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GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ

SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO PIAUÍ
SUPERINTENDÊNCIA DE ENSINO
UNIDADE DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL

PLANO DE CURSO TÉCNICO DE NÍVEL
MÉDIO EM ENFERMAGEM NA FORMA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO

EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE E SAÚDE

Teresina/PI
2015

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO PIAUÍ
SUPERINTENDÊNCIA DE ENSINO
UNIDADE DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL

José Wellington Barroso de Araújo Dias
Governador do Estado

Rejane Ribeiro de Sousa Dias
Secretário de Educação

Viviane Fernandes Faria
Superintendente de Ensino

Adriana de Moura Elias Silva
Diretora da Unidade de Educação Profissional

Maria Auxiliadora de Carvalho Nunes Alves
Gerente

Diniz Lopes dos Santos
Coordenador Pedagógico

Taís Dantas Nogueira Barbosa
Supervisora do Eixo AMBIENTE E SAÚDE

Colaboradores
Gestores e Professores das Escolas Profissionais

Assessoria Pedagógica de Atualização
Diniz Lopes dos Santos
Maria Auxiliadora de Carvalho Nunes Alves
Maria da Cruz Rufino Leal
Taís Dantas Nogueira Barbosa

Revisão de Texto
Maria da Cruz Rufino Leal

SUMÁRIO

I- IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 04
II - JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 04
2.1 - Justificativa 04
2.2 - Objetivos 08
2.2.1 - Objetivo Geral 08
2.2.2 - Objetivos Específicos 08
III - REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO 08
IV - PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO 09
V- ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 12
5.1 - Matriz Curricular 13
5.2 - Indicadores da Matriz Curricular 15
5.3 - Orientações Metodológicas 15
5.4 - Prática Profissional intrínseca ao currículo 17
5.5 - Ementas/Áreas do Conhecimento/Competências/Habilidades/Bases 17
Tecnológicas
5.5.1 - Línguagens, Códigos e suas Tecnologias 17
5.5.2 - Ciências Humanas e suas Tecnologias 35
5.5.3 - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias 52
5.5.4 - Educação Profissional e Técnica 74
5.6 - Estágio Profissional Supervisionado 111
VI - CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTO E 116
EXPERIÊNCIA ANTERIORES
VII - CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 117
VIII - BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS 120
IX - PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO 120
X- CERTIFICADOS E DIPLOMAS A SEREM EMITIDOS 121

Com a aprovação da Lei Nº. Um Estado como o nosso que busca sua firmação no desenvolvimento deve estar. ou seja. desobrigou o caráter de profissionalização no curso de 2º grau e os cursos profissionalizantes passaram a ser oferecidos por áreas em escolas especializadas. Esta concepção equivocada de Educação Profissional deve ser definitivamente anulada e devemos tratá-la como uma modalidade de ensino imprescindível uma vez que as transformações tecnológicas seguem um ritmo alucinado e o atendimento à essas mudanças exige mão de obra quantificada. pobres e desvalidos da sorte”. A concepção da lei é de que: uma modalidade educacional complementar as etapas do ensino fundamental e médio. a Educação Profissional sofre uma profunda mudança. preocupado em atender esta demanda exigida pelo mercado de trabalho. Com a Lei 9. e que para enfrentar 4 .I – IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso Técnico de Nível Médio em Enfermagem na Forma Integrada ao Ensino Médio II .Justificativa Existe uma carga de preconceito que historicamente circunda a Educação Profissional. Essa característica perdurou até o advento da Lei 9. oferecido em parcerias com as escolas de 2º grau onde o aluno cursava as disciplinas do núcleo comum e as técnicas eram ofertadas nas escolas que ministravam as profissionalizantes. 7. especializada e urgente. A fim de reafirmar a necessidade de uma política efetiva de formação profissional técnica de nível médio faz-se necessário um resgate histórico das bases legais.394/96. qualificada. A partir da Lei 5. ainda estava reduzida a oferta de cursos profissionalizantes de nível técnico com a finalidade de preparar a mão-de-obra destinada as camadas da população menos favorecida.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. No Piauí a história da Educação Profissional se assemelha a da maioria dos estados brasileiros.JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 2. portanto. até mesmo as Leis Orgânicas da década de quarenta retratam esse estereótipo e trazem textualmente que “Educação Profissional é destinada para os filhos de operários.044/82 na década de 80.692/71 o 2º grau tornou-se obrigatoriamente profissionalizante e os cursos técnicos foram implantados na rede pública estadual de ensino. na década de 90 com a possibilidade de se fazer a Educação Profissional juntamente com a Educação Básica fez com que o Estado mergulhasse num sistema de entropia dessa modalidade.1 . pelas Escolas Técnicas Estaduais implantadas na época. a ruptura.

da Educação de Jovens e Adultos e da Educação Profissional e Tecnológica.154/2004 passa-se a vislumbrar um modelo a ser implementado. as normas federais e estaduais vigentes como a Lei Nº. com proposta curricular única. com projeto pedagógico único. do referido decreto. Com a legislação.394/96. o Plano Estadual de Reordenamento da Educação Profissional – PEP/PI. 2. apesar de ser necessário não contemplava satisfatoriamente a necessidade do Estado.  Lei Federal nº 11. O Ensino Médio Integrado. assim concebido no 1º do Artigo 4º. e tecnicamente capazes de responder às demandas da produção e aptos a dar prosseguimento aos estudos.  Resolução CNE/CEB nº 04/2012 que define a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.394//96 para redimensionar. 5 . o Decreto Nº.208/97 e a Resolução CNE/CEB Nº. protagonistas da cidadania ativa. que define as diretrizes para implantação do novo modelo de Educação Profissional no Estado. É importante ressaltar. com o cumprimento simultâneo das finalidades estabelecidas para ambas. com matrícula única e obviamente. Neste reordenamento as Escolas Técnicas Estaduais foram transformadas em Centros de Educação Profissional. A atualização deste plano de curso foi feita à luz da nova legislação educacional brasileira vigente:  Lei Federal nº 11.os desafios profissionais. Atendendo assim. 9. que como conseqüência da simultaneidade trata-se de um único curso. a finalidade precípua de formar sujeitos autônomos.741/2008 que altera dispositivos da Lei nº 9.684/2008 que dispõe sobre a obrigatoriedade da Sociologia e da Filosofia em todas as séries do Ensino Médio. o atendimento àqueles que já tinham concluído o ensino médio ou estavam cursando o último ano. 04/99 a Secretaria Estadual de Educação elaborou em 1999. mas ainda em número insuficiente diante da demanda e ainda sem o enfoque da formação geral articulada com a educação profissional.  Resolução CNE/CEB nº 06/2012 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. faz-se necessário uma base de formação geral e domínio de conhecimentos. constitui-se etapa de concretização e consolidação da articulação entre educação profissional técnica de nível médio e ensino médio. e reestruturação e organização dos cursos técnicos e da rede de um modo geral. institucionalizar e integrar asa ações da Educação Profissional Técnica de Nível Médio. A utilização desta forma integrada deverá assegurar simultaneamente o cumprimento das finalidades estabelecidas para a formação geral e as condições de preparação para o exercício de profissão técnicas. Com o decreto 5.

 Diretrizes Técnico –Normativas para Sistematização da Avaliação da Aprendizagem da Educação Básica da Rede Pública Estadual . sobretudo mediante o aumento da média de dias de internação. o que levou a população de outros estados vizinhos. Nos hospitais. reabilitação e gestão em saúde. fazendo a população se deslocar em busca de assistência à saúde nos municípios de maior poder de resolução. Outros fatores que afetam o crescimento da demanda por trabalhadores de enfermagem estão associados 6 . recuperação. com o que se tem de mais moderno em tecnologia diagnóstica e tratamento. atua-se num mercado que é hoje um dos maiores e mais complexos do mundo. proteção e prevenção. o envelhecimento da população influencia a demanda por trabalho de enfermagem. Tocantins. sendo que a grande maioria se desloca para a capital Teresina. sendo tanto a capital como os demais municípios do Estado. Ceará e outros a procurar em nessa cidade para tratamento de saúde. não preventiva. com instalação de hospitais e clínicas. tida hoje como um dos pólos de saúde da região Nordeste. segundo Censo do IBGE (2013) contava com uma população estimada de 3. desempenhados por profissionais das diferentes subáreas que a compõem.184. Teresina nos últimos 10 anos ampliou sua rede de atendimento tanto no setor público como no setor privado. O Estado do Piauí.475 habitantes. Pará. Um dos fatores que vem impulsionando a demanda por trabalhadores técnicos de enfermagem é o envelhecimento da população brasileira. relativo às Diretrizes Técnico-normativas para Sistematização da Avaliação da Aprendizagem Básica da Rede Pública Estadual de Ensino do Piauí. carentes das ações públicas em saúde. havendo uma grande demanda reprimida. tanto no aspecto assistencial da medicina curativa.166 habitantes e a capital Teresina com 836. como também na medicina preventiva. Muitos municípios não contam ainda com equipe de saúde. como Maranhão. educação para a saúde. mediante ações de apoio ao diagnóstico. caracterizado por grandes transformações.  Parecer CEE/PI nº 018/2014 que opina sobre a solicitação Estadual da Educação e Cultura – SEDUC sobre as novas Diretrizes Curriculares da Rede Estadual de Ensino do Piauí. esta demando hoje está em torno de 30% dos atendimentos realizados na rede Pública. A finalidade da área de Saúde é a produção de cuidados integrais de saúde no sistema de serviços público e privado. No Brasil.SEDUC/2013. ao mesmo tempo em que se convive com problemas antigos ainda sem solução como a medicina ainda curativa. na medida em que contribui para o aumento da necessidade de internação e cuidados de reabilitação das pessoas idosas.  Parecer CEE/PI nº 025/2014 que opina sobre a solicitação Estadual da Educação e Cultura – SEDUC. e segundo dados da FMS e Hospital Getúlio Vargas.

à estrutura de morbidade da população e à expansão da atenção básica e do atendimento domiciliar em substituição ao atendimento hospitalar. programas de educação ambiental. com iniciativa. condições para atuar no mundo do trabalho na perspectiva da edificação de uma sociedade mais justa e igualitária. reunindo assim. de auto organizar-se.às mudanças organizacionais e tecnológicas serviços de saúde. primeiros socorros. processos de trabalho em saúde. além da capacidade de compor equipes. desenvolver visão crítica. tomar decisões.394/96 e Resolução CNE/CEB nº 03/2008. preservação dos seres vivos e dos recursos ambientais. Conclui-se que existe uma crescente demanda por profissionais de enfermagem são capazes de identificar situações novas. a Saúde e a Segurança. O Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde abrange ações de proteção. programa de educação ambiental. trabalhar em equipe multiprofissional e finalmente apresentar soluções e resolver problemas. Dentre vários temas que compõe a organização curricular dos cursos deste Eixo podemos citar ética. de pessoas e comunidades. revogada pela Resolução CNE/CEB nº 04/06/2012 que define a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. políticas e culturais. da segurança de pessoas e comunidades. políticas públicas ambientais e de saúde.741/2008 que altera a Lei 9. ética e comprometida com as transformações sociais. do controle e avaliação de risco. procurando alternativas para a equação desenvolvimento versus qualidade de vida considerando o meio ambiente. Esse eixo abrange ações de proteção e preservação dos seres e dos recursos ambientais. do controle e avaliação de risco. estão sendo implantados os Centros de Educação Profissional com a função de promover educação científico-tecnológica-humanística e a formação do profissional cidadão numa visão crítico-reflexivo. 7 . biossegurança. criatividade e sociabilidade. a Secretaria de Educação do Piauí organizou a matriz curricular do Curso de Educação Profissional Técnica de Nível em Enfermagem – dando ao perfil profissional a dimensão exigida pelo eixo: AMBIENTE E SAÚDE. Nesse sentido. Considerando a Lei Federal 11. É necessário desenvolver no profissional Técnico em Enfermagem a consciência crítica buscando o seu comprometimento com as questões ambientais.

prevenção. quando julgar procedente. A unidade poderá admitir processo de classificação para ingresso no curso. Proporcionar um ensino que incorpore as mudanças advindas do desenvolvimento técnico-científico. reflexivo.1 . 8 .2 – OBJETIVOS 2. grupo ou comunidade. e não apenas ser treinado para atuar nos serviços de saúde.2.2 . na perspectiva de intervir individualmente e no seu conjunto. história e relação com outras práticas sociais. respeitada a demanda e especificidade advindas de cada um dos Centros. aplicando instrumentos que avaliem as competências essenciais ao desenvolvimento do curso. criativo. apoio ao diagnóstico. proteção. considerando a sua integralidade.Objetivos Específicos Habilitar profissionais Técnicos em Enfermagem para atuar em diversos níveis de atenção a saúde . atendidos aos requisitos de acesso nos termos regimentais. Escolas ou Núcleo de Educação Profissional.REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO O acesso aos cursos integrados ao ensino médio obedecerá edital geral de matrícula da Secretaria Estadual de Educação discutido e elaborado conjuntamente no mês de outubro de cada ano. Contribuir com o aluno na apropriação de valores éticos e bioética na dimensão da segurança do cliente. com iniciativa e postura empreendedora e com ética. promoção. com visão integral do ser humano em todo seu ciclo vital.2. nas necessidades de saúde de cada pessoa.capaz de relacionar os fatos à teoria.2. além de incorporar uma postura crítica que propiciam a formação de um egresso participativo. As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pelo centro. para que possam atuar em diferentes contextos e situações. III . positivamente. assistencial. Capacitar o aluno para desenvolver uma atuação segura e de qualidade no cuidado de enfermagem.Objetivo Geral Formar Técnicos de Enfermagem. relativos aos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental. recuperação e reabilitação. 2. Instrumentalizar o aluno a intervir no processo de trabalho em saúde e explorar seus elementos.

integram uma equipe que desenvolve ações de promoção. banho de leito. os profissionais egressos da Escola terão uma formação ampla. prevenção.PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO Atua na promoção. mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais. nebulizações. 9 . Colabora com o atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e comunidade.IV . e outros. os condicionantes e determinantes do processo saúde e doença. Para atender as exigências e acompanhar as transformações do mercado do trabalho. os princípios éticos. e suas políticas públicas. administração de medicamentos e vacinas. recuperação e reabilitação dos processos saúde – doença. seus princípios e diretrizes. Promove ações de orientação e preparo do paciente para exames. domicílios. a qualidade no atendimento. sindicatos. empresas. senso crítico e autocrítica. iniciativa. prevenção. em todas as faixas etárias. com exercício regulamentado por lei. de modo a identificar as diversas formas de trabalho e suas possibilidades de atuação. determinadas pelo processo de saúde e doença. escolas. As competências e habilidade gerais que integrarão o perfil do profissional Técnico em Enfermagem após a conclusão do curso são:  Conhecer o Sistema Único de Saúde (SUS). flexibilidade. tendo em vista o caráter interdisciplinar da Área de Saúde. capacidade de autogestão. Suas atividades profissionais podem ser desempenhadas em instituições de saúde bem como em associações.  Correlacionar os conhecimentos de várias disciplinas ou ciências com o objetivo de realizar trabalho em equipe. constituída por conhecimentos imprescindíveis aos profissionais de nível técnico do Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE. dentre outros. através de programas como: Saúde da Família (PSF) e de Agentes Comunitários de Saúde (ACS).  Reconhecer o ser humano de forma integral. as normas do exercício profissional. Realiza cuidados de enfermagem. Os Profissionais de Nível Técnico em Enfermagem. Ao final do curso o Profissional Técnico em Enfermagem deverá apresentar bom relacionamento interpessoal. a preservação do meio ambiente e o compromisso social com a população. creches. abstração e raciocínio lógico. Presta assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos. tais como: curativos. senso de observação acurada. recuperação e reabilitação referenciadas nas necessidades de saúde individuais e coletivas.

executar e avaliar as ações de intervenção da realidade.  Aplicar normas de higiene e biossegurança na realização do trabalho para proteger a sua saúde e a do cliente/paciente.  Informar e orientar o cliente/comunidade em relação a hábitos e medidas geradoras de melhorias das condições de vida. químicos. em seus desdobramentos político-sociais. Identificar os riscos físicos.  Avaliar riscos de iatrogenias na execução de procedimentos técnicos de forma a eliminar ou reduzir os danos ao cliente/comunidade. códigos. Competências Gerais do Ensino Médio Integrado ao Profissional  Compreender o desenvolvimento da sociedade como processo de ocupação dos espaços físicos e as relações da vida humana com a paisagem. as artes e a literatura como construção humana que se desenvolve por acumulação.  Registrar ocorrências e serviços realizados. para planejar. utilizando-a como um dos balizadores na realização do seu trabalho. assim como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos. com vistas à sua própria saúde e segurança. em diferentes épocas e nas suas relações com as transformações sociais. biológicos. a outros profissionais e ao sistema de saúde.  Interpretar a legislação referente aos direitos do usuário dos serviços de saúde. ajudando-os a adquirir autonomia na manutenção da própria saúde. para representar e comunicar idéias. e psicológicos que caracterizam o trabalho nesta área.  Apropriar-se dos conhecimentos científicos para explicar o funcionamento do mundo. culturais. continuidade ou ruptura de paradigmas. prestando informações e esclarecimentos a outras categorias profissionais e à população em geral. e tecnologias de informação e comunicação.  Compreender as ciências. visando manter a vida e preparar para o transporte adequado.  Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens. até a chegada do socorro médico. no intuito de proteger o cliente/paciente contra os riscos biológicos.  Desempenhar a função de agente educativo nas questões relativas à saúde e segurança no trabalho. econômicos e humanos. com a finalidade de facilitar a prestação de informações ao cliente/paciente. 10 .  Atuar como cidadão e profissional de saúde prestando primeiros socorros a vítimas de acidente ou mal súbito.  Prevenir e controlar a contaminação do meio ambiente através da utilização de técnicas adequadas de descarte de fluídos e resíduos.

meio ambiente. nas diferentes faixas etárias.  Prestar assistência de enfermagem o paciente/cliente com afecções clínicas e cirúrgicas.  Prestar assistência de enfermagem à mulher adolescente e adulta nos aspectos ginecológicos e de reprodução. éticos e de respeito ao cliente/paciente. realizar Educação e Saúde e adotar medidas de promoção da saúde e prevenção de doenças. além das competências e habilidades gerais dos profissionais de nível técnico do Eixo AMBIENTE E SAÚDE.  Desenvolver ações no preparo do corpo pós-morte.  Prestar assistência de enfermagem a paciente/cliente que em estado grave ou agonizante no domicílio. visando tratamento físico e conforto mental e espiritual.  Identificar as necessidades do cliente/paciente e prestar cuidados de enfermagem no preparo e acompanhamento dos exames com finalidade diagnóstica. contribuindo com o tratamento.  Selecionar e utilizar técnicas específicas no trato de paciente/cliente. identificar situações de risco a sua comunidade. evitando complicações. executando-se os cuidados requeridos pelos paciente/clientes graves ou em risco de vida.Competências específicas do Técnico de Enfermagem Como desdobramento das atividades previstas na Lei do Exercício Profissional. 11 . em unidades de emergência ou de tratamento intensivo. emocional e do equilíbrio na relação com o meio em que vivem. materiais e equipamentos com o objetivo de controlar infecções. proteção. sofrimento e morte.  Transpor para sua prática conhecimentos advindos de sua observação e que possam melhorar sua atuação.  Pautar sua ação profissional em princípios científicos. recuperação e de reabilitação da saúde de indivíduo e/ou grupos sociais.  Prestar assistência de enfermagem ao cliente/paciente em situações de dor. preservando ao máximo a capacidade funcional e auxiliando o cliente/paciente na adaptação às limitações conseqüentes à doença.  Desempenhar ações de enfermagem nos níveis de promoção. o Técnico em Enfermagem deverá demonstrar as seguintes apropriações de competências e habilidades específicas:  Integrar a equipe multidisciplinar do Programa de Saúde da Família.  Prestar assistência de enfermagem a paciente/cliente portadores de transtornos mentais e usuários de drogas com vistas à promoção/manutenção e recuperação de sua integridade mental. visando oferecer uma assistência sem riscos.

o Decreto Federal n. Ciências Humanas e suas tecnologias com os conhecimentos específicos deste curso.  Atuar em programas de higiene. do controle sistemático da infecção hospitalar e das iatrogenias e da pesquisa. independente do gênero a que pertença ou do posicionamento do cliente/paciente na pirâmide social.º 9.  Assistir o Enfermeiro a partir do planejamento.  Interpretar os manuais de utilização dos equipamentos usados no processo de esterilização. organização e funcionamento da Enfermagem dentro das instituições de Saúde. com a finalidade de promover a integridade humana dos trabalhadores.154/2004 e demais normas e regulamentos. Para isso. eixo Ambiente e Saúde. organização e qualidade da assistência. em quaisquer da fase do ciclo vital.394/96 (LDB) alterada pela Lei Federal 11.  Identificar e executar ações de controle sistemático da infecção. com o propósito de buscar constantes formas de melhorar essa assistência. a Lei Federal n. numa visão holística.  Conhecer a organização. Assim.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A Organização Curricular proposta neste plano de curso visa articular os saberes que constituem as áreas do conhecimento: linguagens e códigos e suas tecnologias. substancialmente colocarão em suas ações a ética a serviço da vida. A Organização Curricular tem como fundamento às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional (Resolução CEB/CNE nº06 de 20/09/2012).º 5.  Participar do planejamento.  Conhecer a organização e funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva. psicológicos. 12 . Ciências da Natureza e Matemática e suas Tecnologias. organização e qualidade da assistência a partir do processo de trabalho em enfermagem. o currículo contempla competências básicas previstas no ensino médio. Portanto.741/2008.  Reconhecer a estrutura. segurança e prevenção de acidentes de trabalho. estrutura e funcionamento de um Centro de Material. V . sociais e patológicos. Fundamentalmente os profissionais serão capazes de perceber a importância do cumprimento dos princípios éticos que envolvem o trabalho humano.  Identificar o processo de envelhecimento nos aspectos fisiológicos. competências específicas relacionadas á formação do Técnico de Nível Médio em Enfermagem. estarão comprometidos com a vida humana.

O currículo deste curso está estruturado em 03 (três) séries anuais. social. 13 . sem relação com a teoria. no âmbito da vida pessoal. em toda a extensão do currículo. A teoria possibilita a construção de conceitos que somente serão consubstanciados na prática. a teoria separada da prática social vira palavra vazia e sem significado. se também for vista de forma isolada. a prática. na construção das aprendizagens. Cada série terá carga horária de 1. cultural e produtiva.840 horas. acrescidas de 600 horas de estágio curricular supervisionado. se transforma em mera atividade para execução de tarefas. A relação entre a teoria e a prática é parte fundamental na busca por profissionais cada vez mais qualificados. O conjunto dos componentes curriculares apresentados na matriz curricular serve de base para a construção das competências requeridas para a formação geral e profissional do Técnico de Nível Médio em Enfermagem devendo estabelecer um diálogo permanente entre teoria e prática.080 horas de aulas teóricas e práticas. Quando submetida à realidade. enquanto isso. reduzida a um fazer repetitivo destituído de reflexão. totalizando 3.

72 - Geografia 72 72 36 180 - História 72 72 36 180 - Ciências Humanas e Filosofia 36 36 36 108 - suas Tecnologias Sociologia 36 36 36 108 - Ensino Religioso 36 . Códigos Informática 72 . 72 - Educação Profissional Administração em Enfermagem . 72 - Língua Espanhola . 36 36 - Linguagens. 72 72 - UTI Empreendedorismo . 72 - Ética e História da Enfermagem 36 . 36 40 Técnica Clínica de Enfermagem . . 72 72 60 Saúde da Mulher da Criança e do . . Física 72 72 36 180 - Matemática e suas Química 72 72 36 180 - Tecnologias Biologia 72 72 36 180 - 1. 72 . 72 - Nutrição e Dietética . . 72 . . 36 36 - SUB-TOTAL 288 360 612 1260 600 Carga Horária Anual 1. 72 . 36 - Farmacologia .MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM ENFERMAGEM ÁREAS DO Carga Horária por CONHECIMENTO COMPONENTES série C/H Estági E ÁREA CURRICULARES 1ª 2ª 3ª Total o PROFISSIONAL Série Série Série Língua Portuguesa 108 72 108 288 - Artes .5. . 108 - Microbiologia e Parasitologia 72 . 600 600 0 0 Carga Horária Total 1. . 72 . . 72 . .08 1. 108 . 36 .84 600 0 0 0 0 14 . 72 - Teoria e Prática em Enfermagem .08 3.32 1.44 3.08 - 0 0 0 0 Estágio Supervisionado 24 36 . 72 - Língua Inglesa 72 . 72 72 40 Assistência a Pacientes graves – . . 72 72 80 Saúde Mental .1 . 72 72 60 Saúde Coletiva .24 1. . 108 120 LEI 9394/96 / DECRETO FEDERAL Nº 5154/04 Biossegurança .08 1. .98 SUB-TOTAL 792 720 468 - 0 Anatomia e Fisiologia Humana 108 . 36 - Matemática 72 72 72 216 - Ciências da Natureza. 72 - Psicologia das Relações Humanas 72 . 108 108 120 Clínica Cirúrgica . . 108 108 80 Adolescente Urgência em Enfermagem . . 72 - e suas Tecnologias Educação Física .

400 min : 60min = 108 horas/ano 43 semanas – 4 aula p/s = 172aulas/ano x 50 min = 8. alcançar a metacognição. realizar auto-avaliação e por conseqüência. desencadeadas por situações–problema. pesquisas.300 min : 60min = 72 horas/ano 43 semanas – 3 aula p/s = 129aulas/ano x 50 min = 6. O sistema dual de educação também empregado. planejamento e tomada de decisão para resolução de problemas e vivência em grupo. mediante estratégias de ensino centrada no sujeito que aprende. projetos. iniciativa. avaliação. que busca a formação de sujeitos com autonomia.INDICADORES DA MATRIZ CURRICULAR DISTRIBUIÇÃO DA CARGA DOS CURSOS COM 3.600 min : 60min = 144 horas/ano 5. pautada em uma prática que tem a mediação pedagógica como possibilidade metodológica capaz de apoiar uma aprendizagem significativa. caracteriza-se pelo período de vivência realizado na escola e pela prática na 15 .840 horas Teórico-prático: 3. estudos de caso.5. capazes de solucionar problemas.3 – Orientações Metodológicas As orientações a serem empregadas na metodologia do processo de ensino- aprendizagem deverão estar voltadas para o aluno. criatividade. análise. visando desenvolver no mesmo a sua capacidade de pesquisa.150 min : 60min = 36 horas/ano 43 semanas – 2 aula p/s = 86aulas/ano x 50 min = 4. especificamente nos cursos de aprendizagem. síntese. dentre outros desafios. A prática pedagógica adotada contemplará a Pedagogia de Competências. habilidades básicas e atitudes necessárias ao exercício profissional e de integração social. iniciativa. desenvolvendo assim. visto que este é o sujeito da aprendizagem. proatividade.2 .200 HORAS (referência para planejamento da carga horária do curso) Carga Horária total do Curso: 3. conduzir sua auto formação e aperfeiçoamento.240 horas Estágio: 600 horas DISTRIBUIÇÃO DAS AULAS: Número de aulas dia – NAD: 6 Número de dias letivos por semana – NDLS: 5 Número de aulas por semana – NAS: 30 Número de semanas letivas por ano – NSLA: 43 Duração da aula – DA: 50 minutos CÁLCULOS PARA TRANSFORMAÇÂO DA AULA DE 50’ EM HORA DE RELÓGIO NSLA x DA : HR = CHA ( Carga horária anual de cada disciplina) 43 semanas – 1 aula p/s = 43aulas/ano x 50 min = 2.

interdisciplinaridade e contextualização. O aluno deve dominar a técnica em nível intelectual. 3. preocupar-se em informar e esclarecer a abrangência do processo formativo. e a necessidade do aluno adquirir competências profissionais duráveis. 4. Na atividade de recrutamento da clientela. No processo formativo o docente se posicionará como educador que desenvolverá a capacidade de reflexão do aluno frente a sua profissão e a compreensão das relações sociais. O docente não apenas ensinará a fazer. percepção e reflexão sobre aspectos das relações sociais. Os coordenadores pedagógicos e de articulação assumem postura participativa colaboradora e dinamizadora do processo formativo. políticas e econômicas a sua volta. Os componentes curriculares utilizarão no seu desenvolvimento os princípios básicos de flexibilidade. Desenvolver atividades de recuperação paralela. 7. favorecendo ao aluno o desenvolvimento de autoconfiança. ambientação de docentes para atuação com bases conceituais da Pedagogia Crítica. 6. mas despertará para o “aprender a aprender”. 2. Estes posicionamentos serão operacionalizados nos seguintes procedimentos básicos: 1. Adoções de técnicas de ensino favorecedoras de processo cognitivo. Desenvolvimento de competência de aspectos formativos: atitudes. superando o adestramento. 16 . 8. Preparação. possibilitando um período de adaptação e. o modelo adotado. reduzindo-se o sentido de controle. conforme Decreto Federal nº 5. hábitos. trabalhando o desenvolvimento cognitivo.empresa. a aquisição de uma postura mais profissional.598/05. Otimização do nível de qualidade do material instrucional. sendo também perpassados pela transversalidade. 5. compreendendo a realidade na qual vai atuar e a aplicabilidade do seu conhecimento frente a esta realidade. criando condição de abstração. garantindo uma formação mais abrangente que enriqueça a construção do saber a partir da vivência sócio-intelectual de cada um. visando trabalhar dificuldades de acompanhamento de programação. os quais conduzirão à formação integral do aluno. valores éticos. Caracterização do Planejamento docente como atividade de cooperação e assessoria à ação docente. políticas e econômicas. sensibilização. esteticamente e da forma de conteúdo. conseqüentemente.

A Coordenação Pedagógica e do Curso acompanharão e motivarão os professores. 9. avaliando e dinamizando as práticas pedagógicas.5 . CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS: COMPETÊNCIA.LÍNGUAGENS. g) Trabalho de campo e visitas técnicas. Colocar o conteúdo na prática como forma de desenvolver nos alunos motivos mais fortes para aprender. capacidade de visualização e resolução de problemas. pensamento crítico. sejam elas realizadas no laboratório da escola aprimorando o que foi ministrado nas aulas teóricas. principalmente no que diz respeito ao trabalho.1. f) Palestras. HABILIDADES E BASES TECNOLÓGICAS COMPONENTE CURRICULAR: PORTUGUÊS Carga Horária: 288 h Competências: 17 . Neste sentido. iniciativa própria. b) Análise e planejamento de casos concretos da prática profissional. da arte do fazer e outros. autonomia intelectual. d) Seminários para apresentação e discussão de inovações técnicas e tecnológicas da área e outros assuntos de interesse. 5. e) Aula expositiva com recursos áudio visual para demonstração de sequências técnicas. Com essas mudanças a metodologia do trabalho escolar deve ser centrada no aluno e contribuir para que ele tenha capacidade de raciocínio. espírito empreendedor.4 – Prática Profissional Intrínseca ao Currículo O mundo contemporâneo sofre transformações estruturais significativas. 5. c) Projeto de interesse prático no mercado profissional e/ou relevante para a integração homem/sociedade/meio ambiente.5. a proposta deste curso é conduzir o processo ensino-aprendizagem oferecendo ao aluno: a) Prática profissional realizada nos laboratórios da escola com apresentação de problemas a serem resolvidos sob a forma de experimentos contextualizados que simulam o cotidiano profissional.Ementas/Áreas do Conhecimento/Competências/Habilidades/Bases Tecnológicas 5.

inserida em determinados contextos sócio-históricos e ideológicos. argumentação e produção textual.  Aplicar tecnologias da comunicação e da informação na escola. escritas.  Identificar as relações de sentidos das palavras na leitura e na produção de texto. nos processo de produção e no desenvolvimento.). etc. o universo temático. coerente e claro. ouvidas e vista de modo estruturado.  Identificar a temática do texto.  Usar a intertextualidade como processo de construção de texto.  Analisar.  Demonstrar fluência e expressividade quanto ao uso do código verbal e não-verbal durante o processo comunicativo.  Buscar conhecimento em fontes variadas. Habilidades:  Entender a língua portuguesa como instrumento de interação comunicativa. no trabalho e em outros contextos relevantes da vida. contextuais e linguísticos.  Produzir pequenos textos coerentes e argumentativos que expressem opiniões e pontos de vista. e da coerência. mediante a natureza.  Entender os impactos das tecnologias da comunicação em especial da língua escrita. na vida. função. estrutura das manifestações literárias de acordo com as condições de produção/recepção (intenção. local.  Articular as redes de diferenças e semelhanças entre a língua oral e escrita e seus códigos sociais.  Transmitir e processar mensagens lidas.  Inferir o sentido de uma palavra ou expressão considerando o contexto. 18 . relacionando textos com seus contextos. interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens. os elementos de coesão textual. interlocutores participantes da criação e propagação de ideias e escolhas mediante tecnologias disponíveis.  Confrontar opiniões e pontos de visita sobre as diferentes linguagens e manifestações  Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna geradora de significado e integradora da organização de mundo e da própria identidade. organização.  Desenvolver a capacidade de informação.

 Usar intertextualidades no processo de construção do sentido do texto. polêmico e lúcido para modificá-los.  Reconhecer as concepções e os modos de pensar envolvidos no processo de produção da arte literária do Quinhentismo ao Arcadismo. hipertextos. políticos. tabela.  Desenvolver uma consciência crítica sobre as possibilidades existentes para a solução de problemas pessoais.  Identificar os elementos constituintes da situação de comunicação em seus múltiplos aspectos e analisar as suas múltiplas características.  Viabilizar a interação homem-sociedade-produção de conhecimentos linguísticos e literários mediante usos das novas tecnologias.  Reconhecer a tipologia de discurso na interação recepção e Ana produção textual. infográficos.  Usar conhecimentos linguísticos e metalinguísticas nos processos de interpretação e produção textual.  Compreender a intencionalidade que a linguagem verbal veicula. avaliando movimento de tradição e cultura.  Identificar as características dos discursos: autoritário. Reconhecer pela análise e interpretação do texto. as linguagens que lhes dão suporte e aos problemas que se propõem a solucionar.  Identificar manifestações culturais conforme o tempo. sociais.  Compreender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação. associá-las aos conhecimentos científicos. gráficos.  Compreender os processos de organização e funcionamento da Língua Portuguesa. seja opiniões ou intenções de quem a produz. informações procedentes de outras fontes de referências (ilustrações. utilizando-se das tecnologias da comunicação e da informação que permeiam o cotidiano. fotos. etc). 19 .  Aplicar conhecimentos e habilidades na área das novas tecnologias para a consolidação da pesquisa como base par a solução de problemas no processo de ensino-aprendizagem. a fim de promover a interação social.  Inter-relacionar informações outras áreas do conhecimento.

polêmico e lúdico.Bases Tecnológicas:  Língua.  Fatores extralingüísticos.  Diferenças e aproximações entre oralidade e escrita. 20 .  Funções da linguagem.  Variações lingüísticas. Signos verbais e não-verbais. homonímia e polissemia). conotação. inferências. sinonímia.  Organização do texto falado X texto escrito. ideologia.  Tipologia discursiva: autoritário. discurso e ideologia.  Níveis de linguagens. norma e registro.  Subsistemas fonológicos (vogais.  Organização do parágrafo.  Intertextualidade.  Discurso. hipóteses. Linguagem. semivogais e consoante).  Variações.  Linguagem.  Fonética / fonologia: aplicação da fonética e da fonologia na ortografia. Sujeito. antonímia.  Estratégias de textos: predições.  Interação e recepção na produção textual. observando a norma culta como meio de inserção social e o exercício da cidadania.  O signo lingüístico.  Reorganização do texto falado para o texto.  Estruturas semânticas: relações de sentido das palavras na leitura e produção de textos (denotação.  A formação da Língua Portuguesa. confirmação e/ou refutação.  O homem em sociedade.  Interlocução e processamento textual: fatores de coesão em diversos gêneros textuais.  Unidade temática: do parágrafo ao texto. Contexto e Sequências Tipológicas.  Linguagem verbal e não-verbal. interação e recepção.  Linguagem discurso e ideologia.  Figuras de linguagem.  Uso da Língua Portuguesa.

 Fontes de referências (ilustrações. contexto sócio-histórico e intertextualidade nos textos literários. poemas. literatura popular.  Não-ficcionais: notícias. em diferentes suportes (fontes) tais como: televisão.  Não-verbais: ilustrações. cordel e lendas do Piauí. etc. infográficos.  Leitura e produção de texto para a interação e inserção dos sujeitos na sociedade no mundo do trabalho. argumentativas. etc.  Observação e construção de argumentos na formação de opiniões divergentes pela interação.  Intencionalidade. tempos simples e compostos de verbos irregulares e anômalos.  Uso da informática. africanas e aborígines. textos instrucionais e informativos. gráficos. revistas. jornais. paráfrase e paródia. tabelas. gráficos. hipertextos. novelas.  Recursos interativos da comunicação e o processo de aquisição de conhecimentos e habilidades. etc). tabelas.  Recursos expressivos da língua em textos regionais morfossintaxe: estrutura e formação de palavras. narrativas. infográficos.  Teoria e linguagem literária: Concepções e funções da literatura. charges.  Leitura e produção de gêneros textuais: friccionais não ficcionais e não-verbais: Ficcionais: crônicas. cinema. hipertextos.  Modificação de texto pro meio de resumo. propagandas.  Leitura e produção de textos que envolvam as sequências (descritivas.  Processo de formação de palavras e neologismos. expositivas. romances. outdoors. mídia. informatividade. fotos. textos eletrônicos. Os gêneros textuais dos cotidianos gêneros literários clássicos. dissertativas e injuntivas) do Quinhentismo ao Arcadismo.  Classes de palavras com ênfase no verbo: desinência modo temporal e número- pessoal. concordância e regências nominal e verbal. hipertextos.  Morfossintaxe. televisão e imprensa. 21 .  Texto e imagem: ilustrações. O léxico português: contribuições.  Fontes diversas de informações. infográficos.  Produção e interpretação dos diversos gêneros textuais como sujeitos ativos da língua. gráficos. cinema. canções. rádio. tupy. formas pessoal e impessoal. tabelas.

22 .  Sintagma nominal (estudo do sujeito). correspondências editoriais. do Modernismo ao pós-modernismo português e brasileiro.  Ortografia: pontuação. Aplicação das classes gramaticais a leitura e à produção de textos.  Discursos autoritário polêmico e lúdico nos textos ficcionais e não-ficcionais. orações subordinadas substantivas e oração adjetivas. oração e período. dissertativa.  Sintagma verbal (estudo do predicado). homonímia.  Literatura piauiense: não ficcionais.  Ortografia: pontuação. e-mails. complemento nominal adjunto adnominal).  Aplicação da sintaxe a leitura e a produção de textos.  Classe de palavras com ênfase no substantivo. artigos científicos e textos informativos das diversas áreas do conhecimento. narrativa.  Complementos preposicionados (objeto indireto adjunto adverbial. acentuação e crase (casos obrigatórios).  Palavra sintagmas. expositiva. verbos regulares e auxiliares. propagandas. pronome.  Processos sintáticos de coordenação.  Flexão verbal e nominal.  Aplicação da sintaxe à leitura e à produção de textos. curriculum vitae.  Processos sintáticos de subordinação (orações adverbiais).  Tipologias de textos: descritiva. heteronímia e ambigüidades.  Análise da época em que o texto literário foi produzido e da realidade atual em que é vivenciado. conto. paronímia. adjetivo.  O processo sintático de subordinação. poema.metonímia.  Semântica: polissemia. teatro de Ariano Suassuna e Nelson Rodrigues.  Leitura e produção de diversos tipos de textos. romance. advérbios e conjunções. acentuação e crase (casos facultativos). hipertextos.  Gêneros textuais: ficcionais: crônica.  Estruturas fonomorfossintáticas e semânticas da língua.  Variações lingüísticas. argumentativa e injuntiva. heteronímia.

São Paulo: Atual.  Gêneros textuais. argumentativas e injuntivas). Referências: CEREJA.  Produção e interpretação dos diversos gêneros textuais como sujeitos ativos  da língua pela elaboração de cartas.  Classes de palavras com ênfase no verbo: desinência modo temporal e número- pessoal. editoriais.  Tipologias textuais (descritivas.  O processo sintático de subordinação. e-mail. 2000. paronímia. acentuação e crase (casos facultativos). crônicas. crônicas.  Modificação de texto pro meio de resumo. FERREIRA. paráfrase e paródia. Aurélio Buarque de Holanda.  Aplicação das classes gramaticais a leitura e à produção de textos. Paraná: Positivo. Novo dicionário da língua portuguesa. etc. filmes. expositivas.  Semântica: polissemia.  Ortografia: pontuação. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. receitas. textos jurídicos e textos informativos relacionados às diversas áreas do conhecimento. heteronímia e ambigüidades. lendas. formas pessoal e impessoal.  Observação e construção de argumentos na formação de opiniões divergentes pela interação. Hipertexto.  Aplicação da sintaxe à leitura e à produção de textos.  Aplicação da sintaxe à leitura e à produção de textos. concordância e regências nominal e verbal. outdoors. poemas.  Não-ficcionais: correspondências.  O processo sintático de subordinação. tempos simples e compostos de verbos irregulares e anômalos. propagandas. dissertativas. narrativas. cardápios. e orações subordinativas e orações adjetivas. MAGALHÃES. reportagens. orações subordinadas substantivas e oração adjetivas. ed. 2006. heteronímia.  Morfossintaxe. 23 . contos romances. homonímia. artigos. metonímia. fábulas. Literatura popular e Literatura piauiense. crônicas. resumos paródias.  Ficcionais: teatro de Martins Pena. T. romantismo ao Pré-modernismo. telegramas. contos. 3a. W. etc.

Domingos Pascoal. Referências: OLIVEIRA. linguagens. Porto Alegre: Atlas. ed. técnicos e tecnologias aplicadas nas obras e objetos de arte. L. São Paulo. 2005. desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética. MARTINS. 24 .1999. 1997. 2004.  Apreciar produtos de Arte. R. Rio de Janeiro: Ediouro..São Paulo:Saraiva.M. 5ª ed. Habilidades:  Conhecer conceitos. 2004.  Linguagem da Arte. SAVIOLI.FIORIN. São Paulo: Moderna. Douglas. Português. – 6. L. José Luiz. Português Instrumental.. funções e manifestações. contextualizando-os historicamente. COMPONENTE CURRICULAR: ARTES Carga Horária: 36 h Competências:  Compreender os diversos percursos históricos da arte construídos e reconhecidos por diferentes grupos sociais e étnicos. São Paulo: Companhia. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa.  Reconhecer a diversidade cultural. movimentos. TUFANO. os diferentes processos. Dileta Silveira. gêneros e estilos artísticos. Francisco Platão. SARMENTO. Bases Tecnológicas:  História da Arte. em suas várias linguagens. 2007. SEGALLA. MESQUITA. Para entender o texto: leitura e redação. Ática. Gramática da Língua Portuguesa.  Cultura Popular. Jô. Explicando a arte: uma iniciação para entender e apreciar as artes visuais/Jô Oliveira e Lucila Garcez. percebendo a identidade estética e as estratégias visuais. Editora Nacional. materiais.

P.  Princípios de funcionamento e características de hardwares (discos rígidos. COMPONENTE CURRICULAR: INFORMÁTICA Carga Horária: 72 h Competências:  Utilizar os conhecimentos tecnológicos na construção contínua dos saberes.  Princípios de funcionamento de processadores e memória. 2005 1. impressora). teclado) e saída (monitor. acessar. História da arte. bem como compreender conceitos computacionais que facilitem a sua incorporação no uso cotidiano.  Operação de sistemas operacionais. óticos. requisitos).  Aplicar conceitos computacionais que facilitem a incorporação de ferramentas específicas em casos reais. 25 .  Compreender as funções básicas dos softwares mais utilizados.  Vocabulário técnico em Inglês e Português. funções e modelos.  Pesquisar. Habilidades:  Identificar os principais equipamentos de informática. 16ª ed. como editores de texto. relacionar e apresentar informações para a construção de novos conhecimentos. Bases Tecnológicas:  Princípios de funcionamento e características dos dispositivos de entrada (mouse. placas diversas).PROENÇA. Graça. de acordo com as suas características. vantagens. 1997. Referências: LEVY. Editora Ática. magnéticos. O que é visual? São Paulo. Editora 34. planilhas de cálculo e aplicativos. seja no mundo do trabalho ou na vida privada.  Fundamentos do uso da informática como ferramenta de aprendizagem (formas de uso.

26 . 1994. 1996.OLIVEIRA. adotando uma postura autônoma na seleção de atividades. COMPONENTE CURRICULAR: EDUCAÇÃO FÍSICA Carga Horária: 72 h Competências:  Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. maneiras eficazes de crescimento coletivo. Habilidades:  Entende o processo de funcionamento do organismo humano. refletindo e adotando uma postura democrática sobre os diferentes pontos de vista postos em debates. aplicando– as em suas práticas corporais. Ed. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. dialogando. Porto Alegre. intensidade e freqüência. Vera de Barros de.  Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão. reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos. Artes Médicas. São Paulo. SENAC. reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho. Informática em Psicopedagogia. PAPERT. procedimento para a manutenção ou aquisição de saúde.  Desenvolver as noções conceituais de esforço.  Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais. S. assim como capacidade para discutir e modificar regras.  Compreender as diferentes manifestações da cultural corporal.  Reconhecer na convivência e nas práticas pacificas. linguagem e expressão.  Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases cientificas. valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.

 Demonstra percepção de ritmo pessoal e grupal nas atividades realizadas.  Sintetiza as informações especificas das práticas corporais.  Identifica as diferentes manifestações da cultura corporal. etc. sobre a atividade física. expressando diversas formas de manifestações culturais. intensidade e freqüência. em diferentes manifestações culturais. criticamente. Reconhece a importância da prática sistemática de atividades esportivas para a promoção de uma melhor qualidade de vida.  Compreende os aspectos relacionados ao movimento do gesto ginástico. lutas.  Analisa e interpreta textos da literatura sobre a importância do esporte para o exercício da cidadania á utilizar os conhecimentos da cultura corporal em diversas situações.  Reconhece a importância da Educação Física no processo de preservação do meio ambiente como um dos principais fatores para a melhoria de vida no planeta.  Demonstra predisposição á cooperação e ao dialogo. mediante critérios.  Organiza torneios.  Respeita as diversidades artísticas.  Interpreta e expressa-se criticamente sobre fatos e informações veiculados. para os momentos de lazer e trabalho de forma a melhorar a qualidade de vida de si e do outro. 27 . rótulos e outros textos relativos ao consumo de medicamentos.  Sabe posicionar-se criticamente sobre orientações e recomendações contidas em bulas. pelas diversas fontes. que vinculem atividades físicas à saúde da pessoa. solidariedade e cidadania. programas adequados de atividades físicas. a qualidade da seleção de atividades e procedimentos adequados à manutenção e/ou à aquisição de saúde. atletismo.  Conhece as regras de diversos esportes.  Atua. ginástica.  Discerne.  Analisa as bases da cultura corporal.  Pratica jogos.  Seleciona.  Expressa-se. danças. além das diferenças de gêneros.  Conceitua: esforço.  Respeita as diferenças individuais da cada participante na realização de atividades que se fundamentam na ação conjunto.  Discerne sobre os programas e procedimentos saudáveis adotados pela sociedade.  Reflete sobre o valor da postura democrática e ética na Educação Física.  Interpreta as bases cientificas da cultura corporal.  Aplica os conhecimentos adquiridos em diferentes fontes às práticas corporais e esportivas.  Transfere e aplicar conceitos e vivências de atividades físicas abordadas na escola.  Pratica esporte com companheirismo.  Joga com destreza os esportes coletivos. suplementos alimentares.  Realiza danças e coreografias associadas à manifestações culturais de afrodescendência e indígenas. com bases cientificas. campeonatos e competições.  Respeita o seu corpo e o do outro.

 Lutas: cabo de guerra.  Jogos locais.  Futsal.  Noções de Fisiologia.  Jogos regionais. futebol de campo.  Utilização dos conhecimentos da cultura corporal.  Princípios do desporto.  Campeonato e torneio esportivos.  Cultura do esporte educacional e de rendimento.  Jogos nacionais. localizada. futebol de campo.  Noções de Anatomia.  Legislação esportiva.  Ginástica rítmica. braço de ferro. boxe e luta livre.  Exercícios físicos. capoeira. Bases Tecnológicas:  Noções de Biologia. aeróbica e musculação. localizada.  Noções de intensidade.  Noções de esforço. basquete e voleibol. contemporânea e de salão.  Dança da cultura local. aeróbica e outras. 28 .  Relação entre Educação Física e meios de comunicação de massa. aeróbica. Karatê. nacional. olímpica.  Fundamentos da expressão corporal.  Noções de intensidade.  Alongamento.  Noções de freqüência. taishishuan. desportiva.  Expressão corporalmente por mímicas. gestos musicais e teatro etc. atletismo. localizada. dança da cultura regional. desportiva. atletismo. manifestações culturais e manifestações populares.  Coordenação motora e percepção visual.  A educação Física como ferramenta no processo de preservação e melhoria da qualidade de vida no planeta.  Ritmo pessoal e grupal. regionais e nacionais. futsal. olímpica.  O valor do esporte numa perspectiva sócio-educacional.  Noções de esforço.  Teoria e prática da ginástica rítmica. olímpica.  Noções de freqüência.  Compreende a dimensão psicoemocional que se expressa por meio das vivencias. audiovisual e tátil. handebol. regional.  Jogos locais: capoeira. judô.  Cultura corporal e Ecologia.  Organização de competições inter e extra-classes.  Ginástica rítmica. ginástica olímpica.  Programas de atividades corporais saudáveis. natural e laboral.  Organização e adaptação de regras.  Programa de saúde corporal e mental.

Fernando Morais de Fonseca. BERBIERI. Esporte Educacional: uma proposta renovada. Carlos da Fonseca. batendo cabeça: os problemas da pesquisa em Educação Física no Brasil. 1992. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Prefeitura Municipal de Teresina. Brasília: MEC. São Paulo: Nemamidades.  Tipos e características de atividades esportivas individuais e coletivas. BRANDÃO. Lei nº 10. Cesar Augusto s.]. Paulo: Cortez. 2001 Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. 2000. Diretrizes Curriculares do Município de Teresina SEMEC. FLORIANO. Educação Física Escolar: da alienação à libertação. Coletivo de Autores. Proposta Pedagógica de Educação Física .CEFET. BRASIL. 1994. 2 ed. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Metodologia do ensino de Educação Física.  Cultura do esporte. 1997. Rio de Janeiro: Shape.328 de 12 de dezembro de 2001.  Historia do esporte. SP: Cortez. JÚNIOR. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física (Ensino médio ) Parâmetros em Ação. 1992. [et.  Práticas de atividades físicas em ambientes naturais. Brasília: MEC.ESEF/ MEE / INDESP. Referências: ALMEIDA.  Manifestações culturais e expressão corporal do Piauí. 1999.  Princípios sócio-educativos e de rendimento dos programas de saúde física e mental. 29 . Petrópolis: Vozes. Metologia de Ensino de EDUCAÇÃO Física São Paulo. São Paulo: Cortez.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Ministério Extraordinário do Esporte – INDESP. COLETIVO DE AUTORES. PMT. 1996. Memórias – Conferência Brasileira de Esporte Educacional.a1. Ministério da Educação. Brasília: MEC. FILHO.  Primeiros socorros. 2000. José Fernandes. 1992. Ministério da Educação. Ministério da Educação e do Desporto. Batendo bola. Cláudio L de Alvarenga. BARBOSA. Projetos e ambientes inovadores: MEC/SEED. Lei nº 9. 2008. Fernando José de. 1999. Recife: UPE . Rio de Janeiro: Central 1996. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. A prática da avaliação física. 1999. PIAUÍ.

3. COMPONENTE CURRICULAR: INGLÊS Carga Horária: 72 h Competências:  Entender a linguagem e suas manifestações como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais.  Reconhecer os diferentes gêneros de texto. Hudson Ventura. Secretaria da Educação. TEIXEIRA.  Integrar as competências gramatical. discursiva. a outros grupos e culturas. 2002. organização e estrutura de acordo com as condições de produção e recepção.  Compreender a interpretação de diferentes expressões em razão de aspectos sociais e/ou culturais. sociolingüística e estratégica.  Tomar como ponto de partida a contextualização sociocultural para a reflexão sobre questões sociais relevantes.  Analisar os recursos expressivos da língua verbal e não verbal relacionando textos/contextos mediante a natureza. Silvino. Editora Saraiva. 1996. Educação Física e Desporto. discursiva.  Utilizar os mecanismos de coerência e coesão na produção oral e/ou escrita. função. Educação Física: da alegria do lúdico à opressão do rendimento. Lei nº 5101 de 23 de novembro de 1999. 30 .Documento informativo do Departamento de Educação Física da Secretaria de Estado.  Integrar as competências gramaticais. sociolingüística e estratégica. função.  Conhecer e usar a Língua Inglesa como instrumento de acesso a informações.UFRGS. 1999. ed. SANTIN. Rio Grande do Sul: EST/ESEF .  Reconhecer os diferentes gêneros de texto. reveladores de outros costumes e visões de mundo. Governo do Estado do Piauí . 1997. organização e estrutura de acordo com as condições de produção e recepção.  Analisar os recursos expressivos da língua verbal e não verbal relacionando textos/contextos mediante a natureza.  Utilizar os mecanismos de coerência e coesão na produção oral e/ou escrita.Secretaria de Governo.

 Descrever a sua cidade e suas particularidades socioculturais e econômicas. charges.  Compreender e usar os sistemas simbólicos da língua inglesa como meio de organização cognitiva da realidade.  Descrever e compreender profissões. discursiva e estratégica. sociais e culturais do Brasil com outros países.  Identificar animais de estimação.  Informar seus gostos pessoais com referência à alimentação. sociolingüística. narrativos e argumentativos. como cartas.  Descrever ações rotineiras.  Integrar as competências gramaticais.  Reconhecer os diferentes gêneros de texto. comunicação e informação.  Descrever características físicas próprias de outras pessoas. 31 .  Identificar e descrever objetos referentes à casa.  Usar corretamente os conteúdos nas formas oral e escrita.  Utilizar estratégias verbais e não verbais para compensar falhas na comunicação.  Relacionar conteúdo abordado com a sua aplicabilidade no mercado de trabalho.  Comparar aspectos geográficos.  Usar corretamente os conteúdos aprendidos nas formas verbal e escrita. poemas. principalmente aqueles que estão presentes na mídia.  Usar corretamente os conteúdos aprendidos nas formas oral e escrita. Habilidades:  Apresentar-se. pela constituição de significados.  Comparar diferentes datas específicas. manuais de instrução e outros textos dos tipos descritivos.  Comparar hábitos alimentares de diferentes países. expressão.  Favorecer a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido em situações de produção e leitura. crônicas.  Apresentar os outros.  Identificar membros da família.

 Preposições: Tempo verbal: futuro simples. Os tempos verbais vistos até o momento. Eiter.  Advérbios de freqüência. LOPES. tempo verbal. Rubens Q. 2002. tempo verbal: passado simples.  Pronomes interrogativos. São Paulo:Moderna. Great Times. Luiz Paulo da Moita. tempo verbal: passado simples. discurso indireto. comparativo e superlativo. pronomes possessivos. tag questions. verbo to be. Técnicas de leitura em Inglês. Sidney. adjetivo. formas de tratamento. conjunções.  Presente perfeito. oblíquos e relativos/cognatos e falsos cognatos. COMPONENTE CURRICULAR: ESPANHOL Carga Horária: 72 h 32 . caso genitivo. 2002. tempo verbal: presente contínuo. futuro contínuo. ALMEIDA.  Pronomes reflexivos. verbos irregulares. adjetivos. futuro com going to. verbos regulares e irregulares. gênero e número de substantivo.  Preposição de lugar. 1999. respostas curtas.  Condicional. O. verbos auxiliares irregulares. substantivos contáveis e não contáveis. nas formas interrogativas e negativas. conjunções. tempos verbais: passado contínuo. presente simples. São Paulo: Ática.Bases Tecnológicas:  Pronomes pessoais. read. Referências: HOLIAENDER. read.  Adjetivos possessivos.  Preposições de lugar.  Voz passiva.  Discurso direto e indireto.  Artigo definido e indefinido. As palavras mais comuns da Língua Inglesa. pronomes reflexivos. Read. GUANDALINI. 1998. Arnon/SANCER.SP: Nonatec. voz passiva. pronomes demonstrativos. pedidos e sugestões. São Paulo: Texto Novo.  Plural de substantivos.

Competências:

 Consolidar da competência leitora e da produção oral e escrita em espanhol;
 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando
textos com seus contextos.
 Compreender e usar a Língua espanhola como segunda Língua geradora de
significados e integradora das nações envolvidas com o Mercosul, do mundo e da
construção da identidade de vários povos e nações.

Habilidades:

 Entender a língua espanhola como instrumento de interação comunicativa inserida
em contextos sócio-históricos e ideológicos;
 Transmitir e processar mensagens escritas, ouvidas e vistas de modo estruturado e
claro;
 Ler com proficiência diversos textos da língua espanhola como instrumento de
interação social;
 Escrever frases e pequenos textos usando as estruturas estudadas;
 Identificar em textos diversos os substantivos, adjetivos e verbos neles presentes;
 Usar corretamente em exercícios e frases as estruturas gramaticais estudadas;
 Compreender a intencionalidade que a linguagem verbal veicula, ou seja, opiniões e
intenções.
 Identificar as relações de sentido das palavras na leitura e produção de textos;
 Inferir o sentido de uma palavra ou expressão considerando o contexto, o universo
temático, os elementos de coesão textual, e da coerência.
 Identificar a temática do texto;
 Analisar criticamente informações dadas ou solicitadas em textos lidos;
 Desenvolver a capacidade de informação, argumentação e produção textual;
 Escrever textos ou outras informações pedidas com base nas informações obtidas;
 Desenvolver uma consciência crítica sobre as possibilidades existentes para a
solução de problemas pessoais, sociais-políticos, usando seu conhecimento de
mundo e as informações sobre os povos de habla hispana.

Bases Tecnológicas:

 Usos de muy e mucho
33

 El verbo gustar, parecer, encantar, doler
 Los posesivos
 Los demonstrativos
 Pronombres interrogativos, exclamativos y reflxivos;
 Los heterosemánticos, heterogenéricos y heterotónicos;
 Verbos regulare en presente de indicativo;
 Numerales cardinales y ordinalres. Pretéritos de modo indicativo y sus usos;
 Pretérito indefinido;
 Verbos irregulares
 Futuro simple;
 Tiempos compuestos;
 Vocabulario temático (la casa, la familia, los alimentos, el vestuario);
 Temas transversales: trabajo y consumo; ética y ciudadanía, salud, trabajo y
consumo).
 Textos del libro básico (periodísticos, poemas, letras de canciones, tiras cômicas,
imágenes, mapas);
 El alfabeto gráfico y fonético;
 Signos ortográficos;
 Artículos definidos, indefinidos y neutro, contracciones;
 Pronomes personales sujetos;
 Presente de indicativo de los verbos ser, estar, estudiar. Beber y trabajar;
 Gênero de los substantivos;
 Número de los substantivos;
 Vocabulario temático (el cuerpo humano, los días de la semana-las profesiones);
 Diferentes maneras de saludar;
 Conjunciones;
 Usos de E e Y, O/U.
Referências:

ALVES, Adda-Nari – MELLO, Angélica. 2000. Mucho. Español para brasileños. São Paulo:
Moderna
BRUNO, Fátima – TONI, Margareth – ARRUDA, Sílvia. 2006. Español: ¡Entérate! São
Paulo: Saraiva

34

EQUIPE DE PROFESSORES DA UNIVERSIDADE DE SALAMANCA. 2002. Español para
todos. São Paulo: Ática
GÓMEZ TORREGO, Leonardo. 2004. Gramática didáctica del español. Madrid: SM
GONZÁLEZ, Concepción. Diccionario de Español para Extranjeros. São Paulo: SM
MATTE BON, Francisco. 2000. Gramática comunicativa del español. Madrid, Edelsa.
MILANI, Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva

5.5.2 - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
COMPETÊNCIA, HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS

COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA

Carga Horária: 180 h

Competências:

 Avaliar as singularidades e as generalidades de diversos contextos nas perspectivas
dialéticas das relações existentes entre a dinâmica social, a transformação do
espaço e os fenômenos naturais;
 Analisar as relações de trabalho, as tecnologias e a formação das grandes redes de
influência social, política e econômica na s transformações do espaço;
 Produzir e aplicar propostas de funcionamento, organização e atuação do estado nos
diferentes níveis de manifestações, buscando o resgate da condição de cidadão de
aluno em meio de micro e macro relações;
 Analisar e comparar interdisciplinamente as relações entre conservação e
degradação da vida no planeta tendo em vista o conhecimento de sua dinâmica e a
mundialização dos fenômenos sociais, culturais, econômicos, tecnológicos e políticos
que incidem sobre a natureza em diferentes escalas: locais, regionais, nacionais e
globais;
 Compreender os elementos cognitivos, afetivos sociais e culturais que constituem a
identidade própria e a dos outros;
 Ler analisar e interpretar os códigos específicos da geografia considerando os como
elementos de representação de fatos fenômenos espaciais;
 Reconhecer os fenômenos espaciais, identificando a singularidade da geografia
piauiense;
 Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre a de gradação da vida
no planeta, tendo em vista o conhecimento da sua dinâmica e a determinação dos
fatores econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza em
diferentes contextos especialmente sobre o espaço local;
35

atual contexto mundial.  Reconhecer a espacialização das contradições e dos conflitos sócio-econômicos e culturais como produto de uma sociedade desigual. analisar e avaliar o impacto das transformações naturais. suas causas e conseqüências sócio – econômicas.  Compreender as relações étnico-raciais por meio da afirmação e valorização das raízes indígenas e afro-brasileiras. como também das relações comerciais com os mercados mundiais.  Pensar o espaço enquanto uma totalidade na qual se passam as relações cotidianas.  Estabelecer relações entre os conteúdos estudados e a realidade piauiense.  Elaborar esquemas que possibilitem a investigação. através da relação entre a sociedade e a natureza. produção e circulação) e as relações individuais e coletivas estabelecidas entre os sujeitos envolvidos.  Analisar e aplicar as várias formas de representação geográfica na localização e na distribuição dos fenômenos naturais e sociais. desvendando as diversas formas de apropriação e ocupação do espaço. tendo em visto a construção de espaço mais igualitário.  Compreender a organização do espaço geográfico piauiense.  Estudar o espaço das comunidades quilombolas do Piauí. e compreensão da formação do espaço brasileiro.  Analisar as relações sociedade/espaço a partir das atividades de produção e consumo entendidas como geradoras de transformações do espaço piauiense.  Analisar as transformações provocadas no espaço em decorrência dos diversos modos e tipos de produção e suas tecnologias diante a nova DIT (Divisão Internacional do Trabalho) enfatizando as políticas ou diretrizes de conservação ambiental. culturais e políticas no espaço geográfico piauiense.  Reconhecer e interpretar a Geomorfologia climática brasileira e a questão ambiental. os diversos tipos de espaços (idéias. analítica e histórica o contexto em que figuram o espaço geográfico.  Entender de forma crítica. sociais econômicas.  Identificar. 36 . Habilidades:  Diferenciar conceitualmente as paisagens.  Compreender os processos migratórios e sua relação com a crise das estruturas produtivas. para a compreensão da articulação dos espaços local/global. observação.  Reconhecer o processo de evolução e distribuição populacional para uma análise de organização e ocupação do espaço territorial brasileiro observando a formação da população brasileira e sua diversidade cultural bem como a urbanização.

 Organização e Ocupação do espaço geográfico: Crescimento populacional e teorias demográficas.  Estrutura política e administrativa do estado: evolução e contradições.  Relação espaço e sociedade. Diversas formas representação cartográficas.  Garantir o reconhecimento da igualdade de valorização das raízes indígenas e africanas no Brasil e na sociedade piauiense ao lado dos demais grupos étnicos. relevo.  Conhecer o espaço dos Sítios Arqueológicos piauiense no contexto da sua história e configuração geográfica.dias e noites. vegetação. Problemas sócio-ambientais. Os movimentos e a localização da terra no sistema solar.  A luta pela Terra no Piauí. Geografia do Piauí e potencialidades turísticas. hidrografia e vegetação. geradoras de transformação do espaço piauiense. Organização do espaço agrário.  Modernização tecnológica nos anos 50 e alterações nas relações cidade/campo. Meio ambiente e sustentabilidade. O espaço agrário piauiense e os problemas sócio-ambientais resultantes dessa organização. Movimentos migratórios inter e interestadual.  Organização da estrutura fundiária. região. Bases Tecnológicas:  Sistematização da Geografia: Contexto histórico geradores do avanço da geografia. 37 . clima.  O meio natural piauiense em seus vários componentes: estrutura geológica. território. clima. a partir das atividades de produção e consumo.  Conceitos do espaço geográfico. hidrografia. Estrutura fundiária.  Analisar o meio natural piauiense em seus vários componentes: estrutura. Modernização da agricultura.  Organização do espaço piauiense: evolução da formação do território piauiense nos vários contextos de sua história.  Os sítios arqueológicos do Piauí.  Estrutura produtiva e desenvolvimento do Estado. clima.  Relação sociedade e natureza: Conceito de meio ambiente e paisagem natural. Análise do meio natural – estrutura geológica. Fontes de Energia e processos de produção.  Fatores geradores dos fenômenos .  Relacionar a estrutura fundiária piauiense com problemas sócio-ambientais dessa organização. como fonte de patrimônio ecológico e cultural. vegetação. estações do ano e fusos horários. Criação das desigualdades espaciais. relevo.  Espaços e suas representações: conceitos de localização e orientação. lugar e paisagem. hidrografia.

o espaço das comunidades quilombolas.  Evolução territorial do Brasil desde a colonização a atualidade. Estrutura fundiária e a organização do espaço agrário. Processos de desenvolvimento do socialismo e do capitalismo.  A construção do espaço geográfico mundial. outras formas de representação. Processo se industrialização brasileira e modernização tecnológica. Parecer CEB. A geopolítica e a economia mundial após a segunda grande guerra.  A formação dos megablocos e blocos regionais. Fusos horários. Estrutura da população brasileira e políticas demográficas.  A questão energética da água e da energia nuclear. BRASIL. o meio natural e seus vários componentes.  Problemas sócio-ambientais. Impactos sociais espaciais resultantes do desrespeito a pluralidade cultural dos povos e nações. Conselho Nacional de Educação. História de lutas e resistência. Referências: BRASIL.  Processo histórico de formação do espaço brasileiro. interpretação do globo terrestre.  Atividade de produção e consumo geradores das transformações do espaço. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. A evolução dos conceitos de geografia política e geopolítica.  A estrutura de produção e sua relação com o desenvolvimento do Estado.  Organização do espaço. A educação das relações Étnico-Raciais e o espaço da cultura indígena e Afro-Brasileira.  Problemas ambientais no mundo globalizado e organização espacial insustentável.  As modernizações tecnológicas e o processo de urbanização. 38 . História e Cultura Africana. relação sociedade e espaço.  Processo de globalização e fragmentos: Conceituações do processo de globalização. Mapa Mundi.  Divisões Regionais do Brasil elaboradas pelo IBGE.  Organização do espaço.  Organização do espaço geográfico brasileiro. Histórias de lutas e resistências. Brasília.  Estruturas fundiárias e modernização da agricultura.  Comunidades quilombolas do Piauí. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio.  Problemas do mundo globalizado. Nº 15/98. Ministério da Educação. A cultura Afro-brasileira e a formação social piauiense. o meio natural e seus vários componentes.  Representação espacial do território brasileiro. Ministério da Educação. Novas tendências da divisão regional do Brasil. Ministério da Educação.  A educação das relações Étnico-raciais e o estudo dos espaços da cultura Afro – Brasileira e da cultura africana.

bem como sua dinâmica na atualidade.SANTOS. A natureza do espaço: Técnica e tempo. Hucitec. O ensino de Geografia no século XXI.Os domínios de natureza do Brasil.  Construir a identidade social com uma educação cidadã que assegure a pluralidade multicultural e pluriétnica. analisar e criticar linguagens e textos históricos. Geografia. Caderno Prudentivo de Geografia. AB’SABER. Azir Nacib. J. 1994. Habilidades:  Identificar as principais transformações econômicas na sociedade e a organização de suas diferentes atividades no processo histórico.  Diferenciar a organização do trabalho. nº 17/95. razão e emoção.  Compreender as relações étnico-raciais por meio de afirmação e valorização das raízes afro-brasileira. São Paulo. Petrópolis: Vozes. ________________. Por uma nova Geografia. segundo relação com as condições históricas às quais se referem ou nas quais foram geradas. São Paulo. Espaço e Sociedade. Milton.  Interpretar. Ática. ________________.W. Presidente Prudente. ______________. e as sociedades humanas como espaços plurais de identidades societárias. caracterizando as formas que assumem ao 39 . 1978. inclusive fontes primárias e o uso de novas tecnologias. Por uma Geografia Crítica na Escola. 1989. São Paulo. Milton. São Paulo: Contexto. São Paulo. Hucitec/ ANPUR. 1982. (org) O fim do século e a globalização. 1992. COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA Carga Horária: 180 h Competências:  Analisar a história concebendo-a e tomando os fenômenos sociais a partir de uma perspectiva abrangente e articulada.  Compreender o caráter histórico das sociedades humanas através do tempo e em qualquer espaço dado. 2ª edição. natureza e sociedade. 2003. VERSENTINI. São Paulo: Ateliê Editorial. SANTOS. ______________.

histórica e cultura afro-brasileira e africana. O helenismo. crenças e ritos.  Garantir o reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas na nação brasileira. As civilizações: economia. política e sociedade.  A Humanidade antes da Escrita: Ásia.  Conhecer e valorizar a pluralidade cultural e sua importância na formação das identidades nacionais. A importância da História para a vida. em diferentes contextos. América Central e do Norte e comunidades primitivas no Brasil e no Piauí. Grécia clássica e mundo oriental. Do mito à razão . regionais e locais. Os conflitos entre os povos semitas.  A América portuguesa: expansão portuguesa no atlântico – montagem da colônia e 40 . O cristianismo.  Conhecer e valorizar a identidade.  Antes da invenção da América: as grandes civilizações. Bases Tecnológicas:  Conhecimento histórico: como se produz a história. visões do mundo e condições de existência.  O mundo feudal. longo do tempo. arcaica.  Compreender a relação entre o conhecimento produzido nas sociedades e suas vinculações político-econômicas. Os Deuses e os homens: teogonia e epopéias. África mediterrânea. Do feudalismo ao capitalismo.  Analisar as questões do poder. O conhecimento das Sociedades Humanas. ao lado das indígenas.  Legados da Cultura médio-oriental: religiosidade. mitos. África e Europa. entendendo a importância das etnias na formação das sociedades.  Analisar criticamente as diversas manifestações de religiosidade e as interações com as várias religiões. Da origem mítica de Roma ao apogeu da República.  Identificar os conflitos de classes e a sua origem no desenvolvimento das forças produtivas. e os movimentos sociais.nascimento da filosofia.  Refletir criticamente em relação aos direitos e deveres do homem/mulher e os limites impostos pelo poder econômico na efetivação dos direitos. européias e asiáticas.  Entender a construção do saber filosófico e científico no ocidente.  O mundo mediterrâneo e o nascimento do ocidente: dos Egeus aos gregos arcaicos. a construção do homem político e seus fundamentos sócio-culturais.

a burguesia e estado absolutista. A classe operária e o movimento sindical. As idéias políticas e sociais dos século XIX – O socialismo. Política do café com leite. A constituição de 1891. restauração e soberania nacional: As classes sociais. social e política do Piauí colonial. Resistências e rebeliões na América portuguesas. Reforma protestante e reforma católica.  A nova ordem – ciência moderna. A escravidão no Piauí. A ciência moderna.  A invenção do Piauí: Os conflitos entre indígenas e colonizadores. O processo de independência no Piauí. 41 . estrutura eclesiásticas. a formação do Piauí. as rebeliões regenciais. o governo português no Brasil no Brasil. Ciclos econômicos. estrutura econômica. Positivismo e Liberalismo. Tenentismo.  Crise da República oligárquica: os movimentos sociais.  O segundo reinado no Brasil: a economia cafeeira.  Da monarquia à República. História e Cultura Africana. A sociedade Colonial: a civilização do açúcar. as lutas entre sesmeiros e posseiros. A era pombalina no Brasil. Revoluções políticas e econômicas da modernidade.  Revolução Francesa. arte barroca e tradição hermética.  Revolução industrial e transformações sócio-culturais: a partilha da África e da Ásia.  Racionalização: absolutismo.  A crise da Pecuária no Piauí. A constitucionalização do Império. A separação de Portugal.  A navegação do Rio Parnaíba. as etapas do processo revolucionário. O século das luzes: racionalismo. disputa ente as correntes políticas: centralismo e federalismo. O Piauí na República Oligárquica. Política dos governadores. A independência dos EUA. A crise do Império.  A Balaiada no Piauí. despotismo esclarecido. consolidação das instituições burguesas.  O advento e a consolidação da república oligarquia: os pressupostos da República Velha. Os movimentos culturais.  A estruturação urbana e a transferência da capital para Teresina.  A educação das relações Étnico-Racionais e o estudo da História e Cultura Afro- brasileira.  Luta de classes na ordem colonial: as razões da escravidão moderna. Cangaceiros e “fanáticos”. otimismo e crítica social. A conquista do interior. O imperialismo inglês e as questões platinas. As “proclamações” da República. A regência. Coronelismo no Brasil. A História de lutas e resistências.

Jango: as reformas de base e a reação conservadora. Os movimentos de resistência ao regime. Flávio de e MIRANDA. A constituição de 1988 e as eleições presidenciais de 1989. Movimento popular sindical e cultural nos anos 50 e início dos 60. História de lutas e resistência. Eleição indireta de Tancredo Neves. A expansão do socialismo. “O Estado Novo”.  A Ditadura Militar: contexto histórico do golpe de 1964. A Constituição de 1937. a natureza política do regime. 2000. Piauí e integração Nacional. As diretrizes econômicas e o endividamento externo.  A educação das relações Étnico-Racionais e o estudo da História e Cultura Afro- Brasileira. “O Estado Novo” e sua implicação no cotidiano piauiense. A História da cultura Afro-brasileira e a formação piauiense. O movimento armado de 1930. Juscelino e o projeto desenvolvimentista. Campanha das “Diretas Já”. América Latina e subdesenvolvimento. Renan Garcia. Os movimentos sociais. A Constituição de 1934 e a polarização ideológica. e História e Cultura Africana. A Revolução Russa de 1917 e a formação da URSS. Descolonização da África e da Ásia. A questão social e as relações internacionais. Nazifascismo: origem e proposições.  Nacionalismo. As diretrizes econômicas do regime. O retorno do governo getulista. A formação do “Terceiro Mundo”. A Primeira Guerra Mundial. Reformulação partidária.  A disputa ente os blocos capitalista e socialista. As campanhas democráticas. Brasil: imposição neoliberal e crise de acumulação capitalista. Crise do regime militar e transição conservadora. Referências: CAMPOS. Crise do capitalismo e grande depressão de 1929. A reorganização do movimento sindical e popular a partir do final dos anos 70.  As duas grandes guerras: Imperialismo e Nacionalismo.  O Mundo atual: a crise do capitalismo e a derrota do socialismo do leste europeu. A crise extrativista e de navegação fluvial do Parnaíba. A História da cultura Africana. 42 . Criação da ONU.  A Era Vargas: O Brasil no contexto da crise de 1929. crise do petróleo e início da crise econômica. Oficina de História – História Integrada. juros flutuantes. O Governo provisório e o movimento constitucionalista. As interventorias. A Segunda Guerra Mundial. O Piauí atual. Capital Estrangeiro e Exportação: a crise do populismo – a campanha de “redemocratização”. O fim da hegemonia européia e ascensão dos EUA. São Paulo: Moderna.  O Piauí no contexto da Revolução de 30.

de fundamento ou sentido. Paulo Miranda. São Paulo: Scipione. DIVALTE Garcia Figueira. encontrar soluções para problemas gerais. Leonel Itaussu A. GOMES. São Paulo: Atual. São Paulo: Saraiva. 1999. 1993. razão e realidade sócio- histórica e política. autonomia intelectual e pensamento crítico. O escravo na formação social do Piauí: perspectivas do século XVIII. Teresina. Gilberto. Tanya Maria Pires. 1991. que pertença à tradição filosófica ou que de alguma maneira se relacione com ela. tanto no plano de sua origem. BRANDÃO. História Geral e do Brasil: trabalho. 10 ed. Editora da Universidade Federal do Piauí. Caminhos das civilizações: da pré-história aos dias atuais. Belo Horizonte: Lê. o horizonte da sociedade e sua relação com a natureza. eventualmente. COTRIM. FARIA. Luiz et al. Ricardo de Moura et al . História do Brasil. KOSHIBA. 2 ed. História (volume único). 1993 (3 volumes).  Articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas Ciências Naturais e Humanas.  Indagar de forma argumentativa e. o entorno sócio-político. José Geraldo Vinci de. 2004. COMPONENTE CURRICULAR: FISIOLOGIA Carga Horária: 108 h Competências:  Contextualizar conhecimentos filosóficos.  Adquirir uma formação ética. 2002. 6 ed. Luís César Amad e MELLO. 2002. 43 .  Desenvolver uma consciência crítica sobre o conhecimento. São Paulo: Ática. poder. nas Artes e em outras produções culturais. São Paulo: Atual. História Global: Brasil e Geral. cultura. Teresina. História Geral das Civilizações. MORAES. Belo Horizonte: Lê.  Compreender questões acerca dos sentidos e da significação da própria existência e das produções culturais. histórico e cultural. A elite colonial Piauíense: família e poder.História.COSTA. 1995. 1977. 222_________________. Fundação Cultural Monsenhor Chaves. quanto em outros planos: o pessoal-biográfico.

 Respeitar a especificidade de estrutura discursiva (cientifica.  Perceber com acontecem as relações materiais de excelência. linguagens e problemas das ciências e das artes. investigativa.  Valorizar o trabalho com o meio de autoconstrução e como esforço necessário a vida compartilhada. 44 .  Ler textos filosóficos de diferentes escolas. potencialidades e dificuldades.  Relacionar a crítica filosófica à promoção da cidadania. segundo suas capacidades. solicitar e fazer esclarecimento.  Reconhecer o real com uma totalidade inter-relacionada. autores e tendências. narrativa.  Perceber-se como ser afetivo e corporal. registros. filosófica moral. Habilidades:  Desenvolver a capacidade crítica e autocrítica. social e cultural. etc. artística. questionadora e reflexiva). textos de diferentes estruturas. o outro e o mundo.  Perguntar.  Desenvolver a capacidade de programatizar a partir da apropriação de conceitos.  Perceber com clareza as relações de poder e vislumbrar alternativas de organização social. Ontologia: o eu. criticar. respeito à pessoa humana e defesa dos direitos dos homens. O real e realidade: experiência do mundo real como interpretação humana.  Ler. Bases Tecnológicas:  SER: Existência autoconsciência.  Reconhecer e compreender a diversidade geográfica. confrontar. recusar interpretações e fazer interpelações.  Compreender o sentido e o significado dos argumentos morais e éticos. tendências e ideologias. opor-se.  Trazer átona e apontar o arsenal da crítica filosófica frente à realidade. Existência essência o ato de filosofar e experiência do logos. biológica. responder.). de modo filosófico.  Desenvolver uma postura filosófica (analítica.

Èdina. Distinção entre ética e moral. Das letras. eti alli. ARANTES. Filosofia: iniciação a investigação filosófica. NASCIMENTO. mítico. Giovane e ANTISSERI.  AGIR: Ética e exercício da cidadania. Maria Lucia de Arruda e MARTINS. A questão da justificação do poder. 1977. Ideologias justiça. Filosofia: a polifonia da razão – filosofia e educação. Dário. relação entre ética e política. REALI. O ensino de Filosofia na Educação de nível médio em Teresina- Piauí: Relação entre formação inicial e prática pedagógica. São paulo: Educ. 1992. Ougária. José Aure. Editora: Ediouro. 1998. Editora: Moderna. Os paradigmas filosóficos. A epistemologia – problemas e limites das ciência. Tema de Filosofia. 2001. A sociabilidade do homem: compartilhamento de valores. 4ª edição. A ética como teoria a atitude integral e da dignidade participativa. Referências: ARANHA. dialética. A aventura das idéias dos Pré – Socráticos a Wittgenstein Rio de janeiro. Guerras e poder. São Paulo: Editora Scipione. 1990. 1995. Para filosofar. Vol. Conhecimento filosófico: atitude filosófica. CHAUÍ. São Paulo: Editora Spione. 1993. Maria Elena Pires. Jostein. II e II. 1995. São Paulo: atual.Editora: Paulos. Ciência e técnica. 45 . RUSSELL. Consciência social e historia real. Fundamentos de Filosofia. Bertrand. Paulo et alli. ideológico. Filosofia e ciências. Historia do Pensamento Ocidental. Convite a filosofia. CUNHA. O problema do uso das ciências – o ideal científico e a razão instrumental. 1992. São Paulo: Editora: Moderna. Os valores éticos - políticos e a dignidade participativa. Utopias e democracia. São Paulo. Noções essenciais de lógica formal. _______Filosofando. MATOS. religioso. Conhecimento/autoconhecimento. simbólica. GAADER. (Dissertação de Mestrado – UFIPI – 2002). Ética e filosofia política: as questões fundamentais do agir. _______. Caminhos e instrumentos do pensar. Discurso filosófico da legitimidade do poder.  CONHERCER: Hermenêutica e epistemologia. São Paulo: editora – Cia. Marilena. São Paulo. A Filosofia e seu Ensino. I. A questão da liberdade. Rio de Janeiro. Os problemas da filosofia. O método da filosofia. História da Filosofia. Os vários modos de conhecimentos – estético. CORDI. cientifico e filosófico como apresentações da realidade. poético. O mundo de Sofia. Zahar. 1997. São Paulo: Àtica. 1996.

Relatório Final. 2000. Editora do Brasil. 1998. Secretaria de Ensino Médio MEC.  Relacionar o surgimento das ciências humanas com o desenvolvimento do capitalismo. BRASIL. Parecer da Câmera de Ensino Superior do MEC nº. 1996..  Compreender e analisar as contradições das relações indivíduo-sociedade.A et alli. Habilidades:  Compreender os fundamentos da sociologia. CARVALHO. a visão do mundo e horizonte de expectativas nas relações com os grupos sociais. H. LEI nº..  Ampliar a compreensão da vida cotidiana. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio: O Conhecimento Filosófico.B. Dez. Em perspectiva 2001. 46 .  Compreender como a revolução tecnológica tem transformado as relações humanas. método e tecnologia). Felipe.394/96. Antinomias no Ensino de Filosofia.  Diferenciar as ciências humanas das ciências naturais (objeto. CEPPAS. 492/2000.BRASIL. COMPONENTE CURRICULAR: SOCIOLOGIA Carga Horária: 108 h Competências:  Compreender como os diversos discursos sobre a realidade social são produzidos em um contexto de diferentes culturas e desigualdades sociais. 9.  Reconhecer os procedimentos do método cientifico como um instrumento para o conhecimento racional da realidade social. Diretrizes curriculares do Curso de Filosofia. O Ensino de Filosofia nas Escolas Publicas e Privadas da Zona Urbana de Teresina (PI): UM diagnóstico Exploratório dos Níveis Médio e Fundamental. BRASIL.A. Diretrizes e Base da Educação Nacional. da ciência política e da antropologia relacionando-os com surgimento da Sociologia. São Paulo.  Identificar como nossas semelhanças e a diferenças entre o mito a Filosofia e a ciência. S.

seja para modificá-la ou para conservá-la.  Compreender as transformações no mundo do trabalho e o papel da Sociologia para explicar reordinamento das relações sociais de produção.  Identificar as novas tecnologias produtivas (materiais e humanas) como geradoras de desemprego. alienação e ideologia para explicar nossas desigualdades sociais. Paradigmas de compreensão e explicação da realidade social: O fato social e 47 .  Compreender os conceitos de classes sociais.  Identificar como mossas semelhanças e diferenças com os outros produzem nossa identidade cultural e social.  Compreender conceito de ação social (weber) para explicar os fenômenos como burocracia e a instrumentalidade da ação.  Investigar o poder dos meios de comunicação de massa na formação humana.  Identificar a capacidade humana de produção material e cultural como fundamental na sua diferenciação em relação em ralação aos outros animais.  Compreender a sociologia como proposta de interferência na realidade social.  Compreender a importância da tolerância cultural para a constituição de uma sociedade menos preconceituosa.  Compreender a diversidade de teorias sociológicas e como elas podem contribuir para conservação e transformação social.  Compreender o espaço escolar como loca de controle social e formação moral.  Compreender a teoria dos modos de produção (marx) para a analise do desenvolvimento humano e tecnológico.  Analisar as relações humanas sob as perspectivas do poder (micro ou macro) e suas importâncias na ordem política contemporânea.  Compreender a necessidade de transformação social para a redução das desigualdades sociais.  Investigar o conceito da cultura de desenvolvimento para analise critica da indústria cultural e suas implicações. No contexto do capitalismo contemporâneo. Bases Tecnológicas:  Sociologia e Ciências: Uma discussão.  Investigar a conduta humana sob as perspectiva dos fatos sociais e da solidariedade (Durkheim).

ecologia e desenvolvimento sustentável. estratificação social. 1990. A interpretação das culturas. _________________. cultura popular e cultura erudita. 2ª edição. LOUIS. José de Sousa. São Paulo: Pioneira. Ensaio de sociologia geral e aplicada. 1976. _________________. público e o provado. Brasília. política e exercício de cidadania. Rio de Janeiro. Ministério da Educação.  Contemporânea: A relação natureza e sociedade. Educação e sociedade. ação social e a relação de poder. Sociologia crítica e educação. a dialética como instrumento de análise crítica e de transformação social. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Émile. Moderna. Notas sobre parelhos ideológicos de estado. 4ª edição. 1998. sociedade e cultura. _________________ Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfose e centralidade no mundo do trabalho. Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensaio Médio. 1997. Brasiliense. FERNANDES. Cortez. ano 9. 1985. Pedro. Instituições sociais. Marilena. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. sistemas de poder. Rio de Janeiro: LCT. 1999. O que é ideologia. São Paulo. Sociologia e Sociedade. 1999. nº 46. Referências: ALTHUSSER. o protagonismo juvenil e a violência no mundo.  Sociologia e Sociedade: Uma discussão conceitual. 1978. São paulo. CHAUÍ. 1999. regimes políticos. a cultura como elemento socializador. São Paulo. Sociologia: Uma introdução crítica. 1960. COSTA. democracia e cidadania. Clifford. as relação interétnicas e relação de gênero. 48 . a indústria da cultura.  Cultura e Ideologia: Função e papel da ideologia. Cia editora Nacional. os movimentos sociais e as relações de poder. BRASIL. São Paulo. DURKHEIM. Os aparelhos ideológicos de estado. GEERTZ. formas de governo. DEMO. Guanabara. relação indivíduo-sociedade. 1989. 1987. o trabalho na sociedade contemporânea. socialização. abril/jun. ANTUNES. Melhoramentos. trabalho e sindicato: reestruturação produtiva no Brasil e na Inglaterra. exclusão social. Marialice e MARTINS. Cristina. São Paulo: Atlas. Ricardo. (AIE). Biotempo. Florestan. Rio de Janeiro. Brasília. classes sociais. Neoliberalismo. sociedade e individuo. grupos sociais. São Pauço. São Paulo. In em ABERTO. FORACCH. a diversidade cultural. cultura e capitalismo contemporâneo. As Regras do Método Sociológico. a mundialização do capital e a relação local x global.

Carlos B.  Vivenciar os conceitos de fé como resposta livre e consciente ao dom do transcendente. conforme designa a sua tradição religiosa. cooperando para o bem da sociedade na obra criadora. produção em Marx e Engels. a criatividade e o domínio da linguagem tecnológica. Coleção Primeiros Passos. mediante desempenho profissional. São Paulo. 8ª edição. respeitando as diversas manifestações culturais e religiosas para o exercício d uma postura ecumênica numa convivência harmoniosa e de fé. Max.  Adquirir noções teóricas das religiões vivenciadas pelos povos. e ENGELS. G. Rio de Janeiro: Brasiliense. Metodologia das Ciências Sociais.  Valorizar a dignidade pessoal. NOGUEIRA. Rio de Janeiro: civilização brasileira. Ideologia alemã. Gramsci e a escola.GRAMSCI. 1991. Antonio. 1991. São Paulo: Cortez. 2ª edição. autores associados. demonstrando auto-estima e compreender-se como sujeito d trabalho. 1993. Luna. frente a si mesmo e na sua relação com o mundo. Saber. COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO Carga Horária: 36 h Competências:  Vivenciar experiências que demonstrem realização como pessoa humana integral. capacitando-se a tomar decisões com base em parâmetros que o leve a realizar o seu projeto de Deus. São Paulo: Ática. MOCHCOVITCH. Educação. consciente da realidade pessoal. MARX. Habilidades: 49 .  Valorizar a vida. I e II. WEBER. 1993. MARTINS. O que é Sociologia. K. Hucitec. Os intelectuais e a organização da Cultura. assumindo a sua co-participação na construção de uma sociedade justa e fraterna.  Agir eficiente e efetivamente em ralação as diversas riquezas naturais ao identificar- se como bom administrador da criação divina. São Paulo: Cortez. 1990. v. aprofundando-se por meio dos fundamentos da fé. 1995. Maria Alice. F.

 Perceber-se como ser que compreende o valor da vida conforme sua matriz e tradição religiosas. Reconhecer a Fe e amor ao transcendente como verdadeiro sentimento capaz de prover os valores essenciais da vida.  Aprofundar os conceitos de fé no desenvolvimento de sua maturidade.  Estabelecer distinções entre valores e contra-valores presentes na sociedade. elementos essenciais à vida humana. o profano e o sagrado. costumes.  Identificar o significado da sexualidade humana.  Desenvolver potencialidade como elemento de auto-realização e preparo para o exercício consciente da cidadania.  Aplicar em sua vivencia questões inerentes a fé e à vida.  Cultivar a auto-estima frente a diferentes situações familiares e sócio-culturais. os mitos.  A diversidade cultural e religiosa: as culturas e tradições religiosas. ao desenvolver relações de ajuda e compreensão mútua. promovendo a saúde e a valorização do próprio corpo.  Preservar os recursos naturais como criação de Deus e de homens e mulheres. respeitando a pluralidade cultural e religiosa. política e cidadania. a matriz ocidental. africana e indígena.Fé.  Informar-se sobre a diversidade religiosa e cultural visando o diálogo inter-religioso.  Reconhecer a capacidade especial do Sr humano de perceber-se como ser incompleto capaz de apresentar mudanças de atitudes em conseqüência de uma mudança interior.  Informar-se sobre a diversidade religiosa que influenciam na formação do povo brasileiro: cristianismo e religiões indígenas e africanas. as formas de organização social advinda da fé como projeto de vida digna e justa fé como instrumento de cidadania e de participação política e ética. Os símbolos religiosos. Religiosidade popular. oriental. festas religiosas. 50 .  Argumentar se as diferenças existentes em sala de aula. a fé como instrumento de mudança. tendo como princípios os fundamentos da Fé. as práticas religiosas e a nova era.  A relação fé sociedade e política.  Observar com criticidade e ética as influencias que os meios de comunicação exercem sobre a pessoa humana e os grupos sociais. para uma convivência fraterna e um maior desempenho como ser social.

São Paulo. fé e vivência. Relacionamento de amor e compromisso com a família. ALVES. oração e diálogo com Deus. esperança. Jamil. São Paulo. Estudos nº 49. 1975 BRONOSWSWKI. Petrópolis: Vozes. Marcelo de C. Edições 70. Valores da vida – humildade. O que é religião. Vozes. lugar do sagrado. BARROS. FIGUEREDO. auto-estima. 1981. Revista de Educação – Brasília – AEC. O que é Igreja. BOFF. Félicien. Loyola. Petrópolis. Relacionamento de amor. São Paulo. S/d. tendências e desafios. Mercea. A Afro-America: a escravidão no novo mundo. DUSSEL. Henrique.Bases Tecnológicas:  Os valores e atitudes. Cleide Rita e outros. São Paulo. A Igreja. CHARLLAYE. Wolfgang. 1995 HADDAD. Lisboa. etc. O Humano. BARBOSA. O que é Islamismo. Edições 70.: Metodologia do ensino religioso novas perspectivas. Ética comunitária. Magia. Lisboa. religiões e seitas no Brasil: Pelicano. Paulinas. 1982. 1995. perdão e humildade. Modernidade e cristianismo: o desafio da inculturação. 1995. criatividade. Vozes. CARDOSO. CNBB – O Ensino Religioso. Leonardo. O Sagrado e o profano: a essência das religiões. Vozes. direitos. valores e deveres. Olho dágua. 1993. tolerância. Testemunho. Paulo Evaristo. ALMEIDA. Petrópolis. O ensino religioso: perspectivas. ELIADE. 1996 BENINCA. 1994. Projeto educativo e ensino religioso na escola: proposta pedagógica. Ibrasa. Ciro F. Brasiliense. 19932. São Paulo. Ruben. A unidade nas diferenças: ecumenismo religioso e diálogo entre os povos: Petrópolis. Anísia de Paulo. ARNS. O homem e o sagrado. compromisso. livre arbítrio. m. 1992. Roger. São Paulo: Brasiliense. O ensino religioso na escola. 1988. Revista de Educação – Brasília/AEC do Brasil. Rosamaria C. AZEVEDO. 1981. As grandes religiões. Lisboa. Vozes. Marcelo. Referências: ANDRADE. 1996. O destino do Homem e do Mundo. amor e liberdade. Brasiliense. liderança. Respeito. 1981. São Paulo: Brasiliense. GRUEN. 51 . Petrópolis. ciência e civilização. São Paulo. J. verdade e justiça. et alli. CAILLOIS.

 Identificar os pontos de máximos e mínimos de cada função. HABILIDADES E BASES TECNOLÓGICAS COMPONENTE CURRICULAR: MATEMÁTICA Carga Horária: 216 h Competências:  Compreender a linguagem matemática lendo e interpretando fenômenos naturais.CIÊNCIAS DA NATUREZA. Rio de Janeiro. 1987.  Identificar objetos geométricos. Petrópolis. Vozes. Origem da religião. Ecumenismo e ensino religioso na escola pública. 1978. São Paulo. São Paulo: ave Maria. classificando-as quanto a seu crescimento e decrescimento.5. Caminhos para a unidade cristã. TERRA. físicos. sócio – econômicos. SCAMPINE. Paulinas. J. São Paulo. naturais e sociais do cotidiano. Loyola. Leonardo. s/d. Dicionário das Religiões. HINENLLIS.  Utilizar conhecimentos matemáticos para intervir de modo critica no cotidiano.E. Círculo do Livro. São Paulo. José. pe. Judaísmo.N.  Analisar. 1998. s/d.  Construir modelos funcionais lineares úteis ao estudo de situações novas. 1989. A liberdade religiosa nas constituições brasileiras. 52 .3 . Lisboa/ São Paulo.. Habilidades:  Conhecer de maneira geral as funções matemática. 2002. Arthur. questionar processos físicos. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – ensino religioso. 5. Verbo.  Realizar aferições de dimensões.  Construir os gráficos de cada função.HERTZBERG.  Utilizar os processos de resolução de problemas matemática para enfrentar os problemas do cotidiano. MARTINS. MOURA. MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS COMPETÊNCIAS. JOHN. formas e suas relações.  Interpretar o comportamento de funções. Dom. interpretando suas relações. SDB.

 Trabalhando a probabilidade no cotidiano.  Perceber como teorias e práticas matemáticas foram criadas.  Métricas: área e volume dos sólidos. Bases Tecnológicas:  Noções de funções. analisar matematicamente a probabilidade de ocorrer um fato.  Funções seno.  Trigonometria.  Estimar e fazer generalizações. 53 .  Função Exponecial.  Manusear os números complexos para as outras áreas do conhecimento.  Função inversa.  Estimar e fazer generalizações. cosseno e tangente.  Funções analíticas e não analíticas.  Nomenclatura de poliedro. semelhança.  Interpretar corretamente situações problemas.  Reconhecer e analisar padrões dos números complexos.  Funções lineares.  Manusear instrumentos de medição.  Função Logarítmica.  Geometria plana: Semelhança e congruência.  Reconhecer e analisar a conjectura dos polinômios. representação de figuras.  Reconhecer e analisar padrões em seqüência numérica. desenvolvidas e utilizadas.  Taxas de variações.  Trabalhar a trigonometria no cotidiano.  Compreender.  Função composta.  Geometria Espacial: tipos de poliedros.  Função Quadrática.  Geometria analítica.  Reconhecer figuras simétricas. classificação de sólidos.

 Progressões aritméticas.  Medidas geométricas.  Operações com números complexos.  Entender a entropia e avaliar a degradação de energia.  Probabilidade. fundamentadas no conhecimento de fenômenos físicos.  Medida de ângulos.  Triângulos qualquer.  Conhecer as transformações gasosas.  Transformação de arcos.  Construir argumentações.  Enfrentar situações-problema valendo-se do conhecimento de fenômeno físico para resolvê-los.  Operações com polinômios.  Progressões geométricas. 54 . baseando-as no conhecimento de fenômenos físicos.  Analise combinatória.  Elaborar propostas que visem ao bem-estar social.  Logaritmos. COMPONENTE CURRICULAR: FÍSICA Carga Horária: 180h Competências:  Dominar a linguagem cientifica e traduzir as linguagens matemáticas. físicas e discursivas entre si.  Triângulos retângulos.  Polinômios.  Números complexos.  Compreender os fenômenos físicos e sua aplicação na produção tecnológica.  Seqüências numéricas.

 Saber relacionar.  Saber descrever movimentos de corpos celestes.  Avaliar as acelerações em situações em que são conhecidas as velocidades de um objeto e m sucessivos momentos. utilizando linguagem vetorial. piscinas). em termos da lei de gravitação universal (dimensionar velocidade e altura de satélites estacionários. aceleração gravitacional da Terra e os movimentos de corpos celestes ou de satélites artificiais com o principio universal de atração entre massas. oscilação forçadas e ressonâncias. demonstrar as leis de Kepler). na potência e velocidade.  Formular e quantificar energias potenciais (gravitacional e elástica) e utilizá-las na determinação da posição em função do tempo. fazendo uso desse conhecimento em situações reais. na prática.  Associar a variação da quantidade de movimento de um objeto á força aplicada sobre ele e á duração dessa força. rios. números de rotações em movimentos circulares.  Analisar movimentos harmônicos simples e outros tipos de movimentos. 55 .  Relacionar força peso.  Reconhecer a conservação da quantidade de movimento angular em situações da vida diária e prever situações de equilíbrio e desequilíbrio utilizando o conceito de centro de massa.  Identificar numa situação real a existência de energia cinética e de energia potencial. descrever deslocamento e representar velocidade ou acelerações.  Compreender relações que envolvam movimentos amortecidos. princípios e variações relevantes na formulação e resolução de situações-problema de natureza geral. Habilidades:  Localizar posições.  Utilizar o conceito de energia mecânica (cinética mais potencial) para a previsão de movimentos reais em situações em que ela aproximadamente se conserva. períodos.  Localizar temática.  Relacionar deslocamentos angulares.  Identificar ação e reação.  Analisar a condição de equilíbrio de um objeto em termos do cancelamento das forças e dos toques agindo sobre ele.  Analisar pressão em determinada profundidade de um fluido (lagos.

 Utilizar o conhecimento do calor específico e do calor latente.  Reconhecer calor como energia transferida do mais quente para o mais frio.  Reconhecer situações em que a luz é percebida como partícula. correntes e resistência.  Distinguir calor.  Calcular as forças de interação entre cargas isoladas ou objetos carregados. corrente.  Reconhecer situações em que ocorre reflexo total. campo. interpretando suas linhas de força e superfícies equipotenciais. a partir de propriedades termicamente sensíveis.  Compreender que o campo elétrico no interior de um condutor eletrostático em equilíbrio é nulo.  Conceituar potência e avaliá-la em função de tensão. volume e temperatura utilizando a equação geral dos gases ideais. em exemplos práticos (como no uso de agasalho).  Calcular variações de pressão.  Representar graficamente campo elétrico e potencia elétrico. em função de sua configuração.  Relacionar e usar os conceitos e as unidades de carga.  Avaliar temperaturas.  Relacionar calor e trabalho como formas de troca de energia e quantificá-los. comprimento de uma barra ou cor de uma chama. tais como: volume de um gás.  Reconhecer bons e maus condutores usuais de corrente elétrica. em situações do cotidiano.  Ter noções de distancia e de tempo nas escalas cósmicas. e temperatura. em situações práticas e processos biológicos. potencial e força. Bases Tecnológicas:  Introdução à Física  Forças e interações  Lei fundamental dos movimentos  Impulso e quantidade de movimento  2ª lei de Newton  Queda livre e plano inclinado 56 .  Identificar fenômenos eletrostáticos intencionais e acidentes do cotidiano.  Interpretar imagens produzidas por refração de luz.

Refração da luz e lentes  ONDAS: Classificação e elementos Velocidade de propagação Reflexão.Trabalho e energia interna .Máquinas térmicas  ÓPTICA: .Estudo dos gases  TERMODINÂMICA: .Calor específico .Princípios da termodinâmica .Teorias sobre a luz .Princípios das trocas de calor . refração e superposição Ondas estacionárias 57 .Capacidade térmica .  TERMOLOGIA: .Escalas e conversões .Reflexão da luz e espelhos . Lei da ação e reação  Lei da inércia  Gravitação: as órbitas dos planetas e satélites  Lei da gravitação universal  Força centrípeta  Estática dos fluidos  Energia  Trabalho e potência.Quantidade de calor sensível .Temperatura e sua medida .Calor sensível e calor latente .Dilatação térmica  CALORIMETRIA E GASES: .

Física Básica – Volume Único. São Paulo: FTD.  ACÚSTICA: Ondas sonoras Fenômenos sonoros  ELETRODINÂMICA: Corrente elétrica Resistência elétrica Leis de Ohm Potência dissipada Associação de resistores Geradores Receptores Circuitos elétricos  ELETROMAGNETISMO: Imãs Fenômenos magnéticos Campo magnético Força magnética Motores elétricos Fluxo magnético Lei de Faraday Lei de Lenz  ELETROSTÁTICA: Processos de eletrização Força elétrica Lei de Coulomb Campo elétrico Linhas de força Trabalho e potencial elétrico Capacidade de um condutor Capacitores Referências: Nicolau Gilberto Ferraro & Paulo Antonio de Toledo Soares. Física completa. R. Editora: Atual 2ª edição BONJORNO. A et. Al. 2003 58 .

Física. estimativas e medidas que envolvem a transformação dos materiais.  Compreender os fatos eletroquímicos sob o ponto de vista macro e microscópico.  Compreender as ligações químicas como base na formação dos componentes naturais e artificiais.  Construir conceitos para compreensão dos fenômenos químicos naturais ou provocados decorrentes da variação de energia.  Conhecer métodos de controle da rapidez das reações químicas. bem como os códigos e símbolos relacionados.  Compreender que a coexistência de reagentes de produtos em algumas reações químicas conduzem a um estado de equilíbrio. Djalma Nunes da Silva. Antonio e ALVARENGA.  Compreender a evolução histórica para a construção da Tabela Periódica dos elementos químicos. bem como os códigos e símbolos nomenclatura a eles relacionados. 2003 PARANÁ.  Compreender o balanço energético envolvido na dinâmica de uma transformação química até o equilíbrio. quantitativos.  Compreender o uso de alguns medicamentos no combate a algumas enfermidades dos seres vivos. São Paulo: Moderna. 2003 MÁXIMO. São Paulo: Ática. 59 .  Compreender a evolução das idéias sobre pilhas e eletrólise e sua importância para o desenvolvimento de novas tecnologias na produção de energia elétrica e de metais.  Correlacionar o comportamento dos gases com o estado mais simples para se descrever modificações ao nosso redor.  Demonstrar conhecimentos sobre as transformações químicas e a obtenção de novas substâncias. Física. Série Brasil. Física. 200 COMPONENTE CURRICULAR: QUÍMICA Carga Horária: 180 h Competências:  Compreender os fatos químicos sob o ponto de vista macro e microscópico. Beatriz.  Conhecer as interações inter e intramoleculares e associá-la à maior ou menor estabilidade das moléculas. Alberto. São Paulo: Saraiva.GASPAR.  Compreender as idéias de evolução da constituição da matéria.  Caracterizar a natureza dos compostos químicos agrupando-os de acordo com a semelhança de propriedades.  Compreender dados qualitativos.

60 . Compreender as leis que regulam as proporções entre reagentes e produtos em uma transformação química  Conhecer os fatores energéticos que regem as transformações químicas.  Compreender a evolução histórica da química do carbono e o conseqüente desenvolvimento de suas funções.

 Destacar as aplicações. identificando códigos. ocorrência e obtenção dos elementos químicos das várias famílias da Tabela Periódica. através de experimentos. as características diferenciadoras dos fenômenos químicos naturais e provocados. 61 .  Reconhecer a importâncias dos gases\para os seres vivos e outras\aplicações no cotidiano.  Descrever o estado gasoso com base na teoria cinética e expressá-lo como uma relação entre pressão. temperatura e quantidade de matéria (mol).  Associar as transições eletrônicas como base para interpretação do espectro atômico.Habilidades:  Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da química e vice-versa.  Reconhecer a natureza das ligações químicas. beta e gama.  Aplicar as leis que regem as transformações químicas e sua relação com outras áreas na resolução de situações reais.  Relacionar os isótopos úteis ao homem.  Prever a entalpia de uma reação química.  Identificar a produção ou consumo de energia como agente promotor das transformações da matéria.  Denominar os vários de ligações químicas e associar com maior ou menor grau de estabilidade dos compostos formados.  Reconhecer métodos atômicos num contexto histórico-sócial relacionados à organização macro e microscópica da matéria.  Identificar as características de sólidos e líquidos.  Reconhecer.  Explicar a constituição e propriedades da matéria com base em modelos atômicos quânticos.  Reconhecer a estabilidade do núcleo atômico através da emissão de partículas subatômica: alfa.  Correlacionar as propriedades dos elementos químicos com sua posição na Tabela Periódica atual.  Identificar as propriedades físicas e químicas de substâncias e conhecer os processos de separação e classificação das mesmas. símbolos e termos conceituais relativos à química.  Associar as interações inter e intramoleculares com as propriedades de substâncias polares e apolares.  Relacionar a formação e ruptura da ligação química com energia térmica. volume.  Conhecer as diversas grandezas e as unidades de medidas e equipamentos utilizados na estimativa e previsões da composição e do rendimento das transformações dos materiais.  Reconhecer elementos artificiais e naturais.  Reconhecer a natureza elétrica da matéria.

alimentos. com base na estrutura eletrônica. 62 . Identificar substâncias e classificá-las de acordo com as funções ácido. base. as unidades de medida utilizadas e identificar fenômenos eletroquímicos naturais ou provocados.  Explicar os ciclos da água. descongestionantes. base.  Avaliar as implicações à saúde humana e ao meio ambiente decorentes dos descartes de materiais. nitrogênio e gás carbônico na natureza. do oxigênio.  Associar o valor da constante de equilíbrio com o grau de extensão de uma reação química. vermífugos.  Reconhecer a importância dos combustíveis e materiais fósseis. ambientais e políticos resultantes.  Correlacionar o controle sobre o equilíbrio químico com a produção comercial de insumos agrícolas.  Aplicar as leis que regem os processos eletrolíticos e calcular rendimento.  Reconhecer o papel histórico da química orgânica.  Aplicar o primeiro e o segundo princípio da termodinâmica para previsão qualitativa e quantitativa da extensão e estado de equilíbrio de uma transformação química.  Explicar a formação de cadeias com átomos de carbono e consequentemente definir as funções próprias da química orgânica.  Identificar.  Reconhecer o uso de indicadores para a identificação do caráter ácido e básico das substâncias. proteção e obtenção de metais puros.  Correlacionar a estrutura espacial e geométrica com as propriedades dos compostos orgânicos. anti-inflamatórios.  Reconhecer a ação dos anti-ácidos. os diversos tipos de ligação do átomo de carbono.  Escrever corretamente as fórmulas químicas e nomear oficialmente ácido.  Avaliar a interferência humana no equilíbrio de ciclos geoquímicos da água e de gases e os impactos socioeconômicos.  Reconhecer a necessidade de preservação de recursos naturais.  Aplicar as regras de nomenclatura oficial (IUPAC) aos compostos orgânicos. sais e óxidos.  Identificar as reações associadas aos compostos orgânicos.  Reconhecer e relacionar os termos conceituais relativos à eletroquímica.  Identificar propriedades físicas e químicas de agentes oxidantes e redutores.  Destacar a ocorrência dos metais no meio ambiente. colírios em seres vivos. e entender a constituição e funcionamento das células eletroquímicas (pilhas e baterias) e explicar a produção de energia elétrica.  Identifica os fatores que perturbam o equilíbrio químico. sais e óxidos. medicamentos e outros produtos industriais  Reconhecer a lei de Lavoisier e de Proust na conservação e proporcionalidade da massa de reagentes e produtos numa transformação química  Energia e transformações químicas.

Postulados da teoria cinética dos gases. Números quânticos. Compostos inorgânicos e suas relações com o meio ambiente. sais. Propriedades gerais de metais. Interações intermoleculatres e intrarmoleculares. Propriedades\gerais dos sólidos e líquidos. Ligação metálica. Uso de indicadores. distinção: colóide versus solução. Titulometria ácido- base. A equação de Van der Waals para gases reais. isótopos. Número atômico. Símbolos e fórmulas.  SOLUÇÕES: Aspectos qualitativos das soluções: conceito. volume e número de moles. Equações químicas. Arquitetura molecular (geometria espacial). Emissão de partículas subatômicas. óxidos.  MODELOS DE LIGAÇÕES QUÍMICAS: Modelo iônico. não metais e semi metais. Desvio do comportamento ideal. bases. Soluções usadas no cotidiano.  Energia e transformação química. Modalidades de energia e suas interconvenções. pH caseiros. Teste da chama. Propriedades e reações.  MODELOS ATÔMICOS: Evolução histórica sobre os modelos atômicos: de Leucipo e Demócrito a Schödinger. Propriedades periódicas e aperiódicas. modelo covalente. Modelo atômico quântico e a configuração eletrônica dos elementos: Como estão estruturados períodos e grupos. Classificação dos elementos químicos de acordo com sua posição na tabela.  UNIDADES QUÍMICAS: Princípio de Avogadro.  ESTADO GASOSO: Lei dos gases ideais.  COMPOSTOS INORGÂNICOS: Principais funções: ácidos. relacionado a massa. Átomo-grama. Massa atômica e molar.  ELETROQUIMICA 63 . Lei da conservação da matéria e energia. molécula-grama. Radioatividade. Propriedades coligativas. Efeitos nocivos da radiação. O mol. Pressão atmosférica e mudanças ambientais. Transformações físicas e químicas. Hipótese e Avogadro. Espectro atômico. isóbaros e isótonos.  TABELA PERIÓDICA: Aspecto histórico da tabela periódica. classificação. Aspectos quantitativos das soluções: expressões e cálculos das unidades de concentração das soluções: processo de diluição. Liquefação de gases. Classificação das substâncias. Bases Tecnológicas:  CONCEITOS QUÍMICOS FUNDAMENTAIS: Tipos da matéria: Substâncias e misturas. Número de massa. Classificação dos sistemas materiais. Metais pesados e meio ambiente. Notação e nomenclatura IUPAC. Teoria de ácidos e bases.

Lei de Lvoisier  CINÉTICA QUIMICA Lei da ação das massas. 64 . Energia livre e espontaneidade. Energia de ativação e catálise. Reações eletroquímicas: semi-reações. Equilíbrio ácido-base. Aplicações: pilhas e acumuladores. Leis de Faraday: eletrólise. Equilíbrios heterogêneos. Leis das reações químicas. Cálculos estequiométricos. oxidante. eletrodo. redutor. reação global. condutor. Mol e Número de Avogadro. Aplicações cotidianas. Reação química como fonte de energia: Aplicação da Lei de Hess.  EQUILIBRIO QUIMICO Aspectos macroscópicos e microscópicos do equilíbrio químico. Constante de equilíbrio. ajuste. Soluções tampões. redução. Fatores que afetam a velocidade de reação química. Equação de Nernst.  TERMOQUIMICA Primeiro e segundo princípios da termodinâmica. Velocidade de reação e equilíbrio químico. Temperatura termodinâmica. Equilíbrio químico nos seres vivos. Escala de pH. Conceitos gerais (oxidação. Cálculos de fórmulas.  CÁLCULOS QUIMICOS Balanceamento de equações. corrosão e galvanização.  LEI DAS COMBINAÇÕES QUÍMICAS Lei de Proust. Impactos econômicos da corrosão. células eletroquímicas). Teoria das velocidades de reação. Fatores que perturbam o equilíbrio químico.

Medidas calorimétricas.
 CICLOS BIOGEOQUIMICOS
Ciclo da água no ambiente e seres vivos;
Ciclo do Oxigênio;
Ciclo do Nitrogênio;
Ciclo da gás carbônico;
Química e o meio ambiente;
Tratamento de resíduos industriais.
 ESTRUTURA DAS MOLÉCULAS ORGÂNICAS: Hibridações do carbono. Ligações
 e . Cadeias carbônicas. Isomeria constitucional e espacial;

 ESTUDO DAS FUNÇÕES ORGÂNICAS: Hidrocarbonetos: alcanos, alcenos, alcinos,
alifáticos cíclicos e aromáticos; Haletos orgânicos; Funções oxigenadas: alcoóis,
fenóis, éteres, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos e ésteres; Funções
nitrogenadas: aminas, amidas e nitrilas), Notação. Nomenclatura IUPAC.
Propriedades físicas. Métodos de obtenção. Reações características. Importância;
 PETRÓLEO E CARVÃO MINERAL: Obtenção. Aplicações. Fracionamento do
petróleo e principais derivados: GLP, gasolina, querosene, óleo combustível, óleo
lubrificante, asfalto;
 POLÍMEROS: Polímeros naturais e sintéticos. Métodos de obtenção. Aplicações. Os
polímeros no cotidiano;
 COMPOSTOS ORGÂNICOS DE INTERESSE BIOLÓGICO: (Aminoácidos e
proteínas; Lipídios; Carboidratos), Definição: Classificação, Estrutura e atividade;

Referências:

FONSECA. M. R. M. Completamente Química: Química Geral, São Paulo:FTD, 2001.
__________________, Completamente Química: Físico-Química, São Paulo:FTD, 2001
__________________, Completamente Química: Química Orgânica, São Paulo:FTD,
2001
BELTRAN, NO CISCATO, C.A Química. Coleção Magistério, 2 grau. São Paulo: Cortez,
1991.
CHASSOT, A, A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderno, 1997
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo.
São Paulo: Paz e Terra, 1997.

65

COMPONENTE CURRICULAR: BIOLOGIA

Carga Horária: 180 h

Competências:

 Reconhecer e utilizar adequadamente na forma oral e escrita símbolos, códigos e
nomenclatura da linguagem científica;
 Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e
representações: sentenças, equações, esquemas, diagramas, tabelas, gráficos e
representações geométricas;
 Consultar, analisar e interpretar textos e comunicações de ciência e tecnologia
veiculados através de diferentes meios;
 Elaborar comunicações orais ou escritas para relatar, analisar e sistematizar eventos,
fenômenos, experimentos, questões, entrevistas, visitas, correspondências;
 Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relação a temas de ciência e
tecnologia;
 Identificar em dada situação-problema as informações ou variáveis relevantes e
possíveis estratégias para resolvê-la;
 Identificar fenômenos naturais ou grandezas em dado domínio do conhecimento
científico, estabelecer relações; identificar regularidades, invariantes e
transformações;
 Selecionar e utilizar instrumentos de medição e de cálculo, representar dados e
utilizar escalas, fazer estimativas, elaborar hipóteses e interpretar resultados;
 Reconhecer, utilizar, interpretar e propor modelos explicativos para fenômenos ou
sistemas naturais ou tecnológicos;
 Articular, integrar e sistematizar fenômenos e teorias dentro de uma ciência, entre as
várias ciências e áreas de conhecimento;
 Compreender o conhecimento científico e o tecnológico como resultados de uma
construção humana, inseridos em um processo histórico e social;
 Compreender a ciência e a tecnologia como partes integrantes da cultura humana
contemporânea;
 Reconhecer e avaliar o desenvolvimento tecnológico contemporâneo, suas relações
com as ciências, seu papel na vida humana, sua presença no mundo cotidiano e
seus impactos na vida social;
 Reconhecer e avaliar o caráter ético do conhecimento científico e tecnológico e
utilizar esses conhecimentos no exercício da cidadania.

66

Habilidade:

 Apresentar suposições e hipóteses a respeito de fenômenos biológicos em estudo;
 Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico aprendido, através de
textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes, etc;
 conhecer diferentes formas de obter informação, selecionando aquelas pertinentes
ao tema biológico em estudo;
 Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em biologia, elaborando conceitos,
identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações;
 Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais e vegetais.
 Relacionar os diversos conteudios conceituais de Biologia na compreensão de
fenômenos;
 Estabelecer relação entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico;
 Selecionar e utilizar metodologias cientificas adequadas para a resolução de
problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na analise de
dados coletados;
 Utilizar noções e conceitos de biologia em novas situações de aprendizado;
 Reconhecer a biologia como um fazer humano e, portanto, histórico, fruto da
conjunção de fatores sociais, políticos, econômicos, culturais, religiosos e
tecnológicos;
 Identificar a interferência de aspectos místicos e culturais nos conhecimentos do
senso comum relacionados a aspectos biológicos;
 Reconhecer o ser humano como agente paciente de transformações intencionais por
eles produzidas no seu ambiente;
 Identificar as relações entre os conhecimentos científicos e o desenvolvimento
tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as
concepções de desenvolvimento sustentável.
 Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados
em microscópios ou a olho nu;
 Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da biologia;
 Conhecer diferentes formas de obter informação, selecionando aquelas pertinentes
ao tema biológico em estudo;

Bases Tecnológicas:

 Classificação dos seres vivos: O sistema de classificação de Lineu, As regras de
nomenclatura, Sistemas naturais de classificação, A teoria sintética da evolução e
onceito biológico de espécie, Evolução e sistemática, Construindo um cladograma,
Classificação geral dos seres vivos

67

Filo Annelida. Respiração. Liquens. Tipos de sistemas caulinares. Répteis. Aves. Disposição dos tecidos nas folhas. Vírus de animais. Osteichthyes. Os tecidos primários das angiospermas. Modos de vida dos fungos. Excreção. Filo Platyhelminthes. Ciclos de vida nas algas.  Histologia das angiospermas: A germinação das sementes. Filo Nematoda. As bactérias e a saúde humana. Coordenação. Ciclo de vida generalizado dos fungos. O código genético. Vírus: Classificação dos vírus. Filo Echinodermata. Disposição dos tecidos nas raízes. Mamíferos.  Fisiologia das angiospermas: Relação entre os mecanismos de absorção. condução e transpiração. Fotossíntese _ respiração. A natureza química do material genético. Filo Cnidaria. Gimnospermas. Efeitos da luz sobre o desenvolvimento da planta. As moléculas de RNA. Sistema de tecidos fundamentais. Fatores que interferem na fotossíntese. Filo Arthropoda. Briófitas. Tipos especiais de raízes. Chondrichthyes. Origem e evolução dos animais. Subfilo Vertebrata.  Filo Chordata: Subfilo Urochordata.  Protistas: Características gerais.  Reino Monera: Arqueas.  Plantas: Origem e evolução das plantas. Frutos e sementes. Disseminação das sementes e dos frutos. Protozoários e a saúde humana. Movimentos estomáticos.  OS ANIMAIS: Animais: características gerais. Regulação. Absorção. Classificação dos fungos. Os grupos de protozoários. Filo Mollusca. Circulação. Anfíbios. 68 . Disposição dos tecidos nos caules. Agnatha ou Cyclostomata. pardas e verdes. Estrutura dos vírus. Eubactérias. A planta em crescimento. Cultivo de plantas economicamente importantes.  Fungos: Características gerais. Pteridófitas. Morfologia da folha.  Genética A teoria cromossômica da herança Cromossomos e genes. Filo Porifera. Condução da seiva elaborada. Sistema vascular. Sistema de revestimento ou de proteção. Fungos comestíveis e fungos venenosos. Angiospermas. Algas. Transpiração. Estrutura da molécula de DNA. Reprodução nas algas vermelhas.  Morfologia das angiospermas: Tipos fundamentais de sistemas radiculares.  Anatomia e fisiologia animal: Digestão. Condução da seiva bruta. Subfilo Cephalochordata. Bacteriófagos. Vírus de plantas. Metabolismo dos fungos e suas aplicações. Os tecidos secundários das angiospermas.

69 . Probabilidade e primeira lei de Mendel. Características humanas que obedecem à primeira lei de Mendel. Outro caso de probabilidade. O método de Morgan e a descoberta dos genes ligados. A segunda lei e a teoria das probabilidades. Probabilidade condicional. A relação meiose—primeira lei. Fenótipo e genótipo. Alguns termos importantes em Genética. A herança dos grupos sangüíneos do sistema Rh. A primeira lei de Mendel. Genealogias ou heredogramas. Modificações nas proporções fenotípicas mendelianas do monoibridismo. Alelos letais.  Outros casos de monoibridismo. O método de Mendel. Ausência de dominância.  Genes ligados. A análise de genealogias. permutações e mapascromossômicos.  A segunda lei de Mendel. Genealogias e segunda lei. A herança dos grupos sangüíneos do sistema MN. A herança dos grupos sangüíneos humanos. Dominância e recessividade. Montando genealogias. A herança dos grupos sangüíneos do sistema ABO. Cruzamento-teste e retrocruzamento. O material biológico. Permutação.  Genética e probabilidade. Relação meiose—segunda lei de Mendel. Noções de probabilidade. Co-dominância. Alelos múltiplos. Genes ligados. Determinação dos tipos de gametas de acordo com a segunda lei.

Mapeamento dos genes nos cromossomos e o Projeto Genoma Humano. O sistema XY. Migração. 70 . Organismos transgênicos. Herança quantitativa. Herança ligada ao Y. Recombinação gênica. Resolvendo problemas. A teoria da seleção natural. O sistema ZW. Aconselhamento genético. Terapia gênica. As teorias evolutivas. Pleiotropia. Clonagem. Seleção natural.  Biotecnologia. Identificação de pessoas. Interação gênica não-epistática. interação gênica e herança quantitativa.  Hereditariedade e cromossomos sexuais. Herança com efeito limitado ao sexo. A teoria de Lamarck. Determinação do sexo. Recuperação de espécies em extinção.  Pleiotropia. Interação gênica. Os heterozigotos cis e trans.  Evolução – evidências e teorias: Evidências da Evolução. Herança influenciada pelo sexo. O sistema XO. Deriva genética. DNA recombinante. Vacinas gênicas. Herança ligada ao X.  A teoria sintética da evolução: Mutação gênica: a fonte primária da variabilidade genética. Mutação cromossômica. Clonagem de DNA. Epistasia. Programas de triagem populacional. Os mapas cromossômicos. A teoria sintética da evolução.

Extinção de espécies. M.  Como cuidar da saúde? Saúde versus doença. Ecossistemas de água doce:  Quebra do equilíbrio ambiental: Alterações bióticas. O grande Manual de Biologia. Relações intra-específicas desarmônicas. Hábitat e nicho ecológico. Os biomas. Dinâmica das doenças parasitárias. Relações interespecíficas desarmônicas. de imigração e de  Emigração.  Evolução humana: Os hominídeos. Fatores reguladores do tamanho da população. Organismos marinhos.  Sucessão ecológica e principais ecossistemas: Sucessão primária. de mortalidade. Estrutura etária.  Algumas doenças parasitárias humanas: Doenças causadas por vírus. Taxas de natalidade. Cuidados com o sistema respiratório e seus principais distúrbios. A fitogeografia do Brasil. Cuidados com o sistema cardiovascular e seus principais distúrbios. Componentes bióticos dos ecossistemas. Os ecossistemas aquáticos. Alterações abióticas. O lixo. Poluição por eutroficação. Relações interespecíficas harmônicas.  ASPECTOS GLOBAIS DE SAÚDE: Aspectos gerais da saúde humana: Vida social. Potencial biótico e resistência ambiental. 1996.  O fluxo de energia e o ciclo da matéria nos ecossistemas: Pirâmides ecológicas. 71 . Poluição por elementos radiativos. Anagênese e cladogênese. Verminoses. Sucessão secundária. Higiene e saúde. São Paulo: Ícone Editora.  Genética de populações e especiação: Freqüências gênicas e freqüências genotípicas. Referências: BOLSANELLO. Cuidados com o sistema digestório e seus principais. Componentes abióticos dos ecossistemas. Principais distúrbios do sistema urinário. O gênero Homo  ECOLOGIA: A hipótese Gaia. Doenças genéticas. Cadeia e rede alimentar. Os oceanos.  Relações ecológicas entre os seres vivos de uma comunidade: Relações intra- específicas harmônicas. Distúrbios. Poluição sonora e térmica. Principais distúrbios do sistema nervoso.  Ecologia da população: Densidade da população. Poluição do ar. As principais zonas dos oceanos. Os níveis tróficos.  O significado biológico da morte. Teorema de Hardy-Weinberg. Especiação. Doenças causadas por protozoários. Introdução de espécies. Os ciclos biogeoquímicos. Doenças causadas por bactérias. Poluição por substâncias não-biodegradáveis. Os mecanismos de isolamento reprodutivo. Poluição por derramamento de petróleo.

BRITO. Kirchner. 1975.AMABIS. 1997. 2001. D. 1997. Elementos Básicos de Sistemáticas Filogenética – Ribeirão Preto: Editora Holos. São Paulo. 72 . Elias Avancini e FAFARETTO. José Mariano e MARTHO. São Paulo: Editora Moderna. Estudo da Biologia. Gilberto Rodrigues. Tradução Elfried E. Edgard Blucher. AMORIM. Fundamentos da Biologia Moderna. Biologia: uma abordagem evolutiva e ecológica. São Paulo. José Arnaldo. Garland E. BAKER. Moderna. Jeffrey Jonh Wheeler e ALLEN. J.

5. sua construção e funções. órgãos. aparelho. órgão.  Utilizar na prática os conhecimentos sobre tecido.  Enumerar e localizar os principais ossos e músculos do corpo humano. nomenclatura e localização dos principais músculos do corpo. sensorial e dos aparelhos digestivo. nomenclatura e classificação do sistema esquelético.  A pele e seus anexos.4 . sistema e organismo.5. endócrino. Articulações. tecidos. respiratório. Digestão e absorção. tecidos. locomotor. Habilidades:  Utilizar os conhecimentos de anatomia e fisiologia humanas. Funções. organismo  Sistema músculo-esquelético: Divisão do corpo humano. Sistema muscular: funções. Identificar as estruturas e o funcionamento dos sistemas nervoso. 73 . tipos de músculos. aparelhos e sistemas do organismo humano.  Identificar a célula como unidade funcional do corpo humano e suas respectivas estruturas. urinário e reprodutor.  Identificar os tipos de tecidos.EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TÉCNICA COMPETÊNCIAS.  Sistema digestivo: órgãos que compõe suas funções e estruturas. circulatório. Bases Tecnológicas:  Conceitos básicos: célula. HABILIDADES E BASES TECNOLÓGICAS COMPONENTE CURRICULAR: Anatomia e Fisiologia Humana Carga Horária: 108h Competências:  Adquirir conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia compreendendo as estruturas e o funcionamento das células. propriedades.

Clarice A. Stanley Wallace. Úbia Yuri. WELSCH. Guanabara Koogan. GUYTON. GUYTON. Arthur C. divisão e funções. IKEDA & KAWAMOTO. Curitiba. estruturas e funções. John E. Atlas visual do corpo humano. Pequena e grande circulação.. Alexander P. Rio de Janeiro.  Sistema Urinário: órgãos que compõem e suas funções. 2000. Grupos sangüíneos. Anatomia TOMITA. ETECLA. Ulrich. 1998.. 2004 SOBOTTA. Formação da urina. estruturas e funções. Johannes. Rio de Janeiro.  Sistema Imunológico: órgãos que o compõem. Ministério da Saúde. W. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. Artmed. GUYTON. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro. São Paulo.. Anatomia e Fisiologia Humana. Anatomia Humana Básica. Atlas de Anatomia Humana. Sangue e vasos. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. Guanabara Koogan. Frank H. SPENCE. Riedel. 1991. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000. Anatomia. EPU SENAC. Manole. John E.  Sistema Circulatório: o coração e suas estruturas.  Sistema Reprodutor: órgãos que o compõem (masculino e feminino) e funções. Guanabara Koogan. JACOB.  Os sentidos: órgãos que o compõem.  Sistema Nervoso: noções preliminares. Rio de Janeiro. órgãos que compõem. 1995 COMPONENTE CURRICULAR: Microbiologia e Parasitologia 74 . Referências: FRANCONE. Arthur C. Anatomia e Fisiologia. 1990. Rio de Janeiro. estruturas e funções. LOSSOW. Atlas de Anatomia Humana: Nova edição com nova nomenclatura. Porto Alegre. Fisiologia do processo respiratório. Guanabara Koogan. estruturas e funções.  Sistema Glandular: tipos de glândulas. Guanabara Koogan. São Paulo. Fisiologia humana. HALL. Arthur C. 1997. Bibliografia Complementar NETTER.  Sistema Respiratório: generalidades. HALL. Ministério da Saúde. BRASIL. 1995. 1992.

vírus. os meios de transmissão de doenças por bactérias.  Citar as principais doenças causadas por bactérias. Habilidades:  Definir os termos técnicos mais empregados em Microbiologia e Parasitologia. fungos. vírus.  Citar os meios de transmissão dos microorganismos.  Identificar e descrever os mecanismos de resistência do organismo contra os microorganismos.Carga Horária: 72h Competências:  Adquirir conhecimentos básicos de Microbiologia e Parasitologia classificando os microorganismos. protozoários.  Citar as diferenças entre infecção e infestação.  Classificar os microorganismos.  Utilizar na prática os conhecimentos adquiridos de imunidade. Bases Tecnológicas:  Relação entre os seres vivos  Formas de transmissão dos agentes infecciosos  Bacteriologia  Virologia  Micologia  Parasitologia humana  Protozoários: principais doenças causadas por protozoários  Helmintos: principais doenças causadas por helmintos  Formas de controle dos agentes infecciosos  Imunologia – noções elementares 75 . fungos. helmintos e seus meios de transmissão. protozoários. helmintos e seu ciclo evolutivo bem como a imunidade destes.

Ir. SP: 1985. 1995. Biologia celular e molecular. CARNEIRO. ETECLA. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. L. W. Sulina. 1998. Nobel. Porto Alegre. KRIEG. 3º ed. M. Ministério da Saúde. vol. J. E.Parasitologia. I. 1995. Curitiba.P. Helmintologia veterinária. Belo Horizonte. 1 e 2. Copiadora e Editora Rabelo Brasil Ltda.M. Ed.: Atheneu.R. Tratado de microbiologia. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000. P. Ir.I. 1997.. Rio de Janeiro.Microbiologia. J. C. TARTAS. Atheneu. 1997. 5 ed. Ed. Microbiologia. 1996. CHAN. Diagnóstico de parasitismo veterinário. ed. São Paulo: Manole... TURKIEWICZ. COMPONENTE CURRICULAR: Nutrição e Dietética Carga Horária: 72h Competências: 76 . Enfermidades infecciosas dos animais domésticos. 1981. BIER. 1992. 6ª ed. P. 2 ed. FARIAS.. 2ª. R. KOEHK. Bases da biologia celular e molecular. Porto Alegre. J. NEVES. D. 1995. Curitiba.1998. Diagnóstico e controle da tristeza parasitária bovina. HOFFMANN. C.M. C. S. 1997. 1999. Rio de Janeiro. Verônica – Microbiologia. 396p. 1993.N. Oto – Microbiologia e imunologia. Editora Médice. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. v. FORTES. Microbiologia: Conceitos e aplicações. TRABULSI. Guaíba. Ed. Maria .. Ministério da Saúde. ETECLA.Parasitologia. CORREA.A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.G. David – Parasitologia Humana. N. Elinor. Parasitologia veterinária. M. E. RJ. R. M. L.. ROITMAN. 111p.253p.. R. Sulina. São Paulo. ETECLA. BRASIL. Guia de controle de parasitas internos em animais domésticos. ETECLA. FREITAS...Referências: JUNQUEIRA. PECLZAR. Melhoramentos. CORREA. Agropecuária. ROBERTIS. São Paulo: Makron Books. JR. 2. T. 7ª ed. et al.

 Identificar as alterações fisiopatológicas do sistema digestório. os problemas nutricionais. lactação.Higiene e conservação dos alimentos  Noções de dietoterapia.Nutrição nos diferentes ciclos da vida.  Conhecer a importância da alimentação adequada. vitaminas.Identificar as patologias causadas por carências nutricionais e/ou hábitos alimentares errôneos. relacionando- as aos tratamentos dietoterápicos: dietas de rotina. Modificação da dieta . água e fibras . especialmente no crescimento e desenvolvimento humano. Bases Tecnológicas:  Alimentação e Saúde .Perfil nutricional da população brasileira .Estudo das proteínas. adolescência e no envelhecimento  Papel da Enfermagem na alimentação do paciente  A alimentação como forma de terapia não medicamentosa . carboidratos.Tipos de dietas hospitalares 77 .Distribuição dos problemas nutricionais . os meios de prevenção e cuidados de rotina e em situações especiais para manutenção da saúde em todas as fases da vida.  Interagir com o indivíduo e a comunidade para a construção ou reconstrução de condutas alimentares desejáveis. dietas modificadas. infância. na gestação.O cuidado nutricional .Política Nacional de Alimentação e Nutrição  Alimentação e Nutrição .  Levantar dados antropométricos. minerais.  Realizar educação alimentar para indivíduos e grupos situados em todas as faixas etárias utilizando linguagem clara e adequada ao público-alvo. lipídios.Vigilância nutricional . Habilidades:  Reconhecer os mecanismos da fisiologia da nutrição. de saúde e sócio-econômico.  Reconhecer os vários tipos de dietas especiais e suas características.

Krause: alimentos. E. SANTOS.. ARLIN. São Paulo: Roca. Amamentação: bases científicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. São Paulo: Sarvier. 78 . K. KRAUSE. L. Rio de Janeiro. nutrição. M. 1984 ARAÚJO. L. BODINSKI.V. 2000. COMPONENTE CURRICULAR: Psicologia das Relações Humanas Carga Horária: 72h Competências:  Compreender o comportamento humano no processo saúde-doença e a sua dinâmica de trabalho no setor saúde. 1999. 1998. 2004.K. D. 11a ed. 1995. WILLIANS. Habilidades:  Analisar o comportamento humano  Trabalhar com o ser humano no processo de saúde e doença. Higiene e Profilaxia. nutrição e dietoterapia. K. São Paulo: Atheneu. José Eduardo. ETECLA. São Paulo: Senac. DUTRA-DE-OLIVEIRA. 2004.. Curitiba. Alimentos. Manual de nutrição infantil. Dietoterapia:princípios e prática. Nutrição e dietética: Noções Básicas. JONES. 2005. T. Roca: São Paulo. BORSOI. 7ª ed.H..Integração droga-nutriente Referências: MAHAN.. Ciências nutricionais. 1990. Ed. CARVALHO. Sue Rodwell. L. Fundamentos de nutrição e dietoterapia. Editora Bezerra de Araújo. 6a ed. Marcus Renato de. . Bases Tecnológicas:  Psicologia como ciência do comportamento humano. Equipe ETECLA. Porto Alegre: Artmed. Nutrição em enfermagem. Guanabara-Koogan: RJ.. São Paulo: Tecmedd. 2005.H. MAHAN.. 1991 KELTS.E.G. Maria Angela. Maria José Bezerra de – Higiene e Profilaxia.H.G.dos.

al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. Psicologia hospitalar: utilização de técnicas transpessoais e metáforas. São Paulo: Vetor. S. Psicologia Geral. Al. Psicologias. Books do Brasil. Uma Introdução ao estudo da psicologia. a morte e o morrer. K. M. E. TELES M. Rio de Janeiro: Reichmann e Autores. DAVIDOFF. M. Psicologia para enfermagem. 1991. FRAGNER. Grande Tratado de Enfermagem Prática Clinica e Prática Hospitalar.. J.219 p. QUILES. SIMONETTI. 33 ed. Teorias da Personalidade. 2007. 2000.70 p. p. L. V. Grupos: teorias e práticas: acessando a era da grupalidade. 1987. Editora Santos. São Paulo: Harbra. B. N. A. 79 . et. 2005.  Técnicas de modificação do comportamento utilizadas em enfermagem. T. Idemilda Lopes de [et. o adoecer. 2002. M.145. Ática. Referências: FOUCAULT. emoção. São Paulo: M. Introdução à psicologia. 2006. 2000.  Teorias e abordagem a cerca da personalidade. BOCK. O. 1999. 1986. São Paulo: Makron.  A doença. J. Comunicação. MARINE. o doente. L. Y. ALBRECHT.284 p. Patrícia A et PERRY. LIMA. 3 ed. ANTHIKAD. Teixeira.  Motivação. Habilidades Básicas em Enfermagem. FADIMAN.Porto Alegre. ver. Furtado. CARVALHO. Inteligência social: a nova ciência do sucesso. A. Porto Alegre: Artmed. Al. 2006. E. O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. et. POTTER. Vozes.. São Paulo Brasiliense.96 p. Petrópolis: Vozes. E.  Percepção e observação. frustração e ajustamento. ampl. PISANI. L. R. 3 ed. Vigiar e punir. 1989. Psicologia Geral. Luiz Carlos. 2000. J.393 p. conflito. M. Anne G. Rio de Janeiro: Revinter. M. 2004. FIGUEIREDO. O corpo e seus símbolos: uma antropologia essencial. 2000. Saraiva. A. Porto Alegre. ansiedade. M. LELOUP. Manual de psicologia hospitalar. – Goiânia: AB. 6ª ed. São Paulo. São Paulo: Casa do Psicólogo. OSÓRIO. Petrópolis: Vozes. São Paulo. 12 ed. 1979. O que é psicologia. de L. de.

bem como. situações e dilemas éticos.498.  Lei do exercício profissional da Enfermagem.406 de 08 de junho de 1987. portarias e resoluções concernentes do exercício profissional. 1986. COREN. pensando na responsabilidade da profissão.  Identificar os membros da equipe de saúde. Conhecer a história da enfermagem e sua evolução. de 25 de Junho de 1986. Lei 7. 80 . Habilidades:  Identificar os direitos e deveres e responsabilidades inerentes à ação dos profissionais de enfermagem no atendimento de indivíduos e comunidade.  Noções gerais de bioética: conduta humana. diante de si e dos outros. relativa à formação dos diferentes níveis profissionais da Enfermagem.  Entidades da Enfermagem: ABEn. _____ Lei 64. Brasília.  Identificar os membros da equipe de enfermagem e suas respectivas funções. Participar das entidades de classe.  Identificar os principais contribuidores na História da enfermagem Mundial e regional.COMPONENTE CURRICULAR: Ética e História da Enfermagem Carga Horária: 36h Competências:  Desenvolver percepção Ética. Bases Tecnológicas:  História da Enfermagem: legislação educacional. Brasília. valores e significados. as principais leis.  Ética profissional: Código de Ética da Enfermagem Referências: BRASIL. e no cotidiano de suas vidas. 1987. COFEN. Sindicatos e suas finalidades.

Qualificação profissional e saúde com qualidade. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. COMPONENTE CURRICULAR: Farmacologia Carga Horária: 72h Competências:  Conhecer os princípios da farmacologia. João Pessoa J.  Conhecer as diferentes vias de administração. Editora Ática. BRASIL. Goiânia. Problemas atuais de bioética . 6ª ed. Maria José. Monografia de conclusão de curso. O que é Enfermagem. Ivo. Resolução COFEN n° 160. pág. 2006 – Coleção Primeiros Passos. 01. Assistência clinica. Out. Jean. BORGES. bem como conceitos de dose. ampl. vol. Regulamentação do exercício da Enfermagem. ética profissional. UFPI: Teresina. BRASIL.BAUMANN. 2007. " História e Memória da Enfermagem no Piauí". ver. 63 ed. B. 1994. In Revista formação.Deontologia em Enfermagem. BARCHIFONTAINE. MAGALHÂES. Marculino. . São Paulo: Brasiliense.Edições Loyola. 3ed. DE BERNARD. absorção e eliminação. GELAIN. de 12 de maio de 1993.13. Lorena Dayse V N . DE LIMA. C. LIMA. A legislação e Ética. 2000. João Pessoa./Dez. farmacodinâmica. Janeiro de 2001. 81 . Gilberto. farmacocinetica. 1991. Editora: Lida. 2. D. Escola de enfermagem Maria Antoinette Blanchot e a Institucionalização do ensino de auxiliar de Enfermagem no Piauí. Rio de Janeiro: Fiocruz.  Conhecer os principais grupos farmacológicos e suas indicações. 2001. n.al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. CAMARGO. N. Temas em Saúde. Bezerra.ed. Ética. Vozes Lida.BR. Implicações ético-legais no exercício de enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde/ PROFAE. vida e saúde: profissional para cursos na área de saúde. São Paulo . Gustavo A. 103. L. MAGALHÃES. Rio de Janeiro. Cristian de Paul de. ano 07. 2007 De Lima. Folha Carioca. 2002. Idemilda Lopes de [et. V. MS. – Goiânia: AB. Profissionalização de Auxiliares de enfermagem: cadernos do aluno.

HARVEY.  Farmacologia do processo inflamatório e drogas antiinflamatórias. P. Porto Alegre: Artes Médicas.  Farmacologia: cálculo e administração de medicamentos em pediatria. C. J. H.W. R.. A. RITTER.  Saber o efeito e a ação dos principais fármacos utilizados.  Farmacologia do sistema nervoso autônomo (agonistas colinérgicos e adrenérgicos e seus respectivos antagonistas). TAYLOR. T.. 1999. Farmacologia. Farmacologia aplicada. São Paulo: Manole.. Farmacologia. ZANINI. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2ªed. Referências: RANG. 5ª ed. P. GILMAN.. PAGE. tais como glicocorticóides e antiinflamatórios não-esteroidais....  Noções de farmacodinâmica. 3ª ed.. Fracionamento de doses. Bases Tecnológicas:  Farmacologia geral: os princípios que regem a absorção. Farmacologia ilustrada. 2001.. 2003. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. A. 4ª ed. 6ª ed. P. São Paulo: Atheneu. 2001.G. indicações e contra-indicações.C. SILVA. P. 1989. metabolização e eliminação de drogas. A..M. 2002..  Interação medicamentosa e a prática da enfermagem. C. As bases farmacológicas da terapêutica. NIES.. CHAMPE. DALE. 11ª ed. 82 . P.  Farmacologia: medicamentos e antídotos mais usados em emergência/emergência. M. Farmacologia integrada . A. distribuição.  Farmacologia do sistema cardiovascular (drogas anti-hipertensivas e glicosídeos cardiotônicos).  Responsabilidades legais na administração de drogas.S. M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.Habilidades:  Identificar a ação dos fármacos no organismo. RALL.

Idemilda Lopes de [et.ASPERHEIM. – Goiânia: AB. LIMA. 2000. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ver. ampl. 6ª ed.al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. Farmacologia para enfermagem. Mary Kaye. 1994. COMPONENTE CURRICULAR: Teoria e Prática em Enfermagem Carga Horária: 108h 83 .

 Executar as técnicas de verificação de cada sinal vital.  Desempenhar o cuidado como uma relação de educação e de ajuda. identificar: sondagem gástrica.  Executar os cuidados de higiene e de conforto do paciente (higiene bucal.  Identificar as formas de arrumação de cama do hospital.  Identificar a importância do prontuário do paciente. respeitando-o como ser humano.  Preencher os impressos do prontuário do paciente.  Executar a técnica de lavagem das mãos. banho.  Definir.  Relacionar o material necessário para limpeza da unidade do paciente.Competências:  Desenvolver as bases técnico-científicas para uma metodologia da assistência de enfermagem fundamentada no processo de saúde-doença. Habilidades:  Utilizar na prática os conceitos sobre a enfermagem. lavagem vesical e irrigação vesical. clister.  Aplicar cuidados de enfermagem para prevenção e tratamento de escaras.  Prestar auxílio ao paciente durante a sua alimentação.  Aplicar técnicas de movimentação ativa e passiva do paciente.  Executar as técnicas de transporte de paciente. sondagem vesical. tricotomia.  Executar a técnica dos diferentes tipos de curativo. no atendimento ao individuo como um todo. lavagem gástrica. higiene íntima e do couro cabeludo).  Relacionar os aspectos de conforto que devem ser observados na unidade do paciente.  Executar a técnica de limpeza da unidade do paciente. saúde e doença.  Executar técnicas de aplicação de calor e frio no paciente. enteroclisma.  Identificar os equipamentos da unidade do paciente.  Admitir paciente na unidade de internação. 84 .  Executar registros em enfermagem. hospital e identificar suas funções.

 Observar o paciente após a administração de medicamentos. dietas especiais. mobilização. sondagem nasogástrica e gavagem. vias: oral.  Preparar paciente para realização de exames. evolução.  Posições e técnicas de coletas de exames.  Necessidades nutricionais: fatores que alteram o apetite e a digestão. registro. arrumação da cama. lavagem dos cabelos.  Preparar o paciente para alta. parenteral.  Admissão.  Assistência ao exame físico.  Controle hídrico. dosagens.  Peso e altura. nasal.  Atendimento das necessidades básicas do paciente: preparo da unidade.  Calcular gotejamento de soluções parenterais. sublingual. banho no leito. 85 . ocular. identificando prontamente os efeitos colaterais.  Observações de sinais e sintomas. transferência e óbito. alta. auricular. prevenção de acidentes.  Movimentação e transporte do paciente.  Identificar o material necessário para o preparo do corpo após a morte.  Aplicação de calor e frio.  Executar a técnica de preparo do corpo após a morte.  Cuidando de feridas. Bases Tecnológicas:  Enfermagem: conceito. medidas de conforto.  Preparar e administrar medicamentos pelas diferentes vias. retal. gástrica e vaginal.  Lavagem intestinal.  Sinais vitais. respiratória.  Preparar o paciente para ser transferido de unidade ou de hospital.  Administração de medicamentos: fontes.  Higiene corporal: oral. tratamento de pediculose.  O paciente hospitalizado: prontuário.

1993.. Porto Alegre. COMPONENTE CURRICULAR: Biossegurança 86 . 6 Ed. – Enfermagem Básica. Florence. ampl. Gustavo. MALAGÓN-LONDOÑO. SÁ.Interamericana. Editora Sagra – D. ETECLA – Fundamentos de Enfermagem.B – Fundamentos de Enfermagem. Elianor et al.. 2003.. Curitiba. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade de enfermagem. 1994. 2005. São Paulo: EPU. Elvira De Felice – Novo Manual de Enfermagem. Rio de Janeiro: Cultura Médica Ltda. 1991. KOCH. 6ª ed. 3. M. MOTTA. 1993. – Goiânia: AB. 1991. ed.. Tamara Iwanow.Técnicas Básicas de Enfermagem. KURCGANT. Idemilda Lopes de [et. ver. – Fundamentos de Enfermgem. 2000. Ana Letícia Carnevalli. ARAÚJO. 5 ed. Rio de Janeiro. Administração em enfermagem. Rio de Janeiro. Ministério da Saúde. Rio de Janeiro. VEIGA. Ed. Rio de Janeiro. BRASIL. 1996. Administração hospitalar.. EPU.J.C. Claúdia Maria Duarte et alli. Auditoria de enfermagem no processo de credenciamento. 2003.Luzzatto.  Orientando o autocuidado.. ed. São Paulo: Ícone. MARQUIS. Publicações Médicas. CIANCIARULLO. 1979. 14. 2005. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. FUERST. Débora de Azevedo – Manual de Técnicas de Enfermagem . Rosi Maria .al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. DUGÁS – Enfermagem Prática. Interamericana. São Paulo: Atheneu. IKEDA & KAWAMOTO – Fundamentos de Enfermagem. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. Ministério da Saúde. 1992. ed. SENAC – Fundamentos de Enfermagem. Tamara Iwanow. 2001. Referências: CIANCIARULLO. São Paulo: Iátria. 5 . SOUZA. Bessie L. Administração e liderança em enfermagem: Teoria e Prática. Paulina. Sistema de Assistência de Enfermagem: evolução e tendências. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000. Porto Alegre: Artmed. LIMA.

 Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho.  Interpretar as normas básicas e os protocolos relativos à prevenção da infecção hospitalar.  Conhecer as finalidades.  Identificar doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho em Saúde. 87 .Carga Horária: 72h Competências:  Conhecer as principais políticas públicas ambientais e os princípios da sustentabilidade ambiental voltadas para o aumento da qualidade de vida.  Decodificar a linguagem de sinais utilizados em saúde e segurança no trabalho a fim de identificar os equipamentos de proteção individual (EPI) e os equipamentos de proteção coletiva (EPC) indicados. assim como as respectivas ações preventivas.CCIH para que possa colaborar de forma mais eficaz com o trabalho desenvolvido pela comissão.  Reconhecer sua prática profissional como um dos fatores que interferem nos índices de infecção hospitalar. Habilidades:  Utilizar procedimentos e equipamentos adequados de prevenção e combate ao fogo. com vistas à sua própria saúde e segurança no ambiente profissional. de forma a conseguir avaliar as condições a que estão expostos os trabalhadores de Saúde e selecionar as alternativas possíveis de serem viabilizadas. estrutura e o funcionamento da Comissão de Controle da Infecção Hospitalar . utilizando adequadamente os EPI e mantendo os EPC em condições de uso.  Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de prevenção de acidentes no trabalho.  Identificar e avaliar conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta área.  Identificar riscos potenciais e causas originárias de incêndio e as formas adequadas de combate ao fogo.

físicos.  EPI e EPC.  Formas de prevenção de acidentes do trabalho. antes e após a realização de procedimentos técnicos e do atendimento aos clientes/pacientes.  Procedimentos legais nos acidentes de trabalho.  Fatores de risco e suas classificações. inclusive fornecendo informações que sejam de interesse da CCIH.  Inspeção de segurança. 88 .  Legislação Trabalhista e Previdenciária. organização. provendo sua manutenção preventiva. tipo. registro e comunicação de ocorrências relativas à saúde e segurança no trabalho que envolvam a si próprio ou a terceiros. legislação. legislação pertinente.  Utilizar e operar equipamentos de trabalho dentro dos princípios de segurança.  Adotar postura ética na identificação.  Realizar prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar de todas as maneiras que estiverem ao seu alcance. uso.  CIPA .  Manusear e descartar adequadamente os resíduos biológicos com o intuito de quebrar a cadeia de transmissão das doenças.  Proceder a lavagem das mãos conforme preconizado pelo Ministério da Saúde. principalmente as relativas à prevenção de acidentes pérfurocortantes. prestando informações e esclarecimentos a outras categorias profissionais e à população em geral.  Desempenhar a função de agente educativo nas questões relativas à saúde e segurança no trabalho. facilitando as providências para minimizar os danos e evitar novas ocorrências.  Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos. químicos e radioativos. funcionamento. Bases Tecnológicas:  Políticas Públicas Ambientais com ênfase na Agenda 21  Saúde e Segurança no Trabalho.  Epidemiologia da morbidade do trabalho.  Adotar normas de segurança no trabalho.  Causas dos acidentes do trabalho.

N.  Manuseio e separação dos resíduos dos serviços de Saúde. prevenção e combate ao fogo.  Manutenção preventiva de materiais e equipamentos. Idemilda Lopes de [et.2005 TIMBY...al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem.  Ergonomia no trabalho. Editora Manual Real Ltda...  Códigos e símbolos específicos de SST . ampl.  Indicadores dos índices de infecção hospitalar. 2º Ed. finalidades e estrutura organizacional. agentes. manutenção preventiva de equipamentos. 6ª ed.  Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH): histórico da sua criação. O Hospital – Manual do Ambiente Hospitalar.  Técnicas de: prevenção de acidentes. classes de incêndio. extintores. ARTMED – 2001 LIMA. procedimentos de combate ao fogo e condutas gerais em situação de sinistro. SOUZA.M. . Porto Alegre. 6ª ed. Referências: MOZACHI. V.K. bases legais. B. – Goiânia: AB. Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem. ver. Curitiba-PR. 2000. Saúde e Segurança no Trabalho. 89 ..  Prevenção e combate ao fogo: triângulo do fogo.S.  Bioética.

Habilidades:  Colaborar no planejamento e organização da assistência em Enfermagem. contrato temporário. Bases Tecnológicas:  Formas de trabalho: emprego formal.  Participar de negociações coletivas trabalhistas. sua influencia na estrutura e no funcionamento dos serviços de saúde. trabalho autônomo. cuidado domiciliar.  Interagir com a equipe de trabalho em prol da organização e eficácia dos serviços de Saúde. com a perspectiva de formar uma postura pessoal e profissional coerente com a cidadania. desenvolvendo o seu papel na unidade de enfermagem. cooperativas.  Processo de trabalho em Enfermagem: divisão técnica do trabalho.  Técnicas e princípios de anotações de ocorrências e serviços.  Realizar o registro das observações e práticas que constituem a assistência de Enfermagem. em conjunto com a equipe. 90 . coletiva e na pesquisa. contratos e organizações de trabalho.COMPONENTE CURRICULAR: Administração em Enfermagem Carga Horária: 36h Competências:  Discutir a dinâmica do processo de trabalho na atenção de enfermagem individual.  Executar os cuidados de enfermagem observando os princípios científicos.  Ajudar a estabelecer parâmetros para avaliação da qualidade da assistência de Enfermagem. planejamento e organização da assistência (plano de cuidados).  Executar o plano de cuidados de enfermagem. jornada de trabalho.  Reconhecer os princípios administrativos.  Leis trabalhistas.

clínicas. MOTTA. Bento et aliii – Administração Hospitalar / 1ª Ed. São Paulo: Atheneu. ampl. Administração e liderança em enfermagem: Teoria e Prática. RENATO. 6ª ed. 2003. São Paulo: EPU. Referências: CIANCIARULLO. Sistema de Assistência de Enfermagem: evolução e tendências. 91 . com afecções agudas ou crônicas em tratamento clínico. Tamara Iwanow. Gustavo. LIMA. em especial adultos e idosos. Paulina. postos de saúde. Tamara Iwanow. entre outras). Cultura Médica. 2001. MARQUIS. Administração em enfermagem. – Goiânia: AB. Auditoria de enfermagem no processo de credenciamento.al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. Habilidades:  Estabelecer comunicação eficiente com o cliente/paciente com vistas à efetividade das ações realizadas. 2005. 2000. manter ao máximo a capacidade funcional e a adaptação às limitações conseqüentes da doença. Administração hospitalar. São Paulo: Ícone. Idemilda Lopes de [et. Bessie L. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade de enfermagem. além de promover o autocuidado.  Organização. São Paulo: Iátria. 2005. 1988. Porto Alegre: Artmed. 1991. Ana Letícia Carnevalli. ambulatórios. MALAGÓN-LONDOÑO. COMPONENTE CURRICULAR: Clínica de Enfermagem Carga Horária: 108h Competências:  Conhecer as necessidades básicas do cliente/paciente nas diferentes faixas etárias. CIANCIARULLO. visando efetivar o tratamento. KURCGANT. ver. estrutura e funcionamento da Enfermagem dentro das instituições de Saúde (hospitais. 2003. evitar complicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

 Grupos de apoio a pacientes portadores de seqüelas de doenças deformantes. F. A.  Noções sobre limitações e seqüelas conseqüentes às principais doenças clínicas.  Características gerais do ser humano sadio dentro da visão holística: fases de desenvolvimento e comportamento orgânico e emocional. sociais e patológicos do envelhecimento. BARE.  Realizar procedimentos e cuidados de enfermagem de acordo com a prescrição multidisciplinar. HIRNLE. Referências: BRETAS. C. Genilda Ferreira (Org. CRAVEN.  Noções básicas da fisiopatologia dos agravos clínicos de saúde mais comuns. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. psicológicos. G. SMELTZER. C. tratamento e reabilitação das afecções clínicas mais comuns nos adultos e idosos. C. Enfermagem médico-cirúrgica.  Utilizar terminologia específica da área.  Noções de enfermagem no cuidado ao paciente com neoplasias. São Paulo: 92 . MANGANARO. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso. J. Cap. J.  Encaminhar os clientes/pacientes portadores de seqüelas de doenças deformantes aos grupos de apoio específicos. 2006. Enfermagem gerontológica. P. São Paulo: Manole. ELIOPOULOS. v 2 São Caetano do Sul: Difusão Editora.  Aspectos fisiológicos. 10 ed.  Técnicas dos diversos procedimentos e cuidados de enfermagem requeridos pelos clientes/pacientes clínicos adultos e idosos.  Ensinar ao cliente/paciente técnicas que promovam o autocuidado.) Saberes e práticas – guia para ensino e aprendizado de enfermagem.  Manter a capacidade funcional do cliente/paciente ao máximo auxiliando sua adaptação às limitações conseqüentes à doença. Bases Tecnológicas:  Técnicas básicas de enfermagem. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Porto Alegre: Artmed. 2006. R. Fundamentos de enfermagem: saúde e função humanas.  Noções sobre as principais próteses/órteses e sua utilização. BOUNDY. 5 ed. 2005. Enfermagem na saúde do adulto. Márcia Marcondes et al. 2005. C. 5 In: MURTA. Enfermagem e saúde do adulto. prevenção. 2006. S. B.

2000. 2004.Guanabara Koogan. 6ª ed. LIMA. São Paulo: Iatria. MARIA. ver. promoção de apoio e segurança. Bem como as necessidades básicas dos clientes/pacientes nas diferentes faixas etárias em tratamento cirúrgico. São Paulo: Iatria. S. compreendendo: Aplicação de princípios científicos e execução de procedimentos que minimizem os riscos cirúrgicos. – Goiânia: AB. Nívia Cristina Moreira. ampl. L. Clínica médica para enfermagem: conceitos e atuação para profissionais de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. V. S. SANTOS. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. 2003. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000. 93 .al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. ROACH. Introdução à enfermagem gerontológica. Ministério da Saúde. BRASIL. R Exame clínico de enfermagem do adulto. Idemilda Lopes de [et. 2005. Incentivo ao autocuidado. Ministério da Saúde. nos períodos pré. 2003. COMPONENTE CURRICULAR: Clínica Cirúrgica Carga Horária: 72h Competências:  Conhecer a estrutura física e funcional da Central de Material Esterilizado. trans e pós-operatório.

 Técnicas básicas de preparo físico do paciente no pré-operatório.  Cuidados de enfermagem pré-operatórios gerais e específicos.  Transportar o paciente no pré e pós-operatório.  Técnicas de transporte do paciente no pré e pós-operatório.  Realizar procedimento de provisão e previsão de materiais utilizados no centro cirúrgico.  Preencher formulários padronizados.  Técnicas de circulação e instrumentação em sala de cirurgia. 94 . trans e pós-operatório.  Realizar curativo e manusear drenos. Bases Tecnológicas:  Central de Material Esterilizado. catéteres e sondas.  Princípios de assepsia e anti-sepsia  Fisiopatologia dos principais agravos à saúde que determinam necessidade de tratamento cirúrgico.  Realizar posicionamento correto.  Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico.  Realizar técnicas de Esterilização e desinfecção.  Apoiar os clientes/pacientes que apresentem insegurança conseqüente à hospitalização e ao ato cirúrgico.  Processo de trabalho em centro cirúrgico. mudanças de decúbito e proteção dos membros e tronco do cliente/paciente de modo a evitar complicações ou seqüelas. estéril e contaminado. empacotamento e acondicionamento de materiais esterilizáveis.  Realizar procedimentos de enfermagem em Centro Cirúrgico.  Realizar os procedimentos indicados para cirurgias contaminadas antes.  Registrar ocorrências e cuidados prestados.Habilidades:  Realizar procedimentos de limpeza.  Operar materiais e equipamentos específicos.  Realizar procedimentos de Enfermagem nos períodos pré. nos princípios da assepsia e anti- sepsia. durante e após a realização das mesmas.

S. A. 2005.  Técnicas de posicionamento correto no leito e na mesa de operação. mudanças de decúbito e outras que visem à segurança e ao conforto e ainda evitem complicações ou seqüelas.  Drenos.  Organização. Márcia Marcondes et al. 5 In: MURTA. R Exame clínico de enfermagem do adulto. Clínica médica para enfermagem: conceitos e atuação para profissionais de enfermagem. HIRNLE. R. estrutura e funcionamento de um Centro Cirúrgico. Referências: BRETAS. 5 ed. MARIA. MANGANARO. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso.  Formulários padronizados. Enfermagem e saúde do adulto. Nívia Cristina Moreira. S. Enfermagem na saúde do adulto. durante e após o ato cirúrgico. São Paulo: Iatria. Cap.  Alterações fisiológicas decorrentes de cirurgias. 10 ed.  Normas técnicas e manuais de utilização de aparelhos e equipamentos específicos. L. 2006. Introdução à enfermagem gerontológica. S. 2003. P. J. mediato e tardio. 2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ROACH. proteção de membros e tronco do cliente/paciente. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. C. sintomas e cuidados de enfermagem. catéteres e sondas utilizados em cirurgia.  Procedimentos indicados para cirurgias contaminadas antes. Porto Alegre: Artmed. SANTOS. J. Enfermagem médico-cirúrgica. C.  Desconforto e complicações no pós-operatório: sinais. V. Fundamentos de enfermagem: saúde e função humanas. v 2 São Caetano do Sul: Difusão Editora. F. Genilda Ferreira (Org.  Indicativos da recuperação dos níveis de consciência e dos sentidos. SMELTZER. BOUNDY. São Paulo: Iatria.) Saberes e práticas – guia para ensino e aprendizado de enfermagem. C. C. São Paulo: Manole. Centro de Recuperação Pós-anestésica e Unidade de Internação Cirúrgica. B. Enfermagem gerontológica. ELIOPOULOS. 2005.  Cuidados de enfermagem no pós-operatório imediato. G. BARE. 95 . São Paulo: Guanabara Koogan. 2004. 2003. CRAVEN. 2005.

M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogam. 1982. Interamericana. Interamericana. S. Rio de Janeiro. parte l: esterilização a calor. São Paulo: EPU. A. L.. 1997.BRASIL. Komedi. 3 ed. et al. identificação das alternativas de tratamento. portadores de transtornos mentais e usuários de diferentes drogas. São Paulo. 6ª ed. Idemilda Lopes de [et. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000. ver. 1982. interação com os familiares/comunidade do cliente/paciente e com os profissionais da equipe de Saúde e de Enfermagem. – Prática de Enfermagem.al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. emocional e o equilíbrio na relação com o meio em que vive. SILVA. ampl. L. práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. SUDDARTH. 2000. 96 . Ministério da Saúde. 2000. Rio de Janeiro. D. Recomendações. – Goiânia: AB. COMPONENTE CURRICULAR: Saúde Mental Carga Horária: 72h Competências:  Conhecer as necessidades básicas do cliente/paciente. 1994. S. Enfermagem Médica BRUNNER. Tratado de enfermagem médico – cirúrgica.2. ETECLA. L. Ministério da Saúde. V. BRUNNER. BRUNNER. – Tratado de Enfermagem Médico – Cirúrgica. GUIA ELABORADO POR ENFERMEIROS BRASILEIROS. A. os sinais e sintomas dos quadros agudos e crônicos dos transtornos mentais.. visando à promoção/manutenção e à recuperação de sua integridade mental. Enfermagem na unidade de centro cirúrgico.S. bem como.. LIMA. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. S.

 Anatomia e Fisiologia do Sistema Nervoso: influência das substâncias químicas na fisiologia cerebral. horticultura.  Realizar atividades de terapia ocupacional com os clientes/pacientes. musicoterapia.  Princípios que regem a assistência à Saúde Mental.  Noções de Psicofarmacologia.  Noções de Psicologia Comportamental.  Conhecimento de Psicologia e Psicopatologia do desenvolvimento. etc. atividades físicas e artísticas. psiquiátrica e emergências psiquiátricas.  Procedimentos e cuidados de enfermagem em saúde mental.Habilidades:  Prestar cuidados de enfermagem que atendam às necessidades básicas do cliente/paciente portador de transtornos mentais e usuários de diferentes drogas. jardinagem.  Características do ser humano dentro da visão holística.  Estruturação dos diversos níveis de atenção à Saúde Mental.  Classificação das doenças mentais.  Medidas de prevenção de distúrbios mentais. sintomas e formas de tratamento dos principais transtornos mentais tanto nos seus quadros agudos quanto crônicos. Bases Tecnológicas:  Evolução histórica da assistência à Saúde Mental e da Psiquiatria.  Categorias de transtornos mentais e de comportamento.  Noções sobre as diversas modalidades de recreação: ludoterapia.  Técnicas de contenção. Referências: 97 .  Sinais.  Estabelecer comunicação eficiente com o cliente/paciente e seus familiares/comunidade com vistas à efetividade da assistência.  Políticas de Saúde relativas à Saúde Mental.  Referenciar clientes/pacientes e/ou familiares para serviços de atenção em Saúde Mental. drogaditos e seus determinantes.

1990. (Práticas de Enfermagem) São Caetano do Sul: Difusão Editora. TAYLOR.. Debra.. 2001. 6ª ed..al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso. Cynthia M. COSTA. 2000. LEONARDIS. et al (Org). GREBB J. Casos clínicos em psiquiatria. T. Petrópolis: Vozes. LARAIA M. BRASIL. ROTELLI.Barueri. ver. Janice G.) Manual de enfermagem psiquiátrica. LIMA. Artmed. N. 1997. FIGUEIREDO. Manole. Andréa Porto (Org. 2005. 1ª Edição. São Caetano do Sul: Yendis Editora. 6 ed. MAURI. E. 2 ed.STEFANELLI. TOWNSEND. Sheila M. v. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000. São Paulo: Atheneu. CRUZ. Ministério da Saúde. Idemilda Lopes de [et. TOY. C. SPARKS. Cidadania e loucura: políticas de saúde mental no Brasil.Porto Alegre. ampl. São Paulo: Atheneu. STUART G. Porto Alegre: Artes Médicas. II. N.2008. Enfermagem psiquiátrica: princípios e prática. M.Maguida C. Marina Borges (Org. Diana.). Curso didático de enfermagem. KLAMEN. Enfermagem psiquiátrica em suas dimensões assistenciais. Psiquiatria e saúde mental: conceitos clínicos e terapêuticos fundamentais. (Org. Eugene. 2000. TEIXEIRA. Diagnóstico em enfermagem. NUNES FILHO. 1996. M.). Desinstitucionalização. A. 4ª Edição. DYER. São Paulo: Editora Hucitec. Ministério da Saúde. Porto Alegre: Artmed. 98 . do R. A. 2005. C. – Goiânia: AB. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000. 3 ed. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. 2003. Ota de. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. Ensinando o cuidar de clientes em situações clínicas e cirúrgicas. W. Franco. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidado. SADOCK B. 2000. 2002.

grupos e comunidade.  Esclarecer a população acerca das medidas de proteção/prevenção a serem adotadas em epidemias e endemias. Habilidades:  Registrar as doenças de notificação compulsória em impressos próprios. segundo o calendário básico de vacinação do Ministério da Saúde e Programa Nacional de Imunização (PNI).  Fazer levantamento das características sociopolíticas.  Manusear imunobiológicos conservando-os de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde. econômicas e culturais da comunidade. riscos e agravos à saúde.  Conhecer as principais políticas publicas de saúde no Brasil. relacionados a: Educação para saúde sobre medidas de proteção à saúde. 99 . famílias.  Vacinar. endemias.  Informar quanto ao retorno e efeitos adversos das vacinas.  Adotar as medidas de prevenção/proteção recomendadas para doenças transmissíveis. prevenção de doenças prevalentes. de risco e agravos à saúde. doenças preveníveis por imunizações. efeito de medicamentos e de imunobiológicos.COMPONENTE CURRICULAR: Saúde Coletiva Carga Horária: 72h Competências:  Reconhecer a importância da assistência de enfermagem prestada ao indivíduo nas diferentes faixas etárias.  Levantar dados de morbimortalidade. epidemias.  Utilizar técnicas de mobilização de grupos.  Registrar vacinas aplicadas em cartão próprio.  Utilizar os recursos da comunidade nas ações de saúde coletiva.

J.S. estrutura do SUS  A Enfermagem em Saúde Pública. J. Saúde Pública em face do Código de Defesa do Consumidor. E. L. . e Baldy. São Paulo. AMATO NETO. VANZIN.  Técnicas de comunicação interpessoal. S. 1995. Publ. crescimento.S. (edição atualizada) FORATINI. diarréia. V. Elementos de Epidemiologia Geral. 1ª ed. M. LEAVEL.Bases Tecnológicas:  Objetivos.  Programa Nacional de Imunização  Técnicas de imunização/vacinação e aplicação de imunobiológicos.NERY. Ver..  Estratégias de intervenção em saúde na família. Ana Cláudia de Carvalho. Hucitec. 1986.  Técnicas de transporte. São Paulo: Editora Mauad. Porto Alegre: Editora Saglia. malaria.Indicadores de Saúde no Brasil e relações com variáveis econômicas e sociais. A. hipertensão. Porto Alegre. Referências: PAGANO.S.994. (edição atualizada) 100 . G.  Programa de Assistência a saúde do Idoso. MacGraw-hill.  Recursos da comunidade para as ações de saúde coletiva. LESER. P.G. Rio de Janeiro. Artes médicas. Enfermagem em Saúde Pública: fundamentação para o exercício do enfermeiro na comunidade.  Técnicas de mobilização social. 2 ed. tuberculose. Doenças Transmissíveis.1976. diretrizes. L. 1. H. Sistema Único de Saúde.  Desenvolvimento. Porto Alegre: Sagra Luzzato.. VANZIN.E. PAIM.Enfermagem em Saúde Pública: fundamentação para o exercício do enfermeiro na comunidade. I. diabetes. et all. influenza e leishimaniose visceral. 1994. Baiana S.998. 1990. Arlete Spencer. SANTOS. 1. dengue. evolução e envelhecimento humano no ciclo vital.1978.  Noções de Vigilância Epidemiológica e Sanitária. São Paulo. CARVALHO. Guanabara Joogan. Atheneu. W.. O. 1975.  Prevenção e controle de hanseníase.Medicina Preventiva. 75(2): 39-83. & CLARK. armazenamento e conservação de vacinas: controle da Rede de Frio. Epidemiologia geral.

ALMEIDA FILHO. BRASIL. BRASIL.994. Norma Operacional da Assistência à Saúde/SUS—NOAS- SUS 01/2001. Hipertensão arterial sistêmica e Diabetes Mellitus: protocolo. de janeiro de 2001. Vigilância Sanitária. 1978. 1993. 1993. ROUQUAYROL. 3ª ed. BRASIL. ampl. Brasília: Ministério da Saúde: Rio de Janeiro: Fiocruz 2000.al] – Manual do Técnico e auxiliar de Enfermagem. – Goiânia: AB. 1999. P. Rio de Janeiro: Medsi. São Paulo . Lei Orgânica da Saúde – Lei nº 8080/90. E. Departamento de Saúde Ambiental. Epidemiologia e saúde. Programas de Atenção básica entre outros.. Brasília: Ministério da Saúde. 5ª Ed. 6ª ed.Rio de Janeiro: HUCITEC . A. Ministério da Saúde. 2000. 1997. 1999. Doenças de Notificação Compulsória. KAWAMOTO. 1995. USP. Ministério da Saúde. U. São Paulo. Brasília: Ministério da Saúde. BRASIL. Brasília: Ministério da Saúde. Saneamento do Meio. 1. M. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Imunização. Brasília. Caderno de Atenção Básica. BRASIL. MENDES. Profissionalização de Auxiliares de Enfermagem: instrumentalizando a ação profissional. N. Brasília: Ministério da Saúde. 2001. Ministério da Saúde. BRASIL. Guia de controle da hanseníase.PHILIPPI JÚNIOR. Faculdade de Saúde Pública. Idemilda Lopes de [et. BRASIL. Norma Operacional Básica – NOB 01/96 BRASIL. Manual de normas para o controle da tuberculose. São Paulo: E. Manual de controle das doenças sexualmente transmissíveis. 101 . Portaria95. Distrito Sanitário: o processo social de mudança das práticas sanitárias do SUS. Ministério da Saúde. Eugênio Vilaça. ver. Ministério da Saúde. E.ABRASCO. Ministério da Saúde. (org) Enfermagem comunitária. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Manual do Programa Nacional de Imunização. Z. (edição atualizada) Manuais do Ministério da Saúde: Vigilância Epidemiológica. FUNDACENTRO. BRASIL. LIMA.

COMPONENTE CURRICULAR: Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente

Carga Horária: 108h

Competências:

 Adquirir conhecimentos teóricos e práticos da Enfermagem Materno-infanto-juvenil,
em circunstâncias normais e sob condições anômalas e de hospitalização, sobre os
aspectos: ginecológicos, de reprodução (obstétricos), de planejamento familiar, de
prevenção de câncer cérvico-uterino e de mama, e de climatério; crescimento e
desenvolvimento da criança e adolescente nos períodos perinatal, lactância, infantil,
pré-escolar, escolar, pré-adolescência e adolescência.

Habilidades:

 Prestar cuidados de enfermagem à mulher.
 Realizar procedimentos de enfermagem relacionados aos aspectos ginecológicos e
de prevenções do câncer cérvico-uterino e de mama.
 Realizar atendimento à mulher no planejamento familiar e no ciclo grávico-puerperal
normal e patológico.
 Operar equipamentos e manusear materiais e instrumentos utilizados em centros
tococirúrgicos, alojamentos conjuntos e unidades neonatais de tratamento
intermediário e intensivo.
 Prestar cuidados de enfermagem ao recém-nascido e lactente sadios, doentes e em
situações de risco.
 Prestar cuidados de enfermagem à criança e ao pré-adolescente sadio, doente e em
situações de risco.
 Operar equipamentos e manusear materiais e instrumentos utilizados na assistência
de enfermagem à criança e ao pré-adolescente.
 Realizar o controle antropométrico da criança e do pré-adolescente.
 Registrar o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança e do
pré-adolescente.
 Prestar assistência de enfermagem ao adolescente e jovem sadio, doente e em
situações de risco.
 Utilizar técnicas de mobilização de grupos.

102

 Estabelecer comunicação eficiente com os clientes/pacientes, seus familiares e
responsáveis e a equipe de trabalho, com vistas à efetividade das ações.
 Realizar ações que promovam o bem-estar e melhorem a qualidade de vida da
mulher, da criança e do adolescente.

Bases Tecnológicas:

 Enfermagem em gineco-obstetrícia.
 Planejamento familiar.
 Pré-natal.
 Grupos de apoio à mulher e à gestante.
 Sinais e sintomas de agravos no recém-nascido: prematuros, baixo peso, pós-termo,
com doença hemolítica, com infecções perinatais, filhos de mães diabéticas, HIV
positivo ou dependentes de drogas.
 Normas técnicas sobre funcionamento de aparelhos e equipamentos específicos.
 Menarca . menopausa e climatério.
 Reprodução humana.
 Gestação, parto, puerpério e aborto.
 Noções das principais situações de risco que envolvem o adolescente: violência,
drogas, álcool, acidentes, suicídios, exploração sexual, exploração comercial,
delinqüência, estilo e má qualidade de vida.
 Comportamento sexual de risco.
 Crescimento e desenvolvimento do adolescente normal.
 Noções da fisiologia, psicologia e patologias mais comuns na mulher, na criança e no
adolescente.
 Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (Paism).
 Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança e Cartão da Criança (Paisc).
 Programa de Saúde do Adolescente (Prosad).
 Órgãos e entidades de proteção e orientação à criança, à mulher e ao adolescente
existentes na comunidade (saúde, lazer, esporte, cultura e outros).
 Legislação específica.
 Estatuto da Criança e do Adolescente.
 Normas técnicas sobre o funcionamento dos aparelhos e equipamentos específicos.
 Sexualidade e saúde reprodutiva.
103

 Comportamento de risco na criança (acidentes domésticos) e no adolescente
(dependência química, delinqüência, desnutrição, abuso sexual, violência doméstica,
trabalho infantil, auto-agressão).

Referências:

BEHRMAN, Richard E. & KLIEGMAN, Robert. Princípios de Pediatria. 3ª ed., Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 1.999.
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104

seus familiares e responsáveis. 3 ed. desmaios.  Estabelecer comunicação eficiente com cliente/paciente. 1981. 105 . picadas de animais peçonhentos. assim como com a equipe de trabalho para uma maior efetividade da assistência. COMPONENTE CURRICULAR: Urgência em Enfermagem Carga Horária: 72h Competências:  Desenvolver as atividades de enfermagem com rapidez e habilidade aos indivíduos nas diferentes faixas etárias. choque elétrico.  Operar equipamentos e utilizar materiais próprios no campo de atuação. vertigens. Habilidades:  Prestar cuidados de enfermagem a clientes/pacientes em situações de urgência e emergência.  Manter materiais. fraturas. grandes queimaduras. equipamentos e medicamentos para emergência. Rio de Janeiro. separados e em local de fácil acesso e remanejamento. intoxicações.. coma. R. – Caderno de Enfermagem: Pediatria.STEINSCHNEIDER.  Realizar procedimentos para manutenção da permeabilidade das vias aéreas e assegurar a ventilação e perfusão eficiente aos tecidos e órgãos. visando eliminar ou minimizar os riscos de vida e evitar complicações. Bases Tecnológicas:  Agravos à saúde e acidentes que ameaçam a vida e atendimento de urgência/emergência que caracterizam situações de emergência e urgência: ferimentos. traumatismos. Ed.  Registrar ocorrências e serviços prestados. Masson. vítimas de acidentes e agravos à saúde e que necessitam cuidados em caráter de urgência e emergência e em estado grave ou agonizante. crise convulsiva.

et. Enfermagem na UTI Neonatal: Assistência ao recém-nascido. s. 2ª ed. 106 .A. PEREIRA..001.. Rio de Janeiro: Atheneu. Maria J. João Pessoa: Almeida Gráfica e Editora L. Práticas Recomendadas . 2007. KNOBEL.SOBEC. hemorragias e ferimentos. FORTES Júlia Ikeda.ª Auxiliadora. W.986. São Paulo: Manole. Beatriz de Albuquerque. 2007. Condutas no paciente grave. 2007.J. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. ELIAS. Enfermagem no Centro de Terapia Intensiva Pediátrica. 1. dores intensas. distúrbios metabólicos. São Paulo: Editora Roca. TAMEZ. Enfermagem em Emergência.Y. parada cardiorrespiratória.T. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. GALLO. estado de choque. A. Carolyn M.d. all. 2005. 2. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. Bárbara & HUDAK. M. 2007. 1ª ed. Cuidados Intensivos de Enfermagem: uma Abordagem Holística. Fundação Nacional de Saúde. O enfermeiro e as situações de emergência.F. insuficiência respiratória. Júlia Ikeda. CARVALHO.  Normas técnicas sobre o funcionamento e a utilização dos aparelhos e equipamentos específicos. São Paulo: Editora Pedagógica Universitária (EPU). VIANA. 2. ARRUDA.  Técnicas de transporte de paciente. Pantoja. Enfermagem em Emergências. Raquel Nascimento & SILVA.L. 1986. Maria Luciliane. 2007. de. – Primeiros Socorros. 2ª ed. 3° ed.M.  Noções de Fisiopatologia do Estado de Choque.  Noções de Fisiopatologia da PCR (parada cardiorrespiratória). São Paulo: EPU. RATTON. Enfermagem em Centro-Cirúrgico.A. 2007. CALIL. Fortaleza: Premius. BIANCHI.Emergências médicas e terapia intensiva. Brasília. PARANHOS. 1995.  Epidemiologia do trauma. Moira. R.D. 2006.R. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. envenenamentos. Suturas cirúrgicas. Manual PHTLS. Referências: FORTES. E. CASTELLI. São Paulo: Atheneu.002.

UTI Carga Horária: 72h Competências:  Conhecer a estrutura física e equipamentos que compõe a unidade de terapia intensiva.  Identificar sinais e sintomas de agravamento no quadro clínico do paciente.  Prestar cuidados de enfermagem que atendam às necessidades do cliente/paciente grave.  Executar cuidados e procedimentos de enfermagem nos atendimentos de clientes em UTI e Unidades Especializadas.  Prestar cuidados de enfermagem ao paciente em estado grave.  Colaborar com a equipe de trabalho em Unidades Especializadas. Bases Tecnológicas:  Enfermagem intensivista.  Estabelecer seqüência de cuidados prioritários de enfermagem para o atendimento do paciente. equipe de trabalho e atendimento ao paciente em Unidades 107 .  Estrutura.COMPONENTE CURRICULAR: Assistência a Pacientes Graves .  Humanização no atendimento aos clientes em unidades especializadas. organização.  Relacionar as ocorrências para prestação do cuidado. especializadas utilizando-se de princípios de bioética. mudanças de decúbito e proteção dos membros e tronco do cliente/paciente de modo a evitar complicações e/ou seqüelas. aos transplantados.  Executar técnicas de posicionamento correto.  Registrar em prontuário. em tratamento de hemodiálise ou CAPD e pacientes oncológicos. ocorrências e todos os procedimentos realizados na prestação de Cuidados prestado aos pacientes em estado critico. Habilidades:  Executar cuidados e procedimentos de enfermagem nos atendimentos de clientes em UTI e Unidades Especializadas. ao recém-nascido de alto risco.

Carolyn M. COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo Carga Horária: 36h 108 .002. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. et. São Paulo: E. 1ª ed. 2ª ed. Raquel Nascimento & SILVA. 2006. ARRUDA. PARANHOS. UTI Cardiológica. CASTELLI.. São Paulo: Editora Pedagógica Universitária (EPU). Emergências médicas e terapia intensiva. Suturas cirúrgicas. GALLO. CALIL. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos.L. U.R.F. 1988. Maria J. TAMEZ.. 2007.A. 2. Enfermagem na UTI Neonatal: Assistência ao recém-nascido. Fortaleza: Premius. Enfermagem no Centro de Terapia Intensiva Pediátrica. UTI neo natal. WA. 2. 2007.  Equipamentos da unidade de Terapia Intensiva. all – Rotinas em Terapia Intensiva – 2ª ed. E. O enfermeiro e as situações de emergência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Assistência de Enfermagem ao Paciente Gravemente Enfermo. Pantoja. A. J. Fundação Nacional de Saúde. Rio de Janeiro: Atheneu.P. VIANA.  Especializadas: UTI.SOBEC.. BIANCHI.Y. 2001 BARRETO. Enfermagem em Emergências. ELIAS. CINTRA E de A. Beatriz de Albuquerque..001. São Paulo: Editora Roca. 2007. Maria Luciliane.d. RATTON.  Sistematização da Assistência de Enfermagem. Práticas Recomendadas . Moira. NISHIDE VM. Alice Martins – Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. 2007. R. São Paulo: Atheneu. Júlia Ikeda. Bárbara & HUDAK. Referências: FORTES. 2005. Brasília. Manual PHTLS. Cuidados Intensivos de Enfermagem: uma Abordagem Holística. Condutas no paciente grave. GOMES. Unidade de Queimados. 3° ed. KNOBEL.M.986. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. Enfermagem em Centro-Cirúrgico. Hemodiálise. Sérgio Menna. 2007. CARVALHO. 2007. 2ª ed. de. Oncologia. São Paulo: Atheneu. 1. 2ª ed. W. s. São Paulo: Manole.

as tendências mundiais e as oportunidades no mundo dos negócios. criando novas oportunidades no âmbito dos negócios.  Organizar e implementar projetos empreendedores de sucesso.  Conhecer os fundamentos e metodologia par a elaboração de projetos empreendedores.  Aplicar técnicas de como elaborar projetos empreendedores. 109 . Habilidades:  Definir um plano de desenvolvimento de negócio próprio visualizando as oportunidades e possibilidades e perspectiva do mercado.Competência:  Avaliar e diagnosticar os aspectos do mercado consumidor.

 Órgãos e repartições públicas. LAKATOS. desenvolvido no ambiente de trabalho. O Ambiente da Qualidade. SP: Negócio.  Obrigações.  Sociedades: formas de constituição. ( Art. 1999.Bases Tecnológicas:  Empreendedorismo (noção geral: a importância da pesquisa no mercado.Criando seu próprio negócio:como desenvolver o potencial empreendedor. Marina de Andrade.1995. burocracias das Microempresas. H. 6ª. de ensino médio. Ed. Eva Maria.2000. Fundamentos da Metodologia Científica.6 – ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO 5.788). tendências mundiais e oportunidades de negócios.6. O Fenômeno do Empreendedorismo São Paulo: Atlas.  Características do empreendedor de sucesso.  Porque desenvolver um negócio próprio. de educação profissional. 1º. impostos e tributos.  Registro de marcas e patentes.  Metodologia de Projetos. SP:Cultura. da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental.Empreendedor corporativo: a nova postura de quem faz a diferença. João Martins da. noção de marketing). 2005. na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. Lei 11. São Paulo: Atlas. F. Oficina do Empreendedor.J. PEREIRA. E. que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior.1 – Introdução O estágio é um ato educativo escolar supervisionado. Referências: BOM ÂNGELO. Emanuel.Brasília:SEBRAE. São Paulo: Atlas. 5. 1999 MARCONI. LEITE. aspectos do mercado consumidor. DOLABELA. SILVA. 2003. 110 .

Lei Nº 11. O estágio propicia a aprendizagem dos estudantes sobre o agir profissional objetivando o seu desenvolvimento para a vida cidadã e para o trabalho.6. aplica-se aos estudantes dos cursos técnicos de nível médio. Art. Com esse entendimento e baseada nas exigências decorrentes da própria natureza da habilitação profissional. . . .Resolução CNE/CEB Nº 1. 5. define que “os sistemas de ensino estabelecerão as normas de realização de estágio em sua jurisdição.6.Resolução CEE/PI Nº 037/08. . para os cursos técnicos de nível médio ofertado na rede estadual de educação profissional. Nº 9.6. de 20 de dezembro de 1996. no contato com a experiência profissional. de 21 de Janeiro de 2004 estabelece as Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio.Resolução CNE/CEB Nº 2. 5. do Estado do Piauí define o Estágio Obrigatório.2 . de 4 de Abril de 2005. .Carga horária/ Jornada /Duração do curso 111 . . 82. vivenciando em ambiente real de trabalho. para que possa compreender e desenvolver de forma eficiente e eficaz as competências e habilidades próprias para a vida profissional e cidadã. observada a lei federal sobre a matéria”. que Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. de 25 de Setembro de 2008 dispõe sobre o estágio de estudantes.3 -Objetivo Propiciar ao estudante aprendizagem sobre o agir profissional. . atividades na área de formação específica do curso. de 20 de setembro de 2012. de 24 de Março de 2008 do Conselho Estadual de Educação do Estado do Piauí trata dos Estágios.788. com matrícula e freqüência regular.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.PARECER CNE/CEB Nº 39 de 8 de Dezembro de 2004 que trata da Aplicação do Decreto Nº 5.Resolução CNE/CEB N.Base Legal .154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio.4 . a Secretaria Estadual de Educação e Cultura – SEDUC. realizado no ambiente real de trabalho.REGIMENTO INTERNO das unidades de ensino da rede estadual de educação profissional e as orientações dos respectivos conselhos fiscais das profissões. modifica a redação do § 3º do artigo 5º da Resolução CNE/CEB nº 1/2004. 5. proposto neste plano de curso.º 06. sendo requisito para a conclusão e obtenção de diploma do curso.394. O estágio como ato educativo escolar supervisionado obrigatório.

. deve ser planejado. a parte concedente do estágio e a instituição de ensino. coordenador pedagógico e coordenador do curso. .o plano de atividades elaborado. O estágio nos termos da lei deverá ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e de um supervisor da parte concedente. como requisito para aprovação e obtenção do diploma. O estágio dos cursos em Regime de Alternância poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais. à luz do perfil profissional de conclusão do curso. executado. definida na matriz curricular deste curso é de 600 horas. realizadas nos períodos que não estão programadas aulas presenciais. acompanhado e avaliado em conformidade com a proposta pedagógica curricular do curso e a legislação vigente. 112 . b) celebração de termo de compromisso entre o educando.nome do profissional da instituição concedente do estágio que será responsável pelo acompanhamento e orientação do estudante.confirmação do cadastro dos estudantes junto à empresa de seguros. observando as condições do estudante e a capacidade de atendimento da concedente do estágio. atestado pela instituição de ensino. . O estágio poderá ser desenvolvido em locais de direito privado ou órgãos da administração pública direta. observado os seguintes requisitos: a) matrícula e freqüência regular do educando no curso. A Carga horária do estágio supervisionado obrigatório. num total de 20 (vinte) horas semanais ou 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. . dos Estados e dos municípios.indicação do professor orientador para orientar e supervisionar as atividades de estágio. 5.5 – Realização do Estágio O estágio definido neste plano de curso. . A jornada de atividade em estágio proposta no planejamento da Unidade de Ensino ofertante do estágio.contrato de seguros contra acidentes pessoais. autárquica e fundação de qualquer dos Poderes da União. asseguradas as condições para realização do mesmo. poderá ser de 4 (quatro) horas diárias.avaliação das instalações quanto as condições de proporcionar ao educando a realização das atividades de estágio e da capacidade de atendimento para formação dos grupos. definida pelo professor orientador. confirmadas pelo professor articulador: .6.

6. à luz do perfil profissional do curso. para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente. observando o desenvolvimento de cada atividade. e) indicação de funcionário do quadro de pessoal da empresa concedente do estágio. ser assumida pela instituição de ensino ou pela concedente do estágio.6 – Supervisão A orientação e o acompanhamento do estágio ficarão sob a responsabilidade do professor orientador da instituição de ensino e do funcionário do quadro de pessoal da concedente. um relatório de estágio discriminando cada atividade desenvolvida e a respectiva carga horária. profissional e cultural. o comportamento do aluno (ser). c) compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e as previstas no plano de atividades. conforme a capacidade física da empresa. 5. o aluno deverá entregar na coordenação da escola. o que não dispensa a celebração do termo de compromisso onde serão acordadas todas as condições de realização do estágio. f) disponibilidade de instalações com condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social. a responsabilidade pela contratação do seguro poderá. com atribuições de orientar e acompanhar a freqüência e o desenvolvimento do Plano de Atividades do Estágio. Esse relatório deve ser assinado pelo professor orientador e pelo supervisor do local do estágio. g) cobertura de seguro contra acidentes. d) celebração de Termo de Convênio entre a Empresa e a Instituição de Ensino ou SEDUC. auxiliando o aluno a superar as dificuldades técnicas e metodológicas para a realização com êxito de todas as atividades proposta no plano.7 . bem como avaliar e assinar os relatórios apresentados pelos alunos. com formação ou experiência profissional na área de conhecimento específico do curso do estagiário. de forma processual e contínua. No caso de Estágio Supervisionado Obrigatório. alternativamente. que serão registrados da seguinte forma: I – competências desenvolvidas – CD = aproveitamento igual ou superior a 60% II – competências não desenvolvidas – CND = aproveitamento inferior a 60% 113 . Os critérios de avaliação do Estágio serão desenvolvidos em articulação entre as competências (saberes) e habilidades (fazer). Após a conclusão do estágio.6. 5.Avaliação A avaliação do desempenho do aluno estagiário será no decorrer de todo o Estágio.

6.5. nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais.  O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática. caso não cumpra essa frequência deverá fazer a reposição de ausências e recuperação das atividades não realizadas na data da falta.  O acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário caberão ao professor orientador do grupo de estágio e ao funcionário do quadro de pessoal da concedente. O professor ao avaliar a Ficha de Acompanhamento do Estágio e o Relatório atribuirá uma nota na escala de 0 (zero) a 10 (dez). poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais.8 .6.  Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso.9 – Aprovação Para efeito de aprovação.6. 114 .Freqüência O aluno ao final do estágio deverá ter frequência de 100% total da carga horária prevista. acompanhado e avaliado em conformidade com o currículo e programas definidos neste curso. onde será aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 60% de aproveitamento e freqüência de 100% ( cem por cento ) do total da carga horária do estágio supervisionado. executado.  Cumprir a carga horária total do estágio. de acordo com o previsto na matriz curricular de cada plano de curso.Orientações Gerais:  A realização do Estágio Curricular Obrigatório por parte do aluno não acarretará vínculo empregatício de qualquer natureza. 5. são consideradas como resultado as Competências Desenvolvidas .  O estágio deve ser realizado preferencialmente ao longo do curso. 5. conforme o previsto neste plano de curso. reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas.CD. permeando respeitando a compatibilidade com o horário escolar.  O estágio deve ser planejado. (8 horas diária).10 .

observando o estabelecido na legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho.CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES A escola admite aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores ao curso desde que não exceda a 40% (quarenta por cento).  Por ocasião do desligamento do estagiário. 34. conforme fique estabelecido no termo de compromisso. com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. a avaliação da aprendizagem dos estudantes visa à sua progressão para o alcance do perfil profissional de conclusão. Resolução CEE/PI n°. II – adquiridos em uma das seguintes situações: a) no ensino médio. entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas. sendo contínua e cumulativa. VI . bem como dos resultados ao longo do processo sobre os de eventuais provas finais. 142/2010. serão definidos pelos profissionais da escola levando em consideração as orientações definidas para esse fim. c) em outros cursos. os períodos e a avaliação de desempenho. da carga horária mínima do curso e que estejam eles diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão e tenham sido: I – reconhecidos em processos formais de certificação profissional. Conforme orientação da Resolução CNE/CEB Nº 06/2012. deve ser propiciada pelos sistemas de ensino como uma forma de valorização 115 . A avaliação da aprendizagem utilizada para fins de validação e aproveitamento de saberes profissionais desenvolvidos em experiências de trabalho ou de estudos formais e não formais.  Contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais. em seu Art.  Garantir instalações que proporcione ao aluno estagiário condições para realizar atividades de aprendizagem. mediante avaliação do aluno. Os procedimentos em cada campo de estágio e para cada situação. d) No trabalho ou por outros meios informais. b) em qualificação profissional e etapas (ou módulos) de nível médio técnico.

O resultado da avaliação deverá ser registrado em relatório que será arquivado no prontuário individual do aluno. que tenham sido desenvolvidos: I . III . Após a realização da avaliação escrita.em outros cursos de Educação Profissional e Tecnológica. para ser dispensado dos estudos requeridos.em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico regularmente concluídos em outros cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio. em processos formais de certificação profissional. para fins de certificação profissional.em cursos destinados à formação inicial e continuada ou qualificação profissional de. mediante avaliação do estudante.da experiência extraescolar dos educandos.por reconhecimento. § 1º Os sistemas de ensino devem elaborar diretrizes metodológicas para avaliação e validação dos saberes profissionais desenvolvidos pelos estudantes em seu itinerário profissional e de vida. pelo coordenador (a) do curso por meio de avaliação escrita ou análise de documentos apresentados pelo aluno. de acordo com o correspondente perfil profissional de conclusão do respectivo curso técnico de nível médio. no mínimo. Ainda segundo a Resolução CNE/CEB Nº 06/2012 para prosseguimento de estudos. por outros meios informais ou até mesmo em cursos superiores de graduação. visando a suprir eventuais insuficiências formativas constatadas na avaliação. 35). A avaliação para o aproveitamento de conhecimentos e experiências adquiridas anteriormente será feita por uma comissão de professores designada pela direção da escola. juntamente com os documentos e instrumentais utilizados na 116 . realizado em instituição devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino ou no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional. § 2º Os sistemas de ensino devem. IV . atingir no mínimo. para fins de prosseguimento de estudos ou de reconhecimento dos saberes avaliados e validados. a instituição de ensino pode promover o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do estudante. O aluno deverá encaminhar solicitação à direção do centro/escola por meio de requerimento e esta decidirá pelo deferimento ou não. desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional. mediante avaliação do estudante. 160 horas de duração. aproveitamento de 60%. inclusive no trabalho. respeitadas as condições de cada instituição educacional. oferecer oportunidades de complementação de estudos. objetivando a continuidade de estudos segundo itinerários formativos coerentes com os históricos profissionais dos cidadãos (Art. II . o aluno deverá.

entrevistas. conforme prazo estipulado em cada calendário escolar. ao final. estágios profissionais e diagnósticos ou prognósticos de situações de trabalho reais ou hipotéticos.CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem proposta neste Plano de Curso ocorrerá na dimensão diagnóstica. estudos de casos. dos conhecimentos e atitudes nas diversas situações de aprendizagem: pesquisas. projetos. Assim sendo. seminários. a avaliação será feita com base nos dados coletados através de relatórios. estudo do meio. VII . tornam-se obrigatório que as notas sejam somadas e extraídas as médias bimestrais para o registro na ficha de desempenho do aluno e. onde planejamento e avaliação interagem favorecendo a concretização de uma aprendizagem satisfatória. formativa e sistemática orientando o caminho para a construção das competências desejadas durante o curso.  Avaliação Formativa indica a evolução e o desenvolvimento do aluno no processo ensino-aprendizagem na perspectiva de redirecionar e consolidar o que os alunos dominam e quais as dificuldades a serem superadas através de uma ação dinâmica utilizando diversas estratégias como facilitadoras para o processo da aprendizagem. debates.  Avaliação Sistemática requer o planejamento e consciência do perfil profissional delineado no Plano de Curso integrado ao processo de ensino. A avaliação da aprendizagem dos alunos será contínua e cumulativa. 117 . Logo. a avaliação se constituirá de:  Avaliação Diagnóstica possibilita ao professor evidenciar atributos que os alunos já possuam e identificar potencialidades dos mesmos para utilizá-los na estruturação do processo de competências e de crescimento para a autonomia na busca do que quer e precisa aprender. visitas.realização do processo. provas orais e escritas. enfim. Portanto. aulas práticas. Fica estabelecido que os resultados das avaliações mensais devam ser registrados e consolidados a cada bimestre nos documentos oficiais da escola. devendo este ser homologado pela Direção e divulgado num prazo mínimo de 48 horas (quarenta e oito horas). não ultrapassando o registro de um bimestre para o subseqüente. Essas dimensões permitirão a flexibilidade da ação pedagógica. No decorrer do processo os alunos serão avaliados considerando observações sistemáticas efetuadas através da realização de trabalhos individuais e em grupos. sendo priorizados os instrumentos integradores e estimuladores de aprendizagem que envolva atividades coletivas e individuais e forneçam indicadores da aplicação no contexto profissional. da apresentação de trabalhos em grupos ou individuais.

da LDB Nº. O deferimento ou indeferimento do pedido ficará a critério da direção da escola. conforme a LDB Nº 9394/96. media anual igual ou superior a 6(seis) para os cursos com organização curricular em série e/ou modular/ semestral. c) A Recuperação Final envolverá conteúdos e habilidades trabalhados durante os bimestres letivos. artigo 24. atendendo às necessidades dos educandos no decorrer do ano letivo. 118 . e) Na ocorrência de ausência às avaliações.394/1996. em primeira chamada. duração de um ano cada série. sem limite do número de componentes curriculares. deverá requerer a 2ª chamada junto à Secretaria da Escola. incluindo previsão de datas e realização de SEGUNDA CHAMADA. A recuperação paralela (RP) terá caráter obrigatório e será realizada concomitante ao processo de ensino e aprendizagem. 24. b) O aluno que obtiver média anual inferior a 6 (seis)pontos fará a Recuperação Final. o aluno ou seu responsável. sem especificação de data ou carga horária. f) Os procedimentos. semestral e quatro notas para os cursos com organização curricular seriada. As avaliações serão realizadas mensalmente e os resultados (médias bimestrais ou anuais) expressos em notas que variam na escala de 0 a 10. sendo duas notas para os cursos com organização curricular modular. serão registrados bimestralmente. conforme o Art. Para aprovação deverão ser observados os seguintes critérios: a) Será aprovado o aluno que obtiver. no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização das mesmas. 9. 2013). g) Será REPROVADO sem direito à avaliação final o aluno que obtiver freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) no ano letivo independentemente de apresentar nota suficiente para aprovação. d) A nota obtida na Recuperação Final substituirá a Média Anual. ficando a cargo do professor. A mesma deverá acontecer além dos 200 (duzentos) dias letivos.no seu histórico escolar (Sistemática de Avaliação/SEDUC. inciso V e alínea “e” que trata da “obrigatoriedade de estudos de recuperação. de preferência paralelos ao período letivo”. de RECUPERAÇÃO OBRIGATÓRIA e de RECUPERAÇAO FINAL deverão obrigatoriamente constar no calendário da escola. os critérios de sua seleção e definição. São considerados critérios mínimos para aprovação: freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco) da carga horária do módulo ou série e aproveitamento igual ou superior a 60% (sessenta) em cada um dos componentes curriculares previstos para o módulo. Inciso I. desde que esta seja inferior.

O resultado dos estudos de recuperação paralela. diretoria. Para análise de questões extraordinárias que envolvem o processo de ensino- aprendizagem. ficando retido/reprovado o aluno que obtiver nota inferior a 6.0 pontos. salas equipadas com mesas e cadeiras para alunos e professores. todas as escolas contam com laboratório de enfermagem. diretoria-adjunta. deverá substituir o resultado anterior se este for menor.0. condicionadores de ar e recursos didáticos pedagógicos para a base comum. com relação em anexo. Vale ressaltar que as escolas da rede pública estadual. blocos de banheiros e vestiários para alunos. Caso o aluno não obtenha media 6 (seis) a cada bimestre. paralelo às aulas regulares. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS A infraestrutura da escola para o adequado funcionamento de um Curso de Educação Profissional deve contar com uma biblioteca com acervo específico e atualizado. sala para coordenação pedagógica. VIII – BIBLIOTECA. A nota alcançada na RO será registrada em substituição à menor media bimestral. Laboratório de Ciências Físicas e Biológicas e Laboratório específico para o Curso. Se a média anual for igual ou maior que 6 (seis) pontos o aluno será aprovado sem necessidade de fazer a Recuperação final. O Resultado Final (RF) será encontrado somando-se as médias dos bimestres. sempre que for favorável ao aluno. Após realização dos exames finais e/ou dos estudos de recuperação o resultado do rendimento escolar deverá ser divulgado através de portaria afixada em locais de fácil visibilidade e arquivada na escola. em sua maioria. salas equipadas com os laboratórios didáticos: Laboratório de Informática com programas específicos para o Curso. Caso a média dos bimestres sejam superiores à alcançada na RO permanecerá inalterada. secretaria. Em geral. Atualmente. A recuperação obrigatória (RO) é destinada aos alunos que apresentem dificuldades de aprendizagem não superadas no cotidiano escolar e necessitem de um trabalho mais direcionado. sala para professores. cantina. além de salas para biblioteca. será submetido a RO ao final de cada semestre. 119 . O aluno que for submetido à Recuperação Final deverá atingir nota igual ou superior a 6. serão organizados conselhos de classe. são constituídas por uma área que consta de salas de aula. no caso de nota inferior a já existente registrar a nota maior. oferecem as condições em relação à estrutura física para o funcionamento do curso proposto. sala para coordenação de articulação escola-empresa. banheiros para professores.

bem como. Os Diplomas de Técnico de Nível Médio devem explicitar o correspondente título de técnico.CERTIFICADOS E DIPLOMAS A SEREM EMITIDOS O Diploma e Histórico Escolar serão concedidos ao aluno após o cumprimento da matriz curricular proposta neste plano de curso. O código de autenticação gerado pelo sistema deverá ser registrado no verso do Diploma no campo das observações. assim como o pessoal técnico será garantido pela SEDUC através da Unidade de Gestão de Pessoas com critérios estabelecidos em instrução normativa do Secretário e respeitando as regras da administração pública e os critérios definidos no Regimento Escolar.IX – PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO O corpo docente será constituído por profissionais com graduação em licenciatura correspondente a cada área do conhecimento da Base Comum e profissionais graduados na área específica do curso. O Diploma será validado no SISTEC pelo Gestor Responsável ou Gestor Registrador. de acordo com o perfil profissional de conclusão do curso. constando as respectivas cargas horárias. X . o eixo tecnológico ao qual se vincula o curso. e registrados pelo órgão competente da secretaria de educação – Gerência de Registro de Vida Escolar/ GERVE sempre que seus dados estejam inseridos no SISTEC. 120 . os históricos escolares. a habilitação profissional. freqüências e aproveitamento obtido em cada um dos componentes curriculares.

no município de XXXXXXXX Estado Piauí de nacionalidade Brasileira. com RG Nº. no uso de suas atribuições legais e tendo em vista a conclusão do Curso Técnico de Nível Médio em Enfermagem na forma Integrada ao Ensino Médio do Eixo Tecnológico Ambiente e Saúde. filho de XXXXXXXXXXXXXXXXXXX e de XXXXXXXXXXXXXXXXXXX. (PI). REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO PIAUÍ BRASÃO Secretaria Estadual de Educação e Cultura Brasil CNPJ Nº XXXXXXXXXXXX BRASÃO CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Estado do Piauí XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Rua XXXXXXXXXXXXXX Nº XXXX Bairro XXXXXXXX. confere o título de TÉCNICO EM ENFERMAGEM a XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. e lhe outorga o presente Diploma a fim de que possa gozar de todos os direitos e prerrogativas legais. nascido em XXXXXXXXXXXXXXXXXX. em XX de XXXXX de XXXX. MUNICÍPIO XXXX – PI CEP XXXXXXXX Decreto nº XXXXXXXXXXXXXXXXXXX Resolução do CEE Nº XXXXXXXXXXXXXXXXXXX DIPLOMA O Diretor (a) do CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL XXXXXXXXXXXXXXXXX. ___________________________________________________ _________________________________________________ Diretor(a) Secretário(a) _____________________________________________________________________________________________________ Titular CURSO: Técnico de Nível Médio em Enfermagem na forma Integrada ao Ensino Curso Anterior e Ano de Conclusão Secretaria Estadual de Educação e . XXXXXXXXXXXXXXX SSP-PI. XX de XXXXXXXXX de XXXX.

administração de Microbiologia e Parasitologia 72 medicamentos e vacinas. Médio Cultura . Observações: Saúde da Mulher da Criança e do Adolescente 108 . prevenção. Nutrição e Dietética 72 mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais. Farmacologia 72 Teoria e Prática em Enfermagem 108 Competências dos Técnicos em Enfermagem Educação Biossegurança 72 Profissional Administração em Enfermagem 36 . Promove ações de 180 orientação e preparo do paciente para exames. recuperação e de reabilitação da saúde Assistência a Pacientes graves – UTI 72 do indivíduo e/ou grupos sociais. Realiza cuidados de Anatomia e Fisiologia Humana 108 enfermagem.Realizar Educação em Saúde adotando medidas de Saúde Coletiva 72 promoção da saúde e prevenção de doenças. tais como: curativos.840 dos exames com finalidade diagnóstica. Física 180 recuperação e reabilitação dos processos saúde – doença. .Integrar a equipe multidisciplinar do Programa de Saúde Clínica de Enfermagem 108 da Família identificando situações de risco à sua Clínica Cirúrgica 72 comunidade. Colabora Matemática e suas Química 180 com o atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e Tecnologias Biologia comunidade.240 risco de vida. Códigos e Estabelecimento de Ensino suas Tecnologias Informática 72 Educação Física 72 Língua Inglesa 72 Língua Espanhola 72 Geografia 180 Localidade e Unidade da Federação História 180 Ciências Humanas e Filosofia suas Tecnologias 108 Sociologia 108 Perfil Profissional Ensino Religioso 36 Ciências da Matemática 216 O Técnico em Enfermagem atua na promoção. Órgão Fiscalizador Natureza. Estágio Profissional 600 . Saúde Mental 72 . dentre Psicologia das Relações Humanas 72 outros.Identificar as necessidades do cliente/paciente e prestar Total Geral cuidados de Enfermagem no preparo e acompanhamento 3. em todas as faixas etárias. executando-se os Empreendedorismo 36 cuidados requeridos pelos pacientes/clientes graves ou em Total da Carga Horária Total 3. nebulizações. Presta assistência de enfermagem a pacientes clínicos e Ética e História da Enfermagem 36 cirúrgicos.PI ÁREAS DO TOTA CONHECIMENTO E L DE COMPONENTE CURRICULAR CH PROFISSIONAL PONTO S Língua Portuguesa 288 Arte 36 Línguas.Desempenhar ações de Enfermagem nos níveis de Urgência em Enfermagem 72 promoção. proteção. banho de leito.

REGISTRO SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO PIAUÍ – SEDUC/PI GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO UNIDADE DE EDUCAÇÃO TÉCNICA PROFISSIONAL IIDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR DENOMINAÇÃO: Centro Estadual de Educação Profissional XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX ENDEREÇO: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX ATO REGULATÓRIO: RECONHECIMENTO DE FIRMA: DA UNIDADE: Decreto Nº Resolução CEE/PI Nº DO CURSO: AUTORIZAÇÃO: Resolução CEE/PI nº XXXXXXXX RECONHECIMENTO: Resolução CEE/PI nº XXXXXXXX HISTÓRICO ESCOLAR NOME DO CURSO: Curso Técnico de Nível Médio em Enfermagem na forma Integrada ao Ensino Médio OBSERVAÇÕES: NOME DO ALUNO: DATA DE NASCIMENTO: NATURALIDADE: NACIONALIDADE: XX de XXXXXX de XXXX XXXXXX .XX Brasileira FILIAÇÃO: PAI: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX MÃE: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX .

___ SECRETÁRIO (A) Histórico do Curso Técnico de Nível Médio em Enfermagem na forma Integrada ao Ensino Médio . CARGA HORÁRIA FREQUENCIA ANUAL ANUAL % RESULTADO % CARGA HORÁRIA MÉDIA FINAL FREQUENCIA 1ª SERIE RESULTADO FINAL UNIDADE ESCOLAR CIDADE ESTADO ANO CARGA HORÁRIA MÉDIA FINAL FREQUENCIA 2ª SERIE RESULTADO FINAL UNIDADE ESCOLAR CIDADE ESTADO ANO CARGA HORÁRIA MÉDIA FINAL FREQUENCIA 3ª SERIE RESULTADO FINAL UNIDADE ESCOLAR CIDADE ESTADO ANO ESTÁGIO CH LOCAL/INSTITUTO CIDADE ESTADO ANO DIRETOR (A) Teresina (PI).