GRANGEIRO, L.C.; COSTA, C.C.; CECÍLIO FILHO, A.B.; GRILLI, G.V.G.; COELHO, R.L.; BERGAMIN, L.G.

; Produção de rúcula em hidroponia com
diferentes concentrações de cobre. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 21, n. 1, p. 69-72, março 2003.

Produção de rúcula em hidroponia com diferentes concentrações de cobre
Leilson C. Grangeiro; Caciana C. Costa; Arthur B. Cecílio Filho; Gisele V.G. Grilli; Roberto Luciano
Coelho; Luiz Guilherme Bergamin
UNESP, Depto. produção vegetal, Via de acesso Prof. Paulo Donato Castellane, s/n, 14.884-900 Jaboticabal-SP; E-mail:
leilson@fcav.unesp.br

RESUMO ABSTRACT
O trabalho foi conduzido em casa de vegetação, da UNESP em Yield of roquette in hydroponic system, with different copper
Jaboticabal, de maio a junho de 2001, com o objetivo de avaliar o concentrations in the nutrient solution
desempenho da rúcula, cultivar Cultivada, sob diferentes concentra- The response of roquette cv. Cultivada, to different copper
ções de cobre na solução nutritiva, em cultivo hidropônico. O deli- concentrations in the nutrient solution was evaluated. The experimental
neamento utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repeti- design was completely randomized, with four treatments (0; 0.036;
ções e quatro tratamentos: 0; 0,036; 0,072 e 0,108 mgL-1 de Cu adi- 0.072 and 0.108 mgL-1 of copper added to the nutrient solution) and
cionado à solução nutritiva, na forma de sulfato de cobre. Após 30 four replications. 30 days after transplanting, 150 plants were collected
dias do transplantio, 150 plantas foram colhidas ao acaso em cada at random in order to analyse the concentrations of Cu, Fe, Zn and Mn
parcela, para análise da matéria seca e dos teores de Cu, Fe, Zn e Mn in the dry matter of the aerial part. Symptoms of deficiency were
na parte aérea das plantas. Foi observado sintoma visual de deficiên- observed in the treatment without copper, presenting strong reduction
cia de Cu apenas no tratamento sem adição de cobre, com forte re- in the plant size. The dry matter yield was significantly influenced by
dução no tamanho das plantas. A produção de matéria seca da parte the increasing concentrations of Cu, with maximum production and
aérea foi significativamente influenciada pelo aumento das concen- 95% of maximum yield was obtained respectively with 0.108 and
trações de Cu. A máxima produção e 95% da máxima foram obti- 0.064 mgL-1 of Cu in the nutritive solution. The concentration of Cu
das, respectivamente, com 0,108 mgL-1 e 0,064 mgL-1 de cobre. Os and Mn in the aerial part increased with increasing concentration of
teores de Cu e Mn na parte aérea aumentaram com as concentrações Cu in the nutritious solution.
de Cu na solução nutritiva.

Palavras-chave: Eruca sativa, nutrição de plantas, micronutriente, Keywords: Eruca sativa, plant nutrition, micronutrient, soilless
cultivo sem solo. culture.

(Recebido para publicação em 28 de setembro de 2001 e aceito em 10 de outubro de 2002)

O cobre é um nutriente exigido em
pequenas quantidades pelas cultu-
ras, sendo um dos últimos a desenvol-
Quando deficiente na planta, são
observadas folhas novas em forma de
taça com os bordos ondulados para bai-
particularmente quando este nível é atin-
gindo nas folhas (Davis, 1980 citado por
Levesque & Mathur, 1983). A
ver sintomas visuais de deficiência, xo (alface); redução do crescimento, fitotoxicidade de cobre pode também
quando seu suprimento não atende à entrenós curtos e folhas necrosadas (me- manifestar certas mudanças na absorção
demanda das plantas. Geralmente, ocor- lão e melancia); folhas retorcidas e me- pelas plantas de N, P, K, Ca, Mg, Fe, Mn
re em teores muito baixos no solo e, na nor compacidade do bulbo (cebola); e Zn (Foy et al., 1978), sendo mais co-
matéria seca das plantas varia de 2 a 20 nervuras salientes, morte descendente mum a deficiência de Fe, devido à inibi-
mgkg-1 (Ferreira & Cruz, 1991). dos ramos e formação de gemas múlti- ção competitiva entre estes dois íons du-
Apesar do importante papel na nu- plas (pepino) (Bennett, 1993; Silva Júnior rante a absorção (Malavolta et al., 1997).
trição mineral, bioquímica e fisiologia et al., 1995; Pontes, 2000; Trani, 2001). Levesque & Mathur (1983) verifi-
das plantas (Haque et al., 1993), parti- Por outro lado, a toxicidade de Cu caram sintomas de toxicidade em alfa-
cipando de diversos processos metabó- ocasiona inicialmente uma clorose nas ce, quando os teores de Cu nas folhas
licos (Marschner, 1995; Mocquot et al., folhas jovens, devido ao seu efeito tó- atingiram 45 mg kg-1. Em couve-flor, o
1996), este nutriente não tem recebido xico nas raízes. Este efeito indireto é excesso de Cu reduziu o crescimento das
muita atenção de pesquisadores que tra- principalmente causado pela diminuição plantas e as folhas jovens exibiram uma
balham com hortaliças. Alguns traba- na fotossíntese líquida, redução dos es- clorose internerval (Chartterjee &
lhos mostram que a aplicação de cobre paços intercelulares e alterações nos Chartterjee, 2000). Esses sintomas são
tem proporcionado incrementos na cloroplastos (Chartterjee & Chartterjee, similares aos de deficiência de Fe, como
produção de alface (Levesque & Mathur, 2000). A faixa de toxicidade do nutriente tem sido relatado por alguns autores
1983; Roston & Kimoto, 1987; Silva et para as plantas varia com as espécies e (Agarwala et al., 1977; Sharma et al.,
al., 1996); cebola (Mathur et al., 1983); tipo de solo, embora exista uma concor- 1995), e pode estar relacionado em par-
cenoura e batata (Mathur & Levesque, dância na literatura que teores maiores te, pela habilidade do Cu em deslocar
1983); tomate (Ambak et al., 1991) e cou- que 20 mg kg-1 na matéria seca sejam outros metais (particularmente Fe) pro-
ve-flor (Chartterjee & Chartterjee, 2000). suficientes para reduzir o rendimento, movendo deficiência.

Hortic. bras., v. 21, n. 1, jan.-mar. 2003. 69

sen. as plantas estavam com aproximada. na concentração de 0. através de bombeamento de fitotoxicidade de cobre em alface foram 70 Hortic. O no fluxo. 150 g de monofosfato de amônio. A cultivar de rúcula utilizada elétrica entre 2. 1. 0. Silva et al. plantas em períodos de 10 minutos. e cobertos com pla. na concentração de 1. sendo que cada parcela foi composta por 300 plantas. amareladas e plantas com ta- Castellane & Araújo. aérea foi significativamente influencia- de cobre. cv. em função da concentração RESULTADOS E DISCUSSÃO de cobre na solução nutritiva. Foi efetuada análise de variância dos dados e estudo de re- gressão. para análise da matéria seca e dos teores de Cu. de PVC de 10 cm de diâmetro.6 dSm-1. por Rosco et al. As mudas foram coloca.5 e a condutividade res do nutriente na matéria seca da par- de 2001. Furlani (1998) para hortaliças folhosas. onde se colocaram tercalado com 20 minutos de repouso segundo Marschner (1995). caracterizando-se por folhas 0. variaram conforme os tratamentos. mente 1. Jaboticabal. sões de 2 x 2 x 2 cm. como descrito por 1998). longitudinalmente. Sintomas típicos de deficiência de Em cultivo hidropônico. Os canais foram constituídos por tubos Bennett (1993) e Malavolta et al. 0. O ferro foi forne- trações de cobre na solução nutritiva. 21.108 mgL-1. acionado por um temporizador. portanto. 1. enquanto à noi- te. No entanto. A solução nutritiva foi fornecida às bem abaixo de 20 mg kg-1.15 e 0. transplantio para os canais de cultivo no cobre nas plantas foram observados ape- dação de cobre na solução nutritiva para sistema hidropônico tipo NFT foi reali. um reservatório. por 20 minutos. considerado zidas em espuma fenólica com dimen.108 mgL-1 de Cu). lução nutritiva de 0. (1996) obtive- lho teve por objetivo avaliar o desem- de molibdato de sódio.96 mmolL-1. manho reduzido. somente uma circulação da solução nutritiva nas bancadas foi realizada. com quatro tratamentos contendo diferentes concentrações de cobre na solução nu- tritiva (0.5 g de dadas por Castellane & Araújo (1994) e sulfato de zinco. sem considerar as dife. .5 g de ácido bórico. Sintomas de três sementes em cada orifício.8 mgL-1 de cloreto este valor três vezes maior ao recomen- MATERIAL E MÉTODOS férrico. Após 30 dias do transplantio..3 e 2. (1997). máxima produção estimada foi obtida cobre. 500 g de nitrato de po. sendo dissolvidos 750 g de ni. trato de cálcio. A da planta ao fornecimento crescente de (1998). Grangeiro et al. n. O pH da solução foi manti. sintomas visíveis de toxicidade e os teo- Jaboticabal. 2003. 0. Figura 1. a intermitência foi de 10 x 10 minutos. As doses de sulfato de cobre dado por Hoagland & Arnon (1950). L.02 a zado 10 dias após a semeadura quando nou cobre. 150 plantas foram colhidas ao acaso em cada parcela.075. bras. a recomen. jan. como tóxico para a maioria das espécies. sendo cido na forma de quelato com EDTA. Fe. cortados Sintomas semelhantes foram obtidos pressam exigências nutricionais distintas. Cultivada. O delineamento experimental utili- zado foi inteiramente casualizado.15 g Em alface.225 gramas/ na solução nutritiva não ocasionaram casa de vegetação na UNESP. v. UNESP. em 1000 litros. 0. Zn e Mn na parte aérea das plantas.-mar. concentração foi superior às recomen- hortaliça. Diante do exposto. 0. sendo as mudas produ. Furlani. A solução nutritiva utilizada teve da pelo aumento das concentrações de da literatura que demonstrasse a resposta como base aquela proposta por Furlani cobre na solução nutritiva (Figura 1). fato este que poderá estar inter. com quatro repetições.072 e 0. Matéria seca da parte aérea de rúcula. 2001. 400 g de sulfato de magnésio. para 1000 litros ram melhores respostas quando utiliza- penho da rúcula em diferentes concen. Essa ferindo no aumento da produtividade da tássio. pequenas. C.5 a 6. A produção de matéria seca da parte que a rúcula apresenta elevada extração das sob espaçamento de 15 x 10 cm. in. (1996) em alface. às 21 horas. 1994. ram uma concentração de cobre na so- de solução nutritiva. nas no tratamento onde não se adicio- hortaliças folhosas tem sido de 0. no período de maio a junho do na faixa de 5. À tarde.5 cm de altura e 2 ou 3 folhas.5 g de cloreto de manganês e 0. As maiores concentrações de cobre O experimento foi conduzido em do de 0.05 mgL-1 (Hoagland & Arnon. renças fisiológicas das espécies que ex. te aérea da rúcula (Figura 2) ficaram foi a Cultivada. o presente traba- 1.036. não foi encontra. Haag & Minami (1988) informam cas de isopor. 1950.

segundo os autores. O teor de cobre na planta. UNESP. 2003. comporta. Na literatura. Deve-se ressaltar que a concentração de Mn. Jaboticabal. (1996). e Chartterjee & Chartterjee (2000). jam consideradas comuns por Malavolta Hortic. Teores de cobre ( 1) e manganês ( 2) na matéria seca da parte aérea de rúcula. encontra-se abaixo da considerada aceitável pelo Ser- viço de Vigilância Sanitária do Ministé- rio da Saúde (Rodella & Alcarde.25 mg kg-1 na concentração de 0. da parte aérea (Figura 3). verificaram em alface.25 mg kg-1 (Figura 2). para a cultura da rúcula. sendo veri- ficados os teores de 144. 1983). segundo Trani (2001) para cultura da rúcula. Assim como observado para o co- bre. Os teores de Fe e Zn na matéria seca não foram influenciados significativa. em função da os teores de Cu e de Mn na matéria seca concentração de cobre na matéria seca da parte aérea de rúcula. 2001. Lidon & cebola e couve-flor. Mathur et al. como foi verificado por Henriques (1992) citam que a interação diminuíram na matéria seca das folhas. atingindo 117. 2001) para metais pesados em alimentos. observado neste experimen- to. 21. v. jan. bras. Levesque quando o cobre estava em excesso. res. Produção de rúcula em hidroponia com diferentes concentrações de cobre visualizados quando o teor de cobre na matéria seca das folhas atingiu 45 mg kg-1 (Levesque & Mathur. cobre na solução nutritiva. Esta concen- tração é superior à faixa de 76 a 107 mg kg-1. O teor de Cu na matéria seca da par- te aérea aumentou com as concentrações de Cu na solução nutritiva. referenciados por Gupta (2001). Cultivada. os quais verificaram fitotoxidade quando o teor de cobre nas plantas atingiu 10 mg kg-1. muito superior ao constatado por Silva et al.108 mgL-1 (Figura 2). Jaboticabal. pectivamente.8 mg kg-1. Produção de matéria seca ( 1) e concentração de manganês ( 2). Esses valores estão dentro da faixa adequada. entre cobre e os nutrientes Zn e Fe se- mento este também observado neste tra.7 e 40. respectivamente. cv. atingindo valor de 6.-mar. considerada adequada por Furlani (1998) à rúcula. (1983) Embora as inibições competitivas estimulou a absorção de Mn.. os relatos sobre este comportamento têm sido diferenciados. o cobre & Mathur (1983). em função da concentração de cobre na solução nutritiva. Dentre os micronutrientes analisa- dos. mente pelo aumento na concentração de Cultivada. embora superior à faixa adequada para a planta. que os teores de Mn dois íons. fava” onde. Por outro lado. UNESP. Este teor foi também associado à maior produção de matéria seca (Figura 3). houve interação significativa entre Figura 3. Alguns trabalhos mostram existir sinergismo entre estes balho. 2001. cv. porém distante dos va- lores determinantes de fitotoxicidade (400 a 7000 mgkg-1). Wallace & Romney (1977) em “feijão é do tipo inibição competitiva. Figura 2. 1. é considerado suficiente ou adequa- do quando comparado ao intervalo de 5 a 12 mg kg-1 apresentado por Furlani (1998). 71 . n. maiores teores de Mn na matéria seca da parte aérea foram obtidos à me- dida em que se elevou a concentração de cobre na solução nutritiva.

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