Relatório de Auto-Avaliação

Ano Lectivo 2008/2010

12 de Maio de 2010

Índice
Nota Introdutória I. A Implementação de um Processo de Auto-Avaliação 1. O Processo e a sua Metodologia 1.1. O Modelo PAVE: uma metodologia 2. Desenvolvimento do Processo 2.1. Constituição da Equipa 2.2. Fases do Processo 2.3. Constrangimentos e Fragilidades 1 2 2 3 6 7 10 12

III. Contextualização do Agrupamento de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) 1. Localização do Agrupamento 2. Caracterização da Freguesia de Lordelo do Ouro 3. O Meio Socioeconómico 4. As Escolas do Agrupamento 4.1. Os jardins-de-infância 4.2. As escolas do 1º ciclo do ensino básico 4.3. A escola dos 2º e 3º ciclos do ensino básico 5. Os Espaços 5.1. Bibliotecas Escolares/Centro de Recursos Educativos 6. Estrutura e Organização Geral do Agrupamento 7. Caracterização da Comunidade Educativa 2009/2010 7.1. Caracterização dos Alunos 7.1.1. Os alunos do Agrupamento 7.1.2. Alunos Estrangeiros 7.1.3. Alunos beneficiários de Acção Social Escolar 7.1.4. Alunos da Educação Especial 7.1.5. Alunos do Apoio Educativo no 1º ciclo 7.1.6. Alunos acompanhados pelo Serviço de Psicologia e Orientação 7.2. Caracterização do Pessoal Docente e Não Docente 7.2.1. Caracterização do Pessoal Docente 7.2.2. Caracterização do Pessoal Não Docente

14 14 15 17 19 20 21 22 23 25 26 27 27 27 28 29 30 31

32 33 33 34

7.3. Pais e Encarregados de Educação 7.3.1. Grau de Parentesco com o Aluno 7.3.2. Situação Profissional 7.3.3. Habilitações 7.3.4. Profissões

36 36 37 38 39

III. Elementos em Análise 1. Esquematização da análise 2. Análise segundo as áreas do PAVE A. Os Resultados 1. Os resultados escolares 1.1. 1.2. Retenção por insucesso, abandono e absentismo Os resultados escolares nas provas de avaliação de carácter nacional 1.2.1. Resultados nas provas de avaliação aferidas 1.2.2. Resultados dos exames nacionais do 9º ano 2. Desenvolvimento Pessoal e Social 3. Saídas dos Alunos B. Os Processos aos Nível da Sala de Aula 4. Tempo como recurso de aprendizagem 5. Qualidade do Ensino e da Aprendizagem 5.1. 5.2. Perspectiva dos Alunos Perspectiva dos Professores 45 45 46 47 49 50 50 52 52 53 54 56 56 56 58 59 60 61 64 64 65 67 68 41 41 42 42 42

6. Apoio às dificuldades de aprendizagem C. Os Processos ao Nível de Escola I. Gestão e Lideranças i. ii. O Conselho Executivo O Conselho Pedagógico

7. A Escola como um Local de Aprendizagem 8. A Escola como um Local Social 9. A Escola como um Local Profissional 9.1. Os Espaços e Serviços Escolares

9.1.1. O ponto de vista dos alunos 9.1.2. O ponto de vista dos docentes 9.1.3. O ponto de vista dos não docentes 9.1.4. O ponto de vista dos encarregados de educação

D.

O Meio 10. Escola e Família 11. Escola e Comunidade 12. Escola e Trabalho

69 69 70 71

Bibliografia Fontes Documentais Termo

72 72 73

Anexo I – Modelos de Questionários A. Alunos B. Docentes C. Não Docentes D. Encarregados de Educação

Anexo II – Resultados dos Questionários A. Alunos B. Docentes C. Não Docentes D. Encarregados de Educação

Anexo II – Dados Estatísticos sobre a indisciplina (ano lectivo 2008/2009) A. 1º Período B. 2º Período C. 3º Período D. Geral

Relatório de Auto-Avaliação

NOTA INTRODUTÓRIA
O Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) iniciou, no ano lectivo de 2008/2009, o processo de implementação da Auto-Avaliação. A Auto-Avaliação, decorrente da Lei n.º 31/2002 de 20 de Dezembro, é vista, na sua dimensão política, como um mecanismo para estimular as escolas no sentido de melhorarem a sua qualidade a partir dos seus próprios recursos, ajudando-as a monitorizar os seus progressos e a dar informação correcta à comunidade educativa. A auto-avaliação conceptualiza, através do envolvimento de todos os actores educativos e do acesso aos instrumentos que sustentam a aprendizagem e o ensino, um trabalho de planeamento e melhoria da sala de aula, da escola e da comunidade. Numa lógica democrática, contribui para a qualidade da escola e complementa-se com os constructos da avaliação externa. Este relatório, é uma análise reflectida dos resultados dos inquéritos administrados no ano lectivo transacto, que pretende dar conta dos aspectos positivos e negativos do agrupamento, propondo estratégias de melhoria.

Convém ter presente que a nomenclatura usada neste documento se refere ao ano lectivo de 2008/2009.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

1

Relatório de Auto-Avaliação

I. A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO
1. O Processo e a sua Metodologia
A auto-avaliação é um processo incorporado na vida quotidiana da escola e tem por base a singularidade da sua história e do seu contexto individual e, por este motivo, não pode ser vista como algo predefinido e hermeticamente aplicável. O processo de auto-avaliação constrói-se sobre o que já existe e não pretende impor algo completamento novo. A auto-avaliação está presente em todas as áreas de uma escola, e há variados aspectos que podem ser avaliados, porém, sistematiza-se o modelo através da relação de dados sequenciados e estruturados. Embora se possam avaliar inúmeros aspectos de uma escola, estes não se conotam da mesma importância e, por esse motivo, há aspectos considerados mais relevantes. São esses que estruturam os processos de auto-avaliação. Certamente que é compreensível que os resultados escolares são mais importantes do que a qualidade dos recreios e dos edifícios escolares, porém é importante que haja um equilíbrio entre a aprendizagem e o bem-estar. Assim, nos processos de auto-avaliação é importante estabelecer o equilíbrio entre os aspectos a avaliar. Por outro lado, é indispensável que a auto-avaliação tenha em conta a complexidade de cada aspecto da vida da escola e, neste sentido, se construa com base em diferentes pontos de vista e interesses. Só com o envolvimento de toda a comunidade educativa no processo é que será possível obter resultados fiáveis acerca da qualidade da escola. Idealizar um processo de auto-avaliação seria, sem dúvida, interessante. Contudo, as escolas não dispõem de tempo para isso, e fazê-lo seria descurar a sua função principal. Nessa lógica, e porque é fundamental uma selecção criteriosa dos aspectos a avaliar, as escolas seleccionam modelos orientadores do processo de auto-avaliação. Dos modelos existentes de avaliação de qualidade – ISO, EFQM, CAF, PAVE, QUALIS – o Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho), representado pela sua Equipa de Auto-Avaliação, seleccionou o modelo PAVE – Perfil de Auto-Avaliação de Escola, que seguidamente é apresentado.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

2

Relatório de Auto-Avaliação

1.1.

O modelo PAVE: uma metodologia

O modelo PAVE surgiu de um projecto inserido no Projecto Sócrates, designado por “Avaliação da Qualidade na Educação Escolar”. Este projecto envolveu 101 escolas de 18 países, em diferentes estádios de desenvolvimento da auto-avaliação. Foi concebido com o objectivo de ajudar as escolas a seleccionar para uma avaliação mais aprofundada e melhorar as áreas consideradas mais importantes. Este modelo prevê a avaliação de processos a nível do indivíduo, da sala de aula, da escola e da comunidade e estrutura-se em duas partes: uma descrição formal das escolas com base em doze áreas; e uma metodologia para discutir sobre quais dessas doze áreas deve incidir a avaliação em função do caso concreto de cada escola. As doze áreas agrupam-se em quatro domínios: resultados, processos a nível de sala de aula, processos a nível da escola e o meio. Ilustrando, PAVE A. Resultados 1. Resultados Escolares 2. Desenvolvimento pessoal e social 3. Saídas dos alunos B. Processos ao nível da sala de aula 4. Tempo como recurso de aprendizagem 5. Qualidade do ensino e da aprendizagem 6. Apoio às dificuldades de aprendizagem C. Processos ao nível da escola 7. Escola como um local de aprendizagem 8. Escola como um local social 9. Escola como um local profissional D. Meio 10. Escola e família 11. Escola e comunidade 12. Escola e trabalho
.:: Agrupamento Vertical de EscolasIlustração 1 – Esquematização do::. Dr. Leonardo Coimbra (Filho) Modelo PAVE

3

Relatório de Auto-Avaliação

A cada uma destas áreas subjazem algumas questões – a ser abordadas numa fase posterior deste relatório – que pretendem contribuir para ilustrar o seu conteúdo e servir de mote para a discussão sobre a qualidade e eficácia da escola. O modelo PAVE apresenta também um conjunto de orientações contendo um vasto repertório de instrumentos de avaliação e conta com o apoio de apoio de um amigo crítico. O modelo PAVE, na sua especificidade, pretende promover uma discussão séria e objectiva entre todos os grupos de actores, favorecendo a criação de uma cultura de avaliação mais aprofundada e de auto-avaliação permanente; conseguir uma imagem da escola tal como é vista por professores, alunos e pais; e ajudar a identificar e a definir áreas prioritárias para avaliar com maior profundidade. A implementação deste modelo compreende várias etapas sucessivas, iniciando pela constituição de um grupo PAVE com elementos distintos – alunos, professores, pais, órgãos de gestão e administração da escola, autoridades locais de educação. Seguidamente, deve proceder-se a uma discussão no grupo de avaliação da escola (GAE) – com um representante de cada um dos grupos anteriormente indicados. Neste debate devem definir-se as áreas que darão início à avaliação e apresentar/justificar os critérios para essa opção. A definição de indicadores apropriados e a implementação do processo pretende-se que seja um trabalho conjunto e participativo, entre os diversos intervenientes. No que respeita ao modelo PAVE, não só a escola é encarada como uma organização distinta de outras, como cada escola é vista como única e singular, na medida em que o modelo propõe a utilização de um conjunto de ferramentas que pode ser usado de forma distinta. Este modelo permite viabilizar a escola como um lugar em que estão presentes características como a participação na tomada de decisões e a procura de consensos partilhados como estratégia de tomada de decisão, permite viabilizar a escola democrática. Por conseguinte, o PAVE assume um objectivo de melhoria, promove uma participação de elementos da comunidade educativa na escola e favorece a “identificação dos problemas e o envolvimento nas soluções e proporciona ainda uma análise mais completa e uma maior abertura da escola ao meio que se insere” (CNE 2007:11). A participação dos elementos do grupo decorre da sua presença nas diversas estruturas da escola ou fora de qualquer órgão, no quadro de uma discussão, debates, consultas, inquéritos ou entrevistas. Segue-se a recolha de dados, a definição de critérios e procedimentos, a análise dos dados, em suma, a participação nas diversas etapas do processo. Tecnicamente, o

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

4

Relatório de Auto-Avaliação

processo pode ser conduzido por pessoas com formação adequada e com o apoio de um amigo crítico. Em resumo, o modelo PAVE assume-se como um processo de melhoria e propiciador de inovação, conduzido quer através da construção de referenciais, quer da procura de provas (factos comprovativos, evidências) para a formulação de juízos de valor. Alaiz (2007) identificao como um modelo aberto – construído pela própria escola – inscrito numa perspectiva humanista, em que os elementos sentem que fazem parte do processo. Assim, a proposta de melhoria e inovação é uma tarefa dirigida à escola enquanto organização que é sustentada no âmbito de relações profissionais cooperativas, que incidirá em última análise na inovação que ocorre na sala de aula.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

5

Relatório de Auto-Avaliação

2. Desenvolvimento do Processo

De acordo com os fundamentos da Auto-avaliação e com a opção metodológica tomada, o Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) implementa a avaliação interna, considerando-a como um processo de carácter formativo, elencada por uma estratégia fundamental para a identificação dos pontos fracos e fortes do Agrupamento e para a promoção do desenvolvimento de uma cultura de escola. A avaliação interna potencia um momento de reflexão e análise crítico-construtiva sobre as suas práticas, proporcionando uma oportunidade de aprendizagem e crescimento da comunidade educativa. É um exercício colectivo, assente no diálogo e no confronto de perspectivas sobre o sentido da escola e da educação e procura promover a imagem do Agrupamento junto da comunidade. A Auto-Avaliação foi implementada com o objectivo de promover e assegurar o sucesso educativo baseado numa política de qualidade, exigência e responsabilidade; incentivar acções e processos de melhoria da qualidade, do funcionamento e dos resultados das escolas e, garantir a credibilidade do desempenho do Agrupamento. Não convém, porém, descurar que este processo deu os primeiros passos num Agrupamento com um Conselho Executivo recém-criado, num período que o tempo urgia e a efectivação desse Conselho desejava-se imediata. Salientam-se as medidas que foram tomadas neste sentido a partir de Dezembro de 2007, data em que tomou posse, nomeadamente ao nível do diagnóstico para a acção executiva que se traduziu na administração de inquéritos ao pessoal docente e não docente e na solicitação de relatórios pormenorizados de todas as actividades curriculares e extra-curriculares que se desenvolveram, posteriormente, no ano lectivo de 2008. Iniciou-se, então, o processo de edificação do Observatório Interno da Escola, cujas principais prioridades centraram-se na definição dos objectivos para 2009, na definição de um local de funcionamento, no accionamento de mecanismos para a reorganização de documentação.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

6

Relatório de Auto-Avaliação

2.1.

Constituição da Equipa

A primeira acção da implementação da Auto-Avaliação foi a criação de uma Equipa de AutoAvaliação (EAA) que integrasse elementos de todos os grupos da comunidade educativa, designadamente alunos, docentes, não docentes, encarregados de educação e parceiros, em prol da consolidação das várias perspectivas que existissem sobre a acção e desempenho do Agrupamento. Os objectivos perspectivados para esta Equipa foram: ⋅ Criação de instrumentos que permitam, de forma regular e eficaz, aferir e verificar a qualidade de funcionamento das Escolas em diversos sectores; Registo de aspectos positivos da organização e funcionamento das escolas; Identificação dos pontos fracos; Proposta de estratégias mais adequadas para uma melhoria; Potenciação de aspectos positivos da organização e funcionamento das escolas; Monitorização da continuidade para um bom desempenho.

⋅ ⋅ ⋅ ⋅

Neste sentido, procurou-se constituir uma equipa funcional, que trabalhasse o modelo PAVE, recolhesse informações em articulação com este modelo e pontuasse as acções de acordo com as evidências; numa fase posterior, pretendia-se que esta equipa elaborasse um relatório final e propusesse um plano de acção de melhoria. Para um funcionamento organizado, definiram-se os papéis dos elementos da Equipa de AutoAvaliação, conforme consta na tabela abaixo. Cargo ⋅ Coordenador(a) ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Função Propor o cronograma, as responsabilidades, e as tarefas à equipa; Garantir a realização do processo de auto-avaliação; Supervisionar todo o processo; Responsabilizar-se pelo Relatório de Auto-avaliação. Dinamizar e sensibilizar a comunidade educativa para a importância do processo de auto-avaliação, dando apoio nas diferentes fases da Colaborador(a) ⋅ auto-avaliação. Distribuir e recolher questionários, analisar estatisticamente os dados, zelando pelo cumprimento dos prazos definidos pela equipa.
Tabela 1 – Funções dos Elementos da Equipa de Auto-Avaliação

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

7

Relatório de Auto-Avaliação

Por fim, no que respeita à Equipa de Auto-Avaliação do ano lectivo 2008/2009, ficaram definidos os seguintes elementos,

Nome Ana Amaral Cristina Fonseca Elsa Lemos Fernanda Begonha Isabel Torres

Grupo Docente Docente Docente Docente Docente

Representante Jardim de Infância da Pasteleira Departamento de Ciências Sociais e Humanas/Delegada de História Departamento de Expressões/Directora de Instalações Departamento de Línguas/Directora de Cursos de Educação e Formação E.B.1. das Condominhas/Coordenadora de Estabelecimento Departamento de Línguas/Coordenadora TEIP/Coordenadora de Projectos/Representante da Equipa do Observatório Interno Coordenadora do Núcleo de Apoio Educativo Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Departamento de Matemática e Ciências Experimentais/Coordenador de TIC Departamento de Expressões/ Departamento de Educação Especial Vice-presidente do Conselho Executivo/ Coordenadora da Equipa de Auto-Avaliação Coordenadora do SPO/ Representante da Equipa de Auto-Avaliação Assistente Administrativa (Tesouraria) SPO/Técnica de Serviço Social Aluno do CEF2 (Empregado de mesa 2) Aluna do 9ºA Aluna do 9ºB Representante da Associação de Pais da E.B. 2,3 Dr. Leonardo Coimbra (Filho) Amigo Crítico (Investigador FCT do CIIE da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto)

Lúcia Garrido

Docente

Mª João Lema Mª Teresa Ribeiro Raul Macedo Sandra Fazenda Zulmira Branco Ana Paula Silva Eurídice Marques Filipa Cabral Filipe Pinto Flávia Santos Liliana Carvalho Augusta Santos

Docente Docente Docente Docente Docente Não Docente Não Docente Não Docente Alunos Alunos Alunos Encarregados de Educação Externo à Comunidade

Paulo Marinho

Tabela 2 – Elementos da Equipa de Auto-Avaliação 2008/2009

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

8

Relatório de Auto-Avaliação

O processo de auto-avaliação é um processo demorado que não se concebe num ano lectivo apenas. É um processo longitudinal, que, desde a fase inicial até à fase de encerramento, pode prolongar-se por períodos de três ou quatro anos. Deste modo, atendendo à transição de ano lectivo e, por imposição nacional, à reestruturação dos recursos humanos do Agrupamento, no que respeita ao ano lectivo de 2009/2010, a Equipa de Auto-Avaliação é constituída pelos elementos da tabela que se segue.

Nome Cristina Fonseca Cristina Fontelas Elsa Lemos Fernanda Begonha Leonor Figueiredo Lúcia Garrido Mª João Lema Sandra Fazenda Zulmira Branco Ana Paula Silva Diana Ramos Lopes Eurídice Marques Filipa Cabral Não Definido Não Definido Não Definido Augusta Santos

Grupo Docente Docente Docente Docente Docente Docente Docente Docente Docente Não Docente Não Docente Não Docente Não Docente Alunos Alunos Alunos Encarregados de Educação Externo à Comunidade

Representante Departamento de Ciências Sociais e Humanas/Delegada de História E.B.1. das Condominhas/Coordenadora de Estabelecimento Departamento de Expressões/Directora de Instalações Departamento de Línguas/Directora de Cursos de Educação e Formação Jardim de Infância da Pasteleira Departamento de Línguas/Coordenadora da Equipa de Auto-Avaliação Coordenadora do Núcleo de Apoio Educativo Departamento de Expressões/ Departamento de Educação Especial Subdirectora Coordenadora do SPO/ Representante da Equipa de Auto-Avaliação Mediadora Socioeducativa Assistente Administrativa (Tesouraria) SPO/Técnica de Serviço Social Não Definido Não Definido Não Definido Representante da Associação de Pais da E.B. 2,3 Dr. Leonardo Coimbra (Filho) Amigo Crítico (Investigador FCT do CIIE da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto)

Paulo Marinho

Tabela 3 – Elementos da Equipa de Auto-Avaliação 2009/2010

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

9

Relatório de Auto-Avaliação

2.2.

Fases do Processo

Após a constituição de uma Equipa de Auto-Avaliação e do respectivo coordenador, representada por elementos dos vários grupos da comunidade e que dinamizaria todo processo, e definido o amigo crítico que apoiaria o desenvolvimento do processo, elaborou-se um cronograma para a execução das várias fases do mesmo. ⋅ Reflexão 1ª FASE ⋅ Análise ⋅ Implementação ⋅ Implementação 2ª FASE ⋅ Escolha/Negociação ⋅ Construção de um modelo de EAA ⋅ Informação ⋅ Sensibilização 3ª FASE ⋅ Negociação do processo de implementação da AA ⋅ Constituição da EAA ⋅ Formação da EAA 4ª FASE ⋅ Modelos de AA (decisão do modelo) ⋅ Planeamento e calendarização das acções ⋅ Criação de Instrumentos ⋅ Implementação e aplicação de instrumentos 5ª FASE ⋅ Análise de dados ⋅ Tratamento de dados ⋅ Avaliação/interpretação dos resultados 6ª FASE ⋅ Tomada de decisões ⋅ Elaboração do relatório de análise ⋅ Apresentação dos resultados a toda a comunidade educativa 7ª FASE ⋅ Acompanhamento (Plano de acção/estratégias/melhorias)
Tabela 4 – Cronograma das Fases do Processo de Auto-Avaliação

Outubro Novembro Dezembro Janeiro/ 2009 Fevereiro 2008

Fevereiro

2009

Fevereiro/ 2009 Março

De 14 a 30 2009 de Abril Maio Junho 2009 2009

Setembro

2009

Setembro/ Outubro

Ano lectivo 2009/2010

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

10

Relatório de Auto-Avaliação

Nesta linha, prosseguiu-se com a realização das fases estabelecidas no cronograma. As fases propostas foram cumpridas, porém a última etapa da 5ª fase bem como a 6ª e a 7ª fases sofreram atrasos devido à transição de ano lectivo e consequente mudança dos elementos da equipa e de coordenadora.

No que respeita à última etapa da 4ª fase, foram elaborados questionários (Ver Anexo I – Modelos
dos Questionários)

que, de acordo com o carácter de cada pergunta, se basearam nas escalas

seguidamente apresentadas.

Muito fraco

Fraco

Satisfatório

Bom

Muito Bom

Não Sabe

Muitíssimo Grave

Muito Grave

Grave

Pouco Grave

Nada Grave

Não Existe

Muito Grave

Grave

Pouco Grave

Nada Grave

Inexistente

Não Responde

Nunca

Raramente

Às Vezes

Muitas Vezes

Sempre

Não Responde

Nada Importante

Pouco Importante

Importante

Muito Importante

Muitíssimo Importante

Não Responde

Muito Grave

Grave

Pouco Grave

Nada Grave

Inexistente

Não Responde

Nada Satisfatório

Pouco Satisfatório

Satisfatório

Muito Satisfatório

Completamente Satisfatório

Não Responde

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

11

Relatório de Auto-Avaliação

2.3.

Constrangimentos e Fragilidades

O processo de auto-avaliação, até aqui decorrido, não é isento de constrangimentos e limitações que interferem no processo e conduzem a enviesamentos. Neste sentido, para minimizar a sua influência na auto-avaliação assinala-se, seguidamente, as fragilidades e as suas repercussões. O primeiro obstáculo relaciona-se com a incompatibilidade de horários e com as diferentes funções que os elementos da equipa têm que assegurar1. Sendo a equipa constituída por um elevado número de elementos, torna-se difícil os momentos de reunião, debate, criação e elaboração de instrumentos e implementação do cronograma. Os elementos da equipa que não exercem funções docentes estão abrangidos por horários predefinidos que, do mesmo modo, agravam esse constrangimento. Atendendo à fase embrionária da auto-avaliação, tanto para a equipa como para o Agrupamento, a construção de questionários, baseada em alguns modelos predefinidos que ajudassem a elaborar um instrumento adequado ao modelo PAVE, resultou num inquérito extenso, pormenorizado e de linguagem elaborada. Subsequentemente, houve dificuldade no preenchimento dos inquéritos por parte da generalidade dos inquiridos. No caso dos alunos, os questionários foram administrados pelos Professores Titulares de Turma/Directores de Turma, nas aulas de Formação Cívica, tendo sido referido, por estes, como uma tarefa morosa e de elevado grau de dificuldade. A linguagem elaborada e pouco directa dos inquéritos poderá estar associada à escolha da opção “NÃO SEI” em inúmeras questões, ou até mesmo a ausência de respostas, por parte de encarregados de educação, alunos e não docentes. No que respeita, ainda, aos não docentes é importante salientar que a amostra não é significativa. Contudo, desconhecem-se as razões pelas quais os questionários preenchidos e entregues foram em número diminuto. Após a administração e recolha dos questionários, procedeu-se à análise dos dados. Este trabalho foi distribuído pelos vários elementos da equipa que o realizaram fora das suas horas laborais. Revelou-se, de facto, um trabalho árduo e exaustivo. Reforça-se, deste modo, as incompatibilidades de horários entre os membros da equipa. Todos os constrangimentos apresentados têm influência no trabalho da equipa de auto-avaliação na medida em que se criam hiatos que não favorecem a continuidade e o

1

Coordenação, direcção de turma, projectos.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

12

Relatório de Auto-Avaliação

cumprimento do processo, podendo isto criar uma certa desmotivação junto dos seus elementos. Em relação aos questionários, os constrangimentos atrás apontados, permitem-nos inferir que os resultados possam não traduzir a imagem mais real do Agrupamento.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

13

Relatório de Auto-Avaliação

II. O AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DR. LEONARDO COIMBRA (FILHO)

1 - Localização do Agrupamento

AA

EB 2,3 Leonardo Coimbra

B

JI do Estoril

C

EB1 das Condominhas

D

EB1/JI de Lordelo

E

EB1/JI da Pasteleira

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

14

Relatório de Auto-Avaliação

2 - Caracterização da Freguesia de Lordelo do Ouro
O Agrupamento Vertical Dr. Leonardo Coimbra (Filho) situa-se na freguesia de Lordelo do Ouro. A freguesia, pertencente ao concelho do Porto, estende-se por uma superfície de 3,4 Km2 e fica situada na parte ocidental da cidade do Porto, sendo geograficamente limitada a Norte pela freguesia de Ramalde, a Sul pelo Rio Douro, a Este pelas freguesias de Massarelos e de Cedofeita e, por fim, a Oeste pelas freguesias de Aldoar e da Foz do Douro. A Freguesia de Lordelo do Ouro é, hoje em dia, cada vez mais uma zona de comércio e fundamentalmente um espaço residencial, onde contrastam meios económicos e sociais muito diversificados, uma vez que, a habitação de luxo contrasta com a habitação social existente. É ainda notória a ausência de vínculo à Freguesia, já que são poucos os seus residentes de origem. Isto leva a que parte da população desta freguesia não se identifique com ela, pelo que esta área se tornou num “dormitório”. Na Freguesia de Lordelo do Ouro, em termos habitacionais, existem nove bairros de habitação social, sendo eles: Bairro da Rainha D. Leonor, Pasteleira, Dr. Nuno Pinheiro Torres, Aleixo, Lordelo, Bessa Leite, Mouteira, Urbanização das Condominhas e Urbanização da Pasteleira Nova. Tendo sido construídos entre 1953 e 1988, estes bairros sociais comportam cerca de 7026 habitantes, divididos por 2013 fogos (segundo o Estudo Socioeconómico da Habitação Social feito pela Câmara Municipal do Porto, em 2001), estando estes, na sua maioria, sobrelotados, vivendo cerca de 5 a 6 elementos em apartamentos T2. Esta conjuntura, aliada às dificuldades económicas para suportar as despesas mínimas, gera situações de insalubridade, não proporcionando as condições adequadas e necessárias a um bom ambiente familiar e a um desenvolvimento educativo salutar das crianças. Acresce, ainda, o facto de estes pequenos universos serem extremamente complexos com carências de vária ordem, sendo habitados na sua maioria por uma população cultural e socialmente desfavorecida e não estruturada. Mais recentemente, em 2002, foi construído o Bairro da Pasteleira Nova que acolheu, sobretudo, população deslocada do Bairro de S. João de Deus, população essa com características em tudo semelhantes às atrás referidas. No que diz respeito à população activa, dos 22.212 mil habitantes da Freguesia, segundo o Censos de 2001, apenas 9.939 mil habitantes tinham emprego estável. Nos últimos anos, em virtude da reestruturação industrial, tem-se verificado um aumento da taxa de desemprego, principalmente entre a camada mais jovem, associado à falta de qualificação profissional e ao precoce abandono escolar2. Quanto à ocupação profissional dos residentes desta freguesia, esta centra-se, essencialmente, no sector terciário (61,5%), enquanto que no sector primário e no sector secundário corresponde a
2

Fonte: Site da Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

15

Relatório de Auto-Avaliação

0,8% e 37,7%, respectivamente. Tais resultados prendem-se com facto de a actividade agrícola ser quase inexistente, uma vez que a partir do século XIX se foi desvalorizando face à indústria e ao crescimento habitacional. Perante o cenário apresentado, e na tentativa de responder às necessidades da comunidade, começam a definir-se equipamentos de cariz social, embora ainda em número insuficiente3. Em relação a serviços, a população da freguesia tem ao seu dispor uma grande gama, tais como, Estações de Correio, Polícia de Segurança Pública, Serviço de Águas e Saneamento, Recolha de lixo, Centro de Saúde, Postos de Enfermagem, Laboratórios de análises clínicas e radiologia, Depósito das Águas da Zona Ocidental da Cidade e a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Sobreiras, campo de jogos da Pasteleira, Piscina Municipal, Clube Fluvial Portuense. Mais concretamente ao nível dos cuidados de saúde, Lordelo do Ouro tem um Centro de Saúde, que em parceria com o Centro de Saúde da Foz do Douro disponibiliza serviço de enfermagem, vacinação, planeamento familiar e saúde materno-infantil. Quanto a hospitais, esta freguesia é servida pelo Hospital de Santo António e pela Maternidade Júlio Dinis, dispondo ainda dos serviços dos postos de enfermagem do Centro Social do Bairro da Pasteleira e do Centro Social do Bairro Pinheiro Torres. No que diz respeito aos estabelecimentos escolares, a população desta freguesia tem ao seu dispor creches e jardins-de-infância, tanto da rede pública como da privada, escolas de ensino básico, Actividades Tempos Livres (ATLs), o pólo sul das faculdades da Universidade do Porto e o Estádio Universitário, o Centro de Formação Profissional para o sector terciário do Porto, Centro de Formação Profissional da Industria Têxtil (CITEX) e Centro de Serviços de Apoio às Empresas (CESAE). Em termos culturais, também as associações recreativas/culturais continuam a ter impacto sobre a população, como é o caso de associações, clubes e centros criados após o 25 de Abril. São de referir o Centro Social da Paróquia de Nª Senhora da Ajuda, a Adilo, a Associação de Promoção Social da População do Bairro do Aleixo, o Centro Social da Obra Diocesana de Promoção Social do Bairro da Pasteleira e o CRI (centro de respostas integradas do Porto Ocidental). A Fundação de Serralves, paredes meias com a Escola Sede, tem um papel relevante, nomeadamente, no que concerne ao trabalho desenvolvido em regime de parcerias com o Agrupamento. Relativamente a transportes, a freguesia de Lordelo do Ouro dispõe da rede de Serviços de Transportes Colectivos do Porto (STCP), que faz a ligação da freguesia com todos os pontos da cidade, Matosinhos e Gaia.
3

Fonte: Monografia de Lordelo do Ouro

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

16

Relatório de Auto-Avaliação

3 - O Meio Socioeconómico
A população discente do Agrupamento é oriunda, maioritariamente, dos nove bairros de habitação social, existentes na zona: Bairro da Rainha D. Leonor Bairro da Pasteleira Bairro Dr. Nuno Pinheiro Torres Bairro do Aleixo Bairro de Lordelo Bairro Bessa Leite Bairro da Mouteira Urbanização das Condominhas Urbanização da Pasteleira Nova. Os referidos bairros, construídos entre 1953 e 1988, comportam cerca de 7026 habitantes, divididos por 2013 fogos (segundo o Estudo Socioeconómico da Habitação Social feito pela Câmara Municipal do Porto, em 2001) e estão, na sua maioria, sobrelotados, vivendo cerca de 5 a 6 elementos em apartamentos T2. A maior percentagem populacional situa-se no grupo etário dos 25 aos 64 anos e, na sua maioria, têm somente o 1º ciclo.
Anos 2001 0 – 14 anos 16,2% 15 a 24 anos 14,4% 25 a 64 anos 53,8% 65 ou + anos 16,8%

Tabela 5 - Distribuição relativa da população residente nos anos 2001 (%) por grupos etários4

Nível de Instrução Sem saber ler nem escrever Crianças que ainda não completaram o 1º ciclo 1º ciclo ensino básico completo 2º ciclo ensino básico completo 3º ciclo ensino básico completo Ensino secundário completo Curso médio completo Curso superior completo Total

Total 2.281 1.885 5.595 2.279 3.180 3.111 314 3.567 22.212

Tabela 6 - Distribuição da população total residente segundo o nível de instrução3

4

Fonte: Sítio da Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro (INE, Censos 2001)

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

17

Relatório de Auto-Avaliação

A população activa da freguesia está associada a uma elevada taxa de desemprego. Desta população, 19,4% dos indivíduos está à procura do primeiro emprego e 80,6% procura um novo emprego. A população activa empregada concentra a sua actividade no sector terciário.
2001 48,9% 10,4%

Taxa de actividade Taxa de desemprego
Tabela 7 – População Activa3

Sectores de Actividade Primário Secundário Terciário

2001 0,37% 22,1% 77,5%

Tabela 8 - População activa empregada por sector de actividade3

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

18

Relatório de Auto-Avaliação

4 - As Escolas do Agrupamento
O Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) é constituído pelos seguintes estabelecimentos de ensino:

E.B. 2,3 Dr. Leonardo Coimbra (Filho), Escola sede do Agrupamento

Jardim-de-infância do Estoril

E.B. 1 das Condominhas

E.B. 1/J.I. de Lordelo

E.B. 1/J.I. da Pasteleira

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

19

Relatório de Auto-Avaliação

A Escola E.B.1/J.I. do Aleixo, que inicialmente fazia parte deste Agrupamento, foi desactivada no final do ano lectivo 2007/2008. Os recursos humanos e materiais desta escola foram transferidos para a E.B.1 das Condominhas e para o Jardim-de-Infância do Estoril.

4.1 - Os Jardins de Infância
Os Jardins-de-infância do Agrupamento destinam-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 e 5 anos, orientados por objectivos de qualidade e pelo princípio da igualdade de oportunidades. No ano lectivo 2009/10 o horário de funcionamento dos JI é das 8,30H às 18H30, definido no início do ano lectivo, de acordo com as necessidades dos encarregados de educação. O Programa de expansão e desenvolvimento da Educação Pré-Escolar visa apoiar as famílias no desenvolvimento de actividades de animação sócio educativa, de acordo com as suas necessidades. Como a componente lectiva não abrange as 11 horas de funcionamento diárias torna-se primordial proporcionar actividades designadas por “componente de apoio à família”, bem como actividades durante as interrupções lectivas, as quais visam suprir essas mesmas necessidades. A componente de apoio à família compreende duas vertentes: o fornecimento de almoços e o prolongamento de horário. Qualquer criança pode beneficiar dos serviços prestados pela componente de apoio à família (vulgo Prolongamento de horário) em que esteja oficialmente inscrita e que

comprovadamente necessite dos mesmos. As actividades desenvolvidas são supervisionadas pela Educadora de Infância e realizadas pelas Assistentes Técnicas e Assistentes Operacionais de forma a proporcionar um espaço lúdico e de lazer. Esta componente de apoio à família que deve realizar-se em espaços próprios e adequados diferentes dos da sala de actividades, salvaguardando sempre o bem-estar das crianças e as suas necessidades, acontece na Eb1 /J.I. da Pasteleira e J.I. do Estoril, sendo inexistente no J.I. de Lordelo.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

20

Relatório de Auto-Avaliação

4.2 - As escolas do Primeiro Ciclo do Ensino Básico
Do Agrupamento Vertical Dr. Leonardo Coimbra (Filho), como está anteriormente ilustrado, fazem parte três estabelecimentos do 1º Ciclo:

⋅ E.B.1/J.I. de Lordelo ⋅ E.B.1/J.I. da Pasteleira ⋅ E.B.1 das Condominhas

Todas as escolas se encontram em zonas onde predominam bairros de habitação social, e neles residem famílias com baixos recursos socioeconómicos e diferentes etnias. Neste sentido, as escolas não apresentam diferenças significativas entre si. Tanto a E.B. 1 de Lordelo como a E.B. 1 da Pasteleira possuem Jardins-de-Infância anexos. A distância física entre os vários estabelecimentos referidos e a escola sede não é significativa, o que permite uma fácil mobilidade para a realização de actividades conjuntas. Todas as escolas funcionam no mesmo horário lectivo – regime normal, dividido em dois turnos: da parte da manhã funcionam das 9h00 às 12h00 e da parte da tarde das 13h30 às 15h30. Existe um elevado número de alunos que beneficia do subsídio de ASE e que usufrui de refeições na cantina escolar. A quase totalidade dos alunos das escolas de primeiro ciclo frequenta as actividades de enriquecimento curricular, promovidas pela Autarquia, nomeadamente: Inglês, Música e Actividade Física Desportiva e Educação Plástica e Artística. A actividade de Inglês nos 1ºs e 2ºs anos tem a duração de dois tempos semanais e nos 3.ºs e 4.ºs de três tempos. A Música tem a duração de dois semanais e a Actividade Física Desportiva de três tempos, para todos os anos de escolaridade. A Educação Plástica e Artística é leccionada apenas aos 1ºs e 2ºs anos com a duração de um tempo semanal. Estas actividades desenrolam-se entre as 15h45 e as 17h30. Existe também a componente de Apoio ao Estudo, em dois tempos semanais de 45 minutos, onde os alunos dos diferentes anos consolidam saberes e aprendizagens.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

21

Relatório de Auto-Avaliação

4.3 - A escola dos 2º e 3º ciclos do ensino básico
A oferta educativa, neste ano lectivo, inclui, para além das turmas do ensino regular dos 2º e 3º ciclos, 3 cursos de educação e formação, 1 curso profissional de secundário e Português para Todos. No ano lectivo 2009/10 o horário de funcionamento da escola dos 2º e 3º ciclos do ensino

básico é das 8,15H às 22H00, definido no início do ano lectivo.
As turmas do ensino regular têm um horário predominantemente no turno da manhã, estando as tardes de 2º e 5ª feira disponíveis para a dinamização de oficinas, desporto escolar e Ginásio da Matemática. As oficinas existentes são: teatro; artes circenses; percussão tradicional; fotografia; cenografia; intervenção ambiental e artística. Relativamente ao desporto escolar este está dividido em actividade externa (grupos de competição: patinagem; BTT; escalada; dança do ventre; danças modernas) e actividade interna (torneios inter-turmas de distintas modalidades e selecção de futebol sub12 e sub15). O Ginásio da Matemática é um espaço onde os alunos podem tirar dúvidas, estudar, realizar os trabalhos de casa e treinar diversos jogos matemáticos, estando presentes duas docentes da disciplina. As turmas de 5º ano beneficiam de um bloco extra semanal de apoio ao estudo. Trinta e um alunos de quatro turmas do 6º ano frequentam o Ensino Artístico Articulado de Música. As turmas do 7º e 8º anos têm Educação Musical como oferta da escola. Todas as turmas (com excepção das do 6º ano) usufruem de desdobramento na área de Ciências, o que possibilita uma maior rentabilização do laboratório. As turmas do 5º, 6º e 7º anos usufruem de Apoio Pedagógico Acrescido a Português e a Inglês, as turmas do 8º ano têm apoio a Português e as do 9º ano possuem apoio a Português, Inglês e Matemática. Os cursos de educação e formação incluem 2 turmas de Serviço de Mesa (uma de 1º e uma de 2º ano) e uma de Pintura e Decoração Cerâmica (2º ano). Estes cursos conferem uma certificação profissional na área de formação e certificação escolar de 9º ano. O curso profissional de Técnico de Restaurante/Bar confere uma certificação escolar de 12º ano, assim como certificação profissional na área correspondente. Estas turmas, tendo em conta a especificidade dos planos de formação, têm um horário misto. As turmas de Português para Todos funcionam no período pós laboral, das 19h às 22h. Tendo em vista a melhor integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, pretende-se favorecer a aprendizagem da língua e o conhecimento da cultura portuguesa por parte dos imigrantes. Os certificados obtidos no âmbito dos cursos de português básico (nível A2) relevam para efeitos de acesso à nacionalidade, autorização de residência permanente e estatuto de residente de longa duração.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

22

Relatório de Auto-Avaliação

5 - Os Espaços
Relativamente aos recursos materiais/instalações o Agrupamento tem os equipamentos necessários para as actividades lectivas e extra-lectivas, verificando-se, no entanto, a urgência da construção de um novo bloco de salas de aula na escola sede uma vez que a população discente tem vindo a aumentar. JARDINS -DE -INFÂNCIA E ESCOLAS DE 1º CICLO
Espaços JI do Estoril EB1 das Condominhas 1 4 2 1 8 1 1 1 ------------------------------1 1 1 1 3+1 1 ------------------------------1 1 1 1 9 EB1/JI de Lordelo 1 2 2 1 8 1 1 1 ----------------------------------------1 1 1 6 (EB1) 2(JI) Sala do pessoal não docente Sala multiusos Lavandaria --------------------1 1 ------------------------------1 ----------EB1/JI Pasteleira

Nº de Edifícios Arrecadações Balneários Biblioteca / CRE Casas de Banho Cozinha Espaços Exteriores cobertos Exteriores descobertos Gabinete de Primeiros socorros Gabinete Multifunções Ginásio Polivalente Refeitório Sala de Apoio Educativo/Educação Especial Sala de Professores Salas normais

1 1 2 1 5 1

1 2 2 1 5 1 1 1 ----------1 1 ----------1 1 1 5 (EB1) 2(JI) -------------------------------

Tabela 9 – Espaços educativos nos Jardins de Infância e Escolas do 1º ciclo

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

23

Relatório de Auto-Avaliação EB 2,3 DR . LEONARDO COIMBRA (FILHO )
Nº de Pavilhões/ Nº de Edifícios Arrecadações Balneários Biblioteca / CRE Bufete Alunos Bufete Professores Casas de Banho Cozinha com despensa Direcção Espaços Exteriores: Espaço de recreio cimentado à volta dos pavilhões e campo de jogos Espaço verde que circunda o recreio cimentado e pavilhões Espaço desportivo (campo de jogos) com bancadas, cimentado com marcações para a prática de diferentes modalidades Pátio interior cimentado Gabinete de Atendimento aos Encarregados de Educação Gabinete do Director Gabinete Multifunções Gabinete de Primeiros Socorros Gabinete de Professores (Gimnodesportivo) Gabinete da Rádio-Escola Gabinete dos Seguranças Gabinete SPO Papelaria Pavilhão Gimnodesportivo PBX Polivalente Portaria Refeitório Reprografia Salas de aula normais CEF2 Ciências Educação Musical Ensino Especial EV EVT ET Matemática TIC Sala de DT Sala de Pessoal não docente Sala de Professores Sala de Reuniões Sala de Reuniões da Direcção Secretaria e Arquivo
Tabela 10 – Espaços educativos na Sede do Agrupamento

5 25 2 1 1 1 18 1 1 1 1 1 3 1 1 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 15 4 2 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

24

Relatório de Auto-Avaliação

5.1 – Bibliotecas Escolares / Centros de Recursos Educativos
A Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos deve ser assumida por todos os agentes educativos como uma estrutura pedagógica fundamental para a elaboração e prossecução dos Projectos Educativo e Curricular do Agrupamento e o seu espaço como uma mais-valia pedagógica para a comunidade escolar. Compete à BE/CRE, como parte integrante do processo educativo, contribuir para o desenvolvimento da literacia, das competências de informação, ensino e aprendizagem e para a criação de hábitos culturais. Neste espaço pedagógico do Agrupamento, variados recursos permitem o acesso a diferentes situações de comunicação, propiciando o desenvolvimento da autonomia, a diversificação de interesses e a prática de percursos individuais e autónomos na pesquisa de informação e nas actividades de produção. Atentando às características dos nossos principais utilizadores, os alunos, urge contribuir para o desenvolvimento das suas capacidades de literacia e das suas competências de informação. Importa levá-los a saber adoptar comportamentos adequados perante as situações, os espaços e as necessidades do quotidiano. Numa sociedade que se pretende mais justa e igual, formadora de cidadãos críticos e conscientes, dotados de ferramentas que lhes permitam enfrentar os desafios do séc. XXI, a BE/CRE tem que ir ao encontro dos interesses e necessidades daqueles que são a sua principal razão de ser.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

25

Relatório de Auto-Avaliação

6 - Estrutura e Organização Geral do Agrupamento

- Directora - Subdirectora - Adjunta - Adjunta - Assessora

- Educação Pré-escolar - 1º Ciclo do Ensino Básico - Línguas - Ciências Exactas e Experimentais - Ciências Sociais e Humanas - Expressões

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

26

Relatório de Auto-Avaliação

7. Caracterização da comunidade educativa 2009/2010

7.1. Caracterização dos Alunos
7.1.1. Os alunos do Agrupamento Como os alunos deste Agrupamento provêm, na sua maioria, de famílias que habitam os bairros sociais, anteriormente identificados, os problemas detectados traduzem-se, na escola, em desinteresse, falta de expectativas e pouco empenho. Desta forma, o absentismo, a falta de assiduidade, o abandono escolar e a indisciplina, ainda são problemas com os quais o Agrupamento se depara. Assim, a população discente é constituída por crianças e jovens entre os 3 e os 19 anos, num universo de 830 alunos, 42,91% de raparigas e 57,09% de rapazes.

Feminino Masculino

1º Ciclo/JI 161 221

2/3 Ciclos 153 208

Profissional 14 13

Outros cursos 14 13

Totais % 42,91% 57,09% 100,00%

Tabela 11 – Relação dos alunos, por sexo, do regime diurno.

No pré-escolar e 1º ciclo há um total de 380 alunos, tendo-se verificado uma ligeira diminuição relativamente a anos lectivos anteriores, devido ao encerramento da E.B. 1/J.I. do Aleixo.

Escola: Níveis: Educação PréEscolar 1º Ciclo

J.I. ESTORIL
Nº Turmas 3 ---3 N.º Alunos 68 ---68

E.B. 1 DAS CONDOMINHAS
N.º Turmas ---7 7 N.º Alunos ---115 115

E.B. 1/J.I. DE LORDELO
N.º Turmas 2 6 8 N.º Alunos 27 85 112

E.B. 1/J.I. DA PASTELEIRA
N.º Turmas 1 4 5 N.º Alunos 14 71 85

TOTAL
Nº Turmas 6 17 23 Nº Alunos 109 271 380

TOTAL

Tabela 12 – Nº de alunos e nº de turmas do Pré-escolar e 1º Ciclo, por estabelecimento.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

27

Relatório de Auto-Avaliação

Na escola sede há um total de 450 alunos, tendo-se verificado um aumento de turmas no 2º e 3º ciclos, bem como a abertura de uma nova oferta educativa profissionalizante, o Curso Profissional de Técnico de Restauração e Bar.

Escola: Níveis Ensino Básico

E.B. 2,3 DR. LEONARDO COIMBRA (FILHO)
Ano/ modalidade
2º Ciclo 3ª Ciclo CEF(T2) Empregado de Mesa CEF(T2) Pintura, Decoração e Cerâmica Português para Todos Curso Profissional - Técnico de Restauração - Restaurante/Bar

Diurno Nº N.º Turmas Alunos 12 195 9 166 2 28 1 9 1 25 27 425

Nocturno Nº N.º Turmas Alunos

Total Nº N.º Turmas Alunos

1

25

Ensino Secundário Total

1

25

26

450

Tabela 13 – Nº de alunos e nº de turmas do Segundo e Terceiro Ciclo, dos Cursos de Educação e Formação, de Português para Todos e de Ensino Secundário, na escola sede.

7.1.2. Alunos estrangeiros A sociedade portuguesa está cada vez mais por dentro dos caminhos da multiculturalidade, acolhendo outras nacionalidades. O Agrupamento tem, assim, a preocupação de respeitar e atender às necessidades individuais dos alunos, em particular dos recém-chegados que necessitam de condições pedagógicas e didácticas inovadoras e adequadas para a aprendizagem da língua portuguesa em todas as áreas do saber e da convivência.

ESCOLA

JI ESTORIL

EB1 CONDOMINHAS 1 3º

EB1/JI LORDELO -----

EB1/JI PASTELEIRA -----

EB2,3 DR. LEONARDO COIMBRA (FILHO) 2 5º

N.º de Alunos Ano de Escolaridade

-----

Tabela 14 – Nº de alunos do regime diurno com Português Língua Não Materna e respectivo ano de escolaridade.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

28

Relatório de Auto-Avaliação

Este Agrupamento tem vindo a alargar a oferta educativa, nomeadamente no Ensino do Português Língua Estrangeira, com os projectos de Português para Todos e Acolher.

Nº de Alunos

Habilitações Curso Superior Outros 0 5 0 1 0 0 1 1 4 2 14

Argentina China Dinamarca França Inglaterra Irão Malta Perú Russia Ucrânia Total

1 9 1 2 1 1 1 1 4 3 24

1 4 1 1 1 1 0 0 0 1 10

Tabela 15 – Nº de alunos do regime nocturno Português para Todos e respectivas habilitações.

É interessante verificar que um terço dos alunos inscritos no curso de Português para Todos possui habilitações de nível superior, sendo que quatro chineses, um iraniano e um inglês estão directamente ligados à investigação na Universidade do Porto.

7.1.3. Alunos beneficiários da Acção Social Escolar Dado a contextualização socioeconómica do Agrupamento já descrita, verifica-se um elevado número de alunos que beneficia de Acção Social Escolar. Assim, no universo de 805 alunos, 453 são do Escalão A (56%) e 139 do Escalão B (17%). E SCOLA
JI Escalão A Escalão B Restantes Total 30 13 25 Total 30 13 25 68

JI ESTORIL

E SCOLA
1º ano Escalão A Escalão B Restantes Total 9 5 3 2º ano 21 3 6

EB1 DAS CONDOMINHAS
3º ano 23 6 5 4º ano 18 7 9 Total 71 21 23 115

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

29

Relatório de Auto-Avaliação

E SCOLA
JI Escalão A Escalão B Restantes Total 15 2 10 1º ano 11 2 3

EB1/JI LORDELO
2º ano 10 5 5 3º ano 13 5 6 4º ano 16 4 5 Total 65 18 29 112

E SCOLA
JI Escalão A Escalão B Restantes 9 1 4 1º ano 10 1 4

EB1/JI PASTELEIRA
2º ano 13 3 0 3º ano 14 2 3 4º ano 16 3 2 Total 62 10 13 85

ESCOLA
5º ano Escalão A Escalão B Restantes Total 78 19 18

EB 2,3 DR . LEONARDO COIMBRA (FILHO)
6º ano 47 11 22 7º ano 36 13 19 8ºano 26 11 7 9º ano 28 9 17 CEF 16 6 15 Profissional 12 4 11 Total 243 73 109 425
Tabela 16 – Nº de Alunos Beneficiários da Acção Social Escolar por ano de escolaridade.

7.1.4. Alunos de Educação Especial A análise das problemáticas manifestadas pelos alunos identificados com necessidades educativas especiais, de carácter prolongado, permitiu constatar que o problema que prevalece neste Agrupamento é ao nível cognitivo e emocional, com implicações negativas nas suas aprendizagens. É de destacar no Pré-Escolar e no 1º Ciclo um número significativo de graves problemas fonológicos e articulatórios. Estes alunos beneficiam de um Currículo Específico Individual ou de uma Adequação Curricular Individual, definido nos respectivos Programas Educativos Individuais, ao abrigo do Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro.

ESCOLA JI ESTORIL
Anos Nº de Alunos JI 2 Total 2

ESCOLA EB1 DAS CONDOMINHAS
Anos Nº de Alunos 1º ano 1 2º ano 4 3º ano 6 4º ano 10 Total 21

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

30

Relatório de Auto-Avaliação

ESCOLA EB1/JI LORDELO
Anos Nº de Alunos JI 2 1º ano 2 2º ano 2 3º ano 2 4º ano 0 Total 8

ESCOLA EB1/JI PASTELEIRA
Anos Nº de Alunos JI 1 1º ano 0 2º ano 2 3º ano 1 4º ano 3 Total 7

ESCOLA EB2,3 DR. LEONARDO COIMBRA
Anos Nº de Alunos 5º ano 25 6º ano 17 7º ano 14 8º ano 4 9º ano 6 CEF 0 Profissional 0 Total 66

Tabela 17 – Nº de alunos sinalizados para a Educação Especial por ano de escolaridade.

7.1.5. Alunos com Apoio Educativo no 1º Ciclo Os alunos do 1º ciclo são integrados no Apoio Educativo quando se identificam problemáticas em etapas da sua aprendizagem em relação à turma. Estes apoios são organizados de forma a promover competências específicas necessárias, através de técnicas e equipamentos específicos, de forma a colmatar as dificuldades identificadas pelo professor. Estes apoios funcionam num contexto de sala de aula com um pequeno grupo de alunos, fora do grupo turma. É direccionado para as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

E SCO LA EB1 DAS CONDO MINHAS
Anos Nº de Alunos 1º ano 0 2º ano 2 3º ano 8 4º ano 2 Total 12

E SCO LA EB1 DE L O RDELO
Anos Nº de Alunos 1º ano 0 2º ano 4 3º ano 4 4º ano 8 Total 16

E SCO LA EB1 DA PASTELEIRA
Anos Nº de Alunos 1º ano 0 2º ano 5 3º ano 6 4º ano 2 Total 13

Tabela 18 – Nº de alunos sinalizados para Apoio

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

31

Relatório de Auto-Avaliação

7.1.6. Alunos Acompanhados pelo Serviço de Psicologia e de Orientação
Neste Agrupamento, no ano lectivo de 2008/2009, foi referenciado e acompanhado pelo Serviço de Psicologia e Orientação, a nível psicológico e social, um elevado número de alunos e respectivos encarregados de educação. Estes alunos apresentam problemas de carácter emocional, comportamental e

desenvolvimental/cognitivo – com repercussões negativas tanto a nível académico como comportamental. Ao nível dos problemas comportamentais e emocionais salientam-se os medos, lentificação de respostas, hiperactividade (por vezes, como sinal de stress/instabilidade emocional), impulsividade, agitação, irritabilidade, agressividade, comportamento provocatório,

comportamento pueril, tristeza excessiva, pensamentos auto-destrutivos, isolamento, inflexibilidade mental, problemas no sono/pesadelos, dependência excessiva de terceiros, alterações do comportamento alimentar, flutuações do humor e baixa tolerância à frustração. No que respeita aos problemas dificuldade em cognitivos adaptar-se verificam-se à mudança, dificuldades dificuldades no de

planeamento/organização,

concentração, impulsividade, dificuldades de aprendizagem e memória, dificuldades de compreensão, dificuldades de expressão, dificuldades de controlo mental, dificuldades na escrita e na leitura, dificuldades na Matemática e lentificação da velocidade de processamento.

Tabela XX – N.º de alunos acompanhados pelo Serviço de Psicologia e Orientação

Tabela 19 – Nº de alunos intervencionados pelo Serviço de Psicologia e Orientação

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

32

Relatório de Auto-Avaliação

7.2. Caracterização do Pessoal Docente e Não Docente
O Agrupamento Dr. Leonardo Coimbra (Filho) conta actualmente com um corpo de 112 Docentes e 61 Não Docentes (11 afectos à Câmara Municipal do Porto e Junta de Freguesia), distribuídos por vínculo e sexo, conforme apresentado na tabela 18. 7.2.1. Caracterização do Pessoal Docente O corpo docente caracteriza-se, actualmente, por um número significativo de professores jovens contratados no corrente ano lectivo. Decorrente da estabilidade que possa vir a acontecer e da disponibilidade e empenho já evidenciados por estes professores, prevê-se uma melhoria na organização das actividades da escola e nas aprendizagens dos alunos.
EB1 Pasteleira 1 1 4 1 1 8 EB1 Condominhas Estabelecimento JI Estoril

EB1 Lordelo

JI Pasteleira

JI Lordelo

Docentes Apoio Educativo Biblioteca Escolar Coordenador de estabelecimento (s/ turma) Direcção Docentes com turma(s) atribuída(s) Educação Especial Redução Total ou Parcial da Comp. Lectiva Junta Médica TOTAL (por estabelecimento) TOTAL Contratação de Escola Contratação de Escola (afecto ao TEIP) Quadro de Escola/Quadro de Agrupamento Quadro de Zona Pedagógica Destacamento interno TOTAL (por estabelecimento) TOTAL 3 1 4 1 3 4

1 1 7 2 1 12

2 2

1 1 1 5 1 9 117

1 1 2

6 1 4 1 12

1 1 2

4 1 4 9 117

1 1 2

2 1 5 8

Tabela 20 – Relação do Pessoal Docente

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

EB 2/3 Leonardo Coimbra 1 2 70 2 2 3 80 34 1 39 4 2 80

33

Relatório de Auto-Avaliação

7.2.2. Caracterização do Pessoal Não Docente O corpo não docente caracteriza-se por uma certa estabilidade mas também por uma grande falta de formação para o cumprimento das funções que lhes competem. Além disso, são frequentes as baixas médicas e mesmo os atestados de longa duração que conduzem a uma grande instabilidade na distribuição do serviço. Para fazer face à carência de Assistentes Operacionais nas várias escolas do Agrupamento, a Direcção candidatou-se à Medida Emprego-Inserção, de acordo com a Portaria n.º 1049-A de 16 de Setembro de 2008, tendo tido autorização para admitir até ao número máximo de 9 trabalhadores para apoio geral. Nas situações em que a colocação não foi ainda possível, o serviço está a ser, provisoriamente, assegurado por pessoal em regime de tarefa. É de referir o esforço que todo o pessoal está a fazer para responder de forma mais eficiente às necessidades da comunidade escolar. Relativamente aos Serviços de Administração Escolar, estes estão totalmente informatizados e funcionam em quase regime de espaço aberto com atendimento personalizado, atento e cuidado, verificando-se uma considerável melhoria na prestação dos serviços.
EB1 Condominhas Estabelecimento JI Estoril EB1 Pasteleira

EB1 Lordelo

JI Pasteleira

JI Lordelo

Não Docentes Assistentes Operacionais Assistentes Técnicos Outros Técnicos Não Superiores TEIP 6
4

3 -

3

4

3
(1 de junta médica)

2

4

2 -

(1 de baixa prolongada)

-

-

-

-

Seguranças

-

-

-

-

-

-

(afectos à Escola Segura – PSP)

Técnicos Superiores Técnicos Superiores TEIP TOTAL
4

1 1 1 61 1 5

Pessoal Não Docente afecto à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia. Tabela 21 – Relação de Pessoal Não Docente por Categoria

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

EB 2/3 Leonardo Coimbra 21+2 7 1 2

34

Relatório de Auto-Avaliação

EB1 Lordelo

JI Pasteleira

EB1 Pasteleira 2 1 3 EB1 Pasteleira 2 -

Não Docentes – Vínculo Contratados De Quadro Contratados por Entidade Externa (CMP e PSP) TOTAL Não Docentes – Género Masculino Feminino TOTAL 6 4 3 4 61 2 5+2 32 6 2 2 3 1 3 61 2 19 18 2

Tabela 22 – Relação de Pessoal Docente por Vínculo e Género

EB1 Condominhas

EB1 Lordelo

JI Pasteleira

Estabelecimento JI Estoril

JI Lordelo

JI Lordelo

Não Docentes – Habilitações 4º Ano 6ºAno 9º Ano 11º Ano 12º Ano Licenciatura Sem Informação TOTAL

3 2 1 -

1 1 1 1

2 1

2 1 -

2 -

1

1

61
Tabela 23 – Relação de Pessoal Não Docente por Habilitações

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

EB 2/3 Leonardo Coimbra 10 10 3 7 7 2

EB 2/3 Leonardo Coimbra

JI Estoril

Estabelecimento

EB1 Condominha s

35

Relatório de Auto-Avaliação

7.3. Pais e Encarregados de Educação
O encarregado de educação dos alunos do Agrupamento é maioritariamente a mãe. São as mães que comparecem às reuniões e acompanham os filhos nas actividades escolares. Este dado pode ser cruzado com a actividade profissional – ausência de profissão e profissão desconhecida. As habilitações dos encarregados de educação estão ao nível do ensino básico com preponderância para o 1º ciclo (34,24%), seguido do indicador formação desconhecida (21,63%).

7.3.1. Grau de Parentesco com o Aluno
Avó Avô Irmã Mãe Pai Tutor Próprio Tia Tio Sem Informação TOTAL 37 8 7 590 125 3 21 11 1 2 805 4,57% 0,99% 0,87% 73,42% 15,45% 0,37% 2,60% 1,36% 0,12% 0,25% 100,00%

Tabela 25 – Grau de parentesco entre aluno e encarregado de educação.

Gráfico 1 – Grau de parentesco entre aluno e encarregado de educação.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

36

Relatório de Auto-Avaliação

7.3.2. Situação Profissional

1 - Trabalhador por conta de outrem 2 - Trabalhador por conta própria como isolado 3 - Trabalhador por conta própria como empregador 4 – Desempregado 5 – Estudante 6 – Doméstico 7 – Reformado 8 - Situação desconhecida 9 – Outra Sem Informação TOTAL
Tabela 26 – Situação profissional dos encarregados de educação.

253 1 4 145 4 234 25 129 2 8 805

31,27% 0,12% 0,49% 17,92% 0,49% 29,42% 3,09% 15,95% 0,25% 0,99% 100,00%

Gráfico 2 – Situação profissional dos encarregados de educação.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

37

Relatório de Auto-Avaliação

7.3.3- Habilitações

Doutoramento Mestrado Licenciatura Bacharelato Pós-graduação Secundário Básico (3º ciclo) Básico (2º ciclo) Básico (1º ciclo) Sem habilitações Formação desconhecida Outra Sem informação TOTAL

1

0,12% 0,00% 1,36% 0,25% 0,00% 5,07% 14,46% 18,42% 34,24% 1,11% 21,63% 0,25% 3,09% 100,00%

0 11
2

0 41 117 149 273
9

175 2 25
805

Tabela 27 – Habilitações dos encarregados de educação.

Gráfico 3 – Habilitações dos encarregados de educação.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

38

Relatório de Auto-Avaliação

7.3.4. Profissões Os encarregados de educação têm profissões nas mais diversas áreas. Porém os números mais elevados estão relacionados com a ausência de qualquer profissão e profissão desconhecida, seguidas de pessoal de limpeza de casas particulares ou similar, empregado de mesa ou similar e pessoal de vigilância e limpeza ou similar. Profissão/Cargo
Directores Gerais Directores de Produção, Exploração e Similares Não Classificados em Outra Parte Directores de Vendas e Comercialização Directores de Serviços Informáticos Directores e Gerentes de Restauração e Hotelaria Directores e Gerentes de Pequenas Empresas Não Classificados em Outra Parte Engenheiros de Minas, Metalúrgicos e Engenheiros Técnicos de Minas e Similares Farmacologistas, Patologistas e Outros Especialistas das Ciências da Vida Enfermeiros Docentes do Ensino Universitário e de Estabelecimentos de Ensino Superior Docentes do Ensino Básico (2º e 3º ciclos) e Secundário Advogados e Consultores Jurídicos Psicólogos Técnicos de Electrónica e Telecomunicações Desenhadores e Trabalhadores Similares Operadores de Informática Operadores de Equipamento de Emissões de Rádio, TV e Telecomunicações Técnicos de Farmácia Profissionais Técnicos da Medicina - à Excepção dos Enfermeiros - Não Classificados em Outra Parte Docentes do Ensino Básico, Primário e Pré-Primário Docentes do Ensino Básico - 1º Ciclo Profissionais do Ensino Não Classificados em Outra Parte Representantes Comerciais e Técnicos de Vendas Artistas de Circo Secretários Empregados de Aprovisionamento e Armazém Carteiros e Trabalhadores Similares Outros Empregados de Escritório Não Classificados em Outra Parte Caixas e Bilheteiros Caixas de Estabelecimentos Bancários Empregados da Banca de Casinos e Similares Recepcionistas e Trabalhadores Similares Cozinheiros e Trabalhadores Similares Empregados de Mesa e Trabalhadores Similares Vigilantes de Crianças Assistentes Dentários e Trabalhadores Similares Ajudantes Familiares

Nº de EE 1
1 3 2 1 1 1 1

1 2 3 1 1
2

1 1
1

1
2

1 1 5
1 3 4 5

1
2

6 2 1 4 20 30
13 1 2

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

39

Relatório de Auto-Avaliação

Vigilantes, Assistentes Médicos e Trabalhadores Similares Não Classificados em Outra Parte Cabeleireiros, Esteticistas, Massagistas e Trabalhadores Similares Trabalhadores dos Serviços Directos e Particulares Não Classificados em Outra Parte Pessoal dos Serviços de Protecção e Segurança Não Classificados em Outra Parte Vendedores e Demonstradores Vendedores de Quiosque e de Mercados Canteiros e Polidores de Pedra Pedreiros e Calceteiros Carpinteiros Canalizadores Electricistas da Construção Civil e Trabalhadores Similares Pintores de Superfícies Metálicas, Plastificadores e Envernizadores Soldadores e Maçariqueiros Caldeireiros, Latoeiros e Bate-Chapas Serralheiros Mecânicos e Trabalhadores Similares Mecânicos e Ajustadores de Veículos a Motor Electromecânicos e Electricistas Compositores e Montadores de Artes Gráficas Padeiros, Pasteleiros e Confeiteiros Costureiras, Bordadores e Trabalhadores Similares Forneiros, Fundidores e Trabalhadores Similares de Vidro e Cerâmica Operadores de Instalações do Fabrico de Papel Operadores de Instalações de Produção de Energia Operadores de Máquinas de Imprimir - Artes Gráficas Operadores de Máquinas para Confecção Operadores de Máquinas Têxteis e de Vestuário Não Classificados em Outra Parte Manobradores de Estação e Trabalhadores Similares Condutores de Veículos Pesados de Passageiros e Carros Eléctricos Condutores de Veículos Pesados de Mercadorias Condutores de Máquinas de Escavação e Terraplanagem Operadores de Gruas e de Outros Aparelhos de Elevação e Transporte Vendedores Ambulantes de Produtos Comestíveis Vendedores Ambulantes de Produtos Não Comestíveis Pessoal de Limpeza de Casas Particulares e Trabalhadores Similares Lavadeiras e Engomadores de Roupa Pessoal de Vigilância e Limpeza - Prédios e Outros Edifícios Lavadores de Vidros, de Veículos e Colocadores de Anúncios Cantoneiros de Limpeza e Trabalhadores Similares Serventes da Construção Civil e Obras Públicas, Porta Miras e Trabalhadores Similares Enceradores e Trabalhadores Similares da Construção Civil Trabalhadores Não Qualificados da Indústria Transformadora Profissão Desconhecida Sem Profissão Sem informação

10 6 1
7

13
7

1
1

1
3

7
1 1 1 3 1 1

1
2

8
1 1 1 2 1 1 1

1 2 1
2

1 5
51 3 21 1

3
7

1 1 145 345 6
805

TOTAL
Tabela 28 – Profissões dos Encarregados de Educação

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

40

Relatório de Auto-Avaliação

III. ELEMENTOS EM ANÁLISE
1. Esquematização da Análise
Domínio

Área PAVE

Técnica Utilizada Análise estatística: Resultados das provas de aferição e exames nacionais e taxas de retenção por insucesso 2007-2009 Questionários5 Análise estatística das medidas disciplinares 2007-2009 Questionários Não existem dados Questionários Análise global de horários Questionários

Quem Aplicou Agrupamento (medidas políticas e medidas TEIP)

A quem foi aplicada

Insucesso: Todos os alunos de todas as turmas e ciclos Provas Aferição: 4º e 6ºanos

Resultados Escolares

Desenvolvimento pessoal e social Saídas dos Alunos

Equipa de Auto-avaliação (EAA) Academia LC (Projecto TEIP)

Resultados

Exames Nacionais: 9º anos Alunos

EAA EAA EAA EAA

Alunos/Pessoal D e ND/EE

Processos ao nível da sala de aula

Tempo como recurso de aprendizagem Qualidade do ensino e da aprendizagem Apoio às dificuldades de aprendizagem Escola como um local de aprendizagem Escola como local social Escola como um local profissional Escola e Família

Alunos/Pessoal D e ND/EE Alunos/Docentes Alunos/Pessoal D e ND/EE

Questionários

EAA

Alunos/Pessoal D e ND/EE

Processos ao nível da escola

Questionários

EAA

Alunos/Pessoal D e ND/EE

Questionários Questionários Questionários Questionários Questionários

EAA EAA EAA EAA EAA

Alunos/Pessoal D e ND/EE Alunos/Pessoal D e ND/EE Alunos/Pessoal D e ND/EE Alunos/Pessoal D e ND/EE Alunos/EE

Meio

Escola e Comunidade Escola e Trabalho

5

Ver Anexo II – Resultados dos questionários.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

41

Relatório de Auto-Avaliação

2. Análise segundo as áreas do PAVE

A. OS RESULTADOS
1. Os Resultados Escolares
1.1. Retenção por insucesso, abandono e absentismo De acordo com os questionários, o insucesso escolar dos alunos é visto como grave por alunos e docentes, como muito grave por encarregados de educação e como pouco grave por não docentes. Esta apreciação denota uma preocupação da comunidade educativa com o insucesso dos alunos e verifica-se que é um aspecto a ter em conta, atendendo aos dados da análise estatística. Os casos de abandono e absentismo são também apresentados pois têm influência nas políticas educativas do Agrupamento. Nos questionários, os alunos consideraram o abandono escolar precoce como grave, os docentes manifestaram a sua opinião relativamente ao abandono e ao absentismo como sendo grave. Os encarregados de educação colocaram o abandono escolar na escala de muito grave e absentismo na escala do grave. Infere-se destas opiniões que todos os grupos inquiridos têm consciência das consequências negativas que estes itens têm nos resultados escolares. O abandono e o absentismo neste Agrupamento são condicionantes que estão relacionadas com comportamentos desajustados/desviantes ao nível do agregado familiar, com a gravidez na adolescência, com a negligência, em alguns casos associada a problemas de desestruturação familiar e de saúde, e com a cultura e os valores da etnia cigana. Deve ter-se sempre em conta as baixas expectativas escolares e profissionais característicos da nossa comunidade educativa. Abaixo segue-se a estatística elaborada sobre as variáveis identificadas. a) Escolas de 1º Ciclo
Escola:
Ciclo de Estudos:
1ºano

EB1 DAS CONDOMINHAS
1º Ciclo
2ºano % Nº. alunos 31 % 3ºano Nº. alunos 35 % 4ºano Nº. alunos 40

Indicadores
Inscritos Por Insucesso Por Abandono

Anos
2008/09 2008/09 2008/09

Nº. Alunos 31 0 0

%

Retidos

0,0% 0,0%

0 0

0,0% 0,0%

1 0

2,9% 0,0%

1 0

2,5% 0,0%

Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

2008/09

2

6,5%

0

0,0%

0

0,0%

2

5,0%

Tabela 29 – Taxas de retenção por insucesso, abandono e absentismo na E.B.1 das Condominhas.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

42

Relatório de Auto-Avaliação

Escola:
Ciclo de Estudos:

EB1 DE LORDELO
1º Ciclo Anos
2008/09 2008/09 2008/09 2008/09
1ºano Nº. Alunos 16 0 0 0 2ºano % Nº. alunos 28 % Nº. alunos 20 3ºano % 4ºano Nº. alunos 30 %

Indicadores
Inscritos Por Insucesso Por Abandono Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

Retidos

0,0% 0,0% 0,0%

4 0 0

14,3% 0,0% 0,0%

1 0 2

5,0% 0,0% 10,0%

1 0 0

3,3% 0,0% 0,0%

Tabela 30 – Taxas de retenção por insucesso, abandono e absentismo na E.B.1 de Lordelo.

Escola:
Ciclo de Estudos:

EB1 DA PASTELEIRA
1ºCiclo Anos
2008/09 2008/09 2008/09 2008/09
1ºano Nº. Alunos 16 0 0 2ºano % Nº. alunos 22 % Nº. alunos 21 3ºano % 4ºano Nº. alunos 20 %

Indicadores Inscritos Retidos
Por Insucesso Por Abandono

0,0% 0,0% 6,3%

2 0

9,1% 0,0% 13,6%

0 0

0,0% 0,0% 0,0%

0 0

0,0% 0,0% 0,0%

Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

1

3

0

0

Tabela 31 – Taxas de retenção por insucesso, abandono e absentismo na E.B.1 da Pasteleira.

No caso do 1º ciclo é importante salientar que o insucesso é acentuado no 2º ano pois não é possível reter alunos no 1º ano.

b) Escola E.B. 2,3 Dr. Leonardo Coimbra (Filho) Nos níveis de ensino da escola sede, as taxas mais elevadas de insucesso estão ao nível do 7º ano; porém os outros níveis apresentam também taxas elevadas. No que respeita aos Cursos de Educação e Formação, atendendo à sua estrutura e característica, importa ainda salientar que o elevado insucesso na maioria das turmas deve-se a mudanças de curso e ao incumprimento dos contratos pré-estabelecidos. O Curso de Português Para Todos apresenta uma taxa de 0% de insucesso o que pode estar relacionado com as habilitações literárias e com a motivação destes alunos.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

43

Relatório de Auto-Avaliação

Escola:
Ciclo de Estudos:

EB2,3 DR. LEONARDO COIMBRA
2.º Ciclo Anos
2008/09 2008/09 2008/09 2008/09

Indicadores Inscritos Retidos
Por Insucesso Por Abandono

5º ano Nº. Alunos
104 10 0 12

6ºano % Nº. alunos
68

%

9,6% 0,0% 11,5%

5 0 14

7,4% 0,0% 20,6%

Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

Tabela 32 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono no 2º ciclo.

Escola:
Ciclo de Estudos:

EB2,3 DR. LEONARDO COIMBRA
Anos
2008/09 2008/09 2008/09 2008/09

Indicadores
Inscritos

7ºano Nº. Alunos
67 15 1

%

3.º Ciclo 8ºano Nº. alunos
62

%

9ºano Nº. alunos
37

%

Retidos

Por Insucesso Por Abandono

22,4% 1,5% 26,9%

4 5

6,5% 8,1% 1,6%

3 3

8,1% 8,1% 8,1%

Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

18

1

3

Tabela 33 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono no 3º ciclo.

Escola:
Curso/ modalidade:

EB2,3 DR . LEONARDO COIMBRA
Cursos de Educação e Formação Anos
CEF2 T3 (Emp. Bar) Nº. % Alunos 14 2 2 0 CEF2 T2 (Cerâmica) Nº. % alunos 12 CEF2 T2 (Emp. Mesa1) Nº. % alunos 14 CEF2 T2 (Emp. Mesa2) Nº. alunos 17 %

Indicadores

Inscritos Por insucesso Por Abandono Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

2008/09 2008/09 2008/09 2008/09

Retidos

14,3% 14,3% 0,0%

2 1

16,7% 8,3% 0,0%

0 4 0

0,0% 28,6% 0,0%

3 2 2

17,6% 11,8% 11,8%

0

Tabela 34 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono nos Cursos de Educação e Formação.

Escola: Curso/ modalidade: Indicadores
Inscritos Por insucesso

EB2,3 DR . LEONARDO COIMBRA
Cursos de Português Para Todos Anos
2008/09 2008/09 2008/09 2008/09
Turma 1 Nº. Alunos 20 0 0 0 %

0,0% 0,0% 0,0%

Retidos

Por Abandono

Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas

Tabela 35 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono nos Cursos de Português Para Todos.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

44

Relatório de Auto-Avaliação

1.2. Os resultados escolares nas provas de avaliação de carácter nacional Os resultados escolares são gravemente influenciados pela desmotivação e falta de interesse dos alunos. Esta questão foi considerada, por alunos e docentes, como grave tendo associado, ainda, com a mesma importância a insuficiente preparação dos alunos em anos anteriores; encarregados de educação consideram a desmotivação e a falta de interesse dos seus educando como grave e muitíssimo grave. Seguidamente apresentam-se as estatísticas relativas às provas realizadas no ano lectivo 2008/2009.

1.2.1. Resultados das provas de avaliação aferidas A par dos insuficientes resultados verifica-se uma discrepância entre as classificações obtidas na avaliação interna e as obtidas na avaliação externa. 1.2.1.1. Resultados das provas de aferição do 4º ano Os dados relativos aos resultados das provas de aferição no 1º ciclo permitem concluir que existem: a) Percentagens elevadas de níveis D a Língua Portuguesa na E.B.1 de Lordelo; b) Percentagens elevadas de níveis D e E a Língua Portuguesa e a Matemática na E.B.1 da Pasteleira e na E.B.1 das Condominhas.

Escola:

EB1 Condominhas
Língua Portuguesa 2008/09 N.º % 0 0,0% 5 12,5% 15 37,5% 12 30,0% 0 0,0% 8 20,0%

EB1 Lordelo
Resultados das provas de aferição do 4º ano Matemática 2008/09 N.º % 0 2 21 7 0 0,0% 6,7% 70,0% 23,3% 0,0% 0,0%

EB1 Pasteleira
Língua Portuguesa 2008/09 N.º % 0 1 10 7 1 0 0,0% 5,3% 52,6% 36,8% 5,3% 0,0% Matemática 2008/09 N.º % 1 1 11 4 2 5,3% 5,3% 57,9% 21,1% 10,5% 0,0%

Nível A B C D E Faltas

Matemática Língua Portuguesa 2008/09 2008/09 N.º % N.º % 1 2,5% 0 0,0% 8 20,0% 3 10,0% 13 32,5% 16 53,3% 10 25,0% 11 36,7% 0 0,0% 0 0,0% 8 20,0% 0 0,0%

0

0

Tabela 34 – Resultados das provas de aferição do 4º ano – EB 1 das Condominhas, EB 1 de Lordelo e EB 1 da Pasteleira

Atendendo aos resultados expressos na tabela pode-se concluir que terá que se continuar a investir a nível da Língua Portuguesa e da Matemática especialmente no primeiro ciclo. Contudo, esse investimento só dará resultados francamente positivos a longo prazo.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

45

Relatório de Auto-Avaliação

1.2.1.2. Resultados das provas de aferição do 6º ano Dos dados relativos aos resultados das provas de aferição do 6º ano pode concluir-se que:

a)

Os níveis D e E são superiores aos níveis B e C nas disciplinas de Língua Portuguesa e

Escola:

EB2,3 Dr. Leonardo Coimbra
Língua Portuguesa 2008/09 N.º % 0 0,0% 1 1,6% 23 36,5% 24 38,1% 3 4,8% 12 19,0% Matemática 2008/09 N.º % 0 0,0% 2 3,2% 18 28,6% 25 39,7% 6 9,5% 12 19,0%

Resultados das provas de aferição do 6º ano Nível A B C D E Faltas

Matemática. b) Não se regista qualquer nível A nestas disciplinas.

Tabela 35 – Resultados das provas de aferição do 6º ano – Escola Sede

Na sequência dos resultados obtidos a nível do primeiro ciclo é incontornável que estes se reflictam no segundo ciclo. Assim, o investimento feito no primeiro ciclo tem de ter continuidade no segundo ciclo. 1.2.2. Resultados dos exames nacionais de 9º ano Os dados relativos aos resultados dos exames nacionais do 9º ano de

Escola:

EB2,3 Dr. Leonardo Coimbra

escolaridade permitem concluir que houve somente 29,4% de sucesso com níveis 3 e 4 nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados dos exames continuam a apresentar uma elevada percentagem de níveis negativos.

Resultados dos Exames Nacionais do 9º ano Língua Portuguesa Matemática Nível 2008/09 2008/09 N.º % N.º % 5 0 0,0% 0 0,0% 4 2 5,9% 2 5,9% 3 8 23,5% 8 23,5% 2 23 67,6% 20 58,8% 1 1 2,9% 4 11,8% Faltas 0 0,0% 0 0,0%
Tabela 36 – Resultados dos exames nacionais do 9º ano – Escola Sede

Resultados Escolares
O insucesso e o abandono/absentismo aparecem colados a níveis muito negativos. Nestes campos, assim, nota-se a preocupação e a tomada de consciência por parte da comunidade educativa. O contexto socioeconómico e familiar, a falta de envolvência dos encarregados de educação no percurso escolar dos seus educandos e a fraca motivação para uma participação activa na vida da Escola, são factores decisivos para este panorama.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

46

Relatório de Auto-Avaliação

2. Desenvolvimento Pessoal e Social
O desenvolvimento pessoal e social, enquanto área de avaliação, baseia-se na premissa de que a felicidade, o carácter moral, o contributo para a vida social e o estatuto profissional não dependem dos conhecimentos académicos, mas sim de atitudes, valores e capacidades que são adquiridas através de experiências vividas dentro e fora da sala de aula e fora da escola. Neste sentido apresenta-se a análise estatística das ocorrências disciplinares do ano lectivo 2008/2009.

Ano lectivo
5º A 5º B 5º C 5º D 5º E 5ºs Anos 6º A 6ºB 6ºC 6ºD 6ºs Anos 7A 7B 7C 7ºs Anos 8ºA 8ºB 8ºC 8ºs Anos 9ºA 9ºB 9ºs Anos

Total de alunos
19 17 19 16 17 88 16 16 15 17

Ocorrências
Total 27 58 65 75 8 233 36 28 27 68 %

Alunos envolvidos
Total 7 10 10 12 4 43 8 7 8 12 %

N.º de alunos com:
MC6 7 10 10 12 MDS7 1 0 2 0

43,6%

14,3%

4 43 8 7 8 12

0 3 0 0 0 1

64
20 19 21

159
19 38 2

29,8%

35
6 14 2

11,6%

35
6 14 2

1
3 4 0

60
16 21 17

59
16 22 20

11,0%

22
6 12 11

7,3%

22
6 12 11

7
0 0 0

54
20 15

58
19 6

10,9%

29
10 5

9,6%

29
10 5

0
0 0

Ens.Básic.
CEF EM1 CEF EM2 CEF Bar CEF Cer

35 301
10 10 11 9

25 534
45 8 5 20

4,7% 100,0%

15 144
8 4 4 5

5,0% 47,8%

15 144
8 4 4 5

0 11
4 0 0 0

CEFs
ESCOLA

40 341

78 612

100%

21 165

52,5%

21 165

4 15

Tabela 37 – Análise de faltas disciplinares e medidas tomadas em relação dos alunos da Escola Sede

6 7

Medida Cívica. Medida Disciplinar Sancionatória.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

47

Relatório de Auto-Avaliação

É possível concluir que os casos de indisciplina são mais elevados no 2º ciclo e, em particular, no 5º ano. Este factor pode estar relacionado com a mudança de ciclo e com a adaptação dos alunos a um novo espaço e à “pluridocência”. No caso dos Cursos de Educação e Formação, a indisciplina também tem uma percentagem elevada. Não obstante, os questionários – na dimensão da indisciplina – verificam que, na generalidade, a comunidade educativa tem a percepção de que a indisciplina é um fenómeno a combater no Agrupamento: alunos e docentes consideram o problema como grave e os encarregados de educação, por seu lado, dão mais importância à questão e consideram o fenómeno como

muitíssimo grave. Os não docentes apontam, em grande percentagem, a indisciplina como nada grave. Esta divergência de opinião entre os não docentes e os restantes inquiridos pode
estar relacionada com o facto de a indisciplina acontecer mais frequentemente na sala de aula e, quando acontece nos espaços exteriores, ser em menor frequência, podendo não ser facilmente percepcionada pelos não docentes. No âmbito da indisciplina e dos conflitos, os encarregados de educação consideram muitíssimo

grave os conflitos entre funcionários e alunos e entre professores e alunos. Não obstante,
quando inquiridos sobre a disciplina e segurança na escola consideram-na satisfatória, assim como atribuem o grau satisfatório à escola como um lugar agradável para estar. Na mesma questão, alunos e não docente atribuem um carácter satisfatório à escola enquanto disciplinada e segura e enquanto um lugar agradável para estar. Os docentes consideram também em grau satisfatório a disciplina e segurança da escola e atribuem o grau bom à escola como um lugar agradável para estar. Ainda, alunos e encarregados de educação consideram como satisfatória a panóplia de oferta de actividades de complemento curricular tais como o desporto, a dança, o teatro, a música, etc. Estas actividades potenciam o desenvolvimento de competências de natureza não académica, sendo fundamentais para o desenvolvimento pessoal e social. Para finalizar esta área, o reconhecimento dos alunos quando realizam um bom trabalho é um factor muito importante para o seu desenvolvimento pessoal e social. Neste sentido, alunos, professores e não docentes avaliam este aspecto como bom e os encarregados de educação como muito bom.

Desenvolvimento Pessoal e Social
De um modo geral, a comunidade educativa considera grave o não cumprimento do regulamento interno e das normas e regras instituídas nas turmas. Quanto aos conflitos existentes entre os diferentes membros desta comunidade, apesar de serem considerados graves, a opinião é satisfatória, sendo que estes são pronta e eficazmente resolvidos. Em relação ao clima de segurança existente no Agrupamento não existem preocupações, uma vez que é considerada boa. Quanto à valorização do bom trabalho realizado pelos alunos as opiniões consideram que há um bom reconhecimento desse trabalho.
.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

48

Relatório de Auto-Avaliação

3. Saídas dos Alunos
Esta área avalia a informação sobre as saídas dos alunos – quer para o mundo académico, quer para o mundo do trabalho – sobre o que fazem, e sobre o contributo da escola para lhes proporcionar uma carreira de sucesso ou para se realizarem na sua vocação. Porém, não havendo uma abordagem sistematizada sobre os percursos, quer académicos quer profissionais, dos alunos que terminaram os estudos no Agrupamento, não nos é possível apresentar resultados sobre esta área. Os dados que possuímos provêm de informações não oficiais e, nesse sentido, não são passíveis de serem utilizados neste relatório.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

49

Relatório de Auto-Avaliação

B. OS PROCESSOS AO NÍVEL DA SALA DE AULA
4. Tempo como Recurso de Aprendizagem
Esta área conota o tempo como um dos recursos mais valiosos da aprendizagem e defende que este deve ser bem gerido. Neste sentido, propõe uma avaliação dos horários escolares que, por si só, são apenas uma medida parcial pois não é sinónimo de aprendizagem. Monitorizar o tempo de aprendizagem dos alunos, tanto na escola como fora dela, é uma actividade útil, pois ajuda a avaliar a eficácia do seu tempo de aprendizagem. Factores como a assiduidade de alunos e de professores, o tempo passado pelos alunos a realizar trabalhos de casa, o trabalho autónomo dos professores e o tempo dispendido nas aulas em situações burocráticas, disciplinares, e com o arrumar e desarrumar de material escolar, são alguns dos aspectos que se podem ter em conta nas questões relacionadas com o tempo, quer prejudiquem quer potenciem a aprendizagem. Os alunos consideram que a sua falta de assiduidade é um ponto grave desta questão, assumindo que faltam mais vezes do que o recomendável. Quanto à falta de assiduidade dos professores, os alunos consideram que não é um fenómeno frequente, atribuindo-lhe a conotação de pouco

grave.
Os docentes, face às mesmas questões, mencionam a falta de assiduidade dos alunos como grave, reconhecendo este factor como prejudicial para a aprendizagem. Relativamente à sua própria falta de assiduidade, os docentes atribuem um nível nada grave, sublinhando que a falta de assiduidade não é um problema do corpo docente deste Agrupamento. Os encarregados de educação atribuem à falta de assiduidade dos alunos um carácter grave e

muito grave à falta de assiduidade dos professores. Não obstante, a análise à assiduidade dos
professores pode estar conotada numa lógica não de classificação da situação real, mas de suposição, ou seja, caso os professores sejam pouco assíduos, este factor constitui-se como muito prejudicial para a aprendizagem dos alunos. Outro factor importante para a análise é a estrutura dos horários. No ano lectivo 2008/2009 o horário de funcionamento dos jardins-de-infância e das escolas de primeiro ciclo compreendia o período das 9h00 às 17h30. As actividades lectivas desenvolvem-se entre as 9h00 e as 15h30 e, a partir desta hora, os alunos participaram na componente de apoio à família, no caso do préescolar, e nas actividades de enriquecimento curricular, no caso do primeiro ciclo. A escola sede compreendeu o período entre as 8h15 e as 22h00, definido no início do ano lectivo. As turmas do ensino regular tinham um horário predominantemente no turno da manhã, estando as tardes de 4ª e 6ª feira disponíveis para a dinamização de oficinas lúdico-culturais, desporto

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

50

Relatório de Auto-Avaliação

escolar e “ginásio da matemática”. As oficinas existentes eram: teatro, Rrrrtum tum tum, e workshops diversos desenvolvidos pontualmente. Relativamente ao desporto escolar este estava dividido em actividade externa (grupos de competição: patinagem; BTT; escalada; e dança do ventre) e actividade interna (torneios inter-turmas de distintas modalidades e selecção de futebol sub12 e sub15). O Ginásio da Matemática é um espaço onde os alunos podem tirar dúvidas, estudar, realizar os trabalhos de casa e treinar diversos jogos matemáticos, estando presentes duas docentes da disciplina. As turmas do 7º e 8º anos tinham Educação Musical como oferta da escola. As turmas do 5º, 6º e 7º anos usufruíam de Apoio Pedagógico Acrescido nas disciplinas de Português e Inglês; as turmas do 8º ano tinham apoio na disciplina de Português e as turmas do 9º ano nas disciplinas de Português, Inglês e Matemática. Os Cursos de Educação e Formação incluíam duas turmas de Serviço de Mesa e uma de Pintura e Decoração Cerâmica. Estes cursos conferem uma certificação profissional na área de formação e certificação escolar de 9º ano. Estas turmas, tendo em conta a especificidade dos planos de formação, tinham um horário misto. A turma de Português Para Todos funcionou no período pós-laboral, das 19h00 às 22h00. O objectivo deste curso é promover uma melhor integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, favorecendo a aprendizagem da língua e o conhecimento da cultura. Os certificados obtidos no âmbito dos cursos de português básico (nível A2) relevam para efeitos de acesso à nacionalidade, autorização de residência permanente e estatuto de residente de longa duração. A comunidade educativa foi, no que respeita ao Tempo Como Recurso de Aprendizagem, inquirida sobre a questão dos horários. Os alunos referem como pouco grave a questão relacionada com a má elaboração dos horários; os encarregados de educação, por sua vez, consideram a mesma questão como grave. Estas opiniões divergentes conotam para várias interpretações: quanto aos alunos, pode demonstrar satisfação em relação aos horários; quanto aos encarregados de educação pode demonstrar que os horários da escola ou não estão enquadrados ou não se adequam com os seus horários vida e/ou trabalho. No complemento do horário lectivo, o Agrupamento oferece aos seus alunos actividades extra-curriculares. Esta oferta foi classificada pelos alunos como nada grave e como pouco grave pelos encarregados de educação, denotando um bom nível de satisfação por parte dos grupos inquiridos em relação a esta questão.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

51

Relatório de Auto-Avaliação

O Tempo como Recurso de Aprendizagem
Em relação à assiduidade os níveis vão variando conforme o grupo inquirido. Assim, os alunos têm consciência de que a falta de assiduidade é grave; os encarregados de educação também, mas partindo do princípio que são os professores que faltam e que isso se irá reflectir nas aprendizagens dos alunos; os docentes assumem serem assíduos, não se colocando o referido problema. Em relação ao impacto dos horários, os alunos não apontam qualquer problema; os encarregados de educação, por sua vez, apontam problemas, levando-nos a considerar que a má elaboração dos horários se irá reflectir nas aprendizagens dos alunos.

5. Qualidade do Ensino e da Aprendizagem
Esta área tem uma preocupação com a avaliação destes dois processos separadamente, pois admite que a inter-relação entre eles não é linear enquanto indicador do processo de ensino-aprendizagem. Assim, pretende avaliar se os padrões de aprendizagem e os critérios de sucesso são claros e compreendidos por alunos e professores; se o ensino e a aprendizagem são suficientemente eficazes; quais os procedimentos utilizados na escola para monitorizar ou promover a qualidade do ensino, para garantir boas condições de ensino e para ajudar professores que possam ter dificuldades; se todos os alunos gostam do mesmo tipo de aprendizagem, entre outros aspectos relacionados.

5.1. Perspectiva dos Alunos Os alunos consideram que os critérios de avaliação são explicados frequentemente, atribuindolhe um nível de muitas vezes. Não obstante, é atribuído um carácter pouco grave à falta de exigência dos professores na avaliação dos alunos. Relativamente aos métodos de ensino e aprendizagem nas aulas, os alunos apontam a explicação da matéria como o método que se utiliza sempre; o trabalho individual como muitas vezes. Na categoria de às vezes, os alunos mencionam os trabalhos de grupo, a resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos, a apresentação de sugestões pelos alunos, o esclarecimento de dúvidas e dificuldades e também as actividades de pesquisa na internet. A realização de experiências (ciências, físico-químicas, etc.) e debates têm uma variância significativa entre a frequência às vezes e a frequência nunca. Neste sentido pode considerar-se a explicação da matéria como o método mais utilizado e a realização de experiências e os debates como métodos raramente ou nunca utilizados.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

52

Relatório de Auto-Avaliação

Os alunos consideram que o material existente no Agrupamento (computadores, livros, material de laboratório, etc.) não é suficiente atribuindo a este factor o nível grave. Ainda no que respeita aos materiais utilizados, referem como sempre o manual escolar adoptado, seguindo-se as fichas de trabalho com uma frequência de muitas vezes. Como utilizados às vezes mencionam outros manuais escolares e/ou livros, a internet, o computador, os materiais manipuláveis (sólidos geométricos, plasticina, material de EVT/EM/EF//EV/ET, etc.) e os quadros interactivos, vídeo projector. Em oposição, documentos como diapositivos e fotografias, vídeos e filmes, surgem mencionados tanto como utilizados às vezes como, significativamente, nunca utilizados. Ainda sobre a qualidade do ensino e da aprendizagem no âmbito das atitudes, os alunos consideram como muito importante que o professor esclareça dúvidas sobre os assuntos abordados nas aulas e que elogie o trabalho realizado pelos alunos; como importante que os professores usem os conhecimentos/saberes e vivências dos alunos nas aulas e que comentem com os alunos os seus progressos e dificuldades.

5.2. Perspectiva dos Professores Na órbita dos métodos de ensino e aprendizagem utilizados, os professores mencionam como

sempre a exposição oral dos conteúdos programáticos, o esclarecimento de dúvidas e dificuldades
e as actividades de escrita. Utilizadas muitas vezes são as actividades cooperativas de aprendizagem, a experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho, as sugestões dadas pelos alunos, a discussão dos relatórios de trabalho e a resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos. Com a frequência às vezes são apontadas as actividades de pesquisa na internet e os debates acerca de temáticas curriculares. No que concerne aos materiais utilizados, os professores indicam que utilizam sempre o manual escolar adoptado. Referem como muitas vezes a utilização de outros manuais escolares e/ou livros técnicos, fichas de trabalho e informativas em suporte de papel, materiais manipuláveis e documentos em suporte visual (diapositivos, fotografias, etc.). A utilização da internet e do computador, assim como de documentos em suporte audiovisual (vídeos e filmes, etc.), é apontada com a frequência às vezes. A taxa significativamente mais elevada na frequência nunca é atribuída ao equipamento interactivo (quadros, etc.) e às plataformas de e-learning (moodle, etc.). Relativamente às atitudes, os professores colocam num grau de muitíssimo importante comentar com os alunos os seus progressos e dificuldades, esclarecer dúvidas sobre diversos assuntos

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

53

Relatório de Auto-Avaliação

abordados nas aulas e integrar saberes dos alunos no trabalho realizado na aula. O estímulo aos alunos para trabalhar em grupo e para dinamizar actividades de enriquecimento curricular, é referido num grau de muito importante. Quanto à explicitação dos critérios de avaliação, esta é referida pelos docentes como sendo uma prática que se realiza sempre.

A Qualidade do Ensino e da Aprendizagem
Na perspectiva dos alunos, a falta de exigência dos professores é pouco grave. Isto leva-nos a considerar que o termo “exigência” não esteja perfeitamente esclarecido para os alunos, uma vez que pelas respostas é conotado como um factor bom. Tanto na perspectiva de discentes como de docentes, é apontado como fundamental o esclarecimento de dúvidas e a integração dos saberes e experiências dos alunos nas aulas, assim como comentar com os alunos os seus progressos e dificuldades, reconhecendo e encorajando um bom trabalho. A explicitação dos critérios de avaliação é apontado, por estes dois grupos, como positivo.

6. Apoio às dificuldades de Aprendizagem
Esta área assenta no pressuposto de que os alunos sentem dificuldades, em vários momentos ou em momentos mais pontuais, e que todas elas exigem apoio, de modo diferente, em momentos diferentes e com diferentes níveis de intensidade. Assim, avalia a capacidade da escola para detectar e responder a essa diversidade de problemas, considerando-o um aspecto crítico da sua qualidade. O apoio às dificuldades de aprendizagem é tido em conta nas opiniões dos inquiridos face ao apoio prestado pelos professores, pela escola e pelos serviços especializados para o efeito. Os alunos consideram, em igual percentagem, como grave e nada grave a falta de apoio/ajuda dos professores. Consideram, em grande percentagem, que às vezes os professores esclarecem dúvidas e dificuldades; não obstante quase metade dos alunos inquiridos consideram que os professores esclarecem dúvidas e dificuldades muitas vezes ou sempre. Os encarregados de educação apontam como grave as poucas actividades de apoio ao estudo. Os professores, por seu lado, avaliam como bom a elaboração, pelos conselhos de turma/conselhos de docentes, de estratégias comuns através de planos de apoio aos alunos e, como satisfatório ou bom a avaliação da eficácia das medidas de apoio pelos mesmos órgãos.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

54

Relatório de Auto-Avaliação

No que concerne ao insuficiente funcionamento do Departamento de Educação Especial, os alunos consideram pouco grave, atribuindo ao serviço um grau satisfatório ou muito satisfatório. No entanto, é importante referir que uma grande parte dos alunos inquiridos não responderam á questão, este aspecto associa-se ao facto de apenas alguns alunos frequentarem a educação especial e, por isso, nem todos conhecem o seu funcionamento. Os professores atribuem a este serviço, também, um grau satisfatório ou muito satisfatório. Os encarregados de educação, por sua vez, consideram grave o insuficiente funcionamento do Departamento de Educação Especial, mas consideram satisfatório o trabalho desenvolvido pelas docentes de Educação Especial. Porém, uma percentagem significativa não respondeu a estas questões. Este factor, à semelhança do que acontece com os alunos, pode estar relacionado com o facto de os seus educandos não usufruírem deste serviço.

O Apoio às Dificuldades de Aprendizagem
Os alunos sentem apoio, por parte dos professores, nas suas dúvidas e dificuldades. Os docentes consideram eficazes as medidas de apoio aos alunos. Já os encarregados de educação, consideram insuficiente o apoio dado ao estudo. No que se relaciona com a educação especial, esse apoio também é considerado insuficiente. Contudo, o trabalho realizado é avaliado como muito satisfatório. Ainda sobre o Departamento de Educação Especial, alunos e professores avaliam-no como satisfatório.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

55

Relatório de Auto-Avaliação

C. OS PROCESSOS AO NÍVEL DA ESCOLA
I. Gestão e Lideranças

Neste tópico pretende-se contemplar as opiniões da comunidade educativa face à organização e gestão do Agrupamento.

i.

O Conselho Executivo

Os alunos consideram que os aspectos mais positivos do Conselho Executivo, classificados como muito bom, é a preocupação em manter a disciplina/regras na escola e a preocupação com o bem-estar dos alunos. Seguidamente, como bom ou satisfatório, consideram a disponibilidade, sempre que solicitado, para ouvir os alunos, o apoio ao desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc.) propostas pelos alunos, a divulgação de forma rápida da informação sobre assuntos do interesse dos alunos e o incentivo à participação dos alunos na vida da escola. A capacidade de ouvir e analisar de forma justa os problemas/queixas apresentados pelos alunos relativamente a professores, funcionários ou outros alunos são aspectos considerados como bom ou satisfatório. Em relação à questão atrás mencionada há, contudo, uma elevada percentagem de respostas “não sei”. No que respeita ao apoio do Conselho Executivo sentido pelos alunos, as percentagens são equivalentes nos níveis grave, pouco grave, nada grave e não responde. Os docentes, acerca da actuação do Conselho Executivo, consideram bom ou muito bom a gestão equilibrada das instalações, espaços e equipamentos, a promoção do envolvimento da comunidade educativa em projectos de escola e a promoção da participação dos pais e/ou encarregados de educação na vida da escola. Como bom ou satisfatório, mencionam a gestão eficaz dos recursos humanos, a disponibilidade que mostra para ouvir os professores quando é solicitado, o estímulo ao desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos, a delegação de funções, a integração de diferentes contributos nas tomadas de decisão, a divulgação de informação atempada e eficaz, o desenvolvimento de estratégias de aproximação à comunidade e, a promoção e incentivo a um bom relacionamento entre docentes. Relativamente à questão sobre o apoio do órgão de gestão de topo do agrupamento ou dos órgãos de gestão intermédia, os docentes não consideram que este seja insuficiente, atribuindo-lhe a classificação de pouco grave ou nada grave. O grupo dos não docentes, no que respeita ao Conselho Executivo, classifica entre o

satisfatório, o bom e o muito bom a gestão equilibrada das instalações, espaços e

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

56

Relatório de Auto-Avaliação

equipamentos, a gestão eficaz dos recursos humanos, a disponibilidade que mostra, sempre que é solicitado, para ouvir o pessoal não docente, a promoção do envolvimento da comunidade educativa em projectos de escola, o desenvolvimento de estratégias de aproximação à comunidade e a promoção da participação dos pais e/ou Encarregados de Educação na vida da escola. Como bom mencionam a integração de diferentes contributos nas tomadas de decisão. Não obstante, este aspecto é também o que apresenta a taxa mais elevada de fraco (14%). Apontados como satisfatório estão os aspectos relativos ao estímulo ao desenvolvimento profissional, à delegação de funções, à divulgação da informação atempada e eficaz e à promoção e incentivo a um bom relacionamento entre o pessoal não docente. Quando questionados se insuficiente apoio dos órgãos de gestão de topo do agrupamento constitui problema, os não docentes mencionam como nada grave. Os Encarregados de Educação classificam como bom ou muito bom o apoio que o Conselho Executivo dá ao desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc.) propostas pelos alunos, a preocupação que tem em manter a disciplina nas Escolas do Agrupamento e a preocupação em manter o bem-estar dos alunos. Identificam como bom a disponibilidade que mostra para ouvir os pais e/ou encarregados de educação quando é solicitado, a divulgação de forma rápida de informação sobre assuntos do interesse de alunos e encarregados de educação, a promoção e incentivo ao relacionamento com a comunidade educativa e, a forma justa como ouve e analisa os problemas/queixas apresentados pelos alunos relativamente a professores e a funcionários. Em relação à questão atrás mencionada há, contudo, uma elevada percentagem de respostas de fraco. Classificado como bom ou satisfatório consideram a forma justa como analisa os problemas/queixas apresentados pelos alunos relativamente a outros alunos, e o incentivo à formação profissional dos professores e funcionários. Contudo, é importante salientar que as respostas dos Encarregados de Educação sobre o Conselho Executivo apresentam taxas elevadas no parâmetro “não sabe/não respondeu”. Quando questionados se insuficiente apoio do Conselho Executivo constitui problema, as opiniões dos encarregados de educação oscilam entre grave e pouco grave.

O Conselho Executivo
A comunidade educativa quando inquirida sobre várias vertentes da actuação do Conselho Executivo, classifica-as como positiva. Há, contudo, nestes parâmetros uma percentagem significativa de “não sabe” ou “não responde”.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

57

Relatório de Auto-Avaliação

ii.

O Conselho Pedagógico

No que respeita à actuação do Conselho Pedagógico, os docentes consideram como aspecto mais positivo, classificado como bom ou muito bom, a aprovação dos critérios de avaliação. Num carácter de bom ou satisfatório, apontam a definição das linhas gerais da política de actuação da escola, o acompanhamento do desenvolvimento de projectos existentes na escola, a definição da política de avaliação das aprendizagens, a avaliação das medidas de apoio educativo implementadas, a definição de prioridades do agrupamento, parcerias e intercâmbios, a definição dos critérios de formação de turmas e a definição de critérios de atribuição de turmas e horários aos professores. Avaliado como satisfatório foram a definição de estratégias de apoio aos professores, a definição do perfil do Director de Turma e a elaboração do plano de formação do agrupamento – este último aspecto foi, no entanto, o que obteve a taxa mais elevada de fraco (11%). No âmbito das questões do Conselho Pedagógico, os não docentes apresentam valores acima dos 50% de “não respondeu”, mostrando desconhecimento relativamente às funções deste Conselho. Ainda relativamente a este órgão, os encarregados de educação atribuem uma classificação de

bom ou muito bom à definição de critérios de atribuição de turmas e horários aos professores
e à definição do perfil do Director de Turma. Aspectos como o acompanhamento do desenvolvimento de projectos existentes na escola, a definição do modo como é feita a avaliação das aprendizagens, a aprovação de critérios de avaliação, a avaliação da eficácia das medidas de apoio educativo implementadas, a definição de prioridades do Agrupamento, parcerias e intercâmbios e a definição de critérios de formação de turmas são avaliados como

satisfatório ou bom.
Não obstante, a percentagem de respostas “não sabe/não respondeu” dos encarregados de educação é elevada, em particular na questão sobre a definição das linhas gerais de actuação do Agrupamento (45%).

O Conselho Pedagógico
Os docentes consideram a actuação do Conselho Pedagógico como positiva. Salvaguarda-se aspectos relacionados com a definição do perfil do Director de Turma e a elaboração do Plano de Formação do Agrupamento, que foram classificados de forma negativa. Não docentes e encarregados de educação demonstram um grave desconhecimento relativamente às funções deste órgão.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

58

Relatório de Auto-Avaliação

7. Escola como um Local de Aprendizagem
Nesta área, o termo “local de aprendizagem” infere que existe na escola um sistema de crenças partilhado, uma preocupação com o sucesso para todos, um empenho em elevar os níveis e em fazer sempre melhor. Depreende-se que um contexto mais estimulante pode produzir efeito na melhoria dos resultados, quando acompanhado de uma monitorização mais consistente, com expectativas mais elevadas e com um empenho da escola em continuar a explorar modos alternativos de gerir a aprendizagem. Assim, é importante compreender os modos de organização e funcionamento do Agrupamento que permitam maximizar as aprendizagens dos alunos. É, portanto, relevante analisar o que pensam os docentes sobre o trabalho desenvolvido pelas diversas estruturas intermédias. No que concerne ao Conselho de Docentes/Departamento Curricular, os professores consideram como bom a promoção da troca de experiências e a cooperação entre todos os docentes; como satisfatório ou bom apontam a planificação e adequação à realidade da escola, a aplicação dos planos de estudo estabelecidos a nível nacional, a elaboração de propostas curriculares diversificadas em função da especificidade de grupos de alunos e a análise e reflexão sobre as práticas educativas e o contexto em que são aplicadas; como

satisfatório são apontados aspectos como a elaboração e aplicação de medidas de reforço no
domínio das didácticas específicas das disciplinas, a análise e oportunidade de adopção de medidas de gestão do currículo e outras destinadas a melhorar as aprendizagens e a forma de assegurar a coordenação de procedimentos nos domínios da aplicação de diferenciação pedagógica e da avaliação. Relativamente aos Grupos Disciplinares/Conselho de Docentes, foram classificados como bom a planificação de unidades lectivas, a elaboração de testes e/ou de outros materiais, a definição de critérios de avaliação da disciplina e a análise dos resultados dos alunos nas disciplinas; como satisfatório ou bom estão a selecção e/ou elaboração de materiais, o planeamento de actividade interdisciplinares, a análise e reflexão sobre práticas educativas, a avaliação da eficácia de estratégias de ensino-aprendizagem, a análise de necessidades de formação dos professores e a organização de actividades de complemento curricular; como

satisfatório está a discussão de estratégias de diferenciação.
No que respeita aos Conselhos de Turma/Conselhos de Docentes os docentes classificam como

bom a análise de aproveitamento dos alunos, a análise dos problemas pessoais dos alunos, a
análise dos problemas disciplinares da turma, a elaboração de estratégias comuns através de planos de apoio aos alunos e o estabelecimento de normas de comportamento na turma;
.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

59

Relatório de Auto-Avaliação

como bom e satisfatório mencionam a análise e/ou realização do projecto curricular de turma, o planeamento de actividades curriculares interdisciplinares, a avaliação da eficácia das medidas de apoio, a definição de estratégias de envolvimento dos pais/encarregados de educação e a análise de queixas/discordâncias dos encarregados de educação; como

satisfatório referem a avaliação da eficácia das estratégias de ensino.

A Escola como um Local de Aprendizagem
Os docentes avaliam de forma positiva os modos de organização e funcionamento do Agrupamento que permitem maximizar as aprendizagens dos alunos.

8. Escola como um Local Social
A escola é um local social, é uma parte importante da vida social dos alunos na sua fase de crescimento. Os alunos desenvolvem o seu “eu” social na escola e, através da rotina do dia-adia e da vida informal dentro dela, aprendem sobre autoridade, independência e interdependência. Atendendo que as suas oportunidades para um desenvolvimento pessoal positivo estão intimamente ligadas ao clima social e às relações dentro e à volta da escola, esta área pretende avaliar se existe um clima de respeito mútuo entre os alunos, contrariamente a um clima de intimidação e desrespeito; qual a qualidade das relações entre os alunos e o restante pessoal; se a escola proporciona aos alunos oportunidades para exercerem a sua capacidade de tomada de decisão e para se mostrarem responsáveis; se as regras são claras e aceites por todos; se as recompensas e as sanções são aplicadas com equidade e justiça; em suma, se o clima de escola facilita a aprendizagem dos alunos e o seu desenvolvimento. Assim, esta área pretende compreender as potencialidades que a escola promove para o clima de respeito, crescimento positivo e autonomia dos alunos. No complemento do horário lectivo, o Agrupamento oferece aos seus alunos actividades extra-curriculares. Esta oferta foi classificada pelos alunos como nada grave e como pouco grave pelos encarregados de educação, denotando um bom nível de satisfação por parte dos grupos inquiridos em relação a esta questão. Quanto ao clima de respeito existente no Agrupamento os alunos apontam os conflitos entre funcionários e alunos e entre professores e alunos como muitíssimo grave e grave. Mencionam, ainda, como grave a falta de tempo que os professores têm para ouvirem os seus problemas pessoais, considerando com variações entre o importante, muito importante e

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

60

Relatório de Auto-Avaliação

muitíssimo importante, que o professor mostre disponibilidade para ouvir estes problemas. Os
encarregados de educação classificam este aspecto como muitíssimo grave e grave. Os alunos referem, ainda, como importante que o professor ouça as suas sugestões e opiniões; como importante ou muito importante que o professor modifique a sua actuação face a sugestões justas e incentive a participação dos alunos. Na perspectiva dos professores, ouvir as sugestões dos alunos, modificar a sua actuação face a críticas pertinentes destes, estimular a participação dos alunos, reconhecer e elogiar o trabalho feito por eles e mostrar disponibilidade para escutar os problemas pessoais dos alunos é considerado como muitíssimo importante; revelar expectativas elevadas em relação aos alunos e colaborar nas iniciativas propostas por eles é apontado como muito importante. Quanto à questão sobre o Agrupamento enquanto espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa, docentes e não docentes assinalam a questão como bom.

A Escola como um Local Social
Os conflitos entre os vários elementos da comunidade são considerados graves e refere-se a importância que os alunos e os encarregados de educação atribuem à disponibilidade do professor para ouvir os problemas dos alunos. Para alunos e professores é importante modificar comportamentos e atitudes face a críticas e sugestões justas. Docentes e não docentes consideram o Agrupamento um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa.

9. Escola como um Local Profissional
Esta área depreende que a escola é um local profissional se tiver um sistema de recolha de dados e processos de tomada de decisão dos quais se serve para melhorar o seu funcionamento; se responder de forma profissional às mudanças que ocorrem dentro e fora de si e se definir objectivos através de uma acção planeada e concertada; se desenvolver as competências do pessoal e possibilitar o seu desenvolvimento profissional. A qualidade da escola como uma organização de aprendizagem profissional pode ser julgada na medida em que apoia os professores, os desafia e os ajuda a lidar com as dificuldades e a alargar o âmbito das suas capacidades. Assim, serão abordados os aspectos do Agrupamento que contribuam para o classificar como um lugar de aprendizagem profissional.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

61

Relatório de Auto-Avaliação

Os alunos consideram como pouco grave ou nada grave a falta de assiduidade dos funcionários ou que o seu número seja insuficiente. Porém, no que respeita à fraca preparação dos auxiliares, a questão já é considerada como grave. Quando questionados se os horários de funcionamento dos diferentes serviços (secretaria, reprografia, etc.) são pouco satisfatórios, os alunos mencionam este aspecto como grave. Quando questionados sobre o insuficiente apoio do Director de Turma/Professor de Turma, os alunos atribuem a esta questão um carácter nada grave. Os alunos consideram, ainda, como satisfatório ou bom, o facto do Agrupamento se esforçar para que haja um bom relacionamento e organização entre as diferentes escolas do Agrupamento, de dinamizar o Projecto Educativo, de aplicar o Regulamento Interno, de valorizar os professores e os funcionários quando desenvolvem um bom trabalho e de informar a comunidade educativa dos assuntos importantes. O envolvimento solicitado aos pais ou encarregados de educação para a tomada de decisões é classificado como satisfatório. A insuficiente preparação (científica ou pedagógica) docente, o fraco investimento docente em actividades de formação, a falta de cooperação e os conflitos entre professores são apontados por estes como nada grave ou inexistente. Com pesos percentuais semelhantes consideram

grave, pouco grave e grave a desmotivação profissional dos professores e a insuficiente oferta
de formação contínua, o absentismo e a insuficiente preparação do pessoal não docente. Relativamente à cultura de Agrupamento, os docentes consideram como satisfatório ou bom o Agrupamento dinamizar o Projecto Educativo, articular o Projecto Curricular com o Projecto Educativo, aplicar o Regulamento Interno, reconhecer professores e funcionários quando desenvolvem um bom trabalho, envolver os actores educativos nos processos de tomada de decisão e informar a comunidade educativa dos assuntos relevantes da política educativa. Os não docentes atribuem um grau pouco grave ou nada grave à desmotivação profissional e à insuficiente preparação do pessoal não docente, ao absentismo e à insuficiente oferta de formação contínua. Saliente-se que estes dois últimos aspectos são os que apresentam taxas mais elevadas no nível grave. A desmotivação profissional dos professores não é considerada como um problema existente no Agrupamento, sendo classificada como nada grave. No que concerne à cultura de Agrupamento, os não docentes consideram, com peso percentual semelhante entre satisfatório, bom e muito bom, a valorização dos professores e funcionários quando desenvolvem um bom trabalho. Consideram como satisfatório e bom que o Agrupamento é um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas, que desenvolve a organização e a melhoria das relações entre as suas diferentes escolas, que dinamiza o Projecto Educativo e o articula com o Projecto Curricular, que aplica o Regulamento Interno,

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

62

Relatório de Auto-Avaliação

que estimula o envolvimento da comunidade escolar na tomada de decisão e que informa a comunidade educativa dos assuntos importantes da política educativa. Os encarregados de educação consideram entre o muitíssimo grave e o grave o número reduzido de auxiliares de acção educativa e a sua fraca preparação. Quanto à falta de assiduidade dos funcionários, ao insuficiente apoio do Director da Turma/Professor Titular de Turma e ao horário pouco satisfatório de funcionamento dos diferentes serviços atribuem o grau grave. Respeitante à cultura de Agrupamento, os encarregados de educação avaliam entre o

satisfatório, o bom e o muito bom, a dinamização que o Agrupamento faz do Projecto
Educativo e o reconhecimento aos professores quando desenvolvem um bom trabalho. Entre o

satisfatório e o bom, indicam o esforço que o Agrupamento faz para que haja um bom
relacionamento e organização entre as suas escolas, a aplicação do Regulamento Interno, o reconhecimento dos funcionários quando desenvolvem um bom trabalho e a comunicação que estabelece com a comunidade educativa em prol de informação sobre assuntos importantes.

A Escola como um Local Profissional
Em relação à implementação e desenvolvimento dos diversos documentos-chave do Agrupamento, a avaliação da comunidade educativa é positiva. Contudo, é menos positiva no que respeita aos horários de funcionamento de determinados sectores. O número reduzido e a fraca preparação dos auxiliares de acção educativa é, segundo os encarregados de educação, muitíssimo grave. De um modo geral a cultura de Agrupamento é considerada positiva.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

63

Relatório de Auto-Avaliação

9.1. Os Espaços e Serviços Escolares Neste capítulo pretende-se conhecer os serviços e os espaços mais aprazíveis do Agrupamento para a comunidade educativa assim como aqueles que necessitam de ser repensados.

9.1.1 O ponto de vista dos alunos

Os alunos consideram como mais aprazíveis o pavilhão gimno-desportivo e os espaços de jardim e de recreio, e como mais funcionais o serviço de bufete, o serviço de cantina (refeitório/cozinha) e o serviço da portaria/segurança, uma vez que as percentagens mais elevadas se encontram nos
Ilustração 2 – Espaços ajardinados e de recreio

níveis

satisfatório, muito satisfatório

e

completamente satisfatório.
Os serviços de Secretaria e a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos são indicados como

satisfatório

e

muito

satisfatório.
Ilustração 3 – Pavilhão Gimnodesportivo

No nível satisfatório mencionam as condições físicas das salas de informática. As condições físicas das salas de aula e o serviço de reprografia são também classificados como

satisfatório, contudo estes dois últimos
serviços apresentam também as

percentagens mais elevadas nos níveis pouco

satisfatório e nada satisfatório.

Ilustração 4 – BECRE

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

64

Relatório de Auto-Avaliação

Ilustração 5 – Sala de Aula

Ilustração 6 – Sala de Informática

Classificados, também, como satisfatório porém apresentado taxas elevadas de ausência de

resposta são as condições físicas das salas dos professores e os serviços prestados pelo Serviço
de Psicologia e Orientação (SPO) e pelo Departamento de Educação Especial. Estes dados poderão estar relacionados com o facto de os alunos não frequentarem a sala dos professores e apenas alguns alunos frequentarem o Serviço de Psicologia e Orientação e o de Educação Especial.

Ilustração 7 – SPO

Ilustração 8 – Sala de Educação Especial

9.1.2 O ponto de vista dos docentes Os professores elegem como melhores os serviços de reprografia e de refeitório
Ilustração 8 – SPO

atribuindo-lhes um nível muito satisfatório ou

completamente satisfatório.

Ilustração 9 – Refeitório

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

65

Relatório de Auto-Avaliação

Entre o satisfatório e o muito satisfatório são apontados os serviços de administração escolar, o serviço de bufete, a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos, o serviço de portaria/segurança, o apoio prestado pelo SPO e pela Educação Especial; também os espaços ajardinados e de recreio, as condições físicas do pavilhão gimnoIlustração 10 – Reprografia

desportivo e as condições físicas da secretaria estão entre esses níveis.

Ilustração 11 – Serviços Administrativos

A sala dos professores foi mencionada como

satisfatório.
Os espaços menos aprazíveis, na opinião dos docentes, são as salas de aula e as salas de informática, cujas condições físicas são

avaliadas entre o satisfatório e o pouco

satisfatório.
Ilustração 12 – Sala dos Professores

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

66

Relatório de Auto-Avaliação

9.1.3 O ponto de vista dos não docentes

Os não docentes consideram que os aspectos mais positivos, avaliados como

muito

satisfatório

ou

completamente

satisfatório são o apoio prestado pelos
auxiliares de acção educativa e o espaço da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos

Educativos. Entre o satisfatório e o muito

satisfatório apontam as condições físicas

Ilustração 13 – Pavilhão Gimnodesportivo

das salas de aula, as condições físicas da secretaria, os espaços ajardinados e de recreio e as condições físicas do pavilhão gimno-desportivo. Os serviços de administração escolar, o serviço de reprografia, o serviço de bufete, o serviço de refeitório portaria/segurança são e o serviço de

avaliados

como

satisfatório. Contudo, devido às elevadas
percentagens nos níveis nada satisfatório e

pouco satisfatório pode inferir-se que sejam
os serviços menos funcionais, na perspectiva
Ilustração 14 – Bufete

dos não docentes.

A sala de convívio de pessoal não docente é avaliada como nada satisfatório e pouco

satisfatório, sendo assim considerado um
espaço pouco aprazível.

Ilustração 15 – Cozinha

Ilustração 16 – Sala de Pessoal Não Docente

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

67

Relatório de Auto-Avaliação

9.1.4 O ponto de vista dos encarregados de educação Para os encarregados de educação os espaços mais aprazíveis são o pavilhão gimno-desportivo e os espaços ajardinados e de recreio, aos quais atribuem uma classificação de satisfatório ou

muito satisfatório. As condições físicas das salas de aula apresentam uma taxa elevada no nível pouco satisfatório.
Como satisfatório indicam as condições físicas da sala de informática e a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos; quanto aos serviços, o bufete, o refeitório/cozinha, a portaria/segurança, o SPO e a Educação Especial são mencionados como satisfatório. É de salientar que os dois últimos serviços apresentam taxas elevadas no nível “não responde”. Os serviços de reprografia e de secretaria são avaliados como satisfatório, apresentando, porém, uma taxa elevada no nível pouco satisfatório.

Ilustração 17 – PBX/Polivalente

Ilustração 18 – Portaria

Os Espaços e Serviços Escolares
Embora as opiniões sejam divergentes em relação a este tema conforme os grupos inquiridos, sobressaem os recreios e espaços ajardinados e o pavilhão gimno-desportivos como os locais mais aprazíveis; para os professores a reprografia e o serviço de refeitório estão entre os mais positivos. As salas de aula e as salas de informática na opinião de alunos, professores e encarregados de educação são dos locais que apresentam menos condições. Contudo, para os não docentes o apoio prestado pelos auxiliares de acção educativa é francamente positivo; como aspecto mais negativo são apontadas as condições da sala de convívio de pessoal não docente.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

68

Relatório de Auto-Avaliação

D. O MEIO
10. Escola e Família
Esta área relaciona a escola e a família, partindo da ideia de que a escola e a família são os dois locais principais de aprendizagem e desenvolvimento. A aprendizagem é tão mais efectiva quanto ambos trabalharem em conjunto para o mesmo objectivo e estiverem sustentados pelos mesmos valores. Aquilo que acontece na escola pode ser prolongado e enriquecido em casa, e aquilo que se aprende em casa pode ser melhorado na sala de aula. Há responsabilidades claras tanto para professores como para pais, mas às escolas compete especificamente informar os pais sobre os progressos dos seus filhos e ajudá-los a criarem o ambiente mais encorajador e de apoio à aprendizagem dos seus educandos. Os alunos apresentam nas suas respostas algumas discrepâncias quanto ao sentimento de acompanhamento e participação familiar. Quando questionados sobre a participação dos pais e encarregados de educação na vida escolar e o sobre o acompanhamento destes na educação, os alunos respondem com percentagens semelhantes nos níveis nada grave, pouco

grave e grave.
Contudo, reconhecem que o Conselho Executivo e todos os elementos do Agrupamento incentivam/convidam os pais e encarregados de educação para participarem nas actividades do Agrupamento e para se envolverem na tomada de decisões, assinalando estes aspectos como satisfatório ou bom. Os professores colocam entre o muitíssimo grave, o grave e o pouco grave o fraco envolvimento dos pais na vida da escola, porém consideram entre o satisfatório e o bom o apelo que é feito aos encarregados de educação para participarem nas actividades do Agrupamento. Os professores consideram, ainda, como bom a participação dos pais e encarregados de educação que o Conselho Executivo promove; posicionam entre o satisfatório e o bom a actuação dos Conselhos de Turma/Conselhos de Docentes no que respeita à definição de estratégias para o envolvimento da família e à análise de queixas/discordâncias dos encarregados de educação. Os não docentes consideram entre o grave e o pouco grave o problema do fraco envolvimento dos encarregados de educação nas actividades do Agrupamento. A actuação do Conselho Executivo no que respeita à promoção da participação dos pais e encarregados de educação nas actividades do Agrupamento é apontada como satisfatório; no que respeita à

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

69

Relatório de Auto-Avaliação

promoção da participação dos pais e encarregados de educação na vida escolar é apontada como satisfatório, bom e muito bom. Os encarregados de educação consideram como grave e pouco grave a sua fraca participação nas actividades da escola, mas atribuem um nível grave e muitíssimo grave para o fraco acompanhamento dos pais e encarregados de educação na vida escolar. Não obstante, consideram como bom a disponibilidade que o Conselho Executivo mostra para os ouvir. Os encarregados de educação consideram que são incentivados/convidados a participar nas actividades do Agrupamento atribuindo à questão um nível satisfatório, bom e muito bom; mencionam, ainda, que pais, encarregados de educação e alunos são envolvidos na tomada de decisões a um nível satisfatório e bom.

Escola e Família
Em geral, a comunidade educativa tem consciência do contexto socioeconómico em que se insere e das repercussões que este exerce sobre o quotidiano do Agrupamento. Contudo, toda a comunidade reconhece o esforço que tem sido feito para envolver a família nas dinâmicas do Agrupamento. É de salientar que os professores consideram muito grave o fraco envolvimento dos encarregados de educação no percurso escolar dos seus educandos.

11. Escola e Comunidade
Esta área defende que a Escola existe inserida em comunidades e define-se a partir delas. A escola recebe apoio da comunidade e beneficia dos seus recursos e oportunidades. A escola é também fortemente afectada pelas dificuldades económicas e sociais e têm de lidar com as repercussões da pobreza, desemprego ou violência. A avaliação nesta área pode consistir em examinar em que medida é que a escola é proactiva ou reactiva relativamente às influências da comunidade e em que medida é que se vê a si própria como um recurso para essa comunidade. Assim, nesta área, pretende conhecer-se até que ponto o Agrupamento está inserido na sua comunidade e se enquadra nos seus recursos e oportunidades. Questionados sobre a abertura do Agrupamento à comunidade e integração no meio onde se encontra, os alunos atribuem um nível satisfatório ou bom, os docentes e não docentes um nível

bom – apresentando oscilações entre o satisfatório e o muito bom –, e os encarregados de
educação um nível satisfatório.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

70

Relatório de Auto-Avaliação

Relativamente à questão sobre o relacionamento que o Conselho Executivo promove e incentiva com a comunidade, os docentes e os encarregados de educação atribuem-lhe um nível bom; os não docentes oscilam entre o satisfatório e o muito bom.

Escola e Comunidade
A comunidade educativa reconhece positivamente a abertura do Agrupamento à comunidade e boa relação que o Conselho Executivo promove com esta.

12. Escola e Trabalho
Escola e Trabalho relacionam-se nesta área. A qualidade do trabalho disponível para um jovem depende em grande medida do seu sucesso na escola. Esta é a razão pela qual pais/encarregados de educação e empregadores estão interessados naquilo que as escolas fazem para preparar os jovens para o mundo do trabalho. Isto pode ser privilegiadamente desenvolvido pelas escolas que desenvolvem laços fortes com entidades empregadoras. Actualmente, e não só em escolas ou cursos profissionais, começa a ser comum em todas as escolas os jovens passarem algum tempo em experiências de trabalho ou os empregadores a passarem algum tempo nas escolas. Neste sentido, pretende-se saber se o Agrupamento desenvolve estratégias e políticas que se articulam e permitam uma maior integração no mercado de trabalho. Porém, não dispomos de dados significativos que permitam responder a esta área. Sobre este tema, alunos e encarregados de educação consideram, com taxas similares entre o

satisfatório, o bom e o muito bom, a oferta e dinamização de diferentes ofertas educativas
como os Cursos de Educação e Formação e os cursos de Educação e Formação de Adultos – estes últimos existentes em 2008/2009. Os Cursos de Educação e Formação, pela sua estrutura e características, desenvolvem componentes práticas e, atendendo à sua oferta de dupla certificação, concedem aos alunos estágios em contexto real de trabalho. Neste sentido, é possível inferir que o Agrupamento, com a oferta destes cursos, tem preocupação em desenvolver competências que facilitem a entrada dos alunos no mercado de trabalho.

Escola e Trabalho
Apesar de no ano lectivo 2008/2009 estar ainda numa fase de implementação é reconhecido o trabalho desenvolvido ao nível das ofertas educativas do Agrupamento.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

71

Relatório de Auto-Avaliação

BIBLIOGRAFIA
ALAIZ, Vítor (2007) Auto-avaliação das escolas? Há um modelo recomendável?. Correio da

Educação n.º 301. [Online] www.asa.pt/CE/auto-avaliação-escolas.pdf, 26/02/2010.
CNE - CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (2007). Avaliação das Escolas: Modelos e

Processos. Lisboa: Conselho Nacional de Educação – Ministério da Educação.
Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro - Sistema de avaliação da educação e do ensino não superior.

FONTES DOCUMENTAIS
Análise estatística de faltas disciplinares e medidas sancionatórias8 cedida pelo Coordenador da Academia LC, Dr. Sérgio Ferreira. Fotografias e edição de imagem realizadas pelo Dr. Paulo Couceiro, responsável pelo Jornal Semáforo - Rádio Escola. Projecto Educativo TEIP – Unir para o Sucesso 2009/2011, Agrupamento de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho).

8

Ver Anexo III.

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

72

Relatório de Auto-Avaliação

TERMO

Dá-se por terminado o Relatório de Auto-avaliação referente ao ano lectivo 2008/2009. Este relatório será remetido à Directora do Agrupamento, Dr.ª Armanda Esteves, à Subdirectora do Agrupamento, Dr.ª Zulmira Branco e ao Amigo Crítico da Equipa de Auto-avaliação, Dr. Paulo Marinho. Este documento é de carácter público. Porto, 12 de Maio de 2010.

A Coordenadora da Equipa de Auto-avaliação, _________________________________ (Lúcia Garrido)

Elemento da Equipa de Auto-avaliação Co-responsável, ________________________________ (Diana Ramos Lopes)

.:: Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) ::.

73

ANEXOS

Anexo I
Questionários [Modelos]

2009
Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) - Escola EB 2,3 Dr. Leonardo Coimbra - Escola EB1 das Condominhas - Escola EB1/JI de Lordelo - Escola EB1/JI da Pasteleira - Jardim de Infância do Estoril

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO

INQUÉRITO AOS ALUNOS

No cumprimento do Artigo 6º do Decreto-Lei nº 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos Alunos sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.

Anexo I A - 1

A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Como avalias o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos

Faz um círculo no número que melhor se adequar à tua opinião: Muito Fraco (1), Fraco (2), Satisfatório (3), Bom (4), Muito Bom (5), Não Sei/Não Tenho Informação (NS). 1.1 Conselho Executivo (Presidente Dra. Armanda Esteves, Vice-Presidentes Dra. Zulmira Branco, Dra. Maria Manuel Ferreira e Dra. Laura Neiva)

A. B.

Mostra disponibilidade para ouvir os alunos quando é solicitado. Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, …) propostas pelos alunos. Divulga de forma rápida informação sobre assuntos de interesse dos alunos. Preocupa-se em manter a disciplina/regras na escola.

Muito Fraco 1 1

Fraco 2 2

Satisf. 3 3

Bom 4 4

Muito Bom 5 5

Não Sei NS NS

C.

1

2

3

4

5

NS

D.

1

2

3

4

5

NS

E. F.

Preocupa-se com o bem-estar dos alunos. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a professores. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a funcionários. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a outros alunos. Incentiva a participação dos alunos na vida da escola.

1

2

3

4

5

NS

1

2

3

4

5

NS

G.

1

2

3

4

5

NS

H.

1

2

3

4

5

NS

I.

1

2

3

4

5

NS

B) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESCOLAR
2. Em relação à escola onde estás, consideras preocupantes as seguintes situações:

Faz um círculo no número que melhor se adequar à tua opinião: Muitíssimo Grave (1) Muito Grave (2), Grave (3), Pouco Grave (4), Nada Grave (5), Inexistente

Se existe: A. Abandono escolar precoce (antes de completar os 15 anos de idade ou o 9º ano). Falta de assiduidade dos alunos. Desmotivação e falta de interesse dos alunos para a aprendizagem. Alunos com pouca preparação dos anos anteriores. Muitíssimo Grave 1 1 Muito Grave 2 2 Grave 3 3 Pouco Grave 4 4 Nada Grave 5 5

Não existe: NE

B. C.

NE

1

2

3

4

5

NE

D.

1

2

3

4

5

NE

E.

Indisciplina dos alunos na sala de aula e nos recreios.

1

2

3

4

5

NE

F.

Insucesso escolar dos alunos.

1

2

3

4

5

NE

Anexo I A - 2

G.

Falta de assiduidade dos professores.

Muitíssimo Grave 1 1

Muito Grave 2 2

Grave 3 3

Pouco Grave 4 4

Nada Grave 5 5

NE

H. I. J.

Falta de apoio/ajuda dos professores. Oferta reduzida de actividades de complemento curricular (desporto, teatro, dança, música, …). Insuficiente funcionamento dos Serviços de Orientação Educativa (Serviço de Psicologia e Orientação e Ensino Especial). Horários das aulas mal elaborados.

NE

1

2

3

4

5

NE

1

2

3

4

5

NE

K.

1

2

3

4

5

NE

L.

Conflitos entre funcionários e alunos.

1

2

3

4

5

NE

M.

Conflitos entre professores e alunos.

1

2

3

4

5

NE

N.

Faltas de assiduidade dos funcionários.

1

2

3

4

5

NE

O.

Número muito reduzido de funcionários.

1

2

3

4

5

NE

P.

Fraca preparação dos funcionários.

1

2

3

4

5

NE

Q.

Fraca participação dos pais/EE nas actividades da escola.

1

2

3

4

5

NE

R.

Fraco acompanhamento dos pais/EE na educação escolar.

1

2

3

4

5

NE

S.

Insuficiente apoio do Conselho Executivo.

1

2

3

4

5

NE

T.

Insuficiente apoio do Director de Turma/Professor da Turma.

1

2

3

4

5

NE

U. V.

Falta de exigência dos professores na avaliação dos alunos. Falta de tempo dos professores para ouvirem os problemas pessoais dos alunos.

1

2

3

4

5

NE

1

2

3

4

5

NE

W. Poucas actividades de apoio ao estudo. X. Horário de funcionamento dos diferentes serviços (secretaria, fotocópias, …) pouco satisfatórios. Material insuficiente (computadores, livros, material de laboratório, …).

1

2

3

4

5

NE

1

2

3

4

5

NE

Y.

1

2

3

4

5

NE

Anexo I A - 3

3.

Na sala de aula, com que frequência realizas e observas as seguintes actividades.

Faz um círculo no número que melhor se adequar à tua opinião: Nunca (1), Raramente (2), Às vezes (3), Muitas Vezes (4), Sempre (5).

A.

Explicação da matéria.

Nunca 1 1

Raramente 2 2

Às Vezes 3 3

Muitas Vezes 4 4

Sempre 5 5

B.

Trabalho individual.

C.

Trabalhos de grupo.

1

2

3

4

5

D.

Realização de experiências (ciências, físico-químicas, …).

1

2

3

4

5

E.

Esclarecer dúvidas e dificuldades.

1

2

3

4

5

F.

Apresentação de sugestões pelos alunos.

1

2

3

4

5

G.

Actividades de pesquisa na Internet.

1

2

3

4

5

H.

Realização de trabalhos escritos.

1

2

3

4

5

I.

Debates.

1

2

3

4

5

J.

Discussão dos trabalhos com os alunos.

1

2

3

4

5

K.

Explicação dos critérios de avaliação.

1

2

3

4

5

L.

Resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos.

1

2

3

4

5

4.

Indica a frequência com que utilizas os seguintes materiais nas tuas aulas.

Faz um círculo no número que melhor se adequar à tua opinião: Nunca (1), Raramente (2), Às vezes (3), Muitas Vezes (4), Sempre (5).

A.

Manual escolar adoptado.

Nunca 1 1

Às Raramente Vezes 2 3 2 3

Muitas Vezes 4 4

Sempre 5 5

B.

Outros manuais escolares e/ou livros.

C.

Fichas de trabalho.

1

2

3

4

5

D.

Internet.

1

2

3

4

5

E. F.

Computador. Materiais manipuláveis (sólidos geométricos, plasticina, material de EVT, EM, EF, EV, ET, …). Outros documentos, como diapositivos, fotografias, …

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

G.

1

2

3

4

5

Anexo I A - 4

H.

Vídeos, filmes, …

Nunca 1 1

Às Raramente Vezes 2 3 2 3

Muitas Vezes 4 4

Sempre 5 5

I.

Quadros interactivos, vídeo projector, …

5.

Enquanto aluno, como avalias a relação entre alunos e professores.

Faz um círculo no número que melhor se adequar à tua opinião: Nada Importante (1), Pouco Importante (2), Importante (3), Muito Importante (4), Muitíssimo Importante (5).

A. B.

O professor ouve as sugestões/opiniões dos alunos. Os professores comentam com os alunos os seus progressos e dificuldades. O professor esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas. O professor usa os conhecimentos/saberes e vivências dos alunos nas aulas. O professor modifica o seu comportamento face a sugestões justas dos alunos. O professor incentiva a participação dos alunos.

Nada Pouco Muito Muitíssimo Importante Importante Importante Importante Importante 1 2 3 4 5 1 2 3 4 5

C.

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E.

1

2

3

4

5

F.

1

2

3

4

5

G. H.

O professor elogia o trabalho realizado pelos alunos. O professor mostra disponibilidade para ouvir os problemas pessoais dos alunos.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES
1. Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.

Faça um círculo no número que melhor se adequar à sua opinião: Nada Satisfeito (1), Pouco Satisfeito (2), Satisfeito (3), Muito Satisfeito (4), Completamente Satisfeito (5), Não Sei (NS).

A.

Condições físicas das salas dos professores.

Nada Satisf 1 1

Pouco Satisf 2 2

Satisf 3 3

Muito Satisf 4 4

Compl. Satisf 5 5

Não Sei NS NS

B.

Condições físicas das salas de aulas.

C.

Condições físicas das salas de informática.

1

2

3

4

5

NS NS

D.

Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo.

1

2

3

4

5

E.

Espaço de jardim e de recreio.

1

2

3

4

5

NS

F.

Serviço de Secretaria.

1

2

3

4

5

NS

G.

Serviço de reprografia (fotocópias).

1

2

3

4

5

NS

Anexo I A - 5

H.

Serviço de bufete.

Nada Satisf 1 1

Pouco Satisf 2 2

Satisf 3 3

Muito Satisf 4 4

Compl. Satisf 5 5

Não Sei NS NS

I.

Serviço de cantina: refeitório/cozinha.

J.

Serviço de portaria/segurança.

1

2

3

4

5

NS

K. L.

Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos. Serviço de Psicologia e Orientação (Psicóloga e Técnica de Serviço Social). Departamento de Educação Especial (Professoras de Educação Especial).

1

2

3

4

5

NS

1

2

3

4

5

NS

M.

1

2

3

4

5

NS

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO
1. Enquanto aluno como avalias a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Faz um círculo no número que melhor se adequar à tua opinião: Muito Fraco (1), Fraco (2), Satisfatório (3), Bom (4) e Muito Bom (5).

A.

É um Agrupamento que dinamiza e oferece diferentes oportunidades aos alunos (Cursos de Educação Formação, Cursos de Educação e Formação para Adultos, …) Esforça-se para que haja um bom relacionamento e organização entre as diferentes Escolas do Agrupamento. É um Agrupamento aberto à comunidade e integrado no meio onde se encontra. É um Agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo.

Muito Fraco 1 1

Fraco 2 2

Satisf. 3 3

Bom 4 4

Muito Bom 5 5

B.

C.

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E.

O Regulamento Interno é aplicado.

1

2

3

4

5

F.

Os professores são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho.

1

2

3

4

5

G. H.

Os alunos são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os Pais/EE são incentivados/convidados a participar nas actividades do Agrupamento. Os Pais/EE e Alunos são envolvidos na tomada de decisões.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

I.

1

2

3

4

5

J.

1

2

3

4

5

K.

A Escola é um lugar disciplinado e seguro.

1

2

3

4

5

L. M.

A Escola é um lugar onde é agradável estar. A comunidade educativa (professores, funcionários, pais/EE, alunos, instituições parceiras) é informada dos assuntos importantes para o Agrupamento.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

Obrigado pela tua Colaboração! A Equipa de Auto-avaliação

Anexo I A - 6

2009
Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (filho)

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO

INQUÉRITO AOS PROFESSORES

No cumprimento do Artigo 6º do Decreto-Lei nº 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos professores sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.

Anexo I B - 1

A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Em relação ao funcionamento do Conselho de Docentes/Departamento Curricular a que pertence, indique a frequência com que são tratados assuntos relativos a cada uma das seguintes atribuições dessa estrutura de orientação educativa da escola. Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Fraco(1), Fraco(2), Satisfatório(3), Bom(4) e Muito Bom(5)

A.

Planificar e adequar a realidade da escola aplicação dos planos de estudo estabelecidos a nível nacional. Elaborar e aplicar medidas de reforço no domínio das didácticas específicas das disciplinas. Analisar a oportunidade de adopção de medidas de gestão do currículo e outras destinadas a melhorar as aprendizagens Elaborar propostas curriculares diversificadas, em função da especificidade de grupos de alunos. Assegurar a coordenação de procedimentos nos domínios da aplicação de diferenciação pedagógica e da avaliação. Analisar e reflectir sobre as práticas educativas e o contexto em que são aplicadas. Promover a troca de experiências e a cooperação entre todos os docentes

1

2

3

4

5

B.

1

2

3

4

5

C.

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E.

1

2

3

4

5

F.

1

2

3

4

5

G.

1

2

3

4

5

2.

Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Fraco(1), Fraco(2), Satisfatório(3), Bom(4) e Muito Bom(5)

2.1 Grupo Disciplinar / Conselho de Docentes

A.

Planificação de unidades lectivas.

1

2

3

4

5

B.

Selecção e/ou elaboração de materiais.

1

2

3

4

5

C.

Discussão de estratégias de diferenciação

1

2

3

4

5

D.

Planeamento de actividades interdisciplinares.

1

2

3

4

5

E.

Elaboração de testes ou de outros materiais.

1

2

3

4

5

F.

Definição de critérios de avaliação da disciplina.

1

2

3

4

5

G.

Analise dos resultados dos alunos nas disciplinas.

1

2

3

4

5

H.

Análise e reflexão sobre práticas educativas.

1

2

3

4

5

I.

Avaliação da eficácia de estratégias de ensino/aprendizagem.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 2

J.

Análise de necessidades de formação dos professores.

1

2

3

4

5

K.

Organização de actividades de complemento curricular.

1

2

3

4

5

2.2 Conselhos de turma / Conselhos de Docentes

A.

Análise do aproveitamento dos alunos.

1

2

3

4

5

B.

Análise e/ou realização do PCT.

1

2

3

4

5

C. D.

Planeamento de actividades curriculares interdisciplinares. Elaboração de estratégias comuns através de planos de apoio aos alunos. Avaliação da eficácia das medidas de apoio.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

E.

1

2

3

4

5

F.

Definição de estratégias de envolvimento dos pais.

1

2

3

4

5

G.

Avaliação da eficácia das estratégias de ensino.

1

2

3

4

5

H.

Análise dos problemas pessoais dos alunos.

1

2

3

4

5

I.

Análise de queixas/discordâncias dos EE.

1

2

3

4

5

J.

Análise de problemas disciplinares da turma.

1

2

3

4

5

K.

Estabelecimento de normas de comportamento na turma.

1

2

3

4

5

2.3 Conselho Executivo

A.

Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços e equipamentos. Assegura uma gestão eficaz dos recursos humanos.

1

2

3

4

5

B.

1

2

3

4

5

C. D.

Mostra disponibilidade para ouvir os professores quando é solicitado. Estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos. Fomenta a participação dos pais e/ou EE na vida da escola.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

E.

1

2

3

4

5

F.

Delega funções.

1

2

3

4

5

G.

Integra diferentes contributos nas tomadas de decisão.

1

2

3

4

5

H.

Divulga a informação atempada e eficazmente.

1

2

3

4

5

I.

Envolve a comunidade educativa em projectos de escola.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 3

J.

Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade.

1

2

3

4

5

K.

Promove e incentiva um bom relacionamento entre os docentes.

1

2

3

4

5

2.4 Conselho Pedagógico

A.

Define as linhas gerais da política da escola.

1

2

3

4

5

B.

Define estratégias de apoio aos professores.

1

2

3

4

5

C.

Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola.

1

2

3

4

5

D.

Define a política de avaliação das aprendizagens.

1

2

3

4

5

E.

Aprova os critérios de avaliação.

1

2

3

4

5

F.

Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas.

1

2

3

4

5

G.

Elabora o plano de formação do agrupamento.

1

2

3

4

5

H.

Define as prioridades do agrupamento, parcerias e intercâmbios.

1

2

3

4

5

I.

Define critérios de formação de turmas.

1

2

3

4

5

J.

Define critérios de atribuição de turmas e horários aos professores.

1

2

3

4

5

K.

Estabelece o perfil do Director de Turma.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 4

B) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESCOLAR

3.

Considerando os problemas abaixo assinalados, indique, em relação à sua escola, de que forma se afiguram para si.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Grave (1), Grave (2), Pouco Grave (3), Nada Grave(4), Inexistente (5)

A.

Abandono escolar precoce.

1

2

3

4

5

B.

Absentismo dos alunos.

1

2

3

4

5

C.

Desmotivação dos alunos para a aprendizagem.

1

2

3

4

5

D.

Insuficiente preparação prévia dos alunos.

1

2

3

4

5

E.

Indisciplina dos alunos em contexto escolar.

1

2

3

4

5

F.

Insucesso escolar dos alunos.

1

2

3

4

5

G.

Absentismo dos professores.

1

2

3

4

5

H.

Desmotivação profissional dos professores.

1

2

3

4

5

I.

Insuficiente preparação docente (científica e/ou pedagógica).

1

2

3

4

5

J.

Fraco investimento docente em actividades de formação.

1

2

3

4

5

K.

Falta de cooperação entre professores.

1

2

3

4

5

L.

Conflitos entre professores.

1

2

3

4

5

M.

Absentismo do pessoal não docente.

1

2

3

4

5

N.

Desmotivação profissional do pessoal não docente.

1

2

3

4

5

O.

Insuficiente preparação do pessoal não docente.

1

2

3

4

5

P.

Fraco envolvimento dos pais nas actividades do agrupamento.

1

2

3

4

5

Q.

Insuficiente apoio dos órgão de gestão de topo do agrupamento.

1

2

3

4

5

R.

Insuficiente apoio dos órgão de gestão intermédia.

1

2

3

4

5

S.

Insuficiente oferta de formação contínua.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 5

4.

Enquanto professor(a), com que frequência implementa as seguintes actividades e tarefas próprias do processo de ensino e aprendizagem.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Nunca (1), Raramente (2), Às vezes (3) , Muitas vezes (4), Sempre(5)

A.

Exposição oral dos conteúdos programáticos.

1

2

3

4

5

B.

Actividades cooperativas de aprendizagem.

1

2

3

4

5

C.

Experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho.

1

2

3

4

5

D.

Esclarecimento de dúvidas e de dificuldades.

1

2

3

4

5

E.

Sugestões dadas pelos alunos.

1

2

3

4

5

F.

Actividades de pesquisa na Internet.

1

2

3

4

5

G.

Actividades de escrita.

1

2

3

4

5

H.

Debates acerca de temáticas curriculares.

1

2

3

4

5

I.

Discussão de trabalhos.

1

2

3

4

5

J.

Explicitação dos critérios de avaliação.

1

2

3

4

5

K.

Resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos.

1

2

3

4

5

5.

Indique a frequência com que utiliza os seguintes materiais no âmbito das suas aulas.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Nunca (1), Raramente (2), Às vezes (3) , Muitas vezes (4), Sempre(5)

A.

Manual escolar adoptado.

1

2

3

4

5

B.

Outros manuais escolares e/ou livros técnicos.

1

2

3

4

5

C.

Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel.

1

2

3

4

5

D.

Internet.

1

2

3

4

5

E. F.

Computador. Materiais manipuláveis (sólidos geométricos, material de EV, ET, EVT, Ed. Musical, …). Documentos em suporte visual (diapositivos, fotografias,…).

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

G.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 6

H.

Documentos em suporte audiovisual (vídeos, filmes, …).

1

2

3

4

5

I.

Equipamento interactivo (quadros, …).

1

2

3

4

5

J.

Plataformas de b-learning (moodle,…).

1

2

3

4

5

6.

Enquanto professor, que importância atribui às seguintes atitudes.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Nenhuma (1), Pouca (2), Alguma (3) , Muita (4), Muitíssima (5)

A.

Ouvir as sugestões dos alunos.

1

2

3

4

5

B.

Comentar com os alunos os seus progressos e dificuldades.

1

2

3

4

5

C.

Esclarecer dúvidas sobre os diversos assuntos abordados nas aulas.

1

2

3

4

5

D.

Integrar saberes dos alunos no trabalho realizado na aula.

1

2

3

4

5

E.

Modificar o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos.

1

2

3

4

5

F.

Estimular a participação dos alunos.

1

2

3

4

5

G.

Reconhecer e elogiar o trabalho realizado pelos alunos.

1

2

3

4

5

H.

Mostrar disponibilidade para escutar problemas pessoais dos alunos.

1

2

3

4

5

I.

Encorajar os alunos a trabalhar em grupo.

1

2

3

4

5

J.

Revelar expectativas elevadas em relação aos alunos.

1

2

3

4

5

K.

Dinamizar actividades de enriquecimento curricular.

1

2

3

4

5

L.

Colaborar em iniciativas propostas pelos alunos.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 7

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES

7.

Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Nada Satisfeito (1), Pouco Satisfeito (2), Satisfeito(3), Muito Satisfeito(4), Completamente Satisfeito(5)

A.

Condições físicas da sala dos professores.

1

2

3

4

5

B.

Serviços de administração escolar.

1

2

3

4

5

C.

Serviço de reprografia.

1

2

3

4

5

D.

Serviço de bufete.

1

2

3

4

5

E.

Serviço de refeitório.

1

2

3

4

5

F.

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos.

1

2

3

4

5

G.

Condições físicas das salas de aula.

1

2

3

4

5

H.

Condições físicas das salas de informática.

1

2

3

4

5

I.

Serviço de portaria / segurança.

1

2

3

4

5

J.

Espaço ajardinado e de recreio.

1

2

3

4

5

K.

Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo.

1

2

3

4

5

L.

Condições físicas da secretaria.

1

2

3

4

5

M.

Apoio prestado pelo Departamento de Educação Especial.

1

2

3

4

5

N.

Apoio prestado pelos Serviços de Psicologia e Orientação.

1

2

3

4

5

Anexo I B - 8

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO

8.

Enquanto professor como avalia a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Fraco(1), Fraco(2), Satisfatório(3), Bom(4) e Muito Bom(5)

A. B.

É um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas. Desenvolve a organização e a melhoria das relações entre as diferentes escolas do agrupamento. É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa. É um agrupamento aberto e integrado no meio.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

C.

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E. F.

É um agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo. É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo. O Regulamento Interno do agrupamento é aplicado. Os professores são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os Encarregados de Educação são estimulados a participar nas actividades do Agrupamento. Os actores educativos envolvem-se na tomada de decisão.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

G. H.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

I. J.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

K.

1

2

3

4

5

L.

1

2

3

4

5

M.

A sua escola é um lugar disciplinado e seguro.

1

2

3

4

5

N. O.

A sua escola é um lugar onde é agradável estar. A comunidade educativa é informada dos assuntos relevantes da política educativa.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

Obrigado pela colaboração

A Equipa de Auto-avaliação

Anexo I B - 9

2009
Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (filho)

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO INQUÉRITO AOS AUXILIARES DE ACÇÃO EDUCATIVA E PESSOAL ADMINISTRATIVO
No cumprimento do Artigo 6º do Decreto-Lei nº 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos auxiliares de acção educativa e do pessoal administrativo sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.

Anexo I C - 1

A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA

1.

Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Fraco(1), Fraco(2), Satisfatório(3), Bom(4) e Muito Bom(5)

1.1 Conselho Executivo

A.

Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços e equipamentos. Assegura uma gestão eficaz dos recursos humanos. Mostra disponibilidade para ouvir o pessoal não docente quando é solicitado. Estimula o desenvolvimento profissional.

1

2

3

4

5

B. C.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E.

Fomenta a participação dos pais e/ou EE na vida da escola.

1

2

3

4

5

F.

Delega funções.

1

2

3

4

5

G.

Integra diferentes contributos nas tomadas de decisão.

1

2

3

4

5

H.

Divulga a informação atempada e eficazmente.

1

2

3

4

5

I.

Envolve a comunidade educativa em projectos de escola.

1

2

3

4

5

J. K.

Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade. Promove e incentiva um bom relacionamento entre o pessoal não docente.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

1.2 Conselho Pedagógico

A.

Define as linhas gerais da política da escola.

1

2

3

4

5

B.

Define estratégias de apoio aos professores.

1

2

3

4

5

C.

Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola.

1

2

3

4

5

D.

Define a política de avaliação das aprendizagens.

1

2

3

4

5

E.

Aprova os critérios de avaliação.

1

2

3

4

5

F.

Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas.

1

2

3

4

5

G.

Elabora o plano de formação do agrupamento.

1

2

3

4

5

Anexo I C - 2

H.

Define as prioridades do agrupamento, parcerias e intercâmbios.

1

2

3

4

5

I.

Define critérios de formação de turmas.

1

2

3

4

5

J.

Define critérios de atribuição de turmas e horários aos professores.

1

2

3

4

5

K.

Estabelece o perfil do Director de Turma.

1

2

3

4

5

B) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESCOLAR
2. Considerando os problemas abaixo assinalados, indique, em relação à sua escola, de que forma se afiguram para si.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Grave (1), Grave (2), Pouco Grave (3), Nada Grave(4), Inexistente (5)

A.

Indisciplina dos alunos em contexto escolar.

1

2

3

4

5

B.

Insucesso escolar dos alunos.

1

2

3

4

5

C.

Absentismo dos professores.

1

2

3

4

5

D.

Desmotivação profissional dos professores.

1

2

3

4

5

E.

Absentismo do pessoal não docente.

1

2

3

4

5

F.

Desmotivação profissional do pessoal não docente.

1

2

3

4

5

G. H.

Insuficiente preparação do pessoal não docente. Fraco envolvimento dos Encarregados de Educação nas actividades do agrupamento. Insuficiente apoio dos órgãos de gestão de topo do agrupamento.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

I.

1

2

3

4

5

J.

Insuficiente oferta de formação contínua.

1

2

3

4

5

Anexo I C - 3

C) SERVIÇOS ESCOLARES

3.

Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Nada Satisfeito (1), Pouco Satisfeito (2), Satisfeito(3), Muito Satisfeito(4), Completamente Satisfeito(5)

A.

Condições físicas das salas de convívio do pessoal não docente.

1

2

3

4

5

B.

Serviços de administração escolar.

1

2

3

4

5

C.

Serviço de reprografia.

1

2

3

4

5

D.

Serviço de bufete.

1

2

3

4

5

E.

Serviço de refeitório.

1

2

3

4

5

F.

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos

1

2

3

4

5

G.

Condições físicas das salas de aula.

1

2

3

4

5

H.

Condições físicas da secretaria.

1

2

3

4

5

I.

Apoio prestado pelos auxiliares de acção educativa.

1

2

3

4

5

J.

Serviço de portaria / segurança.

1

2

3

4

5

K.

Espaço ajardinado e de recreio.

1

2

3

4

5

L.

Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo.

1

2

3

4

5

Anexo I C - 4

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO

4.

Enquanto funcionário como avalia a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Faça um círculo no número que se adequar à sua opinião: Muito Fraco(1), Fraco(2), Satisfatório(3), Bom(4) e Muito Bom(5)

A. B.

É um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas. Desenvolve a organização e a melhoria das relações entre as diferentes escolas do agrupamento. É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa. É um agrupamento aberto e integrado no meio.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

C.

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E. F.

É um agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo. É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo. O regulamento do agrupamento é aplicado. Os professores são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os Encarregados de Educação são estimulados a participar nas actividades do Agrupamento. Os elementos da Comunidade Escolar envolvem-se na tomada de decisão. A sua escola é um lugar disciplinado e seguro.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

G. H.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

I. J.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

K.

1

2

3

4

5

L.

1

2

3

4

5

M.

1

2

3

4

5

N. O.

A sua escola é um lugar onde é agradável estar. A comunidade educativa é informada dos assuntos importantes da política educativa.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

Obrigado pela colaboração

A Equipa de Auto-avaliação

Anexo I C - 5

2009
Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Leonardo Coimbra (Filho) - Escola EB 2,3 Dr. Leonardo Coimbra - Escola EB1 das Condominhas - Escola EB1/JI de Lordelo - Escola EB1/JI da Pasteleira - Jardim de Infância do Estoril

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO

INQUÉRITO AOS PAIS/ENCARREGADOS

DE EDUCAÇÃO

No cumprimento do Artigo 6º do Decreto-Lei nº 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos Pais/Encarregados de Educação sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.

Anexo I D - 1

A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos

Faça um círculo no número que melhor se adequar à sua opinião: Muito Fraco (1), Fraco (2), Satisfatório (3), Bom (4), Muito Bom (5), Não Sei/Não Tenho Informação (NS). 1.1 Conselho Executivo (Presidente Dra. Armanda Esteves, Vice-Presidentes Dra. Zulmira Branco, Dra. Maria Manuel Ferreira e Dra. Laura Neiva)

A.

Mostra disponibilidade para ouvir os Pais/Encarregados de Educação (EE) quando é solicitado. Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, …) propostas pelos alunos. Divulga de forma rápida informação sobre assuntos de interesse dos alunos e EE. Preocupa-se em manter a disciplina nas Escolas do Agrupamento.

Muito Fraco 1 1

Fraco 2 2

Satisf 3 3

Bom 4 4

Muito Bom 5 5

Não Sei NS NS

B.

C.

1

2

3

4

5

NS

D.

1

2

3

4

5

NS

E. F.

Preocupa-se com o bem-estar dos alunos. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a professores. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a funcionários. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a outros alunos. Incentiva a formação profissional dos professores e funcionários. Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa (professores, funcionários, pais/EE, alunos, instituições parceiras, como a ADILO, Junta de Freguesia, Câmara, CPCJ, …).

1

2

3

4

5

NS

1

2

3

4

5

NS

G.

1

2

3

4

5

NS

H.

1

2

3

4

5

NS

I. J.

1

2

3

4

5

NS

1

2

3

4

5

NS

1.2 Conselho Pedagógico (Presidente Dra. Armanda Esteves, Coordenadores dos Departamentos do 2º/3º Ciclos, Coordenadores do 1º Ciclo e do Pré-escolar, Representante dos Pais/EE, Representante do SPO, Coordenadora Educação Especial)

A.

Define as linhas gerais de actuação do Agrupamento.

Muito Fraco 1 1

Fraco 2 2

Satisf 3 3

Bom 4 4

Muito Bom 5 5

Não Sei NS NS

B.

Acompanha o desenvolvimento dos projectos existentes na escola.

C.

Define o modo como é feita a avaliação das aprendizagens.

1

2

3

4

5

NS

D.

Aprova os critérios de avaliação.

1

2

3

4

5

NS NS

E.

Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas.

1

2

3

4

5

F.

Define as prioridades do Agrupamento, parcerias e intercâmbios.

1

2

3

4

5

NS

G.

Define critérios de formação de turmas.

1

2

3

4

5

NS

H.

Define critérios de atribuição de turmas e horários aos professores.

1

2

3

4

5

NS

I.

Define as características que o Director de Turma deve ter.

1

2

3

4

5

NS

Anexo I D - 2

B) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESCOLAR
2. Em relação à escola onde está o seu educando, considera preocupantes as seguintes situações:

Faça um círculo no número que melhor se adequar à sua opinião: Muitíssimo Grave (1) Muito Grave (2), Grave (3), Pouco Grave (4), Nada Grave (5), Inexistente (NE).

Se existe: A. Abandono escolar precoce (antes de completar os 15 anos de idade ou o 9º ano). Falta de assiduidade dos alunos. Muitíssimo Grave 1 1 Muito Grave 2 2 Grave 3 Pouco Grave 4 4 Nada Grave 5 5

Não existe NE

B.

3

NE

C.

Desmotivação e falta de interesse dos alunos para a aprendizagem.

1

2

3

4

5

NE

D.

Alunos com pouca preparação dos anos anteriores.

1

2

3

4

5

NE

E.

Indisciplina dos alunos na sala de aula e nos recreios.

1

2

3

4

5

NE

F.

Insucesso escolar dos alunos.

1

2

3

4

5

NE

G.

Falta de assiduidade dos professores.

1

2

3

4

5

NE

H. I.

Falta de apoio/ajuda dos professores. Oferta reduzida de actividades de complemento curricular (desporto, teatro, dança, música, …). Insuficiente funcionamento dos Serviços de Orientação Educativa (Serviço de Psicologia e Orientação e Educação Especial). Horários das aulas mal elaborados.

1

2

3

4

5

NE

1

2

3

4

5

NE

J.

1

2

3

4

5

NE

K.

1

2

3

4

5

NE

L.

Conflitos entre funcionários e alunos.

1

2

3

4

5

NE

M.

Conflitos entre professores e alunos.

1

2 2

3

4

5

NE

N.

Falta de assiduidade dos funcionários.

1

3

4

5

NE

O.

Número muito reduzido de funcionários.

1

2

3

4

5

NE

P.

Fraca preparação dos funcionários.

1

2

3

4

5

NE

Q.

Fraca participação dos Pais/EE nas actividades da escola.

1

2

3

4

5

NE

R.

Fraco acompanhamento dos Pais/EE na educação escolar.

1

2

3

4

5

NE

S.

Insuficiente apoio do Conselho Executivo.

1

2

3

4

5

NE

T.

Insuficiente apoio do Director de Turma/Professor da Turma.

1

2

3

4

5

NE

Anexo I D - 3

U. V.

Falta de exigência dos professores na avaliação dos alunos. Falta de tempo dos professores para ouvirem os problemas pessoais dos alunos.

1

2

3

4

5

NE

1

2

3

4

5

NE

W. Poucas actividades de apoio ao estudo. X. Horário de funcionamento dos diferentes serviços (secretaria, fotocópias, …) pouco satisfatórios. Material insuficiente (computadores, livros, material de laboratório).

1

2

3

4

5

NE

1

2

3

4

5

NE

Y.

1

2

3

4

5

NE

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES
1. Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.

Faça um círculo no número que melhor se adequar à sua opinião: Nada Satisfeito (1), Pouco Satisfeito (2), Satisfeito (3), Muito Satisfeito (4), Completamente Satisfeito (5), Não Sei (NS).

A.

Condições físicas das salas dos professores.

Nada Satisf 1 1

Pouco Satisf 2 2

Satisf 3 3

Muito Satisf 4 4

Compl. Satisf 5 5

Não Sei NS NS

B.

Condições físicas das salas de aulas.

C.

Condições físicas das salas de informática.

1

2

3

4

5

NS NS

D.

Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo.

1

2

3

4

5

E.

Espaço de jardim e de recreio.

1

2

3

4

5

NS

F.

Serviço de Secretaria.

1

2

3

4

5

NS

G.

Serviço de reprografia (fotocópias).

1

2

3

4

5

NS

H.

Serviço de bufete.

1

2

3

4

5

NS

I.

Serviço de cantina: refeitório/cozinha.

1

2

3

4

5

NS

J.

Serviço de portaria/segurança.

1

2

3

4

5

NS

K. L.

Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos. Serviço de Psicologia e Orientação (Psicóloga e Assistente Social). Departamento de Educação Especial (Professoras de Educação Especial).

1

2

3

4

5

NS

1

2

3

4

5

NS

M.

1

2

3

4

5

NS

Anexo I D - 4

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO
1. Enquanto Pais/EE como avalia a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Faça um círculo no número que melhor se adequar à sua opinião: Muito Fraco (1), Fraco (2), Satisfatório (3), Bom (4) e Muito Bom (5).

A.

É um Agrupamento que dinamiza e oferece diferentes oportunidades aos alunos (Cursos de Educação Formação, Cursos de Educação e Formação para Adultos, …) Esforça-se para que haja um bom relacionamento e organização entre as diferentes Escolas do Agrupamento. É um Agrupamento aberto à comunidade e integrado no meio onde se encontra. É um Agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo.

Muito Fraco 1 1

Fraco 2 2

Satisf 3 3

Bom 4 4

Muito Bom 5 5

B.

C.

1

2

3

4

5

D.

1

2

3

4

5

E.

O Regulamento Interno é aplicado.

1

2

3

4

5

F.

Os professores são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho.

1

2

3

4

5

G. H.

Os alunos são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os Pais/EE são incentivados/convidados a participar nas actividades do Agrupamento. Os Pais/EE e Alunos são envolvidos na tomada de decisões.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

I.

1

2

3

4

5

J.

1

2

3

4

5

K.

A Escola é um lugar disciplinado e seguro.

1

2

3

4

5

L. M.

A Escola é um lugar onde é agradável estar. A comunidade educativa (professores, funcionários, pais/EE, alunos, instituições parceiras) é informada dos assuntos importantes para o Agrupamento.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

Obrigado pela Colaboração! A Equipa de Auto-avaliação

Anexo I D - 5

Anexo II
Resultados dos Questionários [Dados Estatísticos]

Resultados dos Questionários – 2008/2009

Inquérito aos alunos
A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Como avalias o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 1.1 - Conselho Executivo

Mt Fraco 0 A Mostra disponibilidade para ouvir os alunos quando é solicitado. 0% B Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, …) propostas pelos alunos. Divulga de forma rápida informação sobre assuntos de interesse dos alunos. 1 1% 1 1% 1 D Preocupa-se em manter a disciplina/regras na escola. 1% 3 E Preocupa-se com o bem-estar dos alunos. 2% F Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a professores. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a funcionários. H. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a outros alunos. Incentiva a participação dos alunos na vida da escola. 1% 9 5% 6 4% 5 3% 2 I

Fraco 4 2% 2 1% 8 5% 2 1% 4 2% 19 11% 21 12% 13 8% 5 3%

Satisf. 46 27% 43 25% 55 33% 31 18% 38 22% 41 24% 38 22% 40 24% 37 22%

Bom 62 37% 52 31% 56 33% 47 28% 52 31% 44 26% 40 24% 50 30% 67 40%

Mt Bom 33 20% 47 28% 30 18% 82 49% 68 40% 14 8% 12 7% 25 15% 45 27%

NS 24 14% 24 14% 19 11% 6 4% 4 2% 42 25% 52 31% 36 21% 13 8%

C

G

H

Anexo II.A - 1

B) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESCOLAR
2. Em relação à escola onde estás, consideras preocupantes as seguintes situações:
Muitiss Grave A B C D E F G H I J K L Abandono escolar precoce (antes de completar os 15 anos de idade ou o 9º ano). Falta de assiduidade dos alunos. Desmotivação e falta de interesse dos alunos para a aprendizagem. Alunos com pouca preparação dos anos anteriores. Indisciplina dos alunos na sala de aula e nos recreios. Insucesso escolar dos alunos. Falta de assiduidade dos professores. Falta de apoio/ajuda dos professores. Oferta reduzida de actividades de complemento curricular (desporto, teatro, dança, música, …). Insuficiente funcionamento dos Serviços de Orientação Educativa (Serviço de Psicologia e Orientação e Ensino Especial). Horários das aulas mal elaborados. Conflitos entre funcionários e alunos. 42 25% 35 21% 23 14% 37 22% 31 18% 29 17% 13 8% 13 8% 8 5% 4 2% 29 17% 39 23% 40 24% 11 7% 18 11% 19 11% 19 11% 17 10% 14 8% 14 8% 12 7% 17 10% 8 5% 18 11% 31 18% Pouco Grave 38 22% 28 17% 14 8% 27 16% 30 18% 31 18% 53 31% 28 17% 33 20% 40 24% 32 19% 31 18% 25 15% 26 15% 30 18% 31 18% 38 22% 36 21% 36 21% 24 14% 42 25% 36 21% 45 27% 22 13% 30 18% Nada Grave 1 1% 2 1% 0 0% 3 2% 1 1% 3 2% 38 22% 42 25% 59 35% 24 14% 43 25% 20 12% 29 17% 40 24% 36 21% 26 15% 34 20% 39 23% 31 18% 51 30% 26 15% 30 18% 28 17% 26 15% 33 20%

Mt Grave 36 21% 40 24% 49 29% 28 17% 43 25% 40 24% 15 9% 28 17% 9 5% 12 7% 30 18% 19 11% 21 12% 22 13% 21 12% 29 17% 25 15% 29 17% 16 9% 23 14% 25 15% 28 17% 22 13% 31 18% 26 15%

Grave 48 28% 60 36% 78 46% 71 42% 64 38% 65 38% 42 25% 42 25% 29 17% 36 21% 25 15% 35 21% 41 24% 34 20% 36 21% 36 21% 35 21% 34 20% 34 20% 27 16% 39 23% 41 24% 44 26% 51 30% 37 22%

NE 4 2% 4 2% 5 3% 3 2% 0 0% 1 1% 8 5% 16 9% 31 18% 53 31% 10 6% 25 15% 13 8% 36 21% 28 17% 28 17% 18 11% 14 8% 38 22% 30 18% 25 15% 17 10% 22 13% 21 12% 12 7%

M Conflitos entre professores e alunos. N O P Q R S T U V Faltas de assiduidade dos funcionários. Número muito reduzido de funcionários. Fraca preparação dos funcionários. Fraca participação dos pais/EE nas actividades da escola. Fraco acompanhamento dos pais/EE na educação escolar. Insuficiente apoio do Conselho Executivo. Insuficiente apoio do Director de Turma/Professor da Turma. Falta de exigência dos professores na avaliação dos alunos. Falta de tempo dos professores para ouvirem os problemas pessoais dos alunos.

W Poucas actividades de apoio ao estudo. X Y Horário de funcionamento dos diferentes serviços (secretaria, fotocópias, …) pouco satisfatórios. Material insuficiente (computadores, livros, material de laboratório, …).

Anexo II.A - 2

3. Na sala de aula, com que frequência realizas e observas as seguintes actividades.

Nunca 1 1% 0 B Trabalho individual. 0% C Trabalhos de grupo. 0 0% 34 20% 2 1% 2 1% 5 3% 2 1% 26 15% 12 7% 5 3% 9 5%

Raramt 5 3% 11 7% 35 22% 34 20% 14 8% 30 18% 34 20% 18 11% 31 18% 27 16% 17 10% 28 17%

Às Vezes 46 27% 58 34% 85 53% 67 40% 69 41% 78 46% 64 38% 62 37% 80 47% 61 36% 53 31% 78 46%

Mts Vezes 52 31% 78 46% 24 15% 15 9% 42 25% 29 17% 46 27% 53 31% 13 8% 41 24% 54 32% 39 23%

Sempre 65 38% 21 12% 15 9% 16 9% 41 24% 27 16% 20 12% 33 20% 16 9% 23 14% 38 22% 14 8%

NR 0 0% 1 1% 0 0% 3 2% 1 1% 3 2% 0 0% 1 1% 3 2% 5 3% 2 1% 1 1%

A Explicação da matéria.

D Realização de experiências (ciências, físico-químicas, …).

E

Esclarecer dúvidas e dificuldades.

F

Apresentação de sugestões pelos alunos.

G Actividades de pesquisa na Internet.

H Realização de trabalhos escritos.

I

Debates.

J

Discussão dos trabalhos com os alunos.

K

Explicação dos critérios de avaliação.

L

Resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos.

4. Indica a frequência com que utilizas os seguintes materiais nas tuas aulas.
Nunca 9 5% 4 B Outros manuais escolares e/ou livros. 2% C Fichas de trabalho. 0 0% 11 7% 14 8% 15 9% 18 11% 20 12% 10 6% 13% 0 0% 39 23% 40 23% 29 17% 53 31% 56 33% 19 11% 34% 43 25% 67 40% 67 39% 60 36% 71 42% 66 39% 59 35% 31% 88 52% 34 20% 34 20% 30 18% 19 11% 20 12% 55 33% 20% 37 22% 15 9% 15 9% 30 18% 5 3% 3 2% 22 13% 0% 1 1% 1 1% 1 1% 5 3% 3 2% 4 2% 4 2% Raramt 9 5% 22 Às Vezes 34 20% 58 Mts Vezes 51 30% 52 Sempre 65 38% 33 NR 1 1% 0

A Manual escolar adoptado.

D Internet. E F Computador. Materiais manipuláveis (sólidos geométricos, plasticina, material de EVT, EM, EF, EV, ET, …).

G Outros documentos, como diapositivos, fotografias, … H Vídeos, filmes, … I Quadros interactivos, vídeo projector, …

Anexo II.A - 3

5. Indique a frequência com que utiliza os seguintes materiais no âmbito das suas aulas.

Nada Import 3 A O professor ouve as sugestões/opiniões dos alunos. 2% 8 B Os professores comentam com os alunos os seus progressos e dificuldades. 5% 1 C O professor esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas. 1% 1 D O professor usa os conhecimentos/saberes e vivências dos alunos nas aulas. 1% 16 E O professor modifica o seu comportamento face a sugestões justas dos alunos. 9% 1 F O professor incentiva a participação dos alunos. 1% 3 G O professor elogia o trabalho realizado pelos alunos. 2% 2 H O professor mostra disponibilidade para ouvir os problemas pessoais dos alunos. 1%

Pouco Import 8 5% 12 7% 7 4% 12 7% 13 8% 4 2% 7 4% 17 10%

Import 76 45% 75 44% 53 31% 76 45% 67 40% 52 31% 43 25% 62 37%

Mt Import 48 28% 51 30% 68 40% 46 27% 53 31% 61 36% 65 38% 42 25%

Muitiss Import 32 19% 21 12% 38 22% 30 18% 18 11% 50 30% 49 29% 42 25%

NR 2 1% 2 1% 2 1% 4 2% 2 1% 1 1% 2 1% 2 1%

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES
6. Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.
Nada Satisf A B C D E F G H I J K L M Condições físicas das salas dos professores. Condições físicas das salas de aulas. Condições físicas das salas de informática. Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo. Espaço de jardim e de recreio. Serviço de Secretaria. Serviço de reprografia (fotocópias). Serviço de bufete. Serviço de cantina: refeitório/cozinha. Serviço de portaria/segurança. Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos. Serviço de Psicologia e Orientação (Psicóloga e Técnica de Serviço Social). Departamento de Educação Especial (Professoras de Educação Especial). 3 2% 10 6% 1 1% 5 3% 3 2% 3 2% 6 4% 7 4% 4 2% 6 4% 8 5% 5 3% 1 1% Pouco Satisf 13 8% 22 13% 14 8% 12 7% 16 9% 12 7% 20 12% 10 5% 8 5% 14 8% 7 4% 9 5% 8 5% Satist 53 31% 73 43% 51 31% 44 26% 63 37% 80 47% 75 44% 58 31% 60 36% 67 40% 60 34% 52 31% 43 25% Mt Satisf 16 9% 38 22% 37 22% 45 27% 50 30% 38 22% 27 16% 55 29% 43 25% 40 24% 57 32% 26 15% 34 20% Compl. Satisf 11 7% 15 9% 31 19% 61 36% 35 21% 19 11% 14 8% 53 28% 33 20% 40 24% 37 21% 28 17% 15 9% NR 73 43% 11 7% 33 20% 2 1% 2 1% 17 10% 27 16% 6 3% 21 12% 2 1% 7 4% 49 29% 68 40%

Anexo II.A - 4

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO
7. Enquanto aluno como avalias a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Mt Fraco É um Agrupamento que dinamiza e oferece diferentes oportunidades aos alunos (CEF, EFA, …) Esforça-se para que haja um bom relacionamento e organização entre as diferentes Escolas do Agrupamento. É um Agrupamento aberto à comunidade e integrado no meio onde se encontra. É um Agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo. 2% 1 E O Regulamento Interno é aplicado. 1% 3 F Os professores são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. 2% 9 G Os alunos são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. 5% 3 H Os funcionários são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. 2% I Os Pais/EE são incentivados/convidados a participar nas actividades do Agrupamento. Os Pais/EE e Alunos são envolvidos na tomada de decisões. 4% 4 K A Escola é um lugar disciplinado e seguro. 2% 11 L A Escola é um lugar onde é agradável estar. 7% M A comunidade educativa (profs, func, EE, alunos, instituições) é informada dos assuntos importantes para o Agrupamento. 1 1% 3 2% 7 J 6 4% 1 1% 1 1% 3 D

Fraco 7 4% 6 3% 14 8% 11 7% 10 6% 16 9% 19 11% 18 11% 13 8% 18 11% 30 18% 14 8% 16 9%

Satisf. 63 37% 69 40% 64 38% 73 43% 68 40% 48 28% 43 25% 62 37% 66 39% 90 53% 55 33% 64 38% 75 44%

Bom 54 32% 56 33% 53 31% 54 32% 56 33% 62 37% 61 36% 55 33% 43 25% 34 20% 46 27% 45 27% 47 28%

Mt Bom 35 21% 27 16% 28 17% 21 12% 31 18% 24 14% 33 20% 16 9% 40 24% 13 8% 30 18% 30 18% 22 13%

NR 4 2% 13 8% 9 5% 7 4% 3 2% 16 9% 4 2% 15 9% 4 2% 7 4% 4 2% 5 3% 8 5%

A

B

C

Anexo II.A - 5

Resultados dos Questionários – 2008/2009

Inquérito aos docentes

A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Em relação ao funcionamento do Conselho de Docentes/Departamento Curricular a que pertence, indique a frequência com que são tratados assuntos relativos a cada uma das seguintes atribuições dessa estrutura de orientação educativa da escola.
Mt Fraco A Planificar e adequar a realidade da escola aplicação dos planos de estudo estabelecidos a nível nacional. Elaborar e aplicar medidas de reforço no domínio das didácticas específicas das disciplinas. Analisar a oportunidade de adopção de medidas de gestão do currículo e outras destinadas a melhorar as aprendizagens Elaborar propostas curriculares diversificadas, em função da especificidade de grupos de alunos. Assegurar a coordenação de procedimentos nos domínios da aplicação de diferenciação pedagógica e da avaliação. Analisar e reflectir sobre as práticas educativas e o contexto em que são aplicadas. 2 4% 2 4% 2 4% 2 4% 1 2% 1 2% 3 G Promover a troca de experiências e a cooperação entre todos os docentes 5% 20% 22% 40% 11% 2% Fraco 8 15% 11 20% 10 18% 8 16% 10 18% 9 16% 11 Satisf. 21 38% 23 42% 25 45% 19 37% 26 47% 21 38% 12 Bom 19 35% 15 27% 13 24% 15 29% 15 27% 19 35% 22 Mt Bom 2 4% 0 0% 1 2% 2 4% 2 4% 4 7% 6 NR 3 5% 4 7% 4 7% 5 10% 1 2% 1 2% 1

B

C

D

E

F

Anexo II.B - 1

2. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 2.1 - Grupo Disciplinar / Conselho de Docentes
Mt Fraco A B C D E F G H I J K Planificação de unidades lectivas. Selecção e/ou elaboração de materiais. Discussão de estratégias de diferenciação Planeamento de actividades interdisciplinares. Elaboração de testes ou de outros materiais. Definição de critérios de avaliação da disciplina. Analise dos resultados dos alunos nas disciplinas. Análise e reflexão sobre práticas educativas. Avaliação da eficácia de estratégias de ensino/aprendizagem. Análise de necessidades de formação dos professores. Organização de actividades de complemento curricular. 0 0% 4 7% 1 2% 1 2% 1 2% 1 2% 3 5% 3 5% 3 5% 5 9% 4 7% Fraco 3 5% 1 2% 5 9% 7 13% 5 9% 3 5% 2 4% 3 5% 3 5% 4 7% 9 16% Satisf. 14 25% 20 36% 22 40% 19 35% 13 24% 9 16% 11 20% 24 44% 18 33% 19 35% 14 25% Bom 22 40% 18 33% 16 29% 19 35% 25 45% 24 44% 28 51% 17 31% 25 45% 25 45% 18 33% Mt Bom 12 22% 9 16% 8 15% 7 13% 7 13% 14 25% 7 13% 7 13% 4 7% 1 2% 8 15% NR 4 7% 3 5% 3 5% 2 4% 4 7% 4 7% 4 7% 1 2% 2 4% 1 2% 2 4%

2. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 2.2 - Conselhos de turma / Conselhos de Docentes

Mt Fraco 2 4% 3 B Análise e/ou realização do PCT. 5% C Planeamento de actividades curriculares interdisciplinares. D Elaboração de estratégias comuns através de planos de apoio aos alunos. 1 2% 1 2% 5 9% 2 4% 3 5% 1 2% 0 0% 0 0% 0 0%

Fraco 1 2% 3 5% 9 16% 3 5% 5 9% 9 16% 5 9% 0 0% 0 0% 4 7% 3 5%

Satisf. 11 20% 21 38% 20 36% 15 27% 16 29% 21 38% 25 45% 16 29% 25 45% 10 18% 11 20%

Bom 24 44% 19 35% 18 33% 28 51% 21 38% 15 27% 14 25% 22 40% 17 31% 24 44% 23 42%

Mt Bom 14 25% 5 9% 3 5% 5 9% 4 7% 4 7% 4 7% 12 22% 8 15% 13 24% 14 25%

NR 3 5% 4 7% 4 7% 3 5% 4 7% 4 7% 4 7% 4 7% 5 9% 4 7% 4 7%

A Análise do aproveitamento dos alunos.

E F

Avaliação da eficácia das medidas de apoio. Definição de estratégias de envolvimento dos pais.

G Avaliação da eficácia das estratégias de ensino.

H Análise dos problemas pessoais dos alunos.

I

Análise de queixas/discordâncias dos EE.

J

Análise de problemas disciplinares da turma.

K

Estabelecimento de normas de comportamento na turma.

Anexo II.B - 2

2. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 2.3 - Conselho Executivo
Mt Fraco A Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços e equipamentos. B Assegura uma gestão eficaz dos recursos humanos. C Mostra disponibilidade para ouvir os professores quando é solicitado. D Estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos. E Fomenta a participação dos pais e/ou EE na vida da escola. F Delega funções. G Integra diferentes contributos nas tomadas de decisão. H Divulga a informação atempada e eficazmente. I J Envolve a comunidade educativa em projectos de escola. Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade. 0 0% 0 0% 1 2% 1 2% 0 0% 0 0% 1 2% 4 7% 1 2% 1 2% 3 5% Fraco 2 4% 5 9% 3 5% 5 9% 1 2% 4 7% 8 15% 3 5% 1 2% 1 2% 6 11% Satisf. 10 18% 18 33% 14 25% 17 31% 11 20% 13 24% 14 25% 16 29% 10 18% 12 22% 18 33% Bom 31 56% 23 42% 25 45% 26 47% 26 47% 25 45% 27 49% 21 38% 30 55% 29 53% 21 38% Mt Bom 12 22% 9 16% 12 22% 3 5% 15 27% 12 22% 2 4% 10 18% 13 24% 11 20% 6 11% NR 0 0% 0 0% 0 0% 3 5% 2 4% 1 2% 3 5% 1 2% 0 0% 1 2% 1 2%

K Promove e incentiva um bom relacionamento entre os docentes.

2. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 2.4 - Conselho Pedagógico
Mt Fraco A Define as linhas gerais da política da escola. 1 2% 2 B Define estratégias de apoio aos professores. 4% C Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola. 1 2% 1 2% 0 0% 0 0% 0 0% 2 4% 0 0% 1 2% 0 0% 9% 4 7% 2 4% 1 2% 5 9% 6 11% 2 4% 2 4% 3 5% 3 5% 49% 19 35% 18 33% 9 16% 21 38% 22 40% 15 27% 19 35% 16 29% 24 44% 29% 23 42% 23 42% 32 58% 21 38% 19 35% 27 49% 28 51% 24 44% 17 31% 5% 4 7% 8 15% 11 20% 5 9% 4 7% 6 11% 4 7% 5 9% 3 5% 4% 4 7% 3 5% 2 4% 3 5% 4 7% 3 5% 2 4% 6 11% 8 15%

Fraco 2 4% 5

Satisf. 20 36% 27

Bom 21 38% 16

Mt Bom 9 16% 3

NR 2 4% 2

D Define a política de avaliação das aprendizagens.

E Aprova os critérios de avaliação.

F

Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas.

G Elabora o plano de formação do agrupamento.

H Define as prioridades do agrupamento, parcerias e intercâmbios.

I

Define critérios de formação de turmas.

J

Define critérios de atribuição de turmas e horários aos professores.

K Estabelece o perfil do Director de Turma.

Anexo II.B - 3

B) PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM ESCOLAR
3. Considerando os problemas abaixo assinalados, indique, em relação à sua escola, de que forma se afiguram para si.

Mt Grave 12 A Abandono escolar precoce. 22% 15 B Absentismo dos alunos. 27% 15 C Desmotivação dos alunos para a aprendizagem. 27% 18 D Insuficiente preparação prévia dos alunos. 33% 10 E Indisciplina dos alunos em contexto escolar. 18% 8 F Insucesso escolar dos alunos. 15% 3 G Absentismo dos professores. 5% 8 H Desmotivação profissional dos professores. 15% 5 I Insuficiente preparação docente (científica e/ou pedagógica). 11% 2 J Fraco investimento docente em actividades de formação. 4% 4 K Falta de cooperação entre professores. 7% 4 L Conflitos entre professores. 7% 2 M Absentismo pessoal não docente. 4% 4 N Desmotivação profissional do pessoal não docente. 7% 5 O Insuficiente preparação do pessoal não docente. 10% 16 P Fraco envolvimento dos pais nas actividades da escola. 29% Q Insuficiente apoio dos órgão de gestão de topo do agrupamento. Insuficiente apoio dos órgão de gestão intermédia. 5% 5 S Insuficiente oferta de formação contínua. 9% 3 5% 3 R

Grave 17 31% 16 29% 23 42% 17 31% 22 40% 26 47% 2 4% 11 20% 4 9% 8 15% 11 20% 6 11% 11 20% 13 24% 23 44% 15 27% 6 11% 4 7% 18 33%

Pouco Grave 17 31% 15 27% 12 22% 13 24% 17 31% 15 27% 6 11% 14 25% 4 9% 13 24% 8 15% 14 25% 20 36% 18 33% 13 25% 17 31% 21 38% 21 38% 13 24%

Nada Grave 6 11% 4 7% 2 4% 3 5% 1 2% 1 2% 25 45% 13 24% 18 41% 18 33% 15 27% 19 35% 11 20% 14 25% 7 13% 5 9% 19 35% 21 38% 15 27%

Inexist. 3 5% 5 9% 3 5% 2 4% 3 5% 3 5% 18 33% 9 16% 12 27% 13 24% 16 29% 12 22% 10 18% 5 9% 4 8% 1 2% 5 9% 5 9% 3 5%

NR 0 0% 0 0% 0 0% 2 4% 2 4% 2 4% 1 2% 0 0% 1 2% 1 2% 1 2% 0 0% 1 2% 1 2% 0 0% 1 2% 1 2% 1 2% 1 2%

Anexo II.B - 4

4. Enquanto professor(a), com que frequência implementa as seguintes actividades e tarefas próprias do processo de ensino e aprendizagem.
Nunca A Exposição oral dos conteúdos programáticos. B Actividades cooperativas de aprendizagem. C Experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho. D Esclarecimento de dúvidas e de dificuldades. E Sugestões dadas pelos alunos. F Actividades de pesquisa na Internet. G Actividades de escrita. H Debates acerca de temáticas curriculares. I J Discussão de relatórios de trabalho. Explicitação dos critérios de avaliação. 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 1 2% 0 0% Raram. 2 4% 1 2% 1 2% 0 0% 0 0% 12 22% 5 9% 6 11% 5 9% 2 4% 1 2% Às vezes 7 13% 7 13% 10 18% 2 4% 14 25% 21 38% 12 22% 20 36% 19 35% 10 18% 10 18% Muitas vezes 17 31% 37 67% 33 60% 6 11% 28 51% 18 33% 17 31% 18 33% 23 42% 15 27% 26 47% Sempre 26 47% 7 13% 7 13% 45 82% 10 18% 2 4% 18 33% 8 15% 5 9% 23 42% 15 27% NR 3 5% 3 5% 4 7% 2 4% 3 5% 2 4% 3 5% 3 5% 3 5% 4 7% 3 5%

K Resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos.

5. Indique a frequência com que utiliza os seguintes materiais no âmbito das suas aulas.
Às vezes 8 15% 17 31% 9 16% 22 40% 19 35% 13 24% 20 36% 30 55% 5 9% 1 3% Muitas vezes 15 27% 23 42% 27 49% 9 16% 15 27% 15 27% 24 44% 13 24% 8 15% 2 5%

Nunca 4 7% 2 B Outros manuais escolares e/ou livros técnicos. 4% C Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel. D Internet. E Computador. F Materiais manipuláveis. G Documentos em suporte visual (diapositivos, fotografias,…) H Documentos em suporte audiovisual (vídeos, filmes, …) I J Equipamento interactivo (quadros, …) Plataformas de b-learning (moodle,…) 1 2% 3 5% 3 5% 7 13% 1 2% 0 0% 23 42% 23 59%

Raram. 3 5% 6 11% 3 5% 16 29% 12 22% 7 13% 2 4% 8 15% 11 20% 8 21%

Sempre 21 38% 4 7% 11 20% 2 4% 3 5% 9 16% 5 9% 1 2% 4 7% 1 3%

NR 4 7% 3 5% 4 7% 3 5% 3 5% 4 7% 3 5% 3 5% 4 7% 4 10%

A Manual escolar adoptado.

Anexo II.B - 5

6. Enquanto professor, que importância atribui às seguintes atitudes.
Nenhuma A Ouvir as sugestões dos alunos. B Comentar com os alunos os seus progressos e dificuldades. C Esclarecer dúvidas sobre os diversos assuntos abordados nas aulas. D Integrar saberes dos alunos no trabalho realizado na aula. E Modificar o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos. F Estimular a participação dos alunos. G Reconhecer e elogiar o trabalho realizado pelos alunos. H Mostrar disponibilidade para escutar problemas pessoais dos alunos. I J Encorajar os alunos a trabalhar em grupo. Revelar expectativas elevadas em relação aos alunos. 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 2 4% 0 0% 0 0% Pouca 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 1 2% 0 0% 1 2% 0 0% 0 0% Alguma 3 5% 1 2% 1 2% 3 5% 8 15% 1 2% 1 2% 2 4% 11 20% 8 15% 6 11% 6 11% Muita 25 45% 14 25% 7 13% 21 38% 22 40% 8 15% 4 7% 12 22% 28 51% 30 55% 35 64% 33 60% Muitiss 27 49% 39 71% 45 82% 30 55% 25 45% 45 82% 49 89% 38 69% 15 27% 13 24% 11 20% 15 27% NR 0 0% 1 2% 2 4% 1 2% 0 0% 1 2% 1 2% 2 4% 1 2% 1 2% 3 5% 1 2%

K Dinamizar actividades de enriquecimento curricular. L Colaborar em iniciativas propostas pelos alunos.

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES
7. Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.
Nada Satisf. 5 9% 1 2% 1 2% 3 5% 2 4% 1 2% 3 5% 3 5% 5 9% 5 9% 4 7% 2 4% 0 0% 1 2% Pouco Satisf. 4 7% 4 7% 0 0% 4 7% 6 11% 4 7% 13 24% 12 22% 9 16% 6 11% 2 4% 3 5% 6 11% 3 5% Satisf. 34 62% 22 40% 9 16% 15 27% 9 16% 24 44% 30 55% 25 45% 22 40% 24 44% 20 36% 22 40% 19 35% 25 45% Muito Satisf. 8 15% 24 44% 21 38% 16 29% 18 33% 16 29% 7 13% 9 16% 14 25% 16 29% 13 24% 20 36% 21 38% 15 27% Compl. Satisf 2 4% 3 5% 15 27% 7 13% 11 20% 6 11% 0 0% 0 0% 3 5% 2 4% 7 13% 3 5% 7 13% 9 16% NR 2 4% 1 2% 9 16% 10 18% 9 16% 4 7% 2 4% 6 11% 2 4% 2 4% 9 16% 5 9% 2 4% 2 4%

A B C D E F G H I J K L M N

Condições físicas da sala dos professores. Serviços de administração escolar. Serviço de reprografia. Serviço de bufete. Serviço de refeitório. Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos. Condições físicas das salas de aula. Condições físicas das salas de informática. Serviço de portaria / segurança. Espaço ajardinado e de recreio. Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo. Condições físicas da secretaria. Apoio prestado pelo Departamento de Educação Especial. Apoio prestado pelos Serviços de Psicologia e Orientação.

Anexo II.B - 6

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO
8. Enquanto professor como avalia a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Mt Fraco 1 A É um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas. 2% B Desenvolve a organização e a melhoria das relações entre as diferentes escolas do agrupamento. É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa. 1 2% 0 0% 0 D É um agrupamento aberto e integrado no meio. 0% 0 E É um agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo. 0% F É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo. 0 0% 0 G O Regulamento Interno do agrupamento é aplicado. 0% H Os professores são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os Encarregados de Educação são estimulados a participar nas actividades do Agrupamento. Os actores educativos envolvem-se na tomada de decisão. 0% 1 M A sua escola é um lugar disciplinado e seguro. 2% 1 N A sua escola é um lugar onde é agradável estar. 2% O A comunidade educativa é informada dos assuntos relevantes da política educativa. 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 L

Fraco 1 2% 2 4% 5 9% 1 2% 0 0% 4 7% 3 5% 9 16% 4 7% 8 15% 0 0% 8 15% 7 13% 5 9% 3 5%

Satisf. 25 45% 25 45% 12 22% 14 25% 13 24% 13 24% 20 36% 20 36% 15 27% 19 35% 17 31% 23 42% 33 60% 20 36% 29 53%

Bom 20 36% 21 38% 26 47% 26 47% 30 55% 29 53% 24 44% 17 31% 24 44% 19 35% 20 36% 18 33% 12 22% 21 38% 17 31%

Mt Bom 5 9% 4 7% 9 16% 11 20% 9 16% 6 11% 5 9% 5 9% 9 16% 4 7% 15 27% 2 4% 0 0% 6 11% 3 5%

NR 3 5% 2 4% 3 5% 3 5% 3 5% 3 5% 3 5% 4 7% 3 5% 5 9% 3 5% 4 7% 2 4% 2 4% 3 5%

C

I

J

K

Anexo II.B - 7

Resultados dos Questionários – 2008/2009

Inquérito aos não docentes
A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 1.1 - Conselho Executivo
Mt Fraco A Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços e equipamentos. 0 0% 0 0% 1 5% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 1 5% 1 5% 1 5% Fraco 1 5% 1 5% 2 10% 1 5% 2 10% 1 5% 3 14% 2 10% 0 0% 1 5% 2 10% Satisf. 8 38% 8 38% 6 29% 11 52% 8 38% 9 43% 5 24% 7 33% 7 33% 8 38% 6 29% Bom 7 33% 6 29% 5 24% 3 14% 4 19% 6 29% 9 43% 7 33% 6 29% 3 14% 8 38% Mt Bom 5 24% 5 24% 7 33% 5 24% 7 33% 4 19% 3 14% 3 14% 6 29% 7 33% 4 19% NR 0 0% 1 5% 0 0% 1 5% 0 0% 1 5% 1 5% 2 10% 1 5% 1 5% 0 0%

B Assegura uma gestão eficaz dos recursos humanos. C Mostra disponibilidade para ouvir o pessoal não docente quando é solicitado.

D Estimula o desenvolvimento profissional. E Fomenta a participação dos pais e/ou EE na vida da escola. F Delega funções. G Integra diferentes contributos nas tomadas de decisão. H Divulga a informação atempada e eficazmente. I J Envolve a comunidade educativa em projectos de escola. Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade.

Promove e incentiva um bom relacionamento entre o pessoal não K docente.

1. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 1.2 - Conselho Pedagógico
Mt Fraco 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% Fraco 1 5% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 1 5% 0 0% 0 0% 1 5% Satisf. 4 19% 3 14% 3 14% 3 14% 3 14% 6 29% 4 19% 1 5% 3 14% 3 14% 2 10% Bom 3 14% 5 24% 5 24% 5 24% 4 19% 1 5% 3 14% 3 14% 2 10% 2 10% 2 10% Mt Bom 2 10% 2 10% 2 10% 2 10% 3 14% 3 14% 3 14% 3 14% 3 14% 3 14% 3 14% NR 11 52% 11 52% 11 52% 11 52% 11 52% 11 52% 11 52% 13 62% 13 62% 13 62% 13 62%

A B C D E F G H I J K

Define as linhas gerais da política da escola. Define estratégias de apoio aos professores. Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola. Define a política de avaliação das aprendizagens. Aprova os critérios de avaliação. Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas. Elabora o plano de formação do agrupamento. Define as prioridades do agrupamento, parcerias e intercâmbios. Define critérios de formação de turmas. Define critérios de atribuição de turmas e horários aos professores. Estabelece o perfil do Director de Turma.

Anexo II.C - 1

B) PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM ESCOLAR
2. Considerando os problemas abaixo assinalados, indique, em relação à sua escola, de que forma se afiguram para si.
Pouco Grave 4 19% 7 33% 4 19% 4 19% 5 24% 7 33% 8 38% 9 43% 4 19% 6 29% Nada Grave 11 52% 6 29% 11 52% 10 48% 8 38% 5 24% 5 24% 4 19% 10 48% 4 19%

Mt Grave A Indisciplina dos alunos em contexto escolar. B Insucesso escolar dos alunos. C Absentismo dos professores. D Desmotivação profissional dos professores. E Absentismo do pessoal não docente. F Desmotivação profissional do pessoal não docente. G Insuficiente preparação do pessoal não docente. H I J Fraco envolvimento dos Encarregados de Educação nas actividades do agrupamento. Insuficiente apoio dos órgãos de gestão de topo do agrupamento. Insuficiente oferta de formação contínua. 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 1 5% 0 0% 0 0% 0 0%

Grave 3 14% 4 19% 1 5% 2 10% 5 24% 4 19% 3 14% 5 24% 2 10% 6 29%

Inexist. 2 10% 2 10% 3 14% 3 14% 2 10% 4 19% 2 10% 1 5% 3 14% 3 14%

NR 1 5% 2 10% 2 10% 2 10% 1 5% 1 5% 2 10% 2 10% 2 10% 2 10%

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES
3. Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.
Nada Satisf. A B C D E F G H I J K L Condições físicas das salas de convívio do pessoal não docente. Serviços de administração escolar. Serviço de reprografia. Serviço de bufete. Serviço de refeitório. Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos Condições físicas das salas de aula. Condições físicas da secretaria. Apoio prestado pelos auxiliares de acção educativa. Serviço de portaria / segurança. Espaço ajardinado e de recreio. Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo. 4 19% 2 10% 0 0% 4 19% 4 19% 2 10% 1 5% 2 10% 0 0% 1 5% 1 5% 2 10% Pouco Satisf. 6 29% 5 24% 4 19% 4 19% 4 19% 1 5% 3 14% 2 10% 2 11% 6 29% 3 14% 3 15% Satisf. 7 33% 7 33% 7 33% 3 14% 3 14% 4 19% 7 33% 8 38% 6 32% 8 38% 9 43% 6 30% Muito Satisf. 2 10% 5 24% 6 29% 6 29% 6 29% 9 43% 6 29% 5 24% 5 26% 2 10% 7 33% 7 35% Compl. Satisf 1 5% 1 5% 3 14% 3 14% 3 14% 4 19% 3 14% 3 14% 4 21% 3 14% 0 0% 1 5% NR 1 5% 1 5% 1 5% 1 5% 1 5% 1 5% 1 5% 1 5% 2 11% 1 5% 1 5% 1 5%

Anexo II.C - 2

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO
4. Enquanto funcionário como avalia a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.

Mt Fraco 0 A É um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas. 0% B Desenvolve a organização e a melhoria das relações entre as diferentes escolas do agrupamento. É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa. É um agrupamento aberto e integrado no meio. 0% 0 E É um agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo. 0% F É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo. O regulamento do agrupamento é aplicado. 0% H Os professores são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho. Os Encarregados de Educação são estimulados a participar nas actividades do Agrupamento. Os elementos da Comunidade Escolar envolvem-se na tomada de decisão. 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 M A sua escola é um lugar disciplinado e seguro. 0% 0 N A sua escola é um lugar onde é agradável estar. 0% O A comunidade educativa é informada dos assuntos importantes da política educativa. 0 0% 0 0% 0 G 0 0% 0 0% 0 D

Fraco 0 0% 0 0% 0 0% 1 5% 0 0% 0 0% 1 5% 0 0% 0 0% 4 19% 0 0% 0 0% 0 0% 1 5% 2 9%

Satisf. 12 57% 7 33% 8 38% 6 29% 7 33% 7 33% 9 43% 7 33% 7 33% 6 29% 14 67% 12 57% 10 48% 10 48% 7 32%

Bom 4 19% 9 43% 9 43% 6 29% 8 38% 8 38% 6 29% 7 33% 8 38% 5 24% 3 14% 5 24% 6 29% 5 24% 7 32%

Mt Bom 3 14% 3 14% 2 10% 6 29% 4 19% 4 19% 4 19% 6 29% 5 24% 5 24% 2 10% 1 5% 4 19% 4 19% 3 14%

NR 2 10% 2 10% 2 10% 2 10% 2 10% 2 10% 1 5% 1 5% 1 5% 1 5% 2 10% 3 14% 1 5% 1 5% 3 14%

C

I

J

K

L

Anexo II.C - 3

Resultados dos Questionários – 2008/2009

Inquérito aos Encarregados de Educação
A) ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA ESCOLA
1. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 1.1 - Conselho Executivo

Mt Fraco A B C Mostra disponibilidade para ouvir os Pais/Encarregados de Educação (EE) quando é solicitado. Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas,…) propostas pelos alunos. Divulga de forma rápida informação sobre assuntos de interesse dos alunos e EE. 1 1% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 1 1% 1 1% 0 0% 0 0%

Fraco 0 0% 1 1% 1 1% 0 0% 0 0% 5 7% 6 8% 2 3% 0 0% 1 1%

Satisf. 13 18% 15 21% 17 24% 18 25% 14 20% 12 17% 10 14% 17 24% 14 20% 10 14%

Bom 25 35% 23 32% 31 44% 26 37% 22 31% 22 31% 23 32% 21 30% 21 30% 25 35%

Mt Bom 14 20% 17 24% 10 14% 19 27% 26 37% 12 17% 8 11% 12 17% 13 18% 13 18%

NS/NR 18 25% 15 21% 12 17% 8 11% 9 13% 20 28% 23 32% 18 25% 23 32% 22 31%

D Preocupa-se em manter a disciplina nas Escolas do Agrupamento. E Preocupa-se com o bem-estar dos alunos. F G H I J Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a professores. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a funcionários. Ouve e analisa de forma justa os problemas/queixas apresentadas pelos alunos relativamente a outros alunos. Incentiva a formação profissional dos professores e funcionários. Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa (prof, func., pais/EE, alunos, instituições parceiras, …).

1. Como avalia o funcionamento de cada um dos seguintes órgãos : 1.2 - Conselho Pedagógico
Mt Fraco A B C D E F G H I Define as linhas gerais de actuação do Agrupamento. Acompanha o desenvolvimento dos projectos existentes na escola. Define o modo como é feita a avaliação das aprendizagens. Aprova os critérios de avaliação. Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas. Define as prioridades do Agrupamento, parcerias e intercâmbios. Define critérios de formação de turmas. Define critérios de atribuição de turmas e horários aos professores. Define as características que o Director de Turma deve ter. 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% Fraco 0 0% 2 3% 1 1% 0 0% 3 4% 2 3% 2 3% 0 0% 0 0% Satisf. 13 18% 16 23% 21 30% 16 23% 15 21% 15 21% 15 21% 10 14% 10 14% Bom 20 28% 23 32% 21 30% 23 32% 16 23% 17 24% 22 31% 20 28% 18 25% Mt Bom 6 8% 12 17% 11 15% 13 18% 14 20% 9 13% 9 13% 14 20% 20 28% NS/NR 32 45% 18 25% 17 24% 19 27% 23 32% 28 39% 23 32% 27 38% 23 32%

Anexo II.D - 1

B) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ESCOLAR
2. Em relação à escola onde está o seu educando, considera preocupantes as seguintes situações:
Muitiss Grave A B C D E F G H I J K L Abandono escolar precoce (antes de completar os 15 anos de idade ou o 9º ano). Falta de assiduidade dos alunos. Desmotivação e falta de interesse dos alunos para a aprendizagem. Alunos com pouca preparação dos anos anteriores. Indisciplina dos alunos na sala de aula e nos recreios. Insucesso escolar dos alunos. Falta de assiduidade dos professores. Falta de apoio/ajuda dos professores. I. Oferta reduzida de actividades de complemento curricular (desporto, teatro, dança, música, …). Insuficiente funcionamento dos Serviços de Orientação Educativa (Serviço de Psicologia e Orientação e Educação Especial). Horários das aulas mal elaborados. Conflitos entre funcionários e alunos. 28 39% 18 25% 24 34% 21 30% 31 44% 19 27% 14 20% 18 25% 4 6% 7 10% 12 17% 26 37% 26 37% 10 14% 14 20% 12 17% 8 11% 20 28% 12 17% 12 17% 11 15% 14 20% 10 14% 8 11% 9 13% Mt Grave 14 20% 14 20% 12 17% 9 13% 13 18% 19 27% 17 24% 7 10% 6 8% 9 13% 10 14% 7 10% 11 15% 11 15% 12 17% 8 11% 12 17% 11 15% 9 13% 6 8% 6 8% 12 17% 12 17% 11 15% 15 21% Grave 12 17% 24 34% 25 35% 26 37% 18 25% 18 25% 17 24% 18 25% 17 24% 24 34% 19 27% 12 17% 16 23% 19 27% 22 31% 22 31% 21 30% 20 28% 17 24% 19 26% 25 35% 14 20% 18 25% 14 20% 24 34% Pouco Grave 8 11% 4 6% 2 3% 4 6% 5 7% 5 7% 4 6% 9 13% 20 28% 13 18% 8 11% 8 11% 5 7% 13 18% 9 13% 11 15% 14 20% 3 4% 7 10% 6 8% 7 10% 9 13% 9 13% 15 21% 5 7% Nada Grave 2 3% 4 6% 1 1% 4 6% 0 0% 2 3% 9 13% 7 10% 11 15% 3 4% 9 13% 7 10% 7 10% 6 8% 2 3% 4 6% 8 11% 6 8% 13 18% 12 17% 8 11% 11 15% 8 11% 11 15% 6 8% NE/NR 7 10% 7 10% 7 10% 7 10% 4 6% 8 11% 10 14% 12 17% 13 18% 15 21% 13 18% 11 15% 6 8% 12 17% 11 16% 14 20% 8 11% 12 17% 13 18% 17 24% 14 20% 11 15% 14 20% 12 17% 12 17%

M Conflitos entre professores e alunos. N O P Q R S T U V Falta de assiduidade dos funcionários. Número muito reduzido de funcionários. Fraca preparação dos funcionários. Fraca participação dos Pais/EE nas actividades da escola. Fraco acompanhamento dos Pais/EE na educação escolar. Insuficiente apoio do Conselho Executivo. Insuficiente apoio do Director de Turma/Professor da Turma. Falta de exigência dos professores na avaliação dos alunos. Falta de tempo dos professores para ouvirem os problemas pessoais dos alunos.

W Poucas actividades de apoio ao estudo. X Y Horário de funcionamento dos diferentes serviços (secretaria, fotocópias, …) pouco satisfatórios. Y. Material insuficiente (computadores, livros, material de laboratório).

Anexo II.D - 2

C) SERVIÇOS/ESPAÇOS ESCOLARES
3. Grau de satisfação face aos espaços e serviços escolares abaixo indicados.
Nada Satisf A B C D E F G H I J K L Condições físicas das salas dos professores. Condições físicas das salas de aulas. Condições físicas das salas de informática. Condições físicas do pavilhão gimno-desportivo. Espaço de jardim e de recreio. Serviço de Secretaria. Serviço de reprografia (fotocópias). Serviço de bufete. Serviço de cantina: refeitório/cozinha. Serviço de portaria/segurança. Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos. Serviço de Psicologia e Orientação (Psicóloga e Assistente Social). 1 1% 5 7% 3 4% 2 3% 2 3% 3 4% 1 1% 2 3% 2 3% 2 3% 1 1% 1 1% 0 0% Pouco Satisf 6 8% 9 13% 6 8% 6 8% 5 7% 8 11% 6 8% 3 4% 3 4% 5 7% 3 4% 3 4% 2 3% Satist 29 41% 27 38% 22 31% 21 30% 28 39% 30 42% 24 34% 27 38% 26 37% 27 38% 26 37% 19 27% 17 24% Mt Satisf 7 10% 16 23% 10 14% 14 20% 18 25% 12 17% 8 11% 8 11% 9 13% 16 23% 13 18% 12 17% 8 11% Compl. Satisf 3 4% 4 6% 4 6% 9 13% 11 15% 12 17% 5 7% 15 21% 13 18% 13 18% 13 18% 12 17% 11 15% NS/NR 25 35% 10 14% 26 37% 19 27% 7 10% 6 8% 27 38% 16 23% 18 25% 8 11% 15 21% 24 34% 33 46%

M Departamento de Educação Especial (Professoras de Educação Especial).

D) CULTURA DE AGRUPAMENTO
4. Enquanto Pai/EE como avalia a importância que é atribuída a cada um dos seguintes aspectos.
Mt Fraco A B C D E F G H I J K L M É um Agrupamento que dinamiza e oferece diferentes oportunidades aos alunos (CEF´s, EFA´s, …) Esforça-se para que haja um bom relacionamento e organização entre as diferentes Escolas do Agrupamento. É um Agrupamento aberto à comunidade e integrado no meio onde se encontra. É um Agrupamento que dinamiza o Projecto Educativo. O Regulamento Interno é aplicado. Os professores são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os alunos são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os funcionários são valorizados quando desenvolvem um bom trabalho. Os Pais/EE são incentivados/convidados a participar nas actividades do Agrupamento. Os Pais/EE e Alunos são envolvidos na tomada de decisões. A Escola é um lugar disciplinado e seguro. A Escola é um lugar onde é agradável estar. A comunidade educativa (prof., func., pais/EE, alunos, inst. parceiras) é informada dos assuntos import. para o Agrupamento. 2 3% 1 1% 1 1% 0 0% 0 0% 1 1% 1 1% 0 0% 1 1% 2 3% 0 0% 0 0% 0 0% Fraco 5 7% 3 4% 3 4% 4 6% 3 4% 1 1% 3 4% 5 7% 7 10% 11 15% 11 15% 7 10% 4 7% Satisf. 28 39% 28 39% 29 41% 28 39% 29 41% 21 30% 20 28% 18 25% 20 28% 26 37% 26 37% 28 39% 25 41% Bom 14 20% 22 31% 19 27% 17 24% 20 28% 18 25% 18 25% 27 38% 17 24% 18 25% 16 23% 17 24% 17 28% Mt Bom 16 23% 9 13% 13 18% 15 21% 10 14% 20 28% 22 31% 10 14% 20 28% 8 11% 10 14% 13 18% 7 11% NS/NR 6 8% 8 11% 6 8% 7 10% 9 13% 10 14% 7 10% 11 15% 6 8% 6 8% 8 11% 6 8% 8 13%

Anexo II.D - 3

Anexo III
Indisciplina [Dados Estatísticos]

1º Período

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou >5 Part. Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 0 0 0 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 0 1 0,0% 1 0 0 0 0 0 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 19 16 18 16 16 85
95,0% 100,0% 94,7% 100,0% 100,0% 97,7%

2º Ciclo % % %

Nº Aluno ZERO

Nº Aluno SSA

Nº Aluno GAA = ou > 15 Part.

Nº Aluno GAA = ou > 20 Part.

5º A 7
43,8%
18,8%

20
80,0%

11 9 8 3 4 28 32,2% 9 10,3% 25,0% 0 0,0% 18,8% 1 6,3% 42,1% 3 15,8% 56,3% 3
57,9% 81,3% 75,0%

16

4

20,0%

2

10,0%

5º B 11 13 12 59 67,8%

16

27

5º C

19

28

5º D

16

9

5º E

16

5

Total

87

80

6º A 9 9 10 0 0 40 61,5% 25 2 38,5% 3,1% 58,8% 7 1 0,0% 41,2% 5,9% 0,0% 56,3% 7 0 0 43,8% 0,0% 0,0% 0 0 0 60,0% 6 40,0% 1 6,7% 0 0,0% 0

17

9

12

70,6%

5

29,4%

0

0,0%

0

0,0%

0

0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

0 0 0 0 0

0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

0 0 0 3 3

17 15 14 14 60

100,0% 100,0% 87,5% 82,4%
92,3%

6º B

15

15

6º C

16

15

6º D

17

23

Total

65

62

Ano
99 65,1% 53 34,9% 11 7,2%

Lectivo

2008
0

2009
0,0% 0 0,0% 0 0,0% 4 145 95,4%

Total

2º C

152

142

Ano
61 46,9% 69 53,1% 25

Lectivo
19,2%

2007
18

2008
13,8% 8 6,2% 4 3,1% N obs N obs N obs

Total

2º C

130

464

Diferença 38
18,2%

18

-322

-16

18,2%

69,4%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (1º Período)

Anexo III A - 1

1º Período

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 3 0 4 0,0% 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 18 16 22 56 16 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 0 20 19 55 20 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 16 36 94,7% 84,2%

3º Ciclo % % %

Nº Aluno ZERO

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part. 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,7% 0,0% 0,0% 5,3%

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

7º A 14
73,7%
95,5%

19 15
78,9%

11 5 1 10 1 8 7 16 1 2 3 8,3% 12,5% 5,0% 29,1% 36,8% 40,0% 6,3% 16,7% 4,5% 26,3%

4

21,1%

7º B 21 50 15
93,8% 60,0% 63,2%

19

9

7º C 83,3%

22

1

100,0% 93,3%

Total

60

21

8º A 12 12 39 19
95,0% 87,5%

16

1

100,0% 100,0% 100,0% 100,0%

8º B 70,9%

20

10

8º C

19

10

Total

55

21

9º A 14 33 91,7%

20

1

100,0% 100,0% 100,0%

9º B

16

2

Total

36

3

Ano
122 80,8% 29 19,2% 0 0,0%

Lectivo Lectivo
4

2008 2007
2,0%

2009
0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 4 147 97,4%

Total

3º C

151

45

Ano
138 69,3% 61 30,7%

2008
2 1,0% 0 0,0% 0 0,0% N obs N obs N obs

Total

3º C

199

135

Diferença -16
11,4%

-48

-90

-32

11,4%

66,7%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (1º Período)

Anexo III A - 2

1º Período

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou >5 Part. Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 12 13 10 11 46 % Nº Aluno SSA = ou > 15 Part. Nº Aluno SSA = ou > 20 Part. 0 0 0 4 4 8,5% 33,3% 0,0% 0,0% 0,0%

CEF % %

Nº Aluno ZERO

Nº Aluno SSA

EM 1 5
76,9% 90,0%

12
25,0%

15 10 9 5 27 57,4% 20 42,6%
41,7%

3 3 1 7 58,3% 10,0% 23,1%

9

75,0%

100,0% 100,0% 100,0% 91,7% 97,9%

EM 2 1

13

SB

10

CERM

12

31

Total

47

52

Ano
27 57,4% 20 42,6% 4 8,5% 0 0,0% 0

Lectivo

2008

2009
0,0% 0 0,0% 1 46 97,9%

Total

CEF

47

52

Ano

Lectivo

2007

2008
N obs N obs

Total

CEF

N Obs

N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (1º Período)

Anexo III A - 3

Escola 2008/2009

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Nº Aluno SSA = ou > 15 Part. Proc. Discipl. % % Nº Aluno ZERO % 0 0 0 0,0% 0 0,0% 8 0,0% 0 0,0% 4 147 294 0,0% 0 0,0% 4 145 95,4% 97,4% 97,0% % Nº Aluno SSA = ou > 20 Part. 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0%

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part. 11 0 11 3,6% 0,0% 7,2%

2º Ciclo 3º Ciclo

152 80,8% 72,9% 82 27,1% 29 19,2%

142

99

65,1%

53

34,9%

151

45

122

Total

303

187

221

Escola 2007/2008

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. % Nº Aluno SSA = ou > 15 Part. % % 8 0 8 8,0% 0,0% 2,4% 4 0 4 Nº Aluno SSA = ou > 20 Part. 18 2 20 6,1% 1,0% 13,8%

2º Ciclo 3º Ciclo

130 69,3% 60,5% 130 39,5% 29 21,2% 61 30,7% 4 2,0%

464

61

46,9%

69

53,1%

25

19,2%

3,1% N obs N obs 0,0% N obs N obs 1,2% N obs N obs

199

135

138

Total

329

599

199

Diferença 2007/2008 para 2008/2009

Nº Alunos

Diferença 1º Período

Partic. SSA

%

Nº Aluno ZERO

%

Nº Aluno SSA

%

-26

-412

-68,8%

22

12,5%

-48

12,5%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (1º Período)

Proc. Discipl.

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part.

Nº Aluno ZERO

%

Anexo III A - 4

1º Período

Escola 2008/2009

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO 0 0 0 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 4 4 1 8 147 147 46 340

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

%

2º Ciclo

152 122 27 248 70,9% 102 29,1% 5 1,4% 57,4% 20 42,6% 4 8,5% 80,8% 29 19,2% 0 0,0%

142

99

65,1%

53

34,9%

11

7,2%

96,7% 97,4% 97,9% 97,1%

3º Ciclo

151

45

CEF

47

52

Total

350

239

Nota: A Escola no 1º período, deste ano lectivo tem 70,9% dos seus alunos sem Faltas Disciplinares No ano passado no 1º Período sem os alunos CEF, a Escola já tinha 60% dos alunos com Faltas Disciplinares Este ano lectivo houve menos 412 Faltas Disciplinares no 1º periodo (68,8%) apenas para a totalidade dos alunos do 2º e 3º Ciclo. Os CEF não foram observados no ano lectivo anterior.

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (1º Período)

Anexo III A - 5

Nº Alunos

Partic. SSA

1º+2º Período

Nº Aluno SSA = ou >5 Part. Proc. Discipl. % % % % Nº Aluno ZERO % 2 0 0 0 0,0% 6,3% 0,0% 1,2% 1 0 1 0,0% 0 2 0 0 3 0,0% 1 5 5 2 1 0 5 5,8% 1 1,2% 0,0% 0 0,0% 6,3% 1 6,3% 0 1 0 13 15,1% 0,0% 6,3%
26,3%

2º Ciclo % %

Nº Aluno ZERO

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. 0 2 10,5% 0,0% 12,5% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 18 16 16 16 16 82
94,7% 100,0% 84,2% 100,0% 100,0% 95,3%

Nº Aluno GAA = ou > 15 Part.

Nº Aluno GAA = ou > 20 Part.

5º A 7
43,8% 52,6%

19
73,7%

19 9 56,3% 47,4% 62,5% 25,0% 43,0% 31,3% 9 10 4 37

14

5

26,3%

10,5%

5º B 10 6 12 49 57,0%
75,0% 37,5%

16

50

5º C

19

53

5º D

16

51

5º E

16

8

Total

86

181

6º A 8 7 8 33 51,6% 31 10 2 48,4% 15,6% 47,1% 9 5 1
29,4%

17 53,3% 46,7% 8 52,9% 5,9% 3,1% 2 0 53,3% 13,3% 0,0% 7 46,7% 1 6,7% 1 6,7% 0 0 1 1

26

10

58,8%

7

41,2%

2

11,8%

0

0,0%

0

0,0% 0,0% 0,0% 5,9% 1,6%

0 0 0 0 0

0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

2 1 0 5 8

15 14 15 14 58

88,2% 93,3% ##### 82,4%
90,6%

6º B

15

24

6º C

15

23

6º D

17

53

Total

64

126

Ano
82 54,7% 68 45,3% 23 15,3%

Lectivo

2008
7

2009
4,7% 2 1,3% 1 0,7% 11 140 93,3%

Total

2º C

150

307

Ano
55 43,3% 72 56,7% 36

Lectivo
28,3%

2007
24

2008
18,9% 19 15,0% 10 7,9% N obs N obs N obs

Total

2º C

127

775

Diferença 27
11,4%

17

-468

-4

-11,4%

60,4%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (2º Período)

Anexo III B - 1

1º Período

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 3 0 4 0,0% 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 0,0% 0 0,0% 18 16 22 56 16 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 0 20 19 55 20 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 16 36 94,7% 84,2% ##### 93,3%

3º Ciclo % % %

Nº Aluno ZERO

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part. 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,7% 0,0% 0,0% 5,3%

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

7º A 14
73,7%
95,5%

19
78,9%

11 5 1 10 1 6,3% 40,0% 36,8% 29,1% 8 7 16 1 5,0% 12,5% 8,3% 2 3 16,7% 4,5% 26,3%

15

4

21,1%

7º B 21 50 15
93,8% 60,0% 63,2%

19

9

7º C 83,3%

22

1

Total

60

21

8º A 12 12 39 19
95,0% 87,5%

16

1

##### ##### ##### #####

8º B 70,9%

20

10

8º C

19

10

Total

55

21

9º A 14 33 91,7%

20

1

##### ##### #####

9º B

16

2

Total

36

3

Ano
122 80,8% 29 19,2% 0 0,0%

Lectivo Lectivo
4

2008 2007
2,0%

2009
0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 4 147 97,4%

Total

3º C

151

45

Ano
138 69,3% 61 30,7%

2008
2 1,0% 0 0,0% 0 0,0% N obs N obs N obs

Total

3º C

199

135

Diferença -16
11,4%

-48

-90

-32

-11,4%

66,7%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (2º Período)

Anexo III B - 2

Nº Alunos

Partic. SSA

1º+2º Período

Nº Aluno SSA = ou >5 Part. Proc. Discipl. % % % % Nº Aluno ZERO % 2 0 0 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0 0 0 2 2 0,0% 0 1 0 4 0 0 0,0% 0 0,0% 7 15,6% 40,0% 0 0,0% 0,0% 0,0% 0 0 0,0% 0,0% 7,7% 0 0,0% 0 0,0% 16,7% 0 0,0% 0 0,0% 12 13 10 9 44 ##### ##### ##### 90,0% 97,8%

CEF % %

Nº Aluno ZERO

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

EM 1 8
61,5% 60,0%

12
16,7%

32 10 5 4 8 27 60,0% 80,0% 40,0% 38,5%

2

83,3%

EM 2 6 2 18 40,0%
20,0%

13

11

SB

10

5

CERM

10

38

Total

45

86

Ano
18 40,0% 27 60,0% 7 15,6% 0 0,0% 0

Lectivo

2008

2009
0,0% 0 0,0% 2 44 97,8%

Total

CEF

45

86

Ano

Lectivo

2007

2008

Total

CEF

N Obs

N obs N obs N obs N obs N obs

N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs N obs

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (2º Período)

Anexo III B - 3

Escola 2008/2009

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 7 0 7 4,7% 2 1,3% 1 0,7% 19 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 8 143 283 4,7% 2 1,3% 1 0,7% 11 140 93,3% 99,3% 96,3%

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part. 23 4 27 9,2% 2,8% 15,3%

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

2º Ciclo 3º Ciclo

150 54,7% 64,6% 59,5% 119 40,5% 51 35,4% 45,3%

307

82

68

144

97

93

Total

294

404

175

Escola 2007/2008

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. % % % 24 3 27 8,4% 20 1,5% 1 18,9% 19 19,0% 0,5% 6,2% 10 0 10

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

127 43,3% 56,7% 51,4% 48,6% 32,5% 156 44 84 43,3% 4,1% 8 56,7% 28,3%

775

55

72

36

7,9% N obs N obs 0,0% N obs N obs 3,1% N obs N obs

2º Ciclo 3º Ciclo

194

236

110

Total

321

1011

165

Diferença 2007/2008 para 2008/2009

Nº Alunos

Diferença 1º Período + 2º Período

Partic. SSA

%

Nº Aluno ZERO

%

Nº Aluno SSA

%

-27

-607

60,0% 10 8,1% -37

-8,1%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (2º Período)

Proc. Discipl.

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part.

Nº Aluno ZERO

%

Anexo III B - 4

1º Período + 2º Período

Escola 2008/2009

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 7 0 0 7 2,1% 2 0,6% 1 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0,3% 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 8 2 21 4,7% 2 1,3% 1 0,7% 11 140 138 44 322 93,3% 95,8% 97,8% 95,0%

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

2º Ciclo

150 54,7% 64,6% 40,0% 56,9% 146 43,1% 34 10,0% 27 60,0% 7 15,6% 51 35,4% 4 2,8% 45,3%

307

82

68

23

15,3%

3º Ciclo

144

97

93

CEF

45

86

18

Total

339

490

193

Nota: A Escola no 2º período, deste ano lectivo tem 56,9% dos seus alunos sem Faltas Disciplinares No ano passado no 2º Período sem os alunos CEF, a Escola já tinha 48,6% dos alunos com Faltas Disciplinares Este ano lectivo houve menos 607 Faltas Disciplinares no 1º+2º periodo (60,0%) apenas para a totalidade dos alunos do 2º e 3º Ciclo. Os CEF não foram observados no ano lectivo anterior.

No ano lectivo anterior , no final do 2º Período havia 27 alunos (8,4%) do 2º e 3º Ciclos com mais de 10 Faltas Disciplinares. No presente ano lectivo há apenas 7 alunos (4,7%) com mais de 10 Faltas Disciplinares e destes, 2 alunos (1,3%) com mais de 15 Faltas Disciplinares e 1 aluno com mais de 20 FD

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (2º Período)

Anexo III B - 5

Escola 2008/2009

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. Proc. Discipl. % % % Nº Aluno ZERO % 10 0 10 6,5% 2 1,3% 1 0,7% 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 31 56 6,5% 2 1,3% 1 0,7% 25 138 127 265 90,2% 85,2% 87,7%

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

2º Ciclo

153 48,4% 55,7% 52,0% 145 48,0% 33 10,9% 66 44,3% 4 2,7% 51,6% 83 157

391

74

79

29

19,0%

3º Ciclo

149

140

Total

302

531

Escola 2007/2008

Nº Alunos

Partic. SSA

Nº Aluno SSA = ou > 10 Part. % % 32 6 38 12,1% 3,2% 4 28 25,6% 24 24,0% 2,1% 8,9% 19 2 21

Nº Aluno SSA = ou > 15 Part.

Nº Aluno SSA = ou > 20 Part.

2º Ciclo

125 35,2% 47,9% 42,9% 57,1% 33,0% 180 44 99 52,1% 4,2% 8 64,8% 28,8% 91 135

1106

44

81

36

15,2% N obs N obs 1,1% 6,7% N obs N obs N obs N obs

3º Ciclo

190

383

Total

315

1489

Diferença 2007/2008 para 2008/2009

Nº Alunos

Diferença Ano lectivo

-13

-958

Partic. SSA

%

Nº Aluno ZERO

%

Nº Aluno SSA

%

-64,3%

22

9,1%

-35

-9,1%

Participações de Saída da Sala de Aula/Participações Disciplinares (3º Período)

Proc. Discipl. %

Nº Aluno ZERO

%
% %

Nº Aluno SSA

Nº Aluno SSA = ou > 5 Part.

Nº Aluno ZERO

%

Anexo III C - 1

Ocorrências Ano lectivo 5º A 5º B 5º C 5º D 5º E 5ºs Anos 6º A 6ºB 6ºC 6ºD 6ºs Anos 7A 7B 7C 7ºs Anos 8ºA 8ºB 8ºC 8ºs Anos 9ºA 9ºB 9ºs Anos Total de alunos 19 17 19 16 17 88 16 16 15 17 Total 27 58 65 75 8 233 36 28 27 68 %

Alunos envolvidos Total 7 10 10 12 4 %

N.º de alunos com:
MC (1) 7 10 10 12 MDS (2) 1 0 2 0

4

0 3 0 0 0 1

43,6%

43 8 7 8 12

14,3%

43 8 7 8 12

64
20 19 21

159
19 38 2

29,8%

35
6 14 2

11,6%

35
6 14 2

1
3 4 0

60
16 21 17

59
16 22 20

11,0%

22
6 12 11

7,3%

22
6 12 11

7
0 0 0

54
20 15

58
19 6

10,9%

29
10 5

9,6%

29
10 5

0
0 0

Ens.Básic.
CEF EM1 CEF EM2 CEF Bar CEF Cer

35 301
10 10 11 9

25 534
45 8 5 20

4,7% 100,0%

15 144
8 4 4 5

5,0% 47,8%

15 144
8 4 4 5

0 11
4 0 0 0

CEFs
Escola

40 341

78 612

100%

21 165

52,5%

21 165

4 15

Faltas disciplinares e medidas tomadas em relação dos alunos da Escola Sede

Anexo III A - 1