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PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO
SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE MONTES CLAROS

Processo N° 0003754-48.2016.4.01.3807 - 2ª VARA FEDERAL
Nº de registro e-CVD 00134.2017.00023807.2.00632/00128

PROCESSO No : 0003754-48.2016.4.01.3807
CLASSE : AÇÃO POPULAR
AUTOR : ANTONIO ADENILSON RODRIGUES VELOSO
RÉUS : IRMANDADE NOSSA SENHORA DAS MERCES DE MONTES
CLAROS, MARCELO EDUARDO FREITAS

S E N T E N Ç A1
Trata-se de ação popular ajuizada por ANTONIO ADENILSON
RODRIGUES VELOSO contra IRMANDADE NOSSA SENHORA DAS MERCES
DE MONTES CLAROS, MARCELO EDUARDO FREITAS, via da qual pleiteia a
“perda da função pública” de Delegado da Polícia Federal, relativa ao réu Marcelo
Eduardo Freitas, bem como que a primeira ré seja condenada no ressarcimento à
União de danos a serem apurados por perícia contábil, atinentes aos convênios
firmados para recebimento de recursos provenientes do SUS – Sistema Único de
Saúde.

Após intimação para se manifestar, o MPF requereu o indeferimento
da inicial, por inépcia, ausência de interesse (inadequação da via processual) e
ilegitimidade da parte autora (fls. 58/61).

O autor foi intimado mediante despacho de fl. 63 a se manifestar a
respeito das alegações do Parquet, no prazo de 15 dias, em 29/08/2016, nos
termos da certidão de fl. 64.

Em 14/09/2016, o autor retirou os autos de Secretaria, conforme
certidão de fl. 64-v, só vindo a devolvê-los em 28/11/2016, com a manifestação
de fls. 67/68.

Na nova manifestação, o autor reitera os termos da inicial, aduzindo
que os fatos tratados na peça vestibular demonstram desvios de finalidade com
intuito de saquear o dinheiro público do SUS, de origem federal.

Vieram os autos conclusos.
1Sentença Tipo “C” (Art. 350 do Provimento Geral/COGER)
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Esse o relatório. DECIDO.

Inicialmente, verifico que pende análise do pedido liminar, postergada
para depois da manifestação do MPF.

Todavia, é certo que a análise da pertinência do pleito de tutela de
urgência somente tem lugar se presentes os pressupostos processuais e as
condições da ação.

No caso em tela, análise detida das causa de pedir remota (fatos)
articulada pelo autor em cotejo com a consequência jurídica buscada demonstra
que de fato o feito não merece trânsito.

Com efeito, intimado a se manifestar sobre as alegações e pedido do
MPF para que a inicial seja indeferida, por inépcia, ausência de interesse
(inadequação da via processual) e ilegitimidade da parte autora, o autor afirmou
que:

[…] Não há nada que emendar a prece inicial de fls 3 a 31 dos autos. Os
fatos foram expostos de modo claro e de acordo com os artigos 322 e 324 do
Código de Processo Civil, com a exposição clara e objetiva e dividida em três
fatos gravíssimos, cada fato com um assunto diferente, mostrando os desvios
de finalidade dos Réus, entrelaçados como irmãos siameses para saquear o
dinheiro público do SUS, de origem Federal [...]” - fls.67/68

Todavia, ao contrário do que o autor afirma, a petição inicial não é
clara e objetiva na explanação dos fatos e do pedido. Em narrativa mordaz, relata
possível existência de supostos atos ímprobos que teriam sido praticados pelos
réus, descritos de forma vaga, incompleta. Certo é que da narrativa dos fatos não
se consegue chegar à conclusão lógica dos pedidos, o que efetivamente macula a
peça de ingresso de inépcia.

Padece a inicial, portanto, de requisitos mínimos para
desenvolvimento válido e regular do processo.

Mas não é só.
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A despeito de comprovar a cidadania (título de eleitor de fl. 32),
carece o autor de legitimidade e interesse para propor ação popular fulcrada em
supostos atos de improbidade administrativa.

Por força do art. 17 da Lei 8.429/92, a via adequada para se discutir
atos de improbidade administrativa não é a ação popular, mas sim a ação civil
pública de improbidade administrativa, que poderá ser proposta pelo Ministério
Público ou pela pessoa jurídica interessada, qualidades que o autor não possui,
na condição de pessoa física.

Nessa toada, ressoa como totalmente inadequada a via eleita pelo
requerente, pois eventual malversação de verbas públicas ligadas ao SUS, por
parte do nosocômio réu e supostamente acobertada pelo Delegado de Polícia
Federal lotado neste Município de Montes Claros, deve ser apurada pelo
Ministério Público com busca de responsabilização através da competente ação
de improbidade administrativa, manejada pelo Parquet ou pela União. Tanto
assim que o autor não apontou precisamente o ato que busca invalidar, tendo,
nos pedidos de fl. 30, a despeito de ter ajuizado ação popular, requerido a perda
da função pública e ressarcimento ao erário invocando justamente a Lei de
Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92).

Como é cediço, nos termos do inciso LXXIII do art. 5 o da Constituição
Federal, a ação popular é o meio processual colocado à disposição de qualquer
cidadão para questionar judicialmente a validade de atos que considere lesivos ao
patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade
administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.

A Lei no 4.717/65, que regulamenta a referida ação constitucional,
dispondo sobre o que seria considerado patrimônio público, estabelece no § 1 o do
art. 1o que consideram-se patrimônio público para os fins da lei os bens e direitos
de valor econômico, artístico, estético, histórico ou turístico.

Conforme ressaltado, a situação apresentada na inicial não aponta
qualquer ato específico que seja ilegal ou lesivo ao patrimônio público e que
reclame anulação, cingindo o autor a alegar possível desvio de finalidade para
saquear o dinheiro público do SUS, de origem federal.
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Essa ausência de indicação de ato específico como objeto da ação
popular bem demonstra a inadequação da via processual eleita. Nesse sentido:

DIREITO PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. AÇÃO POPULAR.
ARTIGO 5º, LXXIII, CONSTITUIÇÃO FEDERAL. LEI 4.717/1965.
NARRATIVA E CONJUNTO PROBATÓRIO. FATOS GENÉRICOS,
FUNDAMENTOS ESPARSOS E SEM CONEXÃO LÓGICA. PEDIDO SEM
ESPECIFICAÇÃO. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO
MÉRITO. APELO DESPROVIDO. 1. A viabilidade da ação popular exige
narrativa de fatos e ainda de fundamentos jurídicos, que propicie,
logicamente, a conclusão e a formulação do pedido com suas
especificidades. A descrição feita, genericamente, apontando omissão
administrativa na fiscalização do "jogo do bicho" e na adoção de
tratamento de saúde, pelo SUS, a portadores de distúrbios psíquicos do
vício, com a formulação de pedido genérico de providências, não
permite o processamento de ação popular. 2. A ação popular, além dos
requisitos exigidos de toda inicial, fica sujeita ainda a outros específicos,
relacionados à natureza do bem jurídico tutelado, situados na descrição, e
instrução com o mínimo de substrato probatório, da existência de "ato
lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à
moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e
cultural" (artigo 5º, LXXIII, CF). 3. Sentença confirmada, apelação e
remessa oficial desprovidas.
(APELREEX 00035191120114036100, DESEMBARGADOR FEDERAL
CARLOS MUTA, TRF3 - TERCEIRA TURMA, e-DJF3 Judicial 1
DATA:20/07/2012)

CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. AÇÃO POPULAR. CONTRATO DE
GESTÃO FIRMADO ENTRE A UNIÃO E A BIOAMAZÔNIA. AUSÊNCIA DE
ATO LESIVO E ILEGAL. INADEQUAÇÃO DA VIA ELEITA. I - De acordo
com o art. 5º, LXXIII, da Constituição Federal/88, "qualquer cidadão é parte
legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao
patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade
administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural,
ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do
ônus da sucumbência". II - Na espécie dos autos, ausente a
demonstração de qualquer ato ilegal e lesivo ao patrimônio público, a
reclamar a sua anulação, afigura-se manifesta a inadequação da via
eleita, mormente em se tratando de hipótese, como no caso, em que o
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contrato de gestão firmado entre a União e a BIOAMAZÔNIA encontra
amparo legal na Lei nº 9.637/98. III - Remessa oficial desprovida.
Sentença confirmada.(REO 0020668-12.2000.4.01.3400 / DF, Rel.
DESEMBARGADOR FEDERAL SOUZA PRUDENTE, QUINTA TURMA, e-
DJF1 p.280 de 12/08/2013)
PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO POPULAR. PRETENSÃO DE ALTERAÇÃO DE
ITINERÁRIO DE LINHA DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO INTERESTADUAL
DE PASSAGEIROS. AUSÊNCIA DE ATO LESIVO AO PATRIMÔNIO
PÚBLICO. INADEQUAÇÃO DA VIA ELEITA. SENTENÇA MANTIDA. 1. A
ação popular é o instrumento pelo qual o cidadão se utiliza para anular ato
lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à
moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e
cultural (CF, art. 5º, LXXIII). 2. Nessa perspectiva, a ação popular visa à
proteção de direitos ou interesses de natureza pública, atuando o autor em
nome da coletividade para invalidar atos administrativos ilegais e lesivos ao
patrimônio público, no uso de uma prerrogativa outorgada pela
Constituição da República. 3. No caso dos autos, o autor pretende tão
somente a readequação de uma política pública de transporte rodoviário
interestadual de passageiros, por meio de alteração de itinerário de linha
existente entre a cidade de Patos de Minas/MG e Brasília/DF, com a
inclusão de seções em três municípios mineiros, a fim de beneficiar a
população daquelas localidades. 4. Mantida a sentença que extinguiu a
presente ação popular, por não se configurar, no caso, a prática de
nenhum ato lesivo ao patrimônio público passível de anulação por
meio da via processual eleita. 5. Remessa oficial a que se nega
provimento. (REO 0000246-06.2012.4.01.3817 / MG, Rel.
DESEMBARGADOR FEDERAL NÉVITON GUEDES, QUINTA TURMA, e-
DJF1 de 12/01/2016)
Pelo exposto, entendo que a via processual eleita não se presta para
atender aos pedidos do autor, pelo que reputo imperiosa a extinção prematura do
feito.

Oportuno ressaltar, todavia, que a inicial traz informações graves. A
manifestação do autor não pode ser menosprezada, seja pela necessidade de
apuração da procedência dos fatos narrados (para isso o MPF já tomou
conhecimento da narrativa), seja quanto à responsabilização do próprio autor,
que, conquanto goze de imunidade no exercício da advocacia, não tem escudo
para manifestação irrestrita, máxime quanto imputa a outrem a prática de ilícito
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penal.

Nessa toada, vejo que na inicial o autor expressamente imputa ao réu
MARCELO EDUARDO FREITAS prática de conduta, em tese, criminosa. Veja-se:

“[...] Mas, o réu Delegado Federal Marcelo Eduardo de Freitas, acumpliciado
com gestores do Hospital da Santa Casa fez ouvidos de mercador e,
paradodiando ELIO GASPARI “ejacula a esmo borbotões de mentiras”, nos
inquéritos que preside para receber propina de quem os encomenda!!!”
(sic – fls. 11/12 – sem realce no original).

Como é cediço, a imputação falsa de conduta criminosa a outrem
configura, em tese, prática do crime de calúnia, em relação ao qual o advogado
não está imune2. No texto acima, o autor imputa ao Delegado Federal conduta
supostamente criminosa, pelo que entendo deve a postura do autor, militante em
causa própria, ser levada ao conhecimento do réu, para que este, caso queira,
adote as providências que entender pertinentes na via própria.

Ante o exposto, restando evidente a inadequação da via eleita, a
inépcia da inicial e a ilegitimidade ativa do autor, INDEFIRO A PETIÇÃO
INICIAL e julgo extinto o processo, sem resolução de mérito, na forma dos artigos
330, I e 485, I e VI, do CPC/2015.

Sem custas e sem honorários, nos termos do artigo art. 5 o, LXXIII,
fine, da CF/88, já que, a despeito da extinção precoce, não vejo temeridade
manifesta no feito (artigo 13 da Lei 4717/65).

Nos termos do artigo 19 da Lei 4717/65, a presente sentença fica
sujeita ao reexame necessário, pois reconhecida carência de ação.

Havendo recurso voluntário, volvam conclusos para a medida
prevista no artigo 331 da Lei 13.105/2015 (NCPC).

Oficie-se ao Delegado Federal Marcelo Eduardo Freitas, lotado no
Departamento de Polícia Federal em Montes Claros, para ciência da petição
inicial e desta sentença.

2 RE-AgR 585901, JOAQUIM BARBOSA, STF.
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Registro efetuado eletronicamente. Publique-se. Intime-se.

Dê-se vista ao MPF.

Transitado em julgado, arquivem-se os autos com baixa na
distribuição.

Montes Claros/MG, 15 de fevereiro de 2017.

documento assinado digitalmente
JEFFERSSON FERREIRA RODRIGUES
Juiz Federal Substituto

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