Resolver a questão do título

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O que a metáfora faz: a discussão sobre a “recep~ção” as cidades de ítalo
Calvino  o cristal e a chama: “o que deriva do quê?” Sempre amalgamado
 o conhecimento

O sujeito é várias coisas na origem: a constitutividade: aquele que
compreende.

A qualidade de reconstrução: o conhecer, a exatidão. “Empoderar”

O problema da repetição

 Problemas: a dicotomia, ou o relativismo
 Emergem, mas estão incorporados, part pris
 Independente da posição da ideológica: produção e reprodução.
 O embate, o conflito.: a risada e a disposição do entrevistado.
 Refinar o espírito da metáfora; diz respeito à minha análise? Como o
entendo? A minha inscrição  frames em conflito, em divergência,
em emerg/?ência e construção
 Sobre a precisão, imprecisão;
 Trazer leituras que explicam melhor minha concepção de
conhecimento. Quais os autores que evoco com relação à referência.
 Confusão: Piaget (vetor biológico, maturação) x Tomasello (vetor
social, todfa cognição é social, o fato social está prenhe; o acordo
está na história das relações, a forma como ele é representado)... tá
tudo invertido!!!!!
 Contexto como representação (Orechionni, Marcuschi): o problema do
externalismo
 Facticidade da língua e cultura
 Tá com base!!!!!
 Conhecimento social: a materialidade simbólica (exemplo do contrato
 está no lugar de...)
 Realismo: o mundo nos é dado.
 A linguagem não se confunde com a história. Olhar para uma ideia de
competência.
 Percepção muito além da biologia
 Análise heurística: mecanismos de constituição destas práticas. O
apelo historicista e sociológica.
 Supra individualidade: mondada, goodwin. O conhecimento de
objetos sociais: cognição é situada e partilhada. Complementaridade.
Como se dá o agenciamento? Razão prática.
 Princípio de racionalidade para as ações humanas. Em ambas as
perpsectivas (epistemes)
 Reflexão e ação.
 Frame: estruturas sociais emergentes.
 Ideologia é direção para op conhecimento: uma direção para o
conhecimento.
 É a metodologia que importa.

 Questões de fundo: o cristal e a chama  Tipos de conhecimento  A questão do frame  Dentro das possibilidades  3 questões a explorar  Questões semântico-pragmática: campo léxico. Resolver a pendenga na minha cabeça: ver a dissertação de mestrado da Edwiges. inferenciação  Questões semântico-sintática: decisão lexical. mas é que elas próprias. p. categorização social.. o exemplo do Piano: vc tem ali uma rede de frames. O papel dele é comentar: vaticinar a condenação da “baderna” desprovida do “contexto social”. le langage et les normes). Quine: a experiência no mundo não é suficiente para dar conta da linguagem.  Identificação de frame: footing. Rever o texto em suas bases: virtualmente infinita  necessidade. Formas diferentes de constituição Fauconnier: o problema não é reconhecer as hierarquias. pressupostos (posição ideológica). Sobre a dupla natureza dos símbolos linguísticos . rede de sentidos: a polissemia. processamento da linguagem e gramaticalização. Elementos anafóricos (Chile.  V. Ela sozinha apresenta essas características. exemplo).. Bibliografia de referência: racionalismo.  A razão é fundadora da atividade cognoscente  V. O conflito não protagoniza nada! Efeitos prototípicos: duas visões prototípicas É mais desqualificação dos pontos de vista do que reestruturação: deixar a análise mais clara.  Práticas internalizadas.  Emergentes e incorporados: a identificação de pressupostos:  O jovem da burguesia: “o cidadão wi-fi”  Quais são os fenômenos a serem elencados? _____________________________________________________________________________  Não é atípico!  Assunto polêmico: tendência à menor estabilidade do gênero?  Ninguém quer a explicação dele: não é um “explicador” técnico. O sociólogo não deixa claro. V.  Van Dijk: discurso contexto e conhecimento. Não tem mais a ver com o contexto social. categorização.  Sylvain Auroux  externalismo e a crítica ao racionalismo (confundido com inatismo) “la raison.

Tottenham! Não há oposição direta: é um problema de compostura Narrativa não é análise.estão no mesmo nível. Expandir melhor os trechos do texto Definir políticas públicas – deixar mais claro Ver o “mas o contexto social parece estar perdido” : indução. Dificuldades de manutenção autônoma das estruturas: comunicação e meta. Em busca do referente perdido. “A situação é inflamável” Ver a categorização: a marcação da progressão tópica: ver expressões ocmo “pois é”. Cuidados com juízos de valor: não é uma narração!!! É jogo! “foi um prazer”: é modelado. ou PDV: é definir a perspectiva. Ver os efeitos organizados: “entre o leitor e a obra”. Falar mais sobre o contexto. rever a forma como a metáfora empregada. Estruturas baseadas no uso. Reivindicação de uma dupla episteme ou a articulação entre elas? Não é a sociologia que está na base. Diagramar melhor: organização das expressões referenciais De uma certa maneira.A linguagem é comunicação e regulação ao mesmo tempo: ação e reflexão (é mental e social) linguagem e pensamento têm origens psicogenéticas distintas que se juntam em algum momento: mediação semiótica. Combinação: relativo à capacidade de organização. formas esvaziadas para dar continuidade: a descontrução e desqualificaçlão do discurso de caccia bava “O que impressiona o mundo todo”. o narrador Diagramar as expressões Reposição do “contexto social” por ele: são os mesmos atores (entrevista). são jovens? . esta é a ordem que vc está repetindo: localizar a fonte do enunciado. “tudo bem”.

“Identificação de inimigos”. Legitimação da repressão: “polícia ou governo”. O paradoxo da evidência  Com o frame crime vem a moldura do estado. os participantes). Os atores estão separados dos eventos. ela – estudante” A identificação do frame tem pouco a ver com a causa. elas estão na base da identificação conceitual dos referentes (o evento. melhorar a análise Qual a orientação argumentativa dada pelo emprego de certas expressões Há ali um embate ideológico Identidade: é a definição dos atores. só é retomado o argumento da qualificação do referente (marginais) O problema do preconceito velado (essa população) O jovem chileno é diferente: é aí que ele pega no ponto principal. o que leva a quê dentro de cada perspectiva. E3 A população enquanto recatogirza O restante fica silenciado. . Articular melhor a análise (o sinóptico deve representar o que já foi visto) Identificar melhor os objetos de discurso Ver as derivações causais. a polícia e outros mecanismos. Melhorar o levantamento das expressões Encontrar o lugar de confluência entre as expressões referenciadoras à população. quem são estes jovens? Ver como ignorar é uma estratégia Melhorar a qualidade de análise Ver o que acontece. Ver o tipo de descrição dada Mostrar a consonância entre a ordem social identificada no discurso de Cameron e a linha editorial identificada na entrevista.Desocupados O problema do perfilhamento: ele recategoriza de maneiras distintas: Jovens x estudantes Frames distintos: “ele – jovem.

qual o papel das pausas? .