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12 ISSN 1677-7042 1 Nº 164, quinta-feira, 25 de agosto de 2016

a) nasceram e foram criadas em um compartimento ou ex- 20.5 onde não foram reportados oficialmente casos de doen- ABORTO ENZOÓTICO DAS OVELHAS: Fixação de Com-
ploração livre de Prurido Lombar (Scrapie) de acordo com o definido ça de Akabane, doença da fronteira (Border disease), Febre Q e plemento ou ELISA.
no Capítulo correspondente do Código Terrestre da OIE; doença de Nairobi nos doze (12) meses anteriores à coleta de em-
e BRUCELOSE (B. abortus e B. melitensis): Antígeno Aci-
briões.
b) não são descendentes nem irmãs de caprinos afetados por dificado Tamponado (AAT), Rosa de Bengala ou ELISA.
20.6 onde não foram reportados oficialmente casos de aga-
Prurido Lombar (Scrapie); Em caso de resultado positivo, poderão ser submetidas à
e laxia contagiosa, Brucelose (B. abortus e B melintensis), Tuberculose
e Língua Azul durante os seis (6) meses anteriores à coleta de em- Fixação de Complemento ou 2- mercaptoetanol.
c) são originárias de um país exportador que adota as me-
didas recomendadas pelo Código Terrestre da OIE, para o controle e briões. LÍNGUA AZUL: Imunodifusão em Gel de Agar (IDGA),
erradicação do Prurido Lombar (Scrapie). 20.7 onde não foram reportados oficialmente casos de Es- ELISA para a detecção de anticorpos contra o grupo do vírus da
13.4 O Estado Parte que aceite as condições estabelecidas no tomatite Vesicular nos vinte e um (21) dias anteriores à coleta. língua azul, PCR ou Isolamento Viral.
item 13.3, deverá informar previamente aos demais Estados Partes. Art. 21 As doadoras foram inseminadas com sêmen que
CAPÍTULO III No caso de PCR ou Isolamento Viral, a prova deve ser
reúne as condições sanitárias estabelecidas pelo MERCOSUL para
DA EQUIPE DE COLETA E DO LABORATÓRIO DE MA- importação de sêmen caprino. realizada no dia da coleta dos embriões.
NIPULAÇÃO DE EMBRIÕES CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII
Art. 14 A equipe de coleta e o laboratório de manipulação de DA COLETA, PROCESSAMENTO E ARMAZENAMEN-
embriões deverão estar aprovados e supervisionados pela Autoridade DAS PROVAS DE DIAGNÓSTICO
Veterinária do país exportador. Art. 22 Com relação à Febre do Vale do Rift: TO
Art. 15 Para aprovar as equipes de coleta e laboratórios de 22.1 as doadoras deverão ser submetidas a duas (2) provas Art. 25 Os embriões deverão ser coletados, processados e
manipulação de embriões, a Autoridade Veterinária do país expor- de Vírus Neutralização, sendo a primeira realizada dentro dos trinta armazenados no país exportador de acordo com as recomendações
tador deverá considerar as "Condições aplicáveis à equipe de coleta (30) dias anteriores à coleta de embriões a ser exportados e a segunda
de embriões", bem como as "Condições aplicáveis aos laboratórios de estabelecidas no Código Terrestre da OIE e no Manual da Sociedade
entre os vinte e um (21) e os sessenta (60) dias posteriores à última
manipulação" descritas no Código Terrestre da OIE. coleta, ambas com resultado negativo, Internacional de Transferência de Embriões (IETS). Em todos os
Art. 16 Os embriões deverão ser coletados e processados sob ou casos se utilizará o protocolo, que inclui os lavados com tripsina,
a supervisão do veterinário autorizado da equipe de coleta de em- contemplado em tal Manual.
briões. 22.2 no caso de doadoras vacinadas, os resultados das provas
Art. 17 No momento da coleta, o laboratório de manipulação devem demonstrar estabilidade ou redução de títulos. Quando se Art. 26 No Certificado Veterinário Internacional deverá cons-
de embriões não poderá estar localizado, nem a equipe de coleta utilizam vacinas atenuadas, esta imunização não deverá ter sido rea- tar que efetivamente, depois dos lavados, a zona pelúcida de cada
poderá atuar, em zonas com restrições sanitárias relativas às doenças lizada durante o período de coleta dos embriões e nem dentro dos (2) embrião foi examinada em sua superfície, usando microscópio com
de caprinos, cuja transmissão possa ocorrer por meio de embriões. meses anteriores ao inicio dessa coleta.
CAPÍTULO IV A certificação da vacinação deverá constar no Certificado aumento não menor de 50X, e se encontra intacta e livre de material
DAS DOADORAS DOS EMBRIÕES Veterinário Internacional. aderente.
Art.18 As doadoras deverão ter nascido e sido criadas no Art. 23 Para as doadoras que provenham de um país ou zona Art. 27 Todos os produtos biológicos de origem animal uti-
país exportador ou terem permanecido em tal país por pelo menos não reconhecida como livre de Febre Aftosa:
noventa (90) dias anteriores à coleta dos embriões. Em caso de lizados na coleta, processamento e armazenamento dos embriões,
animais importados, o país exportador deverá cumprir com o es- 23.1 no caso de doadoras vacinadas contra Febre Aftosa, deverão estar livres de micro-organismos patógenos. Somente poderá
tabelecido nos Capítulos II - Do País Exportador - e V - Dos Es- apresentaram resultado negativo a uma prova contemplada no Manual ser utilizado soro fetal bovino, albumina sérica ou qualquer outro
tabelecimentos de Coleta- do presente Anexo, quando da importação Terrestre da OIE para a detecção de detecção de proteínas não es-
produto de origem de ruminantes, quando procedam de países re-
dessas doadoras. truturais,
Art.19 As doadoras não deverão ter apresentado sintomas 23.2 no caso de doadoras não vacinadas contra Febre Aftosa, conhecidos pela OIE como de risco insignificante ou de risco con-
nem sinais de doenças infectocontagiosas próprias da espécie durante apresentaram resultado negativo a uma prova de ELISA ou Vírus trolado e sem registro de casos, com relação à Encefalopatia Es-
pelo menos trinta (30) dias antes e trinta (30) dias posteriores à Neutralização para anticorpos estruturais dos sorotipos presentes no pongiforme Bovina.
coleta. país exportador.
CAPÍTULO V Art. 28 Os embriões deverão ser armazenados em botijões
DOS ESTABELECIMENTOS DE COLETA Art. 24 As doadoras deverão ser submetidas, entre os vinte e criogênicos novos ou lavados e desinfetados, contendo nitrogênio
Art. 20 As doadoras deverão ter permanecido pelo menos um (21) e sessenta (60) dias posteriores à última coleta dos embriões líquido de primeiro uso, por um período mínimo de trinta (30) dias
trinta (30) dias antes e trinta (30) dias posteriores à coleta, em um a ser exportados, salvo outra indicação, e apresentar resultados ne-
gativos às provas de diagnóstico para as seguintes doenças: anteriores ao embarque. Durante esse período, nenhuma evidência
estabelecimento que reúna as seguintes condições:
20.1 que não esteja localizado em zonas com restrições sa- ARTRITE ENCEFALITE CAPRINA (CAE): ELISA ou clínica de doenças transmissíveis deverá ter sido registrada no es-
nitárias relativas às doenças dos caprinos, cuja transmissão possa Imunodifusão em Gel de Agar (IDGA). tabelecimento onde os embriões foram coletados nem nas doadoras.
ocorrer por meio de embriões. DOENÇA DE AKABANE: ELISA, Fixação de Complemen- CAPÍTULO VIII
20.2 no qual não houve ingresso de animais suscetíveis às to ou Isolamento viral.
doenças dos caprinos, que tenham condição sanitária inferior. DO LACRE
No caso de Isolamento viral, a prova deverá ser realizada no Art. 29 No momento prévio à saída do estabelecimento ou
20.3 onde não foram reportados oficialmente casos de Artrite
Encefalite Caprina (CAE) e Febre do Vale do Rift nos três (3) anos dia da coleta dos embriões.
depósito, o botijão criogênico contendo os embriões a exportar deverá
anteriores à coleta de embriões. DOENÇA DA FRONTEIRA (Border Disease): ELISA, Ví-
rus Neutralização (VN), Isolamento viral ou PCR. ser lacrado sob a supervisão da Autoridade Veterinária do país ex-
20.4 onde não foram reportados oficialmente casos de aborto
enzoótico das ovelhas (Chlamydophila abortus) e adenomatose pul- No caso de Isolamento viral ou PCR, a prova deverá ser portador e o número do lacre deverá constar no Certificado Ve-
monar ovina nos dois (2) anos anteriores à coleta de embriões. realizada no dia da coleta dos embriões. terinário Internacional.

ANEXO II
MODELO DE CERTIFICADO VETERINÁRIO INTERNACIONAL
O presente Certificado Veterinário Internacional para a Exportação de Embriões de Caprinos Coletados In Vivo aos Estados Partes do MERCOSUL terá uma validade de trinta (30) dias corridos a partir de
sua data de emissão.

Nº do Certificado
N° da autorização de importação*
Data de emissão

*Se necessário

I. PROCEDÊNCIA:

País de origem dos embriões
Nome e endereço do exportador
Nome e endereço do centro ou equipe de coleta dos embriões
Número de registro do centro ou equipe de coleta de embriões
Quantidade de botijões (em números e letras)
Número do(os) lacre(s) do(os) botijões

II. DESTINO:

Estado Parte de destino
Nome do importador
Endereço do importador

III. TRANSPORTE:

Meio de Transporte
Local de saída

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