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Alessandra

Euzébia
Jaqueline Lisboa

Relação entre Família, Educação, Consumismo e mídia.

Este trabalho consiste da necessidade de analisar a educação mídia e consumo como
aguçador dos sentidos estimulando o consumismo e fortalecendo identidades de
indivíduos. Sobre o avanço tecnológico midiático, configurações familiar e o
desenvolvimento humano intergeracional tem como objetivo formar sujeitos capazes de
novos hábitos educacional de consumismo dentro da sociedade ampliando esta analise
com o objetivo de perceber qual o papel das famílias e escolas neste processo.
No contexto atual, percebemos o distanciamento das famílias em determinadas faixa
etárias, isso, não traz benefícios algum para o seio das famílias, pois enfraquece os
vínculos afetivos, trazendo consequências inclusive para a sociedade.

Pertencemos a um grupo etário, somos marcados socialmente, e isso
delimita as nossas possibilidades de expressão e de sociabilidade. Na
cultura ocidental contemporânea, pode-se dizer que quando crianças
devemos, quando adolescentes devemos experimentar, quando adultos
trabalhar e produzir, e quando velhos devemos nos aposentar (MAGRO,
2003, p. 35).

Vemos a intergeracionalidade como uma possibilidade de aprendizagem mutua, mesmo
com todo avanço tecnológico, que os mais jovens tem acesso e facilidade de
aprendizagem, não o inviabiliza de adquirir conhecimento com os mais velhos.
Sendo assim vemos que cada faixa etária tem algo de importante para contribuir com o
crescimento do outro, em todos os aspectos da vida, no sentido da educação os valores
afim de preservar a sua cultura, ampliação de cosmovisão. Segundo Burbules; Rice
(1993, p.1993), em relação a troca e a compreensão entende-se que:

Três tipos de possíveis de benefícios podem ser obtidos a partir do
diálogo entre as diferenças: aqueles relacionados à construção da
identidade, ao longo de linhas que são mais flexíveis sem se tornar
arbitrárias; aqueles relacionados com a ampliação de nossa compreensão
de outro e, através disso, de nossa compreensão de nós mesmos; e
aqueles relacionados a fortalecer práticas comunicativas mais razoáveis e
sustentáveis (BURBULES; RICE, 1993, p. 188).

falsamente. representa a pressão social exercida para se criar o dever de aquisição e este processo de sedução atinge justamente a criação de identidade. as crianças estão vivendo em um mundo imaginário.A Sociedade em que vivemos é diversificada culturalmente com poderes aquisitivos bem diferenciados os grupos da terceira idade. fortalecendo assim o desejo consumista dos filhos. Alguns pais atendem ou cedem aos caprichos de seu filhos menores. com o não. como se fosse o passaporte de ingresso em determinado grupo em que está inserido.mackenzie.12 ). Considerações Finais Como despertar nos indivíduos uma postura ideal e para uma atitude consciente no dia a dia. modelos de personalidade ligados aos produtos consumidos. pois já tem outro apelo. é o ter por ter. Pode parecer impossível. cada vez mais. nunca irão amadurecer. e passam a terem desejos que não são deles próprios. . jovens e adultos entre outros que desejam serem vistos e ouvido.p. adquirir com tanta frequência. essa disposição para ter. com a escassez. O consumo os torna igual ao outro. porém que foram desencadeados através dos sistemas midiáticos. tornar-se-ão adultos emocionalmente desequilibrados. levando-os a querer ter objetos de desejos afim de serem aceitos em determinados grupos sociais para ostentarem o que foi sugerido ou implantado pela mídia. exatamente por consumir ou seja ostentação de vários tens. ocasionará no decorrer do percurso de vida destes indivíduos. poderosos. esses familiares não conseguem perceber. tudo pelo desejo e não por necessidade. demostrando.pdf.. afim de se sentirem importantes. desequilíbrio psicológico. uma que vez que todos nós somos bombardeados por estímulos que nos conduzem a consumir e a estabelecer relações cada vez mais superficiais.br/fileadmin/Graduacao/FDir/Artigos/Fabiano.. interessante é que ao adquirir o produto ou outro desejo qualquer já não interessa mais. Esse estimulo desenfreado coloca esse indivíduo contra a família. vem sendo influenciados pelos meios de comunicação. e mais. só poderão desenvolver-se em contato com a realidade. ostentadores e fora da realidade em vivem. que os filhos. tudo muito padronizado. funcionando a aparência como a demonstração do que se é “(MASSO. Neste sentido Masso coloca que ”. com a frustação. disponível em http: // www4.

A educação ela é transformadora e faz diferença não apenas dentro da escola. Fabiano Dolenc Del. In: TADEU. p. feliz. Neusa Mendes de. In GUSMÃO. Comunicação.173-303.). Viviane M. Diálogo entre as diferenças: continuando a conversação.2008).pdf (último acesso em 26. Susanne. Porto Alegre: Artes Médicas. Campinas.mackenzie. e mais simples do que aparenta. Esperamos que a infância possa ser vivida de maneira mais simples. da Silva Tomaz (Org. MASSO. Infância e Velhice: pesquisa de idéias. Mendonça de Espelho em Negativo: a idade do outro e a idade etária.05.br/fileadmin/Graduacao/FDir/Artigos/Fabiano. avôs afim de alcançar o equilíbrio nas diversas áreas de ações dessas relações e sociedade. 2003. Cultura e Consumo (poder econômico e a sua relação com o desenvolvimento cultural). Disponível em http://www4.No entanto. Precisamos mesmo comprar isso? Como Percebo a minha família? Qual a influência da mídia em minhas ações? Essas posturas devem fazer parte do cotidiano da escola e das famílias pais. no seio familiar e para uma vida toda. MAGRO. RICE.com . Nicolas C. a família a mídia entre outros. tios. Teoria Educacional Crítica em tempos Pós-modernos. O olhar cuidadoso e crítico sobre a estratégia do mercado em transformar os indivíduos em consumidores vorazes. jacklibne@hotmail. esse despertar pode ser algo de concreto. SP: Editora Alínea. Referências BURBULES. 1993. exercitando o diálogo intergeracional mediado pelas relações familiares discutindo sobre os assuntos do consumo.. p 33-46.