RIPEAM

1) O RIPEAM tem por finalidade evitar o abalroamento no mar, utilizando-
se regras internacionais de navegação luzes e marcas e, ainda, sinais
sonoros.

2) Na situação de roda a roda, ou seja as embarcações proa com proa, as
duas guinam para boreste.

3) Na situação de rumos cruzados, tem preferência de passagem a
embarcação que avistar a outra pelo seu bombordo, isto é, a que vê a luz
verde.

4) No caso de uma embarcação alcançando a outra, tem preferência de
passagem a que está com maior velocidade, alcançadora, que deverá
manobrar para passar pela outra, à frente.

5) Um veleiro e uma lancha vinham navegando em rumos cruzados. Tendo
preferência de passagem, o veleiro não manobrou e esperou que a lancha
guinasse, enquanto se aproximava rapidamente dela. Houve uma colisão
das duas embarcações. Podemos concluir que apesar da lancha ter errado
por não manobrar, para evitar o acidente, o veleiro não pode ser isentado
de culpa pois, a embarcação que tem preferência deverá manobrar para
evitar a colisão, caso a outra, obrigada a manobrar, não o faça.

6) Toda manobra deverá ser feita de forma franca e positiva, com ampla
antecedência, demonstrando à outra embarcação, que houve alteração de
movimento.

7) No caso de um rio onde duas lanchas de esporte e recreio navegam em
rumos opostos, a embarcação que vem a favor da corrente deverá se
posicionar no meio do rio e a outra na sua margem de boreste, sendo que
a que vem a favor da corrente tem preferência.

Em canais estreitos as embarcações devem navegar pela margem mais
próxima a seu boreste e sempre manobrar para boreste quando verificar o
risco de colisão.

9) Num canal ou rio, principalmente estreitos, a embarcação maior tem
preferência em relação à miúda.

10) A velocidade de segurança é velocidade que possibilita uma ação
apropriada e eficaz de evitar uma colisão e de parar a embarcação a uma
distância segura e, quando cruzamos com outras embarcações atracadas
ou fundeadas ou mesmo localizadas às margens dos rios e canais, devemos
diminuir a velocidade.

11) Uma embarcação à vela tem preferência de manobra em relação a
uma embarcação a motor.

12) As luzes de navegação mais comuns, em embarcação de esporte e
recreio são uma luz branca a vante, uma luz de alcançado branca, luzes
verde e encarnada (vermelha), combinadas.

13) Os sinais sonoros que podem ser emitidos por apitos, buzinas ou ainda
sinos, são utilizados nas situações de manobra, advertência e em baixa
visibilidade.

14) Um apito curto significa que estou guinando para boreste.

15) Dois apitos curtos significam que estou guinando para bombordo.

16) Três apitos curtos significam que estou dando "máquinas atrás".

17) Dois apitos longos seguidos de dois curtos significam que estou
ultrapassando por bombordo.

18) Dois apitos longos seguidos de um curto significam que estou
ultrapassando por boreste.

19) Cinco apitos curtos ou mais significam que não entendi suas intenções
de manobra.

20) Um apito longo de dois em dois minutos significam que existe
embarcação a motor em movimento, com visibilidade restrita.

devemos dar um apito longo para chamar atenção. 32) As luzes de navegação não. 26) Embarcação de grande porte que carrega cargas perigosas deverá exibir. 30) O apito longo tem a duração de 4 a 6 segundos. . onde a visibilidade é prejudicada. à noite. uma luz encarnada (vermelha) no alto do mastro. 31) A forma mais correta de cruzar uma embarcação com outra embarcação vindo em sentido contrário é bombordo com bombordo. 28) Em curvas de rios ou canais estreitos. deverão ser usadas quando a embarcação estiver atracada no cais. em visibilidade restrita. à embarcação com capacidade de manobra restrita e à embarcação engajada na pesca. 33) Na ausência de apito.21) Dois apitos longos de dois em dois minutos significam que existe embarcação parada. a embarcação poderá utilizar buzina ou sino para sinalizar as suas intenções. 23) Embarcação fundeada deverá exibir uma luz branca onde melhor possa ser vista. 27) Durante o dia. 25) Embarcação com reboque de mais de 200 metros de comprimento deve exibir três luzes brancas no mastro. uma embarcação fundeada deverá exibir um balão preto no mastro. 24) Embarcação com reboque de menos 200 metros de comprimento deverá exibir duas luzes branca no mastro. 29) O apito curto tem a duração de aproximadamente 1 segundo. 22) Uma embarcação sem governo tem preferência em relação à embarcação à vela.

sinais de perigo isolado e sinais cardinais. 42) A identificação dos sinais durante o dia é feita por marca de tope. se for necessário tal manobra. com menor de 5 metros de comprimento estão dispensadas de usar buzina ou outro dispositivo que a substitua. BALIZAMENTO 40) São situações normalmente indicadas por balizamento os perigos naturais. à noite. 39) O holofote pode ser utilizado em rios estreitos para. iluminar curvas. 38) As luzes de bordos. à noite. forma e cor. sinais cardinais e sinais laterais. 36) Uma luz intermitente amarela cruzando o canal. limites laterais dos canais. poderá ser uma embarcação desenvolvendo grande velocidade ao navegar. de mastro e de alcançado são setorizadas para melhor identificar o movimento da embarcação. porém. zonas de acidentes marítimos importantes e novos perigos. . 35) Um balão preto içado no mastro principal ou onde melhor possa ser visto não constitui sinal de perigo. deverá fazer de forma a cruzar perpendicularmente a via de tráfego. 41) São sinais de balizamento: sinais laterais e sinais especiais. tanto quanto possível. 37) Uma embarcação de esporte e recreio deverá evitar cruzar uma via de tráfego.34) As embarcações de esporte e recreio. sem propulsão a motor. 43) A bóia cega é que não emite luzes. à noite.

. tem a cor: verde. 50) A bóia de boreste emite luz. 45) O sistema de balizamento poderá ser de um dispositivo chamado Racon que é um sistema que emite um sinal na tela do radar e que facilita.44) A identificação do balizamento. com dois sinais iguais é no caso de perigo isolado não registrado na carta náutica. possui as cores branca e encarnada. é feita por ritmo de apresentação e cores das luzes. 53) O balizamento que indica qual o quadrante que. 51) O balizamento que indica águas seguras. 49) O sinal lateral de canal que fica a bombordo. tem as cores amarela e preta. 52) O balizamento que indica perigo isolado. a partir dele. de cor verde. à noite. tem as cores: verde e encarnada. 55) À noite. 46) O único caso em que utilizamos um balizamento dobrado. 56) As bóias do balizamento podem ser cegas ou luminosas. 48) A bóia de bombordo emite luz. à noite. de quem entra no porto. à noite. 47) O sinal lateral de canal que fica a boreste de quem entra no porto tem a cor encarnada. temos águas seguras. de cor encarnada. a sua identificação. perigo isolado e águas seguras é branca. portanto. 54) O balizamento de canal preferencial. a cor das luzes de sinais cardinais. possui as cores preta e encarnada.

à margem do rio. ao observar-se um sinal “H” numa placa. 59) A numeração do balizamento de canal segue a ordem crescente. 65) No balizamento de uma hidrovia. à margem do rio. charuto ou cônego. 58) À noite. pelo balizamento de canal preferencial a boreste é verde. com uma faixa horizontal encarnada. significa perigo isolado. pelo balizamento de canal preferencial a bombordo é encarnada. em sua embarcação. significa bifurcação de canal. vem se aproximando de uma bifurcação de canal e se depara com um balizamento de duas cores. 62) Os formatos das bóias laterais de canal são cilíndrico. 60) Uma bóia com cor preta e uma ou mais faixas horizontais encarnadas indica perigo isolado. as duas cores vistas pelo navegante são verde. a cor da luz emitida. a partir da entrada do canal. ao observar-se um sinal “X” numa placa. e sendo que ele verificou que a maior profundidade estava no canal a seu boreste. 63) Quando um navegante. 64) No balizamento de uma hidrovia. a cor da luz emitida. significa trocar de margem. indica águas seguras. ao observar-se um sinal “+”numa placa no rio. 67) No balizamento de uma hidrovia. significa seguir meio do canal. . ao observar-se um sinal “Y” numa placa no rio. pilar.57) À noite. 61) Uma bóia com cores brancas e encarnadas em faixas verticais. 66) No balizamento de uma hidrovia.

com dois cones pretos em cima. isto significa que o tráfego é permitido com sentido único. 69) Numa ponte que atravessava o rio. com duas esferas pretas na sua parte de cima. 76) Durante o dia. 75) À noite. observou-se uma haste em forma de polar. pela carta náutica. isto significa que o tráfego está à esquerda de quem desce ou sobe o 73) Numa ponte que atravessava o rio. 74) Uma bóia. O formato provável deste sinal é cilíndrico. isto significa que o tráfego é permitido nos dois sentidos. ao observar-se um retângulo vermelho com uma faixa larga horizontal branca no meio. observou-se um pilar. um ligado ao outro pelos pontos laterais. 72) Numa ponte que atravessava o rio. 77) Durante o dia. 70) Numa ponte que atravessava o rio. isto significa que o tráfego está à direita de quem desce ou sobe o rio. ao observar-se um sinal “” numa placa no rio. à noite. pode significar área de recreação. Provavelmente estamos diante de um quadrante de águas seguras. isto significa que o tráfego está proibido.68) No balizamento de uma hidrovia. ao observar-se um losango amarelo. verificou-se a aproximação da entrada de um porto. ao observar-se dois losangos amarelos. ao observar-se um retângulo pintado de vermelho. Provavelmente estamos diante de um perigo isolado. emitindo uma luz amarela. significa seguir margem. 71) Numa ponte que atravessava o rio. ao observar-se um triângulo verde. . foi avistada uma luz verde piscando e.

sem se deslocar da posição. de modo a passar um cabo de proa logo que possa. num ângulo de 45º. colocando o leme para o bordo oposto ao do cais. procurando afilar-se ao que predominar mais. MANOBRA 79) A temperatura da água é um fator que não altera condições de manobra da embarcação. manobrar da seguinte forma: aproximar do cais. que possui pás e serve para movimentar a embarcação através de seu próprio giro. 85) Uma das condições que não é necessária para caracterizar um bom fundeadouro é ter um espaço limitado para não se fundear fora da área permitida. 83) As amarras são elos ou cabo que serve para prender a âncora ao paiol da amarra ou ao convés da embarcação. 84) As fainas de fundear ou suspender devem ser feitas sempre observando as condições de vento. 82) As âncoras são peças metálicas. 80) O leme é uma estrutura metálica ou de madeira.78) O balizamento de interior de porto obedecerá a regras definidas e deverá ser utilizado. em geral. pelo navegante. capazes de prender no fundo. acoplado através de um eixo longitudinal a um motor. para permitir que a embarcação se mantenha fundeada. 86) Para atracar deve-se. . 81) O hélice é uma estrutura metálica. para deslocar a popa para este. como orientação para uma navegação segura. ou seja. que tem por finalidade dar direção a embarcação e mantê-la no rumo determinado. corrente e maré.

o motor dando atrás. espringues e traveses. com seguimento e hélice em marcha a ré a proa guinará para boreste lentament 97) Uma embarcação com um hélice. com rotação direita. 90) Para desatracar a embarcação devemos largar os cabos de ré. aproveitar o efeito do leme para afastar a popa e então largar os cabos de vante. popa. passando- se um cabo dizendo para vante e outro dizendo para ré. que se vai atracar uma lancha. com leme a meio. com leme a boreste. bordos e convés. 88) As espias são cabos de amarração usados na faina de atracar uma embarcação. devemos aproveitar seu efeito e atracar contra a correnteza. com rotação direita. com seguimento e hélice em marcha avante. 94) O través é a espia que serve para amarrar a embarcação. procurando manobrar para abrir a popa e com. a proa guinará para boreste. boca. 92) A bóia de arinque é utilizada para indicar o local onde a âncora ficou presa no fundo. com rotação direita. a proa guinará para boreste lentamente.87) Os cabos principais de amarração são lançantes. com leme a meio. 91) Com correnteza de proa minha a desatracação se processa folgando primeiro os cabos de vante e mantendo os de ré apertados. 93) São partes de uma embarcação: proa. quilha. 96) Uma embarcação com um hélice. com seguimento e hélice em marcha avante. saindo perpendicularmente ao cais. 95) Uma embarcação com um hélice. 89) Havendo correnteza no local. .

a proa guinará para boreste lentamente. 103) Uma embarcação com um hélice. com rotação direita. a proa guinará para boreste rapidamente. com seguimento e hélice em marcha avante. com seguimento e hélice em marcha a ré. com seguimento e hélice em marcha a ré. 102) Uma embarcação com um hélice. partindo do repouso e hélice em marcha avante. 100) Uma embarcação com um hélice. com rotação direita. partindo do repouso e hélice em marcha avante. com leme a boreste. partindo do repouso e hélice em marcha a ré. a proa guinará para boreste lentamente. com rotação direita. com rotação direita. com leme a meio. com leme a bombordo. com leme a bombordo. com rotação direita. com leme a bombordo. a proa guinará para boreste muito lentamente. com leme a boreste. com leme a boreste. com leme a meio. com rotação direita. com rotação direita. com rotação direita. 99) Uma embarcação com um hélice. com rotação direita. a proa guinará para bombordo rapidamente. 104) Uma embarcação com um hélice. partindo do repouso e hélice sem marcha a ré. partindo do repouso e hélice em marcha a ré. 101) Uma embarcação com um hélice. a proa guinará para boreste lentamente. 105) Uma embarcação com um hélice. 106) Uma embarcação com um hélice. com leme a bombordo. a proa guinará para boreste lentamente. a proa guinará para bombordo.98) Uma embarcação com um hélice. a proa guinará para bombordo lentamente. partindo do repouso e hélice em marcha avante. .

com ângulo agudo ao cais. com a âncora Danforth. com aproximação a barlavento. com vento ou corrente perpendicular ao cais. deve ser feita largando todas as espias. 112) Numa atracação com vento ou corrente. na proa. com vento ou corrente perpendicular ao cais. 3 vezes a profundidade . evitando os fundeadouros de tença de areia dura. exceto a de ré. com vento e corrente pela proa. deve-se aproximar com a embarcação sempre contrário ao vento ou corrente. 114) Para se largar de um cais.107) A manobra de suspender é sair com a embarcação do local de fundeio. com vento corrente pela popa. mantendo o leme contrário ao cais. deve-se aproximar com a embarcação paralela ao cais. 111) Numa atracação. na popa. 109) São partes do leme: madre. recolhendo a âncora. exceto a que diz para vante. largar todas as espias. no mínimo. deve ser feita com o leme contrário ao cais e máquina devagar adiante. deve ser feita largando todas as espias. que esteja dizendo para vante. 115) Para se largar de um cais. com pouco seguimento. 113) Para se largar do cais. 116) Deve-se fundear a embarcação de esporte e recreio. paralelos ao cais. 117) A regra simples para se determinar a quantidade de amarra a se largar num fundeio normal é de. exceto a que diz para ré. cana e porta. com aproximação a sotavento. 110) Numa atracação. 108) A âncora Danforth é a mais comum a bordo das embarcações de esporte e recreio. sem vento e sem corrente . deve-se aproximar com a embarcação com um ângulo aproximado de 45º com o cais. mantendo o leme na direção do cais.

o risco de colisão. 119) Para se pegar uma bóia. com segurança da embarcação não sair da posição é de 5 vezes a profundidade local. com máquina devagar adiante. com certeza.local. caso a amarra esteja tesada para vante. deve-se aproar ao vento. para existir.. 123) Uma embarcação no visual da minha. essa embarcação tende a girar a proa para o mesmo bordo do hélice que dá atrás. em rumos opostos. ambos devem tomar a margem de seu boreste. 120) A tença é um tipo de fundo (qualidade). 125) Quando numa embarcação de dois hélices. 118) Quando houver risco de mau tempo ou o fundeio for muito demorado. devemos ir recolhendo a âncora. 122) Para se suspender de um fundeadouro. devemos proceder aproados a ela. caso a embarcação tenha uma estrutura alta no convés. com pouco seguimento. deverá apresentar a situação de marcação constante e distância diminuindo. 128) Uma correlação está totalmente correta é: Boreste – lado direito da . para amarrarmos uma embarcação. 121) Deve-se evitar fundear em área onde o espaço de giro da embarcação seja limitado. um deles dá atrás e outro adiante. aproximando-se. largar âncora. a regra para se largar a amarra. 124) Para fundear deve-se inverter a máquina e quando estiver caindo a ré. 126) Para se fundear com correnteza e vento. 127) Quando duas embarcações navegam num canal estreito. com a mesma rotação.

na carta náutica é a régua paralela. são as latitudes e longitudes deste ponto. 130) As coordenadas de um ponto. de forma que ele possa ler e identificar as informações. na carta náutica. 134) Os rumos. nela contidas. e A Ré – fica atrás. O instrumento de navegação que é utilizado para medir as distâncias entre estes pontos é compasso de navegação. 132) O rumo da embarcação é a direção que um navegador toma para. rumos e outras marcações. a partir de um ponto qualquer. são medidas em escala de latitude são expressas em milhas náuticas. apresentando tudo que for necessário para sua segurança. 133) As distâncias. 136) Os símbolos e abreviaturas das cartas náuticas servem para padronizar a utilização e a interpretação das informações contidas nas . variam de 000º à 360º e são orientados a partir de um ponto de partida. deve ser com o título da carta e demais informações de frente para o navegador. nas cartas náuticas. 131) A Rosa-dos Ventos é utilizada. Bombordo – lado esquerdo da embarcação: A Vante – fica na frente. em determinada área . embarcação. na carta náutica. chegar a outro e o instrumento de navegação mais usado para traçá-lo. 135) O posicionamento da carta náutica. para direcionar nosso rumo. para se fazer as plotagens de posição. até o ponto de chegada. na carta náutica. SIMBOLOGIA E CARTAS NÁUTICAS 129) As cartas náuticas servem para orientar o navegador a se deslocar com sua embarcação.

na carta náutica. ás escalas das laterais. na carta náutica. às escalas da extremidades superior e inferior. até o ano atual. 144) A declinação magnética local é utilizada para ser aplicada ao rumo da agulha. e este valor é somado ou subtraído da declinação magnética do local. 140) Os paralelos são retas paralelas. 139) As profundidades das cartas náuticas são medidas em metros e decímetros. devemos a partir do paralelo mais próximo. . em 3000 vezes. a escala 1:3000. até a escala de longitudes e ler o valor. junto com seu desvio. 138) Quando observamos. para se determinar o rumo verdadeiro. até a escala de latitudes e ler o valor. 145) O aumento real é o valor que é encontrado no interior da rosa-dos- ventos e é multiplicado pelo total de anos de edição da carta náutica. na carta náuticas. isto que dizer que a carta reduz. 142) Para se determinar a latitude de um ponto na carta náutica. 141) Os meridianos são retas paralelas.cartas náuticas. na carta náutica. com o auxílio da régua paralela ou do compasso de navegação.. o trecho nela mostrado. devemos a partir do meridiano mais próximo. tirar a distância até o ponto e transportar. 137) A grande escala é a que o navegador utiliza nas cartas náuticas. tirar a distância até o ponto e transportá-la. para obter maiores detalhes e uma navegação segura. em trechos de águas interiores. com o auxílio da régua paralela ou do compasso de navegação. 143) Para se determinar a longitude de um ponto na carta náutica.

152) Os equipamentos de combate a incêndio mais comumente encontrados a bordo das embarcações de esporte e recreio são os extintores portáteis. COMBATE A INCÊNDIO 148) Só haverá fogo quando ocorrer a presença de três elementos do triângulo do fogo: o comburente. Abreviaturas e Termos" é que explica e mostra o significado de todos os símbolos e abreviaturas contidos nas cartas náuticas. como. 154) Se embarcação começa a pegar fogo e o vento está entrando por boreste. O seu posicionamento para dar o combate às chamas deve ser mantendo-se na proa ou na popa. 150) O combustível é o elemento da natureza capaz de se queimar na presença de oxigênio. o oxigênio.000. 156) O extintor de água deve ser utilizado no combate a incêndio em materiais sólidos inflamáveis.146) O símbolo . 147) A publicação "Carta 12. significa pedra submersa perigosa à navegação. Símbolos. o combustível e a temperatura de ignição. 149) A combustão é a queima de substâncias sólidas ou gasosas. 151) O comburente é um elemento da natureza que reage com as substâncias para gerar a combustão. encontrado na carta náutica. na presença de ar atmosférico (oxigênio). que utilizam os agentes extintores para apagar o fogo. por exemplo. 155) Os agentes extintores são as substâncias que extinguem incêndios. 153) Extintores portáteis são equipamentos de combate a incêndio. .

165) O combate a incêndio é muito auxiliado quando removemos para longe o material inflamável e resfriamos os locais próximos. 167) A água é um agente extintor que pode ser utilizado nos incêndios em acomodações. . O extintor portátil que deverá pegar deve ser o de Espuma. deve-se virar o extintor. 160) O incêndio da classe B é o que ocorre em líquidos inflamáveis. 159) Os extintores de espuma são utilizados em incêndios em líquidos inflamáveis. direcionando o jato. e dirigir o jato sobre a base das chamas. 164) Para se utilizar o extintor de espuma. segurar o difusor e apertar o gatinho. 168) Os extintores portáteis devem ser arrumados em locais de fácil acesso e de risco de incêndio. 166) São cuidados que devemos ter com os extintores de CO2: evitar o contato direto do jato com a pele e os olhos. 163) Para se utilizar o extintor CO2. deve-se apertar o gatilho e direcioná-lo para a base da chama. 161) O incêndio da classe C é o que ocorre em materiais elétricos. 162) Para se utilizar o extintor de água. 158) Os extintores de CO2 são utilizados em incêndios em materiais elétricos. para a base do fogo. 169) Se estiver na cabine de comando e sentir cheiro de queimado vindo do motor. com a tampa para baixo.157) O incêndio da classe A ocorre em materiais sólidos inflamáveis. deve-se retirar o pino de segurança.

de acordo com a lotação da embarcação. nas embarcações de esporte e recreio. o coração da vítima ainda não está batendo. deve-se proceder uma respiração boca a boca. 173) A quantidade e o tipo de extintor portátil. para apagar incêndios. devem ser cumpridos a bordo. e são definidos na NORMAM-03 da DPC. para seguir viagem. baldes de água. 179) A freqüência de sopros por minuto. são combatidos através de sistemas fixos de agentes extintores.170) Se estiver na popa da embarcação e ver sair fumaça no console de navegação. O extintor que deve-se pegar é o de CO2. 180) Caso seja verificado que. deve-se. 175) Os incêndios. . após ter feito a respiração boca a boca. CO2 e espuma. verificar se existem corpos estranhos na sua boca. na falta de um extintor portátil. antes. 171) Podemos improvisar. PRIMEIROS SOCORROS 177) Quando por ocasião de um acidente a bordo. em locais de difícil acesso. 176) São agentes extintores: água. numa respiração boca a boca é de10 a 15. 174) Os sistemas fixos de combate a incêndio são sistemas com difusores fixos. o procedimento correto será fazer massagem cardíaca externa. 172) Deve-se ter a bordo sempre extintores portáteis com número determinado. o acidentado não estiver respirando. 178) Para se realizar a respiração boca a boca.

191) Para fraturas na perna. parada respiratória e parada cardíaca. . 183) O murro forte no peito deve ser tentado no caso de parada cardíaca. pode-se prender madeiras compridas. pode-se imobilizá-lo com tábua. 184) Após a massagem cardíaca ter feito o coração voltar a bater. 192) A posição do pé. e que às vezes funciona. de uma perna quebrada. 190) Para imobilizar o braço. deve-se deixá-lo dobrado. 189) A tala é o dispositivo utilizado para imobilizar ossos quebrados. 185) A freqüência ideal de compressão e descompressão do peito. 8 massagens cardíacas e uma respiração boca a boca.181) Caso o coração da vítima de um acidente a bordo. 188) No caso de fratura de antebraço. por meio de tiras de pano amarradas a ele. deve-se iniciar a massagem cardíaca externa. por meio de tiras de pano ou cinto. deve-se deixar a cabeça da vítima voltada para trás. deve-se realizar movimentos intercalados. na massagem cardíaca externa é de 69 vezes por minuto. com a perna esticada. deve-se continuar a respiração boca a boca. 182) O outro sintoma que acompanha a parada cardíaca é a menina dos olhos dilatada. de imediato. deve ser a mais natural possível. 186) Quando houver ao mesmo tempo. 187) Na respiração boca a boca. não esteja batendo. papelão ou jornal grosso.

em local próximo à vítima fraturada. deve-se realizar respiração boca a boca e massagem cardíaca externa. 196) Após a retirada da vítima do contato com a corrente elétrica. 203) O torniquete deve ser aplicado. deve-se removê-la primeiro do local de risco. 199) Nas grandes queimaduras.193) Caso exista risco de incêndio ou de explosão. nunca se deve tirar a roupa da vítima. utilizando um pano largo e um pedaço de madeira que se fixará ao pano. exceto nunca desapertá- lo. 201) Para estancar uma hemorragia. 194) A vítima de choque elétrico precisa ser afastada do contato com a corrente elétrica. caso seja necessário. com pano limpo. 197) Nas pequenas queimaduras. 200) A hemorragia é uma grande perda de sangue. 202) O torniquete é utilizado para estancar hemorragias muito grandes. deve-se lavar com água e evitar romper a bolha. 205) São atitudes certas. 195) A peça de metal é um dos materiais que não deve ser utilizado para afastar a vítima do contato com a corrente elétrica. com relação a vítima de grandes hemorragias. 198) Antes de se cobrir as queimaduras. utilizando material não condutor de eletricidade. por meio de um nó e torcendo a madeira. não dar líquidos enquanto estiver inconsciente e mantê-la agasalhada. . 204) São cuidados importantes com o torniquete. deve-se pressionar o local com pano grosso. deve-se passar mercúrio cromo ou mertiolate. a pressão interromperá a hemorragia.

por causa de incêndio incontrolável. 215) Caso não haja vazamento de óleo e riscos de incêndio. 212) Um cabo flutuante com alça de mão deve ser amarrado na bóia circular. com a parte flutuante para frente. 214) Para se afastar da embarcação acidentada. antes do encaminhamento médico. 211) Os coletes salva-vidas. deve-se pular. que caiu na água. por baixo d’água.206) Os primeiros socorros são medidas emergenciais de prestação de socorro. em quantidade exigida pela NORMAM-13 da DPC. amarrado à embarcação. em caso de necessidade. contra a correnteza. no caso de ter que se abandonar a embarcação. para ser vestido. deverão ser dotadas. 213) No caso de abandono da embarcação. e nunca. até afastar o risco de óleo. na superfície. SOBREVIVÊNCIA E SEGURANÇA NO MEIO MARINHO 207) O colete salva-vidas que deverá ser guardado a bordo. quando houver óleo na superfície d’agua. para facilitar o resgate de alguém. 209) O colete salva-vidas deve ser utilizado amarrado ao corpo. 208) As embarcações de esporte e recreio classificadas para a navegação interior. 210) O número de coletes a bordo deve atender ao limite máximo de pessoas a bordo. nas . de 01 bóia salva-avidas (com retinida flutuante) e coletes classe III (um para cada pessoa a bordo). para que náufrago flutue com ele. obrigatoriamente. deve-se nadar contra a correnteza e se for o caso. o mais rápido possível. deve ficar em local de fácil acesso.

225) Caso o coração do afogado não esteja batendo. limpar sua boca de objetos que obstruam sua respiração e realizar a respiração boca a boca. 218) Para segurança da embarcação. 224) Caso o afogado não esteja respirando. em águas interiores: toras de madeira flutuando. pedras e bancos de areia. troncos de árvore flutuando. deve-se afastar dela nadando a favor da correnteza. 226) As cobras podem ser identificadas como venenosas. tire a roupa molhada e aqueça-o. é com as pernas esticadas e os pés juntos.proximidades da embarcação. em o caso naufrágio. proceder do seguinte modo: deite o afogado de lado. 221) A melhor maneira de saltar na água. devo proceder uma massagem cardíaca externa. 220) A bóia circular deve ser presa em local de fácil retirada. equipamentos de salvatagem e de combate a incêndio. 216) São perigos à embarcação. 222) Para improvisar material flutuante. deve-se deitá-lo de lado. latões. 223) No caso de afogamento. devemos utilizar pneus. toras ou pedaços grandes de madeira. 217) Nunca deve-se exceder o limite permitido de pessoas a bordo. barris. ou não. em partes altas da embarcação ou. utilizando o colete salva-vidas. em relação às laterais da embarcação. má distribuição de pesos. 219) A estabilidade da embarcação é prejudicada quando ocorre excesso de peso. através de suas pupilas e seu rabo. . antes de sairmos para navegar como luzes de navegação. para vomitar a água que bebeu. deve-se proceder diversas verificações.

231) Todo material e equipamento destinado a segurança da embarcação. Motonauta. 232) A Inspeção Naval é atividade. nos limites da navegação interior (idade mínima 8 anos). tem de ser previamente aprovado pela DPC. de cunho administrativo. à salvaguarda da vida humana no mar e à prevenção contra a poluição do meio ambiente marinho por tais embarcações.227) A Sucuri é a maior cobra que existe e passa quase a vida na água. 228) As arraias ficam na lama. Delegacias e Agências. NORMAS GERAIS 230) A NORMAM-13 da DPC estebelece normas sobre o emprego das embarcações de esporte e/ou recreio. 234) As categorias de amador são: Veleiro. 229) A pessoa deve procurar abandonar a embarcação com roupas adequadas e material de salvatagem. utilizar a embarcação. que auxiliam a Diretoria de Portos e Costas (DPC) a exercer seu papel de fiscalização das normas. tripulante. Arrais-Amador. passageiro e profissional não tripulante. para transporte comercial de passageiros ou carga. conduzir embarcação em estado de embriaguez alcoólica ou sob efeito de substância tóxica de qualquer natureza. Mestre-Amador e Capitão-Amador. na ponta do rabo. exercida pela Capitania. ou utilizar a embarcação para prática de crime. nas beiras dos rios e têm um ferrão venenoso. e atividades correlatas visando à segurança da navegação. prazo máximo de 120 dias: entregar a condução da embarcação à pessoa não habilitada. . 233) São atitudes passíveis de suspensão ou apreensão da carteira de habilitação do amador. pelo. 235) O Veleiro está apto para conduzir embarcações à vela sem propulsão a motor.

Bibliografia Recomendada a) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar- RIPEAM-72. 238) O Mestre-Amador está apto para conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros. nos limites da navegação interior (idade mínima 18 anos). b) Manual do Veleiro e Arrais Amador. 239) O Capitão-Amador está apto para conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros. 244) O proprietário da embarcação de esporte e recreio é a pessoa que registrou a embarcação em seu nome. reincidência de suspensão da carteira. 240) Qualquer pessoa. de MOACYR BASTOS ROLSZT e ELIANE TEIXEIRA ROLSZT . nos limites da navegação interior (idade mínima 18 anos).236) O Motonauta está apto para conduzir JET-SKI. sem limites de afastamento da costa. nos portos ou via navegáveis interiores deverá comunicar o fato à Autoridade Marítima. 243) O setor da Capitania dos Portos que fiscaliza o cumprimento das normas é a Inspeção Naval. ou permanecer por um período de 24 meses com validade da carteira vencida. com maior rapidez possível. 242) O órgão responsável pela execução dos exames de amadores é a Capitania dos Portos e seus órgãos subordinados. nos limites da navegação costeira. 237) O Arrais-Amador está apto para conduzir embarcações. que tomar conhecimento da existência de vida humana em perigo no mar. 241) O amador terá sua habilitação cancelada quando: for encontrado conduzindo embarcação já tendo sido suspensa sua carteira de habilitação.