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ABORDAGENS E

MÉTODOS

PROCESSOS CRIATIVOS
PROFA. DRA. JANE FARIAS
1.2016

ABORDAGENS

(LUBART, 2007, p. 19)

ABORDAGENS
• CLÁSSICA (Primeira Geração de Pesquisadores)
– P4A (Pessoa, Processo, Produto, Pensamento, Ambiente) – Essas
dimensões são descritas, mas não articuladas
• Guilford
• Wallas
– 4Cs e 2Cs
• Bergheto e Kauffman
• Runco

Ostrower . May (potencialidades e autorrealização) – F. Rogers – “Autorrealização” – saúde mental – A. talentosos-criativos) – R. Maslow (autorrealizadores criativos. ABORDAGENS • HUMANISTA – C.

Csikszentmihalyi – H. Moraes – Complexidade (Acaso) • Austin (1978) – O. Amabile – M. C. Gruber – M. Ribeiro . ABORDAGENS • SISTÊMICA – T.

processos neuróticos) – D. Kubie (Bloqueios. pré-inconsciente) – E.Kneller (Inconsciente) – Woodman (Inconsciente) – L. Khatena (incubação. G. Kris . W. McKinnon ( estados alterados. ABORDAGENS • PSICANÁLÍTICA – G. F. nature and nurture) – J.

Gardner – R. P. ABORDAGENS • COGNITIVISTAS – J. Guilford – P. Sternberg . Torrance – H.

Neves . Gleavenu – M. ABORDAGENS • HISTÓRICO-CULTURAL – L. Lubart (Instrumental) – V. Vygotsky – T. Pereira.

De LaTorre . De Masi – S. ABORDAGENS • SOCIOLÓGICA/FILOSÓFICA – D.

Lesner e Hillman (Freudiana) – R. Feldman – J. K. Feinstein – D. Steiner – D. Alencar . H. ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA – Gowan. Novaes – E. Simonton – M. Keith Sawer – V. Steiner – R.

Ambiente enriquecido – Estímulo precoce . cap. no lugar certo I.Diversidade ambiental (mudança de cultura) . ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton. EXPERIÊNCIA – Expansão da capacidade intelectual: Associação remota. 4) A. no tempo certo. NATUREZA E EDUCAÇÃO – Diferenças individuais – Natureza: O que o homem traz consigo – Educação: Toda a influência de fora que o afeta desde o nascimento B. pensamento divergente – A pessoa certa. ENRIQUECIMENTO .

4) II. delinquentes e pacientes psiquiátricos) • Síndrome da Privação . é ter uma infância boa demais!) • Eventos traumáticos • Incapacidades Físicas • Doenças • Orfandade (brilhantes. ADVERSIDADE (uma coisa é pior do que uma infância infeliz. cap. ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton.

EDUCAÇÃO • Sucesso escolar • “U” invertido – Educação formal • Auto-educação • Empreendimento científico (transplantar um conceito. cap. técnica para outro área) • Necessidade de domínio mínimo técnica e de conhecimento . ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton. ideia. 4) III.

4) • E. ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton. cap. DESENVOLVIMENTO MAIS DIVERGENTE ENTRE ARTISTAS E ACADÊMICOS IV. MARGINALIDADE • Étnica (1/5 judeus NOBEL) • Religiosa (fé dissidente) • Profissionais .

cap. 4) IV. aparência é da educação) . HEREDITARIEDADE • Constituíção psicológica (Características cognitivas)– Herdada (genética) e inata • Ambientes não-compartilhadas (gêmeos) • Potencia social (Lykken) (liderar) • Emergênese (componentes genéticos múltiplos – pacote) (Base é da natureza. ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton.

ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton) • A criatividade é um traço emergênico que consiSte em um grande número de traços independentes que devem estar simultaneamente presentes para produzirem um gênio criativo • Ordem de nascimento (primogênito – revolucionários – caçulas – reacionários/criativos) .

ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton – Quociente de Adversidade (QA) – Paul Stoltz –Desistentes: tem aversão a riscos. em geral. . Entre os exemplos citados pelo autor encontram-se os funcionários públicos e acadêmicos em geral da universidade publica (professores). são profissionais que não suportam o peso da escalada profissional.

com isso. PARTICIPAÇÃO. estão presos à zona de conforto. buscam segurança e também previsibilidade. não fazem nada mais do que o suficiente. – Alpinistas ou Escaladores: são aqueles incansáveis na sua escalada. ABORDAGENS • DESENVOLVIMENTISTA (Simonton) – Campistas: de certa forma. em caso de risco. ALCANCE. perdem a motivação facilmente e. RESISTÊNCIA . • EFEITO NOCEBO – consequencia negativa como resultado de uma previsão de consequencia adversa • CPAR – CONTROLE. suas capacidades atrofiam. os alpinistas confrontam as adversidades enquanto os demais continuam pensando em novas possibilidades. os campistas estão sempre em cima do muro. os que se recusam decididamente a fazer parte da média geral. os que não desistem nunca. os que estão sempre em busca de desafios.

Weschler • E. MÉTODO • QUANTITATIVO – MEDIDAS • M. Torrance • Plucker – PSICOMETRIA • S. Alencar • T. Nakano • D.Pensamento divergente/Potencial Criativo • P. Fleith . Torrance – Elaboração das produções – ESTUDOS LONGITUDINAIS • P. Runco .

Plataforma. Ubricht • T. Atividades) • E. Treffinger . Bruno – FERRAMENTAS (Oas. MÉTODO • DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS – PROGRAMAS DE TREINAMENTO . Vanzin – RESOLUÇÃO CRIATIVA DE PROBLEMAS • D. Jogos. De Bono • P.Organizacionais • F. Torrance) • V.

MÉTODO • QUALITATIVO – BIOGRAFIA (Estudos restrospectivos ) – HISTORIOMETRIA (Simonton) – ESTUDOS DE CASO (H. Gruber) – OBSERVAÇÃO (Processo) – (Lubart. Gleavanu) – INTERPRETATIVO – (Martinez) .

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO .

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO KEA. 2009. p.33 .

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO .

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO .

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO KEA. 24 . 2009. p.

p.CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO KEA. 53 . 2009.

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO KEA. . 2009.

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO .

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO .

• Beghetto. The nature of creativity: Contemporary psychological perspectives (pp. Barcelona: PVP. Creativity in context: Update to the social psychology of creativity. CO: Westview. and person: A systems view of creativity. Feldman. M. M. In D. Creativity: Proof that development occurs. 1. Chase. Creativity. & Kaufman. • Csikszentmihalyi. (1994). A framework for the study of creativity (pp. (1995).). J. R. In R. Westport. J. (1993).. H.). 325-339). chance and creativity. C. New York: Cambridge University Press. Norwood. Changing the world. 85-101). Society. More ways than one: Fostering creativity. J. (1978). Genius: The natural history of creativity • Feldman. H. M. Sternberg (Ed. A. Boulder. culture.(1996).Psychology of Aesthetics. T. Csikszentmihalyi. New York: Columbia University Press. • Eysenck. A. J. (1992). J. . H. • Cropley. NJ: Ablex. S. D. and the Arts. Gardner (Eds. 13-79. (1988). H. Toward a broader conception of creativity: A case for “mini-c” creativity. REFERÊNCIAS • Amabile. & H. Creatividade plural. (2007). • De la Torre. • Austin. CT: Praeger.

Creatividad: El genio y otros mitos. W.keanet. C. (1987). Barcelona: Editoral Labor. • Gruber. A framework for the study of creativity. REFERÊNCIAS • Feldman. Creatividad: El genio y otros mitos. J.. P. 1-12. . Retrieded: http://www. D. (1988). M. Review of General Psychology. CT: Praeger. P. Westport. R.eu/docs/impactculturecreativityfull. 13. (1987). R. Changing the world. H. H. (1994).. The nature of creativity Weisberg. • KEA (2009. Howard E. Darwin on Man: A Psychological Study of Scientific Creativity.pdf • Stoltz. (2009). Quociente de adversidade: • Torrance. R. E. • Weisberg. Barcelona: Editoral Labor. The impact of culture on creativity. Csikszentmihalyi. Beyond big and little: The Four C Model of Creativity. & Beghetto. • Kaufman. Chicago: University of Chicago Press. W. A. 1981. & Gardner.