como l a 02 p. Así. L o c k e o Humc. entre e n c o n t r a m o s t o t a l i d a d e s cu- yo s e n t i d o es inmediatamente experimentado. ej. Y. Y a l mismo t i e m p o n u e s t r a a c t i v i d a d o r á c t i c a s u p o ne l a presencie de totalidades u n i t a r i a s de sentido. d e un s e n t i d o . I'neíchen no i n t e r o r e t a correctamente e s t a ca- t e g o r í a precisamente porque no t i e n e en cuenta e s t a Último aspecto. pues. l a p u r a c e r t e z a i n m e d i a t a ecompaña a t o d o "hecho d e conciencia". o t r o contexto. ¿Por qué. y n o meros l l s u j e t o s cognosc e n t e s I 1 . "puntos de ccucen y ele- mentos de l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . p o r qué s e nDs d a n u n i d a d e s e s t r u c t u r a d a s ( e x ~ e r i e n c i zi n t e r n a ) y n o ( o n o sólo) colecciones inorgánicas de datos sensibles? d o con m i i n t e r p r e t a c i ó n . en l a f i l o s o f í a empirista de Y s s t e e s €1 d e f e c t c a e 13s i n t e r p r e t a c i o n e s I n ~ i c n e n -puramente g n o s e o l ó g i s a s d e l p r o y e c t o d i l t h e y a n o d e ?uncamentaciÓn. d e u n a u n i dad s i g n i f i c a t i v a . q u e somos seres p r á c t i c o s . La p r e g u n t a es e n t o n c e s : nuestros hechos de conciencia.

p e r o s o m e n t i d a a l mismo t i e m p o a u n a t r a n s f o r m a c i ó n decisiva: comprende t a n t u una i n v e s t i g a c i ó n s o b r e e l cono- c i m i e n t o c o m o u n a i n v ~ s t i o a c i ó ns o b r e l a p r a x i s . HABE2í5AS y G A g i i P i E R . E n t r e o t r o s p o r ARON. D i l t n e y i n t e n t a r í a f u n o a m e n t a r l a s c i e n c i a s hum a n a s s o b r e l a p s i c o l o g í a d e s c r i 9 t i v a y a n a l í t i c a q u e 61 . La o e t e r m i n a c i ó n d o 1 c a r i c t e r d e l a f u n d a m e n t a c i ó n d i l t h e y a n a i e l a s c i e n c i z s o e l e s p l r i t u h a c o n s t i t u í d o un 2s- y e c t c p c l é m i c r : o n 1~ h i s t c r i a d e l e i n t e r p r e t a c i j n d e l c e n s a m i ~ n t oi e D i l t h e y . e s t e c a r á c t e r de l a f u n o a ~ e n t a s i ó nd i l t n e y a n e d e 12s ciencias del espíritu s ó l o podía s a l i r a l a l u z teniendz en c u e n t a l o s dos aspectos.e s ~ i r i t u a l y d e l o b i s t o d e d i c h o conocimientci. iniciade en y manteniaa luego. m e o i d a e s t r i c t a m e n t e c e q Ú n e l p ~ t r ó nk a n t i a n o . estrechamente vinculados. lt f i l o s o f í 2 d i l t n e y a n z no puede s i n o malentenderse. e l c e r á c t e r d e l D n t y e c t g d i l t h e y a n o oe f u n d a r n e n - t e c i ó n a p a r e c í a b a j o una nuova l u z : ticación filosófico-trascendental a saber. ción filosófico-trascenoental: abarcados por t a l investigal a t e o r í a d e l conocimiento y 12 t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n . mantgnide por D i l t h e y . como u n a i n v e s - acerca de l a s conaiciones ds p o s i b i l i d a d d e l c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o . Por e l l o . l o s t r a ~ a j o sd e K i s c h y B c l i n o w . S i n e m b a r g o . p l e m e n t e d2da p o r s u o u e s t a . DI- e n l a r e f l e x i e n do D i l t h e y s o b r e e l problema d e l a f u n i a n e n t a c i ó n se s u c e d s n d o s e t a p a s : en l a p r i m e r a . La o r i e n t a c i ó n t r a s c e n d e n t a l 3ue Kant imprimió a l a f i l o s o f i a es. WALO.su entorno. S ~ q ú nu n z t e s i s c l á s i c a . pues. o sim- RESSI.

on e s t o s t r a - b a j o s no queda a c l a r a d o e l e s t a t u t o f i l o s ó f i c a de l a fundamentación diltheyana de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . Los t r a b a j o s de l a Ú l t i m a d é c a d a s u e l e n . en l a secunda. basada e n 1a c e r t e z a i n m e d i a t a de 12 vivencia.i n o t a m b i é n . Se7ialemos a q u í q u e c o n s t i t u y e un m é r i t o d e I m a z e l h a b e r s e o p u e s t o a e l l a p o r p r i m ~ r av e z . carente de necesidaa y necesitada ella m i s m a oe fundamentación.d e s c r i p t i v a s ? ese c a s o . en m i opinión. c o n c o r d a r en e l r e c h a z o d e e s t a d i v i s i ó n d e e t a p a s . s i n embar~o. zn c a m b i o . m i s m z medida. te trabajo. ¿Se t r a t a b a d e t e o i í a s e m p z r i c o . Desde e s t a b a s e . No o b s t a n t e .no s ó l o 1. d e l a s ciezziss del espíritu: 1 2 " a u ~ ~ o n o s ic si l~t h e v a n e t i e n ? más b i e n c a r á c t e r filosóflcc-trascenlental. es. L a res- según l a c u a l se t r a t a d e una funda- p u e s t a d a d a p o r Imaz. mentación g n o s e o l Ó ~ i c a . insuficiente. . D i l t h e y n o l l e v ó a c a b o u n e f u n d a ~ a n t s c l ó np c i - c o l ó ~ i . l a t e o r í a d e l a compren- E l estatuto filosófico o e ambos t i p o s d e f u n d a m e n t a c i ó n n o q u e d a b a . y tam?occi u n a f u n d a s e n t e c i ó n h e r r n e n é u t i c a . . l a fundamontación tornaría más b i e n como b a s e l a h e r m e n é u t i c a . sión de objetivaciones espirituales. d e a c u e r d o con SegGn l a t e s i s q u e m a n t i e n e e l p r e s e n - l o tiicho hasta ahora.2 DO: v está constituida l a t e o r í a i ~ zlo n ~ c i m l ~ n t os .z . lss c i e n c i a s humanas r e p o s a r í a n s o b r e una base ernpirica. por 12 y on teoria de la intvracción práctico- s o c i a l d e l hombre con s u e n t o r n o . En aclarado.mismo e l a b o r ó . l o s ca- p í t u l o s s e x t o y s é p t i m o d e l p r e s e n t e t r a b a j o t r a t a n d e mos- t r a r e l l u g a r p r o p i o y l a s r e l a c i o n e s q u e v i n c u l a n e n t r e si .

c o n s t i t u y e l a fundamentación completa d e l conocimiento c i e n t í f i c o . desd e l a perspectiva proporcionada por l o s capítulos anterio- r e s . E l e s t u d i o d e t a l l a d o d e l a ú l t i m a década de l a producc i ó n d i l t h e y a n a r e p r e s e n t a una confirmación d e l a s t e s i s principales del presente trabajo. que e l c a r á c t e r d e c e r t e z a i n m e d i a t a que es p r o p i o d e l a v i v e n c i a ( p e r s p e c t i v a g n o s e o l ó g i c a ) s ó l o puede e n t e n d e r s e e n u n i ó n con s u carácter d e u n i d a d s i g n i f i c a t i v a (perspect i v a filosáfico-vital). además. a l a i d e n t i f i c a c i ó n corriente de l o s conceptos de vida e historia. Sostenemos. Y sometemos a d i s c u s i ó n e l r e p r o - c h e d e o b j e t i w i s m o f o r m u l a d o e n l a s i n t e r p r e t a c i o n e s d e Ha- .l a s nociones fundamentales de autognosis. t e o r í a d e l cono- con l a p r e t e n s i ó n de esclarecer e s t a c u e s t i ó n d e c i s i v a p a r a l a comprensión de l a f i l o s o f í a diltheyana. cimiento. psicología y hermenéutica.e s p i ritual. por ejemplo. y s ó l o en u n i ó n c o n e l l a . L o s c a p í t u l o s o c t a v o y n o v e n o e s t á n d e d i c a d o s a l est u d i o d e l a Última d é c a d a d e l pensamiento d i l t h e y a n o . p o r ejemplo. Defendemos. q u e l a f i l o s o f í a d e l a wida h a d e s e r c o n s i d e r a d a como u n a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c - t i c a d e l hombre con s u e n t o r n o . e l c a r á c t e r t r a s c e n d e n t a l d e l a s n o c i o n e s d e v i v e n c i a y wida. junto con l a y e o - r i a d e l s a b e r n . s a l i m o s con e l l o a l p a s o d e l r e p r o c h e de a h i s t o r i c i d a d f o r m u l a d o c o n t r a c i e r t o s a s p e c t o s d e 1s f i l o s o f f a d e D i l t h e y y n o s oponemos t a m b i é n . p e r s p e c t i v a q u e p e r m i t e d e s c u b r i r a s p e c t o s h a s t a ahor a n o p e r c i b i d o s e n l o s c o n c e p t o s f u n d a m e n t a l e s d e l a s Ú1- timas o b r a s d e n u e s t r o a u t o r . en r e l a c i ó n con e l l o . l a c u a l . flostramos.

AS^ s e r e f l e - el t r a b a - c o n v i r t i é n d a s ~s ó l o e n u n n o m a n t o d e l c o n j u n t o . realizacio bajo 12 dirección de Etirnsnd H u s s e r l . T a l vez. h a c i o c r a d i c a l m ~ n t em o d i f i c a o a e n l a F 0 i n 2 a c t u a l jo. d e l problema como h e n o s s e ñ a l a d o más z r r i b a . regroche que ya f u e formulado en e l e s t u d i o d e LANDGAEBE. E l p r o b l ~ n ad e l a f u n d a m e n i a c i ó n d e l a s c i e n c i a s human a s s e h a l l e profundamente vinculado en Dilthey con cuestionee e i n t e r e s e s i d e o l ó ~ i c o . e l t r a b 2 j o n o h u b i e r a t3mado s u f o r m a ac- . y h e procurado t e n e r en cuenta también esta v i n c u l a c i ó n . I y l a orienta- orientación q u e . o n ~ r i n i t i v ad e l n i s a o .S o s t e n e r n o s . a pesar de todo. y en e s p z c i a l c3n l a c o n f s r a a c i ó n d a 12 u n i d a d y s i n ~ u l a . El cono e n r e l a c i ó n c o n e l p r c ~ b l e m ad e l a " c o n f l g u r a c i Ó n 1 ' . DUES. en e l t r a b a j o l a h i s t o r i z d e s u conce.s o c i a l x i s a r r i b a h~ indicado. a e 1~ ' G e s i a l t u n g ' . de corte ronSntico. c a n e l i d ~ a lL e 1z i n d i v i ~ u e l i d a d . se e s t u d i a .ciÓn 62 s r. . q u e e l p u n t g d e r u F t u r a c o n e l r o m a n t i c i s m o e n l a h i s i o r i o g r a f í a alemana s e h a l l a en D i l t h s y . s i n ~ m b a r g o . d e l a c o n p r e n s i ó ~ . tema d e l e i n t e r a c c i ó n h i s t j r i c o .i d a d de l a ? u r s o n a l i dad hsmana. Un c o r o l a r i o a u z s e o e s p r e n d e i n n e 2 i a t z m ~ n t . e d e l a s t e - sis nznt2nidas en e l presente t r a b a j o e s e l rechazo de l a s o c o r r i d í s l m a i d e n t i f i c a c i ó n de D i l t h o y con una concegción psicológico-intuicionista.c u l t u r a l e shunoaaente s e n t i d a s .b e r n a s y G a d a m ~ r( c e n t r a d s s ambas e n e s t a Ú I t i n a é p o c a S e 1 pensamient3 oiltheyano).

inolvidabl~.t u a l s i n el . Quisiera f i n 2 l m z n t e confocar oce l a E x p e r i e n c i a i n t e l e c t u e l q u e h a c o n s t i t u i d o y c o n s t i t u y e p a r a m í t o d a v ? ~e l ahondsmiento e n l a obra d e D i l t h e y e s realrnentr apasionante y ser.d o l o r o s a ion0 -1iberzdor- mantenimiento y ol posterior a b a n - oe m i p r i m i r a h i p ó t e s i s . .

e s t a p r i m e r a r e f l e x i ó n no t i e n e como p u n t o d e r e f e r e n c i a s u s p r o p i o s t r a b a j o s . vinculado a l a reacción revolucionaria. S i n embargo. Son e s t o s l o s q u e p r o p o r c i o n a n a D i l t h e y l a primera experiencia investigadora. para el calor de l o de l o que c r e c e y se forma p a u l a t i n a m e n t e en l a vida de l o s pueblos. sólo s i n o que s e l l e v a a cabo constantemente e n d i á l o g o con e l pasado i n m e d i a t a m e n t e a n t e r i o r a 61 y con s u p r o p i a época. y a l a d i a l é c t i c a h e g e l i a n a d e l c o n c e p t o e n f r e n t a b a un sentido intuitivo. r i c a e r a t o d a v í a un m o v i m i e n t o v i v o .e l a misma. post- E j e r c i ó una marcada i n f l u e n c i a s o b r e l a . L a s p r i m e r a s r e f l e x i o n e s f i l o s ó f i c a s y metodolÓgicas: d e D i l t h e y s e producen en estrecha r e l a c i ó n con s u s e s t u dios históricos. tradicional.ESTETICA Y DIKAPIICA DE LA HISTORIA CAPITULO PRIMERO. El a m b i e n t e i n t e l e c t u a l de l o s a ñ o s c i n c u e n t a en Alemania se c a r a c t e r i z a por e l d e s c r é d i t o d e l o s grandes s i s t e m a s idealistas. E r a u n movimiento h i s t o r i a - g r á f i c o de cuño romántico. Y e s t e b a g a j e s e ex- p r e s a e n un c o n j u n t o d e c o n s i d e r a c i o n e s f i l o s ó f i c a s q u e t r a t a n de e s c l a r e c e r l o y f o r m u l a r l o conceptualmente. un m e t i c u l a s o e s t u d i o de l o s he- chos h i s t ó r i c o s en s u individualidad y valor propio. especialmente e l heoeliano. h e g e l i a n a de l a h i s t o r i a . La e s c u e l a h i s t ó - oponia a l a f i l o s o f í a que c o n c e b i a e l s e n t i d o d e l acontecer h i s t ó r i c o en el progreso de l a l i b e r t a d y de l a c o n c i e n c i a d. artístico. p a r a e l ' l e n t o f l o r e c e r or- g á n i c o d e l o s fenómenos h i s t ó r i c o s .

concepción diltheyana de l a h i s t o r i o g r a f í a . Y f r e n t e a Hegel. C . en 1859 e s c r i b e : " E s t a configuración ra- c i o n a l d e l mundo ( l a h e g e l i a n a . e n 1859. ) s e m o s t r ó como * i l u s i ó n en l a n a t u r a l e z a y en l a h i s t o r i a ( D j D . Dilthey s e s i t ú a en e l punto de v i s t a de l a escuela h i s t ó r i c a : En l u g a r d e l c o n c e p t o q u e p a s a d e u n a s n a c i o n e s a o t r a s se p r e s e n t a t o d a l a amplit u d d e l a v i d a de l a s naciones.. si b i e n ha- llamos en D i l t h e y desde e l p r i n c i p i o una c l a r a voluntad de afirmación f r e n t e a l romanticismo. f l . no eran siempre claras. Junto a e s t e trasfondo romántico. Las f r o n t e r a s e n t r e este inci- piente neocriticismo y el positivismo. que por entonces se a f i r m a b a con f u o r z a en F r a n c i a y e n I n g l a t e r r a .no e s o t r o que l a p e n e t r a c i ó n mutua d e l a s c i e n c i a s e m p í r i c a s . c o n c e b i r l a r e l i g i ó n germánica o posterior a l a budista " ¿ Q u i é n q u e r r í a aún como u n m o m e n t o a n t e r i o r ( I b i d . clinar. decisivas- D i l t h e y s e s i t ú a -con peculiaridades a l l a d o de e s t o s i n t e n t o s de a s e g u r a r l a cien- t i f i c i d a d de l a f i l o s o f í a . 8 2 ). En l o s d i a r i o s d e l j o v e n D i l t h e y s e r e f l e j a con c l a r i d a d ese d e s c r é d i t o d e l hegelianismo.. t r a época -escribe " E l c a r á c t e r q u e i n f o r m a nues- Dilthey en su d i a r i o . 6 2 ). d e v o l - v i e n d o a l a f i l o s o f í a s u c i e n t i f i c i d a d f r e n t e a l o s ext r a v i o s d e l hegelianismo. q u e c o m e n z a b a a de- e n e l campo p r o p i a m e n t e f i l o s ó f i c o l a s a l t e r n a t i - v a s a l a f i l o s o f í a i d e a l i s t a alemana e s t a b a n r e p r e s e n t a d a s por l o s primeros i n t e n t o s denvolver a Kant ".

propÓsito filosófico . Goethe. S i n embargo. 4 5 ) . n a c i d o s después de l a muerte de Heoel y hacia l o s años sesenta. é s t a s e n un m a r c o c o n c e p t u a l más g e n e r a l . 4 4 . L a f i l o s o f í a n o t i e n e como t a l u n o b j e t o propio. 43.e su generación orientados hacia l a cienciz natural. y. e l f i l ó s o f o n o e s o t r a c o s a que un i n v e s t i g a d o r c i e n tífico " ( XVIII. Eos cuales. 4 2 . d i s t i n t o d e l d e l a s c i e n c i a s .. XVIII.'. s i n t r a z a r c l z r a s l i n e a s de delimitación entre. rodeados por e l materia- l i s m o p o r un l a d o . y d e e s t a c o o p e r a c i ó n d e i n ~ e s t i ~ a c i o n ' el is m i t a d a s e s p e r a b a e l j o v e n D i l t h e y e l a v a n c e p r e s e n t e ae l a f i l o s o f í a . por l a l i b r e y g e n i a l i n t e r p r e t a c i ó n d e l a vicia en S c h o p e n h a u e r . z a r o n c o n una a c t i t u d a n t i r n e t a f i s i c a . c r i t i c i s m o y pos&tivismon. si bien in- s e r t a l a s c u e s t i o n e s p a r t i c u l a r e s t r a t a d a s p o r .y l a filosofía ( D j D . sistema r a c i ó n d e un " - La t a r e a n o será l a ' e l a b o - filosófico.-. ( XVIII. La r e l a c i ó n e n t r e c i e n c i a s e m p í r i c a s y f i l o s o f í a c o n s t i t u y e un a u t é n t i c o L e i t m o t i v e n e l mundo i n t e l e c t u a l d e l j o v e n D i l t h e y . avan- u n i é n d o s e p a r a res- taurar l a f i l o s o f z a c i e n t í f i c a s o b r e e l fundamento d e Kant. 31 j . f e r e n c i a c u a n t i t a t i v a en e l grado de generalización ( c f r . 2 2 . p o r e l teísrno e s p e c u l a t i v o de l o s reaccionarios por otro. 81 ). s i n o más b i e n l a realización de ? investigaciones exactas con. p a r a él. N i s c h señ a l a que en este p u n t o D i l t h e y c o i n c i d í a con l o s pensado- r e s o. 60 ). E n t r e l a s c i e n c i a s y l a filosos i n o s ó l o una di- f í a no e x i s t e una d i s t i n c i ó n t a j a n t e . junto a esta v i s i ó n de l a fi- . AS:. e n t r e ambos.

e l !movimiento alemánw essi sin^.restará a su penetración e n l o s problemas d e l c o n o c i m i e n t o d e l a v i d a y d e l a act u a c i ó n d e l hombre un c a r á c t e r p e c u l i a r d e p e r s i s t e n c i a e n l o s hechos. 60). a s u caracter d e con- En e l l l a m a d o * m o v i m i e n t o a l e m g n n .nto d e r e f e r e n c i a d e s u o b r a . historia. Esta p r e o c u p a c i ó n p r á c t i c a d i s t i n g u e a D i l - they o e l neócriticismo y proporciono a su f i l o s o F í a una r e l a c i ó n fundamental con l o s problemas a e l a acción y de l o s valores. m i e n t r a s que e s c u e l a h i s f o r i c a y n e o c r i t i c i s m o c o n s t i t u y e n s u e n t o r n o i n t e l e c t u a l más i n m e d i a t o . cu- ya importancia en l a actitud c i e n t í f i c a y v i t a l de Dilt h e y no es p o s i b l e d e s t a c a r l o s u f i c i e n t e . s e u n e a h o r a un t e r c e r e l e n e n - t o f u n d a m e n t a l e n e l mundo i n t e l e c t u a l d e l j o v e n D i l t h e y 2 : l a preocupación por l o s problemas de l a acción y a e l a p r i c t i c a humana. tífico. pu.. experimenta Dilthey la relación existente entre la filosofía y l a c o n c e p c i ó n d e l mundo. _ r e p r e s e n t a más b i e n u n s u s . .l o s o f í a como c i e n c i a . c e p c i ó n d e l mundo.) un p e r m a n e n t e A la sensibilidad para la y a un v a g o c i e n c i s m o q u e o s c i l a e n t r e e l neo- criticismo y el positivismo. cien- p e r d u r a r á e n s u o b r a e n f o r m a d e u n a d e c i ' d i d a vo- luntad empírico-científica y . el rasgo positivista. H e g e l . t r a t o c o n s t a n t e . A l mismo'tiempo. G o e t h e . . . D i l t h e y a t i e n d e t a m b i é n a s u r e l a c i ó n con l a s n e c e s i d a d e s humanas. p u e s " t a m b i é n e l e s t u d i o d e l e s p i ~ i t u humano e n s u t e n d e n c i a p r á c t i c a se l l a m a ya f i l o s ó f i c o n ( X V I I I .

En e s t a é p o c a . D i l t h e y e s c r i b e e n s u d i a r i o : "La.E l fundamen- t o d e l f i l o s o f a r son profundas n e c e s i a a d e s d e l a natura- . .. Orígenes y Plotino. Dilthey se e n c u e n t r a *plenamente en s u e l e m e n t o R a l e s t u d i a r " e s t o s sistemas c u a s i r e l i g i o s o s . c u a s i f i l o s Ó f i c o s R ( D ~ D . p r e s e n t a p a r a e l j o v e n D i l t h e y un i n t e r é s e s p e c i a l para e l estudio de l a s relaciones e n t r e l a f i l o s o f í a y l a s n e c e s i d a d e s d e l a v i d a humana. L e y e s y e s q u e m a s .6 4 ) . e n l o s q u e e l t r a b a j o propiamente t e ó r i c o .l a G n o s i s . Clemente d e A l e j a n d r í a . L a t e m p r a n a t a r e a d e u n a " f i l o s o f í a de l a f i l o s o f í a n . m o t i v o s p r e s e n t e e n e s t o s sistemas. . r e l a - c i ó n d e l a f i l o s o f í a con l a r e l i g i ó n e s t á t a n i n s u f i c i e n t e m e n t e d e t e r m i n a d a p o r q u e e l c o n c e p t o mismo d e l a f i l o s o f í a e s t á dado aún s ó l o d e manera f o r m a l . especialmente l o s de F i l ó n de ~ l e j a n d r í a .. T o d o s e s t o s m o t i v o s s e c o m b i n a n d e modo c a r a c t e r í s t i c o cuando. cuasi poéticos. E s t a amal- gama d e .f i l o s ó f i c o no s e ha diferen- c i a d o t o d a v í a con c l a r i d a d Se l o s motivos e s t é t i c o s y religiosos. en s u diario. e n 1859. D i l t h e y p l a n t e a e l p r o b l e m a d e l s u r g i m i e n t o de l a f i l o s o f í a y l a r e l i g i ó n a p a r t i r d e n e c e s i d a d e s d e l a v i d a humana q u e s u p e r a n e l ámbito intelectual. C o n s t i t u y e n c i e r t a m e n t e un ámbito p r i v i l e g i a d o p a r a l a inves'tigaciÓn de las relaciones entre filosofía y religign.1. E s t a s r e f l e x i o n e s s e v i n c u l a n s i n du- d a a s u s t r a b a j o s h i s t ó r i c o s e n t o r n o a l o s s i s t e m a s emanan- tistas de l o s tres primeros s i g l o s .

d e l a s que n o se puede d e c i r e n qué ámbito La i n v e s t i g a c i ó n k a n t i a n a d e l a s c a t e g o r í a s y el i n t e n t o f i c h t e a n o d e deducción de l a s mismas e n c o n t r a r í a n un continuador e n aquél que considere e l movimiento d e l e s p í r i t u h a c i a l a u n i d a d d e l mundo. s i n o d e un primer y oscuro impulso de l a naturaleza'humana. ~ el a s l e y e s e i m p u l s o s p s i c o l Ó g i c o s d e l o s q u e surgen igualmente el a r t e . ~p a r t i r d e a h í n o l l e g a a l e s c e p t i c i s m o .l e z a humana. e n t e n d i d a en l a forma c i t a d a .) Una n u e v a c r í t i c a d e l a r a z ó n d e b e p a r t i r : l ) . ~ e b e a n a l i z a r l o s s i s t e m a s como p r o d u c t o s n a t u r a l e s . (. como c r i s t a l i z a c i o n e s c u y a f o r m a p r i m i t i v a s o n e s q u e m a s . 2 ) . h a c i a l a homogeneidad d e l f i n originalmente puesto. l a religión y l a ciencia.d e l a Razón Pura. n i p r o c e d e n d e e l l a . que son si se l a s c o n s i d e r a c o r r e c - t a m e n t e como m o v i m i e n t o i n t e r n o d e l e s p í r i t u . como l o s m o v i m i e n t o s d e l mismo q u e c o n s t i t u y e n l a e s e n c i a d e l a r a z ó n h u m a n a . s i n o que t i e n e en a q u e l l a s formas de acción n e c e s a r i a s y g e n e r a l e s d e l e s p í r i t u humano l a b a s e d e s d e l a q u e h a y q u e t r a t a r es- .. 3 ) . caen. h a c i a l a n e c e s i d a d d e l a c o n t e c e r e x t e r n o e i n t e r n o . etc. incluso l o aportado a priori. n o como f o r - mas i n t e l e c t u a l e s p r e s e n t e s e n é l . -cosas que no t i e n e n en absolu- t o u n a n e c e s i d a d l ó g i c a . Las categorías constituyen el f r u c t í f e r o centro de l a Crítica.. quemas que s e s i g u e n de a q u e l l o s r a s g o s b á s i c o s e n u n c i a dos en 1). una f i l o s o f í a d e l a f i l o s o f í a c o n t i n u a r í a d i g n a m e n t e l a emp r e s a d e Kant.

c r e a d o r a . E s t a reformulación i m p l i c a ya l a oposición a l i n t e l e c tualismo. s e r á n e c e s a r i o proceder a d i s t i n g u i r l o s a n a l í t i c a m e n t e p a r a l o g r a r u n a a d e c u a d a comp r e n s i ó n d e l o s mismos y d e s u r e l a c i ó n c o n l o s d i s t i n t o s problemas f i l o s Ó f i c o s y metodolÓgicos que se nos present a n en esta etapa juvenil d e Dilthey. Y se p r e t e n d e q u e t a l e s l e y e s e i m p u l s o s . La confluencia de motivos y conceptos en esta extensa c i t a d e D i l t h e y es t a l q u e . flnrnovimiento i n t e r n o d e l e s p í r i t u n h a d e c o n c e b i r s e e n términos d e " l e y e s e impuls o s psico16gicosn a b i e r t o s a l conocimiento empírico. 8 0 ) . este p l a n t e a m i e n t o se r e f o r m u l a inmediata- mente desde l a noción romántica de una s u b j e t i v i d a d productiva.c i e n t í f i c a m e n t e t o d a ' p e r c e p c i ó n s e n s i b l e n + ( D ~ o .7 9 . Podemos a p r e c i a r e n p r i m e r l u g a r e l momento c r i t i c i s - ta: se t r a t a d e c o n t i n u a r "la i n v e s t i g a c i ó n k a n t i a n a d e l a s categorías y e l i n t e n t o fichteano d e deducción de l a s bI mismas. L a s c a t e g o r í a s s u r o e n d e un " p r i m e r y o s c u r o i m p u l s o d e l a n a t u r a l e z a humanan y s o n e n t e n d i d a s como n m o v í m i e n t o s i n t e r n o s d e l e s p í r i t u n n o como u f o r m a s intelectualesn. S i n embargo. e l problema d e l a s c a t e g o r í a s se l l e - va al terreno empírico-causal. . A l mismo t i e m p o . como " f o r m a s d e a c c i ó n n e c e s a r i a s y g e n e r a l e s d e l e s p í r i t u humanon p e r m i t a n t r a t a r científicamente toda' percepción sensible. a l a i d e a d e " s u j e t o c o g n o s c e n t e n como f u n d a m e n t o d e l c o n o c i m i e n t o humano.

a s í como e l m o v i m i e n t o h a c i a 12 s i g n i f i c a t i v i d a d . se h a l l a en l a b a s ~d o 1 z e c t r u c t u r a c i ó n d e e l e m e n i o s o i v e r s o c e n u n todo o sistema. vereos son l o s sistemas. se h a l l a n p r e s e n t e s por d o q u i e r e n e l e s p í r i t u humano a l o l a r o c Constituyen. etc. Así.c a u s a l . De e s t o s d o s a s p e c t o ' s s e d e r i v a n d o s p r i n c i p i o s d i s tintos. estrecha. CE como e n l a c o n c e p c i ó n k a n t i a n a . pues. 12 c o n c e b i d a s como l ' m o v i r n i e n t o i n t e r - exoresable mediante "leyes e impulsos psi- c o l ó g i c o s ~ . a n t e l a h i s t o r i a d e l pensamiento. que r e c i b e e s t a doble r o m á n t i c a p e n ~ í r i c o .p r o c u c i a ~ p r e c i s a n r n t ~p o r s u v i n - c u l a c i ó n a l a dinamicicad e s ~ i r i t u a l . c o n s t i t u y e n " f o r m a s d e a c c i ó n n e c e s a r i a s y genErales del espíritu". e t c . se n o s p r e s e n t a reformulación. c u y o d e s a r r o l l o . es d e c i r . no- p o r m i s que l a r e l e c i ó n e n t r e ambas s e a Las categorías. e n e l programa j u v e n i l de unz "nueva c r í t i c a . como de l o s sistemas r r l i g i o s o s y filosóficos.. . cuy2 " c r i s t e l i z a c i ó n " . que l l e v a n a t a r e a s d i f e r e n t e s . sintéticos: munoo.. e s siem- como d i - En m e d i o d e ~ s t da i v e r s i d a d p u ~ d e h a l l a r s e c i e r t o número d ~ f o r m a s b á s i c a s d i s t i n t a s ( e s q u e mas). p r e e l mismo. su historia. no d e l e s p í r i t u " . un n u e v o e l e m e n t o a d i s t i n g u i r : "forme p r i m i t i v a " l a n o c i ó n d e I 1 e s q u e m a n .J u n t c a l a noción oe categoria. genera l o s diversos sistemas. l a unidad. e l modo d e s u r e e l i z a c i ó n v a r í a : l a unidad puede buscarse y e s t r u c t u r a r s e por a i v e r s a s v í a s . d e l a rszÓnu se combinan i n e x t r i c a b l e m e n t e . Ahora b i e n . E s i m p o r t a n t e d i s t i n o u i r l a noción de esquema de ción de categoría. l a necesidad. orincioioc e l movimiento d e l e s p í r i t u h a c i a l a unidad d e l hacia l a necesidad d e l kcontzcer.

taciones qenerales. 2. a t r a v é s de l a formación de l a T i e r r a .. R i t t e r . Constituyen precedentes d e l posterior concepto diltheyano de "tipon. Humboldt.Principio estético-formal e interacción dinámica Estudiaremos en el presente apartado l a tensión. e n t r e ambos p r i n c i p i o s .El c a r á c t e r d e l a n o c i ó n d e esquema en D i l t h e y y el contexto histórico-intelectual e n e l q u e s e m u e v e re- s u l t a n con c l a r i d a d d e l s i o u i e n t e p a s a j e d e l a "Vida d e Schleiermacher". En l o s i n t e n t o s d e r e s o l u c i ó n d e l a m i s - ma s e a r t i c u l a n y a l o s n i f i c l e o s c e n t r a l e s d e l a r e f l e x i ó n f i l o s ó f i c a de Dilthey. r e f e r i d o a 1s o b r a d e G o e t h e e n c u a n t o modelode una t e n d e n c i a de i n v e s t i g a c i ó n que a b a r c a tambien a Winckelmann. etc.e x p l i c a t i v o . aunque son efectivamente represen- se d i s t i n q u e n con c l a r i d a d d e l a qene- ralidad abstracta de l a ley: encuentran su sentido en el contexto de una l í n e a de investigación opuesta a l a explicación causzl y dirigida a l a intuición de l o singular e irrepetible.La noción d e esquema.d o s p r i n c i p i o s d e i n t e r p r e t a c i ó n h i s t ó r i c a que t r a t a r e m o s d e 'separar con f i n e s a n a l í t i c o s : el principio estético-for- mal y e l p r i n c i p i o d i n á m i c o . l a distribución geográfica de l o s .Z. . Ahora b i e n . H e r d e r .: "Desde l a posición de l o s cuerpos celestes e n t r e sí.1. L o s e s q u e m a s h a n d e e n t e n d e r s e como r e p r e s e n t a c i o n e s g e n e r a l e s que e x p r e s a n c o n f i g u r a c i o n e s i d e a l e s t í p i c a s .

d a s ó l o una vez. q u e s e b a s t a a s í mismo. parte. r r e n o metodológico.t e - l a oposición de dos principios. T o d o e s t e mundo o e l a i n t u i c i ó n p e r t e n e c e a l a i n v e s t i qación científica. Tal oposición . A e s t a Última s e v i n c u l a p r e c i s a m e n t e l a n o c i ó n d e esquema. En o t r o l u g a r .De n u e v o . e l c o n o cimiento de las l e y e s . a l p r e s c i n d i r de l a s d i f e r e n c i a s que son p a r a n o s o t r o s in- s i g n i f i c a n t e s . 124). d i v i d u a l i d a d d e c a d a hombre. u n e r r o r c o m p r e n s i b l e e n un M i l 1 o un Buckle. t k o s l o s alemanes. como l a s Ú n i c a s v a l i o s a s . A estas v a l i o s a s i n t u i c i o n e s s i n q u l a r e s se v i n c u l a n l u e g o las representaciones q e n e r a l e s (esquemas) e n l o s que. s i n embargo. e n el. a l g o que permanece i n v e r i a b l e e n e l cambio d e l o s fenómenos y que. formamos i n t u i c i o n e s que marcan. e n t r e noso- se h a l l a r e f u t a d o d e antemano p o r l a d i - r e c c i ó n s e g u i o a p o r muchas i n v e s t i g a c i o n e s alemanas d e alt u r a * ( X I I I / ~ .seres vivos en ella. D i l t h e y s e r e f i e r e a e l l a como " l a o p o s i c i ó n e n t r e e l pensamiento que a s p i r a a l e y e s y e l que a s p i r a a una imaqen c o n c e p t u a l u n i t a r i a n ( D ~ D . p e r o que. h a s t a l l e g a r a l a in- e x i s t e un i n t e r é s c i e n t í f i c o p o r l a a p r e h e n s i ó n de l o que se d e l o incomparable y comprensible por sí mismo. con l í n e a s s e n c i l l a s . hallamos. pues.2 0 0 ) . l a a r t i c u l a c i ó n s o c i a l y l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c a a e l a s g e n e r a c i o n e s humanas. no e x i s t e en ninguna T a l e s esquemas e r a n l a s formas morfológicas b á s i c a s que Goethe t r a t ó d e e s t a b l e c e r . C o n s t i t u y e un e r r o r d e q r a v e s consecuen- c i a s c o n s i d e r a r n u e s t r a s v i s i o n e s más a b s t r a c t a s .

p o s i b l e comprender a p a r t i r de l a p r o p i a capacidad estética d e l hombre. t i p o determinado. . en e s t e nivel. este punto de v i s t a . ción f i n i t a de l o infinito. E l h o m b r e . Goethe q u e de- b í a a p r e h e n d e r l a e v o l u c i ó n d e l o s s e r e s n a t u r a l e s como una serie de transformaciones (metamorfosis) a p a r t i r de u n a i m a g e n o r i g i n a r i a o p r o t o t i p o ( ~ r b i l d )c o m p l e j o . que i n c l u í a e n sí t o d a s l a s p o s i b i l i d a d e s d e v a r i a c i ó n d e l o s seres f i n i t o s . apelaba a una i n t u i c i ó n estética de l a naturaleza. a l a que e n c o n t r á b a n o s en l a f o r m u l a c i ó n d e l a t a r e a d e una "nueva c r i t i c a d e l a razónn. n o e s un ser s e p a r a - d o d e l r e s t o d e l a n a t u r a l e z a . q u e n o s o t r o s h e m o s l l a m a d o es- es p r e c i s o v i n c u l a r l o . y e n é l l a n a t u r a l e z a se goza a sí m i s m a . con l a f i l o s o f í a En s u i n t e r p r e t a c i ó n d e l a s f o r - opuesta a l mecanicismo newtoniano. ~ o sru ? a r t e . ciente de sí misma. L o s s e r e s i n d i v i d u a l e s se c o n c i b e n . siguiendo la clave que n o s p r o p o r c i o n a e l t e x t o a n t e r i o r . se h a c e cons- En e s t a c o n c e p c i ó n s e d e j a n o t a r e l viejo principio panteista de l a correspondencia entre el macrocosmos y e l microcosmos. P a r a e n t e n d e r a d e c u a d a m e n t e e l o r i g e n y a l c a n c e d e es- t e p r i n c i p i o metodolÓgico. . E l hombre es u n a r e p r e s e n t a - Retrocediendo e n e s t e camino h a l l a r e m o s l a n o c i ó n l e i b n i z i a n a d e m ó n a d a como r e f l e j o d e l 3 universo. mas n a t u r a l e s . desde como v a r i a c i o n e s m e t a m ó r f i c a s d e u n L a n a t u r a l e z a e s c o n c e b i d a a s í como un como u n a r t i s t a c u y a o b r a e s organismo creador de formas. goethiana de l a naturaleza.s i n o s ó l o l a v a r i a c i ó n más e l e v a d a en l a metamorfosis que a f e c t a a t o d a l a naturaleza.corresponde. tético-formal.

E l romanticismo recogió esta concepción estético-orgán i c a de l a naturaleza. La concepción d i l t h e y a n a d e l acontecer h i s t ó r i c o y de s u c o n o c i m i e n t o c o n t i e n e mucho m á s q u e e s t o . Atendamos a l s i g u i e n t e p a s a j e . l a p r e p o n d e r a n c i a d e l p r i n c i p i o d e l a forma y s u d e s a r r o l l o i n t e r i o r . Recorde- mos q u e l o s s i s t e m a s s e c o n c e b í a n como * p r o d u c t o s n a t u r a l e s . como c r i s t a l i z a c i o n e s c u y a f o r m a p r i m i t i v a s o n e s q u e m a s v . i n c l u s o po- f o r m a s b á s i c a s w ( D ~ D . La hermenéutica d e Schleirrmacher m a n t i e n e . En l a s p r i n c i - p a l e s c o n c e p c i o n e s d e l mundo e s e l e s q u e m a l o q u e l a l e y e n l a f o r m a c i ó n d e l o s c u e r p o s (como p a r a l a s p l a n t a s l a formación de c é l u l a s ) .. bres elementos. .aciÓn puede c o n s t a t a r s e con c l a r i d a d : donde nComo u n a m e l o d í a c o n s t a d e u n o o más m o v i m i e n t o s t o n a l e s o r i g i n a l e s . E s t e b r e v e e x c u r s h n o s p e r m i t i r á m o s t r a r q u e e n l a noc i ó n d i l t h e y a n a d e esquema y e n l a t a r e a d e un2 c l a s i f i c a c i ó n d e l o s s i s t e m a s a p a r t i r d e f o r m a s p r i m i t i v a s s e cont i e n e n e l e m e n t o s y a c t i t u d e s q u e se r e m o n t a n a e s e c o n t e x t o histórico-cultural.Pues l a r i q u e z a d e l u n i v e r s o s u r g e median- t e i n f i n i t a s diversidades a p a r t i r de simples. y l a i n t u i c i ó n como l a f a c u l t a d a p r o p i a d a p a r a s u a p r e h e n sión. como v e r e m o s .. También l a e s c u e l a h i s - t ó r i c a romántica trasladó a. 89). e s t a rel. l o que l a i d e a musical fundamental p a r a l a melodía. leyes. . como u n c r i s t a l c o n s t a d e u n a o más f o r m a s d e d i s p o s i c i ó n de l a materia. l a h i s t o r i a e l principio d e l d e s a r r o l l o orgánico y gradual de l a s formas h i s t ó r i c a s . l o mismo o c u r r e e n u n s i s t e m a . como v e r e m o s .

a " c o n s t r u i r a l hombre a p . l a f i l o s o f í a g o e t h i a n a d e l a n a t u r a l e z a n o po- d í a ser a c e p t a d a p o r D i l t h e y . en s u lección inau- gural en l a Universidad d e Basel. nente.tendencia que s e mantiene h a s t a e l f i n a l de s u v i d a e n l a t i p o l o g i a d e l a s c o n c e p c i o n e s d e l mundo. es necesario reconocer l a existenciaen l a obra de Dilthey d e una t e n d e n c i a gnoseolÓgica r e l a c i o n a d a con e s t a r a í z goethiano-romántica. se d e r i v a tambien d e e s t a a c t i t u d gnoseológica l a tondencia. l a a f i r m a c i ó n d e l o s d ~ r e c h o sd e l a i n t u i c i ó n . una t e n d e n c i a h a c i a l a p&ensiÓn in- t u i t i v a de l a s formas e s p i r i t u a l e s y s u d e s a r r o l l o i n t e r no. e l cual. C o n s t i t u y e n un c l a r o t e s t i m o n i o de e s t a tenden- c i a l a i m p o r t a n c i a que a d q u i e r e n e n su o b r a l o s métodos comparados. e n 1860: "Las i d e a s d u l núcleo que r e m a t a u m t o t a l i d a d . de origen goethiano. reconoce l a validez de l a t e o r i a k a n t i a n a d e l conocimiento por l o que r e s p e c t a a l a imposibilidad de l a intuición intelectual. E l p r o p i o D i l t h e y s e ñ a l a e n s u d i a r i o . e l p r o y e c t o d e u n a c i e n c i a c o m p a r a d a d e l hom- l a tendencia hacia l a c l a s i f i c a c i ó n t i p o l ó g i c a de l o s fenómznos e s p i r i t u a i e s e n o r d e n a e n c o n t r a r esquemas cada vez m i s sirnples. d e l c r e c i m i e n t o inma- d e l f l o r e c i m i e n t o d e t o d a forma y s u agostamiento s u b s i g u i e n t e s o n esquemas i n e v i t a b l e s d e n u e s t r a cosrnovisiÓnn (DjD. a r t i r d e 5 l o s materiales d e l e d i f i c i o entero de l a naturalezan . del sentido a r t í s t i c o p a r a l a forma y s u transformación. bre. Concretamente. a s í como h a c i a l a c l a s i f i c a c i ó n d e e s t a s f o r m a s 4 .y s e h a depurado i g u a l m e n t e d e c i e r t o s s u p u e s t o s . S i n embargo. f i nalmente. . 121).

e s t a d o b l e t a r e a n o s e p r e s e n t a s ó l o e n l a s c i e n c i a s humanas. junto a esta tendencia d e s t a c a Rodi l a p r e s e n c i a d e l a d i r e c c i ó n hermenéutica h a c i a l a aprehensión de l a v i t a l i o a d y significado singu- lar de una determinada obra.p a r a l a v i s i ó n d e l o i n d i v i d u a l como u n a t o t a l i d a d Ú n i c a y n o como u n s i m p l e c a s o d e l e y e s g e n e r a l e s . p a r a quien l a "comprensión" t u a l i n c l u y e s i e m p r e un momento a r t í s t i c o . ' ad5- vinatorio. P a r a 61. A p r e h e n s i ó n d e l a i n d i v i d u a l i d a d y ex- p l i c a c i ó n a p a r e c e n como t a r e a s c a s i e s q u i z o i d e m e n t e s e p a r a d a s en e l joven Dilthey. 7 r e l a c i o n á n d o l a con de l a explica- . "generalizador". contrario. de l o espiri- i n t u i t i v o . La i n d i v i d u a l i d a d no e s nunca plunamente comprensible desde las uniformidades.r e e n e l c o n j u n t o d e l a o b r a d e D i l t h e y l a t e n d e n c i a morfológica especialmente en l a estética. c i ó n d e obras d e arten causal-genético. D i l t h e y -y S i n embargo. las expresiones son equívocas en rela- En l a g é n e s i s d e l a f i l o s o f í a d e en l a S é n e s i s d e l a t e n d e n c i a morfológica en l a f i l o s o f í a n a t u r a l d e Goethe- el principio estético-formal n o s e v i n c u l a p r e c i s a m e n t e a l a g e n e r a l i z a c i ó n y a l estab l e c i m i e n t o de conexiones c a u s a l e s . s i n o también en .i e. . s i n o más b i e n a s u a l a aprehensión de l a individualidad en l a i n t u i c i ó n ( d e s d e e l " i n d i v i d u o Tierra" e n a d e l a n t e ) . un "método g e n e r a l i z a d o r . "causal-gen6ticon c i ó n con l a morfología. R o d i h a s e ñ a l a d o c o n c l a r i d a d l a i m p o r t a n c i a q u e adq u . son también en la rasgos relacionados c o n e s t a tendencia o b r a d e D i l t h e y .

d e l a t o t a l i d a d cósmica. 1 9 7 ) . e n cam- a t r i b u y e a l rasgo rnorfolÓgico en D i l t h e y t a n t o l a ten- d e n c i a a l a explicación g e n é t i c a (comprensión de l o indiv i d u a l como r e p r e s e n t a c i ó n d e u n a f o r m a b á s i c a ) como l a . conocimiento causal. l a s formas de e s t e todo. p l e n o d e s e n t i d o . Por e l l o l a i n t u i c i ó n de e l e s t " d i o m o r f o l ó g i c o e n e l sen- t i d o más a m p l i o s i q u e s i e n d o u n a t a r e a q u e e n t a d o momento c o n s e r v a s u v a l o r j u n t o a l a e x p l i c a c i ó n n ( X V I I I . A l c o m p r e n d e r l a i n d i v i d u a l i d a d como r e a l i z a c i ó n Ú n i c a d e un e s q u e m a o t i p o f u n d a m e n t a l . que s ó l o se r e v e l a n a l e s p í r i t u con- templativo d e l poeta y e l pensador" t e r i o d e l mundo. Rodi.es l a individuali- indivisible e indisoluble" (Ibid. n o como un c a s o d e u n a l e y g e n e r a l . l a morfología afirma l a irreductibilidad de aquélla a éste: al c o n c e b i r l o f i n i t o como r e p r e s e n t a c i ó n d e l o i n f i n i t o . los r o m á n t i c o s l o c o n s i d e r a b a n como u n a t o t a l i d a d Ú n i c a e i r r e petible. dad. . Pos i t i v i s m o y tendencia individualizadora romántica s e repart e n e l ámbito de l a aprehensiónde diaciones n i transiciones: "A l o r e a l s i n a p e n a s me- p a r t i r de l a s propiedades de l a s p a r t í c u l a s r e s u l t a el t e j i d o de l a s uniformidades. Pero é s t e e s s ó l o un a s p e c t o e n e l c a r á c t e r . misterios para el (XVIII. bio. al c u a l pertenecen también preci- samente l a individualidad y l a bellezz.6 9 ) .l a s ciencias de l a naturaleza. La r e l a c i ó n en que s e h a l l a l o i n d i v i d u a l con l o g e n e r a l o e n t r o de l a t e n d e n c i a morfolÓgica e s completamente d i s t i n t a d e l a rel a c i ó n e x i s t e n t e e n t r e ambos d e n t r o d e l a c o n c e p c i ó n generalizadora-causal. "El mis- expresado positivamente. 196).

2. c o n c e b i d o s como f o r m a s p r i m i t i v a s . d e s a r r o l l o s cuasi-monádicoc este punto. l a c u a l descansa. en l o s a n á l i s i s juveniles d e Dilthey. en en e l c o n c e p t o d e l o r n o r f o l Ó g i c o . Tampo- c o d i s t i n g u e e n t r e g e n e r a l i z a c i ó n t i p o l ó g i c a (en l a que e l t i p o nunca p i e r d e s u a s p e c t o de conexión c u a l i t a t i v a s i g n i ficativa. d e "imagen c o n c e p t u a l u n i t a r i a n ) y g e n e r a l i z a c i ó n l e g a l i f o r m e ( e n l a que domina e l a s p e c t o c u a n t i t a t i v o o cuantificable).. junto a l a tendencia morfológica. s i n embargo. lo e l a n á l i s i s de Rodi. un s e g u n d o p r i n c i p i o d e comprensión h i s t ó r i c a : e l principio de l a explicación. E l rasgo e s t é t i c o en l a hermenéutica de Schleiermacher. 693). a t i e n d e . En c a m b i o . ce. e l d e s a r r o l l o h i s t ó r i c o amenaza con- v e r t i r s e e n un c o n j u n t o d e s e r i e s d e t r a n s f o r m a c i ó n . En s e i n s e r t a l a c r i t i c a de D i l t h e y . apare- y en combinación. Dilthey hará v a l e r este p r i n c i p i o dinámico causal f r e n t e a l a hermenéutica Se Schleiermacher. c u a l i n t r o d u c e e n e l mismo una ambigüedad d e p r i n c i p i o . para D i l t h e y . en l u g a r d e a l a s formas. que a l a s fuerzas presentes en e l d e s a r r o l l o h i s t ó r i c o y a l a s l e y e s que l a s rigen. . de a p a r t i r d e d i c h a s f o r m a s . p r e c i s a m e n t e "en e l p r i n c i p i o d e l a c l a s i f i c a c i ó n f r e n t e al de l a explicaciónn (xIv/~.2. D e s d e e l p u n t o d e v i s t a d e l o s e s q u e m a s . a veces inextricable. Individualidad y hermenéutica.t e n d e n c i a a l a e x p l i c a c i ó n c a u s a l (comprensión de l o iad i v i d u a l como c a s o d e u n a l e y o p r o p o s i c i 6 n g e n e r a l ) . c o n e l l a . . Ambos t i p o s d e g e n e r a l i z a c i ó n s e u n e n .

e n B e r l í n . 70). y Wolf. Schiller.a l a hermenéutica de Schleiermacher. . To- d ~ l sa s c u e s t i o n e s q u e s e r e f i e r e n a l m é t o d o d e l a v i s i ó n h i s t ó r i c a t i e n e n p a r a m í un g r a n a t r a c t i v o . Goethe. macher.e s c r i b e D i l t h e y a s u hermano- ONi c o n s i s t e e n ex- p o n e r l a i r r u p c i ó n a e l a f o r m a 80 v i s i ó n f i l o l ó g i c o . después de l a En 1 8 5 9 c o m u n i c a D i l t h e y a s u hermano K a r l s u p r e t e n s i ó n de c o n c u r r i r a l p r e m i o d e l a F u n d a c i ó n S c h l e i e r r n a c h e r . Humboldt. que comienza con e l latón d e S c h l e i e r m a c h e r y e x p l i - c a r l a e n c o n e x i ó n c o n l a c o n c e p c i ó n d e S c h 1 e g e l . lling. Kant. y e n e s t e pun- t o s e vinculan con m i l a r g a ocupación en Schleiermachern ( D ~ D . L a h e r m e n é u t i c a d e S c h l e i ~ r m a c h e rh a d e e n t e n d e r s e e n r e l a c i ó n c o n " e l g r a n m o v i m i e n t o q u e t r a n s f o r m ó p o r comp l e t o t o d a l a c i e n c i a h i s t ó r i c a y a l que e s a obradebe s u origen. Fichte. P a r a comprender l a posición de Dilthey en torno a l o s problemas d e l a c o n t e c ~ r h i s t ó r i c o y de s u comprensión es n e c e s a r i c r e c u r r i r a s u n P r e i s s c h r i f t n a c e r c a d e l a h e r m e n é u t i c a d e C c h l e i e r m a c h e r8 En 1 8 5 3 . p o r c u y a t e n d e n c i a n o s vemos a ú n hoy l l e v a d o s n ( X I V6/8Z 9 ) .h i s t ó ríca. l z c u a l h a b í a p r o p u e s t o como t e m a d e t r a b a j o RLa s i g n i f i c a c i ó n d e l a h e r m e n é u t i c a d e Schleiermacher e n s u r e l a c i ó n con l o s i n t e n t o s a n t e r i o r e s n . L a o b r a d e H e r d a r . ocupó. o b r a póstuma. .. conoce D i l t h e y a Ludwig J o n a s . no de Schleiermacher. muerte de éste. a l joven Dilthey. yer- encargado por éste d e l cuidado de su La p u b l i c a c i ó n d e l a c o r r e s p o n d e n c i a d e 5 h l e i e r que J o n a s h a b í a comenzado. representa el gran contexto Cche- .

l a humanidad s e l e p r e s e n t a a l o mismo q u e l a n a t u r a l e z a e n Goethe.i n t e l e c t u a l d e l que l a o b r a d e Schleiermacher c o n s t i t u y e u n momento.6 6 4 ) . el idealismo subjetivo de Fichte. l a no- c i ó n s c h i l l e r i a n a d e l h o m b r e i d e a l p r e s e n t e e n c a d a hombre individual. atenderem o s a q u í más b i e n a l o s z s p e c t o s n e t ~ d o l ó ~ i c oc se n t r a l e s q u e s e d e r i v a n d~ 6 1 e n l a h e r m e n é u t i c a d e S c h l e i e r m a c h e r . c o n s t i t u y e n a s p e c t o s de e s t a g r a n c o n e x i ó n i n t e l e c t u a l en l a que l a idea ético-estética central. a connotaciones axio- S i n embargo. " C a d a h o m b r e r e p r e s e n t a a s u p r o p i o modo l a h u m a n i o a d n . . a f i r m a S c h l e i e r m a c h e r e n l o s " ~ o n Ó l o g o s ' L~a i n d i v i d u a l i d a d es una r e p r e s e n t a c i ó n f i n i t a d e l a i a e a d e humanidad. h u m a n a y s u r e l a c i ó n con 12 humanidad. puesto que nos referiremos expresamente a e s t e punto en e l ~ i g & + capítulo.como u n a r t i s t a q u e p l a s m a i n f i n i t a s f o r m a s ( c f r . que i m - p l i c a l a n o c i ó n a x i o l ó g i c a d e l i n d i v i d u o como f i n e n s í mismo y l a e x i g e n c i a d e s u a u t o d e t e r m i n a c i ó n . l ó g i c a s semejantes. La c o n s i d e r a c i ó n e s t é t i c a desempe- ñ a a q u í un i m p o r t a n t e p a p e l : Schleiermacher. ~ 1 ~ / 2 . l a tendencia morfol6gica. de i n d i v i d u a l i d a d desempeña un p a p e l E s i m p o r t a n t e s e ñ a l a r que l o q u e hemos l l a m d o e l principio estético-formal. a l a c u a l s e l l e g a m e d i a n t e l a i n t u i c i ó n d e l p r o p i o yo y d e l a s o t r a s individualidades. La v i s i ó n g o e t h i a n a d e l a i n d i v i d u a l i d a d e n s u r e l a c i ó n con e l t o d o o r g á n i c o d e l a n a t u r a l e z a .se en Dilthey. L o s p r i n c i p i o s m e t Ó d i c o s de s u h e r m e n é u t i c a no s o n i n d e p e n d i e n t e s d e s u p u e s t o s f i l o s Ó f i c o s g e n e r a l e s acerEa d e l v a l o r d e l a i n d i v i d u a l i d a d . h a l l a tambien vinculado.

"La i n t u i c i ó n e s t . a l l í donde l l e g a a su p l e n i t u d en una idea especulativa o religiosz. " S ó l o s e p u e d e d e c i r q u e s e c o m p r e n d e u n a o b r a . Com- c o n c e b i d 2 como u n a t o t a l i d a d i n d i v i d u a l . prender una obra. como un s e r o r - gánico s e desarrolla l a inaividualidad a p a r t i r del núcleo d e e s t a i d e a n ( x I v / ~ . l a c r e a c i ó n d e u n a o b r a s e c o n c i b e i g u a l m e n t e como u n p r o c e s o de d s s a r r o l l o oroánico a p a r t i r d e l núcleo. de s u forma. de reproducir e l proceso de producción. 666-7). que a t i e n d e a l a forma. En e l t e r r e n o d e l a p r o d u c c i ó n d e o b r a s e s p i r i t u a l e s . implica reconstruir el proceso de su producción a p a r t i r d e l a i n t u i c i ó n e s t é t i c a d e s u c o n f i g u r a c i ó n . 12 aspira a ver l a tota- m i s m a l e y s e g ú n l a c u a l en involuntariamente y mediante una e s p e c i e de i m - p u l s o i n h e r e n t e que s e d e s p l i e g a . formador. parecen formarse f i g u r a s y f o r m a s n ( X I V / Z . no d i r i g i d o Esta consideración estética. E l mundo s e l e p r e s e n t a como a n i mado p o r u n p o d e r i n t e r n o p l a s m a t i v o . Todo a q u í e s a r t i c u l a c i ó n . cuando s e puede r e c o n s t r u i r e l camino y l a c o n s t r u c c i ó n d e s u s miembros" (XIV/Z. 6 6 5 ) .é t i c a . Se trata. del i m p u l s o i n h e r e n t e q u e a c t ú a e n e l p r o c e s o d e c r e a c i ó n como una unidad inconscientemente creadora. " E l g r a n poder a r t í s t i c o . l a i d e a d e l a humanioad m i s m a a p a r e c e e n e s t e n ú c l e o í n t i m o d e l hombre i n d i v i d u a l en una de sus innumerables modificaciones. pues. un e s p í r i tu. comporta igualmente l a noción de l a producción de e s t a s formas en una e s p e c i e de d e s a r r o l l o orgánico. configuraoora. 672). por una l e y trascendente. l i d a d d e l mundo c o n f i g u r a d a p o r e l l a misma.

Una o b r a i m p l i c a s i e m p r e u n a d e t e r m i n a d a c o m b i n a c i ó n d e ambos aspectos: l o idéntico. y l o peculiar. q u e se r e s u e l v e e n u n s i s t e m a d e conceptos contenido en e l lenguaje. de l a que surge l a t o t a l i d a d d e l a obra como d e u n n Ú c l e o . P a r a F i e d r i c h S c h l e g e l *se llama f o r m a a q u e l l o q u e e x p r e s a e l e s p í r i t u d e l a t o t a l i d a d mediante una p e c u l i a r forma d e v i n c u l a c i ó n d e l o particularn9. esto es. 775). g e n é t i c a m e n t e n (XIV/Z.de p a r t e s en e l todo. Mien- t r a s l a primera concibe l a obra en s u r e l a c i ó n con e l lenguaje. e n t r e l o u n i v e r s a l h u m a n o y l o i n d i v i d u a l . Am- bos aspectos de l a interpretación s e necesitan recíprocamente. l a t a r e a d e l a i n t e r p r e t a c i ó n c o n s i s t e precisamente en l a mediación e n t r e l o i d é n t i c o y l o peculiar. l a vinculación de l a s partesm l a totalidad. si bien . l a obra. forma. y apuntan hacia l a nivelación de l a oposición entre l o idéntico y l o peculiar. que expresa s u forma i n t e r n a . Sobre e s t a oposición descansa l a d i s t i n c i ó n e n t r e l a interpretación gramatical y l a interpretación psicológica. S i l a i n d i v i d u a l i d a d d e un e s p í r i t u e s r e p r e s e n t a c i ó n p a r t i c u l a r d e l a humanidad. presa l a actividad creadora. e n u n a a r t i c u l a c i ó n o d e s a r r o l l o o r g á n i c o inmanente. l a segunda t r a t a d e "aprehender e l t o d o ae l a o b r a como u n a a c c i ó n . Ambos a b a r c a n l a t o t a l i d a d d e y pretenden r e c o n s t r u i r s u producción. q u e ex- sintética. E l e s f u e r z o d e l a i n t e r p r e t a c i ó n s e d i r i g e h a c i a l a penet r a c i ó n d e l a unidad o r i g i n a l de tendencia o contenido int e l e c t u a l y forma.de l a individualidad.

t a l como a p a r e c e e n e l en este punto r e s u l t a l o mismo q u e l a p s i c o l ó g i c a . E s s i n e m b a r g o l a a t e n c i ó n al punto de v i s t a genético-psblógico.. a t r a v é s d e éste. P o r e l l o .3. t a l como l e e s t u v o e l grado de vivacidad con e l que "el h a b l a n t e ha p r o d u c i d o s u s e x p r e s i o n e s y l o que éstas. c o n s i d e r a d a s e n e s t a i n t e r i o r i d a d . C r í t i c a de l a hermenéutica de Schleiermacher: l a insu- f i c i e n c i a d e l p r i n c i p i o d e l a forma. (sch. mo r e p r e s e n t a c i ó n a d e c u a d a d e l a c o n t e c ~ rh i s t ó r i c o . s u c o n j u n t o y d e s u h i s t o r i a y l a r e l a c i ó n d e l e s c r i t o r c o n e l mismo" e l contenido l i n g ü i s t i c o de l a palabra. La e s e n c i a d e l a c r í t i c a d e Dilthey a l a concepción d e l a hermenéutica en schleiermacher r e s i d e en l a afirmación de l a insuficiencia del desarrollo interno. a b a r c a n e l t o d o n (XIV/Z. . p r e s e n t e a l que l a produjo. 755). lenguaje. 2. l a aprehensión y l a c o n s i d e r a c i ó n d e l a o b r a como r e s u l t a d o d e l a a c c i ó n espiritual del individuo.). "La i n t e r p r e t a c i ó n Ocomporta e l conocimiento d e l l e n g u a j e e n . Con e s t a t a r e a n o s e a f i r m a o t r a c o s a q u e u n a r e c o n s t r u c c i Ó n d e l mundo e s p i r i t u a l . e n c i e r r a n r e a l m e n t e pa- r a é l a (Sch. l a captación de su e s t i l o o for- ma i n t e r n a l o q u e c o n s t i t u y e l a a p o r t a c i ó n f u n d a m e n t a l d e l a hermenéutica de Schleiermacher. orgánico. co- E s t a re- p r e s e n t a c i ó n h a d e ser c o m p l e t a d a m e d i a n t e n u e v o s e l e m e n t o s . c l a r o cómo l a t a r e a g r a m a t i c a l .predomina en e l primero l a r e l a c i ó n d e l a o b r a con e l leng u e j e 'existente en s u época y en e l segundo su r e l a c i ó n con l a a c t i v i d a d e s p i r i t u a l d e l autor.).

Por e l l o d e b e t e n e r s e e n c u e n t a e n e l m é t o d o h i s t ó r i c o e l d o b l e punt o d e v i s t a d e l a f o r m a c i ó n d e l o s p e n s a m i e n t o s e n u n núc l e o y e l d e q u e h a y l e y e s u n i v e r s a l e s q u e a c t ú a n e n un determinado ámbito i n t e l e c t u a l . "formas de a c c i ó n n e c e s a r i a s y u n i v e r s a l e s d e l e s p í r i t u h u m a n o n . 93-4). que ya e n c o n t r a m o s e n s u d i a r i o j u n t o a l a n o c i ó n d e esquema. l o s conceptos d e l propio Dilthey. d e forma que s e r i e s d e pensa- m i e n t o s s e r e ú n e n e n un p u n t o y s e c o n f i g u r a n e n un t o d o e n v i r t u d d e l a s mismas l e y e s . Podríamos. actúan "leyes de l a vida i n t e l e c t u a l w ..S c h l e i e r m a c h e r t i e n e s ó l o construcciÓn. ninguna l e y de l a vi- d a i n t e l e c t u a l que actúe s o b r e este p r i n c i p i o t.. E l d e s a r r o l l o desde d e n t r o desempeña e n 6 1 s u p a p e l d e m a s i a d o e x c l u s i v a m e n t e . pues. sistema. La i d e a de l e y . s i n embargo. En e l c o n t e x t o d e e s t o s i g n i f i c a q u e l a no- c i ó n d e e s q u e m a como f o r m a p r i m i t i v a n o p u e d e b a s t a r p a r a l a comprensión d e una determinada unidad h i s t ó r i c a . h a c i a una formación d e l a s u n i d a d e s h i s t ó r i c a s q u e n o p u e d e r e s o l v e r s e e n e l model o d e l d e s a r r o l l o a p a r t i r d e un n ú c l e o . con t o d a l a i m p r e c i s i ó n que l a c a r a c t e r i z a e n e s t e c o n t e x t o . a l a noción de ley.D i l t h e y acude. "To- camos a q u z c l a r a m e n t e un p u n t o d é b i l d e l método f i l o l ó g i c o de Schleiermacher.. d e un d e c i r que e n t r e l a s d i v e r s a s se- r i e s d e d e s a r r o l l o que p a r t e n d e esquemas o formas p r i m i t i v a s y d e n t r o d e c a d a u n a d e e l l a s a c t ú a a l menos o t r o p r i n c i p i o de configuración h i s t ó r i c a ..). estas d o s i d e a s deben estar p r e s e n t e s a l mismo t i e m p o n ( D ~ D . en primer l u g a r . a p u n t a con c l a r i d a d . s ó l o un p r i n c i p i o . " l e y e s e i m p u l s o s p s i c 0 1 Ó g i c o s ~ q~u e .

~ é t o d ohermenéutica d e S c h l e i e r - m a c h e r " l a s m a s a s d e i d e a s q u e mueven l a é p o c a n o l e p r e o c u pan" ( x I v / ~ . según Dilthey. S i n embargo. A s í .a r t í s - t i c a d e l o s d i á l o g o s a i s l a d o s n ( x I v / ~ . pues. Así. que reúnen s e r i e s de desarrollo. n o podemos responsolamente con l a s A 1 atenerse exclusivamente que s u r g e n d e s u s p r e s u p u e s t o s f i l o s ó f i - Schleiermacher es i n c a p a z d e d a r c u e n t a de l a d i v e r s i d a d d e f a c t o r e s que determinan e l a c o n t e c e r histórico.e j e r c e n l a f u n c i ó n d e " r e u n i r s e r i e s d e p e n s a m i e n t o s e n un punton. desde e l punto de v i s t a de Dilthey. s u e s t u d i o d e l o s d i á l o g o s p l a t ó n i - c o s se a t i e n e e x c l u s i v a m e n t e a l p r i n c i p i o d e l a forma i n t e r na. nociones de forma y d e s a r r o l l o . a dichas nociones. J u n t o a u n a v i s i ó n d e l a c o n t e c e r h i s t ó r i c o q u e po- dríamos denominar n l o n g i t u d i n a l n . l o mismo q u e s u c r i t i c a f i l o l ó g i c a d e r i v a t a m b i é n d e l a e x c l u s i v a c o n s i d e r a c i ó n de ésta. cos generales. S i n embargo. orgánico. "se e s t a r í a p r o n t o e n p a z con e s t o s d i á l o g o s s i e l l o b a s t a se. Schleiermacher rechaza todo eso. 673). ~ q u hí u b i e r a i n v e s t i g a d o o t r o l a s h u e l l a s d e l a paulatina incorporación de elementos extraños o l o s puntos d e a p o y o q u e p r o p o r c i o n a e l d e s a r r o l l o d e d e t e r m i n a d o s conceptos. 682). P o r l o q u e h a c e a l z . a l a p r e g u n t a "¿ Cómo s e c o n s t i t u y e y s e com- prende una determinada unidad histórica?". se dan " t a m b i é n f o r m a c i o n e s d e u n i d a d h i s t ó r i c a n t r a n s v e r s a l e s n . . basada en l a noción de formas p r i m i t i v a s y s u d e s a r r o l l o i n t e r n o . L a o r d e n a c i ó n de- be r e s u l t a r d e l a i n t u i c i ó n d e l a forma f i l o s ó f i c o . q u i e n q u i s i e r a o r d e n a r l o s n e c e s i t a r í a d e un i n s t r u m e n t o más a u d a z . der.

na. En e s t a p r i m e r a é p o c a d e s u a c t i v i d a d . ma. t a l como s e r e v e l a h a s t a e n l a c o n s t r u c c i ó n a r t í s t i c a y l a ligazón lógica de cada oración.(1bid. Dilthey c o n o c í c e n p r o f u n d i d a d l o s t r a b a j o s d e l a e s c u e l a d e Tubingal0 y e n c u e n t r a e n é s t a un i m p u l s o p o s i t i v o d e c r í t i c k histórica: "No s e p u e d e p e n s a r e n e l á m b i t o d e l a c r í t i c a . que. Pero. 683). Fsrdinand C h r i s t i a n Baur. ¿De d ó n d e p r o c e d e e n D i l t h e y e l i m p u l s o p a r a u n a s u p e r a c i ó n d e e s t e p r i n c i p i o hermenéutica? l e a y e s como p r i n c i p i o s s i n t é t i c o s . a v a n z a e n l í n e a r e c t a como f u n d i d a d e u n a p i e z a ." l a f i l o s o f í a no conoce ninguna obra que hubiese nacido a s í de l a idea y de una idea. La apelación a las s u c e p t i b l e s además d e in- n o s r e m i t e e n p r i m e r l u g a r a u n a do- kantiana y positivista. ble raíz. y sobre todo en p r i n c i p i o s conducen- tes a una v i s i ó n de l a t a r e a crítico-hermenéutica a Schleiermacher y su escuela. e s como u n r e f l e j o d e e s t a tendencia dominante hacia l a aprehensión de l a forma i d e a l d e l todon . opuesta A s í como S c h l e i e r m a c h e r a t i e n - de exclusivamente a l a evolución i n t e r n a de l o s e s c r i t o s . l o s inserta. B a u r l o s c o n s i d e r a más b i é n como e x p r e s i ó n y e l e m e n t o d e luchas históricas. s i n atender a n a d a . Y l a áspera clausura de l a l a for- s i n nuevos apoyos. vestigación empírica. r i c o s más a m p l i o s . por o t r o lado. s i n desviaciones. de su posición. abandonando s u forma i n t e r - e n c o n t e x t o s h i s t Ó . su fundador. d e donde r e s u l t a n l o s criterios para la crítica filológica y para la interpretación. Dilthey enczntró en l a concepción de l a historiog r a f í a en l a llamada "escuela de Tubingan.

Un p r i n c i p i o exclusivo de l a forma t i e n e e f e c t o s d e s t r u c t i v o s en l a c r í t i c a textual.. Así. co.. Schleiermacher a p a r t e de u n a o p o s i c i ó n e n t r e l a b i o g r a f í a y l a mera yuxtaposíciÓn de relatos aislados. . l o mismo q u e F r i e d r i c h S c h l e g e l h a b í a s i d o i m pulsado.. un -exage- r a d o p r i n c i p i o de l a forma t i e n e e f e c t o s disgre'gadores en l a c r í t i c a .i n t e r n a n i n g u n a o p o s i c i ó n rnás t a j a n t e q u e l a d e l a n u e v a e s c u e l a c r í t i c a i d e Baur. p a r a S c h l e i e r m a c h e r es. u n a i d e a d e t e r m i n a n t e como l a q u e muestra e l e v a n g e l i o de San Juan.Es por e l l o correcta l a afirmación de Baur según l a c u a l Schleiermacher juzgaba a c e r c a de l a a u t e n t i c i d a d o i n a u t e n t i c i a a d según l a impresión e j e r c i d a p o r l o s e s c r i t o s o p o r p a s a j e s a i s l a d o s n (XIV/Z. Todo a q u e l l o q u e no s e a d e c ú a a ese i d e a l d e o e s a r r o l l o o r g á n i c o i n t e r n o e s c o n s i d e r a d o como mera yuxtaposición mecánica c a r e n t e de unidad.por e l mismo m o t i v o . AS$.Nientras q u e a q u é l l o s c o n s i d e r a n t o d o e s c r i t o como p r o d u c t o d e u n a t e n d e n c i a .individualidad. C. p r o d u c t o de una. e n l a que reconocemos l a c o n t r a p o s i c i ó n . su c a r á c t e r s e pone en l a reunión e x t e r i o r de r e l a t o s a i s l a d o s y su nacimiento es derivado de l a yuxtaposisiciÓn de d e t a l l e s .)y Schleiermacher. p o r l o que respecta a l o s evangelios. 737). ya en t a n t a s formas r e f e r i d a .R.. e n cambio. 786). de l o orgánico y l o inorgáni- P u e s t o q u e e n l o s s i n ó p t i c o s f a l t a u n a s u c e s i ó n tempo- r a l r e a l i z a d a y a ú n más. a su concepción del c a r á c t e r f r a g m e n t a r i o d e l o s rnás i m p o r t a n t e s d i á l o g o s p l a t ó n i c o s n (lbid.

4). Para Dilthey. 150) y l a "comprensión h i s t ó r i c a " l a cual "busca en primer término a c l a r a r l a atmósfera e s p i r i t u a l desde l a que e l autor e s c r i b i ó n (Ibid. laHcom- p r e n s i ó n h i s t ó r i c a n debe acoger l o s r e s u l t a d o s d e l trabaj o f i l o l ó g i c o . considerando l a forma i n t e r i o r de una o b r a e n conexión con s u a t m ó s f e r a . E l d e s a r r o l l o d e s u s r e f l e x i o n e s a p u n t a más b i e n a u n a c o m p l e m e n t a c i ó n d e ambas t e n d e n c i a s : l a que l l a m a "método filolÓgicon. 151). e l a a a l . dades. S i n d u d a . . l o s aspectos básicos a l a de Schleiermachern ( D ~ D 9 2. individuali- en s u composición y l a concepción h i s t o r i o g r á f i c a d e Baur. "10 a í s l a t o d o e n l o c o n c i b e como u n t o d o c e r r a d o . según veremos en e l s i g u i e n t e c a p í t u 1 0 . r e f e r i d o s i n duda a Schleiermacher. por el progreso en ese Su e s c u e l a h a v u e l t o l a e s p a l d a p o r p r i m e r a v e z e n . como t a m p o c o a b a n d o n a r á . pregunta s ó l o por l a conexión de las i d e a s p r i n c i p a l e s de un ámbito i n t e l e c t u a l con e l todo: todo. d e manera que pueda e s c l a r e - cerse l a s i g n i f i c a c i ó n de d i c h a o b r a en e l conjunto d e l desarrollo histórico. i m p o r t a n t e s elementos d e l a doctrina de l a individualidad que subyace a l a m i s ma. D i l t h e y no p r e t e n o e a b a n d o n a r p o r c o m p l e t o l a hermenéutica de Schleiermacher. 95-4).En l o s d i a r i o s d e l J o v e n D i l t h e y e n c o n t r a m o s i 9 u a l m e n t e esa c o n t r a p o s i c i ó n e n t r e e l método hermenéutiko d e Schleierrnacher. "dirigid o a l a p e n e t r a c i ó n d e l a f o r m a i n t e r i o r d e un e s c r i t o f 1 (DjD.4. C r í t i c a de l a hermenéutica de Schleiermacher: l a for- mación de l a i n d i v i d u a l i d a d en l a h i s t o r i a . en e l c u a l "nada es f i l o l ó g i c o . y f o r m a i n t e r i o r p r o p i a s n ( D ~ D .

l a con- de l a n a t u r z l e z a ' e n razón. por doquier idéntica. La f o r m a c i ó n d e l a i n d i v i d u a l i d a d se d e r i v a d e l a acción de dos principios. E l t r a n s c u r s o de l a h i s t o r i a s e comprime en una l í n e a e s q u e m á t i c a . l o idéntico y l o peculiar. l o s que corresponden. Frente a e s t a concepción. -obien Y aquí. 722). como s a b e m o s . S e t r a t a d e l a e v o l u c i ó n d e l a s f o r m a s ' y d e l a s i d e a s d e las c o n c e p c i o n e s r e l i g i o s a s d e l mundo. "Hemos v i s t o cómo l o s e s q u e m a s d e l o i d é n t i - c o y l o p e c u l i a r surgen de una t r a n s f o r m a c i o n d e l acontecer p r o g r e s i v o en una yuxtaposición de l o s p o d e r e s d e l a exist e n c i a h u m a n a q u e a c t ú a n a l mismo t i e m p o . l a alternativa producción idéntica o bien formación s i n t é t i c a a p a r t i r ne l a individualidad- e s sencillamente falsa. En c a - d a e t a p a h a y u n a m u l t i t u d d e e l e m e n t o s s i n t é t i c o s que const i t u y e n p a r a e l i n o i v i d u o una base n e u t r a l d e t o d o proceso. e n un d e s p l i e g u e d e l a s p o t e n c i a l i d a d e s i n c l u i d a s e n un n ú c l e o p r i m i t i v o que c o n s t i t u y e s u p e c u l i a r r e p r e s e n t a c i ó n d e l a humanidad. l a i n t e r p r e t a c i ó n g r a - matical y lapicológica..E s t e i n t e n t o d e mediación supone u n a d e t e r m i n a d a concepc i ó n d e l a f o r m a c i ó n d e u n a i n d i v i d u a l i d a d e n m e d i o d e l de: sarro110 histórico. l a i n d i v i d u a l i d a d r e p r e s e n t a e n u n a f o r m a f i n i t a l a i d e a d e humanidad y s e c o n s t i t u y e en un d e s a r r o l l o c e r r a d o . i n t e n t a d e s a r r o l l a r una v i s i ó n d i s t i n t a .. - . Dilthey. versión. a como s a b e m o s . A p a r t i r d e e l l o s h a de s e r comprendida s u o b r a n ( x I v / ~ . que s e a capaz de acoger e l poder d e l acontecer h i s t ó r i c o objetivo sobre e l i h d i v i d u o a l mismo t i e m p o q u e l a c a p a c i d a d i n t e r n a plasmadora de éste. P a r a S c h l e i e r m a c h e r .

Y l o que puede d e c i r s e d e s u v a l o r . Y de l a situa- c i ó n d e l á m b i t o e n q u e s e mueve s u a c t u a c i ó n s u r g e n p r e p o n derantemente l o s impulsos d e l a p e c u l i a r conformación d e l mismon ( l b i d .. E l p r o b l e m a d e l a ~ x p l i c z c i ó ny l a i n t e r a c c i ó n d e l a individualidad y l a ob-jetividad histórico-social. de acento axiológi- por l o que r e s p e c t o a l a s i q n i f i . s i n o l o q u e e s en e l c u r s o d e l d e s a r r o l l o e n que se i n s e r t a . la c a c i ó n d e un i n d ' i v i d u o y d e s u o b r a . del ser a l a acción.0 co. 3 .E s t a v i s i ó n d e l a s r e l a c i o n e s e n t r e e l i n d i v i d u o y e l des a r r o l l o h i s t ó r i c o i m p l i c a u n carn. l o q u e c o n s t i t u y e e¡ sin6 para actuar.). d e l o común. e l p r i n c i p i o de explicación reconoce e l p o d e r o e l a u n i f o r m i d a d . 0 i l t h e y c o n t i n ú a : r e l a c i ó n con e l l o s (con d i c h o s elementos s i n t é t i c o 4 d e t e r mina s u ( d e l a o b r 4 v a l o r o b j e t i v o . Ante n o s o t r o s s e a b r e l a nueva p r o b l e m á t i c a que p l a n t e a e l principio de explicación: frente a l a consideración d e l a i n d i v i d u a l i o a d como r e p r e s e n t a c i ó n f i n i t a y Ú n i c a d e una i d e a i n f i n i t a . l i d o también d e s u nacimiento. p u e s . d e l o masivo y d e l a l e y s o b r e e l i n d i v i d u o y a b r e a s í e l camino p a r a u n a . E l i n d i v i d u o s e c o n s t i t u y e . a s í mismo e n s u r e l a c i ó n c o n l a h i s t o r i a . valor d e su o b r a no e s l o q u e é s t a e s e n l a t o t a l i o a d d e s u i n d i vidualidad. subr. p u e s e l hombre n o e s t á ahí para ser. en intercambio e i n t e r a c c i ó n con e l l a . Con.bi. e s vá- P u e s e l hombre no s ó l o t i e - n e i d e a s q u e a c t ú a n en 61 p a r a l a f o r m a c i ó n d e u n a o b r a . s i n o que l a s i d e a s l o t i e n e n también a él.

e n t é r m i n o s t a l e s que l a hagan c o m p a t i b l e con l a p o s i b i l i - . confluye también en e s t e i d e a l a noción p o s i t i v i s t a de l a i n t e r a c c i ó n e n t r e individuo y med i o que - D i l t h e y podía e n c o n t r a r por doquier en suentorno i n t e l e c t u a l . P e r o . Frente a l a i n t u i c i ó n e s t é t i c a de l a forma i n t e r i o r individual. E l i n d i v i d u o no c o n s t i t u y e s o l a m e n t e u n a f u e r z a c r e a d o r a . 52). "Un i n d i v i d u o s ó - l o puede s e r e s t u d i a d o a l tomar en c o n s i d e r a c i ó n . observable en e s t a primera época del desarrol l o intelectual de Dilthey. y s u a c t i v i d a d c r e a d o r a s ó l o p u e d e e j e r c e r s e s o b r e l a mat e r i a que en forma d e " e l e m e n t o s s i n t é t i c o s n ya l i s t o s . Así. a q u e l l o s i n d i v i d u o s que en d e t e r m i n a d o s a ñ o s han r e c i b i d o l a s mismas f r u c t í f e r a s i n f l u e n c i a s " ( X V I I I . s o b r e l a b a s e d e l a s c a n d i c i o n e s comunes. como i n t e r a c c i ó n riel p u n t o d e p a r t i d a h a y q u e s i t u a r l o e n l a s i n t e r a c c i o n e s d e l o s i n d i v i d u o s e n l a s o c i e d a d " ( X V I I I . d e l a s "masas d e i d e a s n p r e s e n t e s e n una época. destac a a h o r a l a "comprensión h i s t ó r i c a n d e l o común. l a s uniformidades.consideración dinámica de l a h i s t o r i a . l a interacción. c o n s t i t u y e l a *base n e u t r a l n de s u actividad.64). y a s í " s ó l o puede a p r e h e n a e r s e completamente e n l a h i s t o r i a n (XVIII. causal. s i n o un c e n t r o r e c e p t o r y a c t i v o a l a v e z . s i n o q u e s e d e s a r r o l l a m e d i a n t e l a a p r o p i a c i ó n d e l o común. La e s q u i z o i d e e s c i s i ó n e n t r e e l " m i s t e r i o d e l a i n d i v i d u a l i a a d n y l a s " c o n d i c i o n e s comunesn. E l i n d i v i d u o no e s u n a mónada " s i n v e n t a n a s n . Hemos s e ñ a l a d o l a i n f l u e n c i a que p u d o t e n e r e n e s t e punto s o b r e D i l t h e y l a e s c u e l z t e o l ó g i c a de Tubinga. 48). d e j a a b i e r t o e l problema d e concebir l a dinámica causal de l a h i s t o r i a . en m i o p i n i ó n .

Dilthey pretende frente al princi- e l d e l a e x p l i c a c i ó n ccjncreta.dad d e l a "forman i n d i v i d u a l . D e esta forma. p e r o n o encontrarnos e n D i l t h e y u n a e x p l i c a c i ó n t e ó r i c a d e l modo e n q u e s e r í a p o s i ble. Atendamos a h o r a a l a s t e n t a t i v a s o e mediación p r e s e n t e s en z s t a primera etapa de l a evolución d e l pensamiento diltheyano. entre l a e n t r e e l p r i n c i p i o diná- s e c o n v i e r t e e n un á m b i t o central de l a investigación filosófico-histórica que esta primera época d e l d e s a r r o l l o i n t e l e c t u a l de Dilthey d e j a abierto a l a evolución posterior. oe l a configuración Única.n i r h i s f o r i c o es transformada en l a de formas en reposo e i n t e m p o r a l e s . E l a c o n t e c e r mismo e s c o n t e m p l a d o cie aeternitatis. Flantener e l derecho a e l a i n d i v i d u a l i d a d e n una é p o c a c z r a c t e r i z a d a p o r l a conc i e n c i a g e l p o d e r d e l o común y d e l o m a s i v o s o b r e e l i n d i viduo. constituye el sustrzto ideológico de estas cuestio- n e s 8e m é t o d o . mico y e l p r i n c i p i o e s t é t i c o . En l a h e r m e n g u t i c a d e C c h l e i e r s a c h e r " l a i m a g e n d e l d e v e . Frente a l a conversión d e l acontecer Ristórico en e l despliegue de l o idéntico y l o peculiar. y l o individual. s u b spe- Toda e x p l i c a c i ó n d e e s t a c u l t u r a a p a r t i r oe l o s m ú l t i p l e s motivos que surqen e n e l c u r s o de l a his-- . pio de l a clzsificación. E s t a t a r e a se r e s u e l v e a h o r a p o r l a v í a e m p í r i c a . d e l s u r g i m i e n t o d e l o nuevo e i r r e p e t i b l e . u n i v e r s a l -las el problema de l a r e l a c i ó n e n t r e l o uniformidades- i n t e r a c c i ó n causal y l a forma. hacsr v a l e r l o s derechos de l a empirie.

m. t o empirista: así. como vimos. tecer histórico.t o r i a humana e s t r a n s f o r m a a a a q u í e n l a e x p l i c a c i ó n d e s u ser d e s d e e l a b s o l u t o y s u s o p o s i c i o n e s . s i n o también de l a investiga- ción detallada de cada caso. No s e puede d e s t a c a r l o bastante l a importancia de e s t e punto. s e sigue de 693).) no s e d a en t o d o . Pues sobre e s t a t m s f o r m a c i Ó n d e l a d i v e r s i d a d y e l r n o v i m i m i e n t o híst ó r i c o s en formas conceptuales intemporales. sobre e l prin- c i p i o de l a c l a s i f i c a c i ó n f r e n t e a l de l a explicaciÓn. De t o d o e l l o r e s u l t a que l a u n i d a d d e u n a d e t s r m i n a d a o b r a n o h a rie c o n c s b i r s e n e c e s a r i a m e n t e e n t é r m i n o s d e d e s p l i e - gue i n t e r n o . de h a c i a e l e s t a b l e c i m i e n t o d e l e y e s d e l aconLa noción d e l e y r e p r e s e n t a a q u í . sino sólo " m e d i a n t e u n a ~ x p l i c a c i ó ne f e c t i v a . cuño p o s i t i v i s t a . La r e s p u e s t a c o n c r e t a no puede. e n t o d o c a s o . d i r i g i d a h a c i a 12s l e y e s p s i c o l ó g i c a s que actúan en todo e l l o " (xIv/~. L a reivindicación d e l a e x p e r i e n c i a f r e n t e a l o s s u p u ~ s t o sd e l a f i l o s o f í a d e l a i d e n t i d a d v a i g u a l m e n t e acompañada d e u n a e x i g e n c i a . vinculaaos a l a interpretación gramatical. p r o c e d e r só- l o de supuestos filosóficos. 750). no r e s u l t a n aclaraSos remitiénoolos a supuestos genorales. p e r o c o n t i e n e asímismo u n a c u s a d o e l e m e n l o s fenómenos l i n g ü i s t i c o s c o n c r e t o s . una i n s t a n c i a o p u e s t a a l modelo d e l d e s a r r o l l o orgán i c o de l a forma. C. ello- s i n o t a n b é n -como l a de l a hermenéutica" (xIv/~.desc a n s a no s ó l o l a c o n s t r u c c i ó n de l a é t i c a . l t S c h l e i e r m a c h e r mismo a p u n t a q u e t a l u n i d a d ( d e f o r m a i n t e r n a . Hay q u e t e n e r e n c u e n t a o t r a s p o s i b i l i d a d e s . a l a q u e se subordina l a hermenéutica.

n o o t r a c o s a q u e e l s ~ p u e s t oBe l a u n i d a d @ e f i n y causa. como r n e o i a n t e un i m p u l s o p r o d u c t i v o d e l todo" (xIv/~. No d e j a d e h a b e r u n a r s z ó n p a r a q u e S c h l e i e r m a c h e r n o l o hagan ( x I v / ~ . aquellas obras c u y a c r e a c i ó n n o s e p u e d e r e p r o d u c i r como d e s a r r o l l o i n t e r n o d e l a forma son r e l e g a d a s a l a c a t e g o r í a de yuxta- posición inorgánica oe fragmentos aislados y privadas de unioad. en l u g a r d e v e r l a más b i e n c o m o e l r e s u l t a d o d e u n a p l a s m a c i ó n que avanza uniformemente desde v s r i o s puntos? Evidentemen- t e . e n i n t e r a c c i ó n c o n s u medio h i s t ó r i c o . l z obliga a considerar como e l n ú c l e o d e l t o d o . P r e c i s a m e n t e p o r e l l o . homogéneas a c a u s z a e l a unioad i n t e r n a d e l e s p í r i t u . La razón es pre- cisamente l a i n e x i s t e n c i a en s u obra de fundamentos t e ó r i c o s que permitan pensar o t r o s t i p o s de c o n s t i t u c i ó n de l a u n i d a d oe u n a o b r a . sino que l a s i d e a s " l o t i e n e n tambien a é l u . No p o d e m o s d i s c u t i r a q u í c u e s t i o n e s de principio. Pero e l paso s i g u i s n t e hubiera s i d o determinar esta diferencia.escrito. "La c o n s i d e r a c i ó n r e t r o s p e c t i v a r e c o n o c e e n l a o- b r a u n o uniciad c o h e s i v a . si e l i n d i v i d u o se e n c u e n t r a siempre e n medio d e un c o n j u n t o d e elementos s i n téticos. l a e n t ~ l e q u i a . La c o n d e n s a d a f ó r m u l a " a l g o a d i c i o - n e l n e n c i e r r a u n c ú m u l o ~e p r o b l e m a s t e ó r i c o s i r r e s u e l t o s q u e s e i r a n e x p l i c i t a n d o e n e l c u r s o p o s t e r i o r d e l a reflexión de Dilthey. 781). S i no es s ó l o e l i n d i v i a u o e l que t i e n e l a s ideas. Pero.¿quÉ e s t a u n i d a d como p r o d u c t i v a . h e m o s Se r e z l t i r n o s a l a o b s e r v a c i ó n d e q u e l a u n i d a d p u e d e ser p r o d u c i a a t a n t o m e o i a n t e a l g o a o i c i o n a l que v i n c u l a l a s p z r t e s . entonces . 781).

se l e p l a n t e a agudamente e l pro- blema de e l a b o r a r una t e u r í a d e l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c a que pueoa c s n c d l i a r s e con e l segundo a s p e c t o d e l proceso: l a creación y l a conriguración OE una unioad individual que n o se r e d u z c a a simple p r o d u c t o d e l medio. pues. s i n o que S ó l o si se dan j u n t a s l a apropiación y l a creación en el proceso de l a i n t ~ r a c c i ó n dinámica individuo-historia-sociedad es p o s i b l e c o n c i l i a r e l c o n d i c i o n a m i e n t o s o c i a l d e l a i n d i v i d u a l i d a d c o n l a po- . e l n ú c l e o fundamen- t a l d e l a c o n c e p c i ó n d i l t h e y-z n a d e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre.l a a p r e h e n s i ó n d e l a f o r m a i n t e r n a e s i n s u f i c i e n t e p a r a com- prenoer el sentido y la de interacción s e halla. de la historia. En l a n o c i ó n en m i opinión. e s t 2 h i p ó t e s i s d e t ~ a b z j o . l a rela- y l a concepción S i predomina e l proceso e l i n o i v i d u o se c o n v i e r t e e n una r e s u l t a n t e d e f u e r z a s s o c i a l e s . u n i d a d d e s u o b r a . E l hombre es un ser h i s t ó r i c o b á s i c a m e n t e p o r q u e n o p u e d e e n t e n a e r s e d e s d e s í mismo. s i n o que su individua- l i d a d s e c o n s t i t u y e s i e m p r e e n un p r o c e s o d o b l e d e a p r o p i a En l a r e i a c i ó n e n t r e ambos a s p e c t o s d e l ci6n y creación. c o n s t i t u y a una formación Única. Este es e l p e l i g r o que s e d e r i v a o e una c3nsideraciÓn de l a h i s t o r i a en términos de i n f l u e n c i a c a u s a l d e l a s c o n d i c i o n e s s o b r e e l i n d i v i d u o . t a l como s e deriva oe la hipótesis positivista-naturalista r e l a c i ó n d e l i n d i v i d u o con e l medio. acerca de l a S i D i l t h e y a c e p t a . p r o c e s o d e c o n r t i t u c i ó n d e l a i n d i v i d u a l i d a d s e e n c i e r r a tamb i é n eh n ú c l e o d e l problema que estamos t r a t a n d o : ción e n t r e l a concepción dinámico-causal estético-creadora d e apropiación.

s i b i l i d a d d e s u c o n f i q u r e c l ó n p e c u l i e r y c ~ e a d o r a . o s t a s r e l a c i o n e s o u e d s n o e s ~ r e v i s t a sd e c u a l q u i e r s i g n i f i c a d o p a r a e l i n d i v i d u o que no s e c 07 i n t e r É s t é c n i c o p o r e l d o m i n i o d e l o real. . Con e l l a s e s a t i s f a c e c o r r . Subr.K.) En a e 3 i o d e l a s o r i n e ~ a sr e f l e x i o n e s h i s t u r i o a r á f i z a s aountan m . C. t o r i a como u n p r o c e s o d i n s m i c c y ? l z s n a d o F . Piuchos t e m a s c e n t r a l e s t i o l p e n s a m i e n t o d a D i l t h ~ ye n c u ~ n t r a na q u í . a r s uv n i t z r i a n e n t s e n c o n 11 cordancia con aquel S c t r e l a c o n c e l c i ó n 8 s lz i n t e r a c c i.u2 ciliación.o n rc. Fniernc --- Pues el vinculo e u a s t i b s i s t e e n 2 s t a s a c a c i ~ ~ i o n eCe s h e c h o s que s e r e p i t e n r e o u l a r m e n t e e s u n zfiaoicio t o t z l ~ e n t ei n d i f ~ r e n t e ?ara 1 2 j ~ a x i s "( X I I I / ~ . a l a vez. . ? l . t z n e n t ~ e l F n t ~ r g cp r s c t i c o a e l a s c i o n c i a s e n e l 8 3 n i n L a Gs l a n a t u r e l a z e . En e s t o s e n t i a c s e r e f i s r e D l l t h e y a l p o s i t i v i s m o e n s u " V i d a d e S c h l ~ l e r m a c f ~ e r " ": E s t e n u e v o y r z d i c a l e s c e p t i c i s m o s e r e t i u c e p o r c o m p l e t o a l ~ s t u d i od e l a s u n i f a ~ n i d a ~ ee sn l e s u c o s i Ú n y c o e x i s t e n c i a d e h e c h o s . hece i m ? o s i b l e e s t a con- S i l a i n v e s t i g a c i ó n c z u s 2 ? s e r e d u c e 21 e s t a b l e - c i m i e n t o d e u n i f o ~ m i d a d e se n 1 2 s u c e s i j n y c o e x i s t e n c i a d e l o s hechos. 56. ilre TEZ V P l o s n ú c l e z s m e t r z l e s ce l a p r o b l z n i t i u a F i l o c 6 - 5~ 3lilhey: f z c u e s t i 6 n c e n t r a l d ? l a " v i d a r 1 y fluc estz c o n c e ? i c -3ui-:<o c o n e: 12 tz- d e v i v ~ n c i ~h-z tie rz- y é s t e s e 2 c a ? z z d e c g ~ n f i ~ u .L a i n s u f i cienzie 02 l a c o n c e s c i i n z ! n ~ i t i v i s t e d e 1~ i n t e r a c c i ó n c a u - s a l h i i ó r i c a c e r i v a o e l b o c h o d e .

L a c o n s i d e r a c i ó n de u n a o b r a como m e r o p r o d u c t o d e u n e t e n d c n c i a i n t e l e c t u a l .s u c o n t e x t o d e o r i ~ e n :e l problema o e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre y d e s u ~ f o r m a c i Ó n n . no se t r a t a de abandonar e l p u n t o de v i s t a de l a cgnfiguración interna. etc. en especial Ge s u V i d a d e S c h l e i e r m a c h e r . de l a biografía cono de l a vida En l a t a r e a b i o g r á f i c a s e t r a t a d e i n v e s t i g a r "cómo e l e m e n t o s de l a cultura totalmente dispersos. supone. mediante situaciones generales.. *en l a r e l a c i ó n d e l individuo con l a t o t a l i d a d e n l a c u a l se o e s a r r o l l a y s o b r e l a c u a l ejer- ce a s u v e z i n f l u e n c i a . que vienen expresados s u p u ~ s t o ss o c i a l e s y n o r a - i n f l u e n c i a s d e l o s predecesores y l o s conternporineos.tivon. histórica.XXXIII). l a pérdida de t o d o " s e n t i d o p a r a l o s poderes nuevos que . religiosa. como l a p r a c t i c a l a p u r e i n t e r p r e t a c i ó n como s e ñ a l a D i l t h e y e n e l ~ r e i s s c h r i f t M . que c o n s t i t u i r á n m a t e r i a d e ' r e - a l o l a r g o d e l a vida flaxión teórica filosófico-histórica d e D i l t h e y s e h a l l a n a h o r a p o r a s í d e c i r e m p í r i c a m e n t e res u e l t o s en e l á m b i t o de s u s e s t u d i c s h i s t ó r i c o s . l a relación d e l a p s i c o l o g í a con l a h i s t o r i a . les. l a r e l a c i ó n d e l i n d i v i d u o con l a s "grandes o b j e t i v i d a d e s h i s t ó r i c a s f r y con e l I f e s p í r i t u obje. r e s i d e e l c e n t r o de gravedad t a n t o ( X I I I / ~ . Todos e s t o s problemas. L a h i s t o r i a e s e l a u t é n t i c o s e m i l l e r o De r e f l e x i ó n f i l o s ó f i c a d e D i l t h e y . etc. son reelaborados en el taller e s p i r i t u a l d e l individuo y c o n f i g u r a d o s e n f o r m a d e un t o d o o r i g i n a l que a s u v e z e j e r c e s u s e f e c t o s s o b ~ el a v i d a En e s t a s p r o p u s s t a s OE l a ccmunidad" ( I b i d . Asb. ) . para D i l t h e y .

que a f i r m a l a c a p a c i d a d c r e a d o r a . r r o l l o de é s t a E l desa- s e c o n c i b e e n p r i m e r l u g a r como u n d i á l o g o . t e r n o s q u e a c o g e en. e l i n d i v i d u o no es una simple resultante de tendencias h i s t ó r i c a s preexistentes. p u e s t o que l a s d i s - t i n t a s formaciones h i s t ó r i c a s se e x p l i c a n desde existe. e s . e n l a " V i d a d~ S c h i L e i e r n e c h e i " l a o b r a d e es- t e p e n s a d o r s e e s t u d i a en c a n e x i ó n c o n un a m p l i o m o v i m i e n t o h i s t ó r i c o d e n t r o d e l c u a l a d q u i e r e s u s e n t i d o . c o n f i g u r a d a s e n un " t o - s u v e z como u n a f u e r z a h i s t ó r i c a . puestos s o c i a l e s y morales. pues. A l a t e n t a t i v a d s c o m b i n a r ambas p e r s p e c t i v a s r e s p o n d e l a a r t i c u l a c i ó n d e l a b i o g r a f í a rie Schleiermacher. s í . En e f e c t o .a p a r e c e n e n l a h i s t o r i a n (XIV/Z. s i n o que é s t a s son reelaboradas do o r i g i n a l n que a c t ú a 2 . 728).l a i n d i v i d u a l i a a d no puede l i m i t a r s e a é l . l o que ya P a r a O i l t h e y . plasmado- ra. a l a s "situaciones generales. s i n o quL i m p r i m e l a f o r m a ' d e s u s h e r r a m i e n t a s a l o s p o d e r e s e x . su- i n f l u e n c i a s de l o s p r e d e c ~ s o r e s y l o s c o n t e m p o r i n e o s n . de l a individualidad. s i n embargo. La c o í n p r e n s i 6 n . s i n o que debe igualmente a t e n d e r a " l a t o t a l i d a d en l a cual s e desarrollan. como u n p r o c e s o d e i n t e r a c c i ó n e n t r e el "taller espiritual" . a s í como l a d e l o s p r i n c i p a l e s t r a b a j o s h i s t ó r i c o s de e s t a époce. d e este m o v i m i e n t o no e s un s i m p l e e s t u d i o d e a m b i e n t e . E l q a l l e r e s p i r i t u a l w d e l i n d i v i d u o no e s t a b u l a rasa. P e r o l a comprensión d e .. E s t e a s p e c t o d e l a h e r m e n é u t i c a d e S c h l e i e r m a c h e r . s i n o q u e c o n s t i t u y e un f a c t o r c o q n o s c i t i v a r n e n t e p r o d u c t i v o p a r a l a comprensión de l a o b r a de Schleiermacher. conservaao por Dilthey.

políticos. La vi- d a d e Schleiermacher s e p l a n t e a en una c a r t a de D i l t h e y a s u s p a d r e s como " u n a h i s t o r i a d e l a e s c u e l a r o m á n t i c a a p a r - t i r d e l a s f u e n t e s no p u b l i c a C a s H ( D ~ D . A l mismo t i e m p o . Por ello. S h a f t e s b u r y . en especial Fnedrich Schlegel. como un n 6 c l e o f u n d a m e n t a l . e l movimiento r e s p o n d e n a un o b j e t i v o h i s t o r i o g r á f i c o conscientemente concebido. impregna l o s d i v e r s o s as?ectos de su actuación y de s u s escritos. 1 3 7 ) . ocupa d e Kant. nZnología conociae . l a s r e s p u e s t a s que i n t e n t a ' p r o p o r c i o n a r a l a s c u e s t i o n e s d e l a u n i d a d d e l mundo y s u . s i n o que s e r á necesa- r i o s a c a r a l a l u z s u r e l a c i ó n con l a s !'tendencias y aspi- r a c i o n e s d e l e s p í r i t u humanon. n o podzmos c o m p r e n d e r a o e c t i a d a m e n t e un s i s t e m a f i l o s ó f i c o a t e n d i e n d o Únicamente a l a r e l a c i o n e s de consecuencia y conexiQn l ó g i c a e n t r e s u s p e r t e s .de Schleiermacher y l o s diversos movimientos religiosos. in- a r t í s t i c o s . si e l fundamento d e l p e n s a m i e n t o f i l o s ó f i c o debe b u s c a r s e e n un " p r i m e r y o s c u r o i m p u l s o d e l a n a t u r a l e z a hum a n a n . con l o s c u a l e s s e r e l a - l a e x t e n s i ó n y d e t a l l e con que D i l t h e y s e Spinoza. D i l t h e y una segunda perspectiva: c a r a c t e r i z a e l e s t u d i o de s e t r a t a de estudiar. l a l i t e r a t u r a alemana. p o r emplear una t e r - d e p o n e r Se m a n i f i e s t o e l " e s q u e m a n d e l s i s t e m a d e S c h l e i ~ r m a c h e ry s u d e s a r r o 7 l o . l a constituciÓn y d e s a r r o l l o 8e u n a d e t e r m i n a d a a c t i t u d a n t e l a v i d a y e l mundo q u e . ciona. en l a obra d e Schleierrnacher. De a c u e r d o c o n l a s r e f l e x i o n e s d e D i l t h e y a c e r c a o e l a " f i l o s o f í a d e l a filosofía". romántico. e l ambiente s o c i q l e i n t e l e c t u a l de Berlín. Se t r a t a . s i n embargo. telectuales.

recorre. s i n o que puede también p r o d u c i r s e mediante "una plasmación que a v a n z a unif o r m e m e n t e d e s d e v a r i o s p u n t o s n . La comprensión d e una o b r a no puede v e n i r dada solamente por l a aprehensión i n t u i t i v a d e sutTorma i n t e r n a n . r. d e l v a l o r e n l a v i d a humana e n é l . a l a investigación de " l a r e l a c i ó n d e l individuo con l a t o t a l i dad e n l a c u a l se d e s a r r o l l a n : significa. La tendencia como h e m o s s e ñ a l a d o . por l a penetración en el'kaller espir i t u a l n d e s u a u t o r .aices r o m á n t i c a s . E l d e s a r r o l l o d e l a o b r z a e un a u t o r se i n v e s t i g a a p a r t i r de l o s núcleos básicos. E s t a t e n d e n c i a a l a u n i f i c a c i ó n se e x p r e s a e n l a d i r e c ci6n histórico-evolutiva que D i l t h e y imprime e s u s t r a b a j o s . S i l a p r i m e r a p e r s p e c t i v a se s i t ú a e n l a l í n e a d e l a "interpretación h i s t ó r i c a n . cho. l a formación de b á s i c a a n t e l a v i d a . p u e s t o q u e e s t a p e n E t r ~ c i Ó ns ó l o p u e - . cuya formacijn e s también. a e acuerdo con l o di- objeto de investigación histórica. e n suma q u e ambas p e r s p e c t i v a s t i e n d e n a c o n f l u i r e n un e s t u d i o u n i t a r i o . y a partir de las f u e r z a s e i n f l u e n c i a s que incitien e n d i c h o d e s a r r o l l o y son a c o g i d a s y r e e l a b o r a d a s en él. de l a consideración de una o b r a e n r e l a c i ó n con suCitrnÓsfera i n t e l e c t u a l n . l a segunda m u e s t r a con c l a r i d a d sui hacia su unificación l a obra de Dilthey.significación. toda S i l a unidad d e una o b r a no v i e n e dada n e c e s a r i a m e n t e p o r un n ú c l e o o r i g i n a r i o . etc. e l l o s i g n i f i c a q u e l a segunda p e r s p e c t i v a d e una actitud do. d e u n s c o n c e p c i ó n d e l mun- está legítimamente abierta al estudio histórico. estudio. es d e c i r . de a c t i t u d e s y c o n c e p c i o n e s funda- mentales.

a c o n c i e n c i a .Cn - e s t e periodo de formación es . puesto que l o que c o n s t i t u y e e l v a l o r de l a o b r a d e un i n d i v i d u o "no e s l o que é s t a e s e n l a t o t a l i d a d .- d e s u i n d i v i d u a l i d a d . con l o s problemas p o l í t i c o s . con l a l i t e r a t u r a alemana d e l a época.o e d a r s e s i s e a t i e n d e a l a i n t e r a c c i ó n d e l mismo*con e l c o n j u n t o d e i n f l u e n c i a s y t e n d e n c i a s h i s t ó r i c a s que i n c i d e n s o b r e é l . Y esta impulso t o t a l i z a d o r implica igualmente l a consideración de l a r e f e r e n c i a práctico-vital d e l pensamiento. mundo y u n i d e a l d e v i d a . de s u s i g n i f i c a d o con r e s p e c t o a " l a t o t a l i d a d en l a c u a l s e d e s a r r o l l a n . la. 722).ánea.lenta elevación da una visión d e l l a pugna d e e s t o s i d e a l e s p o r e l reconocimiento f r e n t e a l o s existentes y l a orientación p r á c t i c a que J e s e s propia. de su "cercanía a l z vidan. en u n p r o c e s o d e r e c e p c i ó n y r e a c c i ó n c o n s tantes. Esta o r i e n t a c i ó n h i s t o r i o g r á f i c a c o n t i e n e p o r e l l o un impulso t o t a l i z a d o r . a t i e n d e a l a r e l a c i ó n que se e s t a - blece entre l o s d i s t i n t o s ámbitos de l a vida e s p i r i t u a l d e u n a é p o c a y a l a v i n c u l a c i ó n d e l o s mismos c o n e l d e s a r r o l l o d e l individuo y su obra. E s en e s t e p e r i o d o d e f o r m a c i ó n d o n d e c o n más c l a r i d a d p u e d e e s t u d i a r s e e l d i á l o go d e l " t a l l e r e s p i r i t u a l " d e Cchleiermacher con l a f i l o s o - f í a p r e c e d e n t e y contarnpo. D e a h í l a atención que e i l t h e y p r e s t a a l periodo de formación d e l o s a u t o r e s y e l i n t e r é s que é s t e p r e s e n t a p a r a él. s i n o l o que es e n e l c u r s o d e l desar r o l l o en e l que s e i n s e r t a n ( x I v / ~ . E s t a a t e n c i ó n y e s t e i n t e r é s s e m a n i f i e s t a n con c l a r i dad e n l a "Vida d e S c h l e i e r m a c h e r f l . e n medio d e e s t e d i á l o g o .

e n suma. borradores.fragmentos. Dilthey concede también una a t e n c i ó n e s p e c i a l a t o d o s a q u e l l o s documentos que no c o n s t i t u y e n t o d a v í a o b r a s acabadas: de trabajos.omo e l e m e n t o s d e l e d i f i c i o s i s t e m á t i c o s e n o s p r e s e n t a n tqquí como e x p e riencias personales. a l a . l a p o s i b l e r i g i d e z d e l sistema c e d e e l p a s o a l a r i q u e z a p r á c t i c o .d o n d e s e a d v i e r t e c o n mayor c l a r i d a d l a r e f e r e n c i a p r á c tico-vital de l o s conceptos.y aspectos insospechados de una.v i t a l . nos l i b e r a de l a tentación d e entender l a h i s t o r i a d e l a f i l o s o f í a como u n a s u c e s i ó n d e a f i r m a c i o n e s autónomas. d e f i l o s o f e m a s cuyo s e n t i d o se empobrece hasta hacerlos irreconocibles. Este t i p o d e m a t e r i a l e s p r e s e n t a n s o b r e l a s o b r a s a c a b a d a s l a misma v e n t a j a que e l p e r í o d o d e formación t e n í a s o b r e l a madurez: los conceptos y a f i r - m a c i o n e s q u e más t a r d e q u e d a r í a n i n s e r t o s c. c o m o ' i n t e n t o s d e e l a b o r a r a l t e r n a t i v a s a s o l u c i o n e s que se s i e n t e n como i n s a t i s f a c t o r i a s . cartas. como r e s p u e s t a s a u r g e n c i a s p l a n t e a - das por el propio desarrollo d e l autor y por su entorno. En e s t r e c h a r e l a c i ó n c o n es- t e i n t e r é s por e l período d e formación. a n t e s d e que se i n s e r t e n en e l e d i f i c i o sistemático.obra. en e s p e c i a l de l a correspondencia de Schleiermacher. tuvo a su cargo. esbozos La p a r t e p u b l i c a d a d e s u "Vida d e C c ~ h l e i e r m a c h e r ns e a p o y a p r e c i s a m e n t e s o b r e un conocimiento profundo de e s t o s materiales. El estudio de e s t e período de formación nos descubre connotaciones. cuya e d i c i ó n es- L o mismo p u e d e a f i r m a r s e d e o t r o s t r a b a j o s h i s t ó r i c o s d e e s t a é p o c a a s í como d e s u t a r d í o e s t u d i o s o b r e l a juventud d e Hegel.

por un l o s v í n c u l o s que e s t a b l e c e n l a unión e n t r e l o s indi- . el de explicación. ' d i s t i n g u i r d o s se-ries d e f . culturales. etc. " r e i n a n l a s f u e r z a s a c t i v a s d e t o d o s lo. a l d e s a r r o l l o i n t e r n o de l a forma. Junto a esta interac- '\ c i ó n . Dilthey pretende hacer valer. un i n d i v i d u o . mos.c t o r e s 143). p u e s . ¿ C u a l e s s o n l o s e l e m e n t o s q u e hemos d e t e n e r e n c u e n t a p a r a h a c e r e x p l i c a b l e un d e t e r m i n a d o f e n ó m e n o h i s t ó r i c o (una obra. . v í n c u l o s s o b r e l o s que descansa t o d a l a r i q u e z a de l a v i d a interiortf. e n conexión con l o s c u a l e s s e d e s a r r o l l a s u acción. ~ x ~ l i c a c i óy n l e y e s . 4 . l a i n t e r a c c i ó n d e l junto . junto al p r i n c i p i o de c l a s i f i c a c i ó n .d i v e r s i d a d d e m o t i v o s y a s p i r a c i o n e s s o b r e l a c u a l s e eleva.)? s e r e f i e r e a e l e m e n t o s que p e r m i t a n e n t e n d e r l a r e l a c i ó n d e d i c h o fenómeno con l a t o t a l i d a d e n l a que se i n s e r t a . d e t e r m i n a r c o n mayor p r e c i s i ó n q u é podemos e n t e r d e r a q u í p o r e x p l i c a c i ó n y l e y y q u é p a p e l desempeñan e n l a tarea historiográfica. con e l c o n j u n t o d e e s t a d o s s o c i a l e s .861 e s c r i b e D i l t h e y e n s u d i a r i o : " f l ú l t i p l e s vín- c u l o s d e l a i n t e r a c c i ó n unen a c a d a hombre con l o s demás. una tendencia. i n d i v i d u o c o n l a t o t a l i d a d e n q u e s e i n s e r t a12 'ahora. La p r e g u n t a etc. políticos. Interesa. Frente a Schleiermacher. En 3. ( D ~ D . Pode- en e l estudio h de las relaciones entre el individuo y l a totalidad: lado. e s p í r i t u s q u e han vivido verdaderamente alguna vezen ( l b i d . 142).

bid. Podemos e n c o n t r a r "en l a i n t e r a c - ciÓn e n t r e e s t o s d o s poderes ("interacciÓnW en e l s e n t i d o anterior e historia. p o r o t r o .rungsgrund) ae l o s f e n ó menos i n t e l e c t u a l e s . . l a s "más d e s t a c a d a s n .e n un o e t e r m i n a d o momento h i s t ó r i c o ( f a m i l i a . I V . A l comienzo d e s u e n s a y o s o b r e N o v a l i s (1865) s e r e f i e r e D i l t h e y precisamente al problema d e l a e x p l i c a c i ó n e n 3 a h i s t o r i a a p r u p ó s i t o d e '?as condicio- n e s que i n f l u y e n e n l a c u l t u r a i n t e l e c t u a l d e u n a g e n e r a c i ó n n ( ED. l o s e s t a d o s sociales y políticos.) l a primera l e y del orden histó- 143). Dilthey las agrupa en torno a dos f a c t o r e s que. i n f i n i t a m e n t e d i v ~ r s o s "( ~ ~ . En s e g u n 8 0 l u g a r . IV. corresponden respectivamente a l a h i s t o r i a y l a n i n t e r a c c i Ó n l 1 . Pero. a l "patrimonio de l a c u l t u r a intelectual" neración se encuentra. Una p r i m e r a l i m i t a c i ó n e n e l t e m a d e l a e x p l i c a c i ó n h i s t ó r i c a l a t e n e m o s e n e l h o c h o d e que no podemos menos que seleccionar. E I . t o m á n d o l a s s i n más como l a t o t a l i d ~ dd e l a s mismas. e t c ) . p r o - viduos fesión. 1 8 8 . m. 288). 10s e f e c t o s d e l a ciencia. 2 8 8 ) . "no e x p l i c a m o s s ó l o median- Las condiciones no contienen e l fundamento expli- c a t i v o c o m p l e t o ( d e n v o l l e n ErklZ. 1 8 8 . en p r i m e r l u g a r c o n e l q u e l a ge- a "la vida circun- d a n t e . en segundo l u g a r . e n t r e las innumerables conoiciones. h i s t o r i a en el presente. c u y a r e l a c i ó n r e c í p r o c a cons i d e r a b a D i l t h e y e n s u d i a r i o c o m o l l a p r i m e r a l e y o e l ord e n h i s t ó r i c o ~ n i v e r s s l ~A ~s í. E s t a s condiciones son "innumerables e ilimitadasn. derecho. l a s r e l a c i o n e s que forman l a r e a l i d a d . r i c o universaln C. en términos generales. E 1 . te ellas. se r e f i e r e . .

no determinan l o q u e s e f o r m a r s . e s d e c i r . No p o d e m o s s a b e r . 1 8 8 . ~ ~ .La r e l a c i ó n c o n s i s t e más b 5 e n e n q u e s ó l o b a j o e l l a s . r e m o n t á n d o s e c a d a v e z más a l p a s a d o . "Con l a c a u - podemos p r e s e n t a r e s t a d e t e r m i n a c i ó n . partiendo de ellas. La re- l a c i ó n e x i s t e n t e e n t r e l a condiciones y $os e f e c t o s no . como l í m i t e .EI. Es decir. a las c o n d i c i o n e s que a c t ú a n e n una s i t u a c i ó n h i s t ó r i c a d8erminada. 2 8 8 ) . l o menos. 288-9). p e r o e x c l u y e n un d z t e r m i n a d o número d e posibilidades. I V . p o r en una forma n e g a t i v a . s e l l e v a a cabo l a f o r m a - c i ó n d e una s e r i e d e i n d i v i d u o s que imprimen s u carácter a l a c u l t u r a e s p i r i t u a l d e u n a épocat1 ( ~ ~ . de l o s efectos a l a s causas" de (ED. l a muerte al nacimiento. A t i e n d e a l o común. pero no puede a l c a n z a r l a aprehensión de una i n d i v i - . "La c o n s t i t u y e u n a r e l a c i ó n d e d u c t i v e13 marcha de n u e s t r a i n v e s t i g a c i ó n y d e n u e s t r o r i g u r o s o c o n o c i m i e n t o en mater i a a e h i s t o r i a s e a s e m e j a m u c h o más a l m é t o d o q u e H i p p e l p r o m e t í a a p i i c a r en una f u t u r a novela: s e g u i r un c a m i n o Be a d e l a n t e a t r á s . 189. La r e l a c i ó n e n t r e l a s c o n d i c i o n e s y l o s i n d i v i d u o s que surgen b a j o e l l a s no c o n s t i t u y e una r e l a c i ó n d e determinación positiva. El principio de explicación encuentra así l o s límites que l e san propios. 1 8 9 .IV. determinan l o que no se forrnari. l o s carac- teres p o s i t i v o s de l o s fenómenos a e x p l i c a r . t e l a más m o d e s t a . I U . Del c a r a c t e r n a g a t i v o d e l a d e t e r m i n a c i ó n . E 1 .289). Las condicio- nes encierran en límites determinados l a variabilidad de l o q u e s e f o r m a n ( € ~ . r e s u l t a e l caracter peculiar de l a explicación de l a historia. t o r n á n d o l a s como s u p u e s t o .

cuando se t r a t a de e s t u d i a r una época d i f í c i l de l a cultur a intelectual. s ó l o podemos p r o c e d e r m e c i a n t e e l examen cambiante de l o s indiviouoc y s u s condiciones. P e r o segu- r a m e n t e l o más p r u d e n t e e s c o n s i d e r a r q u e t e n d e n c i a m e d i a d o r a y e s c i s i ó n e n t r e ambos p r i n c i p i o s c o e x i s t e n a ú n e n l a masa e n formación d e l a f i l o s o f í a d e Dilthey:trSegÚn e s t o . en e l s e n t i d o de l o g r a r una mediación entre explicación e intuición de l o individual. y a~ o t r a r i e l c o m p l e j o d e l a s c ~ n d i c i o n s se x i s t e n t e s y de sus efectos" (~0. t a t i v a s en este sentido. en el nivel teórico. en l a ta- E l tema o e l a s l e y e s c o n s t i t u y e un l u g a r r e c u r r e n t e e n esta prime- ra e t a p a de l a s investigaciones d e Dilthey. E l planteamien- to m i s m o d e l o s temas d e l a e x p l i c a c i ó n y d e l a l e y r e p r e - s e n t a y a un i n t e n t o d e s u p e r a r l o s l í m i t e s n o s ó l o d e l a .EI.269) . La e s c i s i ó n y a señalada sigue en pie: l o común y l o i n d i v i d u a l . Podemos t a n h é n p e n s a r q u e e n t r e e l en- sayo sobre Novalis y l a Vida de Schleiermacher. Dilthey ha a v a n z a d o un t r e c h o .IV. E l l o m u e s t r a q u e D i l t h e y n o h a con- seguido.lE!?-90.dualidad. cación y l a intuición. l a expli- una mediación e n t r e una t e o r í a de l a i n t e r a c c i ó n en l a que l o común y l o i n d i v i d u a l c o n s t i t u y e n momentos p o s i t i v o s d e l a conexión histórica. a pesar de l o s esbozos y ten- que podemcs d e t e c t a r e n l a U V i d a d e Schleierrnacherl'y en eloPreisschrift': ambos t é r m i n o s . más a l l á d e 6 1 p a r e c e p u e s e x t e n d e r s e e l v a s t o campo d e l " m i s t e r i o d e l a i n d i v i d u a l i d a d n . de una par- t e . 14 S e t r a t a d e determinar ahora'tqué l u g a r ocupa rea h i s t o r i o g r á f i c a e l e s t a b l e c i m i e n t o d e l e y e s .

Se h a c e v a l e r en e s t a p u n t o e l r a s g o ernpirista-po- s i t i v i s t a f r e n t e a l i d e a l i s m o e s p e c u l a t i v o15. embargo. ~ ~ )E. l a c u e s t i ó n d e es- t a b l e c e r una conexión c a u s a l c o n c r e t a en l z h i s t o r i a parec e d i s t i n t a d e l a c u ~ s t i ó nd e e s t a b l e c e r l a s c o n d i c i o n e s f i s i o l ó ~ i c a sy n a t u r a l e s d e l munoo h i s t ó r i c o . Y . t a e s q l v e c e s muy a c u s a d o : representando Ei t o n o p o s i t i v i s - "Todo a n á l i s i s s e e n c u e n t r a . s i n o también de l a escuela histórica. l a s pone' e n r e l a c i ó n c o n l a p s i c o logía. l a n a t u r a l e z a d e l o s e- l e m e n t o s q u e componen l a s o c i e d a d y l a c o n e x i ó n d e c o n d i c i o n e s que r e t r o c e d e desde l o f i s i o l Ó g i c o h a s t a l a n a t u r a l e z a n ( x V I I I .s o c i a l . el retroceso hacia l o fisiolóoico perdurará. e l e m e n t o s u n i f o r m e s d e l e s p í r i t u humano. Sin más a l o l a r g o de l a investigación a i l t h e - yana en t o r n o a d i c h o s problemas. i n t u i c i ó n d e l a i n d i v i d u a l i d a d se a f i r m a . AS. E s t a r s e mueven a un n i v e l d i s t i n t o de l a pura interioridad creadora. e1 c a r a c t e r a b s t r a c t o p r o p i o d e l a e x p l i c a c i ó n y d e l establecimiento de leyes.s t e s e g u n d o t i p o d e c o n d i c i o n e s g e n o r a l e s d e l a c o n t e c e r p a r e c e s i t u a r s e a u n n i v e l d i s t i n t o d e a q u é l en e l q u e s e mueve e l p r o b l e m a d e l a r e l a c i ó n e n t r e d i n á m i c a y configuración histórica. Por otra parte. En p r i n c i p i o . l o c u a l i n t r o d u c i r á en e l tema d e l a i n t e r a c c i ó n y l a p l a s m a c i ó n h i s t ó r i c a un t o n o i r r a c i o n a l i s t a v i n c u l a d o a l o s i m p u l s o s b i o l ó g i c o s d e l hombre. frente a la en r u d a c o n t r a p o - s i c i ó n . a q u í con d o s c l a s e s de condiciones: pues. h a b l a d e "las l e y e s e impulsos p s i c o l ó g i c o s de . o menos d e b i l i t a d o ..hermengutica d e Schleiermacher. en v a r i o s de l o s l u g a r e s e n que D i l t h e y s e r e f i e r e a l a s l e y e s .

I g u a l m e n t e .l o s que surgen igualmente e l a r t e . cualquier nación.120). por " e l hecho d e que e l pensamiento a n a l ó g i c o e s . (D~D. L a d e t e r m i n a c i ó n d e l c a r á c t e r de e s t a s l e y e s psicolÓgicas es confusa. se tra- t a d e l o g r a r "una e x p l i c a c i ó n e f e c t i v a . explicables psicológicamente" I g u a l m e n t e p o d r í a n c o n s i d e r a r s e como l e y e s . P e r o se d a n t a z b i é n u n i - f o r m i d a d e s d e á m b i t o más r e d u c i d o . r e s p e c t a a l o s fenómenos l i n g ü i s t i c a s y semántic%s. 85-6). Represen- Tenemos en p r i m e r l u - g a r uniformidades que r i g e n en todo e l d e s a r r o l l o histórico. etc. cas c o n c r e t a s . Así.el en más a n t i g u o . ~ o ) . q u e l a r e p r e s e n t a c i ó n d e l alma b e l l a p r e c e d e a l a c a p t a c i ó n e s t é t i c a d e l a n e c e s i d a d d e l universo. d i r i g i d a ' h a c i a l a s leyes que a c t ú a n en todo e l l o " A e . 205). Zeyes ( x I v / ~ . t a n uniformidades de d i s t i n t o ámbito. ejemplo. e n 1867. a p l i c a b l e s s ó l o a épo- en s u lección inaugural de Basilea. D i l t h e y i n d i c a que e n t o d a s l a s é p o c a s p o é t i c a s p u e d e de- . 750). s e vincula- rá e l i n t e r é s de Dilthey por l a investigación p o s i t i v a en fisiología y psicología. Dilthey escribe en su diario: " E s un a s p e c t o f u n - d a m e n t a l d e l d e s a r r o l l o c u l t u r a l e l hecho d e que é s t e e s un p r o c e s o d e a b s t r a c c i ó n p r o g r e s i v ~ : uno d e l o s fenómenos h i s t ó r i c o s más s i m p l e s . especialmente a p a r t i r de su estan- c i a como p r o f e s o r e n B a s i l e a .s t z p r e o c u p a c i ó n p o r las. Asi." ( x v I I I . e n r e l a c i ó n c o n e s t e p r o b l e m a d e l a " f i l o s o f í a d e l a f i l o s o f í a n p r e s e n t a como p r o y e c t o d e t r a b a j o "la comprensión h i s t ó r i c a de la génesis Por l o que d e l o s s i s t e m a s y l a s i s t e m á t i c a n (~j~. l a r e l i g i ó n y l a c i e n c i a ñ ( D ~ D .

d e l z s t a b l e c i m i e n t o d e conexio- n e s c a u s a l e s c o n c r e t a s .~1. e n e l s e n t i d o i n d i c a d o más a r r i b a . d o l e de l o s i n d i v i d u o s que nacen b a j o e l l a s . e n v i r t u d d e l c u a l l a s d i s p o s i c i o n e s f i s i o l ó g i c a s y p s í q u i c a s p r e s e n t e s e n un generación sustentan l a dirección d e l a imaginación poétican. como u n a t a r e a separada del estudio histórico.t e c t a r s e un "componente u n i f o r m e n . s i o i Ó g i c a s y p ~ i ' ~ u i c a s ~ " e s ti ámnp l i cadas. . Per o e l carácter necesariamente formal de toda l e y psicolÓgi- ca v e t a t o d o i n t e n t o d e c o m p r e n d e r l a u n i d a d r e a l d e l a v i d a humana a p a r t i r d e e l l a y remite c o n s t a n t e m e n t e a l cont e n i d o real d e l a m i s m a . La investigación d e e s t a s l e y e s psi- c o l ó g i c a s no p u e d e c o n s i d e r a r s e .14. acerca oe l a insuficiencia de l a investigación psicolÓgica y de s u con e l estudio h i s t ó r i c o . n i s i q u i e r a e n l a e t a p a d e mayor i n f l u e n c i a p o s i t i v i s t a e n D i l t h e y .111. Pero e l d e s a r r o l l o de esta i d e a muestra que e l establecimiento esta "componente uniformen no a8 puede d e s l i g a r s e d e l e s t u d i o h i s t ó r i c o de l a s condiciones que determinan. tempranas de s u evolución. l a noción de l e y p s i c o l ó g i c a s e v e r á s u s t i t u i d a p o r l a d e " e s t r u c t u r a n o "conexión estructuraln u n c o n c e p t o s i n d u d a más . (~. ante todo.347). La r e c i e n t e p u b l i c a c i ó n d e l v o l u men XVIII d e l o s " G e s a m m e l t e 5 c h r i f t e n n ha a r r o j a d o l u z so- b r e l a c l a r a c o n c i e n c i a que D i l t h e y p o s e í a . e s t a s n d i s p o s i c i o n e s f i . En SU e l c u a l puede s ó l o e s t u d i a r s e en p e n s a m i e n t o maduro. desde e t a p a s necesaria interrelación Psicología e historia constituyen d o s e j e s c e n t r a l e s e n e l p e n s a m i e n t o d e l j o v e n D i l t h e y . por una determinada e t a p a d e l d e s a r r o l l o de l a sociedadn (1bid). l a h i s t o r i a . l a ín- Efectivamente.

f r e n t e a l o s fenómenos e s p i r i t u a l e s . precjsamente en una r e l a c i s n a c t i v a y r e f l e x i v a con l a "exterioridad". en e s t a s primeras e t a p a s de su reflexión. de l a s también S i e l f i n d e l hombre e s l a a c c i ó n . l a i n t e r a c c i ó n moral.s o c i a l y natural.c e r c a n o a l a " u n i d a d r e a l n d e l a v i d a humana que a q u é l l a . condicion e s verdaderamente f r u c t í f e r a s s ó l o e n l a medida en que e n s e ñ e -en l u g a r d e i n t e r v e n i r bruscamente con audaces in- t e n t o s en e l d e s a r r o l l o i n t e r i o r d e l hombre. q u e d e b e ser . l a e x i g e n c i a p o s i t i v i s t a . l a f i l o s o f í a p o d r á p r o p o r c i o n a r . E l problema d e l a r e l a c i ó n e n t r e p s i c o l o g í a e h i s t o r i a n o s r e m i t e u n a v e z más a l a t a r e a d e e l a b o r a r u n a t e o r i a d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l que d é r a z ó n d e l caracter h i s t ó r i c o d e l h o m b r e como u n s e r c u y a p s i q u e s e b a l l a c o n d i c i o n a d a p o r l a dinámica preexistente de l a h i s t o r i a . L a a m b i v a l e n c i a d e l a a c t i t u d d e O i l t h e y f r e n t e a l pos i t i v i s m o se m a n i f i e s t a a l f i n a l d e s u l e c c i ó n i n a u g u r a l de Basilea. l a sociedad. S i n embargo. .de e s t a b l e c i m i e n t o d e l e y e s s e a f i r ma c o n f u e r z a . l a educación y e l derecho. y que es capaz a l mismo t i e m p o d e c o n f i g u r a r w n i t a r i a m e n t e s u i n t e r i o r i d a d . c o n e l mundo e x t e r n o . E l lema p o s i t i v i s t a " s a v o i r p o u r p r é v o i r " desta- c a con claridad. pero r e c i b e a s u vez una inflexión característica: " I m p o r t a conocer l a s l e y e s que dominan l o s fenó- menos s o c i a l e s . i n t e l e c t u a l e s . a l a v i d a act i v a en s u s d i s t i n t a s y grandes direcciones.p e r o no s i n ambigüedad- f r e n t e a l romanti- cismo.en e l que vive. Este conocimiento l e y e s e s l a f u e n t e de t o d o e l poder d e l hombre.

los fines prácticos.108-9). basado en el conocimiento de s u s leyes. e l mundo s o c i a l . 8 6 ) d e l hombre. a l o s problemas de l a acción en Por el contrario. L a tendencia dinámico-causal hacia el nconocimiento de las leyesn s e vincula a l a concepción d e l h o m b r e como u n s e r a c t i v o . cuando .27. J u n t o a l p o d e r d e l h o m b r e s o b r e l o s f e n ó m e nos espirituales. bien s e a de l a voluntad egoísta o de ( f r e n t e a esta) l i b r e contemplaciónn L a p o s i b i l i d a d d e r e c o n c i l i a c i ó n d e ambas a c t i t u d e s -si s e e l i m i n a d e l a p r i m e r a e l m a t i z p e y o r a t i v o q u e p o s e e en e s t e t e x t o .III. 1 . el impulso c l á s i c o alemán h a c i a l a formación d e l a i n d i v i d u a l i dad. Como e l h o m b r e absorbido por l a s t a r e a s c o t i d i a n a s t i e n e e n l o s á r b o l e s y e d i f i c i o s j u n t o a l o s cua- les pasa solamente i n d i c a d o r e s de s u camino. l a pro- f u n d i d a d d e l a n a t u r a l e z a m o r a l n ( ~ 1 1 1 . 360). Ambas t e n d e n c i a s c o r r e s p o n d e n i n c l u s o a d o s a c t i t u d e s vitales distintas: l a acción y l a contemplación: "En l a r e - l a c i ó n d e l hombre c o n l a s o c i e d a d en l a q u e v i v e h a y u n a profunda distinción.EI. se a f i r m a decididamente e l "vinculo internon. Este t e x t o n o s m u e s t r a con c l a r i d a d e l t r a s f o n d o que subyace a l a d o b l e t e n d e n c i a -dinámico-causal dividualista- y estético-in- c u y a s i m p l i c a c i o n e s hemos . a s í s e com- p o r t a c o n l a s o c i e d a d e n l a que v i v e e l hombre dominado p o r intereses personales. p e r o no en e l a n t e r i o r . i n i e n t a d o d e s t a c a r en este capítulo.sagrado para nosotros- a a c t u a r e n e l mundo m o r a l s e g ú n u n conocimiento c l a r o d e s u g r a n conexión l e g a l n (V. "que d e b e ser s a g r a d a p a r a nos otros^. l a segunda apunta h a c i a l a configuración de l a interioridad. ( X V I I I .

Ahondaremos a c o n t i n u a c i ó n .Dilthey señala: "si e l f i n d e l hombre e s l a a c c i ó n como u n a c u e s t i ó n a b i e r t a . . en este t r a s f o n d o i d e o l ó g i c o que subyace a l a dualidad metodológi- ca. c i l i a c i ó n d e d o s mundos. d e s a r r o l l a d a err e s t e c a p í t u l o ..q u e d a 11 se t r a t a r e a l m e n t e d e l a recon- de l a afirmación de l a individua- l i d a d c u l t i v a d a e n u n a s o c i e d a d e n l a q u e e l i n d i v i d u o se h a l l a abocado a "grandes f i n e s p o l í t i c o s e i n d u s t r i a l e s w (xI. . al h i l o de l a recep- c i ó n d i l t h e y a n a d e l c l a s i c i s m o y e l romanticismo. .. 69).

n o m b r e s a s o c i a d o s a e s i a ernp?es. Es i g u a l m s n t e c a r a c t e r í s t i c o de s u a c t i t u d o 1 apoyo a l .C A P I T U L O S E G U N D O . B i l t h e y . más o m e n o s d i r e c t a m e n t e vinculada a intereses ideológicos. I N D I V I 3 U O Y TOT9LI3AD. colabaraaor asiouo de l o s 'Preu6icchen en s u juventud Jahrbücher'. R u d o l f Hayrn. as? co- 12 h i s t o - l a p o l i t i c a y l a l i t e r a t u r a alemanas. Treitschke- mo un c o n s i a e r a b l e número d e t r a b a j o s e n t o r n o a riografía.r e a l i s rno p o l í t i c o ( R e a l p o l i t i k ) que c a r a c t e r i z ó e l g i r o d e l l i b e - . s u s c a r t a s -especialmente 3 u l i a n Schrnidt. S u p o s i c i ó n p o l í t i c a s e c z r a c t e r i z a p o r un c c ~ n s t i t ~ ~ c i o n a lismo flanqueado a su oerecha por e l "veteroliberalisrnofl ( d i e ~ l t l i b e r a l e n )y a s u i z q u i e r d a p o r e l p a r t i d o p r o g r E - s i s t a y l a c o r r i e n t e s democráticas pequeño-burguesas. i-!aym. 16 además. l a c o r r e s p o n d e n c i a cgn Baumgarten. W e b e r ( ~ a d r ed e l f a m o s o s o r i Ó l o ~ o ) . son D i l t h e y no f u e d e ningu- Sus d i a r i o s de juventud. D i l t h ~ yf u e .a. testimonian ~ s t a sr e l a c i o n e s d e D i l i h e y c o n e l m u n d o d e l e a c c i ó n y e l pensamient@ p o l í t i c o . n a m a n e r a un p o n s a d o r a p o l í t i c o . E l c o n t e x t o p o l í t i c o LE recepción diltheyanz d e l c l a s i c i s m o y e l romantic i s m o alemán se produce e n e l c o n t e x t o c o n s t i t u i d o p o r l e recuperación l i b e r a l de l a herencia c u l t u r a l alenanz. LA R E C E P C I O W DILTHEYANA DEL CLASICISMO Y E L ROMANTICISMO l. Órgano d e l a c o r r i e n t e c o n s t i t u c i o n a l i s t a d e l l i b e r a l i s m o zleinán. des- t i n a d a a p r o p o r c i o n s r a l nueva Reich una base c u l t u r a l propia y unitaria.

U.r a l i s m o alemán e n 1866 h a c i a p o s i c i o n e s f a v o r a b l e h a c i a l a ' l ~ i a c h t ~ o l i t i kb i' s m a r c k i a n a . W . Humboldt s o b r e un p r o f u n d o i n d i v i d u a l i s m o moral. En s u d e f e n s a individuo. que n o t u v o o t r o p r e c u r s o r mayor que K a n t y n i n - g ú n e ~ e m i g om a y o r q u e e l c o n c e p t o a r c a i c o h e g e l i a n o d e l E s t a d o como u n f i n e n s í . incluido el Estado. fundado en e l Estado-asquina. del de F i c h t e c o n t r a p o n í a e l a r t e e s t a t a l románico. y Schleiermacher. En é s t e a r r a i g ó n u e s t r o s e n t i d o d e l a l i b e r t a d p o l í t i c a e n Alemania. S e h a p r e t e n d i d o f r e c u e n t e m e n t e h a c e r d e D i l t h e y un defensor incondicional d e l derecho d e l Estado-nación a l individualismo'8. se s i t ú a en este aspecto a l l a d o de l a posio p u e s t a a l a concepción h e g e l i a n a d e l Estado y defensora d e l derecho d e l individuo.P31). frente Y precisa- m e n t e p o r e l l o s e l e p l a n t e ó como u n p r o b l e m a r e a l l a s relaciones entre individuo y sistemas sociales. Droysen. a p a r t i r d e l a déca- d a d e l o s 80. l a uniformidad y l a esclavi- . A l s i t u a r e n u n mismo c a m p o l a ~ e s t a u r a c i ó ny l a R e v o l u c i ó n F r a n c e s g D i l t h e y s e s i t ú a e n u n ~ o s i c i ó nl i b e r a l m o d e r a d a . Así. Dilthey sigue l a l í n e a de F i c h t e . Lo c i e r t o e s q u e n o 10 f u é . Acerca d e Friedrich C h r i s t o p h S c h l o s s e r e s c r i b í a D i l t h e y e n un t e m p r a n o a r t í c u lo: " E l primero d e l o s h i s t o r i a d o r e s que puso s u s m i r a s en l a convicción p o l í t i c a descansa. como F i c h t e .Dilthey ción liberal. a s í como. c i e r t o t o n o n a c i o n a l i s t a y e x p a n s i o n i s t a l ' q u e se manifiesta ocasionalmente en sus e s c r i t o s ~ e d a ~ ó g i c o s . d e l q u e s e a l i m e n t a r o n d e i g u a l modo l a ~ & s t a u r a c i Ó ny l a v e n e r a c i ó n d e l c o n c e p t o d e E s t a d o en l a Revolución Francesa" (xI. d e Ranke.

frente aTreitschke.tud. l a Reforma a p a r e c e co- mo l a f u e n t e d e t o d a s l a s r e v o l u c i o n e s m o d e r n a s . D r o y s e n . como defen- en una c a r t a importante p a r a e l c o n o c i m i e n t o Se s u a c t i t u d p o l í t i c a . El " p r i n c i p i o románicon s i g n i f i c a p a r a 61 e n cambio "el E s t a d o absoluto. t e n i d o e s e n c i a l es l a l i b e r t a d . L i b e r t a d ( ~ r e i h e i t )y m a d u r e z y a u - t o n o m í a p e r s o n a l ( ~ ü n d i g k e i t )c o a s t i t u y e n l o s p r i n c i p i o s f u n d a m e n t a l e s oe l a R e f o r m a p a r a e 1 l i b e r a l i s m o a l e m á n . pero s i n destruir. p a r a Droysen. m o r a l autónoma. l o s demás á m b i t o s m o r a l e s d e l a vida2'. como e n F r a n c i a . allí. P r u s i a h a s i d o capaz d e crear l a energia estatal. l a a u t o n o m í a d e l a s d i s t i n t o s flsisternas d e c u l t u r a n a l l a d o d e l i n t e r é s e n l a 22 E s i m p o r t a n t e s e ñ a l a r también l a reladefensa del Estado .frente Rotteck. Igualmente y l a o r i g i n a l i d a d19 Ranke e n t i e n d e p o r flgermanismon e l " p r i n c i p i o p e r s o n a l n . Finalmente. l a "abundancia d e l o s derechos persanales* en e l Estado. Gervinus. c u y o con- También D i l t h e y c o n s i d e r a - . que p r e t e n d e r í a expul- s a r d e l E s t a d o t o d o l o p e r s o n a l y q u e e n s u d e s a r r o l l o moderno tiende hacia l a república y el La eeua- c i ó n ~ e v o l u c l Ó nF r a n c e s a = i ~ u a l i t a r i s m o =m e c a n i s m o e s t a t a l y s o c i a l = s o c i a l i s m o e s casi una c o n s t a n t e no s ó l o e n D i l t h e y s i n o e n e l p e n s a m i e n t o l i b e r a l a l e m á n d e s p u g s d e 1848. c i ó n d e e s t a s concepciones con l a i n t e r p r e t a c i ó n l i b e r a l de l a Reforma p r o t e s t a n t e .0ilthey derá. . que e d u c a a l hombre p a r a l a p e r s o n a l i o a d l a libertad. p r o p i o D i l t h e y v e r á en l a "Mündigkeit" distintivo del protestantismo. El espiritual el rasgo a l catolicismo2? Para Haüsser. a l germánico. q u e s e mueve p o r s í mismo.

Como l a h i s t o - r i o g r a f í a l i b ~ r a l . en c i e r t o a s p e c t o . a l o alemán. para Dilthey. por e l p e l i g r o de l a r e v o l u c i ó n s o c i a l y por l a defens a d e l a i n t e r i o r i d a d y do l a i n d i v i d u a l i d a d c u l t i v a d a f r e n t e a l a mosa.ermacher. e i n s t i t u c i o n a l i s t a d e l p r o c e s o r e l i g i o s o24 La r e c e p c i ó n d i l t h e y s n a d e l c l a s i c i s m o y e l rornanticismo s e encuadra. Ese ámbito de o b j e t i v i d a d que s e e x p r e s a en l o s s i s t e m a s d e l a o r ~ a n i z a c i ó ns o c i a l y d e l a c u l t u r a . l a noción d i l t h e y a n a de v i v e n c i a s e remontará en Último término a l a experiencia interior religioso-protestante. tólica. en e l ámbito de l a preocupación d e l a i n t e l e c t u a l i d a d l i b e r a l alemana por e l qvance d e l i g u a l i t a r i s m o y l a uniformización de l o s inddviduos. representa e l . patológico. d e l o común a l i n d i v i d u o -que y l o preexistente más a d e l a n t e l l a m a r á " e s p í r i t u o b j e t i v o n - como á m b i t o e n e l q u e h a d e e j e r c e r s e l a a c c i ó n d e é s t e c o n s t i t u y e un e x t r a v l o p e l i g r o s o .D i l t h e y a ' s o c i a r á l a R e f o r m a a l g e r m a n i s mo.Y a s í .r á l a i n t e r i o r i z a c i ó n p r o t e s t a n t e d e l p r o c e s o r e l i g i o s o como u n a a f i r m a c i ó n o e l a l i b r r t a d p e r s o n a l f r e n t e a l a r i g i d e z d0gmática. giosa. a t r a v é s d e Schlei. tanto para e l o r d e n s o c i a l c o m ~p a r a e l d e s a r r o l l o d e l a p e r s o n a l i d a d . en a l a regulación dogmática . t o d o é n f a s i s en l a indivi- u u a l i c a d q u e n o t o m e e n c u e n t a l a f u n d a m ~ n t a li m p o r t a n c i a d e l a o b j e t i v i d a d s o c i a l . S i n embargo. concordancia con s u l i b e r a l i s m o . a l a enfrentándole r e g i m ~ n t a l i z a c i Ó n ca- opuesta a l d e s a r r o l l o l i b r e de l a i n t e r i o r i d a d reliD i l t h e y mantuvo s i e m p r e una p r o f u n d a a v e r s i ó n .

a l a s u n i f o r m i d a d e s -cono l a atención exclusiva s u c e d e e n ~1 p o s i t i v i s m o - signi- f i c a l a p é r d i d a d e Los v a l o r e s i n d i v i o u a l e s y p e r s o n a l e s . E l tema d e l o u n i f o r m e s e h a l l a r e l a - cionado en D i l t h e y con el problema de l a acción y de l a transformación social: é s t a Última e x i g e e l conocimiento de las l e y e s de l a vide social. rioqrárica -la S i l a práctica histo- biografía de Schleiernacher- constituía l a armonización f á c t i c a del p r i n c i p i o estético-individual d e l p r i n c i p i o causal-dinamico. y D i l t h e y l a v e r á ahora reali- zada en l a p r á c t i c a v i t a l Se l a s grandes individualidades. como s e ñ a l a b a D i l t h e y e n s u l e c c i ó n i n a u g u r a l d s E a s i l s a . e s p e c i a l m e n t e d e Goethe. En e s t e s e n t i d o . r a d i c a l e i g u a l i t a r i o . frente a la t r a d i c i ó n i n d i v i d u a l i s t a germano p r o t e s t a n t e . o.la victoria del " p r i n c i p i o románicow. p r o c e d e n t e s o e s e c - t o r e s liberal-demócratas -como l a s o s t e n i d a p o r Gervinus-.jo un nuevo aspecto: común. de l a realidad y de l a acción sobre e l l a . el proble- ma d e l a i n a i v i d u a l i d a d g u a r d e r e l a c i ó n c o n l a " f o r m a c i ó n i n t e r i o r u y l a a c ~ i i u dc o n t a n p l a t i v a . l a s r e l a c i o n e s ~ n t r el o i n d i v i d u a l y l o S i l a i n s i s t e n c i a e n e l d ~ r e c h oi l i m i t a d o d e l a i n - d i v i d u a l i d a d conduce a l a p a t o l o o í a . . S e ñ a l e m o s a h o r a a l g u n a s i m p l i c a c l o n e s d e ambos p o l o s d e l a dualidad señalada. Las c r i t i c a s . P o r o1 c o n t r a r i o . expresado en términos htstóScopolíticos. el problema metodolóqico plan- t e a d o e n e l c a p í t u l o a n t f r i o r s e n o s p r e s e n t a a h o r a ba.p o d e r d e l o común s o b r e l o i n d i v i d u a l * d e l o u n i f o r m e s o b r e l o p e c u l i a r y por l o t a n t o da l a l e y s o b r e l a forma irrpetible. a l a a c t i t u d i n t i m i s t a d e l clasicismo alemán. a su lejanía r e s u e n a n a h o r a co- .

por el contrario. ningún t i p o a e condiciones. . P o r más que n o s preocupemos d e l a f e l i c i v a o y e l b i e n e s t a r o e nues- t r a g e n e r a c i ó n c o m o l a metc s u p e r i o r . u n a c o n s i d e r a c i ó n 2rrnÓnica d e l mundo e n c u e n t r a n p o r d o q u i e r f u e n t e s d e f e l i c i d a d . l a p l e n i t u d i n t e r i o r Se l a vida. . De n u e v o encontramos a q u í e l planteamiento d e l problema en términos . XLIII. esto.jo de l a s conoiciones e x t e r n a s d e l a c i v i l i z a c i ó n s o b r ~e l á n i m o ( ~ e m ü t ) d e l hombre. e s t e bienestar surge solamente d e l influ. sociales y estatales b a j o l a s que vivimos y e n l a s que r e s i d e n u e s t r a f e l i c i d a d o nuestra desdicha.. transformar l a s condiciones naturales. u n a v i s i ó n . al fin. C.. Este i m p l u s o h a c i a se oye cecir.En m ~ d i od o c o n d i c i o n e s o p r ~ ? s i v a sd e e x i s t e n c i a .mo u n t r a s f o n d o c u a n d o D i l t h e y r e p r o c h a a s u v e z a e s t a s críticas su'Clnilateralidadn: "Desde e s t a s c o n s i d e r a c i o n e s no aparecen j u s t i f i c a d a s l a s acusaciones c o n i r a esta época de l a formación interior(innere%ldung).). s u b r . existencie.para s e r v i r n o s d e 2110s s e g ú n n u e s t r o s f i n e s o p e r o d e e s t e modo no hacemos s i n o p a s a r d e una u n i l a t e r a l i d a d a o t r a . e s t z felicitad. y a h e m o s p a s a d o b a s t a n t e t i e m p o r e f o r m á n d o n o s a no- s o t r o s mismos e n l u g a r o e r e f o r m a r e l mundo.M. es n e c e s a r i o . e l e v a ~ zd e l a v i d a . l a Únice. es necesario. s a t i s f a c t o r i a s que sean. no o b s t a n t e . de n u e s t r a dado que l a r e f l e x i ó n r e l i g i o s a o f i l o s ó f i c a no son asunto de todos. mient r a s que. y a h a consu- m i d o d u r a n t e b a s t a n t e t i e m p o l a s n e j o r ~ sf u e r z a s d e n u e s t r a nación. por c o n s i g u e n d a r l a f e l i c i d a d a un á n i m o e m p o b r e c i d o n ( X I I I / ~ . de acuerdo con i n v e s t i g a r l a s l e y e s que r i g e n e s t o s cambios.

vivencia. E s t o s s o n t o s d o s g r o n d e s t e m a s q u e a- t r a e n . uno d e cuyos aspectos e s precisamente l a r e l a c i ó n de individualidad y totalidad. más adelante. configurar todos l o s ras- gos d e l p r o p i o ser en una forma u n i t a r i a -así surge la obra . las nociones de experiencia externa. P e r o es s ó l o un e s b o z o . sionificado. Hemos d i c h o s i n m e d i a c i o n e s . t o d a s l a s f u e r z a s d e l mundo. "unilateralesn.ne s t e c a n t e x t o r e s u l t a n e x p l i c a b l e s l o s d o s g r a n d e s ejes -ampliamente relacionedos- de l a intzrpretación dilthe- yana d e l c l a s i c i s m o y e l romanticismo: blema. ambas s o n un i n t e n t o d e s i n embargo. c o n s t i t u i r a n u n a t e n t a t i v a d e s a r r o l l a d a ce m e d i a c i ó n e n t r e l o " i n t e r n o " y l o "externon. p a r e c e e s b o z a r s e c u a n d o D i l t h e y se r e f i e r e a l " i n f l u j o de l a s condiciones externas de l a civil i z a c i ó n s o b r e e l ánimo C e l hombren. pues l a cuestión s e reduce s ó l o a l a s "condiciones externas d e l a c i v i l i z a ~ i ó ny~ n~o a l a e x t e r i o r i d a d e n g e n e r a l . p o r un l a d o . La fozmación d e l a p e r s o n a l i d a d . mediación.a e una dualidad s i n mediaciones: formación i n t e r i o r ver- s u s a c c i ó n s e g ú n un c o n o c i m i e n t o d e l a s l e y e s . e l i n t e r é s de Dilthey por este período de l a h i s t o r i a d e l a c u l t u r a alemana.de l a individualidad. e l pro- e l panteismo. en l a contemplación y en l a ac- c i ó n . 2. ~ . por e l otro. En 1 8 6 0 e s c r i b e D i l t h e y e n s u d i a r i o : ca: "La v i d a s i g n i f i - d e j a r a c t u a r s o b r e sí. y o t r a s r e l a c i o n a d a s con e l l a s .

l a i d e a de conformación o configura- c i ó n d e l a personalidad mediante e l l o g r o d e l a unidad en medio d e l a diversidad. s i n e m b a r g o . l a i d e a de autonomía personal. P a r a 151. v i v o s e n l o más i n t e r n o d e s u s e r y m o v i é n d o s e d e f o r m a t o t a l m e n t e n a t u r a l * ( ~ .350). t i c a frase: E l primer motivo a p a r e c e en una c a r a c t e r $ s - " d e s c a n s a r e n s í m i s m o n . e s t a conformación u n i t a r i a d e l a p r o p i a e x i s t e n c i a corrio u n a l b b r a c e a r t e t t . 157). 1 7 . GestaXuna. s e e x p r e s a e n un d o b l e m o t i v o q u e a p a r e c e e n l o s d i a r i o s : e n primer lugar. EI. y a d q u i s i c i ó n d e f o r m a y d e u- nidad. De l o s p e r s o n a j e s d e Lessing afirma Dilthey que "descansan orqullosameote en sí mismos. El ideal clásico de l a individualidad. p o r o t r o . l a dualidad -contemplación dido.organizaciÓn l a Bildunq es también. s e t r a t a OE es- t a b l e c e r l a p o s i b i l i d a d dequrenmedio d e e s t a i n t e r a c c i ó n s e c o n f i g u r e una p e r s o n a l i d a d u n i t a r i a : pues. Interacción y configuración: e n es- t a s d o s i d e a s y e n s u r e l a c i ó n s e c o n t i e n e una c l a v e import a n t e p a r a l a c o m p r e n s i ó n d e l a obrz d e D i l t h e y .de a r t e de nuestra e x i s t e n c i a n ( D ~ D . l a v i d a humana e r a u n a r e l a c i ó n d i n á m i c a d e l y o c o n e l m e d i o : "La v i d a s ó l o e x i s t e a l l í d o n d e e n u n s e n t i m i e n t o d e s í mismo s e d i s t i n g u e d e l o e x t e r i o r q u e e j e r c e s u s e f e c t o s a q u e l l o que s e p e r c a t a d e e s t a a c c i ó n y r e a c c i o n a a s u v e z v (XVIII.IV. La m i s m a c a r a c - . en segundo l a i d e a d e i n t e r i o r i d a d como l u g a r p r i v i l e g i a d o d e d i c h a autonomía. lugar. p o r u n l a d o . y acción- Pasemos p o r a l t o a l a q u e ya hemos a l u - En e s t e b r e v e f r a g m e n t o e n c o n t r a m o s . l a i d e a d e i n t e r a c c i ó n d e l i n d i v i d u o con " t o d a s l a s f u e r z a s d e l mundon. A l mismo t i e m p o . 117).

duda un ser d e ese t i p o n (DJD.r o r n á n t i c o y e l ~ o s i t i v i s m o . 119). d e l a e x i s t e n c i z h u m a n a . .. l a noción dinámico-causal E l fragmento antrrior una época b a s t a n t e temprana. y s i n e m b a r g o p a r a s í mismz. Nuestra alma es s i n 9 6 ) . D i l t h e y s e ñ a l a . d e l a e x i s t e n c i a humana. es?ejo r e p r o d u c i e n o o y s i n t i e n d o ce f o r m a i n v i s i b l e to- d o l o cemás. E l contexto histórico-filosÓPico de esta mos' i d e a r e s u l t a a c l a r a d o cuando. La c o n c e p c i ó n o i n á n i c o . Y así. tiecir ieleolóoica-intzrna. de l z individuali- p r o c e d e más b i e n d e l e n - e s p e c i a l x ~ n t ed e l p o s i t i v i s m o y s u noción de l a interacción individuo-entorno. v i n c u l a d a a l m u n d o c u l t u r a l oermsnico y a l a doctrina ciásico-leibnizicna dad.cerca "En e n una c a r t a a s u hermana d e l a mónadas l e i b n i z i a n a s : e t e r n a c l a u s u r o d e s c a n s a c a d a u n a e n sí m i s m a . c e r r á n d c s e obs- t i n a d a m ~ n t ee n s u e x i s t e n c i a p r o p i e . ES d e 186C. P e r o a l a hora de a c o n s e j a r a su pro- . d e l mundo. En e s t e íntimo. f r e n t e a e s t a concup'ción. do1 j o v e n D i l t h e y . ~ anoción leibniziana de i n d i v i d u a l i d a d como u n d e s a r r o l l o i n t ~ r n os u b y a c e e n Ú l t i m o término a l a t e o r í a a e l a individualioad de Schleierrnacher.t e r í s t i c a e n c u e n t r a D i l t h e y on l a s c r e a c i o n s s q o e t h i a n a s : "También l o s p e r s o n a j e s d e G o e t h e d e s c a n s a n s o b r e s í mis- ( D ~ D .n o ~ s t ác o n s t i t u i d o g r i q i n a l m e n t r o o r u n a concssción causal. la t e o r í a diltheyana de l a interacción h i s t ó r i c a s u r o i r á del c o n t e c t o o r o d u c t i v o e n t r e e l mundo c u l t u r a l c l á s i c o . Ya v i n o s e n e l c a p í t u l o a n t e r i o r cómo s e a f i r m a b a e n D i l they. c o n t e x t o r e s u l t a c l a r o q u e e l mundo i n m e d i a t o . M a r í a . s i n o aor 2s. .c a u s a l torno c u l t u r a l inmediato. . Se t r a t z de una c a r t a confiden- c i a l e n t o r n o a l f r a c a s o m a t r i m o n i a l d e s u hermana.

.). D i l t h e y h a c e u s o d e a q u e l l o s e l e m e n t o s más profundamente a r r a i g a d o s en s u v i s i ó n d e l a vida: " L o me- * j o r q u e q u i s i e r a d e s e a r t e e s q u e c o n s t r u y a s e n t i u n mundo propio de comprensión y de f e . P o r l o oernás. 98- : l a i d e s de autono- " Q u e c o n s t r u y a s e n t i u n mundo. A c e r c a d e " H e r m a n n y 5 0 r o t e a ~ g~ s c r i b e D i l t h e y en 1 8 5 0 : !'Para m i g u s t o n o n a y n i n ~ u n ar e p r e - s e n t a c i ó n t e l a v i o 2 en l a f a m i l i a ' y en l a n a t u r a l e z a que p u d i e r a compararse con é s t a e n profunoidad y c l s r i d a d d e l a visión. La naturaleza no será ahore p a r a 61 a l g o a dominar s i n o a 5ozer en l a p l e n i t u d d e l a v i d a i n t ~ r i o r . l o repito: s i n o qua d e s c a n s e s d e s c e n s a e n t i m i s m a n ( D ~ D . E l j o v e n D F l t h e y v i v e e n e s t e mun- do y participa ds e s t a sensibilidad. e n t i misma.p i a h e r m a n a . que se c o n v i e r t e n e n m e r o s " i n d i c a d o r e s d e c a m i n o n ." mía p e r s o n a l e n l a z a a h o r a con e l segundo motivo i n t e g r a n t e de l a idea ae individnalidad: propio del valor de l a vida.. si no n o s c o n v e r t i m o s e n hombres que e n c u e n t r a n s u f e l i c i - ~ . frente a l a pérdida exteriores. l a i n t e r i o r i d a d como l u o a r En e s t e p u n t o s e h a c e v a l e r aquel rasgo intimista-contemplativo mente l a f i l o s o f í a de Dilthey. de reflexión y voluntad.. h a l l ~ r se n l a c o n t e m p l a c i ó n d e s l i ~ a d ad e f i n e s p r á c t i c o s y e n l a p i o f u n d i d a d d e l a vivencia l o s c a r a c t e r e s a x i o l ó g i c o s que a e t e r n i n a n l a porsonalidad cultivada. en i n t i m i d a d ( l n n i g k e i t ) d e l sentimiento(... d e l hombre e n l o s o b j e t o s que i n f o r m a r á decisiva- y que..te 99). t a n t e m p r a n o e l s e n t i d o d e l a n a t u r a l e z a . que no t e s i e n t a s e n t r e g a d a a l d z s t i n o . Q U f e l i c e s hemos s i d o a l h a b e r s e d e s a r r o l l a d o e n n o s o t r o s d e s d e .

1 2 ) . enton- en e l b o l s i l l o Holaerlin. 7 3 )U. música alemana. es c a r a c t e r í s t i c a d e l a v i s i ó n d i l t h e y a n a d e l a i n t e r i o r i d a d h u m a n a e n é p o c e s muy t e m p r a n a s d e s u A l o s veinte años escribe Dilthey acerca ae la evolución.) d e nuevo e n m i e l e x t r a ñ o e s t a d o d e enirno e n q u e y o . Aún más c l a r a m e n t e a p a r e c e e s t e s e n t i - prensible" miento Óe l a n a t u r a l e z a en l a s s i g u i e n t e s p a l a b r a s q u e D i l - t h e y d i r i g e a s u s amigos L u i s e y Bernhard Scholz: "Cuando hojeo e s t a s f a n t a s í a s (de s u propio d i a r i o . d~ l a t i e r r a . l e y e s d e l . me p a r e c í a m á s d i v i n o q u e e l i m p u l s o QUE y nada se a g i t a o s c u r a - m e n t e y 0 b i 2 d e manera i n c o n s c i ~ n t e .t o n o r e s u e n a t terna mente i g u a l y com- ( D ~ D . alimentada en Goethe. revive C.R.se oye l a voz de l a n a t u r a l e z s . n a i n t i m a y s e n t i d a r e l a c i ó n c o n l a naturaleza. menudo. zbarcar e l poder.e n v i r t u d d e l c u a l e l a l m a d e l mundo p a r e c e e x p r e s a r s e e n l a n a t u r a l e z a f e n o n é n i c a como e n l a s f o r m a s ó e u n g r a n p o e m a . con apenas d i e c i o c h o años. en l a gran en Hoiderlin. Eran e x t r a ñ o s e s t a d o s de ánimo. l a culpa es n u e s t r a n ( ~ j ~ . CES.e l p o e m a d e l o s poemas. música: "Allí es t o d o l u z y amor. v a g a b a p o r las c o l i n a s d e a l r e d e d o r d e l a c i u d a d y .dad en l a profundidad d~ l a v i d a i n t e r i o r .. en una especie de É x t a s i s místico. a creia sentir y que s e o i f u n d e a e s d e l a s p r o f u n d i d o ó e s d e l a n a i u r d e i a d i v i n a e n l a s r o c a s que as- p i r a b a n a l o a l t o y e n l o s e s b e l t o s á r b o l e s s u a v e m e n t e mecidos. y l e j o s d e l g r i t e r í o d e l o s partidos.. p e r o nunca h e . i4Ún n o c o n o c í a n i l a h i s t o r i a n i a l h o m b r e . q u e e n es- t a s g r a n d e s . a l q u e t e n g o un s s p e c i a l c a r i ñ o e n r e c u e r d o d e a q u e l l a época.

se r e l a c i o n a de forma comprensible con l a p r o p i a v i S a for-m a n d o p a r t e i n t e g r a n t e o e l a c o n f i g u r a c i ó n d e l a rnisma. e n Goethe. @e l a c i t a d e l a " E i n l e i t u n g n . ernbsrgo. posteriores. s i n o l a " ~ x p e r i e n c i ai n t e r n a n . goethiano y romántico. especialmente S i n embargo.s e n t i d o l a n a t u r a l e z e t a n p r o f u n o a m ~ n t ecomo r n t o n c e s n ( D ~ D . no l a "intuición sensiblen. a s í como l a a r m o n í a e n t r e l a n a t u r a l e z a e x t e r i o r y e l alma h u m a n a q u e D i l t h e y r e c o n . Dilthey. 114). sino 12 n v i v e n c i a u .o c e r á como c a r a c t e r í s t i c a s g e l i d e a l c l á s i c o d e l a i n dividualidad. no encuentra exprrsión l a " a x p e r i e n c i a e x t e r n a n . R e s u e n a más b i e n a q u í e l m o t i v o d e l a " I n n e r l i c h k e i t u d e l s e n t i m i e n t o y e l goce contemplativo. n o es a s í . tros" ¿ A c a s o n o e s c r i b i ó e n 1883. En e s t a s l í n e a s s e e x p r e s a c l a r a m e n t e u n s e n t i - miento p a n t e i s t a de cuño s i n embargo. q u e :)la n a t u r a l e z a e s muda p a r a n o s o - (1. no incorpora y a e l s e n t i d o c r í t i c o . S ó l o si tenemos e n c u e n t a que p a r a D i l t h e y l a i n t e r i o r i d a d será e l l u q a r e n que l a exterioridad cobra sentido y siqnificado unitario.36) ? E l l o p o d r í a l l e v a r n o s a p e n s a r que d e l tex- t o a n t e r i o r a l a "Einleitunq" h a t e n i d o l u g a r un c a m b i o ra- d i c a l en el sentimiento de l e naturaleza de Dilthey.n e g a t i v o d e l c o n c e p t o d e n a t u r a l e z a e n G o e t h e ( ~ e r t h e r )y H o l d e r l i n . Sin Por e x p r e s a r n o s en términos d l l t h e y a n o s d i g a m o s quo e n e l t e x t o c i t a d o . podemos p r e g u n t a r n o s : ¿Acaso no f u e D i l - t h e y e l gran defensor de l a autonomía d e las c i e n c i a s d e l espíritufrente a l a naturaleza? en l a "Einleitungn. a diferencia .podemos comprender l a c o n c o r d a n c i a d e ambos t e x t o s a p a r e n t e - .

d e l a v i d a h u m a n a misma. de l o s contenidos e s p i r i t u a l e s s u p e r i o r e s e n l a v i d a humana. Digamos a h o r a . E s t a capacidad p o é t i c a oe h a l l a r l a forma i d e a l en l a f a c t i c i a a d y e x p r e s a r l a d e modo n u e v o r e p r e s e n t a p a r a D i l t h e y l a r e a l i z a c i ó n m i s a l t a no s ó l o d e l a p o e s í a .mente c o n t r a d i c t o r i o s . s i n embargo. como l a . "animadan p o r u n a s i g n i f i c a c i ó n í n t i m a m e n t e c o m p r e n s i b l e s e r á n modelos d e l a p o s t e r i o r t e o r i a d i l t h e y a n a d e l a i n t e r acción histórica l a de y d e c a t e g o r í a s p r o p i a s . sino Comprender c i e n t í f i c a m e n t e e s t a capacidad s e r á p a r a D i l t h e y e l camino p a r a l o g r a r l a fundamentación d e l derecho de l a "idealidadn. e s p e cialmente en Goethe. encuentra Dilthey l a realización práctica. La p r u e b a d e e s t a s a f i r m a c i o n e s d e - b e r á o f r e c e r s e más a d e l a n t e . Dilt- they expresa este i d e a l en una pregnante fórmula acerca de Goethe: nLa p r o p i a f o r m a c i ó n y e l c o n o c i m i e n t o d e l mundo e r a n p a r a e s t e e s p í r i t u u n a y l a m i c m z c o s a U ( ~ ~ . contemplación y armonía. En l a s g r a n d e s f i g u r a s d e l " m o v i m i e n t o a l e m á n n .é l un i- d e a l humano. q u e s i n d u d a r e p r e s e n t ó p a r a .l a n c o n f i g u r a c i Ó n n d e l a p e r s o n a l i d a d e n m e d i o d e l a " i n t e r a c c i Ó n n c o n l a s " f u e r z a s d e l mundon. 167).d e l a m i s m a como vivencia^ y n s i g n i f i c a d o n .en una persona. Y como f a c t i c i d a d e i n t e r i o r i d a d s e h a l l a n mediadas h i s t ó r i c a m e n t e . FieconciliaciÓn. que e s t e t i p o d e e x p e r i e n c i a s en que l a e x t e r i o r i d a d r e s u l t a . . 1 6 7EI.IV. 3. d e l a r e c s n c i l i a c i ó n d e l a i n t e r i o r i d a d con l a ~ x t e r i o r i d a d .

antes En e s t e rnornen- t o privilegiado l a s cosas descubren s u sentido y su valor p a r a e l hombre y é s t e se s a b e uno con e l l a s . s i n o un c o n j u n t o d e r a s - g o s h 2 s t Ó r i c a m e n t e d e l i m i t a d o s y como l a i n t e r i o r i d a d s e h a l l a siempre conformada y p e n e t r a d a por f u e r z a s y contenidos históricos. l a f i l o s o f í a e x i s t e para producir. En n u e s t r o t r a t o c o n l a s c o s a s e x t e r n a s h a y u n momento e n e l c u a l " e l s e n t i d o y s u o b j e t o se han c o n f u n d i d o . t r a s que en Goethe. regla de l a vida. la l a r e c o n c i l i a c i ó n d e l ánimo t u r b u l e n t o con e l c u r s o d e l mundo. s e h a n h e c h o uno. l a armonía de Mien- interioridad y exte- r i o r i d a d s e l l e v a a c a b o e n e l t e r r e n o d e l a c r e a c i ó n poética. t a m b i g n e l h e c h o d e q u e e s t a u n i d a d d e s u j e t o y o b j e t o se- rá también p a r a D i l t h e y un r a s g o c a r a c t e r í s t i c o de l a vivenc i a . l a i n v e s t i g a c i ó n s o b r e l a c a p a c i d a d crea- d o r a d e l a v i d a s e c o n v e r t i r á tarnb'ién e n u n a i n v e s t i g a c i ó n s o b r e l a h i s t o r i c i d a d d e l a v i d a humana. También S c h l e i e r m a c h e r r e p r e s e n t ó p a r a D i l t h e y l a t a r e a d e l o g r a r l a r e c o n c i l i a c i 6 n d e l h o m b r e c o n e l c u r s o d e l mundo. En S c h l e i e r m a c h e r . e n S c h l e i e r m a c h e r e s l a e x p e r i e n c i a r e l i g i o s a e l me- d i o propio para lograrla.. s i g u i e n t e modo: que 61 expresa d e l "Me e n c u e n t r o e n e l c o r a z ó n mismo d e l mundo . por a s í decir. d e q u e ambos v u e l v a n a s u l u g a r p r i m i t i v o n ? .!Para él. l a determinación de su valor.f a c t i c i d a d no e s a l g o a b s t r a c t o . P e n s a m o s p a r a v i v i r n ( X I I I / ~ . mediante la reflexión sobre l a vida.552). l a u n i d a d máxima d e l h o m b r e c o n e l u n i v e r s o se produce cuando a q u é l s i e n t e en s í l a a c c i ó n d e l o i n f i n i t o en l a vivenciz religiosa. Destaquemos.

p u e s s u e s e n c i a n o es ( ~ ees t e t i p o d e r e l a c i ó n c o n l o a b s o l u t o a f i r m a r á Hegel que busca l a " e d i f i c a c i ó n n e n l u g a r d e l esfuerzo d e l concepto. sino e l sentimiento. pues s i e n t o t o d a s s u s f u e r z a s y s u v i d a i n f i n i t a como l a m í a p r o p i a i 2 6 . c e n t r a l e n s u t e o r í a d e l conocimiento. como e s s a b i - l a concepción de l o a b s o l u t o que r e s u l t a de e l l a con " l a noche.infinito . "dehque e l conocimiento d e l a r e a l i d a d es s ó l o u n c a ~ o ~ ~ ( . a c o n c e p t o s c l a r o s a q u e l l o que se sue- l e d e s p r e c i a r como m í s t i c a e i d e a l i s m o d e l a s e x p e r i e n c i a s i n t e r n a s y l a comprensión. f r e n t e al positivismo. ) La f i l o s o f í a d e D i l t h e y i n t e n t a r á t a m b i é n . y comparará. r e s c e t a r y fundamentar gnoseolÓgicamente for- mas d e e x p e r i e n c i a d i s t i n t a s d e l a c i e n t í f i c o .m. f í a t e o r é t i c a de Kant: Schleiar- l o s principios de l a filoso- el e s t r i c t o s a b e r t i e n e marcados s u s l í m i t e s e n e l á m b i t o d e l a e x p e r i e n c i a p o s i b l e . 222). soy en estemomento s u alma. p a r a hacer a c c e s i b l e a l a j u s t i f i c a c i ó n c i e n t í f i c a l a v i d a s u p e r i o r (klel e s p í r i t u . el saber. según Dilthey. C. . h a l l a e n e l mundo d e l c l a s i - .n a t u r a l .religio- s a ( ~ c h l e i e r m a c h e r ) . La n o c i ó n d i l t h e y a n a d e " h o m b r e e n t e r o n . . macher r e s p e t a . do. P e r o l a rel i g i ó n no c o n t r a d i c e este p r i n c i p i o . aque- l l a s q u e 61 e n c o n t r a b a e n e l " m o v i m i e n t o alemán" y q u e g u a r daban una e s p e c i a l r e l a c i ó n con e l i d e a l de l a formación de l a personalidad: l a experiencia poética ( ~ o e t h e ) . En 1 8 9 6 h a b l a r á D i l t h e y a SU a m i g o e l conde Yorck d e s u i n t e n t o d e c o n s t i t u i r u n a "1Óg i c a general".) (DY. j ' ~ Ceol nl o m e p a r e c e h a b e r d a d o un p a s o i m p o r t a n t e p a r a l l e v a r . e n l a que t o d o s l o s g a t o s s o n p a r d o s n .m u s i c a l .

de l a reconciliación. h e r e n c i a d e ia g r a n p o e s í a y m ú s i c a a l e m a n a . oe l a unidad de l a p r o p i a f o r m a c i ó n y d e l c o n o c i m i e n t o d e l mundo. Las nociones diltheya- n a s de v i v e n c i a y comprensión nunca c o r t a n d e l t o d o e l hil o que l a s une a e s t o s t i p o s d e e x p e r i e n c i a l o real. 27 de l a ausencia de c o n f l i c t o s como e l p r e s e n t i - . l a cual priva de cualquier s i g n i f i c a c i ó n c o g n i t i v a a t i p o s d e e x p e r i e n c i a como l a aro l a r e l i g i o s a y con e l l o . c i n u e v é a ñ o s G o e t h e e r a p a r a D i l t h e y 'el de aquella época. G o e t h e p a r e c e r e p r e s e n t a r p a r a D i l t h e y e l poete d e l a armonía. La i n d i v i d u a l i d a d e s t é t i c a . como h e m o s v i s t o . también. P e r o además. tística s e f i l o s ó f i c a d e l a "vida d s s t r u y e l a ba- superiorn. en s u época. t a d e l a r e c o n c i l i a c i ó n d e l " i d e a l n con l a 4 i d a n . en e s t r e c h a r e l a c i ó n con s s t o . y pretende e v i t a r l a restricción p o s i t i v i s t a y neakantiana del concepto de experiencia. vivencial. no t e ó r i c a de En c i e r t o s e n t i d o . se t r a t a en primer lugar. . se t r a - A l o s die- p o e t a más g r a n d e que c o n s i g u i ó r e c o n c i l i a r e l i d e a l con l a v i d a despues d e haber s a l i d o t r i u n f a n t e d e e s t a s l l u c h a s p a t o l ó g i c a s y que está ahí. total. será e l d e r e f e r e n c i a a x i o l ó g i c o que r e c o r r e e l i n t e n t o d i l t h e y a n o d e f u n d a m e n t a r autónomamente l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . d e l a c a pacidad d e acoger en s í y e x p r e s z r en s u s i g n i f i c a d o i d e a l t o d a s l a s f u e r z a s d e l m u n d o . en su s i g n i f i c z c i ó n cognitiva y formativa. _ b a u n i o a d d e Lo i n t e r n o y l o externo. l a o b r a d e D i l t h e y p u e d e c o n s i - d e r a r s e como u n i n t e n t o d e f u n d a m e n t a r t e ó r i c a y f i l o s ó f i camente a q u e l l o que v i o r e a l i z a d o en l a grandes i n d i v i d u a l i d a d e s d e l n m o v i r n i e n t o a l e m á n n .cismo y e l r o m a n t i c i s m o uno d e s u s l u g a r e s d e o r i g e n .

condiciones e s nece- saBo a l c a n z a r l a s a b i d u r í a de a q u e l l o s hombres que han s a bido "resignarse por completo. y t r a t a n de formarse conceptos i n d e s t r u c t i b l e s . d e s t a c a r á . "eidos". en e l fondo. v i d a que D i l t h e y . que Goethe supo d e s c u b r i r y p r a c t i c a r . l a r e a l i z a c i ó n d e la r a z ó n u n i - versal en l a vida de l a historian bid). 5 ) .el En e l l a s e m a n i f i e s t a e l s e n t i m i e n t o i n m a n e n t e a e l v a l o r d e l a . cie u n a v e z p o r t o d a s . E l problema. s i n embargo.m i e n t o d e un f u t u r o m e j o r y a r m ó n i c o e n s í mismou ( D ~ D . e n c o n c e p t o s muchos a ñ o s depués: ideal. E l l o g r o d e e s t a r e c o n c i l i a c i ó n e n t r e e l i d e a l y l a v i d a depende. d e h a l l a r en l a vida l a forma. s i n o más b i e n c o n f i r m a d o s p o r l a c o n t e m p l a c i ó n d e l o p a s a j e r o f 1 2 8 ~ e s i ~ n a c i óy n a u t o l i m i t a c i ó n c o n s c i e n t e s c a n s t i t u y e n manifestaciones de una personalidad madura. l a unidad de l a vid2 y e l l a e t e r n a i d e n t i d a d . c o n s i s t e en l a i n t e r p r e t a - En D i l t h e y r e s i g n a c i ó n y r e n u n c i a p a r e c e n ser m a n i i f e s t a c i o n e s d e l a imagen " o l í m p i c a n d e Goethe. hombres s e convencen o e l o E t e r n o . . Goethe e x p r e s a r á e n s u p o e s í a l o que p o s t e r i o r m e n t e S c h e l l i n g y Hegel elevarán a l p l a n o d e l a f i l o s o f í a : "En é l h a p r e s e n - t i d o l a p o e s í a l o que l a f i l o s o f í a s ó l o consiguió e x p r e s a r . ción de estos conceptos. . que no s e a n s u p r i m i d u s . Estos l o Someti- do a l e y e s . d e l a misma c a p a c i o a d p o é t i c a d e d e s c u b r i r y e x p r e s a r e l s e n t i d o i d e a l de l o r e a l . l o Necesario. R e s i g n a c i ó n y r e n u n c i a c o n s t i t u y e n p a r a D i l t h e y l a s condiciones de l a armonía e n t r e e l i d e a l y l a vida. Para éste. j u n t o con l a i d e a de individualidad. cia aún v á l i d a como u n a s p e c t o f u n d a m e n t a l d e l a h e r e n - d e l "movimiento alemán".

s i n o oe s o b e r a n í a c a n t o r e s de l a noche y y a l d e s p r e c i o de l o s "poetas de l s z a r e t o t J . que procede.que é l compartía ampliamente y que ayudó a extender. e l f o n d o . a q u e l l a q u e l l e v ó a G o e t h e a l me- nosprecio de l o s poetas románticos. manifestación oe una carencia. No s e en s i n o de l a resigna- c i ó n s u p e r i o r d e a q u é l que h a abandonado l o s sueños de o t r o mundo p o s i b l e y q u e s a b e e n t r e g a r s e s i n r e s e n t i m i e n t o a l a d i v e r s i d a d y b e l l e z a de éste.en fundada en e l valor de l a o p o s i c i ó n a l carácter d e l r e a l i s m o burgués.195). t r a t a de l a resignación del catolicismo. contemplaciÓn. pues. e n e l camino h a c i a a q u e l l a elevación i n t e l e c t u a l en l a cual l a visión y e l c o n o c i m i e n t o d e l mundo s a t i s f a c e n a l h o m b r e s i n q u e é s t e e x t i e n d a s u s m a n o s c o d i c i o s a s h a c i a u n a p a r t e d e l mismon (xIII /1. in- c a p a c e s d e '?reconciliarset1 con l a vida. A t r a v é s de l a resignación y l a contemplación' Goethe s e conviekte p a r a D i l t h e y en e l p r o t o t i p o d e l i d e a l c l á s i c o de l a individualidad . a l a que e n f r e n t a - ban sueños i d e a l i s t a s . intelectual y personal. D i l t h e y a t r i b u y e a Goethe una actitud v i t a l a r i s t o c r á t i c a . d e u n d e s p r e c i o d e e s t e mundo. p a r a e l q u e l a s c o s a s no son s i n o " i n d i c a d o r e s d e l c a m i n o " e n e l contexto d e una a c t i v i d a d instrumentalmente concebida: "En e s t a r e s i g n a c i ó n s e l l e v a a c a b o l a p u r i f i c a c i ó n d e l á n i m o humano d e l a s p a s i o n e s e g o í s t a s . 29 L a r z s i g n a c i ó n g o e t h i a n a no es. l a s tumbas. En s u magnífico e s t u d i o s o b r e l a h i s t o r i a de l a i n t e r - p r e t a c i ó n d e ~ o a t h e y ~ i n d e r r n a n n hpau e s t o d e m a n i f i e s t o a l gunos c o n d i c i o n a n t e s d e e s a imagen o l í m p i c a d e Goethe que .

r i o s i d a d completa -pues t a n b i e n en e s t e a s p e c t o no p a r e c í a destacable l a aristocracia en l a crezción. como p r i n c i p s e n o 1 t e r r e - nu d e l arte. p o r a l en e l contacto- E s t a cu- l a soberanía de sino l o principesco 1 2 l e j a n í a tem- e1 d i s t a n c i a m i e n t o . Weimar. Kinderrnan a l u - d e también a l a bÚsqueds d e d i v i n i d a C e s s e c u l a r e s en una época secularizad2.D i l t h e y comparte ampliamente. mismo. desde e l nundialmente famoso. en se hab í a d i r i g i d o una p e r e g r i n a c i ó n de l o s g r a n a e s e s p í r i t u s d e s d e i o d o e l m u n d u . l a plasmación d e l a imagen 8 ~ m 1undo. más a l l á d ~ zls t i - a r ~ l a c i o n e sd e v i d e p r e i n o u s i r i a l e s . hacia el cual. d e l gesto v i t a l externo. En ú l t i m o tErmi-no " e s t e c z r a c t e r olím- p i c o e s e l s u e ñ u n o s t á l g l c o d e u n a g e n e r a ~ i ó nb ü r g u e s a . Apunta Ki'ndermann e n p r i m e r l u o a r un f a c t o r p o l í t i c o . propio destino. como norma. ae l a v i d a e s p i r i t u a l en s u conjunto. corno a s p e c t o i n t e g r a n t i ? d e l i o ~ a lc l á s i c o d e l a i n - dividualidad. s o b r e -1 La forma e e v i d s burguesa v a l í a con e l l o L o a r i s t o c r á t i c o y a n o s e ~ n t e n d í ad e s d e si Goethe.r e a - Lz i n s i s t z n c i a 8e D i l t h e y e n l a a c t i t u o v i t a l c o n t e n plativa. e n e l s e n t i d o d e l a n o s t a l g i a a que se r e f i e r e Kind-rmank . democrático. e x i g i s ser celebrad^^'^^. a p a r e c í a a n t e e s t ~f o r m a d e v i o a b u r g u e s a como a r i s t o c r á t i c o .s o c i o l ó g i c o : s i g l o X I X e s pa- "El ra l o s alemanes e l si910 de l a a?ariciÓn d e l pensamiento E l p a p e l de l a b u r g u e s í a se transformó. en e l de l a co-disposición l a a c t i t u d de súbdita. l o burgués de vida. n o s o e s c u b r e l a p r e s e n c i a d e un motivo f u e r - temente a n t i u t i l i t a r i s t a que se remonta.

y n o s ó l o e n s u é t i c a . Con s u i n t e r p r e t a c i ó n d e l c l a s i c i s m o y e l r o - manticismo. q u e s e p l a n t e a como t a r e a e x p l í c i t a la crítica del utilitzrismo.ll. Y e l p r o b l e m a s e p l a n t e a u n a v e z más: ¿co- mo e s p o s i b l e m a n t e n e r l a p o s i b i l i d a d d e l e f o r m a c i ó n p e r s o n a l e n u n a é p o c a q u e a f i r m a c l a r a m e n t e l a p r i r ~ a c í ad e l a acción. e n e l p r o c ~ s od e f o r m a - c i ó n m o r a l t a l como l o c o n c i b e C c h i e i e r m a c h e r . junto e n un l u g a r d e m e d i a c i ó n en- t r e l a c a í d a d e 10s q r a n d e s s i s t e m a s i d e k l i s t a s a mediados d e s i g l o y e l a n t i c a p i t a l i s r n o n e o ~ o m á n t i c oq u e i m p r e g n ó l a . En su"Vida de S c h l e i ~ r m a c h e r ' : D i l t h e y t o m a p a r t i d o c l a r a m e n t e p o r e l ideal clásico de l a individualidad: "No q u i s i e r a a n i n o ú n p r e c i o p r e s c i n d i r d e u n a s o l a oe l a s p a l a b r a s ( d e S c h l e i e r macher. D i l t h e y se s i t ú z . La a c e r b a s p a l a - b r a s que Schleiermacher pronunció zran j u s t a s y proféticas" ( X T I I / ~ 4.En l a a r i s t o c r á t i c a a c t i t u d v i t a l de G o e t h e f r e n t e a l a s "manos c o d i c i o s a s t 1 que nas. 3sí c o m o a t r a v g s d e c o n c e p t o s f u n d a m e n t a l e s c i ~S U f i l o s o f í a v i n c u l e d o s a e l l a . y de gran e s t i l o C.) que oponen a l a c o r r i e n t e d e l o s i n t ~ r e s e sd o m i n a n t e s q u e l o i n u n d a t o d o l a im9ortancia d e l a formación personal. SS extienden h a c i a l a s cosas exte?- e n s u v a l o r a c i ó n d e l a p e r s o n a l i d a d a r m ó n i c a r n ~ n t ed e - s a r r o l l a d a c o m o e l b i e n más a l t o . c o n K i ~ r k e g a a r dy M i e t z s c h e . 7 2 ) . icea que e l p r o p i o D i l t h e y comparte? Este m o t i v o a n t i u t i l i t a r i s t a puede r a s t r e a r s e en t o d a 12 obrz de Dilthey. ración diltheyana de l e Gida interior". Tendremos o c a s i ó n 8 s r e f e r i r - nos a esto. en l a valo- podemos e n c z n t r a r síntomas oe esta a c t i t u d a n t i u t i l i t a r i s t a .

c u l t u r a europea y e s p e c i z l m e n t e alemana en l a p r e g u e r r a . a l p e l i g r o d e l a "uniformidad d e l a e x i s t e n c i a " que acprnpañaba a u n a e x c e s i v a i n d u s t r a l i z a c i ó n . se r e f e r í a . con l o c u a l no puede c o n t a r s e e n t r e l o s d e f e n s o r e s d e un r o m a n t i c i s m o a n t i b u r g u é s . D i l t h e y c r e í a e n l a p o s i b i l i d a d de armonizar l a c i v i l i z a c i ó n i n d u s t r i a l moderna con l o s v a l o r e s i n d i v i d u a l i s t a s clásicos. l a formación personal y l a a c t i t u d c o n t e m p l a t i v a pudo c o n v e r t i r l o en p r e c e d e n t e o en punto de r e f e r e n c i a de t a l e s actitudes. W i n d e l b a n d s e h a c í a ' e c o c o n e l l o d e un e s t a d o d e á n i m o arnpliamente difundido. a s í cornc a l p e l i g r o a ú n m a y o r " d e q u e p e r d a m o s c o n e l l a l o más g r a n d e q u e c o n s t i t u y e y h a c o n s t i t u i d o p r o p i a m e n t e e n todós l a s épocas l a c u l t u r a y l a h i s t o r i e : p e r s o n a l i d a d ( ~ersonlichkeit-sleben)". l o s proouctos de l a ciencia. Así. Windelband ya e n 1 9 0 9 . . p e r o l a c u l t u r a de l o s . e n l a o b r a d e Simmel s e e x p r e s a e n e l sentimiento de l a decadencia óe l a tlcultura subjetivarf y d e l a i n d i v i d u a l i d a d c u l t i v s d a e n f a v o r d e l a " c u l t u r a objetiva" Simmel a c u s a e n s u " P h i l o s o p h i e d e s G e l d e s " e l r e t r o c e s o d e l i d e a l c l á s i c o de l a i n d i v i d u a l i d a d y l a personalidad: "Si s e c o m p a r a i s t a ( 1 a c u l t u r a a c t u a l ) c o n l a d e h a c e 1 0 0 años. d e l arte han c u l t i v a d o indeciblemente. 34 y l a mecanización y unifornización de l a e x i s t e n c i a utensilios. S i n embaroo. se puede s i n duda d e c i r : l a s c o s a s que l l e n a n y ro- dean objetivamente n u e s t r a viaa. l a vida de l a La c u e s t i ó n d e c i s i - va e s para 61 l a "autoconfiguraciÓn de l e personalidadn. fico. medios d e trá- de l a técnica. -se . su i n s i s t e n c i a en l o s valores d e l a individualidad.

i n c l u s o e n va- E s t a es una r e l a c i ó n apenas n e c e s i t a d a d e una prueba detalladat1? U n a p r o b l e m á t i c a se- m e j a n t e s u b y a c e a " L a é t i c a p r o t e s t a n t e n d e max W e b e r . entre ética de l a convicción y é t i c a d e l exi- La desesperanzada defensa d e l a "culturat1 f r e n t e a l a Se u n a p o l í t i c o2 6 "civilizaciónt1 en l a s "Consideraciones d e T h o m a s mann e s t a m b i é n t e s t i m o n i o @ e l a misma a c t i t u d .iritua1 por el idealismo objetivo. S i n embargo. etc. De a h í . y a q u e l l a s que ponen e l a c e n t o e n l a importancia de l a preocupación de Dilthey por l o s problemas . e s t o es. resulta l a frecuente escisión entre l a s interpretaciones: e n t r e a q u e l l a s quu a c e n t ú a n l o s a s p e c t o s 8 e l a i n t e r i o r i o a d y l a contemplación. tras representada y a diferencia de a q u e l l o s a u t o r e s . n o n a o r o - gresado en absoluto en l a m i s m a proporción.individuos. ¿ q u é l u o a r o c u p o D i l t h e y e n 21 s e n o d e e s t a p r o b l e m á t i c a ? . en general. a su oposición entre racionalidad axiológica y racionalidad instrumental. D i l t h e y i n t e n t a r á l o c r a r una mediación c r e a d o r a e n t r e ambos* c o n v e n c i d o e n e l f o n d o d e l a p o s i b i l i d a d de l o g r a r l a . d e l a p r e s e n c i a e n s u o b r a d e e l e m e n t o s p e r t e n e c i e n t e s a ambas actitudes vitales. L o s a u t o r e s a que e s t a m o s h a c i e n d o r e f s r e n c i a se a t i e n e n . a l menos e n l a s c l a s e s s u p e r i o r e s . l a c a i d a de l a unidad filosófico-es. r i o s aspectos ha rotiocedido. a l a oposición realizada: y masificoción. representados en el terreno histErico- c u l t u r a l por e l "movimiento alemánn y e l p o s i t i v i s m o . they entre individualidad entre subjetividad y objetividad. to. D i l - p a r t e también de una oposición vitalmente experimenta- d a e n t r e d o s mundos.

C.). por su parto. N.179. pero . E l presso- d e l c o n o c i r n i . Lo q u e a l a s g e n e r a c i o n e s b u r - g u e s a s oecimonónicas l e s p a r e c í a m a n i f e s t a c i ó n de s u caract e r olímpico. m a g n i f i c e n t e . E s t a imagen o l í m p i c a . e n e l t a r r e n ~g n o s e o l ó g i c o . interacción histórico-social i n v e s t i g a r e l terna a e l a como u n i n t e n t o d e m e d i a c i ó n claramente presente en Dilthey. Sacris- . ED.IV. el a l m a . En s u i n t e r p r e t a c i ó n . nación3$ e l i d e a l y l a v i c a mediante l a soberana resig- h a s i d o p u e s t a e n cuestión c o n muy f u n d a d a s r a - z o n e s y d e s d e s i t u a c i o n ~ sh i s t ó r i c a s más d e s g a r r a d a s . o e l amor y d e l a b e l l e z a " E n t r e nosotros. subr. apenas d e s t a c a d o como t a l e n l a b i b l i o g r a f í a . t o crítico-social Brecht. se presenta c o n o u n r a s g o o d i o s o y como ma- n i f e s t a c i ó n d e a r i s t o c r a t i s m o y d e s p r e c i o p o r l a masa a o t r o s a u t o r e s . q u i e n h a a c e n t u a d o e l aspsc- d e l pensamiento d e Goethe. como B. hasta ahora.s o c i a l d e una concesión forzada: l a relación de tiene casi e l carácter "La a m e n a z a q u e l a R e v o l u c i ó n r e - p r e s e n t a b a p a r a t o d o l o e x i s t e n t e e m p u j a b a t a m b i é n a l mundo de l a acción a l poetg ( E D .M.de l a praxis.e n t o d e l a s l e y e s d e l mundo t e e s t u d i o i n t e n t a . " s i n enigmas n i disonanciasn. E s t o s aspac- t o s de l a personalidad d e l a u t o r S e 1 F a u s t o pasan desaperc i b i d o s p a r a Dilthey. de G o e t h e . L a gen e r a c i ó n que v i v i ó l a Primera Guerra aguzó su s e n s i b i l i d a d p a r a l o s aspectos trágicos y c o n t r a a i c t o r i o s de l a personal i d a d y d e l a o b r a d e Goethe. G o e t h e c o n e l mundo p o l í t i c o . ~ S O . carac- t e r i z a d a por l a capacidad de armonizar l a i n t e r i o r i d a d y l a exterioridad. d e l a a c c i ~ í ny . como u n a p e r s o n a l i d a d armónica.

de l a . Pero a ~ s t ai m p o s i b i l i d a d . n o l a re- Goethe tuvo una concien- c i a c l a r i v i d e n t e d e l a contradicción que encerraban l a p r o m e s a y l a e s t r u c t u r a d s la n u e v a s o c i e d a d b u r g u e s a . Para Sacristán. s i g n a c i ó n . el ~ s c r i t o rd~ Weimar c o m p r e n d i ó l a i r n l o s i b i l i d z d e s t r u c t u r a l a e s u r e ~ l i z a c i ó ne n l e n a c i e n t ~s o c i e d a d G o e t h e n o se r e s i g n ó . l a integridaS armoniosa oe l a persona. e n s u d ~ s e oÚ l t i m o ( d ~ u v r r í ae s t a r e n l o t i e r r a a b i e r t a c o n e l pueblo libra!"). de l a utopía. en su contra- d i c c i ó n más ~ e s q a r r a d a . que pera D i l t h e y e r a pro- Sacristán indica también l a presencia c a r a c t e r i z a d a por e l doble a s p e c t o du l a i r r e a - l i z a b i l i d a d d e l a s o l u c i ó n c a l v a d o r a y. .se r e s i g n a con s e d i s t a n c i a más b i e n d e e l l o y l o m u e s t r a e n s u r e a l i d a d más c r u d z . Goethe r e a l i z ó e n s i mismo e l i d e a l c l á s i c o d e 19 i n d i v i d u a l i d a d . l a vida y el ideal". no. a q u e l l o que somete a s u cinismo. Sa- c r i 5 t á n d e s t a c a e s t e e l e n E n t o en l a m u e r t e d e F ~ u s t o . y en este a u t o r .t á n h a e s c o g i d o como c l a v e d e l e c t u r a d e G o e t h e . s i n embargo. burguesa. L a a i f e r e n c i a e s importants. 39 i n s u s i i t u i b i l i d a d d e l a misma s i n embargo. totipo de realismo. para Sacristán. recono- P a r a D i l t h e y .i n o e l c i n i s ~ o . G o e t h e j u s t i f i c ó s u f a l t a d e a c t u a c i ó n p o l í t i c a e n f a v o r d e r e f ~ r m a ss o c i a l e s p o r l a i n u t i l i d a d d e t a l empeño: l o c u a l n o es. Pues e l c í n i c o no aprueba. s i n o más b i e n e l c i n i s m o . "armonía de sino justamente l o contrario: cimiento d~ l a escisión y l a distancia. Pero. c i e r t a m e n t e . s u intento de escapar a l a contradicción n o f u é l a r ~ s i ~ n a c i ó ns .

l o parcialmente. tendremos que c o n c l u i r que d i c h o i d ~ a il m p l i c a en G o e t h e l a n e c e s i d a d d e l a r e e s t r u c t u i a c i ó n s o c i a l y que. pues. Desoi e s t e aspecto. e n suma.la situación c o n c r e t o . D i l t h e y l o r e c o g e só- En e f e c t o . el valor de l a muestran l a s r a i c u s l i b e r a l e s y seculares de opuesta a cualquier t i p o de ortodoxia religio- . p r e p a r a también. l a d~ l o s in- t e l e c t u i l e s en e l seno de l a micra.en En de hecho. e n e s a m e d i d a . el sentimiento de l a ~ s c i s i ó nu n t r e i n o i v i d u a l i d a d y o b j e t i v i d a d s o c i a l .Fodomos p r e g u n t o r n o c . theyana EI Goethe se h a l l a l e j o s c e l rezccionarisrno. S i es cierta l a l ú c i o a conciencia goethia- n a a c e r c a c e l a c c n t r a d i c c i ó n ~ n t r ee s t a p r o m e s a y l a est r u c t u r a d e l a nueva sociedad. e l s e n t i d o oe l a inmanencia. l a reiteración diltheyana del i o e a l c l á s i c o de l a Bildung. Oiliney traspone a l t u r r e n o teórico i a Única s a l i d a realmente p r a c i i c a b i e p a r a El: l a individual E interior. e s t o s problemas se r e f l e j a también. si Dilthey recoge en s u s e n t i d o o r i g i n a l el i o e a l c l á s i c o d e l d e s a r r o l l o armónico d~ l a peisonalidad. y l a universalización v i e n e p e n s a d a e n Ú l t i m o t é r m i n o como p o s i b i l i i d a d i n d i v i d u a l . y e s . Dilthey aunque no l o conparta. o b j e t i v a de l e o r a ouillermina y. Desde e l p u n t o d e v i s t a p o l í t i c o . z a c i ó n d e l hombre. so-positiva. de l a liberación y univsrsali- p a r t e d e l i n d i v i d u o l i m i t a d o y o e l a a- ceptación de l a sociedad e x i s t e n t e . cialmente católico. i n t e r i o r i z a d a . 1s i n t e r p r e t a c i ó n d i l espe- con s u s a t q u e s a l paganismo de dicho Los aspectos destacados por Diltney -la r e l i g i o s i - dad p a n t e i s t a . autor. personalidadsu actitud.

f F e d i a n t e l a r e l a c i ó n e n t r e e l d ~ s a r r o l i od k l g é n e r o y e l d e s a r r o l l o d e l . que p o d r í a m o s l l a m a r p a n t e i s t a .i20). E s t a concepción mantiene d ~ n t r o 8 e 1 2 u n i d a d 9 e l u n i u ~ r s cy p a r a l ~ l a r n e n t e c o n e l l a e l p l ~ n o d ~ r e c h od~ l a i n d i v i d u a l i d e d . una concepción inmanente d e l v z l o r d e l a v i d a que p a r a Dilthey constituirá. Lessing. dad. l a i d e n t i d a d d e ser y p e r f e c c i ó n en Goethe. d i v i d u o al n i v e l de l a especie.un t r a r s e también en Kant. d e l mundo. te l a itiea de d e s z r r o l l o . L a c o n c e o c i ó n ~ a n t s i s t od e l m u n d o y e l i o e a l i n m a n e n - te de l a vida. La u n i d e d d e l a v i d a y e l i d e a l .naciÓn. oe l a he- r e n c i a d e l "movimiento alemán". junto con e l i d e a l de l a individuali- e l s ~ o u n o úe i m p o r t a n t e a s p e c t o . adenás. Y l o hace.i n d i v i d u o .IV. l a resi.4. a s í como e 1 " p i a d o s o sometimienton a l o i n f i n i t o en e l que Schleiermacher veía testimonian ya i a presencia de l a esencia de l a relioión. L e s s i n 9 e s t a b l e c i ó uno d e l o s asp e c t o s fundementales de l a o o c t r i n a clásica de l a Bildung: 1s u n i v e r s a l i z a c i ó n d e 1s p e r s o n a l i d a d . " L e s s i n o i n i c i a e s a c o n c e p c i ó n a e l mundo a n i m a - ¿a p o r l a a l e o r í a d e v i v i r y m o v i d a p o r e l i m p u l s o dc l a a c c i ó n que e n c u e n t r a s u s p r i m e r o s exponentes s i s t e n á t i c o s e n Hegel y Cchleiermacher. Goethe y Cchleiermacher comparten en s u s gran- d e s l í n e a s esta concepción.que l a elevacihn Se1 in- a s p e c t o que puede encon- d e s e m p e ñ a un p a p e l c e n t r a l e n l a ~ e n o m e n o l o ~ ídae l € s p í r i t u h e j e l i a n a y c u y a s s e c u e l a s p u e - .rnedian- con l e cual prepara c i e n t í f i c m e n - tz L e i b n i z e s t e 5 r 2 n m o v i m i e n i o e l e m á n " ( ~ 0 . ~. 1 1 8 . a ú n v á l i d o .

e n s u " V i d a 8 e S c h l e i e r m a c h e r ' ~m o s t r a r l a c e r c a n í a d e . 2 iener en e l d e s a r r o l l o d e l . Schelling y ~ s p e c i a l n o n t ee n "'- Hegel. P a r a él. La F n t e r r e l a c i ó n ~ s p e c i s . ) . s i n o q u e r e p r e s e n t a un g r a d o s u p e r i o r e n l a e v o l u c i ó n d e l a n a t u r a l e z a . subr. perderse. Dzntro de este universo.i n d i v i o u o VE e c s m p a ñ a o a e n L e s s i n g .fV. 1 1 8 . e n l a que se c o n t i e - c e l a c o n B e s i 6 n p a n t ~ í s t ed e L ~ s s i n qe n f a v o r d s l Uno y T o - do. viduo pensante puede. p o r un r e c h a z o d e l d u a l i s m o y unz a f i r n a c i j n d e l a inmanencia: s t L e s s i n g e s e l p r i m e r o q u e d e u n n c ~ oa b i e r t o y c o n s e c u e n t e s u s t i t u y e e l d u a l i s m o e n t r e e l rnucdo y D i o s . D i l t h e y o e s t a c a l a c g l e b r ~conversación e n t r e L e c c i n g y J a cobi a c E r c a d e l a o o c t r i n a Be S p i n o z a . E. p o r l a i d e a d e u n o e s a r r o l l o constante. En su enseyo sobre Lessing. c o n s u t e o r í a 8e l a s objz- y en l a esuela luykacsiana ( ~ á r k u s .iY. c u y a t e o r í a d e l a a l i e n a c i ó n c o n c i b e ésta c o mo l a d i v e r g e n c i a o d i s t a n c i a e n t r e e l n i v e l Be d e s a r r o l l o a l c a n z a d o p o r e l g é n e r o y ~1 e l c z n z e d o p o r e l i n d i v i o u o . H e l l e r . tivaciones específicas.0 é s t a s e t o r n a c o n s c i e n t e d e sí m i s m a D i l t h e y i n t e n t a tam- . e n t r e e l s á s a c á y e l z á c a l l á . ningún indi- no siendo culpable de s u determinación.olcierlin. en e l q u e 4. Ya s e ñ z l z m o s l a p r ~ s e n c i z¿ E u n a c c n v i c c i ó n p a n t e í s t a e n G o e t h e .120. y q u e tvntz i m p o r i s n c i a i b a idzalisrno alenin. EI.d e n a ú n o e s c u b r i r s e e n Lu-kács. e l e s p i r i t u n o c o n s t i t u y e u n r e i n o i n t e l i g i b l e s u s t r a i o o a l orden naturol. e t c . entre el bien y e l mal. b i é n .. La Ó r b i t a ee un d e s a r r o l l o c o n s t a n t e q u s recorre e l o é n s r a h u m a n o e s tzrnbiin l a o u e r s c o r r e c a d a i n d i v i d u o 1 ! ( ~ 0 .).

p a r a l a 8eterminación de s u v a l o r . E l d e s s r r o l l o que l l e v ó a ests concspción inmanente de l a v i o a parvce resumirse en l a s s i o u i e n t e s p a l a b r a s de D i l - they: "Los p o o e r e s e s p i r i t u a l e s que d e t e r m i n a r o n sucesivamen- t e a Schleiermacher. flás a d e l a n t e nos referiremos a l a s conse- . 72 l l e v a b a e posiciones éti- de Halderlin. a p a r t i r de Goethe. un n e x o con- SS l a vida y e l e n c u e n t r e n í ~ z sa l l á e n l a b e l l e z a y f u e r z a que les e s i n h e r e n t e . 1 5 6 ) . cas y r e l i g i o s a s p r o p i a s . y n u e s t r a f i l o s o - f í a hasta el f i n a l i e l romanticismo. fuerzas trescenden¿es. q u e e s 2 1 m i s m o t i e m j o l a riel rnunoon ( X I I I / ~ . e l s u r g i m i e n t o e n 6 1 d e u n a n b e v a f o r m a 8e n p a n t e í s r n o ~ . q u e D i l t h a y c o n s i d e r a r á c o m o f u n d a m e n t o d e s u p r o p i a ac- titud filosófica. h o m b r e s e h a l l a p o r p r i m e r a v e z s o l o c o n s i o o mismo. formarse a s í m i s m o y c o n f i g u r a r y a l a s cosas según s u l e y . l a reliqicsldad p e n t ~ ? s t a . ción. r i t u s e e n c u e n t r a a s í mismo. E l s u ser no p u e a e ya r e f e r i r s e .12 Ilustra- e l g r a n d e s p l i e g u e Se n u e s t r a p o r s í a . s í mismo. e a l i z e d o p o r l a c u l t u r a clásice zlemana. A p e s a r de s u v i n c u l a c i ó n j u v e n i l a Kant.é s t e a l a n u e v a c o n c e p c i ó n d e l mundo d e l " m o v i m i e n t o a l e m á n n . En ~ s t e d e s a r r o l l o e l espí- c o m p r e n d e e l mundo a p a r t i r d e aprencs a s í a gozar y entender mundo s i n r e f e r e n c i a a f u e r z a s q u e Se e l l o s . Schleiermacher sin- t i ó p r o n t o con a g u d e z a s u o p o s i c i ó n a é l . e l impulso que. E s t e es- t a d e~ n a~d u r e z e s p i r i t u a l c o n s t i t u i r á p a r a D i l t h e y e l v a - l o r más a l t o . q u e d ~a s í a h i o r i o e l c a m i n o p a r a e l a e s t u d i o y l a configuración de l a vioa partiendo de e l l a m i s ma.constituyen tinuo en dirsccién ascendente.

. ae Schleiermacher': Última: Dilthey resume así e l contenido de ésta "Un Dios p e r s o n a l . ma i n m o r t a l d e l h o m b r e . mendelssohn. que se v e í a n e n c e r r a d a s e n c ~ m ~ l i c ' a c i o n ems o d e r a d a s y a l a s q u e e r a p o s i b l e dom i n a r c o n u n s e n t i d o n o b l e d e l a s c o . Ja- . pues el propio d e s a r r o l l o consecuente de sus intuiciones l e l l e v a b a inevitablemente m i s a l l á de l a concepción d e l mundo a e l a I l u s t r a c i ó n t e o l ó g i c a a l e m a n a . de esta crea- e l f i n d e l u n i v e r s o es e l al- e l d e s t i n o o e este alma e n medio d e l plan d e l universo r e s u l t a de s u virtud.c u e n c i a s e i m p l i c a c i o n e s d e l a misma e n e l c ü n j u n t o d e l a obra de Dilthey. cobi. este periodo.8 4 ) . pias fuerzas: En s u " V i d a manera. c o n t r a l a p r i m e r a . l l e n o d e s a b i d u r í a y bondad. sentimien- tss e i d e a s d e a q u e l l a s g e n e r a c i o n e s . d o r d e un u n i v e r s o p e r f e c t o . Lessing. firme. En Semler. s a s l ' ( X I I I / ~ . c u n s t i t u y é n d o s e a p a r e n t e m e n t e como d e r e n c o r d e l a s e g u n d a . e l fuego.es f u e r z a s : l a Ilustración teológica. Leibniz. Pero s ó l o aparen- temente. E s t a n u e v a c o n c e p c i ó n d e l mundo t u v o q u e a f i r m a r s e con-- l a teología ortodoxa protestante y t r a d o s grand. t a l como c o r r e s p o n d í a a l a s n e c e s i d a d e s . los p r i n c i p a l e s i n t e l e c t u a l e s a l e m a n e s s u f r i e - r o n e l i n f l u j o d e e s t a f o r m a d e v e r e l mundo: Baumgarten. Kant. Garve. etc. Lessing fue e l primero en a b r i r apoyándose 'en l o s t r a b a j o s sobre t e o l o g í a b í b l i - ca d e S e m l e r y I P i i c h a e l i s . armónica. Wolff. fundada e n s u s pro- e l m u n d o s e n s i ~ l ey e l mundo s u p r a s e n s i b l e quedan u n i c o s e n una imagen clara.

d e l d e Goethe- c o n e l pú- l a s " c l a s e s mediasn excluidas a e l La polémica d e L e s s i n g .IV. i b a minando poco a poco s u s f u e r z a s . enfermos todos l o s órganos de su las c o n d i c i o n e s e x t e r n a s d e s a s t r o s a s . s o l i t a r i o y s i n camarada a l g u n o e n t o d o a q u e l l o que animaba s u e x i s t e n c i a . cuerpo.L a o b r a d e L e s s i n g "Natán e l S a b i o n n a c i ó en medio d e l a polémica c o n . "Natán e l Sabiou exprssa precisamente l o s i d e a l e s humanistas burgueses. Walch. ED. l l e v a n d o d e s d e h a c í a y a muchos años una inm e n s a l u c h a s o b r e s u s h o m b r o s y v i e n d o como l a f u e r z a o e e s t o s hombros f l a q u e a b a . p e r o s í u n a a u t é n t i c a t r a g e d i a burguesa. a este gran representante d e l pensamiento burgués en ascenso. D i l t h e y se s i e n t e a ~ i n . Las p a l a b r a s d e D i l t h e y s e t o r n a n a q u í conmovedoras. una t r a g e d i a alemana 4 ~ ~ ~ 8 0 . t a l como l o s r e p r e s e n t a b a l a m a s o n e - opuestos a l a religiosidad positiva.~S). enfren- t á n d o l o s a l a e s t r c h e z 8 e l a o r t o d o x i a y de l a vida s o c i a l y p o l í t i c a que rodeaba a Lessing. No e s l a t r a g e d i a d e l o s V a n i n i y G a l i l e o . A l a polémica fueron a t r a i d o s l o s g r a n d e s r e p r e s e n t a n t e s d e l a o r t o d o x i a . Goeze. l a s o l i d a r i d a d se hace e v i d e n t e : "Yo n o c o n o z c o n a d a más t r á g i c o e n l a h i s t o r i a i n t e l e c t u a l que e s t e Lessing encerrado e n l a e s t r e c h e z d e Wolfenbüttel. p o l í t i c a e intelectualmente. ría berlinesa. y reconoce con c l a r i d a d l a v i n c u l a c i ó n de s u p e n s a m i e n t o -y b l i c o a l que i b a d i r i g i d o : a p a r a t o d e l Estado.l a teología ortodoxa. r o d e a d o p o r t o d a s p a r t e s p o r l o s r e c e l o s d e l a s g e n t e s que q u e r í a n viv i r e n p a z con D i o s p a r a no e n t r a r e n g u e r r a con l a a u t o r i dad. dirigida contra e l c i m i e n t o mismo d e l a s o c i e d a d f e u d a l d e l a é p o c a .

su testamento filosófico. De e s t e modo. no q u i e r e s a b e r nada d e l o s "cerebros piadososn o de l o s ncristianos filosÓficosn " ( X I I I / ~ . Tampoco G o e t h e o c u p a b a e n l a v i s i ó n d e s u s c o n t e m p o r á n e o s l a p o s i c i ó n c o n l a q u e D i l t h e y 10 i a e n tifica: l a de "gran c r e a d o r de una nueva concepción d e l . D i l t h e y comparte s i n duoa e l p u n t o d e v i s t a de l a nueva c o n c e p c i ó n d e l mundo f r e n t e a l a t e o l o g í a o r t o d o x a e i l u s trada. e n t r e l a r e l i g i ó n y l a moral. E n c o n t r s m o s e n D i l t h e y un p r o f u n d o r a s g o d e a f i n i d a d con e l s e n t i d o de l a i n m a n e n c i a y con l a . 5 ) . ya que n i Lessing n i Goethe e j e r c i e r o n i n f l u e n c i a e f e c t i v a c o n t r a e l l a . l a p o l é m i c a d e L e s s i n g con l a t e o l o g í a ort o d o x a f u e l a Única que a l c a n z ó d i m e n s i o n e s p 6 b l i c a s . Como Le- ssing. Schleier- rnacher d e f i e n d e l a p l e n a s e p a r a c i ó n e n t r e l a I g l e s i a y e l Estado. a m i entender. la filosofía.plenamente v i g e n t e d u r a n t e s u juventud. 49). un r a s g o que con- t r a d e c í a i n t i m a m e n t e s u s p r o p i a s c o n v i c c i o n e s y que no r e s p o n d í a a l a s c o n d i c i o n e s y n e c e s i d a d e s d e s u p r o p i a 6poca: e l dualismo m e t a f í s i c o y l a heteronomía e s p i r i t u a l y moral que l l e v a b a aparejadas.S i n embargo. Frente al institucionalisrno de l a teología ilustrada. Sólo reveló q u e e l d e s a r r o l l o d e s u s i d e a s i b a t a m b i é n más a l l á d e l a teología ilustrada. mundo e n A l e m a n i a 1 ' ( X I I I / ~ 8 también Schleirr- macher t u v o que e n f r e n t a r s e a l a I l u s t r a c i ó n teolÓgica. En é s t a s e n c o n t r a b a . publicado póstumamente. Schleiermacher "rechaza l a aplicación de l a filosof í a a l a teología. entre l a religión y a l considerar l a vida i n t e r i o r d e l sentimien- t o como e l l u g a r p r o p i o d e l a r e l i g i ó n .

o b r a de Kant. S e ha c o n res- a l dualismo y a l desprecio por l a n a t u r a l e z a humana d e l c r i s t i a n i s m o d e l o s p r i m e r o s s i g l o s (cfr. "Todo de 'querere e s t o e s . En s u d o g m á t i c a .iNo ñ a r y comparar. a s í mismo. n o s e t r a t a s o l a m e n t e d e s i n o tambi4n. Schleiermacher a d o p t a r á e l punto de v i s t a c r í t i c o de Kant. d e l a i n t e r p r e t a c i ó n d i l t h e y a n a d e l a crisis de s u época y d e l p a p e l que en e l l a p o d í a desempeñar e l s e n t i o o inmanente de l a vida. afinidad personal. o c u p a un l u g a r d e s t a c a d o l a p o l é m i c a o e S c h l e i e r - macher con Kant. s o l i d o también c i t a r con f r e c u e n c i a suBxtrai'iezal' pecto a las a c t i t u d e s v i t a l e s . so- s i n o a c t i v a y serenamente c o n f i g u r a r e l pro- p i o sEr e n p r o f u n d a a l e g r í a c r e a d o r a ! ' I (DjD. modo c a r a c t e r í s t i c o . Dilthey establece. d e q u e e l i d e a l mismo s e a u n a s o l a c o s a c o n n u e s t r o l u q a r e n e l o r d e n d e l mundo. Pero. En e l c o n t e x t o o e l a a f i r m a c i ó n 8 e l a n u e v a c o n c e p c i ó n d e l munao. de en e l seno de l a u n a d i s t i n c i ó n q u e p u e d e a p l i c a r s e a s u pro-- . En 1 6 6 0 a n o t a . l a c u a l dará o c a s i 6 n p a r a p r e c i s a r l a pro- p i a r e l a c i ó n d e D i l t h e y con e s t e pensador.actitud vital panteísta. como v e r e m o s . 117-18).e n s u d i a r i o : depende e x c l u s i v a m e n t e d e coniprend-rse s e a s í mismo.Por e l l o sirven también de estorbo l o s sueños de o t r o f u t u r o posible.152). t r a t a n d o d e e s c l a r e c e r e l problema r e l i g i o s o mediante una i n v e s t i g a c i ó n d e l a s c o n d i c i o n e s d e l á n i m o humano. o sea e l s e n t i m i e n t o i d e a l d e m i tarea y este t e j i d o de i d e a s y s e n s a c i o n e s en que aquél se traduce. y fundamentalmente. DjD. Pero. a ves c e s a c t ú a n c o r r o s i v a m e n t e s o b r e l a m é d u l a más i n t e r n a d e l a existencia.

l a de L e s s i n g o Goethe.345). s i n embargo. I I I . . p o r o t r o . e n l a que se pues. en efecto. empírico y l i b e r t a d inteligible. silencio : . y.? .III.p i a r e l a c i ó n con e l kantismo: p o r un l a d o . 3 4 6 ) .. E I . E l dualismo constituye.a p r á c t i c a y c o n l a h i s t o r i a h u m a n a . "me p a r e c e que e l problema funoamental de l a f i l o s o f í a h a s i d o Y establecido por Kant definitivamentes1 ( ~ . Sin duda e l t r a t a m i e n t o k a n t i a n o d e l a é t i c a se l e a n t o j a b a a ~ i l t h ec l ~a r a m e n t e i n s u f i c i e n t e : el imperativo categórico puede d a r r a z ó n tiel problema d e l j u i c i o a c e r c a de l a s accion e s y d e l o s c r i t e r i o s d e l mismo. ) l a l a f i l o s o f í a "no l e está p e r m i t i d o p a s a r en junto a e s t o s pensadores(~ege1.Schelling y Fichte. e n i g m a d e l m u n d o . señala . EI.l3. La c o n c e p c i ó n d e l rnuads k a n t i a n a s e p l a n ' t e a o r i i i n a r i a m e n t e . entre determinisno e n t r e fenómeno y c o s a en s í . . p e r o . En e s t e c o n t e x t o hemos d e e n t e n d e r l a s d e c l a r a c i o n e s de Dilthey en su lección inaugural de Basilea.. en e l t e r r e n o de l a ética y del problema de l a l i b e r t a d . el En e l contexto de una exposición d e l a polémica Schleiermacher-Kant. . p o r ejemplo.el. (V . 1 2 . m u c h o r n á ~ ~ b n i l a t e r a que. r e p r o c h e f u n a a m e n t a l d e D i l t h e y a Kant.n o d e l m o t i v o r e a l d e l a a c c i ó n moral4'. e g ú n Dilthey. C~JP l o s c u a l e s se a t r e v i e r o n a p e n s a r e l conjunto de problemas vinculados 1. . A D i l t h e y l e re- s u l t a b a espekialmente ajeno el múltiple dualismo kantiano: e n t r e razón t e ó r i c a y razón p r á c t i c a . l a c o n c e p c i ó n d e l rqundo d e K a n t . de valor duradero para l a investigación filosófica posterior. e l Itpunto d e v i s t a c r i t i c o t 1 en el problema d e l conocimiento. p r e s e n t a a n t e e l a u d i t o r i o s u i z o como k a n t i a n o .

pues. llegamos a una e s p e c i e d e f a n t a s í a moral. P e r o ¿no h a b í a c o n s i d e r a d o D i l t h e y e l " i n d i v i d u a l i s m o -- iiicralfl como u n v a l o r f u n d a m e n t e l . Schleiermacher podían. que no La m ó n a d a n o e s s i n o una r e p r e s e n t a c i ó n d e l en l a c u a l s e r e f l e j a e l universo desde . Nuestra a c c i ó n e n e l mundo s e n s i b l e . q u e l l e v a n a l f r a c a s o e n e l mundo s e n s i b l e . Goethe. e l i n d i v i d u o e s un e n s p o s i t i v u m . e n e l mundo i n t e l i - gible. una v i d a e s c i n d i d a en h a s t a e l p u n t o d e q u e n u e s t r a s a c c i o n e s mo- r a l e s . f r e n t e a Spinoza. un d o b l e mundo. Estado? e n e l s e n t i d o d e s u s con- f r e n t e a l a veneración hegeliana del Y ¿Acaso e l panteísmo no c o n l l e v a l a supremacía d e l . Llevamos. L e s s i n g . una limitación d e l o i n f i n i t o . d e b e n t e n e r c o n s e c u e n c i a s más a l l á d e n o s o t r o s . mismo e n l o f i n i t o . sentido. l a superioridad de l a :!geva f o r m a d e p a n t e í s m o f r e n t e a l a s ' a n t e r i o r e s c o n s i s - . La inmanencia.. e l s e n t i d o v i t a l que D i l t h e y va a oponer a l dualismo kantiano. e n c u a n t o mero r e s u l t a d o d e nuestro carácter inteligible.t ep r e c i s a m e n t e e n q u e s a l v a g u a r d a l a i d e a d e i n d i v i d u a l i - . d a d p r o p o r c i o n á n d o l e u n a f u n d a m e n t a c i ó n p o s i t i v a42 En e s t e -aspect-o-.Dilthey l o siguiente: " K a n t s a l v ó l a u n i d a d d e n u e s t r a con- c i e n c i a p e n s a n t e s ó l o a l p r e c i o d e p r i v a r d e u n i d a d a l mund o de l a acción. e l n u e v o p a n t e í s m o s e d i s t i n g u e t a j a n t e m e n t e d e l de Spinoza. según 61. '. üicsiones liberales.'codo s o b r e e l i n d i v i d u o ? P a r a Dilthey. para el cual. queda p r i v a d a d e v a l o r " ( X I I I / ~ 130). p u e d e ser c o n s t i t u i d o m e d i a n t e l a n e g a c i ó n . l a "unidad de l a vida y e l ideal" es. en e s t e r e f e r i r s e a l a doctrina de Leibniz.

desarrollando en e l l a presentación p a r t i c u l a r de l a m i s m a . l a i d e a d e i n d i v i d u a l i d a d a d q u i e r e s u v a l o r pro- p i o p o r s u r e l a c i ó n con e l I 1 e s p i r i t u i n f i n i t o l l .asaj e r o s l l ( X I I I / ~ . -. en oposición a esta visión d e l a i n d i v i d u a l i d a d como d e s p l i e g u e d e l n ú c l e o o r i g i n a r i o . 463).un d e t e r m i n a d o p u n t o d e v i s t a . d e l a i n d i v i d u a l i d a d t e n í a e n l a hermenéu-. l o infinito. Ya v i m o s e n e l c a p í t u l o a n t e r i o r l a s c o n s e c u e n c i a s q u e e s t a c o n c e p c i Ó n . Vemos. I 1 e l p u n t o medu- l a r d e l p r o c e s o m o r a l es l a i n t u i c i ó n y a f i r m a c i ó n d e l y o ( s e l b s t ) e t e r n o e n medio d e l c u r s o d e l h a c e r y e l padecer p. p u e s . l a i d e a d e u n i - v e r s a l i z a c i ó n d e l y o como a s p e c t o c e n t r a l d e l a t e o r í a c l á sico-romántica - de l a formación d e l individuo. tica de Schleiermacher. l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre.apa- como e n L e s s i n g y G o e t h e . La i d e a de i n d i v i d u a l i d a d c o n s t i t u y e dc hecho l a base de l a é t i c a de Schleiermacher. " v e r d a d e r o yol1. e l ''yo eterno" Por e l l o el que c o n s t i t u y e e l núcleo de l o individual. en e l p r o c e s o que e s t a b l e c e l a mediación con La i n d i v i d u a l i d a d a u t é n t i c a s e d a . e n armonía con l a t o t a l i d a d .. La f o r m a c i ó n m o r a l d e s c a n s a p r e - cisamente en l a v i s i ó n y afirmación yo. Toda i n d i v i d u a l i d a d humana es expresión eterna de l o infinito.v i s t a d e . p u n t o d e . d e s u c o n s t i t u c i ó n en medio d e l a i n t e r a c c i ó n con o t r o s hombres y con lasdemás fuerzas históricas y sociales. sólo una re- aquí. P o r e l l o . pues. ~ i l t h h e a~c í a v a l e r a l l í e l . de nuestro verdadero en s u d e s p l i e g u e l i b r e en medio d e o t r a s i n d i v i d u a l i d a - Así.-es p r e c i s a m e n t e a q u e l que s e aprehende en l a autointuición. des. / r e c e r u n a v e z más.

..f.am.ente j u s t i f i c a b l e l a d o c t r i n a c l á s i co-romántica de l a individualidad.e. arte. .coocretas que e l . La t a - en reformu- h .in. e t c . s i n embargo.que c a n s t i t u y e s u p e c u l i a r r e p r e s e n t a c i ó n d e l o i n f i n i t o . a l mismo t i e m p o .t. como f a c t o r d e c i s i v o d e l a f o r m a c i ó n p e r s o p a l43 E n e s t o se b a s a r á l a c r í t i c a de D i l t h e y a l i n t e n t o d e Mietzs- ch. : . p a r a é l l a noción de i n d i v i d u a l i d a d s e g u í a consenrando un v a l o r a l q u e no se p o d í a r e nunciar.: in:tegran bi& s i n o en l a s conexiones . D i l t h e y c o n s i d e r a b a como u n e l e - mento d e p r i m o r d i a l i m p o r t a n c i a de l a d o c t r i n a clásico-rornántica d e l a i n d i v i d u a l i d a d l a i d e a d e que é s t a s ó l o se r e a l i z a e n r e l a c i ó n a r m ó n i c a c o n t o t a l i d a d e s más a m p l i a s .. P e r o e s t a s t o t a l i d a d e s n o p o d í a n ya c o n s i s t i r .... r . u n mundo e n e l l a interacción causal.cdn. pues. l a grandes objetividades históricas'.e d e b u s c a r s u v e r d a d e r o y o e n e l i n t e r i o r d e s í m i s m o . que r i g e n tam- l a uniformidad y l a ley. haciéndola compatible c o n e l t r a t a m i e n t o c a u s .. a l d e l o s f e n ó m e n o s q u e e ' x i g e e l moderno punto de v i s t a c i e n t í f i c o desarrollado sobre todo por e l positivismo. Para Dilthey.ic. p a r a é l .d. pues. .. en e l . e l . r e a q u e s e p r e s e n t a b a a n t e 61 c o n s i s t í a . l a ciencia. p a r a l a fundamentación de l a a n o c i o n e s e s p e c u l a t i v a s como l a d e I t e s p í r i t u i n f i n i t o t 1 .esa . e l Estado..c. idea de individualidad.h & s t Ó r i c o . D i l t h e y no puede a p e l a r ya. m u n d o . . " & 3 p i r i t u infinito-!'.-im.. y n o m e d i a n t e l a c l a u s u r a s o b r e s i misma. ámbito p l u r a l y abierto: "Un l a i n t e r i o r i d a d humana e s un individuo no es.í.. De a h í e l m o t i v o entrega a l a s frecuentemente repetido en Dilthey.

a d.los . e .ginal no t i e n e n a d a que v e r c o n e l egoísmo. e s c l a r e c e r l a p o s i b i l i d a d d e q u e e l ltKomplex" s e c o n v i e r t a e n t8Zusammenhangu.e x i s t e n c i a p a r t i c u l a r y a i s l a d a que implica e l concepto de e g o i d a d . v e r d a d .. .. Esta relación positiva entre individualidad y totalidad salvaguardabapara Dilthey l a idea de individualidad frente a t o d o r e p r o c h e d e egoísmo.. s t a . d e .-9.s a i a c i ó n c o n r e s p e c t o a l o s v e r d a d e r o s i n t e r e ses generales.. n i c o n al- . expresado d e o t r a forma. Schleiermach. n i c o n u n a i n d o l e n t e c o m p l a c e n c i a e n uno mismo.M.5. d e u n a n u e v a f u n d a m e n t a c i ó n c i h n - t5f'.-. y l e permitía presentarla. e incluso' de l a naturaleza" (~~111. p u e s . s i l e n c i a r l a s raz o n e s q u e l e i m p i d i e r o n e s t a b l e c e r l a e n u n a c o n e x i ó n d e afirmaciones c k n t í f i c a s a c e p t a b l e en n u e s t r o tiempott ( X I I I / ~ . 261). E s t e li- p r e j u i c i o s que en e l ánimo d e -nc!>s-tros c o n t e m p o r á n e o s . S r 0 pretende flestruir. a . tado. . . . p.s e n c i - 1 1 ~ e41 e v a d . l a d i v e r s i d a d e n c o n e x i ó n u n i t á r i a . P r e t e n d e m o s t r a r cómo. s i b i e n n e c e s i - como h e m o s s e ñ a l a d o .er mismo d e s a r r o l l ó e s t a v e r d a d .e d e . ( . C . l problema es. s u s contemporáneos. c o n l a ampliación de su experiencia v i t a l .ica: "El.) s e c o n v i r t i ó e n e l mensa- jero de l a gran doctrina de l a individualidad y de l a confi: q u r a c i Ó n d e l a v i d a humana e n t e r a a p a r t i r d e e l l a ... S c h l e i k r m a c h e r . p a s o a p a s o . de l a sociedad. s e o p o n e n a l a a c c i ó n . P e r o n o p r e t e n d e ..6-5rAip. .entido o2.ante como u n i d e a l a ú n v á l i d o . e l i n d i v i d u o e s más b i e n u n c o m p l e j o ( ~ o m ~ l e xq )u e e n c i e r r a e n s í a l mismo t i e m p o l o s s e n t i m i e n t o s v i t a l e s d e otros individuos.. P r e t e n d e m o s t r a r q u e e s t a v e r d a d e n su.s.177)E .

n.Igualmente s e e n f r e n t a Dilthey a l reproche de q u i e t i s mo y a l e j a m i e n t o d e l a p r a x i s f o r m u l a d o c o n t r a l a t e o r í a c l á s i c a de l a individualidad. r a r a l ' s e r v i c i o d e l t o d o . I V . a l a q u e s e r e f i e r e Narx en s i n o más b i e n e n l a " a c c i ó n e n como S c h i l l e r .0 d e "un f u t u r o m e j o r y a r m ó n i c o e n s í mismoI1. t r a s un e n un r e p r e s e n t a n t e d e a l abandonar l o s sueños a c e r c a d e un E s t a d o i d e a l y I 1 r e s p o n d e r c o n s u ~ e r s o n ap o r l a e x i s t e n c i a del Estado y por l a r e a l i z a c i ó n de sus ideal e s e n 151" ( X I I I / ~ . do goce. e s t a "acción a l s e r v i c i o d e l todo".a c c i ó n -y c o n t e m p l a c i ó n p a r e c e n r e c o n c i l i a r s e a r m ó n i c a m e n t e . Pero e l impulso de l a acción p e r o tampoco e n l a l l a c t i v i d a d r e - práctico-crítica" l a s T e s i s sobre Feuerbach.r.liit-i.:. Goethe. b. v i d a .esa.e-n l a p e r s o n a d e l o s g r a n d e s r e p r e s e n t a n t e s d e l I1movimiento a l e m á n " . d e l a t i d e n t i d a d d e s e r y p e r f e c c i ó n t 1 c a r a c t e r í s t i c a s d e l a concepción inmanente de l a v i d a . periodo de idealismo y ensoñación . volucionaria.n.sto h a b í a d e s e r ejem- p l a r p a r a l a marcha d e n u e s t r a nación" ( ~ ~ . s e resuelve en e l l a . S e t r a t a e n c i e r t o modo d e u n a a c c i ó n r e c o n c i l i a d a c o n l a contemplación.m-i. 545). Interioridad y exterioridad. 1 8 0E.e. E l m i s m o S c h l e i e r m a c h e r ' s e c o n v i e r t e .I . en e l s e n t i d o de l a armonía e n t r e in- dicidualidad y totalidad. . en toda interioridad l a preparación p a r a o. y e. no en l a acción a l s e r v i c i o de f i - nes personales y egoístas.acri¿.e i d e a l i d a d . que c o n s t i t u y e n a s í l a p r e f i - e 1 p. 1 7 9 ) . I1sÓlo r e c o n o c e e n t o - . dad. pr. f a v o r d e l toddl: . Y p a r e c e ser s ó l o e n t o n c e s cuan- . d e l a v i d a y e l i d e a l t 1 . que p o n e a l h o m b r e e n r e l a c i ó n c o n l a t o t a l i - e n e l s e n t i d o d e esa " u n i d a d .t. en todo s a b e r .

l a i n g l e s a está repres e n t a d a p o r ByronGoethe e'HiperiÓn'de incluye Dilthey a Fichte.persona1. e l i d e a l . p u e s . se c o n v i r t i ó en u n a e n f e r m a d a d c o n d o l o r e s de. d a d o q u e e l tiempo a ú n no e s t a b a m s d u ~ op a r a c o n c e b i r e l i d e a l e n l a v i d a . Hiperión afirma Dilthey: e18Werther'de T a n t o d e W e r t h e r como d e "La v i d a r e s p o n d e a s u s p r e g u n t a s d e p a l a b r a y d e hecho s ó l o con e l g e s t o d e a l g u i e n que se a s u s t a a n t e un l o c o t t ( I b i d . de- b i e r o n ~ s o d u c i ru n a l i t e r a t u r a t o t a l m e n t e p a t o l ó g i c a . Holderlin. ambas v e n í a n a romper. . 3).. sst o e s . La primera d e e l l a s l a c o n s t i t u y e l a llamada l i t e r a t u r a d e i s i d o l o r d e l m u n d o t t .. y p r í ~ c i p i o sd e l X I X . . 5 4 6 ) . 5. l a s dos obras de . ~ s í .'-que cl a n h e l o d e l i n d i v i d u o d e c r e a r l a v i d a u n i v e r s a l d e l a iiuinariidad. En u n a s t e m p r a n a s r e f l e x i o n e s . e l e q u i l i b r i o c l á s i c o . si b i e n de forma d i s t i n t a . P a t o l o q í a i d e a l i s t a y p a t o l o q í a r o m á n t i c a . m u e r t e t t ( D ~ D . t a s a l o s d i e c i n u e v e añ-os. e n la. 2 ) .105 bis d o podemos " e n t r a r a l e g r e s e n s u compañía e n l a a c c i ó n y e n e l p e n s a m i e n t o c i e n t í f i c o d e l p r e s e n t e " ( I b i d . A t r a v é s d e l o s t e x t o s d e D i l t h e y p o d e m o s h a l l a r a l men o s d o s d e s v i a c i o n e s ~ t p a t o l Ó g i c a s "d e l i d e a l c l á s i c o d e l a individualidad y l e r e l a c i ó n c o n l a t o t a l i d a d . En l a t e n - d e n c i a alemana d e e s t a l i t e r a t u r a . s e ñ a l a Dilthey: escri- " E l s i g l o XVIII como p e r í o d o d e l i n d i v i d u a l i s m o . e n e l momento e n q u e S c h l e i e r m a c h e r r e c o n o c e l a r e l a c i ó n c o n l a s r e a l i d a d e s h i s t ó r i c a s e f e c t i v a s como e l s u e l o firme de l a acción y l a formaciÓn.

Esta d i s o l u c i ó n d e l o s c o n t e n i d o s t r a n s f o r m a d o r e s . en ~ e ~ e l ? ..i n t e r p r e t a c i ó n d e D i l t h e y y p o d r á r a s t r e a e r s e h a s t a . .. i .). 4 ) . a una vida mediocre o estrecha. a s í . tendencia parece extinguirsef1 e l p o e t a en e l que d i c h a b bid. S i n e m b a r g o .. ". pues.l a l i t e r a t u r a c l á s i c a a l e m a n a q u e e x p r e s a n c o n mayor f i r m e z a l a n e g a t i v a a l compromiso con una r e a l i d a d e s t r e c h a e hipócrita. .ve t . . que n o se a v i e n e n a l compromiso. tia l a .. a l a que s e e n f r e n t a un i d e a l d e hombre o m n i l a t e r a l m e n t e d e s a r r o l l a d o ( ~ i ~ e r i ó n ) son i n c l u i d a s por Dilthey e n t r e l a l i t e r a t u r a En o p o s i c i ó n a e l l a s e n c o n t r a m o s . C. l a "unidad d e l a vi- d a y e l i d e a l n que Goethe l o g r ó a f i r m a r t r a s l a superación de e s t e período patológ'ico..M. ievolucionarios.e l Último r e p r e s e n t a n t e d e e s t a t e n d e n c i a que aún . d e e s t c modo l a " u n i u a d d e l a v i d a y e l i d e a l t f a d q u i e r e un c a r á c t e r d e i d e n t i d a d no mediada. " de l a f i l o s o f í a clásica e s c a r a c t e r í s t i c a . 4 a ñ o s d e p u é s d e l a redacción de estos pasajes. n o d i a l é c t i c a q u e n o p o s e e p. s u t a r d í o e s t u d i o s o b r e l a j u v e n t u d d e H e g e l . Y. e s s i g . ej.~ i L i c a t i u oq u e D i l t h e y i n c l u y a t a m b i é n a H e i n e d e n t r o d e II esta. e n t r e n o s o t r o s ( ~ e i n em u r i ó e n 1 8 5 6 . en afirmando e l ideal f r e n t e L a v i d a d e j a de p r e s e n t a r un s i g n i f i c a d o p a r a e l i n d i v i d u o y éste p i e r d e su r e l a c i ó n . que afirman s u rechazo s i n mediaciones de l a vida cortesana y cnnvencional hasta l l e g a r a l suicidio ( ~ e r t h e r ) y de l a l i m i t a c i ó n v i t a l d e Alemania. E s t a s o b r a s s o n ' f p a t o l Ó g i c a s " e n l a m e d i d a e n q u e n o reconocen l a olímpica armonía e n t r e e l i d e a l y l a vida. .E e n d e n c i a : - " E n t r e e l l o s s e e n c u e n t r a t a m b i é n un p o e t a o l e ~ á n .

esa r e l a c i ó n que c a . l f i . L a i r o n í a e l e v a a l hombre s o b r e t o d o l o c o n d i c i o n a d o .N...c l . n. V L ' - a p a r t i r d z l o s hombres y s u s d e s t i n o s . . o .28-2.. H a y . frívolo.). . ~ . e l concepto d e f o r m a c i ó n ( ~ i l d u n g )a l u d e a l a c a p a c i d a d d e r e v i v i r e n u n o mismo y d e l l e v a r a u n i d a d l a s g r a n d e s f o r m a c i o n e s h i s tóxicas. C.las grandes corrientes históricas. .p .armónica con e l l a . .c u a l e s e l m u n d o h a b í a .. e t a s . que c o n t r a s t a vivamente con l a capacidad d ~ . especialmente e n l a concepción exagerada d e l derecho de l a individualidad. p l e n o c o n t e n i d o v i t a l . Pero este concepto parece degenerar en una especie de veneración arqueológica d e l pasado: ron ovno s e n t i d o . e n e l r o m a n t i c i s m o u n a e s p e c i e d e e l e m e n t o d i lettant.e. r a c t e r i z a b a l a c a p a c i d a d ~ o é t i c ag o e t h i a n a d e h a l l a r l a f o r m a i d e a l e n l a r e a l i dad y de reconciliar así interioridad y exterioridad. á s idceo sa c o g e r e n s í m i s m o s .ajo un e n e l que se funda siempre l a capacidad de configuración creadora. en su propia evolución persona1. i n c l u s o . ~ c a . a p a r e c i d o a o t r o s t t ( X I I I / ~ p . r o m a n t i c i s m o e n c u e n t r a D i l t h e y c o n c e p t o s y a c t i t u d e s v i n c u l a d a s con e l clasicismo.) "En l u g a r d e p e r c i b i r ( l a g e n e r a c i ó n ro- f o r m ó c o n c e p c i o n e s acerca d e l a s c o n c e p c i o - l a s .3 7 9 ) . . i n c l u s o e n l a c r e a c i ó n más p e r f e c t a t t ( ~ 1 1 1 1 . También e n e l . . ne. v ~y. . Algo semejante sucede con l a noción romántica de i r o n í a : "Es l a e x p r e s i ó n d e l a p r o f u n d a c o n c i e n c i a d e que e n t r e l o i n f i n i t o y s u p a r t i c i p a c i ó n hay siempre un abismo infranqueab l e . n u e . n a. . O i l t h e y e n c u e n t r a i g u a l m e n t e una delviación con r e s p e c t o a l o s i d e a l e s c l á s i c o s e n c i e r t a s t e n d e n c i a s r o m á n t i c a s . Así.z&.

si s e considera desde l a s tendencias generales d e l romanticismo. Una me-. autolimitarse. no t i e n e n v o l u n t a d n ( X I I I / ~ En l o s r o m á n t i c o s p a r e c e p e r d e r s e l a c a p a c i d a d d e c o n s i d e r a r l a v i d a d e modo n a t u r a l . aun- que d e s i g n o d i s t i n t o d e a q u é l l a que a p a r e c e en l a I t l i t e r a t u r a d e l d o l o r . cen c o n s t i t u i r e l n 6 c l e o d e l o s p e r s o n a j e s d e Tieck.e n l a medida e n que l e ensefia q sobre su propia genialidzd.e. pare"Lejos l a v o l u n t a d y l a com- E s t o s hombres. o i n c l u s o e s t e c o n c e p t o de ironía. clásicos: r e p r e s e n t a una c l a u d i c a c i ó n de l o s i d e a l e s en efecto. el terror.-:c. de l o que D i l - t h e y c o n s i d e r a b a como e l s e n t i d o a6n v á l i d o d e l a n o c i ó n de individualidad. e n cambio rompe con l a v i d a . históricos. p. e n p o e t a s como T i e c k é s t a s e c o n v i e r t e e n " u n a f a n - t a s í a demoníaca" p o b l a d a d e formas fantasmagÓricas. Goethe y S c h i l l e r . p r e n s i ó n d e l mundo. l a devoción. e l romanticismo. romperse en e l l o s e l e q u i l i b r i o c l á s i c o y r e p r o d u c i r s e una nueva p a t o l o g í a d e l a i n d i v i d u a l i d a d .ar. es d e c i r . S e h a l l a a s í vinculada en c i e r t a medida a l a n a c i ó n g o e t h i a n a d e r e s i g n a c i ~ n ~P~e r. d e l mundon. dicha actitud acentúa peligrosamente e l a p a r t a m i e n t o d e l i n d i v i d u o con r e s p e c t o a l o s t t i n t e r e s e s g e n e r a l e s t t y e l d e s a r r o l l o d e una s u b j e t i v i d a d que s e apart a de s u relación con l a t o t a l i d a d .294). quedan l o s poderes morales. S i e n Éjka Ú l t i m a l o s p e r s o n a j e s son i n c a p a c e s d e l o g r a r l a "unidad de l a v i d a y e l i d e a l " e n l a medida en que no han aprendido la"resignaciÓnU y l a Itrenunciatt.acterizó a L e s s i n g . F r e n t e a l a gi'andiosa concepción g o e t h i a h a de l a naturaleza. pues. lancolía sin objeto definido. a p a r t i r de e l l a m i s m a . ---qu. Parece.

. es el representante de l a doctrina de l a i n d i v i d u a l i d a d e n s u " s e n t i d o ~ r i g i n a l ~P ~e r..a.. o D i l t h e y n o d e j a d e a d v e r t i r e n 6 1 a l g u n o s r a s g o s d e l a p a t o l o g í a román- tica.-..i g r ~ s ad e~ ~l o s ' ~ o n Ó l o g o s ' . .'. Tampoco s u mundo n o e s l a r e a l i d a d s o c i a l s i n o l a ensoñación y l a f a n t a s í a s i n s i n r e l a c i o n e s f i r m e s con l a objetividad. cho de l a voluntad.) s e e l e v a p o r e n c i m a d e t o d o f i n o b j e t i v o m e d i a n t e l a "iraníaI1y t r a t a d e l i b r a r s e d e l o s p o d e r e s o b j e t i v o s dominantes m e d i a n t e e l l t c i n i s m o l t " ( x I I I / ~ . d e l i n d i v i d u o e n s í . En e l r o m a n t i c i s m o . no h a y media- ciones entre l a interioriddd y l a extzrioridad: e s l a Única i n s t a n c i a desligada l a p... Su i d e a l e s l a l l i n d e p e n d e n c i a l l . ... Por una p a r t e . h a c i a l a p é r d i d a d e l a re- o nc o n l a t o t a l i d a d ...l . . c. -. .la t e n d e n c i a que ... El individuo existe I1para g o z a r s e a s í mismon e n l a I1divina p e r e z a ' (Ibid).. .N.^ d e e s t e m o d o l a s r e l a c i o n e s e n t r e ambas no l l e g a n p r o p i a m e n t e a e s t a b l e c e r s e . .. p u e s . m i s m o y.. p e l . . ~.a-l--sin .porque s e r e f u g i a en una s u b j e t i v i d s d soñadora. La ..lljq-. de f i n e s objetivos. se r e f i e r e a l a " u n i l a t e r a l i d a d moralmente en m i opinión. S c h l e i e r m a c h e r o c u p a u n a p o s i c i ó n ambigua e n e s t e contexto. ..rimera valiosa... e m b a r g o s e b a s a e n l a a r b i t r a r i e d a d .puede o b s e r v a r s e en e l l o s h a c i a l a clau. En e f e c t o ... en el capri- En e s t s n o v e l a p u e d e a d v e r t i r s e e l s e s g o e n f e r m i z o que a d o p t a l a i r o n í a : ' ( ~ s t aindependencia.499). a manifestación m á s .. entre l a vida y e l ideal: y natural objetiva.característica de l a patología r o m á n t i c a p a r e c e ~ i l t h e n~c o n t r a r l a e n l a n o v e l a ' L u c i n d a l 1 d e Friedrich S c h l e g e l . l a -r...zx.u... objeto.. Y c o n e l l o a l u d e .

s i n embacgo. Su f o r m a c i ó n s u n a t u r a l e z a é t i c a .~ .' j u n t o con Hegel. .'(cfr.492).& o i od e S c h l e i e r m a c h e r s o b r e s u s a m i g o s románticos. de l a s i n o que s e b a s a en t t l o s derechos y d e l genion.229). j u . Sabemos y a l a realidad de l o s f i n e s objetivos y la objetividad social e histórica. a r a . en l a "subjetividad s i n cadenastt. que p o r entonces s e afirmaba con f u e r z a e n t r e l a juventud berlinesa. Novalis. van. Schlegel. ~111/1. en l a f i l o s o f í a t r a s c e n d e n t a l . Berger. etc. s ó l o en r e l a c i ó n con l a cual l a i d e a de individ-ualidad es v a l i o s a e n e l presente."independenciatt que d e f i e n d e l a n o v e l a no es a q u e l l a auton o m í a p e r s o n a l q u e c o n s t i t u y e un momento c e n t r a l d e l i d e a l c l á s i c o de l a Bildung.M. d . S u s c a r t a s so- b r e tlLucindatl muestran l o s p e l i g r o s d e l a i d e a de i n d i v i dualidad. Su d e f e n s a de l a i n d i v i d u a l i d a d no l e l l e v ó a l a " s a l v a j e i n s i s t e n c i a en e l derecho de 1á pasiónn (Ibid. l o ele- por encima de l o s S c h e l l i n g . subraya repetidamente l a superioridad i n t e l e c t u a l y d e ~ .). 3a as i m k k d n d e l a s f u e r z a s h i s t ó r i c a s . s u sere- o . Hülsen. c u á l es l a o t r a p a r t e : C. E s t a i d e a e s v e r d a d e r a p e r o es s ó l o una p a r t e d e l a verdadn ( ~ 1 1 1 / 1 . especialmente Friedrich S c h l e g e l . Dilthey. ~ . prueban "la incapacidad de l a i d e a de individuali- dad p a r a c o n f i g u r a r d e forma c o r r e c t a l a s c i r c u n t a n c i a s rea- les d e l a sociedad. Subr. . a s í como s u d o c t r i - na de l a presencia de l a i d e a divina en todas las individual i d a d e s y d e s u r e a l i z a c i ó n e n e l c u r s o cósmico l e mantuvo . S c h l e i e r m a c h e r s a l i ó e n d z f e n s a d e s u amigo. 5 0 6 . i . d : . Ante l o s f u e r t e s ataques d i r i g i d o s contra l a novela.

. p e r m i t e a h o r a p o n e r d e m a n i f i e s t o l a .S S Comunes a a m b a s e s p r e c i s a m e n t e e l p r o - blema de l a s r e l a c i o n e s d e l i n d i v i d u o con l a o b j e t i v i d a d h i s t ó rico-social.s i s t . e s t a s o l u c i ó n no e r a y a j u s t i f i c a b l e . Resumen. m e d i a n t e l a c o n s i d e r a c i ó n d e l i n d i v i d u o como r e p r e s e n t a c i ó n d e l o i n f i n i t o ..e r r e n o e s p e c u l h t i v o ... Los e s t u d i o s d i l t h e y a n o s s o b r e e l movimiento alemán plant e a n i m p o r t a n t e s problemas t e ó r i c o s que D i l t h e y v a a e n f r e n t a r en l o sucesivo. E l problema d e l a r e l a c i ó n d e l i n d i v i d u o con l a t o t a l i d a d y con Lo i n f i n i t o h a de reformularse ahora en l o s términos científicamente controlables de l a s relaciones entre el individuo y l a objetividad .. r e l a c i ó n e n t r e l a p r o b l ~ m á ~ i cm a e.L a p e n e t r a c i ó n e n l o s g r a n d e s e j e s d e f o r m a c i ó n d e l p e n s a m i e n t o d e Di1they::rias. o bien t r a t a r s e por sí mismos.sin apenas r e l a c i ó n con e l conjunto de l a obra de ~ i l t h e y . 493).taciÓn d e l p r e s e n t e t r a b a j o e l poner d e m a n i f i e s t o l a r e l e v a n c i a t e ó r i c o .. 'ideológica e histórico-ci~btural. E l s i q n i f i c a d o s i s t e m á t i c o d e l !irnovimiento alemán" y d e l panteísmo e n l a obra de Dilthey. 6. La d o c t r i n a clásica d e l a i n d i v i d u a l i d a d había re- s u e i t o ' e s t e pruijltriiia en e l t . t o d o l ó g i c a y l a p r o b l e m á t i c a . e m á t i c a de e s b e s tudios. S i n embargo. C o n s t i t u y e una apor.d e l o s a s p e c t . .. e n una época dominada p o r e l a f á n d e i n v e s t i g a c i o - nes exactas. . r!i?o. que en l a mayoría de i n t e r p r e t a c i o n e s suelen relegarse a l olvido en f a v o r d e l a s obras s i s t e m á t i c a s .a l e j a d o d e l a " f e e n l a l i b e r t a d s i n v í n c u l o s d e l hombre g e n i a l " (lbid.

i I. Si C o e t h e . d e u n a t e o r í a de l a interacción histórico-social-humana. como l a e s c u e l a h i s - tórica. Desde e l punto d e v i s t a metodolÓgico. O i l t h e y no v a a a f i r m a r s i m p l e m e n t e e l valor de l a i n t e r i o r i d a d y l a individualidad. . pero. de las relacio- n e s d e l i n d i v i d u o con l o s o b j e t o s e x t e r i o r e s que l e rodean. Ante e l d e s a f í o y e l p e l i g r o p a r a s u s p r o p i a s c o n v i c c i o n e s que p l a n t e a e l p o s i t i v i s m o . p u e s . s i n o que avanza- r á h a c i a un n u e v o p l a n t e a m i e n t o d e l a s r e l a c i o n e ' s e n t r e i n t e r i o ridad y objetividad.ante e l d e s a f í o d e l positivismo. : . f r e n t e a l p o s i t i v i s m o ..c o n s t i t u i a un m o d e l o d e r e c o n c i l i a c i ó n a r m ó n i c a e n t r e i n t e r i o r i d a d y e x t e r i o r i d a d . s e t r a t a r í a d e e s t a b l e c e r d e s d e un p u n t c : . s e p r e g u n t a t a m b i é n a l mismo .". t r a t a r í a .s o c i a l e h i s t ó r i c a que se p r e s e n t a en forma d e s i s t e m a s . códigos. Se t r a t a r á . uniformidades y reglas de l a vida social. o : . organizaciones. como t é r m i n o m e d i a d o r . h a c i a una investigación de l a s m i s m a s . p u e s . en una impotente defensa de l a i n t u i c i ó n profunda d e la historia. s o k i a l d.'. . d e m o s t r a r y e s c l a r e c e r l a p o s i b i l i d a d ' d e qWc"kn medio de l a i n t e r a c c i ó n c o n ' l a e x t e r i o r i d a d .el i n d i v i d u o y p o r e l c r i t e r i o d e c i e n t i f i c i d a d .con l o s demás hombres y c o n l a s e s t r u c t u r a s y s i s t e m a s s o c i a l e s .q . d e l a e l a b o r a c i ó n . s i n o que a c e p t a plenamente l a exigencia de estable- c e r c o n e x i o n e s c a u s a l e s como a r m a z ó n f i r m e d e l t r a b a j o h i s t ó r i co. D i l t h e y n o s e r e f u g i a t a m p o c o . d e v i s t a g e n e r a l l a p o s i b i l i d a d d e l a misma. ~ d a : : d e s a r r o l l a r s ec o m o u n a t o t a l i d a d u n i t a r i a . ~ n s i b i l i d a dh u m a n a g e n e r a l y n o s ó l o como a t r i b u t o d e l g e n. d e j u s t i f i - car e l -i-deal clásico d e l a individualidad en términos aceptables p a r a una época c a r a c t e r i z a d a p o r l a c o n c i e n c i a de l a determinac 2 6 n . m o s t r á n d o l a como . p u . e l i n d i v i - d u .

. p e r o t a m b i é n l a más i m p o r tante. no. . q u e a c t ú a n m e c á n i c a r n ~ n t es o b r e é l . p e r o s ó l o mantiene e l r i g o r c i e n t í f i c o en l a medida en que d i c h a s u n i d a d e s se h a l l a n e s t r u c t u r a d a s mediante f i r m e s conexion e s l e g a l e s y c a u s a l e s . D i l t h e y p o d í a remitrise a q u í a l a r e l a c i ó n d e " r e p r e s e n t a c i ó n " e n t r e t o t a l i d a d i n f i n i t a e individuo' f r e n t e a l a r e l a c i ó n posit i v i s t a de determinación. t e n d í a a r e d u c i r a l individuoameran r e s u l t a n t e d e l a a c c i j n Ue f u e r z a s e x t e r n a s .i:l.eaba en e l primer c a p í t u l o acerca de l a relación e n t r e e l námico-causal y el estético-formal. S e t r a t a d e l prob1ema.que se plant. por. " o b j e t i v o u s o b r e e l nombre era n e c e s a r i o f u n d a m e n t a r e l d e r e c h o de l a individualidad. También d e s d e e s t e p u n t o d e v i s t a e l t é r m i n o mediador d e b e r á c o n s i s t i r e n una t e o r í a de l a i n t e r a c c i ó n c a u s a l que p e r m i t a coniprender e l s u r g i m i e n t o d e c o n f i g u r a c i o n e s u n i t a r i a s .o. p r e r . La t e o r í a p o s i t i v i s t a d e l a interacción individuo-entor- q u e p a r e c e c o n s t i t u i r un p u n t o d e p a r t i d a d e l a t e o r í a d i l - t e y a n a d e l a interacc36n. D e o t r o modo s e p i e r d e e n l a m í s t i c a .. de estruc- turas significativas.j u n t o a l p o d e r d e l ~ ~ h a s i v od e~ l~ o. i s z ~ s n $ ~ e lna r e l a c i ó n c o n e s o s p o d e r e s .s ó l o u n a . s.tiempo p o r l a p o s i b i l i d a d d e c o n c i l i a r e s t e p u n t o d e v i s t a con e l establecimiento de nexos d e s e n t i d o individuales. l a p o s i b i l i d a d d e s u c o n f i g u r a c i ó n y de- s a r r o l l ~p ~e r o . di- La h i s t o r i a s ó l o adquiere s e n t i d o en l a medida e n que se c o n f i g u r a en u n i d a d e s s i g n i f i c a n t e s . de las q u e e l i n d i v i d u o c o n s t i t u y e . E l problema a que nos estamos r e f i r i e n d o nos permite ahora e n l a z a r : c o n e l o t r o a s p e c t o c u y a k m p o r t a n c i a s i s t e m á t i c a qWi- s i e r a d e s t a c a r : l a c u e s t i ó n d e l p a n t e i s m o y d e l s e n t i d o inmanen- .

í n . s u a f i n i d a d a l a concepción p a n t e i s t a d e l mundo'ha s i d o destacad a por. d n y . 4 . L a i m p o r t a n c i a d e d i c h o p r o c e s o r e s i d e en que h i z o pa- t e n t e a D i l t h e y . El p e l i g r a 'de e s t a t e n d e n c i a . Sin embargo. E l i n t e r é s de D i l t h e y p o r e l panteismo ha de v i n c u l a r s e . v ) .la r e l a c i ó n de e s t e a s p e c t o con l o s problemas f u n d a m e n t a l e s d e l a f i l o s o f í a d e D i l t h e y h a s i d o t r a t a d a c o n mucha menos f r e c u e n c i a .i n t e r i o r t t . s e hal l a b a . y en e s p e c i a l d e s u padre- y e l avance d e l positivismo y e l naturalismo en l a conciencia y en l a s convicciones de sus contemporáneos. Por l o que r e s p e c t a a l primero.t e d e l a v i d a . La e x i s t e n c i a de dos Únicas a l t e r n a t i v a s i g u a l m e n t e p e r m i c i o a a s -a s a b e r . e n s í m i s m a s a l u d a B l e p a r a D i l t h e y como e x p r e s i ó n d e l a c r e c i e n b e a u t o n o m í a d e l o s i n d i v i d u o s . como e l r e p r e s e n t a d o p o r l a s t e n dencias naturalistas. no pretendemos una e x p l i c a c i ó n p s i c o l o g i s t a d e l a c e r c a m i e n t o d e D i l t h e y a l panteismo. e l elemento principal de l o que D i l t h e y 1-lamaba e n 1 8 7 3 . en m i o p i n i ó n . La p r e s e n c i a en D i l t h e y d e r a s g o s p a n t e í s t a s . . c i u l . buen númenro d e e s t u d i o s . O t r o aspec- .e n q u e @1o c a s o d e l p o d e r formativo e idealizador de l a r e l i g i ó n n o f u e s e acompaíiado p o r e l s u r g i m i e n t o d e n u e v o s p o d e r e s éticos. y u n e s c e p t i c i s m o i n c a p a z d e f u n d a m e n t a r n u e v o s v a l o r e s morales- c o n s t i t u í a . s i n o s u s t i t u i d o p o r un e s c e p t i c i s m o n e g a d o r d e l a i d e a - 1 i d a . p. e n m i opinión. l a " g r a n c r i s i s d e l a s c i e n c i a s y d e l a c u l t u r a e u r o p e a e n l a q u e v i v i m o s n ( D ~ D . u n a t e n d e n c i a h i s t ó r i c a general: &a s e c u l a r i z a c i ó n p r o g r e s i v a de l a s o c i e d a d europea. r e a c c i o . e n s u p r o p i a c a r n e . uh t e í s m o d o g m á t i c o . n a r i o . o _ . con un d o b l e p r o c e s o : p r o t e s t a n t e -que l a pérdida de s u f e r e l i g i o s a l a f u e a l e j a n d o p r o g r e s i v a m e n t e d e l mundo f a m i - l i a r . e l n v .

f u n d a r mas q u e u n a m o r a l h e t e r ó n o m a .e x i s t e n c i a r a Dilthey. e n u n a p a r t e F n ~ p a r ~ t i n ia~ l.~ o d r í ap r e s t a r a y u d a e n e l c o n t e x t o d e l a c r i s i s ewropea... e l p a n - como a c t i t u d r e l i g i o s a . . a p o s i b i l i d a d d e d e m o s t r a r l a e x i s t e n c i a d e u n p r o g r e s o .t o de e s t a c r i s i s . d e e s t e p r o g r e s o s i g n i f i c a r á pa- e n m i o p i n i ó n . sino mostrando e l sentido inmanente d e l acontecer histórico: el s e n t i d o i d e a l que l a v i d a humana g e n e r a y q u e e s inmanente a e l l a . que f u e s e real- m e n t e czg-óz. U . .2-a p a n t e í s t a podría poner e n juego en l a sociedad europea . r e s i d í a en l a d e c a d e n c i a d e l i d e a l c l á s i c o d e . De a h í l a e x i g e n - . En e f e c t o . V I . e n e l e n s a y o d e 1 8 7 5 s e ñ a l a D i l t h e y : m o . m o s t r a r l a c a p a ~ i ~ d acdr e a d o r a d e n u e - vos v a l o r e s que es inherente a l a vida' h i s t ó r i c a . d e m o v e r l a s o c i e d a d e u r o p e a . ~ ~ ) . n u e s t r a s más a l t a s e s p e r a n z a s e n l a c a n i i g u ~ a c i ó nd e u n a v i s i ó n é t i c a d e l a v i d a . 3 7 6 ) . fundar l a 'Ii- dealidad" no en l a resurrección de v i e j a s creencias religiosas.. d e l a "u. 3 5 .¿ q u é r e l a c i ó n p u e d e g u a r d a r l a ''íri~tafís-imap a n t e í s t a n c o n l a e x i s t e n c i a d e l p r o g r e s o h i s t ó rico? Demostrar l a . l a i n d i v i d u a l i d a d e n f a v o r d e u n a t r a n s f o r m a c i ó n d e l a s c o n d i c i o n e s meramente externas de l a vida. s i n o como a f i r m a c i ó n d e l a inmanencia d e l o i d e a l en l o r e a l . *: - "Como e l t e í s - s ó l o u n a meta- fz. Frente a l naturalismo. s e a s o c i a n . e s t r e c h a m e n t e r e l a c i o n a d o con e l a n t e r i o r .as f u e r z a s m o r a l e s e f i c a c e s i 1 ( ~ . t e í s m o -no En e s t e p u n t o .>.nidad d e l a v i d a y e l i d e a l l 1 . ~ T op u e d e .E I .. h i s t ó r i c o n ( x v I I I . D i l t h e y no podía apelar s i n embargo a c o n c e p c i o n e s t r a s c e n d e n t e s .. l a inmanencia de l a i d e a l i d a d de l a vida. procedente d e l a m i s m a época: "Finalmente. E l t e x t o an- t e r i o r ha d e ponerse en r e l a c i ó n con este otro.

.--- l a 'vida confiquradora. Pero i n t é r p r e t e s d e D i l t h e y que l a c o n s i d e s e c a r a c t ~ r i z ap a r a D i l t h e y f u n d a r n e n - talmente por l a i n t e r a c c i ó n d e l individuo con su-entorno -bien sea éste n a t u r a l o histórico-social.d e r e c o n c i l i a r l a v i d a co'n . facultad de "Gestaltunq" humana. q u e d o m i n a t o d o e l mundo a n i m a l n ( V . y sobre e l e s t u d i o exacto de l o s hechos en e l l o s h a d e m d s t r a r s e l a p r e s e n c i a de l o s poderes plasmadores y a e l s e n t i d o i d e a l que en o t r a s épocas t r a t a b a n de f u n d a m e n t a r l a s gmndes c o n s t r u c c i o n e s s i s t e m á t i c a s .f-rente-& t a n t o s r a n i n d e f i n i b l e . Citemos o t r o s t k s t i m o n i o s que corroboran este aspecto: "Yo me . de l a que es i n h e r e n t e a l a v i d a h i s t ó r i c a S e t r a t a-. X C V I ) . e s t e es e l Único camino a b i e r t o . La e x i g e n cia de una consideración inmanente se adecúa a s í a l c r i t e r i o de ~ c i e n t i f i c i d a dq u e l a f i l o s o f í a h a d e c u m p l i r e n u n a é p o c a c a r a c t e r i z a d a por e l d e s c r é d i t o de l o s s i s t e m a s f i l o s ó f i c o s especulativos. En e f e c t o . En e f e c t o . d e f u n d a r l a f i l o s o f í a . . Dilthey. mística- l a idealidad. Fundamentar l a 1 5 d e a l i d a d 1en l a c o n s i d e r a c i ó n inmanente de l a v i d a humana: ciencia. c o n t e n i d a en e l e n s a y o d e 1 8 7 5 . de acuerdo con l a i n t e r a c c i ó n d e s í mismo c o n e l e n t o r n o " e s l a g r a n l e y de t o d a vida. históricos.c i a . en e s p e c i a l l a é t i c a . moral. también ahora l a re- s o l u c i ó n d e l a t a r e a p l a n t e a d a d e p e n d e d e l a p o s i b i l i d a d d e establecer una t e o r í a de l a i n t e r a c c i ó n histórico-social-humana que dé c u e n t a de l a c a p a c i o a d plasmadora. en l a época de l a que permite escapar al dilema de teísmo o escepticismo Y e n e s t e punto-podemos a d v e r t i r l a r e l a c i ó n de e s t a pro- blemática con a q u e l l a o t r a r e f e r e n t e a las r e l a c i o n e s e n t r e dinámica h i s t ó r i c a e i n d i v i d u a l i d a d .

c o n un mundo e x t e r i o r q u e c o n s t i - t u y e s u medion ( ~ 1 . podemos a f i r m a r q u e l a f i l o s o f í a d e l a v i d a d e D i l t h e y es. EI.Recordemos a también que l a cok nexión e s t r u c t u r a l p s í q u i c a s ó l o s e constituye en l a interacción con e l medio. en l a interacción de en general. el valor. l a r e q l a de actuaciÓn.39).ciales. 1 7 3 ) . Nos- t r a r l a i n m a n e n c i a d e l a i d e a l i d a d e n l a v i d a e s .UI. "Así s e d a una i n t e r a c c i ó n (Wechsel- w i r k u n g ) c o n s t a n t e e n t r e e l yo y e l medio e x t e r i o r e n que s e encuentra. d e i a c a p a c i . 253) . sammen).( V I I .VII.Pero esta t e o r í a de l a interacción ha de cumplir e l cri- t e r i o f u n d z z e ~ t a lq L ~ e j u s t i f i c a l a m i s i ó n p r á c t i c a q u e D i l t h e y l e asignaba: a¡ : *- d e d a r cuenta de l a capacidad d e "Gestaltunq" .hallé. en un sentido fundamental.. en l a autoconciencia.e s t e respecto. EI. humana. c o n l o s d ~ m á sh o m b f e s y c o n l a s o b .d a d de l a v i d a . 1 6 7 . e n s u m a .h u m a n a d e d a p e a s í m i s m a e l s e n t i d o ideal. e n un I f e s t a r c o n w ( i m Zu- e n l a r e l a c i ó n d e yo y e x t e r i o r i d a d q u e c o n s t i t u y e l a v i d a mismatt ( X V I I I . a l a i n t e r a c c i ó n d i n á m i c a . E i n c l u s o en l a Última época d e s u producción D i l - they seña1ará:"la vida consiste en l a interacción (~echselwirkun d e l a s unidade's v i t a l e s t r . 1 4 3 . - . l a d i d a humana. mos- trar l a c o n s t i t u c i ó n de l a forma i d e a l en e l s e n o de l a i n t e r a c ción dinámica.* . d e un n u e v o a s p e c t o d e l p r o b l e m a q u e p l a n t e a b a m o s e n e l c a p í t u l o primero: e l de l a p o s i b i l i d a d de u n i f i c a r e l p r i n c i p i o diná- mico-causal y e l principio estético-formal de l a história.. ahora.-que e s i n h e r e n t e a .61). 288. una t e o r i a de l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c a y de l a s r e l a c i o n e s d e l i n d i v i d u o con l o s o b j e t o s e x t e r i o -- r e s .A .~ ~ . pues. j e t i v i d a d e s h i s t ó r i c o . un c u e r p o a n i m a d o ( b e s e e l t e n ) ( ~ 1 .VI. EI. y en e s t o c o n s i s t e n u e s t r a vida" Finalmente: "La v i d a c o q s i s t e . pues.Se trata.

6. E s c l a r e c e r e s t e hecho y mostrar las c o n d i c i o n e s d e s u p o s i b i l i d a d e s un a s p e c t o c e n t r a l d e l a f u n d a mentación. l a llBildungl! ( e n c u a n t o c o n f o r m a c i ó n armónica y u n i t a r i a d e l a personalidad) l a "Gestaltung".a i n d i v .La d i m e n s i ó n p r á c t i c a d e l a t a r e a d i l t h e y a n a d e l a f u n d a mentación d e l a s c i e n c i a s humanas se t o r n a a h o r a e v i d e n t e : las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u contienen t a n t o l a tendencia t e ó r i c a como l a r e l e v a n c i a p r á c t i c a .-r. f l c o n f i g u r a c i Ó n l l ( ~ e s t a l t u n g lP6 ) Ambas c o s a s j u n t a s : .# - e s a l a vez apropiación consciente y afán de firme- za. . pero necesitada de formulación y justificación científica. e: un c a s o p a r t 5 c u l a r d e d e l a capacid'ad de configuración . r e f e r í a precisamente a l a noción de "Gestaltung" como e l e m e n t o mediador e n t r e el c u r s o dinámico de l a v i d a y l a firmeza d e l a idealidzd: '~la.n f u n d a m e n t a l c o n s i s t e e n q u e tus perpetuus. d e l a f o r m a c i ó n d e l a p e r s o n a l i d a d s e c o n v i e r t e a h o r a e n un a s p e c t o p a r t i c u l a r . Ahora podemos comprender t a m b i é n p o r qué D i l t h e y v e í a en e l s e n t i d o inmanente d e l v a l o r de l a vida.ideal gaheren- . e l tema d e l a j u s t i f i c a c i ó n d e l i d e a l clási- c o d e 1. transcurso. De e s t e modo. Hacia e l f i n a l . que s u r g e p r e c i s a m e n t e d e l t r a n s c u r s o . d e o t r o modo.d e s u v i d a . impulso. tungn: aunqie de importancia' de l a c u e s t i ó n r e l a t i v a a l a p o s i b i l i d a d de l a "Gestal- d i c h o . . afán.i d u a l i d a d . t e a la dinámka vital.elac-. en e l panteísmo d e l "movimiento alemán" una a c t i t u d v i t a l y f i l o s ó f i c a p l e n a de relevancia para l o s problemas del presente. vita y no obstante. central. D i l t h e y s e .. moal mis- mo t i e m p o q u e e s t e f l u i r ( ~ u r c h l a u f e n ) y c i e r t a m e n t e d e m o d o consciente.

. P o r l o t a n t o . u n a re- producción d e l dualismo m e t a f í s i c o . s i no pue- d e t r a n s m i t i r s e d e modo g e n e r a l a l a r e f l e x i ó n d e l h o m b r e . . i m p u ? ~ c . el naturalismo e l p e l i g r o d e que l a i d e a l i d a d r e s u l t a - s e s a c . y. e n . e n t r e l a se'n- s i b i l i d a d y l a l ó g i c a .s.L a i n m a n e n c i a d e l a i d e a l i d a d e n l a v i d a como Ú n i c a v í a p r a c t i c a b l e p a r a l a fundamentación d e l c o n t e n i d o e s p i r i t u a l sup e r i o r d e l a v i d a humana f r e n t e a l a o r t o d o x i a t r a s c e n d e n t a l i s t a y e l escepticismo.t o n t o s s e d e c i d i r á n p o r l a f e . d emodo .. h e r e d a d a d e l k a n t i s m o p o r 5 i g w a r t y L o t z e .!.s u b r .. . La e x i g e n c i a . .. d e . s m o i n s o p o r t a b l e . en- e n t r e l a e l e c c i ó n e n t r e l a p l e n a n o c h e y un mundo d e f e que cae casualmente d e l c i e l o . tonces. c i e g o y a l a a n i m a l i d a d .. a l p o s t u l a d o a r b i t r a r i o d e una a d e c u a c i ó n a p r i o r i e n t r e ambos t é r m i n o s . p a r a m a n t e n e r s e .s ó l o l o s . c a . r a d i c a l : . r e n o v a b a un d u a l . una p o s i c i ó n g n o s e o l ó g i c a que n e c e s i t a r e c u r r i r .e-n. fundamentando l a "idea- d e l más a l l á . Sefiala O i l t h e y en e l l a s l a oposición entre e l catolicismo.ü. a l . Mientras que l a ortodoxia trascendenta- l i s t a .. f u r l r l a m e n t a r l a i d e a ..el.. r e g i r á e l juego de l o s impulsos.i.i:~.l i d a d e n l a v i d a s e p l a n t e a . - . . d~e l a i d e a l i d a d d e l a s f o r m a s l ó q i - P o r e l l o v e r á en l a S e p a r a c i ó n e n t r e m a t e r i a y forma d e l conocimiento. De a h í r e s u l t a u n n u e v o a s p e c t o d e l p r o - . .o. Y continúa: " S i l o i d e a l no e s i n m a n e n t e a l a n a t u r a l e z a humana.?.: t. l a ortodoxia protestante y el escepticis- mo r e l i g i o s o como un r a s g o d e l a é p o c a p r e s e n t e . C.n cas.-e. o u n a i d e a l i d a d i n m a n e n t e a l -mundo y a l a c i e n c i a o n i n q u n a e n a b s o l u to" - ( ~ ...:. por su parts. a p a r e c e con c l a r i d a d en s u s l e c c i o n e s so- b r e é t i c a d e l año 1890.fl. lidadtt' sobre elterren$l:p:a@anoso conllevaba. i . c No s ó l o e n e l t e r r e n o d e l a & t i - a . D i l t h e y ...:.). 1 6 .r i f i c a d a .

p a r a Simmel l o s sistemas culturales s e independizan f r e n t e al curso v i t a l inmediato47.r . l a forma) y l a v i d a l a eclosión de l a t r a q e d i a de l a c u l. comprender e l s e n t i d o d e l a s o b j e t i v a c i o n e s c u l t u r a l e s partiendo de l a vivencia propia. Simmel.l t ...-- M i e n t r a s q u e para D i l t h e y l a c u l t u r a n o rompe n u n c a l o s l a z o s que l a v i n c u l a n a l a v i d a y e s s i e m p r e p o s i b l e e n p r i n c i pio. b o a g o s t a r s e y p e r e c e r . e l j o v e n L u k á c s .. al carácter de Dilthey como m e d i a d o r e n t r e l a c a í d a d e l o s s i s t e m a s i d e a l i s t a s y e l neommanticisrno de l a preguerra.-. el fin. Th. podemos ahora referirnos. . En D i l t h e y l a r e l a c i ó n e n t r e l a v i d a y l a forma no a d o p t a aún e l c a r a c t e r t r á g i c o de una esen el sentido de s u vinculación a l clasicis- cisión insuperable: mo. e l valor. . e n t r e l a c u l t u r a {el En verán en l a e s c i s i ó n arte. y ésta mantiene s u relación de configuración con l a v i d a que l a ha creado. N a n n . e n un nuevo a s p e c t o . ~ .- un d i v o r c i o completo- o que d e s p r e n d i d a d e s u s raí- c e s e n l a v i d a n o p ¿ i u i ~ . . l a v i d a t i e n d e e n 6 1 d e modo n a t u r a l a p r o d u c i r d e s í e l saber. . l a r e a l p o s i b i l i d a d d e que l a v i d e . más a l l á d e y s e l e v a -en p o r e n c i m a d e l a s c u ~ P k -se b i e n e l m u n d o d e l a 'hita . e n suma l a i d e a l i d a d .blema que estanios c o n s i d e r a n d o : l a inmanencia del saber en l a vi- da. e n c a m b i o . l a m c s t r a c i ó n d e l " t r a b a j o formador d e i d e a s " que l l e v a a c a b o l a v i d a humana..-.t ur a . D e s d e e s t a p r e s p e c t i v a g e n e r a l d e i n t e r p r e t a c i ó n . p e r m a n e z c a a n c l a d 3 s!s . . c u l t u r a 1 ' . q u e e jercb ..u n a d o m i n a c i ó n o p r e s i v a s o b r e l a -subjetlvid~d- -.e s t r a t o s c o t i d i a n o s . D i c h o d e o t r o modo: una i n t e r a c c i ó n e n t r e s u b j e t i v i - . cambio. o bien l a cul- t u r a a bj e t i v a .

. histórica y social y s u s r e l a c i o n e s con e l problema de l a p l a s m a c i ó n ( ~ e s t a l t u n ~ ) .#.p r á c t i c a . Final- mente. p a r a e l o b j e t o d e .. toriográfico.dad y o b j e t i v i d a d que p e r m i t a e l d e s a r r o l l o d e l a i n d i v i d u a l i dad. . e l c r e c i e n t e p o d e r í o de l a e s f e r a o b j e t i v a mengua c o n s t a n t e m e n t e e l d e s p l i e g u e d e l a esfera subjetiva. ~ a g _see . formación h i s t ó r i c a d e que se trat. e l problema d e l a comprensión h i s t ó r i c a y d e s u o b j e t i v i d a d n o p o d r á p l a n t e a r s e c a -l a m e n t e e n e l t e r r e n o d e l a p u r a 1 Ó g i c a d e l a investigaciói-1. .c o n s t i t u y e como t a l s ó l o e n l a i n - -- ter. . E l p r e s e n t e e s t u d i o se propone. E l problema de las r e l a c i o n e s entre interacciÓn(~echse1wir- k u n g ) y p l a s m a c i ó n ( ~ e s t a 1 t u n g ) s ep l a n t e a r á .-uná m b i t o d e t e r m i n a d o p o r d i c h a i n t e r a c cióz. l a c o n s t i t u c i ó n d e una u n i d a d d e s e n t i d o e n t r e l a s mismas.y n o r m a t i v o . no e s y a p o s i b l e p a r a Simmel. e l conjunto de fuerzas e i n f l u e n c i a s histór i c a s y s o c i a l e s q u e o p e r a n e n e l mismo.s i n o d e s d e l a c o n c e p c i ó n d e l hombre c ~ m o. r i d a d v i v e n c i a 1 as-. -. l a i n v e s t i g a c i ó n . s e r h i s t Ó r i ~ g . las relaciones signifi- s a t i v a s y d i n á m i c a s que se e s t a b l e c e n e n t r e e l l a s y... t a n t o en e l aspecto r e s t r i n g i d o de l a Bilgung o configuración y d e s a r r o l l o d e l a i n d i v i d u a l i d a d como e n e l a s p e c t o g e n e r a l d e l a c a p a c i d a d d e l a v i d a humana p a r a g e n e r a r J a i d e a l i d a d a x i o l ó g i c a . en e l terreno his- como l a c o n c r e t a t a r e a d e m o s t r a r .e. b i e n p o r a f i n i d a d . . E l primer caso implica l a rela- l a t e n d e n c i a a . f i n a l m e n t e . .Sr. ...id-ad e x i s t e n t e e n c a d a c a s o y cuya i n t e r i o . como t a r e a e s t u d i a r l a t e o r í a d i l t h e y a n a d e l a i n t e r a c c i ó n humana. pues. E l t i v a e s t a b i l i d a d d e ¡a segundo. l ó g i c a .acciÓn con l a objeti\i.su t r a n s f o r m a c i ó n o d e s t r u c c i ó n . b i e n p o r 000s-ición.

402). En e l e n s a y o d e 1 8 7 5 . En l a " E i n l e i t u n g .~esde e s t a perspectiva. . una aproximación no inten- tada sistemáticamente hasta ahora.i m p l . l a cuyos supuestos . q u e c o n s t i t u y e e l p r i m e r p l a n t e a miento amplio d e l problema d e l a fundamentación de l a s cienc i a s d e l e s p í r i t u . v a m o s a e n f r e n t a r n o s a l a obra d e D i l t h e y . i . Por e l l o .la intera c c i ó n c a u s a l q u e r i g e e n este á m b i t o : "El j u e g o d e l a s cau- s a s e f i c i e n t e s e n q u e s e n o s p r e s e n t a l a n a t u r a l e z a e s sws- t i t u i d o aquí por e l juego de l o s motivos.53. e n un o r d e n s u p e r i o r . . de l o s f i n e s . " ( 1 8 8 3 ) ~ i i t h ef u ~n d a m e n t a l a separación entre l a s ciencias de l a naturaleza y del espíritu sobre l a d i s t i n c i ó n e n t r e l a e x p e r i e n c i a s e n s i b l e d e l mundo e x t e r i o r y l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a ¿Guarda a l g u n a r e l a c i ó n e s t e planteamiento con l o que en 1875 D i l t h e y llamaba "el problema . EXPERIENCIA EXTERNA Y EXPERIENCIA INA TERNA: LA INTERACCIDN DEL H O M B R E CON SU ENTORNO.CAPITULO TERCERO. e n t r e l o s individuos o entre las f u e r z a s t o t a l e s compuestas d e l a sociedad y d e l a histÓria1I (V. e n l a m e d i d a e n q u e co- zmc-errius l a b i b l i o g r a f í a e x i s t e n t e .E e s t o es. e l problema t e ó r i c o fundamental de todo este ámbito d e l conocimiento l o constituye l a naturaleza especial d e l a s r e l a c i o n e s c a u s a l e s que r i g e n e n t r e l o s motivos d e l i n d i v i d u o . c a c i o n e s f i l o s ó f i c o s e i d e o l Ó g i c o s hemos d e s t a c a d o en Z G S d o s c a p í t u l o s a n t e r i o r e s . . D i l t h e y p r e s e n t a como " e l p r o b l e m a t e ó r i - co fundamental" d e e s t a s ' c i e n c i a s l a naturaleza de . l o q u e c o n s t i t u y e . teorla de l a interacción s o c i a l e h i s t ó r i c a . EI.VI.64.

etc.al1i:"Al o p o n e r s e a la' e x p e r i e n c i a e x t e r n a u n a experiencia interna.. q u e d e s i g n a un tipo p z c ü l i a r -aunque sumamente amplio- de l a misma. Y frente a esta wfalsaltbor . terno. . una aproximación gnoseol6gica. . s u r g i ó de e l l o una f a l s a t e o r í a p s i c o - en l a d o c t r i n a kantiana del s e n t i d o in- que experimentó l u e g o una e r r ó n e a e l a b o r a c i ó n e n F r i e s Apelt. am- bas perspectivas s e h a l l a n estrechamente relacionadas y s ó l o l a comprensión d e e s t e h e c h o p e r m i t e e v i t a r una s e r i e d e m a l - e n t e n d i d o s q u e c o m i e n z a n c o n l a a c u s a c i ó n d e W i n d e l b a n d según l a c u a l D i l t h e y s o s t e n d r á un d u a l i s m o m e t a f í s i c o e n t r e l a naturaleza y el espíritu. S i n embargo. l a c o n s i d e r a c i ó n d e l a noción de experienciz i n t e r n a logica sión: como u n a c a t e g o r í a g n o s e o - es t o t a l m e n t e i n s u f i c i e n t e p a r a s u adecuada compren- e s n e c e s a r i o e n t e n d e r l a t a m b i é n como u n a c a t e q o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n d e l hombre c o n s u e n t o r n o .r~ e x p e r i e n c i a e x t e r n a e i n t e r n a . Po.e e n . Aparen- s e t r a t a de dos aproximaciones divergentes. lógica. como v e r e m o s .194). En m i o p i n i ó n . p u b l i c a d o s r e c i e n t e meni. por o t r o . a m i e n t e n d e r . temente un l a d o .:as l e e r . r e m i t i é n d o n o s a l o s t e x f ~ s . 11 (XVIII.a n t e r i o r e s a l a " E i n l e i t u n g 1 . .t e ó r i c o fundamental" d e l a s c i e n c i a s d e l espíritu?. Fortlage. por una t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n c a u s a l .. e n t r e l o I1externo" y l o % n t e r n o I 1 y que propiamente pueden aún h a l l a r s e en i n t e r p r e t a c i o n e s recientes.:$ac. Comencemos p o r r e l a t i v i z a r l a d i s t i n c i ó n g n o s e o l Ó g i c a misiiia eit". e l v o l u m e n X V I I I d e l o s l G e s a m m e l t e S c h r i f t e n w . S e h a l l a b a y a a p u n t a d a en l a c o n t r a p o s i c i ó n d e sen- sación y reflexión.

I 1 t o d o l o . Ni l l f i l o s o f í a de l a experien- según l a c u a l "todo conocimiento se ocupa d i r e c t a m e n t e con l a s r e p r e s e n t a c i o n e s y e s t a d o s de n u e s t r o you ( I b i d . llamará " p r i n c i p i o d e f'ei70iiia. Sa i'dta tung': IIn l a condición. 133).o qüe--Dilthey. 9 0 . l a llamada percepción interna p a r e c e a b a r c a r e l c o n j u n t o d e t o d o a q u e l l o que s e d a e n nuest r a c o n c i e n c i a t t (1bid. hecho de m i conciencia" -igu'irnerite'd'& l a más ge- ( ~ . p r i n c i p i o que p r e s i d e . supone aquí? subr. -E I . C. p u e s s ó l o se n o s dan d i r e c - tamente nuestros hechos de conciencia: "Puesto que e n e l fondo t o d o es hecho p 6 í q u i c o y p a r a n o s o t r o s no e x i s t e ninguna o t r a c o s a e n absoluto.)¿Cual "Sólo hay una e x p e r i e n c i a . 5 ) .J34). en la1'Einlei- e l i n t e n t o diltheyana d e fundamentación d e las cien- cias del espíritu: " ~ n c o n t r ée x c l u s i v a m e n t e e n l a e x p e r i e n - c i a i n t e r n a .señala Dilthey a continuación: teoría. E s t o es. un f i r m e a n c l a je p a r a m i pensamiento" ( I . q u e es- tá presente para mi s e halla bajo de ser ner-l. to. 1933. en efec- s ó l o e x i s t e u n a e x p e r i e n c i a . t a n t o en e l caso de l a p e r c e p c i ó n d e o b j e t o s e x t e r n o s como e n l a p e r c e p c i ó n d e n u e s t r o s p r o p i o s e s t a d o s n o s l a s habernos Ú n i c a m e n t e c o n h e c h o s S e t r a t a d e . ¿qué s e n t i d o t i e n e e n t o n c e s s e g u i r hablando d e experienc i a e x t e r n a e i n t e r n a ? ¿En q u é r e s i d e l a d i s t i n c i ó n e n t r e . (lbid. en su p o s t e r i o r ensayo so- - bre l a creencia SR l a r e a l i d a d d e l pundo e x t e r i o r . s e g ú n e l c u a l . e n l o s hdchos d e l a c o n c i e n c i a .. X V I I I . e s e s t a t e o r í a que D i l t h e y ~ i l t h le a~ d e n o m i n a cia" o "filosofía crítica". I .EI.VI.n-idadn. D e s d e e s t e p u n t o d e v i s t a .fl.

p u e s " l a p e r c e p c i ó n i n t e r n a y ex- e s t o es las percepciones de a l g o e x t e r i o r o de algo i n t e r n o son. La' d i f e r e n c i a n o p u e d e r e s i d i r .. N i s i q u i e r a se t r a t a d a hechos psíquicos d i s t i n t o s . pues d e s c a l i f i c a l a s i n t e r p r e t a c i o n e s según las - c u a l e s l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a y l a i n t e r n a d e l i m i t a n d o s . e n l o s h e c h o s .etc. no s ó l o h e c h o s f t i n t e r n o s " .1 9 4 ) . p u e s . s i n o e n l a c o n e x i ó n e n t r e l o s mismos: en el c a s o d e l a . l o s e s t a d o s . se trata y e s t o s i q n i f i c a que . s i n o también hechos"externos) personas.ambas?. como u n d o l o r o u n ~ e n t i m i e i i t ad) p l S ~ e r . objetos. en e l que nos ambas s e componen d e h e c h o s psi- q u i c o s . 84-5). e n e l c a s o d e l a i n t e r n a . que s e u t i l i z a en una doble dirección. En c u a n t o h e - c h o s d e l a c o n c i e n c i a t o d a s e l l a s "se d a n i n m e d i a t a m e n t e " (Ibid.. i n t e r v i e n e n . como r e p r e s e n t a c i o n e s d e c o l o r e s La comprensión d e e s t e . Desde e l p u n t o d e v i s t a g n o s e o l Ó g i c o . terna. m a n t e n e m o s p o r e l momento. d e h e c h o s d e c o n c i e n c i a . E s t o e s t a b l e c e ya .. ~ ~ ) . ' c o n n o s o t ~ r o s .e x . h e c h o e s e l primer paso necesario p a r a una i n t e r p r e t a c i ó n c o r r e c t a de l a noci6n diltheyana de experiencia interna. y así surge l a d i s t i n c i ó n entre experiencia externa e interna" ( X V I I I .resl i d a d e s o d o s m u n d o s d i s t i n t o s . camente una experiencia. P e r o démonos c u e n t a d i e s t o : d e . t a m b i é n e n l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a ' .p e r i e n c i a e x t e r n a . D e s d e e l p u n t o d e v i s t a ontológico.dos direcciones d i s t i n t a s en l a aprehensión de l o s m i s m o s e s t a d o s p s í q u i c o s u ( x v I I I . m i s m o s .E s t e a s p e c t o e s importante. p s í q u i c o s s e rel a c i o n a q c o n e l mundo e x t e r i o r . D i l t h e y l o sefiala con t o d a c l a r i d a d : '!Hay Úni-. n o s e t i a t a d e r e a l i d a d e s d i s t i n t a s .Pos m i s n i o s ' h e c h o s d e c o n c i e n c i a .

en una g r a n par- t g . y l a distinci'ón empirista o l a distinción kantiana entre sentido externo y sentido interno. . Dilthey m a n t i e n e e n t r e l a ex- p e r i e n c i a ex.una d i f e r e n c i a p r i m o r d i a l e n t r e l a d i s t i n c i ó n d i l t h e y a n a . e l f u n d a m e n t o d e n u e s t r o c o n o c i m i e n t o d e l mundo e s p i r i t u a l .. ro. .e lp r o c e s o e s p i r i t u a l p e r e l q u e do ss.. p a r a D i l t h e y l a d i s t i n c i ó n g n o s e o l ó g i c a e n t r e ciencias de l a naturaleza y c i e n c i a s d e l e s p í r i t u se .. raleza.terna y l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a una d i s t i n c i ó n de p r i m o r d i a l importancia p a r a l a fundamentación de las cienc i a s d e l e s p í r i t u y s u d e l i m i t a c i ó n f r e n t e 'a l a s d e l a n a t u . un m a r c o d e i n v e s t i g a c i ó n q u e s o b r e p a s a e l a s pecto gnoseológico. a saber. . a d e n t r A n d o s e . para completar s u conocimiento . 80). p. como v e r e m o s . b a j e ciertas circunstancias. E s i m p o r t a n t e d e j a r e s t e p u n t o cla- que l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a se h a l l a compuesta t a m b i é n p o r r e p r e s e n t a c i o n e s d e l m u n d o % ~ t e r n o ~y~ .mundo e x t e r . . Las p e r c e p c i o n e s v i s u a l e s d e un'a p e r s o n a p u e d e n u t i l i z a r s e . b a j o o t r a s c i r c u n s t a n c i a s . En e f e c t o . Y determina. P ~ z c . n u e s t r o conocimientode l a conexión . . se obtiene u n resulta- d e a q u e l q u e c o n d u c e a l o t r o " (xVIII A pesar d e t o d o e l l o .. . p s í q u i c o s y que p o r e l l o c o n s t i t u y e también.n o o .total@ente distint. e n l a t e o r í a de l a interacción social. d e l mundo m a t e r i a l s u r g e t o t a l m é n t e d e l mismo c o n j u n t o d e p e r c e p c i o n e s que c o n s t i t u y e una p a r t e d e s t a c a d a d e l o s hechos . en e l caso d e D i l t h e y . p u e d e n a p o r t a r q n a c o n t r i b u c i ó n a l c o n o c i m i e n t o de s u ' v i d a e s p i r i t u a l . de experiencia externa e interna entre sensación y reflexión.kel.p o r e l l o es conveniente a d u c i r un nuevo t e x t o que l o confirma inequívocamente: ItCiertamente.

basa en primer término en e l c a r á c t e r inevitablemente hipotét i c o d e . t o e n u n o como e n o t r o c a s o . p e r o s e r e c h a z a . t o t a l ~ d a d e s . f l i e n t r a s que construímos.no n e c e 5 t a m o s d e es- t a construcciÓn. e n t r e f e n ó m e n o y r e a l i d a d e n s í misma. l a s primeras.1 8 9 ) . l o s e l e m e n t o s d e l a naturaleza. s u p u e s t a . Y l o mismo a f i r m a D i l t h e y . t o s s e n t i d o s e x t e r n o s48 f r e n t e a l a c o i n c i d e n c i a . n o a u n a x interpelada. como e l e m e n t o s d e n u e s t r a e x p e r i e n c i a .u 3 "Crí-t. en l a llEinleitungn. c a r á c t e r que procede d e l a d i v e r s i d a d e incomparabilidad de l o s contenidos s e s i b l e s de l o s d i s t i n - . to. en e l á m b i t o d e i a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u51 . que s e d a e n l a s s e g u n d a s . d e modo q u e s e nos dan. q u e K a n t h a b í a e s t a b l e c i d o e n . s o b r e l a q u e p r e t e n d e fundamen- . e n e l c a s o d e l mundo h i s t ó r i c o . t a n t o conte- n i a. s i n o que percibimos in- t e r n a e i n m e d i a t a m e n t e l o s e l e m e n t o s d e q u e s e compone*. representaciones? -- P e r o en e l 'pri- que se agrupan en t o r - que no se h a l l a e n nu-eztras En c a m b i o . t a l como s o n .-o c p a r c i a l e s como u n i d a d e s . e n e l s e g u n d o . q u e --nos p e r c a t a m o s d e e l l a e n ' f o r m a i n m e d i a t a .ica. . s e m a n t i e n e e n e l campo d e l a s c i e n c i a s n a t u r a l e s . siempre h i p o t é t i c a . e s B r u c t u r a d a s . h Y ~ n s t r u í d a sa p a r t i r d e a q u é l l o s .de l a Razón P u r a ' . l a unidad objetiva- Tan- e s t a x -el obje- no e s int'erpolada o s u p u e s t a . co E l carácter fenoméni- b l c o n o c i m i e n t o humano. a p a r t i r de l a diversidad de'hechos de c o n c i e n c i a a p o r t a d o s p o r l o s s e n t i d o s . l o s hechos de c o n c i e n c i a s e dan i n m e d i a t a m e n t e e n s u r e a l i d a d . de l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a . . S ó l o e s t a s Últimas " p r e s e n t a n r e a l i d a d d e s d e d e n t r o . _ mero se n o s d a n c o n t e n i d o s p a r c i a l e s . t a l como e s e n s í misma" ( X V I I I . p o r e l c o n t r a r i o . s i n o .

S i nos restringimos al ámbito de l a argumentación gnoseológi- ca. ' Z theyanos. p a r e c e .as c i e n c i a s : " l a realidad. . . p o d e r s u s t r a e r s e á l a ayuda.-i-nterior. de l o s s e n t i d o s .mos. . t a l como e s .g -u i r s e d e modo n a t u r a l d e l o s t e x t o s d i l . l a p o s e e - mos s ó l o e n l o s h e c h o s d e c o n c i e n c i a d a d o s e n l a e x p e r i e n c i a interna" (I. Según Í n e i c h e n . . s i n e m b a r g o . - . e n l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a s e p r e s e n t a n t a m b i e n r e p r e s e n t a c i o n e s d e l mundo e x t e r n o .I. P e r o e n e s t e momento l a c o r i t r a d i c c i ó n a p a r e c e c l a r a m e n t e : s i . c i e n c i a s d e l e s p í r i t u s o n t a m b i é n l a s c i e n c i a s . como hemos s e ñ a l a d o a n t e s . v<. . En s u e s t u d i o s o b r e l a t e o r í a d e l c o n o c i m i e n t o d e D i l t h e y .s o c i a l . ? I n e i c h e n h a f o r m u l z d o e x p l í c i t a m e n t e .5). d e 3 --iriuii'do'. si tan- t o l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a como l a i n t e r n a s e c o m p o n e n d e l o s mismos e s t a d o s p s í q u i c o s . muy s i m p l e : "Si . D i l t h e y p a s a . p a r e c e d i f i c i l . . c. que s u b j e t i v i z a e l conocimiento. e s t a c r í t i c a . j n o i n t r o d u c i r á e s t a p r e s e n c i a d e l a experiencia externa t o d o s u c a r a c t e r h i p o t é t i c o e n l a ex- p e r i e n c i a i n t e r n a arruinando así l a propiedad g ~ o s e o l ~ g i c a fundamental que D i l t h e y a t r i b u y e a esta Última e introduciend o d e e s t e modo e n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u e l mismo r a s g o c o n s t r u c t i v o e h i p o t é t i c o d e l a s c i e n c i a s d e l a n a t u r a l e-z--a ? . a s a b e r .por a l t o un h e c h o .XVIII. q u e .n o r e p o n d e r a f i r m a t i v a m e n t e a e s t a p r e g u n - t a . . s e . e l mun- d o i n t e r i o r e s s ó l o mundo i n t e r i o r d e u n s u j e t o a i s l a d o . . entonces es inevitable l a referencia Dero e n ese c a s o f a l l a l a v e n t a j a d e l c o - n o c i m i e n t o d e l mundo i n t e r i o r . l a s .. p e p e r o s i e l s u j e t o h a d e c o n o c e r e l mundo e s p i r i t u a l como un mundo h i s t ó r i c o . . .t a r dich. e n t o n c e s .EI./ .omo . a l mundo e x t e r n o ..

ilthey se c o n t i e n e e l n ú c l e o d e s u s o l u c i ó n : " E s t a s c i h i a s (&l I p í r í t u . es- - klanen. s ó l o una v e n t a j a : z a de l a . e l dsfecto de interpretación de Ineichen r a d i c a en s u p e r s p e c t i v a exclusivamente epistemol ó g i c a . P e r o .).m. p e r o e n todo c a s o no afirma l o que I n e i c h e n pretend. e l punto de visti-metódico. l a s c i e n c i a s d e l isp-iritu n o s o n s ó l o c i e n c i a s d e l mundo i n t e r i o r .o s e o l ó g i c a . q u e c o n d u c e a l a e q u i p a r a c i ó n de. . aún así. -.l. n o s 6 1 0 - L . f r e n t e a l a s de l a naturaleza. desde. n o obatant. l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a c o n e l 'biundo i n t e r i o r a 8 ? L a a r g u m e n t a c i ó n e d e D i l t h e y p o d r á no ser -concluyente. i o . e n l a medida e n no introduce nin- qún e l e m e n t o s u b j e t i v o e n e l c o n o c i m i e n t o " ( ~ ~ 1 1 1 . ' En m i o p i n i ó n .e. D . 2 3 .*u?ocimi&atos cia de s u s objetos. . d e l a que se s i g u e l a p l e n a rea- L i d z & d2 10s a. p e r c t i p c i Ú n i n t e r n a . h a d e poder mantenerse l a afirmación según l a c u a l las ciencias d e l e s p í r i t u presentan . P a r a D i l t h e y . l a naturale- d e esta c i e n c i a y l a transparen- desde l o s elementos e n adelante.-- r . pues t a m b i é n e l . . c o m p r e n d e r l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a . C. s i n o t a m b i é n como' c a t e g o r i í i a d e & .a d .e x t e r n o s t 3 2 .s o c i a l .m u n d o e x t e r n o e s o a r a e s t a c i e n c i a s ó l o t a l como vale para l a voluntad activa.4 ." t a l c o m o e s e n s í m i s m a t t . . C.*. y so- b r e t o d o .Para r e s o l v e r esta aparente p a r a d o j a es necesa.e.. s i n o también. en l a experien- cia i n t e r n a . q u e e s e mundo e x t e r n o e n t r a e n c u e s t i ó n .a r e a l i d . En e l s i g u i e n t e t e x t 0 . c i e n c i a s d e l mundo h i s t ó r i c o . E l tema d e . s u b r . según e l l o . Dilthey sabe además p e r f e c t s m e n t e que e n e l l a s es i h e v i t a b l e l a r e f e r e n c i a a l mundo e x t e r n o .- como ' c a t e g o r l a g n. d e . l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a ' s e i n s e r t a a h o r a . l a i n t e r a c c i ó ñ -s'ii'@al.Pl.

pues.pues. d e l a i n t e r a c c i ó n con hombres y obje- Ahora podemos c o m p r e n d e r q u e l a d i f e r e n c i a e n t r e expe- r i e n c i a e x t e r n a e i n t e r n a no puede estar e n l o s hechos de c o n c i e n c i a .--- i n t e r n a n o i n t r ~ d i .e ~n ~é s t a e l c a r a c t e r h i p o t é t i c o q u e . e s t a c o n e x i ó n e s l a d e l a i n t e r a c c i ó n d e la " v o l u n t a d a c t i v a n c o n s u e n t o r n o . l a incom- . n.%. e n i a c o n e x i ó n e l l a c u a l se i n s e r t a n y cobran s e n t i d o e s t o s " h e c h o s d e c o n c i e n c i a u . d e - .i urna p r i m e r a l e c t u r a p u e d e n o s e r e v i d e n t e .-. t a l como s o n e n sí: un s e n t i m i e n t o y l a p e r c e p c i ó n d e un c o l o r s o n ambos i g u a l m e n t e .f-iu:ír. a c u e r d o c m Dilt. w p o n g a m o s que un elemento d e m i experien- c i a es l a p e r c e p c i ó n o r e p r e s e n t a c i ó n d e u n a d e t e r m i n a d a p e r s o n a . d e l a "voluntad activa!'.pr&&cia d e l mundo e x t e r n o e n l a e x p e r i e n c i a . .inmediatamente e v i d e n t e s . i n m e d i a t a m e n t e d a d o s . Y. simpa- cuando e n e l c o n t e x t o de m i v i d a prác- t i c a s e p r e s e n t a e. amor. La d i f e - como e l p r o p i o D i l t h e y s u g e r í a . c o m o t a l e s . dad.. r e n c i a ha de h a l l a r s e . r . aisladamente- en .~ L t u a l " . S i n em- será t a l vz. bargo. e n una c o n e x i ó n s ó l o d e s d e l a c u a l puede comprender- se plenamente: l a c o n e x i ó n d e l a v i d a p r á c t i c a humana.l a c a r a c t e r i z a ? . m i e x p e r i e n c i a e s t e e l e m e n t o d e l mundo " e x t e r n o I 1 l a r e l a t i v i d a d d e l o s s e n t i d o s externoj. Pues b i e n . fenomeni- h e c h o s d e conciencia. o d i o . que s o n l o s mismos -tomados una y e n o t r a y. e n e l llproceso e s p i . Voy a i n t e n t a r a c l a r a r - - 10 cor! un e j e m p L g . i n c i p i o d e . -- ¿ P o r qué l a . en e l c a s o ds l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a .z:-conveniente e x p l i c a r e l s e n t i d o d e l t e x - t o a n t e r i o r qua. etc. tos. d e acuerdo con e l p r .l o mismo v a l e c u a l q u i e r % b j e t o u - vinculada a m i vida por relaciones wprácticasll determinadas: t í a .

"contamos c o n n iersonn-S:. Pero e l l o e s asi s 6 l o p o r q u e e n e s e c o n t e x t o n o p r e t e n d e m o s un c o n o c i m i e n t o d e -. Son n u e s t r a s r e l a c i o n e s v i t a l e s p r á c t i c a s con n u e s t r o entorno i a s que definen y organizan l a s unidades que s e presentan e n l a e x p e r i e n c i a . Dicho claramente: e s s ó l o . .y p r á c t i c a n o e x p e r i m e n t a m o s " c u a l i d a - - . En e s t a l í n e a hay que s i t u a r l a s afirmaci. ' n u e s t-.. n o c o n c u a l i d a d e s s e n s i b l e s .p o s e e e n e l s e n o d e l a c o n e x i ó n d e m i s . e t c . s u c a r a c t e r d e c a t e g o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a d e l homb r e c o n s u ' e n t o r n o .r a v i d a a f e c t i v a .. s i n o que s u p r e s e n - tado.. . e s t o e s . e s p e r a n z a s .. unidades conexas. s u a p a r e c e r e s s u s e r e n s í . r e s e n t a n i n m e d i a t a m e n t e como t o t a l i d a d e s u n i t a r i a s : . desv--sino t o d o s de s e n t i d o . - en . par- s i n o que d i c h o s elementos s e -- n o s p . s i g n i f i c a d o ' q u e no e s .~:como u n i d a d e s de v o l u n t a d o de s e n t i d o en d e nuestra-práctica..ones de D i l t h e y según l a s c u a l e s n o i n f e r i m o s l o s e l e m e n t o s d e l mundo h i s t ó r i c o . s u s c u a l i d a d e s d e s c r i p t i b l e s en términos fisicalistas- s i n o e1 s i g n i f i c a d o q u e e l l a -como u n a u n i - \ dad conexa. l o q u e p e r m i t e e n t e n d e r l a v e n t a j a gno- . de nuestra acción.s o c i a l tiendo de contenidos parciales.sus c u a l i d a d e s f í s i c a s como t a l e s .la r e l a c i ó n d e l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a c o n l a v i d a p r á c t i c a humana. .Los aspectos nexternosm sólo entran en consideración como p o r t a d o r e s d e un s e n t i d o q u e e s i n t e r n a m e n t e e x p e r i m e n Y e s t e s i g n i f i c a d o n o e s f e n o m é n i c o . c i a e s s u e s e n c i a . s i n o s u r e l a c i ó n con m i vida.-~-cab:&tos. d e s e o s .&no s i n o sólo "contar unidade.p a r a b i l i d a d d e s u s a p o r t a c i o n e s no s e d e j a v a l e r . con"stas el. p u e s t o que n o me i n t e r e s a n e n a b s o l u t o l o s a s p e c t o s n e x t e r n o s ~d e t a l persona -esto e s .

. A h o r a p o d e m o s t a m b i é n e n t e n d e r r n e ~ o r .1 9. P u e s b i e n . l a d o nexternow y l a s ciencias d e l e s p í r i t u de s u lado . . s i n o d e % o n t e n i d o s n o u a s p e c t o s ~ l d el o s m i s m o s .p r o t e s t a d e D i l t h e y c o n t r a l a a c u s a c i ó n d e Windelband.-. . * . l a c u a l l a f i l o s o f í a d i l t h e y a n a r e p o s a ' b a s o b r e u n dua- --"-ii$m. s i g n i f i c a d o - . u. E l l o d e f i n e l o s límites o b j e t i v o s de toda i n t e r p r e t a c i ó n puramente g n o s e o l ó g i c a d e l pensamiento d e Dilthey5? Decíamos e n e l c a p í t u l o a n t e r i o r que l a t e o r í a d e l a int e r a c c i ó n d e b í a c u m p l i r ' un c r i t e r i o f u n d a m e n t a l : d a r c u e n t a d e l a p o s i b i l i d a d d e l a " c o n f i g u r a c i ó n n ( ~ e s t a l t u n g )y e n c o n c r e t o de l a "formaciónu ( 6 i l d u n g ) .". -será d e gran importancia p a r a l a s a t i s f a c c i ó n de d i c h o c r i t e . .. rio.l a j u s t i f i c a c i ó n . de l a c o n s t i t u c i ó n de una p e r s o n a l i d a d u n i t á r i a .P . d e l a r e a l i d a d Única'. d e . ~a d i f e r e n c i a e n t r e c i e n c i a s d e l a nat u r a l e z a y d e l e s p í r i t u n o . s u . más a d e l a n t e t e n d r e m o s o c a s i ó n de comprobar que l a c a r a c t e r í s t i c a de l a i n t e r a c c i ó n 'hombre-entorno q u e h a s t a . ::~&ún -.-la c a p a c i d a d de h a c e r que & o u e x t e r n o m m u e s t r e s u s a s p e c t o s "in- t e r n o s n . A n t e u n a m i s m a c u a l i d a d s e n s i b l e o he- cho d e c o n c i e n c i a l a s c i e n c i a s d e l a n a t u r a l e z a se ocuparán de s u . ....o o n t o l ó g i c o d e l a " e x t e r n o n y l o " i n t e r n o n . a h o r a hemos d e s t a c a d o -a saber. s e o l ó q i c a que a q u é l l a p o s e e s o b r e l a e x p e r i a n c i a e x t e r n a . de forma que s i no s e comprende e s t a r e l a c i ó n e s e n c i a l e n t r e e x p e r i e n c i a i n t e r n a y v i d a p r á c t i c a no s e puede e n t e r d e r tampoco l o s c a r a c t e r e s gnoseolÓgicos d e l a e x p e r i e n c i a i n t e r na. su r e l a c i ó n de s e n t i d o con m i vida. r e s i d e en dos ámbitos d i s t i n t o s d e o b j e t o s . &. d e l a n a t u r a l e z a y e l e s p í r i t u . ...

. a l a " v o l u n t a d a c t i v a n . E l h o m b r e e n t e r o e s f u n d a m e n t a l m e n t e e l h o m b r e a c t i v o .e n l a . ."internon... P a r a e s t e hombre e n t e r o . a l a del sujeto frente a l a realidad: posición t o t a l -teórico-práctica- p o s i c i ó n t e ó r i c a e n un c a s o . L o s h e c h o s d e c o n c i e n c i a como t a l e s s o n l o s m i s - La r e a l i d a d es l a m i s m a -hablamos mos.s i n o práctico-vital Jkxperiencia in- '. e s p a c i a l e s e x i s t e n t e s para nosotros. ó ) . l a las f u e r z a s musculares o e l uso d e l a s capacidades d e moción. en e l contexto del : s610 n u e s t r a s r e l a c i o n e s c o n e- P o r e l l o D i l t h e y a p e l a r á . E s t a s son las d i s t a n c i a s . - terna".E I . . X V I I I . . p r i n c i p i o d e fenomanidadl l a son distintas. y -que n o a d o p t a a n t e s u e n t o r n o u n a a c t i t u d r e p r e s e n t a t i v a ..spacio kantiano- s i n o un e s p a c i o v i t a l $ "Las d i s t a n c i a s e s p a c i a l e s s o n s ó l o a p r e h e n s i b l e s p o r n o s o t r o s r e a l i t e r me. .le s p a c i o d e l a " e x p e r i e n c i a i n t e r - n a n . a "ese s e r s i e n t e y r e p r e s e n t a n ( I . v i n c u l a d o a l "hombre q u e a c t ú a n .19-2). .. d e l a v i d a .. . f r e n t e que q u i e r e . fuerza.S d e l á n i m o .n i e l e. Este es e l e s p a c i o p a r a seres p s i c o f í s i c o s n (V1.. -en el que l a a c t i t u d t e ó r i c a e s un i n t e n t o de conceptuar l a p r a x i s . e l e s p a c i o d e l mundo . . m e d i a n t e e l t i e m p o y. d ~ m -~l a s -c a p a c i d a d v i s u a l d e l o j o . q u e X p a r t i c i p a n t o d a s l a s f u e r z a . . . En e s t e p u n t o a d q u i e r e s u s e n t i d o l a p r e t e n s i ó n d i l t h e yana d e s i t u a r en l a base d e l a fundamentación gnoseológica d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u a l "hombre e n t e r o n . Para . en el otro. -:'experiencia externau. como c r i t e r i o d e d i s t i n c i ó n e n t r e ambos t i p o s d e c i e n c i a s .e s t e s e r e l e s p a c i o n o es e l e s p a c i o d e l a f í s i c a . I . E s t e e s =. . i r r e a l " s u j e t o c o g n o s c e n t e n d e ¡a al t e o r í a d e l conocimiento. -.

C i e n c i a s c u y o s u j e t o y o b j e t o e s e l "hombre - .a R e l a c i o n a r s e . c o. por l o tanto. s u s . s e o l ó g i c a q u e más a d e l a n t e t r a t a r á p o r e x t e n s o e n s+ u. . s e n o s d a como v i d a . l a r e a l i d a d ext e r i o r (es d e c i r . sean cuales fueren s u s determinaciones espaciales). n o como mera r e p r e s e n t a c i ó n t t (I. . a f e c t i v o y r e p r e s e n t a t i v o s e n o s d a . mo 6 1 mismo y s u p r o p i a a c c i ó n .. p r a x i s y v i d a son conceptos estrechamente vinculad o s e n l a f i l o s o f í a d e D i t l h e y .t r a t o e s l a ttvida": he a h í e x p r e s i o n e s sinónimas. " ~ ~ ~ .r~e~l :a & c ieo~noarlí. D i l t h e y a p u n t a e n e s t e t e x t o l a p r o b l e m á t i c a gno-. n u n a d e t e r minada r e a l i d a d mediante l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a s i g n i f i c a r e l a c i o n a r s e c o n e l l a e n un c o n t e x t o p r á c t i c o . .I. . y c o n t a n t a s e g u r i d a d como é s t e .hombre a c t i v o t t . c i e n c i a s cuyo . . . c i e n b i a s f u n d a d a s e n l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a . s i g n i f i c a también mantener con e l l a r e l a c i o n e s de vida. r n c r n : ~ . De e s t e modo l a . . c i e n c i a s d e l "hombre a c t i v o n ( h a n d e l n d e r f l e n s c h ) . en e l p l a n o de Pa fundamentación de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . a l mismo t i e m p o q u e n u e s t r o yo. f i o c i 6 n d e e x p e r i e n c i a i n t e r n a n o h a c e . o t r a cosa independiente de nosotros. l a r e a l i d a d d e l mundo e x t e r i o r . m i e n t r a s q u e p a r a n u e s t r o e n t e r o s e r v o l i t i v o .XIX. e s t e e s e l s e n t i d o s i s t 6 m á t i c o o r i - . ' Más a l l á d e l o s f r e c u e n t e 3 r e p r o c h e s de "místican.c o ~ ~ a . e s t o es. .ó). e s fundamental- . Experiencia i n t e r n a .l a s c o s a s e x t e r n a s n o son fenómenos. .-. r e F e r a n c i a a l a p u r a i n t e r i o r i d a d monádica: . .q u e s e s i t ú a p o r t a n t o e n e 1 p l a n o d e l a " e x p e r i e n c i a i n t e r n a " d e l ".. : e r i t e r o t t . e n s a y o + o b r e . s i n o a l g o t a n r e a l co- que sería imposible s i n e l l a s " P a r a l a m e r a r e p r e s e n t a c i ó n e l mundo e x t e r i o r n o es más q u e un f e n ó m e n o . EI.

h i s t ó r i - . práctica. n o o b s t a n t e .que l a n o c i ó n d e v i d a c o n s e r v a r á e n D i l t h e y un tras. d e l hombre c o n s u e n t o r n o . como s e ñ a l a B o l l n o w # p o r l a s r e l a c i o n e s a- migo-enemigo- s i n o e l m u n d o d e . (Veremos. . como c o n c e p t u a c i ó n d e e s a . s e n s i b l e a c e r c a d e l a n a t u r a l e z a I 1 (1 . d e . . ~nálisis c o m p l e t a I 1 . a r e l a c i ó n d e l h o m b r e c o n e l mundo s o c i o .g i n a l d e 2 a temática d e l a v i d a en l a f i l o s o f i a d e D i l t h e y . d e l "hombre a c t i v o " c o n e l mundo s o c i o . espíritu .-- ' La f u n d a m e n t a c i ó n autónoma d e l a s c i e n c i a s d e l s e l l e v a a c a b o e n un a n á l i s i s d e e s t a i n t e r a c c i ó n . e n su i n c o m p a r a b i l i d a d c o n t o d a e x p e r i e n c i a . E l problema de l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a nos ha conducido a l . E l mundo d e l a v i d a n o e s .fondo biologista. de la " v i v e n c i a t o t a l . P o r e l l o e s c o r r e c t o c o n c e b i r l a f i l o s o f í a d e l a v i d a como u n a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a -en un s e n t i d o a m p l i o q u e e n g l o b e t a m b i é n l a t e o r í a . esta c a r a c t e r i z a c i ó n d e f i n e l a noción de autog n o s i s ( ~ e l h s t b e s i n n u n g ) . y 1 a . a n á l i s i s d e l a v i v e n c i a t o t a l ( G e s a m t e r l e s n i s ) d e l mundo z s p i r i t u a l . no histórico).. i .h i s t ó r i c o . e n e s t e s e n t i d o . E I 1. a f e c t i v i d a d . 1 7 ) . l a p r a x i s h u m a n a y d e l a s re- l a c i o n e s con hombres y c o s a s mediados p o r e l l a . en "el . -regido u n mundo i r r a c i o n a l t a l v e z . ~ . como l a a l t e r n a t i v a e s p e c í f i c a d e Dilthey -frente a l a t e o r í a d e l conocimiento- a l problema de l a fundamentación f i l o s ó f i c a de las c i e n c i a s d e l e s p í r i tu. d e l a * r s l a ~ i ó n ~ ~ i n t e dr en la ~ ~ h o m b r e c o n e l mundo s o c i a l : aunque D i l t h e y n o emplea a q u í esta p a l a b r a . L a autognosis es e l a n á l i s i s de l a r e l a c i ó n d e l "hom- b r e e n t e r o n .t e m a d e l a i n t e r a c c i ó n d e l hombre c o n s u e n t o r n o s o c i a l y natural. .

. l o q u e e s l o mismo.) S e p u e d e llamar a u t o q n o s i s e s t e an8- issis d e t o d a l a amplitud y conexión de l o s hechos d e l a conciencia. que p o s i b i l i t a una fundamentación d e l nexo d e las ciencias. t e o r í a d e l a r e l a c i ó n d e l h o m b r e c o n e l mundo histórico-social. a n á l i s i s de l a n e x p e r i e n c i a in- t e r n a n : en este s e n t i d o l a a u t o g n o s i s ha de p o n e r d e m a n i - f i e s t o l a v i n c u l a c i ó n e s e n c i a l d e t e o r í a y p r a x i s q u e se da en dicha relación. autognosis..r e l a c i ó n que en una lectu- r a i n m e d i a t a d e l t e x t o no r e s u l t a e v i d e n t e de manifiesto e n t r e teoría y praxis: que e l l a pone "Existe una conexión d e l o s e l e m e n t o s d e l a c o n c i e n c i a e n l a v o l u n t a d (. ( h a n d e l n d e n ~ e b e n s )y l a s d e s a r r o l l a n e n e l s e n t i d o d e u n a c o n f i q u r a c i ó n ( ~ e s t a l t u n g )a r t í s t i c a d e l o q u e debe s e r . En e s k e s e n t i d o podemos a h o r a c o m p r e n d e r l a p r o p i a c a r a c t e r i z a c i ó n d i l t h e y a n a d e l a a u t o g n o s i s . pero . teoría de l a interacción social.co. n o e n e l d e u n a mera d e s c r i p c i ó n d e l o s q u e e- - f s c t i v a m e n t e e s (. o . v i d a . también a q u e l l a s que p r e s t a n corrección ( ~ i c h t i ~ k e i t ) . Autognosis o f i l o s o f í a de l a vida: e n s u m a . por oposición a l a t e o r í a del conocimiento. y scta conexión determina de manera fundamental l a naturale- -- z a d e l a s c i e n c i a s que d e s a r r o l l a n l a s normas d e l a . e n l a nBrejl.. d e l o s hechos d e l a c o n c i e n c i a l o s fundamentos t a n t o d e l a a c c i ó n como d e l p e n s a m i e n t o .). y l a e s e n c i a l r e l a c i ó n ..- p r á c t i c a .. P e r s i g u e l a s condicione-S que prestan evidencia a las declaraciones sobre l o real.auer A u s a r b e i t u n g N (1'880).. Pues l a autognosis encuentre en l a conexión.

sis-. l a expeanáli- de su re- con 6 1 (de l a "conexión de los-gle- .. va. este análisisde t o d a . e s a . . u e d e c o m p r o b a r s e e n l a o b r a d e ~ i l t h e ~ 5La de a n á l i s i s gnoseolÓgico y a n á l i s i s de l a relación práctico-vital d e l h o m b r e c o n e l mundo c a r a c t e r i z a e l p r o c e d e r f i l o s ó f i c o de Dilthey.al m i s m o . 8 unidad y a --..puede responder .) E n e l c o n t e x t o d e e s t a " I n t r o d ~ c c i ó n .l a a m p l i t u d d e l o s h e c h o s d e c o n c i e n c i a -de riencia interna- e s . mundo h i s t ó r i c o - soci.vvn. a n á l i s i s d e l a p o s i b i l i d a d ' d e l ... p o r a s í e l fundamento que soporta e l e d i f i c i o de las cien- cias~? Este importante pasaje. C. lación teórico-práctica . . . D i l t h e y f r e n t e a l neokantismo: l a unidad e n t r e a n á l i s i s d e l a s condiciones de posi- b i l i d a d d e l conocimiento y a n á l i s i s d e las condiciones de posibilidad de l a acción.tos d e l a c o n c i e n c i a e n l a v o l u n t a d t 1 ) .-.a diferencia de verdad. .. ~ (~a l a s c i e n c i a s del espíritu. a l a v o l u n t a d y s u s r e g l a s (. Pues.de l a i n t e r a c c i ó n d e l h o m b r e c o n s u e n t o r n o . m . en . y es tambié'n .s o - ciat-representan dos aspectos del proceso de l a autognosis.) l a a u t o g n o s i s h a de' e s t a b l e c e r .N.-. e d i d a . reF3exi6n La r e f l e x i ó n g n o s e o l ó q i c a y l a a c e r c a d e l a c o n s t i t u c i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o .talidad de n u e s t r o ser.s í p. sino sólo l a h i s t o r i a evoluti- que p a r t e de l a to. decir. en efecto. s e g ú n hemos i n t e n t a d o m o s t r a r .. . .. nuestro análisis. entendido en e l contexto de p o n e d e m a n i f i e s t o u n a c a r a c t e r í s t i c a de- c i s i v a d e l p r o c e d e r f i l o s ó f i c o d e .. e n t a n t o q u e é s t e s e c o n s t i t u y e como u n sis- : t e m x ~ d et a l i n t e f a c c i ó n 5 ' . y é s t e e s consciente de su distancia f r e n t e a l neokantismo: "No l a s u p o s i c i ó n d e u n r í g i d o a p r i o r : de nuestra facultad de conocer.

e modo e s e n c i a l d e l a n a t u r a l e z a p o r s u c a p a c i d a d 5 . l a s c a t e q o r í a s q n o s e o l ó q i c a s s o n tam- bién en Dilthey cateqorías histórico-sociales. Hecordemos e l problema que c o n s t i t u í a n u e s t r o punto -- d e p a r t i d a : ..I. s d. l a r e a l i d a d ' h i s t ó r i c o .Como experiencia interna. . e d a r c u e n t a d e e s t e p r o b l e m a r e s p o n d í a t a n t o a l ret o .s o c i a l .l a n a t u r a l e z a d e Las r e l a c i o n e s c a u s a l e s e n . . 8 .~ .c?igura.XVIII.ocupan y a hemos i n t e n t a d o m o s t r a r e n e l c a s o d e l a d e ella. m o d o q u e una' t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n c a u s a l e n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u deb í a d a r c u e n t a . .l a s p r e g u n t a s que t o d o s hemos d e d i r i g i r a la f i l o s o f í a w (I.EI. m bito d e l a r e a l i d a d h u m a n a . La n e c e - .$a--neokantiana d e l conocimiento. .te h e c h o e s e n c i a l . ( ~ e s t a l t u n g ) de c r e a c i ó n d e nuevos valo- Este hecho?manifestaba l a e s e n c i a l r e l a c i ó n d e t e o r í a y p r a x i s en este ámbito. .s o c i a l se distin- g u 5 w . res y fines.s i d a d .. l a c i ó n d e l conocimiento con l a acción en el ámbito de l a realidad histórico-social y d e l a s c i e n c i a s que se.+xn.~). . La a u t o g n o s i s . p o s i t i v i s m ocomo a ' l a profunda convicción de Dilthey de-qiia l a conexión c a u s a l era e l fundamento d e t o d a cien- cia. d e l a c a p a c i d a d d e 'Gestaltung 'contenida e n l a v i d a p r á c t i c a d e l hombre: . d e es. a n á l i s i s d e l a e x p e r i e n - h a d e poner d e m a n i f i e s t o l a e s e n c i a l vincu- cia interna. e l ' G. . l a teoría d e l c o n o c i m i e n t o es también t e o r í a d e l a s o c i e d a d .0.h i s t ó r i c a . d . D e . . Y es p r e c i s a m e n t e l a u n i d a d d e ambos a s p e c t o s l o q u e c o n s t i t u ye l a p e c u l i a r i d a d d e l a a u t o g n o s i s d i l t h e y a n a f r e n t e a l a ter.--. . S i n e m b a r g o . .c.iÓn -. 2 d .

. produ.. .. a través de su derro- che de fuerza y s a c r i f i c i o . cuya s i g n i f i c a c i ó n t i e n e pres e n t e e l i n d i v i d u o e n s u p r o p i a e x p e r i e n c i a . l a humanidad: o r i g i n a n un d e s a r r o l l o e n l a p e r s o n a p o r e n c i m a d e l a yerma y v a c í a r e p e t i - c i ó n en l a conciencia d e l c u r s o n a t u r a l .cen algo realmente nuevo.€1. d e l s u r g i m i e n t o de nuevos v a l o r e s y . m i s r n a .. Pfnes = o . . . como a n t e u n a r e a l i d a d c u y o s e n t i d o n o c o m p r e n - d e y s ó l o puede i n f e r i r l o mediante h i p ó t e s i s namente. c. p a r e c e n e n c o n - trar s u d e l i c i a l o s f e t i c h i s t a s d e l a evolución i n t e l e c tual" (1. so- d e forma r e p r e s e n t a t i v a e s t o e s . -- l a "yerma y v a c í a -r e p e t i c i ó n e n l a conciencia d e l curso natural1'- era inade~:sadae n l a medida en que no podía d a r 'cuenta d e l desarral-¡o h i s t ó r i c o . que ya c o n t i e n e e n p r i n c i p i o t o d o l o que suce- d e e n 61. y e n . . .c o n t e n i d o s e n e t a p a s a n t e r i o s e s . con s u caracter de c o n f i g u r a c i ó n i n d i v i d u a l d e sen- L - tido.p a r a c o n f i g u r a r s e . y . p o r q u e e l hombre n o s e r e l a c i o n a c o n s u e n t o r n o . c o n c e b i d a como i d e a l d e l p r o g r e s o h i s t ó r i c o . Para Dilthey.6-7. a las l e y e s generales de l a naturaleza.. La t e o r í a p o s i t i v i s t a d e l a i n - teracción causal -la subordinación de l a experiencia inL s r n a .14-15).e s t o sino inter- es. comolhombre e n t e r o " .t a n t o c i a l como n a t u r a l - - externamente. p a r a d a r s e a sí m i s m a l a n o r m a ."En c o n t r a p o s i c i ó n c o n e l c u r s o m e c á n i c o d e l o s c a m b i o s naturales. en cuya idea. a c i d a d d e l a v i d a h u m a n a p a r & c o m p r e n d e r s e a s i . e s t a % i $. en e l c o n t e x t o d e .1. l o s hechos d e l a voluntad.

é s t e se c o n s t i t u y e a tra-. d e l mismo modo m e c á n i c o . ésos un orden j u r í d i c o y e s t a t a l . de l a "voluntad activatt. etc. c o n t r a l a t r a s p o s i c i ó n de l o s métodos c i e n t í f i c o n a t u r a l e s a l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . % r e s p e c t o a l o s i n d i v i d u o s .e s t o es. en e l c u a l l o s h o m b r e s y c o s a s c o n q u e s e r e l a c i o n a s e l e p r e s e n t a n como configuraciones d e s e n t i d o inmediatamente comprensible. S i l a s l e y e s q"e r i g e n l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l se comportasen con respecto a l o s valores y f i n e s . - - E l hecho d e q u e podamos v i v i r l a e x i s t e n c i a e n e s t a t i e r r a s ó l o e n l a l u c h a .en ' g e n e r a l . etc.: s o n .: l a lu- todo e l l o son solamente hechos e x t e r n o s para l a d e s c r i p c i á n y t e o r í a de l a s formas y leyes de l a vida psiquica. 1 8 2 ) . C. Dilthey decía en 1 8 8 0 : "La b e l l e z a d e l mundo v e g e t a l q u e n o s r o d e a . ( ~ ~ 1 1 1 . s i n o u n a r e p e t i c i ó n d e l o uno mismo. q u e d a n a s u d e s a r r o l l o s u ca- rácter".M. d. y l o .e x - t e r n o . d e q u e n o s r o d e e u n si.que l a s l e y e s de l a ' n a t u r a l e z a con r e s p e c t o a l o s c a s o s q u e dependen d e e l l a s 3 e n t o n c e s e l c u r s o d e l a h i s t ó r i a no r e p r e s e n t a - r í a un d e s a r r o l l o .z.). s i n l a m e d i a c i ó n d e l s e n t i d o . C o n t r a l o que l u e g o l l a m a r í a p s i c o l o g í a c o n s t r u c t i v a y. cha con o t r a s voluntades.l o s p o d e r e s c o n f i q u r a d o r e s ( d i e g e s t a l t e n d e n flach- t e ) d e n u e s t r a e x i s t e n c i a . u6s d e e s o s c o n t e n i d o s ( c o n t e n i d o s s i g n i f i c a t i v o s p o r opo- s i c i o n a l a s " f o r m a s y l e y e s d e l a v i d a p s í q u i c a n .su vida práctica.e l a s v o l u n t a d e s . Cuando e l hombre r e f l e x i o n a s o b r e e l s i g n i f i c a d o d e s u v i d a . ca.stern= d e l a s o c i e d a d .

p e r o no pierde . . p r á c t i c a s s u r g e n l a s ciencias político-morales. .d el a p r a x i s t 1 . Hay Ó r g a n o s c r e a d o r e s p a r a l a f o r m a c i ó n d e l d e .I nunca d e l t o d o s u r e l a c i ó n con l a s ne. : 5 Ó l 0 p a u ' l a t i n a m e n t e e l c o n o c i m i e n t o t e ó r i c o s e d e s p a e n d e d e e s t a r e l a c i ó n d e l " h o m b r e e n t e r o t t * = o n e¡ . r e g l a s p a r a s u a c t u a c i ó n .- p a r a . e s t a n a q u í aún a l -- s e r v i c i o . . En c o n e x i ó n c o n l a s a s p i r a c i o n e s . L a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u s u r g e n y s o n ex- presión d e esta capacidad "configuradora" d e l a "vidan. s a r i a m e n t e y a d e l a r t e ae i o s c o n c e p t o s a n t e s d e q u e e x i s t a u n p r o p ó s i t o d e e x p l i - c a c i ó n . . ( X V I I I 3 . q u e se s i r v e n n e c e . l a norma. un nexo d e s e n t i d o ..&8idades p r á c t i c a s . cie-ncia.z::e.on. ...j u i c i o . e l h o m b r e n e c e s i t a un conocílm~i&nto d e l a s r e g u l a r i d a d e s q u e l o g o b i e r n a n . a l v i n c u l a r s e e n ellas e l cono'cimiento . conciencia d e s u c a r á c t e r . En s u a c t i v i d a d p r á c - t i c ' a e? ' e l m u n d o h i s t ó r i c o . r e c h o . y esta conexión condiciona su forma f u n d a m e n t a l .s o c i a l . do y moralidad.. e s t a . e s t o es. Pues bien.La t e o r í a se h a l l a a q u í en unidad con l a praxis. s u relación y su acción en el . d e l a r e l a c i ó n d e l nhombre e n t e r o u con l a r e a l i d a d : "La p r o d u c c i ó n p r e c e d e e n e s t e campo. p e r o e s t a l e y e s p a r a d i c h a v i d a . esclar e c i m i v n t b d e s u s f i n e s .:c.. . a l a c i e n c i a s i s t e m á t i c a . c. L o s c o n c e p t o s .c+ente ' mundo. -mundo s o c i a l . l a r e g l a : l a l e y . e l . l a v i d a p r á c t i c a d e l hombre p o s e e l a capa- c i d a d d e p r o d u c i r d e s í e l c o n c e p t o . 7 ) .. p o r q u e s u r g e d e l i n t e n t o d e l hombre p o r " c o n f i g u r a r " su "experiencia interna". normas - .

.. (xvIII. pe- r o s e h a l l a b a y a p r e s e n t e como u n m o m e n t o d e l a r e l a c i ó n d e l homb're c o n l a r e a l i d a d s o c i a l . l a r e t ó r i c a . g r a f í a surgió exclusivamente de "la necesidad de una visión de conjunto l i b r e .L a t e o r í a se f u e i n d e p e n d i z a n d o psog r n s . I . 4 6 ) .I-i. l a estética. l a ética. L a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u n a c i e r o n p o r u n a p a r t e !'de l a conciencia d e l individuo acerca. b j e t o un sistema s o c i a l entero. o t r a p a r t e se f u é a f i r m a n d o también e n e s t a s c i e n c i a s aquel t i p o d e a n á l i s i s q u e t i e n e p o r o . =ontemplativa.1-.de su propia actividad y l a s c o n d i c i o n e s d e l a misman (1.~~). . E I . f u e p e n e t r a n d e . D e e s t e modo. l a lógica. s e l a s p r o f e s i o n e s esi'-'la v i d a s o c i a l . l a p o l í t i c a n a c i ó a l p r i n c i p i o d e l m i s m o ámbi- t o d e i n t e r é s que estas c i e n c i a s .o t r o q u e a p u n t a a u n a v i s i ó n d e c o n j u n t o de l o s cuerp-os p o l í t i c o s .ünian-o".d e l o que es y e l d e s a r r o l l o d e l o p r o p u e s t o a l a voluntad". l a h i s t o r i o . . s e c o m b i n ó c o n aque. s v . ésta e n l a natu- . En c a m b i o . e s t a s u e r t e s e formaron a l p r i n c i p i o l a gramática. sino que "la l l e v ó a cabo l a vida misma. A l diversificar- a l e x i g i r l a prepa- r a c i ó n t é c n i c a ysrq las-mi-smas c a d a v e z más & r í a .movida interiormente por e 3 i n t e r é s p o r -1rr.38.EI. Por .-. p e r o en e l l a este inte- r é s . De .r a l e z a d e l a s o z i e d a d r . A s í .I. mswLda p o r s u i n t g r é s p r á c t i c o . Cuantas . 3 8 . i w a r n e n t e d e . l a d i f e r e n c i a c i ó n y e s p e c i a l i z a c i ó n d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u no f u e o b r a d e l entendimiento t e ó r i c o .n n i r r i o r i m b r i c a c i ó n e n l a p r á c t i c a . l a jurisprudencia..46). ( I .

El s u ~ g i m i e n t od e l a h i s t o r i o g r a f i a a p a r t i r d e l i n t e r é s p o r l o humano. amp l i t u d que es n e c e s a r i a p a r a a f i r m a r s u r e l a c i ó n con l a "vida".e n el proceso de 'Gestaltung' p u e s . y '!praxisn. i n t . .j u i c i o s d e v a l o r y r e g l a s . enunciados sobre e l comportamiento uniforme de l o s contenidos p a r c i a l e s de la realidad. Las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u c o n s t i t u y e n . Hemos ' h a b l a d o r e p e t i d a m e n t e d e " i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a t t .~1.47).v e c e s se p r o d u j o l a s e p a r a c i ó n de una e s f e r a d e acciónsoc i a l y ésta una ordenación de l o s hechos a l o s que se r e f e r í a l a a c t i v i d a d d e l i n d i v i d u o . existieron l a s condiciones bajo l a s que podía nacer una t e o r í a t t (1.39. como f o r m a d e i n t e r a c c i ó n . E s e l m o m e n t o d e p r e c i s a r más e s t a n o c i ó n . d e l a necesidad d e una v i s i ó n Ncontemplativan d e l mismo es y a un i n d i c i o d e l a a m p l i t u d c o n l a que h a y q u e e n t e n d e r l a s n o c i o n e s d e " i n t e r a c c i Ó n n y f l p r a x i s m . e r a c c i Ó n p r á c t i c a d e l hombre con s u e n t o r n o . elación ~ r á c t i c ad e l . s u p e r i c r . un g r a d o q u e es p r o p i o d e l a . E s t a relación esencial de t e o r í a y p r a x i s en l a s ciencias d e l e s p í r i t u c o n d i c i o n a también s u e s t r u c t u r a l ó g i c a . . rusnte. 1. . final- La r e l a c i ó n e n t r e e s t a s tres orientaciones atraviesa el. l a c o e x i s t e n c i a que se d a e n e l l a s d e t r e s c l a s e s d e enunciados: e n u n c i a d o s e o b r e elementos reales dados en l a per- cepción (enunciados f á c t i c o s singulares). conjunto de las ciencias del e ~ ' i i t u . separados por abstracción (teoremas).

110) o .el carácter f o r m a t i v o y I t c o n f i g u r a d o r n . a s í como l a c o n t e m p l a c i ó n . a n t e un de- terminado objeto. g u a r d a b a u n a e s p e c i a l r e l a c i ó n con e l i d e a l c l á s i c o d e l a i n d i v i d u a l i d a d . P e r o l a t e ~ r í ad e l a i n t e r a c c i ó n tendrá liación: que 6agar u n a l t o p r e c i o t a m b i é n p o r e s t a r e c o n c i - l a e x c l u s i ó n d e l ámbito de las c i e n c i a s de1. a n t e un p a i s a j e . L a emoción . É1.2 hombre c o n s u e n t o r n o .espi- r i t u y l a c o n s i g u i e n t e i n c a p a c i d a d d e comprender c i e n t f f i camente t o d a s a q u e l l a s fuerzas. . v i e n e a s i g n i f i c a r p a r a D i l t h e y l a r e l a c i ó n d e l "hombre enterot1 con é l . 6 ~d e l h o m b r e p o r s u p r o p i o d e s a r r o l l o a r m ó n i c o .D i l t h e y acerca d e l a e s p e c u k a c i ó n d e G o e t h e . u n a . e l i n t e r . " l a a- ~ r q p + $ + g c i Ó nd e l a r e a l i d a d e n u n a o s c u r a t o t a l i d a d d e n u e s t k a s f u e r z a s n ( 0 ~ . v i n c u l a d a a l d e s a r r o l l o y p o t e n c i a c i ó n d e l a propia vida.109. es. c o n . a q u é l que. na.d e l a i n t e r a c c i ó n puede r e c o n c i l i a r con l a acción e l elemento de l a contemplación. c o m o se- ñ a l e s & . En e s t e s e n t i d o l a n o c i ó n d e p r a x i s h a d e e x t e n d e r s e h a s t a a b a r c a r t a m b i é n l a " f o r m a c i ó n n ( ~ i l d u n g ) .! una r e l a c i ó n propia d e l a '!experiencia De e s t e m o d o . 1 7 1 ) .1. inter- e n e l n i v e l e n q u e h a s t a a h o r a l a hemos d ~ s a r r o l l a d o . l e y e s y e n t i d a d e s que no .ternamente s i g n i f i c a t i v a . r e l a c i ó n t e ó r i c o práctico-afectiva. que l e e s p r o p i o .l a t e o r ' í a d i l t h e y a n a . y pue- d e p r o c e d e r a e s t e r e c o n c i l i a c i ó n e n l a m e d i d a e n q u e tambiGn l a c o n t e m p l a c i ó n sea "un s u m e r g i r s e d e t o d a s l a s f u e r ZAS d e l -ánimo e n e l o b j e t o f t (1. s e g ú n v e í a m o s más a r r i b a . r e l a c i Ó n "prác- tica" con é l . r e l a c i ó n in. en e s t e s e n t i d o .

i n c o m p a r a b l e s .. ¿ q u é relación guarda e n t o n c e s . S i esta r e l a c i ó n no se d a solamente con personas o e n t i d a d e s d e l mundo s o c i a l . e n l o s c u a l e s é s t e ' s e p r e s e n t a como un t o d o d e s e n t i d o i n m e d i a t a m e n t e c o m p r e n s i b l e p a r a e l sujeto. ésta es un ti70 . Hemos i n t e r p r e t a d o l a n o c i ó n d i l t h e y a n a d e ' e x p e r i e n c i a i n t e r n a " en e l marco d e una t e o r í a d e l a interacción "práctica. c o n l a exp e r i e n c i a e x t e r n a ? Esta p r e g u n t a i m p l i c a t a m b i é n e l pro-blema d e l a r e l a c i ó n e n t r e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u y l a s c i ~ n c i a sde l a n a t u r a l e z a . como o b j e t o s .! d e l hombre c o n s u e n t o r n o . a s í e n t e n d i d a . D e hecho. s i n o como t o t a l i d a d e s u n i t a r i a s .l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a . t a l como s e d e s c r i b e e n l o s .p r e s e n t e n p a r a e l "hombre e n t e r o n un s e n t i d o i n t e r n a m e n t e e x p e r i m e n t a b l e .de . s i n o que puede d a r s e y se d a d e hgchn t a m b i é n con l a n a t u r a l e z a .x t o sd e D i l t h e y l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a . L o s t e x t o s d e D i l t h e y s ó l o se tornan c o m p r e n s i b l e s s i l n o s e c o n s i d e r a l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a y l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a como p r o c e s o s a l t e r n a t i v o s s i t u a d o s a l mismo n i v e l . E s mérito de Dilthey e l haber puesto de manifiesto que estalbrganiza- .t e . s g l a c i Ó n r e l a t i v a m e n t e s o f i s t i c a d a c o n e l e n t o r n o d e l hombre: l o s o b j e t o s e x t e r n o s n o se n o s p r e s e n t a n e n l a v i d a c o t i d i a n a ( o simplemente en l a "vida") como u n a s u - ma h i p o t é t i c a d e c o n t e n i d o s p a r c i a l e s e .. Las l i m i t a c i o n e s h i s t ó r i c a s e i d e o l ó g i c a s d e l pensamiento d e D i l t h e y se hacen a q u í v i s i b l e s . L a e x p e r i e n c i a i n t e r - n a i m p l i c a un t i p o p e c u l i a r d e r e l a c i ó n c o n l o e x t e r n o e n contextos prácticos.

un ser en r e l a c i ó n p r á c t i c a con s u e n t o r n o . s u p e r f i c i e que p o d r í a ser n c o r t a - d a w a r b i t r a r i a m e n t e p o r c u a l q u i e r l u g a r . e l campo p e r c e p t i v o v i s u a l c o n s t i t u i r í a u n a e s p e c i e d e s u p e r f i c i e c u b i e r t a d e manchas -si se puede h a b l a r así. m a nipula. S ó l o e n l a medida e n q u e e l hombre e s un s e r q u e p i e n s a . t o q u e no s u p o n e un i r r a c i o n a l i s m o .d e d i v e r s o s t o n o s d e c o l o r .q u i e r e . E s t o e s l o . En e s t e s e n t i - do a f i r m a b a D i l t h e y en 1880d. p e r o no d i s p o n e m o s d e o t r o personas-paredes y un número i n f i n i t o d e o t r o s e x t r a ñ o s o b j e t o s . hojas-cielo.que "la i n t e l i g e n c i a e x i s t e como r e a l i d a d e n l o s a c t o s v i t a l e s d e l o s h o m b r e s . tampoco des- de l a concepción kantiana d e l a s condiciones a p r i o r i d e l c o n o c i m i e n t o i P a r a e s t e s e r . concep- s i n o más b i e n u n a r e l a - t i v i z a c i ó n ' o c o n t e x t u a l i z a c i ó n d e l a razón.que D i l t h e y l l a m a b a l a l l v i d a n a l a q u e c o n c e b í a como f u n d a m e n t o ' d e l c o n o c i m i e n t o . un ser que a c t ú a . árboles-tierra. l o s a s p e c t o s de l a voluntad y . a l o s q u e o d i a o ama. desea o desprecia.\ d e modo q u e podrían existir -repito que es inimaginable i n c l u s o e l len- g u a j e que e s t a m o s u t i l i z a n d o . t o d o s igualmente indiferentes. a c t o s que t i e n e n todos. g o z a o d o b l e g a .comn::~~sw&1~-atos i e m p r e p r e s e n t e d e l a h i s t o r i a . . c o mo o b j e t a s c o n l o s c u a l e s c u e n t a p a r a r e a l i z a r f i n e s . también. por t a n t o . s u s ' h e c h o s d e c o n c i e n c i a w s e o r g a n i z a n como t o d o s c o n e x o s .c i ó n de l o s hechos de c o n c i e n c i a en t o d o s u n i t a r i o s no p u e d e c o m p r e n d e r s e d e s d e l a c o n s i d e r a c i ó n d e l h o m b r e como un ser p u r a m e n t e r e p r e s e n t a t i v o -y. c o n l o s c u a l e s l u c h a .s i e n t e .

nterpretaciones n c l á s ~ c a s @ 2 . intermedio f r e n t e a l a s de l a d o n d e l a f i l o s o f í a d e .ian así . q u e ponen e l a c e n t o p r e c i s a m e n t e en l a s o b r a s vil21 %Z+imo período y e n l a f i l o s o f í a d e l a v i d a . E s t e en- f r e n t a m i e n t o está j u s t i f i c a d o en t a n t o que estas Ú l t i m a s i n t e r p r e t a c i o n e s i n s i s t e n e n Los a s p e c t o s i r r a c i o n a l i s t a s de l a f i l o s o f í a de l a vida. ción d e l p r i n c i p i o d e fenomenidad menismo. l a v i d a se p l a n t e a e x - p 1 f c i t a . g i a r . p e r o e l p r e c i o q u e s e p a g a e s demasiado alto: l a minusvaloraciÓn d e l Último periodo crea- . L a s i n t e r p r e t a--- cienes r e c i e n t e s d e l a o b r a d e ~ i l t h e ~ sg u' e l e n i n s i s t i r e n l o s a s p e c t o s ?!prácticosn de s u obra.VIII. t e n d i e n d o a p r i v i l e . en s u ensayo sobre l a r e a l i d a d d e l mundo e x t e r i o r .d e l o s s e n t i m i e n t o s . 1 7 2 . d e s c u i d a n d o e l contexto que a q u í e s t a m o s d e s t a c a n d o . y p o r l o t a n t o . Se e n - con l a s i.&tknia-época. y c e n t r a l m e n t e como t e m a d e i n v e s t i g a c i ó n .372). polémicamente.6ó En m i o p i n i ó n e s i m p o r t a n t e p o n e r d e m a n i f i e s t o e s t e -contexto p r á c t i c o e n e l q u e s u r g e o r i g i n a l m e n t e l a temátic a d e l a v i d a e n l a f i l o s o f í a de Dilthey. fren. e x i s t e como r e a l i d a d s ó l o e n e s t a t o t a l i d a d d e l a n a t u r a l e z a humana" ( ~ 1 1 1 . r i e n c i a a l a m e r a r e p r e s e n t a c i ó n. Y l a v i d a era p a r a 6 1 s i e m p r e un p r o c e s o d e EI. i n t e r a c c i ó n d e u n ser a c t i v o c o n s u e n t o r n o e x t e r i o r59 Precisamente por esta perspectiva práctica. su'acepta- no c o n c l u í a en e l feno- y precisamente por e l l o . .las o b r a s d e l .. c o n s i d e r ó como c a r a c t e r í s t i c a f u n d a m e n t a l d e l mismo l a r e s t r i c c i ó n d e l a n o c i ó n d e e x p e - .

l a e x p e r i e n c i a . " p r á c t i c a t t y t a n o r i g i n a l co--mo é s t a . sino q u e . c o m p o r t a m i e n t o p u r ~ m e n t e l ~ e p r e s e n t a t i v oaun t e e l mundo e x t e r i o r ? La r e s p u e s t a a e s t a p r e g u n t a h a d e ser n e g a t i v a s i p o r act i t u d . nidos. s i n o según c r i t e r i o s bien defi- L k ~. como h e m o s i n t e n t a d o m o s t r a r e n e s t e c a p í t u l o . s i n o como u n a c a t e g o - r í a de l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a hombre-entorno. Esta r e l a c i ó n p r á c t i c a d e l hombre con s u e n t o r n o l a c i ó n d e ttvidall y no d e mera " r e p r e s e n t a c i ó n - - re- tiene su c o r r e l a t o e n l a t t e x p e r i e n c i a i n t e r n a n .p a r a m i l o . E n t e n d i d a e n e s t e s e n t i d o . s o b r e l a que s e f u n d a n l a s c i e n c i a s d e l a n a t u r a l e z a .dor de Dilthey. ¿Hemos d e e n t e n d e r e n t o n c e s l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a como u'n .whZl.medl8a e n q u e c o n d u c i r í a a l a s c o n s e c u e n c i a s i r r e a l e s a que a n t e s n o s r e f e r í a m o s .realidad no podía explicarse desde e l l a misma. q u e .e x t e r n a . capacidad de la S i n embargo.s i a l m e n o s t a n t o como c u a l q u i e r p e r s o d o a n t e r i o r . ha- r í a estas Ú l t i m a s incomprensibles en su realidad efectiva. Pero ciertamente l a s cien- c i a s d e l a n a t u r a l e z a n o d e t e r m i n a n s u s c o n s t a n t e s y var i a b l e s d e modo a r b i t r a r i o . e s . h a d e e n t e n d e r s e n o sól o como u n a c a t e g o r í a g n o s e o l ó g i c a . en l a experiencia d e l a relación práctico-vital del 7 . e n la. 4 s ' n o e l más r i c o e i n t e r e s a n t e .r e p r e s e n t a t i v a a n t e l a r e a l i d a d se e n t i e n d e u n a a c t i t u d a l t e r n a t i v a a l a a c t i t u d . p a r a D i l t h e y esta experiencia científico-natural para organi- zar 1a.'se f u n d a b a e n Ú l t i m o t é r m i n o e n l a " e x p e r i e n c i a i n t e r na".o~ q u e d e t e r m k n a n e s t á r e g i d o p o r f i r m e s re- laciones entre entidades.

como p o r c i e r t a s d e c l a r a c i o n e s p o d r í a pensarse.3 .€1. P o r e l l o . D e e s t e modo. a u t o c o n c i e n c i a que experimen- t a l a acción d e l o "otro" (1.. 1 7 0 ) . causalidad. d e l q u e cupan l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . . ésta no puede e n t e n d e r s e como u n a r e l a c i ó n o r i g i n a l j u n t o a l a r e l a c i ó n p r á c t i c . V I. ~ b s t r a c t o .378). El objeto "no e s t á c o n s t i t u í d o e n e l v a c í o p o r e l pensamiento. s e s t a n c i a y c a u s a l i d a d . e n l a p l e n a y v i v a .401. s i n o como u n a a c t i t u d d e r i v a d a p o r a b s t r a c c i ó n a ' p a r t i r .+. objeto. S+- So- d e s d e e l pun- . l 3 2 . es p r e v i o . sino jerárquica: s l mundo d e l a v i d a . s i n o q u e p o s e e -u v i d a p r o p i a y s u n ú c l e o i n d e p e n d i e n t e e n l a v i v e n c i a d e l a v o l u n t a d " ( V . a . como se- ñ a l a ' D i l t h e y e n l a " E i n l e i t u n g ' k :: E l o r i g e n v i v o d e e s t o s c o n c e p t o s se h a l l a e n l a t o t a l i d a d d e l a s f u e r z a s d e naest r o ánimo. n a t u r a l e z a y d e l e s p í r i t u es u n a r e l a c i ó n s i m é t r i c a . tampoco l a r e l a c i ó n e n t r e c i e n c i a s d e . e n sentido lógi- c o y g n o s e o l Ó g i c o . En é s t a Ú l t i m a a r r a i g a b a n en Último término l a s representaciones básicas de las c i e n c i a s de l a naturaleza: sustancia. s i a p r o p ó s i t o d e l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a hemos d e h a b l a r d e r e l a c i ó n r e p r e s e n t a t i v a con l a r e a l i d a d .1.. y s ó l o a s í es c o m p r e n s i b l e s u c a r a c t e r i z a c i ó n d e ' l a misma y d e s u r e l a c i ó r con l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a . ~ 1 . a l mundo d e l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a . ley.1 a . L o mismo cu- cede con l o s c o n c e p t o s d e . b r e e s t a r e l a c i ó n asimétrica s e fundamenta. d e ésta.. vinculado a l a experiencia científico-natural.hom'bre c o n e l m u n d o . L a e x p e r i e n c i a e x t e r n a a d q u i e r e as: en D i l t h e y un s e n t i d o c o n s i d e r a b l e m e n t e t é c n i c o .

uno d e l o s elementos d e que se hace a b s t r a c c i ó n en f a v o r d e l o s ..ad: q u e l a r e l a c i ó n " t é c n i c a n c o n e l mundo s e a a l . T a m b i é n l a c r i t i c a d e D i l t h e y a l a m e t a f í s i c a . una incapacidad p a r a conceptuar y comprender l a s c o n f i g u r a c i o n e s i n d i v i d u a l e s al entender- l a s c o m o " ~ a s od~e ~ l e y e s y n o como l t n e x o s d e s e n t i d d ' : pues. a p l i c a d a s a é l ..de1 espíritu: estos conceptos y m é t o d o s n o p u e d e n i n t r o d u c i r e n e l mundo humano m a y o r c l a r i d a d que l o s u t i l i z a d o s h a s t a . a h o r a en este campo. .s. p : r ... que '6stzd e s a r r o l l a e n e l segundo l i b r o d e l a d u ~ i n l e i t u n g : -ce-fundamenta. c i e n c i a s de l a n a t u r a l e z a .. . v. Dilthey. en este proceso de abstracción a p a r t i r de l a .mwr"~.&d. .e m e n t o m e d i a d o r e n t r e h o m b r e y mundo l o mismo q u e l o c o n s t i t u y e e l s e n t i d o .e l l o s u p o n e n . f i n e s . l a r e l a c i ó n con l a p r o p i a vida. u n modo d e a c e r c a m i e n t o más b u r d o . l a r e l a c i ó n de l o "externo" c o n las .. s i n embargo..puesto q u e n o s o n s i n o a b s t r a c c i o n e s d e r e l a c i o n e s 'de s e n t i d o p r e s e n t e s e n é s t e y p o r .. que e l t r a b a j o c o n s t i t u y a u n e l .Lbl2. e s t o es. a s p e c t o s " e x t e r n o s t t m e n s u r a b l e s y s u s ~ a p t i b l e sd e c u a n t i - ficaii~n63. como l a r e l a - c i ó n %rácticatt con É l .t o de v i s t a gnoseolÓgico. no parece t e n e r e n c u e n t a o t r a ~v. es el sentido. ... _ _. o p i o s ' v a l o r e s .&:an original. en efecto. e n e s t a r e l a c i ó n asimétri- -ca e n t r e e x p e r i e n c i a i n t e r n a y e x t e r n a . l ó g i c a e h i s t ó r i c a m e n t e . Dilthey d e s t a c a e l proceso de .la crítica de Dilthey a l i n t e n t o p o s i t i v i s t a de trasponer l o s conceptos y'métodos c i e n t í f i co-naturales a las ciencias.ida. En e l s u r g i m i e n t o d e l a s . e n 6 l t i m o t é r m i n o ..y d e s e o s .

-n'acno xievaluada en s u obra. . En E... e n b e n e f i c i o d . De e s t e m o d o . a p e s a r d e q u e D i l t h e y ... ~u n mundo d e v a l o r a s p r e industrial. r e l a c i ó n q u e d e t e r h i n a un y relaciones ciertamente dis- t i n t o d e l que qenera-la relaciÓnnpráctica".d e G o e t h e . p o r cuan- t o .. - y d e i s e n t i d o . . objetos. valora. D i l t h e y no parece a d v e r t i r l a p o s i b i l i d a d de esa c a p a c i d a d d e o r g a n i z a r l a e x p e r i e n c i a p r o p i a d e l a s c i e n c i a s d e l a na-. . . q u e d a e l l u g a r d e l o q u e ~ a r xl l a m a e l . Más d i f u m i n a d o . u n huma- . l a t é c n i c a q u e d a "e. De e s t a a d i f e r e n c i a d e Heidegger. r e p á r e s e e n e s t o .e. .. s i n o olvidado. n a t u r a l e z a ( s o b r e t o d o .mana. l a p r á c t i c a64 t e ñ i d o d e c i e r t o m a t i z a r i s t o c r á t i c o -recu'érde- s e s u c e r c a n í a a l a v i s i ó n l l o l í m p i c a t t . s i n o de l a r e l a c i ó n con l a n a t u r a l e z a condicionada por e l in-terés técnico.de i a . mundo d e p r o p i e d a d e s . pero tan fir- m e n i e n t e e s t r u c t u r a d o y t a n n o r i g i n a l t l ' c o r n o 6ete:: forma. hay que v e r s i n d u d a l a v i n c u l a c i ó n d e ~ i l t h ae . e n t r e e x p e r i e n c i a i n t e r n a y e x t e r n a . c o n e l h o g a r d e l hombre).a b s t r a c c i ó n e n e l q u e l a i n t e l i g e n c i a s e d e s l i g a d e s u or i g i n a l c o n e x i ó n c o n l a t o t a l i d a d v i t a l . . s i ! p a n & ñ ~ d ec o r a d e ) e n l a r u p t u r a c o n e l m u n d o d e l a v i d a 7 . e n s u i n t e r p r e t a c i ó n d e las relaciones e n t r e c i e n c i a s d e l e s p í r i t u y de l a natura- l e z a . t u r a l e z a n o p r o c e d a s ó l o d e l mundo d e l a v i d a .positivamente e l esfuerzo y l o s logros de lascienciia5.GL:-&--oF~-entaciÓnd e s u i n t e r é s . i n - t e r c a m b i o o r g á n i c o " d e l h o m b r e c o n l a n a t u r a l e z a como u n a c o n d i c i ó n p e r e n n e d e l a v i d a hu. . por l a necesidad d e l intercambio con l a naturaleza p a r a 'la s u b s i s t e n c i a d e l h o m b r e .

g u e r r a 65 P a r a . de l a i n d i - En e s t e n u e v o a s p e c t o . i c i s m o d e l a p r e . . h e m o s d e s e ñ a l a r u n a v e z más e l p a p e l m e d i a d o r d e D i l t h e y . que se d a y permanece siempre dada Tan d i f í c i l era p a r a esta c i e n c i a l a . s i n o c o n . AS^ s u r g e n .p e n - samiento antiguo. to-. l o siempre p r e s e n t e .'Dilthey l a preeminencia de l a experiencia i n t e r ' na s o b r e l a e x t e r n a no es s ó l o d e c a r a c t e r l ó g i c o y gnoseológico -ni solamentedtcarácter axioi'bgico. P u e s el conjunto de las -cosas h a s i d o o r i g i n a r i a m e n t e p r o d u c i d o p o r l a t o t a l i ciai3LT'b. L a v i d a es l o primero. r r o m a n t . en la a l nombre l a r e a l i d a d . s i n o t a m b i é n h i s t ó r i c o y o n t o g e n 6 t i c o 6 6 .i h p o r t a n t e s r a s g o s f u n d a m e n t a l e s d e l .cerca tiguo: "Con u n t r a b a j o i g u a l m e n t e p e n o s o l a c o n e x i ó n t e l e o - l ó g i c a d e l conocimiento se ha c o n s t i t u i d o independienteme te e n l a c i e n c i a a p a r t i r d e l a p r i m e r a l i g a z ó n de l a v i d a espiritual total. e n e l s e g u n d o l i b r o d e d e l a evolución d e l p e n s a m i e n t o a n - la"Einleitung". como s e f i a l a D i l t h e y . r e f i e r e n solamente a l a vida. s e g ú n hemos vi?L a r e l a c i ó n a- simétrica e n t r e ambas se m a n i f i e s t a también en e l d e s a r r o l l o h i s t ó r i c o . s ó l o p a s o a paso e l conocimien- t o h a d e s p r e n d i d o d e 61 l o p u r a m e n t e i n t e l i g i b l e .nismo o r i e n t a d o p o r e l i d e a l clásico-romántico vidualidad. entre l a recepción d e l c l a s i c i s m o y r o m a n t i c i s m o a m e d i a d o s d e s i g l o y e l neo- .s u s t i t u c i ó n d e l a s r e p r e s e n t a c i o n e s o r i g i n a r i a s p o r ot r a s d e mayor a d e c u a c i ó n a s u o b j e t o .el a s f u e r z a s a n í m i c a s . No c o m i e n z a c o n l o r e l a t i v o .l a s a b s t r a c c i o n e s d e l conocimiento son l o segundo y s e .

.nlb-5. Esta r e l a c i ó n -de raigam- bre i d e a l i s t a objetiva- tiende a presentar l a vida espiri- t u a l como u n r e s u l t a d o . en suma.146-7). como v e m o s . como e l t l í m i t e s u p e r i o r t 1 d e l o s - .r q u i c a q u e d e t e r m i n a u n c i e r t o t i p o d e u n i d a d entr-c.z.e r & .-. q u e p a r e c e r e s u l t a r de una l e c t u r a s u p e r f i c i a l . De l a r e l a c i ó n a s i m é t r i c a e n t r e v i d a y pensamiento conceptual -estrechamente vinculada con aquella o t r a e n t r e experiencia i n t e r n a y externa- según l a cual " l a s a b s t r a c c i o n e s d e l c o n o c i m i e n t o s o n l o s e g u n d o y s e refieren solamente a l a vidau . d e l a v i d a y d e s u c a p.re-lación de delimitación e n t r e c i e n c i a s & l a n a t u r a . e l c o n j u n t o d e f u e r z a s e n r e l a c i ó n cual ha surgido aquél. c o n e.sC~fundada en l a primacía d e l a experien- cia i n t e r n a . deriva t a n t e de l a hermenéutica d e Dilthey: t a m b i é n u n r a s g o imporc o m .a c i. e s t o es. menos e r a p a r a é l a l g o l o p s í q u i c o t 1 (1. La a u t o g n o s i s diltheyana combina a s í l a r e f l e x i ó n p s i c o l ó g i c a y g n o s e o l ó g i c a con e l a n á l i s i s h i s t ó r i c o . l e z a y . c i e n c i a s d e l e s p í r i t u.EI.148. e n s u r e l a c i ó n s i g n i f i c a t i v a c o n e l sistema d e i n t e r a c c i ó n e n e l q u e s e mueve.I que proce- e l complejo d e l o s fenó- o a l menos a l g o a n á l o g o a . S i n embargo. d a d k o n f i g u r a d o r a " . A l a s i m p l e .-l c o m p r e n d e r l o .. y l o concibe con determinacione8 den d e l a v i v e n c i a r e l i g i o s a . sustituye ahora. -. t a m b i k n o t r o t i p o d e r e l a c i ó n e n t r e ambos t é r m i n o s . u n a r e l a c i 6 i i --i . .l o absoluto. e n D i l t h e y se p r e s e n t a . p r e n d e r un s i s t e m a c o n c e p t u a l d e t e r m i n a d o r e q u i e r e mostrar s u r e l a c i ó n con l a vida.-.

hechos de l a naturaleza.
a m i entender,

Esta nueva r e l a c i ó n se p r e s e n t a ,

c u a n d o n o s p r e g u n t a m o s d e d ó n d e p r o c e d e esa

capacidad nconfiguradora" d e l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a en v i r t u d d e l a c u a l l o e x t e r n o m u e s t r a s u t l a d o i n t e r n o t 1 , s u ca-

r a c t e r d e t o t a l i d a d a r t i c u l a d a d e s e n t i d o d e modo i n m e d i a t o e i n t e r n a m e n t e comprensible, cuando nos preguntamos,

en

suma, c u a l e s s o n l o s r e s o r t e s Ú l t i m o s que mueven l a a c c i ó n .
humana, s u r e l a c i ó n p r á c t i c a c o n e l e n t o r n o .
c o n s t i t u y e un"nuevo

Esta c u e s t i ó n

a s p e c t o d e l problema d e l a tlGestaltungu;

s e t r a t a d e m o s t r a r cómo e n l a v i d a o r g á n i c a d e l : . h o r n b r e
e n s u i n t e r a c c i ó n f í s i c a y b i o l ó g i c a c o n e l medio-

-

s e con-

tsensn y a l o s g é r m e n e s d e l a v i d a e s p i r i t u a l s u p e r i o r , Tend r e m o s o c a s i ó n d e r e f e r i r n o s a e s t e p r o b l e m a más a d e l a n t- -e ,
veremos también que esta n u e v a p e r s p e c t i v a no d e j a r á de pre-

s e n t a r t e n s i o n e s y p u n t o s de f r i c c i ó n c o n l a t e o r í a d e l a
i n t a r a c c i ó n d e s a r r o l l a d a h a s t a ahora,
En e l p r e s e n t e c a p í t u l o h e m o s

.nxperiencia'interna

analizado l a noción de

como u n a . c a t e g o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n .

p r á c t i c a d e l hombre con s u e n t o r n o , m o s t r a n d o s u c a p a c i d a d
c i e % o n f i g u r a c i Ó n n d e s e n t i d o ; hemos d e t e n e r e n c u e n t a que
l a ' f u r r ~ i í ~ r a n t a c i Ó gn n o s e o l Ó g i c a d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i -

t u , d e l a p o s i b i l i d a d , e n suma, d e conocer l a sociedad y ;
la historia,

s o b r e esta e x p e r i e n c i a . i n t e r n a s ó l o cobra sen-

t i d o p l e n o e n l a medida e n que se reconoce que l a experien-

c i a i n t e r n a e s a s u v e z h i s t o r i a , e s t o e s , u n e l e m e n t o y un
Itpuente d e c r u c e n d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l y p o r l o t a n t o

su c a p a c i d a d de " c ~ n f i g u r a c i ó nd~e~l a c o n t e c e r s o c i a l s ó l o
e s p o s i b l e porque e l l a e s también c o n f i g u r a d a por e s t e acon
tecero7.

E s t e s e r á e l tema d e l

capítulo.

CAPITULO CUARTO.

L A H I S T O R I C I D A D DEL HOMBRE.. I N D I V I D U O

Y:.' S I S T E M A S .

Ya. e s t u d i a m o a i e n e l c a p í t u l o a n t e r i o r cÓpo l a a p e l a c i ó n a l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a como f u n d a m e n t o g n o s e o l ó g i c o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u se p r o d u c í a en e l context o d e u n a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a d e l hombre c o n
s u e n t o r n o y ' cómo l a v e n t a j a de* l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a s o b r e l a e x t e r n a s ó l o era c-omprgsible -en

t a n t o q u e a m b a s es-

t a b a n c o n s t i t u i d a s p o r h e c h o s d e c o n c i e n c i a - en e l marco

'

de - e s t a Última.

Hemos d e d a r a h o r a u n p a s o más e n e l a n á l i s i s d e e s t a s
ESláciones p a r a reconocer que l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a puede
- con-siderarse

como e l p u n t o . d e p a r t i d a g n o s e o l ó g i c o p a r a '

e l c ~ n o c i m i e n t od e l mundo h i s t ó r i c o - s o c i a l

s ó l o e n l a rne-

' * ' - d i d a e n q u e e l i n d i v i d u o m i s m o e s un e l e m e n t o y un e s c e -

nario d e l a s i n t e r a c c i o n e s s o c i a l e s y s ó l o p o r e l l o e n c u e n ,

t r a - e n s u e x p e r i e n c i a l a s u n i d a d e s y p r o c e s o s que c o n s t i ,

kcprn - e l-- mundo h i s t ó r i c o - s o c i a l .

Este e s e n n u e s t r a o p i -

n f B n B , ~ e g ú nv e r e m o s , e l s e n t i d o g e n u i n o d e l a n o c i ó n d i l t h e y a n a d e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre.

Y e n e s t e s e n t i d o po-

demos a h o r a d e c i r : l a a p e l a c i ó n a l a e x p e r i e n c i a I n t e r n a
como f u n d a m e n t o g n o s e o l Ó g i c o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u
i m p l i c a también en D i l t h e y una t e o r í a d e l a h i s t o r i c i d a d
d e l hombre, v i n c u l a d a a l a t e o r í a de l a i n t e r a c c i ó n social.

Dos s o n , a m i e n t e n d e r , . l o s c a r a c t e r e s f u n d a m e n t a l e s
, que definen l a noción de i n t e r a c c i ó n .

E l primero de e l l o s

l o hemos d e s a r r o l l a d o e n e l c a p í t u l o p r e c e d e n t e y e s t á i m p l i c a d o e n l a n o c i ó n d e e x p e r i e n c i a i n t e r n a . P o d r í a formu-

larse así: l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l se d i s t i n g u e d e forma
primordial de las relaciones causales de l a naturaleza
p o r q u e v a a ~ o m ' ~ a f i a d ae, n e l . s u j e t o o s u j e t o s d e l a m i s m a ,
d e un s e n t i d o inmediatamente comprensible.

Este c a r á c t e r

se expresa e n l a o b r a de D i l t h e y mediante l o s conceptos
de 'fuerza'

( ~ r a f t )y s o b r e t o d o ' e f e c t o '

( ~ i r k u n g ) : de-

signan precisamente e s t a distancia entre la causalidad
mecánica y - l a interacción s o c i a l .

'Wirkung'

designa l a in-

f l u e n c i a e j e r c i d a s o b r e un s u j e t o p o r mediación d e l s e n t i --

d o q u e é s t e a p r e h e n d e e n u n a a c c i ó n o f u e r ~ ae x t e r n a . - - A s u
v e r , e s t a a c c i ó n o f u e r z a e x t e r n a se ejerce i g u a l m e n t e

can l a c o n c i e ~ c i a y- e l p r o p ó s i t o de t r a n s m i t i r u n s e n t i d o .
Hacía 2876, D i l t h e y p r e s e n t a b a como e l p r o b l e m a g e n e r a l d e

l a historia, j u n t o - c o n

el de s u aprehensión intuitivo-indi-

v i d u a í i z a d ~ r a( < & c o r d e m o s

e l dualismo, que r e c o r r e s u s p r i -

m e r o s eseriC.c;s, e n t r e i n t u i c i ó n d e l o s i n g u l a r y r e l a c i o -

n e s causale?..,q l e : n , - a l e s ) ,
ciones generales,

".la c o n e x i ó n c a u s a l e n s u s r e l a -

e s t o es, como un sistema d e l e y e s d e e f e c -

t o s ( ~ i r k u n g e n ) . E l l o i m p l i c a que en esta i n v e s t i g a c i ó n
t o d o h a d e c o n s i d e r a r s e como e f e c t o o f u e r z a . L o s e f e c t o s
d e estas f u e r z a s n o son ( s ó l o ) movimientos, s i n o contenid o s ~ p s í q u i c o s . Según e s t o ,

e s t a s f u e r z a s se d i s t i n g u e n p o r

c o m p l e t o d e l a s f u e r z a s m e c á n i c a s 1 1 ( X V I I I ,1 1 1 ) . L a i n t e r a c ciÓn s o c i a l es, pues,

un i n t e r c a m b i o d e , e f e c t o s ( ~ e c h s e l -

wirkung).
E l segundo carácter d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l se d e r i v a
propiamente d e l anterior:

p u e s t o que l a i n t e r a c c i Ó n ; s o c i a l

no es d e carácter f í s i c o ,

s i n o que se h a l l a mediada'siempre

p o r e l s e n t i d o ( ~ o re l @ I c o n t e n i d op ' s i q u i c o n ) e x p e r i m e n t a do, n o está sometida a l a l e y de l a i g u a l d a d de acción y
r e a c c i ó n que r i g e en e l ámbito de l a i n t e r a c c i ó n c a u s a l f í sicas*'.

En l a ' E i n l e i t u n g . .

terística
dücs.,- C . M . )

.U;

D i l t h e y c o n s i d e r a como c a r a c -

de l a !relación fundamental d e s u s (de indiviinter'accionesn e l hecho d e que l a s flsensacio-

-ms, sentimientos, representaciones, en s u transmisión d e s . d e . e l i n d i v i d u o A a l i n d i v i d u o 8, p e r m a n e c e n e n A c o n
su antigua intensidad,

a l t i e m p o q u e p a s a n a Bn ( 1 ,

50;

€ 3 , I.,..ía.2-8). E s t e s e g u n d o c a r á c t e r d e l a i n t e r a c c i ó n s o -

clal permite hablar,
.-

-

f r e n t e a l curso c i r c u l a r de l a natu-

-r-21-s-a,-. d.=_-una c r e a c i ó n d e n u e v o s v a l o r , e s , i d e a s , s e n t i m i e n y f i n e s e n e l á m b i t o d e l a h i s t o r i a y cb8 l a s o c i e d a d .
.-..---:-Cj:z-t.e m b a r g o ,

corr,c.:-\:.J.n

s i pretendiésemos comprender l a h i s t o r i a

j u n t o d e i n t e r a c c i o n e s d e i n d i v i d u o s en e l sen-

t i d o anterior, nos -sería d i f í c i l escapar a l a conclusión
d e l h i s t o r i a d o r pragmático,

que'no ve en l a historia sino

un c o n j u n t o a z a r o s o e i n c o n e x o d e f u e r z a s i n d i v i d u a l e s :
"La i n t e r a c c i ó n d e l o s i n d i v i d u o s p a r e c e a c c i d e n t a l e i n conexa;

nacimiento y muerte y toda l a contingencia d e l
z

destino, l a s pasiones y e l egoísmo ilimitados9,

q u e s e ma-

n i f i e s t a n t a n ampliamente e n e l primer p l a n o d e l e s c e n a r i o
de l a vida:

t o d o e s t o parece corroborar l a opinión de l o s

c o n o c e d o r e s d e l o s hombres q u e n o ven e n l a v i d a d e l a soc i e d a d más q u e e l j u e g o d e l o s i n t e r e s e s d e l o s i n d i v i d u o s
b a j o e l i m p e r i o d e l a z a r , l a o p i n i ó n d e l h i s t o r i a d o r pragm á t i c o , p a r a e l que e l c u r s o d e l a h i s t o r i a se r e s u e l v e
igualmente e n e l juego de f u e r z a s personales"

( 1 , 53; E l ,

1, 6 0 ) .
Recordemos,
debía,

s i n embargo,

que l a t e o r í a de l a interacción

en nuestra interpretación,

mediando e n t r e l a concep-

' ~ i ¿ r t - ~ ~ e s t é t yi c laa~ c o n c e p c i ó n " d i n á m i c a " d e l a h i s t o r i a ,

no s ó l o poder d a r cuenta d e l a s formaciones individuales
de l a h i s t o r i a ,

-

desde e l i n d i v i d u o e n a d e l a n t e , s i n o que,

f r e n t e a l a l i b e r t a d artística en e l tratamiento de l a
h i s t o r i a a que conduce e l p u n t o d e v i s t a d e l a individual i d a d de- l a e s c u e l a h i s t ó r i c a r o m á n t i c a ,

t e n i a igualmente

qua d s r c u e n t a d e l a p o s i b i l i d a d d e e s t a b l e c e r c o n e x i o n e s

causales y u n i f o r m i d a d e s l e g a l e s e n l a h i s t o r i a , l o que para D i l t h e y c o n s t i t u í a e l j u s t i f i c a d o r e t o que e l p o s i t i v i s mo h a h i a d a n z a d o a l a t r a d i c i ó n a l e m a n a d e l a s c i e n c i a s

del espíritu.
Pues bien,

l a i n t e r a c c i ó n e n t r e l o s i n d i v _ i d u o a . no se

d e s a r r o l l a como un p r o c e s o a z a r o s o e i m p r e v i s i b l e , s i n o e n
e s t r u c t u r a s organizadas:

e s t a s estructuras constituyen l o s

.sistemas d e l a v i d a s o c i a l ,

que D i l t h e y d i v i d e en dos gran-

.

.

d e s g r u p o s , l o s s i s t e m a s d e c u l t u r a y l a o r g a n i z a c i ó n ext e r n a de l a sociedad.

Se t r a t a de una d'istinción con f i n e s

analíticos,. pues en todos. l o s sistemas coexisten en diver-

sas p r o p o r c i o n e s l o s p r i n c i p i o s q u e conforman ambos g r u p o s .
Cuando s e . p r o d u c e n c o n e x i o n e s o n e x o s d e i n t e r a c c i ó n , e n t r e
i n d i v i d u o s , . e n t o r n o a f i n e s d e l a v i d a humana, n o s o m e t i -

.

'

d a s . a una o r g a n i z a c i ó n c o a c t i v a ,

s i n o f u n d a d a s e n u n a li-

bre coordinación de actividades,

s u r g e n l o s sistemas d e c u l -

tura:

moralid.ad,

economía, r e l i g i ó n ,

ciencia, son ejemplos

de e l l o . Cuando se v i n c u l a n l a s v o l u n t a d e s d e l o s i n d i v i duos y l a a c t i v i d a d d e é s t o s queda s u j e t a a una r e g u l a c i ó n
en-t6rm.ihios d e dominio, dependencia, comunidad,'asociaciÓn,
hablamos---de l a o r g a n i z a c i ó n e x t e r n a de. l a s o c i e d a d .

S e tra- --.-

ta, según decimos, d e una d i s t i n c i ' ó n con f i n e s a n a l í t i c o s ,
pues no e x i s t e e n r e a l i d a d ningún s i s t e m a de c u l t u r a des-

'

provisto a n a b s o l u t o d e c u a l q u i e r o r g a n i z a c i ó n c o a c t i v a d e
l a s a e t i v i d a d e s , n i t a m p o c o u j sistema d e o r g a n i z a c i ó n ex,

. .

t s r n a t o t a l m e n t e p r i v a d o d e r e l a c i ó n c o n i d e a s d e f i n y est r c t f u r - z i l - o -e. x c l u s i v a m e n t e s o b r e l a v i n c u l a c i ó n c o a c t i v a d e
las ii+un+ades.

La interacción entre l o s individuos en l a

hia+,oria,se l l e v a s i e m p r e a cabo e n una r e l a c i ó n v a r i a b l e
de l i b r e a c t i v i d a d y organización:

se t r a t a de p r i n c i p i o s

igualmente o r i g i n a r i o s e i r r e d u c t i b l e s e n t r e sí, d e forma
que u n a s o c i e d a d humana. b a s a d a e x c l u s i v a m e n t e e n u n o .u o t r o

seria impensable.
L a t e o r í a d e l o s s i s t e m a s c o n s t i t u y e un a s p e c t o d e l a t e o -

.

r í a d e - l a i n t d r a c c i ó n s o c i a l . Los s i s t e m a s , en e f e c t o ,
son formas d e i n t e r a c c i ó n e n t r e l o s i n d i v i d u o s que,

sir-

viéndose de l a s p r o p i e d a d e s de l o s o b j e t o s externos, perd u r a n más a l l á d e l a v i d a d e l o s i n d i v i d u o s : " E l p u n t o
de p a r t i d a (del e s t u d i o de l a realidad histórico-sbcial,
C.Pl.)

hay que s i t u a r l o e n l a s i n t e r a c c i o n e s de i n d i v i d u o s

en l a s s c i e d a d ; d e t e r m i n a d a s formas d é r e l a c i ó n , .que permanecen con e l n a c i m i e n t o y l a muerta: d e l o s i n d i v i d u o s ,
. s e p r e s e n t a n c.omo s i s t e m a s n ( X V I ' I I , 6 4 ) .
La f u n c i ó n d e l a t e o r í a de l o s s i s t e m a s en e l s e n o
de l a t e o r í a diltheyana de l a interacción social consist e e n . l a j u s t i f i c a c i ó n d e l momento d e l a u n i f o r m i d a d y
l a l e y dentro de l a v i d a histórico-social.

Y l a s que D i l -

t h e y - l l a m a " c i e n c i a s s i s t e m á t i c a s f t t i e n e n como c o m e t i d o
fundamental e l e s t a b l e c i m i e n t o de r e g u l a r i d a d e s d e l a
vida social, frente a l a historiografía,

que s e ocupa, d e

modo p r i m o r d i a l , d e l e s t u d i o d e f o r m a c i o n e s i n d i v i d u a l e s .
T e n d ~ e m o s , s i n embargo,

o c a s i ó n d e comprobar l a r e l a t i v i -

dad d e t a l d i v i s i ó n d e f u n c i o n e s y l a ,necesidad -en v i r t u d ~ p r e c i s a m e n l e_de--los c a r a c t e r e s d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a 5 . d e s u r o f ~ ~ ~ a mc uit uaa c o n s t a n t e .
introducen uniformidad,
l o s individuos.

Los s i s t e m a s , pues,

o r d e n , en l a s i n t e r a c c i o n e s d e

P e r o e n l a medida e n q u e s o n - f o r m a s d e

i n t e r a c c i ó n s o c i a l , e l c a r á c t e r d e e s t a s u n i f o r m i d a d e s es
U 1 3 t i n t o d e l d e l a s l e y e s n a t u r a l e s , d e l mismo modo q u e
l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l se d i s t i n g u e d e l a i n t e r a c c i ó n f í -

cica..

La r e l a c i ó n e n t r e l o s s i s t e m a s y l a s a c t i v i d a d e s

r e g i d a a p o r e l l o s se d i f e r e n c i a de l a r e l a c i ó n e n t r e l a s
l e y e s n a t u r a l e s y e l o a s o p a r t i c u l a r e n e l h e c h o d e qQe
l a primera s e h a l l a mediada por e l sentido; l a uniformi-S
dad que i n t r o d u c e n l o s s i s t e m a s es s u s c e p t i b l e , pues, de
s e r Itinternamente experimentada",

e s t o es, comprendida

p o r l o s i n d i v i d u o s q u e s e r i g e n p o r e l l a . D e e s t e modo,
l a r e l a c i ó n e n t r e i n d i v i d u o s y s i s t d m a s -su i n t e r a c c i ó n no es l a de, una d e t e r m i n a c i ó n e x t e r n a d e l o s primeros por
l o s s e g u n d o s , s i n o q u e s e t r a t a más b i e n d e u n a r e l a c i ó n
" i n t e r n a H , e s t o es, s u s c e p t i b l e d e ser a p r e h e n d i d a e n s u
s e n t i d o , como t o t a l i d a d s i g n i f i c a t i v a .

En l a m e d i d a e n

q u e ' l o s s i s t e m a s s u r g e n d e l a c o o p e r a c i ó n y . c o o r d i n a c i Ó- --n
-

de individuos para l a r e a l i z a c i ó n de determinados f i n e s
d e l a v i d a humana,

c o n s e r v a n e n s u c o n s t i t u c i ó n e s t a es-

tructu-ra t e l e o l ó g i c a que l o s hace internamente comprensib l e s . D e e s t e modo,
zas P o r m a t i v a s

€1,

" l o s f i n e s d e v i d a humanos s o n f u e r -

( ~ i l d u n g s k r a f t e ) d e l a s o c i e d a d n (1, 64;

1, 6 9 ) . E s t a c a p a c i d a d d e l a s u n i f o r m i d a d e s sistemá-

¿ir=as- d e s e r c o m p r e n d i d a s l l p s i c o l Ó g i c a m e n t e n ( e s t o e s , e n

12.z%@eriencia

i n t e r n a ) n o corresponde solamente

4

los

sistemas d e c u l t u r a , e n l o s q u e e s m á x i h a m e n t e p a t e n t e ,
s i n o también a l a organización externa:

I'La u n i d a d - d e v o -

l u n t a d e n t r e . ' d i v e r s a s p e r s o n a s se f u n d a e n una c o n e x i ó n
d e fin...

También h i s t ó r i c a m e n t e e l poder s o j u z g a p a r a so-

meter a l o s s ú b d i t o s a l a c o n e x i ó n t e l e o l ó g i c a d e l a p r o J

.

1. 70-71.a d e l a s voluntades. En g e n e f a l .p i a a c c i ó n t t ( 1 . a su vez. como h i l o c o n d u c t o r p a r a e x p l i c a r i a s : : . c o n f i g u r a c i ó n ( ~ e s t a l t u n g )d e l a a s o c i a ción. . ! Q u é h e c h o t a n.h i p o t é t i c o d e l ' c o n o c i m i e n t 4 e s. u n a estructura. 1. as. a d ny . Y significa. f u n c i ó n y e s t r u c .6 ) . q u e 'en e l r e i n o d e l o o r g á n i c o o r i e n t a l a i n v e s t i g a c i ó n t a n s ó l o como u n .t u r a .~ i . E s e s t e carácter d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l en v i r t u d d e l c u a l l o s i n d i v i d u o s se c o o r d i n a n o ' a s o c i a n e n v i r t u d d e f i n e s q u e v i v e n e n s u p r o p i a e x p e r i e n c i a l o s que 'pro.que s o n c l a r a s y v i v i d a s t t ( 1 . €1. d e s o l i - d a r i d a d . d o n d e n o p a s a d e s e r oscuro e h i p o t é t i c o . ~ e . q u í u n h e c h o v i v i d o . d e l o s bienes que n e c e s i t a . 7 5 . pues. E I . s u r g e n 'en l a s o c i e d a d e n v i r t u d d e d i c k c r j r t . l a c i ~ n eqsu e . a.. s u plasmación e n e s t r u c t u r a s y asociaciones. t a l como p u e d e e s t a b l e c e r s e e n l o s hechos d o l a n a t u r a l e z a o r g á n i c a . 76).voca l a capacidad ltconfiguradoratt de t a l interacción. l a o r - g a n i z a c i ó n e x t e r n a d e l a s o c i e d a d se f u n d a e n determinados hechos psíquicos: s e n t i m i e n t ' o de comunidad. n.experimentable socialmente. como e l . r e c u r s o . 7 1 . . a s í como r e l a c i ó n d e d o m i n i o y d e p e n d e n c i .'el tructura: d e l a es- e l n e x o f i n a l o p e r a como l e y f o r m a t i v a ( ~ i l d u n ~ s g e s e t z ) p a r a l a . o t a b l e ! L a r e ' l a c i ó n d e f i n .: y a s í e l carácter de l a conexión de f i n condiciona. d e m o s t r a b l e h i s t ó ricamente. d . una i n v e r s i ó n d e l a r e l a c i ó n real p r e t e n d e r u t i l i z a r e l concepto. I1Un n e x o f i n a l p e r m a n e n t e p r o v o c a e n e l ordemamiento d e l o s i n d ' i v i d u o s que l e ' e s t á n ' sometidos.de organismo.

hecho d e que t a l e s config".Caciones puedan s e r i n t e r n a .-

mente r e l a c i o n a d a s ,

e n s u e s t r u c t u r a y func'iÓn,- c o n l o s

f i n e s p l a s m a d o s en e l l a s . De e s t e modo, l a s n u n i f o r m i d a desu,, l a s N r e g u l a r i d a d e s Hm e d i a n t e l a s c u a l e s e l s i s t e ma d e q u e s e t r a t e o r d e n a ,

a t e n o r d e s u e s t r u c t u r a , 'la

a c t u a c i ó n d e l o s i n d i v i d u o s . cumplen e l p r i m e r c r i t e r i o
de. l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l :

d i c h a s u n i f o r m i d a d e s e s t á n do-

"

t a d a s d e un s e n t i d o i n t e r n o e i n m e d i a t a m e n t e a p r e h e n s i ble por l o s individuos,

y d e e s t a . f o r m a l a r e l a c i ó n en-

t r e i n d i v i d u o s y s i s t e m a s no es u n a r e l a c i ó n de d e t e r m i nación mecánica,

s i n o d e r e g u l a c i ó n s i g n i f i c a t i v a . Po-

dr$.emos, p u e s , d e c i r q u e e l c a r á c t e r d e l a s u n i f o r m i d a d e s e n l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l puede comprenderse mejor
m e d i a n t e ' l o s c o n c e p t o s d e !'regla1'

o ttnorma" que m e d i a n t e

e l c o n c e p t o d e t t l e y w70.
.
'

-

, P e r o l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l I t s i s t e m á t i c a n c u m p l e tam-

b i é n e l s e g u n d o c r i t e r i o s e ñ a l a d o p o r n o s o t r o s . En l a
m e d i d a e n q u e L.2-S-uniformidades s i s t e m á t i c a s son n r e g l a s l t
e n - l u g a r d e " l e y e s t t , s u a c c i ó n s o b r e l o s i n d i v i d u o s se

h a l í - a . m e d i a d a por- e l . . s e n t i d o q u e é s t o s e x p e r i m e n t a n e n
~113,e s t o es,,-p.ar

un p r o c e s o c o n s c i e n t e .

E s t a es l a con-

d i c i ó n n e c e s a r i a p a r a que l a r e l a c i ó n e n t r e i n d i v i d u o s
y s i s t e m a s no c o n v i e r t a l a h i s t o r i a e n l a r e p e t i c i ó n const a n t e d e d i c h a s u n i f o r m i d a d e s , e n un e s c e n a r i o d e l a acc i ó n d e é s t a s . P u e s t o que c a d a uno d e l o s s i s t e m a s regul a s o l a m e n t e un a s p e c t o d e l a a c t i v i d a d d e l o s i n d i v i J

d u o s , e s p o s i b l e 'que e l " s e n t i d o n - v a l o r e s ,

n o r m a s , etc.-

d e uno d e e l l o s - e n t r e e n c o n t r a d i c c i ó n con e l d e o t r o u
otros, y l a "vivencia"

d e l individuo - p o s i b i l i t a d a pre-

cisamente p o r e l carácter s i g n i f i c a t i v o d e t a l e s " s e n t i d o s u - d e d i c h a c o n t r a d i c c i ó n c o n s t i t u y e un f a c t o r d e desarrollo histórico,

e s t o e s , d e l s u r g i m i e n t o d e n u e v o s va-

l o r e s , f i n e s o normas d e l a a c c i ó n s o c i a l que t r a t a n d e
c o n c i l i a r o romper d i c h a c o n t r a d i c c i ó n . Por o t r o l a d o ,
e n . v i r t u d d e l carácter n o f í s i c o d e l a i n t e r a c c i ó n e n t r e
i n d i v i d u o y s i s t e m a s , l o s n s e n t i d o s n no e j e r c e n s u acción
uniforme y mecánicamente s o b r e l o s individuos:

c a d a uno

d e . e . & & o ss e a p r o p i a t a l s e n t i d o d e s d e e l c o n j u n t o d e s u
experiencia personal,

condicionada por m ú l t i p l e s facto-

'

-

res,.entre

l o s que hay que c o n t a r también l o s s i s t e m a s

a l o s que se h a l l a v i n c u l a d o - p u e s no t o d o s l o s i n d i v i duus p e r t e n e c e n a t o d o s l o s s i s t e m a s , l o q u e d e t e r m i n a
una e x p e r i e n c i a d i s t i " t a

d e e s t o s s i s t e m a s e n c a d a uno

d e - s L . 1 . o ~ -y l a f o r m a d e s u v i n c u l a c i ó n a e l l o s - e l c l é -

- r i , g a - ye l s i m p l e c r e y e n t e l t v i v e n U l a s n o r m a s y v a l o r e s
d e l -s:isa_tema r e l i g i o s o ,

y como c o n s e c u e n c i a d e e l l o i d e

l.os~dAmáss i s t e m a s , d e f o r m a d i s t i n t a ; l o m i s m o o c u r r e
con e l . e m p r e s a r i o y e l t r a b a j a d o r en e l caso d e l sistema e c o n ó m i c o ,
viduo-sistemas
,. c r e a d o r ,
'

etc.-

De e s t a f o r m a , l a i n t e r a c c i ó n i n d i -

mediada p o r e l s e n t i d o posee un c a r á c t e r

llconfiguradorn: l a apropiación d e l s e n t i d o por

l o s i n d i v i d u o s e s c r e a d o r a , P:or o t r o l a d o , l o s s i s t e m a s

s.

c o n s t i t i y e n s o b r e l a b a s e d e l o flcomÚnN, d e l o com-

p a r t i d o p o r muchos,

y e n t a l medida d e j a n s i e m p r e f u e r a

d e s u á m b i t o un r e s i d u o i m p o r t a n t e d e f a c t i c i d a d i n d i v i dual,

d e n e c e s i d a d e s y v a l o r e s no a c o g i d o s por e l l o s .

Este r e s i d u o ,

c u a n d o crece e n a m p l i t u d , puede c o n v e r t i r -

se e n u n a f u e r z a -que i m p u l s a l a t r a n s f o r m a c i ó n d e l o s
s i s t e m a s en l o s que n o h a l l a o a t i s f a c c i ó n .

Este c a s o e s

e s p e c i a l m e n t e f r e c u e n t e c u a n d o l o s sistemas s e han s o l i d i f i c a d o e n t o r n o a v a l o r e s y no'rmas s u r g i d o s e n s i t u a ciones históricas pasadas:

m'ás a l l á d e l a r e g u l a c i ó n s i s -

t e m á t i c a c r e c e n l a s f u e r z a s que l l e v a r á n a l cambio.

Sin

emb~rgo,e s t a s fuerzas no crecen necesariamente en individuos excluidos del%istemal',

s i n o t a m b i é n e n l o s i n d i -- - -

viduos pertenecientes a él, en virtud de l a tensión entre
r e g u l a c i ó n sistemática y 'aspectos que no h a l l a n expresiBn en ella.
. E s t e Ú l t i m o a s p e c t o p o n e d e m a n i f i e s t o que l o s sisteJ.

J

mos-mismos -pero s ó l o e n t a n t o que se c o n s t i t u y e n e n l a
i n t e r a c c i ó n d e i n d i v i d u o s humanos q u e a c t ú a n e n e l l o s c o n
s u ?!.ser e n t e r o u y n o s ó l o e n l o s a s p e c t o s p a r c i a l e s re. g u b a d o s p o r c a d a sistema- s o n t a m b i é n c o n e x i o n e s c r e a d o ras,

c a p a c e s d e a u t o t r a n s f o r m a r s e y d e g e n e r a r nuevos va-

lores y fines.

En e l l o s s e m a n i f i e s t a e l c a r á c t e r " c o n f i -

guradorm de l a interacción entre l o s individuos.
P a r a D i l t h e y , c u a l q u i e r sistema u o r g a n i z a c i ó n n o
puede r e g u l a r l a a c t i v i d a d d e l o s individuos s i n o parcial-

mente, en d e t e r m i n a d o s a s p e c t o s ,

aun en e l caso de l a

e x i s t e n c i a d e u n s o l o s i s t e m a , como s u c e d e e n s o c i e d a -

.

d e s t t p r i m i t i v a s " : "Un g r u p o d e i n d i v i d u o s q u e f o r m a n u n a
a s o c i a c i ó n n o s o n a b s o r b i d o s t o t a l m e n t e p o r é s t a . En l a e '
v i d a moderna u n hombre e s

miembro p o r l o g e n e r a l d e

v a r i a s asociaciones, l a s c u a l e s no e s t á n sencillamente
subordinadas unas a otras.

P e r o aun en e l c a s o d e que

e l hombre p e r t e n e c i e r a a u n a - s o l a a s o c i a c i ó n , t a m p o c o s u
s e r e n t e r o q u e d a r í a a b s o r b i d o p o r l a misma. P i é n s e s e e n

1-a a s o c i a c i ó n f a m i l i a r p r i m i t i v a :
.social elemental,

a q u í tenemos e l cuerpo

l a f o r m a más c o n c e n t r a d a d e u n i d a d vo-

l i t i v a que se puede p e n s a r , ' Y ,

s i n embargo, también en

e l ~ l al a u n i ó n d e v o l u n t a d e s e s s ó l o r e l a t i v a ;

l o s indi-

v i d u o s que l a componen ' n o s o n a b s o r b i d o s p o r c o m p l e t o
e s a u n i d a d n (1, 82; El, 1, 8 5 - 6 ) .

Podemos s e f i a l a r a h o r a

una nueva c o n s e c u e n c i a d e l a a f i r m a c i ó n según l a c u a l e l
H h o m b r e e n t e r o " e s e l s u j e t o d e l mundo h i s t ó r i c o - s o c i a l :
a..saber,

q u e e l s e r humano p a r t i c i p a c o n .su "ser e n t e r o u

e n . c a d a una d e l a s formas d e i n t e r a c c i ó n s o c i a l ( s i s t e -

nas-2,

y no s ó l o en l o s contenidos p a r c i a l e s d e s u a c t i -

..v..i.dad o e x p e r i e n c i a r e g u l a d o s p o r e l l a , E l l o s i g n i f i c a
que l a acciÓn,uniforrnizadora u ordenadora d e les sistemas d e j a s i e m p r e j u n t o a s í u n r e s i d u o d e f a c t i c i d a d i n a barcable por ella..Veremos

t a m b i é n más a d e l a n t e u n a c o n -

s e c u e n c i a d e e s t e h e c h o q u e D i l t h e y r e f o r m u l a r á como p r o puesta política;

p o d r í a e x p r e s a r s e así: c u a n t o mayor e s

.

.

.

.

.

.

.

.

e. l . n.ú m
ero y i a igualdad' d e r a n g o ( l a no s u b o r d i n a c i ó n )
. . . . . . . . . . . . . . .
.

.

:

.

.

. . . .

t a n t o ' m a y o r será

d e l o s c í r c u 1 . 0 ~d e i n t e r a c c i ó n s o c i a l ,

- e l r e s i d u o d e p e c u l i a r i d a d e s y - r a s g o s i n d i v i d u a l e s no
abarcados por cada uno d e el'los y por todos en s u conjunto,

y por l o t a n t o mayores s e r á n . . l a s p o s i b i l i d a d e s de

d e s a r r o l l o d e l a ' i n d i v i d u , a l i d a d humana.
..

individualidad,

La d e f e n s a d e l a

q u e c o n s t i t u y e un r a s g o c e n t r a l d e l pen-

samiento de Dilthey,

se m a n i f i e s t a también en s u concepp a r a 61 e s f a l s a l a con-

ción de la interacción social;

s i d e r a c i ó n d e l a f ' a m i l i a como''l1a c . é l u l a d e l t e j i d o s o c i a l n ,
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

c o n s i d e r a c i ó n que e l i m i n a "el l i b r e ser p a r a sí d e l in.

.

.

.

d i v i d u o , y a . e n l a . a .s o. c i. a c. i .ó n. f. a m
. i. l i. a r. t t. , .d e. modo q u e l a
c o n s e c u e n c i a d e d i c h a - c o n c e p c i ó n es l a " e s t r u c t u r a c i ó n
.

.

s o c i a l i s t a d e . l a . s o c i e d a d v (1, 7 4 ;
,

El,

1, 7 9 ) .

L a característica de l a i n t e r a c c i ó n e n t r e individuo
y sistemas que estamos d e s a r r o l l a n d o a h o r a c o n l l e u a i m . p o r t a n t e s c o r o l a r i o s p a r a l a l ó g i c a y 'la metodología de

¡as . c i e n c i a s d e l e s p í r i t u .
cen,

.

como,h.emos

señalado,

teracción social.

L o s sistemas s o c i a l e s i n t r o d u uniformidad y orden en l a in-

Pero en virtud de l a característica de

e s t a Ú l t i m a d e s a r r o l l a d a más a r r i b a ,

l a sociedad y l a

h i s t o r i a n o p u e d e n c o m p r e n d e r s e s o l a m e n t e como r e s u l t a d o
y despliegue' de tales uniformidades.
l l c i e n c i a s sistemáticas" d e l e s p í r i t u ,

Por l o tanto,

las

dirigidas hacia el

e s t u d i o y e s t a b l e c i m i e n t o d e l a s mismas, n o p u e d e n a g o t a r

e l c o n o c i m i e n t o d e l mundo h i s t ó r i c o ,

y l a tarea d e l a

h i. s .t o. r i. o .g r. a '. f í. a ., ' . q. u e. s. e. .o c. u p a d e l a ' s , f o r m a c i o n e s i n d i v i -

.

.

.

.

.

.

.

.

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.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

conserva plena y necesaria justifica-

duales históricas,

.

.

c i ó n e n e l c o n j u n t o d e . l a s c i e n c i a s humanas.

Ello signi-

f i c a q u e e l m o d e l o d e un s i s t e m a d e d u c t i v o a p a r t i r d e
-principios y leyes,
so...'

q u e . C o m t e h a b í a p r e s e n t a d o e n s u "Cur-

como' p a t r ó n d e l a s c i e n c i a s ,

no e s s e n c i l l a m e n t e

a p i i c i b l e a l a s c i e n c i a s d e l espíritu7'.

S i n embargo,

ya

hemos s e ñ a l a d o q u e l a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i 6 n s o c i a l d e
D i l t h e y d e b í a med.iar e n t r e a q u e l l o s d o s t é r m i n o s q u e ' e n
s u s . e s c r i t o s temprant5c' a p a r e c í a n e s c i n d i d o s c a s i d e mane.

.

.

.

.

.

.

rainsalvable:
.

.

.

y , e l del

.

.

.

.

.

.

.

el principio del establecimiento de leyes

.estudio
.
.
.de
.

.1.a.

i. n d. i .v i .d u. a .l i d. a.d .. P o r e l l o n o s e t r a -

t a a h o r a d e una nueva r e p r o d u c c i ó n d e t a l e s c i s i ó n :
.

.

no

e s c u e s t i ó n d e - u n a .s i m p l e d i v i s i ó n e n t r e c i e n c i a s s i s t e -

máticas e h i s t o r i o g r a f í a , s i n o 'de u n a i n t e r p e n e t r a c i ó n
de orientaciones.

Las c i e n c i a s s i s t e m á t i c a s han d e r e c i -

b i r una o r i e n t a c i ó n h i s t ó r i c a ' y l a h i s t o r i o g r a f í a h a de
tende'r a l e s t a b l e c i m i e n t o d e conexiones tiausales apoyánd o s e en-""

cpnocimiehto de uniformidades.

D i l t h e y puede

así s e ñ a l a r que "la comprensión de c u a l q u i e r p a r t e d e l a
h i s t o r i a exige l a aplicación de l o s recursos unidos de
l a s distintas ciencias particulares del espíritu"
EI,

(1, 94;

1, 9 7 ) . Hay q u e s e ñ a l a r c o n c l a r i d a d , s i n e m b a r g o ,

que n o se t ' i a t a de una mera recomendación h i s t o r i c i s t a ,
s i n o d e un r e s u l t a d o d e l a n á l i s i s d e l a i n t e r a c c i ó n social.

En c u a l q u i e r p u n t o d e l a h i s t o r i a l a s r e l a c i o n e s

.

. .
.

.

.

.

e n t r e l o s i n d i v i d u o s p r e s e n t a h r e g u l a r i d a d "sistemática",
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

.

.

,

.

.

.

.

y e l e s t u d i o . d e ésta c o n s t i t u y e un f a c t o r n e c e s a r i o p a r a

l a c o m p r e n s i ó n d e l a h i s t o r i a . P e r o a t e n o r d e l a carac-

t e r í s t i c a d e l a i n t e r a c c i ó h e n t r e ' . i n d i v i d u o y sistemas,
s e g ú n l a c u a l e l i n d i v i d ¿ o p a r t i c i p a e n l o s sistemas con
SU

e l e s ' t u d i o d e e s t a s ' u n i f o r m i d a d e s sis-

llser e n t e r o " ,

t e m á t i c a s n o p u e d e n u n c a c o n s t i t u i r l a t o t a l i d a d d e l es-

. .

tudio histórico,

y es n e c e s a r i o e n c a d a p u n t o d e l a h i s -

t o r i a e s t u d i a r l a complicada i n t e r r e l a c i ó n e n t r e "sentidon s i s t e m á t i c o d e l a acción de l o s . Individuos y todo e l
.

-

.

-

.

.

.

.

.

.

.

.

c o n j u n t o d e f u e r z a s , n e c e s i d a d e s y v a l o r e s no' r e p r e s e n .

.

t a d o s e n d .i c. h o. .u s. e n. t i. d .o l .l . . G. i e. n .c i.a s. s. i s. t e. m. á.t i .c a s .e .h i .s t o r i o g r a f í a i n t e r . a c t Ú a n e n c a d a p a r t e d e l e s t u d i o d e l mundo hi.st6rico-social,,

y .esta interacción corresponde -a l a

i n t - e r a c c i ó n r.eal - e n t r e r e g u l a r i d a d s i s t e m á t i c a y t o t a l i d a d f á c t i c a individual de l a situación.
,

( ~ en s t e s e n t i d o

señalábamos en e l c a p í t u l o a n t e r i o r l a unidad e n t r e inv e s t i g a c i ó n filo.sÓfico-metodológica

.

e investigación posi-

t i v a q u e ~ a r a c t e r i z a b al a a u t o g n o s i s d i 1 t h e y a n a p o r o p o s i c i ó n al neokantismo).
tung.

.." D i l t h e y

AS;,

en l a .etapa de l a IIEinlei-

parece haber superado productivamente,

mediante su concepción de l a i n t e r a c c i ó n social,
lismo cuasi-esauizoide

e n t r e romanticismo y positivismo,

entre principio estético-individualizante
neralizador-causal
desarrollo de

SU

e l dua-

y p r i n c i p i o ge-

en el estudio histórico.

E l posterior

p.ensarniento t e n d e r á h a c i a una fundamen-

'

i

.

.

.

.

t a c i ó n más c o n s c ~ ~ n ty e p r o f u.n d. a . de.
e. s .t a. s.u p. e r a c i ó n .
.
.

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.

E l e s t u d i o d e ~ u t t l e ' ~ ,d e d i c a d o a l p r o b J e m a d e l a obj e t i v i d a d de l a comprensión en D i l t h e y , s i b i e n m e r i t o r i o
e n muchos a s p e c t o s ,

no p a r e c e haber comprendido e s t a ca-

r a c t e r í s t i c a fundamental de l a interacción h i s t ó r i c a en
D i l t h e y , l o que l e l l e v a a una i n t e r p r e t a c i ó n i n e x a c t a de
l a concepción diltheyana d e l estudio histórico.

Tuttle

a r g u y e e n s u t r a b a j o que D i l t h e y l i m i t a l a s a c c i o n e s " h i s t ó r i c a ~d ~
e . ~l o s i n d i v i d u o s s e g ú n s u i m p o r t a n c i a " s i s t e m á .

.

.

. . .

.

tica",

.

esto es,

según s u .inserción en y s u r e l a c i ó n con

s i s t e m a s sociales73.
.

.

.

.

.

.

.

.a

En e s t e s e n t i d 6 s e ñ a l a ~ u t t l e f, r e n t e

, D i . l t h e y , q u e l o s a s p e c t o s. s. i s. t e. m .á t. i c. o .s

. r e v e l a n l a r e a l i d a d h i s t ó r i c a completa;

.

oficiale
es^ n o
. . . . .

y que l a 'verda-

"

d e r a p o s i c i ó n h i s t ó r i c a d e muchas p e r s o n a s n u n c a p u e d e
c o n o c e r s e p o r s u r o l a p a r e n t e e n ' l a s o c i e d a d d e s u tiempo,
a

.

porque l o s sistemas por l o s c u a l e s l a interpretamos
74
l e han s i d o impuestas por e l sistema s o c i a l dominante

.

E n . , r e l a c i Ó n con e s t o , T u t t l e s e ñ a l a además que " D i l t h e y
d e s c a r t Ó _ l o s a c t o s i n d i v i d u a l e s no adecuados a l o s f i n e s
75
d e l o s s i s t e m a s como h i s t ó r i c a m e n t e f a l t o s d e s e n t i d o 1 1

..

En e l t e r r e n o d e l a e x p l i c a c i ó n h i s t ó r i c a e s t o c o n d u c í a ,
s e g ú n T u t t l e , . a l r e s u l t a d o d e que " l a s v e r d a d e r a s f u e r zas causales en l a h i s t o r i a s e hallan en las delibera-

a c c i o n e s d e l i b e r a t i v o - m o t i v a d a s d e c u a l e s q u i , e r a llmeros"
i n d i v i d u o s q u e componen e l s i s t e m a .

1

S ó l o e l sistema.es

.

.

.

' h i s t ó r i ' c a m e n t e c a u s a l " . 76 E s t a i n t . e r p r e t a c i Ó n d e l p a p e l
.

.

.

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.

d e l o s s i s t e m a s ' e" l a - c o m p r e n s i ~ nh i s t ó r i c a s u p o n e , e n

m i opinión,

. . .

una t e r g i v e r ' s a c i ó n i m p o r t a n t e d e l pensamien-

t o d e D i l t h e y . Las escasas r e f e r e n c i a s t e x t u a l e s n o abon a n e n a b s o. l u. t o t a l i n t e r p r e t a c i ó n ?

L a s r a z ó n e s da nues-

t r a c r í t i c a d e b e r í a n . y a . d e s p r e n d e r s e d e l o s d i c h o más.
D i l t h e y s i n duda estaría d e acuerdo con T u t t l e e n

arriba.

que l o s aspectos s i s t e m á t i c o s l'oficialesll no revelan l a
r e a l i d a d h i s t ó r i c a c o m p l e t a : . si l o h i c . i e r a n n o t e n d r í a
sentido su afirmación según l a c u a l l a realidad de l o s
i n d i v i d u o s n o e s ' n u n c a ' t o t a l l n é n t e ~ a b s o r b i ~ i a ' ~l o sr sis-

temas. T u t t l e , s i n e m b a r g o ,
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

a r g ü i r í a e n e s t d p u n t o que
.

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.

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.

.

.

e s t o s a s p e c t o s n o l l a b s o r b i d o s " p o r l o s sistemas n o p o s e e n
para Dilthey relevancia histórica.
crepar francamente de Tuttle.

Y a q u í hemos d e - d i s -

Su i n t e r p r e t a c i ó n a t r i b u y e

a D i l t h e y una e s p e c i e d e t e o r í a d e l r o l que éste e s t u v o
-

muy l e j o s d e s o s t e n e r .

La teoría diltheyana de l a inter-

a c c i ó n h i s t ó r i c a c o n s t i t u y e más b i e n u n a c r í t i c a I 1 a v a n t
l a pagefl d e u n a c o n c e p c i ó n e s t r u c t u r a l - f u n c i o n a l i s t a

---.

la historia.

de

La I n t e f a c c i ó n h i s t ó r i c a m e n t e r e l e v a n t e n o

s e a g o t a e n a b s o l u t o p a r a D i l t h e y e n l a i n t e r a c c i ó n sistemáticamente regulada.

Un b u e n n ú m e r o d e a s p e c t o s d e l a

. c o n d u c t a y d e I a e x p e r i e n c i a humana n o a b s o r b i d o s p o r l o a

sistemas no s Ó l o . n o c a r e c e n d e r e l e v a n c i a h i s t ó r i c a p a r a
Dilthey,

s i n o q u e r e p r e s e n t a n n a d a menos q u e un f a c t o r

central del progreso histórico,

e l e l e m e n t o q u e I1empuja

d e l a n t e V . d e una situación.. . .i e . pero. n o r e g u l a d a p o r l o s sistemas e x i s t e n t e s .r e s u l t a d ' o d e l a a c c i ó n d e l m e d i o . r e c o n o. l l e v a . . .i ó n .la limitación de l a acción históricamente relevante a l a acción regula. E n e s t e s e n t i d o hay que enten- d e r s u a f o r í s t i c a declaraci'ón: "€1 e s p í r i t u o b j e t i v o y l a f u e r z a d e l i n d i v i d u o d e t e r m i n a n c o n j u n t a m e n t e e l mundo e s p i r i t u a l . Buena p a r t e d e l a in- . La i n t e r a t z c i ó n s o c i a l e s . e l . por en oposición a l a concepción n a t u r a l i s t a acer- ca d e l i n d i v i d u o coma. t e r. a c c . f r e n t e a l a concepción monádica d e l a i n d i v i d u a l i - d a d e n S c h l e i e r m a c h e r . otro lado. a . como p a r e c e s u g e r i r T u t t l e .nteracciÓn debía c i e r t a mente.n t u. c o m p r e n d e r a l h o m b r e como u n s e r que s e d e s a r r o l l a en r e l a c i ó n con s u entorno. . ' d. .u e y a s f o r m a s .h a c i a . h a c i a . . de sentimiento. . . compleja totalidad e individ u a l i d a d .Ón s o c i a l . . P e r o e s t e a s p e c t o cen- t r a l d e s u . . para Dilthey. .t e r a c c i ó n e n t r e l o s h o m b r e s es' s i g n i f i c a t i v a y s ' i n e m b a r 80 g o ' . aprehensible en s u s e n t i d o en l a experiencia interna. ciertamente. de. h a s t a e n t o n c e s ' e x - c l u i d a s d e o reprimidas por l a organizaci. c i. Por e l l o p a r a D i l t h e y l a médula m i s m a d e l e s t u d i o h ' i s t ó r i c o s e s i t u a b a en l a s ~ .. sistemas. . de relación.79 . r e l a c i o n e s e n t r e l a regularidad sistemática y la. n. . h i s t o r i a 1 1 7 8 . t e o r í a n o c o n . m . e . . . La t e o r í a diltheyana de l a i.da por los. es u n a i n t e r a c c i ó n "vivida". d e b í a d a r razón de l a p o s i b i l i d a d d e que e n d i c h a i n t e r a c c i Ó n e l h o m b r e s e c o n s ' t i t u y a como u n a u n i d a d c o n e x a e i n - . o r n p l i c a d a si. . . . n . . S o b r e l a c o m p r e n s i ó n d e ambos d e s c a n s a l a . . c .

.sarro.. . . . t a s interacciones.) n o pue- d e n r e l e v a r s e e n t r e svi s e g ú n r e l a c i o n e s c a s u a l e s . l o s d i v e r s o s a s p e c t o s d e l a v i d a ( p s í . 1 8 2 ) . 'C. d e l o o b j e t i v o . e n t . l a Iiexperie"cia interna". e l l o s ha de e x i s t i r una r e l a c i ó n según l a cual e l i n d i .o r n o . que y a i n t e r p r e t a m o s como c a t e g o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i co-vital - ' d e l h o m b r e c o n s u . E. S e t r a t a d e m o s t r a r 'relaFiÓn e n t r e inte'racción y formación de l a indivi- d u a l i d a d u n i t a r i . .s o c i a l .. . . . . .umana e s Una u n ' i d a d . d e acuerdo con e l l o . s t o r i c i d a d d e l h o m b r e 1 1 . . . . q u i c a . 'El indi- un elemento e n l a s i n t e r a c c i o n e s d e l a s o c i e - d a d . .. e n m i o p i n i ó n . como u n c a s o p a r t i c u l a r d e l a ' ~ e s t a l t u n g ' . 37. . t a l . . . . sino que entre. . a ( ~ i l d u n g ) . . 45-6).n s i s u g e s t i v o e s t u d i o s o b r e .110 conexo" la (XVIII. . que r b a c c i o n a con una v o l u n t a d cons- c i e n t e y c o n l a a c c i ó n s o b r e l a i n f l u e n c i a d e e s t o s sis'temas . E I . l a v i ' d a h.. i n t e r a c c i ó n . 1. l l ~ u e s t oq u e . . . . ' u n p u n t o d e c r u c e d e l o s d i s t i n t o s s i s t e m a s d e es----. . . u n o d e l o s s e n t i d o s f u n d a m e n t a l e s . s i n embargo. . Esta c o n c e p c i ó n d e l i n d i v i d u o como ' I p u n t o d e c r u c e " es. .d i v i ' d u a l .com.tiende a reconocer e l poder de l o s o b r e l a i n t e r i o r i d a d huma- común. ." (1.unto d e v i s t a q u e s u r g e d e l a t e o - r í a de-1. .o l a c a r a c t e r i z a b a D i l t h e y e n 1 8 8 0 : . s e a s e m e j a más a u n e s c e n a r i o d e l a a c c i ó n d e f u e r z a s o b j e t i v a s q u e a u n ámb i t o o r i g i n a r i o y c o m p r e n s i b l e d e s d e s í mismo: v i d u o es.p.. tal v e z e l s e n t i d o p r i m o r d i a l d e l a n o c i ó n d i l t h e y a n a d e 'la I 1 h i . . E l . "a. . . . u o s e a c a p a z d e a p r e h e n d e r s u p r o p i a v i d a como un de. . . . v i d . .M. .. .

. . e l i n d i v i d u o e s más b i e n u n c o m p l e j o . de l a saciedad. . .S i n e m b a r g o . .. . t e r i o r i d a d 'remite Siempre m á s . . ' h a c i a ma. objetivaciones de l a interac- c i ó n d e ' h o m b r e c q u e h a n e x i s t i d o . . s e n t i d o s q u e e n s u o p i n i ó n acjo- t a b a n e l c o n t e n i d o d e l a misma e n ~ i l t h e ~ * ' .a n t e s q u e 61. 1 7 7 ) . e l h o m b r e . n o m e parec13 q u e e n e l l o s s e h a l l e r e c o g i d a l a i d e a e x p r e s a d a .. ésta. e n su- s u c . . A. . . - - - - . m i e n t e n d e r . E l i n d i v i d u o no e s p a r a D i l t h e y Ilesa e x i s t e n c i a p a r t i c u l a r a i s l a d a i u e comprende e n s í e l con\ c e p t o d e e g o i d a d . .. o m p r e n s i Ó n n o s l l e v a s i e m p r e más a l l á d e é l . . . Ortega señaló . d e l a i n t e r a c c i ó n pu'ede c o m p r e n d e r s e p l e n a m e n t e . . D i l t h e y un ser h i s t ó r i c o f u n d a m e n t a l mente por e l hecho de que no puede comprenderse. E l i n d i v i d u o humano e s . . . .o r D i l t h e y en e l tex. . unidad de su persqnalidad. . q u e e n c i e r r a e n s i a l mismo t i e m p o l o s s e n t i m i e n t o s v i t a l e s de o t r o s individuos. porque s ó l o p u e d e c o n s t i t u i r s e e n . e l hombre e s p a r a . . p u e s . en l a sino precisa- m e n t e como " p u n t o d e c r u c e u d e s i s t e m a s más a m p l i o s y q u e r e p r e s e n t a n coagulaciones. . . e s un s e r h i s t ó r i c o p o r q u e e l c o n t e n i d o r e a l d e s u i n . .sentidos de l a expresión . . u n s e r h i s t ó r i c o p o r - q u e n o p u e d e c o m p r e n d e r s e d e s d e s i mismo. . d e s d e s i mismo. .. I t e l hombre e s h i i t ó r i c A m . . . a l l á de.. .r e l a c i ó n c o n u n e n t o r n o q u e 61 mismo n o h a c r e a d q s i n o q u e l e v i e n e d a d o . Sólo desde l a t e o r i a .to anterior.Dilthey. p o r q u e .cuatro . . l a c'omprensió" de u n s i s t e m a o conjunto de interacción q u e l e s o b r e p a s a .. p . . l a naturaleza" . . . . incluso de ( X V I11. .

fundamento e x p l i c a t i v o " . . 5 2 ) . por ejemplo. Anm. . . . . (V. ' . .. cómo Ln d e s a r r o l l o i n t e r n o . - impoftante consecuencia metodológica para e l estudio hist ó r i c o . l a con- . u n a -.De la interioridad. c i t a d a s m u c h a s v e c e s . .in. . .). ' - " l a s relaciones básicas de l a voluntad tienen ciertamen- . . -. l a un á m b i t o r a - u n campo d e . a C c i Ó n . . p e r . p e . pues.m o n á d i c o .. un n e x o d e i n t e r a c c i ó n q u e t r a t a d e c o n s t i t u i r s e -y l o l o g r a o no- como u n i d a d d e u n a o b r a . di vid"^‘ en o p o s i c i ó n a l a . 176 . . . .. d e f u e f - E s t a es l a intuición básica que D i l t h e y e n f r e n t ó a l a noción hermenéutica s c h l e i e r m a c h e r i a n a d e "forma i n t e r i o r " y a s u c o n c e p c i ó n d e l a i n d i w i d u a l i d a d . c o n c l a r a c o n c i e n c i a de e s t e h e c h o . b r e c o n l l e v a . D e e s t e modo h a y q u e e n - t e n d e r d e c l a r a c i o n e s como l a s i g u i e n t e . .. ..la noción de historicidad delhombre. L a a f i r m a c i ó n d e l a h i s t o r . e s t e modo. tamente en l a historia" (XVIII. un hombre e s s i e m p r e comprender una época. . . . te e l e s c e n a r i o d e s u a c c i ó n e n e l individuo. . ' q ' u e .ierto. l a c o n - c i e n c i a d e l poder de l o objetivo-social ciencia d e s o b r e é l . z a s que l a rebasan siempre.concepción d e l . . c~a r ~á c t e r s a c i a l . . . r o n o t a n t a s c o m p r e n d i d a s en s u s i m p l i c a c i o n e s p r o f u n d a s : "€1 i n d i v i d u o s ó l o p u e d e a p r e h e n d e r s e comple. es . De e l l o r e s u l t a . comp'render a. Estas c 6 n c e p c i o n e s f u n d a m e n t a l e s . . i t h e y . experiencia interna. -.. . Así. dicalmente ab. a l i d a d . s e ñ i l á D i . y d e u n a p e r s o n . . . . . . y especialmente para l a biografía: comprender a un hombre e s s i e m p r e e s t u d i a r un nexo d e f u e r z a s o b j e t i v a s y s u b j e t i v a s .i c i d a d d e l hom-. . ' < ' . . .. h i s t ó r i c o . 63. . . . . . 0 n o s u .

'.iÓn alemana". f í a -de Schleiermacher y de Hege1. . o b j e t i v o s o b r e 61. . .. y a q u e l l a o t r a c o n c e p c i Ó n . La mezquina a d a p t a c i ó n al j u i c i o de l a s o c i e d a d d e l i n d i v i d u o cómodamente i n s t a l a d o e n s u ' i n - t e r i o r en l a s i d e e de una cosmovisión mecánica y egoís- t a . La c o n g r u e n c i a e n t r e e s t a . s i c o d e l a unidad a r m ó n i c a de' l a p e r s o n a l i d a d . E l . . r e c o r r e como u n r a s g o a x i o l ó g i c o c e n t r a l s u o b r a f i - losófica: sí h a o c u r r i d o q u e e n t r e l a s c o n v i c c i o n e s 1 .d e l a t e o r í a d e l a 2 n t e r a c c i Ó n s o c i a l ' . penetrados siempre por:la i d e a de v i d a . y ya v i m o s q u e e n s u s escri- t o s j u v e n i l e s aparecian -fr-ecuentemente escindidas. d e D i l t h e y se l l e . . . e s t a h o n d a a u t o d e g r a d a c i ó n d e l i n d i v i d u o s ó l o s e mant e n d r í a en' A l e m a n i a d u r a n t e u n b r e v e l ' a p s o d. . d e l hombre c o n s u e n t o r n o s o c i a l y objetivo. .iÓn d e l a . ' no r e s u l - .afirrnac. van a c a b o e n s u p r á c t i c a h i s t o r i o g r á f i c ~ . . ricos.e n s u b i o g r a . t i e m p o . a t i v a . .e . t a inmediatamente evidente. estrechamente r e l a c i o n a d a con e l i d e a l clá. e n t r e los' diversos aspectos de l a p e r s o n a l i d a d e r a c o n s i d e r a d o p o r D i l t h e y e n 1 8 7 6 como e l c o n t e n i d o f u n d a m e n t a l d e l a ttcosmovis. s e ' g Ú n P a c u a l " l a v i d a humana e s una unidadw. d e l a u n i d a d en- tre pensamiento y acción. . ..en sus estudios histó- . d e l poder d e l o . . h i s t o r i c i d a d d e l hombre. . .. . de inter- r e l a c i ó n s i g n i f i c . teÓricas"y l a s máximas d e a c c i ó n p r o c e d e n t e s d e é p o c a s más h o n d a s h a s u r g i d o un a b i s m o q u e a t a c a l a m é d u l a d e n u e s t r a nación.que . . . . .. i d e a l d e l a u n i d a d d e l "hombfe e n t e r o " .. . .

. l a a u t o g n o s i s .o n. d e l a v i d a e x i g e. e n o s o t r o s d e c i s i o n e s y c u a n d o debe-. .al e i n d i v i s a c u a n d o l o s c o n f i i c t o s . ha de l l e v a r a cabo: dar c u e n t a d e l a . n e r n o s d e forma t'ot. d. . .l a ' p r a x i s .'. . ."SÓlo 1á s i l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u se e s t r u c t u r a n con c o n c i e n c i a d e s u s fundamentos. . . m e n . . "de u n a p i e z a u .. d i v i s a . d e s u c a p a c i d a d d e ' ~ e s t a l t u & g ' . "to- 1 . . mos m a n t e n e r ' e s t a s d e c i s i o n e s a n t e e l r e s p e t o q u e n o s d e bemos a n o s o b r o s mismos. . con l a unidad armónica. . . . < . Comprendemos t a m b i é n c o n c l a r i d a d e n e s t e . De f o r m a t o t a l e . . a s í como e l r e n d i m i e n t o c e n t r a l que e s t a Última. N.inconmovib l e s y d e s u p o s i c i ó n t a n d i q n a (como l a d e l a s c i e n c i a s d e .mov i m i e n t o ' a l ' e m á n w y su t a r e a ' f i l o s ó f i c a d e f u n d a . t a l e i n d i v i s a u . c o n t e x t o l a e s t r e c h a . . s ó l o si ejercen en v i r t u d de e i l o l a i n f l u e n c i a q u e l e s c o r r e s p . . : s ó l o desde' L u t e r o h a s t a Lessing y Kant. k a c i 6 n .n .r e l a c i ó n d e l a 'Gestaltbng: con l a 'Bildung'. e n Alemania.. desde e l punto d e v i s t a gnoseoló- .o s o t r o s a n h e l a m o s p e n s a r y v i v i r d e u n a p i e z a y ' s o s t e - . d e s o b r e l a c o n c e p c i 6 n b á s i c a d e l mundo. d e l a p e r s o n k i d a d y a c c i ó n d e l hombre:. .M. Y e n l o que s i g u e comprendemos l a p r o f u n - m d a u n i d a d q u e a b a r c a l a o c u p a c i ó n d e D i l t h e y c o n ' e l ". . 79-80). . .unidad de l a t e o r í a y . y des- de éstos hasta las grandes fuerzas activas del s u r g e d e l a u n i ' d a d d e l a a c c i ó n e l ~ o d e rd e s u e f e c t o " (XVIII. i n.). C. . l a naturaleza. de l a capacidad presente en l a efectividad de l a vida h u m a n a p a r a d a r s e a s í misma l a n o r m a y el i d e a l . . . - . . d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . .

d e r e c o n c i l i a r .alment-e c o n c i e n c i a s o c i a l . . Dilthey i n t e r p r e t a e l ' p r o b l e m a de e s t a recon- . . .r e a l i . . s i b i l i d a d d e s u c o n s t i t u c i ó n .y cómo l o e s . estrechamente l i g a d a c o n ' e l l a . . . .d e . . . . Se t r a t a .' . . . el derecho señorial feudal s i n funcionariado.- c i l i a c i ó n c o r n o . - .80) . que e s igu. c o d e l a i n t e r i o r i d a d huma' n a . d e most'rar 'si e ~ ' .s i . . a h o r a d e p e n s a r ' l o s p r o b l e m a s q u e . p u e s t o que l a l e a l t a d . . z a c i Ó n d e l o s v a l o r e s d e l i n d i v i - d u a l i s m o c l á s i c o en u n a É p o c a d o t a d a d e t l c o n c i e n c i a . . la' l a n o c i ó n d e sistema y n o c i ó n d e h i s t o r i c i d a d d e l hom. con e l i d e a l c l á s i c o d e l a c o n s t i t u c i Ó n armÓn. . r i a . p. b r e . .llpu-nt-o. la. u n a t a r e a c e n t r a l 'del p r e s e n t e ' d e s d e e l punto de v i s t a histórico-universal.. e m a s i c o n e l v a 1 0 r . d e 1 hombre. s u c o n c e p c i ó n como. .. . l a . h i s tórica". Cierto matiz nostál- g i c o puede p e r c i b i r s e en s u s palabras: ltPuesto que ahora l o a n t i g u o no puede s i m p l e m e n t e ser r e n o v a d o . . trata. u n i d a d d e 1. . . . d e l a p e r s o n a l i d a d u n i t a r i a i n d i v i d u a l y l a po. Se e n suma. alemana" '(Ibid. * .s o c i a l en l a constitu- c i ó n d e l a i n t e r i o r i d a d humana. . . s t . e s t a . . . .ica y u n i t a . l a moral convencional. . . . . gracia -divina. . '.g i c o . ' p u e d e e s t a b l e c e r s e . . l a particularidad c r i s t i a n a de l a vida r e l i g i o s a . plantea l a reconciliación de l a teoría d e l a interacci6n d o . .. c o n c i e n c i a del. . .. d e c r u c e u . . . l a p o e s í a i d e a l i s t a . . . . p r i n c i p a l e s a s p e c t o s s o n histórico-social. ~ o s l b l e .. . .l u g a r centr'al de l o o b j e t i v o . . .s d e c u . . . . l a c o n c i e n c i a d e l pri. p u e s .y o s .a c o s m o v i s i Ó n .mor- d i a l c a r á c t e r s o c i a l e h i s t Ó r i . . . . . . . . . . .

o e. c e n porc completo . u n o r d e ' n s o c i a l p e n s a d o d e forma s o c i a l . . . . entonces d i c h a armonía. vivida. E s t e c a r á c t e r c o r r e s p o n d e t a m b i é n . . . Recor-.de hemos intentado mostrar l a s implicaciones y e l sentido de e s t a tarea. La r e l a c i ó n que se s i n o r e g l a s y normas. . p. . l.s u. . Y e n p a r t e poseemos y a l o s m a t e r i a l e s p a r a s u s o l u ción en e s t a época d e l pensamiento de Dilthey. s u d e s a r r o l l o ha de e n t e n d e r s e desde este hecho L o s c a r a c t e r e s d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l q u e hemos s e ñ a l a d o más a r r i b a n o s p r o p o r c i o n a n t a m b i é n a h o r a e l h i l o conductor l a r e s o l u c i ó n de e s t a . . demos e l p r i m e r o d e e s t o s c a r a c t e r e s : l a i n t e r a c c i ó n soc i a l es "vivida1I. . a. .r e. tareasl182 E n l o que antec. i.a d.a l. r . a.ficado. . p e r t e n e . 'como v i m o s .t a r e a . a . . . . función y e s t r u c t u r a es L a s u n i f o r m i d a d e s s i s t e m á t i c a s no s o n . . le- t o t a l i d a d e s de sen- E s t a es l a primera condición de l a armonía e n t r e individualidad y objetividad social.a s . da en e s t o s Últimos e n t r e f i n . a l a interacción individuo-sistemas. d e c o n s t r u i r d e nuevo u n a é p o c a s o c i a l q u e r e c o j a l o vál i d o d e l i n d i v i d u a l i s m . Una t a r e a s e m e j a n t e r e q u i e r e l a c o l a b o r a - c i ó n de una f i l o s o f í a que a c r e c i e n t e l a . E l indi- . . a s. a s í como l a u n i d a d d e l a .o . p u e s . c a p a c i d a d paca l a r e s o l u c i 6 n d e t a l e s .n. tido. . S i l o s sistemas que s e I1cruzan" e n e l i n d i v i d u o f u e s e n f u e r z a s c i e g a s .g e . opacas. t. . experimentada int-ernámente en s u s i g ni. yes naturales. . v i d u o a s I1punto d e crucet1 d e s i s t e m a s d e i n t e r a c c i ó n social y básico.. .

s . Digamos. . . . d u o s . . . . o s.do: p u e s t o q u e l o s s i s t e m a s c o n s t i t u y e n . í a. En realidad Dilthey traslada a l a relación entre individuo -' - y sistemas c a r a c t e r e s surgidos de l a r e l a c i ó n interper- s o n a l . s i n embargo. e s o t r a que'.. e l d e r e c h o . . . s . p o r l o que e s t e p u n t o i m p o h t a n t e d e l a t ' e o r í a d i l t h e y a n a d e l a i n t e r a c c i ó n permanece i n j u s tificado. .. . . u n a n á l i s i s d e s u i o n e x i ó n . d e l individuo: " c a d a uno d e e s t o s s i s t e m a s d e f i n e s . . . más q u e d i s c u t i b l e .n u n p r o c e s o . . l. l a e x p e r i e n c i a d e s e n t i d o que ' s e ' p r o d u c e e n ' e s t a Última. - 208). . . . E I . L o s sistemas. . . d e l s i g u i e n t e mo.. . l a f u n d a m e n t a c i ó n d e e s t a p r i m e r a con- dición res'ulta.s t. r s o .á l. p s i c o ~ l ~ g & c a( V" . p u e s . La j u s t i f i c a c i ó n d e e s t e t r a ~ .n a . . l a ' c o n e x i ó n a n í m i c a d e l o s h o m b r e s q u e c o o - p e r a n e n e l mismo. P e r o e s t a c o n e x i ó n e n un s i s t e m ñ ' s e m e j a n t e no .. . que . i b. n . . . S i n embargo. . . e n f a v o r d e D i l t h e y .l i d. s o n c o m p r e n s i b l e s p s i c o l ~ g i c a m e ~ t ee. . . a . . co- mo l a v i d a e c o n ó m i c a .e de l a t r a s p o s i c i ó n de l a propia experiencia i n t e r na. . V I . d. . . e n m i o p i n i b n . no s e n o s o f r e c e n i n g u n a a r g u m e n t a c i ó n concluyente de e s t a congruencia estructural e n t r e psique i n d i v i d u a l y sistemas.o g. l a est r u c t u r a d e l ? i s t d m a e s a. a. . a. . n . . . . Por t a n t o .. su. l e. e l a r t e y l a r e l i g i ó n p e r m i t e . . . . . . .constitución e s t r u c t u r a l p r e s e n t a r á l o s r a s g o s . q u e part. l a d op a r e c e p r o c e d e r . de l a experimentada en l a relación interpersonal. i m p. en Último a n á l i s i s . .e r. e . .. . r u c t u r a p s í q u i c a . formas de interacción e n t r e indivi. . . . en v i r t u d de SU hornocjeneidad. - - . . a . . en d e f i n i t i v a una conexión 157. S i n embargo. . p e .

l . . l a r e l a c i 6 n i n t e r n a que g u a r .c o.. . u n a r e l a c i ó n e n suma s i g n i f i c a t i v a con las "grandes objetividades históricast1.. p. -. . m. . d e l proceso cienti'fic'o. s i n o a t r a v é s . d e . c o n s t i t u i d o p o r e l entrecruzamiento de s i s t e m a s o b j e t i v o s . e . j u n t o con l a u n i d a d d e l a personalidad. comprender. l a s c u a l e g d e e s t e modo. l a comprensión.vi'duo-. . ial. l. . p e r s o n a e n e l con- t e x t o d e s u c o n s i d e r a c i ó n h . d e l a armonía . ' cia interna.i s t ó r i c a ~ o h o ' t l ~ u n tdoe c r u c e n d e s i s t e m a s .c'ondiciÓn d e p o s i b i l i d a d p a r a e l l o g r o d e l a u n i d a d a r m ó n i c a d e l a . * - ' e n p r i n c i p i o . o s s i s t e m a s d e l a v i d a . . e n v i r t u d d e e l l a . o.e n c i. ' E s t a c o n g r u e n c i a . s o c --.m e. n. n o s e c o n v i e r t e n e n b a r r e r a s p a r a s u d e s a r r o l l o .s i -ó n.. a . . e l i d e a l c l á s i c o . E l indi. s i n o ' s ó l o l a p o s i b i l i d a d q n o s e o l ó q i c a 'de p o s i b i l i d a d q u e n'unc+a p u e d e h a c e r s e e f e c t i - va s ó l o mediante 'una i n t u i c i ó n inmediata. . metódicamente d i s c i p l i n a d o .a.e r. .. s u i n t . .. e n t r e i n d i v i d u o y sistemas e s una. . n . o c i a l e s a p a r t i r de l a e x p e r i e n .a r.ó n. í .r n.r e. en conceptos c i e n t í f i c o s . De e s t e modo t r a t a D i l t h e y d e j u s t i f i c a r . . .r e. d a n e n t r e s í y c o n 6 1 misrnb l o s d i v e r s . alcanzarla. l a a u t o - g n o s i s p e r m i t e tomar c o n c i e n c i a d e l a r e f e r e n c i a de l o s sistemas o b j e t i v o s a l a c o n e x i ó n d e f i n e s que e l i n d i v i - d u o e x p e r i m e n t a e n ' s 1 mismo. rnanheniendo a s í . mediada por e l s e n t i - d o .. i n. puede. .f i. - . d i a t a d e l o s sis'ternas s . a . s i n o e n c a n a l e s p o r l o s que é s t e pued e a l c a n z a r s e . a . afimmada e n p r i n c i p i o .i n t e r n a m e n t e e x p e r i m e n t a d o . .' una r e l a c i ó n v i v i d a .. En e f e c t o .

N. . o n. tam. .q u. l o.e . el . v a. f o r m a t i v o s ( g e s t a l t e n d e n ~ a c h te)" . i d. i d. . t o t . . o r. . si individuo comprende.n f. a .d e. i a. . e . .. a.d u. e l a r t e . La congruencia e s t r u c t u r a l e n t r e i n d i v i d u o y sistemas p e r m i t e t a m b i é n c o n s i d e r a r l a s o b j e t i v i d a d e s s o c i a l e s . . . i n. i .n c.y . Sólo l a aprehensión psicoló- gica de l a sociedad permite encontrar e l principio de l a pedagogía. (Ix'.n d. . é . m. D i c h a c o n g r u e n c i a c o n s t i t u y e tam- b i é n e l p r i n c i p i o fundamental de l a pedaqoqía d e Dilthey: llEl i n d i v i d u o es d e t e r m i n a d o y formado a t r a v é s d e l o s . . . .. ' i . S b r . . Ó.r -. e . las costumbres.n t . f. .r e.e s. . _ . 2Q7. e.los sistemas desde l a propia.a l. . c. .. a l. d . e s t o s c í r c u l o s vitales. mada t a m b i é n p o r l a p a r t i c i p a c i ó n e i n s e r c i ó n d e l i n d i v i duo en t a l e s sistemas. inserción. a l e m a n a f u n d a d a s o b r e 61: bién-l a llLa e d u c a c i ó n alemana p a r t i ó . .d . ' . ( x V I I I . _ .i e . e n t o d o tiempo d e l a i d e a d e que e l i n d i v i d u o s ó l o ' p u e d e c o n f i q u r a r s u v i d a como u n a o b r a d e a r t e adaptándose a la.). . pues. .. E l p r i n c i p i o de l a e d u c a c i ó n e s p r e c i s a m e n t e q u e l a s mismas f u e r z a s q u e cooperan e n l a configuraci6n de l a vida personal d e l ind i v i d u o han producido también e l e s t a d o .situaciÓn y l a s tareas de l a totalidadt1 ' . . i .expe- r . 1'82) d e l a e x i s t e n c i a humana i n d i v i d u a l .s t a a s u v e z r e s u l t a. q u e r e s i d e e n l a i d e n t i d a d ( ~ e l b i ~ k e i td )e l alma e n s u d e s a r r o l l o y l a s formas de l a v i d a h i s t ó r i c o - .en E l curso de s u d e s a r r o l l o es.. como l l p o d e r e s c o n f i g u r a d o r e s . y . r . d i s t i n t o s s i s t e m a s d e c u l t u r a a s í como a t r a v é s d e l a o r ganización externa. i v. f o. etc. i d. ' c. l a c i e n c i a . a l.s .

. 83 . p o r o t r o .l . -De a h í s u c r í t i c a a l a prdtensión nietzscheana de l o g r a r dicho d e s a r r o l l o d e s d e e l n ú c l e o t l a u t é n t i c o t t . . e l i n d i v i d u o p u e d e . . . -' Desde e s t a n o c i ó n d e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre.. . .í . . La l a sociedadtt . .e n ~ i i t h le a~ i d e a . g . . entreveradas. . a. l a s necesida- d e s s o c i a l e s y e l aumento d e l a capacidad.. s . . . . . m a n t e n i e n d o t a n t o s u p l e n a v i g e n c i a como s u n e c e s a r i a c o r r e l a c i ó n : .n t.m e. vinculada a su teoría de l a interacción social. . hombre. . e . de l a i'nteracción histórico-social l o s hombres . . . . s u. .o n. - n o c i ó n d e h i s t o r i c i d a d d e l .e .. . .i a. r. c .t e . . t o s y s e d i m. . . d e q u e e l d e s a r r o l l o d e l . l . f u n c i o n a l de l a sociedad? E l punto de:mediación e n t r e ambos l o e n c o n t r a - ba Dilthey en una "educación para . . l o s .tra p a r t e l a meta d e l desar r o l l o p e r s o n a l e n ' a r m o n í a c o n ' l a c o n e x i ó n y . . ( x . e s. En e s t e b u c e a r e n s u p r o p i o i n t e r i ' o r e n . n. . . S . n . esperaba D i l - t h e y mediar entr-e l o s dos grandes f i n e s de -la educación. : . .l a h i s t o ria.a c. e n t e n d i d a como " p l e n i t u d d e un d r n a t t ( I X . . l a v i d a . . no deformado p o r .a n. i o.. s o.no p u e d e c o n c e b i r s e más q u e . . d e l . . . . l a educación y muestra por o. entre . .l a profesiónn. . r a. '. .ó l. e l hombre no p o d r á e n c o n t r a r s i n o . . . .s t . hom- b r e i m p l i c a . . l a ' B i l d u n g ' . i n d i v i d u o .. . d e s u i n s e r c i ó n e n l o s Ó r d e n e s o b j e t i v o s d e l a s o c i e d a d .118). . 1 9 1 ) .d e .De adapta- dirigida a s í hacia y a l a s necesidades s o c i a l e s y l a e s t e modo. e . . . .-p o r u n l a d o .t e. C l e s . p r i n c i p i o r e a l q u e ' p o s i b i l i t a . s y c ~ e s ~ i v oess t. d a a l a s capacidades d e l individuo -y su desarrollo personald i v i s i ó n d e l tr'abajo. -busca de este' núcleo. c . . o . . .

. . en una s o c i e d a d c a r a c t e r i z a - da por l a división en.nto técnico. .adiestramie. . d e ¡a a u t o g n o s i s -de . . s e e n c o n t r a r á e n l a si- t u a c i ó n d e un t r a b a j a d o r q u e d u r a n t e t o d a s u v i d a se ocu- - . como v e r e m o s . . Pa- r a D i l t h e y . . v e p a r a e l todott8? s i n embargo.. . por muy p e r f e c t a m e n t e q u e l a d o m i n e . una condicihn p o s i t i - en v i r t u d de esa congruencia e n t r e es- v a d e l a misma- t r u c t u r a psíquica y sistemas mediante l a cual e l indivi. l a d i v i s i ó n d e l t r a b a j o n o r e p r e s e n t a b a un o b s t á c u l o de p r i n c i p i o p a r a l a formación armónica d e l i n d i v i d u o -más bien. :..- . ~ l . . .-. . - . mant e n i d a en 61 p o r l o s s e r v i c i o s de numerosas personas: q u i e n e n e l s e n o d e l a misma s e h a l l e p r o v i s t o t a n & l o de l a técnica a i s l a d a de su profesión p a r t i c u l a r . a._ dad social- con e s t e o b j e t i v o "La s o c i e d a d s e p u e d e c o m p a r a r a u n a g r a n m á q u i n a e n m o v i m i e n t o . . . . - . r q . p a r a c u m p l i r e s t o s o b j o t i - . . ..ll Dilthey señala l a vin- l a reflexión científico-fi- l o s ~ f i c aa c e r c a d e l a r e l a c i ó n e n t r e ' i n d i v i d u o y t o t a l i - -. . .r e l a c i ó n con l a . d u o p o d í a i n i c i a r . totalidad. . . La d i v i s i ó n d e l t r a b a j o p u e d e c o n v e r t i r s e . e l cónoclmle'nto 'de s u .. .a2 mismo t i e m p o " v i -. e n un o b s t á c u l o . . . . . - v o s . . P o r e l l o no h a d e . _ . . . .. . c o n f i g u r a r s u p e c u l i a r i d a d h u m a n a y .. . . . . - . . . . En l a ' I E i n l e i t u n g . e d u c a c i ó n p a r a l a p r o f e s i ó n d e b í a s u p e r a r e l m e .de actividad. s i n - - - . . . c u a n d o l a e d u c a c i ó n se embargo. .e n t e n d e r s e e n e s t e s e n t i d o e s t r e c h o esa e d u c a c i ó n p a r a l a p r o f e s i ó n a que se r e f i e r e Dikthey en s u s l e c c i o n e s de pedagogía. . . .mÚltiples ámbitos. ..c u l a c i ó n .. . . t r a n s f o r m a e n p u r o a d i e s t r a m i e n t o .. .

f u e r z a s que l a ponen e n movimiento y s i n t e n e r una i d e a de l a s o t r a s p a r t e s d e l ingenio y de s u cooperación en .edagÓgica que. gico: La primera. 1 1 ) . . unitario. . ~ e ? áun c ' e r v i c i a l i n s t r u m e n t o d e l a s o c i e . según d e s t a c a m o s . que p e r m i t a d e s a r r o l l a r fácticamen- t e l o q u e e n l a p r i m e r a c o n d i c i ó n s e p r e s e n t a s ó l o como f u n d a m e n t o . .u s o c o m p r e n d e r s u l u g a r e n e l c o n j u n t o d e l a s o c i e d a d . entre l a consideración histórica del - i n d i v i d u o y l a p o s i b . ambas c o n d i c i o n e s n o s o n a ú n s u f i c i e n t e s . E l i n d i v i d u o puede experimentar e l s e n t i d o de l o s sistemas. ' o l l o a r m ó n i c o y . d a d . dirigida-+ c o n s t i t u í a más b i e n u n a e x i g e n c i a p r á c t i c a individuo: l a necesidad d e una educación o r i e n tada filosóficamente. S i n . . e m b a r g o . a l a s " p r o f e s i o - Hemos d e s t a c a d o h a s t a a h o r a d o s c o n d i c i o n e s b á s i c a s de la'reconci1iaci"o. . d i m e n s i ó n q u e a d q u i e r e p o r o t r a p a r t e u n a más o m e n o s d e .' 3. 1. . . de c a r á c t e r filosófico-gnoseoló- l a congruencia estructural de individuo y sistema. p u e d e i n . l l m i s m a p o s e e tam- b i é n e s t a dimensión práctico-p. f i n i d a v i n c u l a c i ó n d e . y s k n embargo d e l c u m p l i m i e n t o d e ambas con- . . . . D i l t h e y se d i r i g i r á d e for. . . e l f i n t o t a l .' E I . c o n s t i t u í a u n momento e s e n c i a l d e l a a u t o g n o s i s . . . como p o s i b i l i d a d . c l a s e . . p e r o n'o u n Ó r g a n o ' q u e ¡a p l a s m e c o n s c i e n t e m e n t e l I (1.i ' l i d a d . - . ' . - . La'segunda . .c l -. d e s u d e s a r r. 'ma p r e d o m i n a n t e a l a s l i c l a s e s c u l t a s t 1 . L a l l E i n l e i t u n g .

en v i r t u d d e l por el cual carácter de l a interacción individuo-sistemas e .: l a h i s t o r i a . . ro. . . . . ' c o n f o r m a d o s . . . . e. d e que l a uniformidad d e l a s r e g l a s s i s t e m á t i c a s ahoglie. . - individuali- de las relaciones entre el individuo y e l entorno social. . . "ersida.d individual. ' . . . s i l a r e g u l a c i ó n s i s t e m á t i c a n o de- j a e s p a c i o p a r a una c o n f i g u r a c i ó n p e c u l i a r . s . . .-c"a1es -. d .c o n c e b i r s u r e l a c i ó n con e l entorno social.h u m a n a s y.. . reglas. . l a t e r c e r a condición de e s t a Ú l t i m a c o n s i s t e en l a e x i s t e n c i a d e una p l u r a l i d a d . e n t e n d . i d a como c r e a c i ó n y. l . . d i c i o n e s pueden s u r g i r indi. .. zada. e s t o es. e l i n d i v i d u o p a r t i c i p a en l o s s i s t e m a s con s u " s e r entero". . de l a personalidad. . s. . de la. a a r r o. . .. . . . i n. . . a. d i c h o e s p a c i o p o s e e u n a a m p l i t u d m u y v a riable. La u n i f o r m i d a d s o c i a l aumenta. .l o . . o.v i t a l e s r e p r e s e n t a p a r a l a r e f l e x i ó n p e r s o n a l y p a r a e l l o g r o de una r e l a c i ó n con l a t o t a l i d a d que no concluya e n e l s a c r i f i c i o de l a individualidad. i.. . .ecrecer. v a l o r e s . . 4' . . .n t. e . uniforme. . d e modo . .:por c o m p l e t o t o d a d i - ' . . Por e l l o . En r e a l i d a d . .e n u e v o s f i n e s . . r á .o c u a n d o uno d e e l l o s impone s u s r e g l a s a l o s demás. . . .'iduos . u a. . . . . y con e l l o d i s m i n u y e e l e s t í m u l o que l a d i b e r s i d a d y competen- c i a d e p e r s p e c t i v a s a x ~ o l Ó g i c a s . . . y d e h e c h o p u e d e a c e r c a r s e p e l i g r o s a m e n t e a l ce- Cuando e l número d e s i s t e m a s s e r e d u c e . y con e l l a l a d i v e r s i d a d de p e r s p e c t i v a s despuede e l i n d i v i d u o . . . . . . . . . . . a l a diversidad de v a l o r e s y f i n e s e x i s t e r k s en una sociedad t i e n d e d. d e. . . . c. está e x c l u i d a l a p o s i b i l i d a d de que d i c h o e s p a c i o redycido a cero. . d. S'in e m b a r g o . homogéneo. . . . .

.. se . . Ya p u d i m o s encontrar l a formulación de e s t a exigencia-en una etapa más t e m p r a n a d e l a e v o l u c i ó n d e 0 i l t h e y S 7 S ó l o a h o r a . . d i r i g i d a a l a organización s o c i a l en su conjunto. r c u l o s d e i n t e r a c c i ó n s o c i a l . de sistem a s . AS^ p u e d e h a c e r s e n o t a r cómo p r e c i s a m e n t e e n e l e q u i l i b r i o d e e s t a s f u e r z a s d e dominio. familia representa sobre todo e l elemento de l'a. . e n c u e n t r a s u l u g a r s i s t e m á t i c o como u n a c o n s e c u e n c i a p o l í t i c a de l a t e o r í a dil'theyana d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . l a a p t i t u d e n e l mundo k c o n ó m i c o . e m b a r g o . cia dirigida a l individuo. ella.felicidad . .. . y e n e l - . . e n l a m e d i d a e n q u e r e p r e s e n t e un e l e m e n t o d e l f i n supremo d e l a educación. r e l a c i o n a d a concretamente con e l segundo c r i t e r i o que d e f i n í a esta Ú l t i m a . . :. reconocimiento de su derecho y justificación. l a capacidad de s e r p r o d u c t i v o en f a v o r d e l t o d o en to- d o s s u s a s p e c t o s .. en l a c u a l é s t a se h a l l a por a s í decir s o l a frente a l a divinidad. L a s c o r p o r a c i o n e s ( ~ e m e i n d e n )re- p r e s e ' n t a " . . y con e l l o de s u b o r d i n a r s e a l a l e y y p e r f e c c i o n a r l a con mesura. s i n . La I g l e s i a t r a b a j a e n l a meta s u p r e m a d e l a p e r s o n a . . debe p a r t i c i p a r en personal.'La -.c o p o l í t i c a de s u pensamiento: "La r e g l a s u p r e m a es: t o d o c u e r p o s o c i a l . . . ~ . que c o n s t i t u y e n l a s o c i e d a d maderna. e . . . D i l t h e y l a formula ahora en e l ámbito en e l q u e s e e x p r e s ó c o n mayor n i t i d e z l a d i m e n s i ó n p r á c t i .. . .. n i d e una exigen- s i n o de una p r o p u e s t a p o l i - tica. d. . c í. e l e s t a d o . No s e t r a t a a h o r a d e una condición filosófico-gnoseolÓgica.

. d . . . . a .) en u n s i s t e m a d e -educación nacional que conceda independbncia relativa a l a s instituciones singulares y .i l a .e r . . . .ami. .( I . . . . . . d e s a r r o l l o i n d i vidual" (IX.de cómo s e p r e - t e n d e i n t e r v e n i r en l a r e l a c i ó n p r e s e n t e d e l ' a s f u e r z a s p a r a r e g u l a r l a . .o t r o . .d u. .l ' . . D i l t h e y continúa:. e . Y e n ' . . ca. a la's t a r e a s de l a t o t a l i d a d c o n s i s t i . E s t a ' t c o n s i d e r a c i Ó n a d i c i o n a l " p e r m i - t e a Dilthey conciliar e l c r i t e r i o general de e q u i l i b r i o e n t r e l o s s i s t e m a s con l a d e f e n s a d e l Estado: p u e s t o que d i c h o e q u i l i b r i o ha e s t a d o secularmente p e r t u r b a d o en Alemania por l a disgregación p o l í t i c a ' e n d e t r i m e n t o d e l d e r e c h o d e l ' ~ k t a d o . . también en e l p r e s e n t e c o n t e x t o encontra- mos u n a a m b i g ü e d a d s e m e j a n t e a l a q u e r e c o r r e l a c a r t a d e . . . .r a. . . .r. . d . ..e l momento p r e s e n t e e x i g e s u r e s t a - . e . S i n embargo.ento de l a h i s t o r i a . c i... e. a s.70. . c a. '. . .x . -. 9 . 1 . . . t .. . . t . descanda Este e n l a c o n s i d e r a c i ó n a d i c i o n a l . l . . . . m. n d.6 ). . l u g a r s e M a D i l t h e y i g u a l m e n t e : . . . . ... . c ' u a. . También yo c r e o que e l E s t a d o m i l i t a r p r u s i a n o d e b e perrnanece. . . 1 . o .e r . . . á c . o. c . ó n . . ..a r. . a l l í c o n c l a r i d a espués de defender * . e g u . .a l. . . n . ' f r e n t e a ~ r e i t s c h k e ' e lc r i t e r i o d e l e q u i l i b r i o e n t r e ¡os d i s t i n t o s sistemas p a r a e l enjuici.It con una f u e r t e u n i d a d monáfqui- ( D j ~ . . . . a m b i g ü e d a d q u e s e ma.2 9 1 ) . .1 . . . c i ó n p r á c t i c a ( d e l a configuración de l a individualidad y d e s u e n t r e g a . n i f i e s t a .N. D i l t h e y a ~ t e i t s c h k ed e l a R o 18. "Pero yo s e p a r o t o t a l m e n t e d e l j u i c i o histórico e l enjuiciamiento-p o l í t i c o del presente. d . . 237). . c o n e l l o p e r m i t a un l i b r e c a m p o p a r a e l . . . r í a -C. ."La c o n c i l i a --.

. . . L a misma a m b i g ü e d a d s e p r e s e n t a d e n u e v o e n e l ' .competencia de las naciones . c a p a c i d a d d e r e n d i m i e n t o d e l E s t a d o n a c i o n a l a l e m á n . l a . E s t a d o -en. .expansionista e imperialista" . . . '. . Herrmann 89 pretende. . . . delimitar . f e s t a r s e p a r a 61 en e l f o r t a l e c i m i e n t o d e l Estado. . . H e r r m a n n h a p o d i d o s e ñ a l a r cómo I1en l a s f o r m u l a c i o n e s d e D i l t h e y r e s u e n a con más o m e n o s c l a r i d a d u n t o n o e s t a t a l . mo t i e m p o l a máxima e s t a b i l i d a d " '(Ix. .. P l e posibilite al mis-. . S i n embargo. . l a s dos metas primordiales de l a educación.t o t a ¡idad. l a q u e D i l t h e y r e p r e s e n t a u n a o p i n i ó n g e n e r a l i i a d a d e l l i b e r a 1 . .n a c i o n a l . . .generales. . a romper . t e n d e r á d e h e c h 0 . y -no d e b e i m p l i c a r e ¡ t o d e l o s demás s i s t e m a s . -términos. - . imposibilitando a s í l a realización de una c o n d i c i ó n fundarnerital d e l a a r m o n í a i n d i v i d u o . . . - - . 198). en la..context-o:de s u s l e c ' c i o n e s s o b r e p e d a g o g í a ~ E 1i n c r e m e n - t o d e l a "capacidad funcionalu de l a totalidad. una d e h a d e mani. En s u e s t u d i o s o b r e l a p e d a g o g í a d i l t h e y a n a . . ese r e s t a b l e c i m i e n t o . En la ob)a d e 0 i 1 t h e y r e s u e n a n d e e s t e modo l a s vacilaciones y l a tragedia de l a burguesía l i b e r a l ale. . . en e l pensamiento o r i g i n a l de Dilthey f r e n t e a ciertas interpretaciones de s u s discípu- . . - .190 L a d e f e n s a d e l E s t a d o e s s ó l o u n momento d e blecimiento. l o que de nuevo t e n d e r á a I m p o s i b i l i t a r e n l a p r á c t i c a e l prinI c i p i o general de equilibrio: IfSu'rge a s í e l p r o b l e m a d e o r g a n i z a r una educación n a c i o n a l que a c r e c i e n t e a l máxi- mo. pana. . i s m o alemán.'dicho' e q u i l i b r i o .. sojuzgamien- e s t a defensa del . . . .. .... . .

' H e r r m a n n i n d i c a con razón q u e D i l t h e y n o p r e t e n d e p o n e r .?~ p o d í a menos d e h a c e r l o . . e n c a b e z a d a . . especialmente .en c u e s t i ó n e l c o n t e n i d o d e l individualismo. no s o b r e una d u l c i f i c a c i ó n más o m e n o s i n t e r e s a d a .a Bollnow y o t r a s i n t e ' r p r e t a c i o n e s concordantes. . v i d u a l i s t a de l a pedagogía de Dilthey.s. . e n un p e n s a d o r d e s u t a l l a . e x p a n s i o n i s t a n y l a d e f e n s a d e l i n d i v i d u a l i s mo. y f r e n t e a l a l l a m a d a l t ~ i l t h e y . . s i n o s ó l o su 'unilateralidadig? Fren- t e a Nohl. Herrmann d e s t a c a l a v e r t i e n t e p r á c t i c a e h i s tórico-smci-al d e l pensamiento de Dilthey. llevada a cabo . . . . . En m i o p i n i ó n .frente a l a interpretación antiindil . . Herrmann no d e s c u b r e n i n g u n a c o n t r a d i c c i ó n e n t r e ese "tono e s t a t a l . . F r e n t e . . . .e l p e n s a m i e n t o d e D i l t h e y q u e d a n f u e r a d e s u campo d e v i s i ó n en a r a s de una recuperación a c t u a l de Dilthey. .p o r Nohl. s i n o s o b r e e l i n t e n t o c o n s c i e n t e de r e c o n s t r u i r su pensamiento en su complejidad y rique- . S i n embargo.~ c h u l edne pedagogía. .o . . e n t r e l o s que no p a r e c e adver- t i r grandes diferencias: nRetroceso y a h i s t o r i c i d a d tien e n l a misma c o n s e c u e n c i a . p o r ~ o l l n o w . . . . . l a s sombras y l a t r a g e d i a h i s t ó r i c a s o b r e l a que s e l e v a n t a . Su i n t e r p r e t a c i ó n s e m a n t i e n e e q u i d i s t a n t e d e l r e a c - c i o n a r i s m o y e l marxismo. ..-y._. . . . . cualquier reflexión presente sobre l a actualidad de Dilthey. cualquier diálogo c r í t i c o con s u obra h a d e proceder. . Pero 91 a h i s t ó r i c a igualmente peligrosasH d e e s t e modo. a h i s t ó r i c a (!) e l anacronisms y l a utopía son formas fenoménicas d e l a conciencia . . s i n e m b a r g o .

l a entre- l a I1acciÓn a l s e r v i c i o d e l t o d o t t . . . é s t e d e l a h i s t o r i a d e l p e n s a m i e n to. d é . d e s u épo- c a . M i c r í t i c a a Herrma-nn n o p r e t e n d e m i n u s v a l o r a r l a exactitud y finura f i l o l ó g i c a de su trabajo: . .ttclásica". q u e comprender s u i n t e n t o de j u s t i f i c a c i ó n d e d i c h o ideal. ! .s. .a m. . c i. . .m u l t i p l i c a d a . e s e n c i a l m e n t e c u a l i f i c a d o -como bien sabía- e l propio Dilthey por l a r e f e r e n c i a . . ga a f i n e s universales.aigamb. . i c. . y.e n. . . .l a s convicciones ideológicas. qué parece dis- t i n g u i r a ~ i l t h e yd e c u a l q u i e r t t c o n c i e n c i a t r á g i c a u . . a d. r o t .e de armonía e n t r e individuo y totalidad. . . r e c í p r o c a de t e o r í a y pra- xis. b .o t. S i l a t e o r í a d i l t h e y a n a d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l se h a l l a c u a l i f i c a d a p o r e1 i d e a l . a s p e c t o s que. p o r o t r o camino: como o s c u r o t r a s f o n d o s o b r e e l q u e ' d e s t a c a y s o b r e e l q u e h a y .-\ S i l a formación armónica y omnilateral d e l . n o . . q u e D i t t h e y d e s t a c a b a e n s u s e s t u d i o s s o b r e e l ltmovimient o a l e m á n t t . e n e l t e r r e n o d e l a a c t u a c i ó n humana. u s. . e s - ' t a Ú l t i m a s e hace valer. i n d i v i d u o comporta. .n . se s i t ú a más b i e n e n e l t e r r e n o d e l o s p r i n c i p i o s d e i ' n t e r p r e t a ciÓn y d e .c o n i n t e n s i d a d . a c. v. c.. i l. s. como c a m i n o h a c i a l a r e c o n c i l i a c i ó n c o n l a totalidad. . . <. . z a . . s i n embargo. . d e j a n d e t e n e r c o n s e c u e n c i a s hermenéut-i- c a s e n u n á m b i t o . l a defensa y justificación de dicho i d e a l en u n a é p o c a -que se p r o l o n g a . como.p e. .' : . . ' . i t r. a. q u e e x p r e s a n i g u a l m e n t e l a s d e s u c l a s e y l a s . s i n embargo. c: i o n _e .i é . o n e s .

s e a f i r m a s o b r e un d i v o r c i o c r e c i e n t e . . e n t r e formación p e r s o n a l y . . .. .'. c'ión h i s t ó r i c o . E l l o c o n d i c i o n a t a m b i é n e l c u r s o pos- t e r i o r de s u evolución: e l camino c o n d u c i r á .c r i s i s d e l o s i . . l . t h e y a n a e n t o r n o a l a .D i l t h e y . c . .a l a c o n c i e n c i a d i l . e n e l pen- s a m i e n t o p o s t e r i o r a . s t r a .c i.61' q u e " e r t e b r a S" te-or-ía de 1 5 interac. .. . . . . n u . . e n e s p e t i a l d e aqu. n.s o c i a l : lidad y totalidad. . . d e a l e s clásicos. . l a : q u e .e s.u e. .s e. e n l a . .s sistemática^^^ . . n.. d e l a a c c i ó n d e l individuo son cada vez menores. i n e v i t a b l e conc i e n c i a de l a escisión entr'e l a i n d i v i d u a l i d a d ~ c u l t i v a d a y u n mundo c ó s i c o y m e c a n i e a d o . .. . . pues. . . h a c i a 1 a .c o. . a . e . .otalidad humana y socialg2. adquiere : u n c a r á c t e r p r o g r e s i v a m e n t e .t. e n . . t r á g i c o . l a reconciliación de individua- . . E l siguiente capítulo d e m i t r a b a j o e s t a r á dedicado. .

. . -.. . c a d e - . e l "real- c e d e l a p r o p i a i n d i v i d u a l i d a d p o r e 1 s e n t i m i e n t o d e l derecho a v i v i r l a propia vida" Giordano Bruno e l pensador (lbid. . p a r t i r . t a l estamoi de acuerdo con é l . a un c i e r t o t e m p l e v i - opuesto a l dualismo c r i s t i a n o . .' .. . .o t r a . . e n p r i m e r l u g a r . noción connota varias determinaciones. - . EL I D E A L H U M A N O Y L A C R I S I S . . En. Esta escurridiza \ i n t e r n a m e n t e rela- A p u n t a . - . c a r t a a Yorck h a b l a D i l t h e y i g u a l m e n t e d e " l o h e r o i . .. e s t a m o s con to- d o s . . . .a n a l i z a r . S : c h l e i e r m a c h e r : llTambiÉn e n e l s i g u i e n t e . . . Se h a E l l o no s i g n i f i c a que s e l a h a . La f i l o s o f í a e s u n a . . E l tema del%eroísmon recurr'e con c i e r t a . . porque l o ..de l a v i d a . h i s t ó r i c o s y h e r o i c o s . . r e f i r i é n d o s e a Plon- t a i g n e s e ñ a l a Dilthey su I1preferencia por l o s sentimient o s v i r i l e s y a l e g r e s " ( 1 1 .. .s u j e t o en s u s r e l a c i o n e s .' . e l .p u n t o f u n d a m e n - '. . e s t o es.. 436. 4 2 9 ) . . . . .7 e s c r i b e D i l t h e y a l c o n d e Y o r c k a c e r .). .a c c i ó n que e l e v a a c o n c i e n c i a el¡=. c o y . . v i t a l i d a d " ( D Y . d e . . . 247). . E I . . En 1 8 9 .CAPITULO QUINTO. . corno. y e x t r a e r internamente l a s consecuencias que r e s i d e n en .. cionadas.r e l i g i o s o e n l a n a t u r a l e z a humana". . . P e r o s i n duda e s p k r s o n i f i c a d e modo más . .. s i g n i f i c a ' q u e h a y q u e r e v i v i r l a e n s u s f o r m a s. d e . . . . tal. l o ~f i l Ó s o f o s m i s t i c o s . f r e c u e n c i a e n e s t a e t a p a (1890-1900) d e l pensamiento de Dilthey. .. . ' y piensa hasta e l final l a vida. 11.

. . . e n s e g u n d o l u g a r . 436-7. . l a vinculac i ó n a l a t o t a l i d a d y l a e n t r e g a a f i n e s o b j e t i v o s que sobrepasan l a l i m i t a c i ó n de l a e x i s t e n c i a individu. h e r o i c a .. . .c o n l a que e x p r e s a Bruno mejor que ningún o t r o pensador e l sent i m i e n t o v i t a l d e l Renacimiento. m. Se t r a t a de afirmar l a vida en su plenitud. y e n t e r c e r . inmensurable v a r i e t a s rerum. l l h. S i n embargo. En e s t e a s p e c t o . d e l a_ . nace en 6 1 l a c o n c i e n c i a ren a c e n t i s t a d e l a b e l l e z a e s p l é n d i d a d e l mundo. . j e d e !!pen- sar l a v i d a h a s t a e l f i n a l " . s i n o t a m b i é n el' p r o t Q s t . 1 ~ - g a r ...i n . . e r o í s m o l l : " . e l h e r o í s m o s i g n i f i c a e l c o r a . . . . u n.a n t e l e p a r e c e n sof o c a r e s t e sentimiento heroico de l a vida. u l.a n. EI. t a n profundamente s e n t i d a p o r C a r d a n o . d e ' p e n e t r a r e n e l l a y en- t r e g a r s e a e l l a s i n temor a l a s consecuencias d e este .llevando e s t a consideración inmanente h a s t a s u s Ú l t i m a s consectiiencias. e s t e . a t o d o l o t e r r i b l e y l o b e l l o que se h a l l a ' c o ñ tenido en l a vida. un s e n t i d o e s t r i c t a mente inmanente d e l s i g n i f i c a d o y e l v a l o r de l a vida. . .E l . p l e n o.al. c i e n c i a f i l o s ó f i c a 10 e n c a r n a l a p a s i Ó n . . No s ó k o e l e s t i l o d e . d e l a v i d a p r o p i a i n d i v i d u a l d e cada p a r t e d e l universo" (11. t o. 429). .int e n t o . - . c. v i - d a c a t ó l i c o . Como u n a a n - t o r c h a a r d i e n t e y luminosa. de l a in- f i n i t a . p. 11. c. en e l s e n t i d o de a q u e l l a "resignación!! gozosa que c a r a c t e r i z ó a Goethe. . .o n . L o !!he- r o i c o " c o m p o r t a . . . e l nheroísmoll comporta también l a c a p a c i d a d d e acomodar l a p r o p i a i n d i v i d u a l i d a d a l a c o n e x i ó n d e l a s cos a s no producida p o r e l l a .. t e. .

. 4 7 9 ) . nentes. 11. y. e i g u a l m e n t e c o n f o r m a r e n s í mismo u n a s o - l i d e z y f i r m e z a . de l a e n t r e g a a l a s grandes o b j e t i v i d a d e s que exceden a n u e s t r a e x i s t e n c i a " (11. 4 8 1 . . 3 '. y q u e s e r á n d e s p u é s H (11. . . unas veces entusiasta y o t r a s veces serena. . E l t e m p l e h e r o i c o s i g n i f i c a f u n d a m e n t a l m e n t e . -. .. . . . . Final- .-.. . - . e l v i v i r p l e n a m e n t e n u e s t r a e x i s t e n c i a p a r t i c u l a r en su propia c o r r u p t i b i l i d a d y l a ' dicha. a d a p t a c i o n e s s e n s a t a s d e l á n i m o h e r o i c o a l mundo e x t e r i o r . 4 8 0 ) . por o t r a . SÓ- l o en esta e n t r e g a a las grandes obj. I g u a l m e n t e s e - AS^ a p r e n d e m o s a s o p e s ~ rl a f u e r z a impetuosa singular de n u e s t r a s pasiones por una parte. perma- que s u r g e n d e n u e s t r o acomodamiento y r e l a c i ó n f i r m e c o n e l mundo e x t e r i o r . l o s sentimientos sosegados.. . .de l a e n t r e g a a l a s g r a n d e s o b j e t i v i d a d e s que fueron a n t e s que n o s o t r o s . - . - . . . . i n t e r i o r q u e l e p e r m i t e e n f r e n t a r s e serenamente a l cambio c o n s t a n t e d e l a s s i t u a c i o n e s . . .. ñ a l a D i l t h e y más a d e l a n t e : 11. . en oposición a una conducta reqida por motivaciones e q o í s t a s o u t i l i e En e l c o n t e x t o d e u n a e x p o s i c i b n d e s u p r o p i a tarias9? t e o r í a de l o s a f e c t o s s e r e f i e r e D i l t h e y a "la d i c h a de las t r a n q u i l a de l a s situaciohes de vida constantes. .. l a orientación de l a propia vida por prin- c i p i o s i d e a l e s que l a sobrepasan en qrandeza. . con todo esto.etividades puede e l i n d i v i d u o d e s a r r o l l a r s u p e r s o n a l i d a d e n e l s e n t i d o "815s i c o t t de e s t e concepto.. 4 8 2 . e n cone'xión . en correspondencia armónica con l a totalidad. . . . . EI. E I . . .

. . . . En e s t e s e n t i d o . . . cen y envejecen. . . cómo l o s a s t r o s c r e - cómo s e c u b r e n d e . . . . . s i s t e m a s ' d e mundos c o n l a m a t e r i a e s p a r c i d a .) . . s u s e t e. . 4 8 2 . . por e l a l e g r e sentimiento de . . . Dilthey p r i v i l e g i a en e'ste orden d e cosas. . l o s ' f i l ó s o f o s n h e . r o i c o s l t c o n c u e r - d a n c o n ¡os fiiódofos ~tmísticosll. l a s o b e r a n í a p e r s o n a l ( ~ e l b s t h e r r l i c h k e i t ) l ~ ( 1~4~4 . 480). i c h a e s l a . . se d e j a t r a s l u c i r e l l a s i g u i e n t e caracterización de Lucrecio: "La c o n t e m - p l a c i ó n d e l . €1. L a v i s i ó n d e l i n d i v i d u o que e s c a p a z d e con- formar una s o l e d a d r i c a .> . p l a n t a s . l e y e s s i m p l e s . c h a s y l o s c o n f l i c t o s de s u época. a s . .s u s contemporáneos. . nutrido por l a -entrega contemplativa a l a conexión cósmica. l a forma e n que d e acuerdo con e l l a s se f o r m a n . . g r a n conexión de l a s ' c o s a s como u n o r d e n y r e i n o d i v i n o s u (11. e n medio d e l a s l u - de l a m e d i o c r i d a d va- d e s a r r o l l a n d o e n s í mismo u n mundo i n t e r i o r p l e n o d e s e n t i d o . . l a s t e o r í a s que t e s t i m o n i a n este "heroísmo1'. u n i v e r s o i n f i n i t o . En e l a c u e r d o d e D i l t h e y c o n l o s f i l ó s o f o s " m í s t i c o s . . . h i s t ó r i c o s y heroicosll resuenan con c l a r i d a d t o n o s a r i s t o cratizantes. . . .) . . . . . p r o d u c e n y . 11. . .M. Yorck p e r c i b e c o n c l a r i d a d e l a c e n t o a x i o l ó - g i c o que r e c o r r e l o s e s t u d i o s h i s t ó r i c o s d e D i l t h e y en e s t a época: ItPuedo s e n t i r c i e r t a m e n t e u n a p r e f e r e n c i a n a c i o n a l ( a l e ' m a n a . m e . . . . C. . entrega f i l o s ó f i c a o r e i i g i o s a a l a . . . r n. . t a n t o en l a a c t i t u d t e ó r i c a como e n l a s c o n s e c u e n c i a s p a r a l a f o r mación d e l i n d i v i d u o . lila f o r m a s u p r e m a y ' ú l t i m a d e e s a d . c í a d e . potenciada:. n t e . . .

. . . . 4 d . . . . a .e . l l e n a de nostalg i a p o r . muestran. D i l t h e y ke . . a d. .d e. €1. .e ' . .a n. . . d e este e s p e c t á c u l o l e h a c i a ' p e r d e r de v i s t a l a s i n t r i gas p o l í t i c a s y l o s pobres í d o l o s d e 'su pueblo. s . r r. d e me. 1 a . . 6 1 .s . o . . . d a s l a s r e l i g i o n e s . l a contemplación . . . por e l centimiento heroico de l a vida y de . . . .g r. . "n mundo a n i m a l y h u m a n o . l. su r e l a c i ó n con l a i n t e r i o r i d a d burguesa..e a. .s a. .. . con s u s pasiones. l e o común a t o . \ . . . . n o s p r e c i o p o r l ' a masa 95 En e s t r e c h a r e l a c i ó n c o n e s t a v a l o r a c i ó n d e l o h e r o i - c o . . . . .o l. a t r a v é s d e l j u i c i o h i s t ó r i c o de Dilthey. . .a n. d . .e d. . 11. . . . . fundado en l a conexión creadora de . La l i b e r a c i ó n a t r a v é s d e l a .contemplación. En s u ' a d m i r a c i ó n p o r ' l a s g r a n d e s i n d i v i d u a l i d a d e s histáricas. . a pesar de-sus frecuentes declara- c i o n e s c r í t i c a s c o n t r a . . m á s a l l á d e l a i n s i t u c i o n a l i z a c i ó n y e l dogmatismo p r 3 s i t i v o r e l i g i o s o . o . por e l esplendor. . s e r e m o n t a n a u n n ú c . inmanencia. . . . . u. . . . d e s hombres9$ acerca a Nietzsche.u'n mundo d e e x i s t e n c i a s s o b e r a n a s .l l . . . . . la . c a s i siempre trágico. q. . desatadas. . . y p o d e r í o .. p r i v i l e g i a D i l t h e y e n l o s e s t u d i o s h i s t ó r i c o s d e es' t a época a q u e l l a s tendencias f i l o s ó f i c a s y teológicas q u e . . e l e v a c i Ó n d e l ánimo que r e s u l t a d e e l l a . t o d o e l t r a j í n de e s t a s e x i s - t e n c i a s i n d i v i d u a l e s e n e l a n c h o . . r o. 319. d e d e s a g r a d o p o r l a m a s i f i c a c i ó n y u n i f o r m i z a c i ó n s o c i a l . t e a t r o r o m a n o s e empeq u e ñ e c í a d e s d e l a p e r s p e c t i v a c ó s m i c a n (11. y hasta l a misma v i d a i n d i v i d u a l c o n s u s e d d e g 0 c e . l.

-11. e n "la a l t a c o n c i e n c i a ' d e l a c r e a d o r a n a t u r a l e z a humana" ( I b i d . 1 4 5 ) . . que p r o d u c e t o d a s e s t a s f i g u r a s d e l a v i d a r e l i g i o s a " (11.erante. a .t a. . ..'. me. . Lutero ha d e estar.oeh- . . e.e.~C. . h. . d e d i v e r s a s mediacibnes. . f o sistem6tic0. gioso. . fundamento de l a vivencia de d e b e e s t a r más p r e - L u t e r o opone a t o d a ga- r a n t í a i n s t i t u c i o n a l de l a g r a c i a s ó l o l a "confianza per- ' . . .universal^. . W e i g e l y B.l t. Y o. a a¡ . d.. 1 2 2 ) . k p e r c i b. . ) .. s e n t e en l a a c t u a l i d a d que Kant.)L a i n c l i .. . . Yorck opone a estas tendencias religiosas y teológicas. 1 0 9 . c i.v a - l o r a c i o n e s que e l s i s t e m á t i c o (i. D. Est'a a c t i t u d t e o l ó g i c a t i e n e ' s u c e n t r o C u e r a d e l a t e o l o g í a . h a l l a e n Denk y F r a n c k . s i e m p r e op. . r c. l a s corrientes de l a "religión natural". m. . mán d e s o b . la$ .. a . - .p o r e l s e n t i m i e n t o a l e .i a a x i o l ó g i c a p r e s e n t e en'=¡ t r a b a j o d e Dilthey: "He t e n i d o l a impresión d e que el d e s a r r o l l o d e l a s i d e a s d e l a u t o r .. a t r a v 6 s . e n l a medida e n que ese t r a b a .) D i l t h e y como f i l ó s o - l i m i t a r í a n ( D Y . . teridencias d e " t e o l o g í a t r a s c e n d e n t a l n o ltteísmo reli. . c . f i l o s o f í a .N.e n. t. l a n a t u r a l e z a . e n. . .j o l a s expres3. s escuelas' que t r a t a n de a l c a n z a r t r a s t o d a s l a s fórmulas. . - . y. r e l a t o s y dogmas o f r e c i d o s l o humano-divino d e l alma. i . p r e s e n t e (. . . e. . . t r a s c e n d e n t a l .. S c h l e i e r m a c h e r como p l e n i t u d e s h i s t ó r i c a s + como s o l u c i o n e s s u f i c i e n t e s e n l o e s e n c i a l t a m b i é n p a r a e l . ' s. y c o n d u c e .. . l l e v a r í a a Lessing. n j u i.'. . h u. € 1 .a n. e. n a c i Ó n . . . e r a n & a p e r s o n a l l e h a b r í a l l e v a d o a u s t e d a-. . Se ' C o o r n h e r t y B o d i n . d e s i g n a c i ó n q u e a b a r c a i t t o d a s a q u i l l a . . f e protestante. . . e. .Kant. .

g u i e n t e modo l a m e d i a c i ó n p r á c t i c a d e s u noción de autognosis: "La v i d a r e q u i e r e . a " E i n l e i t u n g . . a . . .l i . no e s p a r a m í tampoco l a ' t ' r a s ~ o s i c i ó n d e l ánimo' tie- n e . ~ i l t h e yr e s p o n d e a e s t a s o b j e c i o n e s ' d e l ' r e l i g i o s o . r e l a.b 6. . . . o . . b i e n r e l i g i o s a . . . e s t a p o s i c i ó n a l a m a y o r í a d e l o s h.a . etc. . H. su fuerza t e s t i m o n i a l n o v a más a l l á d e .. . n. . d e l a v i v e n c i a r e l i g i o . q . . e l desconocimiento.~ o r c k :"La p o s i t i v i d a d : d e l : y. . . una posición. s o n a l . " . d e l a forma d e f-e p r o t e s t a n t e ..a .. b i t r i u m . r i z a d e l s i . a r. .n . . un. m . n .ombres. .c i. S i l a r e l i g i ó n proporcion a . b i e n f i l o s ó f i c a m e n t e .p a r a m í l a f u n d a r n e n t a c i ó n d e s u dere.'el . con l a v i n c u l a c i ó n d e c l a s e q u e l e es p r o p i a .u e . 146). . c u l t a s . pa. una forma d e l a m i s m a que. l a muerte. . carac- t e . . . r u . t r a s l a d i s o l u c i ó n d e l o s dogmas. 1 .ne__cesitan.. . e. . de l a conciencia.8 9 . . . n o p u e d e f u n d a r s e en l a iinaiLaciÓn e s t r i c t a m e n t e p r i v á d a . p a r a p o d e r s o - p o r t a r l a .D i l t h e y . . 1. . l i. c. e . cristianismo. e s t e i n d i v i d u o n ( D Y . n a z c a d e l a refiexión1196 E n e s t e c o n t e x t o hay que e n t e n d e r t a m b i é n l a orientaciÓn'pedagÓgico-práctica que i n f o r m a l a o b r a de D i l t h e y .cho en l a mera v i v e n c i a r e l i g i o s a ' de l a ' p e r s o n a i n d i v i d u a l . c. .enfermedad.n . . l a s c l a s e s . ' l a defe'nsa d e l ámbito e s p i r i t u a l . s .. e s p í r i t u e n e l s i g l o X V I I w Yorck v u e l v e a .. u . l u e g o . D.o s. i ó. .i o.s a. . . d a t o Ú i t i m o . b r. .j o . .' b.". s ó l o e s t á e n D i o s . r a e l s e g u n d o tomo de 1 . En u n a é p o c a c a r a c t e r i z a d a p o r l a e s c a s a f u e r z a d e l a s c o n v i c c i o n e s r e l i g i o s a s . Con r e s p e c t o a l e n s a y o I1El s i s t e m a n a t u r a l d e l a s c ' i e n c i a ' s d e l .0 .

e . e . e l. . s .o e n l a f i l o s o f í a trascendental. l . al leer e l t r a b a j o de Dilthey. ' .. l. . el: . Cin. .e n.c a s o d e l . l a. t h. socinianos. e n un p r i m e r momento a l a i d e a d e r e l i g i ó n n a t u r a l .b r . . . .embargo. como e n e l . y.a n. n .u t. s a l v o cuando éste va unido a l a tendencia teológico-trascendental. f r. . ó .f r . q u e se e l e v a e n g e n e r a l h a s t a un j u i c i o d e f i n i t i vo.e ' . E s t a v a l o r a c i Ó n .m o. dado en el e s t u d i o e x t o de l o s datos históricos" fun- (DY. c i.i 1. . m i e n t e n d e r l a s p r e f e r e n c i a s d e Dilthey. . ..amente e i i n t e l e c t u a l i s m o -aunque n o c o n c u e r d a tam- . . pues. . . e s t a ' v a l o r a c i ó ~t a n a l .a . s . E ñ e f e c t o .) c i e r t a m e n t e s e h a l l a n i n d i c a c i o n e s acerca d e l a i n s u f i cie. de cuya gran tendencia e l prhpio D i l . e n l a m e d i d a e n q u e ambos se f u n d a m . . a . b ú s q u e d a d e u n n ú c l e o c o m ú n a t o d a s l a s res i b i e n 1 l e v a . . s .Yorck r e l a c i o n a e l ' r a c i o n a l i s m o m o r a l c o n e l c a t o . . ~ .ncia h i s t ó r i c a d e aque1l. o .a . poco con Yorck'.n t.n e... se d e s a r r o l l a * 1ueg. pero pre- d o m i n a l a a l e g r í a p.or l a f i r m e h e r o i c i d a d . a l. . s . . . .h o l a n d é s C o o r n h e r t . . o . . . .e n.en s u ap.&a ligiones.a r. o n d e s e .a. E s p r o p i a m e n t e e n e s t a Ú l t i m a t e n d e n c i a d . v. . . : "€1 carácter h e r o i c o d e l r a c i o n a l i s m o moral e s s e n t i d o y c o m o c o ~ s e c u e n c i ae s c o m p r e n d i d o ( n a ~ h e m ~ f u n d e n (. o.elaciÓn a l a visrencia re1igios. .n t . D i l t h e y . t r i ' d e n t i n o . n . racionalismo moral (~rasrno.r a. no encuentro del. o . . 1 5 2 ) .d. t h e y se c o n s i d e r a continuador. . p a r a D i l t h e y " Z o d o s 1'0s d o g m a s d e b e n rerni- . o . . e. . no valora. s i t 6 a n. . arminianos). constibuye e l elemento personal en e l trabajo. e. s. t . precis.a a l l u t e r a n i s m o .n i. e .a 'posición d e fe'. ) . y. l i c i s m o ... e . s m .r a.

. p o s i - . en nuestra interpretación. l a concien- c i a d e l a .n a t u r a l e z a . sentido. e l además. humana e n s u s r e l a c i o n e s d e " v i d a " . Alguna vez f u e r o n esbozados en medio d e una l i r n i t a c i s n históricamente fundada. . l a ley. i n c l u s o en l a pro- Este punto. L a " c o n c i e n c i a d e l a h i s . .t i r s e a s u v a l o r v i t a l u n i v e r s a l p a r a t o d a v i d a humana. . l a norma. . 158). ' . toricidadl1 ha de . t e o l o g í a t r a s c e n d e n - . e l a t a q u e a l a m i s m a d e . . s u p e r i o r a l a s e n s i b i l i d a d y a l ent e n d i m i e n t o .. Pero rechazo-en éste l a aprehensión -intelectual d e l dogma. . d e l a h i s t o r i c i d a d e n g e n e r a l . Esta p r e d o m i n a t a n t o e n l a i n t e r p r e t a c i ó n e s p e c u - l a t i v a d e ~ e g e yl B a u r c o m o e n . tal. c e s cons'tituyen ciertamente. . . . enton- s i usted quiere. . h a s t a qué p u n t o l a i n v e s - t i q a c i ó n de D i l t h e y s o b r e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre posee un c a r á c t e r f i l o s ó f i c o . R i t s c h l y ~ a r n a c k " (D:Y.. . . fundamental será d i s c u t i d o y d e s a r r o l l a d o e n l o s próximos c a p í t u l o s . En e s t a p r o po.sición me a d h i e r o a l a t e n d e n c i a u n i v e r s a l d e a q u e l l o q u e d e s i g n o como t e í s m o u n i v e r s a l . . p i a autocomprejsiÓn de Dilthey.t r a s c e n d e n t a l . l a capacidad "configuradora".. . S i son l i b e r a d o s de é s t a . refrendada como c o n c i e n c i a d e creadora.. . .~esulta claro. s í misma l a i d e a l i d a d . e l v a l o r . por el conjunto d e l presente trabajo. . A l f a v o r e c e r e l r e t r o c e s o d e s d e l o s dogmas h a c i a l a f u e r z a c r e a d o r a d e l h o m b r e como s u s t r a t o v i v o d e l a . de l a e x i s t e n c i a y p o r l o t a n t o como conciencia de l a propia capacidad-de ésta para generar d e .entenderse en m i opinión.

d i l t h e y a n a : h e r o í s m o . . talidad. . .D i l t h e y s e reclama c o n t i n u a d o r . . quina. e s t o e s . . s o c i a l . En e s t e momento p o d e m o s a p r e c i a r c o n c l a r i d a d h a s t a . Y e n l a res- p u e s t a d e O i l t h e y podemos p e r c i b i r c o n c l a r i d a d n g s ó l o l a sentida . . . l a teología trascendentai prepara l a . . s e n o s a c e r c a n l a s ca- t á s t r o f e s d e modo t e r r i b l e m e n t e v e l o z . they. d i r e c c i ó n t r a s c e n d e n t a l de l a f i l o s o f í a alemana. . . plación. d e s p r e c i o p o r l a ma'sa y e l m e c a n i s m o soledad. Yorck a c a b a s u c r í t i c a s e ñ a l a n d o q u e " e l r a c i o n a l i i - desempeñad. dirección.iÓn . . ... . p a p e 1 .l o e s l o mismo- d e p r o d u c i r d e nuevo c o n v i c c i o n e s que l i b e - r e n a l hombre f r e n t e a l a masa s o c i a l que l e r o d e a . . .ligiosa. .^ s u .. . h i s t ó r i c a s des- . .o b j e t i v i d a d e s .\- que obsequiosa. c r i s i s de l a ind'ividualidad clásica. . . mez- socorredora. . . de l a conciencia general" (DY. . . y a h a s e r i a &te¡ectuala y moral d e n u e s t r a época. . ' charlatana. e s l o que n o s l l e v a a e s t a s c a t á s t r o f e s " (DY. . . . . 1 5 6 ) . . . d e l a personalidad i n d i v i d u a l d e s a f r o l l a d a en l a e n t r e g a a l a s grandes . .connotaciones. . . . defensa de l a "vida superiort1 d e l e s p í r i t u . . l a api-opi'ac. . < I . . f u n d a d a en l o i n v i s i b l e . . codiciosa. contem- . e s c r i b e : . l a f a l t a de f e de e s t a época. . s i n o tam- b i é n l a s . 1 5 5 ) . ' . . . . P r u e b a d e e l l o e s l a m i - mo. . . . . . "Tiene u s t e d razón. . . . . que e s t a Ú l t i m a a d q u i e r e p r o g r e s i v a m e n t e e n . y l e permitan encontrarse ante l a verdadera conexión de l a s ' c o s a s . . l a i n c o n s i s - tencia.s u incapacidad de mantener p . . . _ .. . . . ~il-. q u é p u n t o e l i d e a l d e a r m o n í a e n t r e i n d i v i d u a l i d a d y to-. . .tividad re. d e l a que .

. ' i n t e n t a j u s t i f i c a r e s e mundo d e ' l a g r a n c u l t u r a b u r g u e s a v i v o . . n o es c a p a z d e o b j e t i v a r . . Y s o b r e e s t e mismo s u e l o s e e l e v a t a m b i é n l a . Y así. . cadencia. . . . . vidualidad'vivencial - objetividad social. . . . Dil.l a d u a l l d a d i n d i .- pretensión de delimitar l a interacción específicamente histórico-social. . . a . l .9 .d q u e r o d e a a l a s g r a n d e s . . c o n c i e n c i a t r á g i c a d e s u de. s a e n r e a l i d a d s o b r e ¡a . '. . . . ' . S zan. . P e r o ' n o c. . . . d. tfasl-abada a l mundo humanq s i g n i f i c a p a r a Dilthey l a n e g a c i ó n d e e s t a f a c u l t a d y l a m e r a r e p e t i c i ó n d e l c u . de cancelación de l a .oncibe l o s s u p u e s t o s . . . . frente a l a in'terac. . e d. ' capaz de creaci6n de valores y fines. . a p e s a r de que s u obra no s e c o n s t i t u y e en e l t e r r e n o . . a ú n en s u obra. e n t r e p e r s o n a l i d a d rica y ' m a d u r a y m e c a n i s m o c a y s a l . . ne . . . . . . . . . . A l p l a n t e a r e s t e p r o b l e m a d e l a c r i s i s e n t é r m i n o s d e opo'sición e n t r e e l i n d i v i d u o e s p i r i t u a l m e n t e c u l t i v a \ d o y l a masa s o c i a l . s u mundo.d e l a c o n t e m p l a c . .r s o n a t u r a l e-n . S. individualidades.a pesar de su c o n s t a n t e esfuerzo de mediación. . En e s t e . . . su crisis constituye la crisis s i n más. . a . . . . .c. - .n . que. c a n . .iÓn c a u s a l m e c á n i c a . . . . las condicio- q u e l o h a n h e c h o p o s i b l e y l a s q u e a h o r a l o amena- A l no hacerlo. E l tema d e l a i n t e r i o r i d a d p e r s o n a l s e p l a n t e a a h o r a e n e l t e r r e n o de l a o p o s i c i ó n individuo-masa..i ó . . . t e ó r i c o como u n a c o n c e p c i ó n e 1 i t i s t a . . de ahondar e n l a s c o m p l e j a s r e d e s q u e l o s a t r a p a n a ambos. e .ocupa s u l u g a r l a -valciración d e l llheroísmo". c o n t e x t o .o l. . _ .they d e f i e n d e .. l a ' c o n c i e n c i a humana.

: .v e z más e s l a e n i g m á t i c a . . . . e . . e s t a v e z h i p n ó t i c a animalidad l a que d e c i d e según aquél s o b r e l a . . r a. . . e . L a a m e n a z a q u e p e s a s o b r e . .r á. AS^. d e r que se h a l l a e n e l h e c h o d e que s ó l o a h o r a las ' c i e n - . a. b ¡.r v .. . .ha s u r g i d o d e l a c o n v i c c i ó n d e que l a autonomía de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u y d e l conocimiento h i s t ó r i c o de l a r e a l i d a d contenido en e l l a s puede c o n t r i b u i r a e l l o .u p.n .d e. m i s m a . c i b e s u p r o p i a o b r a detxde l a s e n t i d a c r i - s'is d e l o s . . ' Ú l t i m a r a z ó n d e l a s i t u a c i ó n p r e s e n t e . a una v i t a l i d a d espontánea v'ictoriosa. e n e s p e c i a l d e l a i n d i v i d u a - . a u n a c o n e x i ó n 'nÓ f o r m u l a b l e i n t e l e c t u a l m e n t e . f a t u o s s o b r e l a c i é n a g a d e i a m a t e r i a l i d a d . . . l . . l o s fenómenos p s í q u i c o s concomitantes. . c o n s e . lidid. i n. . . e. . . . v i d a . A n t e a y e r ~ i l d e n b r u c hn o s l e y ó e'l Ú l t i m o f r a g - . . p e r o mos- . m i l i b r o . -:. D i c h o d e o t r o modo: e l mundo h i s t ó r i c o l l e v a . . . . . s u. .. La-. pues. . p r i v a d a d e es' p í r i t u . 1 3 l e y d e ¡a . .s c. . c i a s a p a r t i r d e l a p o s i c i ó n d e l s i g l o XVII. e s . u n d a d 3 e n . den p o n e r s e e n movimiento pa'ra s u p a r & qué f u e r z a s pue- este i n f l u j o . . m e n t o d e ( ? ) : uri'a . v a l o r e s c l á s i c o s . e s e l m o t i v o más i n f l u y e n t e e n t o d a l a l i t e r a t u r a a c t u a l . m e d i a n t e l a 'auioqno'sis. c i a s d e l a n a t u r a l e z a h a n e x t r a í d o l a s Últimas c o n s e c u e n .cuestión es. . . h a b ~ áq u e r e s p o n . . d e e s t o s f u e g o s . mismas : r a í c e s d e s u p l a n t e a m i e n t o . a e n e r g í a .i j d. .a s. . . p e. .e . d. . r a. La d o c t r i n a . . p e r m. a . . sobre todo. f . . . . .n . . D i l t h e y ' c o n . d. . s . . . d e . . l . . .se 'pregunta p o r l a . . . y.e l l o s se c o n v i e r t e a h o r a e n j u s t i f i c a c i ó n d e s u i n t e n t o d e fundameritadkón a u t ó n o ma d e l a s c i e n c i a 5 d e l e s p í r i t u : "Si'.t ó .. .i n.a c .

l a persona.logía trascendental constituye para Dilthey una f u e r z a h i s t ó r i c a que. . . 'cias del espíritu. . . 1 . .l a c r e a t i v i d a d y autonomía e s p i r i t u a l d e . en l a . c i ó n d e l s i g l o XVII". En e s t e c o n t e x t o podemos c o m p r e n d e k m e j o r e l s e n t i d o d e l a ' p o s i t i v a v a l o r a c i ó n d i l t h e y a n a d e l a t e o l o g í a 'trascendental: é s t a c o n t r i b u y e a p . en una c o n c e p c i ó n b i o l ó g i c a d e l hombre a l a que se s u b o r d i n a e l . a c c i ó n . preparando así las co. a l . . . h a c i a l a r e d u c c i ó n n a t u r a l i s t a d e las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . y . .ndiciones p a r a s u fundamentación u l t e r i o r .i d. t . . o n e r d e m a n i f i e s t a . .r e n t e a l a o r t o d o x i a y e l r a c i o n a l i s m o . d e s - trumentos científico-naturales. . l a p r i n c i p a l ame- E l n a t u r a l i s m o s e mani- f i e s t a p a r a D i l t h e y e n m ú l t i p l e s a s p e c t o s . Las tendencias naturalistas. . h a de a d q u i r i r d e nuevo v a l i d e z e l e v a d a y a u t o c ~ n s c i e n t e (~D ~Y .M. pudo e n f r e n t a r a esta t e n d e n c i a . o . .de l a c u l t u r a y l a sociedad contemporáneas. . r e s u l t a d o de "la posi- d e l "sistema naturalt1 de las cien- constituyen. pues. En p r i m e r l u g a r .) Subr. . e n l a vida individual. En ~ ' e s t e sen. . ( ~ i r k e n )r e c í p r o c a . tacar y e x p r e s a r con f u e r z a s i . . . l a t e o . . c o n d u c e f i n a l m e n t e a u n a E- l. ... . C. n a z a p a r a e l mundo e s p i r i t u . e n e l s e n o d e unos s i g l o s dominados p o r l a t e n d e n c i a h a c i a e l I1sistema n a t u r a l 1 ' . 156-7.nexiÓn s u p e r i o r d e t i p o p e c u l i a r y que s o b r e p a s a l o s i n s l a c u a l es n e c e s a r i o . f . u n a c o n e x i ó n huma. . y . . n a c r e ~ a d o r a ~ c o mfou n d a m e n t o d e l o s ~ r n i s m o s .t r a b l e analíticamente. más a l l á d e l a p o s i t i v i d a d d e l o s d o g m a s .

t i. . . d e l a. _ . . s o - ' .inestabilidad social e l 'hecho d e q u e "el p r o g r e s o d e l e s p í r i t u c i e n t í f i c o n a t u r a l h a c o n d u c i d o a l a c o n c e p c i ó n d e l hombre c o m o . .1 s. que D i l t h e y i n t e r - E s preciso reconocer que c i e r t o biologismo h i s t ó r i c o s e h a l l a en l a base de' algunos teóricos. d e l moderno s o c i a l i s m o . . c o n s i d e r a d o como p r i m e r a c o n d i c i ó n de l a situación de inseguridad e. c . en c o n c r e t o . . ó . . 1 8 9 0 . . . entre otros. arte . . .' . u n ' . Spencer. . . . . . l a t e n d e n c i a n a t u r a l i s t a c o n s t i t u y e e l fundamento .z a e l máximo g r a d o d e adaptación p o r m e d i o de su inteligencia y de moralest1 . . Haeckel: "' ' e n . c o n t e m p o r á n e o s d e D i l t h e y . . . . . . .n s e g u n d o .. . en e l q u e l a t t e n ~ i g . e.E l animalismo está -representado en e l -. . . .s u s l e c c i o n e s .de l a o b r a d e . . a r t e f r a n c é s p o r B a l z a c y Dumas y . E¡ como b l f a c t o r Ú l t i m o q u e d e t e r m t n a ' l a v i d a h u m a n a . i .c a. La v i n c u l a c i Ó n . . E l n a t u r a l i s m o s e m a n i f i e s t a e. p r e t a como u n c r a s o m a t e r i a l i s m o . en l a actualidad 'una . a n i m a l i d a d l . . . .. ser a n i m a l . . . . . . . . . . l u g a r con g r a n i n t e n s i d a d en e l t e r r e n o d e l a r t e . . - . d e l año . q u e . mundo histórico. ) 'hábitos SUS 1 4 ) . más a l l á d e é l . .o. .. . s i. a t r a v é s d e l a s f u e r z a s mokrice's que r e s i d e n e n é l y e n s u m e d i o a l c a n .p n.t i . . palabra reden-tora . . ' p a r a l a miseria moral d e l a s c l a s e s i n c u l t a s ( b i l d u n g s l o s e n ~ l a s s e n ) . . c a. n. . . . . representada. . (x. D i l t h e y h a b í a . . 1 6 ) . . . d e c l a s e . a. . . .m á. . .e r. .d > l t h e y r e s a l t a con c l a r i d a d e n l a medida e n q u e c o n s i d e r a e l n a t u r a l i s m o como u n a t e n d e n c i a s i t u a d a en l a base d e l o s movimientos d i r i g i d o s a l a r e v o l u c i ó n social. . s o b r e É t i c a . . p o r T o l s t o i e IbsenI1 ( x .h. d. . . por ~omte.

e. como f u n d a m e n t o s u y o l a s ' Ú l t i m a s c o n s e ~ u e n c i a sde u n a t e n d e n c i a c i e n k f f i c o .o . p a r t e de l o s socialdemÓcratas. . a d o . . a l. l d. r a. . c o n s t i t u y e n momentos d e un e n t r a m a d o . y e n t r e ambas y l a amenaza r & v o l u c i o - n a r i a d e l a d e s t r u c c i ó n d e l E s t a d o . . s e o p o n e F r o n t a l m e n t e " a l romo a n i m a l i s m o . Te- PO= é s t o s han (son) discípulos prácti- c o s d e Cpencer.i l a s e l e c c i ó n . .m . . y e s t o . l a r a l sumamente podercosa. E s t e " p u e d e u t i l $ z a r . entonces también ia regulación d e l a s formas de l a v i d a s o c i a l puede f u n d a r s e solamente s o b r e e s t o s supuestos" (X. i a. amenaza revolucionaria. ..e n un E s t . e s t é s i n o sobre l a obediencia. . Y a r c k . d e l a p e d a g o g í a de. . S.n a t u .h o m b r e h a n d e c o n s i d e r a r s e t a m b i é n como l o s Únicos p r i n c i p i o s . . . . . masa y m a s i f i c a c i ó n s o c i a l . . . q u e e s t á c o n s truído s o sobre intereses. p a r a l a s transformaciones de l a sociedad. s o c i a l d e m o c r a c i a . mecanismo n a t u r a l y c i e g o e n e l hombre. t e c t a r s e claramente e s t a vinculación e n t r e naturalismo y socialdemocracia. s i 6 n e i n c o m p r e n s i ó n d e D i l t h e y p o r e l s o c i a l i s m o e s abs o l u t a . AS^. . . . . 15). l a aver. . . . socavando l o s cimientos.. . con cuyo coneepto d e c i e n c i a han operado" ( D Y . a. P . ... e m a l l á de e s t o . ..Spen- cer. .o c. c i. l a h e r e n c i a . . . c. mo q u e s e . y En l a c o r r e s p o n d e n c i a e n t r e ~ i l t h e ~Y o r c k p u e d e ' d e - - . a . . ..e r . o b t e n i d o un g r a n é x i t o e n H a l l e .' 111). n a. .. y n o sólo En m i o p i n i ó n . . Naturalismo. más . a n i m a l i d a d d e l . . La t e n d e n c i a ( a c t u a 1 ) d e l a e d u c a c i ó n e s e l f o r t a l e - c i m i e n t o d e l e g o í s m o . . .

. . p. señalado en este capítulo. d e. mo u n a . . f .. una ética d e l a s consecuencias o d e l é x i t o . como hemos un ' i m p o r t a n t e elemento axio. a s.estudios históricos. .. Su é t i c a y s u psico¡ogía t o s mot-ivos una. . 11. . e s t e llheroisrno" comporta c o n n o t a c i o n e s t a n t o a n t i - c a p i t a l i s t a s como a n t i s o c i a l i s t a s . n . . t r. S i n embargo.i e. a s í co- en e l con l a a s c é t i c a cuyo r e s u l t a d o Último e s precisamente una Er- f o l g s e t h i k . conceptos fundamentales. . 11. . . E I .r e l a c i ó n c o n l a " m í s t i c a " q u e c o n t r a s t a . n. . m. h .l a s consec u e n c i a s d e l n a t u r a l i s m o no se d e j a n s e n t i r s ó l o e n l a vida social y cyltural. . en términos de Dilthey.s a. n. . . . lógico en sus . d e los f i n e s y l a s r e a l i d a d e s i n t e l e c t u a l e s . s i n o también en l a organización . l t. . el . que r e p r e s e n t a . 2 4 5 . como u. . . SUS También. . 1a'Gesinnungsethik'ueberiana contiene elementos de heroísmo de l a voluntad y de l a s convicciones. . que motiva de forma n e g a t i v a y s o b r e e l que s e d i b u j a s u i n t e n t o de fundament-ación autónoma d e l a s c i e n c i a s e n f r e n t a r á n a es- d e l e s p í r i t u .t e. .n .D i. . En l a m e d i d a e n q u e e l c a p i t a l i s m o e s t a m b i é n p a r a D i l t h e y un r e s u l t a d o d e l "sistema n a t u r a l n d e l s i g l o X V I I ( c f r . o . i e. . . . .o n. . p a r a D i l t h e y -y p a r a Yorck.n t.o . l a é t i c a u t i l i t a r i s t a . .conexiÓn o r i g i n a r i a v i v i d a que c o n s t i t u ya e l f"ndamento d e l a " v i d a s u p e r i o r 1 1 d e l e s p í r i t u . . l o s valores. . e. .. 254). A l u t i l i t a r i s m o y a l n a t u r a l i s m o D i l t h e y opone e l "sent i m i e n t o h e r o i c o de l a v'idaH.e y. . .pe . . p e r o a r r a i g a f i r m e mente e n e l s u e l o d e l a c u l t u r a burguesa alemana. d .ej. p : r e. +marco de mundana. . es decir.

_ . 1 4 2 ) . con r e s p e c t o a l . 1 0 5 . Porque l a t o l e r a n c i a jamás y -. . . - . . 11. . s i d e r a .e l E s t a d o no p u e d e l i m i t a r s e a d e l -Estado. ~ ~ u a l m e n tsee -ñ a l a D i l t h e y e n s u r e s p u e s t a q u e " e s t a d e s e s p i r i t u a l i z a c i ó n ( ~ e e l ' e n l o s i ~ k e i td)e l a v i d a e s t a t a l se h a h e c h o i n s o p o r t a b l e " p i r i t u a l i z a c i ó n ddl Estado. .). .ecanisrno a j e n o a l o s v a l o r d s r e l i g i o s o s y morales. .viene a a r r e b a t a r a l m a d e l c u e r p o e s t a t a l " (11. .. por primera vez. c i e r t a aver- a l a institucionalización de l a relig. . E I . en l a s . . . . De e s t a . . . s e r "una u n i d a d j u r í d i c a y p o l i c i a l n ( D Y . p e r o s i n ser I1indiferente. . . R o g e r W i l l i a m s " ~ a ' d o c t r i n as a n g r i e n t a . d e l a p e r s e c u c i ó n . '-. . ." d o c t r i n a r a d i c a l y n e g a t i v a d e l a l i b e r t a d " dis-. .situarse. l a doctrina rad i c a l y n e g a t i v a de l a l i b e r t a d de c o n c i e n c i a que s u r g e d e e s a f a l s a s e p a r a c i ó n d e l i n t e r i o r d e l hombre c o n r e s p e c t o a sus a p o r t a c i o n e s c i v i l e s . c o n s t i t u y e t a m b i é n u n a c o n s e c u e n c i a ne- . d e u n n ú c l e o común a t o d a s l a s r e l i g i o n e s . . . . 1 1 7 ) . .'. . . criatianisrnol' bid. . . . e n u n m. resuena. por c u e s t i o n e s d e c o n ~ i e n c i a ~D ~ i. . . . . . . Debe t e n e r u n d e r e c h o cultural. L a d e s e s - s u transformación en una m a q u i n a r i a . . . i n - f l u e n c i a d e h o m b r e s como C o o r n h e r t s e d e b e q u e l o s P a í s e s B a j o s se c o n v i r t i e r a n e n l a m e t r ó p o l i d e l a l i b e r t a d de conciencia y de prensa. . . . 1 4 1 ) . sl y que . . P a r a Yorck. . t h e y c o n . n.iÓn.entrel a s i g l e s i a s r . . .siguientes palabras: "A l a . . por p a r t e de l a t e o l o g í a t r a s c e n d e n t a l . q u e " e s - t e e s c r i t o representa. . . . sión a l clericalismo. t i n g u e D i l t h e y s i n embargo l a t o l e r a n c i a que se d e r i v a de l a búsqueda. . (DY'.

d e . En una c a r t a a l conde Yorck. entre . A m i entender. h a s i d o c o n q u i s t a d a s i e m p r e c o n t r a e l l o s n (11. . s a r d e s u a p a r e n t e d i f e r e n c i a . .. n i n g u n a p a r t e h a ' .q u. .o .. d e l a s c o n d i c i o n e s f u n d a m e n t a l e s dd l a r e c o n c i l i a c i . como s a b e m o s . u n E s t a d o a j e n o a ¡a . L a p o s i c i ó n d e D i l t h e y e n t o r n o a e s t o s t e m a s p u e d e esc l a r e c e r s e a t r a v é s de s u correspondencia. que e s p r o p i a d e l o s impulsos s u r g i d o s en l o s d i s t i n t o s s i s t e m a s d e c u l t u r a . - . . c l. 1 0 9 ) .individualidad y totalidad: el equilibrio entre l o s derechos de l o s d i s t i n t o s sistemas de l a vida social. . S i n e m b a r g o . . : . : ' . .l o.. s i n . s e t r a t a d e d o s . á r. . . c o n ' . La c o m i s i ó n e n c a r g a d a d e l mismo h a b í a p r o p u e s t o a E r n e s t Adam v o n W i l d e n b r u c h y G e r h a r d Hauptmann. i g o s. . u n a .. . t u r a n o e s c a p a z d e c o m p r . l a s y d i s p o s i c i o n e s q u e a h o g a n l a l i b r e actividad social. a pe- . 96-7. : . . d o . . - ' Con e l l o s e s o c a v a b a . D i l t h e y s e r e f i e r e a l a s v i c i s i t u d e s que rodearon l a concesión d e l premio S c h i l l e r de literat u r a e n 1 8 9 6 . p e 1 i g r . . . u n .a u t o n o m í a . .. .. . . E s e a ñ o e l p r e m i o e r a d o b l e . _ _ _ . tul- n o s e s t r e c h a m e n t e r e l a c i o n a d o s : . L o s e s t u d i a n t e s . y s e c o n v i e r t e e n t o n c e s e n un conj u n t o d e r e g .. . s u r g i .de l o s s i s t e m a s c u l t u r a l e s . s . . e n . e n d e r 1 9 " e c e -s a -r i a. Ó n . . o más a m e n a z a d o r q u e é s t e l o c o n s t i t u y e e n l a A l e m a n i a guil¡errniria l a intervención d i r e c t a d e l o s p o d e r e s p ú b l i c o s e n e l d e s a r r o l l o .fenÓme. e_ . 11. . . . La b u r o c r a t i z a c i ó n d e l a v i d a estat a l puede c o n v e r t i r s e e n un o b s t á c u l o par's t o d o a v a n c e espontáneo surgido de l a sociedad. € 1 . . . . .

. . . d e b i d o a q u e ¡a& t e n d e n c i a s k o c i a l & s ' d e . D i l t h e y se s i t ú a consecuentemente d e l lado de l o s estudiantes. . . d e s p u é s d e r e f e r i r s e a s u m a l e s t a d o de salud. c u l t u t a l e s f r e n t e a l a b u r o c r a t i z a c i ó n d e l a v i d a tul1 . En e f e c t o . . . d e l lado de l o s i n t e r e s e s . . t u r a l . va f i n du I s i e c l e i n c o n c e b i b l e m e n f e e n t r e v e r a d o c o n e l f u t u r o 1 ' (DY. . . t i v ó q u e ambos p r e m i o s s e o t o r g a r a n a . . .' . . a l g o q u e mue- a s í l a s Ú l t i m a s p r o f u n d i d a d e s d e l o humano. . h e y e s t a b a e n c o n t a c t o . . . . L a s p r o t e s t a s e i n c i d e n t e s s e s u c e d i e r o n . z a m b u l l i r s e un p a r d e d í a s e n . . ' l o s que D i l t . . l a i n t e r v e n c i ó n d e l emperado. porque l o s e s t u d i a n t e s p a r t i c i p a n con entusiasmo en m i s l e c c i o n e s : p u e d o d e c i r l o p o r q u e u s t e d s a b e c u á n l e j o s me h a l l o d e l a vanidad. . Dilthey continúa: " E s una lástima. . . . . . . . . t a n caótico. No h u b o n a d a i g u a l d e s d e e l Re- nacimiento. S i n G u i l l e r r n o 1 1 mo- e m b a r g o . . s e h a l l a b a n a f a v o r . . e l mar s i n o r i l l a s y s i n for'ma d e l p r e s e n t e . . . . . . d e H a u p t m a n n . . La b u r o - cracia i n c a p a z d e gobernar b a j o l a c u a l estamos condena- . . . . . La raz6n d e e l l o r e s i d e e n e l advenimiento d e una nueva generacián con l a c u a l congenio. d e l a s p r o t e s t a s contra l a reglamentación d e ' l a vida heredada d e l p e r í o d o bismarckiano. . -- é s t e concordaban mejor con s u s p r o p i a s a s p i r a c i o n e s . . a l g o t a n informe. W i l d e n b r u c h .. Con r e s p e c t o a t o d o e l l o e s c r i b e D i l t h e y a ~ o r c k : I1Tiene u s t e d q u e v e r lo. . 228). . . En m e d i o d e l a s a g i t a c i o n e s e s t u d i a n t ' i l e s q u e p r e c e d i e r o n al a d v e n i m i e n t o d e l n u e v o s i g l o . . . .

s o c i a l e s s i q u i e r e n e x i s t i r " ( D Y . . . de t o d o s a q u e l l o s v a l o r e s r e p r i m i d o s p o r l a o r g a n i z a c i ó n c a p i t a l i s t a d e l t r a b a j o y. 1 . L a s e n s a c i ó n d e un. . a f í a d i l theyanas. i e. e . En e s t e c o n t e x t o d e r e o u p e r a c i ó n de l o "vivot1. s . que l a juventud ya no l o soporta.e r. l . E l v i t a i i s m o d e N i e t z s c h e e.a r. .r .ra y a un p o d e r real e n t r e l o s ' j ó v e n e s . s .t o. c i. n c. v. 98 D i l t h e y e x p r e s a con c l a r i d a d s u s s i m p a t í a s por estas . basadas sobre l a s nociones de 'vida' a l e j a d a s de toda veleidad mecanisista. d e u n a o p r e s l ó n .s t . n . naturalmente.se s i e n t e n profundamente h e r i d o s p o r l a i n t e r v e n ción d e l Kaiser 'contra su tendencia social: s i e n t e n que t i e n e n q u e s:er.o .. d e l volu- men d e e n s a y o s I1Das E r l e b n i s u n d d i e D i c h t u n g " a d q u i r i ó e l carácter d e una a u t é n t i c a "revelación1' . m o r t a l p e r e L o s e s t u d i a n t e s d e t e o l o g i a y l o s j ó v e n e s eclesiás-. d. u e. .l a .. za. t o. una minoría de celosos j u r i s t a s .a n. midi.de s u . d e l a s r e g l a s . o ~d e a v a n c s religioso. a. u. d o.a p r o f u n d a c r i s i s .d o. . c i a ' . l a h i s t o r i o g r . i . e n m e d i o d e l o s i m p u 1 s . por l a burocratización e s t a t a l sobreañadida a é s t a . l a. e n. d a s . e .. r . d e l a e s p o n t a n e i d a d v i t a l . c o m e n z a b a p o. s. d e. d e l o ttorgánico". . d . e . h. Excluidos. y 'vivendebían s i n d u d a e n c o n t r a r u n e c o d e s i m p a t í a e n t r e l o s j ó v e n e s estudiantes berlineses. . c a.o d. L a f i l o s o f í a y.t a.a q. h i. t i c o s .s a e x t e n d e r s e e n t r e l o s e s t i d i a n t e s -'e i n t e l e c t u a l e s a l e manesg7.p o r p a r t e d e un a p a r a t o b u r o c r ' á t i c o . p o c o s a ñ o s más t a r d e . p . l . a p.. aislados d e ' t o d o m o v i m i e n t o e s p i r i t u a l a c a u s a . l . i v. l a p u b l i c a c i ó n . m. r o. r . 228). . en Alemania.

' porque t i e n e n ' . .. m e n t a m o s a h o r a u n a v e z experi-' más e n l a c u e s t i ó n u ' n i v e r s i t a r i a que. p a r a e l i d e a l humano c u y a def e n s a y fundarnentacibn r e p r e s e n t a uno d e l o s m o t i v o s d e s u obra. .ns l. a. Y l o s conservadores y . d i f í c i l m e n t e d e j a r á n más t a r d e e n p i e mucho d e l o . P o r e l c o n t r a r i o . el partid'o nacional-libe- r a l s a l u d a r á n con j ú b i l o e s t e experimento. P e r o s'on i d e a l i s t a s . ' b a j o e l impulso d e l a e n v i d i a c l a s i s t a d e c o n s e j e r o s y sub- secretarios contra la situación de l o s profesores. . r e s u e l t a . . 214 . . descanse e n s í misma.' T e n d r e m o s o c a s i ó n d e e x p e r i m e n t a r q u e . Dilthey slente. . * l o s que se atreven'. : j 6 ~ e n e s . . C o n s t i t u y e n r e a l m e n t e u n a e s p e c i e t o t a l m e n t e nueva.. . .q u e v e y a f u e r z a D p y t a .que. ... ' . i n q u i e t o s h a s t a 10. d e e s t u d i a n t e s d e l o s p r i m e r o s s e m e s t r e s a q u e l l o s e n l o s q u e yo pongo a h o k a t o d a e s p e r a n z a d e un t i e m p o m e j o r . s . . más p r o . g e n ~ { ~ c i o ~ ee. . heredado. a l a burocratización y a l a masificación de l a existenc i a humana. y e l propio Dil- they siente vacilar las bases de su propia existencia: "Con p r o p i a m e n t e ' l o s más j ó v e n e s I ..se llev a r á a cabo una especie de experimento s o c i a l i s t a . l a burocratización d e l E s t a d o c o n s t i t u y e una amenaza p a r a l o s i n d i v i d u o s "que d e s c a n s a n e n s í m i s m o s n . . . a s í l o v e n t a m b i é n Wagner y S c h m o l l e r y e s t á n p o r e l l o d e acuerdo.er n i n g u n a e x i s t e n c i a autónoma.. s o n l o s p r o f e s o r e s u n i v e r s i t a r i o s e l g r u p o so- cial asediado ahora por l a burocracia. una generación audaz. .. . l a b u r o c r a c i a que n o s g o b i e r n a y a no e s t á d i s p u e s t a ' a recinoc. f u n d o . .

. y o t r o s semejantes ver.l a '-. _ .. . h a s i d o some- .La . . l a ne. . . v i e j a Alemania descansaba. q u e masa y g o b i e r n o : P o r e l l o es.. r e s e n t a l a p e r f e c t a . . e s p e r a n z a d e q u e l o s mismos Wagner.r e v e l a e l m a t i z nostálgico. . .Cus . . E s t a s e x i s t e n c i a s llincÓmo. L a i n d i v i d u a l i d a d h..ían así a c o r t a d a s s u s riendas. a ' y . . . p a r e c e r á muy e x t r a ñ o " 230-1). .de uno d e . pia. . . y o t r a s e x i s t e n c i a s incómodas. L a t o t a l i d a d v i v .a s i d o -e-n e i l a s a c r i f i c a d . .. .fi¡Ó. con l a f u e r z a que l e e r a pro.iÓn . de individualidad. . S e ñ a l e m o s q u e l a opo- sic. -juns o c i a l .. . s i s t e m a s . t i d a a l mec'anismo b u r o c r á t i c o . . . .a n t í t e s i s de- l a r e l a c i ó n armónica e n t r e i n d i v i d u a l i d a d y t o t a l i d a d so. . Ce comen- s o b r e ~ e ~ i s t e n c i a s ~ a u t Ó n o m a m e n ftuen d. . . . . a n . . con. .cia. . c r e a d o r que l e es propio.. . a d a s . . . ~ a r n a c k . . casi aristocratizante. . . . . . .. . .. c o n v e r t i d a e n "masaI1.masa-gobierno r e p . l a que y a t r o p e z a m o s e n e l tema d e l o t l h e r o i c o " -que en c i e r t o modo c o n s t i t u y e t a m b i é n un e l e m e n t o d e e s t a s e x i s t e n c i a s " q u e d e s c a n s a n e n si m i s m a s n . . . etc. (DY. e x i s t a aún una j'uventud que t e n g a que d e c i r a l g o que a e s t o s s e ñ o r e s gobernantes les. - . . . con e l c a r á c t e .das"..sofos . bueno que. " v i e j a Alemaniaw-: d e c o n c e b i r l a s relaciones entre personalidad y totalidad. a d e . .l a s o c i e d a d . t o c o n l a o p o s i c i ó n i n d i v i d u o autónomo-masa Todo e l l o . . . c i a l . S c h m o l l e r . . p a r a l a ' m e n t a l i d a d b u r o c r á t i c a p a r e c e n r e p r e s e n t a r un r e s i d u o amenazado d e a q u e l l a f o r m a ' l l c l á s i c . . z a r 6 a a c a b a r con e l l a s h a s t a que no quede o t r a c o s a m á s e n t o n c e s se h a b r á l l e g a d o a l f i n . . .. . . .pues. que informa s u noción s u r e f e r e n c i a a l l a época pre-indus- . . .

. . .. . no o b s t a n t e . .\ ll! Qué hombres t a n e x c e l e n t e s f u e r o n a q u é l l o s que e n t o n c e s lucharon por e l predominio d e P r u s i a desde l o s d í a s de l a I g l e s i a de San P a b l o . . a p r e s i o n e s estatales:. .) p a r t i c i p ó aún joven! !Y qué buenas luchas! Recuerdo aún con gusto a q u e l l a época. L a. E l l i b e r a l i s m o ale-'. e c i Ó y a p o y ó .lidad independiente como s u j e t o y s o p o r t i da a q u é l l a c o n s t i t u í a n dos aspec- t o s recíprocamente referidos. Y luego . . S i n embargo. autonomía d e l o s Órdenes cul. h a c i a 1900. . s ó l o unos tres a ñ o s desp. la . e n l o s que y a u s t e d (Haym. . D i l t h e y . cuando éste defendió l a orga- nización d e l e j é r c i t o d e l r e y Guillermo: l a Única época e n l a que yo e s c r i b í también a r t í c u l o s p o l í t i c o s . . n s a d e .. trialg9. . . e n f a v o r d e l " f l a c h t ~ t a a t b~i ~s m a r c k i a - q u e 6 1 mismo f a v o r . t a n g l o r i o s a p a r a nosotros y para e l partido.ués d e l a redac- c i ó n d e l a c a r h a n t e r i o r . . . como s a b e m o s . - . . mán s e h a b í a p r i v a d o .Lqué p o d í a o p o n e r s e a h o r a a e s t o s a t a ques de l a burocracia e s t a t a l al ámbito de l a cultura? En e l t e r r e n o p o l í t i c o . .e f e. . . . b i e n poco'oo. es d e c i r . ya en 1866. e s c r i b f a e n u n homen a j e a s u a n t i g u o c o r r e s p o n s a l y compañero de p a r t i d o ~ u d o l fHaym: .fl. d e l a s armas y l a ca- p a c i d a d p o l í t i c a n e c e s a r i a s p a r a f a v o r e c e r un d e s a r r o l l o 'de l a c u i t u r a n o sometid'o prende. .. t u r a l e s y l a defensa de l a individua. e n e l c o n - t e x t o d e l a t e ó r í a de l a i n t e r a c c i ó n . . que D i l t h e y n o p a r e z c a a d v e r t i r r e - l a c i ó n a l g u n a ' e n t r e l a o p r e s i ó n b u r o c r á t i c a ' y l a apues- ta nacional-liberal no.. Sor- - . C.. d . . En e f e c t o . . . . . . . . . ' . .

en e s p e c i a l e n l a Última e t a pa dé su obra. . l a c o m p r e n s i ó n d e l a . q u e D i l t h e y n o t i e n e como p u n t o d e re- f e r e n c i a una individualidad romantizante.l a. C. r e. e n f a v o r d e l más g r a n d e : ' nuestro pueblou ('XI. E l hombre s ó l o s e f o r m a a s í mismo. . n. como p'a- r e c í a . s a b i l i ' d apdo - . . . De a h í l a i m p o r t a n c i a que a d q u i e r e . p o s t e r g a r a u n o d e e l l o s . . . .e c. . u r. A l o p o n e r s e a l a b u r o c r a t i z a c i 6 n d e l a c u l t u r a e s c l a . e l estado. p a . . e . en c o n c r e t o . l a vida política y cultural. . . h i s t o r i a como f a c t o r . l . . . . ~ o .r t . a . . d. . o .'. . . . a n t e . . . . . . l a c u l t u r a y p a r a e l i n d i v i ' d ú o autónomo. r o . con e l E s t a d o . e . . . De e s t a . y . . a . l. á .sta e l f i n a l l a s i m p l i c a c i o n e s y s u p u e s t o s d e d i c h a crítica. l u. . .Que d e ' l a s ' c i r c u n s t a n c i a s d e l a m i s m a p u - el peligro para dieran derivarse consecuencias negativas.g e n e r a c i ó n .la ciencia. .r m. . p a r t i d o s e s u m i Ó .h e. .n .d v. . f o . '. l a p o l í t i c a d e Bismarck. . . como?abemos. e l arte. . de l o s dos o b j e t i v o s que l o animaban. desprovista de v í n c u l o s con l a t o t a l i d a d s o c i a l y. e .i r . . . . e r a a l g o d i f í . l t . . c i l d e v e r y d e a c e p t a r p a r a e s t a . l a unidad' y l a l i b e r - . .h e c h o c r í t i c a m e n t e . . h a. l a unidad de ~a e x p e r i e n c i a p o l í t i c a d e t e r - 225).- t a d de nuestra nación. . como hemos v i s t o . . a. u . s e d o t a d e una i n t e r i o r i d a d firme en l a entrega a grandes o b j e t i v i dades histÓricas. . l í t i c a . la minante Para' l a generación de Dilthey f u e fundación - d e l I m p e r i o . .. ' e. w r o n o p i e n s a ha. D . i.a ..-.e l. ñ t. a . . ~. . e s t e .del l i b e r a l i s m o alemán en e l proceso de burocraSe e n f r e n t a a tización d e . .. . i. r . . q. No e r a f á c i l q u e e 1 p a r t i d o . r n. n. . e n t o n c e s .e .

' . sentimiento de u n a ' c r i s i s no s ó l o p o l í t i c a . t u. o . las convicciones p o l í t i c a s . . o. ' .por l a d e s t r u c t o r a f i l o s o f í a d e l a p e r s o n a l i d a d y c o n t e m p l a n el' . d. . .a . e . a b u s c a r s e a s í mismo e n l a h i s t o r i a . l . el s i n o más hon- . . : é p o c a s . En e s t e mismo s e n t i d o opone a h o r a l o s s e n t i m i e n t o s e s t a t a les. . B i . V i s t o a s í . e s t á n p o r d o q u i e r e n ' t r a n c . d e 5 t e i n y .h a b e rn a d a más d i v e k t i ' d o q u e l a d i s o l u c i ó n de u n o r d e n p o l í t. . L . . a l a c u a l s i g u i ó des- d e l a R e v o l u c i ó n o t r a más p r o f u n d a . menzaba a d ' e j a r s e nohar e n l o s ambientes . .i v .r s.iosos. . t a l como p o r e n t o n c e s c o . . a c.a l.a . . intelectuales: . . "Fúertes sentimientos estatales. .. p e r o a h o r a e l movi- m i e n t o s e d i r i g e c o n t r a f u n d a m e n t o s a ú n mucho más p r o f u n d o s y t i e n e u n p u n t o d e p a r t i d a a ú n más b á s i c o y más o m i l a t e r a l ~( ~D Y . q u. .a.l e. .ada d e l s i g l o podemos h a l l a r e n D i l t h e y e l p r o f u n d o m a l e s t a r . pues. como l o s t u v i e r o n l a s . t i.. e n l a ú l t i m a déc. . . mundo p o l í t i c o como un e s c e n a r i o . ico-sbcial m e n t ó por. . d. . n. . . al neorromanticismo de l a p e r s o n a l i d a d s i n vinculas. a c i ~ n ~ p e . v . . .y n o e n s u La c o n c i e n c i a h i s t ó - propio i n t e r i o r por introspección. . s y a r c k . . . al l.primera que s e f o r m ó e n l a Edad Media y e x p e r i vez a p a r t i r d e l s i g l o X U I una primera transformación en s u s fundamentos.e . l o o b s e r v o i n c l u s o e n l o s h o m b r e s más ' 'al.b j. 238). . l a mayoría de e l l o s e s t á n i n f e c t a d o s . -. . . n o p u e d e . . h 0 h b r e . . f o ~ r m . Así. r i c a e s u n a 'de l a s p r i n c i p a l e s d i f e r e n c i a s q u e D i l t h e y e s t a b l e c e r á e n t r e s u p r o p i a c o n c e p c i 6 n a c e r c a d e l hombre y s u autoconocimiento y l a concepción nietzscheana.d e d e s a p a r i c i ó n .e t .

.rma d e l a e n s e ñ a n z a s e ñ a l a Yorck' q u e .&ora l a m a s i f i c a c i 6 n .. Refi.Ón. i n t e r i o r i d a d p e r s o n a l . p a r a e l q u e l a s f u e r z a s rev o l . .sabios y el clero... sino Pero n o sÓ- tdrnbién p a r a l a al- La v e r t i e n t e conservadora d e . p e d a - g ó g i c a un i n s t r u m e n t o i m p o r t a n t e f r e n t e a l a c r i s i s . t a burocracia" (DY..n . r i é n d o s e a l a refIo. . 1 0 1 ) .etc. f r e n . " l a f i l o l o g í a e s t é t i c a ( p r o c a d e n t e d e Fr. como D i l t h e ..C. . P o r e l c o n t r a r i o .) t a l e n s e ñ a n z a es e x i g i b l e .. ha .) Lo q u e d e b í a e j e r c e r . que. ( ~ i l d u n ~ s k r a f t ) . y . . (.d a . u c i o n a r i a s r e p r e s e n t a b a n . . . p o r e l ' b i e n d e l E s t a d o . t a a h o r a h a s e r i r i d o d e . . mecaniza-ci. Yorck. .). O c u p a c i ó n c o n s i g o mismo e n l o o t r o (.. . 101-2). dl ae t r a s p o s i c i ó n . h a s . a c t i t u d y método h i s t ó r i c o ..) Partir del fuerza formativa etc. . bancar-rota en e l t e r r e n o educat i v o (. .. . . y del espíritu. . ~ a. .W o l f . elevación '. . B E c k h . ó . l a e n s e ñ a n z a h a d e a c t u a r p a r a Y o r c k como u n i n s t r u m e n t o d e c o n f i g u ración personal: "!Limitación de l a materia. i n f l u e n c i a ' h u m a n í s t i c a 'se h a degradado c o n v i r t i é n d o s e en i n t e r é s e s p e c i a l i z a d o . l a d e s t r u c c i ó n d e l a . A. d e un t i p o humano q u e e l p r o p i o D i l t h e y r e p r e s e n t ó : - ' e l mundo' d e l a g r a n c u l t u r a b u r g u e s a . l o para l o s . d e u n a f o r m a d e v i d a . d e l i n t e r é s . v e í a 'en l a r e f o r m a . (DY. . f r e n t e a l c i e n t í f i c o natural. l a . .Pl.t r. . . e n t r a d o s e n c i l l a m e n t e e n . i n t e r i o r i z a c i ó n d e l saber! todo de l a vida. .' t e a l a ltmiseria i n t e l e c t u a l y moralv de l a época. También. l a c r i s i s d e un mundo. en pocas pala- b r a s . a n á l i s i s verdadero.. e n herramienta" .

s e.e s t a s p a l a b r a s d e Yorck: . . i ~ a s . s . r e.r e . . del 125). Y e n l a medida e n que l a jus- t i f i c a c i ó n de t a l capacidad vertebra toda s u obra. t r. D i l t h e y i n s t a a Y o r c k a ' p r b s e g u i r s u s ' t r a b a j o s s o b r e l a r e f o . 125-6). aunque D i l t h e y n o e s I1un c r i s t i a n o e n s e n t i d o e s p e c í f i c o " . . . ~ a m b i é n e n e s t e Ú l t i m o campo' . . .i o.n . En l a r e l a c i ó n d e l a r e l i g i ó n en su capacidad configuradora d e u n a c o n. . l . .desligar e l c r i s t i a n i s m o de l o s e n i g m a s y c o n v i c c i o n e s Últimas y c o n v e r t i r l o e n un d a t o particular1I (DY. a di- un l l E r l e b e n l t i n - t e r n o d e p r o c e s o s que no t i e n e n n i n g u n a m a l o g í a con pro- . . l a.a . . .i ó. . ve Dilthey su valor. . t e c o n . . . . . s . . . o n s i d e r á n d o l e c a p a c i t a d o p a r a p r o p o r c i o n a r l a p r u e b a I1del v a l o r mundo h i s t Ó r i c o 1 I (DY. t e x t o e n u n a f u e r z a o p u e s t a a l a s mismas. é s t a c o n t r i b u i r á t a m b i é n d e modo i n d i r e c t o a f u n d a m e n t a r e l derecho de l a vivencia religiosa: "Si no e x i s t e l o que yo he llamado en m i l i b r o "conciencia metafísica" ferencia de toda metafísica científica. - . . .e s. le repugnan l o s i n t e n t o s d e ll. La " a c t i t u d y método h i s t ó r i c o f l se conv i e r t e n as'í e n e s . Y así. n t . . e.e . .. también p a r a 61 e l n a t u r a l i s m o s e h a l l a v i n c u l a d o a l s o c i a l i s m o y a l a s t e n d e n c i a s rev o l u c i o n a r . . u c. T a n t o Y o r c k como D i l t h e y v e n ' l a c u e s t i Ó n ' p e d a g Ó g i c a . c . . . v i n c u l a d a a l a r e l i g i o s a . con l a vivencia personal.e x i ó n e s p i r i t u a l i r r e d u c t i b l e a l m e c a n i s m o n a tural. . d e j a s e n t i r l a d. .l a. religión y l a interioridad del individuo. c . . . r m a p e d a g ~ g i i a l O 1 ~c. n e.l a c o n c i e n c i a h i s t ó r i c a se d e j a s e n t i r ' con c l a r i d a d e n ' . . d . .

del espíritu. mediante l o c u a l s e p r e s t a r á t a m b i é n un mayor r e c o n o c i m i e n t o .l t u r a l e s y s o c i o p o l ~ t i ~ c oqsu e s u b y a c e n a l o s aspectos de l a t e o r í a de l a ' i n t e r a c c i ó n s o c i a l d e s a r r o l l a d o s e n l o s c a p í t u l o s a n t e r i o r e s . p r e s e n t e c a p i t u l o l o s su- p u e s t o s c u . . d e s u o b r a r e s . s . . El desarrollo'consecuente de l a t e o r í a de l a i n t e r a c c i ó n y . s e h a c e n e c e s a r i o a h o r a p l a n t e a r un nuevo aspecto de dicha teoría: e l p a p e l d e l a p s i c o l o ~ í ae n e l s e n o d e l a misma . e n e s p e c i a l a l tema . r e : l i g i Ó n .a . O i l t h e y i n t e r p r e t a e l s e h t i d o de l a a u t o g n o s i s f i l o s ó f i c a . .ta. a g o s t a r s e y m o r i r f 1 (OY. e n t o n c e s . a l t a c o n c l a ridad en e s t a s 'palabras: "En t a l e s t i e m p o s s e s i e n t e do- b l e m e n t e q u e l a forrna=iÓn p r o f u n d a ( ~ e r t i e f u n g )d e l a s c l a s e s s u p e r i o r e s ~ 6 1 0p u e d e p r o c e d e r d e l a a u t o g n o s i s - filosófica. l a f u n d a m e n t a c i ó n d'e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i - t u e n e l c o n t e x t o de e s k a c r i s i s e x p e r i m e n t a d a e n s u época.. 1. l a p o s i c i . . d i r i g e e n p r i m e r t é r m i n o a e l e v a r e l p o d e r autónomo d e l a s ciencias. En u s t e d s e r v i r á d e modo más d i r e c t o a l a fundamen. c o n c e b i d a como . d e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre y d e l a r e l a c i ó n i n d i v i duo-sistemas. ' Habiendo d e s t a c a d o ' en el. i t a l r e l i g i o s a .Ón d e . En m í s e . desprendido de s u s r a í c e s . c e s o s n a t u . . .~d e . . 139). no puede s i n o 126). u n dato particular. L a v i n c u l a c i ó n d e c l a s e . .a l a v a l i d e z í n d e p e n d i e n t e d e l o s motivos religioso-moralesf1 (DY. Ó n v . r e l a c i Ó n c o n l a h i s t o r i a . r a l e .y s u .ci. .

. . men l a s s o s t e n i d a s . h e. . . a cabo una s i g n i f i c a t i v a y d e c i s i v a transformación d e l planteamiento trascendental. . D i l t h e y l l e v a r á . que resu- . t. a . P a r a . l t. Trataremos d e mostrar que t a l fundamentación no es psicolÓgica. el carácter fi- . derosos. c u a l c o n t r i b u i r á a s í e n un punto decis-ivo tigación. bibliogra- sino precisa. ' a l c o n o c i m i e n t o d e l a o b r a de. . f í. h . e s t r e c h a r e l a c i ó n mutua. n i s i q u i e r a solamente gnoseolÓgica -posiciones .a s . s i n embargo. D i l t h e y : .a c e r c a d e e s t e p u n t o e n ¡a .a . .sus'implicaciones en l a noción de h i s t o r i c i d a d nos per- m i t i r á a h o r a e n c a r a r e s t e p r o b l e m a c o n i n s t r u m e n t o s poy n o s c o n d u c i r á .o . el cual incluirá. o r. e l l o .t a e l p r e s e n t e - mente trascend'ental. . D i. e n. r í a d e l a i n t e r a c c i ó n d e l hombre c o n s u e n t o r n o . n . n i hermenéutica. . a u n o d e l o s ~ r e s u l t a d o sp r i n c i p a l e s d e l a p r e s e n t e i n v e s - l a . -1osÓfico-trascendental de l a fundamentación diltheyana d e l a s ' c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . en t e o r í a d e l conocimiento y teo- . y . . e n l a d i s c u s i ó n d e mismo.

e s t o e s .s s i g n i f i c a d o s . l o s hextos de l a "Einlei'tung. . .e s p i r i t u a l . m i opinión. . . n"ev0. . . que tenga en cuentq constantemente e l c o r o l a r i o . .c o m o o t c o s . . . HISTORIA . La l e c t u r a d e e s t o s e s c r i t o s me s u m i . .. t. ' . n i s t r ó una p e r s p e c t i v a d e i n t e r p r e t a c i ó n desde l a c u a l sobre datos a s í como l a a c u s a c i ó n c o r r e l a t i v a d e p s i - c 0 1 o ' ~ i s r n oh i s t ó r i c o . a p a r e c í a n b a j o . . . ." p u b l i - c a d o s r e c i e n t e m e n t e e n e l v o l u m e n XVIII d e l o s "Gesamr n e l t e S c h r i f t e n n .. . . lo interpretación adecuada d e l pensamiento de D i l - t h e y s ó l o p u e d e p r o c e d e r d e u n a p r 0 f u n d i z a c i 6 ~g l o b a l en s u desarrollo. . . . l a pretensión de fundamentar l a posibilidad y objetividad d e l conocimiento c i e n t í f i c o . CAPITULO SEXTO.. . . .og p o s t e r i o r e s . . En l a o r i e n t a c i ó n d e m i t r a b a j o e n t é r m i n o s d e l a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l han s i d o d e t e r m i n a n t e s l o s e s c r i t o s preparatorios de l a llEinleitunge. e s t o es. . Uno d e l o s más f r e c u e n t e s c o n s i . .a s í .!!tendidos. PSICOLOGI'A. . ....". . .. . E n . si s e t r a t a d e l a "Ein- c o n d u c e d e m a n e r a c a s i i n e v i t a b l e a maleny é s t e ha s i d o frecuentemente e l destino de l a o b r a d e D i l t h e y .. conjunto.. . . . .. .. avalada por m i propia exberiencia de trabajo. escri- .s t e en l a a c u s a c i ó n d e p s i c o l o g i s m o c j n o k e o l ó g i c o . . . .. psicolÓgicos. leitung. . . .. l a p r e t e n s i ó n d e f u n d a - . i n r n e d i a t o d e e s t a a f i r m a c i ó n es: l a l e c t u r a d e e n s a y o s a i s l a d o s -aun .Y AUTO-GNOSIS . ..

a l a l u z d e l a n á l i s i s d e s a r r o l l a d o has' t a á q u í . . h e c h o s p s í q u i c o s c o n c e b i d o s como u n á m b i t o con p r e n s i b l e d e s d e s í mismo y f u n d a d o e n s í m i s m o . . l . . . t . l a l e c . pudo ya s e ñ a l a r que e l camino p s i c o l Ó g i c o e r a p a r a D i l t h e y d e s d e e l p r i n c i p i o s ó l o un momento dent r o d e l t o d o d e s u i n v e s t i g a c i ó n l o 2 Y-. e n e f e c t o .h o.no como u n c a m p o d e s e n t i d o c e r r a d o . . . y q u e por e l l o puede e j e r t e r l a f u n c i ó n de fundamento p a r a e l S i n émbarqo.. a i n t e r i o r i d a d e s c o n c e b i d a como u n t l p u n t o d e c r u c e t t d e l a s i n t e r a c c i o - n e s d e l a s o c i e d a d . u . c u y o s e l e m e n t o s y r e l a c i o n e s p r o c e d e n siempre d e l "exteriorIt. .-a l d. . .r n. . e . . . j u n t o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u ? N u e s t r o a n á l i s i s cor d u c e más b i e n 'a l a c o n s i d e r a c i ó n d e l á m b i t o p s í q u i c o i n dividua1. . l . re . . . . . mundo h i s t ó r i c o y su conocimiento concreto . o . mo. . . e l ' c o n t e x t o de l a t e o r í a de l a interacción p r á c t i c a . ' e. . . e n . dotado de sentido pleno en sí m i s - s o b r e c u y o c o n o c i m i e n t o p u d i e s e e d i f i c a r s e e l con- . . . . ¿cómo p o d r í a D i l t h e y c o n c e b i r l a c o ~ un ámbito originario. . . s i n o como un I t e s c e n a r i o t 1 . . .t o . . .a r .. .c o. . . . que t u v o a c c e s o a l o s m a n u s c r i t o s que a h o r a s e p u b l i c a n e n e l v o l u m e n XVIII d e l o s " G e s a r n m e l t ~ S. s u . . . . . . . i. . . . . S i l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a e: u n a c a t e g o r í a c u y a funci:Ón n o p u e d e e n t e n d e r s e más q u e . s o b r e l o s . i n d i v i d. . . . . n . m b e. . . . t a l i n t e r p r e t a c i ó n c o n d u c i r í a n o a un s i m p l e dualiSmo de s i n o a una f l a g r a n t e c o n t r a d i c ci6n en e l seno de su obra.n . m e n. . Georg Nisch. s . .chriftenl'. .l .

.r a. . . . . l a . n i e n l a forma k a n t i a n a n i en l a forma e m p i r i s t a . o. . d e s a r r o l l o que d e l e s p í r i t u i n d i v i d u a l " (XVIII. el sentimiento jurídico. veracidad. n.u s . u . . p. s i n o ~ 6 1 0p r e c i s a m e n t e a t r a v é s d e l o s e l e m e n t o s m e d i a d o r e s históricos" (XVIII. a.n a. . n . . l a no p o d r í a de ningún modo f u n d a m e n t a r s e p s i c o l ó g i c a m e n t e como u n a m a g n i t u d constante. b l. .s p.n c i a . s i n o también de e s t a d o s d e hechos .n t o.. i c. . rnutba d e l a p s i c o l o g í a y l a h i s t o r i a c o n s t i t u y e un i m p o r t a n t e motivo en e s t o s escrito&. h i . .s t.c r . . . . o s. T a n t o s e g ú n s u c o n t e n i d o como s e g ú n s u i n t e n - s i d a d e s más b i e n u n p r o d u c t o d e l a s o c i e d a d h u m a n a y d e s u . . o . e . rico-soci-les \_ simples: h a s t a e n l a s r e l a c i o n e s a p a r e n t e m e n t e más incluso u n a r e l a c i ó n d e c o n t e n i d o t a n s i m p l e como l a d e l a t e n d e n c i a s o c i a l d e l a b e n e v o l e n c i a . % .225 . . . . para Dilthey. . . .ó r.. e . . 46).. .s t. . h i s t ó r i c o s 1 I (XVIII.m a.h o. e n e l d e s a r r o l l o d e l p e n s a m i e n t o d i l theyano.-fisiolÓgicas. l a p s i c o l o g í a se h a l l a constantemente r e f e r i d a . 8 ) . La r a z ó n d e e l l o r e s i d e e n l a ' p r e . . p.n e. . A s í .. u n. . de partida seguro para el estudio de l a cultura.s ex n c i a i n e l i m i n a b l e d e r e l a c i o n e s y c o n t e n i d o s h i s t ó - . . t. . a d. .p u. m a n i f i e s t o cómo. . r a. r . e - . . o s. Sin l a concurrencia d e l e s t u d i o l a. . . . . s i c o l o g í a n o p o d r í a p r o p o r c i o. . ' . 53). a' 1 a h i s t o r i a e n b u s c a d e l a i n t e g r i d a d d e u n c o n o c i m i e n t o q u e p o r sí m i s m a n u n c a p o d r í a a l c a n z a r . u . d.i t o. . o . .c u a l !no p o d r í a en ningún c a s o e x p l i c a r s e psicológicamente. . i c. L a r e f e r e . d. . . . l a n u e v a e s t r u c t u r a c i ó n d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u "es- t á c o n d i c i o n a d a p o r l a i n t r o d u c c i ó n no s ó l o d e l e y e s p s i col6gico. . s .

. . ¿qué s i g n i f i c a esclarecer el sentido. < . . . . . s i n embargo. e n c i a s d e l e s p í r i t u w (VI. de l a realia- propiamente no t i e n e s e n t i d o h a b l a r s i n u l t e r i o r a n á l i s i s en esos términos. u n a c o n d i c i ó n . u y. s i n o d e un nuevo p u n t o d e v i s t a u n i t a r i o . . E s n e c e s a r i o .t i t. E l c o n o c i m i e. lógico-histórico En e s t e p u n t o d e v i s t a a n t r o p o - e n c u e n t r a D i l t h e y e l a s p e c t o fundamen- tal de su aportación: "Lo n u e v o e n m i m é t o d o r e s i d e e n l a v i n c u l a c i ó n d e l e s t u d i o d e l hombre c o n e l d e l a h i s t o r i a " ( X U I I I . e s t a expresión. y comprenderlo a s í es absolutamente fundamental p a r a entender e l l u g a r de l a p s i c . . . . . . o l Ó g i c o. . s i n embargo. .. p a r a e l e s t u d i o d e l mundo h i s t ó r i c o . l t h e y mismo c o n s i d e r a r á " l a h i s t o r i c i d a d d e l a v i d a p s i q u i c a ~ c o m o" e l h e c h o más p r o f u n d o d e l a s c i . No s e t r a t a .. 3 ) . P e r o s e t r a t a e n e s t e c a s o d e un s e n t i d o ' d e l a .s o c i a l : e l coneurso de l a h i s t o r i a es en t o d o momento n e c e s a r i o . . . c o n s .s i c . c o n s t i t u i d o p o r ambas p e r s p e c t i v a s . que a t e n d e r í a n . p e r o nunca s u f i c i e n t e . d e u n nu-evo m é t o d o . expresión 'Ihistoricidad de l a v i d a psíquica11 alude a l hecho d e l a v a r i a b i l i d a d y de l a v a r i a c i ó n e f e c t i v a d e l psiquismo. . a l aspecto 'lindividualu y al aspecto "social" dad h i s t ó r i c a . E I . ..de a q u í * h i s t o r i c i d a d n e "his- torian? Ciertamente. de l a mera y u x t a p o s i c i Ó n d e ' c o n o c i m i e n t o s . . .humano a l o l a r g o d e l tiempo. la.. - . . . p. t a n f u n d a m e n t a l que D i . VI. No s e t r a t a d e u n a m e r a y u x t a p o s i ción de conocimientos. . 7). . . - .... n . e . 108. digámoslo así.t o . n e c e s a r i a . o l o g í a e n l a o b r a d e D i l t h e y . .

y que e l 'individuo. . es u n llpunto d e cruce" d e l a s i n t e r a c c i o n e s d e f u e r z a s hi. un p u n t o d e c r u c e y un . m é t o d o w t i i s t Ó r i c o . . h e c h o d e que l a v i d a p s í q u i c a . . y q u e a f o r t i o r i . p u e s . ._ . d u o es un s e r h i s t ó r i c o .a n t r o p o l ó q i c o " r e m i t e . de . que e s t a Ú l k i m a n o p u e d e n u n c a c o m p r e n d e r s e piar c o m p l e t o d e s . .n o ' p o d r á t a m p o c o ser- v i r d e fundamento e x p l i c a t i v o d e l a h i s t o r i a : . . c i d a d d e l a v i d a p s í q u i c a 1 1 s e mient'a p r i m o r d i a l m e n t e e l . .básico. una "fuerza". . p u e s .de l a h i s t o r i a no son en absoluto l a s fuerzas encontradas en l a psicoloqía individual y sus leyes" (XVIII. . . . . . r e c o r d a r a q u $ e l a n á l i s i s l l e v a d o 'a c a b o e n e l c a p í t u l o cuarto del presente trabajo. 6 4 ) . . . Nada.mismo es a s u vez e n e s t e i n t r i n c a d o sistema d e i n t e r a c c i o n e s .stÓrico-sociales. . Con'la expresión'. . ay que recha- z a r las deducciones psicolÓgicas a p a r t i r d e una plural i d a d de impulsos. .i n d i v i d u o m i s m o . d e s d e s u r a í z misma. . "Las f u e r z a s dinámicas. . como e l ."histori-. S i el indivi- e s t o es. e l p u n t o d e p a r t i d a hay que s i t u a r l o en las interacciones de l o s individuos en l a sociedad" (XUIII. . que no p o s e e s u p r o p i o fundamento-explica- t i v o e n sí misma.. s í misma. . . . . L a l l v i ' n c u l a c i Ó n d e l e s t u d i o d e l h o m b r e c o n e l d e l a h i ~ t o r i a ~e ~l . . .expresión a n t e r i o r derivado de o t r o más. . l l ~ i s t o r i c i d a dd e l a v i d a psíquica" s i g n i f i c a .. 111).. . . . a l o q u e a q u í h e m o s e s t a d o llamando t e o r í a de l a interacción social: --. . . . Hemos d e . más a l e j a d o d e l a s i n t e n c i o n e s y e l p l a n - teamiento de Dilthey que e l psicologismo.

. Tambi'én' l a psi'colo- g í a se ve r e m i t i d a a l nuevo punto d e p a r t i d a u n i t a r i o h i s tórico-antropológico. . tamp-oco l a . . . .M.s o c i a l . d e l a i n t e r a c c i ó n . p a r t i e n d o d e l i n d i v i d u o que v i v e e n i n t e r a c c i ó n c o n e l mundo e x t e r i o r y c o n l a s o c i e d a d a s c e n d e r í a h a c i a a q u e l l a s ve'rdades a c e r c a ' d e l ' hombre q u e e l cono. . . .de l a cien- c i a para l a historia y para l a vida activa sólo podría d a r s e e n u n a a n t r o p o l o g í a q u e d e b e r í a t e n e r u n a b a s e muc h o más a m p l i a q u e l a d e n u e s t r a p s i c o l o g í a . a l a t e o r í a de l a interac- l a psicología encuentra su propio. . e l e m e n t o .. . . . . . D i c h a a n t r o p o l o g í a n o e s t a b l e c e r í a l a a b s t r a c c i ó n "hombre a i s l a don.M. .h a n .dinámica'. . e s t o es. . s i n o justamente d e l nuevo punto d e p a r t i - da histórico-antropolÓgico. h o m b r e s y l a s i n v e s t i g a c i o n e s é t i c a s . h i s t ó r i c o . . . S u b r . .). C. . . . a n t r o p o l o g í a p u e ' d e s e r más q u e a n t r o p o l o g í a h i s t ó r i c a .' c i m i e n t o d e l o s . . . . . .). . e s t o e s . . . . . .s o c i a l . . . t e o r í a d e l i n d i v i d L o como s e r h i s t ó r i c o e n e l sentido anterior: " E l fundamento que esperarnos.papel y f u n c i ó n s ó l o e n e l s e n o d e e s t a c o n s i d e r a c i ó n . . 111. C. . e s t u d i a a l i n d i v i d u o como u n e l e m e n t o e n e s t a i n t e r a c c i ó n : "La p s i c o l o g í a y a no s i r v e a l a o c i o s a a u t o c o n t e m p l a c i Ó n : -1- s e c o n v i e r t e e n e s t u d i o d e l a f u e r z a i n d i v i d u a l 1 ' (xvIII. . . S u b r . . . . . . . . ' l o que s i g n i f i c a t a m b i é n aho- ra: d e l p u n t o d e v i s t a d e l a s i n t e r a c c i ó n . . p r e p a r a d o H ( X V I I I . . . 54. . . . . . . . s i n o que.. . . . .h i s t ó r i c o . . . .. . Y es i m p o r t a n t e s e ñ a l a r a q u í q u e D i l t h e y n o e s p e r a e l fundamento f i l o s ó f i c o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u de l a psicología. ción social. . . . . . .

. l a biblio- grafía reciente. . .t o r e c i r p o c o d e l a c i e n c i a h i s t ó .d 6 s ' e n ¡a . D i l t h e y a l u d e e n e l p a s a j e a n t e r i o r a l c a r á c t e r d e l o s h e c h o s d e con. c i e n c i a d a . . . a. rica. c . . . . es."experiencia 'interna". e n l a i n t e n c i ó n o r i g i n a l de D i l t h e y l l e v a r a cabo una fundamentación psicológica de l a s cie'ncias del espíritu. . ciones de psicologismo. .=at e g o r í a gnoseológica. n t. a r.m e. . y e r r a n u n a v e z más e l t i r o . . . . en e l estric- t o s e n t i d o q u e hemos d a d o a q u í a e s t a e x p r e s i ó n . . l . . l a. p. . ll@l . . . sino Nuestra i n t .e s p a r . 79)..a r. . .a . i s. . ha impedido durante demasiado tiempo l a c o n s t i t u c i ó n vict o r i o s a d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u como u n t o d o f u n d a d o s o b r e c i m i e n t o s i n d e s t r u c t i b l e s . n . y d e l a n á l i s i s f i l o s ó f i c o de l o s hechos p s í q u i c o s .. .r . por . e s t o e s . d a . . . E s c l a r o que c o n e s o s "ci- m i e n t o c . .r a. y e n l a misma m e d i d a .fun- . encuen- t r a a q u í u n a c o n f i r m a c i ó n a d i c i o n a l . . .s o c i a l . . i n d e s t r ~ c t i b l e se~n~f r e n t a d o s a l m e r ~ . . noménico d e l o s hechos d e l a n a t u r a l e z a . . . a . :. . . . . señala: "E-l i n t e n t o d i l t h e y a n o d e s u s t i t u i r l a Ineichen. y . . . é. como c a t e g o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c o . á c t e r ' s o b r e l a m u t u a r e f e r e n c i a d e l a . . no sobre l a psicología. y c u a n d o menos d e i g u a l d i g n i d a d f r e n t e a l a mdra fenomenidad d e l o s hechos de la'naturalezaI1 (xVIII. i e. . . l t c i ' e n c i a h i s t ó r i c a i ' y e l ' ' I a n á l i s i s f i l o s ó f i c o d e l o s hechos psíquicosll. ejemplo. '. . Las acusa- frecuentes todavía e n . . . q u e d e n i n g ú n modo s e h a l l a b a .te. s i n o también. m. . .e r p r e t a c i ó n d e l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a n o s ó l o como . . . . . De t o d o e l l o s e d e d u c e c o n c l a r i d a d . sobre l a historicidad de l a vida psíquica. . ~ a r á ~ ftee.

l a s condiciones de t a l i n t e r a c c i ó n s o n t a m b i é n c o n d i c i o n e s de. c o n l a i n t e n c i ó n d e d e s t a c a r no c o n d i c i u n e s e m p í r i c a s . . .re-flex. p e r o e n t o d o de c a s o n o p u e d e . . . argumentación es concluyente. f á c t i c o d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a d e l hombre con. . de. < . nos ahora l a comprensión c o r r e c t a .n d e i n t e r a c c i ó n p u e d e p e r m i t i r .a. otra parte. D i l t h e y no i ' t e n t ó En n u e s t r a i n t e r p r e t a c i ó n . \ La r e f l e x i ó n t r a s c e n d e n t a l e s tamb'ién e n D i l t h e y a n ' á l i s i s f i l o s ó f i c o d e l mundo h i s t ó r i c o ( t a m p o c o l a f i l o s o f í a t r a s c e n d e n t a l k a n t i a n a es solamente a n á l i s i s d e l conocimiento... s i n o tanbien a n á l i s i s de l a posibilidad d e l objeto d e l conooimiento. La p e r s p e c t J v a q u e n o s .1 c a r á c t e r d e l c o n o . sustituir i a reflexión trascendental. . . . .iÓn'ctrascendenta1 p o r l a ' ps'icologí. P o r q u e l a r e f l e x i ó n t r a s c e n d e n t a l p r o c e d a siem- p r e en e s t r e c h a r e l a c i ó n con e l a n á l i s i s empírico. s u e n t o r n o . ~l i n t e n t o . 6 i m i e n t o d e l mundci h i s t ó r i c o . . . 'importantes a s p e c t o s do l a gnoseología de Dilthey. si -nuestra _ . . h a d e c a l i f i c a r s e por e i l o . se h a l l e ..c o c i a l y a l a 'inversa. y e n e s a m e d i d a a n á l i s i s d e l mundo). p o d r á s e r f a l l i d o . . _ . _ _ . a t r i b u i r s e a D i l t h e y . ' h a p r o p o r c i o n a d o l a n o c i ó . . s i n o r e f e r i r l a e n t o d o momento a l á m b i t o . . . .' . . s i n o con2 d i c i o n e s n e c e s a r i a s y a p r i o r i d e t a l i n t e r a c c i ó n como c o n d i c i o n e s a l mismo t i e m p o d e l c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o espiritual: l o s h e c h o s d e l a r e a l i d a d s e p r e s e n t a n a l hom- b r e como t o t a l i d a d e s d e s e n t i d o y n o como s i m p l e s d a t o s s m i b l e s s i y s ó l o e n l a m e d i d a e n q u e e l h o m b r e e s un s e r en i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a con su entorno.

.aciÓn que e l método t r a s c e p d e n t a l s u f r e e n l a o b r a d e D i l t h e y podrá s i g n i f i c a r u n e n r i q u e c i m i e n t o . . .acc i ó n s o c i a l p u e d e . e s t e sentido. pero no una dest r u c c i Ó n . . . . .. . . . . . . d e 1 m i s m o ..siempre r e f e r i d g a l . Se re- l a c o m p r e n s i ó n d e l a es- SÓ¡O t r e c h a r e l a c i ó n e n t r e qooseoloqía y teor'ía de l a inteI. entre l a teoría del . que un i n t e n t o d e anudar c a b o s que quedan s u e l - t o s a q u í y a l l á . . . . n o s i g n i f i c a q u e s e d i s u e i v a en 6 1 . . . . . c o l Ó g i c a e h i s t ó r i c a . t a n Peec-uentemente repeti. .. P e r o un e s t u d i o s o b r e D i l t h e y n o pue- d e s e r o t r a c o s a . . . . . . . . . una simplif i c a c i ó n o una i n t e s p r e t a c i Ó n heterodoxa. . . de . .c o r r e c t a d e l car á c t e r d e s u f u n d a m e n t a c i ó n d e l a s c i e n c i a s humanac. . . c o n s t i t u y e un f a c t o r d e p r i m e r orden p a r a l a i n t e r p r e t a c i ó n . . .' conocimiento y l a t e o r í a de l a praxis. . -. . . .repasar con t r a z o grueso l í n e a s apenas sugeridas. L a t r a n s form. . . . . . como I n e i c h e n y mucho's o t r o s i n t é r p r e t e s s u g i e r e n . Estamos buscando s i n duda venas o c u l t a s . E n . pensamos-que e l puente. . . . .. . . . .do. . . N i s c h y n u e s t r o Tmaz. . . como l o s e r í a e n e l c a ' s o d e q u e dujese a l a n á l i s i s empírico. m o s t r a r e l c a r á c t e r e r r ó n e o d e e s t e reproche. . . de l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a d e l hombre con s u e n t o r n o . Ate- nerse a l a s u p e r f i c i e o a t e x t o s o ensayos aislados e s s i e m p r e -un mal p r o c e d i m i e n t o . . pues l o cier.. . . . trazado intenta e l presente estudio.t o e s q u e e l p r o p i o D i l t h e y d i o p á b u l o ' a t a l e s i n t e r p r e t a ciones en sus textos. . como y a s e ñ a l a r o n B o l l n o w . . t r a b a j o efectivo de investigación psi. p e r o e s f a t a l e n e l c a s o d e u n a o b r a c u y o armazón no f u e c o n c l u í d o p o r s u a u t o r . . cuyo . . .

l a p s i c o l o g í a t i e n e s u fundamento gnoseol6gic0. . . . . . c i m i e n t o d e l h o m b r e y d e m o s t r a m o s a d e m á s que d i c h a p e r s p e c t i v a re- la historia. . .. . . . l a c b n s i d e r a c i ó n d e l h-ombre como u n s e r h i s q u e v i v e e n i n t e r a c c i ó n c o n e l mundo e x t e r i o r y . . . La g n o s e o l o g í a se h a l l a r e f e r i d a en Dilthey a l a t e o r í a de l a i n t e r a c c i ó n prác- t i c a d e l hombre c o n s u e n t o r n o .método histórico-antropológico. . . . . . sociedad y que e s . .¡ugar . . . . . . . .de e s a perspectiva o. . . . . El . . .. .logía en e l conjunto de l a obra de Dilthey. .de p a r t i d a p a r a e l c o n o . . que l a a u t o g n o s i s pone d e m a n i f i e s t o . punto de c r u c e y elemento en l a interacción histórico-social. . . . . ' a n á l i s i s a n t e r i o r s o b r e e l . . de l a psicología . d e l m i s m o modo q u e c u a l q u i e r o t r a c i e n c i a . . D e s d e e s t a s c o n s i d e r a c i o n e s podemos a b o r d a r a h o r a e n f o r m a más s i s t e ' m á t i c a e l p r o b l e m a d e l l u g a r q u e o c u p a l a psico. . . ."La t e o - ría d e l conocimiento no puede i r precedida de una psico- . . c o n ¡a . . . En c u a n t o c i e n c i a d e l e s p í r i t u . . .'232 . . . . en e l d e s a r r o l l o d e l pensamiento de Dilthey nos 11ev6 a l a perspectiva unitaria histórico-antroPológica c o m o nug-. . . m i t e a l o q u e hemos v e n i d o c o n s i d e r a n d o como t e o r í a d e l a interacción histórico-social. . . 1. . tórico. en e l c a r á c t e r d e l o d a d o e n l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a . . partir a . . . e s t o es. v o p u n t o . y finalmente señalamos c6mo ' D i l t h e y e s p e r a b a l a f u n d a m e n t a c i ó n ( t r a s c e n d e n t a l ) aut6noma de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u precisarnente. . y en e s p e c i a l l a c u e s t i ó n d e s u s r e l a c i o n e s con l a t e o r í a d e l conocimiento y con l a hermenéutica. . . . . . d e . . . . .

. que l a psi-cología'se remite. Y s i g n i f i c a e s t o p o r q u e -1 - A + a- y a hemos s e ñ a l a d o que e l a n á l i s i s g n o s e o l ó g i c o t r a s c e n d e n t a l a c e r c a d e . l a s condici.y s o c i a l . . . . t e l e o l ó g i c a . p a r a l a determinación de s u c a r á c t e r a l m6tod. 199). . á c t e r d e l o s hechos d e c o n c i e n c i a d a d o s en la' e x p e r i e n ----+ . . .de l a interacción práctico-social. . . . .t-o -. n. i n t e r-a c c j j n J i s t ó r i c a .o ~ h i ~ t Ó ~ i c o . . . . s i n o q u e e s t a Ú l t i m a p r e . . -su fundamento .ones: d e l conocirni.- -. d e n t r o d e l . dados inmediatamente en . . c u a n t o t a l e s a 1.e n primer lugar. s ó l o desde e s t e . . . . e x p e r i e n c i a 1 ? es s ó l o posibla porque e l hombre es un s e r e n r e l a c i ó n p r á c t i c a .a n t r o p o l ó g i (cXoV~I~I I ..gnoseo16gico. . que no e s o t r a c o s a que l a a u t o g n o s i s ( S e l b s t b e s i n n u n g ) . . . P e r o . . . . c o n o c i m i e n t o c o n j u n t o d e esa r e a l i d a d viria d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . . ' 146. . a l a n á l i s i s de l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l que t i e n e e n c u e n t a a l h o m b r e como u n e l e m e n t o y p u n t o d e c r u c e e n l a -__ . . V I .e s p i r i t u a l . c o n s u e n. . . . . pone d e m a n i f i e s t o que e l c a r . a n á l i s i s puede d e t e r m i n a r s e e l l u g a r d e l a p s i c o l o g i a . -. . . que e l c a r á c t e r de l o s o b j e t o s d e l conoci- --m'- miento c i e n t í f i c o . . e l c a r á c t e r de l a - .ento c i e n t í f i - e s t o es. . de nexos de sentido. 'su índole de tota- lidades. Y este a n á l i s i s . . . u n a -' c é l u l a a c t i v a e n s u organismoI1 (XVIII. . t í f i c o . . 1 8 4 ) . . a n á l i s i s nes.logia1I (V. . E l . Be l a s c o n d i c l b n e s d e p o s i b i l i d a d d e l o b j e t o d e d i c h o c o nocimiento. a saber. . . . . ¿qué s i g n i - f i c a e s t o exactamente? S i g n i f i c a . . . . . . supone . . -*S-- -- un " e l e m e n t o a c t i v o e n l a h i s t o r i a . 184). ya . . rno. c i a ilsia-. . c i e. Pues bien. . . . .

33. D i l t h e y c o r r i g e a s í s u p r i m i t i v o y r a d i c a l e m p i r i s - . o . t i c u l a r e s d e l e s p í r i t u l l e v a a cabo a p a r t i r de . . p. '39). l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c o . c . ~ ap as r t i c u l a - res. é s t a " s ó l o t i e n e p o r o b j e t o un c o n t e n i d o p a r c i a l de l o que o c u r r e en cada i n d i v i d u o p a r t i c u l a r . . ' . .a c.a n á l i s i s t r a s c e n d e n t a l . . . e .t r .t r a s c e n d e n t a l f r e n t e a l a s ~ i e n c . d e l a que s o n c o n t e n i d o s p a r c i a - l e s .. d e l a s condic i o n e s de posibilidad d e l conocimiento c i e n t í f i c o . .a . a b. por e l l o s ó l o puede separarse. ' . .por a b s t r a c c i ó n de l a c i e n c i a t o t a l de l a r e a l i d a d histórico-social y s ó l o puede desen- v o l v e . En . m. . l l . . . EI.d . . s i n o que m a n t i e n e . . . e . d e. r s e e n c o n s t a n t e r e l a c i ó n c o n e l l a t t (1. . . r .s o c i a l . . a. . a. p u e s . E I . c i. En e s t e s e n t i d o . a . . e s t r u c t u - ral de l a vida psíquicat1.a . . . a. c a r á c t e r f i l . como o b j e t o y f u n d a - t i e n e como p r i m e r a m i s i ó n s u y a d e t e r m i - n a r e'l' c a r á c t e r d e l a a b s t r a c c i ó n q u e c a d a u n a d e l a s c i e n .s o c i a l m e n t o d e l mismo.n . .e s p i r i t u a l y 'de l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c o . f i c o .e v. a . e n e l e s t r i c t o s e n t i d o e n q u e a q u í utilizamos e s t a palabra. 1. .. 30.u a.De. . 'La a u t o g ' n o s i s . s í. como l a p o s i b i l i d a d 'de s u o b j e t o : .l i d. . a . . . . o s ó. . c i a s p a r . e s t e modo. l a autognosis filosó- f i c a n o s e c o n c i b e como u n a c i e n c i a g e n e r a l a l a m a n e r a d e l a s o c i d l o g í a c o m t i a n a . . p o r m e d i o d e u n a f u n d a m e n t a c i ó n g n o s e o l Ó g i c a n (1. . . . n t. o . 6 . . . . 42). . a. l a ttconexiÓn .a b. r . s u . -. en e l s e n t i d o d e l a combin'aci6n e n t r e e l . . . d. c . "sólo puede a c l a r a r s e l a r e l a c i ó n de l a c i e n c i a p s i c o l Ó g i c a con l a s o t r a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u y con l a realidad m i s m a . . l. e s t o es.. . a m i s. 1 . . a l a psicología.q u. l . s . r e.t i.

a 'luna t e o r í a d e l c o n o c i m i e n t o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u o . s i n o a una r e l a c i ó n recíproca entre l a s ciencias particulares. 9 4 .. . qe-. . . . s u r e l a c i ó n m u t u a " (1. .o b j e t o -d e l mismo.m a t e r i a l e s d e las c i e n c i a s una e s p e c i e d e cien* n e r a l d e l a rea¡idad histórico-social. . r a. d u o como e l e m e n t o d e y p u n t o d e c r u c e d e '-. . . . . E l problema d e l conocimiento de l a t o t a l i dad no r e m i t e a una c i e n c i a g e n e r a l .. 96). . a . . d e u n a conf3usión e n t r e c o n o c i m i e n t o e m p í r i c o y f i l o s ó f i c o t r a s c e n d e n t a l . e n un les asegura. . .s . . . de l a s condiciones de posibil i d a d d e l c o n o c i m i e n t o que l l e v a n a c a b o y d e l . . . . . de s u fundamento c o g n i t i v o . Y . . una a u t o q n o s i s (Selbstbdsinnung) que asegure a l o s c o n c e p t o s y p r o p o s i c i o n e s d e l a s mismas s u r e l a c i ó n c o n l a r e a l i d a d . a p a r t i r de tal conciencia. . . l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l .b l e c e r . p o s i b i l i d a d d e l c ~ n o c i ~ i e n etmo p í r i c o y d e t e r m i n a r e l l u g a r d e c a d a a s p e c t o d e l mismo. . L a a u t o g n o s i . r e t r o c e d e r h a c i a l a s c o n d i c i o n e s d e . . . . . . c o n l o s . . -pues. EI. -. c i a s . . s u e v i d e n c i a . a p a r t i r de l a i n t e r a c c i ó n d e l i n d i v i d u o c o n e l mundo e x t e r i o r y c o n l a s o c i e d a d . mo c o n r e s p e c t o a l tema d e l a f i l o s o f f a . . . n o p a r a e s t. . . N o se t r a t a . más p r o fundamente. p e r o s 6 1 . . . se apoya e n l o s a n á l i s i s empíricos d e . . . en p r i m e r l u g a r a l a s Eiencias l a conciencia de la a b s t r a c c i ó n que p r a c t i c a n a p a r t i r d e l i n d i v i .l a s d i s t i n t a s cien-. ' . 1. . . 0 p a. . . . . La a u t o g n o s i s proporciona. s e g u n d o momento. .

. . . . . . a des- c r i b i r y analizar funciones psíquicas y relaciones entre las m i s m a s a p a r t i r de l a propia conexión psíquica. l a abstracción practica. . . " . Nos l i m i t a m o s . . . . al a n a l i z a r y d e s c r i b i r l o s procesos p s í q u i c o s p r e s c i n d i m o s d e l h e c h o mismo d e l a i n t e r a c c i ó n y. curso C. . . . . . . e n aquí esta expresión. en e l c u a l l a s impresiones desencad e n a n e n t o d o momento a c c i o n e s v o l i t i v a s y l u e g o l a v o l u n t a d e n c u e n t r a d e nuevo ( z u r ü c k f ü h r t ) e n l a r e s i s t e n c i a experimentada nuevos e s t í m u l o s v i t a l e s . . e l hombre e l s e n t i d o e s t r i c t o e n que usamos e s un s e r h i s t Ó r i c o . . .as l a s a c t i v i d a d e s p s í q u i c a s e n t r e s í . . . . . . . . . . t i d o . . . . . . que e x p e r l m ~ e n t a m o s . . e l d e s a r r o l l o conexo y u n i t a r i o . . .M. en consecuencia. d e l contenido r e a l de l o s procesos en l a medida e n que t a l c o n t e n i d o procede d e l a i n t e r a c c i ó n con e l entorno. psíquicos. A t e n d a m o s a l p r i m e r a s p e c k o . : . como.r l e n c l a i n t e r . . . . t e m e d i a n - t e t a l descripción y a n á l i s i s . . . como t o t a l i d a d a r t i c u l a d a . . .humana c o n t i e n e sola- mente una a c l a r a c i ó n a c e r c a d e l a conexión d e tod. conocer l a unidad r e a l de un i n d i v i d u o . . . historia. Ú n i c a m & n . . t a l a b s t r a c c i ó n p o s e e un carácter i n e v i t a b l e m e n t e f o r m a l y n o ee. . Esta Última remite siempre también a l a ? L a c o n e x i ó n u n i t a r i a qu'e e l i n d i v i d u o e x p e r i - menta en s u propia vida. . ' . . . . " Pero e s t a ley del en l a vida. . . p o s i b l e . . no e n c i e r r a e n s i m i s m a . . .da . p y e s .. . . .) . . . como n e x o v i v i d o d e s e n .c o r r e s p o n d e a l a e x p e . . . .236. .' na. . . . . . E l r e s u l t a d o d e . ¿ C u á l es e l c a r á c t e r d e . l a psicologf'a? si . . '.- q u e a p r e h e n d e e n s í mismo " l o c o n s t i t u y e e l c u r s o d e l a a c t i v i d a d p s í q u i c a .

d e s a r r o l l o . o ' v i t a 1 mismo q u e r a d i c a e n u n individuo. l o s destinos internos. .d o. 182-3. a . .s u _ c o. Pero este c o. p o d e m o s e n t r a r e n e l s e g u n d o y más i m p o r t a n t e a s p e c t o d e l a relación e n t r e psicología y autognosis: l a cuestión . l a s relaciones v i t a l e s de . a . r e c i b e . n . s u b y a g. . ..n i .l q G e a. d e s p l i e g u e d e l s e r humano s e d a s ó l o e n l a h i s - t o r i a . n . i n. e _ l a~ . que l a r e a l . l a n a t u r a l e z a humana. Una v e z d e t e r m i n a d o s l o s l í m i t e s d e l a p s i c o l o g E a . . en sus c u a l e s no puede nunca comprenderse l a v i d a P o r e l l o p o d í a s e ñ a l a r D i l t h e y q u e . e j. m i e n t r a s q u e t o d a " i d = i n d i v i d u a. . . . v a s -método . . l a s f u n c i o n e s p s í q u i c a s se r e f i e r e n a c o n t e n i d o s y s ó l o u n i e n d o ambas p e r s p e c t i .. s i n embargo. nhistÓrico-antropolÓ- g i c o t t . p_ r o_f u _n d i_ d a d .n c. . . p e r o n o s u fundamenvto explicativo. L a c o n e x i ó n d e l a v i d a p s í q u i c a c o n s t i t u y e . . . . o . n t e n i d o d e l a n a t u r a l e z a humana . . d e l p r o c e s o ' h i s t ó r i c o t t (XVIII. . q u.u n i d a d. p . u e.. Subr. . . C.a .i n e m b a r g o n.s e r e a l i z a en e l c u r s o d e l a s f u n c i o n e s v i t a l e s no e s o t r a .s .) . Todas . E l . l a s r e l a c i o n e s básicas de l a voluntad t i e n e n en e l indiv i d u o e l e s c e n a r i o d e s u a c c i ó n . e _s e .t r.. r k a .e s p o s i b l e a l c a n z a r l a u n i d a d r e a l d e un i n d i v i d u o . i z a c i Ó n d e l c o n t e n i d . . .t e .N. . . . relaciones. i a_l d. e n e l l a puede p e r c i b i r s e a l g o que . . e n e l l a hay que l e e r en g r a n d e s ' c a r a c t e r e s l o s i m pulsos. p u e s . l '. s . . E s t a u n i d a d r e a l que . n. s e d e s a r r o l l a d e s d e s í mismo. n o p u e d e n u n c a s e r e s t u d i a d o ~ s u f i c i e n t e m e n ~een e l i n d i viduo. ella e l e s c e n a r i o d e f u e r z a s que no r a d i c a n en sic l a s individual. . - .

. . e l mundo s e p r e s e n t a constitu:do p o r t o d o s conexos. g i . - . al . P e r o s ó l o l a estrecha relación señalada por nosotros entre t e o r í a d e l conocimiento. . Por e l l o considerábamos la'-experiencia i n t e r n a t a n t o corno. . e. p e r m i t e com. . . l a s a c c i o n e s h u m a n a s .i o .n e. d e l a j u s t . - - . . . .s .p s i c o 1 o . . q u e s e h a l l a inmerso en e i juego de . cias d e l e s p í r i t u . .d e. c. d . S. gnoseolÓg. . : . . . La p o s i b i l i d a d gnoseológica de la psicologfa. . . . a . L a p s i c o l o ~ í a ' n oc o n s t i t u y e e n a b s o l u t o l a f u n d a m e n t a c i ó n . : . . i ~ a c i ~ n f i l ~ s $ f di ce.y teoría de l a interacción social. s e n t i d o i n m e d i a t a m e n t e v i v i d a s que o f r e c e n l o s hechos de concie-ncia en l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a c o n s i s t e e n . Ya i n - . e t c . práctico-vital'con su entorno. l a s normas é t i c a s .. prender'con claridad las relaciones e n t r e e s t a Última y l a .h e c h o s d e c o n c i e n c i a d a d o s 'en l a e x p e r i e n c i a . po.. . . . s i b i l i d a d d e l a p s i c o l o g í a y de s u objeto. . ñ .. Y a s. q u e e l hombre e s un s e r e n i n t e r a c c i ó n -. E s t e ca- rácter es p r o p i o de l o s . h e c h o s d e conciencia en l o s que s e experimenta e l objeto de l a s diversas ciencias partic u l a r e s d e l e s p í r i t u : d e e s t e modo s e v i v e n l a s r e g l a s d e l o s sistemas s o c i a l e s .a l a m o s ' cómo p a r a D i l t h e y l a c o n d i c i ó n d e l c a r á c - t e r d e t o t a l i d a d e s de. . .ica d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . .categoria gnoseológica c u a n t o como c a t e g o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . i f . relación q u e s e c o n t i e n e e n l a n o c i ó n d e a u t o g n o s i s . . .. o n.Ólo p a r a u n s e r q u e a c t ú a .a s. . .i n t e r n a . . f u e r z a s de l a r e a l i d a d s o c i a l . a s í como d e l a s d e m á s c i e n - s e funda en e l c a r á c t e r p e c u l i a r de l o s .i c . : . .

m. o. . para e v i t a r interpretaciones p r e c i p i t a d a s como l a t a n s o c o r r i d a d e l p s i c o l o g i s m o : . s e r que e s t a b l e c e f i n e s y t r a t a d e r e a l i z a r l o s e n e l mundo q u e l e rodea. i e t i v o d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a d e l hombre con su entorno. d e e n que d i c h a conexión e s t r u c t u r a l no es s i n o e l c o r r e l a t o s u b .o e n l a m e d i d a e n q u e e l h o m b r e e s u n s e r a c t i vo. . . n. que s e c o n s t i t u y e en r e l a c i ó n de v i d a con s u e n t o r n o .tr e. .e a. propia vida psíquica. h.s e.siÓn son decisivos para entender e l l u g a r de l a psicolog í a en l a obra de Dilthey..r e . a . ~ . & como c u a l q u i e r o t r o h e c h o d a d o e n l a experiencia interna. . . . n . d i c . con l o s o b j e t o s e x t e r i o r e s y con l a s o c i e d a d . í a.t a . e . . p i e d e i g u a l d a d con l a s demás c i e n c i a s p a r t i c u l a r e s d e l e s p í r i t u p o r l o que r e s p e c t a a s u común d e p e n d e n c i a d.t i . l a condi- ción de posibilid'ad d e l o b j e t o de 'la psicología. .jeto de l a p s i c d l o q i a . E l e s t a b l e c i m i e n t o d e e s t e h e c h o y s u compren- . . a m o s q u e p a r a u-n ~ e r '. . d e l a e x p e r i e n c i a d e l a c o n e x i ó n (zusammenhang) e s t r u c t u r a l p s í q u i c a como u n a t o t a l i d a d u n i t a r i a y c o n e x a r e s i . p r o p i a m e n t e un p r i n c i ' p i o c o n s t a n t e d e o r g a n i z a c i ó n d e s u campo p e r c e p t i v o . .ob. Pues bien. p . e x a c t a m e n t e l o mismo e s v á - l i d o p a r a e l . l a c u a l ' p o r consig u i e n t e s e h a l l a por completo e n . e . e s t o es. . u .v o. u n . .b r. s e v i v e como c o e e x i ó n ( ~ u s a m m e n - h a n g ) s61.. s i n o como u n c o n - j u n t o o r g a n i z a d o y c o n s t i t u í d o p o r u n i d a d e s d i n á m i c a s que ' . l a a u t o g n o s i s : . d e f o r m a q u e e s t e mundo n o e s t á a n t e é l como u n a s u p e r f i c i e c ~ o l o r e a d a ( e nc a s o d e q u e l a n o c i ó n d e c o l o r t e n g a algún s e n t i d o en e s t e contexto). n . .

Y en e s t e contexto. p s í q u i c a es. . . . . o. E I . . . i n s t i t u c i o n e s y procesos. i r. n o como r e p r e s e n t a c i ó n . m e r a s r e l a c i o n e s en- t r e r e p r e s e n t a c i o n e s e n un s e r p u r a m e n t e r e p r e s e n t a t i v o . . .dir. . a b s t r a c c i ó n . una conexión dotada de s e n t i d o y de .a . . . . que c o n s t i t u y e l a r h l a c i ó n f u n d a m e n t a l que s i r v e d e m o d e l o a l a a u t o g n o s i s d i l t h e y a n a . c.. . í a. . I t s u j e t o ~ o ~ n o s c e n tdee ~l ~a ' ' t e o r í a d e l c o n o c i - m i e n t o t r a d i c i o n a l e l "hombre e n t e r o t 1 e n r e l a c i ó n d e v i d a con s u e n t o r n o . . t u. . t i. n o. . . De e s t e modo. a . un ser puramente r e p r e s e n t a t i v o s u p r o p i a . hal-lamos. . . . como " v i d a " . nos. s e g Ú n qué l e y e s se comporta- r í a n . . .: . con c o s a s . . . . . . . s i n o u n a v e r - . un'a c o n e x i ó n e s t r u c t u r a l ( S t r u k t u r z u s a m m e n h a n g ) . . p s. . n a. e s t a s r e p ~ t 2 s e n t a c i o n e s (~V~I . . . . u. Nos e n e l mismo c o n t e x t o e n e l q u e D i l t h e y . En o t r a s . . . i c. n s. y n a d i e sería capaz de d e c i r . 1 3 9 . l o i n d i c a claramente en s u P o é t i c a : . . .sino ' u n nexo que i n t e n t a mantener s u c a r á c t e r uni- t a r i o en una relación constante'de transformación de su - entorno según s u s propios Fines o de adaptación a él. personas. b1es. í . . y tampoco s u p r o p i a v i d a . u n a s u c e s i ó n m o n ó t o n a d e i m p r e s i o n e s s e n s i .s e ' l e ap-onen b l e f a v o r e c e n . oponía al 1 3 6 ) . v e m o s c l a r a m e n t e u n a v e z más q u e l a a u t o g n o s i s ~ n oc o n s t i t u y e un e s t u d i o e m p í r i c o cuya v a l i d e z e s t u v i e s e l i m i t a d a a l á m b i t o d e h e c h o s d e La q u e s u r g e .q u. / . . V I . . D i l t h e y . . . p o r m e d i o d e u n a . . . ' "Figuré- monos. t a n o r i g i n a r i o es e l mundo e x t e r i o r como e l p r o p i o y o : a m b o s s e ' d a n . d . v i.ecciÓn por oposic i ó n ' a y en r e l a c i ó n c o n e l mundo e x t e r i o r . . .\pues. c o n e x i ó n o r q a n i z a d a v i v i d a . . . . .

. Y c o n e l l o se d a p o r o t r a p a r t e un p r o c e s o e n e l c u a l : e l yo e x i s t e para ese c o n t e n i d o . . l a a u t o g n o s i s d i l theyana: l a i n t e r a c c i ó n d e l "hombre e n t e r o u con s u e n t o r - n o e x t e r i o r f r e n t e a l a r e p r e s e ' n t a c i ó n d e l mundo p a r ' a e l s u j e t o cognoscente. Con e s t a s d i s t i n c i o n e s y r e l a c i o n e s e x p r e s a m o s s o - lamente l o que aparece fundado en e l hecho de l a i n t e r a c ción" . . . . c i e n c i a y o ' me h a l l é . \q u e . Esto presupone un p r o c e s o mediante e l c u a l este c o n t e n i d o e x i s t e p a r a l a . ' e s t a b l e c e l a s condi. . . . conciencia. d a m i s m a (. . . . . . r e f e r e n c i a d e l a r e f l e x i ó n t r a s c e n d e n t a l es S o que subyace a . . . como r e a l i d a d e x t e r n a . . No u n a e n g a ñ o s a c o n f u s i & . . . . l a v o l u n t a d q u e d e s e m b o c a e n movimiento. blecer l a s de su objeto. . . . para el cual existe. . .. . . . .rco d e . . n. . reflexión trascendental y a n á l i s i s psicológico empírico. . . . E l c o n t e n i d o que s e h a l l a . en r e l a c i ó n con e l contenido . . .) . . En 1 8 8 0 s e M a D i l t h e y c o n c l a r i d a d es- t e marco e n e l que se mueve s u a n á l i s i s : . . . e n e l " e s t a r con" (im ~usamrnen). c i o n e s dg p o s i b i l i d a d d e l c o n o c i m i e n t o emp-írico a l esta-. . . . . . s i n . pues.en l a c o ' n c i e n c i a es experimentado en primer l u g a r en e l sentimiento en s u r e l a c i ó n con e l yo.'dadera-r e f l e x i ó n trascendenta* . . ' ( X U I I I . . o u n a a m p l i a c i ó n d e l ma.Dicho p r o c e s o s i g n i f i c a e n r e l a c ü ó n c o n e l mundo i n t e r n o a t e n c i ó n y e s \. .. . tímulo volitivo interior. . "En l a autocons- . .1 3 7 ) . Vemos t a m b i é n a h o r a c o n c l a r i d a d d e ' d ó n d e p r o c e d e e J e r r o r contenido en e l reproche de psicologismo dirigido . . . . entre . . . . . en l a r e l a c i ó n d e y o y e x t e r i o r i d a d qu'e c o n s t i t u y e l a v i - .

como v e r e m o s . ha s i d o c o n s t a n t e m e n t e r e p e t i d o y d e l q u e t e n e m o s u n ejem. . . e s "la p r i m e r a y máselementa2 d e l a s c i e n c i a s p a r t i c u l a r e s de) e s p í r i t u t 1 (1. como é l l l a m ó a s ~ ' ~ r o p~l a n t e a m i e n t o ' d e l a fundamentación flilosófico-trascendental d e l a s ciencias d e l e s p í r i t u . que i -o e n . . no e s p o s i b l e l l e g a r a c o m p r e n d e r tampoco . y c o m p a r a n d o i n i c i a y f u n d a e l c.a l a o b r a d e D i l t h e y . de Dilthey. 41-2). n . . . . . teoría q u e l a t e o r í a d e l co- nocimiento es también t e o r í a de l a historia:Sin compren. . desde H u s s e r l . . Una v e z e s t a b l e c i d a e s t a r e l a c i ó n . . 1. . . a saber.p r o v i s i o n a l m e n t e . . E I . d e r e s t e h e c h o . en efecto. . . . s u c a r á c t e r de I1ciencia fundamental" ( ~ r u n d w i s s e n s c h a f t )c o n r e s p e c t o a l r e s t o d e c i e n c i a s p a r ticulares del espíritu. a q u é l l o s q u e f o r m u l a n e s t e r e p r o c h e n o h a n c o m p r e n d i d o un a s p e c t o fundamental de l a o b r a de D i l t h e y que e l p r e s e n t e . s u r e l a c i ó n con l a autognosis. . podemos a h o r a c o m p r e n d e r o t r o a s p e c t o d e l p r o b l e r n a ' r e l a t i v o a l l u g a r d e l a p ~ i c o l o g í ae n l a o b r a . . a n a l i z a n d o . -de l a intdracción histórico-social. y . n o e s s ó l o t e o r í a d e l c o nocimiento. . a s a b e r . . . ---. p l o r e c i e n t e e n e l p a s a j e d e 1 n e i c h e . e l l u g a r d e l a psicología en la obra de Dilthey. t r a b a j o t r a t a de desbacar con todo é n f a s i s . t u como su c i e n c i a f u n d a m e n t a l ( ~ ~ u n d w i s s e n s c h a f t ) Describiendo.ares d e l e s p í r i . en e s p e c i a l . . 33. y e n l a misma m e d i d a . .. .D i l t h e y l a a u t o g n o s i s . ..0- . r e p r o c h e que. "La p s i c o l o g í a s e c o m p o r - t a con r e s p e c t o a esas c i e n c i a s pafticu1. . . . . c i t a d o más a r r i b a : . . La p s i c o l o g í a . s i n o también.

. " l a benevolencia. . . 53). . . . . .243 . . . . . e x p r e s i ó n . ' s ó l o e n e s a m e d i d a l o s c o . . ciÓn. En r e a l i d a d . . . fundamentación c o n c e p t u a l d e l a psico¡ogfa c o n l a s demás . t o g n b s i s h a . . . . .d e l e s p í r i t u se h a l l a j u s t i f i c a d a y l i m i t a d a mismo t i e m p o p o r e l h e c h o .. . c i e n c i a s . . . .h u m a n o " . . . L a p s i c o l o g í a como c i e n c i a f u n d a m e n t a l s e v e a s í rem i t i d a a l modo p e c u l i a r d e l a e l a b o r a c i ó n d e l c o n o c i m i e n t o hkstórico-social: n o u n a c o n s t r u c c i Ó n s o b r e un f u n d a - mento e m p í r i c 0 .p s i c o l ó g i c o s s o n u t i l i z a b l e s p o r l a s demá's c i e n c i a s : . VI. . o b j e t o d e l a n á l i s i s psicolÓgico. nifiesto. 3 . l a c l a v e d e e s t a r e l a c i ó n n o s l a p r o - . €1. . "más b i e n u n p r o d u c t o d e l a s o c i e d a d humana y d e s u d e s a r r o l l o q u e del espíritu individual" (XVIII. . . . . .n c e p t o s . al q u e l a a u t o g n o ~ s i sp o n e d e ma- de que l a conexión e s t r u c t u r a l de l a v i d a psín o ss s i n o e l l a - q u i c a . . . . . e n l a m e d i d a . . t e n i d o s e n e l m a r c o d e l a misma. e l s e n t i m i e n t o ju- ridicol1 son.- . . n o c i m i e n t o d e l mundo h i s t ó r i c o . . d e u n a r e l a c i ó n d i .273. . . . . en tanto . p o r c i o n a l a l i m i t a c i ó n f u n d a m e n t a l q u e l a a l. l a veracidad. s e ñ a l a d o p a r a l a perspeckiva psicÓIÓgica.n á m i c a y h a n s i d o ob-. . . . . a l a que s i g u e una d e d u c c i ó n a p a r t i r d e . . . d o o p o l o s u b j e t i v o d e u n a r e l a c i ó n d e ' i n t e r a c c i ó n cuand-o -menos b i p o l a r .. . . . . .-.a- mismo t i e m p o l a l i m i t a . L a r e l a c i ó n de . . . . q u e s o n . . según s u contenido y s u i n t e n s i d a d . r e m i t i e n d o a s u v e z d i c h o s conceptos a ' u n a r e l a c i d n de fundamenta'ción i n v e r s a d e f u n d a m e n t a c i ó n c o n l a s demás c i e n c i a s . . . . . . .Pero al E l l o j u s t i f i c a t a l re¡. . . .i. . . . . . 314). (V. . 'en q u e e x p r e s a n s ó l o e l c o r r e l a t o s u b j e t i v o d e l a i n t e r a c ción: . . .

- d i v i d u o s p a r t i c i p a n e n l o s sistemas c o n s u "ser e n t e r o " . . .iÓn. . e s t o e s . . .. . . . ( ~ u f b a u )p r b g r & s i v a . e s q u e m a construcciÓn-deducc.carácter de l a i n t e r a c c i ó n clafecimiento recíproco. . que -tratamos en e l c a p i h u l o c u a r t o . . . . . . . .' < . .. s i n o más b i e n u n a u e s t r u c t u r a c i Ó n l t alcanradas. L o s c o n c e p t o s '. determina l a posibilidad y l o s l í m i t e s d e l a p 6 : i c o l o g í a y d e s u o b j e t o . .Recordemos.es . . . . pues. . . . . . . . . . r a z o n e s f u n d a m e n t a l e s p o r l a s q u e l a e l a b o r a c i ó n d e l sab e r acerca d e l a r e a l i d a d h i s t ó r i c o . . . . o n t r a r t a m b i é n a l g u n a s d e l a. el. .vez l a p s i q u e n o posee s u p r o p i o f u n d a m e n t o e x p l i c a t i v o e n s í misma. . . . de l a abstracción que l a p s i c o l o g í a lleva necesariamente a cabo en su elaboración. . ' 244' . . . p u d i m o s . .. . < s i n embar- . e n . . . . . entre individuo' y sistemas' sociales. . . .a . .c u y a r e l a c i ó n .s o c i a l no puede enten- d e r s e m e d i a n t e e l .s t ó r i c a . . . . s . .go. q u e O i l t h e y c o n s i d e r ó como " e l h e c h o más p r o f u n d o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u t 1 . . . . . . p s i c o ~ Ó g i c o s p o d r á n s e r u t i l i z a d o s c o m o f u n d a m e n t o con'c e p t u a l de o t r a s c i e n c i a s s ó l o con l a plena conciencia de e s t a s r e l a c i o n e s . . . . L a autognosis.q u e p r o c e d e s i e m p r e m e d i a n t e e l esEn . e n ' c . En d i - c h o c a p í t u l o señalábamos que l a s u n i f o r m i d a d e s sistemátic a s no pueden c o n s t i t u i r e l fundamento constante d e una deducción d e l a r e a l i d a d h i . . . l a s ¡ey.c a u s a de que l o s i n . . . . p o r s u e s e n c i a l " h i s t o r i c i d a d t l . . . . l o s d o s a s p e c t o s fundamentales s Ó l o . . . d e l m i s m o modo que l o s de c u a l q u i e r o t r a ciencia. . Ahora hemos d e d e s t a c a r i g u a l m e n t e q u e l a s u n i f o r m i d a d e s de l a v i d a p s í q u i c a no pueden tampoco c o n s t i t u i r dicho fundamento porque a s u .

EI. .procede. - . L a "me- . . La t e o r l a d e l c o n o c i m i e n t o no n e c e s i t a u n a p s i c o l o - g í a completa. s u fundamento en l a a u t o g n o s i s . Dilthey: e l hecho de l a e s p e c i a l r e l e v a n c i a d e 1 a . . r e i a c i o n e s d e l Ithombre a c t i v o " c o n . e n s e n t i d o e s t r i c t o . . q u e a b a r c a t o d a l a r e a l i dad i n t a c t a de l a v i d a anímica: l a v a l i d e z u n i v e r s a l . m i s m a . descripción universalmente válida de e s t a conexión psíquic a s e c o n t i e n e e l fundamento de l a t e o r í a d e l conocimiento. L a t e o r í a d e l c o n o c i m i e n t o p a r ' t e . . como l a p s i c o l . .h i s t ó r i c o .noseología. d e l a c o n e x i ó n e s t r u c t u r a l d e 1. p s i c o l o - g í a para l a gnoseología. .. . 151-2.. . 2 0 3 . . . a l a descripción y 'análisis de la. y l a t e o r . . . . q. .4 ) . pero toda psicología desarrol l a d a n o r e p r e s e n t a más q u e e l a c a b a d o c i e n t í f i c o d e a q u e l l o q u e c o n s t i t u y e t a m b i é n e l f o n d o d e l a t e o r í a d e l conocimiento. E s n e c e s a r i o com'prender e s t e h e c h o p a r a s i t u a r e n ' s u s j u s t o s l í m i t e s un n u e v o a s p e c t o d e l a f i l o s o f í a d e .a v i d a p s í q u i c a . ..ue ~ ' s e mueve h a c i a u n a m e t a d e t e r m i n a d a . . .í = de l a i n t e r a c c i ó n . .s o c i a l .. . .i e n. desarrollada. se determinan e n s u s e n t i d o a p a r t i r de esta realidad íntegrat1 (V. T i e n e --. . - -. que estu- d i a 1 a s . .s u e n t o r n o . . . que s e ocupa d e l c a r á c t e r d e l o s hec h o s d e C o n c . c i a . "En l a c o n c i e n c i a v i v a . . d e l a f o r m a e n q u e n o s s o n d a d o s . . autognosis diltheyana: l a g. .y e n l a .. . . como é s t a . . . l a verdad. l a realidad. . VI. . . - Era p r e c i s a m e n t e d e s d e l a c o m b i n a c i ó n d e a m b o s a s p e c t o s como s e e s t a b l e c í a l a p o s i b i l i d a d y l í m i t e s d e l a p s i c o logía. T e o r í a d e l c o n o c i m i e n t o e s p s i c o l o g í a e n mo- ~ i m i e n t o . y. o g í a . > 0 ' s e c o n s t i t u y e ¡a . .

e n e l mismo m a r c o d e . .o p o r é s t a . c a s o .- c o s ó l o . ~ n á - l i s i s y d e s c r i p c i ó n d e l a e x p e r i e n c i . . d e l a d e s c r i p c i ó n y a n á l i s i s d e l a v i d a p s í q u i c a en s u con- . . s i n embargo. .w - : . . . t a n t o k a n t i a n a como e m p i r i s t a : e n l a medida e n que s ó l o c o b r a . . < . . . s i n embargo. que s e deriva de e l l o : . . . talt. . d i s t i n t a : . en su estructura. . . . señalemos ya. desarrollo e integración.. .su s e n t i d o pl'eno e n e s t e marco g e n e r a l d e l a . . s ) c o n t e n i d a s en l a experiencia d e l saber.desde e l c u a l e s p o s i b l e fundamentar l a e s p e c i f i c i d a d de l a s c i e n c i a s d e l e. . . . . d e t e r m i n a b a p a r a é s t a y s e v e ' a f e c t a d a d e s u mismo c a r á c t e r formal.. . a u t o g n o s i s . s e h a l l a s o m e t i d a a l o s mismos l í m i t e s q u e l a ~ a u t o q n o s i s ' . En e l p r i m e r . .í r i t u . . . . g n o s e o l ó g i c a e n un c a s o .d a. p u e s a t i e n d e Ú n i c a m e n t e a u n a s p e c t o d e l mar- '-.. . . . se tratará d e d e s c r i l i i r l a s r e l a c i o n e s e s t r u c t u r a l e s ( v i v i . e l á m b i t o en que se m u e v e . . . .' c o que l a p s i c o l o g í a ( l a conexión e ' s t r u c t u r a l psíquica). .i t u y e p o r s í misma e l c o n j u n t o d e l a . psicolÓgiea en e l otro. a u t o g n o s i s . . Pero al mismo t i e m p o s e d i s t i n g u e d e l a t e o r í a d e l c o n o c i m i e n t o t r a d i c i o n a l . . l a q n o s e o l o q í a como t a l n o c o n s t i - t u y e aún l a fundamentación completa de l a s c i e n c i a s d e l e s p . Por e l l o . . . . . y a s í no e s t u d i a r á s o l a m e n t e e l aspec- . En e l s e g u n d o .spíritu: l a relación d e l "hombre a c t i v o " con s u e n t o r n o n a t u r a l y s o c i a l . 'un h e c h o e s e n c i a l p u e s t o que l a t e o r í a d e l c o n o c i - . . es. junto. n o c o n s t . r e f e r e n c i a e m p í r i . . a v i v i d a c o n piopÓs i t o gnoseolÓgico: e n e s t o c o n s i s t e l a t e o r í a . . m i e n t o s e mueve . . . . . v i e n e e s t a b1ecid.del cono- cimie'nto.

. l a v i v e n c i a como l t I n n e w e r d e n l t ) . ' - . . dos . gnos e o l o g í a y t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n no constituyen d o s ) pae d e l a a u t o g n o s i s . . . . . . . que 1a. s i n o d o s m o m e n t o s d e l a m i s m a m u t u a - . . e l m a r c o e n e l ' q u e s e mueve l a f u n d a m e n t a ciÓn de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . . . por doquier l a s huellas de l a interacc-ión . c e n t r a l e n - l a fundamentación d e l a s c i e n c i a s d e l espí'ritu. . e l s e g u n d o . p r á c t i c o l v i t a l ' d e l hombre c o n s u e n t o r n o . . . . t-o r e p r e s e n t a t i v o . -cubre. €¡lo . l a conexi6n' e s t ' r u c t u i a i t i d a vi- d a p s í q u i c a como u n a a r t i c u l a c i ó n q u e v i n c u l a l a r e p r e . . . . . e ' . . . d e 1. . . . .. u n i d a d d e s i g n i f i c a d o ) . P e r o s ó l o l a c o n j u n c i ó n d e ambos ' 1 p e r m i t i r á entender l a noción de vivencia en su s e n t i d o p l e n o y l a c o n s t i t u i r á e n l o que d e hecho e s e n l a f i l o s o f í a de Dilthey: una c a t e q o r í a de l a autoqnosis. .. . .-que des-' . l a autognosis. . e n l a Ú l t i m a d é c a d a d e l p e n s a . ." . . m e n t e r e f e r i ' d o s y q u e s ó l o a s í p u e d e n e n t e n d e r s e . a- .con- t e x t o gnoseolÓgico d e lostlStudien. t e n d r á como c o n s e c u e n c i a . . . . . ( l a v i v e n c i a como unidad de a c t i t u d y c o n t e n i d o dotada de c e r t e z a inmediat a . . . . poseerá . de l a s c i e n c i a s humanas. P o r e l l o . .. pues. .. '. ... . de l a fundamentación filosófico-trascendental . e n e l c o n t e x t o d e l a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c a d e l hombre c o n s u e n t o r n o o f i l o s o f í a d e l a v i d a ( l a v i v e n c i a como ..s e o t a c i Ó n con e l s e n t i m i e n t o y con l a vÓluntad. n t e e l c o r r e l a t o s u b . es de . .nociÓn de vivencia. E l . s i n o j u s t a m e . . . P o r e l l o .sentidos.. j e t i v o . . r e l a c i ó n d é v i d a : . . . . m i e n t o d e D i l t h e y . . . d e e l l o s se formulara en e1. . . .

. e n e s t a l h e a . . en al sentido de aquella antro.posiciones. .~ i ¡ t h e y e s p e r a b a "e¡ l a historia y para 'la vida activa" y .' d e l a q u e . conjun-- t o d e ' e s t . l a s r e l a c i o n e s que l o s unen. un á m b i t o e m p í r i c o s o b r e e l que se ejerce fundamentalmente e l a n á l i s i s f i l o s ó f i c o y e n e l que s e i n t e r p r e t a n s u s pro- . todo análisis g n o s e o l ó g i c o p o s e e ún marco d e r e f e r e n c i a o medelo. conocimiento.. . . .c a r á c t e r antropolóqico. e s t e ámbito ha sido el psi- y D i l t h e y s e mueve t a m b i é n . . . El del lenguaje ordinario.que v i v e e n i n t e r a c c i ó n c o n e l -mundo e x t e r i o r y c o n l a s . campo d e l o s l e n g u a j e s f o r m a l e s . t o m a d a como u n á m b i t o v i v i d o d e r e l a c i o n e s q u e p u e d e s o m e t e r s e a 'la d e s c r i p c i ó n y a l a n á l i s i s c i e n t í f i co). e p r o y e c t o p u e d e e n t e n d e r s e e l l u g a r .y e l c a r á c - t e r p r o p i o ( e l carácter d e t o t a l i d a d v i v i d a ) d e l marco r e s t r i n g i d o o a b s t r a c t o e n e l q u e s e mueve no s ó l o l a psicología. s i n o t a m b i é n l a g n o s e o l o g i a ( l a c o n e x i ó n es- t r u c t u r a . . q u e h a b í a d e p a r t i r . . l . . . nos son dados. sino el análisis del l a d e t e r m i n a c i ó n d e l modo como t a l e s h e c h o s de l a evidencia-que l e s corresponde. E l h e c h o d e q u e l a g n o s e o l o g í a t o m e como á m b i t o empír i c o d e s u a n á l i s i s l a e x p e r i e n c i a v i v i d a ( l a c o n e x i ó n estructural) d e l proceso d e l saber no permite c a l i f i c a r l a de psicologista. . para . . de 1 . En r e a l i d a d . cológico. . . " d e l i n d i v i d u o . . . . .. .. fundamento. E l p r o p ó s i t o d e s u a n á l i s i s n o e s e l co- nocimiento de l o s hechos psíquicos. . . . o c i e d a d l ' (XVIII. . p o l o g í a . Tradicionalmente.. . 54). . Y s ó l o én e l ..

r m mediatamente e v i d e n t e -en e l . . . . . . L a . ( ~ e ~ ~ s o ñ . o r i e n t ó s e g u r a m e n t e s u e l e c c i ó n d e l a p s i c o l o g í a . . r e f l e x i Ó n a c e r c a de l a e s e n c i a l h i s t o r i c i d a d d e l a vida psíquica. yano de fundamentación r e s i d e l a r e f l e x i ó n f i l o s ó f i c o trascendental sobre l a posibilidad d e l conocimiento cienl tífico-espiritual y de s u o b j e t o . . . i ' n f l u e n c i a s e j e r c i d a s s o b r e 6 1 (W. . . .'nt a c i ó n d i l t h e y a n a de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u no es p s i 2 . .p s i c o l o g í a posee. . .t a n t o s marcos e m p í r i c ' o s de. . y ssgÚn e l . . . . a 1 a . . . s i n ernbar~o. . ¡a En e l . .s t i e n e n también posiciones análogas acerca de l a espee-ial . . Müller. . a s í como d e s u a p a r e n t e c o i n c i d e n c i a c o n o t r o s p e n s a d o r e s c o n t e r n @ o r á n e o s . S e t r a t a d e un u s o q u e p o d r í a m o s l l a m a r m e t a f í s i c o . de Dilthey. . Joh.. . B r e n t a ns . e t c ) .orden a t e o r í a s ' o corrientes gnoseológicas. . ) *. s e n t i d o psicolÓgico d e l tér- rnin'o. c o l o g i s t a r e s i d e e n l a c o n s t a n t e r e f e r e n c i a d e e s t e ámbit o de e v i d e n c i a p s i c o l ó g i c o a l a f i l o s o f í a de l a v i d a . ..de l a s ciencias (especialmente l a física). S ó l o en e s t e c o n j u n t o d e l proyecto d i l t h e - .oo . l a r a z ó n p r i n c i p a l p o r l a q u e l a . . . . . . r e f e r e n c i a de d i s t i n t a s escogidos en. . . . c u a l l a c o n e x i ó n . . . . . . c a s o d e D i l t h e y . Podríamos h a b l a r también d e H i s . . S i n e m b a r g o . 105 evidencia de l o s propios hechos psiquicos- . . .p a r a l a s c i e n c i a ' s h u m a n a s . .fundame. . Helmholtz. . . . . . .o t r o uso en l a obra a l m e n o s h a s t a 1 9 0 0 . . . . . . constituyen . remediar l o s inconvenientes d e l ámbito psicolÓgico. o t r o s . . . . inar una.base inp r e t e n s i ó n d e d e t e. . . .

dencia s u p e r i o r . . . . r i g i n a r i a . t a n t o d e l a c o n e x i ó n p s í q u i c a p r o p i a como d e c u a l q u i e r o t r o proceso.d a e n e l mundo h i s t ó r i c o . E s t o es. . Dilthey considerará . . n o p u e d e e x p r e s a r s e e n c o n c e p t o s . q u e c o n s t i t u i r í a n r e f l e j o s o d e r i v . . . . . ' . estructural psíquica. . D i l t h e y p o s e e una evi. p . de l a ' ~ e c h g e l w i r k u n ~ ' )l o q u e 6 1 l l a m a e n s u p s i c o l o g í a 1- "das Erwirken". en 1880. . e s t o e s . . . . .como f o r m a o r i g i n a r i a d e l t i p o de int-eracción causal que -'. v i v i d a s . e l s e n t i d o d e un g e s t o .164-5). s u r g e solamente en e l c u r s o d e La i n t e r a c - . . . . . ' . o. . l a s r e l a c i o n e s . . e s t o es. p r i m i g e n i a . l o s distintos procesos psiquicos propios constitu- y e l a f o r m a . ..co provoca o t r o . e j . p a r a el tr. . . . "entre ' . d e l m i d o e n q u e . s e .ánsito v i v i d o ' d e u n a r e p r e s e n t a c i ó n a un s e n t i m i e n t .. a d o s d e eyla: para Dilthey. .&e nos dan l o s elementos y l a s d e l mundo h i s t ó r i c o - s o c i a l .ej.v i d a d e cómo un p r o c e s o psiqui. -. . l a e x p e r i e n c i a v i .s o c i a l (de l a ' ~ i r k u n g ' . . . Igualmente. Pero 1O6 e s p r e c i s o se- ñ a l a r c o n c l a r i d a d q u e e s t a c o n c e p c i ó n d e l a c o n e x i ó n est r u c t u r a l n o s e d e r i v a l ó g i c a m e n t e e n a b s o l u t o d e l conjunto de su autognosis. . podemos e l e v a r i n c o n c r e t o a l a c o n s c i e n c i a : d e u n s e r r e a l q'ue e n l a Única conexión de una realidad. . pe'ro q u e n o o b s t a n t e v i v i m o s y como c o n s e c u e n c i a d e e l l o .. .. p. . e l punto c e n t r a l d e l a p s i c o l o g i a " l o c o n s t i t u y e u n a c o n e x i ó n que. - . g e n e r a l podemos r e p r e s e n t a r n o s y que se c o n v i e r t e p a r a n o s o t r o s en e l esquema d e l a a p r e h e n s i ó n d e c u a l q u i e r o t r a r e a l i d a d v i v a y reali1 ( x v I I ~ . . . 0 q u e . en l a medida e n que e l s e n t i d o .

m á s adelante Dilthey cobrará En e f e c t o . v i. . . ces u n a r a z ó n p a r a l a d i s t i n c i ó n d e l o s t i p o s d e l a a p r e h e n s i ó n o b j e t i v a .. pues. t a. e.o n.o -. . l a c o n e x i ó n e s t r u c t u r a l p s í q u i c a comb l a c o n e x i ó n r e a l d e toda otra totalidad histórica. . e n t o n - . "cada uno d e e s t o s sistemas d e f i n e s . p e r o d e r i - vado o s e c u n d a r i o con r e s p e c t o a l a tendencia b á s i c a de s u pensamiento. .lthey. I - - - expe- 9 r i m e n t a m o s l a p r o p i a c ~ n ~ x i ó sn u: ~s e n t i d o a l c o n o c e r experimentar e l sentido de l o s procesos y elementos de nuestro entorno y vicsversa.espírituI1 (VII.n t.M. como .) s i d e en e l hecho d e que ' l a d i s t i n c i ó n e n t r e r e a l i d a d . e l. á c. p a r a Di. ..n . d. . .c . . . O t r a m a n i f e s t a c i ó n d e l o q u e h e m o s l l a m a d o ~ u s om e t a fís-ico de l a p s i c o l o g í a se h a l l a en l a consideración de . o m b. h. El cartesianismo de ~ i l t h e ~ ~ ' ' un e l e m e n t o p r e s e n t e e n é l . En e f e c t o . t . l . e l s e n t i r y -el q u e r e r ( l a s t r e s f o r m a s . La c a r g a a x i o l ó g i c a aso- ciada a su noción de conexión e s t r u c t u r a l -algunas d e cu- y a s m a n i f e s t a c i o n e s hemos s e ñ a l a d o e n l o s d o s c a p í k u l o s anteriores- pudo c o n t r i b u i r a e s t a consideración: el iso- m o r f i s m o e n t r e i n d i v i d u a l i d a d y t o t a l i d a d c o n s t i t u í a pa- r a 6 1 u n a c o n d i c i ó n d e l a a r m o n í a e n t r e ambas.i c . u . r e. . c . . conciencia de e l l o y podrá así señalar: "Si se t r a t a de l a fundamentación de las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . básicas de a c t i t u d de l a conexión e s t r u c t u r a l . va- l o r e s y f i n e s atraviesa todo e l reino d e l .i ó . p r. re- C. .. o r n o . s. - y en este s e n t i d o n o h a y u n á m b i t o más o r i g i n a r i o q u e o t r o : - . . constituye.

lógica1! 208).c o. l . i . . ó ~. . u n a r e a l i d a d . c o n t r a l a s in- t e r p r e t a c i o n e s precipitadas a p a r t i r de ensayos o afirma- : ciohes aisladas.c o m o -s e ñ a l a ba ~ i l t h e . ' c o m o h e m o s s e ñ a l a d o . r .s. Es en este t i p o de decla- y no en l a f i l o s o f í a de l a vida. n . . d e. filo- s o f í a d e .c a. e . .i n d i v i d u o s q u e c o . . e n . L a c o n e x i ó n es- t r u c t u r a l p s í q u i c a n o e s . . . . €1.l . .s . en d e f i n i t i v a una conexión psico- ( v . AS. o . l . . . a. . nexión. ' . l. a r.do"de'la raciones.e l . . . . .a t e n d e n c i a g e n e r a l d e l a a u t o g n o s i s .llla distinción entre realidad.ion e s t r u c . .. que tales o b j e t i v a c i o n e s reproduzcan l a conex. . e .e . e . a l. í q. .. i . a . . d .e s t e t i p o d e d e c l a r a c i o n e s se h a n a p o y a d o c i e. s i . . P u e s d e l a c o n c e p c i ó n d e l o s sistemas como o b j e t i v a c i o n e s . e. . . u . . v.-Por tanto. n. t u.i c . p. . ' . : . . . d e l a i n t e r a c c i ó n de i n d i v i d u o s no se s i g u e e n a b s o l u t o . . 157. . .d a.o p. . d.a . é l.r . y . i v o 1 I . para Lieber. s i n embargo.0 i l t h e y b o r d e a l a m e t a f í s i c a e n e l mal s e n t i d o . e r. V I .p .r - tas c r í t i c a s para reprochar a Dilthey l a f a l t a de sentido histórico.. .l. .p e. . s. . .e i. e. ' d e s d e 1.r i v i l e 9iada:E. valores y fines atraviesa todo el r e i n o d e l espíritull.v i r t u d d e s u homogeneidad. . e r.. i g. mite. o . .n --. . . Ya p r e v i n i m o s . "el i n t e n t o de conver- t i r l a p s i c o l o g í a e n f u n d a m e n t o d e l a h i s t o r i a (!?) y d e v e r e n u n a e s t r u c t u r a p a í q u i c a g e n e r a l como f o r m a d i n á m i - ca d e l a v i d a en g e n e r a l e l o r i g e n d e t o d a s l a s d i f e r e n - .ó n. i .c h. .. t . u n a n á l i s i s ad e s u 60- P e r o esta conexión d e un s i s t e m a s e m e j a n t e n o es o t r a q u e l a c o n e x i ó n a n í m i c a de l o s hombres q u e c o o p e r a n e n e l mismo. . .a n. . m. m i s m o modo p u e d e ~ c u r r i r ' ~ " ees t a ' c o n e x i ó n e s t z t u c t u r a l r e p r o d u z c a l a d e l I 1 e s p í r i t u o b j e t .

l i b r o s . . . iglesias. l a psicología. '. resultar patente.5 4 . altura del análisis. e l .saber acerca de este aspecto interno. costumbres. E s un e r r o r c o r r i e n t e . E I .. etc. para nuestro . .:. e r e n c i a . Señalemos con t o d o érifasis. t u ( d e l d e r e c h o .mismo. . v a.. "Ya s e t r a ' t e d e e s t a d o s . d e un a s p e c t o s e n s i b l e e x t e r i o r a o t r o q u e no. ra Dilthey esta "estructura y legalidad peculiares" a cual- que paque ' s u b y a c e a l d e r e c h o no es s ó l o l a p u r a e s t r u c t u r a l ó g i c a i n t e r n a de l o s códigos jurídicos. . frente quier tentación de interpretación e s t r u c t u r a l i s t a . . s i n e m b a r g o a u n a .n humano-histórico-social- -el nexo de q u e d i o o r i g e n a es- t a . e l c u r s o de l a vida psíquica. l a r e f ...e. h a m b r e . e s t o es.. e s p i r i t u a l con u n a e s t r u c t u r a y l e g a l i d a d p r o p i a s y p e c u l i a r e s v (VII. 84-5. . e x t r a j o también. . l a verdadera c o n s e c u e n c i a q u e se d e s p r e n d í a d e l a a u t o g n o s i s . q u e .s o c i a l e s l e l l e .. 1 . . C.5 ) .obras de arte.l o . a esta E l propio Dilthey como e n e l c a s o a n t e r i o r . o b j e t i v a c i ó n ' p a r t i c u l a r y q u e l e p r e s t ó s u p e c t i l i a r "es- . Con- siste en e l r e t r o c e s o h a c i a una formación . VII.M. como é s t a d e s d e u n a c o n s i d e r a . p o n e r e n j u e g o . .) La comprensión d e e s t e ' espíri- n o e a c o n o c i m i e n t o p s i c o l Ó g i c o . c i Ó n más a m p l i a d e l a o b r a d e D 5 l t h e y d e b e r í a y a ... . ta- l e s r e a l i d a d e s c o n t i e n e n siempr. . l a i d é n t i c a o r i g i n a r i e d a d y autonomía d e l a s d i v e r s a s totalidades históricas: instituciones.c i a c i o n e s ~ h i s t Ó r i c o . L a i n j c s t i c i a d e c r í t i c a s . . s i n o t a m b i é n y a l mismo tiempo e l nexo de v i d a dinámico-significativo interacciÓ.

r t. i Ó n como m é t o d o p s i c o l ó g i c o n o se s i t ú a e n a b s o l u t o a l mismo n i v e l q u e l a s n o c i o n e s d e v i v e n c i a .. . . t i ó n r e l a t i v a al lugar de l a ppicología en e l conjunto de l a obra de Dilthey: l a r e l a c i ó n e n t r e p s i c o l o g í a y herme- E l r e c o n o c i m i e n t o d e 1. La i n t e r p r e t a c i ó n d e t a l e s o b j e t i v a c i o n e s es un problema m e t ó d i c o que t i e n e s u fundamento t r a s c e n d e n t a l en l a autognosis. a.e s p i r i t u a l .a p e c u l i a r i d a d d e l I 1 l a d o néutica.a .. a. rechazo que es consecuencia lógic a d e l p r o y e c t o f i l o s ó f i c o d e D i l t h e y . @ t e s e e j e r c e p o r e l m é t o d o i n t r o s p e c t i v o como . e l r e c h a z o d e l o q u e h e m o s l l a m a d o e l u s o meta- . des'pués d e d i c h o rec. . diversas t o t a i i d a d e s h i s t ó r i c a s . o . f i s i c o de l a p s i c o l o g í a . r e f e r e n c i a la. .e l..u t.. y q u e p o s e e como m a r o o e m p í r i c o d e . hermengutica.t o . t a n t o s i . s i s q u e h e m o s . - d e l m i s m o modo . l a fundamentación p r o p i a d e l conocimiento c i e n t í f i c o . .u e. l . m. . . interno1' de l a s .p a. n o. -.e n . .onocimiento.no signif i c a s i n o . .. 'La a u t o g n o s i s cont i n ú a a i e n d o . e .ensiÓn d e o b j e t i v a c i o n e s es- pirituales. conexión e s t r u c t u r a l d e l a e x p e r i e n c i a vise s i t ú a a u n n i v e l d i s t i n t o d e l d e l a *vida d e l s a b e r . P o r . d . q .o g. s i l o h a c e m e d i a n t e l a compr. q u e l a i n t r o s p e c c .m o. a.E l t e x t o a n t e r i o r p l a n t e a un nuevo a s p e c t o d e l a cues.t r . y por e l l o no c o n s t i t u y e una nueva fundamentación d e l a s c i e n c i a s humanas.e s p i r i t u a l . L a posibilidad de l a constitución y de l a p r e s e n c i a d e t o t a l i d a d e s d e s e n t i d o ( v i v e n c i a s ) e s l a cond i c i ó n t r a s c e n d e n t a l del' conocimiento c i e n t í f i c o . " l l a m a d o g n o s e o l o g í a .

e .c i a ' i n t g r n a ( . e l c o n t e n i . . . en e l reproche que ya citamos e n e l c a p i t u l o t e r c e r o : . c . o t. Lo c i e r t o e s que l a f a l t a d e c l a r i d a d a c e r c a dd e s t a s c u e s t i o n e s p o r p a r t e d e c i e r t a s c r í t i c a ' s . . e n t o n c e s .n o. . s. . .p e. e l mundo i n t e r i o r e s s ó l o mundo i n t e r i o r d e u n s u j e t o a i s l a d o . m a l e n t e n d i é n d o l ' a p o r c o m p l e t o ) y p o r i n t u i c i ó n e l mundo h i s t ó r i c o . La f a l t a d e c l a r i d a d a c e r c a d e l o s d i s t i n t o s n i v e l e s en que s e s i t ú a n ' ciones de autognos~is. i . . e . a . . lasVoo- p s i c o l o g í a y herme- n é u t i c a p u e d e l l e v a r a c u r i o s a s c o n c l u s i o n e s . they de l a peregrina pretensión de conocer por experien. e . . l l e v a r a Cabo) p o r l a I 1 f u n d a m e n t a c i Ó n h e r m e n é ~ t i c a (~q~u e t a m p o c o ' e x i s t i ó nunca e n . .y. s i n e m b a r g o .n t. i. e l p r o y e c t o de ~ i l t h e y ) . p e r o s i e l s u j e t o h a d e c o n o c e r e l mundo e s p i r i t u a l c'omo u n mundo histórico-social. c u a l e s . cat-orías de l a a"toqnosis. i .d o mismo d e l a c r í t i c a . q u . p e r o e n e s e c a s o f a l l a l a v e n t a j a d e l . " S i l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u son también l a s c i e n c i a s d e l mundo i n t e r i o r . . r o .gnoseología.q u e a d e m á s s e .a c.r a.o l a a t r i b u c i ó n a ' D i l .' entonces e s i n e v i t a b l e ' l a referencia a l mundo e x t e r n o .r í . v . . o . . . .n o. . sino cateqorías filosófico-trascendenta- metodo¡Óqicas. debido a que l a conPusiÓn de n i v e l e s c o n c e p t u a l e s se r e f l e j a también en . h. cprno l a c o n o d i d a t e s i s d e l a s u s t i t u c i Ó n de' l a ' I 1 f u n d a m e n t a c i Ó n p s i c o 1 ó g i c a l 1 ( q u e D i l t h e y n u n c a p r e t e n d i ó . l.experiencia interna.c a.s o c i a l . .le&. P e n s e m o s de Ineichen. -ci'Ón. s . e b.:. t '.a s. % . n o s p e r m i t e e n t e n d e r c u á l ' e s s s u s i g n i f i c a d o p r e c i s o . .. l a. . .a l. s . . . . .

poder sustraer. .y d e l t o d e c r u c & I 1 y . i n t e r i o r . . . . s i n o también -lo que viene a c o i n c i d i r con e l l o . . . . s a l v o . . . de l o s l a r e f e r e n c i a a l mun- Naturalmente. de representaciones- p e r o s ó l o como c o n d i c i o n e s o v e h í c u l o s de l a aprehensión d e l sentido. . d e f o r m a e x t e r n a a l p r o c e d i m i e n t o mismo d e l a i n v e s t i g a c i ó n i p o r e l l o D i l t h e y s a b í a b i e n q u e l o s s e n t i d o s e x t e r n o s estab. . . s i lee- e s t o es.a aquél. a saber. . o s i l a o í m o s mal. . p e r o no s ó l o p a r a e l conocimient o d e l mundo h i s t ó r i c o . . . . . .. po- s e e p a r a e l "hombre e n t e r o n . . .e¡eme"to sentido de s u propia vida por re1aciÓn.s o b r e o t ~ o s :c o m o t a l n o e s o b j e t o d e l a s ciencias del espíritu. . p r e c i s a m e n t e por l a f a l t a d e c l a r i d a d .. . e s t o e s . l'a ' i n t e r a c c i Ó n ~ s o c i a l . . .i n c l u s o -'-. que s u b j e t i v i z a e l conocimiento. f r e n t e a l a oposición que e s t a b l e c e d e l nmuncio i n t e r i o r n . . . . sentidos . e s e s e r a c t i v o q u e e s "pun- en. . mos mal u n a p a l a b r a . e t c . . . . d o e x t e r n o es i n e v i t a b l e .ej. . . . s i n o d e l " l a d o i n t e r n o r 1 . . . . "mudai1' s o b r e n o s o t r o s m i s m o s . . .s o c i a l . . se a l a a y u d a . . en l a reflexión l a c u a l e s t á t a m b i é n sem- brada de imágenes. _ . . . P o r q u e n o s e t r a t a p r e c i - Ineichen- s a m e n t e d e l I1mundo i n t e r i o r f 1 . p.an' e n t o d o momento p r e s e n t e s . .c o n o c i m i e n t o d e l inundo. También l a r e s i s t e n c i a f í s i c a d e l o s muros de una p r i s i ó n e s s ó l o u n a c ó n d i c i ó n p a r a q u e u n o u n o s h o m b r e s irnpong a n s u ' v o l u n t a d . . r n o s ' c ó m o l o s s e n t i d o s ' e x t e r n o s como t a l e s p o d r í a n i n t r o d u c i r e l e r r o r en l a i n v e s t i g a c i ó n . . . Tainpoco e n t e n d e m o s q u é s i g n i f i c a r e a l m e n t e e s t a a f i r mación d e T u t t l e . . Y n o ve. . . e¡ e n t o r n o . . . d e l s e n t i d o q u e e l mu'ndo e x t e r n o .

(?)' d e l a s cienc'ias d e l e s p í r i t u . . . . ( ~ e b e n s ~ u s s e r u n ~ edne ) l o s h o m b r e s p o d r í a n s e r v i r como u n a b a s e u n i v e r s a l m e n t e v á l i d a d e l a s c i e n c i a s humanas y d e l a h i s t o r i a e n especial11110. d e s c u b r e -!casi un.1-a p s i c o l .n a l m e n t e . D i l t h e y t e n i a y a c l a r a c o n c i e n c i a d e i p a p e l d e l a v i v e n c i a como s u p u e s t o o f u n d a mento y de l a necesidad de l a i n t e r p r e t a c i ó n de manifest a c i o n e s e x t e r n a s p a r a e l c o n o c i m i e n t o r e a l d e l mundo h i s tórico: llLos e l e m e n t o s d e l t o d o d e l a n a t u ' r a l e z a l o s . o p i n i ó n d. .e q u e ~ 6 1 0l a s t h a n i f e s t a c i o n e s v i t a l e s I 1 .. las d i s t i n c i o n e s a que a n t e s aludíamos: . Hacia 1876. . en orden a defen.He a q u í l a e x p r e s i ó n d e s e g ú n e l c U a l ~ i l t h e . La v i v e n c i a e s s ó l o un f u n d a m e n t o filosófico-trasc'endental. - b i l i d a d ? ¿Por interna"? bas?). .' e n . "Dilthey fi- . . ' d e s u vid?!- al final q u e l a h i s t o r i a n o p u e d e c o n o c e r s e s i n o me- d i a n t e l a i n t e r p r e t a c i ó n de manifestaciones e x t e r n a s de ( ¿ ~ u és i g n i f i c a 'esto? ¿Cuál s e r í a l a o t r a p o s i - l a vida. . . a n d o n a r x a . l o q u e s e r í a más g r a v e . o g í a i n ' t o t o como f u n d a - . d e r l a . mento.-.~ interpretación de "manifestaciones vitan a d a menos que u n o s t r e i n t a a ñ o s a n t e s d e l s u p u e s t o " g i r o hermenéutica".una cond i c i ó n d e p o s i b i l i d a d d e l c o n o c i m i e n t o d e l a historia. E l conocimiento e f e c t i v o l a supone. . -. * . lest1. . i n t r o s p e c c i ó n ? ¿O t a l v e z p o r " e x p e r i e n c i a 60. p e r o s ó l o se l l e v a a cabo mediante - ' 14 --.mito. . i n - ferimos (erschlieaen). . . . s i n o que l o s a b í a b i e n d e s d e e l p r i n c i p i o . l o s e l e m e n t o s d e l mundo m o r a l l o s .3 . a t . i d e n t i f i c a n d o am- Pero D i l t h e y no descubrió e s t o a l f i n a l de s u vida.

c e p t i b l e s como e x p r e s i ó n d e a l g o i n t e r n o t 1 ( X V I I I .n t.. Sólo una cosa e x i g e Dilthey de ésta: q u e t e n g a c o n c i e n c i a cla- r a d e l m a r c o e n e l que n e c e s a r i a m e n t e s e mueve. . a. p e r c i b i d o s e n n o s o t r o s mismos e n u n a s e r i e d e h e c h o s . . e . H ~ u s d r u c k n ) . .n i. l a aprehensión vivida de l a conexión e s t r u c t u r a l psíquica: . .. . ltIdeen. Uivencia. . de fundamento t r a s c e n d e n t a l que p o s e e l a v i v e n c i a y de s u d i s t i n c i ó n con r e s p e c t o a l proceso e f e c t i v o de i n v e s t i g a ción.. c. e n v. o. . . l& D. . .s i c o n c e p t u a l m e n t e . a Ú n hemos d e i n v e s t i g a r . ~ i l t h e ye x p r e s a c l a r a m e n t e s u c o n c i e n c i a a c e r c a d e l p a p e l . .). . . . . i .t e. ¿ a c a s o l o s sistemas no s o n también p r e c i s a m e n t e ..Incluso en su principal ensayo psicolÓgico.S . . p o - l ó g i c o de l a naturaleza'humana s ó l o en l a h i s t o r i á : m a n i f e s t a c i o n e s (Ruperungen)It ( X V I I I . . .percibimos . . n . d . a saber. .o . .. 2 3 1 ) . s610 l o i n f e r i m j o s ( e r s c h l i e ~ e n ) m e d i a n t e un p r o c e s o q u e . c u a n d o D i l t h e y l o s c o n c i b e como I1f o r m a s d e i n t e r a c c i ó n l t ? . que s e l l e v a a cabo mediante l a comprensión y que puede i n c l u i r también l a i n v e s t i g a c i ó n experimental. con plena c o n c i e n c i a de s u d i s t i n t o papel.c u á l e s y e n q u é c o m p o s i c i o n e s c o n s t i t u y e n e&-c u r s o h i . per o .y . . r o. . . . y además Y en 1880 seña- t t E x p o s i c i Ó n d e l. .ir- t u d d e l c u a l captamos g e s t o s y p a l a b r a s externamente p e r . si no en l a terminología (que c o i n c i d e i n c l u s o en k 1 caso d e t t e x p r e s i Ó n f l .l t h. .lt. . .. Por o t r a parte. t ó r i c o en s u l a d o interno. en las 183). e n n o s o t r o s m i s m o s (. Estos elementos son . " m a n i f e s t a c i o n e s d e l a v i d a t t . .i g u a l m e n t e : .expresiÓn y comprensión s e h a l l a n ya presentes. ..

a for- e n gesino a u n e n e l c a s o d e q"e p r o c e d a m e d i a n t e l a a u - toobservación o introspección. .S . fecundo p a r a l a i n t e l i g e n c i a de l a vida. . l . 'Innewerden') de l a conexión e s t r u c t u r a l representa Ú n i c a m e n t e l a c o. i ó n . innesein) y l a introspección (y. . . e l fundamento f i l o sófico-trascendental mundo s o c i a l ) . a fortiori.a n a t u r a l e z a h u m a n a g e n e r a l p o r . y de forma plena. c o m o l a v i v e n c i a . d e l co- . .d e s e g u i r s i e n d o e l fundamento Firme. . t i e n e e n a b s o l u t o un c a r á c t e r i n t u i t i v o . . .. €1. . . . 2 2 2 . e l c o n o c i m i e n t o d e l mundo h i s t ó r i c o . v'ivido e inmediatamente seguro de l a psicología.a . o. . La c o n e x i ó n e x p e r i m e n t a d a d e l a v i d a p a í q u i c a h a . . La e x p e r i e n c i a i n t e r n a o ' v i v e n c i a es una c a t e g o r í a de l a autognosis. c u a l q u i e r o t r o método d e i n v e s t i g a c i ó n ) . . . . . ?. . o o c i m i e n t o p s i c o l ó g i c o ( a s í . . _ . . d e l conocimiento de l a h i s t o r i a y d e l P e r o e l c o n o c i m i e n t o p s i c o l ó g i c o (Y. f. Esto confirma una vez'más. . una c a t e g o r í a f i l o s ó f i c o - . . . 1 7 2 . . i c o n s t r u c c i Ó n . . . . . i l. > . . r . . l a 'experien- cia d e l s e n t i d o en general c o n s t i t u y e . S . . VI.ser a l g o sano. s ó f i c o . p o r mu- cho que penetre en l a investigación experimental de detal l e n (U. l a p s i c o l o g í a q u i e r e . deberá atenerse al procedimiento o r i g i n a l d e l a comprensión..i . ' En u n a c a r t a d e D i l t h e y a Yorck p o d e m o s v e r l o c o n t o da claridad: (el i n t u i t i v a e inmediata l a experiencia vivida. d e 1. n d. tiori. reflexivo. v i v o . i c.o c i a l n e r a l ) n o . .3 ) .t r a s c e n d e n t a l . l a diferencia fundamental de rango exist e n t e e n t r e l a "experiencia interna" ( o "vivenciat1) de l a c u a l nos lbercatamos íntimamentetJ (innewerden. .

. . cuando yo c a p t o d e forma d i s t i n t a y d e l i b e r a d a l b s miem- . ' . Análisis. que puede a b a r c a r l o s c o n c e p t o s ~ a n t e r i o r e s . . . siera decir l o siguiente acerca d e l punto principal. . . . .. 260 . e n a c t o s d i f e r e n t e s y. . . . además d e l s e n t i - . . c u e r d o . . . d o e s t r i c t o . . . . . .carácter inmediatamente dado de l a conexión e s t r u c t u r a l : . . .. . s ó l o pu'edo a p r e h e n d e r d e f o r m a t o t a l m e n t e c l a r a . . e n s a y a n d o o d i s t i n g u i e n d o e n e l re- . l o s miembros no a p a r e c e n . sucesivos. . . q ~ e . - . . trascendental. . p e r o merece s i n duda que l a reprodugcamos. y de éste con un proceso volitivo. . introspección' ( y . A l l í donde en e l c u r s o v i t a l una i n t e n c i ó n v o l i t i v a s u r g e de . . t a d o r e p r e s e n t a t i v o con un s e n t i m i e n t o . . . . . . . d e l m i s m o modo q u e s ó l o s e p u e d e c a p t a r d o s juicios en dos actos mentales diferentes. . . .u n s o l o a c t o d e c o n c i e n c i a l a c o n e x i ó n d e u n es. l o s miembros se h a l l a n e n c o n e x i ó n . d e forma . . . . . c o n e x i ó n . quiel . d e c o m p r e n s i ó n d e " m a n i f e s t a c i o n e s t ~ ) s o n cat e g o r í a s metodolÓgicas que h a l l a n s u c o n d i c i ó n d e p o s i b i l i d a d e n a q u é l l a . . L a c i t a e s a l g o e x t e n s a . . . . . . . Naturalmente. . . á m b i t o d e l a a t e n c i ó n n o me p e r m i t e r e c o r r e r a t e n t a m e n t e e n . l a ' c o n e x i ó n d e un e s t a d o r e p r e s e n t a t i v o con s e n t i m i e n t o s . . . descripción. . . . . . . . . t a l r a p i d e z q u e s u c o n e x i ó n s e me h a c e c o n s c i e n t e ' e n u n s o l o a c t o d e atencLÓn. ~ o s et ae l v e z u n s e n t i d o más a m p l i o .una s i t u a c i ó n con . . . . .. . . b r o s d e l a . . . . . . p e r o n o p u e d o e l e v a r l a c o n e x i ó n e n t e r a a conciencia atenta y diferenciadora. comprensión. mienzos'de 1896: E s c r i b e D i l t h e y a Yorck a co- " T r a s l a r g a o b s e r v a c i ó n d e m í mismo. La l i m i t a c i ó n d e l . . y de é s t o s con acciones v o l i t i v a s . . . . . .

. . . S t u m p f me e s c r i b e.N.) . . . . %a d i f e r e n c i a e n t r e l a c o n e x i ó n e n . n e l m i s m o s e n t i d o q u e u s - . C. y sólo mediante l a cual surqe l a percepción científicamente uti.. . . e s t r u c t u r a l . . .l a c o n e x i ó n . . . . Poseemos l a conexión e n una captai n c l u s o e n u". . ción. . d e l que p a r t e l a d e s c r i p . . . no podría proporcionar. . . ción clara y d i s t i n t a . Pero sólo l o establez- d e t e r m i n a d o más a r r i b a l o q u e a m i e n t e n d e r c o n s t i t u y e e l sentido y las implicaciones fundamentales de este texto. . . ~ a _ e x p r e s i Ó ne s i n d i f e r e n t e . que se produce p o r p a r t e s . . . . t a l como se d a e n e l hombre d e s a r r o l l a d o . a través hasta l a determinación de l a voluntad s ó l o p u e d e o c u r r i r m e d i a n t e un e n s a y o q u e p'roduce u n a situación i n t e r n a o mediante e l recuerdo posterior. . . c a s o p { a F t i c u l a r . t a n t o que n o s p e r c a t a - m o s i n t e r n a m e n t e ( i n n e werden) de e l l a y l a d i s c r i m i n a c i ó n . aun perfectamente analizado. . no se t i e n e e n c u e n t a . ( d e S t u m p f . s ó l o E l e s t a b l e c i m i e n t o d e l carácter inmedia- tamente dado de las p a r t e s individuales de l a e s t r u c t u r a y d e s u c o n e x i ó n d e s d e un e s t a d o r e p r e s e n t a t i v o . . en forma mediada. del'sentimiento. d e e s t e c u r s o .. . . . s e g Ú n m i p a r e c e r . .experiencia interna d e . Llama u s t e d a e s t o reflex i ó n . .).fl. . ted en favor de l a inmediatez de l a .distinta. .. e.. d e s u s miembros d i s t i n t o s exactamente capatados y s u s conexiones particulares. . . C. . .. l i z a b l e (Subr. . . . . .l a conexión estructural.: P e r o e n estas p r o p o s i c i o n e s . . . E l á m b i t o v i v i d o . n o me d e t e n d r é más e n 6 1 . atento y d i f e r e n c i a d o r . . .

EI. 180.s i n embargo. puesto que l a gnoseología procede también mediante el a n á l i s i s y l a descripción de l a estructura de l o s p r o c e s o s e n que se cumple e l s a b e r . l a t e o r í a de l a inte- racción o f i l o s o f í a de l a vida establecerá l a condición '. n i t a m p o c o m e d i a n t e experimentos psicol~$gicos. Y. La famosa afirmación de D i l t h e y según l a c u a l e l conocim i e n t o no puede r e t r o c e d e r p o r d e t r á s d e l a v i d a no s i g nifica. p u e s t o q. f u n d a m e n t a l m e n t e q u e n o p o d e m o s i r más a l l á d e ' l a p r o p i a conexión e s t r u c t u r a l -de l a que e l conoci- m i e n t o e s un momento q u e p a r t e s i e m p r e d e l a c o n e x i ó n v i - - . a p a r t i r de l a conexión estructural internamente vivida. t a m b i é n s u s 1í- mites l e e s t á n s e ñ a l a d o s d e e s t a forma. de posibi<idad d e l objeto d e l conocimiento. y s ó l o j u n t o con l a t e o r í a de l a ' i n t e r a c c i ó n histórico-social -que se plan- t e a r á .c o n s t i t u c i ó n d e t a l e s t o t a l i d a d e s de s e n t i d o .. Mientras que l a gnoseología e s t a b l e c e r á l a condición de posibilidad d e l c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o . e n l o s e s c r i t o s d e l a Ú l t i m a é p o c a . V I . l a autognosis. como f i l o s o f í a d e l a vida- p o d r á c o n s t i t u i r l a f u n d a m e n t a c i ó n comple- t a de las ciencias del espíritu.e l a a u t o g n o s i s l o m u e s t r a s i e m p r e como u n momento -de- c i s i v o . l a s condicion e s d e la..e s ~ i r i t u a i -la p r e s e n c ' i a y e v i d e n c i a de nexos estructurales-. 2 2 9 ) . pues. s i n o mediante l a h i s t o r i a w (v. e l c o n o c i m i e n t o r e a l d e un hombre. p e r o momento a l f i n - en l a r e l a c i ó n dinámica de l a h i ~ t o r i a : * ~ ' L qou e e s e l h o m b r e n o s e c o n o c e m e d i a n t e l a c a v i l a c i ó n s o b r e u n o mismo.

.o b i e n s ó l o s i g n i f i c a e s o e n e l c a s o ' d e qu'e. no -. . . . S i n embargo. . .. . ' n o p u e d e nunc a a b o l i r e s t e h e c h o . l a conciencia histórica. D i l f h e y o r i e n t ó su gnoseología e n e l marco e m p í r i c o 1- de r e f e r e n c i a que es también e l de l a p'sicología. l a s . . . . a l a c o n e x i ó n estructural de l a vida psíquica. . . . t o d a f u n d a m e n t a c i ó n d e l a s c i e n c i a s . . t h e y a P a v e z l a más a l t a m a n i f e s t a c i ó n d e l p o d e r d e l a r e f l e x i ó n humana: . con su entorno. .o t o . a n á l i s i s . . s i n o reconocer su propia inserción e n un.. e x p r e s i ó n ' s e a -como . . . e g u r i d a d q u e c o r r e s p o n d e a l a \ii- d e esa f a c t i c i d a d . . . . t a l vida-. a reflexión.teniendo en . . sinónima de esta otra: . . o q u e l o s o b r e p a s a s i e m p r e . . todo . . . . s e t r a t a d e u n p u n t o d e . l o es- . . . . . . n t e . d e ' l 'homtire es s ó l o . . . . . . . y. . . . p u e s l a r e f l e x i ó n misma n o e s s i n o un momento d e d i c h o n e x o y n e c e s a r i a m e . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . sobre todo desde su reconocimiento e x p l í c i t o d e l a peculiaridad de l o s d i v e r s o s nexos de s e n t i d o o t o t a l i d a d e s h i s t ó r i c a s f r e n t e . apo-yo q u e n. n e x o d i n 6 m i c . . ' t 0 d . P e r o r e c o n o c e r e s t o e s p a r a D i l . h a d e p a r t i r . . . .. v e n c i a se v e s i e m p r e r e l a t i v i z a d a p o r e s t e h e c h o f u n d a - l a v i v e n c i a misma e s s ó l o p o s i b l e y a d e s d e l a mental: efectividad de 'la interacción práctico-vital . .p o s i b l e p o r q u e e l h o m b r e e s " p u n . Cierta- m e n t e h u b i e r a p o d i d o e j e r c e r s u a n á l i s i s g n o s e o l ó g i c o sobre ámbitos d i s t i n t o s . t o d e c r u c e l I de una 'red d e ' i n t e r a c c i ó n dinámica que l e precede' y sobrepasa. c a más f o n d o q u e e l d e l b a j e l q u e n a v e g a e n e l "mar i n s o n d a b l e d e l a vida1'. . . . . . . .. . . . . .

. r ~e f e~ r e n c i a c o n s t a n t e a l a f i l o s o f í a d e l a v i d a . .e l ciencia.s o c i a l . . . . . o b j e t i v a ciones d e l a vida: s u a n á l i s i s i n t e r n o -como e l d e l a c o - n e x i ó n e s t r u c t u r a l . . .. d e l a comprensión. . . . . a l mismo tie. como un c o r o l a r i o i n m e d i a t o . .- c o n s t i t u y e n s ó l o momentos. . .osas ambas. . . . t e r a c c i Ó n ' h i s t Ó r i c o . .inexactas. etc. l a o r i e n t a c i ó n p s i c o l ó g i c a d e l a g n o s e o l o g ~ ad e D i l t h e y n o i n v a l i d a e n .i n. t a d e l a s c i e n c i a s d e 1 ' e ~ ~ í r i t . c i e n s i a s .t ' r a s c e n d e n t a l acerca de l a s condiciones de posibilidad de las . lenguaje. a s í como u n a c o n c e p c i ó n i n c. .s e c o n s t i t u i d o p a r a é l ' t a m p o c o l a fund-amentación comple. a n t o l a c o n e x i ó n e s t r u c t u a a l p s í q u i c a como c u a l q u i e r o t r o n e x o . a b s o l u t o e l c o n j u n t o d e s u reflexión ' f I l ó s 6 f i c ó . .h u m a n a s . .p r e s e n t a r í a l í m i t e s i r r e b a s a b l e s salvo e n .t h e yc o n e i n t u i t i v a de cuño romántico. . . uT. la coagulaciones p a r c i a l e s d e l a . . . . . . . . . . . . . . . . t u i t i v a . . . l a au t o g n ' o s i s . Precisamente por ello. . . Digámoslo claramente: tal i d e n t i f i c a c i ó n es l i s a y llanamente errónea y d e r i v a de e r r o r e s fundamentales de interpretación. . . . . . t o r objeto de investigación. . . . .mpo. . . .a l í s t i c a ' d e ~ i l . . Presupone l a 1 c o n c e p c i ó n d e ' l a v i v e n c i a como u n a c a t e g o r í a p s i c o l ó g i - ca y m e t o d o l ó g i c a a l a v e z . y des- c o n o c e p o r c-ompleto t a n t o e l l u g a r d e l a p s i c o l o g í a en . . . . . .p'itada y socorridísima i d e n t i f i c a c i ó n la m a n u . hermenéutica psicológica diriqida a l a penetración p o r s i m p a t í a ( l a c é l e b r e 'Einfühlung') e n e l a l m a d e l au- . . l a necesidad de revisar por completo l a preci. . . D e l a n á l i s i s desarrollado en este capítulo resulta. . . . . .

..-Comprender l a h i s t o r i a n o e s compren- d e . d e l espíritu. \ . . dinámica de aquéllas. comprender e n s u .. o n a j e s : e s s i e m p r e compren- d e l l a f o r m a como e x p r e s i ó n d e l a v i d a . d e l a r e l a c i ó n d e un hombre c o n l a d i n á m i c a s o - c i a l e h i s t ó r i c a s ó l o e n l a c u a l s e c o n s t i t u y e y e s pos i b l e l a vivencia. .i e f " n d a i n e n t a t i i ó n d i ¡as ciencias.s u s .p s i c o l o g í a .d-e .históricas (fuerzas. . . .r . vivencia. de. ) l a s r e l a c i o n e s entre l a s fuerzas .u n momento d a d o c o n s t i t u y e n una determinada formación h i s t ó r i c a . . s u p o n e l a p r e s e n c i a d e l s e n t i d o como momento d e gnosis: 1s v i d a . . t o . . (configuración. e l I 1 n e x o e f e c t i v o v ( ~ i r k u n g s z u s a m m e n h a n ~.l a o b r a d e D i l t h e y como e l s e n t i d o p r o f u n d o d e s u p r o y e c .d i r á más a d e l a n t e D i l t h e y . - . . ' i n t r i n c a d a d i n a m i c i d a d las r i l a c i o n e s e n t r e l a 'Wechselwirkung' (interacción) y l a 'Gestaltung' plasmación). S i s'e. habremos de respon- d e r q u e e l l o n o s i g n i f i c a d e n i n g ú n modo p s i c o l o g i s m o o intuicionismo. . . pues. . l a . La v i v e n c i a es una c a t e g o r í a d e l a a u t o = .p e r s .l a . comprender. comprender a q u e l l a s r e l a c i o n e s en t a n t o que'se configuran en una unidad dinámico-significativa.' n o s o b j e t a que e l o b j e t o de l a comprensión es p a r a D i l t h e y l a reproducción. . - . como. cuyo s e n t i d o p u e d e c o m p r e n d e r s e ) q u e e n . y é s t a s ó l o como e x p r e s i ó n d e l a .

er. que hemos i n - terpr-etado. a s í como d e l a u n i d a d c o n c r e t a . En e f e c t o . e s t o es. .. t e n i d o en cuenta Únicamente h a s t a ahora e l concepto c e n t r a l de conexión e s t r u c t u r a l . historia.ee- La psicología d e s c r i p t i v a y a n a l í t i c a de D i l - t h e y s e e n s a n c h a d e e s t e modo h a c i a l a d e t e r m i n a c i ó n d e l c a r á c t e r d e l d e s a r r o l l o d e l s e r humano y l a f o r m a c i á n d e su personalidad. 'GESTALTUNG' HISTORICA 'f 'GESTALTUNG' ORGANICA En e l c a p í k . . . . Nuestro a r i á l i s i s h a . Los p r i n c i p a l e s concep- t o s d e l a misma m u e s t r a n t o d o s e s t e c a r á c t e r .l a su-carácter hist6rico. C'APITULO SEPTIMO. su constante referencia a. p a r a D i l t h e y l a v i d a p s í q u i c a humana n o e s . .d e l c a r á c t e r que se l l e v a a c a b o e n e l c u r s o d e l desarrollo. . de orden orgánico o biológico. int.u 1 0 a n t e r i o r hemos i n t e n t a d o m o s t r a r e l l u g a r de l a p s i c o l o g í a d i l t h e y a n a en e l seno d e l proyect o global de l a 'autognosis. adqui- ( e r w o r b e n e Z'usarnmenhang d e s S. . .acciÓn práctico-vital d e l hombre c o n s u e n t o r n o . . .como c o r r e l a t o s u b j e t i v o de l a . - . . r r o l l o ( ~ n t w i c k l u n g s l e h r e ) . . . E l l o s i g n i f i c a que l a u n i d a d d e l a v i d a p s í q u i c a no es u n fen'ómeno o r i g i n a r i o . l o que D i l t h e y denomina "conexión r i d a de l a v i d a psíquica" lenlebens). l o c u a l p l a n t e a e l problema d e s u c o n s t i t u c i ó n . de s u desa'.

embrionario.6 ) . ..e n t i m i e n t o . Pero. .igaciÓn b i é n e n l a s o l u c i ó n d z e s t e p r o b l e m a l a r e f e r e n c i a a l est u d i o h i s t ó r i c o se t o r n a d e c i s i v a : solamente l a investi- QaciÓn d e l o s hechos c u l t u r a l e s nos p e r m i t e o r i e n t a r n o s e n e s t z e s p i n o s a cuestión112. a s í como e n e l l a l o p l u r a l e s l o p r i m e r o .. 1. d. "Lo p s í q u i c o e s u n a d i v e r . . l a d i v e r s i d a o d e l o p s í q u i c o se p r e s e n t a también e n e l seno de cada una de e s t a s funciones: psicofísica se contiene.tales son l o s componentes de su historia evolutiva" ( X V I I I . AS^ c o m o n u e s t r a i n t e l i g e n c i a e s . en sogundo l u g a r . & r a l e z a constituyendo e l núcleo y punto c e n t r a l d e l a misma. s i d a d d e e s t a d o s que no pueden d e r i v a r s e unos d e otros1' ( X V I I I ... Pero si retrocedemos h a c i a l o s e s b o z o s p r i m e i . e s t a s funciones e1emen. u n s i s t e m a d e c i e r t a s f o r m a s d e r e a c ción a l o s estímulos en e l sentimiento. o r i g i n a l m e n t e a l g o m ú l t i ple. d e t r e s g r a n." ( 1 8 9 5 . . . l a e s t r u c t u r a p s í q u i c a se c o m p o n e . "En n u e s t r a n a . e s f u n c i o n e s : "En l a c o n e x i ó n f á c t i - c a d e l ' m u n d o e l y o ( 1 c h ) e s r e p r ~ s e n t a c i ~ ns . En p r i m e r l u g a r . y sólo los amantes de l a e s p e c u l a c i ó n s i t ú a n l a unidad a l comienzo.h e y a n a .35).. s i n o una diversidad de . . . procesos y formas de reacc'ión: .o r i g i n a l m e n t e un nexo u n i t ' a r l o . emoción e impulso. volición.o s d e 1-a ' p s i c o l o g í a d i l t . 141):La distinción de e s t a s t r e s f u n c i o n e s a p a r e c e como u n a a f i r m a c i ó n c u a s i e v i d e n t e en l a s "Ideen. . e s t a c l a s i f i c a c i ó n de l a s f u n c i o n e s p s í q u i c a s se p r e s e n t a en su'estado. y a p a r e c e p r o p i a m e n t e como un Y tam- problema concreto de l a invest. .

p o d e m o s y a . p r o d u c e a p a r t i r d e l a i n t e r a c c i ó n e n t r e l a co- . P o r e. . . . e s t a c u e s t i ó n . Antes de 11~- v a r a c a b o u n a . . . l a v i d a p s í q u i c a humana. . ."La a continuación d e l t e x t o anteunidad en e l c a r á c t e r es obra y a d q u i s i c i ó n d e l d e ~ a r r o l l o *( X ~ VIII . . .110 p u e d e D i l t h e y c o n s i d e r a r l a l u c h a d e l a s v o luntades. . . . . p o r l a q u e é s t a s e v i v e como u n a c o n e x i ó n u n i t a r i a . E l 'desa- r r o ' l l o s e . . . e l o r d e n j u r í d i c o y e s t a t a l como " p o d e r e s c o n f i g i ~ r a d o r e s d~e~ n u e s t r a e x i s t e n c i a ' 1 4 . ésta puede llamarse ll~usammenhang")en esta dependencia d e l o cirgánico. . . . s ó l o e n l a c u a l s e l l e v a a c a b o e l desarrollo.. d i s c u s i ó n d. embargo. es u n a m u l t i p l i c i d a d d e f o r m a s d e reacciÓ'n e n e l s e n t i l a emoci-Ón y e l i m p u l s o w ( I X . . . . e t c . . . . . . .a u n i d a d e ? u n r e s u l t a d o d e l a r e l a c i ó n d e l h o m b r e c o n . - s i n o q u e remite a e l l a m á s . l a v i d a o r g á n i c a . _ . 2 2 0 .e. . miento.su e n t ' o r n o s o c i a l . . . . . . . . . l a c o n s i d e r a c i ó n d e l a m i s - ma c o m o u n e s l a b ó n e n l'a s e r i e e v o l u t i v a d e l o s o r g a n i s m o s animales y sustraídap'ortanto a l a historia. . dad113. . . s ó l o puede c o n c e b i r s e d e s d e e l c a r á c t e r h i s t ó r i c o d e l hombre. Tropezamos a q u í con u n aspecto d e l pensamiento de Dilthey que ha provocado c r í t i c a s de naturalismo h i s t ó r i c o . . . r i o r señala Dilthey:. . . . .o i i p o r t a " ¿ e t h e y ' n o f u n d a l a u n i d a d d e l a v i d a ~ s í q u i c a( o o r l a q u e . . . .mbre. . . . 221). . . . De e s t e m o d o . b i e n s u d i v e r s i - L.1 ' ) . . : l a ' v i n c u l a c i ó n d e l a . . . e l c a r á c t e r e s p e c í f i c o d e . así tambien en l a vida sentimental y v o l i t i v a l o primero . v i d a p s í q u i c a h u m a n a a. .. . . . . l a sociedad. . . s e ñ a l a r u" sin d e l a misma: D i l - kspe'ct. Por l o tanto. . concepción ahis- t ó r i c a d e l ho. .

. p r o d u c e d i f e r e n c i a c i o n e s más fln. . . .p o s i b i l i t a s u s c o m b i n a c i o n e s complejas. E s t a s s o n f u n d a m e n t a l m e n t e tres: e l d e s a r r o l l o d e l c u e r p o . . 1 5 7 ) . . . L a e n t r e e s t í m u 1 o . .d e s p l i e g u e d e p o s i b i l i d a d e s y a c o n t e n i d a s e n e l . y e n s o b r e e l l a . superiores" . . VI.' n e x i ó n e s t r u c t u r a l p s í q u i c a y l a s . e l d e s a r r o l l o "separa con c l a r i d a d (XVIII. . . . . .jar lugar para impulsos superiores" conexión. . 219. P e r o 1 0 . . . -. .s i g n i f i c a t i v a con e l entorno s o c i a l puede p o s i b i l i t a r l a s u s t i t u c i ó n de l a s i m p l e d i v e r s i d a d a r t i c u l a d a d e i m p u l s o s y f o. núcleo-. y . . . . . . . . 2 6 6 ) . l o s t r e s c o m p o n e n t e s . . . . d e . > . 'en e n e r g í a p o r s u s a k i s f a c c i ó n r e g u l a r y pueden así de. . . E I . ganización compuesta. .-r m a s d e reacción por una conexión u n i t a r i a de l o s procesos psíquicos. . . . .e n wir- t u d . . . e l m e d i o f í s i c o y l a r e l a c i ó n c o n. . . . . p o r e l c o n t r a r i o . . . i n f l u - . . . e l . . . d e c i s i v o e s que este p r o c e s o de d e s a r r o l l o no eC u n m e r o . . s ó l o l a cons- -1 t i t u c i ó n d e l hombre e n u n a r e l a c i ó n d i n á m i c o . antes cuasi-automática. . mundo e s p i r i t u a l q u e l a r o d e a . . . . . (v. . La a b s t r a c t a e indiferenciada t e l e o l o g í a vinculada a l o s impulsos que t i e n d e n a a u ' s a t i s f a c c i ó n s ó l o se transforma e n f i n a l i d a d c o n s c i e n t e en e l medio h i s t ó r i c o : "No . . . .es s u p e r i o r e s e n e l i n d i v i d u o .d e q u e I 1 l o s i m p u l s o s más e l e m e n t a l e s v a n d e c r e c i e n d o . . . . . . . . . . . v i n c u l a d o s ' e n t r e sí s ó l o d e manera burda e in- procesos.de l a v i d a psíquica.as y enlac. d i f e r e n c i a d a m e d i a n t e f o f m e s d e r e a c c i ó n e i m p u l s o s d e ca- rácter cuasi-orgánico. y e l l o . ... ' A p a r t i r d e l a s i m p l e or- c o n s t i t u í d a por una d i v e r s i d a d . y movi- m i e n t o se v e r e t a r d a d a e i ' n t e r f e r i d a p o r o t r o s procesos. ~ o n d i c i o n e sq u e . . % .

en e l aprehender. como v i m o s . a s í como l o s l a z o s que l a u n e n a l a n o c i ó n i d e a l d e i n d i v i d u a l i d a d y d e s u c o n s t i t u c i ó n e n armonía con l a t o t a l i dad: . .dualidad no s e . t i e n e que.3 ) . . c o n t i e n e ya en l a s d i f e r e n c i a s . .a l . valorar y plasmar.. . . . indivi.dos "Este des&rollo momentos. . . . S c h l e i e r m a c h e r y Humboldt. Y q u e s u r g e d e l a s p r o f u n d i d a d e s d e n u e s t r o ser e n t e r o . cuant'itgtivas . .encia1 v e r t i e n t e h i s t ó r i c a . e s t a r c o n d i c i o n a d o p o r Depende d e l c r e c i m i e n t o d e l a s d i f e r e n c i a s en l a s disposiciones. . . De e s t e modo l a t e o r í a . . d e l d e s a r r o l l o muestra su es. . Pero. medio d e s u traba. . . d i c i o n a d o d e m a n e r a f u n d a m e n t . . No e s c o n g é n i t o .somos c a p a c e s d e e x p r e s a r e n c o n c e p t o s u n i v e r s a l m e n t e vál i d o s e l e o n t e n i d o d e n u e s t r o más p r o f u n d o a n h e l o d e f i n . S i e l d e s a r r o l l o de l a vida . . .psíquica supone una diferenc i a c i ó n c r e c i e n t e de l a s d i s t i n t a s -funciones y combinacion e s s u p e r i o r e s e n t r e l a s mismas. . e s t e c o n t e n i d o es un hecho h i s t ó r i c o ' . s i n o q u e s ó l o s e ~ l a s m ae n e l d e s a r r o l l o mismo. . . l o s d i s t i n t o s s i s t e m a s s o c i a l e s . la sino que s u r g e s ó l o a p a r t i r d e e l l a s por. . . E l -profundo a v a n z a r d e l a p o s i c i ó n d e n u e s t r o ser e n t e r o f r e n t e a l a r e a l i d a d . como s u p o n e n Por e l l o tenemos una segunda condición d e l incremento de l a individualidad dentro de una sociedad e n t o d o a q u e l l o que pueda f a c i l i t a r esta t r a b a z ó n en .zÓn e n un t o d o adecuado a f i n . .. p r o v o c a un v e r d a d e r o d e s a r r o l l o d e l s e r humano e n l a h i s t o r i a t t ( I X .p o r l a s r e 1 a ~ i o n e s ' ~ ueen u n momento d a d o v i n c u l a n a l o s i n d i v i d u o s e n t r e s í y c o n . e s t e p r o c e s o s e h a l l a c o n . . 1 7 2 . . . . .

. . . . . V I . .e l a v i d a . . . y. . En . . . p r o v o c a e x i s t e n c i a s más s e n s i b l e s .O E l incremento de las d i f e r e n c i a s un t o d o adecuado a f i n . l a p s i c o l o g í a d e l o q u e e n e l c a o í t u l b . . 282). . . J u n t o a l a c o n s i d e r a c i ó n d e l a s ob- . uno de l o s momentos c e n t r a l e s d e l n u e v o i d e a l d e v i d a d e ' L e s s i n g y d e l " m o v i m i e n t o a l e m á n 1. . guradoras" de l a individualidad. . . j e t i . i n t e r a c c i ó n d e i n d i v i d u o y sistemas s o c i a l e s : . . Todo l o que fomenta l a l i b e r t a d y l a fuerza i n t e r n a de l a plasmación actúa en f a v o r d e esa t r a b a z ó n d e l a s d i f e r e n c i a s c u a n t i t a t i v a s dad a s e n u n t o d o a d e c u a d o a f i n n . .r e a l i d a d e l t e x t o a n t e r i o r e s l a t r a s p o s i c i 6 n a . de la - a través de las páginas ' ~ n t w i c k l u n ~ s l e h r e 'd i l t h e y a n a s o n c l a r a m e n t e p e r - -_ -. . . . . 236-7. e x p r e s i ó n d e una a c t i t u d m a d u r a ' p o r o p o s i c i ó n 'al s u b j e t i v i s m o de l a adolescencia1'> el sentimiento del valor inherente a c a d a é p o c z d. . .psicología dil- t h e y a n a e n d i c h o marco. . . . c u a n t i t a t i w a s s e h a l l a condicionado. . . e n l a s que l a s d i f e r e n c i a s c u a n t i t a t i v a s van creciendo de generación en generación. e l aumento de l a cultu- r a . de l a Inserción de 1a. v i d a d e s s o c i a l e s y d e l a c u l t u r a como " f u e r z a s c o n f i .ítulo. . - u n a c o n f i k r n a c i ó n d e l a n á l i s i s d e s a r r o l l a d o e n d i c h o cab. . '16 . .. en primer lugar. . . a l a vez. . . . c u a r t o e s t u d i a m o s como . . y s o b r e t o d o e l v a l o r supremo d e l a i n d i v i d u a l i d a d que "des- . . . l a división del trabajo y por l a diferenciación políticoEn e l m i s m o s e n t i d o a c t Ú i social.. €1. . . . . por. . . . . . representa . e s p i r i t u a l m e n t e más r e f i n a d a s ._ 'ceptibles l o s acentos de l o s ideales clásicos: l a resigna- c i ó n como r e c o n o c i m i e n t o d e l v a l o r d e l o e x i s t e n t e . ( v .

y é s t a es s ó l o una forma d e l e f e c t u a r (~rwir- a saber. a d a p t a d a a . I t C l p l u s e n e l e f e c t o ( ~ i r k u n g )e s e l h e c h o d e la libertad. n s a e n s í m i s m a t t como f r u t o madu r'o d e l d e s a r r o l l o : "To- d o ' e.realidad una forma d e l a i n t e r a c c i ó n (~ech'selwirkung). 183).. c e r r a d a e n s i misma y s i g n i f i c a t i v a t 1 ( v . l a crea'- f i n e s e i d e a l e s no contenidos e n ' ' g r a d p s ' a n t e r i o r e s de l a evolución.p u e d e ' p f o d u c i ' r ' a l g o más q u e l a formación de e c t a conexión. es e n .1 ' d e s 5 r l i . 2 6 7 ) .c a . e n c i a . p a r a e l e s t u d i o de l a h i s t o r i a vi- t a l d e l i n d i v i d u o . e l establecimiento de enlaces" (Ix. dora" de valores.. en segundo lugar. histórica?. E l d e s a r r o l l o de l a vi- d a p s í q u i c a p r e s e n t a l o s caracteres de l a i n t e r a c c i ó n h i s tórico-soc-ia-1:. E s t a progiedad implica. L a ' E n t w i c k l u n g s - d e s e m b o c a . i n m a n e n t e s a l mismo y s u r g i d o s e n v i r t u d d & l s e n t i m i e n t o que acompaña e l p r o p i o e n r i q u e c i m i e n t o y e v o l u c i ó n personal. e l d e s a r r o l l o d e l individuo presen- t a l a misma p r o p i e d a d q u e e l d e s a r r o l l o h i s t ó r i c o : ciÓn d e nuevos valores. 220. E l d e s a r r o l l o psíquico . L a t e o r í a d i l t h e y a n a d e l d e s a r r o l l o se n o s m u e s t r a como t e o r í a d e l a c o n s t i t u c i ó n d e l a u n i d a d p e r s o n a l e n e l medio n a t u r a l e his-tórico-social. 0 1 1 0 h u m a n o . s u capacidad "conf iqura- a s o c i a d o s a l h e c h o mismo d e l d e s a r r o l l o .es soberana. a s z d e modo n a t u r a l e n l a ' ~ i l d u n g s l e h r e ' . '- VI. ken). n o . l a s c o n d i c i o n e s d e l a e x i s t . en -primer l u g a r . que . l a m i s m a c o n s e c u e n c i a q u e p a r a e l estudio científico-espiritual en general: l a imposibilidad de una derivación deductiva d e l acontecer concreto a par- . lehre' El.

.la c o n s i d e r a c i ó n d e l " c o r r e l a t o s"bjetivo1I d e l a interacción- puede h a c e r p e r d e r de v i s t a . . _ . l a psicología -esto e s .. . . Y mo c a r á c t e r . UI.. e l e n t o r n o o b j e t i v o . . . si se l a c o n s i d e r a aisladamente. . l a s r a z o n e s d e a q u e l l o que o c u r r i ó . . como u n a a u t é n t i c a 'Bildungslehre'. l a i n t e n s a v i r t u a l i d a d h i s t ó r i c a que e n c i e r r a esta psicología. .t i r . D i l t h e y c o n s i d e r a que l a v i d a . .n t a c i o n e s a i s l a d a s . .. . .t i v a m e n t e podemos mos'trar . s ó l o s u con- sideración en el conjunto d e l proyecto diltheyano de inv e s t i g a c i ó n p e r m i t e comprender e l profundo s e n t i d o h i s t ó rico. el desarrollo h i s t ó r i c o muestra e s t o m i s - Precisamente en l a s grandes épocas creadoras s e p r o d u c e un a s c e n s o que no puede d e r i v a i s e d e l a s eta- . t r o s p e c . . . . s ó l o e n r e l a c i ó n c o n e l c u a l se l l e v a a cabo e l d e s a r r o l l o del individuo. . . . . I1Sólo r e . r a l e s . . .rente a l a consideración de l a formación d e l i n d i v i d u o como r e s u l t a d o d e l o s e s t í m u l o s d e l que supo- ne en realidad una concepción atomista de l o s procesos p s í q u i c o s y que ha de d e r i v a r por consiguiente l a unidad p e r s o n a l a p a r t i r d e l mecanismo d e l a a s o c i a c i ó n e n t r e rep r e s. F. si cabe. E I . 270-1) 'La a b s t r a c c i ó n e n l a q u e c o n s t i t u t i v a m e n t e s e mueve . . e . pas anteriores" ( v . . Con m a y o r c l a r i d a d . . ..de p r i n c i p i o s . Por ello. l e y e s o r e g l a s g e n e . p o d e m o s a p r e c i a r e s t e ca- rácter en l a t e o r í a de l a conexión a d q u i r i d a de l a v i d a q u e ~ e r r m a n n m h ac o n s i d e r a d a . . .: ._ . 224. . na- t Ú r a l y s o c i ~ l . .

c .*la v i d a p s í q u i c a y c o m p r e n d e t a m b i é n . o . . . p o r ac- . d a.o n. relacionar. . . . 3s). a . / . . s i n o que t i e n e n por consecuencia cambios en e s t a s percepciones o representaciones" (VI. a . -a¡ - . . i d.d o. o . 1 4 2 .en q u e s o n e f e c t u a d o s ( e r w i r k t ) p o r l a c o n e x i ó n d e l a v i d a p ' s í q u i c a y n o s e limitan a diferenciar. . d e l o s p r o c e s o s p s í q u i c o s com. plasmador. . a .ó n. a c o n e x i ó n . z 6. d i. a . .n a. l. . n a. ~ i l d u n ~ s ~ . . . no digo' siempre. .de s o m e t e r l a a u n p r o c e s o d e t r a n s f o r m a c i ó n p e c u l i a r en cada caso y condicionado por e s t a acción de l a . .n a. l a r l a . . c. n u e .c a . c a humana n o es. d e s p l a z a r d e e l l a r e p r e s e n t a c i o n e s f . . s i n o . . . . un . c a m b i o s i n t e r n o s e n l a ~ e r c e o c i ó no e n l a r e p r e s e n t a c i ó n o e n sus p a r t e s c o m p o n e n t e s . p r o c e s o e n e l alma es. .iÓn d e l a mjsrna. p o r l o tanto. 38-9). u n . . . . l l. .v a. f l u e n c i a que r e c i b e d e l medio y es c a p a z no s ó l o d e asimi.tos-‘más- procesos de formación todos l o s procesos psíqui- c o m p l i c a d o s e n l a m e d i d a . i c. R o r e l l o ~ i l t h ec o~n s i d e r a g r a n p a r t e .. o t. . que transforman las repiesentaci-ones y van reafirmando el mismo t i e m p o l a u n i d a d d e l a v i d a p s í q u ' i c a a t e n o r d e l a c u a l tales representaciones son sometidas a transformación: "En l a r e a l i d a d . pues. .h a. . a . t o t a l i d a d p s í q u .iri. las recibe y las transforma de transf.d . . t o. V I . mismo t i e m p o . c a s i siempre -pero . a l. . .q u. a n.i o. . . r e.e. La v i d a psíqui- . e l e v a r a concien- 1- c i a o . . i j a s . d e . y vaSconfigurando y . t e.. .ormador (todo e l l o está inc-luido en l a noción de 'Bildung'). t. . f o r m a c i ó n " . .0 l l ' p r o c e s o s d e . (.c c. . . C o n . . un p r o c e s o d e f o r - m. . E I . p.c i .d a.r o.r . . m e r o r e c e p t á c u l o que almacena l a s i m p r e s i o n e s d e l medio: modo c r e a d o r . i c a . . c i. í . p s. fundir. . como u.

e s t a conexión vivida y desde e l s e n t i d o que e l individ u o es c a p a z d e e x p e r i m e n t a r a .e x - . . co- abriéndose a m p l i a s 'que s u p r o p i a v i d a . .h-ombre . " d e s c a n s a e n s í m i s m a t 1 .c o n e l m u n d o . i n d . Hay q u e d i s t i n q u i r . d e l . un p r o c e s o q u e remite a a l g o más q u e e l l a m i s m a . y q u e s u r g e d e l a s p r o f u n d i d a d e s d e l c a r á c t e r h i s t ó r i c o d e l hombre. " ta- pues. l a h i s t o r i a v i t a l d e l i n d i v i d u o y que e s p o r l o t a n t o d i s t i n t o e n c a d a c a s o e n v i r t u d de l a p e c u l i a r i d a d personal de t a l conexión. .-.p o r' . 1-a .p a t i r d e e l l a e n l o e x t e r n o '-lo '. r. así a reaiidades'más c i a es s i e m p r e . e s t í m u l o s. e l l o sig- n i f i c a e n t o n c . e s : l a v i v e n c i a e s un p r o c e s o c r e a d o r d e s e n . a d a . q u e d e t e r m i n a c a p a c i d a d e s p e r s o n a l e s muy d i v e r s a s - mo 21. s i n o que l o acoge e n u n a c o n e x i ó n e f e c ' t u . e s un p r o c e s o d e formación: A l mismo t i e m p o . . t . . u n a r e l a c i ó n . i v i d u o y e l e n t o r n o d e c u a l q u i e r esquema cond u c t i s t a d e l t i p o estímulo-respuesta. n o r e p r o d u c e s i m p l e m e n t e e l o b j e t o . - que. un a c o n t e c i m i e n t o . l a vivencia e n l a m e d i d a e n q u e e l hombre .hombre c o m p r e n d e l~ v i d a y l a h i s t o r i a .t i d o en.e f i r j r e s . . Y es des- d e . . jantemente ldnoción d i l t h e y a n a de i n t e r a c c i ó n prácticov i t a l d e l .a f i r m a n d o f . La viven- p o r l o t a n t o . . . E l l o d e t e r m i n a l a i n f i n i t u d d e l a tarea m i s m a de comprender por completo una v i v e n c i a o u n a e x p r e s i ó n d e l a misma. u n a ' c o n e x . S i trasladamos l o que a q u í s e p l a n t e a en e l t e r r e n o p s i c o l ó g i c o a l tema de l a e x p e t i e n c i a i n t e r n a d e l s e n t i d o q u e ' p r e s e n t a p a r a nosot r o s un o b ' j e t o .i 6 n ' i n t e r n a -p e c u l i a r 'en v i r t u d d e l a ' c u a l . t e q l o s c o n s t a n t e s c a m b i o e . .i n t e r a c c i Ó n . sentido - . e n.

e s l a r a z ó n p o r l a c u a l t i e n e un d e s a r r o l l o " En e f e c t o .l a " c o - nexión adquirida de l a v i d a psíquica"-. "procdSo de formación. p e r s o n a . más u n i t a r i o .ei .Ó .. . incremento de imágenes.' . ' . (VI. representaciones y s u s vinculaciones. p r o - e l alma h u m a n a c o m e n z a r í a c a d a v e z d e nuevo s u d e s a r r o l l o y no t e n d r í a propiamente una .c o n o c i d o s e n otros!' S i n embargo. . . l a -f ..la. c o n c i e n c i a d e s e r u n f i n e n sí m i s m o : . -' é s t a s l e s e a n p r e s e n t e s : " E l alma c o n s e r v a e n s í l a s cons e c u e n c i a s d e l o s e f e c t o s que se a j e r c e n s o b r e e l l a . é1 ' e l p o d e r ..y a c r e c i e n t a l a . si' l a h u e l l a d e c a d a e x p e r i e n c i a . d i g n i d a d . q u e e x i s t e i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e i n f l u ' e n c i a s y movimien. r i q u e z a d e s u v i d a i n t e r. 70. s i mi.. .. r i d a d ( q u e es s i e m p r e a f í n a l r e c u e r d o ) crece con e l : . Esta (XVIII. c o n v i r t i é n d o l o así. . inc l u s o tras l a a p a r i c i ó n de i n f l u e n c i a s opuestas. . . "Y como l a i n - ' . ~d e 'modos d i v e r s o s : e l centro de l a vida psíquica. E I . V I I I .n . tos. v ' a l o r m o r a l . -- - - . de' c a d a .-i .srno :en e s t a : s u .y l a u n i d a d d e s u p e r s o n a l i d a d .4 ) . d e i n s e r t a r e n u n a c o n e x i .o r m a c i ó n d e e s t a c o n e x i ó n . e n un depende de l a f a c u l t a d de l a v i d a humana de c o n s e r v a r l a s e x p e r i e n c i a s p a s a d a s . y s e s i e n t e a independencia unitaria. l o s procesos e n t r e estimulo y respuesta son retar- d a d o . 3 3 3 . se b o r r a s e l u e g o . . . ceso.a" t e r i o .o r : . aun s i n que -1. . s'on' a h o r a e x p e r i m e n t a d o s i n t e r n a m e n t e . q u e i n t e r v i e n e en - s u t o t a l i d a d en cada proceso. s e t o r n a más p o d e r o s o . . c a p a z . .y ' re. s i g n i f i c a t i v a p e c u - reafirma en . así crece. .196)...

. . . l a rel'ación individuo-entorno su juventud . evolución: . . . c o n f i g u r a e n 6 1 l a 'conexión l a vida psíquican: ll. . ese c e n t r o d e l a v i d a p s í q u i c a que. q u e D i 1 t h . . l a -con- . . r e i a c i ó n . l a formación d e l p e n s a m i e n t o d i l t h e y a n e . Desde e l de v i s t a psicolÓgico."es como . . . . . . a l a consepciÓñ s c h l e i e r m a c h e r i a n a d e l a evo- l u c i ó n d e l a i n d i v i d u a l i d a d com'o un. .u. ._ m o r i a c o m o u n r e c i p i e n t e e n e l q u e s e a l m a c e n a n l o s recuerdos. . 'señalaba. adquirida de La f u n c i ó n d e l a memoria e s . . . . . . . s e r í a una s u c e s i ó n d e r e a c c i o n e s p u n t u a l e s in- . . . E s t a c o n e x i ó n q u e s e l l e v a a ca- bo e n t r e l a s e x p e r i e n c i a s d e l s u j e t o . . y en l a c u a l c o n s i s - t e l a memoria. c o n e x a s a cada nueva i n f l u e n c i a e j e r c i d a sobre e l i a . ~d i e s e r a z ó n d e s u p o s i b i l i d a d .. . . r e s p u e s t a s a e s e problema que vimos p l a n t e a r s e e n . l a m e m o r i a e s más b i e n u n a c o n s e c u e n c i a d e l a p r o p i e d a d d e lías r e p r e s e n t a c i o n e s d e r e l a c i o n a r s e y d e e v o c a r s e u n a s a otrasli9. . . En s u s t r a b a j o s s o b r e p e d a g o g í a . .. . e ~p u d o t a l v e z r e c o g e r d e l p o s i t i v i s mo h i s t ó r i c o . Los d i v e r s o s aspectos de l a teoría de l a interacción histórico-social que estamos desarrollando en este t r a b a j o co-nstituyen. . . . . . . d e b í a avanz-ar h a c i a una coneepc'ión de t a l r e l a c i ó n q u e r e c o g i e r a a l mismo t i e m p o l a i d e a d e i n d i v i d u a l i d a d . . . l a c a 7 a c i d a d d e l a v i d a humana d e c o n s e r v a r l a e x p e r i e n c i a d e s u int.. . .eracciÓn con e l e n t o r n o r e p r e s e n t a una condición para l a constitución de l a i n t e . e ~ i l t h e yo p u s o e n e l l o . . : rioridad. d e s a r r o l l o i n t e r n o . .. . . en ' parte. . . . . . . . D i l t h e y r e c h a z ó l a c o n c e p c i ó n d e l a me- . D i l t h e y s i e m p r e a f í n a l r e c u e r d o t 1 . P-or q. . . . . .

. . d e m o s d e s a r r o l l a r a q u . y e s . . . . . . t a b l e c i d a s e n t r e l a s demás y.. . . ca. adquirida. una vez. e s t a c o n c e p c i ó n . i .e r e l a c i o n e s e n t r e r e p r e s e n t a c i o n e s y e x p e - . . . . .' e s t á c o n s t i t u i d a a l mismo t i e m p o p o r e l e s t a - t a 'onexión b l e c i m i e n t o d. l a conexión'adquirida no es una magnitud f i j a riencias. . d e q u e e l i n d i v i d u o res. cada impresión o representación es a su vez. . . P e r o como. . ..la memoria que p o d e m a s i n f e r i r d e l o s t e x t o s . . un e l e m e n t o c e n t r a l e n l a '8ildungsgeschichte0.f. d e l a v i d a p s í q u i c a . . . .ponda cre. . . . . . d e l individuo. . y d e t e r m i n a d a p a r a siempre. . .120 l S i n embargo. . . . . . . . . . c~r e ~ atividad. . . . 212). ' 2 1 2 ) . . . .s m a . . . u n a c. i n f l u y e en todo proceso anímico c o n s c i e n t e s i n s e r e l l a . . . C i e r t a m e n t e . a c o g i d a e n e s t a conexi'ón t o t a l . c o n s c i e n t e . . d e . e s t o e s . . . una c o n d i c i ó n d e l desar r o l l o y l a c o n f i g u r a c i ó n d e l a p e r s o n a l i d a d . . reorganizando las rela. l a s p e e i b i l i d a d e s d e l d e s a r r o l l o de l a personalidad. . . . . l a conexión Por e l l o la'memoria es una capacidad creadora y n o pur. a d q u i r i d a . . dición d e ..amente r e c e p t i v a o ' p a s i v a . m. . . . d e Dilth'ey t e n d r í a i m p o r t a n t e s c o n s e c u e n c i a s p e d a g ó g i c a s q u e n o po- .da' n u e v a e x p e r i e n c i a d e l s u j e t o p u e d e . .ormaciÓn d e .a- t i v a n e n t e a nuevas experiencias."( I X . . por'lo tanto. l a . .onexiÓn d e n u e s t r a v i d a p a f q u i c a . . a c t u a r r e t r o s p e c t i v a m e n t e m o d i f i t a n d o l a s r e l a c i o n e s es. s i n o que hay que c o n c e b i r l a más b i e n e n u n p r o c e s o c o n t i n u a d o d e f o r m a c i ó n : e n v i r t u d d e la' memoria..m e m o k i a " ( I X . u n a con- "Todo t r a b a j o c r e a d o r c o n t i e n e a c t o s "de -. . cual.

. y analítica. . i n t e r n a s . p o d r í a n l l e v a r a un c a m b i o e n l a " c o n e x i ó n adquiridav. disminuye para r e f o r z a r e l ya adquirido. .. . d e c r e c e n e n v i r t u d d e ¡a . d e . _ _ < .s a c t i t u d e s a n t e r i o r e s . l a 'Gestaltung' rico-social: na. La a d a r c u e n t a d e un a s p e c t o f u n d a m e n t a l d e que es i n h e r e n t e a l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó - l a f o r m a c i ó n d e l a u n i d a d d e l a p e r s o n a huma- e s t r e c h a r e l a c i ó n e x i s t e n t e e n t r e l a c o n e x i ó n ad- q u i r i d a d e l a v i d a p s .de. í q u i c a y l a memoria n o s s u g i e r e ya l a v i n c u l a c i ó n e x i s t e n t e e n t r e e s t a Última n o c i ó n y uno d e l o s c o n c e p t o s c e n t r a l e s . . m i e n t r a s q s quedan incompren- d'idas . .ci'one's. Las nociones. d e nuevo s e n t i d o . s ó l o en l o s a s p e c t o s que pueden i n t e g r a r s e e n l a c o n e x i ó n a d q u i r i d a s i n m o d i f i c a r s u s relaciones. l a f i l o s o f í a d e l a v i d a : el . y enlaces' básicos.i ó n c o n e l e n t o r n o y c a d a v e z más u n m a r c o f i d o y cerrado. . La capacidad de creación de nuevas vinculaciones. -1. o rechazadas a q u e l l a s e i p e r i en c i a s o a s p e c t o s de l a s m i s m a s q u e . y modificando / . E s t a es c a d a v e z menos un p r o c e s o a c t i v o d e r e l a c . . Por e l l o . . cu- yo s e n t i d o ha de entenderse en el proyecto de l a t e o r í a d e l a interacc.iÓn. . en l a vejez. en especial. y. Ambas e s t á n d e s t i n a d a s a c o m p r e n d e r l a s r e l a c i o n e s q u e v i n c u l a n al i n d i v i d u o c o n s u e n t o r n o . c e n t r a l e s en l a psicología d e s c r i p t i v a de d e s a r r o l l o y conexión a d q u i r i d a se nos h a n m o s t r a d o como c a t e g o r í a s e s e n c z a l m e n t e h i s t ó r i c a s . l a r i g i d e z - q u e v a a d q u i r i e n d o tal c o n e x i ó n con e l p a s o d e l o s años. . . . . firme- za -y d e . L . . '3u. . . las nuevas e x p e r i e n c i a s son acogidas. . llconexiÓn a d q u i r i d a " SU . .

. '

.

.

.

.

s i g n i f i c a d o ( ~ e d e u t u n g ) , que i m p l i c a también l a i d e a d e
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

. . ,

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

una c.0nexión.unitari.a de experienaias que
.

.

.

se

.

.

.

.

.

.

.

.

.

forma en e l

recuerdo,

en l a apropiación productiva del curso de larpro-

p i a vida.

La p r e s e n c i a d e l a memoria e n - l a c o n s t í t " c i 6 n

de

a m b a s . n o c i o n e s d e s c u b r e u n a s p e c t o . c u y ~ a ~ c o m p ' r e n s i Ó cn o' n s -

.

t i u y e u n a t a r e a común a ambas:
....

dad en l a p r o p i a vida.
S i n embargo,

.
.

.

.

.

.

.

.

en su todavía sugestivo estudio sobre D i l -

the-y, Landgrebe pudo s e ñ a l a r que l a e x p o s i c i ó n d e l p r o c e s o

.

a p a r t i r de l a noción de conexión ,adquirida,

de.desarrol10,
.

:no

'

p e r m i t e - d i s t i n g u i r l o con c l a r i d a d d e un proces-o -de ,desa-

r r o l l o objetivo-biológico121.
.

.

l a configuración de l a uni-

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Efectivamente', c i e r t o s pasa-

.

.

.

j e s s u g i e r e n l a i d e a d e que l a c o n e x i ó n a d q u i r i d a r e s u l t a
d e l a mera f o r m a c i . Ó n d e h á b i t o s ,
de experiencias:

''Pero

de l a simple repetición

las sensaciones dejan huellas;

en-

e l s e n t i m i e n t o y e n e l a p e t i t o s e f o r m a n h á b i t o s : p'oco a
p o c o s u e g e e n l a v i d a p s í q u i c a e n d e s p l i e g u e , e n t r e l a seíms a c i ó n y e l movimiento,

una conexión adquirida de l a vida

psíquicau (VI, 167; E I ,

VI,

.

*.

.

.

62). E l l o n o s l l e v a r í a a pen-

sar q i e l a f u n c i ó n d e l a memoria e n l a c o n e x i ó n a d q u i r i d a
p u d i e r a no ser l a de un re-Cuerdo
do de l a Trinnerung'hegeliana),

productivo (en e l senti-

s i n o más b i e n l a d e e n c a r -

n a c i ó n d e l s i m p l e "peso d e l pasado"

sobre el presente,

y

q u e l a c o n s t i t u c i ó n d e l a c o n e x i ó n a d q u i r i d a misma p u d i e r a llevarse

2

cabo en una e s j e c i e de proceso cuasi-auto-

rnático que t r a n s c u r r e a e s p a l d a s d e l s u j e t o .

..

. . . .

.

Sólo de for-

ma p a u l a t i n a . D i 1 t h e y v a a f i n a n d o l o s i n s t r u m e n t o s c o n c e p .

.

.

.

.
'

.

.

. . . . . . . . . .

.

.

.

. . ,

.

t u a l e s p a p a l a d e t e r m i n a c i ó n ' . d e ¡os

.

.

.

.

cosi,.de l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c o - s o c i a l

.

.

.

.

.

Podríamos'con-

s i d e r a r como m a n i f e s t a c i ó n d e l a p r o g r e s i v a c o n s c i e n c i a

.

.

.

y de l a capacidad

d e " c o n f i g u r a c ~ ó n " que e s p r o p i a d e e l l a .
.

.

.

c a r a c t e r e s esp&cífi-

d e ~ i l t h e y- q u e

e s t a b a cier'tament,e r o t u r a n d o un t e r r e n o

aÚn.poco explorado-

acerca d e l c a r á c t e r y de l a s implica-

c i o n e s d e s u p r o y e c t o e l hec'ho d e q u e l a n o c i ó n d e conex i ó n a d q u i r i d a a p e n a s a p a r e z c a e n s u s Ú l t i m o s e s c r i t o s y.
s e . ~ e a s u s t i t u i d ae n s u f u n c i ó n p o r c o n c e p t o s q u e ,

como

; e1:'d-e - s i - g n i f i c a d o ; t 5 x p r G s a n c o n m a y o r c l a r i d a d l o s c a r a c -

teres e s p e c í f i c o s de l a i n t e r a c c i ó n y l a 'Gestaltung'
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

t6rico-social
.

.

.

f r e n t e a l mero dese-rrollo

.

his-.
.

Nos,oponemos, s i n embargo,

.

.

natural-ob jetivo.

a t o d a i n t e r p r e t a c i ó n que con-

s i d e r e Únicamente e c t e Último aspecto en l a s nociones de
d e s a r r o l l o y conexión a d q u i r i d a o que l o c o n s i d e r e s i a u i e r a dominante:

l a s razónes de e s t a oposición residen tan-

...

t o e n e l a n á l i s i s de -dichas nociones l l e v a d o a cabo en e l
p r e s e n t e c a p í t u l o como e n . e l a n á l i s i s d e l c a p í t u l o a n t e r i o r

.. '..-

a c e r c a d e l l u g a r d'e l a p s i c o l o g í a e n e l

A pesar de todo,

proyecto dilthe-

este rasgo n a t u r a l i s t a en l a noción

d e c o n e x i ó n a d q u i r i d a no es un a s p e c t o a i s l a d o .
contr-ario:

Por el

podemos e n c o n t r a r e n D i l t h e y u n a t e n d e n c i a n o

d e s p r e c i a b l e h a c i a l a c o m p r e n s i ó n d e l o s ' c a r a c ~ e r e sd e l a
interacción histórico-,social

a p a r t i r de

12

i n t e r a c c i ó n or-

,

g á n i c a d e l ' s e r v i v o con .su medio natur'al.

La vida psíqui-

= a . d.el. - h o m b r e .h u n d e ' s u s . r a í c e s - e n : l a v i d a a n - i m a l :

-

vi-.-

. - .-

d a p s í q u i c a m u e s t r a d e s d e l o s más b a j o s e s t a d i o s de l a
.

.

e x i s t e n c i a a n i m a l e n a d e l a n t e l a misma e s t r u c t u r a , q u e a c t ú a teleológicamente acreobntando. e l desarrollo, Contiene

l a s r a í c e s d e t o d o e f e c t o t e l e o l ó g i c o e n l a v i d a humana,
l a s o c i e d a d y l a h i s t o r i a 1 ! ( I X , 1 8 5 ) . D i l t h e y c o n s i d e r a como e l c e n t r o d e l a e s t r u c t u r a p s í q u i c a u n h a z d e i m p u l s o s

y sentimientos,

en l o s que r e s i d e l a r a í z de l a t e l e o l o -

g í a de l a vida psíquica:
tituyen...

"Los i m p u l s o s y . s e n t i m i e n t o s c o n s -

e l a g e n t e p e c u l i a r que l l e v a h a c i a adelanter1

( v , 2 1 4 ; E I , VI, 2 6 2 ) . L o s i m p u l s o s q u e t i e n d e n a s u s a t i s f a c c i ó n y l o s s e n t i m i e n t o s de p l a c e r o d i s p l a c e r que
o r i e n t e n d i c h a ' s a t i s f a c c i ó n d e forma Ú t i l p a r a e l crecim i e n t o .del ser v i v o ( d i s t i n g u i e n d o ,

en virtud del placer o

d i s p l a c e r s e n s i b l e que provocan, e n t r e p.ej.

a l i m e n t o s be-

n e f i c i o s o s o d a ñ i n o s ) r e p r e s e n t a n l a f o r m a más p r i m i t i v a
d e l a t e l e o l o g í a que v i n c u l a e n t r e sí l a s f u n c i o n e s de l a
a

estructura psíquica.

En e l l a e n c u e n t r a O i l t h e y l a b a s e

s a b r e la->ue s e construye e l e d i f i c i o de l a vida histó-

rica:

"Todo e n i g m a d e l r e n d i m i e n t o y l a e x i s t e n c i a h i s t ó -

r i c a puede r e s o l v e r s e s ó l o sobre e l fundamento de este
plan biológico basico de l a existencia psíquica"

( x , 50).

" E n l a v i d a i m p u l s i v a y e m o c i o n a l d e l h o m b r e e s a ú n más
p a t e n t e q u e e n s u i n t e l i g e n c i a cómo l a v i d a p s í q u i c a d e l
hombre se v i n c u l a a l p l a n b á s i c o d e l a v i d a animal"

(1~,221).

.

3

283

.

.

.

.

.

,

. .

.
:

. .

.

.

.

.

.

.

.

.

S. e .ñ a. l e. m. o s. ,

.

s. i n. .e m. b. a r. g o. , . e. n . p. r i. m.e r. l. u. g a. r .,

. t h e y , como y a hemos a p u n t a d o ,

.

q .u e. p. a .r a. D. i .l - .

.

esta r a í z biológico-orgá-

n i c a d e l a v i d a p s í q u i c a n o p e ~ m i - t e. e n t e n d e r 1.0 q u e c o n s t i t u y e e l r a s g o e s p e c í - f i c o d e l a c o n e x i ó n , p s í q u i c a human.a, e s t o e s , e l h e c h o - d e - q u e é . s t a e s v i v i d a y a c t ú a como
un nexo t e l e o 1 Ó g i c o u n i t a r i o .

Por e l c o n t r a r i o , l o s sen-

t i m i e n t o s e impulsos constituyen una diversidad de formas.
d e r e a c c i ó n "en l a que se f u n d a n t o d a s l a s . d e s a r m o n í a s n o
m a n i f i e s t a s d e n u e s t r o ser" ( I X , 1 8 9 ) .

E l l o nos permite

a f i r m a r q u e l a r e l a c i ó n e n t r e l a v i d a p s í q u i c a humana y
.

.

e l p l a n b á s i c o d e . l a v i d a a n i m a l n o e s . r e d u c c i o n i s t a . ~ i i -.
'

t h e y n o p r e. t e. n .d e. .e q. u .i p a r a r l a í n d o l e d e l a t e l e o l o g i a v. i -.
.

.

.

.,

.

.

.

.

.

.

.

.

.

v i d a d e l a v i d a p s í q u i c a . a. l a d e l a t . e l e o l o g í a o r g á n i c a ,
..L

no p r e t e n d e r e d u c i r l a a é s t a n i c o m p r e n d e r l a mediante ella.
Por e l contrario,

e s t a cpncepción histórico-evolutiva

l a s r e l a c i o n e s e n t r e e l mundo a n i m a l y l a h i s t o r i a ,

de

que

hunde s u s raíces en Goethe y S c h l e i e r m a c h e r , determina
rnás..bien u n a l í n e a a s c e n d e n t e Desde l o o r g á n i c o a l o h i s tórico',

y. n o u n a t e n d e n c i a r e d u c c i o n i s t a :

no s e t r a t a d e

1-

e x p l i c a r e l mundo e s p i r i t u a l r e d u c i e n d o l a i n t e r a c c i ó n y
l a 'Gestaltung'
taltung'

histórico-social

biológica,

d i c i ó n n e c e s a r i a -y

a l a i n t e r a c c i ó n y 'Ges-

s i n o d e v e r e n e s t a Ú l t i m a u n a Eno l a í n d o l e -

d e l a primera.

E r a p r e c i s a m e n t e e l r e d u c c i o n i s m o e l a s p e c t o d e l nat u r a l i s m o q u e D i l t h e y r e c h a z a b a c o n más e n e r g í a ,

y no e l

h e c h o mismo d e q u e a q u é l p u s i e r a e n r e l a c i ó n l a v i d a ' e s -

.

.

t

p i r i t u a l con l a "animalidad p s í q u i c a " .
t Ó

Por e l l o se enfren-

a l a concepción según l a c u a l es'ta animalidad decide

s o b r e l a v i d a d e l hombre,

e igualmente en su ética criti-

c ó l a d e r i v a c i ó n d e l o s v a l o r e s a p a r t i r d e l a utilidad'12.
L a o t r a p o s i c i ó n p o s i b l e c o n s i s t í a . e n - e l- d u a l i s m o e , n t r e
con s u c o n s e c u e n c i a i n m e d i a t a d e l a se-

hechos y valores,

. -

p a r a c i ó n i d e a l i s t a d e un r e i n o d e l o s v a l o r e s c u y a v a l i d e z e s i n d e p e n ' d i e n t e de' t o d a c o n e x i ó n f á c t i c a . E s t e as-

e l dualismo -incluso

p e c t o d e l kantismo,

cia y formas lógicas,
S i g w a r t y Lotze-,

.

.

e n t r e experien-

como podemos v e r l o e n s u c r í t i c a a
.

l e r é s u l t a b a especialmente ajeno.

E-nt-re.

ambas p o s i c i o n e s i n t e n t ó mediar D i l t h e y a t r a v é s d e l p r i n c i p i o d e l a inmanencia d e l a i d e a l i d z d e n 'la vida:

I1Los

p r o c e s o s m o r a l e s s u o e r i o r e s s ó l o n o s s o n d a d o s como o r o c e s o s s o b r e l a b a s e d e l a v i d a a n i m a l c o n d i c i o n a d a y determinada físicamente...

De e s t e m o d o , , n o s e t r a t a d e q u e

un a c o n t e c e r p s í q u i c o l i m i t a d o s e . - h a l - l e u n i d o 'por s í m i s mo..con e l a c o n t e c e r f i s i o l Ó g i c o ,

..

d e f o r m a q u e más a l l á se

encontraría e l acontecer v i t a l libre.

Más b i e n , l a v i t a -

l i d a d l i b r e es p o r d o q u i e r inmanente a l e n ~ a d ~ n a m i e n t o - n e cesario de rígidos procesos materiales y principios psíquicos elementales regidos por leyes"

( x , 43-4).

se s i t 6 a en e l punto de v i s t a d e l adversario:
lidad'psíquica, pero para mostrar,

Dilthey

l a anima-

en oposición a aquél,

que l o s impulsos fisiológicamente condicionados no -determinan l a v i d a e s p i r i t u a l s u p e r i o r , . s i n o que s o n s u s c e p t i -

'

l e s d e una conf'ormación
.

.

.

.

.

>

. _ .

.

.

.

.

e s p i ri t u a i i z a c i ó n qúe conduce
.

.

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.

.

.

La é t i c a d i l t h e y a n a se p l a n t e a ,

s i n s a l t o s a e s t a Última.

, p u e s , como l a - d e S c h l e i e r m a c h e r , e n t é r m i n o s d e u n a " & t i c a formativa"

( b i l d e n d e € t h i k ) , . q u e n o p r e t e n d e n e g a r .o

: l i m i t a r l a ' ! a n i m a l i d a d p ~ í q u i c a ' ~ . s, i n o . m o s t r a r s u d e s a r r o l l o h a c i a e l mundo m o r a l .

Tomemos c o m o e , j e m.p l o. d o s d e

l o s impulsos c i t a d o s por Dilthey:

l o s 'impul-sos d e movi-

mien'to y l a n e c e s i d a d d e d e s c a n s o c o n d i c i o n a d a por' aqué1188. " L a e s p i r i t u a l i z a c l ó n d e e s t o s i m p u l s o s ( d e . m o v i -

C.N.)

miento,
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

reside en l a necesidad de libertad.

.

b a s e s e n s i b i e d e e s a n e c e s i d a d i 1 (x.; ' 5 6 )

Son. l a

.-'A l . m o v i m i e n t - o - s u -

c e d e l a e x i g e n c i a d e ' d e s c a n s o , l a c u a l "se c o n v i e r t e l u e .

.

.

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.

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.

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.

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.

.

g < e n fu'ndemento'de est'ados d e ánimo e s p i r i t u a l e s ,
renidad,

.

.

.

.

.

d e se-

d e . o c i o , d e pr,ofundo .agrado, c u a n d o e s t a forma
.

.

d e s e n t i m i e n t o e i n s t . i n t o e n t r a e n . r e l a c i ó n con l a s d e
otros tipos"

(x,

57).

Se t r a t a de meras a f i r m c i o n e s ,
'quier prueba,
.

.

.

desprovi.stas de cual-

e n l a l í n e a d e l o q u e hemos denomi,n'ado u s o

metafísico de l a psicología.

En e s t a e s p e c i e d e m o n i s m o

1-

histórico-evolutivo

l a vida orgánico-natural

cortes bruscos en l a vida histórico-social;

desemboca 6 i n
la teleología

orgánica es l a base de l a r e a l i d a d h i s t ó r i c a :

"Todo e l sis-

t e m a d e l mundo a n i m a l y humano s e n o s p r e s e n t a como e l
despliegue de esta s e n c i l l a e s t r u c t u r a fundamental de l a
vida psíquica en diferenciación creciente,
cada una de l a s funciones y p a r t e s ,

autonomía de

a s í como e n e l e n l a c e

.

. s u p e r i o r d e l a s mismas"
.

..

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

EI, VI,

(U,

211;

.

_ . . . . . . . .

.

258).

Pero,

.

.

.

.

.

enton-

.

.

.

.

.

ces, ¿en qué se d i s t i n g u e l a i n t e r a c c i ó n y d e s a r r o l l o h i s tórico-social

de

mero p r o c e s o e v o l u t i v o o b j e t i v o ? S ó l o
.

.

.

l e n t a m e n t e l a a p o r t a c i ~ n ' f u n d a m e n t a ld e D i l t h e y l o g r a a b r i r -

s e p a s o e n t o d a s . s u s i r n p l i c a c i o n e s , d e s e m b a r a z á n d .o s e d e l .

lastre especulativo de l a 'Naturphilosophie8,
t i b l e e n f o r m u l a c i o n e s como l a a n t e r i o r .
con seguridad.

aún percep-.

Pero se a b r e paso

L a e s p e c i f i c i d a d d e l a i n t e r a c c i ó n y l a con,-

figuración histórico-social

l l e v a c o n s e c u e n t e m e n t e a aque-

l l a a f i r m a c i ó n d e l a l i n l e i t u n g 8 según l a c u a l l a comparación de l a s formaciones histórico-sociales

a organismos

.

-

i n t r o d u c e e n e l t e r r e n o d e l a e x p e r i e n c i a i n t e r n a d e l sen.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

%ido de l o s elementos y procesos histórico-sociales

.

.

.

.

repre-

s e n t a c i o n e s más c o n f u s a s q u e a q u e l l o q u e t r a t a n d e a c l a r a r .
.

.

Y e s t a c o n s e c u e n c i a es l a que pugna p o r imponerse,

d o q u e e n 1 9 0 5 ~ i l t h es e~ñ a l a r á :

d e mo-

" E s t a e s t r u c t u r a d e l a co-

nexión' p s í q u i c a muestra patentes..semejanzas con l a estruct u r a biológica.

P e r o s i se s i q u e n e s t a s seme.janzas se l l e -

q a tan- s ó l o a vaqa-S a n a l o q í a s .

L a v e r d a d e s más b i e n q u e .

-1.

l a d i f e r e n c i a e n t r e a q u e l l o que se d a e n l a v i v e n c i a ,

así

como e n l a r e f l e x i ó n s o b r e l a misma y l o s o b j e t o s f í s i c o s
que c o n s t r u í m o s s o b r e l a b a s e d e c o m p l e j o s s e n s i b l e s da80s r e s i o e precisamente en a q u e l l a s propiedades d e l a vida

a n í r n i c a e n v i r t u d d e l a s c u a l e s é s t a e s u n a c o n e x i ó n estructural"

(VII,

23;

E I , V I I , 2 7 ) . En e l f o n d o s e . t r a t a

d e l mismo p u n t o a e v i s t a . p r e s e n t e e n l a s "Ideen..."

y en

.

.

l o s ensayos de e s t a época,
.

.

.

.

.

.

.

.

.

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.

.

que e l c a r á c t e r de l a

a saber,

.

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v i d a a n í r n i c a p b r e l c u a l é s t a e s v i v i d a como u n n e x o u n i .
.

t a r . i o de. s e n t i d o no e s d e r i v a b l e d e l a e s t r u c t u r a b i o l ó -

.

. . .

g i c a , ~ ~ n s t i t u i .más
d a b i e n p o r u n a d i v e r s i d a d d e irnp,ulsos

'

. .
.

.

y s e n t i m i e n t o s e n pugna;

.

e l s. e. n t i d o u n i t a r i o v i v i d o e n

e l l a r e p r e s e n t a más b i e n e l c o r r e l a t o s u b j e t i v o d e l s e n t i d o q u e l o s p r o c e s o s y 6 l e m e n t o s d e l mundo h u m a n o y n a ' t u , r a l p r e s e n t a n p a r a l a t t v o l u n t a d a c t i v a n , p a r a e l "hornbre entero" en interacción práctico-vital

con.su entorno.

L a c o n e x i ó n e s t r u c t u r a l s'e c o n s t i t u y e e n s u e s p e c i f . i c i d a d

rnlsma--el s e n t i d o v i v i d o q u e l e e a , i n h e r e n t e - - ~
medio de l a h i s t o r i a ,
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

d e cfuce"

cial.

.

.

6 'eri1 e-1~

s ó l o p o r q u e e l hombre e s un " p u n t o
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

y un.elemento en l a interacción histórico-so-

Y s b l o e n este medio l a s c o s a s y l o s hombres - a s í

como l a p r o p i a v i d a p s í q u i c a ,

en c o r r e l a c i ó n con éstos-

p r e s e n t a n un s e n t i d o inrnediat.amente v i v i d o ,

ra adecuación o inadecuac'ión,

y no una me-

sensiblemente percibidas,

'a l a s a t i s f a c c i ó n d e l o s i m p u l s o s .

. . ~ ac o n s t a n t e p r e s e n c i a d e l s e n t i d o , de

12

totalidad

,\

significativa -del
constituye,

valor,

del fin,

etc.-

del significado,

según l a p r e s e n t e i n t e r p r e t a c i ó n d e l pensa-

miento de Dilthey,
histórico-social,

el rasgo esoecífico de l a interacción
r a s g o que puede m o s t r a r s e en e l a n á l i -

sis de dicha i n t e r a c c i ó n ; pero no e x p l i c a r s e empíricamente,
~ u e st o . d o a n á l i s i s y t o d a e x p l i c a c i ó n s u p o n e n y a l a p r - e .

sencia y l a posibilidad del sentido.

.

Esta presencia del

s e n t i d o e s - c a r a c t e r í s t i c a ' d e 'l a .in.t'eracci-ón h i s t ó r i c o - .
.

.

.

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_

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..

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.

d i . r á ~ i l t h e yq u e l a c o m p r e n s i ó n . p r e s u p o n e l a v i v e n c i a .

. . . . . .

Y éste es también,
.

.

.

s o c i a l y c o n d i c i ó n d e s u c o n o c i m i . e n t o , . En e s t e s e n t i d o

en e l fondo, e l rasqo.oye d i s t i n q u e

l a psicoloqía analítica y descriotiva de D i l t h e y d e l a

.

psicoloqía explicativa:

é s t a ú l t i m a pretende construir

y componer a b a s e d e el-ementos l o que c o n s t i t u y e e l pres u p u e s t o . n e c e s a r i o d e t o d a c o , n s t r u c c i ó n y d e t o d a compo-'
s i c i ó n , p r e t e n d e e x p l i c a r empíricame.nte e l fundamento
trascendental de toda explicación y de todo conocimiento
.

.

.

.

.

.

d e La v i d a p s í q u i c a :

l a - v i v e ñ c l a ' de . l a c o n e x i ó n ' e s t r u c -

t u r a l de - l a vida psíquica,
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

l a .piopia vida psíquica.

.

.

l a presencia del sentido en
.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Y precisamente por e l l o Oilthey

r e s p o n d i ó a Ebbinghaus-que 6 1 no rechazaba n i negaba l a
n e c e s i d a d d e l a i n v e. s. t i g a c i ó n e x p e r i m e n t a l ,
ción de hipótesis,

d e . l a forrna-

etc. en l a p s i c o l o g í a , pero que toda

i n v . e s t i g a c i Ó n e ' h i p Ó t e s i s p a r t í a n e c e s a r i a m e n t e , l o sup i e r a o no,

d e ese fundamento vivido..

' ~ e r ?D i l t h e y n o t u v o s i e m p r e c l a r a c o n c i e n c i a d e l c a --.-

rácter t r a s c e n d e n t a l de s u i n v e s t i g a c i ó n s o b r e ' l o s fund a m e n t o s d e l a s c i e n c i a s h'urnanas.

Su o p o s i c i ó n a l i n t e -

l e c t u a l i s r n o d e l Itrnétodo t r a s c e n d e n t @ I 1 ,

su apelación a l

"hombre enterot1, a l a lternpiriell, f r e n t e a l a r e d u c c i ó n
intelec'tualicta de l a t e o r í a del.conoc,imiento kantiana y
e m p i r i s t a no s i e m p r e l e d e j a r o n v e r con c l a r i d a d que 6 1
mismo,ectaba en r e a l i d a d sometiendo a investigaciÓn una

-.

impulso de nutrición. l o s r e s o r t e s q u e mueven l a v i d a . . un ser q u e e s e l e m e n t o y .i n t e r a c c l ó n h i s t ó r i c o . . h a b l a r d e . . l a sacie- dad y l a . D i l t h e y p r e t e n d e h a l l a r e s t o s "re- sort&stt en l o s impulsos biológicamente condicionados: "Desde l a s p r o f u n d i d a d e s d e l s e n t i m i e n t o s e n s i b l e se a l z a n el. . quae. . . Y e s t o Último e s propiamente l o que subyace a s u pre- tensión de h a l l a r l a s r a í c e s de l a conexión e s t r u c t u a l y "de t o d o e f e c t o t e l e o l ó g i c o e n l a v i d a humana. . e l de l a autoconservación sensi- b l e o l a ~ v o l u n t a dd e " i v i r . . . . .l a . h i s t o r i a 1 ) en e l "plan básico de l a vida animal". . . . E I . . . . . Se trata d e l i n ú t i l empeño d e b u s c a r l o s " r e s o r t e s t 1 q u e mueven l a " v i datt. . . orgánicamente determinada. . . l a p o s i b i l i d a d de l a "experiencia i n t e r n a f t d e l s e n t i d o de . . y este discur- s o s ó l o a d q u i e r e s e n t i d o p a r a . P e r o s ó l o d e s d e n u e s t r a i n s e r c i ó n e n l a v i d a podemos . l o j de l a vida. . y que no t e n í a s e n t i d o t r a t a r de explicar empíricamente tal posibilidad. en una estructura. . d e l conocimiento científico-espi- tigando l a ' . .detrás de l a vida. .stio i u r ' i s 8 y no u n a q u a e s t i o f a c t i . . . . . . . . . . . . . . c o n t r a v i n i e n d o l o que en r e a l i d a d e s una a f i r - mación t r a s c e n d e n t a l : . . . amor a l a p r o l e . . . . . l o externo. . .. . e l de l a procreación y e l d e l Estos son l o s f u e r t e s r e s o r t e s en e l rel o s mÚsculos que operan e l movimiento d e e s a c r i a t u r a enorme que es l a sociedadl1 ( V I . . que e s t a b a inves- . . l a imposibilidad de r e t r o c e d e r por Así. .s o c i a l . .. 154. . en orden a explicar . . . . . r i t u a l y d e l o b j e t o de dicho conooimiento. VI.

~ o d e m o st r a t a r . t o histórico-vital determinado.alabras J 1 i m p u l s o l t . . i-nteracción puramente biolóqico-orqánica . p u e s n o podemos h a c e r l o s i n . . p e c t o s ioeolÓgicamente condicionados. . P e r o t o d a con- f u s i ó n de planos en e s t e aspecto es perniciosa. p u n t o d e c r u c e d e l a i n t e r a c c i ó " s o c i a l .. . ciertamente.retar l a r e a l i d a d y r e g i r s e por e s a i n t e r p r e t a c i ó n . n o m e d i a d a e n a b s o l u t o p o r l a i n t e r a c c i ó n s & c i a l . . . n e s y representaciones vinculadas a ella.. eI s t y s . a noci. . Pero si. con s u capacidad de interp. aplicadas a l a vida histórico-sociál. .s e n t i d o e . . " h a z d e i r n p u l s o ~ ~" ~o r. a pesar de todo. rácter i r r a c i o n a l e i r r e f l e x i v o de l a t e l e o l o g i a orgánic a . . . 'de l a t e n d e n c i a d e l i m p u l s o a s u s a t i s f a c c i ó n . . y " e l hombre es un h a z d e i r n p u l ~ o ss~i g~ n i f i c a e n e s e c a s o q u e l a v i d a h u m a n a m i s m a .m p í r i c o q u e r e a l m e n t e p o s e e n e n u n . . . . r e p o s a e n Ú l t i m o t é r m i n o s o b r e e l ca. l a s p. este purttz'donde l a noción d i l t h e y a n a de v i d a adquiere ese tono i r r a c i o n a l i s t a que l a i n t e r p r e t a c i ó n marxista . - h a d e s t a c a d o .0- . con e l medio. estrictamente previa a l a vida histórica: prorito n o s -da- r e m o s c u e n t a d e que s e t r a t a d e un e j e r c i c i o meramente e s c o l a r .r e c u r r i r a l I t s e n t i do". . adquie- . a nuestro e s t a r ya i n s t a l a d o s en l a "vida". .b e r l ~e t~c .entonces - . E s . . ' . abandonando a s í . j u n t o con l o s as- l o s n ú c l e o s produc- . . llbiolÓgico". Dilthey l o hace. d e iriatjiñaknos'.. p u e s con- d u c e con f a c i l i d a d a t a c h a r de i r r a c i o n a l i s m o e l c o n j u n t o de l a obra de Dilthey. . . . . f e n e l . e n p o d r : í a c D n S i S t i r una.L u k ~ c s ~~ ~i ~e . g á n i c o ' ! . .conle-x-".

s o c i a l . s a m i. t e l e 8 1 Ó g i c o ( ~ w e c k ~ z u s a m m e n h a n g-)o . Teleologia y sentido son conceptos implicados recípr. . huma"as de' l a inter-acción h i s t ó r i c o . . Es inmanente porque no e s t á . b r e l a h i c t o r i c i d a d d e l hombre. c o i n c i d i r con e l l o . . ~ u ee 'l .a s . da. y' . Por e l l o l a t e l e o l o g i a de l a conexión psí- q u i c a ocupa s u l u g a r f i l o s ó f i c o p r o p i o cuando D i l t h e y dice acerca d e e l l a que "es s u b j e t i v a p o r q u e es v i v i d a .iÓ. d e l a s c i e n c i .i c i o n é s . r e t r o c e d i e n d o a s í "por . v i d a a p a r e c e p r e c i a n a n t e a l l í donde 6st a t r a s p a s a s u s p r o p i e s límiies movida p o r i n t e r e s e s ideo1Ógicos: es enton. fica y metodológica. . . E x p e r i m e r i t a r n u e s t r a v i d a como un n e x o . c1 i r r a c i o n a l i s m o e n 1 a . . f i l o s o f i a d i l t h e y a n a d e l a . . t o . e l e ~ l o g í a . . l a s c o ' n d . d e t r á s d e .d e -tbda expllcac.. en e l i n t e n t o de exp. h ó m t i r e e x p e r i m e n t a e n $u p r o p i a actividad -la vivencia de l a "conexión teleológica" de su vida psíquica- constituye el correlato subjetivo del s e n t i d o que l a s cosas ofrecen p a r a 6 1 en s u i n t e r a c c i ó n práctico-vital con e l e n t o r n o .ces c u a n d o .ocamente en e l seno de l a teor í a 'de l a i n t e r a c c i ó n . .t i v o s d e s u p e n .e n. .s í como l a i n v e s t i g a c i ó n h i s t o r i o g r á - d a con l a primera. . l a vida1'.n. da en l a experiencia interna. l a ' i n v e s t i g a c i ó n so- estrechamente relaciona- a . . . l a r e f l e x i ó n t r a s c e n d e n t a l s o b r e . L a t .. d e p o s i b i l i d a d . l o que v i e n e a como u n a c o n e x i ó n e s t r u c t u r a l - e s una c o n d i c i ó n d e que l a s c o s a s o f r e z c a n un " l a d o i n t e r n o " y a l a inversa. s e c o n v i e r t e e n m e t a f í s i c a . . d e p o s i ' b i ' l i d a d ..licar materialmente las condiciones .

228.y l a extrapolación i d e o l ó g i c a t r a n s c u r r e e l des-arro- 110 d e l a r e f l e x i ó n d i l t h e y a n a . P o r más q u e c i e r t o t r a s f o n d o o r g á n i c o . s i n . V I . a n d o . . el pri- mer c a m i n o t i e n d e a i m p o n e r s e . 'cuando D i l t h e y l a remite. .. D i l - t h e y s e ñ a l a r á más a d e l a n t e : l l E r n p l e o l a e x p r e s i ó n rlvida't. . . . t h e y ' e s un v e r d a d e r o f i l ó s o f o . una trasposiciÓn semejante de planos subyace también . .i d e r . . .c u a n d o D i l t h e y r e c o n o e c a q u e l a s seme j a n z a s .a d e l t o d o d e s u n o c i ó n d e v i d a . -EI-. . . a' l l ' v a g a c ~ a r i a l o g í a s " . s o b r e n-inguna i d e a d e f i n f u e r a d e . Entre e l ahondamiento fundado en l a consecuencia 1Óg i c a .r e s i d e s i n e. p o r n o s o t r o s lluso m e t a f í s i c o d e ' l a p s i ~ o l o g í a ' ~ . . e n l a medida e n que D i l - y n o un i d e ó l o g o . ehbargo. UII.p u e s t o \. r e c h a z a n d o l a a n a l o g í a o r g á n i c a .:fundada . e n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u l i m i t á n d o l a a l mundo humano. que. ~ a m b i é ns u c e d e r á . 215. secuentemente a interpolar explicaciones empíricas en l a r e f l e x i ó n trascendental sobre e l conocimiento científico. entre l a estructura psíquica y l a estructura biológica . . - l o pi'efde. .e s p i r i t u a l . .. .. así . s 6 i o c o n d u c e n . .mbargo e n q u e l a a b t e r i o r confusi'ón d e planos' puede d e j a r p a s o a una c o n s c i e n t e sepa- .malentendidosl1 (VII..ella1' ( v . .i r r a c i o n a l i s t a n u n c a d e s a p a r e z c. Y . 2 6 3 ) . l a d i f e r e n c i a . ' como y a v i m o s e n e l m a c o ' d e l l l a m a d o . SU s e n t i d o se ve l i m i t a d o p o r e l á m b i t o a l que s e a p l i - c a y n o está expuesto a. 1 0 m i s m o e n e l t e m a q u e a h o r a e s t a m o s c o n s . r e n u n c i a n d o a s í c o n - ración.a l o s i m p u l s o s y a l " p l a n . . E I . . b á s i c o d e l s e r v i v o " . - .

d e m á s . . ninguna psicolog í a d e s c r i p t i v a y a n a l í t i c a puede hacerlo. l a s diferencias e n t r e . . V I . . . . . que . y en e s t o descan- en primer lugar.a l u s o d e l a e s t r u c t u r a p s í q u i c a .. .o n b r e s ( c u a n d o n o e x i s t a un d e f e c t o anó- malo) a p a r e c e n l a s mismas d e t e r m i n a c i o n e s c u a l i t a t i v a s y formas de combinación. l a s indivi- d u a l i d a d e s I 1 (V. . .c o m o una e s p e c i e d e pa. . . a l f i n a l de las que aparece deen en. Se t r a t a de l a concepción de l a s i n d i v i d u a l i d a d e s como c o m b i n a c i o n e s c u a n t i t a t i v a s d i s t i n t a s d e l o s mismos c o m p o n e n t e s c u a l i t a t i v o s . .. . .En m i o p i n i ó n . l a s .-sea c u a l s e a l a forma en que é s t a se d e t e r m i n e . . trón. . EI. Pero las re1acione. . . n i n g u n a i n d i v i d u a l i d a d u n a clase de sensaciones o una c l a s e d e a f e c t o s o una conexión e s t r u c t u r a l q u e n o s e dar{-an e n . . . estas diferencias s e unen en combinaciones siempre nuevas.a combinatoria. . . . .la semejanza. No h a y en. . P e r o ninoún a n á l i s i s empírico puede fundamentar este supuesto.e n t r e l o s hombres. o'esquema d e l c u a l l i s 'individualidades hombre-tipo son realizaciones concretas. d e c o m b i n a c i ó n e n u n a s q u e n o s e d a r í a n e n l a s o t r a s . . 229. . tiende a asegurar l o que t a l v e z c o n s t i t u y e un p r e s u p u e s t o t r a s c e n d e n t a l d e l a comprensiÓn:. s i n du'da deudora d e una c o n c e p c i ó n m o r f o l ó ~ i c a ?. ¿ Q U ~ función desenueña -\ e s t a extraña te0rí. . . e n t o d o s l o s h .'!: " L a s i n d i v i d u a l i d a d e s ' n o s e d i s t i n g u e n e n t r e sí p o r l a e x i s t e n c i a d e ' d e t e r m i n a c i o n e s c u a l i t a t i v a s o d e modos. . . - . . . muy d i v e r s a s . La uniformi- d a d d e l a n a t u r a l e z a humana se m a n i f i e s t a e n e l h e c h o de . 275). .s c u a n t i t a t i v a s e n q u e se p r e s e n t a n s o n . . san. p u e s ¿cómo se- . .. . .

.. q u e > .t e . E s t e e s e l s e n t i d o g e n u i n o . . .cado.u n a ' p e q u e F i a -p a r t e . s i g n i f i . d e t e r r n i n .. . e1 h o m b r e n o s ó l o s i n o q u e a d q u i e r e tam- b i é n l a n o c i ó n d e v a l o r y d e n o r m a . . ~ a l l á de' l a s c u a l e s -más a l l á d e l a " v i d a " troceder. a d o .Ólo .. y. p u e d e em p r i n c i p i o c o m p r e n d e r l a v i d a d e l o s d e - más h o m b r e s . l a Semejanza d e l a n a t u r a l e z a -de .g l o s s e a n . s e n t i d o p l a n t e a r .- -- m ' . l a vida- humana s ó l o p u e d e s i g n i f i c a r que e l hombre e n t o d a s u h i s t o r i a ha s i d o elemento y punto de cruce de l a interacción histórico-social y h. l e ? S ó l o a l n i v e l d e l a n á * l i s i s t r a s c e n d e n t a l d e l a . . 7- = e x p e r i e n c i a q u e h a a d q u i r i d o e n un c o n t e x t o h i s t ó r i c o p P . c o n j u n t o del proyecto diltheyano. p o r q u e 61 m i s m o e s un s e r h i s t ó r i c o . r a c c i ó n. d e s e n t i d o y. . u n a r e g l a . e n e . d e o t r a s é p o c a s h i s t ó r i c a s : a d q u i e r e v a l o r e s y normzs c o n c r e t o s . l e z a humana". obras. .a s i d o c a p a z . . t a l s o c i e d a d m a r c a r í a l o s l í m i t e s d e n u e s t r a corn- prensión.... p o r más q u e s u s v a l o r e s .o----. significados. e t c . d e l o s f o r m u l a d o s h i s t ó r i c a m e n t e h a s t a entonces. * 3 do. ' q u é es un v a l o r . i n .s o c i a l t i .e l... d a d o . E l hombre c o m p r e n d e l a h i s t o r i a . como s e ñ a l a D i l - t h e y .. s o c i e d a d no h u b i e r a n e x i s t i d o normas.-.s e n - t i d o e n ' s u p r o p i a v i d a y e n s u e n t o r n o y d e e x p r e s a r y comprender este sentido en gestos palabras. Y a este n i v e l . e s t e tema-. posee l a "experiencia interna" de e s t a s nociones. D a d.i b. s. l .r í a p o s .q u e " s a b e " u n a norma. no p u e d e re- Y si en alguna valores. de l a "uniformidad de l a natura- . acciones. normas y re- históricamente limitada y c o n d i c i o n a d a . d e s d e el. i m i t a d m . h o m b r e I 1 p o s e e " l a e x o e r i e n" c i a d e l s e n t i s . reglas.d e e x p e r i m e n t a r e l .

> .unitariamente configurador. ( L a s d e t e r m i n ~ c i o n e sc u a n t i t a t i v a s ) c o n s - por decirlo así. n o e s s i n o e l c o r r e l a t o s u b j e t i v o d e l a r e l a c i ó n p r á c t i c o . c o n c e p c i ó n e m p í r i c o . .a . tituyen.. c o n ' s u en- E l c a r á c t e r p r i m a r i o e i n d e r i v a b l e d e l s e n t i d o co- -mo c o n c l u s i ó n p r o p i a d e l p l a n t e a m i e n t o d i l t h e y a n o t i e n d e tsmbién a imponerse. fYn.. como u n a e s o e c i e d e e i - es olasmada en e l todo de l a individualidad" VI. . D i l t h e y mismo p a r e c e s e n t i r l a i n s u f i c i e n c i a d e l a .t o r l a d e l a -d i f e r e n . Las " c a t e - g o r í a s de l a v i d a " no son s i n o d i s t i n t a s formas que puede adoptar l a vivencia del sentido -valor. s i g n i f i c a - . . .c i . 2 7 7 . nexo final. . s e g ú n hemos m o s t r a d o más a r r i b a .c o m b i n a . . dos.y e s un p r i n c i p i o " c o n f i g ~ r a d o r ~ e~n: r e a l i d a d n o s e t r a t a s i n o d e l p r i n c i p i o e n v i r t u d d e l c u a l l a con e x i ó n e s t r u c t u r a l d e l a v i d a p s í q u i c a e s v i v i d a como un todo teleológico y unitario. Este p r i n c i p i o " s o m e t e l a s f u e r z a s a l ne- .8 ) . xo final".d n t r e l o s i n d i v i d u o s y a c e r c a r s e a e s t e planteamiento cuando.v i t e a l d e l I1hombre e n t e r ' o " torno. Y a este nivel filosófico-trascenden- t a l se p l a n t e a r á e l tema de l a semejanza de l a n a t u r a l e z a h u m a n a como f u n d a m e n t o d e 1 3 c o m p r e n s i ó n e n l o s a n á l i s i s d e l a Ú l t i m a época: l a f i l o s o f í a de l a vida es en r e a l i - dad a n á l i s i s t r a s c e n d e n t a l de l o s supuestos de l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l y d e l c o n o c i m i e n t o d e l a misma. p r i n c i p i o que. u n a s p á g i n a s más a d e l a n t e . l a hyle que mediante e s t e prin- c i p i o . ( v . EI. reconoce que "en l a i n d i v i d u a - l i ' d a d a c t ú a un p r i n c i p i o d e u n i d a d q u e s o m e t e l a s f u e r z a s al. 232.

. ._ conas bajo l a s condiciones delmundo exterior.propia -pensar l a conciencia histórica. . D i l t h e y acoge l a noción de v i d a adaptándola a s u propio proyecto de investigacijn: l a fundamentación t r a s c e n d e n t a l d e l a s c i e n c 2 a s humanas. .. formas de . . > dicha interacción. . c o n v i r t i é n d o s e en una r e p e t i c i ó n de l o uno y . . . E I . . E. .l o subrayado por nosotros: "La v i d a e s l a . v i d a p u e d a ser r o m á n t i c o o p a n t e í s t a . . .a c u r i o s a ' n e c e s i d a d de atribuir u n s i s t ~ m á t i c os e n t i d o a h i s t ó r l c o e un' a u t o r q u e t o r n ó como t a r e a . t Ó r i c o . ..etc. . . es una in- terpk.. concebida en l a indeoendencia de e s t a conexión con r e s p e c t o a l o s cambios de tiemoo y luqar" (VII. n o c i ó n d i l t h e y a n a d e . S ó l o e s t a i n t e r p r e t a c i ó n e v i t a 1. l a qe- n e r a l i d a d q u e c o r r e s p o n d e a l a n o c i ó n d e v i d a n o e s emoírica -lo tórico: tal. . ..sta i n t e r . . cues- ' t i ó n de l a r e l a t i v a a l l u g a r s i s t e m á t i c o ocupado p o r t a l concepto.- do. acontecer h i s t ó r i c o efect'ivo y según l a cual l a h i s t o r i a d e s c a n c a r i $ a p a r a D i l t h e y e n un s u s t r a t o a h i s . . . . 253)'. es i m p o r t a n t e s e p a r a r esta. o o r e l l o . .etaciÓn e-rrbnea a q u e l l a que v e e n l a noción d e v i d a un p r i n c i p i o s u o r a h i s t Ó r i c o s i t u a d o a l mismo n i v e l q u e e l . q u e l a c c n v e r t i r i a e n un p r i n c i o i o r e a l m e n t e á h i s - e s l a a e n e r a l i d a d p r o p i a d e un c o n c e p t o t r a s c e n d e n - Y e n e s t e s e n t i d o hay que e n t e n d e r e l t e x t o d e D i l - y en e s p e c i a l . 228. . . . V I I .además l a o b r a d e D i l t h e y desde s u sen- . Y. they.lo Por más q u e ' e l o r i g e n d e l a .en l a interacción histórico-socia¡. . c o n e x l Ó n d e l a s i n t e r a c c i o n e s que se dan e n t r e l a s per- . Por ' e l l o . . formas de l a vida. p r e t a c i ó n concibe.

dualidades. ' ate- . ( v .i. 236. histórica". l o e s t a interpretación permite.ít.. l a s formas profesionales. .d e l a . ". . SÓ- una l e c t u r a cohe- r e n t e de l o s .. Dilthey l o hará. s e ' h a u i n culado dicha noción a l a concepción cuantitativo-morfológ i c a de l a individualidad. .t i d o y autocomprensión primitivos: . e s p e c i a l m e n t e e n e l c o n t e x t o alemán. .. A s í . .. s e n t i do de l a noción de "tipo". r a z ó n . nos referiremos a 1 . P a r a concl'uir e s t e capítulo. . en f i n . D i l t h e y l a s naciones. l. . mismo s e ñ a l a q u e " l a s r a z a s . l a s lndi. n d o s e ' a c i e r t o s t e x t o s d e l p r o p i o Di1. ' n i é .a p r e s e n t e i n v e s t i g a c i ó n . t a m b i é n s u l u g z r p r o p i o e n l a metodolo- . l a . como e l p r o p i o entonces l a noción de t i p o puede o c u p a r . V I . Esta noción ha experimentado u n a c u r i o s a d e v a l u a c i ó n eo l a b i b l i o g r a f í a s o b r e D i l t h e y . 2 8 1 ) . l a s c l a s e s so- l a s etapas históricas. textos diltheyanos. l a originalidad d e l planteamien- t o dilthtyano y l a d i s t a n c i a que l o s e p a r a d e l d e Kant. d e l a . . S i n en- cuando se reconoce e l s e n t i d o genuino d e l tema de l a u n i f o r m i d a d d e l a n a t u r a l e z a humana.. l a e l a b o r a c i Ó n . .poe ejemplo. . ciales. .. r a z ó n 1 ' .the-y. En m i o p i n i ó n . razón de e s t a devaluación r e s i d e precisamente en que.ica . E l . . seqÚn hemos v i s t o . . . .nu'e"a ' c r í t i c a . representan otras tantas delimita- c i o n e s de l a s d i f e r e n c i a s i n d i v i d u a l e s d e n t r o de l a unif o r m e n a t u r a l e z a human'a" bargo. Los t i p o s no s e r í a n o t r a cosa que' c o m b i n a c i o n e s c u a n t i t a t i v a s d e l o s r a s g o s c u a l i t a t i vos de l a estructura psíquica. d e una de acuerdo con el conjunto de s i n menoscabar. ucr. d e u n a . .

ma d e g e n e r a l i z a c i ó n q u e c o r r e s p o n d e a l a m e d i a c i ó n p o r - e l s é n t i d o d e l a i n t e r a c c i ó n I i i s t Ó. . . . . . t r a t a entonces de l a for- .ol'. r i. . E l t i p o no e s una g e n e r a l i z a c i ó n puramente c u a n t i t a t i v a -semejante a l a s leyes científico--naturalesr. R e o r e s e n t a n q e n e r .. . . . . .. . . . . .s o c i a l . . . i z a c i o n e s d e ' l o s c a r a c t e r e s d e 1s i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c o . . . . ..s o c i a l tema s o c i a l . s i n o u n a co. un n e x o d e s e n t i d o . eta. . . t i p o i d e a l p o s e e e n l a m e t o d o l o g í e d e Plax W e b e r . . . . . e n una & s o c a . . . o a í s . ' l o é t i c a g r i e g a 1 ' .g í a de l a s c i e n c i a s humanas:. Se t r a t a d e u n u s o muy s e m e j a n t e s l q u e l a n o c i ó n de. . cias socizles. . C o n c e p t o s co- mo " e l h o m b r e d e l R e n a c i m i e n t o " .nexiÓn gene- p e r o .se . .a l. sis- g e n e r a l i z a c i o n e s q u e ne- c e s a r i a m e n t e h a n d e i n c o r p o r a r . " l a e c o nomía d e mercad. e n v i r t u d d e e s t e s u carácter. . .al-abstracta. _ . c u y o s e l e m e n t o s e s t á n u n i d o s p o r re- laciones s i g n i f i c a t i v a s y por l o tanto' comprensibles. . . . . c o . etc. .. de Dilthey. . . consta'nt'enente u s a o o s e n l a s c'ien- h a l l a n así s u legitimidad en l a metodología . determinados.

ello estriba. D i l t h e y c u e l e p r e f e r i r l a . de e l punto de v i s t a de 1. l a p o d í a s e r un p u n t o d e ' p a r t i . n e r a l y u n i t a r i a q u e c o n s t i t u y e e l mundo y l o o r g a n i z a . filosofía diltheyana.1 e s c a s o p a 2 e l q u e d'esempe- ña e n l a f i l o s o f í a . 1 2 c a p a c i d a d o r g a n i z a d o r a d e l a e x p e r i e n c i a p r o p i a d e l c o n o c i m i e n t o huma- .. como " I c h " . enfático. . l t e s t r u c t u r a c i Ó n " ( A u f b a u ) d e l munoo h i s t ó r i c o ) n o e s p l a n t e a d o p o r D i l t h e y d e s d e e s t a n o c i ó n d e tlyo t r a s c e n d e n t a l " : en realidad. des- las-t.d a . u n i d a d $ e l S u .eorías f i l o s ó f i c a s b a s a d a s -en l a n o c i ó n d e llego . en m i opinión. l a "historicidad - .2 constante- Por e l l o . d e D i l t h e y l a n o c i ó n d e yo e n s e n t i d o . 6. e l yo e s uno d e l o s p r o b l e m a s d e l o s q u e d e b e dar cuenta l a t e o r í a de l a constitución.e de l a v i d a psíquicatt.e l p l a n t e a m i e n t o d i l t h e y a n o d e l a h i s t o r i c i d a d d e l hombre. problema de l a constitución (en'términos de Dilthey. más de "Selbst". v e t a e l i n t e n t o de trasponer e n u n a s u b j e t i v i d a d t r a s c e n d e n t a l . mente renovado. q u e h a c e r e f e r e n c i a a l a r e a l i d a d em- p í r i c a de l a conexióh e s t r u c t u r a l psíquica. C i e r t a n ~ n t e .j e t o tiumanp'no La ragÓn d e en e l hecho de que p a r a é 1 . . t r a s c e n d e n t a l " ( c o n o l a s d e K a n t y ~ u s s e r l )p a r t í a n d e l o q u e d e b í a n . neutral. s i n o más b i e n u n p u n t o d e l l e g a d a ( u n r e s u l t a d o . a n t e s probar: l a e x i s t e n c i a y p o s i b i l i d a d d e u n a s u b j e t i v i d a d ge. del proceso de interacción). E l de l a -. n o c i Ó n .FILOCOFIA DE L A V I D A ' C O M O IRVESTIGACION TRASCENDENTAL E s ' i n t e r e s a n t e h a c e r n o t a r e.

y l a h i s t o r i a d e l a f i l o s o f í z e s t a n t o f i l o s o f í a como h i s t o r i a . 372). s e r í a comprensible desde é l . . La f a c t i c i d a d h i s t ó r i - c a s e t o r n a a s í e l c a i n o nss p r o p i o d e l a . l a c u a l no puede a g o t a r s e en l a autoobservaciÓn: his- t o r i a y f i l o c o f i a no pueden concebirse aisladamonte. humana en s u d e s a r r o l l o . . -1 P e r o e l l o no n o s debe o c u l t a r e l hecho d e l c a r á c t e r trascendental d e l proyscto d i l t h e y a n o . s i n o . . sino al. . dentro del cual cada i n d i v i d u a l i d a d e s conformada a p a r t i r de su i n s e r c i ó n en e l medio h i s t ó r i c o : y. f i l o s Ó f i c a . 172. .no. . q u e c o n s t i t u y e un p r o c e s o e n e l d e s ' e r r o l l o d e l g 6 n c r a humano. . e s a s u n t o d e un yo s i n o una propiedad de l a esoecie E l s a b e r es i n h e r e n t e a l e llvida'l. . p a r a D i l - t h e y l a c a p a c i d a d c o n s t i t u t i v a ho d e a t r i b u i r s e no trascendental. . .El i d e a l i s m o o b j e t i v o hege- l i a n o parece aquí afirmarse f r e n t e a l kantiano llidealismo "La i n t e l i g e n c i a n o e s u n d e s a r r o l l o e n e l de l a libertad": - individuo a i s l a d o y s u e . desarrolle s ó l o en e l su pesado y s u futuro. . y é s t e e s e l s u j e t o En e l q u e s e . d a l a v o l u n t a d d e c o n o c i miento" ( v I I I . trascendental ahistórico.carácter histórico-social ' j e t i v i d a d humena. . no n a t u r a l . así. d e fundamentar l a s c i e n c i a s humanas: se t r a t a s ó l o d e comprender q u e .. Esta capacidad organizadora p e r t e n e c e m i s bien a l desa- r r o l l o e n t e r o d e l a h i s t o r i a humana. EI. . a l a compliceda r e d de i n t e r a c c i ó n que v i n c u l a v i d u o con s u . p r e s e n t e . 2 cada indi- y se realiza h i s t ó r i c o .. . VIII. .. i n t e r a c c i ó n que e n c a d a c a s o . . . r e f l e x i ó n . . . . l a r a z ó n n o . e 2 un yo d e l a sub- l a i n t e r a c c i ó n d e l h o r ~ b r ec o n s u e n t o r - social e histórico. .

s. en cada sociedad. . de las e d e m á s . ..corno . . . t r a s c e n d e n t a l e b i e r t o .. . .sentido . un .t e r a c c i ó n . p e r o e s t e c a r á c t e r y e s t a t a r ~ an o c o r r e s p o n d e a l a s c i e n c i a s m i s . s i n o .c a t e o o r í a s vidz- que s ó l o a d q u i e r e c o n t e n i d o r e a l -y cambiante- . . . Por e l l o . . l a concepción d e l a s o c i o l o g í a en P e t e r winchlZ5- en a u n a in: vectigación trascendental en p r i n c i p i c a h i s t ó r i c a de las est r u c t u r a s de l a comprensión.. .s o n c i e n z i a s d e 1 0 r e a l . c o n o hemos m o s t r a d o r e p e t i d a m e n t e . . . . . histórico-social h o d e t e r m i n a un marco c a t e q o r i a l . c i e n c i a s h u m a n a s n o p u e d e r e d u c i r s e -como . . . q u e .t a l e s . L a f u n d a n e n t a c i ó n . . e s t r u c t u r a s q u e p o n e d e man i f i e s t o e l a n á l i s i s d e l a c o n c i e n c i a ( d e l a l l c o n e x i Ó n est r u c t u r a l de l a vida psíquica"). . . . . S ó l o l a i n t e r z c c i ó n s o c i a l -de l a que l a n o c i ó n d e l a n i s i o r i c i a a d d e i hoiiibre e s u n momento f u n d z m e n t a l - puede d a r c u e n t a d e l c a r á c t e r d e l a s . . p u e s . s i n o que l a s c i e n c i a s humanas h a n de e s t u d i a r nexos d e s e n t i d o empíri-coc. s 6 l . . : . ' L. .. p. o un m a r c o . . . s i n o que i n c l u y e también. . . como momento ' c e n t r a l . . . . mas. q u e ' e n e s t a Úikima e t a p a d e l p e n s a m i e n t o d e . de l a zn l a historia.ej. p a r a D i l t h e y ¡a sucede. .. .L-a i n . . l e funda- mentación dilthe'yana d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u no puede r e d u c i r s e a a n á l i s i s d e l a c o n c i e n c i a y a t e o r í a d e l conocimiento. D i l t h e y s e p l a n t e a como f i l o s o f í a d e l a vida. Por e l l o . .. c o n e x i o n e s conc r e t a s histórico-socia1e. diversos. . . . . determina nexos deJ. e l c u a l no es. l a t e o r í a de l a interacción social. . ahistórico.de l a p o s i b i - l i d a d d e e s t e e s t u d i o e s e n s í misma t r a s c e n d e n t a l . tarea. . . en cada época. . . . . . .

P u e s t o que l a noción d e v i v e n c i a n o s remite a l a n o c i ó n d e " r e l a c i ó n e s t r u c t u r a l 1 I . . La t e o r í a d e l s a b e r s e .A t r a u é s d e l a s p á g i n a s d e l v o l u m e n VI1 d e l o s " ~ e s a m m e l t e S c h r i f t e n " e n contrsmos dos determinaciones principales de e s t a noción.-1. e n t r e s u s momentos e s e s t r u c t u r a l . odio. .á m b i t o d e i n v e s t i g a c i Ó n . hemos d e . . temo. VII. a n á l i s i s d e l conc e p t o d i l t h e y a n o de I1vivencia" ( ~ r l e b n i s ) .. 24). z h o r a una i m p o r t e n t e c o n f i r m a c i ó n en el.y. el t i p o de unidad representa una unidad es- t r u c t u r a l .ría '.dél. e n t r e f o r m a d e a c t i t u d V y c o n t e n i d o 1 2 6 : "Yo r e p r e sento. . .eo. . . en e l marco e s t o es. . . . cisamente -y e s importante tenerlo en cuente- d e l "análisis de l a conciencia". 20-21. juzgo. Por l o que s e r e f i e r e a l a vivencia. . . .m u e v e e n ' e l m a r c o d e l a n á l i s i s de l a concikncia: describ'e l a s relaciones e n t r e l o s hechos d e c o n c i e n c i a v i n c u l a d o s c o n l o s p r o c e s o s d e l s z b e ~ . t. c e r r a d o e n s í m i s m o . si- Esta t e s i s c e n t r a l e n n u e s t r o t r a b a j o p u e d e ' e n c o n t r a r . deseo: todo e s t o son formas de z c t i t u d y h a y s i e m p r e un "quéft con e l que se r e l a c i o n a n . . . V i v e n c l a y . . La primera d e e l l a s s e formula pre- aparentemente inconexas. . . a u t Ú n o m o . l a misma f o r m a que c a d a "@cié1l.8. . .e l t i c o d e unidad que vincula e s t o s hochos d e conciencia. de c a d a d e t e r m i n a c i ó n d e con- t e n i d o en estas v i v e n c i a s e x i s t e s ó l o p a r a una a c t i t u d " (UII. E I . theyanos. en términos d i l - en e l marco d e l e " t e o r í a d e l saber" .. .

a q u é .l l i e .im.os a l a . r e l a c i ó n d i s t i n t o d e l a mera s u c e s i ó n de e v e n t o s p s í q u i cos. . caracteriza por e l hecho de l a "oresrncia". e s c a p a r ' & e s t o c í r c u l o a c u d i e n d o a una segunda determinación de l a noción de vivencia que'hallanos en l a t e c r í a del saber. ( i n n e werden): "Mi r e l a c i ó n Can e l . -Podemos'i n t e n t a r . o b j e t o . si se e n t i e n d e e s t a p a l a b r a no t a n t o por o . j u n t c con s u La vivencia tie- C o n t e n i d o s como "un r p j o t l o "un a z u l " y a c t i t u d e s como l a c a p t a c i ó n d o 1 r o j o o l a ccnplacencia en él. De a c u e r d o c o n e l l a . . pues. . 1 5 . 1 8 ) . q u ~1~ e s i n h e r e n t e . €1. por su certeza inmediata.o s shor. n e c i e r 3 r e c e r t e z a d e s í misma. e s t á n presentes para mí. l a ltcunciencia" en e s t r e c h a r e l a c i ó n con e l l o . (VII. p o d e r n o s e n t e n d e r p o r e s t a Última. v e n o s a e n c o n t r a r n o s como a l principio. l o mismo que m i sentimiento de algo o m i voluntad de algo. o lra v a r i a c i ó n d e l o s L a r e l a c i ó n e s t r u c t u r a l se o r o n e a l a re- l a c i ó n meramente e x t e r n a . causal-nstural. En e s t e p u n t o .c o n s c i e n t e l ' como ' L r l e b e n ' .n o c i ó n de.p r e g u n t ' a r n . y constituye una "relacíón interna susceptible de ser vivida" V I I . P o r . de l a oue nos "percatamos íntima- mente" actitud perceptiva. v o l .. Este " e s t a r p r e s e n t e p a r a m í f 1 p u e d e d e s i g n a r s e como l l s e r . r e l a c i ó n e s t r u c t u r a l .. es una v i v e n c i a . a s í como. d e l a mera a s o c i a c i ó n mecánica o de l a i n f l u e n c i a cau- sal ejercida sobre l a percepción ~ objetos externos. i a c i ó n e 3 t r ~ c t ~ f a i ~ ~ ' h e dme o es n' t e n d e r a q u í u n t i p o d e . l a vivencia s e d e .: pues si para aclarar l a noción de vivencia recurr. é s t a n o s v u e l v e a remitir a a q c é l l a .

do p o r un c o n t r a t o " (UII. {esto es. s -2rr. e r c n c i a a l p r o c e s o v i v o m i s m o c u a n t o a l modo como s e . l a c e r t e z a i n ~ e d i a t ep r c p i e d e 1 2 v i v o n c i a ( e l l l I n n e w r r d e n " no define l e nzturaleza a e l a relación estructural. r e ci p o r u n e r e l a - c i ó n i n r n e d i ~ t a m e n t ep r e s e n t e a l a c o n c i 2 n c i a . 25-6. .ioa. v i v e n c i a n o r . . i n a c i o n e s d e l a v i v e n c i a . S i e l l o e s a s í . que aparece en e l r e p r e s e n t a r . es. Los rn~3zn- v i v e n c i a s e h a l l a n u n i d o ? e n t . Ahora b i e n .) ' l o m i s - mo u n a c u a l i o a d s e n s i b l e . a l a na- s i n o s ó l o " a l modo como s e presenta". p u e d e s e r c z l i f i c a d a d e i n m e d i a t ~ m e n t ec i e r t a " . . 'presenta. d a c o n e l t e x t o a n t ~ r i o r : ~l sinc de ecuer- i i e s t a r ? r e s e n t e p a r a mí1' nn h a c e r e f e r e n c i a " a l p r o c e s o v i v o rnisxo" t u r a l e z a de l a cnidad vivencial). .ácier nn h i ? u l é t i c o . 1 (VII. tcs de 12 por su car. .bas . . d e t e r m .. . h e m o s d e t e n e r e n c u e n t e q u e 1~ " ? r e ~ . e q u i e r e n i n g u n o m e d i a c i ó n y. 26: esto s u c a r á c t e r de unitiad e s t r u c t u r a l y s u c a r á c t e r c z "cre- propia de 1 2 v i v e n c i a s e distingue p o r s u í n d o l z i n m e 2 i a - tamente cierta. porci-ón matemática QUE l a conciencia que ten90 d e e s t a r 'obl. u n i r n o . e n t o n c e s d e f i n i r l a v i v e n c i a p o r 51 . 1 31). . . . - Esia " L a c e r t e z a d e 12 preskncia cinlleva l a certeza inmediata: . . E s t á i r e s e n t e par'a mí. S ' i . s ó l o l a m e n e r a como s e p r e s e n t a a l a c a n c i e n c i a . y l c mismo u n a p r o - que un s e n t i m i e n t o d e d o l o r o un 2 f á n . ('für mich' d a i s t . par l o t a n t o . e n c i e " . El. ' r e f . .

en l a que l a problemá- t . Según el su interpretación. l a c e r t e z a inme- d i a t a que es propia d e l a vivencia. m e r o r e c u r s o heurística. dicha relación estructural.128 e q u i v a l e a '~nnewerden': "Hecho d e l a c o n c i e n c i a n o s i g n i f i c a o t r a c o s a que ser ' E r l e b n i s ' . Y 129 'Er. i c a d e l a c o m p r e n s i ó n y d e l . s e trata de una interpretación reduccionista inadmisible. misma. u n " f u n d a m e n t u r n i n c o n c u s s u m v e r i t a t i s 1. 'Innewerden' 'Innewerden' representa una f a l l a lógica. opinión. d a d o s a un s u j e t o .Si$. . De a c u e r d o c o n l a t e n d e n c i a g e n e r a l d e s u i n t e r p r e t a c i ó n .e . cartesianamente. como s u c e d e e n ~ b e l ' ~ ~ :a. llVivenciall. se- gún e l c u a l l a r e a l i d a d e s t á c o n s t i t u i d a p r i m a r i a m e n t e p o r hzchos de conciencia. p a r a e s c l a r e c e r l a n o c i ó n d e v i v e n c i a I n e i c h e n s e apoya e n l a n o c i ó n d e ' I n n e w e r d e n '12' 'Innewerden' . es s ó l o un c r i t e r i o d e l c a r á c t e r e s t r u c t u r a l de l a unidad de l a vivencia. .. pues. que l a re- . En m i o p i n i ó n . L a f u n d a m e n t a c i ó n d e e&a r e s p e c t a a l a noción de vivencia.1-E-bnis' q u i . del presente análisis. p o r l o demás. s e n t i d o e s r e l e g a d a . p u e s t o que e l e l "modo c o m o s e p r e s e n t a v 1 p e r o no d e f i n e l a í n d o l e de l a E l o l v i d o de e s t e a s p e c t o l l e s t r u c t u r a l f l (cuya índo- l e hemos d e d e t e r m i n a r a ú n ) d e l a v i v e n c i a c a r a c t e r i z a l a i n t e r p r e t a c i ó n de e s t e concepto l l e v a d a a cabo por Ineichen.r e d e c i r ' I n n e w e r d e n ' " . proporciona a l p r i n c i p i o d e fenomenidad. e n l o cp!e se producirá a l o largo Señalemos. l a cual representa -. s i n embargo. Esta exégesis de l a v i v e n c i a cunst-ituye un primer paso p a r a una interpretación cuasi-positivista de Dilthey.

sabemos. como e s t r e c h a m e n t e r e l a c i o n a d a con l a d i s t i n c i ó n e n t r e ciencias de l a naturaleza y c i e n c i a s d e l e s p í r i t u .. de e n t r e l a viven- Tal cuestión se halla. da psiqtilce 132 . formas d i s t i n t a s d e l pensamiento discursivo. E s t e t e n d e n c i a se manifiesta e n l a sucesión d e " r e p r e s e n t a ~ i o n e s d~e~ l o d a d o . q u e t a n t o e n u n o como e n c t r o c a s o podemos h 2 l l a r ( v i v i r ) una tendencia t e l e o l ó g i c a ' h a c i a e l c u r n p l i m i ~ n t od e l c o n o c i m i e n t o d e l o d a d o ( i n t e r n a o ~xternarnente).. y 'Erleben' p. pues. no encontramos e n unz de e l l a s procesos d i s c u r s i v o s no p r e s e n t e s en l a o t r a . Señalemos. c i a y l a percepción sensible. en dos ¿Dónde r e s i d e .lación entre bliografía: 'Innewerden' se h a l l a ya. el carácter t e l e o l ó g i c o inmanente de l a conexión e s t r u c t u r a l d e l a vi- . para Dilthey. que t r a t a n de agotarlo. En d i c h a t e n d e n c i a t e l e o l ó g i c a q u e podemos v i v i r en l o s p r o c e s o s d e l s a b e r se m a n i f i e s t a . en primer l u g a r . 131 P a r a a v a n z a r e n l e d e t e r m i n a c i ó n d e l t i p o d e unidad prop i o de l a v i v e n c i a será o?ortuno ahora e s t a b l e c e r l a diferencia existente. l a diferencia entre l o s dos procesos antes señalados desde e l punto d e v i s t a de l a t e o r í a d e l saber? .. para Dilthey. desde l a t e o r í a d e l caber . no e s nueva en l a bi- e n e l e s t u d i o d e Imaz. según e l l o .ej. h e c h o sd e c o n c i e n c i a y s u s r e l a c i o n e s .a n á l i s i s l o ~ . Ello s i g n i f i c a que t a n t o l a p e r c e p c i ó n sen- s i b l e como l a c a p t a c i ó n d e p r o c e s o s i n t e r n o s s o n ambas f u n - c i ó n d ~ sl i s t e m a p s í q u i c o h u m a n o . La d i s - t i n c i ó n e n t r e c i e n c i a s d e l a n a t u r a l e z a y c i e n c i a s d e l esp í r i t u no puede basarse.

y en una primera aproximación.se e n t o d o s l o s momentos d e l a cap- mantiene.d e l o s momentos y que l o s . L a u n i d a d p r o p i a d e l a v i v e n c i a n o e s más q u e r e l a c i ó n e n t r e s u s momentos. t a r-12-ción. La v i v e n c i a e s ' f u n c i ó n d e l a conexión . en E l ahondamiento en l a vivencia avanza desde .c o n l a s d e s c r i p c i o n e s d e Dilthey. E s t a c e r t e z a inmediata propia de l a relación estructural.Podemos d e c i r q u e l o " c o n t e n i d o 1 I e n una v i v e n c i a ( p . p e r o se h a l l a p o r a s í d e c i r " i m p l i c a d d l v i r t u a l m e n t e e n e l l a .psíquica. t a c i ó n d e l a v i v e n c i a . e j . l a unidad es s ó l o l a r e d d e r e l a c i o n e s inmediatamen- t e c i e r t a s e n t r e l o s momentos. . pues. o n o t o t a l m e n t e t r a s c e n d e n t e . l a c u a l s e h a l l a virtúalmente "contenida" cada vivencia. r e l a c i ó n q u e D i l t h e y llama !les- E s t a m i s m a r e l a c i ó n v i n c u l a e n t r e sí l o s dis- t i ~ t c r sm o m e n t o s e n l a c a p t a c i ó n d e l a vivencia. pues..cal c e p s r a d o o a p a r t e . de un sentimiento) cuando tratamos d e c a p t a r l a es trascend e n t e a l a l l c o n c i e n c i a ~ i v e n c i a l ~P ~e r. y que e l 'Innewerden' Es decir: s e e x t i e n d e a es- e n l a v i v e n c i a n o . D i l t h e y d i c e d e t a l t r a s c e n d e n c i a que es Únicamente "parcial". De a c u e r d o . podríamos d e c i r que l a unidad e s t r u c t u r a l prop i a d e l a v i v e n c i a e s s ó l o r e l a c i ó n i n t e r n a e n t r e l o s rnornent-os de l a misma. que s e m a n i f i e s t a e n e l 'Inne- werden'.e x i s t e un p u n t o cenrt. u n i f i car:~. La c a p t a c i ó n de l a v i v e n c i a nos conduce constantemente a nuevos m i e m b r o s mediamite t r a n s i c i o n e s c a r a c t e r i z a d a s p o r e l " I n n e w e r d e n u . Lo ncontenido" e n l a vivencia es parcial- mente trascendente a l a "conciencia vivencial". tructural".

c o n t r i b u c i o n e s . en Último término. En l a p e r c e p c i ó n s e n s i b l e . * - 6 i-nternamente e l c o n t e n i d o de l a i n t u i c i ó n ." y q u e v u e l v e a t r a t a r e n " L a e s t r u c t u r a c i ó n d e l mundo h i s - t Ó r i c o t l . mediante transiciones estructurales. a l o s s u s c e p t i b l e de ser v i v i d o . . ? t i c i p a r n o s e . p e r o e s t a unidad no puede c a l i f i c a r s e de n e s t r u c t u r a l " en e l sent i d o d t e r i o r . t i e n d e a alcanzar l a conexión estructural psíquica. l a i d e n t i d a d d e l o b j e t o no s e da e n ninguna per- r z p c t ó n s i n g u l a r . i . y este supuesto l i g a e n t r e s í l o s actos'perceptivos y las l l r e y ~ s s e n t a c i o n e s l el n u n s i s t e m a d e r e l a c i o n e s e s t r u c t u r a l e s d i r i g i d o p o r l a a c t i t u d d e c a p t a c i ó n . internanente ciertas. s i n o que en cada a c t o perceptivo. La necesidad de e s t a interpolación de a l g o no percibido viene determinada p o r un h e c h o q u e D i l t h e y y a d e s a r r o l l ó e n l a I 1 E i n l e i t u n g . r.l o actualmente vivido. También e n l a p e r c e p c i ó n s e n s i b l e s e d a u n a u n i d a d . a s a b e r . l a unidad objetiva. . dente" a l a vivencia'33. es trascendente a l a percepción a c t u a l en un s e n t i d o d i s t i n t o d e l a t r a s c e n d e n c i a p a r c i a l . d e s u e r t e q u e l a p r o f u n d i z a c i ó n e n a q u é l conduce a ésta mediante t r a n s i c i o n e s internamente c i e r t a s . e l o b j e t o "idénticon. .p r s p i a d e l o c o n t e n i d o e n l a v i v e n c i a con r e s p e c t o a é s t a . Fr! e f e c t o . l a ' s u p o n e m o s ' --- . qee s e e x p r e s a e n é l . l a cual es. c . y a s í . sólo Ibarcialmente trascen- P o r e l l o señalábamos en e l c a p í t u l o a n t e r i o r que cada proceso p s í q u i c o "formativo" e s función de l a t o t a l i d a d de l a conexión adquirida psíquica. p e r o n o l l e q a m o s tampoco a e l l a l l e x p l i c i -czndon . pues. l a i n c o m p a r a b i l i d a d de 'las .

d i r i g i d a h a c i a l a cap'- . e s e l supuest o s o b r e e l c u a l é s t a s p u e d e n v i n c u l a r s e e n u n a . . l a u n i d a d a l a que s e r e f i e r e n 1. t a s c o n t r i b u c i o n e s d e l o s s e n t i d o s desemboca en l a o t r a .F a l . r e d d e relaciones estructurales.. . l a p e r c e p c i ó n n o es d e í n d o l e e s t r u c t u . . S e p u e d e p o s t u l a r muy b i e n e s t a t r a n s f o r m a c i ó n d e u n a s e n sación cutánea en una sensación a c ú s t i c a o de color. b j e t o a l a q u e s e r e f i e r e c a d a a c t o p e r c e p t i v o y q u e l o s v i . buyendo un = p o r t e Su e n l a c e h a d e p r o d u c i r s e a t r i - o unidad objetiva a tales sensaciones. -. '<l. v i v e n c i a . t i n t o s a c t o s p e r c e p t i v o s h a y a l q o más q u e l a r e l a c i ó n e n - t r e e s t o s a c t o s mismos. Dilthey no concede a l a perc e p c i ó n s e n s i b l e p o r s í misma l a c a p a c i d a d s i n t é t i c a neces a r i a p a r a v i n c u l a r e n t r e sí l o s c o n t e n i d o s s e n s i b l e s como p e r t e n e c i e n t e s a l mismo o b j e t o .d e l o s d i s t i n t o s s e n t i d o s 134 : " N i n g u n a i n v e s t i g a c i ó n h i s tórico-evolutiva p o d r á h a c e r n o s c o m p r e n ' d e r c'ómo u n a d e e s - ..a. p r ~ d ü c ecomo s i m p l e r e l a c i ó n e n t r e l o s m o m e n t o s d e l a p e r - cepcion. Este algo. a d i f e r e n c i a d e l o q u e s u c e d e en E s t e a l g o más e s p r e c i s a m e n t e l a u n i d a d d e l . o. teleolÓgicas. s i n o mediante o p e r mediación d e l a r e f e r e n c i a de t o d o s e l l o s a a l g o d i s t i n t o de t o d o s e l l o s . l a unidad d e l o b j e t o en .as p e r c e p c i o n e s . .-. . . es d e c i r . q ? i ~ l a a --t o d o s e l l o s . no s e . . transiciones No h a y c o m p r e n s i ó n po- estructura le^^^ e n t r e d o s s e n s a c i o n e s p r o c e d e n - tes de sentidos distintos.S l . P o r e l l o . pefo no e n manera alguna r e p r e s e n t a r l a . a s u sucesión y coexistencia. En l a u n i d a d e n t r e l o s d l s - . .

o b j e t o e s t r a s c e n d e n t e . l a c a p t a c i ó n es empujada h a c i a nuev. e n t e n d i d a como p u r o c o n t e n i d o p e r c i b i d o ( i n t u i c i ó n p u r a ) . E I . r e s u l t a c l a r o q u e l a v i v e n c i a n o p u e d e carac- . pues. e n l a c a p t a c i 6 n s e n s i b l e una r e l a c i ó n con e l o b j e t o que s e d i f e r e n c i a .M. p o s i b i l i t a d a por l a i n t e r p o l a c i ó n de l a unidad o b j e t i v a . trascendente". 4 1 ) . á . cada perdepción s i n g d l a r e s inadecuada con r e s p e c t o a l o b j e t o y l a s r e p r e s e n t a c i o n e s s e encaminan a aproximarse a 61" ( V I I .c r. . Esta representación t o t a l (~otalvorstellung representa una pluralidad de percepciones singulares. c o n s t i t u y e l a "representación total" del objeto..as a c t o s d e r e p r e s e n t a c i ó n . d e 2. Así. C. AS^. . S e ñ a l a u n a t a r e a y. "por f u e r z a d e l a s e x p e r i e n c i a s s i n g u l a r e s concurrentes surge l a e x i g e n c i a de i n t e r p o l a r a l g o no dado e n ninguna experiencia singular.ae n l a c a p t a c i ó n d e l o p s í q u i c o . n t e ?. p u e s . sñn embar- 22. 35. El -. E l c o n j u n t o de e s t a s r e l a c i o n e s estruc- turales entre l o s actos perceptivos. Tenemos. p u e s . Esta I t r e p r e s e n t a c i Ó n t o t a l " es e l e l e m e n t o mediador e n l a referencia de l a percepción singular al objeto.-o ar=u~*p.al o b j e t o d e r e s o l v e r l a y d e a p r e h e n d e r rczlmente e l o b j e t o mentado.tación del objeto. en g n p u n t o iriipurtante n .). z n n i n g u n a i n t u i c i ó n p u e d e l l e v a r s e a c a b o t o t a l m e n t e . _ l a p e r c e p c i ó n ( n o l l p a r c i a l m e .'*< s e mediante relaciones i n t e r n a s a p a r t i r de l a percepción. VII. E s i n t u i t i v a y. n o d a d a e n n i n g u n a i n t u i c i ó n 135 . pero s e r e f i e r e Únicamente a un objeto. s a l a t e o r í a d e l s a b e r y l a m e t o d o l ~ q $ a . l a trasqea-dencia d e l o b j e t o no puede s u p e r a r - .

n o p u e d e c o n c e b i r s e como r e l a c i ó n entre l o s actos perceptivos.ia n á l i s i s d e l a c o n c i e n c i a .de . P u e s t o que l a t e o r í a d e l ' - s a b e r n o a n a l i z a esta r e l a c i ó n . D i l t h e y l a f u n c i ó n d e u n i d a d n o p u e d e c o n c e b i r s e como i n h e - d e l a c o n c i e n c i a con s u entorno. por e l c o n t r a r i o . como p r e t e n d í a I n e i c h e n . La . E n r e a l i d a d . s i n o como r e f e r e n c i a d e e s t o s a c t o s a u n p u n t o u n i f i c a d o r n o c o n t e n i d o e n e l l o s . p e r o no da razón de e l l a . como l a r e l a c i ó n e n t r é s u s m o m e n t o s ( u n i d a d e s t r u c - . l a unidad p r o p i a de l a percepción s e n s i b l e es extrínseca. P u e s p a r a . l a pregunta por l a función d e unidad no puede'responderse en e l seno de l a teo- . s i n o s ó l o s u c o r r e l a t o subjetivo en l a conciencia ( l a s relaciones entre l o s hechos.n o . t e o r í a d e ~ ls a b e r ( e l a n á l i s i s d e l a c o n c i e n c i a ) c a r a c t e r i z a l a u n i d a d p r o p i a d e l a v i v e n c i a como i n h e r e n t e a l a misma.p u e d e d a r l a . o cómo h a y q u e c o n e e b i r e s t a f u n c i ó n u n i f i c ' a -- d o r a que se expresa d e forma d i s t i n t a e n l a v i v e n c i a y en l a p e r c e p c i ó n s e n s i b l e ? L a t e o r í a d e l s a b e r no r e s p o n d e a esta pregunta: se l5mJta a describir dos t i p o s d i s t i n t o s de -unidad.conciencia en l o s procesos d e l saber).t e r i z a r s e s e n c i l l a m e n t e e n t é r m i n o s d e I1hecho d e c o n c i e n c i a " y d e 'Innewerden'. pues. a c o n s t a t a r e s t a d i f e r e n c i a . e s t o e s . Lo d e c i - s i v o en l a determinación d e l a vivencia y en l a d i s t i n c i ó n e n t r e l a v i v e n c i a y l a p e r c e p c i ó n s e n s i b l e r e s i d e más b i e n e n e l c a r á c t e r d e l a u n i d a d e n ' t r e s u s momentos. d e a c u e r d o con e l marco eii o l q u e s e m u e v ~ . t u r a l ) . ¿Dónde r e s i d e .

dentemente. por ejemplo. y l a preocupación.v t v e n c i a y d e s t a c o a t e n t a m e n t e e s a r e p r e s e n t a c i ó n . nar sl. 28.)" en 6 1 fundada. l a misma c o n e l ' I n n e w e r d e n ' . e l l o n o es así. L a s ' r e l a c i o n e s in- t e r n a ~a l a s v i v e n c i a s i n c l u y e n r e p r e s e n t a c i o n e s d e o b . Es c l a r o que l a r e p r e s e n t a c i ó n d e l o s m a n u s c r i t o s es r e s u l t a - . sino sólo en e l análisis de las relaciones de l a c o n c i e n c i a con su e n t o r n o . 3 4 ) . j e t o s físicos. a s í como l a r e l a c i ó n d e e s t o es. (VII. S i n embargo. E l . AS. s i n e m b a r g o .r í a del saber. En e s t e c a - s o . D i l t h e y d e s c r i b e un c a s o d e a p r e h e n s i ó n d e l a v i v e n c i ' a s e ñ a l a : "La r e p r e s e n t a c i ó n d e ' m i s m a n u s c r i t o s c o n s t i t u y e l a c a p t a c i ó n o b j e t i v a b á s i c a en m i .que t a l r ' e l a c i ó n e s t r u c t u r a l p o s e a c e r t e z a i n m e d i a t a d e s í misma. Evi- e s e mismo o b j e t o ( l o s m a n u s c r i t o s ) p o d r í a s e r t a m b i é n e l o b j e t i v ~d e u n a p e r c e p c i ó n s e n s i b l e . p o r termi- ViI. c u a n d o . (etc. c o n s t i t u y e .. e s t o e s .. u n m i e m b r o e n u n a c a d e n a d e relaciones e s t r u c t u r a l e s en l a captación de l a vivencia. La d i f e r e n c i a entre l a vivencia y l a percepción sensi- b l e p o d r í a t a l v e z e s t a b l e c e r s e c l a r a m e n t e en e l c a s o de que nos l a s hubiéramos con h e c h o s d e c o n c i e n c i a d i s t i n t o s e n uno y o t r o c a s o . S ó l o en e l marco de e s t e Último podemos comprender l a n a t u r a l e z a d e l a r e l a c i ó n est r u c t u r a l p r o p i a de l a vivencia.manuscrito.. Del s e n t i m i e n t o e n tornm a e s t e o b j e t o d i s t i n g o e l d e cansancio coko-básico. e l hecho d e . e n e l c a s o d e l a v i v e n c i a con meros e s t a d o s d e n u e s t r a s e n s i b i l i d a d i n t e r n a y en e l caso d e 1s p e r c e p c i ó n s e n s i b l e con r e p r e s e n t a c i o n e s d e o b j e t o s externos.

- desde e l . no hablamos de dicha representación. -. e n t r e o t r a s cosas. L A . De e s t a f o r m a . pues.2.mism-o l a d i f e r e n c i a e n t r e l a v i v e n c i a d e l mismo y s u p e r - c e p c i ó n s e n s i b l e s ó l o p u e d e s i t u a r s e e n . p r e s c i n d e d e l contexto r e a l en e l que d i c h o sab e r se l l e v a a cabo. . Vivencia y t e o r í a de l a interacción L a v i v e n c i a se n o s p r e s e n t a a h o r a e n e s t r e c h a r e l a c i ó n con un c o n c e p t o d e c i s i v o e n l a fundamentación d e l a s c i e n cias del espíritu: el significado.c o n t e x t o n o c o n s t i t u y e u n p l a n t e a m i . l a intro- 'düccien de e s t e . s i n o q u e s ó l o e l l a n o s p e r m i t i - rá comprender p r e c i s a m e n t e l a d i f e r e n c i a qnoseolóqica e n t r e vivencia y percepción sensible.el c o n t e x t o e n e l c u a l s e p r o d u c e l a r e i a c i 6 n c o n é l . .- al t-9-ma. e n t o -. e'n c u a n t o a n á l i s i s d e l a . E s c l a r o que.do.onn -.* r - 7. s i s e t r a t a d e un. ' conciencia. objeto. l a unidad estructural de l o s d i s t i n t o s momentos d e l a v i v e n c i a ? ¿ P o r q u é d e s c r i b i m o s n u e s t r a r e l a c i ó n c o n u n rnisrro o b j e t o e n t é r m i n o s d e " v i v e n c i a " e n unos c a s o s y e n términos d e "percepción s e n s i b l e " e n o t r o s ? La d e s c r i p c i ó n g n o s e o l ó g i c a d e l a d i f e r e n c i a e n t r e v i v e n c i a y p e r c e p c i ó n s e n s i b l e no p u e d e r e s p o n d e r a . en el e n t é r m i n o s d e p e r c e p c i ó n s e n s i b l e ? ¿Por q u é l a p r e s e n c i a d e d i c h a r e p r e s e n t a c i ó n ' n o rompe -de' a c u e r do con l a descripción d e l a percepción sensible- l a cadena de relaciones e s t r u c t u r a l e s . ¿Por qué. contexto anterior.lP--' La vivencia es. 8.g n o s . d e determinados actos'perceptivos.e o l ó g i c o . E l a n á l i s i s d e l s a b e r . e s t a s preguntas.

El s i g n i f i ~ a d on o s s i t ú a n e c e s a r i a m e n t e e n u n c o n t e x t o r e l a - c i ~ i t i a 1e11 ~ e l m a r c o d e l a s r e l a c i o n e s e n t r e e l y o y e l entorno. s o n p a r a n o s o t r o s c o r r e l a t o d e u n a a c t i t u d .. s i n o que se i n s e r t a n en e l ámbito d e n u e s t r a a c c i ó n en el mundo. una unidad de l a s mismas mediada p o r e l s i g n i f i c a d o : ~ ~ A q u e l l o que de e s t a s u e r t e C o n s t i t u y e una unidad v i v e n c i a 1 porque . V I I .. d i r i g i d o hacia sus propiedades f í s i c a s . de n u e s t r a p r a x i s v i t a l . n e u-n. 9 4 ) 136.. s -i g n i f i c a d o u n i t a r i o e n e l c u r s o d e l a v i d a com. Las cosas.. - . l o s acontecimientos.p u n t o de v i s t a d e l a s r e l a c i o n e s e n t r e s u s p a r t e s . € 1 .' La d i f e r e n c i a fundamental que i n t r o d u c e l a noción de s i g n i f i c a d o con r e s p e c t o a l punto d e v i s t a de l a t e o r í a d e l s a b e r r e s i d e e n e l h e c h o d e q u e d i c h a n o c i ó n e s incomp r e n s i b l e en e l marco d e l puro z n á l i s i s de l a conciencia ( y por e i l o n o l a encontramos tampoco en e s e marco). . e n e l mundo d e l a v i d a .. 73.de p a r t e s d e v i d a q u e t i e n e un s i g n i f i c a d o en e l c u r s o d e l a v i d a y emplea también e s t e concep-to en e l c a s o e n ' q u e l o s momentos s e h a l l e n s e p a r a d o s p o r a c o n t e c i m i e n t o s i n t e r r u p t o r e s n ( V I I . .. en Suma. y en e s t e ámbito l a s cosas y l a s ~ e r s o n a s.. Pero. personac. e l u s o d e l l e n g u a j e de- s i g n a t a m b i é n como v i v e n c i a t o d a u n i d a d i d e a l .o l a m e d i d a e n q u e n o s o n o b j e t o d e u n c o n o c i miento teórico. .. t _i--*e-. las adquieren significado para ri. p o r encima de e s t o .rns e. . más a m p l i a . d e u n a toma d e p o s i c i ó n que compromete t o d o n u e s t r o s e r . . . . ..osnk. p o n e l a u n i d a d más p e q u e ñ a q u e p o d e m o s d e s i g n a r como v i vencia.

n o c i ¿ n d e v i v e n c i a n o p u e d e e n t e n d e r s e a d e c u a - . . como r e l a c i ó n i n t e r n a e n t r e l a s p a r t e s . mundo i n v i s i b l e " SÓlo e n e s t a i n t e r a c c i ó n p r á c t i - con e l e n t o r n o l a s c o s a s . VII. podemos comenzar a comprender l a d i f e r e n c i a gnoseológica e n t r e l a vivencia y l a percepción sensible. p a r a n o s o t r o s un s i g n i f i c a d o .-rñ-ero te hecho. l a s personas.l a . (VII. ya s e a v i d a económica. un " l a d o i n t e r n o " .p o s i c i ó n . a m i s t a d . d z + ~ c n -cüiiio. v i v i r ( ~ r l e b e n ) s e d a una. . . un p a i s a j e y l o a b a r c o . 237. Así. l . 2 6 3 ) . ofrecen d e forma q u e a q u í l a r e l a t i v i d a d d e l o s s e n t i d o s e x t e r n o s n o s e deja valer. E I . es una cateqoría q u e se p r e s e n t a s ó l o e n l a interacciÓn~práctico-vital d e l hombre con l o q u e l e r o d e a : . p u e s . en e l t e r r e n o de l a v i v e n c i a l a uni- d a d n o e s i n t e r p o l a d a . E l . sino . s i n o e x p e r i m e n t a d a como s i g n i f i c a d o . l a s c o s a s y l a s p e r s o n a s s e n o s p r e s e n t a n como t o d o s u n i t a r i o s y n o s o t r o s m'ismos n o s c o m p o r t a m o s t a m b i é n como totalidades. S Ó l o a h o r a . P o r s u r e l a c i ó n con l a c a t e g o r í a d e s i g n i - f i c a d ~ . (VII. " E n t o d a r e f e r e n c i a v i t a l (Le- b e n s b e z u g ) e n q u e n u e s t r a t o t a l i d a d toma una a c t i t u d p a r a c o n s i g o o p a r a con o t r o s vemos c o n s t a n t e m e n t e q u e l a s part e s t i e n e n un s i Q n i f i c a d o p a r a e l todo. 238. "en e l una a c t i t u d con respec- t o a t o d o l o q u e s e p r e s e n t a e n 6 1 como c i r c u n s t a n c i a v i t a l singular. P o r e l l o . Estoy contemplando Hay q u e e l i m i n a r d e a n t e m a n o l a s u - p o s i c i ó n de que no s e t r a t a de una r e f e r e n c i a v i t a l . co-vital VII. pues.de l a concien-cia.de manera que " e l s i g n i f i c e d o c o n s t i t u y e l a c a t e g o r í a d e l a conexión no analizada de l a vida" 262).

VII. e n s í misma. .-- r a c t e r e s a n t e r i o r m e n t e d e s t a c a d o s e n l a misma: e s t r ~ c t u r a ly ~ e~l ' I n n e w e r d e n ' . t u r a l n ) y. La u n i - . E l a n á l i s i s d e l a n o c i ó n de e x p e r i e n c i a i n t e r n a que llevamos a cabo e w e l c a p í t u l o t e r c e r o d e l presente t r a b a j o se v e a h o r a clara. tcra-les l a "relación S i l a s relaciones estruc- -son r e l a c i o n e s v i v i d a s . esta Última mantiene su p r o p i o . c o n m i s v a l o r e s y f l c ~ c . 229-30.mente confirmado. Desde l a nueva d e t e r m i n a c i ó n l o g r a d a d e l a noción d e v i v e n c i a pod-emos a h o r a a c l a r a r r e t r o s p e c t i v a m e n t e l o s c a . s e g ú n i n t e n t a m o s m o s t r a r e n s u momento. r e l a c i o n e s que guardan e n t r e sí l a s p a r t e s p o r su r e l a c . En e s t a Ú l t i m a e t a p a . a su vez. En e l f o n d o n o s e me d a n m á s q u e l l i r n p r e s i o n e s l l 254). D i l t h e y no i n t r o d u c e p r o p i a m e n t e un p l a n t e a m i e n t o nuevo.i ó n c o n m i p r o p i a v i d a . EI.d e una mera c u e s t i ó n d e l c a p t a r . e n ' l a m e d i d a e n q u e l a s ~ c o s a sy hombres de s u e n t o r n o s o n p a r a e l l a s i g n i f i c a t i v o s .LA+. Por e s o no designaremos . (vII. E s c o j o l a e x p r e s i ó n l l i m p y e s i Ó n l l . sabemos a h o r a c u á l e s l a n a t u r a l e z a d e l a r e l a c i ó n q u e une e n t r e s í l o s momentos d e un nexs e s t r u c t u r a l : se t r a t a precisamente de relaciones de "sign-ificado. s i n o q u e d e s a r r o l l a i n e x t e n s o y con mayor c l a r i d a d l o q u e s i n embargo s e h a l l a b a y a p r e s e n t e en etapas! a n t e r i o r e s d e s u o b r a .a p r e h e n s i ó n d e s i g n i f i c a d o e n l o e x t e r n o e s a s í c o r r e l a t o d e l a v i v e n c i a d e l a p r o p i a v i d a como u n a c o n e x i ó n s i g n i f i c a t i v a u n i t a r i a (como u n a " c o n e x i ó n e s t r u c .a c t i v a . l a v i v e n c i a d e e s e m o m e n t o d e r e f e r e n c i a a l p a i s a j e como "imagenl1. c e n t r o su unidad.

elevación de m i fuerza.dad s i g n i f i c a t i v a de l a p r o p i a v i d a y l a unidad s i g n i f i c a t i v a de l o e x t e r n o c o n s t i t u y e n así dós polos insep. que c o n s t i t u y e n l a forma p r i m a r i a de l a v i d a y d e l s i g n i ficado: " C u a n d o n o s e n f r e n t a m o s a l a v i d a como u n h e c h o p e c u l i a r d e l mundo humano.o b j e t o s p a r a m: n o z c i 1 i e i : y a n . exigencia d e pfecau- ciÓn y aproxirnac-iÓn i n t i m a o r e s i s t e n c i a . creación en cosas y hombres y s u f r i m i e n t o por u n a s y o t r o s . Como e n este t e r r e n o t o d o o f r e c e una r e l a c i ó h ... con r e s p e c t o a é l . respecto a mí. tropezamos con r e f e r e n c i a s vi- actitudes.. y en portadores de dicha. Este h e c h o . existencia. d e l hombre c o n . culación de l a voluntad. que.' c o n f i r m a a h o r a n u e s t r a i n t e r p r e t a c i ó n d e l a c o n e x i ó n e s t r u c t u r a l p s í q u i c a como c o r r e l a t o s u b j e t i vo de l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c o .v i t a l torno. d i s t a n c i a y ex- y a s e l i m i t e a un momento d a d o o y a s e a d u r a d e r o . así también cambia constantemente e l estado d e l yo seqún 1a. No e x i s t e n i i o m b r e s n i c o s a s q u e s e a n s ó l o . con ensanchamiento de m i o bien constriñen en e s t e nexo e l campo d e j u e g o d e m i e x i s t e n c i a . meta' d e u n e s f u e r z o o v i n - importancia. tomas d e posición. s u en- se c o n t i e n e c l a r a m e n t e e n l a i m p o r t a n t e noción d i l - theyana de ltnexos" o " r e f e r e n c i a s v i t a l e s " (~ebensbezü~e).arables. e j e r c e n una . tales. p ~ ~ s i 6on e s t í m u l o .s r e l a c i o n e s de las cosas'y db l o s h o m b r e s c o n é l . En e l s u s t r a t o c o n s - t a n t e d e donde emergen l a s a c t i v i d a d e s d i f e r e n c i a d a s no hay n a d a q u e n o c o n t e n g a u n a r e f e r e n c i ' a v i t a l d e l yo. trañeza. E l nexo v i t a l .. c o n v i e r t e a e s t o s hombres y o b j e t o s .

131-2.etud d e l a incornparabilidad . l a s c o s a s y l o s hombres t i e n e n p a r a m í s i g n i f i c a d o . en- 'Innewerden'. e l contexto de m i acción teleológicamente orientada. 1 5 4 .presión sobre m í .ej. unidad y fuerza. Y a l o s predicados que r e c i b e n a s í l a s c o s a s s ó l o en e l nexo v i t a l que l a s une a m í .. . en e l caso de l a percepción s e n s i b l e . en p o r s u r e l a c i ó n con s i g n i f i c a d o . l a c u a l e r a interpelada.) Sólo en este contexto de relaciones práctico-vitales. en . . E I . ter hipotético. tima. A l a un i n e v i t a b l e c a r á c - pues. C. a l a unidad objetiva. manuscritos- l a representación de unos l a u n i d a d d e l a s m i s m a s n o p o s e e un c a r á c t e r . ¿Por qué. s i n embargo. .N. Ahora podemos c o m p r e n d e r t a m b i é n . como s a b e m o s . s u p u e s t a o a n t i c i p a d a e n c a d a a c t o perceptivo. V I I . en vi. l a pregencia de representa- c i o n e s s e n s i b l e s e n e l s e n o de l a s v i v e n c i a s no a r r e b a t a b a a éstas su c a r á c t e r no hipotético. t : a c i o n e s d e l o s d i v e r s o s s e n t i d o s e x t e r n o s . u n a c e r t e z a í n - E s t a c e r t e z a no s e e x t e n d í a .cesasio de l a - . c o r r e s p o n d e e l c a m b i o d'e m i s e s t a d o s q u e s u r q e d e eke n e x o v i t a l n ( V I I . e l o t r o aspecto de l a noción de vivencia: el A' l a s r e l a c i o n e s v i v i d a s .ck-81~-sensible c o r r e s p o n d í a . estructurales. Cuando e n u n a s e r i e d e r e l a c i o n e s v i v i d a s i n t e r v i e n e n como e l e m e n t o s r e p r e s e n t a c i o n e s e x t e r n a s -p.?el-ce:. . inmediata. c o l o r a c i ó n a f e c t i v a . S u b r . inmediata e internamente c i e r t o ? Podemos y a r e s p o n d e r a e s t a p r e g u n t a . menguan m i f u e r z a . E s t a u n i d a d o b j e t i v a e r a un complemento ne- . t r e contenidos correspondía. pues. l d e 12s a p o r .

iac-i8n con m i s proyectos. s i n o d e s u u n i d a d s i q n i f i c a t i v a . en e s t e c o n t e x t o d e llnexosll o " r e f e r e n c i a s v i t a l e s f l . de l a s meras representaciones de l o s s e n t i d o s n i d e l a s r e l a c i o n e s e n t r e e l l a s . de l a que nos tlpercatamos íntimamente" una unidad interna ( i n n e werden).v i t a l con s u e n t o r n o l a n o c i ó n d e 'Innewerden' s e n t i d o y. cnrrtexto. en e l c o n t e x t o de l a i n t e r a c c i ó n p r á c t i c o .hipotético. p u e s n o s e t r a t a d e s u u n i d a d como . e n suma. como momento. c e n t r o d e intuiciones sensibles. d e s u vincu- valores y fines. Ahora podemos c o m p r e n d e r t a m b i é n e l t i p o d e u n i d a d prop i o de l a p e r c e p c i ó n s e n s i b l e y l a p r o c e d e n c i a de e s a unidad o b j e t i v a i n t e r p o l a d a e n l a s e r i e de a c t o s perce7tivos. es- t o e s . d e l c a r á c t e r -que e s a r e p r e s e n t a c i ó n a d q u i e r e a l e n t r a r a f3rmar parte. 5810 en v i r t u d d e s u presen- cia. d e l hombTe adquiere su pleno c o n e l l a . de un d e t e r m i n a d o p l a n 'de v i d a . ~ I ~ S Ü ~ E cOo Sm o agregados d e sualidades. d e un c o n t e x t o p r á c t i c o . d e un d e t e r m i n a d o pro- y e c t o d e a c c i ó n . l a s personas. e l objeto externo adquiere un significado. L a n o c i ó n d e ob- . puesim que l a s c u a l i d a d e s f í s i c a s d e l o b j e t o no e n t r a n a q u í en cuest i ó n más q u e c o m o m e r o s s o p o r t e s o c o n d i c i o n e s e x t e r n 2 s d e su r e l a c i ó n s i g n i f i c a t i v a con m i propia vida.s. sólo En d i c h o no e s t á n ante s i n o como u n i d a d e s d s flierza y r e s i s t e n c i a p o r su relación con n u e s t r o obrar teleológico. l a s cosas externa. Para Dilthey.v i t a l . l a n o c i ó n misma d e v i v e n c i a . por ello. l a i d e a d e o b j e t o no puede p r o c e d e r de l o s actos perceptivos.

a h o r a podemos l l a m a r u n i d a d s i g n i f i c a t i v a .$ ~ l x ~ :-I laa.. de l a i n t e r p r e t a c i ó n de l a propia v i d a y d e nuestros proyectos de acción. una r e l a c i ó n i n t e r n a con é l . como u n a u n i d a d . e n e l c o n t e x t o de l a propia actividad práctico-vital. ..: . d p : k 2 . Por e l l o l a unidad obje- t i v a n o e r a c o n c e b i d a p o r D i l t h e y como u n a r e l a c i ó n e s t r u c t u r a l e n t r e p u r o s c o n t e n i d o s p e r c e p t i v o s . s i n o c o m o u n mom e n t o e x t r í n s e c o a l a p e r c e p c i ó n misma. p u e s . intersubjetivo: cual cosa.j e t o y d e i d e n t i d a d o b j e t i v a s u r g e más b i e n e n n o s o t r o s e n v i r t u d de n u e s t r a r e l a c i ó n p r á c t i c o . E l s i g n i f i c a d o supone una r e l a c i ó n inmediata con el-abjeto. e i g u a l m e n t e e n l a medi- d a e n q u e l a a c c i ó n d e l h o m b r e e n e l mundo l e e x i g e c o n t a r con unidades c a p a c e s de a c c i ó n y de r e s i s t e n c i a .0e x p e r i m e n t e m o s como n e x o d e s e n t i d o . a l o dado en l o s --'actos percept i v o s . y d e é s t a p r o c e d e e s a u n i d a d o b j e t i v a a l a que s e r e f i e r e n l o s actos perceptivos singulares. La c e r t e z a s e e x t i e n d e a l a u n i d a d e s t r u c t u r a l . e n l a medida e n q u e a q u é l s e i n t e g r a o r g á n i c a m e n t e . De es- c e r t e z a i n h e r e n t e a l a vivencia no e s l a pura c e r t e z a d e l h e c h o d e c o n c i e n c i a como u n a c o n t e c i m i e n t o p r i - vado. que Pero l a certeza d e una conexión en nosotros y e n nuestro entorno conlleva en s í m i s m a su carácter histórico-social. que a l g o s i g n i f i q u e p a r a n o s o t r o s t a l o 1.e . de u n a t o t a l i d a d . c o - .v i t a l con e l e n t o r n o . e n l a medida e n que l a t e n d e n c i a a r e a l i z a r n u e s t r o s f i n e s t r o p i e z a con r e s i s t e n c i a e x t e r i o r . La percep- sobre e l suelo d e l a ltvidafl. c i ó n s e n s i b l e se p r o d u c .

- para nada a f e c t a e l l o a p u e s d i c h o s i g n i f i c a d o no s e re- f i e r e a l a d e s c r i p c i ó n f í s i c a d e l o b j e t o -al de sus cualidades físicas- sino a su sentido. v a l o r y f i n p o r q u e v i v i m o s e n u n mundo C i g n i f i c a t i v a m e n t e e s t r u c t u r a d o y p e n e t r a d o p o r normas y r e g l a s . La perspectiva gnoseológica y l a perspectiva histórico-práctic a c o n v e r g e n a h o r a p a r a d a r a l a n o c i ó n d e v i v e n c i a s u ca- . m o m e n t o d e e s e mundo.-a e n e l mundo d e l s e n t i d o .. su significado anterior. -. j e t o q u e t e n g o a n t e m í me s e a v a l i o s o .e x t e r i o r e s a l m u n d o h i s t ó r i c o . en e l contexto de s o c i a l m e n t e mediada. con é l .s o c i a l . c i a l de nuestra experiencia. d e s u c o n s t i t u c i ó n como t o t a l i d a d u n i t a r i a en e l m e d i o d d m u n d o s o c i a l . - .mo c o n e x i ó n e s s ó l o p o s i b l e e n v i r t u d d e l c a r á c t e r histÓ'rico-social de l a subjetividad. s e a p a r a m í " l a mesa d o n d e t r a b a j o " dente. l o c u a l q u i e r e d e c i r a s u vez: m i relación práctica. e .. experimentamos significado. d e l apren- E l hombre v i v e -. en v i r - t u d de m i i n s e r c i ó n en l a i n t e r a c c i ó n histórico-social. a una c u a l i d a d e s p i r i t u a l d e l mismo que s u r g e e n s u r e l a c i ó n con m i vida. - .. - . o que s e n c i l l a m e n t e me e s i n m e d i a t a m e n t e e v i - no pueden s u r g i r dudas acerca de e l l o . y el sentido vivido e s p a r t r Y dizaje necesariamente s o c i a l del sentido. significado de ese objeto para mí. . conocimiento esto es. q u e e s t e ob- a c e r c a del-- p u e s ¿ d e s d e d ó n d e po- d r í a n p l a n t e a r s e ? S i a l g u i e n me d i c e q u e e s a m e s a e s " e n realidad" un agregado d e átomos. A s u v e z e s e s e n t i d o v i v i d o l l e v a e n e----s i mismo s u c e r t e z a : e n e l campo d e l s e n t i d o n o t e n e m o s pa\ --- a l c a r á c t e r so- t r o n e s-.

a l a manera p o s i t i v i s t a . significado. en m i opinión. e l c u a l 13" e s t a r e l a c i ó n no es reconocida por Ineichen. queda expul- s a d o d e -la " l ó g i c a d i l t h e y a n a d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u t 1 ( a s í r e z a e l s u b t í t u l o d e l e s t u d i o de. Ineichen) y recluido. gico. e e s t a manera. más a l l á d e s u r e s t r i c c i ó n a m e r o t l d a t o d e l a c o .a h o r a l a í n d o l e h i s t ó r i c a d e e s t a n o c i ó n e n e l s e n o d e a q u e l c a r á c t e r d e l a v i d a p s í q u i c a human a q u e D i l t h e y h a b í a c o n s i d e r a d o c o m o " e l h e c h o más p r o f u n do de l a s c i e n c i a s d e l espíritutt: s u historicidad. desde e l cual l a s v i v e n c i a s s e c o n s i d e r a n como " a c o n t e c i m i e n t o s p s í q u i c o s especizles. S i n embargo. l a e s p e c í f i c a certeza de l a vivencia.rácter p r o p i o en e l s e n o d e l a fundamentación de l a s cienc i a s humanas. en Último tér- e n l a o b r a d e D i l t h e y " e l m o m e n t o d e l a c e r t e z a coiiio existencia-para-mí n o e s o u e s t o e n r e l a c i ó n c o n e l momento 140 . de s u e r t e que. 139 . n ~ i e n c i a 'r~e s a l t a . s ó l o puede e n t e n d e r s e en v i r t u d d e l "nexo v i t a l t 1 e n que d i c h a v i v e n c i a t i e n e l u g a r y d e l s i g n i - . no afectada nor l a r e l a t i v i d a d de l a percepción sensible. trata. Se d e una interpretación insostenible. . e n e l campo d é l a e s t é t i c a . s i q n i f i c a t i v o s 1113* y e l p u n t o de v i s t a gnoseoló- d e s d e e l c u a l se l l a m a v i v e n c i a " t o d a a c t i t u d cons- c i e n t e a n t e un c o n t e n i d o " mino. e l problema d e l y todo l o que v a implicado en él. de l a s i g n i f i ~ a t i v i d a d ~ ~ 3 . P o r más q u e l a u n i d a d d e l a t e o r í a d e l s a b e r y l a t e o r í a d e l a i n t e r a c c i ó n no esté e x e n t z de f r i c c i o n e s . e s t a b l e c e más b i e n u n a d u a l i d a d i n s u p e r a b l n e n t r e e l p u n t o de v i s t a de l a "estéticaIt ( s i c ) .

ritu. 140). bres: d e u n a r e l a c i ó n d e v i d a e n t r e l o s hom- " E l r e i n o p r o p i o d e l a h i s t o r i a es también exterior. e s t á a l s e r v i c i o d e l a c o m p r e n s i ó n que c a p t a e s e sen- tido. d e . comprensión que es también e l e s t a b l e c i m i e n t o de u n a r e d de r e l a c i o n e s d e e f e c t i v i d a d .. f i n a l m e n t e . d e l a i n t e r a c c i ó n so- l a z x p r e s i ó n e x t e r n a de una determinada r e l a c i ó n vid e -una i n t e r a c c i ó n e n t r e l o s h o m b r e s o b j e t i v a d a e n sis- temas. l a a h o r a como ' s e n t i d o .. ( p e r o ) t o d a o p e r a c i ó n c i e n t í f i c o .e s p i r i t u a l -que se r e a l i c e con e s o s hechos e x t e r i o r e s t i e n e que v e r Únicamente con e l s e n t i d o y e l s i g n i f i c a d o q u e c o b r a n p o r l a a c c i ó n d e l esp. E I . l a v i v e n c i a . de n u e s t r o estar ya i n s e r t o s e n l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . 1 l o q u e q u i e r e d e c i r t a m b i é n : como e x p r e s i ó n d e u n a ' i n t e r a c ción práctico-vital. e x p e r i e n c i a que se p r e s e n t a e n n u e s t r a i n t e r a c c i ó n práctico-vital c o n e l mundo. " p u n t a d e c r u c e " y d e " e l e m e n t o s " cial. La v i - vencia.. 1á c o m p r e n s i ó n d e l s e n - que t i e n e l u g a r sobre l a base . *al. V I I . . E l "lado interno1! d e l a r e a l i d a d . que D i l t h e y h a b í a des- t a c a d o anteriormente-Como o b j e t o p r o p i o de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . d o c u m e n t o s .. d e una i n t e r a c c i ó n c a u s a l y s i g n i f i c a t i v a a l mismo t i e m p o : l a c o n e x i ó n d e es- t o s t r e s momentos p e r m i t e . a h o r a l a d e l i m i t a c i ó n c l a r a d e .f i c a d o propio de l o s o b j e t o s en d i c h o contexto.. l a experiencia d e l sentido de algo para l a propia vida. etc. t i d o de esa expresión. s e p e r f i . como s i g n i f i c a d o ." ( V I I . ese significado . 118. e n v i r t u d d e n u e s t r o c a r á c t e r de. s e g ú n he- mos m o s t r a d o e n e l a n á l i s i s a n t e r i ó r . .

ll e inclu- s o -en l o s m a n u s c r i t o s q u e l a p r e c e d e n . e x p r e s i ó n y comprensión. por l o tanto. expresión y comprensión e l procedimiento propio p o r e l q u e s e n o s d a l a h u m a n i d a d como o b j e t o d e l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . t h e y a c e r c a .La evol. de una progresiva coherencia y consecuencia. Una c i e n c i a p e r t e - nece a l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u s ó l o s i s u o b j e t o nos e s a c c e s i b l e m e d i a n t e l a a c t i t u d fundada en l a conexión de v i d a .eetructura expositiva.-- r a r r e l a c i o n e s y a e s t a b l e c i d a s . S ó l o a q u í l o g r a m o s u n a c a r a c t e r í s t i c a t o t a l m e n ' t e . 87. en l a "Einleitung.destacar en s u propia. p e r f i l a r c o n t o r n o s ya esbozados e n o b f a s a n t e r i o r e s . c l a r a med i a n t e l a c u a l puede l l e ' v a r s e a c a b o . e x p r e s i ó n y comprensión" (VII. Las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u se fundan. e n e s t a conexión d e v i d a .a o b r a d e D i l t h e y se p r o d u c e e n e l s e n t i d o d e un p r o g r e s i v o ahondamiento e n i n t u i c i o n e s fundamentales. . L a p r o f u n d a u n i d a d de l a obra diltheyana e s l o que e l presente t r a b a j o t r a t a de . es p o r d o q u i e r l a conexión de vida. Y d e nuevo h a y que h a c e r n o t a r que en estas formulaciones D i l t h e y no h a c e s i n o a v a n z a r por e l camino ya t r a z a d o . . .l a s ciencias del espíritu: "Así. 107-8). d e s u p r o p i o t r a b a j o . V I I .uciÓn en l .. E I . acla-. c o n c i e n c i a d e D i l. d e f i n i t i v a r n e n t e l a delimitación de las ciencias del espíritu. frente a l a frecuente introducción de rupturasry d i v i s i o n e s ' p o r etap a s . s e g ú n l a c u a l " t o d a s u o b r a e r a propiamente una r e a l i z a c i ó n d e l o s pensamientos y p l a n e s de s u juventud" ( D ~ D .1 1 1 ) . tal como s e r e f l e j a t a m b i é n e n l a .

I n e i c h e n a t r i b u y e = . y d e s u i n t e r i o r i d a d como l J p u n t a d e c r u c e t t y e l e m e n t o : . a t r a v é s d e una serie d e mediaciones. .1 2 p r o p i a o r i e n t a c i ó n d'e l a p o é t i c a d i l t h e y a . y e n v i r t u d d e e l l a s l a c a t e g o r í a d e . n a v i e n e d e i e r i n i n a d a p o r 'un t e m a e s t r e k h a m e n t e r e l ' a c i o n a d o c o n e l p l z n t e a r n i e h I % . a s í como. .u n a nueva d i v i s i ó n que añadir.3. Vivencia. s i q n i f i c a d o y'8ildunq8 Como h e m o s s e ñ a l a d o m á s .' d i l t h e y a n o d e la' f u n d a r n e n t a c i ó n d e l a s c i e n c i a s humanas: l a "historicidad de l a vida psíquica". s u capacidad p a r a aprehen- . e n e s t r e c h a r e l ' a c i ó n con e l l o .. l a prima- cía d e l a p r a x i s . a r r i b a . En e f e c t o . s i .a l a s ya existentes. s i g n i f i c a d o . de l a relación práctico-vital c o n e l en- t o r n o f r e n t e a ' l a abst'racción d e l lisujeto cognoscentett. d e modo p a r a l ' e l o s e d e s a r r o l l a r í a l a t e n d e n c i a p r o p i a m e n t e gnoseolÓgica e n l a determinación de l a vivencia. e s t o e s . d e f o r m a q u e más a l l á d e é s t e y. l a Poét i c a d e 1 8 8 7 . y h a l l a f i n a l m e n t e s u l u g a r 'en - él a t r a v é s d e l r o d e o d e l a p o é t i c a . En m i o p i n i ó n . l a c o n s i d e r a c i ó n d e l hombre. l a s r e l a c i o n e s i n t e r n a s que v e r t e b r a n l a o b r a de D i l t h e y son m6s c o m p l i c a d a s . Tendencia e s t é t i c a y t e n d e n c i a gnoseo1Ógica:. e n c u e n t r a s u s r a í c e s e n e l p r o y e c t o d i l t h e y a n o de fundarnentación de l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . d e l a s i n t e r a c c i o n e s so- c i a l e s . p r o c e d e n t e d e l a p o ' é t i c a d e ' O i l t h e y . . s i n e m b a r g o . b i e n es e c i e r t o que e l término "signifi- c a d o " c o m i e n z a a s e r u t i l i z a d o s i s t e m á t i c a m e n t e e n . La capacidad c r e a d o r a d e l p o e t a .8. l a c a t e g o r í a d e s i g n i f i c a d o un carácter e s t é t i c o .

etc. es. i n t e n s a re- l a c i Q n con l a r e a l i d a d c a r .a r e l a c i ó n . . e n c i ad se l c o r a z ó n . . l a forma i d e a l d e l s i g n i f i c a d o .m u l t i p l i c i d a d d i s p e r s a d e l .es e l sedimento d e un. en l a r e a l i d a d que l e rodea. de l a v i d a .. en forma p o t e n c i a d a .) tica. "una 'poderosa -~.der y expresar e l s i g n i f i c a d o . c o n s t i t u y e un r a s g o g e n e r a l d e l hombre: esto l o que l a capacidad para a p r e h e n d e r e l " l a d o i n t e r n o n d e l a s c o s a s y l o s hombres en v i r t u d d e s u p r o p i a i n s e r c i ó n . " e n e r g í a d e l vivi'rI1. ". En e f e c t o . 25). de r e s u l t a de s u propia inserción en l a r e a l i d a d y d e l a . a p a - - r i e n c i a -separado de.:. U". d e una p o t e n t e c a p a c i d a d p a r a ser a f e c t a d o por l o real. VI.128. d e l o s acontecimientos. i n t e n s i d a d con que l a v i v e . como a l a r o m á n - e n l a m e d i d a e n q u e a m b a s h a n s i t u a d o "a l o s p o e t a s e n l a s n u b e s d e l a s f o r m a s i d e a l e s o ' e n u n mundo d e . como s e r a c t i v o y como "punto de cruce1' d e i n t e r a c c i o n e s s o c i a l e s .d e u n a p r o f u n d a r e l a c i ó n c o n e l i a s . l a s personas. a c t e r i z a a l p o e t a .ei.. Dilthey atribuye al poeta.idad e l alma". l o r e a l t 1 (VI.. E I . .e f e c t i v a c o n l a . . .energía de l a s ~ e x p " ~ ~ : i . l a p o é t i c a d e D i l t h e y s e o p o n e t a n t o a l a dirección helenizante (~inckelmann. a l a b r a s d e Goethe: 'I1Esto e s l o d e c i s i v o : h a y q u e s e r a l g o p a r a p o d a r h a c e r a l g o u .. . Dil-L t h e y c i t a l a s p .y d e l t i m i e n t o d e l a vida". mundo: I1La c r e a c i ó n d e l p o e t a d e s c a n s a s i e m p r e e n l a e n e r - .v?lt. . " e n e r g í a d e l sen- La i n t e r i o r i d a d contemplativa que v i - ve e l s i g n i f i c a d o de l a s c o s a s y r e p o s a serenamente en 6 1 n o e s más q u e l a o t r a c a r a .

' c o a p a r e c e b a j o e l e p í g r a f e d e n s u c e s o s l ~ . e n e l s e n t i d o d i l theyano de l a palabra. han alcaii- z a d o s u c o m p r e n s i ó n d e l mundo e n m e d i o d e l a v i d a a c t i v a . y C o r n e i l l e y R a c i n e a p r e n d i e r o n e n l a c o r t e más p o d e r o s a y b r i l l a n t e d e l mur<do a p i n t a r e l s e n t i r h e r o i c o y l o s trágicos destinos d.gía del vivir. podemos p e ~ c i - b i r con c l a r i d a d l a . 27).7 . que s e c a r a c t e r i z a por s u f u e r t e e c o p a r a t o d a s l a s r e s o n a n c i a s de l a v i d a . i . 33).su f i e l r e f l e j o t l (VI. VI. n o como u n a i d e a l i d a d v a c í a p o r e n c i m a d e l mundo: " E s q u i l o y Cófo- c l e s . 130. d e e s t a i n t e r a c c i ó n d e f u e r z a s . y l o mismo o c u - r r e con l a seca i n f o r m a c i ó n d e l c r o n i s t a o con l a l e y e n d a grotesca11 (VI. d e l a-. a s í como s u v i s i ó n d e l a i n t e r i o r i d a d i n d i v i d u a l como u n ámbito a b i e r t o . Y ' l o s g r a n d e s p o e t a s han s i d o hombres e m i n e n t e m e n t e h i s t ó r i c o s . n t e r a c c i Ó n d e l hombre con l a r e a l i d a d s o c i a l . d e i a . y l a f o r m a p o é t i c a h a s u r g i d o como e x p r e s i ó n i d e a l de estas luchas.r e a l e . Dante. E l . e n c i a l a n o t i c i a m u e r t a q u e e n un p e r i ó d i . e l e s c e n a r i o e n e l que s e l i b r a b a n l a s l u c h a s e n t r e l o s m i s mos. m a r c o . En s u o r g a n i z a c i ó n . l o mismo q u e l o s g r a n d e s p o e t a s i n g l e s e s .z ~ y x r i e r a . VI. como'un "punto de cruce" de f u e r z a s histórico-sociales: nEn l a E d a d M e d i a . s u s v i v e n c i a s se . .< r e i n a s y p r í n c i p e s en forma que l a é p o c a . Y e n l a breve descripción de ante EI. se c o n v i e r t e e n v i v . s u alma h a s i d o e l p u n t o donde s e cruzaban l o s grandes i d e a l e s y las fuerzas de s u época. que c o b r a s u s e n t i d o en e l . 1 3 6 .c o n c e p c i ó n d i l t h e y a n a d e l a v i v e n c i a como u n a c a t e g o r í a h i s t ó r i c a .

las categorías de vivencia' y signi- ._ mentEi--la de vivencia tenderá a s u s t i t u i r -progresiva- noción a n t e r i o r de experiencia. En e f e c t o . f i l o s ó f i c a s y p o l í t i c a s d e s u época y s u alma e ' r a e l . El c a r á c t e r h i s t ó r i c o q u e h a l l a m o s e n l a s r a í c e s d e d i c h a s c a t e g o r í a s se p o n d r á además d e manif i e s t o e n s u g e n e r a l i z a c i ó n p o s t e r i o r como c a t e g o r í a s d e 13 v i d a . interna. 3 3 . en vir- . l u c h a s l ~( V I . Frente a ella. . 1 3 7 . el término "experiencia inter- con demasiada f a c i l i d a d un p r o c e s o puramente p r i - dependiente d e l s e n t i d o intern'o. . o." l a misma. .. e s c e n a r i o d e e s t a s . pues s i n d ~ 3 2é x p r e s a mucho más p l á s t i c a m e n t e e l c o n t e n i d o p r o p i o . p e r i e n c i a i n t e r n a e l c a r á c t e r d e u n a r e l a c i ó n d e l hombre con s u e n t o r n o en e l c o n t e x t o de+u p r a x i s v i t a l .4 ) . r u e b a . VI. L a P o é t i c a e s . E I .. . son e l r e s u l t a d o d e dicha a p l i c a c i ó n de l a t e o r í a a l modelo d e l a p o é t i c a . a l margen d e l proyecto d i l t h e y a n o d e fundamentación de las c i e n c i a s humanas.h a l l a b a n e n t r e t e j i d a s por completo con l a s grandes luahas teológicas. S ó l o un a n á l i s i s d e l contenido r e a l de e s t e concepto nos permitió rechazar esta interpretación. .critos p r e p a r a t o r i o s de Por l o tanto. que podemos e n c o n t r a r e n l a "Einleitung. en e l q u e s e a f i r m a n y a p l i c a n c o n c e p c i o n e s t e ó r i c a s p r e v i a m e n t e d e s a r r o l l a d & t s . y en l o s manus. y n o c a t e g o r í a s puramente e s t é t i c a s .un m o d e l o e n e l q u e s e p o n e n a p . ~. a t r i b u i m o s a l a ex-. de esta Última.al:--oca vado.. que comienzan a ser s i s t e m á t i c a m e n t e empleadas en ella. . e-a noción . p u e s . f i c a d o .

161. lugar. l a vivencia poética . e n l a P o é t i c a . r e p r e s e n t a r á más b i e n u n a r e l a c i ó n . V I .Sin embargo.no s e r á y a s i n o u n a i n t e n s i f i c a c i ó n d e l o q u e o c u r r e e n t o d a v i d a humana. nunca e x p r e s a d o s a n t e s . AS^ l o e x p r e s a r á ~ i l ' t h em ~u c h o s a ñ o s más . un " l a d o i n t e r n o n . q u e . E I . situación.e . 56). a s í como l a e x p e r i e n c i a c o r r e l a t i v a d e l s i g n i f i c a d o de l a p r o p i a vida. q u e t i e i . consigue represen- t a r aspectos particularmente importantes o nuevos d e l sign i f i c a d ' ~d e l a v i d a h u m a n a . e n r e t e c a s o .. l a v i v e n c i a $06- t i c a p r e s e n t a un c a r á c t e r excepcional.i i c i a inmed.. e n "La i m a g i n a c i ó n d e l p o e t a o D i l t h e y l a c a r a c - t e r i z a como s i g u e : ". personas.a q u e l l a s c o s a s y homb r e s a l o s q u e n o s u n e n " r e f e r e n c i a s v i t a l e s n .de experiencia i n t e r n a v i e n e más d i r e c t a m e n t e s u g e r i d o p o r e l t é r m i n o l l v i v e n c i a " . l a vivencia.5 z t .a d e l s i g n i f i c a d o d e . S i n d u d a . s e c o n f i g u r a como u n a u n i d a d c o n e x a . . Desde e s t e p u n t o d e v i s t a .t r . y u n a i m a g e n o u n n e x o d e imágenes. e l p o e t a r e p r e s e n t a b a eminentemente l a c u a l i d a d h i s t ó r i c a de t o d o s e r humano. En e f e c t o ." ( V I .i . L a v i v e n c i a . ~d -ooqru i e r ' e n t o d a . q u e c o n s t i t u y e e l con- tenido nuclear de toda poesía. d e l mism'o m o d o . .v i d a h u m a n a : l a expe- r i .. a s u vez. a l b e r g a s i e m p r e un e s t a d o d e á n i m o .t u d d e l o c u a l l o e x t e r n o e x h i b e un s e n t i d o .. este contenido real de l a nociÓn. l a n c s i ó n d e v i v e n c i a p e r d e r á e s t e c a r á c t e r exc e p c i o n a l a l s e r c o n c e b i d a como c a t e g o r í a d e ' l a v i d a . como a l g o e x t e r i o r : e n l a u n i d a d i n d i s o l u b l e d e ambos r a d i c a l a f u e r z a v i v a de l a poesía . l i ~ ~ = . c o m o a l g o i n t e r n o . P u e s b i e n .

. i e r e además una n u e v a r e l a c i ó n i n t e r na e n t r e l o s d i v e r s o s rnomentos'de l a o b r a d e D i l t h e y . . 0 d e l a vida. c a p a c i d a d g e n i a l d e G o e t h e p a r a d e s cubrir l a forsr i d e a l en l a facticidad. según l a c a r a c t e r í s t i c a > d e é s t a de 1ib. y é s t a no hace s i n o p r e s t a r u n a e x p r e s i ó n más f u e r t e a e s t a r e f e r e n c i a v i t a l . S i e l e i d e a l c l á s i c o de l a ' B i l d u n g ' personal concebía l a indivi- d u a l i d a d en armonía con l a . reconciliando así l o interi0r. 265. T o d o poema g u a r d a c o n e x i ó n . d e ' D ' i ' l t h e y p o r aquKll1.a . n o s i n v i t a a referirnoc. " E I .N.expresiÓn de una r e l a c i ó n armónica con e l mundo e x t e r i o r ( c o m o u n i v e r s .--al importante núcleo en l a formación -- de s u pensamiento que representa.t a r d e : ' "La p o e s í a t i e n e como b a s e e l n e x o e f e c t i v . (VII. i o d o l o dicho a c e r c a de l a a c t i t u d en l a v i d a compete a l a poes'ía. . Subr. 240.y l o exterior.a l i z a c i ó n d e l i n d i v i d u o ) . La p r e s e n c i a d e l a s n o c i o n e s d e s i g n i f i c a d o y v i v e n c i a e n l a P o é t i c a n o s s u g . C.formaciÓn. . Configura el acontecimiento a l r e v e s t i r sus p a r t e s de sign i f i c a c i ó n en l a f a n t a s í a . coiriu. e n a l g u n a con a l g ú n a c o n t e c i m i e n t o v i v i d o o c o m p r e n s i b l e . VII. -e1 i n d i v i d u o y l a t o t a l i d a d . .). así Esta inspi- r a c i ó n g o e t h i a n a r e c o r r í a t o d o e l llmov'imiento a l e m á n " y r e p r e s e n t a b a s u máxima a p o r t a c i ó n y s u g r a n : p r o m e s a . l a p o e s í a c o n s t i t u y e p a r a D i l t h e y un i m p o r t a n t e f a c t o r d e . manera. . t o t a l i d a d y l a r i q u e z a d e l z v i d a i n t e r i o r como. e l acontecer. .re. Recordemos l a a d m i r a c i ó n . l a idealiaad y la-realidad.su recepción d e l clasi- cismo y e l r o m a n t i c i s m o alemán. f i r i a l m e c t n .

28). 161. l a r e l a c i ó n con l a p r o p i a v i d a .ro. participa- E .medio a c t Ú a . D e l m i s m o modo. . y . e n un n e x o e f e c t i v o d e l a v i d a c o n s u medio. 185). El poeta . Por e l l o Dilthey consideraba l a vida -2 d e un i n d i v i d u o . tiempo. cwando d i - s i n o 'Ursachen'. . ente. s i g n i f i c a d o .c o m m u n a c o n s t a n t e i n t e r a c c i ó n . E I . ' Cuando l a s . n o s enseña a s e n t i r y a g o z a r a s í e l mundo e n t e r o como v i v e n c i a : c i ó n d e l hombre p l e n o . a l poner de m z n i f i e s t o . c h a s i n f l u e n c i a s no s o n y a ' ~ i r k u n g e n ' .i n f l u e n c i a s c a u s a l e s que se e j e r c e n sobre n o s o t r o s ' s e t o r n a n opacas. a l mismo S i n duda. a e s t a i n t e r i o r i d a d de l a mirada con l a c u a l d i s - f r ' u t a m o s e l mundo. como u n ' La v i v e n c i a c é l u l a germina1 d e l ' l ~ a - e n l a q u e e l s u j e t o s e en- c u e n t r a . e l . .. VI. d e l a pzrsona: c u a n d o e l mundo q u e n o s r o d e a d e j a de .interacci-Ón: - - . va. l a unidad conexa d e e s t a Ú l t i m a .. Este .. s o b r e e l s u j e t o y r e c i b e l a s acciones' de éste" (VII. m i s m a e s un p r o c e s o d e . sano" con 1á ( 1 .do. l a v i v e n c i a l l e v a a c a b o u n a t a r e a f o r m a t i . - > n e x o e f e c t i v o entre .ara n o s o t r o s . . . l a Poética: t a l como s e e x p r e s a e n ' " "La p o e s í a n o s l l e v a d e c o n t i n u o a e s t a e n e r g í a d e l s e n t i m i e n t o d e l a v i d a q u e n o s l l e n a e n l o s más b e l l o s I momentos. e s t a q p o r t a c i ó n de l a v i v e n c i a constihiye un d e c i s i v o f a c t o r d e l a m i d a d . . VII.e l i n d i v i d u o y s u ' e n t o r n o . mundo h i s t ó r i c o e s l a v i v e n c i a .. también comienza a p e r d e r l o n u e s t r a p r o p i a vfda. en l a s c o s a s y l o s hombres que nos rodean.t e n e r senti. en l a medida e n que i n s t i t u y e l a unidad d e l o i n t e r i o r y l o e x t e r i o r . conformadora de l a i n d i v i d u a l i d a d ..p..formación en e l s e n t i d o a n t e r i o r .

también n u e s t r a p r o p i a v i d a comienza a v a c i a r s e d e significado y de unidad: e s e l t r i u n f o de l o e x t e r i o r sobre l o i n t e r i o r .gnif-ica. d e a c u e r d o con e l lema j u v e n i l d i l - . e s t a s v i v e n c i a s e n c u e n t r a s u s e g u r i d a d f f ' ( V I I . en c0nexione.factores c a u s a l e s desprovistos de significado. l a vivencia .si. l a experienc i a d e l s i g n i f i c a d o . - -- enlazan en unidad l a s p a r t e s AS^ v i v i m o s l a u n i d a d d e l c u r s o v i t a l y e n . . de t o r n a r l a s i g n i f i c a t i v a p a r a n u e s t r a p r o p i a vida. repre- s e n t a un m o m e n t o d e c i s i v o e n e l m a n t e n i m i e n t o y l a r e c o n s t i t u c i ó n d e n u e s t r a unidad e i n d i v i d u a l i d a d . "des- c a n s a r en u n o mismoff. ' -vas. Sólo l a capacidad de v i v i r el sentido de l a exteriori- dad. nos p e r m i t e t e n e r n u e s t r o c e n t r o e n n o s o t k o s mismos. 72. e n l a i n t e r a c c i ó n con e l medio. ciegos. c o n f i g u r a n d o a s í un n e x o u n i t a r i o . Por e l l o l a vivencia.s s i g o i f i c a t i - e s t r u c t u r a l e s . acoge s ó l o e n l a conexión d e l a p r o p i a v i d a 1o.o r : ftExisten c o n e x i o n e s que. pues. . 93). t i v o . l a alienación. de l a s r e l a c i o n e s directas de condicionalidad. r e l a c i o n e s armónicas con l o e x t e r i . ' e n medio de l a sucesión c o n s t a n t e de estímulos e x t e r i o r e s . del curso v i t a l . E I . con e n t e r a independencia d e l a sucesión en e l tiempo. e s t a b l e c i e n d o a s í una cónfiguración i n t e r i o r que no es un á m b i t o p r i m i t i v o y o r i g i n a r i o . VII.enlaza. ~a v i v e n c i a . u n a i n t e r i o r i d a d e s t a b l e que puede e s t a b l e c e r a s u vez . a t e n o r d e l p r o c e s o d e i n t e r a c c i ó n e n e l q u e c o n s i s t e t o d a v i d a humana. s i n o l a unidad conexa de l a e x t e r i o r i d a d y l a i n t e r i o r i d a d . l a s p a r t e s y acontecimientos de l a vi- da personal.

t h e y a n o que r e s u m í a e l i d e a l de l a 'Bildung'

clási,ca. Esta

e s l a a p o r t a c i ó n d e l s i g n i f i c a d o , s u f u n c i ó n de ' ~ e s t a l t u n g ;
y d e e s t a forma l a fundamentación d i l t h e y a n a de l a s cienc i a s d e l e s p í r i t u e n l a z a c o n s u s p r o p i o s o r í g e n e s e n e l "mov i m i e n t o a l e m á n f 1 : "En e l l a ( l a c a t e g o r í a d e s i g n i f i c a d o , C .
M.)

r e s i d e l a r e l a c i ó n d e un a c o n t e c i m i e n t o . e x t e r i o r ,

g u l a r , con a l g o i n t e r i o r ,

sin-

y estz interior s e halla en l a

conexión de l o s a c o n t e c i m i e n t o s e n t r e sí, conexión que

no

s e c o n s t i t u y e a p a r t i r d e l Último miembro, s i n o que se cent r a e n un p u n t o m e d i o c o n r e s p e c t o a l c u a l t o d o l o e x t e r i o r
s e c o m p o r t a como c o n r e s p e c t o a a l q o i n t e r i o r n ( V I I ,
€1,

VII,

274.

Subr.

en e l texto).

De e s t e modo,

249;

interacción

y c o n f i g u r a c i 6 n pueden--reconciliarse e n t r e sí; l a v i v e n c i a

y e l s i g n i f i c a d o n o s o n s a l a m e n t e c a t e g o r í a s d e l a , autog-ri-osis f i l o s ó f i c a , s i n o también categorías pedagógico-prácticas,

y l a a u t o g n o s i s m i s m a -es t a n t o f u n d a m e n t a c. i ó n. d e l c o n o c i n j e n t o co.mo d e l a p r . . a x i s : - m o s t r a c i ó n d e l a i n m a n e n c i a d e l a

E l c a r á c t e r t r a s c e n d e n t a l d e l a filosofía d e l a v i d a

8.4.

Vivencia y s i g n i f i c a d o representan categorías de l a
.:.c. - .

vida,

y l a i n v e s t i g a c i Ó n s o b r e l a s mismas e s p a r t e d e l a

filo'sofía de l a vida.

E s e l momento d e s i t u a r e l a n á l i s i s

d e s a r r o l l a d o h a s t a a h o r a e n . u n m a r c o más g e n e r a l y d e p r e guntarnos cuál es e l s e n t i d o d e . l a f i l o s o f í a de l a v i d a en

v.

e l seno d e l proyecto f i l o s ó f i c o diltheyano.

E l d e s a r r o l l o d e l o s v i t a l i s m o s d e d i v e r s o c u ñ o , comenzando p o r e l v i t a l i s m o d e N i e t z s c h e ,
;

$

e n e l p e r í o d o con-

t e r n p o r á n e o a l a m a d u r e z d e ' D i l t h e y , a s í como d e s p u é s d e s u
muerte, puede t e n t a r con f a c i l i d a d a l a i n c l u s i 6 n de todos
141'

e l l o s e n u n a misma t e n d e n c i a f u n d a m e n t a l i ~ . , o l v i d a n d o l a s
e s e n c i a l e s d i f e r e n c i a s e n t r e e l l o s , t e n t a c i ó n a l a que han
sucumbido con f a c i l i d a d ciertas c o r r i e n t e s de i n t e r p r e t a -

.

c i ó n , e s p e c i a l m e n t e l a m a r x i s t a 142
:
E s igualmente frecuente
l a t e n d e n c i a a convertmr l a noción d i l t h e y a n a d e v i d a en
una e s p e c i e d e f u e r z a o s c u r a , p r e v i a a l a h i s t o r i a e irracional',. que s u s t i t u i r ' í a e l r a c i o n a l i s m o h e g e l i a n o d e l esp í r i t u a b s o l u t o pofd.'uis i r r a c i o n a l i s m o d e l a v i d a , c o n c i -

-.

b i e n d o l a h i s t o r i a como u'na m a n i f e s t a c i ó n d e d i c h a f u e r z a
vital.

~ s f ,p o r e j e m p l o ,

d e a c u e r d o con Aron, D i l t h e y s e

n e g a r i a a- t o d a d e f i n i c i ó n d e l a v i d a , d e ' modo q u e é s t a '
q u e d a r í a como 1 : f u e r z a o b s c u r a e i n d e t e r m i n a d a d e l a h i s toriaI4?

El

rnisr5 ~ a b e r m a s , d e s p u é s d e u n f i n o y p e n e t r a n -

t e a n á i i s i s de'l5s"'textos

d i l t h e y a n o s de l a Última época,

acaba considerando l a v i d a e n términos de una "corriente
.-

v i t a l o m n i p r e s e n t .e. v.. , d e r i b e t e s a h i s t ó r i c o s , q u e s i n d u d a
s e c. o .m p a d e c e d i f í c i l m e n t e c o n e l c o n j u n t o d e s u i n t e r p r e -

taci6n14?

En cuanto a l o s estudios wclásicosw, l a inter-

p r e t a c i ó n d e flisch, e s p e c i a l m e n t e en "Lebensphilosophie
u n d P h a n ~ m e n o l o g i e ~f~a ,v o r e c e l a i n t e r p r e t a c i ó n d e l a v i da en términos ontol6gicos,

considerando l a f i l o s o f í a de

-

.

.

.-

l a v i d a como u n a m e t a f i s i c a v i r t u a l q u e s o b r e p a s a l a i n t e n c i é n o r i g i n a l de l a t i c r í t i c a de l a razbn histórica1l
t

.

145

-

E l Único medio.de d e t e r m i n a r e l s e n t i d o p r e c i s o d e l a
f i l o s o f í a diltheyana de l a vida reside'en e l análisis de

.-

l o s t e x t o s , comenzando p o r a q u e l l o s q u e se r e f i e r e n d i r e c t

tamente a l a noción de vida.

En p r i m e r l u g a r , h a y q u e d e s -

c a r t a r c u a l q u i e r i n t e r p r e t a c i ó n que p r e t e n d a e q u i p a r a r l a
v i d a c o n un p r i n c i p i o o r g á n i c o . 'La v i d a e s , e n p r i m e r l u gar,

"el compendio y surna.de a q u e l l o que s e nos r e v e l a e n

l a . v i v e n c i a y en e l comprender1' ( V I I ,
La v i d a , pues,

131; EI, V I I ,

153).

e s sigo q u e p u e d e S e r . v i v i d o y c o m p r e n d i d o ,

algo, por l o tanto, dotado de sentido y significado;
--

-siíjr;ifieado constituye,

el

d e h e c h o , u n a c a t e g o r í a fundamen-

t a l d e l a v i d a . E l p r o p i o ~ i 1 t h . ep r~e v i e n e c o n t r a cualquier
t e n t a c i ó n de c o n v e r t i r l a v i d a en un p r i n c i p i o orgánico:
ltEmpleo-l.a

e x p r e s i ó n I1vida" en l a s c i e n c ñ a s d e l e s p í r i t u

1 i r n i t á n d o l a a l mundo h u m a n o ;
r i

-

.

brnbkto a l q u e s e a p l i c a y s e e v i t a n m a l a s i n t e r p r e t a -

-- r : i - o n e s a -( V I I , 2 2 8 ;

.

a s í se l i m i t a s u s e n t i d o por

E I , V I I , 2 5 3 ) . En s e g u n d o l u g a r , l a v i -

d a e s siempre una r e l a c i ó n ,
kunq) e n t r e s e r e s humanos,

una i n t e r a c c i ó n ( ~ e c h s e l w i r un i n t e r c a m b i o d e e f e c t o s :

"Vi-

d a e s l a trama d e l a i n t e r a c c i ó n e n t r e l a s p e r s - o n a s b a j o
l a s c o n d i c i o n e s d e l mundo e x t e r i o r . .

.". "La

en l a i n t e r a c c i ó n de las unidades vitales...".

vida consiste
"La v i d a

e s l a t r a m a e n -que se o r d e n a n e s t a s i n t e r a c c i o n e s b a j o l a s
c o n d i c i o n e s d e l nexo d e l o s o b j e t o s natur.alesn (VII,

228-9;

E I , V I I , 2 5 3 ) . En t e r c e r l u g a r , d i c h a i n t e r a c c i ó n e s s u s c e p t i b l e d e ser# v i v i d a y comprendida,

según señalábamos

más a r r i b a ; s e t r a t a , p u e s , d e u n a i n t e r a c c i ó n m e d i a d a
por e l s e n t i d o y e l significado:

"La e x p r e s i ó n I 1 i n t e r a c -

ciÓnl1 n o e x p r e s a e n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u e s a c i r c u n s t a n c i a o rela-ciÓn que e l pensamiento puede comprobar e n
l a n a t u r a l e z a y que c o n s t i t u i r í a ' u n a s p e c t o d e l a causalidad;

l a causalidad que constatamos en l a naturaleza'im-

p l i c a s i e m p r e que c a u s a a e q u a t e f f e c t u m . D e s i g n a
una v i v e n c i a ;

..

-

. .

más b i e n

é s t a puede ser s i g n i f i c a d a e n s u s expresio-

nes mediante l a r e l a c i ó n d e impulso y r e s i s t e n c i a ,

pre-

s i ó n , p e r c a t a r s e de una e x i g e n c i a , a l e g r í a por o t r a s persohas,--etc."
( V I I , 228; E I , V I I , 253). L a v i d a , p u e s , no

.

es una e n t i d a d s u b s i s t e n t e p o r encima de l o s individuos,

e x i s t e s ó l o como r e l a c i ó n e n t r e e l l o s .
Propiamente hablando,

l a vida en general;
no e x i s t e -

c x i s t e n Únicamente r e l a c i o n e s e i n t e r a c c i o n e s c o n c r e t a s ,

,.

espaciotemporalmente determinadas; e x i s t e ,
-

-.
T P-~ ~ - - T J ~l

a historia:

dicho de o t r o

"Esta v i d a e s t á s i e m p r e d e t e r m i n a d a

e s o a c i a l y temporalmente,

localizada, -por d e c i r l o a s í , en

e l orden espaciotemporal d e l curso en l a s unidades de
vidat1 (VIl,

229; E I ,

VII,

253).

Pero l a noción de vida

no hace r e f e - r e n c i a a e s t a s u c o n c r e c i ó n e s p a c i o t e m p o r a l ,
-

p r e s c i n d e más b i e n d e e l l a :

" V i d a 6s l a t r a m a d e l a i n -

teracción entre l a s personas bajo las condiciones del
mundo e x t e r i o y ,

c a p t a d a en l a i n d e p e n d e n c i a d e e s t a t r a m a

.

con respect-o a l o s cambios de t i e m o o y l u q a r " (VII,

El,

V I I , 253.

Subr.

C.N.).

228;

T e x t o s como e l a n t e r i o r p a r e c e -

r í a n a b o n a r l a i n t e r p r e t a c i ó n d e l a v i d a como u n p r i n c i p i o
a t e m p o r a l , a h i ' s t ó r i c o . P e r o hemos d e r e c o r d a r que l a v i d a
I 1 e s t á s i e ' m p r e d e t e r m i n a d a e s p a c i a l y t e m p o r a l m e n t . e t l . 'Cuál
e s , entonces,
to,

e 1 . s e n t i d o d e l a n o c i ó n d e v i d a y,

en concre-

e l s e n t i d o d e s u i n d e p e n d e n c i a c o n r e s p ~ c t oa l e s p a c i o

y a l tiempo? D i l t h e y responde a e s t a c u e s t i ó n e n e l t e x t o
siguiente:

"Si se destaca a q u e l l o que ocurre,

todas partes,
como t a l ,

siempre y en

e n l a e s f e r a d e l mundo h u m a n o y h a c e p o s i b l e ,

e l a c o n t e c e r determinado l o c a l y temporalmente,

p e r o no mediante una a b s t r a c c i ó n d e e s t a s Ú1timas.circunstancias,

s i n o e n v i r t u d de una i n t u i c i ó n que n o s .conduzca'

- d r e s t e modo,

con s u s p r o p i e d a d e s s i e m p r e y por t o d a s par-

t e s l a s mismas,
te,

a l o d i f e r e n c i a d o e s p a c i a l y temporalmen-

surge entonces e l concepto de l a vida,

que c o n t i e n e

e l Fundamento d e t o d a s l a s f i g u r a s y s i s t e m a s s i n g u l a r e s
q z e s c p r e s e ~ t z r :en e l l a , d e n u e s t r o v i v i r ( ~ r l e b e n ) , comprender,
EZ:

e x p r e s i ó n y c o n s i d e r a c i ó n comparada"

VII, 2 5 3 - 4 ) .

(VII,

La noción d e v i d a h a c e r e f e r e n c i a ,

229;
pues,

a 113 q u e s e p r e s e ~ i as i e m p r e y e n t o d a s p a r t e s e n e l mundo
histórico-social,

en toda i n t e r a c c i ó n concreta e n t r e l o s

hombres, en c a d a p a r t e d e l a h i s t o r i a ,

a aquello s i n l o

c u a l est,e acontecer h i s t ó r i c o concreto,
no s e r í a concebible,
positile l a historia:,

.

a. a q u e l l o ,

pues,

espaciotemporal,

cuya p r e s e n c i a hace

e l devenir histórico-social.

La noción

d e ' b l d a h a c e r e f e r e n c i a i g u a l m e n t e a a q u e l l o q u e ' h a c e pos i b l e el conocimiento de dicho acontecer,
d e l mismo.

.

l a comprensión

La i n v e s t i q a c i ó n s o b r e l ' a v i d a e s , . p u e s , i n v e s -

t i q a c i ó n acerca d e . l a s c o n d i c i o n e s d e p o s i b i l i d a d d e ' l a
h'istoria y de su conocimiento,

e n suma, i n v e s t i q a c i ó n t r a s -

c e n d e n t a l a c e r c a d e l s a b e r d e l mundo h i s t ó r i c o y d e l o b . j e t o de este saber,

e s t o es,

ob-jeto de conocimiento.
e s e n c i a misma,

La f i l o s o f í a de l a v i d a es, en su

investigación filosófico-trascendental,

tica de l a razón histórica.
nifica,

pues,

e l m u n d o h i s t ó r i c o m i s m o como

crí-

L a f i l o s o f í a de l a v i d a no s i g -

un g i r o h a c i a u n a o n t o l o g í a g e n e r a l ,

una especie d e c i e n c i a p o r encima de l a s c i e n c i a s ,
q u e ~ o n t i n ú ae l p r i m i t i v o p r o y e c t o d i l t h e y a n o :

hacia
sino

l a investi-

gación c r í t i c a s o b r e l a p o s i b i l i d a d de l a h i s t o r i a ,
No s e t r a t a d e d e s a r r o l l a r a h o r a l a f i l o s o f í a d e l a
vida.

En r e a l i d a d ,

gran p a r t e d e l o s c a p í t u l o s d e l presen-

t e t r a b a j o c o n s t i t u y e n d e s a r r o l l o s d e l a misma.

Se t r a t a

s.610 e n e s t e m o m e n t o d e c o m p l . e t a r y s i s t e m a t i z a r e s t o s
desarrollos.

Atenderemos concretam'ente a tres aspectos:

e l sentido de las categorías de la vida,

l a r e l a c i ó n en-

t r e v i d a e h i s t o r i a y, f i n a l m e n t e , e n r e l a c i ó n con e l l o ,
p r o p o s i c i o n e s g e n e r a l e s acerca d e l a p o s i b i l i d a d de l a h i s t o r i . a , t a l como s e d e s p r e n d e n d e l p l a n t e a m i e n t o d i l t h e yano.
Muy p o c a s v e c e s s e r e f i e r e D i l t h e y a l c a r á c t e r d e s u
p r o p i o p r o y e c t o f i l o s ó f i c o . . Y no siempre encontramos una

.

opinión constante a l respecto.

Así,

e n a l g u n o s momentos

Dilthey p a r e c e concebir e l establecimiento de l a s categor í a s d e l a v i d a como u n a t a r e a e m p í r i c o - i n d u c t i v a ?
un t e x t o e n e s t e s e n t i d o :

Veamos

"En l a v i v e n c i a s u r g e n p r e d i c a d o s

g e n e r a l e s d e l a conexión v i v e n c i a 1 d e un i n d i v i d u o determinado;

a l a p l i c a r s e e n e l cornpren.der a l a s o b j e t i v a c i o n e s d e

l a vida y a todos l o s sujetos de predicación científicoe'spiritual,
s e ve que,

se amplía e l c í r c u l o de s u v a l i d e z ,

h a s t a que

e n t o d a s p a r t e s donde s e da v i d a e s p i r i t u a l , l e

corresponden nexo e f e c t i v o ,

fuerza,valor,

etc.

A s í reciben

e s t o s predicados generales l a dignidad de categorías del
r~iiindo e s p i r i t u a l "

(VII,

1 9 2 ; E I , VII, 216-7).

¿Realmente

hemos d e t o m a r e n s e r i o d e c l a r a c i o n e s d e e s t e t i p o ? ¿Qué
-

v a l i d e z p o d r í a p r e t e n d e r u n p r o c e d i m i e n t o como é s t e ? S i n
.duda, t a l v a l i d e z e s t a r í a r e s t r i n g i d a a l á m b i t o e n e l que
:,a

SE
e

e f e c t u a d o l a p r u e b a d e l a misma;

¿qué fundamento ten-

.

dr:.s. .la c o n s i d e r a c i ó n d e t a l e s c a t e g o r í a s como p r o p i a s d e

- i o c i o - - ~ml u n d o e s p i r i t u a l ? ¿ T e n d r í a m o s t ' a l . v e z q u e r e c o r r e r
i ; o d s e s e m u n d o ? En r e a l i d a d ,
mefite. e l i n v e r s o .

I~.!xL,.@

e l procedimiento es exacta-

L a s c a t e g o r í a s d e , l a v i d a s e ñ a l a n más

que .necesariamente anticipamos en t o d a comprensión,

l o q u e no podemos s i n o s u p o n e r p a r a p o d e r c o m p r e n d e r :
hablar de l a historia,

"Al

e l s u p u e s t o d e l a comprensi'ón h i s -

t ó r i c a r e s i d e e n q u e h a y u n s i g n i f i c a d o d e l o s d i v e r s o s mom e n t o s h i s t ó r i c o s y u n s e n t i d o d e l c u r s o h i s t ó r i c o (...)
Esta p a l a b r a ("sentido",

C.F¡.)

no s e ñ a l ' a s i n o e l s u p u e s t o

según e l c u a l se p u e d e comprender e l c u r s o h i s t ó r i c o . . . "
(VII,

287;

EI, VII,

313-14).

S i l a n o c i ó n d e v i d a h a c e re-

f e r e n c i a a a q u e l l o que h a c e p o s i b l e l a i n t e r a c c i ó n concre-

ta, espacio-temporal,

e n t r e l o s hombres,

l a vida e x p l i c i t a n e s t a noción:

l a s categorías de

señalan las condiciones

sin l a s cuales el acontecer histórico-social
t r a propia vida-

gorías trascendentales:
naturaleza,

nues-

no sería n i s i q u i e r a pensable por nosotros.

Las c a t e g o r í a s d e s i g n i f i c a d o , v a l o r ,

cia,

-incluída

fin,

etc.,

s o n cate-

t o d o intento de explicar su presen-

c o n s t i t u c i ó n , ha d e c o n t a r ya con e l l a s ,

con l a e x p e r i e n c i a d e l s i g n i f i c a d o ,

el valor, e l fin.

En

e s t e s e n t i d o d e c í a D i l t h e y que no e s p o s i b l e r e t r o c e d e r

más a l l á d e l a v i d a , a f i r m a c i ó n q u e n o s u p o n e u n i r r a c i o n a l i s n o , -s.%no e l i n t e n t o d e t o d a f i l o s o f í a t r a s c e n d e n t a l :

z a r l o s l í m i t e s i n f . r a n q u e a b l e s d e l e r a z ó n humana:
d e r n o s i r más a l l á d e e s t a r e a l i d a d ,

te

2~

bien,

l a conciencir del valor,

tra-

"No p o -

que c o n s i s t e precisamen-

del significado,

del fin,

del

mediante problemáticos razonamientos psicológicos.

CÓm3 o c u r r e que encontramos s i g n i f i c s d o de l a vida en e s t o , '

o en l a r e a l i z a c i ó n d e un s i g n i f i c a d o cuyo s u j e t o es e l
c u r s. ,.o..,.- d e n u e s t r a p r o p i a v i d a ,
( V I ~ . ,2 8 4 ;

EI,

no se n o s d a e n l a r e a l i d a d "

V I I , 311). E n e f e c t o ,

si nos preguntamos

c ó m o e s p o s i b l e 1-a e x p e r i e n c i a d e l s i g n i f i c a d o ,
del fin,

del valor,

p o d r e m o s t a l v e z r e s p o n d e r d e l s i g u i e n t e modo:

experimentamos e l s i - g n i f i c a d o de l o que n o s r o d e a y,
lztivamente,

corre-

e l de n u e s t r a propia v i d a porque nos hallamos

entrete'jidos en l a s i n t e r a c c i o n e s de l a sockiad, interacc i o n e s que,
cado;

s i n embargo,

e s t á n ya m e d i a d a s p o r e l s i g n i f i -

experimentamos v a l o r e s y nos proponemos f i n e s porque

somos s e r e s p r á c t i c o s ,
nos sometemos a r e g l a s ,

a c t i v o s , porque guardamos normas y
p o r q u e somos " p u n t o s d e c r u c e u d e

l o s sistemas normativos d e l a sociedad y de las r e g l a s de
l a misma;

p e r o l a s n o c i o n e s d e norma y r e g l a p r e s u p o n e n y a

l a s de valor y fin.

La i n v e s t i g a c i ó n t r a s c e n d e n t a l s o b r e

l a s condiciones de l a i n t e r a c c i ó n histórico-social
c o n o c i m i e n t o no puede,

y de su

p u e s , , e l c a n z a r u n p u n t o s i t u a d o más

a l l á d e e s t a i n t e r a c c i ó n m i s m a -más a l l á d e l a v i d a - . q u e
p e r m i t i e r a u n a o b j e t i v a c i ó n c o m p l e t a d e l a misma,
moviéndose e n c í r c u l o ,

s i n o que,

h a d e p a r t i r necesariamente de su

p r e v i a i n s e r c i ó n en d i c h a i n t e r a c c i ó n y d e s u prev.ia exper i e n c i a d e l a misma,
&rI;

que

s i n l a s cuales ninguna explicación

y z ~ o s i b l e . Y l a v i v e n c i a misma h u n d e s u s r a í c e s ,
EZGC;:

;i~ede o b j e t i v a r p o r completo,

, ~ A ~ t o r i c o - s o c i ay la e n m a r c h a ,

.- h ; c

en l a interacción

no e s s i n o u n a c o n f i g u r a c i ó n ,

u n a s s d i m z n t a c i ó n d e d i c h a i n t e r a c c i ó n e n e l s u j e t o huma" L a c g l u l a g e r m i n a 1 d e l mundo h i s t ó r i c o e s l a v i v e n c i a ,

no;
2-

1 - a - q u e e l s u , j e t o s e e n c u e n t r a e n un n e x o e f e c t i v o

ir-

~ u n g s z u s a m m e n h a n g ) d e 1s v i d a c o n s u m e d i o u ( V I I , . 1 6 1 ; € 1 ,
VII,

185). .La v i v e n c i a e s l a e x p e r i e n c i a i n m e d i a t a d e l s i g -

nificado,

como t a l n o c a r n e t i d a a n i n g u n a d u d a d e s d e . e l

punto de v i s t a gnoseológico,

y e l l o en v i r t u d de que, a l

producirse en e l contexto de l a interacción práctico-vital

t a n t o c o m p c a t e g o r í a g n o s e o l ó g i c a c u a n t o como c a k e g o r i a d e l a i n t e ~ a c c i ó n .u n a v i v e w i a " s e n o s m u e s t r a i g u a l a n t e en -¿uiizs s u s i m p l i c a c i o n e s . vas vivencias. El.. si-entendemos l a noción de v i v e n c i a en su s e n t i d o preciso.l a comprens i ó n . Esta e x p e r i e n c i a i n m e d i a t a d e s i g n i f i c a d o . y equivalé a la siguiente: com- prendemos e l s e n t i d o d e l a a c c i ó n h i s t ó r i c a humana p o r q u e 1'0 v i v i m o s c o m o e l e m e n t o s y P u n t o s d e c r u c e d e l a s i n t e r a c c i o n e s socidks-. e n . -pr. p o r s u misma e s e n c i a h i s - t ó r i c a . A h o r a biFn.d e l hombre c o n s u medio. . 1 6 6 ) . en cambio.. e n e l . uni- significado. e n t o n c e s l a a f i r m a c i ó n " l a corn. de toda comprensión. . como f i n . de l a vivencia. relación con l a propia experiencia teleo- l ó g i c a . d e i n t e r a c c i o n e s e n t r e l o s hombres que se e n t r e c r u z a n e n n o s o t r o s : s u o o n e uia v i v e n c i a . y e l i n t e n t o de retroceder por detrás p o r d e t r á s d e l a v i d a . 315). dad.d e l a p r o p i a personat1 (VII. vencia. s i n o q u e aprehende ya conexión.c o n t e x t o de una e x p e r i e n c i a d e l o q u e n o s r o d e a como v a l o r .e s .jl "La c o m p r e n s i ó n p r e - ( ~ 1 1 . l a vi- e s condición trascendental de toda interpretación. ~ i e n t r a sq u e l a v i v e n c i a s e r í a e x p e r i e n c i a i n m e d i a t a d e l s i g n i f i c a d o . "La r e v i - v e n c i a -do l o e x t r a 5 0 -&-lo s e h a c e p o s i b l e ' r e m i t i é n d o s e a l a s v i v e n c i a s . .1 4 3 . . . VII. y n a d i e p o d r í a comprender e l s i g n i f i c a d o s i no p o s e y e r a ya inmediatamente. e s t o .ensiÓn p r e s u p o n e . e l s i g n i f i c a d o no se da inmediatamente. l a e x p e r i e n c i a d e l mismo. n o s e h a l l a s o - metida a l a r e l a t i v i d a d y a l c a r á c t e r constructivo de l a percepción sensible.. no l l e v a s i n o a nuea l nexo h i s t ó r i c o . .

5 ) . E s t o s s i s t e m a s h a n s u r g i d o d e l a misma n a t u r a l e z a -- humana q u e yo v i v o e n m í y que comprendo e n o t r o s . p e r o r e s u l t a una consecuencia c l a r a d e l a n á l i s i s r e a l i z a d o h a s t z ahora por nosotros: "Debemos s a l i r d e l a a t m ó s f e r a t e n u e y p u r a d e l a c r í t i c a kantiana de l a razón para dar satisfacción a s i a l a índole bien d i f e r e n t e de l o s objetos históricos. m i s con- c e p t o s han c r e c i d o d s ! i t r o d e 61. E l siguiente t e x t o es ciertamente excepcional en cuanto d e c l a r a c i ó n e x p l í c i t a a c e r c a d e l c a r á c t e r trascendental de l a i n v e s t i g a c i ó n f i l o s ó f i c a de Dilthey. s o y un s e r h i s t ó r i c o hasta unos profundidades inasequibles de m í m i s -no. 3 0 4 . Se yo v i v o m i s p r o - y o me h a l l o e n t r e t e j i d o e n la's i n t e r a c c i o n e s d e l a s o c i e d a d comG u n p u n t o d e c r u c e d. Así tenemos e1 prime-r e l e m e n t o i m p o r t a n t e p a r a l a s o l u .ontológica d e l a conciencia indivi- . V I I . Son .i g a l a h i s t o r i a e s e l mismo q u e l a hace.s i n o e n forma mediada. presentan ahora las siguientes cuestiones: pios estados. p o r l o t a n t o . P o r l o t a n t o . e s i d e e n e l h e c h a .e s u s d i v e r s o s s i s - temas. De es- t e modo. guaje. s o y u n s e r h i s t ó r i c o .e q u e y o mismo. c i ó n d e l problema d e l conocimiento d e l a h i s t o r i a : l a pri- mera c o n d i c i ó n p a r a l a .p o s i b i l i d a d d e l a c i e n c i a h i s t ó r i c a r . E l len- h a s u r g i d o e n e l t i e m p o .^ r e q u i e r e . p ' o s i b l e s l o s j u i c i o s s i n t é t i c o s u n i v e r s a l m e n t e v á l i d o s de l a historiat1 (vII. € 1 . 278. l a p r e e m i n e n c i a g i m e o l ó g i c a d e l a v i v e n c i a n o supone una preeminencna .. y q u e e l mismo q u e i n v e s t .d. un e s - f u e r z o de i n t e r p r e t a c i ó n . en e l cual pienso.

.la noción diltheyana de. E l l o permi- t e comprender que. teamiento con respecto al de Dilthey s e t o r n a ' a s í claro: si e l c a r á c t e r d e l a f i l o s o f í a de l a v i d a e s también trascen. s ó l o en c u a n t o "punto de crucet1 de l a efec- tividad hi. .. e s t r i c t a m e n t e his-. e l solip- sismo no c o n s t i t u y e nunca un problema r e a l en l a obra de Dilthey. s i n o q u e p a r a é l l a s e s t r u c t u r a s const-i- tutivas son simpre histórico-sociales. subjetividad ~ ó l a : .p u e s . vidad v i t a l . social- l a q u e p e r m i t e comprender e l problema d e l a cons- t i t u c i ó n y e s t r u c t u r a c i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o . y l a concepción h u s s e r l i a n a d e dicha noción. tórica. un punto de c r u c e d e a l a e f e c t i - E n e s t e p u n t o p o d e m o s p e r c i b i r la d i f e r e n c i a entre .~pso s i b l e e n c u a n t o s u b j e t i v i d a d h i s t ó r i c a . a pesar d e c i e r t a s a p a G n c i a s . ~ a í .d a de s I 1 p u n t o d e c r u c e u d e l a i n t e r a c c i ó n h i s t ó r i c o - U( .dual ( l a preeminencia gnoseológica de l a vivencia descansa más b i e n e n s u n o p r e e m i n e n c i a o n t o l ó g i c a ) : u n a v i v e n c i a es s i e m p r e u n n e x o d e v i d a . Husserl nunca d e j ó d e e s f o r z a r s e p o r c o n c i l i a r l a i n t e r s u b j e t i v i d a d c o n e l h e c h o ..vivencia.una s u b j e t i v i d a d t r a s c e n d e n t a l . der.jLZk s i n e m b a r g o D i l t h e y n o p a r t e d e l a n o c i ó n d e un ego t r a s c e n d e n t a l .p u e s la.stÓrico-social l a v i v e n c i a c o n s t i t u y e un f u n d a - . d e q u e l a t o t a l i d a d d e n u e s t r o mundo ( i n c l u í d o e l mundo s o c i a l ' ) h a d e e s t r u c t u r a r s e y l e g i t i m a r s e a p a r t i r 147 de l a egoidad t r a s c e n d e n t a l La d i f e r e n c i a d e e s t e p l a n - . l a inte- L L-~ s i . histórico-social -la e s l a interacción v i v e n c i a se d a . s Ó l o e n e s t a i n t e r a c c i ó n - y nc ..

d e l a v i d a se Se h a l l a pre- cuando l e o acerca. P o r .mento-.de una cuando pienso una conexión conceptual. p o r más q u e n o s e a c o n s - ciente de ello. VII. En e l t ~ r r e n od e l a s c i e n c i a s h u m a n a s . comprensivo. s i n o q u e muestra a l mismo t i e m p o q u e c u a l q u i e r m é t o d o i n c l u y e e l momento d e l a c o m p r e n s i ó n . s e n t e cuando escucho un r e l a t o . Pero este acontecer espacio-temporal constituye .' u n a c o n d i c i ó n d e p o s i b i l i d a d d e l c o n o c i m i e n t o h i c tórico: "El punto de partida 1 Ó constituye l a vivencia.e l l o ~ i l t h e yn o s e l i m i t a . E I .e s p i r i t u d h a l l a presente siempre e s a conexión de vida. p u e s . 255. En l a m e d i d a e n que l a e x p e r i e n c i a d e l sen- t i d o e n s u más a m p l i a a c e p c i ó n ( q u e i n c l u y e l a e x p e r i e n c i a del-significado. p a r a la's c i e n c i a s humanas. . e s t a c o n e x i ó n d e v i d a q u e o p e r a s u c o m p r e n ~ i ó n ' (~ V I I . d ~ v la l o r . 2 8 0 ) .' a r e c o m e n d a r u n metodo e s p e c i f i c o . pacio-temporal l o q u e h a c e p o s i b l e e l a c o n t e c e r es- concreto. S e t r a t a de una conexión e s t r u c t u r a l . siempre s e d a l a p o l í t i c a de una constitución. n i n g u n a o b j e t i v a c i ó n p u e d e s e r c o m p l e t a : t o d a o b s e r v a c i ó n o b j e t i v a e s a l mismo t i e m p o c m ~ p r e n s i ó n .. y en toda representa- c i ó n ( ~ e ~ r a s e n t a t i o nc )i e n t í f i c o . d e l f i n ) e s u n a c o n d i c i ó n t r a s - cendental del conocimiento histórico. acción histórica. a q u e l l o si. h i s t ó r i c o -aun natural- todo conocimiento- a q u e l que se g u í a p o r e l i d e a l c i e n t í f i c o - p o n e e n j u e g o esa e x p e r i e n c i a d e l s e n t i d o . La v i d a es. y a sea l a económica d e i t r a b a j o o d e l v a l o r .n l o cual éste no s e r í a concebible. la jurídica d e l código.

287. La v i d a no puede s e r l l e v a d a a n t e e l t r i b u n a l de l a razón.ectuación constituye l a historiat1 (vII.I1 El. 1 comunidad no s i g n i f i c a i d e n t i d a d . Pero e s t a l a a f i r m a c i ó n d e l a comu- n i d a d d e l a s u n i d a d e s d e v i d a s e e x t i e n d e Únicamente a l o s supuestos trascendentales d e l conocimiento histórico: -al supuesto de l a presencia d e l a s "categorías de l a vida" en . como s u e s t r u c t u r a c i ó n según l a s r e l a c i o n e s d e tiempo y de ef. VII. 286. 266). A e s t a al- C. 261. V I I . EI. de l a filosofía. t o de l a comprensión" ( V I I .. d e modo q u e l a v i d a n o p u ' e d e s e r u n a g e n t e L a r e l a c i ó n d e l a v i d a con l a h i s t o r i a no s i g - más q u e e l s u p u e s t o d e q u e l a h i s t o r i a e s c o m p r e n s i - u i e e?. a q u e l l o más a l l á d e l o c u a l no s e puede i r . E s ' l o c o n o c i d o p o r d e n t r o . Subr. d e es¿%! riifiLa - tipo.. 241.).l a historia: !El reino de l a vida. (VII. €1.. "La v i d a e s e l h e c h o fundamental que debe c o n s t i t u i r e l p u n t o de p a r t i d a .. d e l que é s t a s e r í a l a manifestación: "No h a c e m o s s u p u e s t o -- a l g u n o a c e r c a d e no i m p o r t a q u é a g e n t e u n i t a r i o que s e r í a i n m a n e n t e a l a h i s t o r i a o s u c o n d i c i ó n real. 3 1 4 ) . c o n s i d e r a d o como s u ob- j e t i v a c i ó n en e l curso d e l tiempo. E s h i s t ó r i c a l a v i d a en c u a n t o es c a p t a d a e n s u marcha e n e l tiempo y e n e l nexo e f e c t i v o que a s í surge" ( V I I . . t u r a d e l a n á l i s i s d e b e r í a y a ser c l a r o que no puede e n t e n d e r s e l a v i d a como u n p r i n c i p i o p r e e x i s t e n t e a l a h i s t o r i a . "La c o - c o n s t i t u y e e l presupues- 1 165). VII. d e que s e d a u n a "comunidad" e n t r a l o s h o m b r e s q u e h a c e p o s i b l e l a comprensZÓn: munidad d e l a s u n i d a d e s d e vida. 141.M. c a d a u n a d e s u s p a r t e s . .

trable. t a l . i s t o r i a s e m u e v e n e c e s a r i a m e n t e d e n k r o d e ese marco. VII. 2 7 9 ) .-. ( V I I . . finitas influencias" to. a l a a f i r m e c i ó n -nunca p u e s t o que t o d a d e m o s t r a c i ó n l a supone- demos- según l a c u a l "en t o d o p u n t o d e l a h i s t o r i a h a y vida1' ( V I I . como l o s m e d i o s t é c n i c o s .So _ u~_e O y a h e m o s s e ñ a l a d o q u e t o d o e s t u d i o em- p í r i c o de b i . e l valor.pue. n o . l o siguien- o d e una s o c i e d a d . EI.. o t e m p o r a l d e l a h i s t o r i a s e h a l l a p r e s e n t e un a l m a v i v a . . €1. pues. Así.g i d a p o r v a l o r e s ( n o r m a s ) . todo punto de l a h i s t o r i a . "en. p e r s o n a o s o c i e d a d s e 'iialaría l o s l í m i t e s d e n u e s t r a comprensión. 2 8 1 ) . no os-t-u'viese r e . wirkung) -mediada a f e c t a b l e por in- se d a i n t e r a c c i ó n ( ~ e c h s e l - por el significado. fines (reglas). actuante. de esos supkestos. e n t o d o pun- de l a hictaria.--d.. te: si l a conducta de una persona._. d e n t r o d e l ámbito e s p a c i a l . e l fin- L a c o n s i d e r a c i ó n d e l a v i d a como l o que hace p o s i b l e l a h i s t o r i a s i q n i f i c a .todo punto.-e. i d i r e s a c u e s t i ó n m e d i a n t e u n a ' i n s p e c c i ó n . n o p o d e m o s. L a n e g a c i ó n d e l a s llcategor-ías d e l a vida1' a n u e s t r o o b j e t o d e e s t u d i o i m p l i c a r í a n e g a r l e a l mismo . 256. Naturalmente. ~ I ~ A .sT. . h. s i n o que tendremos que a t r i b u i r l a responsabili- dad a o t r a s razones. t i ó n l a presencia en nuestro o b j e t o de las I1categorías de la. l o s métodos e t c . dotada de fuerzas formativas. si l o s hombres n o percitieran s i g n i f i c a d o e n s u s p r o p i a s v i d a s y En l a s a c c i o n e s d e l o s d e m á s .em+oír'ica. vida".. e n t r e unidades vitales.se l o g r e l a c o m p r e n s i ó n . en e l c a s o de que n o p o r e l l o pondremos e n cues. empleados. en fin. 254.c. VII.

D e l . ün u r d e n d e v a l s r e s d e valid-ez universal. h i s t o r i a hace r e f e r e n c i a a una r e a l i d a d empírica. s e. n o e s ne- c e s a r i o que n u e s t r o s v a l o r e s s e a n t a m b i é n l o s que se h a l l a n p r e s e n t e s en el o b j e t o que estudiamos. o q u e l o s e a n d e l m i s m o modo. q u e l a c o m p r e n s i Ón e s p o s i b l e . n i que l o s e a n nues- n i que s e a n p a r a n o s o t r o s s i g n i f i c a t i v a s las -mismas c o s a s y a s p e c t o s q u e l o s o n p a r a l o s h o m b r e s o l a tros fines. tal...comparten l a s c a t e g o r í a s d e v a l o r . L a v i d a es una n o c i ó n t r a s c e n d e n t a l . La . . n u e s t r a a c t i t u d a n t e 61 t e n d r í a q u e s e r s e m e j a n t e a l a que a d o p t a m o s a n t e un o b j e t o n a t u r a l desconocido.&to l (O llsignifica-doll.. Por ello. en Rickert. L a p o s i b i l i d a d d e l c o n o c i m i ~ n t oh i s t ó r i c o n o r e q u i e r e e n Dilthey. significado. P s r a que pueda p r o d u c i r s e l a comprensión no - e s n e c e s a r i a l a l l c o m u n i d a d " c o n r e s p e c t o a l a r e a l i d a d em- pirica de l a vida y de las categorías de l a vida. empírica. Del h e c h o d e q u e s u j e t o y o b j e t o n o ' c o m p a r t e n l a r e a l i z a . etc. o "finn. Es s u f i c i e n t e con qbe s u j e t o y o b j e t o c o m p a r t a n l a c a t e g o r í a t r a s c e n d e n t a l l o r . L a g e n e r a l i d a d p r o p i a d e l a n o c i ó n d e v'ida y de l a s cat e g o r í a s de l a vida no es. ej.cu.) . 148 etc. sociedad que estudiamos. . a d i f e r e n c i a d e 1 0 que s u c e d e p. s i g u e . c i ó n e m p í r i c a d e t a l e s c a t e g o r í a s se s i g u e que l a comprens i ó n es necesaria..t i e m p o s u c a r á c t e r uhumanoll. sino trascenden- l a llcomunidad de l a s u n i d a d e s v i t a l e s " como p r e s u p u e s t o d e l a comprensión posee un caricter iqualm-ente trascendental. f i n .. pues.. h e c h o d e que y o b j e t o .

. :-:no d e l o s p r o b l e m a s . cal. del proyecto dil- the.. his- .y.. u n a t e n d e n c i a a h i s t ó r i c a y un h i s t o r i c i s m o r a d i - Para e v i t a r el reproche de ahistoricidad. d e l a f a c t i c i d a d d e l a v i d a humana. etc. i n d e p e n d i e n t e d e l e s p a c i o y e l tiempo. s i n embargo.) y e l ni- v e l empírico ( v i d a espaciotemporalmente determinada. y d e l a d i v e r s i d a d h i s t . ..". en medio d e l a f r a g m e n t a r i e d a d y d i s p e r s i ó n d e l o s t e x t o s ' d e D i l t h e y . ciones desaparecen.. a sa- l a s i m u l t á n e a afirmación de l a "igualdad de l a .Ó r i c a d e l o s t i p o s huma- l a negativa de Dilthey a aceptar l a c r í t i c a de relati- vismo y su a f i r m a c i ó n de l a r e l a t i v i d a d de t o d o l o h i s t ó r i co.. . l a c o n t r a d i c c i ó n se t o r n a . natura- l e z a humana" nos. P e r o l o s t e x t o s d e D i l t h e y no afirman nunca t a l i d e n t i d a d . q u e a s p i r a a r e s u l t a d o s u n i v e r s a l m e n t e v á l i d o s en torno a l o s fundamentos de las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u . empírico-filosófico. C u a n d o l a v i d a y l a h i s t o r i a s e c o n c i b e n ambas como r e a l i d a d e s e m p í r i c a s . queda d i l u í d o e n un a n á l i s i s h í b r i d o .w l l e - vÓ a c a b o s i n más l a i d e n t i f i c a c i ó n d e v i d a e h i s t o r i a1SO-?o-- . .a-o-o. d e t a l i d e n t i f i c a c i ó n r e s i d e e n q u e la p r e t e n s i ó n f i l o s ó f i c o .. .. Bo1lno.E s t a concepción de l a s r e l a c i o n e s e n t r e v i d a e ' h i s t o r i a no s ó l o s e compadece con l o s t e x t o s diltheyanos.t r a s c e n d e n t a l . etc.fla- grante.. D i l t h e y parece afirmar a l a vez l a permanencia y e l cambio. s i n o que p e r m i t e t a m b i é n c s n c i l i a r s i n c o n t r a d i c c i o n e s a s p e c t o s que muchos i n t é r p r e t e s ' 4 9 ' h a n ber. considerado contradictorios. Las p a r e n t e s contradic- cuando s e d i s t i n g u e . e n t r e e l n i v e l t r a s c e n d e n t a l ( v i d a como fundamento.

S i e l presente c a p í t u l o ha estado dedicado a l aspecto t r a s c e n d e n t a l de l a f i l o s o f í a diltheyzna.toria.) en e l uso diltheyano de l o s conceptos. etc. Los p l a n t e a m i e n t o s de D i l t h e y no son ya entonces c o n t r a d i c t o r i o s sino s ó l o múltiples. atenderemos por e l c o n t r a r i o en e l próximo a l o s problemas 'de l a comprensión d e l conocimiento empírico de l a historia. .

1. e ~e l p r o b l e m a d e ¡a t i t u c i ó n y . l o s temas t r a t a d o s e n 6 1 p r e s u - en orden a su fundarnentación d e t a l l a d a .c o n s t i t u c i Ó n y l a e s t r u c t u r a de l a s unidades histÓrico~s. e l p r e s e n t e c a p í t u l o con e l l a . abor- daremos e l problema de l a o b j e t u v i d a d y de l a v a l i d e z univers a l de l a comprensión. consque c o n s t i t u y e n a l a v e z l a c o n d i c i ó n y e l o b j e t o d e l a comprensión. p u e s . l o s desarro- l l o s dé l o s capítulos precedentes. Comenzaremos.ociales E l origen d e l a concepción diltheyana de l a s unidades histórico-socialles h a d e b u s c a r s e e n a q u e l l a t e m p r a n a ocu- pación de D i l t h e y en l a hermenéutica de Schleiermacher. Y. 9.la e s t r u c t u r a de. Aunque e s p o s i b l e u n a l e c t u r a a u t ó - noma d e l p r e s e n t e c a p í t u l o . Estudiaremos a continuación e l carácter d e l proceso de l a c o 3 g r o n s i 6 n q u e s e d e r i v a d e l a misma.CAPITULO KOVEF!O. Y M U N D O HIST@RICC-SCCIAL CCMPREF!SION La p r i m e r a c u e s t i ó n que. asimismo ankirromántica. aun somero.a l a concepción romántica de l a i n d i v i d u a l i dad g e n i a l y en l a r e i v i n d i c a c i ó n . .d e b e a b q r d a r e l e s t u d i o de l a c o m p r e n s i ó n e n l a o b r a d e D i 1 t h e y . f i n a l m e n t e . de e s t a cuestión e l problema d e l a comprensión n o puede p l a n t e a r s e adecuadamente. S i n un tratamiento. ponen. en su o p o s i c i ó n . l a s u n i d a d e s h i s t ó r i c a s . L a .

' x ~ ~ ~C .s o c i a l .-L ' R E . Se nos-presenta. EI. a l que se r e f i e r e n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u consta de unid a d e s v i t a l e s c u y a s v i v e n c i a s pueden s e r v i v i d a s o comprendid-as" (vII. en l a q u e e l s u j e t o se e n c u e n t r a e n un n e x o e f e c t ' i v o d e l a v i d a c o n s u medio" (vII. misma u n a a r t i c u l a c i ó n .s o c i a l . 257. aquí por primera vez 13 noción . xión (~usammenhang): "El . una cone- primer conocimiento que nos t r a e n l a v i v e n c i a y l a conprens5Ón es 1 a . El. histórico: l a vivencia. s e r í a s i n duda erróneo l l a - mar a l a v i v e n c i a u n l l e l e m e n t o ' l s i p o r e s t a p a l a b r a e n t e n - diéremos una e n t i d a d simple. 312). y e n p. l a d e l mundo S i retrocedemos a p a r t i r de l a s grandes'estructuras histórico-sociales' mentos mínimos. 282). Ahora b i e n .L . mo d e s c a n s a n l o s p r i n c i p a l e s c o n c e p t o s h i s t ó r i c o s d e D j l they. p r e s e n c i a en e l l a s de l a . C o n e x i ó n y comp r e n s i ó n se c o r r e s p o n d e n mutuamentel1.de l a conexión y l a i n t e r a c c i ó n causal en e l estudio de l a Sobre esta voluntad de superación d e l romanticis-. 161.rimer t é r m i n o a q u é l que d e s i g n a p r e c i s a m e n t e l a mínima unidad h i s t ó r i c o . e n suma. m p r e n d e r n o s Ú n i c a m e n t e c o n e x i Ón. . VII. Y en o t r o l u g a r pone Dilthey igualmente en r e l a c i ó n l a noción d e vivencia y l a de nexo efectivo: "La c é l u l a g e r m i n a 1 d e l mundo h i s t ó r i c o e s l a v i v e n c i a . historia. vivencia. Y D i l t h e y añade: llEs- t a c o n e x i ó n e s u n n e x o e f e c t i v o ( ~ i r k u n ~ s z u s a m m e n h a n( ~V) I~I .- La v i v e n c i a p o s e e y a e n s í una estructura. pues. VII..Io . en busca de s u s ele- n u e s t r o c a m i n o se h a b r á d e d e t e n e r ante l a p u e s " t o d o e l t e j i d o d e l mundo h i s t ó r i c o . 185).

de i n f l u e n c i a s recíprocas. 33-4). "Wirkungl1. "Erwirken". f i l o s ó f i c a s y p o l í t i c a s de s u época. Aplicada a l a vivencia. námica de l a vida. 137.. V I . ción interna: "Zusammenhang". persona porque no puede s u r g i r s i n o en este c o n t e x t o dinámico que h a l l a expresión -PR t é r m i n o s como " W i r k u n g l 1 . articula- También l a v i v e n c i a c o n t i e n e . e l nexo e f e c t i v o es también conexión. d e a c c i ó n y p a r t i c i p a c i ó n e n e l mundo s o c i a l .. contemplativo. do se r e f e r í a Dilthey a Dante: En e s t e s e n t i - "Sus v i v e n c i e s s e h a l l a b a n e n t r e t e j i d a s por completo en l a s grandes luchas teológicas. puede ser e s t o porque p r e - v i a m e n t e h a s u r g i d o como e x p r e s i ó n d e l " v a l o r d e e f e c t i v i dad" LI ( ~ í r k u n g s w e r t )d e u n a d e t e r m i n a d a i n f l u e n c i a . p u e s . mejor d i c h o . C o n t i e n e e n s í l o s f u n d a m e n t o s mismos d e l a concepción diltheyana en torno a l a s unidades histórico-sociales. d i - no es s i n o l a manifesta- ción d e l c a r á c t e r d e "punto de cruceff d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l que c u a l i f i c a l a i n t e r i o r i d a d humana. E l nexo e f e c t i v o es. llWirksamkeitll. EI. objeto. nario de e s t a s luchas" y s u anma e r a e l esce- ( V I . La v i v e n c i a e s u n a cat e g o r í a dinámica. del goce o. La v i v e n c i a no e s ú n i c a m e n t e u n a c a t e g o r í a d e l a i n t e r i o r i d a d . e n un s e r a f e c t a d o s p o r e l l a . e s t a n o c i ó n h a c e re- f e r e n c i a e n p r i m e r l u g a r a l c a r á c t e r b á s i c o d e l a v i d a como " i n t e r a ~ c i ó n (~~~e c h s e l w i r k u n g ) . e s t r u c t u r a . una c a t e g o r í a que s ó l o t i e n e s e n t i d o e n un c o n t e x t o d e n e x o s v i t a l e s . la vivencia es e x p r e s i ó n d e l c a r á c t e r h i s t ó r i c o d e l hombre. en primer lúgar.de nexo efectivo. Ahora b i e n . Y l a vivenci'a .

't+L-ns. s u carácter dinámico y l a interacción y l a configuración d e : u n i d a d . s i n o d o s c a r a s d e u n a misma r e a l i d a d .o: . y conexión. .s o - c i a l s e h a l l a mediada p o r e l s i g n i f i c a d o d e que e s p o r t a - . "Wirkungu. s u c o n f i g u r a c i ó n e n medio d e l f l u j o de influencias y efectos. en e l todo. establecimien- Los t é r m i n o s l l n e x o l t o l l c o n e x i Ó n l l . r q u e n o s o m o s m e r o s . Y e l l o e n v i r t u d d e que l a v i v e n c i a es experiencia del significado. u n i d a d que se r e f l e j a también e n l a p r o p i a i n t e l a vivencia es asignación de lugar. l l s u j e t o s c o g n o ~ c e n t e s ~s ~i n. estructura. rioridad. misria. elementos y puntos de cruce d e l a interacción social. es. pues. s o n s i n d u d a más a d e c u a d o s q u e e l d e "estructura" p a r a e x p r e s a r e l carácter dinámico de l a uni- dad-de l a vivencia. su carácter significante. La l a i n f l u e n c i a c a u s a l e n e l mundo h i s t ó r i c o . activos. n o s o n .u n i d a d a c a b a d a . u n i d a d s i g n i f i c a t i v a q u e d e s t a c a y v i n c u l a d e t e r m i n a d o s momentos d e l a c o n t e c e r p o r s u r e l a c i ó n con l a p r o p i a vida. Ambos a s p e c t o s d e l a v i v e n c i a . L a v i v e n c i a e s e x p e r i e n c i a d e l a u n i d a d q u e me v i n c u l a a l o otro. o s e - res prácticos. c o n n o t a más e s t a b l e c i m i e n t o de unidad y e x p e r i e n c i a d e la-. de 12 unidad de las p a r t e s c o n f i g u r a c i ó n e n un t o d o u n i t a r i o d e a q u e l l o por l o c u z l f u e a f e c t a d a l a unidad de v i d a o a l o c u a l afectó. e l término "estructura" más o m e n o s e s t á t i c a . pues. con e l n e x o t e l e o l ó g i c o de v a l o r e s y f i n e s que l e es cropi. e l mundo q u e n o s r o d e a t i e n e s i g n i f i c t d o p a r a n o s o - p c . t o de orden.en sí orden a r t i c u l a d o . L a v i v e n c i a bi-en una.

) Pero e s t e concepto sólo puede p r e s e n t a r s e porque captamos l a v i d a b a j o l a catego- 232-3. o n o s e m p u j a a l a misma o En l a v i v e n c i a .c a u s a l . c i a d e j a d e ssf:... ca. sentido. propia del genio. S i miramos con hondura e n e l l a . u n . c o n j u n t o de i n f l u e n c i a s e s acogido en l a i n t e r i o r i d a d y e o n l i y u r a d o d e modo . l l . fin.xperiencia privilegiada. p u e s . E I . c o n f i g u r a c i ó n s i g n i f i c a t i v a de. figuración (Gestaltung) "La c o n - es. L a v i v e n - r í a de sicjnifikado'! (vII. i n t e r a c c i Ó n s o c i a l p a r a producir d e sí l a i d e a l i d a d : pues.1 a c o n t e c e r d i n á m i c o . . l a e x p e r i e n c i a i n m e d i a t a d e l a c o n t e c e r c o rno s i g n i f i c a t i v o . fin.n u e v o o s e n c i l l a m e n t e r e u n i d o . u n i v e r s a l d e l a vid-a humana l o q u e .una e. c o n s t i t u í a . encontramos c o n f i g u r a c i ó n a u n ' e n l a s a l m a s más p o b r e s (. una "el proceso estético. p a r a c o n v e r t i r s e e n una c a r a c t e r í s t i c a general de l a v i d a h u m a n a : . traduce l a vida . nos r e t i r a de e l l a . La v i v e n c i a e s .. A s u vez -el s i g n i f i c a d o experimentado no es s610 o b j e t o de contemplación o goce i n t e r i o r . ya per- c e p t i b l e con c l a r i d a d e l c a r á c t e r creador inmanente de l a v i d a . e j e r c e sobre nosotros una acción. D i l t h e y p a r e c e a h o r a c o n v e r t i r e n una p r o p i e d a d . VII. nexo de sentido.W d a . u n a p r o p i e d a d g e n e r a l d e l a . por e l l o e s p o s i b l e e l s u r g i m i e n t o de l a forma en medio d e l a c o n t e c e r d i n á m i c o .dora. valor. l a cap-acidad de 1 a . s i g n i f i c a d o . forma que e s v a l o r . e n suma. 2 5 7 ) ...misma e s . s i n o que c o n l l e v a en sí una exigencia. b a j o e l nombre d e propiedad d e l arte: liley en l a Poéti- d e S c h i l l e r .

E I . E l i n d i v i d u o "permanece e n e l cen- t r o d e un n e x o s i g n i f i c a t i v o y e f e c t i v o t 1 ( V I I . 250..M. t .r-.. € 1 . 2 7 3 ) . E I . r e c i b e i n f . u y e e . VI.> ..' u'.c o n s.. u e .tuyendo b a j o r e a c c i o n a s o b r e e s t e mundo h i s t ó r i c o " VII.. se v a consti. Vl.. h i s t Ó r i c a y dinámica de l a i n t e r i o r i . 2 7 1 ) . e l q u e r e a c c i o n a l 1 (VII. Pues l a vi- y e n c i a s e d a s ó l o . VII. C. k ~. P e r o e s t o no d e b e r í a h a c e r - nos o l v i d a r que l a P o é t i c a d i l t h e y a n a s e h a l l a i n s e r t a a s u vez e n una c o n c e p c i Ó n . . . "El c u r s o de v i d a de una personalidad h i s t ó r i c a e s u n n e x o efect..- . La a p a r e n t e c o i n c i d e n c i a de D i l t h e y con c i e r - tae..s o c i a l .' i i ~. E I . . u .p r i m o r d i a l ( d e l a h i s t o r i a .s o c i a l vivencias . como s a b e m o s .. $a& i n . a su vez..a ... 248. . p u e d e c o n s i d e r a r s e como un n e x o e f e c t i v o . 246. e n e l q u e e l i n d i v i d u o r e c i b e l a s i n f l u e n c i a s d e l mundo h i s t ó r i c o . S i n embargo. 117.en forma" ( V I . c r d ev i d a d e u n i n d i v i d u o d e n t r o d e l m e d i o d e . .. e l l a s y. -larri'u-ten-la u n i d a d p s i c o f í s i c a d e v i d a . e l ~ m e n t o sp r i m i t i v o s .) . l o .-n e x p . l .' dad d e l - hombre. formulaciones románticas encubre en realidad una efect i v a superación d e l romanticismo. (VII.l w i d u oe n l o s s i s t e m a s d e l a v i d a h i s t ó r i c o .-..q.i-v-o. La unidad p r o p i a d e l a v i v e n c i a es realmente e l protot i p o de l a s unidades histórico-sociales vos.- . VII. . d e s d e l a p r e v i a i n s e r c i ó n L .-. e n c i a s y s ... . como n e x o s e f e c t i - como un c o m p u e s t o d e e n t e n d i d a s c o m o . s .. l a c o n e x i ó n y l a d e p e n d e n c i a r e c í p r o c a s u s t i t u y e n e n e l mundo h i s t ó r i c o c u a l q u i e r construcciÓn a p a r t i r de elementos. 1 5 ) .l. l i v i d u o .i-t. o b r e . e n n i n g ú n momento e s t a r í a m o s a u t o r i z a d o s a c o n c e b i r e l mundo h i s t ó r i c o . e l c u r s o v i t a l ..

embargo.1.& h o m b r e r e c i b e constantemente estírnu. .Gs:--estriicturalesp o r s u r e l a c i ó n d e s i g nifi-cado con l a propia' vida.. directas de condicionalidad. -del curso vital.del individuo presupone y s e constituye en l a inter a c c i ó n c a u s a l con e l medio. E. i n f l u e n c i a s . P e r o e n e l s e n o d e e s t a i n f i n i t u d dz i r i F l u e n c i a s . zemo e l e m e n t o y c o n d i c i ó n individual nueva. La c o n s i d e r a c i ó n d e l i n d i v i d u o e n t é r m i n o s d e nexo e f e c t i v o n o es s i n o c o n s e c u e n c i a d e l p u n t o d e v i s t a h i s t ó rico.j s i c a . c o n l o y. . -z +^. sino e n l a formación d e una conexión e n l a q u e l o común r e s u l t a m e d i a d o c o n y- entretejido en l o individual.con e n t e r a i n d e - pendencia d e l a sucesión e n e l tiempo. VII.unidad d e l c u r s o v i t a l y en e s t a s vivencias encuentra su seguridad" ( V I I .. Desde e l p u n t o d e v i s t a de ia cadsalidad f . l a i n t e r a c c i ó n causal específicamente h i s t ó r i c a ( e l nexo e f e c t i v o j s e h a l l a mediada p o r e l s i g n i f i c a d o d e l o e x t e r i o r p a r a l a p r o p i a vida..I e l i n d i v i d u o mismo.los. La . - ge.). .unidad. e l c u a l nos l l e v a a l a concepción según l a cual e l - i n d i v i d u o s ó l o puede e n t e n d e r s e en unidad con l o que no e s --1 %*.275). . e l signi- . .' - l o i n d i v i d u a l e s ~ 6 1 0p o s i b l e e n u n i - 4 " d a d c o n l o c o m ú n . a c c i o n e s d e l m e d i o . con l o exterior. en e l o l v i d o : m i e n t r a s q u é e l r e s t o s e sumer- " E x i s t e n c o n e x i o n e s q u e . y s ó l o esta presencia d e l significado en l a interac- c i ó n p e r m i t e c o n c e b i r l o e x t e r i o r n o como o b s t á c u l o . .r e l a c i o n e s e n l a z a n e n u n i d a d 12s p a r t e s vivimos la. s ó l o un p e q u e ñ o número e s asscjido e n relccion. 72. E n l a c o n c t i t u c i Ó n d e l a u n i d a d i n d i v i d u a l . 93.a e x i s t e n t e . . S i n . AS: de l a s .

. d e una c o n s i d e r a c i ó n nueva d e m i co- nexión v i t a l . d i c h a unidad es necesariamente cambiante y dinámica.En v i r t u d d e que l a unidad d e l c u r s o v i t a l se l l e v a a c a b o s ó l o e n e l p r o c e s o d e i n t e r a c c i ó n con l a s personas. nuevas zonas de l a . esto e s .. l a veo. según l a n a t u r a l e z a d e l tiempo. l o s acontecimientos-. 95).t.e l p a s a d o . Estas referencias significativas .... v s . t a l oomo h o y .(jnsI.n--l.p ~ .. estando todavís frescas en el r e c i b i e r 0 6 . h a l l a d e t e r m i n a d a p o r .i.Nuevos mientos. d e m i v i d a l o q u e t i e n e un s i g n i f i c a d o p a r a e s a c o n e x i ó n . La vi- el sig- n i f i c a d o exper.roducir s ó l o o c u p a r á un l u g a r e n l a conexión d a ~ i a -pzc5s. p r e s e n t e depende d e l a h i s t o r i a personal propia.. y a h o r a que rememoro.. 73-4. ye. las c o s a s y .w. d e todo a q u e l l o que to- rap. aconteci- nuevos p l a n e s nos l l e v a n a reorganizar l a conexión estructural vivida de la'propia vida.'. s u transcurso.i ~ : ~ . t a n t o un p r i n c i p i o d e s e l e c c i ó n como d e c o n f i g u r a c i ó n y manten5miento d e unidad: I1Poseo e l n e x o p e c u l i a r d e m i v i - da.a . y e l p r i n c i p i o de esta s e l e c c i ó n r e s i d e e n e l sig- n i f i c a d o que c o r r e s p o n d í a a cada una de l a s v i v e n c i a s singulares para l a comprensión d e l c u r s o de m i vida cuando tuvieron lugar. muestran &ara L a s n o c i o n e s d e s i g n i f i c a d o y v i v e n c i a se e n s u carácter propiamente h i s t ó r i c o .f i c a d o r e p r e s e n t a un p ' r i n c i p i o d e e q u i l i b r i o i n t e r n o . v i v e n c i a a c t u a l y l a i m p r e g n a n I 1 ( V I I .c. nst ee . s ó l o cuando rememoro Ya e n l a m e m o r i a s e l l e v a a c a b o u n a s e 1 lección. o e n e l q u e c o b r a r o n e n l a e s t i m a c i ó n d e tiem- pos posteriores o e n e l recuerdo.imentado e n e l . i c i a . E .

o s e s t a d o s s i n g u l a r e s d e e s t e yo y a s i m i s m o l a s . Ahora b i e n .mismcl adquierenmlor y relevancia y o t r a s l a pierden: "Cam- b i a constantemente n u e s t r a comprensión d e l s i g n i f i c e d o de l a vida. En me- d i o d e l a i n t e r a c c i ó n f í s i c a y o r g á n i c z con e l medio.) ' s o n a c o g i d a s e n l a Eo- nexión e s t r u c t u r a l d e l c u r s o v i t a l en v i r t u d de l a presenc i a e n e i i a s d e un s i g n i f i c a d o : "Los a c o n t e c i m i e n t o s e x t e r i o - r e s yie a c t ú a n s o b r e . que VII.a c c i o n e s s o b r e 6 1 t i e n e n un s i g n i f i c a d o p o r s u r e l a c i ó n con e l c u r s o de l a v i d a y con alue¡. me- S ó l o determinadas i n f l u e n c i a s cau- s z l o s Cqse D i l t h e y c a r a c t e r i z a m e d i a n t e l o s t é r m i n o s "Wirk u n g n . .a l a e s p e c i f i c i d a d de l a unidad v i t a l ind i v i d u a l e n un t e x t o p r e ñ a d o d e c o n t e n i d o : "En e l l a ( l a c a - . 247. 272).lo en é l se plasma o . e s t e yo t i e n e n p a r a 6 1 un v a l o r d e e f e c t i v i d a d ( ~ i r k u n ~ s w e r t )L. c o n c e b i r e l c u r s o d e l a v i d a como un n e x o e f e c t i v o s u p o n e c o n c e b i r a l mismo t i e m p o e l t i p o d e u n i d a d que se r e a l i z a en é l d e f o r m a esoecíficarnente h i s t ó r i c a . 233.. Todo p l a n de v i d a e s e x p r e s i ó n d e una c a p t a c i ó n d e l s i g n i f i c a d o d e l'a v i d a . " W i r k s a m k e i t H . VII. diada por el significado. c o n f i g u r a H (VII. 258). E I . " E r w i r k e n U . La c o n f i g u r a c i ó n r e a l i z a d a de l a v i d a en- c u e n t r a un p s t r ó n d e m e d i d a m e d i a n t e l a a p r e c i a c i ó n d e l s i p n i f i c a d o d e l o r e c o r d a d o t 1 ( V I I . l a in- t e r a c c i ó n ( ~ e c h s e l w i r k u n g ) e s p e c í f i c a m e n t e humana e h i s t ó rico-social p e r m i t e e s t z b l e c e r una e s t r u c t u r a p e c u l i a r . E I . L o q u e n o s o t r o s e s t a b l e c e m o s como f i n para e l fukuro condiciona l a determinación del significado de l o pasado. Dilthey caracteri2..

medida.s .al y sik~nif'icativa ' ' . desde su propio centro. d e manera que l a u n i d a d de l a p r o p i a v i d a n o . e n e s t e m i s m o s e n t i d o s e ñ a l á b a m o s e n e l c a j í t u l o a n t e r i o r que-la unidad e r a una r e l a c i ó n e n t r e l o s momentos d e l a v i v e n c i a .t e g o r í a d e ' s i g n i f i c a d o .... 249. su a p t i t u d para aprehender..&..v .. que D i l t h e y h a b í a l l a m a d o a n t e s "conexión adquirida de l a vida psíquica". s i n o q u e s e c o n s t i t u y e s o l a m e n t e e n l a i n t e r a c c i ó n con-e l e n t o r n o s o c i a l 'y n a t u r a l .c s.i o p e s . e n e l t e x t o ) . a d n o e s un á m b i t o u n i t a r i o y c e r r a - d o . reafirma su capacidad crea- dora. . no e x i s t e una unidad o r i g i n a r i a de l a concienciay de l a personaltdad. es d e c i r .N. ._ u n a v i d a humana.. a l rnksrno t i e m p o .-:una conexión caus. t o medio con r e s p e c t o a l c u a l t o d o l o e x t e r i o r s e comporta como c o n r e s p e c t o a a l q o i n t e r i o r 1 ' ( V I I .. y ciertamente este algo i n t e r i o r s e h a l l a en l a conexión de l o s a c o n t e c i m i e n t o s e n t r e s í . E I . c o n e x i ó n que no se c o n s t i t u y e a par ti^ d e l ' Ú l t i m o m i e m b r o . 7 . y no una unidad e x t e r i o r a e l l o s y que p e r m i t i r í a s u v i n c u l a c i ó n . . . Subr. h a n j s l o n a d o e l cur-sn:-de . .. l a i n t e r i . 274.) r e s i d e l a r e l a c i ó n d e un acontecimiento e x t e r i o r p a r t i c u l a r con d g o i n t e r i o r . d . S e t r a .. & n o d ar e l a c i ó n e s t r u c t u r a l s i q n i f i c a t i r e l a c i o n e s y a c o n t e c i m i e n t o s que v a e n t r e l a s a c c. l a u n i d a d p r o p i a d e l ? o y e efestivo. c x i . . t a d e un t e x t o c r í p t i c o e n c i e r t a pero su sentido r e s u l t a claramente d e l análisis llevado a cabo hasta aquí: "este a l g o i n t e r i o r se h a l l a en l a conexión de los'acontecimientos e n t r e silt... s i n o q u e s e c e n t r a e n u n pun- . C. V I I .. una vez c o n s t i t u í d a a s í esta conexión..

c o n s t i t u y e n d o un un puntn .de_. s i n o también a toda o t r a unidad histórica: "ésta . C i g n i f i c a t i v a con e l e:ntorno.c_onvergencia d e e s t a s i n t e r a c c i o n e s .p e r s o n a l como u n p r o c e s o t e l e o l ó g i c o p u r a m e n t e i n t e r n o s e . "con.. e l carácter significativo de l a interacción histórico-social constituye a s í l a condición primaria de l a unidad d e l curso vital. t o a l c u a l t o d o l o e x t e r i o r s e c o m p o r t a como con r s s p e c t o a a l g o . e n e f e c t o .. "centro". En e s t a o p o s i c i ó n a l a c o n - c e p c i ó n d e l d e s a r i ~ & J o . s i n o que se l l e v a a c a b o e n un p r o c e s o de i n t e r a c c i ó n - c a u s a l y . El énfasis de Dil- they en l a i n t e r a c c i ó n c a u s a l f r e n t e a l a forma-interna. frt=ñAt'E-a l r o m a n t i c i s m o .e s e n c i a d e l a pos i c i ó n de Dilthey f f é n t e a l a concepción orgánica d e l a i n d i v i d u a l i d a d . capacidad que r e p r e s e n t a a l mismo t i e m p o l a d e l m a n t e n i m i e n t o d e l a u n i d a d d e l a p e r s o n a y d e s u r e l a c i ó n armónica con l o que l e r o d e a .e l "lado i n t e r n o " d e l o e x t e r i o r .i m p o r t a n c i a seFialar l a e s p e c i f i c i d a d d e esta unidad f r e n t e a una concepción orgánica de l a misma: l a u n i d a d no es i n h e r e n t e a l c u r s o v i t a l como u n a e s p e c i e d e e n t e l e q u i a q u e d i r i g e t e l e o l ó g i c a m e n t e . de acuerdo con l a c o n c e p c i ó n d i l t h e y a n a de l a i n t e r i o r i d a d c o m o " l a c o r i e x i ó n d e l o s a c o n t e c i m i e n t o s e n t r e s í t 1 .i n t e r i o r " . d i c h a c o n e x i ó n " n o s e c o n s t i t u y e a p a r t i r d e l Ú l t i m o miembro". e s d e c a p i t a l . desde e l f i n d e l proceso. que se h a l l a i m p l í c i t a e n l a n o c i ó n d i l t h e y a n a d e llnexo efectivot1. r e s p e c . e x p r e s a a h o r a . l a . e l d e s a r r o l l o de éste. no es s ó l o a p l i c a b l e a l a unidad v i t a l d e l individuo. finalmente.

.ej. zaciones. en l a h i s t o r i a . f u e r z a s cau- sales y significativas a l mismo~tienpo. consecuen- . . e c t u a r ( e i n e Form d e s ~ i r k e n 4 " ( V I I . p.v i v e n c i a d e u n f i n q u e o r i e n t a "desde dentrot1 e l p r o p i o d e s a r r o l l o ha d e e n t e n d e r s e en v i r t u d d e l c a r á c t e r h i s t ó r i c o d e l hombre.PI. l o s h e c h o s p s í q u i c o s m i s m a s s o n e x p r e s i ó n d e e s t a s r e l a c i o n e s d e efectuación. pues ésta n o e s más 'que u n a f o r m a d e l e f . La c o n c e p c i ó n d e l a t e l e o l o g i a i n m a n e n t e como u n a forma d e l e f e c t u a r .Dilthey.). . VII. C. en t é r m i n o s d e una r e l a c i ó n c a u s a l y s i g n i f i c a t i v a almismo tiempo e n t r e diversos elementos..üs de ~ 2 x 0e f e c t i v o . e t c . o i n c i t a n d o ' a l a ' a c c i ó n a u n o mismo o a o t r a s p e r s o n a s ..De e s t a f o r m a .. p o r l o t a n t o . e s t o es. modifican- do l a aprehensión d e l s i g n i f i c a d o d e l p r o p i o c u r s o v i t a l . f u e r f a c a u s a l . de l a acción d e l entorno s o b r e e l c u r s o p s í q u i c o m e d i a d a p o r e¡ s i g n i f i c a d o . L a .- en términos y a l mismo t i e m p o e l f i n e e 6 1 mismo u r ? a . En l a unidad p s í q u i c a de vida. . en l o s s i s t e m a s c u l t u r a l e s y en l a s organi- t o d o s e h a l l a e n cambio c o n s t a n t e . testimonia l a radicalidad de D i l t h e y en su comprensión de l a i n t e r i o r i d a d en térmir.Wirkendes).e l m u n d o s o c i a l . y cons- t i t u y e n e l l o s mismos f a c t o r e s d e e s t a a c c i ó n . u n a f u e r z a d e e f e c t i v i 6ad q u e a c t ú a m o d i f r i c a n d o o t r o s elementos. 257. d~ s u i n t e r a c c i ó n c o n .c o n e x i ó n e s un n e x o e f e c t i v o . en v i r t u d de s u i n s e r c i 6 n e n u n m u n d o ' d e f i n e s y. E I . . y estos sambios s o n u n s e r e f e c t u a d o p o r l o e f e c t u a n t e ( ~ r w i r k t w e r d e nd u r c h . . 2 8 2 ) ( S u b r . Nada c a m b i a e n e l l o e l q u e un n e x o e f e c t i v o pueda t e n e r e l c a r á c t e r d e t e l e o l o q í a inmanente..

257. 2 8 3 . tivo constituye. a l e l s i g n i f i c a d o a p r e h e n d i d o p o s e e un e f e c t o cau- s a i ..erpreta- como u n n e x o e f e c t i v o . -- d e l h o m b r e c o n su e n t o r n o : q u i c a es a q u í e s t r u d u r a l .. € 1 . s i n o que r e s u l t a s ó l o d e una e s p e c i e de e q u i l i b r i o p r o v i s i o n a l de fuerzas. c5Ón d e l a m i s m a c o m o C o r r e l a t o s u b j e t i v o d e l a i n t e r a c c i ó n práctico-vital . Subr. C. Significado e influencia causal constituyen aspectos ins e p a r a b l e s de l a i n t e r a c c i ó n histórico-social. "La c o n e x i ó n o s í - E s un n e x o e f e c t i v o e n e l que & a c t u a n t e ( d a s ~ r w i r k e n d e )p e r s i s t e c o m o h e c h o p s í q u i c o y e s r e f e r i d o a l o actuado. ~ i l - they a p l i c a este concepto a todo t i p o de unidad h i s t ó r i c a . Un n e x o e f e c - un c o n j u n t o d e f a c t o r e s l i g a - por relaciones de influencia causal y de sig- E s l a p r e s e n c i a d e l s i g n i f i c a d o l o que c o n v i e r t e l o s nexos e f e c t i v o s en confbquraciones estructuradas. No s h l a m e n t e l a v i v e n c i a . l a o r g a n i z a c i Ón e x t e r n a d e . etc. V I I . p r o v o c a t a l e s o c u a l e s reacr i o n e s y es provocado p o r o t r a s . d o s e n t r e sí nificado.. ma.. y e l c u r s o v i t a l i n d i v i d u a l p u e d e n ' c o n s i d e r a r s e como n e x o s e f e c t i v o s . de esta for- l a unidad de l o s nexos e f e c t i v o s no e s estática. s u carácter de proceso." (VII.temente. l a presencia de fuer- z a s c a u s a l e s e n e l nexo e f e c t i v o c o n f i e r e a é s t e s u carácter dinámico y cambimte.. . considera ahora l a conexión e s t r u c t u r a l psíquica confirmando así nuestra int. como l o s s i s t e m a s cultura le^'^'. mueve a l a a c c i ó n o i n h i b e . mismo t i e m p o . por l o tanto. En g e n e r a l .

s. s i n o Únicamente e l nexo que se e s t a b l e c e e n t r e u n n e x o q u e p o r s u misma n a t u r a l e z a e s t á e x p u e s - ~ ~ e s t e p u n t o podemos t o a l a t r a n s f o r m a c i ó n y a l c a ~ f b i o ' En remikirnos a l o s a n á l i s i s llevados a cabo en e l capítulo cuarto d e l presente t r a b a j o acerca de l a relación e n t r e ind i v i d u o s y s i s t e m a s s o c i a l e s . e l incre- mento d e l a s l u c h a s . además. s i n o que t a l u n i d a d s e l l e v a a c a b o Ú n i c a m e n t e como c o n e x i ó n e n t r e e s o s momentos. como c r i s t a l i z a c i ó n d e s u s r e l a c i o n e s . a s í como. ' . ..l a s ~ c i e d a d " y~ l a s é p o c a s h i s t ó r i c a s . Así. L a u n i d a d d e Pac f o r m a c i o n e s h i s t ó r i c o . l o s mismos. La pugna-de l a s n e c e s i d a d e s q u e no h a l l a n ex- p r e s i ó n e n l o s s i s t e m a s r e g u l a r e s d e l a v i d a s o c i a l p o r su-reconocimiento. e l aumento de l a i n s a t i s f a c c i ó n . a c e r - . l a interacción entre l o s i n d i v i d u o s t r a n s c u r r e e n formas ordenadas por r e g l a s . c i a l constituyen nexos regulados de l a i n t e r a c c i ó n e n t r e individuos. De t o d a s e s t a s f o r - maciones puede i g u a l m e n t e d e c i r s e que s u u n i d a d no e s un p r i n c i p i o p r e d e t e r m i n a d o o e x t e r i o r a l o s momentos q u e l a s I constituyen. n i c o n s t i t u y e tampoco un p r i n c i p i o o i d e a fundamental que p r o v o c a r í a l a v i n c u l a c i ó n e n t r e l o s momentos. c a de l a unidad p r o p i a d e una época h i s t ó r i c a s e ñ a l a D i l . c u á l e s s o n l a s r e l a c i o - n e s que operan l a unidad e n t r e l o s d i f e r e n t e s nexos efec- .s o c i a l e s coml. they: "Si n o s p r e q u n t a m o s . ncrmas.able no e s a l a unidad i n h e r e n t e a un s i s t e m a o r g á n i c o . etc. . Los s i s t e m a s d e l a v i d a so-. a l mismo t i e m p o .a m e ' n a z a n c o n s t a n t e m e n t e e l e q u i l i b r i o y _?a i í c i d a d d e l o s n e x o s e f e c t i v o s .

que se v a ccmctituyendo en s u curso" (VII.-una tivos.e l e o l o g i a " n o e s s i n o u n a f o r m a d e l e f e c - . por l o tant o . l a conct i t u c i ó n d e . La u n i d a d d e u n a é p o c a .tendremos l a r e s p u e s t a s i g u i e p t e : no se t r a t a de tivos.u n j u e - g o a z a r o s o o p u r a m e n t e m e c á n i c o . d e una n a c i ó n d e una c i v i l i z a c i ó n . 1 8 5 . más b i e n . c o n t i n g e n t e e i n c o m p a r a b l e a l a u n i d a d d e un s e r o r g á nico.e f e c t o o c o n s o l i d a c i ó n de una i n t e r a c c i ó n c a u s a l c o n c r e t a . una :unidad que s e p u d i e r a e x p r e s a r mediante una i d e a funda- mental. C.2 o m e n o s h e t e r o o é n e o s . p e r o h. . Una c i v i l i z a c ñ ó n n o e s c o m p a r a b l e a u n o r g m i i s r n o . f r e n t a l a e s p e c i f i c i d a d d e l a s unidades h i s t ó r i c a s .l a . VII. s p e c t o s má. es. . Podemos s i n d u d a h a b l a r de. Subr. d e un nexo e n t r e las t e n d e n c i a s d e l a vida-misma. no e s -sino.? y 2 .l e t t r e d e l renacimien- t o d e l r o m a n t i c i s m o h i s t ó r i c o e n l a o b r a d e a u t o r e s como Spiengler. 209. r i .abremos d e t e n e r e n c u e n t a q u e d i c h a .l a s mismas c o n o u n a r e l a c i ó n e n t r e t e n d e n c i a s .). s i n o . EX.M. A l a concepción d e l desarrollo hiest6rico a tenor d e l a s e t a p a s d e d e s a r r o l l o d e l o s o r g a n i s m o s D i l t h e y en- .a . D i l - t h e y se opone a s í a l a s c o n c e p c i o n e s r o m á n t i c a s . t e l e o l o o í a inmanente en l o s nexos efec- pues l a interacción his:tórico-social no e s . d e l mismo modo p o d e m o s s e ñ a l a r q u e l a c o n c e p c i ó n d i l t h e y a n a d e l a h i s t o r i a i m p l i c a una c r í t i c a a v a n t . t . como u n a c o n e x i ó n q u e s e c o n s t i t u y e e n e l c u r s o d e l a c o n t d c e r y n o como un d e s p l s e g u e d e 9-!--germen o p r i n c i p i o e n é l t i m a t é r m i n o a j e n o o s o b r e a ñ a < i ? l o e l c u r s o n i s m o d e l a h i s t o .

ej. . a v i e s a n . cuando D i l t h e y . . . s e abre l a posibilidad de l a disimultaneidad.m o ' u n i d a d e s " q u e n o s e c o n s t i t u y e n a p a r t i r .. t r a t a e n t o d o mo- mento d e u n a r e l a c i ó n p u e s t o que " t o d o nexo e f e c t i v o l l e v a s u l e y e n s í mismo y .L a u n i d a d d e u n a é p o c a n o e s a l g o y a d a d o y f i j o . p o r máe q u e p u e d a e x i s t i r un n e x o e f e c t i v o d e l que t o d o s e l l o s s e a n momentos. vos h i s t ó r i c o s que é s t o s se h a l l a n llcentrados e n sí m i s ' mos" y q u e p o s e e n p o r e l l o a r t i c u l a c i ó n i n t e r n a y e l c a r á c t e r d e ese " c e n t r o " conexión. Por l o t a n t o .d i c e de l o s n e x o o e f e c t i . E I . e l ' t e r n p o 8 h i s t ó r i c o d e l a m ú s i c a . 1 8 5 .. l a creación e n u n d e t e r m i n a d o s i s t e m a kie l a c u l t u r a puede e n t r a r en c o l i s i ó n con l o s v a l o r e s y f i n e s d e s e r r ~ l l a d r ?s ~r i x r r t r o s . V I I . En primer l u g a r ..c a d a uno d e l o s sistemas c u l t u r a l e s . n o c o i n c i d e n e c e s a r i a m e n t e c o n e l d e l a c i e n c i a . . v a l o r e s y f i n e s . y por l o tan- l a s d i v e r s a s e s f e r a s d e l a vida.n t r e así. d e .s e h a l l a d e . e. y d e e s a . . p. e l c o n f l i c t o p u e d e d a r s e i g u a l m e n t e e n e l seno d e . a tenor de ella. . 2 0 9 ) . l a contraposición de fuerzas e influencias causales. sus épocas son p o r completo d i f e r e n t e s de l a s épocas de otros nexosn (VII... . s 5 ' n o q u e se. o--- e l d e é s t a c o n e l d e l a r e l i g i ó n . p. Del m i s m o m o d o . De e s t e modo.*<.ej. h a 'de r e c o n s t i t u i r s e c o n s t a n t e m e n t e en-medio . d e . tampoco l a r e l a c i ó n e n t r e l o s d i f e r e n t e s n e x o s e f e c t i v o s q u e . Y e n segundo luQar. n i n g ú n modo garantizada o preestablecida. t o d e l c o n f l i c t o .c o n e x i ófí h a d e c o n c e - birse en l a especificidad' que e s propia de ' l a s unidades h i s t ~ r i c a s ' ~ c~o. l a a t r . .

de importancia c e n t r a l para e l p r o b l ~ m ad e l a o b j e t i v i d k d d e l a c o m p r e n s i ó n . Por e l c o n t r a r i o . e l comprender" ( v I I . q u e s e v a c o n s t i t u y e n d o e n s u c u r s o t t . La comprensión d e l a s u n i d a d e s h i s t ó r i c o . e n t r e l a s e l v a de l o escrito. . en o t r o s p a s a j e s e l o b j e t o de c o n c i b e como n e x o e f e c t i v o : 12 259). como s u c e d í a e n l a l o que p e r m i t e l a c o n f i g u r a c i ó n y estructuración de l o s nexos efectivos. s i n o q u e i m p l i c a n "un n e x o e n t r e l a s t e n d e n c i a s d e l a v i d a misma. Dilthey puede refe- rirse a Itla s e l e c c i ó n que l l e v a a cabo l a h i s t o r i a . Ambos a s p e c t o s . 2 7 9 ) . unidad d e l c u r s o v i t a l .t o d o l o q u e i i o t -. recuerdo.. 9.2.s o c i a l e s En c i e r t o s p a s a j e s D i l t h e y s e ñ a l a l a r e f e r e n c i a d e l a comprensión a l s i g n i f i c a d o : "La c a t e g o r í a d e s i g n i f i c a d o guarda patentemente una conexión e s p e c i a l m e n t e e s t r e c h a con . de a c u e r d o con n u e s t r a i n t e r p r e t a c i f m . E l significado actúa t a m b i é n e n l a h i s t o r i a como u n p r i n c i p i o d e s e l e c c i ó n y d e e s t a b l e c i m i e n t o d e f o r m a y unidad. " i n t e r a c c i 6 n t r ( ~ e c h s e l w i r k u n ~-y) u c o n f i g u r a c i Ó n t t ( ~ e s t a l t u n g )s e h a l l a n p r e s e n t e s e n l a h i s t o r i a a l mismo t i e m p o . E I . o r g a n i z a d a . 2 5 4 . AS. V I I . --E I . Con r e s b e c t o a l Ú l t i m o a s p e c t o . VII.L e n e s i g n i f i c a d o a l g u n o t t ( V I I . y c o n t i e n e en sí o r d e n i n t e r n o y conexión s e r á . E s t e a s p e c t o f u n d a m e n t a l d e l a h i s t o r i a e n v i r t u d d e l c u a l é s t a se h a l l a e s t r u c t a u r a d a . como Convierte en pqlvo y c a i i i z a .d e l Ú l t i m o h i e m b r o t t . 234. comprensión h i s t 6 r i c a se "La t a r e a q u e a s í s e n o s i n d i - . . e s también la p r e s e n c i a d e l s i g n i f i c a d o .

en u n a i n t e r a c c i ó r i d i n á m i c a y 61. e r m i n a c i Ó n . mismoe n t r a como f u e r z a e n l a i n t e r a c c i ó n . a q u e l l ' a que pone e l o b j e t o d e l a comprensión. s i n o que t a l . según l o d e s a r r o l l a d o hasta.mo. l a p e r s p e c t i v a d e l s i g n i f i c a d o pone e l a c e n t o e n e l c a r á c t e r d e unidadL. En e f e c t o . Y e s a s u vez carac- . presencia de l a configura- ción y l a estructura. Pero el significado s e c . I Las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u t i e n e n s u o b j e t o en e s t e n e x o e f e c t i v o y en s u s c r e a c i o n e s w ' 153. (VII.men&*s d e ' d i c h a u n i d a d .o ~ s t i t u y esii. en e l s i g n i f i c a d o y a q u e l l a que l o s i t ú a e n e l nexo e f e c t i v o . de f o r m a .?:. s i g n i f i c a d o no c o n s t i t u y e u n a e s e n c i a s e p a r a b l e d e l o s momentos u n i d o s e n é l .- t e r í s t i c a d e l . E I . 2 5 7 . es únicamente una d i f e r e n c i a de é n f a s i s y no . L a d i f e r e n c i a e n t r e a m b a s p e r s p e c t i v a s . E I .. o n t r a d i c t o r ' i a . . p a r a p r c t i v a -d e l n e x o e f e c t i v o h a c e r e f e r e n c i a d i - recr3. E l . n e x o e f e c t i v o a¡ .c . ellos: Es solamente l a relación entre e n e f e c t o .a l a s relz-iones c a u s a l e s d i n á m i c a s q u e v i n c u l a n en- t r e s í l o s . . . 271). VII. c o r r e s p o n d e n mutuamente. . i ~ n ar f e t . p o r e l c o n t r a rio. ahora. VII.c a c o n s i s t e e n l a c a p t a c i ó n d e l mundo e s p i r i t u a l como un n e x o e f e c t i v o o como u n a c o n e x i ó n q u e s e h a l l a c o n t e n i d a en s u s p r o d u c t o s permanentes. "Com- Conexión y comprensión se E s t a c o n e x i Ó n e s un n e x o e f e c t i : 282). von ( V I I . p r o p i o d e l o b j e t o d e l c o m p r e n d e r .. Y a ú n c o n mayor d a r i d a d : prendemos Únicamente c o n e x i ó n .o:.s i g n i f i c a d o " n o c o n s i s t e : e n un p u n t o u n i f i c a d o r q u e r a d i c a r í a más a l l á d e l v i v i r . e l .- l a .

V Í I .- . c o n f i g u r a c i j n . s i b l e .¡a e s p i r i t u a l como a l g o a c a b a d o y q u i e t o . .__1 -A-.. "~cción. Ambas t a - r e e s s o n i n s e p a r a b l e s ..-l a i n t .2 6 2 ) .. e s t o es. y modo como s e . .l.. s a l e n t r e l o s m i s m o s .- \ comprender e l s i g n i f i c a d o de una determinada u n i d a d o r e l a c i ó n h i s t ó r i c a s i n & t e r m i n a r a l mismo t i e m p o l o s m o m e n t o s q u e l a i n t e g r a n y e l n e x o c a. g u r a c i 6 n o unidad.. como c o n s - € 1 . curso. No e s po- .. p a r a D i l t h e y e s t a b l e c e r t a n t o l a s . e n l a medida e n q u e r e p r e s e n t e n a l g ú n e l e m e n t o d e l nexo e f e c t i v o .-- . .)' Todas l o s c o n c e p t o s d e ' l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u .*. d e.. e s t a b l e c e e n t r e e l l a s u n a d e t e r m i n a d a c o n f i .e -*+%-- cúrso del tiempo. Hacer h i s t o r i a c o n s i s t e p a r a Dilthey en e s t u d i a r e l proceso y e l r e s u l t a d o de l a configuración (Gestaltung). pues.r . y t o d o i n t e n t o de s e p a r a r l a s no puede l l e v a r s i n o a malentendidos. acon- c o n s t i t u y e n l o s mornentms q u e c a r a c t e r i z a n l a f o r - m a c i ó n c o n c e p t u a. .energía. rLLr-/ r e l a c i o n e s d e .. 237. acontecer o a c t u a r . estudiar l a s fuerzas y s u s r e l a c i o n k s ( i J i r k ~ n ~ s z u s a m m e n h a n g q) u e e s t s n p r e s e n - t e s e n un m o m e n t o y e n u n a u n i d a d o r e l a c i ó n d a ' d o s . aCí como l o s c o n f l i c t o s y o p o s i c i o n e s q u e quedan l a t e n t e s y p r e p a r a n n u e v o s p r o c e s o s de. C o m p r e n d e r es. con- vida s e o f r e c e r á una . racción dinámica: tecer. .s i g n i f i c a d o se h a l l a c o n t e n i d o e n s u s v i v e n c i a s . . e. n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u (. u... tienen en sí e s t e carácter de proceso. t i t u y e n d o s u ' c o n e ~ i ó n (~V~I I . Comprender a s : en p r i m e r l u g a r . c o m p r e n. e f e c t i v i d a d c a u s a l e n t r e l o s m o m e n t o s como l a c o n f i g u r a c i ó n y l a e s t r u c t u r a d e l o s mismos. Y c u a n d o s e a n a l i c e n o b j e t i v a c i o n e s de.

i:!o e s Pero. de una articulación: se h a l l a c e n t r a d o e n s í mismo.9.e . sí. por l a u n i o a d p s i c o f í s i c a c o b r a un s i g n i f i c a d o pz- r a e l t o d o especialmente e n l o s nexos f i n a l e s . Cubr.e significación. e l individuo P o r o t r a p a r t. E I . todo movimiento h i s t ó r i c o l l e v a e s a misma i n t e n c i ó n y e f e c t o . c o n s t i t u y e n a s p e c t o s r e c í p r o c e m e n t e r e f e r i d o s d e l mismo proceso. E I . a r t i c u l a c i ó n e n e l c u r s o tempo- 283. e n una p 2 l a b r a . como t a l . - interés de l o s i n d i v i d u o s ' . y este c a r i c t e r de 12 comprensión. . s i n o r e c o n o c i d a como r e a l i d a d . .segu'nda t a r e a . E s t e c a r á c t e r d e l a c o m p r e n s i ó n s e d e j a v a l e r En t o d a s l a s f o r m a s y o b j e t o s d e l a misma.a s i t u a c i ó n h i s t ó r i c a y s o c i a l . e n 1. 1 5 7 . V I I . otra parte. " ~ c ~ o n e x i Ó dn e l o s m o m e n t o s s i g n i f i c a t i v o s entr. . que c o n s i s t i r á en c a p t a r e l nexo e f e c t i v o e n q e h a n s u r g i d o t a l e s o b j e t i v a c i o n e s l ' ( V I I . 181). . se c o n t i e n e en l a a f i r m a c i ó n s e g ú n l a c u a l l a c o m p r e n s E n h a d e c a p t a r nexos efectivos.58. c a d a c o r n u n i - dad d e s a r r o l l a también v a l o r e s . v a l o r a d a d e nuevo. y a s í s u r g e . a ? - : ( 1 1 3. l a comprensión es siempre comprensión de una conexión. E s t a cone- xi6n -cionif'icati-vaes l a que capta e l h i s t o r i z d o r . e l s e n t i d o d e l a e x i s t e n c i a p r o p i z . pi-es- t a s i g n i f i c a d o e cada uno de l o s procesos anfmicos y. C . ) Ambos e s p e c t i e s d e 1s c o m p r e n s i ó n s o n s ó l o a n a l í t i c a m e n t e d i s c r i m i n a b l e s . "Así. l a r e l a c i ó n según l a cual e l valor propio. VII. A l mismo t i e m p o . c0nstituy. r e a l i d a d . l a comprdnsión no es en nincún caso un E l l o s i o n i f i c a que roces so i n m e d i a t o .

Del misno nodo. "La - sobre l a base e l n e x o e f e c t i v n e n e l c u z l un i n d i v i - duo se h a l l a d e t e r m i n a d o p o r s u m e d i o y r e a c c i o n a s o b r e 61. p o r e j e m p l o . S i bien c i e r t a capacidzd intui- t i v a ( c i e ' r t a h a b i l i d a d o d i s p o s i c i ó n p e r s o n a l ) no e s t á nunca ausente de l o s procesos r e a l e s de comprensión. mos.adivinatorio e intuitivo. 12 sZtuocl6n histó- e l nexo e f e c t i v o que l o v i n c u l a con s u medio: t a r e a d e l biógrafo c o n s i s t e en comprender. También l a m a t e m e t i c a . puesto que l a . y e l l o no l a c o n v i e r t e en una c i e n c i e i n t v i t i v o . mismo s u c e d e e n c u a l q u i e r o t r a c i e n c i a o a c t i v i d z d c o g n i tiva. -~ . como y a s a b e - es 'siempre lfpunto de cruce" de l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l y ? o r l o t a n t o s 6 l o puede Comprenderse e s t a b l e c i e n d o l a s r e l a c i o n e s que unen a l i n d i v i d u o con rica. de e s o s documentos. unidad s i g n i f i c a t i v a de l a vivencia es siempre r e l a c i ó n e n t r e s u s mornontos y n o u n a e s e n c i a d e s p r e n d i b l e d e e l l o s y comprensible i n t u i t i v a r n e n t e p o r s í misna.~ r n ~ á t i c eq a s u in. u n a p u r a c a n a c i d a d con- ya que l a i n t e r i o r i d z d i n d i v i d u a l . l e s que fueron determinantes de l a s r e l a c i o n e s ceusa- en l a m i s m a . l a comnrensión de-un i n d i v i d u o no es l a penetreción i n t u i t i v n . ~ . 10. genial.i r r a - cional. d e l o s moment o s que en e l l a cobran expresión.terioridad. I n c l u s o l a c o m p r e n c l ó n h i s t ó r i c a .de l e mínima u n i d a d h i s tórica. implica l a deternini- c i ó n d e l n e x o e f e c t i v o e n e l q u e h a s u r g i d o . l a expresión de l a vivencia. . necesita cierta v i s i E n e ~ t r a t é ~ i cp a r a l a d e m o s t r a c i ó n d e s u s p r o p o s i c i o nes. La c o m p r e n s i ó n e s s i e m p r e un p r o c e s o d i c c u r s i v o .

No p o d e m o s a p r e n d e r d i s c u r s i v a - m e n t e qué e s e l s i g n i f i c a d o s i .lón. La m o s t r a c i ó n d e l c a r á c t e r d i s c u r s i v o . d e b e r í a d e n i n g ú n modo c o n - f u n d i r s e c o n l a d e D. d e l proceso d e comprensi6n r e s u l t a especialmente u r g e n t e a n t e l o s c o n t i n u o s y r e p e t i d o s r e p r o c h e s de - - i r r a c i o n a l i d a d . supone una vivencia. E I . . p r e v i a r n e n t e n o t e n e m o s y a u n a e x p e r i e n c i a i n m e d i a t a d e l mismo. -- r e p r o c h e s q u e e n muchos c a s o s n o s o n s i n o e l f r u t o d e l d e s conocimiento y de l a herencia de prejuicios.. E l siguiente t e x t o d e A l f r e d S c h u t s r e s u l t a p a r a d i g m á t i c o a e s t e respecto: nNunca hemos d e d e j a r d e r e i t e r a r q u e e l m6todo d e l a s o c i o l o g í a d e Weber e s . p u r a empatía. e s t o e s .:respecto: l a i n m e d i a t e z i n t u i t i v a s e r e f i e r e s ó l o a l a .D i l t h e y a%:.ilthey.o t r a c i e n c i a l l a m a d a " c o m p r e n s i v a N .-:de . d i r i g i d o s c o n t r a l a c o n c e p c i ó n d i l t h e y a n a d e l comprender. i n t u i c i ó n i n c o r r e g i b l e . VII.11. .. ." "La c o m p r e n s i ó n pre- ( U I I ... v i v e n c i a p r o p i a como c o n d i c i ó n t r a s c e n d e n t a l d e l a comprensión. 2 7 1 ) . b a s a d a s o b r e supuestos metaflsicos e 'intuición' i n ~ o r r e ~ i b l e ~F r' e~n ~t e.Tiiodo h i s t o r i a t i e n e q u e c a p t a r n e x o s e f e c t i v o a . y n o i n t u i t i v o e inmediato.cstos m a l e n t e n d i d o s h a y que subrayar l a a u t d n t i c a posi. a. en virtud de nuestra vivencia .c.. (V. 1 4 3 . l a c o m p r e n s i ó n d e l s i g n i f i c a d o d e l o a j e n o ~ 6 1 0e s p o s i b l e en v i r t u d de l a presencia inmediata de significado en nuestra propia experiencia. 2 4 6 .. que opone a l a c i e n c i a r a c i o n a l . r a c i o n a l y q u e l a p o s i c i ó n d e l a s o c i o l o g f a e c i m p r e n s i v a n o . VII.. E I ' . ---. -. 1 6 6 ) . etc.

p u e s . l a p a l a b r a % x p t i c a c i 6 n N posee a q u i un sen- .a' no es e n D i l t h e y . d e l s e n t i d o d e l o que nos r o d e a . e c - tivo. s i n o un p r o c e s o _ m e d i a t o y d i s c u r s i v o : e s e l e s t u d i o d e un n e x o . E l n e x o e f e c t i v o e s l a f o r m a e s p e c i f i c a d e l a i n t e r a c . C L a c o m p r e n--s i ó n e s . 1 - --e1-_ e s t o es.l a vid. s i n o i n v e s t i g a c i ó n t r a s c e n d e n t a l .ar e n d i s c u s i ó n con é l e n e s t e p u n t o .d e l v a l o r . ( ~ a t u r a l m e n t e . Digamos t a n s ó l o a l g o que será ya f a m i l i a r p a r a e l l e c t o r de este trabajo: que l a ' f i l o s o f i a d s . p u e s t o que S c h u t z no a c l a r a s o b r e qué nsup u e s t o s r n e t a f i s i c o s n f u n d a m e n t a D i l t h e y l a comprdnsión. Y resulta ciertamente ridículo atribuir a Dilthey ?--- 4 l a d e l l e v a r a cabo e s t a t a r e a por 'intuición: Por o t r o l a d o . no podemos esAr. " c o m p r e n d e r e l s i g n i f i c a d o n d e u n f e n 6 - rneno h i s t ó r i c o y "comprender e l ' n e x o efectivott e n e l que ha surgido constituyen expresiones equivalentes y e l l o im- p l i c a a s u v e z que p a r a D i l t h e y l a comprensión d e un fenómeno s i g n i f i c a a l m i s m o t i e m p o l a ' e x p l i c a c i ó n d e l mismo. d e l f i n . e l e s t a b l e c i m i e n t o d e l a s c a u s a s y f a c t o r e s cuya - c o o p e r a c i ó n u o p o s i c i ó n c o n c u r r e n e n e l o b j e t o d e l a com- - p r e n s i ó n . e f e c t i v o . E s t a i n t e r a c c i ó n se d i s - tingue precisamente por s u mediación a trav6s d e l s i g n i f i cado. a s í como l a d e t e r m i n a c i ó n d e s u a r t i c u l a c i ó n con-_ creta.- c e s o d e p e n e t r a c i ó n i n t u i t i v a e i n m e d i a t a . d e t e r m i n a c i ó n d e un n e x o e f .2_. AS^. La Lii-wr comprensidn se fundamenta e n e s t a e x p e r i e n c i a i n m e d i a t a y -. p e r o e l l a misma n o e s u n p r o - -. causal e n e l m u n d o h i s t ó r i c o .-e s p o s i b l e e n v i r t u d d e é s t a . ci6n. 2 metafísica. p u e s .

&ns-a e l p r o g r e s o e n l a s c i e n c i a s s i s t e m á t i c a s d e l e s p P r i L u y en l a h i s t o r i a n ( V I I . d i s t i n g u i m o s e n t o n c e s g r u p o s d e l a s mismas. t r a t a m o s d e s o p e s a r l a s y l i m i t a m o s e n a l g ú n p u n t o l a iliml-kada c o n e x i ó n c a u s a l s e g ú n e l s i g n i f i c a d o d e l o s moment o s y s e g ú n n u e s t r o f i n . Y comprender este nexo efec- t i v o supone e x p l i c a r e s t a p a r t e d e l a h i s t o r i a .p a.de l a h i s t o r i a i m p l i c a c o m p r e n d e r e l n e x o e f e c t i v o que s e e x p r e s a e n e l l a . s p e c i f i c o que h a b r á que d e t e r m i n a r ) . De e s t e modo d e s t a c a m o s u n nexo' e f e c t i v o p a r a e x p l i c a r e l cambio en cuestión. l o s momentos a c t u a n t e s . Entre l o s s 6 1 o u n l i m i t a d o n ú m e r o p u e d e s e r de- terminado y . dentro d e l n e x o e h c t i v o c o n c r e t o d i s t i n g u i m o s n e x o s . EX. numerosos f a c t o r e s . L a n o c i ó n d e n e x o e f e c t i v o h a c e r e f e r e n c i a a u n c o n j u n t o d e momentos o p a r t e s v i n c u l a d o s e n t r e s í p o r r e l a c i o n e s d e f u e r z a (cau- salsa) y d e s i g n i f i c a d o a l misujo t i e m p o . e s t o es.r t -i c u l a r e s m e d i a n t e un a n á l i s i s m e t ó d i c o d e a q u é l r e a - Ibzzdo-desde puntos de v i s t a diversos.t i d o e . e n marcha r e t r o s p e c t i v a . VII. P o r o t r a par- t e . " E l nexo e f e c t i v o e a E l punto d e apoyo p a r a e s t a b l e c e r l o l o c o n s t i t u y e u n e f e c t o p a r t i c u l a r d e l q u e vamos b u s c a n d o . 1 5 8 . plo. Así. t i e n e importancia p a r a e s t e efecto. C o m p r e n d e r c u a l q u i e r p a r t e . 1 8 2 ) . P o r ejem- si e n e l cambio d e l a l i t e r a t u r a alemana p o r e l c u a l f u e s u p e r a d a l a I l u s t r a c i ó n buscamos l a i n t e r a c c i ó n d e l a s c a u s a s . e n e l tex- t o s i g u i e n t e l a determinación d e l nexo e f e c t i v o s e muestra a l mismo t i e m p o como e x p l i c a c i ó n : siempre complejo. . y en e s t e a n á l i s i s desc.

i n t e r e s a como u n c a s o d e l o g e n e r a l humano. . - - - -?-. un n e x o e f e c tivo... p u e s .) En e l a n á l i s i s d e .r e como o b j e t o a l g o s i n g u l a r (.. En l a m e d i d a . Ea precisamente l a relación de vida. ~ ( V I I .p o d e m o s e s t a b l e c e r s i n d u d a a l g u n a .u n a c p n e x i Ó n c a u s a l s i n g u l a r . P o r eso. l a relación práctico- ---. 2 1 2 .-- v i t a l con e l entorno. . y h a s t a q u e e s e l Úni. VII. -- mundo e s p.. .. 236-7). l a v i v e n c i a y d e l a c o m p r e n s i ó n 'de n o s e t r o s mismos hemos e n c o n t r a d o q u e e l i n d i v i d u o p o s e e e n e l - > . D i l t h e y c i t a aquf como e j e m p l o l a s u p e r a c i ó n d e l a I l u s t r a c i h e n l a l i t e r a t u r a~l e m a n a . s 4 6 n t i e n e s i e m p . --- que determina l a p o s i b i l i d a d de l a s y e n v i r t u d de l a a u a l incorporamos nuestra experiencia axiológica y práctica a nuestra relac i ó n c o n e l o b j e t o . ~ r e r . s i n o como un t o d o i n d i v i d ~ a l . P e r o c u a l q u i e r o t r o e j e m p l o r n o s t r a r i a tam- b i é n s u c a r á c t e r de fendmeno s i n g u l a r cuyo conocimiento n o s i n t e r e s a p o r s í m i s m o . n o s ó l o n o s . E I . e n q u e e s t e a l g o s i n g u - l a r e n t r a e n c o n s i d e r a c i 6 n como o b j e t o d e e x p k i c a c i ó n n o v a m o s a c o n s i d e r a r l o como u n c a s o d e u n a l e y g e n e r a l .6 ciencias del-espíritu. n o como c a s o d e u n a l e y g e n e r a l . .so v a l o r a u t ó n o m o q u a . -- Pensemos e n e l e j e m p l o c i t a d o p o r D i l t h e y . s i n o a e s t e b i e c e r .conocer l a s causas y f a c t o r e s cuya cooperacibn u oposición c o n c u r r e n e n e l fenómeno e n c u e s t i ó n . l o que n o s l l e v a a c o n s i d e r a r e s t e Ú1t i m o como a l g o i n d i v i d u a l y d i g n o d e e s t u d i o p o r s f mismo: "Le c 0 . Podrfamos u t i l i z a r l a superación d e l a I l u s t r a c i ó n en l a l i t e r a t u r a a l e m a n a como u n c a s o p a r a l a d e t e r m i n a c i ó n d e l a s l e y e s .i-r i t ' u a l un v a l o r a u t o n o m o .

como p a r t e s . S u p o n i e n d o q u e p u d i e r a m o s d e r i v a r e l c a s o conc r e t o que n o s ocupa a p a r t i r de una l e y g e n e r a l . D i l - i h e y puetie h a c e r n o t a r a c e r c a d e l p r o c e s o d e c o m p r e n s i ó n : "Con a s G .que r i g e n l o s cambios e n l a h i s t o r i a d e l a l i t e r a t u r a o en l a h i s t o r i a e n general. s i n o q e . l o que e r a justament e nuestro objetivo. ese fenómeno c o n c r e t o y no o t r o d i s t i n t o . nar. VII. n u e s t r a p r e t e n s i ó n es justamente l a inversa: no utilizamos e l caso concreto para l l e g a r a l a u n i f o r m i d a d y l a l e y . C. La formado p o r momentos i n d i v i d u a l e s d o t a d o s d e r e l e v a n c i a c a u s a l y d e significado. S u b r . € 1 . Se t r a t a e n e l f o n d o d e l a m i s m a c i r c u n s t a n c i a . comprensión e s t a b l e c e un n e x o c a u s a l c o n c r e t o . c ~ .t e n e m o s q u e e l p r o c e s o d e l c o m p r e n d e r d e b e s e r c o n ~ i d a ~ a dcomo o inducción. P e r o cuando hablamos de . s i n o que s e i n f i e r e una e s t r u c - t u r a s u n s i . no consi- y a q u e e n n i n g ú n momento p o d r í a m o s d e t e r m i - a t r a v é s d e ese p r o c e d i m i e n t o . cómo t u v o l u g a .m. Asf. u n a c o n e x i ó n s i n g u l a r . 220.). p o r l o que hace a l a s uniformidades. q l e t ad e c a s o s . 2 4 4 .s t e m a o r d e n a d o q u e a g r u p a l o s c a s o s . Cuando hablamos d e e x p l i c a r l a s u p e r a - c i 6 n d e l a I l u s t r a c i ó n e n l a l i t e r a t u r a alemana pedimos un n e x o e f e c t i v o c o n c r e t o . d&arfautos e s e e x p e d i e n t e como u n a v e r d a d e r a e x p l i c a c i ó n d e l fenómeno. ese clase--en q u e no SE Y e s t a inducción pertenece a i n f i e r e u n a l e y g e n e r a l d e u n a se- r i e i n . e n un t o d o n ( V I I . nos servimos de n u e s t r o conocimiento d e e l l a s como m e d i o a l s e r v i c i o d e l a c o m p r e n s i d n d e l c a s o i n d i v i d u a l . e x p l i c a r d i c h o cambio h i s t ó r i c o c o n c r e t o .

s t o e s . c o n e x i o n e s ~ i q n i f ~ c a t i v a se .i i n a e s f e r a . a . concretas.'IV 233-4). i n s e r t a r e n ' l o comWn. s i n o c u á l e s l a c o n s t e l a c i ó n i n d i v i d u a l a l a q u e d e b e i m p u t a r s e e n c u a n t o r e s u l t a d o "156. d e un n e x o s i g n i f i cativo: Los nexos e f e c t i v o s r e a l i z a n aportaciones y ..r p e r t e n e c i e n t e s . p r e n s i ó n p o s e a i g u a l m e n t e e l c a r á c t e r .~-tambi6n nocimiento general. f u e n t e d e cod e lo. A l mismo t i e m p o .sfngulas. b a j o q u é f ó r m u l a h a d e s u b s u m i r s e \ e l f e n ó m e n o como e s p é c i m e n . a u n t i p o (. tipificar: sino C o m p r e n d e r es "Las d i f e r e n t e s manifes- t a c i o n a s s i n g u l a r e s d e l a v i d a con q u e t r o p i e z a e l s u j e t o d e l a c o m p r e n s i ó n p u e d e n ser c o n s i d e r a d a s c o m o .q u e Weber s e ñ a l a r á c o n t o d a c l a r i d a d : "En c u a n t o s e t r a - t a d e l a i n d i v i d u a l i d a d d e un fenómeno.e. s i n o por conexiones causales no p r e g u n t a . . 209. f l a b s o l u t i s m o n . l a n e c e s a r i a g e n e r a l i z a c i ó n a l a q u e sometemos e l fenómeno a l t r a t a r d e c o n c e p t u a r l o . d e c o m u n i d a d .. E l carácter significativo de las rela- c i o n e s en e l nexo e f e c t i v o d e t e r m i n a e l hecho d e que t o d a g e n e r a l i z a c i ó n q u e s e e s t a b l e z c a o s e u t i l i c e e n s u com-.. l a p r e g u n t a p o r l a c a u s a no i n ' q u i e r e p o r l e y e s . l a c o m p r e n s i ó n c r e a d ' o r a d e t i p o s .) En g e n e r a l se e s t a b l e c e l a r e l a c i ó n e n t r e l a m a n i f e s t a c i ó n d e l a v i d a y l o e s p i r i t u a l m e d i a n t e un o r d e n a m i e n t o dn a l g o comúnn ( V I I . e t c . t i p o s . e n e l e j e m p l o a n t e s c i t a d o ) n o constituyen legalidades generales o cuantitativas. . Y e n e s t e campo d e l a c o m p r e n s i ó n d e n e x o s e f e c t i v o s . E I . l a s u n i f o r m i d a d e s q u e u t i l i zamos p a r a s u d e t e r m i n a c i ó n ( c o n c e p t o s t a l e s como " p i e t i s mon.

La f o r m a c i ó n d e t i p o s e s t á j u s t i f i c a d a e n l a m e d i d a . La f o r - mación c o n c e p t c a l e n l a s c i e n c i a s d e l e s p f r i t u no c o n s t i tuye una t a r e a separada d e l estudio h i s t ó r i c o concreto. El c o n c e p t o e x p r e s a u n t i p o (. p o r l o t a n t o . p r o v i s i o n a l . E I .p o s e e n un c a r á c t e r t e l e o l ó g i c o . 1 8 8 . -- s i n o que h a d e d e s a r r o l l a r s e siemp-re e n e s t r e c h a r e l a c i ó n c o n 31.. i n c l u s o e n muchos c a s o s e s un o b s t á c u l o p a r a l a m i s ma. 1 1 8 ) . p o r l o tant o .) La d i v e r s i d a d d e m a n i f e s t a - c i o n e s e n e s t e d o m i n i o ss a g r u p a e n t o r n o a u n c e n t r o q u e constituye e l caso i d e a l . c g n n d o se l i m i t a a s u b s u m i r l o i n d i v i d u a l b a j o e p í g r a - fes ganesales. o r e u n i e n d o e l i d e a l i s m o o b j e t i v o con e l n a t u r a l i s m o o según . VII.. No e s más q u . p a r a comprenderlos mejor en su individualidad. t i p o l o g i a d e l a s c o n c e p c i o n e s d e l mundo s e ñ a l a D i l t h e y q u e " t o d a f i j a c i ó n e s . VIII.8 6 . La f o r m a c i ó n c o n c e p t u a l . n o c o n s i s t e en u n a s i m p l e g e n e r a l i z a c i ó n ' q u e e x t r a e l o común d e l a s e r i e d e c a s o s p a r t i c u l a r e s . : a h o n d a r c a d a v e z más e n l o h i s t ó r i c o n ( ~ 1 1 1 . L a p u r a ~ c l a s i f i c a c i ó n n o c o n s t i t u y e a ú n l a c o m p r e n s i ó n . E I . e La formación de t i p o s h a d e j u s t i f i c a r s e e n t o d o momento p o r s u s r e s u l t a d o s . ya s e a asociando l a s dos formas de idealismo.a r e a l i z a d o p o r c o m p $ e t o n ( V I I .e u n m e d i o p a r a j . E i g u a l m e n t e a p u n t a más a d e l a n t e : "Dejo a c e d a c u a l e h l i b e r t a d p a r a a r r e g l a r e l asunto lógicamente de o t r a manera. . Asf. e n e l c u a l l a a p o r t a c i ó n s e h. acerca-de su propia . 2 1 2 . .misma e n que t a l e s t i p o s hayan s u r g i d o e n e l s e n o d e una ocupación e f e c t i v a con l o s fenómenos h i s t ó r i c o s y s i r v a n .1 3 ) .

l a formación concepkual es posi- b l e porque este nexo posee e n si s i g n i f i c a d o . VIII. 1 3 0 ) . E s t a r e l a c i ó n no es s i n o una forma d e l llamado n c i r c u l o hermen6uticon: s i com- p r e n d e r es c o n c e p t u a r . Si c o m p r e n d e r e s c o n c e p t u a r .o t r a s p o s i b i l i d a d e s que pudieran e x i s t i r . as1 co6o e n t r e l a s c i e n c i a s sistemáticas d e l e s p í r i t u y l a h i s t o . .s i g n i f i c a t i v a de l o s fenómenos h i s t ó r i c o s . i n s e r t a r e n l o común. efeciiuo de l a historia. s e r v i r t a n s ó l o p a r a v e r c o n m a y o r h o n d u r a e n l a hist. p a r a c o m p r e n d e r h e d e p o s e e r y a e l c o n c e p t o .r i o g r a f f a . e l nexo. e s t a a s u vez. L a f o r m a c i ó n c o n c e p t d a l n o p u e d e c o n s t i t u i r un a s u n t o e x t e r i o r a l e s t u d i o h i s t b r i c o .a. por consiguiente. q u e *el método d e l a s c i e n - cias d e l e s p f r i t u implica l a i n t e r a c c i ó n c o n a a n t e de l a v i v e n c i a y d e l concepto.y c i e r t a m e n t e a p a r t i r dai l a : v i d a n (v-111. Los c o n c e p t o s d e l a s c i e n c i a s d e l . s i n o que h a d e d e s a r r o l l a r s e e n e s t r e c h a i n t e r a c c i ó n con 61.causal y . s i n o p l e n a m e n t e c o n a t i t u t i v a d e l a s c i e n c i a s humanas. debe.0ri. E s t a f i j a c i ó n de t i p o s . p e r o e s t e c o n c e p t o s ó l o p u e d e s u r g i r e n l a comprensión. estructura y c o n e x i ó n .e m p í r i c o concreto. y h a d e e x p r e s a r 6 1 mismo d i c h o s i g n i f i c a d o . La formación conceptual no es una t a r e a a u x i l i a r . 1 0 0 . E I . h a d e s u r g i r en l a comprensión e f e c t i v a y como e x p r e s i ó n d e l a m i s m a . E l l o d e t e r m i n a e n e l campó d e l a a c i e n c i a s d e l e s p í r i t u una amplia r e l a c i ó n d e i n t e r a c c i ó n r e c í p r o c a e n t r e l a f a r m a c i b n c o n c e p t u a l y l a c o m p r e n s i ó n d e 1i1k n d i v i d u a l . conceptuación. E l c o n c e p t o h a d e e x p r e s a r l a c o n ' e x i ó n . D i l t h e y hace notar.

En v i r t u d d e e s t o s c a r a c t e r e s . .- -L:+. 341... VIII. "pende de l a t o t a l i d a d d e l s u j e t o captadorn. p o r o t r a p a r t e .:de l a s conexiones e s t r u c t u r a l e s individuales y colectivas. nada g e n e r a l que n o sea e x p r e s i ó n e s e n c i a l d e u n a r e a l i d a d h i s t ó r i c a n ('. revivencia. a c t o norma. captamos enton- Ning6n concept. d e l a c o n e x i ó n no a n a l i z a d a d e l a v i d a n . e l camino h a c i a una t e o - r i a . l a aprehensión d e l s i g n i f i c a d o d e una r e l a c i ó n . a s í como. Por e l l o . L a p r e s e n c i a d e l s i g n i f i c a d o en- l e s r e l a c i o n e s e n t r e l o s i n d i v l d u e s . i m p i d e e n e s t e campo . es " l a c a t e g o r í a cmcfsabemos. l a r e v i v e n c i a d i r e c t a se e l e v a . EI. C u a n d o e s t a s : d o s f u n c L o n e s d e l a con- ciencia científico-espiritual concuerdan. p u e s t o q u e l a i n d i v i d u a l i d a d humana r e p r e s e n t a .F d e d u c t i v a no es s e n c i l l a m e n t e p r a c t i c a b l e e n las ciencias del espíritu. ~ l l ' on o s i g n i - s i n embargo.e s p í r i t u encuentran s u cumplimiento e n l a ..*'U. a c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o p o r medio d e l a s formas' general e s d e l pensamiento. a s í como e n t r e l o s i n d i v i d u o s y l o s s i s t e m a s s o c i a l e s . etc.0 pue- de e n t r a r e n e s t a c o n c i e n c i a que n o se h a y a formado e n l a plenitud í n t e g r a de l a revivencia h i s t ó r i c a . c e s l o e s e n c i a l d e l d e s a r r o l l o humano. fica. que t a l s i g n i f i c a d o s e a i n a c c e s i b l e a l concepto. válid a s p a l a t a d o s .sstr?b4~~imiento de l e y e s generales d e l acontecer. se produce e n e l á m b i t o d e e s t a t o t a l i d a d d a u n a v i d a humana y c o n l l e v a un a s p e c t o i n e v i t a b l e m e n t e i n d i v i d u a l . . . g e n e r a . 1 4 9 ) . una a c t i t u d t o t a l . E l significado im- plica.::.k~9-. 1 0 ~p e r i o d o s h i s t ó r i c o s . .

y como t o d a m a n i f e s t a c i ó n d e v i d a q u e p a r t e d e u n a c o n m i d a d o q u e p e r t e n e c e a l r e x o e f e c t i v o d e u n sistema c u l t u r a l es e l prodwcto d e unidades. d e s u e r t e q u e l a h u m a n i d a d n o e s m Q s q u e un t i p o i n d e t e r m i n a d o . a s f l o s e l e m e n t o 8 c o n s t i t u t i v o s d e e s t a s f o r m a c i o n e s comp u e s t a s t i e n e n un c a r á c t e r que c o r r e s p o n d e a e s a r e a l i d a d . P o r muy f u e r t e m e n t e q u e c a d a p r o c e s o p s í q u i c o . nLa u n i d a d d e v i d a e s un n e x o e f e c t i - q u e t i e n e como v e n t a j a . e l hecho d e q u e e s v i v i d o . s i n o sbiamente estimadas. c u y a i n d i v i d u a l i d a d n o e s p o s i b l e d e s p r e n d e r d e l o comunitario-humano. e s t é d e t e r m i n a d o p o r l a i n t e n c i ó n d e l nexo e f e c t i v o . y s i n esta pertenencia a l á m b i t o d e l o común l a i n d i v i d u a l i d a d n o s e r f a y a p o s i b l e y tampoco e l s i g n i f i c a d o . que perte- n e c e a una t o t a l i d a d s e m e j a n t e .una d e t e r m i n a d a c o n f i g u r a c i ó n d e l a i n t e r a c c i á n s o c i a l . s i n embargo no l o e s t á exclusivamente. u n a r e f e r e n c i a d e s u t o t a l i d a d a c o s a s y hom- :brea. e n s u . de v i d a cooperantes. g e n e r a l e s d e l a c o n t e c e r h i s t ó r i c o . E l i n d i v i d u o e n e l que e s e p r o c e s o t i e n e l u g a r i n t e r v i e n e como u n i d a d d e v i d a e n e l n e x o e f e c k i v o . un "punto d e crucet1 d e l a m i s m a . P o r e s t o t o d o e s t a d o p a r t i c u l a r en l a -- v i d a p s i q u i c a s i g n i f i c a una nueva p o s i c i ó n de t o d a l a unid a d d e v i d a . f r e n t e a l de l a naturaleza.s o c i a l y l a necesa- r i a i n t e r a c c i ó n e n t r e l a f o r m a c i ó n c o n c e p t u a l y l a comprens i ó n d e l o i n d i v i d u a l se e x p r e s a n c o n c c l a r i d a d e n e l s i g u i e m t e t e x t o de Dilthey: vo. p e r o c u y a s p a r t e s a c t u a n t e s no pueden ser m e d i d a s p o r s u i n t e n s i d a d . L a i m p o s i b i l i d a d d e e s t a b l e c e r leyes.

. t o t a l i d a d e s y p o r l o t a n t o de forma i r r e d u c - tibl'e a der .. I g u a l m e n t e ... es c l a r o q u e t a n t o l a p s ' i c o l o g i a como c a d a u n a d e l a s d i s c i p l i n a s s i s t e m á t i c a s h a n d e p o s e e r un c a r á c t e r p r e d o m i n a n t e m e n t e d e s c r i p t i v o y a n a l f t i c o n (vII. b i e n como e s t r u c t u r a s y n o como e l e m e n t o s . h a d e respon- e s t a . 1 8 3 .. L a f o r m a c i ó n c o n c e p t u a l e n l a s c i e n c i a s sis- t e n 6 t i r e s no-puede p r e t e n d e r l a construcción de l a r e a l i d a d a p a r t i r d e e l e m e n t o s f i j o s . l o s c o n c e p t o s h a n d e c o n s t i t u i r s e tam.si sus e l e m e n t o s .e x t e r i o r i z a c i ó n a c t ú a como u n t o d o (. p u e s t o que e n e s t a r e a l i d a d .com. nos encontramos con e s t r u c t u r a s s i n g u l a r e s ( i n c l u s o e n s u s u n i d a d e s m-Cnfmas.) Todo c a m b i o d e s i t u a c i ó n a p o r t a c o n s i g o una nueva p o s i c i ó n de l a v i d a t o d a . s ) De u n modo g e n e r a l . s i n o e n l a e l a b o t a c i ó n d e es- tructuras causales concretas. a l mismo tiem- po causales y s i g n i f i c a t i v a s .. d e c o n e x i o n e s . e n t o d a m a n i f e s t a c i ó n d e v i d a que t e n e m o s q u e comprender a c t ú a s i e m p r e l a v i d a t o d a . n a l i d a d . como t i p o s y n o como s i m p l e s g e n e r a l i z a c i o n e s o p r o m e d i o s d e l o s c a s o s p a r ticulares. l a formación conceptual. pues. EI. como l a s v i v e n c i a s ) q u e s e r e o r g a n i z a n tambi&. E l l o i m p l i c a igualmente que l a t e n d e n c i a e x p l i - c a t i v a no p u e d e c o n s i s t i r e n l a d e d u c c i ó n d e l o s c a s o s p a r ticulares a p a r t i r de leyes. . Resulta. En l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u .r. E l carácter descrip- t i v o y a n a l i t i c o se o p o n e a q u í a l a t e n d e n c i a c o n s t r u c t i v a y explicativa.4 ) . 159-60. VII.o. que n i e n l a v i v e n c i a n i e n l a comprensión nos encontramos con s i s t e m a s homogéneos q u e h a r í a n p o s i b l e e n c o n t r a r l e y e s d e l c a m b i o ( 2 .

que s i s t e m a t i z a s e l a s c u e s t i o n e s y l o s ámbitos que debe t r a t a r . p a r a D i l t h e y e l o b j e t o está ya c o n s t i t u i d o previamente a nuestro conocimiento de 61. p a r a D i l t h e y t a l i m p a s i b i l i d a d r e s u l t a d e l c a r á c t e r mismo d e l a s r e l a c i o n e s 8 i g n i f i c a t i v o . señalando l a necesidad c o n s t a n t e de r e f e r i r e l estab l e c i m i e n t o d e d i c h a s r e g u l a r i d a d e s a l e s t u d i o d e l a s con e x i o n e s h i s t ó r i c a s c o n c r e t a s . a u n q u e n o f u e s e más q u e e n e l s e n t i d o d e una f i j a c i ó n d e f i n i t i v a . S. En e l c a p i t u l o c u a r t o d e l p r e s e n t e t r a b a j o d e s a r r o l l a m o s ya l a s i r n p l i c a c i o n e s de l a r e l a c i ó n e n t r e i n d i v i d u o s y regul a r i d a d e s s i s t e m á t i c a s p a r a l a t e o r í a d e l a s c i e n c i a s humanas. T a m b i é n Weber c o n s i d e r a r á d e s p r o v i s t a d e s e n t i d o l a p r e t e n s i ó n d e c o n s t r u i r un sist e m a o t e o r í a g e n e r a l e n l a s c i e n c i a s humanas: "Un sistema d e c i e n c i a s d e l a c u l t u r a . En e s t e como e n o t r o s a s p e c t o s l a p o s i c i 6 n d e Weber e s c u n d a m e n t a l m e n t e k a n t i a n a : e l s u j e t o cognoscente c o n s t i t u y e e l o b j e t o . . Este Ú l t i m o a s p e c t o s e r á d e p r i m o r d i a l i m p o r t a n c i a para e l siguiente apartado d e l presente capítulo. u e d e t e r m i n a e n c a d a c a s o u n n e x o s i g n i f i c a t i v o e n l a r e a l como d i g n o d e e s t u d i o . de l a í n d o l e d e l a s conexiones e s t r u c t u r a l e s históricas. En c a m b i o . objetivamente válida.l a e x p l i c a c i ó n h a d e s e r a l mismo t i e m p o c o m p r e n s i ó n . En c a m b i o . p a r a Weber l a razón de e l l o e s t r i b a e n l a ' ~ e r t b e z i e h u n g ' o referen-'c i a a x i o l ó g i c a c o n s t i t u t i v a de l o s o b j e t o s y l o s ámbitos d e i n v e s t i g a c i ó r ~ ~q.c a u s a l e s e n e l mundo h i s t ó rico-social.s i n s e n t i d o n 157 . seria uz .in e m b a r g o .

s e g ú n Habermas. E 1 re- v i v i r cumple e n este Último l a f u n c i ó n d e l a o b s e r v a c i ó n e n l a t e o r f a p o s i t i v i s t a d e l c o n o c i m i e n t o ..a n c i a s haizanas. d e l a ob- j e t i v i d a d p o s i b l e d e n t r o d e e l l a s . d e t e r m i n a l a s c o n d i c i o n e s . c o n t r a p u e s t o a é s t e .la p o r l o t a n b . p a r a f o r m u l a r l a misma.3. y. La objetividad de l a comprensión Habermas h a v i s t o e n e l p l a n t e a m i e n t o d i f t h e y a n o d e l p r o b l e m a d e l a o b j e t i v i d a d d e l a c o m p r e n s i á n un " p o s i t i v i s mo o c u l t o n 1 5 8 . como m a r c o t r a s c e n d e n t a l d e l a s c i . puede-enfrentarse-a. t o es e l siguiente: citar ampliamente. U p l a n t e a m i e n t o d d l problema d e l a o b j e t i v i d a d es inade- cuado en Dilthey. SsgÚn Habermas. e n u n t e x t o de Dilthey que convendrá. E l tex- "€1 p r i m e r r a s g o f u n d a m e n t d d e l a ea- t r u c t u r a de las c i e n c i a s d e l e s p í r i t u l o constituye este . E l presen- t e s o a r t a d o e s t a r á d e d i c a d o a u n a d i s c u s i ó n d e e&a c r i t i ca. modelos hermenéuticos: e n D i l t h e y se e n f r e n t a n d o s e l modelo d e p a r t i c i p a c i ó n e n una comunicación y e l modelo. pues. H a b e r m a s s e a p o y a . a s í como l a contemporaneidad v i r t u a l d e l i n t é r p r e t e con s u o b j e t o t r a s l a d a r s e a l a s i t u a c i ó n d e un l e c t o r d e l a época y del entorno d e l autorn (vII. p u e s t o que e l i n t e r 6 s p r á c t i c o p o r l a c o m u n i c a c i ó n . no objetividad científica.9. f u n d a d o e n l a p r e t e n s i ó n d e trasladarse d e n t r o d e l o r i g i n a l . 2 1 9 ) ) desempeña e n l a s c i e n - c i a s d e l e s p i r i t u l a misma f u n c i ó n q u e l a r e p e t i b i l i d a d d e l e x p e r i m e n t o d e n t r o d e l a s c i e n c i a s d e l a naturaleza15'.

137-8. P e r o y a sabemos que t o d a c i e n c i a e x i g e l a v a l i d e z u n i v e r s a l . l a n a c i ó n a que pertenecen. y éste as h a l l a c o n d i c i o n a d o p o r s u i n d i v i d u a l i d a d . ( L o s h i s t o r i a d o r e s .d e l a p a l a b r a I 1 c i e n c i a w . . en e l sentido riguroS-o. l a é p o c a e n que viven. d e n t r o de És- tas. Si h a de h a b e r . por l o tanto. . sas a l o s movimientos d e l a s ma- y a l a s diversas tendencias a su propio juicio... Los r e s u l - t a d o s q u e hemos o b t e n i d o h a s t a a h o r a se m a n t i e n e n .s o c i a l . 1 6 0 . a u n a p u g n a e n t r e l a s t e n d e n c i a s d e l a v i d a y s u meta c i e n t f f ica.e e n é l t i e n e t a m b i 6 n e l c e n t r o e n s í mismo p o r m e d i o d e l a p o s i c i 6 n d e v a l o r e s y l a r e a l i z a c i ó n d e l o s mismos. . l a comprensión y l a experien- E s t a r e l a c i ó n i n m e d i a t a e n que se h a l l a n l a v i d a y l a s c i e n c i a s d e l e s p f r i t u conduce. .u meta d e u n modo c a d a v e z más c o n s c i e n t e y c r í t i c o ..1 ) (~11. t e n d r á n q u e p r o p o n e r s e s. cia de l a vida.s u r g i r d e l a v i d a y l a conexión c o n s t a n t e con e l l a . ciencias d e l e s p í r i t u . Encuentro e l p r i n c i p i o p a r a l a s o l u c i ó n d e esta pugna que se p r e s e n t a e n l a s c i e n c i a s d e l e s p í r i t u e n l a c o m p r e n s i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o como u n n e x o e f e c t i v o c e n t r a d o e n s í mismo y e n e l q u e t o d o n e x o e E e c t i v o s i n g u l a r c o m p r e n d i d o . .s o c i a l por e l significado de cada u n a d e sus partes" E l . La vida y l a experiencia de l a v i d a constituyen l a f u e n t e siempre Quyente d e l a c o m p r e n s i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o . . l o s economistas) someten a l o s personajes históricos. VII. p e r o t o d o s e l l o s se unen e s t r u c t u r a l m e n t e e n un t o d o e n e l que s u r g e e l s e n t i d o d e l a c o n e x i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o . pues descansan sobre l a vivencia. .

l a zcr.unidadn pirtes e s t o e s . y a f o r t i o r i tampoco l a compren- N e g a r e s t o t o r n a r í a i n c o m p r e n s i b l e s u n a bue- na p a r t e de l o s t e x t o s d e Dilthey.e m p í r i c o d e l a n o c i ó n d e v i d a p u e d e D i l t h e y h a b l a r e n e l t e x t o a n t e r i o r da un antagonismo e n t r e l a vida y l a ciencia. l o s historiadores. pues.-. un c o m p l e j o e m p í r i c o . como y temporalmente l o c a l i - e s . E s t e no puede p e n s a r que l a experiencia inmediata del sig- n i f i c a d o -tomando estas n o c i o n e s e n e l s e n t i d o t r a s c e n d e n t a l q u e a q u í l e s hemos dado- puedan impedir l a objetividad d e l conocimiento en l a s c i e n c i a s d e l e s p f r i t u . historia. ccnciic-ión d e p o s i b i l i d a d d e l c o n o c i m i e n t o . l a vinculación a l a vida. como que damos p o r s u p u e s t a e n t r e l a s d i s t i n t a s de l a historia. p u e s t o que s i n e l l s s no s e r í a p o s i b l e n i s i q u i e r a e l conocimiento. economis- " s o m e t e n e l o s p s r s o n a j e s h i s ' t ó r i c o s . 5:Ólo e n e s t e s e n t i d o . sin l a relación práctico-vital nuestro entorno. es decir. Y e l l o l o confirma l a e x p l i c a c i ó n que d a D i l t h e y d e ese a n t a g o n i s m o : t a s . sión objetiva. h a b l a e n t o n c e s D i l t h e y de un antagonismo. que nos v i n c u l a a s i n n u e s t r a i n s e r c i ó n como e l e m e n t o s y p u n t o s ' d e c r u c e de l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . a l o s no- . etc.Señalemos e n primer l u g a r que s i n e l nexo o r e f e r e n c i a vital. P e r o ya sabemos que en s u e x i s t e n c i a r e a l l a vida está siempre "espacial zada'!. ¿Por qué d e u n a " p u ~ n ae n - t r e l a s t e n d e n c i a s de l a v i d a y l a meta c i e n t í f i c a n de las c i e n c i a s humanas? S i n d u d a e s t e a n t a g o n i s m o no puede o r i g i narse-en l a vida entendida en sentido trascendental. l a comprensión misma n o s e r f a p e n s a b l e ..

de l a v c u l t u r a l l . l a nación a que pertenecen. Sólo. p u e s . L a d i s t i n c i d n de. l a v i d a e n s e n t i d o e m p í r i c o . l a referencia a valores es c o n s t i t u t i v a d e l o b j e t o d e l conocimiento en l a s c i e n c i a s humanas. como s a b e m o s .C. s i n l a e x p e r i e n c i a d e l s e n t i d o que surge. P a r a Weber.v i m i e n t o s d e l a s masas y a l a s d i v e r s a s t e n d e n c i a s a s u propio juicio. ta.W.: "¿En qué s e d i s t i n g u e n l o s pre- j u i c i o s l e g í t i m o s de t o d o s l o s i n n u m e r a b l e s p r e j u i c i o s c u ya superación r e p r s s e n t a l a incuestionable t a r e a de toda r a z ó n c r í t i c a l f 1 l o 0 . P e r o l o s v a l o r e s d e l i n v e s t i g a d o r cc p u z o e n i n t e r v e n i r . H a b e r r n a s e n t r e " i n t e r é s d e l conocimientd' e llideologíall s e ñ a l a también.c o m o f a c t o r e s e n e l p r o c e s o d e v a l i d a Y e l mismo ción objetiva de las proposiciones cientificas. mente. l o s ( ~ u b r .. Gadamer. análogamente. l a época e n que viven. y é s t e se h a l l a c o n d i c i o n a d o p o r s u i n d i v i - dualidad.? e l apego a l o s propios valores. algo semejante sucede en Dilthey: evidente- p a r a é l . prejuicios. etc. en e l fondo. puede en- t r a r e n c o n f l i c t o con l a t e n d e n c i a a l a o b j e t i v i d a d . Pues bien. en la interacción práctico-vital s i n l a v i v e n c i a -en c u a n t o f u n - .. d e l hombre c o n s u e n t o r n o . en l a vida.. Se t r a - d e u n a d i s t i n c i ó n p a r a l e l a a l a q u e Weber e s t a b l e c i ó e n t r e l a 'Wertbeziehung' o referencia axiológica como c o n d i c i ó n t r a s c e n d e n t a l d e l a s c i e n c i a s h u m a n a s y l o s j u i c i o s de valor. l a f ~ o n t e r ae n t r e e l n i w l t r a s c e n d e n t a l y e l n i v e l e m p í r i co.). p l a n t e a tambiér! l a s i g c r i e n t e pregunta. d e s p u é s d e s u p r o v o c a t i v a r e i v i n d i c a c i ó n d e l prej u i c i o como f a c t o r p o s i t i v o d e l c o n o c i m i e n t o .

A l P o r e l l o l a v i d a e s c o n d i c i ó n d e l a compren- . 1 8 5 ) . t r a n s f e r i m o s no s ó l o l a común a l o b j e t o y a l s u j e t o . texto: Veamos. mismo t i e m p o . En l a c o m p r e n s i ó n a l o b j e t o a l g o q u e p o s e e " v a l i d e z huma- na u n i v e r s a l n y también " l a s c o n e x i o n e s que e l h i s t o r i a d o r h a v i v i d o e n s í mismo". ni la Ahora b i e n . t i v i d a d d e l mismo. a este respecto. e l siguiente "La c a p t a c i ó n d e l n e x o e f e c t i v o q u e c o n s t i t u y e l a h i s t o r i q s u r g e a p a r t i r d e p u n t o s s i n g u l a r e s e n l o s q u e enlazamos r e s t o s capertenecientes a l pasado mediante su relac i ó n con l a e x p e r i e n c i a d e l a v i d a e n e l comprender. transferimos nuestro conocimiento acerca ds l a s c o s t u m b r e s . l o que n o s r o d e a n o s s i r v e d e m e d i o d e c o m p r e n s i ó n oe l o a l e j a d o y 13 p a s a d o . conexiones p o l í t i c a s . E I . u s o s . VII. procesos re- y e l s u p u e s t o Último d e l a t r a n s f e r e n c i a l o cons- k-ituyen s i e m p r e l a s c o n e x i o n e s que e l h i s t o r i a d o r ha vivid o e n s f mismo" transferimos.damento t r a s c e n d e n t a l d e l conocimiento c i e n t i f i c o . (vII. 161.e s p i r i tual- no s e r f a p e n s a b l e e s t e Ú l t i m o . noción de significado. E s condición para e s t a interpretación del vesti- g i o h i s t ó r i c o que a q u e l l o que n o s o t r o s i n t e r c a l a m o s posea e l c a r á c t e r d e p e r d u r a c i ó n e n e l t i e m p o y d e v a l i d e z hurnana universal. y mucho m e n o s l a o b j e - como n o e x i s t e sentido s i n o s i e m p r e u n a v i v e n c i a y un s e n t i d o concretos. e l l o plantea a s u vez e l problema de l a d i s t o r s i ó n de l a investigación y de su objetividad. Iigiosos. empíricamente determinados. pues. sino t a m b i é n l a f o r m a en q u e n o s o t r o s v i v i m o s e l s i g n i f i c a d o . vivencia en general. Así. e s t o es.

n o s u n e a l o b j e t o : n o l a f a l s a comuni- dad que r e s u l t a d e m e d i r l o con l o s p r o p i o s p a t r o n e s . gundo desde e l p u n t o d e v i s t a empírico. p u e s t o que l a d i s t i n c i ó n a n t e r i o r e s ~ 6 1 0a n a l í t i c a y e n l a r e a l i d a d l o s c o m p o n e n t e s e m p í r i c a s . Con e s t a d i s t i n c i ó n e n t r e e l s e n t i d o e m p í r i c o y e l s e n t i d o t r a s c e n d e n t a l d e l a n o c i ó n d e v i d a n o e s t á . y t r a s c e n d e n t a l e s d e l a v i d a y l a v i v e n c i a se p r e s e n t a n junt c s an l a c o m p r e n s i ó n .s i ó n y a l mismo t i e m p o un o b s t á c u l o p a r a l a misma. es d e c i r . L a d i s c r i m i n a c i ó n e n t r e ambos d e b e r á p r o d u c i r s e e n e l p r o c e s o mismo d e l a c o m p r e n s i 6 n . Es l o E s l o se- L a o b j e t i v i d a d pe- l i g r a c u a n d o e l segundo a s p e c t o es predominante. r e s u e l t o t o d a v í a e l problema de l a o b j e t i v i d a d de l a comprensión. s i n o s ó l o l a c u e s t i ó n de l a coherencia d e l pfentrarniento diltheyano. E n este p u n t o es n e c e s a r i o h a c e r e n t r a r e n juego un segundo elemento que e l p r o p i o O i l t h e y d e s t a c a e n e l t e x t o c i t a d o más a r r i b a : "Encuentro e l p r i n c i p i o para l a s ~ l u c i 6 n d e esta pugna que s e p r e s e n t a e n l a s c i e n c i a s d e l e s p f r i t u . s i n o l a c o m u n i d a d d e l o humano p r e s e n t e e n ambos. primero desde e l punto de v i s t a trascendental. d a n d o l u - g a r al r e c o n o c i m i e n t o d e l o s p r o p i o s l í m i t e s y d e l a v e r d a - uera. que r e s u l t a precisamente d e l reconocimiento de l a diferencia y de l a medida y v a l o r p r o p i o s de l o otro. c u a n d o n o s a c e r c a m o s a l o b j e t o a t r i b u y é n d o l e l o s mismos v a l o r e s y s i g n i f i c a d o s que experimentamos en nosotros m i s mos. s i n embargo. c o m u n i d a d q u e .

culación. todo que h a r e a l i - q u e h a t r a z a d o como s u p l a n . La o b j e t i v i d a d de l a comprensión e s p o s i b l e p a r a D i l t h e y p o r q u e e l mundo h i s t ó r i c o n o c o n s t i t u y e un c a o s i n f i n i t o . en desplazamien- VII.. el cual.) xión. e l significado. S e t r a t a d e un a s p e c t o p r e - s e n t e en todo nexo e f e c t i v o .. s i n o q u e p o s e e e n s i mismo a r t i - e s t r u c t u r a . E I . e l f i n . Lo es l a v i v e n c i a . que c o n s t i t u y e una unidad de p a r t e s e n un todo en v i r t u d de su significado. como s a b e m o s . que a h o r a se t r a t a d e e x p r e s a r . p r o s p e c t i v a m e n t e ccae . 2 2 4 . P I .2 o l d e a m i e n t o d e s u v i d a y s u v a l o r supremo- xión d e v i d a desde d i f e r e n t e s puntos de v i s t a .".n t i d o como v a l o r e n s u v i d a ..d . 200. ) . no es s i n o también n a r t i c u i a c i b n e n e l c u r s o t e m p o r a l n . el valor. i . q u e h a cap- t a d o r e t r o s p e c t i v a m e n t e como s u d e s a r r o l l o . El sentido. Del .. l o e s e l c u r s o d e v i d a d e un i n d i v i d u o e n v i r - t u d d e l a c o n e x i ó n que se l l e v a a c a b o e n 61.e n l a c o m p r e n s i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o como u n n e x o e f e c t i v o c e n t r a d o e n s i mismo. u n a cone- conexión En e l r e c u e r d o h a d e s t a c a - d o a q u e l l o s m o m e n t o s d e s u v i d a q u e e x p e r i m e n t ó como s i g n i f i c a t i v o s m i e n t r a s q u e e l r e s t o l o d e j ó h u n d i r e n e l olv i d o (. y e n l a v i d a m i s m a s e h a c o n s t i t u i d o u n a cone- desde d i s t i n t a s sedes de l a misma. conexión. c . t o s c o n s t a n t e s n ( v I I .mo s u f i n . i . Únicamente dinamismo y e v o l u c i ó n c o n s t a n t e . S u b r . constituyen en e s t e caso principies de selección y configuración: a c e r c a d e l a auto- b i o g r a f í a s e ñ a l a D i l t h e y q u e " e l mismo h o m b r e q u e b u s c a l a c c n a n i ó n e n l a h i s t o r i a d e s u v i d a h a formado y a -en e s o q u e 6 1 h a s e .r. f r.

" C. También l a s é p o c a s c o n t i e n e n u n a conexión.. d e todo o b j e t o a l q u e s e e n f r e n t a e l h i s t o r i a d o r p u e d e a f i r m a r s e q u e p o s e e e n s í mismo u n p r i n c i p i o de unidad y de selección. (VII. s i n o que c o n s i s t e e n "un n e x o e n t r e l a s t e n d e n c i a s d e l a v i d a m i s m a n q u e s e v a c o n s t i t u y e n d o en e l a c o n t e c e r temporal. a l a c u a l l o s seres La p r e m i s a t r a s - . da.. p o r l a f o r m a c i ó n d e v a l o r e s y l a s i d e a s d e f i n d e l mismo.). 2 1 1 . a c a e c e r u n i v e r s a l e s p a r a Weber una p a r t e d e l a c u a l r e s u l t a ordena- c o n s t i t u i d a como s i g n i f i c a t i v a p o r l o s s u j e t o s h u m a n o s : "'cultura' es una s e c c i ó n l i m i t a d a de l a i n f i n i t u d despro- vista-.m i s m o modo p o d e m o s a f i r m a r d e n e x o s e f e c t i v o s más a m p l i o s q u e c o n t i e n e n e n s i m i s m ~ su n a c o n e x i ó n . E l una i n f i n i t u d c a ó t i c a . En o r d e n a e s c l a r e c e r l a p o s i c i ó n d e D i l t h e y . P ' a r a e s t e G l t i m o . E n g e n e r a l . propio: "Así un c e n t r o tenemos que t o d o e l nexo e f e c t i v o d e l a época s e h a l l a d e t e r m i n a d o d e modo i n m a n e n t e p o r e l n e x o d e v i d a .N. a q u e l l a q u e . como sabemos. l a " r e f e r e n c i a a v a l o r e s n d e l s ~ j s t od e l c o n o c i m i e n t o p e r m i t e l a s e l e c c i ó n y l a c o n s t i t u cltri d e l o b j e t o d e l conocimiento: "Sin l a s i d e a s de v a l o r oei i n v e s t i g a d o r no e x i s t i r í a ningún p r i n c i p i o d e seleccZ6n d e l . p o d r á s e r ú t i l r e f e r i r n o s a l p e n s a m i e n t o d e Weber e n t o r n o a l tema q u e rizs o c u p a .161. no puede e x p r e s a r s e mediante una i d e a fundamental.m a t e r i a l n i c o n o c i m i e n t o p r o v i s t o de s e n t i d o d e l o real en cuanto individual . 1 8 6 . .. V I I . . E I . de s e n t i d o d e l a c a e c e r universal. S u b r . humanos o t o r g a n s e n t i d o y s i g n i f i c a c i ó n . p o r e l mundo a n í m i c o .

La posición de Dilthey presenta. inten- n o t i e n e en c u e n t a u n h e c h o f u n d a - . p a r a nosotros. caracterís- ticas d i f e r e n t e s : l a s e s t r u c t u r a s c o n s t i t u t i v a s d e l sujeto (significado. . vivencia. e n que d o t a d o s d e l a c a p a c i d a d y l a vo- l u n t a d d e t o m a r c o n s c i e n t e m e n t e p o s i c i ó n a n t e e l mundo y d e c o n f e r i r l e sentido11162. somos hombres d e c u l t u r a . p r e s e n t a s e n t i d o y s i g n i f i c a c i ó n e n t r e e l f l u j o permanente d z $m E l p l a n t e a m i e n t o d e Weber e s b á s i c a (i:*nque h e t e r o d o x a m e n t e ) k a n t i a n o : e l o b j e t o se c o n s t i t u y e en sl sujeto. "La c o r r i e n t e d e l a c o n t e c e r i n - conmensurable f l u y e de manera i n c e s a n t e hacia l a eternidad. etc.) s o n a l mismo t i e m p o e s t r u c - t u r a s c o n s t i t u i d a s por l a i n t e r a c c i ó n d e l s u j e t o con las. s i v a y'e'xtensivamente. s u j e t o puede c o n s t i t u i r s e l a r e a l i d a d en objet o de conocimiento. c o n e x i o n e s p r e e x i s t e n t e s d e l mundo h i s t Ó r ? i c o ..cendental de toda c i e n c i a de l a c u l t u r a consiste.. "La v i d a nos o f r e c e una m u l t i p l i c i d a d i n f i n i t a de procesos que surgen y desaparecen. La cvonsidera- c i ó n w e b e r i a n a ' d e l a r e a l i d a d como u n c a o s i n f i n i t o . S i c a p r e d e n u e v o y d e m a n e r a s d i s t i n t a s se c o n f i g u r a n los p r o b l e m a s c u l t u r a l e s q u e mueven a l o s hombres y con e l l o s e c a n t i e n e f l u c t u a n t e e l c í r c u l o de l o que. destacándose de l a i n f i n i t a diversidad e n l a c u a l no p o s e e n i n g ú n s i g n i f i c a d o i n t r í n s e c o . a r a Weber. . SiÓlo p o r s u r e l a c i ó n c o n l o s v a l o r e s del. es s61o l a referencia a v a l o r e s l a que i l u m i n a y c o n f i e r e s e n t i d o a una r e a l i d a d i n f i n i t a y d e s p r o v i s t a d e él. e n cambio. P ..

E l h o m b r e e s un s e r h i s t ó r i - un p u n t o d e c r u c e y un e l e m e n t o d e l a s i n t e r a c c i o n e s sociales. sino l a e s t o e s . Y desde este punto de v i s t a . Exper i i a z . Nos r e m i t i m o s e n e s t e p u n t o a l c a p i t u l o c u a r t a d e l p r e s e n t e t r a b a j o . l a s e l e c - d e a c u e r d o c o n Weber. vida. ~ t a m o s s i g n i f i c a d o p o r q u e v i v i m o s e n u n mundo d e s i Q n i c á c ~ d . e l carácter d e cone- D e e s t a forma. co.L a p r e s e n c i a m i s m a d e l s i g n i f i c a d o e n n o s o t r o s tes?-rnonia e l carácter s i g n i f i c a t i v o . x i ó n p r o p i o d e l mundo h i s t ó r i c o . l a misma c a p a c i d a d c o n s t i t u t i v a d e l s u j e t o humano e s s ó l o p o s i b l e p o r q u e e n e l o b j e t o mismo s e e n c u e n t r a n y a e s t r u c t u r a s c o n s t i t u t i v a s .- - La p r i n c i p a l noción t r a s - c e n d e n t a l d e D i l t h e y no e s e l yo t r a s c e n d e n t a l . c i ó n que. e l i n v e s t i g a d o r l l e v a a ca- bo e n l a i n f i n i t a m u l t i t u d d e hechos a t e n o r de s u s i d e a s d e v a l o r no es l a Única e x i s t e n t e . Esta E l o b j e t o se c o n s t i t u y e e n e l s u j e t o p o r q u e p r e v i a m e n t e e l suj e t o s e h a c o n s t i t u í d o e n i n t e r a c c i ó n c o n e l o b j e t o . qué introducen orden y conexión en l a interacción individual. e n e l que t r a t a m o s l a r e l a c i ó n e n t r e individuos y sistemas sociales. a cada nexo e f e c t i v o . E l h o r i z ~ n t ed e s i g n i f i c a d o i n h e - r e n t e a cada época h i s t ó r i c a . p o r q u e e l o b j e t o mismo p o s e e y a u n p r i n c i p i o d e s e l e c c i ó n y está por l o t a n t o estructurado. s i n o que se l l e v a a c a b o e n t o d o c a s o s o b r e l a p r e v i a l a b o r d e s e l e c c i ó n que l a hist o r i a misma h a r e a l i z a d o . es l a que posee propiamente l a capacidad c o n s t i t u t i v a . ha rea- . .o s .mental para Dilthey: e l hecho de l o s sistemas s o c i a l e s . l a i n t e r a c c i ó n e n t r e los s e r e s h u m a n o s .

con- t i n n e un p r i n c i p i o d e s e l c c i ó n que s e d a y a e n l a forma de captar este objeto. p o d r í a n ser s e l e c c i o n a d o s como o b j e t o s d e e s t u d i o p o r l o s i n v e s t i g a d o - r e s e n f u n c i ó n d e sus i d e a s d e v a l o r . Porque e l tratamiento d e l objeto h i s t j r i c o no s ó l o reclama s u separación de l a amplitud d e l nexo e f e c t i v o c o n c r e t o . E l i n v e s t i g a d o r no s e a una i n f i n i t u d d e hechos d i s p e r s o s y ca- r e n t e ~d e s e n t i d o q u e p o d r í a n s e r a g r u p a d o s e n i n f i n i t a s formas. p e r o n o p o d r á n s e r l o porque han s i d o ya destruídos. EI. p r i n c i p i o de s e k c i ó n es i n h e r e n t e a l objeto: de un o b j e t o . ha dejado s u b s i s t i r c i e r t o s aspectos y ha hundido o t r o s i r r e misiblemente en e l olvido. E s t o s Últimos p o d r í a n t a l vez s e r v a l i o s o s o s i g n i f i c a t i v o s p a r a o t r a é p o c a . pues. "La u n i d a d q u e c o n s t i t u y e e l t e m a d e l h i s t o r i a d o r .La l i b e r t a d d e s e k c c i ó n d e l i n v e s t i g a d o r s e h a l l a y a previamente limitada. Y también s u l i b e r t a d en e l estable- c i m i e n t o d e c o n e x i o n e s e n t r e l o s hechos se e n c u e n t r a ya r e s t r i n g i d a por e l orden y l a conexión inherente a l objeto. 1991-. 1 6 4 . . E l s i n o a t o t a l i d a d e s e s t r u c t u r a d a s e n s í mismas. pre- E l orden inherente . s i n o que e l o b j e t o c o n t i e n e a 2 ~ r n g sun p r i n c i p i o d e s e k c i 6 n w ( V I I . y e s t a r e s i s t e n c i a se e x p r e s a e n l a f a l t a d e sen- t i d o que.5 .l i z a d o y a u n a l a b o r d e s e l e c c i ó n y d e e s t r u c t u r a c i ó n . enfrenta. sentan c i e r t a s zonas de dicho objeto. Este p r e s e n t a u n a r e s i s t e n c i a a s e r a r b i t r a r i a m e n t e e s t r u c turado. a p a r t i r de una determinada i n t e r p r e t a c i ó n . VII.

p o r d i s t i n t a s r a z o n e s . como. P e r o e l l o no i m - p l i c a que se p u e d a d i s o l v e r e l p r o b l e m a d e l a o b j e t i v i d a d .a l o b j e t o responde a una i n t e r p r e t a c i ó n errónea con e l sinsentido. e n términos de Dilthey. La resistencia a dicha disoluciÓn e s l o que s e h a l l a e n e l f o n d o de l a d e f e n s a d i l t h e y a n a d e l a a b j e t i v i d a d de l a comprensión. que cualquier r e l a c i ó n con e l o b j e t o s e a adecuada p a r a l a c o m p r e n s i ó n d e l mismo. l o q u e h a b í a m o s p u e s t o e n 61 e n v i r t u d d e n u e s t r a s i t u a c i ó n histórico-existencial. e l n e x o inme- d i a t o de l a v i d a con e l o b j e t o permanece i n s u p e r a d o e n s u inmediatez. . ~ l l dío n d e s e p r o d u c e u n a d i - solución ontoi6gico-existencia1 g i c e s de l a f i b j e t i v i d a d . t r a t s n u o s e y a s e c i l l a m e n t e de "comprender d e o t r o nodon 163 . d e s a r r o l l o progresivo d e l conocimiento. ~ a r.jetivismo c u a s i . y n o l a r e c a í d a e n u n ob- de l o s problemas metodol6- comienza a p e r d e r s e n t i d o e l h a b l a r d e u n p r c q k e s ~ i .p o s i t i v i s t a .e ne l c o n o c i m i e n t o . s o s t i e n e n Gadamer y H a b e r m a s . en una pura r e l a c i ó n ontológico-histórica con e l o b j e t o .. f u e r a d e l a h i s t o r i a .XLa p r o y e c c i ó n d e l a v e r d a d d e l p r e s e n t e s o b r e e l pasado: é s t e no n o s enseña s i n o l o que ya sabíamos. e x i s t a s6- L a c i e n c i a e s p a r a é l un l o una i n t e r p r e t a c i ó n verdadera. para Dilthey. Y l a s u p e r a c i ó n de esta inmediatez es p r e c i s a - . e n t o n c e s a p a r e c e r e s i d e e n que l a a d q u i s i c i ó n d e l a v e l d a d d e l p a s a d o p a r a e l p r e s e n t e pueda ser s u s t i t u í d s . E l l o no s i g n i f i c a que. d e u n " c o m p r e n d e r m e j o r " . e s t o es. E l p e l i g r o q c z . . Para que pudiera d a r s e una i n t e r p r e t a c i ó n d e f i n i t i v a h a b r í a que s i t u a r s e e n e l final.

). Subr.. fines.. cada e n u n a pa- cobra su signi- f i c a d o por s u r e l a c i ó n con e l t o d o d e l a época o período. e s s u s t i t u i d a po- a t e n d i e n d o a s u o r i e n t a c i ó n por por l a experiencia de l a s relaciones- i n m a n e n t e s . c a d a c r e a c i ó n común.M. una r e l a c i ó n d e comunidad r e f l e x i v a con e l o b j e t o basada e n e l reconocimienta de s u diferencia.) De e s t e modo l a r e f e r e n c i a d i r e c t a d e l a v i d a . La a s c e s i s q~:esupone l a r u p t u r a d e n u e s t r a r e l a c i ó n i n m e d i a t a con 21 o b j e t o y e l r e c o r r i d o p o r l a m e d i a c i ó n q u e e s s i e m p r e l a comprensión se v e cecompensada p o r una nueva y s u p e r i o r forma de inmediatez. valores. d e s u s v a l o r e s y s u s f i n e s a l ób. L a c o m p r e n s i ó n e s e n e s t e s e n t i d o un p r o c e s o de formación en e l s e n t i d o c l á s i c o d e l término: de univer- salización de l a personalidad.l o s l o g r o s más a l t o s d e l a c o n i j p r e n s i Ó n . q u e s e d a n e n e l n e x o e f e c t i v o d e l mundo h i s t ó rico entre fuerza efectiva. d e s u novedad. €1. e n e l s i g n i f i c a d o i n h e r e n t e a l mismo. l a validez universal. cada pate de e s t e todo histórico. significado y C. V I I . sentidon (VII. L a t e o r i a d i l t h e y a n a d e l a comprensión r e p r e s e n t a una c o n s t a n t e d e f e n s a de l a o b j e t i v i d a d y c i e n t i f i c i d a d de l a m i s m a f r e n t e a s u conversión en una pura i n t u i c i ó n i r r e s - . (. La obje- t i v i d a d d e l a c o m p r e n s i ó n e n c u e n t r a una c o n d i c i ó n fundamen- tal e n l a c o n e x i ó n i n m a n e n t e a l o b j e t o . labra. 155.jeto h i s t ó r i c o . c o a poco en l a ciencia. E l momento e n q u e ese s i g n i f i c a d o i n - t r L n s e c o se c o n v i e r t e en s i g n i f i c a d o p a r a n o s o t r o s seRala u n o d e . 179-80.mente l a condición de t o d a comprensión objetiva: acción. cada pensamiento.

ponsable: " F r e n t e a l a i r r u p c i ó n c o n s t a n t e de l a a r b i t r a - r i e d a d r o m á n t i c a y d e l a . .s u b j e t i v i d a d e s c é p t i c a e n e l campo de l a historia. 3 3 1 . ( l a hermenéutica o doctrina de l a in- terpretación) debe fundar teóricamente l a v a l i d e z universal de l a interpretación. 3 3 6 ) . VII. € 1 . t o d a l a segu- ridad de l a historia" (v. s o b r e l a que d e s c a n s a .

EPILOGO. P e r o l a n o c i ó n d e v i v e n c i a con- t i e n e una ambigüedad i m p o r t a n t e : tórico-social. HOY. e n g e n e r a l .s o c i a l . E n . mejor. DILTHEY. c i ó n d e l a v i v e n c i a comporta. p e r o no c o n l l e v a s ~ p o s i c i ó no n t o l ó g i c a a l g u n a a c e r c a d e l mundo s o c i a l como u n c o m p u e s t o d e a c t o s p s í q u i c o s i n d i v i d u a l e s . n u e s t r o t r a b a j o h e m o s d e f e n d i d o l a i n t e r p r e t a c i ó n t r a s c e n d e n t a l d e l a n o c i ó n d e v i v e n c i a como a c e r c a m i e n t o aún v á l i d o a l a obra de Dilthey. junto a e s t e carácter his- p o s e e -al mismo t i e m p o e l s e n t i d o d e un h e c h o p s í q u i c o e s t r i c t a m . La c o n s i d e r a c i ó n t r a s c e n d e n t a l de l a v i v e n c i a i m p l i c a q u e l a c o m p r e n s i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o . e l s e n t i d o t r a s c e n d e n t a l d e l a fundamentación d i l t h e y a n a de l a s c i e n c i a s humanas. Y e s t a ambigüedad s e ref l e j a en l a consideración diltheyana de l a s o'bjetividades y s i s t e m a s s o c i a l e s como n e x o s d e i n t e r a c c i ó n e n t r e i n d i viduos. d e l m u n d o s o c i a l mismo. s u p o n e l a e x i s t e n c i a . pre- E s t a concep- e l reconocimiento de l a d i s t a n c i a e n t r o o b j e t i v i d a d e s s o c i a l e s y s e n t i d o sub- -i e t i v a m e n t e experimentado. 1. pues. o.s o c i a l p r e s u p o n e l a e x i s t e n c i a d e l i n t é r p r e t e como e l e m e n t o y p u n t o de c r u c e d e l a i n t e r a c c i ó n s o c i a l . L O S LIMITES DE LA COAPRENSION. p o r q u e l a noc i ó n d e v i v e n c i a posee un carácter h i s t ó r i c o . a s í como.e n t e s u b j e t i v o . E l l o introduce en l a concepción diltheyana de las objetividades sociales . e n t r e d e t e r m i n a d o s a s p e c t o s d e l a expe- riencia de los individuos (vivencias).

_ -. - de ocultar e s t a dificultad. fin.- s i s t e a ser d e s v e l a d o e n t é r m i n o s d e c a t e g o r í a s p r o p i a s de -. Los limites de 1Ei. s i n embargo. es d e c i r .. t e constituye. Refiriéndose a l a s totalidades históricas escribe Dilthey: nCada c o n e x i ó n d e e s t e t i p o posee una e s t r u c t u r a según l a cual s u s p a r t e s constituyen . l a objetivida'tfdel d i f í c i l m e n t e adecuados para r e p r e s e n t a r mundo s o c i a l y s u i r r e d u c t i b i l i d a d a l l o que c o n s t i t u y e e l c o n t e n i - s e n t i d o s u b j e t i v o . n e c e s a r i a de l a comprensión d e l a sociedad y l a historia. e l segundo. p r o p i a d e a q u e l l o s c o n c e p t o s d i l t h e y a n o s q u e t r a t a n d e re- -.e s a misma a m b i g ü e d a d q u e c a r a c t e r i z a l a v i v e n c i a : e l primer s e n t i d o d e e s t a n o c i ó n s u p o n e l a i r r e d u c t i b i l i d a d d e l mundo social a l sentido subjetivo._ ___-social: vivencia. s i b i e n l a p r e s e n c i a d e és- como e x p r e s i ó n d e l c a r á c t e r h i s t ó r i c o d e l una c o n d i c i Ó n . E s t a e x t r a ñ a p a r a d o j a d e r i v a d e hecho d e l a ambigüedad . hombre. valor. e x t r z í d o s de l a i n t e r a c c i ó n i n t e r p e r s o n a l . - = E l propio Dilthey no t r a t a . d o r s e n c i a l d e l a n o c i ó n d e h i s t o r i c i d a d d e l hombre. son nociones expresan l a experiencia su-bjetiva de e s t a relación entre personas y 'son. por l o tanto..s o c i a l s e re- ._ _ - - - - significado. p r e s e n t a r l a m e d i a c i ó n e n t r e i n d i v i d u o y mundo h i s t ó r i c o .teoría hermenéutica de Dilthey vienen determinados p o r e s t a paradoja: l o q u e p o d r í a m o s l l a m a r e l as- p e c t o m a c r o s o c i o l Ó g i c o d e l mundo h i s t ó r i c o .-- -- < . conduce a l a a f i r m a c i ó n o p u e s t a s e g ú n l a c u a l e l mundo s o c i a l e s u n a red de actos subjetivos. l a interacción interpersonal.

en m i opi- e n l a s determinaciones empíricas incorporadas en l a . . 282. e l modo d e e s t a e s t r u c t u r a e s d i - f e r e n t e d e l a que o f r e c e l a conexión psíquica* (VII. p e r o c o n un s e n t i d o muy d i f e r e n t e q u e s i s e t r a t a r a d e s e r e s i n d i v i duales" ( u I I . 263. s i n o que podemos e n c o n t r a r l a t a m b i é n e n determinadas c o r r i e n t e s sociolÓgicas contemporáneas de . de hecho. 264. c o n s t i t u y e . -- E l . l a m é d ~ l ad e l a n o c i ó n d i l t h e y a n a d e h i s t o r i c i d a d d e l h o m b r e y de l a v i d a . C i t e m o s un Ú l t i m o t e x t o especialmente expresivo de esta dificultad: "Buscamos a l - e s l o Ú l t i m o a d o n d e h e m o s l l e g a d o d e s p u é s d e un mas-. t o d o es p e r o ¿ p o r dónde e n c o n t r a r a l m a s a l l í d o n d e n o hay u n a l m a i n d i v i d u a l ? (VII.un t o d o . nión. E I . p e r o ~ c u á le s l a d i f e r e n c i a ? Igualmente señala nuestro autor: "La c a t e g o r í a d e f i n d e l o s s e r e s i n d i v i d u a l e s p u e d e s e r t r a n s f e r i d a a s e m e j a n t e c o n e x i ó n h i s t ó r i c a . € 1 . 2 8 9 ) . VII. Ahora bien. VII. ciertamente. D i l t h e y no l o aclara. VII. l a r g o d e s a r r o l l o de l a h i s t o r i o g r a f í a : zcción recíproca de unidades psíquicas. o r i e n t a c i ó n comprensiva1 6 3 ~ L a s raíces de e s t a p a r a d o j a han de buscarse. 2 8 9 ) . s i n embargo. En e f e c t o . no encontramos en D i l - t h e y una fundamentación adecuada y s u f i c i e n t e de t a l i r r e ductibilidad. p s í q u i c a . e n v i r t u d d e l a a m b i g ü e d a d s e ñ a l a d a más a r r i - No s e t r a t a d e u n a d i f i c u l t a d e x c l u s i v a d e l p e n s a m i e n - t o diltheyano. L a i r r e d u c t i b i l i d a d d e l a s objetividades s o c i a l e s a l s e n t i d o subjetivamente experimentado es claramente reconocida. 308-9). ba.

--- r - 3 - carácter t r a s c e n d e n t a l - - . Hemos d e r e f e r i r n o s a q u í i g u a l m e n t e a l contexto histórico-social en e l que surgen l o s princi- pales conceptos diltheyanos. y presupone .s o c i a l e s c0ndici. de sujeto y objeto. En e s t e c o n t e x t o h a y contemplativo.- . e n e l - nos u n i f i c a con l o o t r o en l a íntima familiaridad d e l s e n t i r que 1 2 c a r a c t e r i z a . i n c o r p o r a e n si ' l a e x p e r i e n c i a d e l a i d e n - e l 'Erleben' tidad. l a h i p ó s t a s i s d e una s u b j e t i v i d a d no d e s g a r r a d a .noción de vivencia. e n Hegel. _Y e s a i d e a que e n Goethe..Ó" d e l a uni- dad d e i n d i v i d u o y t o t a l i d a d . a su nacimiento en e l seno de l a oposición al utilitarismo y al positivismo. en Fichte. La u n i d a d d e s u j e t o y o b j e t o . c i ó n d e vivenci'a: caos. e n c i e r r a una a d q u i e r e e n D i l t h e y un tono inconfundiblemente nostálgico. La c o n s t i t u c i ó n signi'- f i c a t i v a d e l mundo h i s t ó r i c o . _^_= . q u e d e s t a c a r e l momento e s t é t i c o . d e s t r u c c i ó n d e l a i n d i v i d u a l i d a d y mec a n i z a c i ó n d e l a e x i s t e n c i a humana. en l a que nexos v i t a l e s y s i g n i f i c a t i v o s e s t r u c t u r a n l a unidad de sujeto y objeto.- - --- g u l a t i v o d e l conocer -su .. q u e r e s u l t a n d e s u a r r a i g o e n e l munl a unidad y armonía d o c u l t u r a l d e l "movimiento alemánu: de individualidad y totalidad exigen l a transparencia sign i f i c a t i v a de e s t a totalidad para l a experiencia subjetiva. d e l a no- l a v-i v e n c i a e s c r e a d o r a d e s e n t i d o . - a s í como d e una determinada concepción d e l s o c i a l i s m o e n términos de z a s i f i c a c i 6 n a w i a l . p r o m e s a d e trans:'f o r m a c i ó n s o c i a l . Pero cuando l a i d e a de unidad l a i d e a d e l a c o m p r e n s i b i l i d a d d e l sen- t i d o d e l mundo s o c i a l p i e r d e s u c a r á c t e r d e p r i n c i p i o r e .

E l l o pone límites o b j e t i v o s a l a consideración efectiva. pues. e n l a medida e n que s e e n t i e n d e a sí m i s m a 7-.debe s c t z b l e c e r r e l a c i o n e s que resultaban i n v i s i b l e s p a r a e s t a Última.como comprensión de siqnificado.n a t u r a l e z a mediata del individuo.a t i v o e s inmanente a l o b j e t o con e l reconocimiento d e Pa opacidad d e . como s e ñ a l ó M a r x . i n s u f i c i e n c i a d e l a c o n c e p c i d n d i l t h e y a n a a c e r c a d e l a mediación e n t r e i n d i v i d u o y o b j e t i v i d a d so- c i a l t i e n e como c o n s e c u e n c i a e l h e c h o d e q u e t o d o e l c a m p o de l a objetividad histárico-social no v i n c u l a d o p o r rela- c i o n e s inmanentes d e s i g n i f i c a d o permanezca en s u inmedia- tez. . actual.n- . y exige La complementación d e l p r i n c i p i o según e l c u a l e l nexo s i g n i f i c . h a d e ser completada por l a ~ r i t i c a l ~ ~L ba . y e l ámbito de l a conciencia in- por l a i r r e d u c t i b i l i d a d de s u s le-' y e s y mecanismos a l a e x p e r i e n c i a v i v i d a i i n m e d i a t a -pues. de l a s objetividades s o c i a l e s como n e x o s d e i n t e r a c c i ó n s i g n i f i c a t i v a . E l l o i m p l i c a a l mismo t i e m p o q u e l a c o m p r e n s i ó n no puede ser.:.isamente -.trictamen- . . La comprensión.ir~:::::.--t. e n é s t a n o h a l l a m o s s i n o u n a i m a g e n sis- temáticamente distorsionada. Ya M a r x c a r a c t e r i z ó l a m o d e r n a s o c i e d a d I 1 - -. . e f e c t i v a .= y i a d a por--. c a p i t a l i s t a como u n t i p o d e f o r m a c i ó n s o c i a l d e t e r m i n a d o por l a separación entre las relaciones sociales: cosificad a s como c u a s i .la c o n e x i ó n d e l a é p o c a m i s m a . a d q u i e r e e n t o n c e s u n ca-r i z i d e o l ó g i c o . i n a c c e s i b l e a l a comprensión. es. c i e r t a s zonas de l a conexión h i s t ó r i c a para si g i s m a . s i n o qua .s u r e a l i z a c i ó n a c t u a l ..

l a cons- t a n t e i n t e r a c c i ó n d e l hombre y s u e n t o r n o n a t u r a l yla. e l capitulo tercero del presente trabajo l a sistemática depreciación q u e e l c o n c e p t o d e " t é c n i c a n s u f r e e n l a o b r a de Dilthey e n favor de l a interacción s i g n i f i c a t i v a entre l o s hombres. l a c u a l h u n d e sus r a í c e s e n l a d i a l é c t i c a h e g e l i a n a . d e l a e s p e c i e h u m a n a e n su con- de manera que e l e s t u d i o d e l a s r e l a c i o n e s e n t r e técnica.. c r i - s i s e c o l ó g i c a p o n e e n p e l i g r o l a e x i s t e n c i a m i s m a d e l "mundo histórico" junto. e n n u e s t r a é p o c a n o s hemos h e c h o e s p e c i a l m e n t e s e n s i b l e s p a r a e s a i n s ~ f i c i e n c i a ' ~ l~ a.n a t u r a l . no ~ 6 1 0n e c e s i t a e l c o m p l e m e n t o d e l a c r í t i c a . a d r e q u i e r e i g u a l m e n t e e l e s t u d i o d e La i n t e r a c c i ó n entre l a sociedad y l a naturaleza. introduce un f a c t o r d e n e c e s i d a d n a t u r a l La comprensión. diltheyano.necesidad c o n s t a n t e de l a t é c n i c a y e l trabajoen las relaciones sociales irreductible a l sentido. s i n o una urgencia. e l estudio de l a s o c i e d . por l o tanto. Ya s e ñ a l a m o s 9 n .P e r o e s i m p o r t a n t e h a c e r n o t a r u n a ziegunda c i r c u n s t a n c i a e n v i r t u d d e l a c u a l l a c o n e x i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o s o c i a l n o p u e d e ser n u n c a p l e n a m e n t e t r a n s p a r e n t e p a r a l a comprensión d e l significado: l a mediación n a t u r a l de l a s o c i e d a d . n a t u r a l e z a y s o c i e d a d e n n u e s t r o p l a n e t a n o es a s l o un d e s i d e r a t u m . e s t u d i o que desborda amplliamente e l m é t o d o d e l a c o m p r e n s i ó n y r e q u i e r e un conocimiento nomol6gico y c i e n t í f i c o . además. pero. D i l t h e y c o n s i d e r a l a n a t u r a l e z a como m e r o s o p o r - t e o c o n d i c i ó n d e l mundo h i s t ó r i c o . S:in e m b a r g o . f r e n t e a l a sepa- .

L a o b r a d e S c h u t z " F e n o m e n o l o g i a d e l mundo es. s i n embargo. o n l a p r o p i a i n t e n c i ó n d e l a u t o r . D i l t h e y no s ó l o l l e v ó a cabo una t e o r f a de l a comprensión histórica. E l l a z o que l a une a l a i n v e s t i g a c i ó n s o c i o l ó g i c a r e a l es casi inencontrable. s u n e c e s a r i a r e f e r e n c i a e s un i m p e r a t i - vo de n u e s t r a 6poca 2.r a c i ó n diltheyana e n t r e c i e n c i a s de l a naturaleza y cienc i a s d e l e s p i r i t u . l o cual.c i e n t í f i c a d e n t r o d e e s t a s mismas c i e n c i a s . s i n o que p r a c t i c ó l a comprensión amplia e inten- samente a l o l a r g o de toda s u vida. canceptos teórico-filosóficos Y l a cercanía de sus a l a práctica historiográ- f i c a e s l a v e n t a j a q u e t o d a v í a hoy podemos a p r e c i a r e n l a t e o r í a diltheyana de las ciencias d e l espíritu frente a o t r o s i n t e n t o s d e f u n d a m e n t a c i ó n d e estas: c i e n c i a s . siera referirme solamente a dos casos: Qui- Alfred Schwtz y P e t a r W i n c h . un i n t e n - t o de f u n d a m e n t a r l a s o c i o l o g í a c o m p r e n s i v a d e Weber a t r a vés d e una investigación de l a noción de "sentidow. L o q u e n o s a s o m b r a a ú n e n l a o b r a d e D i l t h e y e s l a i n t e n s i d a d con l a que se d e d i c ó p o r i q u a l a s u l a b o r f i l o s ó f i c a d e f u n d a m e n t a c i ó n d e l a s c i e n c i a s humanas y a s u l a bor h i s t ó r i c o .f e nomenológica. . e n t o r n o a l a c o n s t i t u c i ó n d e l mundo s o c i a l . f i l o s ó f i c o . no p r e j u z g a s u v a l o r f i l o s ó f i c o n i s u eventual función de inspiración . e n s u r e a l i z a c i ó n e f e c t i v a hemos d e c o n s i d e r a r l a más b i e n como u n a i n v e s t i g a c i ó n a u t ó n o m a . S i n evhargo.

más a d e c u a d a .~ i t t ~ e n s t e i n i a n a ' ~ ' u. La p r o b l e m á t i c a d e l a comprensión no es sino filosófica. l o s c o n c e p t o s d e D i l t h e y -pensemos. Este mismo c a r á c t e r d e l a t e o r í a f i l o s ó f i c a d e D i l t h e y h a c e . e n u n a n o c i ó n t a n r i c a como l a d e " n e x o e f e c t i v o w . puede s e g u i r una r e g l a . s o b r e l a b a s e d e l a t e o r í a f i l = s Ó f i c r l .de determinadas corrientes de investigación. .chutz. d i f í c i l m e n t e se hubie- r a r e c o n o c i d o e n l a s i n t r i n c a d a s d i s t i n c 5 o n e s d e S. juego d e l e n g u a j e y forma de vida. En s u o b r a " C i e n c i a s o c i a l y f i l o s o f í a 11166 Liinch t r a t a d e l l e v a r a c a b o . p. en m i o p i n i ó n .l l e v a n e n t o d o momento l a i m p r o n t a d e l a i n v e s t i g a c i ó n h i s t ó r i c a real. srnpírica.ej. que s ó l o l l e v ó a c a b o i n v e s t i g a c i ó n metodológica cuando l e f u e r e a l m e n t e i n d i s p e n s a b l e p a r a l a r e a l i z a c i ó n de s u s e s t u d i o s s o c i o l ó g i c o s % ye c o n ó m i c o s . Winch s i t ú a e n e l p u n t o d e p a r t i d a de s u a n á l i s i s las importantes nociones ~ i t t g e n s t e i n i a n a s de regla. n a f u n d a m e n t a c i ó n t r a s c e n U G . l C L U ~s ~o 5:: a t r a v é s de una i n v e s t i g a - bas l o s supuestos necesarios de todo conocimiento o s t e campo. E l propio W e b e r ( t u y o c a s o e s m u c h o más s e m e j a n t e e l d e O i l t h s y ) . más c e r c a n a a l p r o c e s o r e a l s u concepción d e l p r o c e s o d e comprensión que l a desgrrol l a d a p o r Winch. P o r e l c o n t r a r i o . ~ d e l a s c i e n c i a s humanas. i n c o r p o r a n l a e x p e r i e n c i a v i v a d e l a misma. t i e n e que v e r con l a s condicio- n e s a p r i o r i d e l a p o s i b i l i d a d d e t o d o c o n o c i m i e n t o empír i c o d e l mundo s o c i a l . . Uno s o l o n o p u e s t o que l a noción " s e g u i r una regla" i m p l i c a lógicamente que t i e n e s e n t i d o d i s t i n g u i r .

cer h a c i a C r i s e i d a e s i n t e l i g i b l e ú n i c a m e n t e e n e l c o n E ~ x t cd e l a s c o n v e n c i o n e s d e l amor c o r t e s a n o . Una c o n d u c t a s o m e t i d a a r e g l a s es. Una c u l t u r a : s e c o n v i e r t e e n un sistema c e r r a d o i n a b o r d a b l e s a l v o d e u n a v e z y p o r c o m p l e t o .e se t r a t e . P e r o e n ese c a s o una p r o b l e m á t i c a e m p í r i c a d e l a comprensión a p e n a s es concebible.entre una forma i n c o r r e c t a y o t r a c o r r e c t a d e h a c e r a l g o . Comprender una conducta es c o n c e b i r l a como l a a p l i c a c i ó n d e u n a r e g l a . p u e s . Seguir r e g l a s es vi- v i r una forma d e vida. s i n o que i m p l i c a una "comprensión". porque es d e . l a cul- tzrz-:&. una conducta s o c i a l . c o n l o q u e a l mismo t i e m p o q u e d a n y a c o m p r e n d i d a s . E l c o n o c i m i e n t o d e t a l c o n d u c t a no supone una s i m p l e o b s e r v a c i ó n e m p í r i c a . Aplicada e s t a concepción a l a comprensión de c u l t u r a s o épocas extrañas. Entender a T r o i l o p r e s u p o n e e n t e n d e r e s a s convenciones.W. e l l o sig- n i f i c a que l a comprensión d e e x p r e s i o n e s o " m a n i f e s t a c i o n e s v i t a l e s n (por emplear l a terminología diltheyana) particul a r e s e s s ó l o p o s i b l e s i s e c o m p r e n d e p r e v i a m e n t e e l sis- t s m a d e r e g l a s . d e b e e s t a r y a comprendida e n s u t o t a l i d a d para que pueda entenderse cualquier manifedación de l a misma. . l a f o r m a d e v i d a d e l a q u e t a l o c u a l manif e s t a c i ó n e s u n a e x p r e s i ó n . Ahora 168 ellas d e d o n d e s u s a c t o s e x t r a e n s u s i g n i f i c a d o t t bien. p o r más q u e e n u n m o m e n t o d a d o n o s e p u e d a f o r m u l a r e x p l í c i t a m e n t e l a r e g l a q u e s e s i g u e . si e l l o es así. entonces el sistema de r e g l a s . E s t a c o n c e p c i ó n sa r e s u m e e n e l s i g u i e n t e e j e m p l o d e Winch: "La c o n d u c t a d e l T r o i l o d e CPst.

.de manifiesto l a constante interacción e n t r e l a comprensión h i s t ó r i c a de l o individual y l a formación conceptual: l a determinación d e l nexo efec- t i v o "amor c o r t .W i n c h como. pero para.d e una v e z . c L u i r a T r o i l o er! 6 1 . para Dilthey. e s t o es.m o n á d i c o s . y a l i s t o s . que comprender esas convenciones n o e s independ i e n t e d e comprender a T r o i l o . p o r t o d a s : . p e r o aRadtrfa inmediatamente que entender a T r o i l o es precisam e n t e un momento e n l a c o m p r e n s i ó n d e e s a s c o n v e n c i o n e s . entender a T r o i l o corno e x p r e s i ó n d e l a m o r c o r t e s a n o h e d e t e n e r y a un: concepto g e n e r a l d e este Gltimo. como s i s t e m a s c e r r a d o s remite a l a s raíces l ó g i c o .to d e l a c u e s t i ó n . D i l t h e y d a r í a l a ra- zón a Winch e n s u a f i r m a c i ó n d e q u e e n t e n d e r a T r o i l o p r e s u p o n e e n t e n d e r l a s c o n v e n c i o n e s d e l amor c o r t e s a n o . e s t o s sistemas d e r e q l a s se c o n s t i t u y e n y se t r a n s f o r m a n en l a interacción hiskórica.. d e l a f i l o s o f í a d e Wittgens- l a c o n c e p c i ó n d i l t h e y a n a d e l o s n e x o s e f e c t i v o s es- t á extraída de l a experiencia historiog$afica: las cultu- . D i l they expresaba e s t o a l poner. .todas sus manifestaciones posibles.e s a n o " ( l a e l a b o r a c i ó n d e l t i p o ) p r e s u p o . tlinch. de forma c a r a c t e r i s - t i c a .e l a comprensihn de S-LIS m o m e n t o s particulares. presupo- ne e n t r e o t r a s cosas entender a Troilo.. no p e r c i b e e s t e s e g u n d o aspea. d e n c i a s d e l a v i d a misma. como "un n e x o e n t r e l a s t e n - que s a va constituyendo en s u c u r s o n .a r i t m é t i c a s tein. que m e p e r m i t a in- c o n c i b e l o s sistemas d e r e g l a s d a d o s . La c o n c e p c i ó n d e Winch a c e r c a d e l a s c u l t u r a s como e n t e s c u a s i .

---r i c o . 0 ~d e s u t r a n s f o r m a c i ó n .e l l o e s . Las condiciones t r a s c e n d e n t a l e s d e l a comprensión que e s t a b l e - .~ c . e s t a . y l a c o n v i e r t e e n un p r o blema puramente lógico-conceptual: l a comprensión d e una expresión presupone l a comprensión d e l sistema entero. s e g ú n h e m o s s e ñ a l a d o a l o l a r g o d e este t r a b a j o : no son sistemas cerrados. forü'ian s u sistema d e .e.d e n t r o o d e s d e f u e r ~ a .r a s n o s o n e s o s e n t e s c e r r a d o s q u e c o n c i b e Winch. L o s n e x o s e f e c t i v o s h i s t ó r i c o s l l e v a n e n s i mismos - l o s p r i n c i p i .-----. s i n o que c o n d u c e n d e s d e s í m i s m o s más a l l á d e s i m i s m o s . y e m p l e o l a exp r e s i ó n w m o m e n t o ~p a r a s u b r a y a r l a i n s e p a r a b i l i d a d d i a l 6 c t i c a d e ambos e n e l p r o c e s o h i s t ó r i c o .-e-n s i ó n d e l o i n d i v i d u a l y f o r m a c i ó n c o n c e p - - . o r n ~ r e ~ s i 6 @ p o r q u e e l i n t é r p r e t e mismo e s t á i n s e r t o e n un a c o n t e c e r que h a s i d o p o s i b l e en v i r t u d d e que l o s nexos h i s t ó r i c o s ?:en p o d i d o l l e v a r d e s d e s f m i s m o s más a l l á d e sí m i s m o s EI poner en c u e s t i ó n s u s p r o p i o s p r i n c i p i o s -bien desde . La i n t e r a c c i ó n -cons- t a n t e d e c o m p r. e s t o es. u .. p o r i n f l u e n c i a d e o t r a s c u l turas. ~ o g i & l. Winch. . t u a l r e m i t e -a --... c o n c e p c i ó n a c e r c a d e l a c o n t e c e r h i s t-ó... sino n e x o s e f e c t i v o s q u e i n c l u y e n e n s f t a n t o e l momento d i n á m i c o d e l a i n t e r a c c i ó n y e l a n t a g o n i s m o d e f u e r z a s como e l momento d e l a c o n f i g u r a c i ó n y l a u n i d a d .r e g l a s . ~ .. trans- por u s a r l o s términos de - Y p r e c i s a m e n t _e _p_o -r . L a c o n d i c i ó n q u e Winch e s t a b l e c e p a r a l a c o m p r e n s i ó n d e una conducta o expresión i n d i v i d u a l hace impensable l a c o m p r e n s i ó n como t a r e a e m p í r i c a .

posible. porque !a3 r e g l a s q u e y o s i g o n o c o i n c i d e n c o n l a s q u e r i g e n e n m i objeto de estudio. ---+. u n a r e g l a n .-.l-a " . l l a . n o--c i ó n d e " r e g . .. e l .. No q u i s i e r a t e r m i n a r e s t e t r a b a j o s i n r e f e r i r m e a l a relevancia de l e obra de Dilthey en e l contexto de l a r e c u p e r a c i ó n a c t u a l d e l a p e r s p e c t i v a pragmático-comunica- .. . o . ~ s n t --em i p r o p i a e x p e r i e n c.-. La compren- p e r o es también n e c e s a r i a . pre significado. --- d u a l como d e l s---i s t e m a d e r e g l a s __q u e -l. n o puedo s a b e r (ernpiricamente) naturalrnen- s i e l hombre h a s i d o s i e m p r e un e l e m e n t o y un " p u n t o d e c r u c e n d e l a i n t e r a c s i e l hombre h a e x p e r i m e n t a d o siem- ci6n histórico-social. _.a r m e e n p o s e s i ó n d e.d-e " s e g u i r .l a -~ F-- -- . . Una e x p r e s i ó n a p r o x i m a d a d e l o mismo e n t e r m i n o l o g í a d e Winch s e r í a l a s i g u i e n t & : l a y ~ o n d i ~ i 6dne l a c o m-p r e n s i ó n .r i g e n.. u n e l e m e n t o y un p u n t o d e c r u c e d e l a i n t e r a c c i ó n histórico-social. experimento en m i propia vida l a inte- r a c c i ó n s o c i a l y puedo por e l l o comprenderla.nA 3 i es.. b a l. s i n embargo. -. l o q u e e s l o mismo. e l l o g r o d e la'misma r e q u i e r e u n a c o n s t a n t e i n t e r a c c i ó n e n t r e l a comprensión de l a expresión i n d i v i d u a l y l a cornprensi6n d e l sistema d e r e g l a m que l a rigen. l o que sé es que e n o t r o ca- s o n o l o l l a m a r í a " h o m b r e n . t a n t o d e u n a c_ _o n d u_ _c_ t_ a i n d i v i . p o r q u e s o y u n s e r p r á c t i c o e h i s tórico. P .- . l. . .-i a--. p u e s . te. .-a. e s s e n c-i. " 3.c e D i l t h e y s o n más m o d e s t a s : p u e d o c o m p r e n d e r p o r q u e po- s e o una experiencia inmediata d e l s i g n i f i c a d o (vivencia).

Apel.entre Dilthey y l a f i l o s o f i a pragmatista.m e d i a d a p o r e l s i g n i f i c a d o - entre los h o m b r e s . p a r a c i ó n -que e n e l c o n t e x t o mencionado. de en l o s m a n u s c r i t o s p r e p a r a - e l contexto práctico-vital -la v i v e n c i a y e l significado.t i v a en e l tratamiento d e l lenguaje y de l a sociedad misma.s ó l o algunos- son a q u í d e obligada r e f e r e n c i a . etc. . N o m b r e s c o m o l o s d e Plead. Habermas. P e i r c e . como " p u n t o d e c r u c e l t d e l a noción d e "nexo e f e c t i v o w ir- l a n o c i ó n d e v i d a como i n t e r a c c i ó n ( ~ e c h s e l w i r k u n g )..H. l a consideración d e l in- d i v i d u o -y de l a vida psfquica- l a interacción social. p r e s e n t e s e n su o b r a . kungszusammenhang). especial- con l a i m p o r t a n t e s a l v e d a d de que l a o b r a d e D i l t h e y es c o n s i d e r a b l e m e n t e a n t e r i o r a l a de ~ s a d ' : ~p e~n s e m o s . . . c i t a r . p r o c u r a n d o d e s t a c a r más b i e n l a s b a s e s . d e e s t u d i o p o r s í m i s m o l a com- a r r o j a r í a s i n duda s o r p r e n d e n t e s coinciden- cias. q u e p e r m i t i r f a n a é s t a o c u p a r un l u g a r d e excep- ción -cuasi-fundacionals e n t a r í a . n . Hemos s u b - r a y a d o l o s momentos de r u p t u r a d e D i l t h e y con e l romantic i s m o . l a concepción d e l o s sistemas s o c i a l e s como n e x o s d e i n t e r a c c i ó n comuni- . torios d e l a n E i n l e i t u n g . Repre- u n t e m a . e j . Mead. -por W i t t g e n s t e i n . p . Uinch. m e n t e l a o b r a d e G. l a c o n s i d e r a c i ó n d e l c o n o c i m i e n t o en e l c o n t e x t o de l a vida y de l a actividad práctico-vital. E l l e c t o r f a m i l i a r i z a d o con t a l proble- mática h a b r á p o d i d o a d v e r t i r que d i c h a p e r s p e c t i v a h a const i t u i d o en g r a n medida e l h o r i z o n t e que h a o r i e n t a d o l a l e c t u r a de D i l t h e y propuesta en este trabajo. e j. p .

l a f u n d a m e n t a c i ó n d e l a c o m p r e n s i ó n sn- b r e l a p r e v i a i n s e r c i ó n d e l i n d i v i d u o en u n a c o m u n i d a d d e i n t s j r a c c i ó n e n t r e l o s hombres.cativo-práctica. p o r c i t a r a l g u n o s e j e m p l o s . .p r a g m á t i c a e n e l trata- miento de l a s c i e n c i a s s o c i a l e s y de l a f i l o s o f í a . constituyen conceptos -centrales en nuestra interpretación- que j u s t i f i c a n l a r e l e v a n c i a de l a obra de D i l t h e y p a r a l a a c t u a l perspectiva l i n g ü í s t i c o ..

49-135 --- p a r a l a c o n c e p c i ó n d e iba n a t u r a l e z a e n G o e t h e y e l romanticismo. I l s e Tere- Buenos Aires.. MARINI. GCDE VCK AESCH. K o r p h o l o q i e und H e r m e n e u t i k . Alexander.. x I I I / ~ . Milán. V o l . 1947. 2. Giuffre. Zur fiethode von D i l t h e y s S t u t t g a r t . Roma.2 0 9 . mo c f r . 2 vols. (cfr.XCIIIss. cit. México. pp. 4. varios autores: Giuliano. MISCH.> R o d i h a s e ñ a l a d o l a p r e s e n c i a e n D i l t h e y d e u n a u t é n - t i c o programa llrnorfolÓgicoll.C. Scienza e f i l o s o f i a i n Giuseppe. Asthetik. pp. 3-80. Frithjof. E l Kadrid. 46-7 . p. Dilthey. s a 8. 1 9 6 7 . A. i g u a l m e n t e .). .1. Esoasa-Calpe. C f r . Vol. pp. e u b n e r / V a n d e n h o e c k XIII p. Ver R G D I .. formulado ya e n l a "Vida de Schleiermacher" "Vorbericht". Cfr. G u i d a e d ' i t o r i . a l m a r o m á n t i c a y e l s u e ñ o . S o b r e e l terna e s p e c í f i c o d e l p o s i t i v i s - CACCIATORE. M I S C H . 1975. D i l t h e y s "Gesamrnelte S c h r i f - S t u t t g a r t / ~ ~ t t i n g e nT. . Kohlhammer. lo. c i s g o alemán y l a r c i e n c i a s naturales. E l rornanti- Tr.. Es también i n t e r e s a n t e e l e s t u d i o c l á s i c o de BEGUIN. Dilthey e l a c o r n ~ r e n s i o n ed e l mond'o u m a n o . 1978). llVorbericht". & Ruprecht. 3. Ronanticismo y p o s i t i v i s m o constituyen f a c t o r e s de l a formación i n t e l e c t u a l d e l joven Dilthey destacados por así. V. G e o r g .<1S~rt. F. 1 9 5 4 (reimpr. 1 9 7 6 . ten'". d e B r u g q e r .E.

LANDGREBE. sa a r t í c u l o . publicado en 1855. 1 4 . 11 ( 1 9 2 8 ) . 1 9 4 6 ( ~ i r n ~ rF . G. Sólo e n esta experiencia . S c h l e g e l . Der D u r c h b r u c h d e s q e s c h i 3 t l i c h e n Denkens i r n 1 9 . 1967.S. p p . 10. Gesarnrnelte S c h r i f t e n . p. liDas op. cit. C .. L é s -s i n g s G e i s t . Peter. ~ a n d c j r e b e b e ñ a l a l a p r e s e n c i a d e e s t a t e n d e n c i a rnorf o l ó gica. XCVII. S c h i l l e r acerca de Goethe. lag. ( ~ b . E n 1 8 8 0 e s c r i b i r á D i l t h e y a c E r c a d e l a v i d a : s ó l o e x i s t e a l l í donde. F r e i b ü q i. Rodi. 6 .B. x I u / ~ . p. C i t . 8. pp. 153. p. 237-366 1 9 2 8 ) . México. €b. e n Max N i e r n e y e r Ver278ss. por Nisch. X I V / ~ . llDiltheys Theorie der GiesteswissenschaFten". C f r . Lud- 3 a h r b u c h f ü r P h i l o s o p h i e und p h ~ n o m e n o l o q i s c h eF o r s c h u n q vol. 597-787. --Nerder. l t V o r b e r i c h t l l . p e n s a m i e n t o d e D i l t h e y . "Ferdinand Chris- IV. 93 h e r m e n e u t i s c h e S y s t e r n S c h l e i e r m a c h e r s i n d e r Aus- e i n a n d e r s e t z u n g m i t d e r a l t e r e n p r o t e s t a n t i s c h e n Her-rnenutik". p p . "La v i d a e n un s e n t i m i e n t o d e s í mismo. 1. Fr. cit. México.5. en INAZ. 403-32. se d i s t i n g u e d e l a e x t e r i o r i d a d q u e e j e r c e s u i n f l u e n - cia a q u e l l o que s e p e r c a t a de l a m i s m a y ejerce a s u v e z una c o n t r a i n f l u e n c i a . c i t . Cfr.p p . E . 21-48 11. Acerca de l a escueHUPJERNANN. . 673. por Dilthey. p. que se e x t i e n d e p o r t o d o s l o s e s c r i t o s tempra- nos. cit. J h . t l a n Baur". 1 9 7 9 ) . E l C o l e g i o d e México. tb. Eugenio. l a t e o l Ó g i c a d e Tubinga cfr. 9. p . wig. Halle Saale. 7. haciéndola remontar a Goethe.

E n r e a l i d a d .1 5 7 ) s i n o también en l a obra de Herbart e n c o n t r a r á D i l t h e y e l esbozo de una consideración dinámica d e l a h i s t o r i a opuesta a l a o r i e n t a c i ó n schleiermacheriana: I1Los q e n i a l e s d e s a r r o l l o s d e H e r b a r t t i e - nen y a un m é r i t o e x t r a o r d i n a r i o p o r e l h e c h o d e que r e c o n o c e n l a r e l a c i ó n d i n á m i c a ( ~ r a f t v e r h ~ l t n i sd )e t o d a s l a s f u e r z a s s o c i d e s que se h a l l a n e n i n t e r a c c i ó n e n un momento d a d o como f u n d a m e n t o d e t o d a e x p l i c a c i ó n de una s i t u a c i ó n s o c i a l p a r t i c u l a r .. m ~r-n de s u d e s a r r o l l o que f l u y a d e l a n a t u r a l e z a d e l a s u n t o puede s e g u i r s e deductivamente a p a r t i r d e l a natur a l e z a de estas c i e n c i a s misnas. y e n p a r t e s e a p r o x i m a n a t a l prszentaci6n. they: sino a l En 1 8 7 4 s e ñ a l a D i l - I1Mientras que l a s c i e n c i a s d e l a n a t u r a l e z a se pre- s ~ n t a ny a e n p a r t e e n u n a d e p e n d e n c i a i n t e r n a n a t u r a l d e t o d a s las-v e r d a d e s e n t r e s í .S. XVIII. conjunto de las ciencias d e l espíritu. La c o n s e c u e n c i a d e e l l o e s q u e n i n - . 53 . X V I I I . como p o r e j e m p l o l a c o n s t i t u c i ó n d e c u a l q u i e r e s t a d o p z r t i c u l a r V 1 G. p. l a imposibilidod de una e s t r i c t a relación d e d u c t i v a n o s e reEiere s o l a m e n t e a l a h i s t o r i a . ( X V I I I .-:. 13.r e s i d e l o que c o n s t i t u y e l a vida" 12.. En g e n e r a l . .S. un p r o c e d i m i e n t o d e d u c t i v o d e ese t i p o p a r e c e i m p o s i b l e 1 ' G. n o e x i s t e t a l d e p e n d e n c i a e n e l campo d e l a s c i e n c i a s d e l e s ~ í r i t u . 5 2 . 1\30 s ó l o e n Baur.

historia. ci.zxo d e s e n t i d o y n e x o c a u s a l a l a v e z . en e l mejor de l o s casms e n á t o m o s a g r u p a d o s b a j o p u n t o s d e v i s t a g e n e r a - lesvt (XI. pues son é s t a s l a s que c o n s t i t u y e n e l armazón l ó g i c o de l a h i s t o r i a . sino l a disolución de toda P u e s l a conexión c a u s a l es e l entramado compacto de l a h i s t o r i a . En 1 8 6 2 s e ñ a l a D i l t h e y q u e I'al d i s o l v e r s e e l encadenamien- t o c a u s a l y t e m p o r a l d e l o s m o m e n t o s d e un a c o n t e c i m i e n t o . 'Zusammenhang. - .). este procedimiento ha de desembocar en el Ahora b i e n . e l c o m i e n z o d e un sin ella. así también l a vida e s p i r i t u a l se h a l l a r e g i d a . AS^ c o m o l e y e s d e l m o v i m i e n t o d o m i n a n l a naturaleza corporal entera. Dilthey ciitica a quí en concreto ciertas "historias de l a cultura" que no hacen s i n o c o l e c c i o n a r noticias bajo ciertos epígrafes. como c i e r t o s s e ñ o r e s s e i m a q i n a n . mente d i s t i n t a s . 72). establecimiento de conexiones c a u s a l e s estrictas. aun a b a r r o t a d a de r a s g o s indivi- n o e s más q u e u n a m a s a i n f o r m e v v bid. aunque esencial- S o n i n f i n i t a m e n t e c o m p l i c a d a s e n l a es- f e r a c o n c r e t a d e l a h i s t o r i q y t a l vez nunca r e d u c t i b l e s .:>:-#-idamente p o s i t i v i s t a : "Seguirá s i e n d o m i sueño que l a h i c f c r i a se h a l l a aún en s u i n f a n c i a . duales. nuevo t r a t a m i e n t o h i s t ó r i c o . P a r a é l . r. ":.a c o n un l e n g u a j e l o mismo q u e l a cien- d e ' l a n a t u r a l e z a e n l a época e n que e r a aún d e s c r i p c i ó n de l a naturaleza.por l e y e s d e l mooimiento. L a h i s t o - ria es esencialmente p a r a D i l t h e y conexión. l a h i s t o r i a parece d i s g r e g a r s e en átomos. E Muy t e m p r a n a m e n t e e s c r i b e D i l t h e y .14. " e s t e e s t i l o no e s .

e s p e c i a l m e n t e e l a r t í c u l o XII. S t u t t o a r t .a fórmulas sencillas. Stuttgart.u n d C t a a t s a u f f a s s u n q o e s d e w t s c h e n L i b e r a l i s m u s . 206. Haym" (cfr. Holderlin. e s t a m b i é n 'muy i m p o r t a n t e l a r d c o p i l a c i Ó n v D e r j u n qe Diltheyl' Rudolf l a ~ i b l i o g r a f í a ) . C o n t i e n e mucho m a t e r i a l i n f o r m a t i v o . O t t o . l a Bibliografía). ZDCKLER. 41) Oldenburg. . e l a r t í c u l o l t S c h l e i e r m a c h e r s p o l i t i s c h e G e s i n n u n g und Wirks a m k e i t 1 I . Versuch e i n e r Goethe. Berlin. Novalis. Asimismo: PESCHKER. qe-rmanistischen Ideoloqiekritik. D i l t h e y und d i e Her- D i l t h e y s Beqründuna. 1975. Bd. XVII1. Pero. Es también importante e n e l campo d e l a b i b k i o g r a f í a s o b r e e l tema l a " E i n l e i t u n g " d e E r i c h WENIGER a e s t a Ú l t i m a r e c o p i l a c i ó n d e c o r r e s p o n d e n c i a . E l l e c t o r i n t e r e s a d o e n c o n o c e r . Bernd. Metzler. . Lessina. 1972. Acerca WESTPHAL. Eine Untersuchung ü b e r d i e P r e u e i s c h e n 3ahrbücher und den k o n s t i t u t i o n e l l e n L i b e r a l i s m u s i n D e u t s c h l a n d v o n 18581 8 6 3 ( ~ i s t o r i s c h eB i b l i o t h e k . a s í como l a s " B T e f e a n (cfr. Tieck. ¿ a c a s o s u c e d e d e o t r o modo c o n l a s l e y e s d e n t r o d e l mundo c o r p o r a l ? " G.der Hermeneutik a l s Praxis- w i s s e n s c h a f t und d i e G e s c h i c h t e i h r e r R e z e p t i o n . d e l l i b e r a l i s m o alernGn e n g e t i e r a l c f r . Welt. ~lünchen/ . a s í como b H i o g r a -- f í a adicional: meneutik. XI. 1919. H e i n e i n Wilhelm D i l t h e y s und 3 u l i a n Schmidts Uorstellunq~n. l a s i d e a s p o l í t i c a s de D i l t h e y d e b e r á c o n s u l t a r a l menos l o s s i g y i e n t e s m a t e r i a l ~ s : " G e s a m m e l t e S ~ h r i f t e n ~v ~o l. Metzler. 16. Christopher.S. e s p e c i a l m e n t e I 1 F r i e d r i c h C h r i s t o p h S c h l ~ s s e r ~v ~o l.

cit. u n d t í ' a n d ~ l s b l ~ t i7.d e u t s c h e n-li b ~ r a l e nG E - -. cit. -. Llerke. AS^.. Cfr. Vandenhoeck & F i u ~ r e c h t . Gottingen. C i t . o.~ h i t . n o 622. 19. e n l a mis a b r 2 t a oposición a todo punto de p a r t i d a i n d i v i d u a l i s t a .: 2 0 .8 3 ~ : . d--e s 1'2.o-b l e m d e r R e v o l u t i o n i n d z r ..: . fundamentar "un sistema educeiivo que. p o r %errmznn. IV. cia 2 OO.. 1971. p. NeÚn5ller. "9Flthey a l c n ~ i i o n a l p 2 d z g c q i s c h e nD e n k e r " ..- .. cit. C)üsseldorf. NEUMULLER. HERRFlANN. P r. 101 y con referen- u n e n s a y o d e e s t ~Ú l t i m o o c ~ r c zd o H o l z n a a y 1 2 d i - n a s t í a de Oranoe e s c r i b e D i l t h e y l o s i g u i e n t e : d i c a r s o l a m e n t e l a d i r e c c i ó n d e mis i d e a s .F. . c i t . B o l l n o w e e f e n d i ó l a i e s i s d e q u e D i l t h e y p r e t e n d i a 18. 1973. 22. op.su t a r a 2 ú n i c a n e n t e d e s d e e l i n t e r é s d e l Ectaaott (Bcllnow. H e r r m a n n p u e d e s e n a l a r q u e " e n 12s f o r m u l a c i o n e s d e D i l t h e y r e s u e n a c o n más o m e n o s c l a r i d a d u n t o n o e s t a t a l nacional. e n Frank- f u r t e r Z e l t u n c . AS^. 3h.L i b e r a l i s n u s u n o R z v o l u t i o n . expansionista e imperialista": Die P a d a q o q i k W i l h e l m D i l t h e y s . F r z n k f c r t . concibe -. 39) P i i c h a ~ l . ! : ? .- . 166. S h a n n . OO.s c h . En u n e c a r t e a T r e i t s c h k c d e l a ñ o 1E70. 201. O. nis---.17. 1933.r e i b u n q -.... Cfr. Ulrich. "guiero in- La l u c h z d e l o s . Xeiien:ke. p o r Neurnüller. p. 21.

. P e r o n o c r e o q u e s e pueda r e p a r t i r en- t r e l o s p a r t i d o s h o l z n t i e c e s e l s e n t i m i e n t o e s t e t ~ lo a l q o parecido a su contrario. Por ejemplo. a l a que muestra e l 3 a r t i d o d e l a c u l t u r a m a t e r i a l y e s p i r i t u a l .ter-ianente s a t i s f e c h o .p a r t i d o s p o l í t i c o s es una mecsnica d e fuerzas. cada una t i e n e s u poder y s u derecho en l a amplia base de E s p e l i o r o s o e n p r i m e r l u g a r mez- un Srnbito d e n e c e s i d a d e s . yo s i e n t o m i f a m i l i a h a cornpzrtido s u d e s t i - simpatía por l o s Drarqe. t ~d e w i s t c y qLie a l p r i m e r o t e n q a s i z m p r ~ z a a l i a s miras.. rece i a n s i n p i e c o n c l o s i g u i e n t e : relztivamentr b ~ e n ay SE . 1 2 l a s 5o a p l z z a r e l i n t e r 6 s d e 1i d a r a d a é p o c a on que e l d e l a d e f e n s a e s t é p.. T a m ~ o c oc r ~ oque s e t r a t e s i m c l e n e n t e d e q u e €1 Ú l t i m o f u e 5.riezc l s d e n e c e s i d a 6 o e p o ü e r y ~ o t i v a c i o n e ss e m e j a n t e . juicio político? de fuerzas: ¿ Q u & s e ~ s i g u ed e a h í p a r a e l En t o d a s i t u a c i ó n e n q u e s e d é e s t a l u c h a 1 ) cada una de l a s c u á l e s que r e p r e s e n t e .. . c l a r a q u í demzsixio l a s c o n v i c c i o n e s . La v e r d a d me p a - s e mantiene una s i t u a c i ó n c ~ n s i g u el a m E j o r m e d i a n t e u n a me- c s n i c a e n qüe l o s i n t e r z s e s ce los d i s t i n t o s s i s t e m a s d e c u l t u r a s e l i m i t a n mutusmente. s i n o que l o s d e f e n s o r e s d e l a ne- c o s i d a 6 s ~ j p r ~ z idae l a d ~ f e n c ad ~ El s t a d o m u e s t r a n u n a . t r l c t o a l o s in:eresz%os como l o s q u e t i e n e n como l o s p c l í t i c o s ' e n s e n t i d o e s e n r e u n i r t o a a s 12s f u e r z e s e n e l f i n u n i t a r i o d2 l e d e f e n s a d e l Estacio. crlltura hasta es gecir. ' P o r e l l o n o me p a r e c e h i s t ó r i c o c o n - s i d e r a r p o r d o q u i e r . . no durante s i g l o s d e l a s que .: r f e n a s i z d o c 0 i . r s a l - . p ~ r s p e c t i v a sa c e r t a d a s .como p a t r i o t a s ..

e l pro- g r e s o de l a c i e n c i a europea y l a l i b e r t a d de pensamiento e n v i r t u d d e l o c u a l l o s P a í s e s B a j o s s o n un e s l a b ó n ecEn2 ) E l j u i c i o h i s t ó r i c o po- c i a l oe 12 h i s t o r i a europea?.. ¿Tendríamos d e b e r á s e r r e c o n o c i d a como c o n s t i t u c i ó n s i n fiemocracia?..c &-. in- inpecjiria su comprensión. r e l a c i ó n p r e s e n t e d e l a s f u ~ r r z sp z r z r z ~ u l z r l a .. probando 1 2 s i t u a c i ó n e n ? u ~u n p a r t i d o f a l s e a e l v ~ r o a d e - r o .. t a n importante para Europa. a e s c a n s e e n l a c o n s i d ~ r e c i ó na d i c i o n a l d ~ c 8 m o SE pretense i n t e r v e n i r en l a .hasta h a b e r c o n s e o u i c j o s u s a t i s f a c c i ó n ... En e s t s s e n t i d o servar de ~ U Ee p e r m i t o ob- s f s l s o 2 1 p r i n c i ? i o s ~ r j ú ne l c . ien- c o n t r a todo o t r o sistema de cul- .. d e r e c h od e a t e n t a r de 12 autocortservaciÓn. . i ~ c o s i d a o . ¿Hubieran c o n s e q u i d o l o s C r a n g e e n e l p o d e r q u e s e p r o d u j e r a e l ben é f i c o arrninianlsmo. i n t e r v e n i r re- .m e n t e un i n t e r é s j u s t i f i c a d o tal. .ida m 2 Esta idea. . .. en l a h i s t o r i a . ü a l e l s i s t e n c i a d s f e n c a . i n t e r é c d e u n c i s t e n a d~ cultura - o en que a t a q u s in- ~ e r e c e sd e o i r o a s i s t e m a s d e c u l t u r e r e c o n o c i o o s o o r l a L Q p o c z c o m o n e c e c z r i o s y n o c o n t r ~ p u e s t o sa s u j u s t i f i c a 0 2 .. como e i : ? r e c i Ó n q e ~ l . . E s t o y con une f u e r t e unidad m o n á r ~ u i c a cornpletcnentc de a c u e r d o c o n s u a r t í c u l o s o b r e l a c c r o n a como e x p r e s i ó n d e . T a m b i é n yo creo q u ~ e l E s t a d o n i l i t c r p r u s i a n o tiebe p e r r n ~ n e c e r . d r á . . n i a l o s m e d i o s d e a u t z c o n s e r v a c i ó n q u ~s e sig v e n n e c e s a r i a a e n t ~e e = l i s .. F e r o y o s e p a r o t o t a l n e n t ~e ~ j lu i c i o h i s t ó r i c o e l e n juicizniento politico eel c ~ ~ c e n E t s~t e. reconociendo este mecánica de fuerzas. L i..

eue o t r o s deben s u f r i r . 1 L h a s t a e l p u n t o o e que i n c l u s o s o b r e e s t u d i a n t e s pro- :. también l o e s t o y con e s d e c i r . p u e s n o e s c i ~ r t a m e n t ef S - c i l l u c h a r con e l encensoamiento c a t o l i z a n t e que impera . en una exgosición dc l a f i l o s o f í a . En e s t e s e n t i d o .& t . pero ciertamente denasiado r e s u e l t o s e impetuosos . P e r o mien- . En e n ~ r od e 1675 e s c r i ~d z~c d e allí a R u d o l f Saym: " D e s a r r o l l o a q u i unc ac- t i v i d a C s a t i s f a c t b r i a e n ~ 1 t og r a o o . para nosotros.p ~ o t e s i a n t e . E 12 1uch2 con s u e'nergii u n a i n f l u e n c i z e n É r ~ i c aC al e s t á siempre a m i lado dispuesto rucian no-criental y a f a v o r d e G ~ T El o s esiutiiantes. 290-1) En B r e s l a u d e s a r r o l l ó D i l t h e y s u " K u l t u r k a m p f " parti- c u l a r c o n t r a ~l c a t ~ l i c i s m oy s u c o n c ~ o c j ó nd e l h o m b r e e n f a v o r d e u n a v i s i ó n g e r m a n o . bastente activos y a l e g r e s . coma n e c e c z r i a p a r a e l d e s z s r o l l o m o r a l o e ~ É n e r oh u m a n o " ( ~ j ~ p. p .¿antes se e j e r c i ó ' l a i n s a n a i n f l u e n c i a d i r i g i d a hacia 1~ d e s t r u c c i ó n d e t o d a v i r i l i d z d d e l c a r á c t e r . . que u s t e d también conoce. son m i s años de guerra. e n t r e 1 4 C y 15C o y e n t e s . Piense que p a r t e 1 (5 herasy tengo Estzmos. p a r a e l ~ u s t od e l a m a y o r í a d e n u e s t r o s c o l e g a s . su artículo cobrela guerra. q u ~i n f l u y e e n 21 es- p i r i t u OE d o s p r o v i n c i a s s u m i o a s e n l e m e n t a l i d a d c 2 i Ó l i c a polaca. Neumann.con que es n e c e s a r i a P e r o p e n s a d o s c o m o v ~ r d a dg e n e r a l e s t o s p r i n c i p i o s e s t á n s u j e t o s a l a d i f i c u l t a d de -que p a r e c e ult r a j a n t e c o n s i d e r a r una c a n t i d a d t a n enorme d e t e r r i b l e s dolores.voluntzd política._:. pues. 23.

a -L. En 1 8 5 6 D i l t h e y e s c r i b e a s u h e r m a n o K a r l u n a i m g o r t a n - t e c a r t e e n r e s ~ u e c t eE l a c o n s u l t e d e é s t e z c e r c z a e l a conver. S i e n l a E n t i ~ ü e @ a do l e h i s t c r i e o ta9bi6n l a religión.c t a n e n t e t e conagzce E l e teologíe. 34) P.E s t a ( l a t e o l o g E a ) no p o s e e ninguna verdad p a r i i c u l a r . z que sea. La juventud cree r n c o n t r a r e n l a t r c l o g í a l a s e t i s f s c c i ó n mejor y mss inmedi+a . "C=rn?renCo o e r f e .e pues 2 L2 c a r t a es l a si-uien- s t e afán de re'lexionar m í zie o c u r r i ó l o mismo. o l a naturaleze. 24. p o r E r i c h Weniger. A t r a v é s Es e l l a pooenoc obtener c l a v e s im@&antes . # '. 2-48.. Akad.iencia de estudiar teolooíz..t r a s evanzamos p o r l a s e n d s de l a g u e r r a . . c u 2 l q u i e r . T " . La r e f l e x i ó n s ó l o es f r u c t í f e r a cuando descansa e n l e i n v e s t i g a c i ó n e s ~ e c i a ld e a l g ú n c i r c u l o d e l a r e a l i cad. gen d e r p r e u s s .. der. Ed. No t i e n e s p o r t e n - t o n E c e s i c a a c e a c a l l c r e n l a i e o l o c ~L E ~ nscecitizd I ~ Eu n conocimionio ~ s n e r a l . d e e s t e i m ~ u l s od e r e f l e x i ó n a c e r c a . de c o s a s universa::us. 1861-73. .a r a l a comprensión de l e s relzcienes S E D i l t h e y c o n l c r e l i g i ó n . surge l a nostal- g i a d e v i v i r a l q u n a v e z a p a c i b l e m e n t e e n u n l u g a r más s u a v e y barjo c i r c u n s t a n c i s m i s a m i g a b l e c l ' ( O r i e f e D i l t h e y s an - R u d o l f Haym.9 Abhandlun- (1936). s ó l o l a e t e r n a y universal de l a reli- que v i s e e n e l alma d e t o d o hombre r e l i g i o - . . P e r o una u l t e r i o r mirada a l a s c i r - c u n s t ~ n c i a sv i t a l e s y l a s c i e n c i a s e l i m i n a muy p r o ~ t oe s t a opinión. g i ó n @eC r i s t o .Wicsenschaften.. ~ U E .

E l o c g a j ~i n t ~ l z c t s~ <~i -l n o z i a n o p a r e c e c o n s t i t u i r e n f o r m e e s l ~ i c i a le l u n i v e r s o e s p i r i t u a l person21 de Dilthey" ( ~ e s c h k e n . 15) . 6 . P e s c h k e n h a v i s t o e n l a i d e ~d e a r m o n í a e l h i l o c o n - V L ~ E ~ Reden.. nonos de a c u e r d o me h a l l o c o n s u t e s i s a c e r c a d e l a i m g o r i a n c i e a e c o n v i c e i o n ~ ss z i - S p i n o z a e n l a f o r m a c i ó n d~ D i l t n e y : "Las nozistas significan ozz.op. t r a n q u i l i d a d d e snimo.. sersnidao. a u s e n c i ~d e c o n f l i c t ~ s . Ibid.7 ) sahí. %111/1. 37. 26. Y en una época eoe q u i s i e r a e s t a b i l i z a r estos conceptos c a m ~ i ~ n t ea sl s e r v i c i o d e u n a p o l í t i c a e s t a o l e . l a csenoo iGnoce su tarea. E l e s p i r i t a c i e n t í f i c c s ó l o e n t r a en l a s reqionez.. r e l i g i ó n no p r e t e n d e y no ?-?de va¿isfzcer 12 nzcesdciad c o ( D j ~ 3.r!I c i t . h o g z r . a Oe ~l a interpretación d i l t h e y a n a d e G o e t h e . Pero l a investigación de l o s destinos que h a s u f r i d o e s t a v e r d a d e t o r n a y s u f o r m u l a c i ó n e n conÉ s e es e l c e p t o s según l a necesiozd d2 l o s tiempos -pues o f i c i o de l a teologíe- n o i n t r o d u c e e n l a v e r d a d más p r o - fundamente d e l o que l o hacon l a s demás t a r e a s c i e n t í f i c a s . n o h a y un o f i c i o n á s d e s z g r a d e c i d o y nás d e s f a v o r a b l e m e n t e c o n s i d e r e d o n i más p e l i q r o s o p a r a e l c l a r o s e n t i d o d e 1 2 verdad.s o aun s i n t e o l o g í a . c i t . Schleiermacher. en ?ue habita l a reli-isn h r tanto. 3 2 i 25.. p o r D i l t h e y . p.

CLL. Este ideal Schiller: jeder cit.-: -. como r e f l e j o o r e p r e s e n t a c i ó n de l o infinito. Entsnces se iguela. C. KIN3ERMANN. Jahrhunderis. Cin embarqo.1 1 5 se e x p r e s a en l z s s i g u i e n t e s p a l z b r a s de doch q l e i c h s z i " K e F n ~ r c e i g i e i c h aem z n d e r n . . .. Flünchen. 29.- 21 i d e a l . caoa uno s z acer- puosio que e l i d e a l m i e n t r a s quo l o s i n e i v i d u o s s o n d i v e r s o s ? La c a o e i n 8 i v i 0 u o es p e r F e c t c on s í . Goetnes Uerke. l a c o n c i b e d e modo p o s i t i v o . . p o r D i l t h e y X I I I / ~ . .D i l t h e y opuso siempre a l panteísrno spinoziano. . Aufl. como d e l i m i t a c i ó n o determinación a l p a n t e í s m o o e Goe- (modo) d e l o i n f i n i t o . 30..#. t h e y Schleiermacher.. Tenemos p o r un l a e c l a a f i r m a c i ó n d e l a i n o i v i d u a l i - :>un: c a d a hombre e s Ú n i c o . I1Agfga- flFruchtbere Pii~verst2ndnisse e n SCHfiEFER. o b ~ " .. D a s G o e i h e b i l d d o s 20. che Buchgesellschaft. G o e t h e s und S c h i l l e r s l ' . es e110 solo. Goethe 1968. Heinz. 1966. p a r t i e n d o más b i e n d e L e i b n i z . . den Hochcten! / .a b u l z e v o t i v e e . que. Wissensch~ftli- .. ) . unti s e i n e o r o 6 e n Z e i t o e n o s s e n . por S t c i g c r .J. r . que concibe l a individualidad en forma negativa..- Wie a z s z u m ~ z h e n ? E s s e i j e o ~ v a ~l l - e n d e t i n s i c h 1 I ( ~ c n l ~ l e rT . 28.. reseco-S-iz-es: ¿Cómo e s e s t o p o s i b l e . 3 4 ) 2.Geck. l s . . según s u T. A l b ~ r t( e d . .-. p ~ e r u l i a r .. s i n menoscabo de s u Darmstadt. p . ( ~ a r n m l u n g " D i e U n i v e r s i t Z t t t . no 1 6 . - E.

. U. 19G9. el Faust. ~ J ~ x p l o s . Tübingen. cit. H e f t 2. Cit. p. (vid. OO. und Widerslruchl'. p. Herrnann. P e s c K R e n s e ñ e l z a c e r c a iel I~ pasajes de ZEckler. dermenn. 1 Lieber. 34. 5 ~G o e t h e s 2 e x p l a y a r i q u e z a de c o n f l i c t o s en cono de l o s oersonaJes en l o s '~anderjahren'. Ibid.. cit. 225 16. Inei- S ~ B L ' I O G R A F I A ) d. 2 1 8 . e t c .P h i l o c o p h i e d e s G e l d e s . Windelband. :i?-5cs-. a l a renuncia s n Goethe l o shquisnto: ' D i c h t u n ~ und U a h r h z i t ' acercz de l a resiGnaciÓn. I . 25. i ' D i e P h i l o s o p h i e i r n d e u t s c h e n G e i s t e s - leben des X I X Jahrhunderts". Iobach. p. dl eo p r i m e r o . p.j . P a r a u n a c o m p a r a c i ó n e n t r e D i l t h e y y Sirnrnel c f r . c i t . 276-292. p3r G ~ r h e r d t . op. 33. . 18-9 46 32. s c h r i f t f ü r p h i l o s o ~ h i s c h eF o r s c h u ~ . cit.Bd. K i n d e r r n a n n . e l ar- S- 25. son as: con 12 8me l~ o r e s i g n a c i ó n "Confrontadz y con l o s d c n . Barcelone. se a c r e c i e n t a 13 irn?resiÓn d e OUE l a r e n u n c i a h a desernbo- . e l o s e g u n d o . op. 1978 Pialorny (vid. t í c u l o d e GERHARCiT. "lrnrnanenz Ute. i o .31. pp.. SIBLIEGRAFIA). S i m m ~ 1 . p o r Kin- 55. D i s ~ o n e n o sy z d e t r a d u c c i ó n c s s t e l l a n a o e L e ó n M a n e s . chen. 5C5.

l a l i b e r t a d . 2 n u e l . e l ? c n t o 01 i n f l e x i ó n e n l a v i s i ó n d e l m u n d o . que e s t o i e l - m . C i ~ r i c i ar\!uevE.. z n t e i n ~ o l e n d i e n t ed e l o s a F r e s t o s d e l a f u n d a n e n t z c i ó n filosófica. . pero n g 12 c o n s i d ~ ~s ua s t i t u i b l e m o r a l n c n t e p o r n e d z : K U ~ T Ed i r i q l e n d o t r a b a j o socie2.E l p u n t o OE inflexión oel e s o i r i t u do Ic i n v e s t i 3 c c i S n f F l o s 6 f i c s s e h a l l a en Kant. es e l n ú z l e o p r o p i o de l a conce?ciÓn do1 nundo d e S c h e l l i n 2 y H e g ~ l .. ( J A C ~ I S T ~ ~í !t 1. e n lz ~ e z ó nc a p t a d .. 58-59) Igualmente. 1. de concebir l a unidad de l a n a t u r a l e z a en l a c o n s t a n t e e l e v a c i ó n de s u s . Ed. trascendencia tradicional. p e r o e n e l q u e d e e l 3 Ú n modo c r e - y 6 (. l a vida. "La c o n c e p c i ó n d e que l a n a l u r d l e - z a s e h ~ d e s o l e c a d o e n l a s u c e s i ó n g r e a u a l d e -1c v i v i e n t e p a r 2 g o z a r s e a si m i s i a a e n l a s e n s a c i ó n .te- n a z z o n t e g e r s o o u i d o a l o l a r d~e ~s u v i d a . 173. 39.c a d o e n l a s a g u a s s u a v e s y j a b o n o s a s d e una e u s e n c i a d e c o n f l i c t o s que elimina todas l a s fricciones1' ( ~ e s c h k e n . X111/1. desee lueoo. i':ad:io. p. 42) no se produce*en s i n o e n c i e r t o t r c s m u n d o q u e G o e t h e n o q u i s o nun- ca d e f i n i r n o s ( y que. r e s i d ? en Gcetho. G o e t h ? . 40. 1 5 6 7 . a b r i e n ~ ov i 2 " a Faustc 107. o r a . ED. op. en l a i n t u i c i ó n . EI. 174. F.) Goethe excluye l a r e a l i d a d de l e solución. Cfr. n o ~ u e ds e ~r n i n g u n a d a d a 1s c l a v e p a n t e f s t a d e l e e s g e c u l a c i ó n g o e t h i a n a ) . IV. "Lz s o l u c i ó n s a l v a o o r ~ . cit. en e s e p l a n ~ r a n d i o s o . Citemos ahora a Dilthey: nillonesIt L e c t u ~ a s . h a c i ~I ' l o l i b r e " " Heine.

e n u n p 0 6 ~ id o w i n e n t e . c o m o u n e c o n t e c e r ( ~ c s c h i c h t e )e n e l q u e l e n a t ! i . yues.- $2 Li'zzelu I / ficar.z l o s .E. Y n o s o t r a s p o c r í a n ~ sa ñ ~ d i r : y D i l t h e y n l s n o . r a l e z a s e LL o r n a c ~ ~ n s r i e n tdee s~ r n l r r c a . d e l hombre.2 c ~ n s t i t u y ~ n . 1 2 7 ) . 3 a - d e . a e 1 l l m o v i n i e n t ~z i l e r n S n " u n i ~ z dd~ I ?G frente E l a a b s t r s c t a l e y mor21 de E a n t . AS^. c s t o l e G l t i ~ r ? . 02 clzri- l o s n6vi- l 2 s G t i c o s q u o s o n c z p a c ~ sd ~ d e t e T n i n a r r e a l m e n t e l e v o - l u n t a d e n metiio d e l o s ? o d e r o s c u n c t i v o s c u e colman 13 vid~ -2. e n l a f o r m ~d e l p a n t e í s r n o ü u e s u r g i ó a p a r t i r o e e l l o . C o n e l l o c o i n e n z 6 a q u e l l a e v o l u c i ó n d c l e s i d e a s c u y a p r e ~ a r z c F 5 n 1. n a n l f i . E n ezt. L e ~ n t r oG E e s t e n e x o . í ! i l t h e ) l pon. tivzmente. .manifestaciones hasta llegar s l a s manifestaciones espirit u e l e s más a l t ~ s . l a v i s i ó n C E 1 m u n E ~8~ L e i b n i z y l a " E d u c a c l Ó n d e l g é n e r o h u i z n o 7 ' ds L ~ z s i n qy c u y o ú l t i m o e s l r t j n e s l s o r l z d e la h i s t o r i r : r c a j e . filc- 197-9).s i b i e n s a b r e l a bzse d e s s n u e s t o c t o t a l m s n t c c i f e r ~ n t e s .u n i d z d f c r r . t a f o r m z se d i s t i n g u e Ge i o d z s l a s z n t e . lc u n a c o n c z p c i ó n O E Ig u n d c . F u n d a a c n t a r l o s a a a r t i r d e l se: L :..D i c h o ? u n t o d e i n f l e x i ó p s e h a l l a . d e con- Efec- Suhlziermacher sobre l a É t i - . e s t z o i r ~ c c i ó no r i e n t ó S ~ h l s i e r n a c h e r s g é t i c c " 12 i n f l u c n c i ~S e c a d e D i l t h e y es o n s i d e r a b l e .i o r e s Es- en e 1 hecho o e q u e c o n c i b e l a c o n e x i ó n tie l a t o t a l i d a d c ó s r n l z a c o n o u n proceso. ~ L J Z in- dssde Lecsing hasi? Eocel. s ~ f i h l aDilthey: " S i g u a e n o i e l a t z r a a 41. . En (XIII/~.

. . -. Z o c k l e r s ~ ñ a l ae s .. 00. p u e s .. 3- S i n embargo. . 45..... . 143) 1s c r i t i c a d e D i l t h e y a l i n t e n t o d e N i e t z s c h e d e b u s c a r s u v e r d a d e r o yo en e l i n t e r i o r d e s í mismo.42.. . Irnaz h a p o d i d o s e ñ a l a r q u e l a f u n d a c i ó n g n o s e o l ó g i c a que Schleiermacher p r e s t a a l panteísmo ttpermitirá acoplar- l e l o s elementos morales y p e r s o n a l i s t a s inherentes a l idealismo subjetivo" (Imaz. . p.re3recentrtiva.. . conc2a'e una s i q n i f i c a c i 5 n d i s t i n t z . L 1 ~d e~l .-no v e r í o e n l o s ? a s a j e s d e D i l t h e y q u e o c t a n o s c o i i i e n t e n d o n i n ~ ú na c e r c a m i e n t o a 1 i a a r x l s n o . . . c i t .. . a f i n e s a l o que Goethe llamaba "resignación" sos sobre l a religión son y l o s Oiscur- (~ehmut)"(~111/1. 43. c r í t i c o . e "Hioerión" ese a c e r c a n i e n t o qus Earcelona. m i s refinado. " E s t o s c o n c ~ ~ t oa bs a r c a n l a c o r n g l e x i ó n ( ~ t i n m u n ~e )s - t é t i c a y m o r a l d e l a c c n c e p c i ó n p a n t e í s t a d e l mundo. se hace eco también de e s t o s paszjec. A se- t e a p c ~ ce ~n Z E c k l ~ rh ~ l l a m o sl a i i i i n i m a . .s d e l períodg heroico de l a burguesia. S i n duda E S ~ Ea utor .. .:::. gún A n i entenCer. Grijalbo. . . Z5cl:ler 44. pero l e s tán. Así. GE un a n i l i s i s Tr..m a r x i s m o .n e g z - C . e n c u ~ n t oo p u c s - 21 t l i d e z l i s m o " . . erróneo por f a l t a L u k s c s ( ~ o e t h ey s u é p o c a .380). l o s c o n s i d e r z c ~ n ot e s t i m o n i o d e u n a L LOS 2 c t i t u d q u e a c e r c a a D i l t S s y zl m a r x i s m o . En e s t o s e b a s a r . .. s e n c i b i l i - 2st0. . K a n u e l S a c r i s - 1 9 ~ 8 )h a i n t e r p r e t s d o e l " W ~ r t h e r " cono o b r a s r e v ~ l u c i o n e r i a s . Oad -are ~ l r e h ~ e n oe el ~e l e m c n t o a i a l é c t i c o .

Cfr.-. pectos armónicos de 12 en pro de l a claridad. s i n o s ó l o a l f e n ó m e n o . Teubner. L e b e n s o h i l o s o o h i e und P h 2 n o m e n o l o a i o . 5U. XVIII. En e s t e p u n t o . d. l o s es- No d e s t a c a e l h e c h o f u n d a m e n t e 1 d e q u e l a t e o r í a d i l t h c y ~ n ah e d e c o n . Georg. Stuttgart. ) . Cfr. cumo e s . 1 9 7 51.. . V-ol. en s u comparación e n t r e D i l t h e y y Simnel (OO. a S a j o . grama d e l enpirisrno. s i n embeigo. Cfr.. 1 9 6 7 . c i t . t~ c.CH. S i n duda Gerhardt. Dtilihey d e f i e n d e c o n t r a Kent e l pros e debe sobre todo a dos razones: por p a r a D i l t h e y l a c o n s e c u e n c i a a g n ó s t i c a de Kant . 3. p. 47. ~d e D i l t h e y c i t a d o p o r P I I S C H ..screS'o a l a r e a 3 . F.. 172. una p z r t e ..- 102 D i l t h e y i b a a e n f r e n t a r s e nocesariarten- p a r a quien l a experiencia i n t e r n a no permite e l .. iiant.S.er H e r a u s o e b e r . r e n d e r s e p o r r e f e r e n c i a a l a c o n c i e n c i a de un2 profunda c r i s i s en l a c u l t u r z europen. cono señe- (Vorbericht XXIX-XXX) d z s a r r o l l z n interesantes c o n s i d e r z c i o n e s a c e r c a d e l a r e l 2 c i Ó n d e D i l thuy con Kant: Si. Aufl.T e x t o p ó s t u m .i d a d t a l oarnos. . H. XVIII. 46. XVIII G. e x a g e r a . 48.. y RIIiDI. XVIIT. D i - que l a noción de e x p e r i e n c i z i n t e r n a en K z n t v e n D i l i h e y e s f u n d a ~ e n t a l m e n i ed i s t i n t a . p. 30HP. obra de Dilthey. l z x c ~z n e s t e t r ...

192)" . 125 r e l a c i o n e s e s p a c i a l e s en su realidad".c o n r e s p e c t o a l a " c o s a e n sí1' n o s e s i b u e d e f o r m a a b s o s lutamente obliqatoria del planteamiento filosófico-trascendental.o ~ - D i l t h e y c Looik c e r GeisteswissenFrankfurt. und o e s c h i c h t 1 i c h . Es i n t e r e s a n t e consul- t a r también l a recensión c r í t i c a d e l l i b r o de Ineichen: . Erkenninistheoiie s e l l c c h a f t l i c h a Welt. como E e r g s o n .) Rien- t r a s que l a s c i e n c i a s n a t u r a l e s s e i n t e r e s a n p o r una "inv s s t i q a c i 6 n oe esto es. en su t r a t a m i e n t o d e l e c p ~ c i os e a p o y a s o b r e t o d o e n l a s i n v e s t i g a c i o n e s d e H e l r n h o l t z s o b r e F i s i o l o q í a Ó p t i c a (. 1975. Klosternann. Hans.. enbaroo. D i l t h e y es d e l a o p i n i ó n de que Kant m a n e j a u n c o n c e j ~ t od e e x p e r i e n c i a r e c o r t a d o . Para el t e z a d e l o s r e l a c i o n e s d e 9 i l t h e y con Kant e s importante l a c o n s u l t a d e l l i b r o de I!VE'ICHLl\!. q u ~n o c o r r e s - ponde a l a r e z l i d a d con l a que t i e n e n que v e r l a s c i e n c i a s del espíritu. m o v i m i e n t o humano-.. en cambio. p o r o t r o . o sub- r a y a o 1 c a r á c t e r v i v e n c i a 1 g e l mismo y a v a n z a c o n e l l o h a c i e u n a d i s t i n c i ó n ~ n t r et i e m p o v i v i d o e i n t e r v z l o t e m poral firico-cuantititivo.e s p z c i o como c o r r e l a t o d e l a v i s i ó n y e l . schaften. La d i s c u s i ó n d e DiBthey con l a t e o r í a d e l e s p a c i o y e l t i e m p o e n K a n t ha d e v e r s e e n c o n e x i ó n c o n su p r o p i o i n t e n t o de fundanentación de una f i l o s o f í a de l a experiencia. s i n perspectiva subjetiva. las ciencias del espí- r i t u z p r e h e n d e n e l .. c o n o " e s p a c i o p a r a s e r e s p s i c o f í s i CEIS~' (XVIII. sin acerca de este e s t u d i o l a s reservas sefíaladas en l a introducción al presente trabajo. Flantenenos. M i e n t r z s q u e s u c o n c e p c i ó n d e l t i e 3 .

1974 - !-!.. L i m i t e s q u e se p u e d e n h a l l a r p.es d e R I E D E L .u. 'Grund- Philosophische 88ss. Diltheys erkenntnistheoretische 3 ~ . 1 7 7 ) . E. Rundschau. I p.. - SCHNHDELBACH.ri. ej. I n e i c h e n . 1 9 7 3 ) e IiQEICHER Tombién l a i n t e r p r e t a c i ó n d e Schnadelbach se r e s i e n t e d e e s t o s l l r n i t e s . en l a n e a i d a en que s i g u e de cerca l a interpretación de Riedel: F r e i b u r g i. XVIII ~e l o s " G e s a m r n ~ l t e u u e s o n decisivos p a r 2 u n a a o s c u a d z c p n ~ r e n - . : ~ ~ t~b . S t u t t g z r t . en l a s interpreta- "Das e r k e n n t n i s k r i t i s c h e P l o t i v cj. ( 1 9 7 8 ) . H e r r n e n e u i i k . Klett-Cotia. (o?. 5 .. ) 2 3 3 4 5 . 53. -U 7I C r a r n e r . cit.c i ó n t a j a n t e e n t r e e x p e r i e n c i a e x t e r n a e i n t e r n a como d o s llrnundosll: " C a p i a m o s e l mundo s a c i b l e y c a p t a r n o s t a r n c i é n n u e s t r o s p r o pios estados. Helmut. o. op. Cchriften". H. R. K.und Dialek- a e l nisno eutor Verctehen oder Erkleren? Zur Theorie und Ceschlchi2 o e r hermeneutischen Wissenschaften. legung' d e r Geisteswissenschaften"(1neichen). B u b n e r . "U. ( H r s g . . 25. S o n e l mundo d e l a e x p e r i e n c i a e x t e r n a e i n - L e r n s t l (U?. K a n f r e o . rnus A l b e r . z r c n d e l o s c c n c e p t o c -en c u e s t i ó n y s i l n c u y a l e c t u r a n o h u b i é s e n o s p o d i d o e n t e n d e r l o s d e l modo e n q u e a q u i l o h a c e mos. 52. - .JUHACH. c i t . .B. i n Dilth-eys Theorie o e r Ge-isteswiss~nsch'aften~ e n~ . c i t . P e r o Irnaz n o t u v o a c c e s o a l o s t z x t o s a h o r a p u ~ l i c z d o se n e l v o l . p. . . R. 5:.U.Ge- Die P r o b l e m e d e s H i s t o r i s - schichtsohilosophie nach Heqel. 50 Irnaz p a r e c e t a m b i é n s o s t e n e r u n a o p o s i . LI y Wiehl..).

idezlización. problcma que t r a t a r e m o s e n oreve: ibid. como e l p r o p i o D i l t h e y i n d i c a ( c f r . llBreslauer Ausarbeitung". p e r a e x t e n d e r l o . XXIX). mación p r o t e s t a n t e y s u s ternpranos edudios h i s t ó r i c o s en torno a l cristianismo. f o l . . E s t e t e x t o p l a n t e a un l a relación entre interac- c i ó n s o c i a l y ltGestaltungrl. cit. c i t . p.h e m o s d e m e n c i o n a r s u p r o o i c f o r - orgánico.c r o p i ~ n e n t e e n 12 l í n e a de Fichte- c o n v i r t i é n @ o l o e n m é t o d o 8 e 1s z u t o g n o s i s f i l o - s ó f l c e d e l e s p í r i t u y h a c i é n d o l o fecunoo p a r a e l conocimient o y l a plasmación de l a vida" p. En primer lu- s u formación e l c l a s i c i s m o y e l romanticismo alemán.) 20. op. por Johách. y el interés. N a c h l a B C32 1 1 .m o r a l n e n s í e l s s b e r como e l g o v i v o " d~ que "aberca como b a s e d e u n 2 p o s i c i ó n 18 e x p e r i e n c i a .55. E l l l v i n c u l u m f i d e i e t a m o r i s n d e l a c o n ~ x i ó nc ó s - mica -se e n f r e n t a e n 1 s R e f o r m a a l " v i n c u l u m i n t e l l e c t u a l e H . t r a s l a caída de l o s por l o s aspectos extrarracionales del q u e n o d e j a n d e i n c l u i r s u v i n c u l a c i ó n c o n e l mundo En s e g u n d o l u ~ a r . " V ~ r b e r i c h t ~c~i t. r e l a c i ó n de l a cue. realizados en estrechs vinculación Misch hace n c t a r que D i l t h e y "mantiene e l p r i n c i - p i o p r o t e s t a n t e d e un " p r o c e s o r e l i g i o s o . v e l o r e s y normas. condicionado por e l l a . 51. cap. tación. ( ~ i s c h . con e l l a . grandes sistemas. generación de en nuestra interprs- debia dar cuenta l a teoría diltehysna de l a interac- ción frente a la positivista. 71. . 56. gar. En l a r a í z d e s u " i n t e r é s h i s t ó r i c o y p s i c o l Ó g i c o p o r e l hombre e n t e r o " se h a l l a n v a r i o s f a c t o r e s . hombre.

D i l t h e y se r e f i e r e frecuentemente a l a insepzrabilidad ' e n t r e investigación filosófica e investigación positiva. Nisch they: s e compone d e p a r t e s re- cosa u objeto.. etc. Stuttgart.). : . Las v o l u n t a o e s e n s u s r e l a c i o n e s p r o d u c e n e n s u c o n j u n t o un sistema de acciones. 137. 1936) Kohlhamrner.s d e c i r . Johach (cit. 1967 (la e d . tiemoo. yo y miirido ~ x t e r i o rs e r E s u e l v e n e n r e l a c i o n e s u n i f o r m e s e n t r e ~ u n t n sr e l a c i o n a l e s f e n o m é n i c o s no d e t e r m i n a b l e s según s u s ::2l. 5. > i . 59.~o sb j e t i v o s . repr~sentaciones e n l a s i n t e r p r e t a c i o n e s de Herrmenn ( c i t . de sensaciones. 134) ZEckler ( c i t . e t c . Popularmente se l o denomina v i d a (XVIII. n s a c i o n e s y ~ s t a d o so e S n i n ü ~ U Es2 a las ? r e s e n t a n e n l a con- ciei-icia.e p u n t o d e v i s t a r e s u l t a d e modo f o r z o s o S e 1 p r i n c i - p i o d e fenomenidad cuanoo se l e a ñ z d e e l s u p u e s t o d e que e l hechc de concienciz. ) . Fundzmentalmente. 35). f i n . "El XUIII. (cit. f e n o i n e n i s m o e s l e c o n r c i e ~ t ol i r n i t a c i i n c r í t i c a c e : a c i e n c i a a l o s f e n ó m e n o s ( ~ r s c h e i n u ~ q e n )e .. O t t o F. 62. ) . Cfr. V I . m- . externos. ej. . Pensamos p. 91. práctica" 58. Es?acio. a su c o e x i s t e n c i a y sucosión y a s u s r e l a c i o n e s 1Ó9ic2s. e i n e Einführunq i n s e i n e Philosophie.57. sustancia. . 60..i. " P e r o e s t a s c i e n c i a s t i e n e n como o b j e t o d e s a r r o l l o s f u n d a d o s en e l a s p e c t o p r á c t i c o d e l hombre. 143. (V. 157.. E I .. presentetivas. V I . por l o tantc. causzlidad. y procezos mentales" 61.) y BOLLNOW.

? ~ .p. . Ya h e m o s s e ñ a l a d o ( v i d . . :. T a m b i é n l a n o c i ó n cie e x p e r i e n c i a i n t e r n a m u e s t r e e s t a v 5 n culación. i n s u f l a r l a s e n t r e l a s Fuerzas p r o p u l s o r a s de l o s mowinientos histórico-universales de l a s masas.X l ai ev i d a i n d i v i d u a l p a r a . n o t a 55) l a v i n c u l a c i ó n d e c i e r - t a s n o c i o n e s d i l t h e y a n a s c o n e l mundo r e l i g i o s o p r o t e s t a n t e . Cfr. 195 63. 64.e x p e r i e n c i a s más s a n t a s d e l c o r a z ó n d e s d e e l h o n t a n a r s~l~~cioso. S a b e r n u s q u e D i l t h e . í .n o s i e n d o 5 1 m i s n o c r e y ~ n t e . a s í como e l c a r á c t e r a x i o l ó g i c o q u e l a d i s t i n c j u e frente a l a externa. e n e l cam- po t e ó r i