Fases da Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

 Decisão da gestão de topo da organização: esta decisão deve ser assumida ao mais alto nível, garantindo assim um forte envolvimento da getão de topo
da organização.
 Informação e formação dos colaboradores: O projeto deve ser divulgado a todos os colaboradores da organização e dada formação.
 Diagnóstico: O projecto deve ser verficados se o está de acordo com a metodologia e os objectivos pretendidos.
 Definiçaõ da Politica da Qualidade, Objectivos da Qualidade: após a o diagnóstico, a Gestão de topo deve definir e documetar a sua Política da
Qualidade enquadrados com os objectivos da Qualidade.
 Definição dos processos da organização: São definidos medologias de acordo com os processos internos organizacionais para identificar e estabelecer
os processos de um Sistema de Gestão da Qualidade.
 Elaboração de documentação: Tudo o que foi definido deve ser documentado que deverá ser constituído pelo Manual da Qualidade que normalmente
integra a política da qualidade e objetivos da qualidade.
 Implementação dos processos e procedimentos: De seguida segui-se a fase de implementação prática de processos e procedimentos que foram
eleborados.
 Auditoria internas: são realizadas auditorias internas que permitirão avaliar a conformidade do SGQ com os requisitos definidos e identificar os aspetos
a melhorar.
 Pedido de certificação: Nesta fase o SGQ da organização encontra-se definido e implementado. Pode então optar pela sua certificação como opção
estratégica da oragnização.
 Auditoria de concessão: tem por objectivo avaliar se o SGQ encontra-se em conformidade com os requisitos normativos, após essa auditoria é
concedido o certificado por entidade certificadora acreditada.
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Ferramentas da Qualidade.
Ishikawa considerava que 95% dos problemas podem ser resolvidos utilizando estas ferrramentas:

Fluxogramas: São uma represntação gráfica das fases de um processo e das relações de dependência que existem entre elas. Utilizam-se símbolos gráficos
para representar pontos de decisão como, por exemplo, alternativas de processamento. Estudando estes diagramas é possível encontrar potenciais fontes de problemas
e efectuar simplificações.
 Além da sequencia das actividas, o fluxograma mostra o que é realizado em cada etapa, os materiais ou serviços que entram e saem do processo, as
decisões que devem ser tomadas e as pessoas envolvidas (cadeia/cliente/fornecedor).
 Todos os processos de uma empresa podem ser representados por diagramas de fluxo: instalações de equipamentos, admissão de empregados, operação
de um equipamento, processamento de uma factura, aprovação de fornecedores.

Folhas de verificação: As folhas de verificação, permitem responder às perguntas “quantas vezes sucede” e “quando sucede?”. Transformam assim
opiniões ou impressões em factos objectivos. Para utilizar folhas de verificação é necessário: * Definir a pergunta a que queremos responder; * Definir o período
de recolha de informação; * Conceber uma folha clara e precisa para registar os dados; * Obter os dados de forma correcta e consistente. * Determinar exactamente
o que deve ser observado; * Defina o período durante o qual os dados serão coletados; * Faça a coleta de dados, registrando a frequência de cada item que é
observado.

 Lista de verificação de frequência : * Impacto de uma ação ao longo de um dado período de tempo; * Custo de uma determinada operação ao longo de
certo período de tempo;
 As principais aplicações das folhas de verificação: de distribuição na produção (não permitem observar alterações temporais mas permitem concluir);
do tipo de deifos; da localização dos defeitos; de causa dos defeitos; de confirmação.

Histogramas
Lembremos que se pode decidir a ação a tomar em relação a um lote ou a um processo om base em resultados retirados de amostras. Por outro lado, quando
efectuamos medições, esperamos encontrar diferenças entre as leituras-se forem rigosamente iguais é de suspeitar do método ou do instrumento de medição. A
dispersão existe e, portanto, para determinar a qualidade de um produto é neessário conhecer a média e a dispersão.

Diagramas de Ishikawa, Diagrama Causa-Efeito
Uma causa é condição fundamental ou um estímulo que provoca um resultado ou efeito. Num proesso de análise podemos partir da causa para o efeito ou, ao
contrários, do efeito para a causa. Muitas vezes trabalha-se nas duas direções para descobrir causas, efeitos e relações causa-efeito.

Para que é que usamos: Visualizar, em conjunto, as causas principais e secudárias de um problema.

Como construir: Faça um “one man show” para identificar o maior número possível de pessoas que possam estar contribuindo para gerar o problema, perguntando
“Por que isto”; Agrupe as causas em categorias, Uma forma muito utilizada de agrupamento é 4M: Máquina, Mão-de-obra, Método e Materiais.

Diagrama de Pareto

Estratificação. Traçar dois eixos. Melhor visualização da ação. 2.  Quando a correlação é negativa. Verificar a situação antes e depois do problema. Construir uma tabela de pareto com os totais de cada item. Errado: (* Folha de orientação acumulativa de bens e serviços)  Como fazer o diagrama? Decidir o que vai ser analisado. Em português quer dizer “tempestade cerebral”. Errado: (* Selecionar o método e o período para coletar os dados . posição. um aumento de x provoca a diminuição de y. Coletar os dados de acordo com a disponibilidade do colectador). Decidir qual o problema a tratar e como recolher os dados: decidir o tipo de problema a investigar e como recolher os dados (defeitos. A frequência relativa e acumulada na ocorrência de cada item. Diagramas de dispersão É utilizado para estudar a relação entre duas variáveis. problema (erro. eliminando a causa. Ordenar os itens por ordem decresente: O item “Outros” deve ser sempre colocado em último lugar porque representa um grupo de intens em menor número do qualquer dos itens representados individualmente. Desenhar dois eixos verticais e um horizontal: No eixo vertical da esquerda marcar em escala de 0 até ao total. Cartas de controlo. 7. Diz que 80% dos problemas quaisquer que seja na sua vida são divido há 20% dos casos. É constituído a partir de um conjunto de dados emparelhados representando uma das variáveis no eixo dos xx-causa e outra no eixo dos yy-efeitos. poddemos controlar y. não existe nenhuma relação entre x e y. retrabalhos) e causas (operador. semanas. significa que basta resolver os 20% dos seus problemas estares a resolver 80% dos seus problemas. em função de número de não conformidade. O clima de envolvimento e motivação gerado pelo Brainstorming assegura melhor qualidade nas decições tomadas pelo grupo. operário. No eixo horizontal marcar tantas divisões como o número de itens analisados.  Permite-nos visualizar diversos elementos de um problema auxiliaando na determinação da sua prioridade. a análise de pareto pode ajudar a identificar os efeitos e as causas mais importantes e a estratificar os dados disponíveis de forma a podermos definir prioridade para os esforços de melhoria de produtos ou processos. verificar quais as melhores regiões de operação. Identificar os itens que são responsáveis pelos maoires impactos. e outros. .. Descobrir problemas e causas. um vertical e um horizontal de mesmo comprimento. os totais acumulados. tais como: principais fontes de custo e causas que afetam um processo na escolha do projecto. matéria-prima). 4. método). 5. Brainstorming É a mais conhecida das técnicas de geração de idéais. marcando os pontos correspondentes aos valores acumulados e unindo os pontos por uma curva. no da direita marcar de 0% a 100% . Registos: São documentos utilizados para expressar resultados obtidos ou fornecer evidência das actividades realizadas. É uma técnica de idéias em grupo que envolvem a contribuição espotânea de todos os participantes..  Quando não há correlação. Estabelecer um período de tempo para coletar dados. acidentes ocorridos). Detalhar as causas maiores em partes específicas. Definir as melhorias de um projecto. * Estratifiar os colaboradores perigosos a organização)  Como construir? Coleta de dados. O diagrama de pareto é uma ferramenta de definição de prioridades que ajuda a isolar os problemas e que nos permite concetrarmo-nos nos que são realmente importantes.. 6. Podemos condicionar x em função do y desejado. proesso. como é óbvio. gastos. perdas monetárias. Errado: (* Priorizar as compras em promoção. O objectivo do diagrama de pareto é a separar os “poucos viatis” dos “muitos triviais”. Permite detectar tendências. Reunir os dados dentro de cada categoria. máquinas. o aumento de y depende do aumento de x. No eixo vertical da direita. devido ás mudanças efetuadas no processo.. tais como: horas. Se x for controlável. e o tipo de problema.. Assim. decidir os dados necessários e como os classificar ( por tipo de defeito. Construir a curva de totais acumulados. determinar o método de aquisição de dados e período durante o qual esses dados vão ser recolhidos. Listar os itens a tratar obtendo os totais de cada um. meses. separando o problema em proporções ou familia. O método para a elaboração de um diagrama de Pareto é o seguinte: 1.. falhas. equipamento. Regra de 80-20. dias.  Qundo a correlação é positiva. fazer uma escala de 0% a 100%. e na esquerda uma escala de 0% até o valor total.  Quando usar? Achar as causas que actuam em um defeito.. percentagem em relação ao total de itens tratados e as percentegens acumuladas. Construir o diagrama de barras.. Confirmar os resultados de melhoria. 3.

Definir o problema. Quais as regras de Brainstorming: . Num processo de aperfeiçoamento da qualidade é possível identificar seis fases distintas: 1. “Pegar carona” nas idéias dos outros. 2. especialmente se: as causas do problema são difíceis de identifiar. Decidir o problema a estudar. Implementar as soluções e respectivos controlos . elaboração ou maiores considerações. Apresentar as idéias tais como elas surgem na cabeça. Identificar as causas.Enfatizar a quantidade e não a qualidade das idéias. 4. Seleccionar as causas. Escrever as palavras do participante. Encontrar e planear a implementação das soluções Análise do problema Resolução do problema 6.Porquê fazemos? Focaliza a atenção do usuário no aspecto mais importante do problema. Identificação do problema 3. Evitar críticas. Serve com “lubrificante” num processo de solução de problemas. Não interpretá-las. criando a partir delas. Exercita o raciocínio para englobar vários ângulos de uma situação ou de sua melhoria. sem rodeios. por mais “malucas” que possam parecer. Não deve haver medo de “dizer bobagem”. 5. As idéias consideradas “loucas” podem ofereer conexões para outras mais criativas. avaliações ou julgamentos sobre as idéias. Estimular todas as idéias.