1.

MEMÓRIA DESCRITIVA
1.1.

INTRODUÇÃO

O objectivo desta memória descritiva é apresentar o projecto da
Rede de Distribuição de água, Drenagem de Águas Residuais e
Pluviais de uma moradia unifamiliar.
A concepção desta Rede de Distribuição de água, Drenagem de Águas Residuais
e Pluviais teve como base de apoio a regulamentação em vigor, nomeadamente o
Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Águas e
Drenagem de Águas Residuais – Decreto regulamentar nº 23/95, de 23 de Agosto.
A rede de drenagem das águas residuais da moradia unifamiliar serve para
agrupar e encaminhar as águas desse a sua origem até ao sistema de colectores.
Este trabalho foi concebido mediante a execução do projecto onde
foram determinados os caudais de cálculo, o dimensionamento da
tubagem, a verificação de condições de ventilação, a escolha do
traçado e a identificação dos aparelhos produtores de águas
residuais. É importante elaboramos os projectos com base na
sustentabilidade mentalizando a população no processo de
optimização do consumo de água, para tal já se implementa regras
técnicas de melhoramento de lançamento das águas residuais.
1.1.1.Caracterização da moradia unifamiliar
Na presente memória descritiva pretende-se fazer a descrição
das zonas com as necessidades de escoamento de águas residuais,
com os respectivos cálculos assumidos para a execução da rede.
De acordo com a tipologia da moradia os sistema de drenagem
foi executado de acordo com os aparelhos de consumo doméstico,
dentro das exigências de utilização do consumo humano, lavagens e
rega.
Projecto da Rede de Distribuição de água, Drenagem de Águas
Residuais e Pluviais da moradia unifamiliar, é constituída por dois
pisos, denominados por piso 0 e piso 1.

1.2.

Objectivos

O objectivo deste trabalho é oferecer aos engenheiros e
técnicos a renovação de conceitos fundamentais para execução das
redes prediais de distribuição e drenagem de água.
Neste trabalho foram empregues medidas para a melhoria da
qualidade de vida e do conforto da instalação.

1.3.

Metodologia

A metodologia empregue neste trabalho foi com base no cálculo
de dimensionamento da regulamentação e normalização aplicável,

com o objectivo de fornecer aos projectistas um número de
ferramentas que auxiliem na resolução optimizada de qualquer
problema que possa surgir.
Os Cálculos foram elaborados com base em duas Normas que
regulamentam os sistemas Públicos e prediais de Distribuição
de água Drenagem de águas Residuais.

1.4.

Considerações Gerais

As instalações prediais de Distribuição e Drenagem de esgotos
sanitários destinam-se a fazer a distribuição de água, a colecta e a
afastar os despejos da edificação. O uso adequado dos aparelhos
sanitários, oferecem um sentido apropriado, que é normalmente
indicado pelo Órgão competente. Para os Projecto os despejos podem
ser feitos na rede pública muito embora haja um sistema particular de
recebimento e pré tratamento que não têm disponíveis nos sistemas
de recolha e transporte dos mesmos.
As condições técnicas para o projecto de execução das
instalações prediais de esgotos sanitários, deve atender as exigências
mínimas de higiene, segurança, conforto e economia dos usuários
com base nas normas vigentes.
De acordo com o RGSPPDADA, o sistema de esgoto sanitário foi
projectado de modo a que se cumpra o seguinte:
 Evitar a contaminação da água;
 Garantir sua qualidade de consumo, tanto no interior dos
sistemas de suprimento e de equipamentos sanitários, como
nos ambientes receptores;
 Permitir o rápido escoamento da água utilizada e dos despejos
introduzidos, evitando a ocorrência de despejos e a formação
de depósitos no interior das tubulações;
 Impedir que haja propagação de gases provenientes do interior
do sistema predial do esgoto sanitário e que atinjam áreas de
utilização;
 Impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao interior do
sistema;
 Permitir que
inspecção

os

seus

componentes

sejam

facilitados

a

 Permitir a fixação dos aparelhos sanitários somente por
dispositivos que facilitam sua remoção para eventuais
manutenções.

1.5.

Instalação do Traçado da Rede Predial de Drenagem
de Águas Residuais Domésticas

Na execução do projecto do sistema de drenagem de águas residuais
podemos dividi-lo em:
a)Na avaliação da planta do projecto;
b) Na localização do colector Público;
c)No dimensionamento dos caudais de cálculo;
d) No dimensionamento e escolha da tubagem e acessórios;
e)Na escolha do traçado e na identificação dos aparelhos;
f) Nas condições de limpeza e ventilação.

1.6.

Sistemas de Drenagem de Águas Residuais
Domésticas

O sistema de drenagem das águas residuais domésticas desta
moradia é feito a partir de processos conforme o nível da recolha das
águas residuais domésticas em relação ao nível do arruamento onde
está instalado colector público.
A recolha das águas residuais domésticas é feita pela acção da
gravidade.

1.7.

Constituição dos Sistemas de Drenagem

Os sistemas de drenagem de águas residuais domésticas são constituídos pelos
seguintes elementos:
 Ramais de descarga: canalização com a finalidade de
transportar as águas residuais dos aparelhos sanitários para o
tubo de queda ou colector predial;
 Ramais de ventilação: canalização de ventilação que liga um
ramal de descarga à coluna de ventilação de modo a assegurar
o fecho hídrico, quando necessário;
 Tubo de queda: canalização vertical destinada a receber as
águas residuais dos diferentes ramais de descarga e o
consequente transporte até ao colector predial;

 Colunas de ventilação: canalização vertical à qual ligam os
ramais de ventilação destinada a completar a ventilação feita
pelos tubos de queda;
 Colectores prediais: canalização destinada à recolha das
águas residuais provenientes de tubos de queda, de ramais de
descarga e de condutas elevatórias existentes, e à condução
destas para o ramal de ligação ou para outro tubo de queda;
 Ramal de ligação: canalização compreendida entra a câmara
de ramal de ligação e o colector de drenagem público;
 Acessórios: dispositivos que possibilitam as operações de
manutenção e conservação e a retenção de matérias sólidas,
de modo a garantir a habitabilidade dos espaços.
A rede predial de águas residuais domésticas é constituída por vários
elementos, que podemos identificar na figura à cima.

1.8.

Sistemas de Escoamento de Drenagem de Águas
Residuais Domésticas

O sistema de escoamento de drenagem de águas residuais
domésticas varia consoante os trechos sejam horizontais ou verticais.
Nos trechos horizontais, como é o caso de ramais de descarga e
colectores, o escoamento é em canal.

1.9.

Conforto e Qualidade nos Sistemas

Segundo os conceitos teóricos do dimensionamento das redes
de drenagem das águas residuais domésticas está regulamentado
que é necessário ter-se em conta com alguns factores que
condicionam os níveis de conforto tais como:
 Ruído;
 Odores;
 Acessibilidade dos sistemas;
 Coeficientes de simultaneidade.

1.10.

Regras de Traçado e Instalação

Para instalação do traçado da rede das águas residuais
domésticas devemos respeitar o regulamento geral tendo em conta
as recomendações referentes aos elementos que o constituem.

 Sempre que os tubos de queda atravessem elementos estruturais. dais quais são mantidas e sujeitas a processos de sedimentação e flutuação.  Os ramais de descarga devem ser instalados de forma a atenuar a transmissão de ruido.  O troço vertical dos ramais de descarga não deve exceder os 2 metros de altura. devem possuir uma ligação não rígida entre os elementos dotados de acessórios que actuem na transmissão de vibrações.  O traçado dos ramais de descarga deve apresentar troços rectilíneos unidos com curvas nas suas caixas de reunião.Deste modo foram elaboradas regras que compõem o sistema de drenagem de águas que são:  Os Ramais de descarga podem ser embutidos ou colocados a vista. São normalmente utilizadas para pequenos volumes de águas. digestão anaeróbica.11.  As ligações dos ramais de descarga devem ser efectuadas por caixas de reunião. 1.  Os ramais de descarga aos colectores prediais são efectuados por camaras de inspecção. Fossas sépticas As Fossas Sépticas constituem a alternativa de tratamento dos esgotos domésticos quando não existe a capacidade de garantir o escoamento para o colector público.  O diâmetro nominal do tubo de queda deve ser superior aos dos ramais de descarga e ligados com um Ø 50mm no mínimo. .  Os ramais de descarga das bacias de retrete devem ser independentes das restantes.  A sua colocação não deve afectar a resistência estrutural do edifício.

possibilitando a separação de matérias sedimentares no fundo da mesma (lamas).  A variação das temperaturas. 1. Método do Regulamento Português Segundo este método os caudais mínimos que se deve adoptar devem ser os que são apresentados dentro das tabelas da folha de cálculo.13. tendo em conta o equipamento instalado na rede conforme a sua especificidade e o valor do caudal de descarga. Tubo de Queda .  As condições de escoamento. harmonizando o traçado dentro das exigências. visto que as matérias a serem utilizados também desempenham um papel importante de forma a assegurar:  As pressões impostas a canalização. Métodos de Dimensionamento Para o dimensionamento do sistema de drenagem das águas residuais domésticas deve-se ter em conta a optimização do seu desempenho funcional. Para o seu correcto dimensionamento devem ser garantidas as condições de escoamento.1. procurando uma eficaz execução e manutenção do sistema. Para execução do dimensionamento deste projecto se utilizará dois métodos: 1.13. 1. devem ser seguidos os seguintes passos:  Determinação dos caudais de cálculo. Para o dimensionamento de uma rede de drenagem de águas residuais.  A resistência a agressividade química.  Dimensionamento dos diâmetros das tubagens.12. Tubagens As tubagens têm grande importância nas águas residuais quando estão directamente ligadas as condições de saúde pública e da qualidade ambiental.  A resistência das solicitações exteriores (no caso dos tubos enterrados).

Estas unidades (UHC) dimensionais são determinadas experimentalmente para cada tipo de aparelho sanitário. 1. permitindo a optimização dos sistemas e economia de material. Segundo a referida Norma NBR 8160 deve-se adoptar os valores de descarga dos aparelhos através de um quadro semelhante ao do método anterior que estará na folha de cálculo.Os Tubos de queda devem ser dimensionados para as taxas de ocupação pelas águas de esgoto domésticas inferiores ou iguais a 1/3 de modo a permitir a ventilação primária do sistema. Colectores prediais e ramais de ligação O dimensionamento dos colectores prediais e dos ramais de ligação é utilizado a capacidade hídrica do colector em função do diâmetro e da inclinação da tubagem para a tubagem de PVC. A taxa de ocupação dos tubos de queda depende do diâmetro (mm) e do caudal mínimo (l/min).13. Foi considerado como método alternativo.2. SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS . representam o seu peso na rede quando são utilizadas correctamente. 1. 1. Método da Norma Brasileira A Norma Brasileira NBR 8160 faz destaque a utilização do método simplificado. Colectores Prediais e Ramais de Ligação O dimensionamento dos colectores prediais efeito com o resumo dos caudais permitidos na tubagem de escoamento de meia secção para a tubagem de PVC.14.15. Tubo de queda Os Tubos de queda de acordo com a norma NBR o dimensionamento do diâmetro deve ser calculado a semelhança do regulamento português. O dimensionamento é efectuado a partir da soma (UHC) dos ramais em função da altura do edifício. baseado na utilização das chamadas Unidades de Hunter de Contribuição (UHC). tendo sido considerado os valores dos coeficientes de simultaneidade e dos caudais.

terraços e similares e a conduz a um ponto de destino. No caso de se situarem à vista e no exterior devem ser protegidas por pintura com tinta adequada de modo a evitar problemas de deterioração. conforto. visam a garantir os níveis aceitáveis de funcionalidade.  Área de contribuição: soma das áreas das superfícies que.  Tema vantagem de ter vários sistemas de escolha para permitir o tratamento e o aproveitamento do fluido seleccionado dos diferentes tipos de efluentes para rega e para descarga das instalações sanitárias.  Calha: canal que recolhe a água de coberturas. durabilidade e economia. interceptando a chuva. evitando alargamento. não se admitindo quaisquer interligações com outras instalações prediais.15.2. galerias ou tectos falsos. De acordo com a Norma. as exigências e os critérios necessários aos projectos de instalação de drenagem de águas pluviais. Segundo a NBR 10844.  Caixa de areia: caixa utilizada nos condutores horizontais destinados a recolher detritos por deposição.1. segurança. A captação destas águas têm por finalidade permitir um melhor escoamento.1. Partes Constituintes do Sistema Pluvial  Altura pluviométrica: volume de água precipitada por unidade de área horizontal. erosão do solo e outros problemas.15. higiene. portanto. conduzem as águas para determinado ponto da instalação. das Instalações de drenagem de águas pluviais devem ser projectadas de modo a obedecer às seguintes exigências:  Recolher o Caudal do projecto aos locais permitidos pelos seus dipositivos. . 1. Estas instalações são dimensionadas para recolher a quantidade de precipitação calculada no Período de Retorno de 5 anos. Sistema Predial de Drenagem de Águas Pluviais As águas pluviais são aquelas que se originam a partir das chuvas.  As tubagens de PVC podem ser instaladas à vista ou embutidas em caleiras. A instalação de águas pluviais destina-se exclusivamente ao recolhimento e condução das águas das chuvas. as águas pluviais não podem ser lançadas em redes de esgotos.

 Caudal de projecto: vazão de referência dimensionamento de condutores e calhas. terraços e similares e conduzi-las até a parte inferior do edifício.  Duração de precipitação: intervalo de tempo de referência para a determinação de intensidades pluviométricas.  Intensidade pluviométrica: quociente entre a altura pluviométrica precipitada num intervalo de tempo e este intervalo. As calhas são condutores e colectores de uma instalação predial de águas pluviais que fazem parte do sistema de drenagem. As calhas servem de condutas que levam a água captada até o reservatório.15. Dimensionamento do Sistema de Drenagem de Águas Pluviais Caudal O dimensionamento do caudal de uma instalação predial de águas pluviais é determinado pela fórmula: �=ICA �: vazão (m3/h) I: Intensidade de Precipitação (mm/h) C: Frequência de Precipitação.  Ralo: caixa dotada de grelha na parte superior. Condutor horizontal: canal ou tubulação horizontal destinada a recolher e conduzir águas pluviais até locais permitidos pelos dispositivos legais.3. recolher as águas da chuva que precipitam nas coberturas das edificações e conduzi-las a pontos convenientemente localizados. uma determinada intensidade pluviométrica é igualado ou ultrapassado apenas uma vez. coberturas. 1.  Condutor vertical: tubulação vertical destinada a recolher águas de calhas. para a mesma duração de precipitação. �: Área de Contribuição (m2) .  Período de retorno: número médio de anos em que. As calhas são dispostas na horizontalmente e os condutos na vertical. para o  Calha As calhas são acessórios que têm por objectivo. Normalmente apresentam secções rectangulares ou semi circulares que são aplicadas de acordo ao tipo de cobertura. destinada receber águas pluviais.

Foram também consideradas as recomendações relativas as instalações e sistemas incluindo todos os dimensionamentos. Utilização de Águas das Pluviais (chuvas) em Edificações O aproveitamento de água de chuva nas residências podem contribuir para a conservação dos mananciais. com a redução de enchentes nas cidades e com a diminuição da utilização da energia de captação. considerando os pressupostos idênticos para cada cálculo. tratamento e distribuição de água potável.1.4. 1. 1.15. A água da chuva armazenada sem tratamento adequado pode ser utilizada apenas para consumo não potável.Coeficiente do escoamento O volume de água da chuva precipitado sobre uma determinada área escoa superficialmente. de drenagem de águas residuais prediais domésticas. que constituem uma mais-valia para o trabalho. 2. na lavagem de carros. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA FRIA . A água de chuva tem potencial para utilização na descarga de vasos sanitários. adução. para detalhar a formulação teórica do dimensionamento das canalizações de distribuição de água.16. As normas utilizadas permitiram a utilização alternada dos três métodos das quais foram utilizados o da Norma Portuguesa. O valor do coeficiente é determinado em função do tipo de cobertura. em sistemas de arcondicionado e em sistemas de combate de incêndios. Francesa e Brasileira. lavagem de roupas. o coeficiente � resulta é igual a unidade. irrigação de jardins. Conclusão Este trabalho serve para disponibilizar informação necessária e correcta de como dimensionar as redes prediais das águas domésticas utilizando as normas em vigor. REDE DE DSTRIBUIÇÃO DE AGUA 2. entre outros.

MÉTODO DE HUNTER UC casa=UC x quantidade Onde: UC é a unidade de consumo obtido através da tabela com caudais instantâneos. Uc casa: uc total de um dispositivo METODO DE HUNTER (geral) DISPOSITI VOS Quantid ade Uc Lavatorio (lv) Lava loiça (ll) Pia (br) Banheiro (ba) Chuveiro (ch) Uc casa 1 4 4 3 4 1 4 3 16 3 3 9 2 3 6 ∑=38 UC 1.2 l/s . Método de Hunter.1.2.46 Pela tabela METODO DE HUNTER (cozinha) DISPOSITI VOS Lava loiça (ll) l/s Quantid ade Uc 3 1 Uc casa 3 ∑=3 UC Pela tabela 0.1. Quantidade: é a quantidade de um dispositivo específico.

METODO FRANCES q (total)=q x # DE DISPOSITIVOS onde q é caudal mínimo K= K é coeficiente de simultaneidade e n soma dos # DE DISPOSITIVOS 1 Q (desenho)= ∑ qtotal x K √n−1 METODO DE FRANÇA (geral) DISPOSITIVOS Lavatorio (lv) # DE DISPOSITIVOS q (l/s) 4 qtotal (l/s) 0.1 0.57 l/s 2.1.METODO DE HUNTER (lavabo) DISPOSITI VOS Uc quantid ade Lavatorio (lv) Pia (br) 1 4 Uc casa 1 1 1 4 ∑=5 UC Pela tabela METODO DE HUNTER (wc1=wc2 =wc3) DISPOSITIV OS Lavatorio (lv) Pia (br) Banheiro (ba) Chuveiro (ch) Quantid ade Uc 0.38 l/s Uc casa 1 4 1 1 1 4 3 1 3 2 1 2 ∑=10 UC Pela tabela 0.4 .2.

15 METODO DE FRANÇA (lavabo) DISPOSITIVOS lavatorio (lv) pia (br) k (coeficiente de simultaneidade) # DE qtotal DISPOSITIVOS q (l/s) (l/s) 1 0.1 0.75 0.2 METODO DE FRANÇA (wc1=wc2=wc3) DISPOSITIVOS lavatorio (lv) pia (br) banheiro (ba) chuveiro (ch) k (coeficiente de simultaneidade) # DE qtotal DISPOSITIVOS q (l/s) (l/s) 1 0.15 q de desenho 1 (l/s)= 0.45 ∑= 2.1 0.57461 17 METODO DE FRANÇA (cozinha) DISPOSITIVOS Lava loiça (ll) k (coeficiente de simultaneidade) # DE qtotal DISPOSITIVOS q (l/s) (l/s) 1 0.5 e nível é medio então segundo o Decreto regulamentar 23/95 do 23 de agosto: .15 1 0.1.1 2 0.1 0.15 0.15 0.1 1 0.15 q de desenho 0.4 0.25 1 0.6 q de desenho 0.15 4 0.Lava loiça (ll) Pia (br) Banheiro (ba) Chuveiro (ch) k (coeficiente de simultaneidade) 1 4 3 3 n= ∑= 15 0.1 0.15 0.1 1 0.1 1 0.34641 0.25 0.2 q de desenho 1 (l/s)= 0.METODO DO REGULAMENTO PORTUGUES Como todos Qa≤3.25 0.3.15 0.15 0.577350269 (l/s)= 02 2.267261242 (l/s)= 0.1 0.

15 0.15 0.Q c=0.15 0.15 0.75 3 0.4 1 4 0.1 0.15 0.8103 67 Qc (l/s)= METODO DE REGULAME NTO PORTUGUE S (cozinha) DISPOSITIV OS lava loiça (ll) # DE DISPOSITIVO S 1 q (l/s) 0.15 Qa (l/s)= 0.25 0.15 Qa (l/s)= Qc (l/s)= METODO DE qtotal (l/s) 0.4 3 0.1 0.5469* Qa 0.45 2.2063 79 .5137 Onde: Qc é caudal de cálculo e Qa é caudal acumulado METODO DE REGULAME NTO PORTUGUE S (geral) DISPOSITIV OS lavatorio (lv) lava loiça (ll) pia (br) banheiro (ba) chuveiro (ch) # DE DISPOSITIVO S qtotal (l/s) q (l/s) 4 0.

4.15 0.25 1 0.1 0.25 0.1 0.1 0.1 0.DIMENSIONAMENTO DA REDE DE AGUA FRIA Q calc=0.2392 47 METODO DE REGULAME NTO PORTUGUES (wc1=wc2= wc3) DISPOSITIV OS lavatorio (lv) pia (br) banheiro (ba) chuveiro (ch) # DE DISPOSITIVO S qtotal (l/s) q (l/s) 1 1 0.6 0.4206 73 Qc (l/s)= 2.1 1 0.REGULAME NTO PORTUGUE S (lavabo) DISPOSITIV OS lavatorio (lv) pia (br) # DE DISPOSITIVO S 1 1 qtotal (l/s) q (l/s) 0.5469* Qa 0.5 .1.1 0.1 Qa (l/s)= Qc (l/s)= 0.5137 e Vt é velocidade teórica.15 Qa (l/s)= 0. vt=1.2 0.1 0.

5 1.3830 62 0.0171 5 40 36.3830 62 0.0101249 1.075 0.60 0.33 1.14 0.0101249 0.036 0.64 1. 5 1.0065552 2.000134x(Vreal) x( 1000 )-5/4 4 xQcalc Vreal= ¿ ¿ onde J é perda de carga unitária Leq=1.50 0.0136 58 75 67.1286 0.5 13.Onde ∅ √ 4 xQcalc Vtx π Øcalc é diâmetro calculado Øcalc= ∫¿ 1000 ¿ Onde Vreal é velocidade real e Øint é diâmetro interno ¿ ¿ ∫¿ 1000 x πx ¿ ∅ 2/3 J=4x0.0072339 1.97 0.0089 64 63 57 93 7 3 1 32 57.0054377 11.0033586 0.0031 48 90 81.0133 .2392 47 0.724 0. 5 1.036 0. 5 1.1491 0.257 0.2063 vt 1.1501 0. 5 1.42 0.3830 62 0.69 2.50 0.32 2.2 0. 5 1.43 0.92 3.8 39 4 0 4 88 57.0042 5 40 36.0046877 2.036 0.865 50 45. 5 1. 5 1.02 2.79 0.418 0.1629 56 2 6 72 45.2 77 49 5 2 57 57.1675 74 0.1422 0.0096 76 50 45.0054377 2.1675 74 0.4 08 6 0 0 91 41.7396 76 0.8 0.0054377 1.1629 56 6 5 69 37.1664 0.1501 0.0126 64 63 57 93 7 8 3 57 71.0625 64 63 57 93 7 00 00 34 79.2 0.03 0.1501 0.6005 97 0.2xL Onde Leq é longitude equivalente ∆ H= JxL Onde ∆ H é perda de carga linear troços 1-2 2-3 2-4 4-6 4-8 4-9 12-9 9-CAF 13-14 Qcalc (l/s) 0.95 1.724 0.2 0. Dimensionamento da rede de água fria Øcomerc Øinter  Øcalc Vreal j L Leq ial no 37.

14-CAF 14-15 15-17 15BOMBA 79 0.8103 67 5 1.7707 24 0.4 90 81.1.2392 47 0.257 48 80.2 90 81.15 2.958 39 90 81.0033586 6 0.99 4 2.25 0.80 5 7.2. 5 1.903 79 45.075 76 82. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA QUENTE 2.0034520 0 0.1481 77 0.15 0.0134 13 0.0169 07 0.0072339 5 0.4 50 45.96 4 2.0085 26 0. 5 1. 5 14 79.34 2 01 0.1557 98 3 0. 5 1.1 0.2.7396 76 0.47 0 2.METODO DE HUNTER q (total)=q (uc)xNº de hunter do dispositivo onde q (uc) é a quantidade de dispositivo e o q (total) é o caudal total em unidade de hunter METODO DE HUNTER (geral) DISPOSITI VOS lavatorio (lv) lava loiça (ll) banheiro quantid ade Uc Uc casa 1 4 4 3 3 1 3 3 9 5 4.1 0.79 2 2.1422 08 0.4 82 0.0035693 8 9 3.33 7 6.1491 77 0.11 8 Valores do caudal mínimo Dispositi vos lavatorio (lv) lava loiça (ll) pia (br) banheiro (ba) chuveiro (ch) Caudal mínimo q(l/s) 0.0218 39 .

2 l/s quantid ade Uc casa 1 1 pela tabela METODO DE HUNTER (wc1=wc2 =wc3) DISPOSITIV OS lavatorio (lv) banheiro (ba) chuveiro (ch) 1 ∑=1U C 0.1 l/s quantid ade Uc 3 ∑=3U C Uc casa 1 1 1 3 1 3 2 1 2 ∑=6U pela tabela C 0.42 l/s .96 l/s pela tabela METODO DE HUNTER (cozinha) DISPOSITI VOS lava loiça (ll) METODO DE HUNTER (lavabo) DISPOSITI VOS lavatorio (lv) quantid ade Uc 3 Uc Uc casa 1 pela tabela 0.(ba) chuveiro (ch) 2 3 6 ∑=22 UC 0.

2.2.316228 (l/s)= qtotal (l/s) 0.METODO FRANCES q (total)=q x # DE DISPOSITIVOS onde q é caudal mínimo K= K é coeficiente de simultaneidade e n soma dos # DE DISPOSITIVOS 1 Q(desenho)= ∑ qtotal x K √n−1 METODO DE FRANÇA (geral) DISPOSITIVOS lavatorio (lv) lava loiça (ll) banheiro (ba) chuveiro (ch) # DE DISPOSITIVO S q (l/s) 4 1 3 3 0.2.15 0.15 0.15 n= ∑= 11 k (coeficiente de simultaneidade) q de desenho 0.15 METODO DE FRANÇA (lavabo) DISPOSITIVOS # DE DISPOSITIVO S q (l/s) qtotal (l/s) .1 0.5533 99 METODO DE FRANÇA (cozinha) DISPOSITIVOS lava loiça (ll) k (coeficiente de simultaniedade) # DE DISPOSITIVO S q (l/s) 1 qtotal (l/s) 0.1 n= ∑= 1 5 q de desenho 1 (l/s)= 0.75 0.7 5 0.45 ∑=1.4 0.15 ∑=0.15 0.25 0.

METODO DO REGULAMENTO PORTUGUES Como todos Qa≤3.707107 (l/s)= 53 DISPOSITIVOS lavatorio (lv) banheiro (ba) chuveiro (ch) k (coeficiente de simultaneidade) 2.5 e nível é medio então segundo o Decreto regulamentar 23/95 do 23 de agosto: Q c=0.15 0.1 ∑=0.15 .5469* Qa 0.1 1 0.15 0.lavatorio (lv) 1 n= ∑= 1 k (coeficiente de simultaneidade) 0.1 METODO DE FRANÇA (wc1=wc2=wc3) # DE DISPOSITIVO qtotal S q (l/s) (l/s) 1 0.1 0.3.1 0.25 1 0.5137 Onde: Qc é caudal de cálculo e Qa é caudal acumulado METODO DE REGULAME NTO PORTUGUE S (geral) DISPOSITIV OS lavatorio (lv) lava loiça (ll) # DE DISPOSITIVO S qtotal (l/s) q (l/s) 4 0.25 0.15 n= ∑= 3 ∑=0.1 q de desenho 1 (l/s)= 0.4 1 0.1 0.5 q de desenho 0.2.3535 0.

1 0.25 1 0.1 Qa= 0.1 0.1675 Qc (l/s)= 74 METODO DE REGULAMEN TO PORTUGUES (wc1=wc2= wc3) DISPOSITIVO S lavatorio (lv) banheiro (ba) chuveiro (ch) # DE DISPOSITIVO qtotal S q (l/s) (l/s) 1 0.45 ∑=1.15 0.75 0.15 ∑=0.1 1 0.7 Qa= Qc (l/s)= 5 0.25 0.25 3 0.1 Qa= 5 0.2063 Qc (l/s)= 79 METODO DE REGULAMEN TO PORTUGUES (lavabo) DISPOSITIVO S lavatorio (lv) # DE DISPOSITIVO qtotal S q (l/s) (l/s) 1 0.15 0.1 ∑=0.15 0.banheiro (ba) chuveiro (ch) 3 0.7290 49 METODO DE REGULAMEN TO PORTUGUES (cozinha) DISPOSITIVO S lava loiça (ll) # DE DISPOSITIVO qtotal S q (l/s) (l/s) 1 0.15 .

4206 1.6 0 64 63 57 93 7 00 80 .036 0. 74 5 0. 73 5 1.8 58 96 0 0 75. 62 5 Dimensionamento da rede de água quente Øcomerci Øinter  Øcalc Vreal j L Leq al no 37.0072339 0.1501 0.724 0.5 √ 4 xQcalc Vtx π Øcalc é diâmetro calculado Øcalc= onde ∅ ∫¿ 1000 ¿ é velocidade real e Øint é diâmetro interno onde Vreal ¿ ¿ ∫¿ 1000 x πx ¿ ∅ 2/3 J=4x0.4.2 0. 0.1675 1.26 1.69 2.40 2.DIMENSIONAMENTO DA REDE DE AGUA QUENTE Q calc=0.6735 1.151 0.07 1.0054377 11.2 0. 44 5 0.2 77 49 6 5 59.03 0 5 40 36.631 0.075 0.3830 62 2.5 Qc (l/s)= 0.5469* Qa 0.5469 5 0.724 0.2392 1.42 0.5137 e Vt é velocidade teórica.000134x(Vreal) x( 1000 )-5/4 4 xQcalc Vreal= ¿ ¿ onde J é perda de carga unitária Leq=1.771 0.0101249 0.1491 0.4 13.1294 0.2.83 0 76 50 45.1649 0.1675 1.1515 0.50 0 5 40 36.0101249 1.1629 56 2 6 45.28 0 47 90 81.2xL Onde Leq é longitude equivalente ∆ H= JxL Onde ∆ H é perda de carga linear troços 1-2 2-3 2-4 4-5 5-6 6-CAQ 8-6 Qcalc (l/s) vt 0.4 93 63 0 4 57.51 0 16 63 57 4 23 1 4 68.1629 56 6 5 37.0044039 2.3830 1.0031553 1.69 0.Qa= ∑=0. 74 5 0. 47 5 0.0057881 1.88 0 2 75 67. vt=1.

1422 0.96 0 90 81.1401 65 0. 5 1.00 0 1.61 m pé direito= 3m troços 12-9 9-CAF 14-CAF 14-15 Qcalc (l/s) 0. 79.257 5 48 1.00 0 1.0033586 0.95 1.7290 49 0.69 2 1.5 13.3.47 2.42 0 6.1481 0. 57.0031553 63 5.1294 93 0.4 77 03 0 4 .1. 37.4 0.1629 0.903 5 79 Caminho critico Øcomerc Øinter  Vreal j L Leq ial no 0.631 47 40 36. 80.70 4 0 0 0 DIMENSIONAMENTO DO TANQUE dot= 250 l ppd t3=n+2 onde n é o numero de quartos n= 3 t3=3+2  t3=5 Reserva do tanque em 1 dia=5x250l=1250 l Reserva do tanque 7 dias= 1250*7=8750 l=8.14 0 90 81.12-10 TA-10 10CAQ 0.1501 0.6735 44 1.0033264 14 0.4 08 62 4 2 0.99 4.0054377 11.0033586 3.1675 74 0.4 08 62 0 0 0.4 90 81.1422 0.3830 62 0. 79.036 5 64 1.8 0 63 57 93 7 00 00 0.61+3=28.41 0 1.0034520 2.7396 76 0.0101249 56 0.257 5 48 1.724 5 78.750 m3 9m3 2.7396 76 0. 5 2.CAMINHO CRITICO Caminho crítico = bomba até 12 L caminho critico= 25. 5 1.686 06 75.79 0 90 81.3.2 90 81.7707 24 vt Øcalc 1.

1097 h man. (m)=3.34 2 0 . (m)= 3+0.1.4 0. e hf é perda de carga h man.1.1097 h man.0035693 6. (m)= Hgeo+ hf caminho critico Onde h man é altura manométrica.1097 3.8103 67 1.15BOMBA 0.11 82 8 ∑=0.1.1557 98 0. REDE DE ESGOTO 3. DIMENSIONAMENTO DO ESGOTO (METODO BRAZILEIRO) 3.958 39 90 81. 5 82.AGUAS SAPONOSAS 7.

1.1.4. DIMENSIONAME NTO DE TUBO DE QUEDA (NBR) UHC (wc1+wc2+wc3 ) 12 Ø (mm) 75 3. WC1=WC2=WC3 DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (NBR) ∑UHC Ø (mm) 4 50 3.1.2.3.1.3.1. Ramais de esgoto 1º andar NBR Pela tabela 3 obtemos em função da unidade de hunter de contribuição o diâmetro nominal dos tubos dos ramais de esgoto.1. .1. Tubo de queda NBR Pela tabela 4 em função do número de pavimentos do edifício e das unidades de hunter de contribuição que passarão pelo tubo de queda obtemos o diâmetro nominal do tubo de queda. WC1=WC2=WC3 DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DESCARGA (NBR) DISPOSITIVOS UHC Ø(mm) lavatorio (lv) 1 40 Banheiro (ba) 3 40 ∑4 3. Ramais de descarga rés-do-chão NBR Pela tabela 1 obtém-se as unidades de hunter de contribuição dos aparelhos sanitários e os diâmetros nominais dos ramais de descarga.1. Ramais de descarga 1º andar NBR Pela tabela 1 obtém-se as unidades de hunter de contribuição dos aparelhos sanitários e os diâmetros nominais dos ramais de descarga.1.

5.1. DIMENSIONAMENTO DE COLETORES PREDIAIS (NBR) .Lavabo DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DESCARGA (NBR) DISPOSITIVOS UHC Ø (mm) lavatorio (lv) 1 40 ∑1 Cozinha DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DESCARGA (NBR) DISPOSITIVOS UHC Ø (mm) lava loiça (ll) 3 40 ∑3 3.1.6.1. Ramais de esgoto rés-do-chão NBR Pela tabela 3 obtemos em função da unidade de hunter de contribuição o diâmetro nominal dos tubos dos ramais de esgoto. Lavabo DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (NBR) UHC Ø (mm) 1 40 Cozinha DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (NBR) UHC Ø (mm) 3 40 3.1. Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NBR Pela tabela 5 sabendo que a inclinação é de 2% em função do número de unidades de hunter de contribuição que passa pelos coletores obtemos os seus diâmetros nominais.

AGUAS NEGRAS 3. Nota: o diâmetro mínimo na instalação de esgoto das águas negras é 100 mm WC1=WC2=WC3 .2.22 m2 3.1.1.TUBO COLETOR CV1-CV2 CV2-CV3 CV3-CV4 CV4-PR UHC 1 1 4 16 Ø (mm) 100 100 100 100 3.1.1.1. Ramais de esgoto 1º andar NBR Pela tabela 1 obtemos o número de hunter de contribuição e pela tabela 3 obtemos em função da unidade de hunter de contribuição o diâmetro nominal dos tubos dos ramais de esgoto. usamos a seguinte formula: A=V/Ci Onde: Ci: coeficiente de infiltração é tabelado em função do tipo de solo já que no meu caso é arenoso e silte então: Ci=90 V=C×N C é tabelado e obtém-se em função de padrão da residência no caso pelo facto de o padrão ser medio: C=130 N (numero de pessoas) = 5 V=130×5 V=650 m3 A=650/90 A=7.2. Poço roto (PR) NBR Para dimensionar o poço roto.7.

4.1.2.1. Ramais de esgoto rés-do-chão NBR Pela tabela 1 obtemos o número de hunter de contribuição e pela tabela 3 obtemos em função da unidade de hunter de contribuição o diâmetro nominal dos tubos dos ramais de esgoto. Tubo de queda NBR Pela tabela 4 em função do número de pavimentos do edifício que no nosso caso é 2 e das unidades de hunter de contribuição que passarão pelo tubo de queda obtemos o diâmetro nominal do tubo de queda.2.2.1. Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NBR Pela tabela 5 sabendo que a inclinação é de 2% em função do número de unidades de hunter de contribuição que passa pelos coletores obtemos os seus diâmetros nominais. Lavabo DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (NBR) DISPOSITIVOS UHC Ø (mm) BACIA RETRETE (Br) 6 100 6 3.3.2. DIMENSIONAMENTO DE COLETORES PREDIAIS (NBR) TUBO COLETOR UHC Ø(mm) CV1-CV2 6 100 .DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (NBR) DISPOSITIVOS UHC Ø (mm) Bacia retrete (Br) 6 100 6 3. DIMENSIONAME NTO DE TUBO DE QUEDA (NBR) UHC (wc1+wc2+wc3 ) 18 Ø(mm) 100 3.

3° C logo ≥ 20 então K= 57 Vu= 1000 + 5x(130x1 + 57x1) → Vu=1935 L → Vu=1. T: período de detenção.CV2-CV3 CV3-CV4 CV4-FS 6 6 24 100 100 100 3. em litro/pessoa x dia ou em litros/unidade x dia (ver tabela). C: contribuição de despejos. em dias (ver tabela). K: taxa de acumulação de lodo digerido em dias.1. N: número de pessoas ou unidade de contribuição.5. equivalente ao tempo de acumulação de lodo fresco (ver tabela). Lf: contribuição de lodo fresco.935 m3 Como Vu= 1935 ≤6000 então profundidade útil mínima (m) é de 1. em litros/pessoa x dia (ver tabela). N: número de pessoas Sendo que a residência é de padrão medio então: C= 130 Lf= 1 CxN= contribuição diária (L) → contribuição diária (L)= 130 (litro/pessoa x dia) x 5 (pessoas) → contribuição diária (L)= 650 L Já que 650 L ≤1500 então T=1 dia Como o intervalo entre limpezas é de 1 ano e a temperatura ambiente em Luanda é de 23.20 . Dimensionamento do tanque séptico (FS) NBR O volume do tanque séptico deve ser calculado pela fórmula: Vu= 1000 + N(CT + KLf) Onde: Vu: volume útil (Vu mínimo de 1250 litros).2.

3.2.5352 WC1=WC2=WC3 DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (METODO PORTUGUES) Q(L/MIN) QC (L/min) Ø(mm) Ø interno (mm) 90 81.2.2. DIMENSIONAMENTO DO ESGOTO (MÉTODO DA NORMA PORTUGUESA) 3. obtemos o diâmetro nominal e o diâmetro interno. WC1=WC2=WC3 DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DESCARGA INDIVIDUAIS (METODO PORTUGUES) DISPOSITIVOS Q(L/MIN) Ø(mm) lavatório (lv) 30 40 banheiro (ba) 60 40 90 3.3.AGUAS SAPONOSAS 3. Tubo de queda NP .6 3.1.1.1.2.2.69212693 75 70. O caudal calculado é obtido a partir da fórmula: QC=7. Ramais de esgoto 1º andar NP A partir da tabela dimensionamento dos ramais de descarga em função da inclinação que é de 2%.1. 3497 ×Qa0. do caudal calculado que passa no ramal.1.2. Ramais de descarga 1º andar NP Pela tabela caudais de descarga (5) obtemos os valores dos caudais em (l/min) para cada aparelho e pela tabela diâmetros mínimos dos ramais de descarga individuais (5) obtemos os diâmetros mínimos dos ramais de descarga.

1. Lavabo DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DESCARGA INDIVIDUAIS (METODO PORTUGUES) DISPOSITIVOS Q(L/MIN) Ø(mm) lavatório (lv) 30 40 30 Cozinha DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DESCARGA INDIVIDUAIS (METODO PORTUGUES) DISPOSITIVOS Q(L/MIN) Ø(mm) lava louça (ll) 30 50 30 3. O caudal calculado é obtido a partir da fórmula: QC=7.5 → Qc ≤D 2.1 3.O diâmetro do tubo de queda no método da norma portuguesa é tabelado e obtido em função do caudal calculado (Qc) e a taxa de ocupação (to).5 Pela tabela Diâmetros dos tubos de queda e taxas de ocupação (5) obtemos os seguintes valores: DIMENSIONAMENTO DE TUBO DE QUEDA (METODO PORTUGUES) Qa(L/MIN) QcX#WC(3) DIAMETRO TO DN(mm) DN interno (mm) 90 245.08 98. Ramais de esgoto rés-do-chão NP .4.5352 A taxa de ocupação é tabelada em função do diâmetro do tubo de queda que é calculado a partir da fórmula: Qc D ≤2.1.2.03055232 1/5 110 105.5.2. 3497 ×Qa0. Ramais de descarga rés-do-chão NP Pela tabela caudais de descarga (5) obtemos os valores dos caudais em (l/min) para cada aparelho e pela tabela diâmetros mínimos dos ramais de descarga individuais (5) obtemos os diâmetros mínimos dos ramais de descarga.

1. obtemos o diâmetro nominal e o diâmetro interno.6.1 45.3 CV1-CV2 30 8 110 105.37586405 75 70.1.2.7. DIMENSIONAMENTO DE COLETORES PREDIAIS (método português) TUBO Qa Qc Dn (mm) Diâmetro interno COLETOR (l/min) (l/min) (inclinação 2%) (mm) 45.7 CV3-CV4 60 6 110 105. 3497 ×Qa0.37586405 75 70.6 Cozinha DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (METODO PORTUGUES) Q (L/MIN) QC (L/min) Ø (mm) Ø interno (mm) 30 45. do caudal calculado (Qc) que passa no ramal.1 335.A partir da tabela dimensionamento dos ramais de descarga em função da inclinação que é de 2%.3 CV2-CV3 30 8 110 105.2.1 90. Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NP A partir da tabela dimensionamento dos coletores prediais tendo inclinação 2% e tendo os caudais calculados que passam pelos coletores obtemos o diâmetro dos mesmos. Poço roto (PR) NP .6 3. O caudal calculado é obtido a partir da fórmula: QC=7.1 3.5352 Lavabo DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (METODO PORTUGUES) Q (L/MIN) QC (L/min) Ø (mm) Ø interno (mm) 30 45.8 CV4-PR 330 4 110 105.

1.5 → Qc ≤D 2. O caudal calculado é obtido a partir da fórmula: QC=7. pela tabela dimensionamento dos ramais de descarga obtemos o diâmetro nominal e o diâmetro interno em função da inclinação (no nosso caso de 2%) e do caudal calculado (Qc) que é calculado pela fórmula: QC=7.AGUAS NEGRAS 3.2.5352 WC1=WC2=WC3 DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (METODO PORTUGUES) DISPOSITIVOS Q(L/MIN) QC (calc) Ø(mm) Bacia retrete (Br) 90 81.2.20 6 3.2. 3497 ×Qa0.2. Ramais de esgoto 1º andar NP Após obter o caudal do equipamento pela tabela caudais de descarga (5).2.2.5 . 3497 ×Qa0.50 0. 3.2. Tubo de queda NP O diâmetro do tubo de queda no método da norma portuguesa é tabelado e obtido em função do caudal calculado (Qc) e a taxa de ocupação (to).69212693 90 Nota: no regulamento o diâmetro mínimo para a tubagem das aguas negras é de 90 mm.Considerando que o tempo de infiltração para um abaixamento de 25 mm (min) é de 6 pela tabela dimensionamento dos poços de infiltração obtemos as seguintes dimensões: Tempo de Infiltração para um Caudal (QR) Residual Altura Útil Ø do Abaixamento de 25mm Infiltrável ( l/m2/dia) Poço (m) do Poço 87 1.5352 A taxa de ocupação é tabelada em função do diâmetro do tubo de queda que é calculado a partir da fórmula: Qc D ≤2.

69212693 90 3. 3497 ×Qa0.3.2.4.2.6 CV2-CV3 90 9 110 105.2.08 98. pela tabela dimensionamento dos ramais de descarga obtemos o diâmetro nominal e o diâmetro interno em função da inclinação (no nosso caso de 2%) e do caudal calculado (Qc) que é calculado pela fórmula: QC=7.2.5352 Lavabo DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ESGOTO (METODO PORTUGUES) Ø DISPOSITIVOS Q (L/MIN) QC (calc) (mm) Bacia retrete (Br) 90 81.03055232 1/5 DN(mm) DN interno (mm) 110 105.1 81. Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NP A partir da tabela dimensionamento dos coletores prediais tendo inclinação 2% e tendo os caudais calculados que passam pelos coletores obtemos o diâmetro dos mesmos.6 CV3-CV4 90 9 110 105.1 3.1 81. Ramais de esgoto rés-do-chão NP Após obter o caudal do equipamento pela tabela caudais de descarga (5). DIMENSIONAMENTO DE COLETORES PREDIAIS (método português) TUBO Qa Qc Dn (mm) Diâmetro interno COLETOR (l/min) (l/min) (inclinação 2%) (mm) 81.1 .6 CV1-CV2 90 9 110 105.Pela tabela Diâmetros dos tubos de queda e taxas de ocupação (5) obtemos os seguintes valores: DIMENSIONAMENTO DE TUBO DE QUEDA (METODO PORTUGUES) Q a 90 QcX#WC(3) DIAMETRO TO 245.

V=5 [(100 ×10)+[0.2.326.1 3.3.10+ 0.26(1000–90)]+( 1.7 360 7 CV4-FS 110 105.3.2. CALCULO DAS CAIXAS DE VISITA CAIXAS DE VISITA PARA AGUAS SAPONOSAS Cf= i%× L+ Ci Onde: I: inclinação do terreno Cf: cota final Ci: cota inicial L: longitude .1. Dimensionamento da fossa séptica (FS) NP No regulamento português a fossa séptica é dimensionada através da seguinte fórmula: V=P [( Cp ×t R)+[Cd (Tl–Td)]+( Cl +Cd ×td)]×10–3 2 Onde: V: volume útil (m3) P: população (numero de utentes) Cp: capitação de águas residuais (l/hab/dia) Tr: tempo de retenção (dia) Cd: capitação de lamas digeridas (l/hab/dia) Tl: tempo entre limpezas (dia) Td: tempo de digestão de lamas (dia) Cl: capitação de lamas frescas (l/hab/dia) Pela tabela valores das variáveis (66) obtemos os valores numéricos das variáveis. 3.26 ) ×90]×10–3 2 V=6.489 m3 3.5.

74m Caixa de visita 2 L=2.71m Cf= i%×L +Ci Cf=0.Caixa de visita 1 L=2.73m Cf= i%×L +Ci Cf=0.79m Caixa de visita 3 L=2.79 Cf=0.71+0.94m 3.02×2.2.845m Caixa de visita 4 ate o PR L=4.02×4.73+0.3.59m Cf= i%×L +Ci Cf=0.17m Cf= i%×L +Ci Cf=0.7 Cf=0.845 Cf=0.74 Cf=0.02×2.59+0.02×2. CAIXAS DE VISITA PARA AGUAS NEGRAS Cf= i%× L+ Ci Onde: I: inclinação do terreno Cf: cota final Ci: cota inicial L: longitude .17+0.

02×5.08m Cf= i%×L +Ci Cf=0.02×2.08+0.02×2.74m Caixa de visita 2 L=2.72+0.17+0.79m Caixa de visita 3 L=2.84 Cf=0.84m Caixa de visita 4 ate o FS L=5.02×2.94m .17m Cf= i%×L +Ci Cf=0.7 Cf=0.59+0.59m Cf= i%×L +Ci Cf=0.79 Cf=0.Caixa de visita 1 L=2.74 Cf=0.72m Cf= i%×L +Ci Cf=0.

e 2 tubos coletores da área 2 o qual fazem parte a cobertura em betão da varanda do 1º andar e a cobertura em betão do rés-do-chão tendo ambos uma inclinação de 2%. 3.1. A3. As caleiras para o escoamento das águas residuais em todas áreas têm uma inclinação de 1%. 5.4. REDE DE AGUAS PLUVIAIS A rede de águas residuais será composta de 6 tubos coletores. A4.Intensidade de precipitação (I) para duração (mm/h) I=atbp Onde: I: intensidade de precipitação (mm/h) . 1. sendo: 4 tubos das áreas 1-6. A6. para a o transporte das aguas que vindas da área principal da cobertura dividida conforme desenho em anexo como A1. 4.1.1. Calculo dos caudais Q=ICA Onde: I – intensidade de precipitação C – frequência de precipitação A – área CÁLCULO DE INTENSIDADE. COEFICIENTE DE ESCOAMENTO 1. A5.

84 mm/h 1.3073 m2 A3= 26. o nosso período de retorno é de 5 anos então.9x2 I= 47.80 1.9 b=-0.1.b: parâmetros dependendo do período de retorno Como.2. a=64.8667 m2 A4= 11. C=0.44 -0.Áreas da cobertura As seguintes medidas foram tiradas na prancha da planta de cobertura apresentada na secção das peças desenhadas.44 I=64.8536 m2 A6 = 23.2225 m2 A5= 34. Áreas da cobertura: A1= 42.3.7261 m2 A2= 27.t: duração da chuva (2 horas) a.5167 m2 .80.Frequência de precipitação (C) excecional (1 em “n” anos) Sendo que: Cobertura é de telhado/betão Período de retorno é de 5 anos Pela tabela período de retorno (anos) temos que a frequência de precipitação é de 0.1.

80x27.5.9 m3/h 1.84x10-3x0.Coeficiente de escoamento Como tipo de solo em questão é semi-compacto e inclinação do terreno é de 0 a 1 então pela tabela coeficiente de escoamento [5] temos: Coeficiente de escoamento 0.84x10-3x0.80x23.2225 Q4=0.8667 Q3=1.5167 Q6=0.3339 m3/h Caudal A6 Q6=47.80x42.80x11.84x10-3x0.84x10-3x0.6352 m3/h Caudal A2 Q2=47.3073 Q2=1.7261 Q1= 1.Caudal Caudal A1 Q1=ICA Q1=ICA Q1=47.4.80x26.8536 Q5=1.80x34.31 .84x10-3x0.0282 m3/h Caudal A4 Q4=47.1.84x10-3x0.1.4295 m3/h Caudal A5 Q5=47.0451 m3/h Caudal A3 Q3=47.1.

2 mm  Caleira para A2 Como A2= 27.35xD h1=0.1.14 D=7.35x72 h1=25.7261 m2 e a inclinação é 1% então: Pela tabela dimensionamento de caleiras e algerozes de secção semicircular A=41 cm2 D= √ √ Ax 4 41 x 4 D= π 3.2.  CÁLCULOS DAS CALEIRAS Caleira para A1 Como A1= 42.2 cm  D=72 mm Carga no tubo de queda (h) h1=0.3073 m2 e a inclinação é 1% então: Pela tabela dimensionamento de caleiras e algerozes de secção semicircular A=28 cm2 A= πx D 4 2 .

7 h2=20.35xD h2=0.2225 m2 e a inclinação é 1% então: .D= √ √ Ax 4 28 x 4 D= π 3.895 mm  Caleira para A4 Como A4= 11.7 mm Carga no tubo de queda (h) h2=0.7 mm Carga no tubo de queda (h) h3=0.7 h3=20.895 mm  Caleira para A3 Como A3= 26.35xD h3=0.14 D=5.97 cm  D=59.14 D=5.35x59.8667 m2 e a inclinação é 1% então: Pela tabela dimensionamento de caleiras e algerozes de secção semicircular A=28 cm2 A= πx D 4 D= √ 2 √ Ax 4 28 x 4 D= π 3.35x59.97 cm  D=59.

14 D=5.35xD h4=0.58 cm  D=65.14 D=6.8536 m2 e a inclinação é 1% então: Pela tabela dimensionamento de caleiras e algerozes de secção semicircular A=34 cm2 A= πx D2 4 D= √ √ Ax 4 34 x 4 D= π 3.05 cm  D=50.Pela tabela dimensionamento de caleiras e algerozes de secção semicircular A=20 cm2 πx D2 A= 4 D= √ √ Ax 4 20 x 4 D= π 3.7 mm  Caleira para A5 Como A5= 34.8 h5=23.8 mm Carga no tubo de queda (h) h5=0.35x65.35x59.7 h4=17.35xD h5=0.03 mm  Caleira para A6 .5 mm Carga no tubo de queda (h) h4=0.

35x59.9x103L/60min Q6= 15 L/min Q1-6=Q1+Q6 →Q1-6=27.Como A6 = 23.2 mm h6=20.895 mm 1.25 L/min Q6=0.6352 m3/h → 1.3.895 mm .35xD h6=0.7 h6=20. só aí introduzindo os valores na tabela (dimensionamento dos tubos de queda (L≥1m) de entrada cónica) para assim achar o diâmetro deste mesmo tubo.  DIMENSIONAMENTO DOS TUBOS DE QUEDA Tubo de queda área 1-6 Como o tubo de queda para área 1 e 6 recebe água proveniente das duas áreas da cobertura somarei os caudais (Q) e a carga do tubo de queda (h).25+15 Q1-6=42.5167 m2 e a inclinação é 1% então: Pela tabela dimensionamento de caleiras e algerozes de secção semicircular A=28 cm2 A= πx D2 4 D= √ √ Ax 4 28 x 4 D= π 3.9 m3/h → 0.14 D=5.97 cm  D=59.6352x103L/60min Q1= 27.25 L/min h1=25.7 mm Carga no tubo de queda (h) h6=0. Q1= 1.

6 mm .0282x103L/60min Q3=17.095 mm Pela tabela dimensionamento dos tubos de queda (L≥1m) de entrada cónica teremos: DN1-6= 50 mm Diâmetro interno1-6= 45.895 mm pela tabela dimensionamento dos tubos de queda (L≥1m) de entrada cónica teremos: DN3= 50 mm Diâmetro interno3= 45.0451 m3/h → 1.895 mm Pela tabela dimensionamento dos tubos de queda (L≥1m) de entrada cónica teremos: DN2= 50 mm Diâmetro interno2= 45.h1-6= h1+ h6 → h1-6=25.0282 m3/h → 1.2 + 20.0451x103L/60min Q2=17.14 L/min h3=20.6 mm  Tubo de queda área 2 Como: Q2=1.6 mm  Tubo de queda área 3 Como: Q3=1.42 L/min h2=20.895 h1-6= 46.

03 mm Pela tabela dimensionamento dos tubos de queda (L≥1m) de entrada cónica teremos: DN5= 50 mm Diâmetro interno5= 45.6 mm  Tubo de queda área 5 Como: Q5=1.16 L/min h4=17.7 mm Pela tabela dimensionamento dos tubos de queda (L≥1m) de entrada cónica teremos: DN4= 50 mm Diâmetro interno4= 45.4295 m3/h → 0.3339 m3/h → 1.6 mm . Tubo de queda área 4 Como: Q4=0.23 L/min h5=23.4295x103L/60min Q4=7.3339x103L/60min Q5= 22.

.. Conforto e Qualidade nos Sistemas..........2...................................................... Instalação do Traçado da Rede Predial de Drenagem de Águas Residuais Domésticas................. Partes Constituintes do Sistema Pluvial.15...1......... Metodologia...... Sistema Predial de Drenagem de Águas Pluviais.................................5.............. Sistemas de Escoamento de Drenagem de Águas Residuais Domésticas... Método da Norma Brasileira.....15................ MEMÓRIA DESCRITIVA.................... Colectores prediais e ramais de ligação.................13....6 1.......5 1......1 1...................................................13... Constituição dos Sistemas de Drenagem...1........... Caracterização da moradia unifamiliar........................................................2.........6.. Métodos de Dimensionamento.................8 .............. SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS..............................................................................10....3 1............................................1..............5 1......7 1....................................................7 1.........................................1 1................2 1.1....2 1.................1 1...................3 1...5 1............................2........4..............................8.................................................3...............7 1.........1 1.......15................9....4 1. Sistemas de Drenagem de Águas Residuais Domésticas............1 1.......................12................7............1..... Considerações Gerais................................4 1....índice 1..........14....... INTRODUÇÃO.......4 1................................. Regras de Traçado e Instalação.........11................ Tubagens.....6 1........................... Método do Regulamento Português........ Objectivos............13.. Fossas sépticas........

..22 3........................1..5..2.............2........ Utilização de Águas das Pluviais (chuvas) em Edificações 9 1.........1.... DIMENSIONAMENTO DO ESGOTO (METODO BRAZILEIRO).......1.1....3........................................22 3..1..23 3.......20 2...1...2...........1..........24 3......2...... METODO FRANCES.......2............22 3..... Tubo de queda NBR....3................ DIMENSIONAMENTO DO TANQUE......1........................ AGUAS NEGRAS.... Ramais de esgoto rés-do-chão NBR. Dimensionamento do Sistema de Drenagem de Águas Pluviais 8 1.2....2...........1.. MÉTODO DE HUNTER...........4.14 2.1...2...2....................................................1...............1. Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NBR 25 3...... REDE DE ESGOTO.1......2.26 ..... METODO DO REGULAMENTO PORTUGUES.....15 2.......4..7..............................................1....24 3...........1...............4..............19 2.... Dimensionamento do tanque séptico (FS) NBR.................................1..........1.....................1.....3....4..1..1............16..22 3............1.2.............1............ Poço roto (PR) NBR...... Ramais de esgoto 1º andar NBR...12 2.. METODO DE HUNTER.... REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA QUENTE.......... Ramais de descarga rés-do-chão NBR.........10 2... METODO FRANCES.... 2.....15..2.2..1...... Ramais de descarga 1º andar NBR..................25 3........1..................1....................2....18 2....3................................................... Ramais de esgoto rés-do-chão NBR...1......5................... Tubo de queda NBR...1...............................................................11 2.............17 2................20 3...............1...........1......23 3..1......... Ramais de esgoto 1º andar NBR............15 2. Conclusão........ DIMENSIONAMENTO DA REDE DE AGUA QUENTE............2....... AGUAS SAPONOSAS...15..3.......................................1..1..................1.....6.................................22 3..................................................22 3....................................................... REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA FRIA......25 3.3.............. DIMENSIONAMENTO DA REDE DE AGUA FRIA........1...... Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NBR 23 3..9 REDE DE DSTRIBUIÇÃO DE AGUA.......... CAMINHO CRITICO. METODO DO REGULAMENTO PORTUGUES........3.24 3.10 2......................10 2.4.......

........4..2..........................................1........2.1..............................1.3..2....27 3...... CALCULO DAS CAIXAS DE VISITA.....2........................... DIMENSIONAMENTO DOS TUBOS DE QUEDA.................. Áreas da cobertura.......1..............30 3... Tubo de queda NP......... Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NP 31 3...3..... AGUAS SAPONOSAS..3.................35 1.................2..... Calculo dos caudais..1.1...........3................................. CÁLCULOS DAS CALEIRAS.....2..2.......... Tubo de queda NP.......... Caudal.2.........35 1......41 ........................1..1............... CAIXAS DE VISITA PARA AGUAS NEGRAS......... Ramais de esgoto 1º andar NP..... Ramais de esgoto rés-do-chão NP........................1..........30 3.2....2.........1...1.................28 3....................................30 3............. Poço roto (PR) NP......................38 1.............. Intensidade de precipitação (I) para duração (mm/h)....2........27 3..4....7..1..........32 3.2....... Frequência de precipitação (C) excecional (1 em “n” anos) 36 1.1..................32 3......37 1............... REDE DE AGUAS PLUVIAIS............................28 3.................................36 1......2...................2................35 1....... Ramais de esgoto 1º andar NP.........3................. CAIXAS DE VISITA PARA AGUAS SAPONOSAS............1...2.....31 3...............27 3............3.29 3............2............... Dimensionamento dos coletores e subcoletores prediais NP 29 3.....2.....27 3...........................2...33 4.4..6....... Ramais de esgoto rés-do-chão NP................... Ramais de descarga 1º andar NP.............1....... DIMENSIONAMENTO DO ESGOTO (MÉTODO DA NORMA PORTUGUESA)......2..........2.2.....1......................2............ Ramais de descarga rés-do-chão NP.....5.............. Dimensionamento da fossa séptica (FS) NP........ AGUAS NEGRAS.3.......2.......................................1.5.31 3........1............2.........................5......2.....2....3.................................... Coeficiente de escoamento..........27 3..........36 1................................