Propedêutica médica, 22 de fevereiro de 17

AULA 04

PROPEDÊUTICA MÉDICA – SINAIS VITAIS

Temperatura: medicao em graus Celsius
Local: axil, boca, e reto. Afericao de 2 à 5 minutos
A temperatura normal varia de 35,8 ate 37 na axila; 37,4 na boca, e
37,8 no reto
A atividade de movimentação, trabalho, tensão muscular e
temperatura ambiente influem na medida.

HIPERTERMIA HABITUAL – quando ha elevação discreta da
temperatura
37 – 38, febre ligeira
38,1 – 39: febre moderada
>39,1 – febre intensa
>41 – hiperpirética

A aferição em pediatria é realizada usualmente por via oral ou retal.

SÍNDROME FEBRIL: aumento de temperatura, mal-estar, suor,
inapetência, dores generalizadas, sonolência, adinamia (sem vontade
de fazer as coisas), boca seca, taquicardia. Aumento de temperatura
associado a toda essa sintomática.

TIPOS DE FEBRE
CONTÍNUA: oscilação diária de 1 grau
REMITENTE: oscilações maior que 1 e nao chegando a T mínima
INTERMITENTE: alternância com estado de apirexia (T normal)
RECORRENTES: alternância de surtos febris com dias de apirexia sem
padrão definido

DEFERVESCÊNCIA POR CRISE: redução da T rapidamente em horas ou
dias
DEFERVSCÊNCIA POR LISE: redução da febre em vários dias

HIPOTERMIA: temperatura menor que 36
- defervescência crítica com febre e pode T de 34-35. Queda abrupta
de temperatura com chegada a hipotermia. Ex: com a ingesta de
antipiréticos
- choque: redução da temperatura e aumento do pulso associado a
sudorese e mal-estar
- hemorragias grandes, inanição crônica (perda de massa muscular
acentuada por longo período), uremia (síndrome urêmica leva a baixa
de temperatura), coma diabético, desidratação grave, hipotireoidismo
grave, sedação intensa.

PRESSÃO ARTERIAL
Medidas da pressão das paredes das aa.

Folga máxima deve ser de 1 dedo. até 8 anos. FASES NO MÉTODO AUSCULTATÓRIO: Fase 1: bulhas arteriais de pequena intensidade Fase 2: série de pequenos sopros suáveis Fase 3: bulhas arteriais fortes.receptores nas aa. oscilatório. Pulmonares Estes receptores são sensíveis a meio com acido carbônico. MÉTODOS DE MEDIDA: palpatório. estimulando o centro diencefálico. viscosidade do sangue (comum em pacientes que usam anticoagulantes – algum fator pré determinante para hipotensão e ainda associado a estes fármacos). adultos.receptores na desembocadura das veias cavas . Paciente sentado ou à vontade.Verificar se este esta em condições usuais.Deixa-lo descansar de 5 a 10 minutos para aferir. PA SISTÓLICA: É a onda sistólica projetada pelos ventrículos. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA Numero de ciclos respiratórios (inspiração e expiração) que o organismo realiza por munutos. Manguito a cerca de 2. PA DIASTÓLICA: É o limite inferior da curva descendente do nível mais baixo da queda tensional no empo da diástase. Locais com receptores que fazem com que a pressão arterial sistólica: . tonicidade e permeabilidade das arteríolas pré capilares. exercício físico.Explicar o procedimento ao paciente 2. sem ingestão e influência de bebidas alcoolicas. com padrão associado a cada tipo de paciente: crianças até 4 anos. acidez do sangue e a distensão arterial. Para mensurar a pressão. ou resistência oposta.seio carotídeo . é crucial: 1.Quadros associados a pressão arterial: volemia. levemente fletido e virado para fora e relaxado. COLOQUE OS VALORES NORMAIS DE INSPIRACOES POR MINUTO: .receptores na bifurcação das ilíacas . elasticidade da a. penetra na árvore arterial e a expansão máxima do pulso. ou resistência central. pacientes obesos. braço nu. 3.5cm acima da fossa cubital. auscultatório Material: esfigmomanometro com compressão pelo manguito Valores 17 a 40: Pa<140 x 90mm O manguito para medidas de pressão arterial devem possuir diâmetro variável. como um gongo com intensidade crescente e diminui abruptamente Fase 4: bulhas suaves fracas de baixa tonalidade e logo se apagam.

AMPLITUDE: enchimento da artéria na sístole e esvaziamento da diástole. o pulso está  1- REGULAR.Dispnieia com taquipneia: falta de ar com aumento da frequência respiratória. frequentemente artéria radial. Alterações fisiológicas podem levar a diferentes índices. N de batimentos: 60 – 100 normalmente Taquisfigmia 100 bpm Bradisfigmia >100 bpm RITMO: em relação a sequência das pulsações. EX: ICC PULSO: avaliação da artéria. AMPLO: insuficiência aórtica. tensão. EX: PNM. ritmo. PEQUENO: estenose aórtica. FORMAS CLÍNICAS: 1.Dispneia com bradpneia: quando obstáculos do arejamento do sangue . amplitude. ambientes superaquecidos.. Quando aafeccao que a determina atua nos pulmões ou nos bronquíolos terminais.. 2. Avaliacao dos pulsos: estado da parede lateral. ORTOPNEIA: dificuldade de respirar em decúbito e sentado. sustos. broncoespasmos 2. frquência.IRREGULAR. .