COMISSÃO DE ACESSIBILIDADE DO CREA-SC

Sumário
Arq. José Pedro Semmer
Coordenador

Eng. Mec. Sandra Aparecida Ascari
Coordenadora Adjunta

Eng. Civil DAYSI NASS DOS SANTOS
Tec. Mec. EDILSON JOSÉ MISCHAUT
Eng. Mec. HÉLIO MARIANO CANENA
JUSTIFICATIVA 07
Eng. Eletric. JOSÉ AUGUSTO DA MATTA GUEDES
Eng. Civil JOSÉ RAIMUNDO MORITZ PICCOLI
Arq. Urb. MÉRY CRISTINA COZER
09
EXPEDIENTE

Eng. Ftal. REGINALDO ROCHA FILHO MARCOS LEGAIS

SUMÁRIO
Arq. Urb. ROSANA MONTAGNER CERVO

Eng. Civil Marília Márcia Domingues Corrêa
Assessora Técnica
DESENHO UNIVERSAL 11
 AGRADECIMENTOS 
Eng. Civil Daysi Nass dos Santos
Eng. Mec. Sandra Aparecida Ascari
ORIENTAÇÕES TÉCNICAS
Eng. Civil Marília Márcia Domingues Corrêa
Jorn. Cláudia de Oliveira DE ACESSIBILIDADE 13
CARTILHA DA ACESSIBILIDADE

CARTILHA DA ACESSIBILIDADE
Designer Gráfica Larissa Pavan

ANEXO I
Palestrantes 68ª SOEAA
Arq. Mário César da Silveira DECRETO 5296/04 77
Arq. Adriana Romeiro de Almeida Prado

ANEXO II
EXPEDIENTE
Elaboração dos textos: Daysi Nass dos Santos
LISTA DE VERIFICAÇÃO
DA ACESSIBILIDADE
97
Projeto Gráfico, Ilustração e diagramação: Larissa Pavan
Ilustração (menino na cadeira de rodas): Julien Tromeur para Stock Xchng
Revisão: Cláudia de Oliveira
ANEXO III
LEGISLAÇÃO 102

Apresentação
O presente manual tem por objetivo facilitar o entendimento dos conceitos,
das regras e prazos estabelecidos no Decreto nº 5.296/04, direcionado às ativi-
dades de planejamento e construção das cidades e das edificações, bem como
a todos profissionais de engenharia, arquitetura e urbanismo.
Mais importante do que aplicar os instrumentos legais vigentes é compre-
ender as mudanças necessárias nos procedimentos, atitudes, comportamento

APRESENTAÇÃO
e na produção dos espaços das cidades, sejam eles de qualquer natureza, que
EXPEDIENTE

deverão ser concebidos, edificados ou reformados tendo como foco as pessoas
que são diferentes umas das outras.
O Decreto 5296/04 discorre sobre o direito ao acesso aos bens e serviços
existentes na sociedade como o Direito de Cidadania e Dever de Estado, na
perspectiva da inclusão e desenvolvimento dessa política no seio dos direitos
humanos, com caráter universal, integral, equânime e com participação da so-
ciedade organizada.
 A construção do texto parte de uma abordagem conceitual sobre a questão 
da acessibilidade e culmina com a apresentação de tópicos de interesse direta-
mente ligados a prática de implementação do decreto, através da adequação
de processos e do tratamento a todos os cidadãos, para que as barreiras que
separam as pessoas com deficiência sejam derrubadas.
CARTILHA DA ACESSIBILIDADE

CARTILHA DA ACESSIBILIDADE
Tornar o espaço público e as edificações acessíveis, dentro do conceito do
Desenho Universal, é pensar a cidade futura, onde todos têm acesso à educa-
ção, esporte, lazer, trabalho e transporte. É promover a cidadania, diminuindo a
desigualdade social.

Comissão de Acessibilidade
CREA-SC

Justificativa

A maioria dos profissionais do Sistema desconhece a legislação e as normas
relativas ao tema, o que vem impedindo a inclusão das pessoas com deficiência,
mesmo em obras novas.
As barreiras arquitetônicas são impostas por projetos equivocados, e também

JUSTIFICATIVA
por execuções inadequadas, por falta de conhecimento, de manutenção e princi-
palmente fiscalização, do projetado e efetivamente executado.
A inclusão social não é resultado de doações, ela busca o compromisso pes-
soal e atitudinal para melhorar a vida da sociedade como um todo, o direito à
dignidade plena.
A falta de conhecimento da sociedade que a todos envolve, reforça ainda mais
os critérios de acessibilidade. Não apenas como atendimento a Legislação vigen-
te, mas como a necessidade de direitos iguais ao uso dos equipamentos urbanos, 
aos acessos de espaços públicos.
Não carece sensibilizar as pessoas, mas conscientizá-las, principalmente os
profissionais que necessitam apresentar a técnica na qual foram agraciados pelo
conhecimento e saber científico.

CARTILHA DA ACESSIBILIDADE
O leigo não conhece a flexibilidade do uso, os espaços mínimos, a dimensão, a
interação entre eles e quem sabedor é, continua abdicando desta oportunidade.
Precisamos compreender o conceito de restrições de mobilidade, valorizando
as diferenças entre os indivíduos que compõe a sociedade. As áreas que envol-
vem uma edificação devem ser integradas, possibilitando acesso amparado de
condições mínimas de uso com dignidade e respeito ao próximo.
Para dar cumprimento ao Decreto Federal 5.296/04, a concepção e a implan-
tação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos devem atender aos princípios do
desenho universal, tendo como referências básicas as normas técnicas de acessi-
bilidade da ABNT, a legislação específica e as regras contidas neste Decreto.
Da mesma forma, a construção, reforma ou ampliação de edificações de uso
público ou coletivo, ou a mudança de destinação para estes tipos de edificação,
deverão ser executadas de modo que sejam ou se tornem acessíveis à pessoa
com deficiência ou mobilidade reduzida.

a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiên- JUSTIFICATIVA cia” e o artigo 244 define que a lei disporá sobre a adaptação dos logradouros. precisam estar em dia com esta exigência. principalmente por uma questão Constituição Federal: A toda pessoa é garantido o direito de ir e vir. transformada em emenda constitucional pelo Decre- to 6949/2009. o decreto define condições para a construção de calçadas. declarar o atendimento às regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT.296. nele entrar. terminais. em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. aquaviário e aéreo. prevê a adoção de medidas apropriadas para assegurar o aces- so. Artigo 9º da ONU: O artigo 9 da Convenção da ONU sobre os direitos da pessoa com deficiência. ferroviário. metropolitano. que definiu critérios mais específicos para a implementação da acessibilidade arquitetônica e urbanística e aos serviços de transportes coletivos. estações. No primeiro caso. é obrigação legal do profissional. os projetos de natureza arquitetônica e urba- nística. estabelece que: “XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. em seu artigo 5º. ins- talação de mobiliário urbano e de equipamentos de sinalização de trânsito. no segundo.048 e 10. ao anotar a responsabilidade técni- ca sobre os serviços prestados. de estacionamentos de uso público. Decreto nº 5. dos edifícios de uso público e dos veículos de transporte coletivo atualmente existentes a fim de garantir acesso adequado às pessoas com deficiência. gundo a Constituição Federal que. tanto na zona urbana quanto na zona rural. de comunicação e informação. no que se refere diretamente à mobi- lidade urbana. nos termos da lei. na legislação específica Marcos Legais e neste Decreto. ao meio físico. Inclui a . pontos de parada. Portanto. vias principais. ao transporte. instalações pre- diais e equipamentos urbanos que tenham destinação pública ou de uso coleti- vo. de transporte coletivo. bem como a outros serviços e insta- lações abertos ao público. na comunicação e informação e em ajudas técnicas. aos meios de transporte. Mais do que obrigação legal.2004. temporária ou definiti- 10 vamente. define padrões de acessibilidade universal para “veículos. permanecer ou dele sair com seus bens”. intermu- nicipal e interestadual). acessos e operação” do transporte rodoviário (urbano. podendo qualquer pessoa. Leis Federais: As Leis Federais nos 10. A primeira trata de atendimento prioritário e de acessibilidade nos 11 meios de transportes e inova ao introduzir penalidades ao seu descumprimen- to. e a segunda subdivide o assunto em acessibilidade ao meio físico.296: As leis acima citadas foram regulamentadas por meio CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE do Decreto nº 5.12. O artigo 227 define que: “§ 2º – A lei disporá sobre normas de construção dos logra- douros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte MARCOS LEGAIS coletivo. à informação e comunicação.098 de 2000 estabele- ceram normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. se- de cidadania. de 02.

conheci- adaptáveis para qual. no ano de 1963. inclusive serviços eletrônicos e serviços de emergência. de forma CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE segura e autônoma por todas as pessoas – na maior extensão possível – sem que tenham que ser adaptados ou readaptados especificamente. habilidades de quer uso. para que uma pessoa pessoas com diferentes dem ser utilizados por possa compreender habilidades e diversas pessoas com diferentes independente de sua preferências. instalações médicas Desenho Universal e local de trabalho. 10. a legislação específica e as regras contidas no Decreto. . tendo como referências básicas as DESENHO UNIVERSAL normas técnicas de acessibilidade da ABNT. O Desenho Universal deve ser concebido como gerador de ambientes. objetos De fácil entendimento espaços que atendem e produtos que po. inicia com o Art. MARCOS LEGAIS Mas o que significa este conceito? O conceito de “Desenho Universal”. equipamentos e áreas urbanas. foi inicialmente chamado de “Desenho Livre de Bar- reiras” por se voltar à eliminação de barreiras arquitetônicas nos projetos de edifícios. e informações. de forma a respeitar as 13 diferenças existentes entre as pessoas e a garantir a acessibilidade a todos os componentes do ambiente. identificação e a eliminação de obstáculos e barreiras à acessibilidade. inclusive escolas. em virtude dos sete princípios que o sustentam. entre outros. O capítulo IV do Decreto 5296/04 que discorre sobre a Implementação da Acessibilidade Arquitetônica e Urbanística. linguagem. a edifícios. criado por uma comissão em Washing- ton. impondo que a concepção e a implantação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos aten- dam aos princípios do DESENHO UNIVERSAL. comunicações e outros serviços. tornando experiência. moradia. Posteriormente. devendo ser aplicadas. a saber: Uso flexível: Uso equiparável: Simples e intuitivo: Design de produtos ou São espaços. ou nível de concentração. mas principalmente a diversidade humana. os ambientes iguais para mento. programas e tecnologias acessíveis. sendo capacidades. meios de transporte e outras instalações internas e externas. utilizáveis eqüitativamente. todos. EUA. rodovias. ser- viços. pois passou a considerar não só 12 o projeto. esse conceito evo- luiu para a concepção de Desenho Universal.

As orientações estão organizadas da seguinte forma: anões etc. bengalas etc. do livro Dimensão e espaço para aproximação e uso: de acessibilidade – Mobilidade Acessível na Cidade de São Paulo. Informação perceptível: Tolerante ao erro: Com pouca exigência de esforço físico: Orientações Técnicas Quando a informação Previsto para minimizar Para ser usado eficien- necessária é transmiti. ESPAÇOS PÚBLICOS definido como aquele que visa nho Universal.296/04 e da legislação vigente. independentemente do tamanho do corpo (obesos. As orientações técnicas de acessibilidade foram elaboradas para oferecer di- ORIENTAÇÕES TÉCNICAS retrizes básicas sobre acessibilidade em vias públicas e edificações. Travessia de Pedestres população. esporte e lazer As dimensões indicadas nas figuras são expressas em centímetros. tará beneficiando e atendendo Vias públicas CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE ções possíveis das características às necessidades de pessoas de Calçadas antropométricas e sensoriais da todas as idades e capacidades. Estacionamento Mobiliário e equipamentos urbanos Vegetação EDIFICAÇÃO Definições Circulação interna Circulação vertical Portas e janelas Sanitários e vestiários Corrimão e guarda-corpo Locais de reunião. com conforto da de forma a atender conseqüências de ações e com o mínimo de da Acessibilidade as necessidades do acidentais ou não inten. seja ela uma cionais.). o projetista es. . exceto quando houver outra indicação. com dificuldade de visão ou audição. hospedagem. do Decreto Federal 5. fadiga. tendo como DESENHO UNIVERSAL base informações extraídas da norma técnica da ABNT NBR 9050/04. com carrinhos de bebê. da postura ou mobilidade do usuário (pessoas em cadeira de rodas. a manipulação e o uso. Que estabelece dimensões e espaços apropriados para o acesso.). SINALIZAÇÃO Símbolos Sinalização tátil de piso 14 15 DICA 1 Segundo a norma ABNT 9050/04 o desenho universal é Ao acatar os preceitos do Dese. receptador. o alcance. pessoa estrangeira. Parâmetros antropométricos e dimensões básicas atender à maior gama de varia. os riscos e possíveis temente.

mobiliários e aos equipamentos urbanos é feita por meio do Símbolo Internacional de Acesso . CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE Além do SIA também existem o Símbolo Internacional de Acesso para Pes- soa com Deficiência Visual e o Símbolo Internacional de Acesso para Pessoa com Deficiência Auditiva. que tem padrão internacional de cores e proporções.SIA. 16 Áreas acessíveis de embarque/desembarque. Áreas e vagas de estacionamento de veículos. áreas de refúgio. espaços. 17 Sanitários. Áreas de assistência para resgate. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Figura 1 – SIA – Proporções / Branco sobre fundo azul / Branco sobre fundo preto / Preto sobre fundo branco Segundo a norma ABNT NBR 9050/04.SIA DEFICIÊNCIA VISUAL– Proporções / Branco sobre fundo azul / Branco sobre fundo preto / Preto sobre fundo branco . Figura 2 . quando acessíveis: Entradas. SÍMBOLOS: A identificação visual de acessibilidade às edificações. saídas de emergência. Equipamentos exclusivos para o uso de PcD. Áreas reservadas para pessoas em cadeira de rodas. esta sinalização deve ser afixada em local visível ao público. utilizada principalmente nos seguintes locais.

saguões e calçadas amplas.Piso Tátil de alerta / Preto sobre fundo branco ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Sinalização tátil direcional – deve ser utilizado quando da ausência ou des- continuidade de linha-guia identificável. para que sejam melhor identificadas. Deve ser utilizada na identificação de travessia de pista de rolamento. esca. . como guia de caminhamento em am- É LEI! O QUE DIZ O DECRETO bientes internos ou externos.SIA DEFICIÊNCIA AUDITIVA– Proporções / Branco sobre fundo azul / Branco sobre fundo preto Figura 4 . em qualquer condição. mudanças de direção e de nível. pontos de interesse e a padronização de soluções. normas técnicas de acessibilidade da ABNT. Nas edificações de uso público ou de uso coletivo. Figura 5 – Piso tátil direcional b) ter textura contrastante em relação ao piso adjacente. principalmente para pessoas com deficiência eventualmente existentes não poderão visual. de forma a ser cla- ramente percebida por pessoas com deficiência visual. A sinalização tátil no piso deve atender às seguintes características: CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE a) ser antiderrapante. piso tátil alerta. portadoras de deficiência auditiva e visual. envolvam risco de segurança permanente ou desníveis. Figura 3 . de forma a ser percebi. se constituir em obstrução. c) ter cor contrastante em relação ao piso adjacente. em conformidade com as e de acordo com a norma ABNT 9050/04. palco ou Recomenda-se a realização de consulta a entidades representa- similares. recomenda-se que estas faixas de alerta possuam de 40 a 60 cm de largura. tais d) atender as características de desenho. DICA 4 das rolantes. 26. evitando-se o cruzamento e o confron- to de circulações. com largura entre 20 e 60 cm. sempre perpendicu- larmente ao sentido de deslocamento. onde seja necessária a referên- cia de sentido de deslocamento ou quando houver caminhos preferenciais de Art. relevo e dimensões de acordo com como fluxos. O projeto da sinalização tátil direcional no piso deve: do por pessoas com baixa visão. a norma ABNT NBR 9050/04. é obrigatória circulação e ainda em espaços amplos como praças. compreendendo a sinalização de alerta e a sinalização direcional. escadas fixas. orientação deficiência visual o mobiliário ou objetos e mobilidade a todas as pessoas. Sinalização tátil de alerta – deve ser utilizado para sinalizar situações que c) evitar interferências com áreas de formação de filas. tivas das pessoas com deficiência visual no desenvolvimento de Apesar da norma ABNT NBR 9050/04 permitir largura mínima de 25 cm para projetos de sinalização tátil direcional no piso. DICA 2 A correta marcação no piso é de extrema importância para alertar as pessoas com deficiência visual da existência de obstácu- los. edificados ou não. junto à porta dos elevadores e desníveis de plataforma. a) considerar todos os aspectos envolvidos na circulação de pessoas. início e término de rampas. DICA 3 SINALIZAÇÃO TÁTIL DE PISO Quando for utilizada referência edifi- 18 cada para orientação das pessoas com 19 A sinalização tátil no piso é um recurso para prover segurança. a existência de sinalização visual e tátil para orientação de pessoas A sinalização tátil direcional deve ser instalada no sentido do deslocamento. b) seguir o fluxo das demais pessoas. para indicar risco de queda.

com a ajuda de equipamen- ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS tos auxiliares: bengalas. Portanto. ~ 25 4 2 a 45 3 0 a 40 4 0 a 46 20 1 . A escala humana utilizada em projetos arquitetônicos e urbanísticos a par- tir do “homem padrão”. cadeiras de rodas ou com ajuda de cães treinados. PARÂMETROS ANTROPOMÉTRICOS E DIMENSÕES BÁSICAS Na concepção de projetos arquitetônicos e urbanísticos.5 72. andadores. assim como no desenho de mobiliários. muletas.5 21 92. é importante considerar as diferentes potencialidades e limitações do homem. é necessário considerar o espaço de circulação juntamente com os equipamentos que as acompanham. gerando barreiras para muitas pessoas que possuem características diversas ou extremas. Pessoas com deficiência se deslocam. no caso de pessoas cegas.5 49 a 53 larg ura da roda 7 6 0 a 70 33 9 5 a 115 CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE V IS T A F R O N T A L A B E R T A V IS T A F R O N T A L F E C H A D A V IS T A L A T E R A L Figura 6 . não atende plenamente a diversidade humana. As orientações a seguir referem-se a alguns padrões adotados para atender à diversidade humana e os casos específicos devem ser analisados particularmente.Cadeira de Rodas 75 90 90 85 75 U M A B E N G A LA D U A S B E N G A LA S ANDADOR vista fron tal vista lateral COM RODAS A N D A D O R R ÍG ID O Figura 7 – Dimensões referenciais para deslocamento de pessoas com bengala e andador . em geral.

20 m 95 120 90 90 120 vista lateral M U L E T A S T IP O A P O IO D E Para rotação de 360° = diâmetro de 1.20 m Para rotação de 180° = 1. cão guia e sem órtese CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE 120 O módulo de projeção da cadeira 120 120 de rodas com seu usuário (módulo de referência – 0. As medidas necessárias para a manobra de cadeira de rodas sem desloca- mento são: Para rotação de 90° = 1. devendo-se considerar ainda o R O T A Ç Ã O D E 90º R O T A Ç Ã O D E 18 0º R O T A Ç Ã O D E 36 0º espaço demandado para movimen.20m) é o espaço mínimo necessário para sua mobilida- 80 de. M Ó D U L O D E R E F E R Ê N C IA (M .) tação.80 x 1.R .50 m x 1. essas dimensões devem ser usadas como referência em pro- jetos. Figura 10 – Módulo de referência .20 m x 1.Dimensões referenciais para deslocamento 1 50 bengala de rastreamento. aproximação.50 m vista fron tal CANADENSE T R IP É ØØ1 1 M ULETAS 5 05 0 1120 20 1150 50 Figura 8 . transferências e Figura 11 . Portanto.Área de manobra sem deslocamento rotação da cadeira de rodas.Dimensões referenciais para deslocamento de pessoas com muletas ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 120 120 120 120 60 60 60 60 80 90 RROOTTAAÇÇÃÃOODDEE90º 90º RROOTTAAÇÇÃÃOODDEE18 180º0º 22 120 vista sup erior C Ã O G U IA SEM ÓRTESE 23 vista lateral BENG ALA DE RASTREAM ENTO Ø1 50 1 20 de pessoas com Figura 9 .

1. .50m para um pedestre e uma pessoa em cadeira de rodas.alcance máximo eventual 90 90 120 . As condições para manobra de cadeira de rodas com deslocamento são apresentadas na figura a seguir.Largura para deslocamento em linha reta Os usuários de cadeira de rodas possuem características específicas de al- cance manual. Ø1 50 1 20 1 50 120 120 R O T A Ç Ã O D E 90º R O T A Ç Ã O D E 18 0º R O T A Ç Ã O D E 36 0º 90 1 20 a 1 50 1 50 a 1 80 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS U M A P E S S O A E M C A D E IR A D E R O D A S U M A P E S S O A E M C A D E IR A D E R O D A S D U A S P E S S O A S E M C A D E IR A D E R O D A S 90 E UM PEDESTRE 1 90 Figura 13 . planejamento de projetos plenamente acessíveis. 200 150 As medidas apresentadas são baseadas em pessoas com total mobilidade nos membros superiores. podendo variar de acordo com a flexibilidade de cada pessoa.80m para duas pessoas em cadeira de rodas. Desenho Universal.Área de manobra com deslocamento As larguras para deslocamento em linha reta de pessoas em cadeira de rodas são: Além das informações acima descritas. o conhecimento das demais características das pessoas com deficiência é de extrema importância para o 1.alcance máximo confortável CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE 135 a 140 110 a 125 100 a 115 85 a 100 60 a 75 45 a 60 22 A LC A N C E M A N U A L F R O N T A L A LC A N C E M A N U A L L A T E R A L 90 L > 120 90 1 05 6 0< L< 120 1 05 CASO 1 CASO 2 Figura 14 – Alcance manual de usuários de cadeira de rodas Figura 12 .20m a 1. 90 5 0 a 55 D E S L O C A M E N T O D E 180º 4 3 a 48 1 60 24 25 2 5 a28 D E S LO C A M E N T O D E 9 0º 60º 30 º 135 .50m a 1. para o atendimento ao DICA 5 90 cm para uma pessoa em cadeira de rodas.

passeios e vias exclusivas de pedestres devem incorporar faixa livre com largura mínima recomendável de 1. pista. as partes que compões a via de pe- destre são definidas como: A inclinação transversal máxima deve ser de 2% para pisos internos e 3% Calçada: Parte da via. as vias devem oferecer boas condições de trafegabilidade.Código de movimento devem ter dimensão máxima de 15 mm. possível. manutenção e qualidade urbana. 26 Passeio: Parte da calçada ou da pista de rolamento.33% para que se compo- Calçada rebaixada: Rampa construída ou implantada na calçada ou passeio nha uma rota acessível. Os projetos para estes espaços devem ser compatíveis com o uso do entorno e com o desejo de Os pisos das calçadas. Trânsito Brasileiro. estável e antiderrapante. Calçadas. de ciclistas . de carga adequadas. De acordo com a norma ABNT 9050/04. excepcionalmente. tanto de pedestres como de veículos. firme. à implantação de mobiliário. ções para pessoas com cadeira de rodas. ilha e e mobiliários urbanos. deverão ser cumpridas DICA 6 as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. acostamento. os ajustes de soleira devem ser executa- I – a construção de calçadas para circulação de pedestres ou a adaptação dos sempre dentro dos lotes. normalmente segregada e em nível diferente.50m. passeios ou vias exclusivas de pedestres os pisos ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS seus habitantes. quando superiores provocam insegurança no deslocamento). sem que um seja mais ou menos valorizado que o outro. e III – a instalação de piso tátil direcional e de alerta . nas faixas destinadas a circulação de pessoas (inclinações tinada à circulação de veículos. parques e demais espaços de uso público. não des. espaço que compreende passeio. (caminhões e utilitários) ou passeio. neste último caso se- Grelhas ou juntas de dilatação no piso. de situações consolidadas. livre de interferências. devendo canteiro. vegetação e outros fins (Códi- go de Trânsito Brasileiro).20 m e altura livre mínima de 2. Para não comprometer a inclinação transversal de calçadas. é destinada à circulação de pessoas e veículos. destinada a promover a concordância de nível entre estes e o leito carroçável. os equipamentos A via pública. o comércio e os espaços públicos em geral. reservada ao trânsito de pedestres e. evitando trepida- o convívio social. destinada à cir- culação exclusiva de pedestres e. contínuas e com dimensões individual (automóveis. para pisos externos. permitindo o deslocamento fácil e seguro. VIAS PÚBLICAS CALÇADAS As calçadas permitem a integração entre as edificações. racterísticas: Para isso. 15. sinalização. II – o rebaixamento de calçadas com rampa acessível ou elevação da via para travessia de pedestre em nível. A inclinação longitudinal máxima deve ser de 8. praças. Os diversos usuários da via devem conviver A acessibilidade em calçadas deve ser garantida através das seguintes ca- harmonicamente. os vãos no sentido transversal ao 27 parada por pintura ou elemento físico. É LEI! O QUE DIZ O DECRETO Art. sejam eles de transporte compor rotas acessíveis facilmente identificadas. No planejamento e na urbanização das vias. sendo o mínimo admissível CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE de 1. dos logra- douros. motos e bicicletas) ou coletivo (ônibus e vans). incentivando a utilização dos espaços públicos e promovendo devem ter superfície regular.10 m. passeios § 1º Incluem-se na condição estabelecida no caput: e vias exclusivas de pedestres.

Nas esquinas a faixa de serviço deve ser interrompida para não obstruir a circulação de pedestres. Eventuais obstáculos aéreos.20 m deve-se analisar a pos- la rg u ra m ín im a re co m e n d a d a = 1 5 0 cm sibilidade de sua ampliação. rebaixamen. luminosos. 15mm ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Figura 15 – Grelhas e juntas – dimensão máxima no sentido transversal do caminhamento De acordo com a norma ABNT NBR 9050/04.90 m. Figura 16 . orlas de árvores e jardineiras.70 m. mínima de 1. A implantação das via outras faixas depende dos seguintes aspectos: fa ixa livre Para passeios com largura mínima de 1. Se isso não for possível. Na faixa de serviço. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE A faixa de circulação livre é obrigatória e deverá seguir os critérios de di. e outros). postes de iluminação e eletricidade.30 m podem ser implanta das as três faixas: faixa de serviços. Por estar situada junto à via de tráfego de veículos. vegetação e outros. faixa de circulação livre e faixa de acesso. alinhamento predial 28 armários de equipamentos. faixas e placas de identificação. A faixa de serviço.10 m. e da faixa de serviço. adjacente à guia. rebaixamento de guias para veículos. devem se localizar a uma altura superior a 2. Já nos passeios com largura superior a 2. a calçada deve oferecer la rg u ra m ín im a a d m issíve l = 1 2 0 cm plena acessibilidade ao menos em um dos lados da via. a largura mínima deve ser de 70 cm e as rampas de aces- so de veículos devem se situar nesta faixa. toldos. tais in clin a çã o m á x= 3 % como marquises.20 m. mobiliário urbano.Passeio com largura mínima Para passeios com larguras de até 1. grelhas. 29 tos para acesso de veículos. mínima de 0. sugere-se a implantação da faixa livre. as faixas livres devem ser com- pletamente desobstruídas e isentas de interferências. garantindo a circulação la rg u ra d a ca lça d a das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. m e io -fio mensionamento previstos da norma ABNT NBR 9050/04. protege os pedestres de possíveis confrontos com veículos. vegetação. bem como qualquer outro tipo de interferência ou obstáculo que reduza a largura da faixa livre. destina-se à locação de mobiliário e equipamentos urbanos e de infraestrutura. lixeiras. . tais como vegetação. tampas de inspeção etc. postes de sinalização. equipamentos de infraestrutura urbana aflorados (postes.

90m 31 CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE alinhamento predial altura superior a 210cm alinhamento predial m eio-fio a cesso ao lote ram pa m eio-fio reb aixado ilum inação via canteiro faixa d e serviço faixa livre m eio -fio via largu ra m ín im a = 70cm largu ra m ín im a = 1 20cm largu ra d a ca lçad a (> 190) faixa de se rviço faixa livre faixa de acesso largu ra m ínim a = 70cm largu ra m ínim a = 120cm largura da ca lçada (> 230) Figura 18 .00cm. la rg u ra d a ca lça d a (> 1 9 0) 30 Figura 17 . Esta área serve como transição da calçada ao la rg u ra m ín im a = 7 0 cm la rg u ra m ínim a = 120cm lote. bancos e outros elementos autorizados pelos órgãos competentes. O alinhamento predial ca n te iro meio-fio rebaixado deve possuir um degrau separador entre o nível da sarjeta e a concordância com o rebaixamento. desde que não interfiram na faixa de circulação livre e estejam fa ixa d e se rviço fa ixa livre de acordo com as leis pertinentes. m e io -fio A área.Calçada com largura acima de 1. respeitados parâmetros máximos definidos em lei. com altura média de 2. pode ser utilizada pelo proprietário do imóvel via para posicionar mesas.Acesso ao lote . limítrofe ao terreno.vista Figura 20 – Calçada com largura acima de 2.Acesso ao lote .30m . a lin h a m e n to predial faixa livre ca n te iro faixa de serviço acesso ao lote m e io -fio m eio-fio rebaixado m eio-fio inclinado via (extensão conform e previsto na legislação em vigor) altura superior a 210cm Figura 19 .planta ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS sin a liza çã o O rebaixamento do meio fio deve apresentar a mesma extensão da largu- ra do acesso a veículos. podendo proporcionar áreas de estar e conforto aos pedestres.

p are des) mento mínimo do percurso livre de barreiras e obstáculos. ficada. visando interligar essas referências. É importante que o caminhamento tenha origem e fim.Acesso ao lote utilizando a faixa de acesso alinhamento predial Figura 23 . estacionamentos. onde haja descontinuidade da referência edi- sões pelos deficientes visuais. paredes) lim ite e ntre o lote e a calçada a ce sso ao lote faixa livre a ce sso ao lote piso tá til d irecional m e io -fio ra m pa m e io -fio (i m á x = 3% ) reb aixa do ra m pa interrupção de elemento edificado no lote via po sto d e ga solina faixa d e se rviço faixa livre faixa d e acesso la rg u ra m ín im a = 70cm la rg u ra m ín im a = 120cm la rg u ra d a ca lçada (> 230) lim ite e ntre o lote e a calçada Figura 21 . garantindo a edificados. utilizando-se pisos táteis dire- mente sinalizados no piso (sinalização tátil de alerta). cionais apenas nas áreas abertas. nos limites dos lotes. estes devem estar devida. ciência visual deve ser feito preferencialmente através de elementos edificados Na existência de equipamentos ou mobiliários. evitando possíveis coli. de forma a orientar adequadamente a Eventuais rampas necessárias para vencer o desnível entre o leito carroçável circulação das pessoas co deficiência visual. considerando o alinhamento de lotes edificados via alinhamento predial CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE calçada piso tá til d irecional lin ha g uia ide ntificável (e x: m u ro s. e o lote devem localizar-se fora da faixa livre de circulação mínima e podem O piso tátil direcional deve ser utilizado contornando o limite de lotes não ocupar. ou terrenos. como postos de gasolina. de forma a não se comprometer o dimensiona. sem interrupção. faixa de serviço m e io -fio 32 via 33 Figura 22 – Sinalização tátil direcional nas calçadas. p iso tá til dire cional faixa livre lin ha g uia id en tificável (ex: m u ros. além da faixa de serviços.Sinalização tátil direcional nas calçadas em lotes não edificados . ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS inte rru pçã o d e e lem ento e difica do no lote lim ite en tre o lote DICA 7 e a calçada a linh am en to p re dial As calçadas mais estreitas só devem abrigar as faixas livre e de serviço ou mobiliário urbano. Na faixa de acesso admite-se vegetação desde que esta não avance na faixa Nas calçadas. ou continuidade da faixa de circulação de pedestres na frente dos diferentes lotes quando o edifício estiver recuado. acessos a garagens. o auxílio para a orientação e mobilidade das pessoas com defi- de circulação livre e atenda a legislação de calçadas verdes. tais como muros e paredes. a faixa de acesso quando existir.

Quando necessário.40 e 0. destinada à circulação de pessoas.Sinalização tátil direcional nas calçadas com faixa de acesso e ixo ce ntra l da fa ixa 34 35 Seguindo a norma NBR9050.60m. As mudanças de direção na sinalização tátil direcional devem ser executadas p iso tá til a le rta L conforme as figuras abaixo. o piso direcional deve ter largura entre 20 a p iso tá til d ire cio n a l 60 cm. devendo-se evitar o seu e ixo ce n tra l d a fa ixa p iso tá til d ire cio n a l uso no centro da faixa. Quando o piso do entorno for liso ou com pequenas rugosidades é re. 90° <X comendada a largura entre 20 e 40 cm. evitando sempre que possível mudança de direção 2 xL em ângulo diferente de 90º. por exemplo. os pisos táteis direcionais devem ser utilizados numa das laterais limí- trofes da faixa livre. e n co n tro d o a lin h a m e n to la te ra l Figura 25 – Mudança de direção – encontro de duas faixas . é recomendado que a faixa tátil formada pelo piso tátil direcional a lin h a m e n to la te ra l tenha a largura entre 0. em calçadas amplas com faixas de acesso e serviço. de tal forma que comprometa a percepção do piso tátil e ixo ce n tra l d a fa ixa CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE e n co n tro d o direcional. a lin h a m e n to p re d ia l e ixo ce n tra l d a fa ixa faixa de acesso ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS p iso tá til d ire cio n a l 1 5 0 °< X<16 e ixo ce n tra l d a fa ixa 5° p iso tá til d ire cio n a l faixa livre faixa de serviço m e io -fio p iso tá til a le rta via Figura 24 . pois as saliências do piso tátil direcional são prejudiciais 1 6 5 °< X<180 e ixo ce n tra l d a fa ixa ° à circulação das demais pessoas. Quando o piso do entorno apresentar <15 p iso tá til d ire cio n a l 0° grande rugosidade.

O la d o m a io r d o re tâ n g u lo d e ve u n ir a s fa ixa s q ue form a m o m aio r ângulo e n tre si. m a n te n d o -se p e lo m e n o s u m d o s la d os em po sição orto gonal inte rse cçã o e ntre os p iso tátil alerta d ois eixos (com p osto por 9 p lacas) Figura 26 – Mudança de direção – encontro de três faixas e ixo centra l da faixa inte rse cçã o e ntre os d ois eixos Figura 27 – Mudança de direção – encontro de quatro faixas . p iso tá til direcional inte rse cçã o e ntre os e ixo ce n tra l d a fa ixa d ois eixos e ixo central da á rea de alerta p iso tátil direcional in te rse cçã o e n tre p iso tá til direcional o s d o is e ixo s p iso tátil direcional e ixo centra l da faixa e ixo ce n tra l d o la d o m a io r e ixo centra l da faixa d a á re a d e a le rta ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS inte rse cçã o e ntre os inte rse cçã o e ntre os p iso tá til a le rta e ncontro do d ois eixos d ois eixos (co m p o sto p o r 6 p la ca s) a linham ento lateral inte rse cçã o e ntre os p iso tátil alerta d ois eixos (com p osto por 9 p lacas) e ixo centra l da faixa e ixo ce n tra l d a fa ixa p iso tátil direcional in te rse cçã o e n tre o s d o is e ixo s β p iso tátil direcional inte rse cçã o e ntre os d ois eixos 36 37 γ e ixo ce n tra l d o la d o m a io r e ixo centra l da faixa d a á re a d e a le rta e ixo central da á rea de alerta p iso tá til direcional p iso tá til d ire cio n a l p iso tá til direcional e ixo centra l da faixa e ncontro do CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE a linham ento lateral α ) â n g u lo (m a io r p iso tátil alerta (com p osto por 6 p lacas) inte rse cçã o e ntre os d ois eixos O B S .

paralelamente ao quando inexiste largura remanescente de passeio. via lindeira. Quando houver foco semafórico acionável por pedestre controlando a travessia. Deve ser preservada uma largura remanescente do passeio (Lr) maior ou DICA 8 igual a 0.80 m. Eventuais frestas existentes tes a 0.5cm Os eventuais ajustes entre soleiras devem ser executados sempre dentro mais pedestres. não sendo possível a exe- Figura 28 – Recomendação para instalação alinhamento da faixa de da travessia de pedestres em esquinas cução do tipo anterior. com largura recomendada de 0. Nos passeios públicos. o piso tátil de alerta deve ser instalado em posi- gamento das calçadas e passeios ção perpendicular ao deslocamento. nas tampas não devem possuir dimensão superior a 5 mm. destres. onde não seja possível adequá-la. pedestres. cadeira de rodas. 39 TRAVESSIA DE PEDESTRES As faixas de travessias de pe. uma saliência de 1. ou seja. destres é um recurso que permite às pesso- bilidade reduzida. obedecendo aos seguintes critérios: de Trânsito Brasileiro. quando o passeio apresentar largura igual ou travessia de pedestres. 1. onde houver demanda de traves- sia. Estes equipamentos Devem ser implantadas faixas de sinalização tátil direcional no piso. A inclinação transversal não poderá ser superior a 2% nas faixas livres. de forma a garantir a continui. pessoas com deficiên- ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS As inclinações longitudinais devem sempre acompanhar a inclinação da dade do percurso das pessoas que utilizam cia visual. sendo que as diferenças necessárias à regularização deverão ser acomodadas na faixa de serviço ou na bas as extremidades da faixa de travessia de to. . relação à sarjeta ou Em situações excepcionais. neira transversal à calçada. deverá ser instala- A superfície de tampas de acesso aos poços de visitas e grelhas não deve apre. 2. Nos rebaixamentos de calçada e de canteiros para pedestres. menor a 1. Possibilidade de construir o rebaixamento ao longo de todo o passeio. de ma- de infraestrutura devem ser instalados preferencialmente na faixa de serviços. em especial o das pessoas com deficiência ou mo.40 m e distan- sentar desníveis em relação ao pavimento adjacente. Nas esquinas. facilita também a vida dos de. não pode As áreas de circulação de pedestres com inclinações superiores a 8. da sinalização tátil de alerta no piso. pois atende aos preceitos dos limites dos lotes. a faixa de sinaliza- 38 ção tátil direcional transversal deve estar na direção do foco semafórico. DICA 10 destres devem ser aplicadas nas CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE pistas de rolamento. Eventuais inclinações transversais ou longitudinais de vem as com deficiência ou mobilidade reduzida seguir as seguintes orientações: O ponto mais baixo da atravessar a via com conforto e segurança. para orientação das faixa de acesso à edificação. DICA 9 deslocamento dos pedestres. vetando-se a existência de degraus nos passeios. posicionando-as de modo a não desviar o pedestre de seu A escolha do tipo de rebaixamento deve ser determinada em função da lar- caminho e atendendo o Código gura remanescente do passeio. junto ao meio-fio em do Desenho Universal.50 m do limite da guia. para Os dispositivos para traves. marcando faixas de travessia. posicionado para cada caso conforme as figuras. medida entre a rampa principal e o alinhamento do imóvel. na direção do fluxo de pe. permitir a travessia em diagonal. Nos passeios não deve haver qualquer tipo de inclinação que comprometa o O rebaixamento das calçadas para pe.33% interferir no raio de giro dos veículos e nem (1:12) não são consideradas rotas acessíveis. a faixa livre O rebaixamento deve se situar em am.50 m. no prolon. permitir o acesso de pedestres e pessoas que se deslocam com o uso de cadeira sia deverão ser construídos de rodas. piso do estacionamen- deverá continuar com 2% de inclinação transversal. rampa deve ficar com Além disto.

33%) calçada d etalhe m eio-fio sobe (8.33%) CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE h=altura meio-fio) L=h x 12 calçada 40 a 60 sobe (8. Porém recomenda-se a inclinação máxima de 10%. 1 20cm m ín.33 % ) h h=altura meio-fio) L=h x 12 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 1. 50cm via DICA 11 m e io -fio inclinado m e io -fio rebaixado m e io -fio inclinado As abas laterais dos rebaixamentos devem ter projeção horizontal fa ixa d e pedestre mínima de 50 cm. paredes) (mín. 50cm m ín. 12 0cm via h=altura meio-fio) L=h x 12 m e io -fio rebaixado 40 a 60 faixa d e pe de stre sobe fo co sem afórico Figura 32 – Rebaixamento de calçada com canteiro lateral 50 m e io -fio m ín. 50cm via m eio-fio in clin ado m eio-fio re ba ixado m eio-fio in clin ado Figura 31 – Rebaixamento de calçada assimétrica faixa d e p ede stre Figura 29 – Travessia de pedestres para largura remanescente > 80 cm 40 a lin h a m e nto predial calça da 41 ca n teiro ca n teiro p iso tá til dire cion al lin h a g u ia identificável (ex: m u ro s. a linh am en to p re dial lin ha g uia id en tificá vel (ex: m u ros. 50cm m ín.5 50 40 a 60 m eio-fio re b a ixado m eio-fio via sobe (recom e nda do i= 1 0% ) 50 m eio-fio faixa d e p ede stre m ín.33%) 50 p iso tá til alerta m eio-fio m ín . 80cm) L=120cm p iso tá til dire cional calçada sobe (8. p aredes) (mín.33%) p iso tá til alerta m eio-fio 40 a 60 ram pa (8. 80cm) L=120cm sobe (8. Figura 30 – Sinalização direcional de piso quando houver foco semafórico acionado por pedestre . 120cm m ín.

33% ) so b e (8 . p ared es) piso tátil direcional CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE piso tátil direcional sobe (8.33%) faixa de sinalização alinhamento predial sobe lo m b o faixa tátil de alerta 40 a 60 meio-fio calçada sobe via 50 Figura 35 – Travessia com lombofaixa m ín . paredes) sobe 4 0 a 60 L = 1 20 cm 50 (m ín. fa ixa d e p e d e stre m eio-fio Ter dimensionamento com base na fórmula para o cálculo da faixa de tra- vessia (conforme norma ABNT NBR9050). 50cm L = largu ra d a fa ixa de p ed se tres m ín . 150cm L=h x 12 40 a 60 m e io -fio via Ser implanta das junto às esquinas ou meios de quadra. de forma a orientar a travessia. h 1. 8 0cm ) a lin h a m e n to predial 42 43 L = largura da faixa de pedestre lin h a g u ia id e ntificável calça da (ex: m u ro s. 50cmvia m e io -fio inclinado m e io -fio rebaixado m e io -fio inclinado faixa d e pe de stre Nas faixas de travessia recomenda-se a instalação de faixas de sinalização tá- til direcional no piso. DICA 12 a lin h a m e n to p re d ia l lin h a g u ia id e n tificá ve l Sempre que possível é recomendado estender o rebaixamento por toda a p iso tátil alerta (e x: m u ro s. 50 40 a 60 L = h x 12 m ín. transversalmente aos pisos táteis de alerta existentes nas calçadas ou nos rebaixamentos de calçada.5 m eio-fio reb aixa do lin h a g u ia id e n tificável Figura 33 – Travessia de pedestres para largura remanescente < 80 cm (e x: m u ro s. Figura 34 – Rebaixamento de calçada na largura da faixa de pedestre . p a re d e s) largura da faixa de pedestres.3 3 % ) p iso tátil alerta calçada ca lça d a As faixas elevadas são indicadas para locais de travessia onde se deseja esti- mular a circulação de pedestres – tais como pontos comerciais ou locais estrita- 40 a 60 mente residenciais. ram pa lateral p latafo rm a principal ra m p a la te ra l sobe (8 . ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS p iso a lerta m eio-fio inclinado m eio-fio rebaixado m e io -fio in clin a d o p iso a le rta d e ta lh e m e io -fio Ter declividade transversal não superior a 3%. As faixas elevadas devem seguir as seguintes orientações: Ser sinalizadas com a faixa de travessia de pedestres.

pelo menos. Ter dimensões de no mínimo 5. meio-fio calçada via Situar-se junto às rotas acessíveis e conectadas aos pólos de atração. paredes) p iso tátil Art. centros de lazer. no mínimo. dois por cento do total de vagas para veículos que transportem pessoa portadora de deficiência física ou visual defini- alinhamento predial ram pa das neste Decreto. para reduzir o O rebaixamento de calçada e guia junto às vagas de estacionamento destina- 44 percurso da travessia e aumentar a área de espera. la rg u ra d a via É LEI! O QUE DIZ O DECRETO a va n ço d a ca lça d a cobre a via lin h a g u ia id e n tificável calçada meio-fio (e x: m u ro s. mas não deve ser sinalizada com o CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE piso tátil de alerta. em locais próximos à entrada principal ou ao elevador. uma vaga. parques e demais pólos de atração. nas esquinas ou no meio das quadras. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS piso tátil direcional Estar sinalizadas com o Símbolo Internacional de Acesso – SAI. ou naqueles localizados nas vias públicas.50m de largura. com especificações técnicas de desenho e traçado conforme o estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. recomenda-se o avanço das calçadas sobre o leito carroçável. piso tátil direcional Figura 37 – Travessia de pedestre com avanço da calçada sobre a via . p a re d e s) Nas vias públicas devem ser previstas vagas reservadas de estacionamento para veículos que conduzam ou sejam conduzidos por pessoas com deficiência rampa ou mobilidade reduzida. hospitais. sendo assegurada. Respeitar o código de trânsito. Figura 36 – Travessia de pedestre com utilização de faixa de sinalização direcional Sua localização deve evitar a circulação entre veículos. Esta possibi- lita o acesso da pessoa da via ao passeio e deve possuir as mesmas características geométricas. pois pode confundir as pessoas com deficiência visual. rampa rampa lateral lateral fa ixa d e p e d e stre Quando afastadas da faixa de travessia de pedestres devem possuir um espaço adicional de 1. mento de calçadas e guias situadas junto às travessias de pedestres. ESTACIONAMENTO lin h a g u ia id e n tificá ve l (e x: m u ro s. de fácil acesso à circulação fa ixa d e p e destre de pedestres. acomodando maior número das às pessoas com deficiência apresenta características diferentes do rebaixa- 45 de pessoas.20 m e rampa de acesso ao passeio para as pessoas com alinhamento predial p iso tá til d e a le rta deficiência ou mobilidade reduzida. 25.00m de comprimento por 2. instalando-as próximo a centros comerciais. A disponibilidade de vagas deve seguir a legislação rampa lateral lateral 120 40 a 60 50 p iso tá til d e a le rta vigente. inclinação e posicionamento. Além da largura do rebaixamento. serão p iso tátil d ire cional reservados. Nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso a le rta público de uso coletivo. escolas. Estas vagas devem atender as se- guintes especificações: Possuir sinalização vertical e horizontal conforme a norma ABNT NBR 9050/2004.

p aredes) calça da (8.80 a lin h a m e n to predial lin ha g uia id en tificável ra m pa (e x: m u ro s.80 lin h a g u ia identificável ram pa (ex: m u ros.33%) lin h a g u ia identificável CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE sobe ram pa (ex: m u ros.33%) sobe m e io -fio sarje ta a m a re lo 70 70 25 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 0 faixa d e circulação b ra nco a dicion al a vaga E stacio n a m e n to reserva d o p a ra V e ícu lo s 10 20 10 A u to riza d o s 12 veícu los a u to riza d o s 0 30 S ina lizaçã o e m á re a in te rn a S in a liza çã o e m via p ú b lica sen tido de circu la ção Figura 38 – Sinalização Vertical de Estacionamento Figura 40 – Vaga de estacionamento a 45º com a calçada 46 47 a linh am en to p re dial mín. p aredes) calça da m e io -fio (8.33%) sobe sa rjeta m eio-fio b ra nco a m a re lo sarjeta faixa d e circulação 10 1 70 15 a dicion al a vaga b ra nco 10 a m a re lo 30 10 faixa d e circulação 170 a dicion al a vaga 30 2 50 20 5 00 20 50 1 20 50 50 sen tido de 1 70 1 70 circu la ção 20 2 50 1 20 2 50 20 Figura 39 – Vaga de estacionamento paralela a calçada Figura 41 – Vaga de estacionamento em 90º com a calçada . a lin h a m e n to predial 50 50 mín. paredes) mín.80 calça da (8.

00 m da esquina 60 < x < 210cm É importante prever junto aos bancos situados em rotas acessíveis um lo- 60 cal livre para o usuário de cadeira de rodas. não detectáveis com a d esnível bengala. lim ite da p la ta form a Objetos suspensos com altura entre 60 a 210 cm. exceto para plataforma em via pública. 40 a 60 25 a 60 Sendo assim. deve possuir rampa 25 a 60 de acesso atendendo aos requisitos de acessibilidade. Todos os equipamentos devem estar situados nos limites das faixas de servi- ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 50 ço. Devem ser implantadas faixas de sinalização tátil direcional no piso. A sinalização vertical e a iluminação pública devem ser implantadas na faixa Figura 43 – Sinalização de limite de plataforma de serviço ou de acesso. prejudicam a intervisibilidade entre pedestres e veículos e comprometem (plataforma em via pública) o deslocamento das pessoas. em especial aquelas com deficiência ou mobilida- de reduzida. as esquinas devem estar livres de interferências visuais e físicas até a distância de 5. Caso o abrigo esteja situado sobre plataforma elevada. Os equipamentos com volume superior maior que a base também devem es- tar sinalizados com o piso tátil de alerta distando 60 cm do limite de sua projeção.0m do bordo do alinhamento da via transversal. respeitando sempre a faixa livre de circulação. bancas de revistas. Em plataformas de plataformas de embarque e desembarque. marcando acessos a locais de embarque de trans- porte público. sem interferir nos rebaixamentos de passeios e guias para travessias de pedestres e nos acessos de veículos. nenhum elemento do abrigo pode interferir na circulação dos pedestres ou na intervisibilidade entre veículos e usuários. de ma- quando a largura deverá variar entre 40 e 60 cm. 60 A localização do abrigo ou outros equipamentos não deve obstruir a área de p ro je ção circulação livre. telefones públicos. devem possuir. a borda deve Todos os abrigos de passageiros deverão possuir condições de acesso às 48 estar sinalizada a 50 cm da guia em toda sua extensão. 25 a 60 2 5 a 60 60 p ro je ção 60 d o ob jeto Figura 42 – Sinalização de objetos suspensos não detectáveis pela bengala . posicionado de forma a não in- 25 a 60 terferir na circulação e com dimensão equivalente ao módulo de referência (MR=80x120cm). Nos abrigos devem ser previstos assentos fixos para descanso das pessoas com mobilidade reduzida e espaço livre para os usuários de cadeiras de rodas CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE p iso tá til de alerta com a dimensão de um módulo de referência (80 x 120cm). 49 em uma faixa de 25 a 60 cm de largura. do objeto projeção Recomenda-se que bancas de revistas estejam posicionadas a pelo menos 15. entre outros. MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS URBANOS Mobiliários urbanos – floreiras. Da mesma forma. em seu entorno. neira transversal à calçada. com o piso tátil de alerta pessoas com deficiência. cai- xas de correios. piso tátil de alerta distando 60 cm do limite de sua projeção. quando posicionados nas esquinas ou próximos p la ta fo rm a dela.

É LEI! O QUE DIZ O DECRETO DICA 13 CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE Art.10 m. A vegetação contribui para minimizar a poluição atmosférica e proporciona o sombreamento das áreas. 16. estas de vem possuir vãos não superiores a 15 mm de largura. galhos de árvores e arbustos não devem avançar na faixa de circulação livre. aquelas em cadeira de rodas. frutos ou flores – podendo tornar o poste do ponto lo ca l d e e m b a rq u e e desem barque piso escorregadio. grades. que exijam manutenção constante e plantas cujas raízes possam danificar o pavimento. mental ou auditiva. plantas que desprendam muitas folhas. Art. produtoras de substâncias tóxi- (M R ) a b rig o d o p o n to d e ônibus cas. plantas não podem avançar na faixa de circulação livre. posicionadas no sentido trans- 50 m eio-fio via versal ao caminhamento. As características do desenho e a instalação do mobiliário urba. a aproximação e o alcance visu. Os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas deverão estar equipados com mecanismo que sirva de guia ou orientação para a travessia de pessoa portadora de deficiência visual ou com mobilidade re- duzida em todos os locais onde a intensidade do fluxo de veículos. respeitando a al- a sse n to fixo p a ra descanso tura mínima de 2. e a circulação livre de barreiras. de pes- soas ou a periculosidade na via assim determinarem. 17. . VEGETAÇÃO a lin h a m e n to p redial O plantio de vegetação nos passeios deve atender aos seguintes critérios: lin h a g u ia id e n tificável (e x: m u ro s. Para o plantio de vegetação nos passeios deve-se sempre consultar o setor no devem garantir a aproximação segura e o uso por pessoa portadora público responsável. assim como o posicionamento mais al e manual para as pessoas portadoras de deficiência física. Figura 44 – Local de embarque de transporte público O plantio de árvores é importante para a melhoria da qualidade urbana. 120 7 5 a 100 junto a faixas livres de circulação não são recomendadas plantas com as ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 80 seguintes características: dotadas de espinhos. ramos pendentes. em especial apropriado na via. orlas. muretas ou desníveis entre o piso e o solo não de vem avan- çar na faixa de circulação livre. Isso auxiliará o interessado a escolher espécies mais de deficiência visual. bem como mediante solicitação dos interessados. paredes) (recomendado 150cm) ca lçada p iso tá til d irecional faixa de circulação in d ica n d o o acesso elementos da vegetação como plantas entouceiradas. atendendo às condições estabelecidas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. invasivas. 40 a 60 no caso de grelhas das orlas para proteção de vegetação. mantendo uma temperatura mais amena para o ca- 50 51 minhar dos pedestres. adequadas a cada tipo de clima e solo.

Parágrafo único. Edificações de uso privado: Aquelas destinadas à habitação. quadras esportivas. Circulação nas áreas comuns andares de recreação. A construção de edificações de Art. que É LEI! O QUE DIZ O DECRETO podem ser classificadas como unifa- miliar ou multifamiliar. reduzida. vizinhos. acessível para reduzida nos estacionamentos. salão com largura livre mínima recomen. conforme os pa- edificações à via pública. Cabine do elevador.50 m e admissível mínima banheiros. Também es. de 1. piscinas. 18. estacionamentos e máxima de 2% para pisos internos garagens. DEFINIÇÕES A seguir estão descritos os principais itens relacionados com a acessibilida- de nos diferentes tipos de edificações. A construção de edifi- cações de uso privado multifa- ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS uso privado multifamiliar deve aten- miliar e a construção. pessoas com deficiência ou mobili. aos serviços drões das normas técnicas de anexos de uso comum e aos edifícios acessibilidade da ABNT. destre dotada de acesso para pes- Prever vaga reserva para veícu. Prever via de circulação de pe- dade reduzida. todas as edificações com mais de de uso privado multifamiliar e cinco andares. saunas e CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE dada de 1. soas com deficiência ou mobilidade los conduzidos ou conduzindo pes. sendo de na interligação de todas as obrigatório: partes de uso comum ou aber- Percurso acessível que una as tas ao público. 52 Rampas ou equipamentos ele. . soas com deficiência ou mobilidade tiva porta de entrada. de festas e reuniões. caput os acessos. conforme a legislação vigente. das áreas internas ou externas Elevadores de passageiros em de uso comum das edificações. projeto a previsão de espaço para instalação de elevador nos outros casos. aos preceitos da acessibilida- conforme normas técnicas. entre outras partes e máxima de 3% para pisos externos. recomendando-se no de uso coletivo. 53 tromecânicos para vencer os desníveis tão sujeitos ao disposto no existentes nas edificações. e respec.20 m e inclinação transversal portarias. amplia- der aos preceitos da acessibilidade ção ou reforma de edificações na interligação de todas as partes de de uso coletivo devem atender uso comum ou abertas ao público.

Art. deve haver ao menos um acesso a cada piso. de forma a viabilizar futuras Figura 45. obedecendo ao mínimo de uma peça. para as unidades ha. é necessário observar as características de No caso de edificações existentes. desde que estejam associados a Todas as entradas devem ser acessíveis. a largura e a extensão dos corredores e passagens. financeira. além de outros elementos cons- de emergência. indus. aeroportos. religiosa. Em shopping centers. devidamente sinalizadas. bem como as rotas de interliga. A circulação em rota acessível deve ser livre de degraus. . além das demais exigências contidas na norma ABNT NBR 9050/04. trutivos que possam representar obstáculos à mobilidade das pessoas Ao menos um dos itinerários que comuniquem horizontalmente e verti- calmente todas as dependências e serviços do edifício. 55 acessos de circulação de pedestres. 19. possuindo 5% do total de cada peça (quando houver divi- são por sexo). rampas ou equipamentos de transporte vertical. recomenda-se evitar paredes estruturais Público . esportiva. à circulação principal e gens e a área de manobra próxima de portas.90m. deverá cumprir todos os requisitos de acessibilidade. pelo menos. O trajeto acessível abrange a circulação na horizontal. inclusive as edificações de prestação de serviços de atividades uma rota acessível. deve haver vagas de estacionamento exclusivas mínima de 0.Dimensões mínimas para circulação horizontal adaptações. educacional. serão feitas alterações. com comu- Nas áreas externas ou internas da edificação destinadas a garagem e ao nicação com todas as suas dependências e serviços. ção às principais funções do edifício. que permite a circulação por toda a edificação. sendo obrigatório: mento por rampa ou equipamento de transporte vertical. ser acessíveis. entre si e com o exterior. Edificações de uso coletivo: CIRCULAÇÃO HORIZONTAL Aquelas destinadas às atividades de natureza comercial. área de circulação de edificações ou equipamentos urbanos.90 m Nos conjuntos residenciais. Comum Acima de 10. um dos acessos ao seu interior. para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida próximas ao acesso A largura mínima também deve estar vinculada a extensão do corredor ou principal. obrigatoriamente. verticais ou horizontais. áreas de grande fluxo de pessoas. recreativa. Comum Até 4.20 m devem. garantindo o desloca- da mesma natureza. define trial e de saúde. Entre o estacionamento e o acesso principal deve existir uma rota acessí. Para definir uma rota acessível.00 m 1. social. 1. através de rota acessível. interligando as áreas externas a todas as suas dependências e serviços. respeitar a largura CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE vel.00 m 1. É LEI! O QUE DIZ O DECRETO Garantir sanitários e vestiários acessíveis às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. respeitando o número de vagas conforme prevê a norma ABNT NBR 9050/04. turística. em todas as áreas dos pavimentos. Para transposição de obstáculos isolados com extensão máxima de 40 cm (por exemplo passagem de portas) admite-se largura mínima de 80 cm. provavelmente. As escadas fixas e os degraus podem fazer parte da rota acessível. A construção.00 m 0. ampliação ou reforma de edificações de uso públi- co deve garantir. Caso isso não seja possível. ou em função da especificidade/natureza de seu uso. cultural. os desníveis. enquanto que. O acesso livre de barreiras. as passa- ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 50 m no máximo conectado. hoteleira. para veículos que transportem pessoas com deficiência física ou com dificuldade de locomoção.50 m bitacionais é facultativo. assim como na vertical. entretanto. recomendam-se um sanitá- Tipo de Uso Comprimento Largura Mínima rio acessível que possa ser utilizado por ambos os sexos (sanitário familiar). livre de barreiras e 54 estacionamento de uso público é obrigatório reservar as vagas próximas aos de obstáculos que impeçam ou dificultem a sua acessibilidade. as áreas de uso comum Comum Até 10.50 m nas quais.

com comunicação CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE com todas as suas dependências e serviços. Na ampliação ou reforma das edificações de uso púbico ou de uso al desnível não exceda 5 mm. na existência de portas giratórias deve ser prevista junto a corpos. Entre 5 mm e 15 mm. deve-se garantir que qual- 0. conforme norma ABNT NBR9050/04. estas. Quando superiores a 15 mm devem atender aos requisitos de rampas e de- cap acho e m b utid o no piso graus.50 m. outra entrada que garanta a acessibilidade. um dos acessos ao seu interior. livre de barreiras e de obstácu- máx 5mm los que impeçam ou dificultem a sua acessibilidade. quando não for possível outro acesso mais cômodo para 56 pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Patamares no início e final de cada segmento de rampa com comprimento recomendado de 1. 2 1 mentar e acessar todos os níveis da edificação com au- 80 tonomia e independência. Quando não existirem paredes laterais. os desníveis das áreas de circulação internas ou externas serão transpostos por meio de rampa ou equipamento eletromecânico de deslo- camento vertical. Com até 5 mm.20 m. desníveis devem ser tratados como rampa com ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS inclinação máxima de 1:2 (50%). coletivo. Figura 48 – Tratamento de desníveis até 15 mm Desníveis devem ser evi- tados em rotas acessíveis. as rampas devem possuir guias de sível a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. desníveis não necessitam de trata- mento. 57 tabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. CIRCULAÇÃO VERTICAL 40 5 a 15mm Na circulação vertical.50 m e mínimo admitido de 1. conforme es. no sentido do movimento. DICA 14 Na existência de catracas ou cancelas. pelo menos. Figura 47 – Instalação de capachos embutidos As rampas devem atender aos seguintes requisitos: Largura livre recomendada de 1. ao menos uma deve ser aces. ampliação ou reforma de edificações de uso público deve garantir.5 quer pessoa possa se movi. . 20. Figura 46 – Transposição de obstáculos isolados É LEI! O QUE DIZ O DECRETO Capachos devem ser embutidos no piso e nivelados de maneira que eventu- Art. A construção. Da mesma balizamento com altura mínima de 5 cm executadas nas projeções dos guarda- forma. sendo admissível a largura mínima de 1.20 m.

exemplo CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE 150 cm (recomendado) As escadas fixas e os degraus poderão fazer parte das rotas acessíveis. 1 5 0 cm (re com endado) 1 2 0 cm (m ínim o) ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Figura 51 – Detalhe construtivos da rampa – vista frontal Inclinação admissível em cada Desnível máximo de cada Número máximo de segmento de rampa segmento de rampa segmento de rampa á re a d e circulação a d ja cente 5. a cada 3.50 m e admissível de 1. desde 120 cm (mínimo) ram pa inclinação (i) que associadas a rampas ou a equipamentos eletromecânicos. o cruzamento entre as circulações horizontal e vertical não é prejudicado. Piso tátil para sinalização. Dessa forma.33% (1:12) 0.80 15 150 cm (recomendado) 120 cm (mínimo) ra m pa Figura 49 – Inclinação longitudinal admissível em rampas in clin a ção (i) p a ta m ar 58 59 co rrim ão 1 20 cm (m ín im o) 1 5 0 cm (re com endado) C 1 5 0 cm (re com endado) guia de baliza m ento p iso tá til d e alerta 1 20 cm (m ín im o) 1 20 cm (m ín im o) 3 0 (e xte n sã o d o corrim ão) (in ício e fim d e ram pa) p iso tá til d irecional Figura 52 – Patamar de rampa . inclusive degraus isolados. distante no máximo a 32 cm da mudança de plano e localizado antes do início e após o g ua rd a-co rpo término da rampa com inclinação longitudinal maior ou igual a 5%.50 Sem limite 5. Figura 50 – Detalhe construtivos da rampa – vista superior Além destas características. com largura entre 25 e 60 cm. com largura entre 25 e 60 cm. 92 5 (mínimo) g u ia d e b a lizam ento 70 As rampas devem ter inclinação de acordo com os limites estabelecidos na i% norma ABNT NBR 9050/04.00% (1:20) < i <6.25% (1:16) 1. O dimensionamento e as características dos pisos e espelhos deverão seguir 2 5 a 60 C 0 a 32 2 5 a 60 as exigências da norma ABNT NBR 9050/04. O primeiro e o último degrau de um lance de escada a uma distância mínima de 30 cm do espaço de circulação. não podem ter seu espelho vazado. as escadas fixas devem garantir: Largura livre mínima recomendada de 1. . Inclinação transversal de no máximo 2% em rampas internas e 3% em corrim ão rampas externas. Patamar de 1. Piso tátil de alerta para sinalização.25% (1:16) < i <8.20 m de comprimento no sentido do movimento. localizado antes do início e após o término da escada.20 m.00 Sem limite 6. Deverão existir sempre patamares próximos a portas e bloqueios.20 m de altura ou quando houver mudança de direção. Se estiverem na rota acessível.00% (1:20) 1.

ser feito para o centro da largura da rampa ou escada. dimen. sendo que o sinal audível deve Em escada ou rampa com largura maior que 2. o direcionamento deve sível até o equipamento. Sinalização com o Símbolo Internacional de Acesso – SIA. construída. p iso tá til dire cional Dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio. em cor EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS contrastante. padrões das normas técnicas 61 Registro visível e audível da cha. Botoeiras localizadas entre 89 e 135 cm do piso.40m (sem corrimão central). mada. para permitir a visualização de indicadores dos pavimentos às pessoas em cadeiras de rodas. Desníveis também podem ser vencidos por equipamentos eletro-mecânicos. Espelho fixado na parede oposta à porta. p iso tá til de a lerta Comunicação sonora indicando a pessoa com deficiência visual o andar (in ício e fim d a escada) em que o elevador se encontra parado. deve-se direcionar o ser dado a cada operação individual do piso tátil para cada corrimão lateral. Os elevadores de passageiros de- verão atender integralmente a norma É LEI! O QUE DIZ O DECRETO ABNT NBR 13994/00 – Elevadores de 20cm ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 2 a 3 cm m ínim o 30 cm Passageiros – Elevadores para Transpor- p iso tátil de alerta te de Pessoa Portadora de Deficiência. 27. deve ser definido o local onde será instalado o equi- Quando houver sinalização direcional de piso para rampa ou escada com pamento eletromecânico. elevadores ou sua adaptação p atam ar sionamento e sinalização. a instalação em edificação de 2 5 a 60 C 1 20 cm (m ínim o) C 25 a 60 Cabina com dimensões mínimas uso privado multifamiliar a ser 0 < X < la rgura do d egrau 2 5 > X > la rg u ra d o d e g ra u de 110 cm x 140 cm. Sinal sonoro diferenciado. garantindo: em edificações de uso público p iso tátil direcional ou de uso coletivo. botão. Indicação da posição de embarque e dos pavimentos atendidos e indica- ção de uso afixada próximo à botoeira. para subida e para descida. Todos os degraus devem ter sinalização visual na borda do piso. com a especificação técnica e a indicação da rota aces- largura menor ou igual a 2. no caso de elevadores com di- mensão mínima de 110 x 140 cm. Figura 54 – Detalhes construtivos de escada(L>240cm) . elevadores. de forma que a pessoa com deficiência visual possa reconhecer o sinal. observando as áreas mínimas da largura dos corredores e da área de manobra. Sinalização tátil e visual contendo instrução de uso. Inclinação transversal máxima admitida de 1%. A instalação de novos (início e fim da escada) quanto às características gerais.40m. deve atender aos Figura 53 – Detalhes construtivos de escada (L<240cm) 60 dente. mesmo que a chamada já tenha CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE sido registrada. Art. bem assim Acesso a todos os pavimentos. No projeto arquitetônico. afastando-se de 60 a 75 cm. fixada próximo às bo- toeiras. de acessibilidade da ABNT. na qual haja obri- Botoeiras sinalizadas em Braille gatoriedade da presença de ao lado esquerdo do botão correspon.

62 63 Sensor de porta fechada. e ISO 9386-2/2000. . para plataforma de elevação vertical. nas condições de segurança de. qual a melhor posição para seu acionamento ou uso. p iso tá til de alerta clausurada. deverá ser utilizada somente plataforma elevatória vertical com caixa en. escadas rolantes e outros equipamentos devem possuir piso tátil alerta corretamente instalado para auxiliar no alerta so- bre a iminência do funcionamento do equipamento e orientar. e le va dor 80 (mín. Para vencer desníveis de até 4. 2 5 a 60 Botão de emergência. devem seguir as normas técnicas ABNT NBR trilho da porta 15. para plata- 1 40 (m ín. limite do alçapão da escada rolante A plataforma vertical com fechamento contínuo até 110 cm do piso pode CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE ser utilizada para vencer desníveis de até 2. Elevadores. Quando houver necessidade do direcionamento para o elevador.0 m. Figura 55 – Detalhes construtivos para elevador vem ser observadas a existência de: Freio de emergência. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Símbolo Internacional de Acesso – SIA visível em todos os pavimentos para indicar a existência da plataforma móvel. te é permitido quando acompanhadas.00m. plataformas elevatórias. conforme norma ABNT NBR 9050/04.) forma de elevação inclinada.655-1/09. Acionamento por pressão constate (o equipamento só funciona com o botão apertado). com diâmetro mínimo de 1. 25 a 60 Trava eletromecânica. para permitir a manobra de uma pessoa em cadeira de rodas. garantindo: Dimensões mínimas de 80 x 125 cm (privado) e 90 x 140 cm (público). 2 5 a 60 Além das demais prescrições normativas.) 75 a 150 Projeção do seu percurso sinalizada no piso. pois seu uso por pessoas com deficiência visual somen- elevador do lado da botoeira. 110 (mín. a linha A aplicação de sinalização tátil direcional para plataformas de elevação inclina- formada pelo piso tátil direcional deve encontrar a sinalização tátil de alerta do da não deve ser aplicada. para se evitar confusão na infor- mação.) Que as portas ou barras não sejam abertas se o desnível entre a platafor- 2 5 a 32 p iso tá til de alerta espelho ma e o piso for superior a 7. A área em frente ao elevador deve ter uma forma que permita a inscrição de um círculo.50m. Figura 56 – Sinalização para escada rolante O direcionamento da pessoa com deficiência visual para um ou mais equi- pamentos deve ser feito através do piso tátil direcional. Sensor abaixo do equipamento.5 cm. determinado após aná- lise da necessidade de se levar para um ou mais equipamentos. juntamente com instruções operacionais. para evitar esmagamento e aprisiona- mento. lembrando que deve ser evitada a duplicidade de percursos. b otoe ira p iso tá til dire cional a o la do d a bo toeira As plataformas elevatórias.

PORTAS. facilitando o fechamento por usuários de cadeira de rodas. mín. a maçaneta estará ao alcance da mão e o movimento inform a çã o visual de abertura da porta não será prejudicado. V ista S uperior V ista F ro ntal E xterna com altura mínima de 40 cm do piso. As dimensões variam em função da abertura da porta e da forma de aproxi. vestiários e quartos acessíveis frontal. exigindo força não 90 a 110 cm superior a 36 N. Existência de visor. 90 Puxador horizontal na face interna de portas de sanitários. para abertura com apenas um movimento. 15 0 cm 160 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 140 90 a 110 cm 90 a 110 cm mín. 45 mação. 80 cm m ín. 10 L /2 tas com mais de uma folha. . salas de aula.60 cm 64 65 mím 30 cm Figura 57 – Distâncias mínimas para abertura de portas CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE As portas também devem possuir características específicas para permitir o exercício de ir e vir dos cidadãos: Vão livre mínimo de 80 cm e altura mínima de 210 cm. saídas de emergência. 80 cm V ista S up erior V ista F ro ntal E xterna Figura 58 – Características das portas mín. quando situadas em rotas acessíveis. b a rra h o rizontal Maçanetas do tipo alavanca. L Recomenda-se revestimento resistente a impactos na extremidade inferior. 80 cm rios. inclusive em por. tais como cadeiras de rodas ou andadores. instaladas entre 90 a 110 cm de altura em relação ao piso. Assim. necessitam de um espaço adicional para a abertura da porta. em por trás do tipo vaivém. JANELAS E DISPOSITIVOS As pessoas que utilizam equipamentos auxiliares no seu deslocamento. 40 cm m ateria l re sisten te a im p actos Sinalização visual e tátil em por tas dos ambientes comuns como: sanitá- m ín . vestiários e quartos acessíveis. 15 info rm a ção tá til na pa rede m ín . 12 0 cm m ín . se lateral ou frontal. de modo a evitar colisão Figura 59 – Características de portas de sanitário.

80 cm Comando de aquecedor 80 a 120 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Registro 80 a 120 Interfone 80 a 120 Quadro de luz 80 a 120 40 a 120 40 a 90 cm Dispositivo de inserção e retirada de produtos mín. DICA 16 Em shoppings. Atenção à altura de dispositivos é essencial para garantir a acessibilidade de usuários de cadeira de rodas ou pessoas de baixa estatura pois possuem alcance manual diferenciado. ducha. 150 cm Maçaneta de porta 80 a 100 m ín. as pessoas com deficiência ou Figura 61 – Alcance visual pra instalação de janelas mobilidade reduzida podem necessitar do auxílio de acompanhante. 20 cm vel. toalheiro. Áreas de transferência lateral. a permitirem um bom alcance vi- Acessórios (saboneteira.50 x 1. perpendicular e diagonal para bacias sanitárias. O acionamento de certos dispositivos de maneira confortá- m ín.70 m. . 30° As janelas. cabide. com bacia posicionada na parede de menor dimensão. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE Dimensões mínimas de 1. único movimento. instaladas de modo Instalação de lavatório sem que este interfira na área de transferência. recomenda-se a criação de um sanitário fa- miliar para uso comum. empregando- 3 0° Sinalização com Símbolo Internacional de Acesso – SIA. 30° Área de aproximação para utilização da peça. devendo prever as seguintes 66 67 DICA 15 condições gerais: Deve ser evitada mola de fechamento No mínimo 5% do total de peças sanitárias e vestiários adequados a pesso- automático em portas por represen. registro) instalados em uma sual devem ser abertas com um 3 0° faixa de alcance confortável para pessoas com deficiência. O fechamen- to deve ser feito com o auxílio de trincos tipo alavanca. considerando pessoas em cadeira de rodas. aeroportos. 40 cm m aterial resistente Comando de precisão 80 a 100 a im pactos Figura 62 – Altura de instalação de diversos dispositivos V ista S uperior V ista F ro n ta l E xterna Figura 60 – Características das portas tipo vai-vem SANITÁRIOS E VESTIÁRIOS Muitos detalhes construtivos são necessários para possibilitar autonomia das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. cegas ou que usam muletas Portas com abertura externa nos boxes de sanitários e vestiários. locais de grande fluxo de pessoas ou alguma 115 especificidade no seu uso. as com deficiência. Em alguns casos. é a seguinte: visor Dispositivos Altura (cm) barra vertical Interruptor 60 a 100 Campainha/alarme 60 a 100 Tomada 40 a 100 Comando de janela 60 a 120 mín. Área de manobra para rotação 180°. entre 80 e 120 cm. tarem risco de acidentes para pessoas Localizados em rotas acessíveis. se o mínimo esforço.

30 cm 40 m ín . do piso. Válvula de descarga de leve pres- 1 2 0 x1 5 0cm vo de proteção. medida da borda superior do assento vre mínima de 73 cm. alavanca ou sensor. 68 Figura 63 – Sanitário acessível vimentos de transferência. dis- tribuindo-se seus equipamentos e acessórios de modo que possam ser utili- zados por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. no mínimo. 4 cm 0c . instaladas conforme norma ABNT mín. Características especiais Características especiais para Lavatórios: para Bacias Sanitárias: 170 30 m ín .5 áx máx. obedecendo às normas técnicas de acessibilidade da ABNT. 5 0cm tar localizados no mínimo a 25 cm da NBR 9050/04. com entrada independente dos sanitá- 100 rios coletivos. talado a uma altura máxima de 90 cm do piso. 11 cm m O sifão e a tubulação devem es. m suspensos. devendo ser até o piso. instalada a uma altura de 100 cm mín. sentada no vaso. Possuir barras de apoio horizon- mín. A construção. terão elas prazo de trinta 46 meses a contar da data de publicação deste Decreto para garantir pelo me- nos um banheiro acessível por pavimento. Figura 64 – Vista lateral do sanitário acessível . tais. ampliação ou reforma de edificações de uso público ou de uso coletivo devem dispor de sanitários acessíveis destinados ao uso a cion am en to d a descarga por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. ou inclinado em 10° a uma al- tura máxima de 110 cm do piso. com entrada independente. DICA 17 A utilização de barras de 120 Torneira com comando do tipo apoio em alturas ou dimen- á re a d e tra n sfe rê ncia monocomando. 50 m ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 150 Possuir barras de apoio instala. tância do piso.2 5cm 75 § 2º Nas edificações de uso público já existentes. sem colunas ou gabinetes. os sanitários desti- nados ao uso por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade redu- zida serão distribuídos na razão de. 69 É LEI! O QUE DIZ O DECRETO CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE Art. são. 80 cm ABNT NBR 9050/04. 78 a 80 m ín . uma cabine para cada sexo em cada pavimento da edificação.8 0 cm Altura entre 78 e 80 cm do piso Instalação a uma altura de 46 cm. em relação a face superior e altura li. sões diferentes do especifica- 1 2 0 x8 0cm instalada a no máximo 50 cm da face do pode comprometer os mo- externa frontal. conforme norma Papeleira ao alcance da pessoa mín. 22. § 1º Nas edificações de uso público a serem construídas. de 50 a 60 cm de dis- Espelho em posição vertical ins. das na frente da pia. á re a d e m a n o bra ro ta çã o 1 8 0° face externa frontal e possuir dispositi.

50 cm 70 45 120 mín. instalado a uma d ucha m anual norma ABNT NBR 9050/04. conforme norma ABNT NBR b arra h orizontal 9050/04. instalada a uma horizontal ou em “L”. 75 60 a 65 Torneiras do tipo monoco- mando. 70 cm Válvula de descarga de Barras de apoio vertical. 4 cm m ín .Mictórios do entre o box e o restante do banheiro de no máximo 15 mm Figura 68 – Box para chuveiro acessível – Vista Lateral com inclinação de 50% (1:2). 11 cm Possuir barras de apoio vível. b anco 100 Ducha manual com su- 75 porte de fixação na parede. registro leve pressão. superfície antiderrapante m ín. . 60 cm V ista S uperior 45 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 80 90 78 a 80 mín. 30 cm b an co mín. 73 cm Figura 67 – Box para chuveiro acessível – vista superior Características especiais para V ista F ro ntal Chuveiros: Figura 65 – Lavatório Coletivo 60 Espaço de transferência externa ao box. com dimensões mínimas CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE mín. articulável para cima ou remo- m áx. altura de 46 cm do piso. acionadas por alavanca. recuado em 30 70 30 30 71 cm da parede onde se encontra chuveiro Características Especiais o banco para posicionamento para Mictórios: da cadeira de rodas. máx. mín. 20 cm 30 85 máx. Banco com cantos arredon- Instalação a uma altura dados. 70 cm de 60 a 65 cm. medida da borda de 70 x 45 cm. preferencialmente frontal até o piso. 95 cm mín. instaladas conforme e impermeável. 4 cm verticais. 46 Desnível máximo admiti- Figura 66 – Vista Frontal . instaladas b arra vertical 100 altura de 100 cm do piso.

com as extremidades recurvadas para 30 cab ide baixo ou voltadas para a parede (a ltu ra d e instalação: 8 0 a 12 0 cm ) lateral. com diâmetro de deitada.80 cm para corrimão em escadas fixas e sp elho Figura 70 – Instalação de guarda-corpo e corrimão e degraus isolados. As escadas e rampas que não forem isoladas das áreas adjacentes por paredes Bancos providos de encosto com área de aproximação. confere autonomia às pessoas com deficiência visual. Ser. contínuo. auxílio para impulso e orientação para Armários com área de aproximação frontal e altura entre 40 e 120 cm do pessoas com deficiência. Prolongamento mínimo 40 b arra d e ap oio ho rizo ntal (altu ra d e in stalação : 75 cm ) de 30 cm no início e no término 72 de escadas e rampas. 3 a 4 . a fim de evitar acidentes. punhadura e fácil deslizamento. 3. 4 cm 3 a 4 . se- Barras de apoio e espelhos.5 cm m ín. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Espelhos com borda inferior a 30 cm do piso e superior máxima de 180 cm.80 cm lhor deslizamento da mão.5 cm m ín. com 105 92 a haste de fixação localizada na 70 parte inferior. 80 cm estas tiverem largura superior a 240 cm. 80 cm (a ltu ra d e instalação: Instalação central em esca. no mínimo. instalados entre 80 e 120 cm de altura do piso.0 cm a 4. 15 cm geratriz superior. para corrimão sup erfície pa ra em rampas (sendo recomenda- tro ca d e ro upas (altu ra = 46 cm ) das também em escadas). 105 cm de altura do piso. cab ide m ín . Características especiais para Vestiários: CORRIMÃO E GUARDA CORPO Área de giro para usuários de cadeiras de rodas. guindo as orientações da norma ABNT NBR 9077/01. Cabides próximos aos bancos. 73 Altura de 92 cm do piso. medidos da mín.5 cm. . medidos da geratriz superior mín . 4 cm 8 0 a 12 0 cm ) das e rampas somente quando m ín . preferencialmente. com. devem ser instalados em rampas e escadas corrimãos. podendo ser interrom- pidos em patamares com com- primento superior a 140 cm. piso para pessoas em cadeiras de rodas e fechaduras instaladas entre 80 e 120 em ambos os lados e com as seguintes características: cm de altura. Espaço de 30 cm junto ao banco para garantir a transferência dos usuários Devem permitir boa em- de cadeira de rodas. Figura 71 – Detalhes do corrimão DICA 18 A utilização de sinalização em Braille nas extremidades dos corri- Figura 69 – Vestiário –Vista superior mãos como indicativo do pavimento. de As cabines devem possuir espaço para troca de roupas de uma pessoa seção circular. devem dispor de guarda-corpos. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE 180 (a ltu ra d e in stalação: 30cm a ltu ra m á xim a:150cm ) Alturas associadas de 70 cm e de 92 cm do piso. Para garantir segurança e mobilidade. para permitir o me- 1 80 30 m ín .

60 cm ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS circu lação Garantia de conforto. segurança. Figura 72 –Espaços reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida . espaços reservados para pessoas em cadeira de rodas. auditórios. distribuídos pelo recinto em locais diversos. 30 cm as normas técnicas de acessibilidade da ABNT. em locais de boa recepção de mensagens sonoras. mín. Os assentos para obesos devem ter largura igual a de dois assentos adota- dos no local. Os teatros. Distribuição pelo recinto. é obrigatória. cinemas. evitando-se áreas circu lação segregadas de público e a obstrução das saídas. casas de espetáculos. pelo menos. incluindo obesos. devendo todos ser devidamente sinalizados e estar de acordo com os padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT. tais como cinemas. teatros. § 1º Nas edificações previstas no caput. 23. assentos para pessoa com mobilidade reduzida e pessoa obesa. 2% da lotação do estabelecimento para pessoas em cadeira de rodas. boa visibilidade e acústica. junto de as- sento para acompanhante. Não obstruir a visão dos espectadores sentados atrás. salas de conferências e similares reservarão. em conformidade com mín. recomendando-se que seja nos diferentes setores e com as mesmas condições de serviços. de boa visibilidade. sendo no mínimo um assento e recomendável dois assentos de acompanhante. devidamente sinalizados. na área destinada ao público. 30 cm 80 circu lação 74 75 É LEI! O QUE DIZ O DECRETO CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE 120 Art. ginásios de esporte. ca d e ira p a ra p e ssoa obesa Os assentos para pessoas com mobilidade reduzida devem possuir um es- paço livre frontal de no mínimo 60 cm. Identificação por sinalização no local e na bilheteria. a destina- ção de 2% dos assentos para acomodação de pessoas portadoras de de- ficiência visual e de pessoas com mobilidade reduzida. Instalação em local de piso plano horizontal. míni. LOCAIS DE REUNIÃO Locais de reunião de público. auditórios e similares devem possuir. estádios. ainda. 30 próximos aos corredores. atendendo às seguintes condições: Localização em rota acessível vinculada a uma rota de fuga.

mas distribuídos em toda edificação. por todos 77 os níveis de serviços e localizados em rota acessível. mais 1% 1% 1% do que exceder 500 Acima de 1000 15 espaços.66%) para vencer uma altura máxima de 0. Inclinação máxima de 1:6 (16. e ser CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE (PMR) e pessoas obesas (PO). mobilidade reduzida. tipo plataforma. Largura de. também devem 115 ser acessíveis a pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Até 25 1 1 1 De 26 a 50 2 1 1 De 51 a 100 3 1 1 De 101 a 200 4 1 1 De 201 a 500 2% do total 1% 1% De 501 a 1000 10 espaços.1% 10 espaços.296/04. A altura das camas deve ser de 0. pessoas com mobilidade reduzida dições de alcance manual e visual previstos na norma ABNT NBR 9050/04.50m que possibilite um giro de 360º. ca- Capacidade total Espaços Assentos Assento mas e armários. 30° L . mais 0. Estes dormitórios não 76 devem ser isolados dos demais. no mínimo. como palco. 0. tais como coxias e camarins. Inclinação máxima de 1:10 (10%) para vencer alturas superiores a 0. pelo menos 5 %.46m.90m de largura. Deve haver pelo menos uma área com diâmetro de no mínimo de assentos para PCR para PMR para PO 1.60m. mais 1% do que exceder 1000 do que exceder 1000 do que exceder 1000 Figura 74 – Quantidade de assentos especiais em locais de reunião . deverá ser utilizado equipamento 3 0° eletromecânico.H . A norma NBR 9050/04 ainda recomenda que outros 10% do total de dormitórios sejam adaptáveis para aces- sibilidade. O desnível entre palco e ORIENTAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS cená rio 30° platéia deve ser sinalizado com piso tátil de alerta. A norma ABNT NBR 9050/04 define a quantidade mínima de assentos espe- As dimensões do mobiliário dos dormitórios acessíveis devem atender às con- ciais para pessoas em cadeira de rodas (PCR). As áreas de acesso aos artistas. com no mínimo um do Figura 73 – Ângulo visual para pessoas com deficiência total de dormitórios com sanitário. Para garantir boa condição de visibilidade para as pessoas com deficiência ou Conforme a norma ABNT NBR 9050/04.60m. não sendo necessária a instalação de guarda-cor- po e corrimão. o desnível entre o palco e a platéia. devem ser acessíveis. para vencer o desnível. deve-se analisar o espaço. p alco LOCAIS DE HOSPEDAGEM 115 Além da necessidade das áreas comuns de locais de hospedagem ser acessí- veis de acordo com o Decreto 5. considerando o ângulo visual a quando existir. pode ser vencido através de rampa com as seguintes caracterís- partir do local reservado até o local a ser visualizado. mais 1% 10 espaços. dispostos de forma a não obstruírem uma faixa livre mínima de circulação interna de 0. Na impossibilidade de colocação de rampa. prevendo área de manobras para o acesso ao sanitário. Ter guia de balizamento. telas ou o local ticas: em que ocorram as ações e exibições.90m.

296/04 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS DECRETO Nº 5. de 8 de novembro de 2000. e 10. da Constituição. 9 0 cm m ín . contrato ou similar.a aprovação de financiamento de projetos com a utilização de recursos públicos. que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica. Anexo I m ín . de 19 de dezembro de 2000. 2º Ficam sujeitos ao cumprimento das disposições deste Decreto. 1º Este Decreto regulamenta as Leis nos 10. rodas. a dimen- I . usufruir destes equipamentos. autorização ou habilitação de qualquer na- como de reabilitação e tratamentos para diversos tipos de deficiências (temporá. 84. 80 cm mín.a concessão de aval da União na obtenção de empréstimos e financiamentos arredondado. os tocantes à comuni- ABNT NBR 9050/04. internacionais por entes públicos ou privados. recomendações da norma ABNT NBR 9050/04. de transporte coletivo. II . bem como a execução de qualquer tipo de obra. de 19 de dezembro de 2000. no uso da atribuição que lhe confere o art. Art. tureza. e Quando existir anteparo em frente aos espaços para pessoa em cadeira de 10.048. Figura 75 – Dormitório – Vista Superior O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. rias ou não). tamanhos de cadeiras de rodas. sua altura e distância não devem bloquear o ângulo visual de 30° medido CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE a partir da linha visual padrão com altura de 1. permissão. de 19 de dezembro de 2000.098. de acordo com as lei. sempre que tela ou local onde a atividade é desenvolvida. As piscinas são equipamentos que se enquadram tanto nas atividades de lazer. e dá outras providências. Nestes locais. inciso IV.15m do piso até o limite inferior da Art. de comunicação são mínima do vão deve ser de 100 cm. e 10. Art.a aprovação de projeto de natureza arquitetônica e urbanística. tais como convênio. Para que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida possam III . cíveis e penais cabíveis. e tendo em vista o disposto nas Leis nºs 10. utilizadas para esportes. houver interação com a matéria nele regulamentada: As áreas para prática de esportes devem ser acessíveis.098. .296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004 mín.a outorga de concessão.048. pois essa medida atende a diferentes e informação. DECRETA: LOCAIS DE ESPORTE E LAZER 78 CAPÍTULO I 79 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Nas arquibancadas deve haver espaços para pessoa em cadeira de rodas e assentos para pessoa com mobilidade reduzida e pessoa obesa. quando tenham destinação pública ou coletiva. que esta- belece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. As bordas e degraus de acesso a água devem ter acabamento IV .DECRETO 5. O acesso à água deve ser garantido através de degraus. por meio de qualquer instru- O piso no entorno das piscinas não deve ter superfície escorregadia ou exces. acordo. 3º Serão aplicadas sanções administrativas.296/04 Ø15 0 ANEXO I .048. estes deverão seguir as recomendações da norma dentre eles os projetos de natureza arquitetônica e urbanística. ajuste. 9 0 cm Decreto 5.098. de 8 de novembro de 2000. previstas em bancos para transferência ou equipamentos de transferências. mento. de 8 de novembro de 2000. rampas submersas. e sivamente abrasiva. 90 cm Regulamenta as Leis nºs 10. quando não forem observadas as normas deste Decreto. cação e informação e os referentes ao transporte coletivo.

LIBRAS e no trato com a) deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do cor. 7. paralisia cerebral. Cabe aos Estados. que significa acuidade visual caput do art. Parágrafo único. 5º. e indireta. não se enquadrando no conceito ções deste Decreto. gestantes.296/04 dimento prioritário às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa porta- ceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho dora de deficiência ou com mobilidade reduzida. prestado por dade e se enquadra nas seguintes categorias: intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais .ABNT. 5º. os Con.000Hz. Municípios e ao Distrito Federal. § 3º Nos serviços de emergência dos estabelecimentos públicos e privados de aten- 2. da Associação Brasileira de Normas Técnicas . e para pessoas surdocegas. lazer. tetraplegia. § 3º O acesso prioritário às edificações e serviços das instituições financeiras deve selhos Estaduais.pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual.associação de duas ou mais deficiências. ainda. 7. tenha. de 16 nicas de acessibilidade da ABNT. de pessoa portadora de deficiência. cuidado pessoal. além daquelas previstas na Lei nº 10.serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva. d) deficiência mental: funcionamento intelectual significativamente inferior à média. monoplegia. membros com deformidade congênita ou adquirida. às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos. ostomia.296/04 ANEXO I . hemiparesia. dificuldade de movi. de junho de 2003.507. de 13 de junho de 2000. as empre. ANEXO I . ex. com a melhor correção óptica. Art. coletivo. 2. antes de qualquer outra. dimento prioritário referido neste Decreto. além do que estabelece o Decreto nº 3. § 2º Entende-se por imediato o atendimento prestado às pessoas referidas no art. 5º. aquela que.878. com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas observado o disposto no inciso I do parágrafo único do art. bro. tetraparesia. os casos nos quais a so. Art. no âmbito de mentar-se. . Municipais e do Distrito Federal. IV . nanismo. a prioridade conferida por este Decreto fica condicionada à avaliação 3. triparesia. permanente ou temporariamente. prestado por po humano. as portadoras de deficiência auditiva.a existência de local de atendimento específico para as pessoas referidas no art. utilização dos recursos da comunidade. hemiplegia.DECRETO 5. de 20 de junho de 1983.mobiliário de recepção e atendimento obrigatoriamente adaptado à altura e à § 1º Considera-se.690. do direito de atendimento prioritário das pessoas (dB) ou mais. ainda. indireta e fundacional. 5º.admissão de entrada e permanência de cão-guia ou cão-guia de acompanha- 81 c) deficiência visual: cegueira. triplegia. e 8. observando. § 1º O tratamento diferenciado inclui. gerando redução efetiva da mobilidade. dentre outros: sas prestadoras de serviços públicos e as instituições financeiras deverão dispensar aten. monoparesia. com a melhor correção óptica.pessoa portadora de deficiência. suas competências.05 no melhor olho.sinalização ambiental para orientação das pessoas referidas no art. a Resolução do Conselho Monetário Nacional no 2. 6º O atendimento prioritário compreende tratamento diferenciado e atendi- mento imediato às pessoas de que trata o art.assentos de uso preferencial sinalizados. 5º. 80 3. I . V . de quarenta e um decibéis VII . um telefone de atendimento adaptado para comunicação com e por pesso- 6. por qualquer motivo. 5. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.pessoa com mobilidade reduzida. aferida por audiograma nas freqüências de 500Hz. no que não conflitarem com a Lei nº das para o cumprimento dos requisitos estabelecidos neste Decreto. na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0. e as organizações representativas de seguir os preceitos estabelecidos neste Decreto e nas normas técnicas de acessibilidade pessoas portadoras de deficiência terão legitimidade para acompanhar e sugerir medi. mediante apresentação da carteira de vacina atualizada do animal. b) deficiência auditiva: perda bilateral. tais como: outubro de 2003 (Estatuto do Idoso). habilidades acadêmicas. acarretando o comprometimento da função física. VI . 1. 5º Os órgãos da administração pública direta. paraparesia.05 no mento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador nos locais dispostos no melhor olho. 3º da Lei nº 10. obedecerá às disposi- II . amputação ou ausência de mem. 4º O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência.102. 1. VIII .DECRETO 5. habilidades sociais. de 1º de de habilidades adaptativas. Art. lactantes e pessoas com criança de colo. bem como das empresas prestadoras de serviços públicos. dimento à saúde. § 4º Os órgãos. comunicação. pelo menos. mental e múltipla.741. coordenação motora e percepção. em lugar visível. conforme estabelecido nas normas téc- I . ou IX . a que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de ativi. depois de concluído o atendimento que estiver em andamento. apresentando-se sob a guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de atendimento. criar instrumentos para a efetiva implantação e o controle do aten- flexibilidade.000Hz. para os efeitos deste Decreto: condição física de pessoas em cadeira de rodas. a baixa visão. bem como nas demais edificações de uso público e naquelas de uso entre 0. III . e matória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o. saúde e segurança. aquelas que não se comuniquem em LIBRAS. parcial ou total. médica em face da gravidade dos casos a atender. de 26 de julho de 2001. § 2º O disposto no caput aplica-se. 4.000Hz e portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. espaços e instalações acessíveis. CAPÍTULO II DO ATENDIMENTO PRIORITÁRIO Art. empresas e instituições referidos no caput do art. 7º O atendimento prioritário no âmbito da administração pública federal direta e e) deficiência múltipla . forma de paraplegia. de funções.3 e 0. trabalho. 5º devem possuir. bem como às pessoas idosas.divulgação. II .

favorecendo a autonomia pessoal. Art. classificadas em: a) barreiras urbanísticas: as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público. DA IMPLEMENTAÇÃO DA ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA E URBANÍSTICA II . assistida. com diferentes características antropométricas e sensoriais. § 2º Os programas e as linhas de pesquisa a serem desenvolvidos com o apoio de or- meios ou sistemas de comunicação. religiosa. nº 7. toldos. 9º A formulação. ponsabilidade profissional declarada do atendimento às regras de acessibilidade pre- tos. reforma ou ampliação de edificações de uso público ou coleti- como os referentes à pavimentação. e execução. der simultaneamente todas as pessoas.296/04 nicarem ou terem acesso à informação. legislação específica e neste Decreto. no que couber. Art. por CAPÍTULO IV pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Arqui- superpostos ou adicionados aos elementos da urbanização ou da edificação. Em qualquer intervenção nas vias e logradouros públicos. Das Condições Gerais ANEXO I . após certificar a acessibilidade de edificação ou serviço. na legislação específica e neste cas. turística. total ou específica e neste Decreto. social. Arquitetura e correlatos. dos espaços. especialmente VIII . lixeiras.barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso.edificações de uso coletivo: aquelas destinadas às atividades de natureza co- mercial. e d) barreiras § 1º Caberá ao Poder Público promover a inclusão de conteúdos temáticos referentes nas comunicações e informações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impos. pelas regras previstas nas normas técnicas bra- soluções que compõem a acessibilidade. observado o disposto na Lei nº 10. neste Decreto.a priorização das necessidades. tirão o livre trânsito e a circulação de forma segura das pessoas em geral. em espaços ou locais de ampla visibilidade. constituindo-se nos elementos ou Art. na IX . recreativa.elemento da urbanização: qualquer componente das obras de urbanização. o Poder Público e educacional. minará a colocação. deter- VI .edificações de uso privado: aquelas destinadas à habitação. das edificações. de 10 de julho de 2001. ao anotarem a responsabilidade técnica dos projetos. 13. entre os setores envolvidos. do “Símbolo Internacio- ção pública. mobilidade reduzida.DECRETO 5. tendo como referências básicas as público e coletivo e no entorno e nas áreas internas de uso comum nas edificações de normas técnicas de acessibilidade da ABNT. ilumi- vo. esportiva. e I . nal de Acesso”. Seção I de de movimento. marquises. de acordo com o previsto em normas técnicas de acessibilidade da ABNT. quiosques e quaisquer outros de nature. VII . instrumentos. sistemas e meios de comunicação e informação. ou a mudança de destinação para estes tipos de edificação. 11. exigirão a res- que sua modificação ou traslado não provoque alterações substanciais nestes elemen. Decreto. 83 § 1º As entidades de fiscalização profissional das atividades de Engenharia. A concepção e a implantação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos b) barreiras nas edificações: as existentes no entorno e interior das edificações de uso devem atender aos princípios do desenho universal. industrial e de saúde. 8º Para os fins de acessibilidade. vistas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. sileiras de acessibilidade. ao desenho universal nas diretrizes curriculares da educação profissional e tecnológica e do ensino superior dos cursos de Engenharia. III . projeto arquitetônico ou urbanístico deverá ser atestado o atendimento às regras de dos ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora acessibilidade previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. direta e indireta. hoteleira. ou por empresas prestadoras de serviços públicos e desti. A construção. a liberda. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE za análoga. dos serviços de transporte e dos dispositivos. durante e após a sua sificadas como unifamiliar ou multifamiliar. fontes públicas.ajuda técnica: os produtos.acessibilidade: condição para utilização. com segurança e autonomia. inclusive as edificações de prestação de serviços de as empresas concessionárias responsáveis pela execução das obras e dos serviços garan- atividades da mesma natureza. bem como aqueles que ganismos públicos de auxílio à pesquisa e de agências de fomento deverão incluir temas dificultem ou impossibilitem o acesso à informação. cultural. de forma autônoma. segura e confortável.desenho universal: concepção de espaços. e neste Decreto: . de forma tetura e correlatas. sejam ou não de massa. a circulação com segurança e a possibilidade de as pessoas se comu. que podem ser clas. equipamentos ou tecnologia adapta. CAPÍTULO III Art. a programação em cronograma e a reserva de Art. § 2º Para a aprovação ou licenciamento ou emissão de certificado de conclusão de V . 12.edificações de uso público: aquelas administradas por entidades da administra.405. tais como semáforos. voltados para o desenho universal. tais Art. de 12 de novembro de 1985. § 3º O Poder Público. considera-se: recursos para a implantação das ações. financeira. das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.DECRETO 5. saneamento. distribuição de energia elétrica. Orientam-se. 82 IV . sibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos dispositivos. II . na legislação específica.257. 10. sistida. total ou as. na legislação de deficiência ou com mobilidade reduzida. artefatos e produtos que visam aten. abastecimento e distribuição de água. postes de sinalização e similares. deverão ser executadas nação pública.mobiliário urbano: o conjunto de objetos existentes nas vias e espaços públicos. c) barreiras nos transportes: as existentes nos serviços de transportes. telefones e cabines telefôni.296/04 ANEXO I . de forma continuada e articulada. implementação e manutenção das ações de acessibilidade DAS CONDIÇÕES GERAIS DA ACESSIBILIDADE atenderão às seguintes premissas básicas: I . a legislação específica e as regras contidas uso privado multifamiliar.o planejamento. na forma prevista nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT e na Lei nadas ao público em geral. paisagismo e os que materializam de modo que sejam ou se tornem acessíveis à pessoa portadora de deficiência ou com as indicações do planejamento urbanístico. mobiliários e equipamentos urbanos.

parques pados com mecanismo que sirva de guia ou orientação para a travessia de pessoa porta- 85 e demais espaços de uso público. quadras esportivas. No planejamento e na urbanização das vias. de acessibilidade da ABNT. conforme os padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT. II . serão observadas as regras gerais previstas ras de deficiência visual e auditiva. sidade do fluxo de veículos. 17. soas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. desde que haja justificativa baseada em estudo técnico e que o acesso seja viabi. dois por cento do total de Telefones de Uso ANEXO I . luminosos e outros elementos dotação orçamentária para ampliar o número de acessos nas edificações de uso público que tenham sua projeção sobre a faixa de circulação de pedestres. § 2º A concessionária do Serviço Telefônico Fixo Comutado . devem ser observadas e certificadas as regras de acessibilidade previstas neste Público . será admitida. bem como. salão de festas e reuniões. Municípios e do Distrito Federal. I . quando esta tiver sido emitida anteriormente às exigências de acessibilidade nacional. conforme padrões estabelecidos nas normas técnicas neste Decreto. III . lizado de outra forma. elementos de sinalização. e VII . § 2º Nos casos de adaptação de bens culturais imóveis e de intervenção para regu. Local. Art. com comunicação com todas as suas garantir a aproximação segura e o uso por pessoa portadora de deficiência visual. livre de barreiras e de obstáculos que impeçam ou dificultem tal ou auditiva. dois por cento do total de TUPs. las disposições contidas na legislação dos Estados. Também estão sujeitos ao disposto no caput os acessos.as atividades de fiscalização e a imposição de sanções. dos comandos e outros sistemas de Sistema Viário. incluindo a vigilância sa. deverá assegurar que.TUPs. estejam adaptados para o uso de pessoas portadoras de deficiência auditiva e contidas na legislação específica.296/04 ANEXO I . piscinas.DECRETO 5. Na promoção da acessibilidade. acionamento do mobiliário urbano. a aproximação e o alcance visual e manual para as pessoas portadoras a sua acessibilidade. nas de uso comum das edificações de uso privado multifamiliar e das de uso coletivo.a construção de calçadas para circulação de pedestres ou a adaptação de situações CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE consolidadas.a previsão orçamentária e os mecanismos tributários e financeiros utilizados em pedestres. A construção de edificações de uso privado multifamiliar e a construção. II . § 3º As botoeiras e demais sistemas de acionamento dos terminais de auto-aten- Seção II dimento de produtos e serviços e outros equipamentos em que haja interação com o Das Condições Específicas público devem estar localizados em altura que possibilite o manuseio por pessoas em cadeira de rodas e possuir mecanismos para utilização autônoma por pessoas portado- Art. men. o Poder Público buscará garantir I . As características do desenho e a instalação do mobiliário urbano devem rantir. entre outras partes das áreas internas ou exter- caput.a instalação das aberturas. na modalidade § 1º Para concessão de alvará de funcionamento ou sua renovação para qualquer ati. praças. ampliação ou reforma de edificações de uso coletivo devem atender aos preceitos da sia de pedestre em nível. para usuários de cadeiras de rodas. Parágrafo único. nacional e inter- novação. 18. em especial aquelas em cadeira de rodas. § 1º Incluem-se na condição estabelecida no caput: bem como mediante solicitação dos interessados. deverão ser cumpridas as exigências dispostas nas dora de deficiência visual ou com mobilidade reduzida em todos os locais onde a inten- normas técnicas de acessibilidade da ABNT. IV . os toldos. V . de longa distância nacional. excepcional. Os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas deverão estar equi- 84 Art.as espécies vegetais que tenham sua projeção sobre a faixa de circulação de V .DECRETO 5. a Lei de Uso e Ocupação do Solo e a Lei do IV . de deficiência física. 15.os estudos prévios de impacto de vizinhança. § 1º Incluem-se nas condições estabelecida no caput: § 2º Sempre que houver viabilidade arquitetônica. e acessibilidade na interligação de todas as partes de uso comum ou abertas ao público. 16. devem ser observadas e certificadas as regras de aces. 19. caráter compensatório ou de incentivo. em caráter andares de recreação.os Planos Diretores Municipais e Planos Diretores de Transporte e Trânsito elabora.o rebaixamento de calçadas com rampa acessível ou elevação da via para traves.os telefones públicos sem cabine. a serem construídas. ampliação ou reforma de edificações de uso público deve ga- Art. Código de Postura. III . com capacidade para originar e receber chamadas locais e Decreto e nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT.a instalação de piso tátil direcional e de alerta. VI . no mínimo. atendendo às condições estabelecidas nas normas técnicas de acessibilidade meses a contar da data de publicação deste Decreto para garantir acessibilidade às pes- da ABNT. com capacidade para originar e receber chamadas de longa distância.STFC. estacionamentos e garagens.296/04 vidade.as cabines telefônicas e os terminais de auto-atendimento de produtos e serviços. 14. pelo menos. e nitária e ambiental. dos logradouros. A construção. Art. complementadas pelas normas técnicas de acessibilidade da ABNT e pe. de Universalização. faixa de largura menor que o estabelecido nas normas técnicas citadas no portarias. garantida a melhor técnica possível.as marquises. Art. das botoeiras. e a circulação livre de § 1º No caso das edificações de uso público já existentes.o Código de Obras.o uso do solo urbano para posteamento.os demais elementos do mobiliário urbano. III . . terão elas prazo de trinta barreiras. II . I . saunas e banheiros. pelo menos. um dos acessos ao seu interior. sem cabine. § 2º Para emissão de carta de “habite-se” ou habilitação equivalente e para sua re. ampliadas ou reformadas. de pessoas ou a periculosidade na via assim determinarem. dos ou atualizados a partir da publicação deste Decreto. dependências e serviços. larização urbanística em áreas de assentamentos subnormais. ou conforme estabelecer os Planos Gerais de Metas sibilidade previstas neste Decreto e nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT.

20. quando não for derão excepcionalmente ser ocupados por pessoas que não sejam portadoras de defici- possível outro acesso mais cômodo para pessoa portadora de deficiência ou com mobi. etapa ou modalidade. de curso pelo Poder Público. rotas de fuga e saídas dimento às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. estes po- de rampa ou equipamento eletromecânico de deslocamento vertical. para garantir a acessibilidade de que trata este artigo. com a projeção em tela da imagem do intérprete § 1º Nas edificações de uso público a serem construídas. o estabelecimento de ensino deverá comprovar que: § 4º Nas edificações de uso coletivo já existentes. acessibilidade da ABNT. § 6º Para obtenção do financiamento de que trata o inciso III do art. ABNT.296/04 Parágrafo único. bibliotecas. Art. no mínimo. em conformidade pelo descumprimento dessas normas.160.DECRETO 5. ginásios de esporte. distribuídos pelo recinto em professores. entrada independente dos demais sanitários. obrigatoriamente. em caso de emergência. ampliadas ou reformadas. auditórios. se houver. III . distribuindo-se seus equipamentos e Art. já existentes.296/04 ANEXO I . a fim de permitir a saída segura de pessoas portadoras de deficiência ou com mo- ANEXO I . de deficiência ou com mobilidade reduzida ajudas técnicas que permitam o acesso às atividades escolares e administrativas em igualdade de condições com as demais pes- Art. acessível e com estacionamento próximo. Os estabelecimentos de ensino de qualquer nível. 23. auditórios. de coibir e reprimir qualquer tipo de discriminação. 21.seu ordenamento interno contém normas sobre o tratamento a ser dispensado a ção do estabelecimento para pessoas em cadeira de rodas. as urnas das seções eleito. Os balcões de atendimento e as bilheterias em edificação de uso público ou deficiência ou com mobilidade reduzida. ambientes ou compartimentos para pessoas portadoras de deficiência ou com mobili- § 3º Nas edificações de uso coletivo a serem construídas. servidores e empregados portadores de acessibilidade da ABNT. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo deverão situar-se em locais que garantam a acomodação de. ampliação ou reforma de edificações de uso público ou de uso deficiência auditiva. terão elas prazo de trinta meses a cação deste Decreto. do pictograma aprovado pela Lei nº 8. um acompanhante da pessoa portadora de Art. prazo de trinta e quarenta e oito meses. ginásios e instalações des- CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE onde devem existir banheiros de uso público. dois por cento da lota. Na ampliação ou reforma das edificações de uso púbico ou de uso coletivo. § 2º As edificações de uso público e de uso coletivo referidas no caput. os padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT. os sanitários destinados ao uso por pessoa portivas. é obrigatória. servidores e empregados portadores de deficiência. 22. soas. os sanitários destinados ao de LIBRAS sempre que a distância não permitir sua visualização direta. tais como coxias e camarins. bem como as respectivas sanções evitando-se áreas segregadas de público e a obstrução das saídas. de 8 de janeiro de 1991. pelo menos. a contar da data de publi- por cento dos assentos para acomodação de pessoas portadoras de deficiência visual e cação deste Decreto. onde haja banheiros destinados I . com entrada independente dos sanitários coletivos. devidamente sinalizados. em locais de boa recepção de mensagens sonoras. pelo menos. 86 contar da data de publicação deste Decreto para garantir pelo menos um banheiro aces- 87 sível por pavimento. de meios eletrônicos que permitam o acompanhamento por meio coletivo devem dispor de sanitários acessíveis destinados ao uso por pessoa portadora de legendas em tempo real ou de disposições especiais para a presença física de intér- de deficiência ou com mobilidade reduzida. alunos. os desníveis das áreas de circulação internas ou externas serão transpostos por meio § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados. respectivamente. prazo de trinta e quarenta e oito meses. devendo todos ser devidamente sinalizados e estar de acordo com .coloca à disposição de professores. No caso do exercício do direito de voto. § 4º Nos locais referidos no caput. rais devem ser adequadas ao uso com autonomia pelas pessoas portadoras de deficiên. casas de espe. ência ou que não tenham mobilidade reduzida. de abertura ou renovação normas técnicas de acessibilidade da ABNT. Os teatros. de pessoas com mobilidade reduzida. urbanística e na comu- ao uso público. no mínimo. obedecendo às normas técnicas de § 8º As edificações de uso público e de uso coletivo referidas no caput. bilidade reduzida. e obedecer as normas técnicas II . já existentes. portadora de deficiência deverão ter entrada independente dos demais e obedecer às § 1º Para a concessão de autorização de funcionamento. salas de conferências e similares reservarão. próximos aos corredores. uma parte da superfície acessível para aten. alunos. prete de LIBRAS e de guias-intérpretes. com entrada independente. cinemas. incluindo obesos. ter lação específica ou neste Decreto. ainda. conforme os de emergência acessíveis. conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. a destinação de dois têm. os sanitários preparados para o uso por pessoa portadora de deficiência nicação e informação previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. uso por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida serão distribuídos § 7º O sistema de sonorização assistida a que se refere o § 6º será sinalizado por meio na razão de. a contar da data de publi- § 2º Nas edificações de uso público já existentes. com o objetivo locais diversos. haverá. de boa visibilidade. uma cabine para cada sexo em cada pavimento da edificação. lidade reduzida. A construção. na legis- ou com mobilidade reduzida deverão estar localizados nos pavimentos acessíveis. respectivamente. têm. 24. proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus com mobilidade reduzida.está cumprindo as regras de acessibilidade arquitetônica. inclusive salas de aula. com as normas técnicas de acessibilidade da ABNT. 2º. conforme padrões das normas técnicas de acessibilidade da padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT.DECRETO 5. pú- acessórios de modo que possam ser utilizados por pessoa portadora de deficiência ou blicos ou privados. as salas de es- petáculo deverão dispor de sistema de sonorização assistida para pessoas portadoras de Art. de uso coletivo devem dispor de. e táculos. § 5º As áreas de acesso aos artistas. estádios. dade reduzida. também devem ser cia ou com mobilidade reduzida e estarem instaladas em local de votação plenamente acessíveis a pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. para garantir a acessibilidade de que trata o caput e os §§ 1º a 5º. laboratórios. áreas de lazer e sanitários. § 1º Nas edificações previstas no caput.

em locais próximos à entrada principal ou ao elevador. A instalação de novos elevadores ou sua adaptação em edificações de uso Art. 28.IPHAN. Da Acessibilidade aos Bens Culturais Imóveis § 2º Junto às botoeiras externas do elevador. plataforma ou Art. belecidas pelos órgãos competentes.execução das partes de uso comum. distrital e municipais relativas à acessibilidade. CAPÍTULO V § 4º As especificações técnicas a que se refere o § 3º devem atender: DA ACESSIBILIDADE AOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES COLETIVOS I . tetônicas e urbanísticas. compete: 89 familiar a ser construída. com especificações técnicas de desenho e traçado conforme o estabeleci. à exceção das habitações unifamiliares e daquelas que estejam obrigadas que estabelece a Instrução Normativa no 1 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico à instalação de elevadores por legislação municipal. vias principais. similar). Nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso público ou IV . sendo assegurada. terminais. Para os fins de acessibilidade aos serviços de transporte coletivo terrestre. redução ou superação de barreiras na pro- § 3º Os edifícios a serem construídos com mais de um pavimento além do pavimen.503. 27. II .definição de projetos e adoção de tipologias construtivas livres de barreiras arqui- § 2º Os casos de inobservância do disposto no § 1º estarão sujeitos às sanções esta. de acordo com o que especi. cas e de uso coletivo. moção da acessibilidade a todos os bens culturais imóveis devem estar de acordo com o to de acesso. que disciplinarão sobre suas características e condições de uso. tais como a existência e as de uso coletivo. 31. na qual haja obrigatoriedade da presença de elevadores. deverá estar sinalizado em braile em qual andar da edificação a pessoa se encontra. quer que seja o número de elevadores da edificação de uso público ou de uso coletivo.DECRETO 5. elevador adaptado para uso das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. veis no piso térreo e acessíveis ou adaptáveis quando nos demais pisos. é obrigatória a existência Parágrafo único. medidas de botoeira. vaga. deve I . e atender aos padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT. § 4º A utilização das vagas reservadas por veículos que não estejam transportando conforme as normas técnicas de acessibilidade da ABNT. Ao Ministério das Cidades. qual. financiados com recursos próprios da União ou por ela geridos. estações.demais especificações em nota na própria planta. Seção III do nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. execução das unidades habitacionais acessí- § 3º Aplica-se o disposto no caput aos estacionamentos localizados em áreas públi. e visual. aquaviário e aéreo. espelho. 29. bem assim a instalação em edificação de uso privado multi. inciso XVII. esteira. pelo menos. Art. de 1985. bem como a garantia de responsabi- dois por cento do total de vagas para veículos que transportem pessoa portadora de lidade técnica de que a estrutura da edificação suporta a implantação do equipamento deficiência física ou visual definidas neste Decreto. Art. deverão dispor de especificações Nacional . III .296/04 disposto na Lei nº 7. Art. técnicas e de projeto que facilitem a instalação de equipamento eletromecânico de des- locamento vertical para uso das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. no âmbito da coordenação da política habitacio- 88 público ou de uso coletivo. 25. Nas edificações de uso público ou de uso coletivo. II . quando se tratar de edificação multifamiliar. Seção IV fica as normas técnicas de acessibilidade da ABNT.296/04 ANEXO I . de 25 de novembro de 2003. em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade da ABNT. II .405. Na habitação de interesse social. e as pessoas citadas no caput constitui infração ao art. de fácil acesso à circulação de pedestres.a indicação das dimensões internas e demais aspectos da cabine do equipamen. Os agentes executores dos programas e projetos destinados à habi- de sinalização visual e tátil para orientação de pessoas portadoras de deficiência auditiva tação de interesse social. nal. I . confeccionado e fornecido pelos órgãos de Art. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE pelo menos um deles terá cabine que permita acesso e movimentação cômoda de pes- soa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. estaduais. uma escolhido. de IV .divulgar junto aos agentes interessados e orientar a clientela alvo da política ha- § 1º No caso da instalação de elevadores novos ou da troca dos já existentes. to a ser instalado.no caso de edificação multifamiliar. As soluções destinadas à eliminação. Da Acessibilidade na Habitação de Interesse Social § 1º Os veículos estacionados nas vagas reservadas deverão portar identificação a ser colocada em local de ampla visibilidade. serão reservados.DECRETO 5.a indicação em planta aprovada pelo poder municipal do local reservado para a Seção I instalação do equipamento eletromecânico. bitacional sobre as iniciativas que promover em razão das legislações federal. devem observar os requisitos estabelecidos neste artigo. Das Condições Gerais jeto. e . ou naqueles localizados nas vias públicas. observando o para assegurar as condições de acessibilidade dos empreendimentos: ANEXO I . informação de voz. III . pontos de parada. da Lei nº 9.elaboração de especificações técnicas de projeto que facilite a instalação de 23 de setembro de 1997. 30. 26. acessos e operação. considera-se como integrantes desses serviços os veículos. devidamente assinada pelo autor do pro.adotar as providências necessárias para o cumprimento do disposto no art.a indicação da opção pelo tipo de equipamento (elevador. 28. 181. no mínimo. Art. deverão ser promovidas as seguintes ações trânsito.

transporte ferroviário. todos os modelos e marcas de veículos de transporte coletivo põem o Sistema Nacional de Metrologia. quando da elaboração das normas técnicas para a adaptação dos veículos. responsável pelo transporte coletivo do Distrito Federal. 37. responsável pelo transporte coletivo metropolitano e intermunicipal. em função CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE tências. § 1º As normas técnicas para adaptação dos veículos e dos equipamentos de trans- Art. pelo menos. nas estações. adaptações. no porte coletivo rodoviário em circulação. ciência ou com mobilidade reduzida. 40. Seção III Art. conforme o prazo previsto nos contratos de concessão e permissão ANEXO I . de forma a garantir o seu uso por pessoas portadoras de defi- I . Parágrafo único. todas as pessoas. 38.governo do Distrito Federal. terminais. assentos prefe. de forma a torná-los acessíveis.503. rodoviário. para que prestem atendimento priori. deverão autorizar a colocação do “Símbolo Internacional de Acesso” após dustrial . responsável pelo transporte coletivo municipal. empresas concessionárias e permissionárias de transporte coletivo rodoviário. pontos de parada e os veículos. pecificar dentre esses veículos que estão em operação quais serão adaptados. de forma a assegurar § 3º As adaptações dos veículos em operação nos serviços de transporte coletivo as condições previstas no art.governo estadual. No prazo de até trinta e seis meses a contar da data de edição das normas tário às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. sibilidade da frota de veículos em circulação. inclusive de seus equipamentos. Os serviços de transporte coletivo terrestre são: integrar a frota operante. As empresas concessionárias e permissionárias e as instâncias públicas res. terestadual. 36. Normalização e Qualidade Industrial. 34 deste Decreto. bem como os procedimentos e equipamentos a serem utilizados nestas Parágrafo único. e estarão disponíveis no prazo de até doze meses a contar da data Art. certificar a acessibilidade do sistema de transporte. Art. . e porte coletivo rodoviário. No prazo de até vinte e quatro meses a contar da data de edição das normas coletivo aquaviário acessíveis. estarão dispo- rodoviário para utilização no País serão fabricados acessíveis e estarão disponíveis para níveis no prazo de até vinte e quatro meses a contar da data da publicação deste Decreto. 39. todos os modelos e marcas de veículos de transporte coletivo aquaviário serão fabricados acessíveis e estarão disponíveis para integrar a frota operan- Seção II te.296/04 III . 32. § 1º As normas técnicas para fabricação dos veículos e dos equipamentos de transporte Art. classificado em intermunicipal e interestadual. a serem elaboradas pelas instituições e entidades que com- técnicas referidas no § 1º. responsável pelo transporte coletivo interestadual e internacional. As empresas concessionárias e permissionárias e as instâncias pú. de forma gradativa. garantindo o uso pleno com segurança e autonomia por que e desembarque dos usuários em nível em.296/04 ANEXO I . 98 da Lei nº 9. dar-se-á II . de forma a garantir o seu uso por pessoas portadoras de deficiência ou com mobili- Da Acessibilidade no Transporte Coletivo Rodoviário dade reduzida. de forma a torná-los acessíveis. 35. 34. serão elaboradas pelas insti- III . nos pontos de parada e nas vias de acesso. a ser feita pelas I . IV . estações. classificado em urbano e metropolitano. organizados. técnicas referidas no § 1º. pelas instituições e entidades que compõem o Sistema Nacional de Metrologia. classificado em urbano. estarão sujeitas a programas de avaliação de conformidade desenvolvidos blicas responsáveis pela gestão dos serviços de transportes coletivos.INMETRO. No prazo de até vinte e quatro meses a contar da data de implementação dos da publicação deste Decreto deverá ser acessível e estar disponível para ser operada de programas de avaliação de conformidade descritos no § 3º.transporte metroferroviário. deverão garantir a implantação das providências necessárias na operação. a partir de orientações normativas elaboradas no âmbito da ABNT. Normalização e Qualidade Industrial. um dos acessos do veículo. intermunicipal e in. e estarão disponíveis no prazo de até doze meses a contar 91 de deficiência ou com mobilidade reduzida. Norma- 90 renciais e meios de acesso devidamente sinalizados para o uso das pessoas portadoras lização e Qualidade Industrial. Normalização e Qualidade In- competências. Os responsáveis pelos terminais. § 2º Caberá ao Instituto Nacional de Metrologia. Art. nos das restrições previstas no art. serão elaboradas âmbito de suas competências.DECRETO 5. no âmbito de suas compe. implantados e adaptados segundo o § 4º Os serviços de transporte coletivo rodoviário urbano devem priorizar o embar- conceito de desenho universal. Os sistemas de transporte coletivo são considerados acessíveis quando todos vinte meses a contar da data de publicação deste Decreto.transporte rodoviário.governo municipal. no âmbito de suas e implementados pelo Instituto Nacional de Metrologia. de transporte coletivo são: § 2º A substituição da frota operante atual por veículos acessíveis. as empresas concessionárias forma a garantir o seu uso por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade e permissionárias dos serviços de transporte coletivo rodoviário deverão garantir a aces- reduzida. § 3º A frota de veículos de transporte coletivo rodoviário e a infra-estrutura dos ser- viços deste transporte deverão estar totalmente acessíveis no prazo máximo de cento e Art. os seus elementos são concebidos.INMETRO. As instâncias públicas responsáveis pela concessão e permissão dos serviços da publicação deste Decreto. assegurarão espaços para atendimento. tuições e entidades que compõem o Sistema Nacional de Metrologia. Cabe às empresas concessionárias e permissionárias e as instâncias públicas Da Acessibilidade no Transporte Coletivo Aquaviário responsáveis pela gestão dos serviços de transportes coletivos assegurar a qualificação dos profissionais que trabalham nesses serviços. Normalização e Qualidade Industrial Art. metropolitano. § 1º As normas técnicas para fabricação dos veículos e dos equipamentos de trans- II . es- ponsáveis pela gestão dos serviços de transportes coletivos. .DECRETO 5. e deste serviço. A infra-estrutura de transporte coletivo a ser implantada a partir Art. de 1997.governo federal. da data da publicação deste Decreto. 33.

no processo de adequação do sistema de transporte coletivo. II . Art. a contar da data da publicação deste Decreto.para fabricação ou aquisição de veículos ou equipamentos destinados aos siste- estarão sujeitas a programas de avaliação de conformidade desenvolvidos e implementa. Caberá ao Poder Executivo. garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis. 42. de- verá ser observada para obtenção do financiamento de que trata o inciso III do art. da data de publicação deste Decreto. As empresas prestadoras de serviços de telecomunicações deverão garantir o naves estarão acessíveis e disponíveis para serem operados de forma a garantir o seu uso pleno acesso às pessoas portadoras de deficiência auditiva. expedida pelo Departamento de Aviação Civil do Art.048.296/04 radas pelas instituições e entidades que compõem o Sistema Nacional de Metrologia. da Lei nº 10. A acessibilidade nos serviços de transporte coletivo aéreo obede- do sistema de transporte aquaviário. 46. de 4 de maio de Seção IV 2000. dos pelo INMETRO. a partir de orientações normativas elaboradas no âmbito da ABNT. A frota de veículos de transporte coletivo metroferroviário e ferroviário. mas de transporte coletivo. no prazo máximo de cento e vinte meses a contar da data de publicação deste Decreto. 92 § 1º A acessibilidade nos serviços de transporte coletivo metroferroviário e ferroviário CAPÍTULO VI 93 obedecerá ao disposto nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. para o uso das pessoas portadoras de defi- reduzida. 45. a acessibilidade nos portais e Da Acessibilidade no Transporte Coletivo Aéreo sítios eletrônicos de interesse público na rede mundial de computadores (internet). viário serão fabricados acessíveis e estarão disponíveis para integrar a frota operante. bem como os procedimentos e equipamentos a serem utilizados nestas adaptações. de acordo com suas competências. verificar a via- ANEXO I . 49. as empresas concessio- nárias e permissionárias dos serviços de transporte coletivo aquaviário. A fiscalização e a aplicação de multas aos sistemas de transportes coletivos. bilidade de redução ou isenção de tributo: Normalização e Qualidade Industrial. por pessoas portadoras de deficiência visual. Parágrafo único. e viário. 2º. 41. símbolo que represente a acessibilidade na rede mundial de computadores (internet). 6º. 14 da Lei Complementar no 101. o deverão estar totalmente acessíveis no prazo máximo de cento e vinte meses a contar prazo definido no caput será estendido por igual período. assim segundo disposto no art. § 1º Nos portais e sítios de grande porte. 48. para uso preferencial data de publicação deste Decreto. necessários meses a contar da data da publicação deste Decreto. Na elaboração dos estudos e pesquisas a que se referem o caput. Seção V Art. cabe à União. dos programas de avaliação de conformidade descritos no § 2º. Os serviços de transporte coletivo metroferroviário e ferroviário existentes técnica de se concluir os procedimentos para alcançar integralmente a acessibilidade. Estadual. § 2º Os sítios eletrônicos acessíveis às pessoas portadoras de deficiência conterão § 1º As empresas concessionárias e permissionárias dos serviços de transporte cole. deverão garantir Seção VI a acessibilidade da frota de veículos em circulação. todos os modelos e marcas de veículos de transporte coletivo metroferroviário e ferro. como a infraestrutura dos serviços deste transporte deverão estar totalmente acessíveis Municípios e ao Distrito Federal. No prazo de até trinta e seis meses. Art. deverão atender a critérios necessários para proporcionar as condições de acessibilidade Parágrafo único. Municipal ou do Distrito Federal devem possuir instalações plenamente acessí- § 2º O plano de que trata o § 1º deve ser apresentado em até seis meses a contar da veis e. aos Estados. serão elabo. de 1º de novembro de 1995. cerá ao disposto na Norma de Serviço da Instrução da Aviação Civil NOSER/IAC .para importação de equipamentos que não sejam produzidos no País. de forma a torná-los acessíveis. e estarão disponíveis no prazo de até trinta e seis I .2508- 0796. a tivo metroferroviário e ferroviário deverão apresentar plano de adaptação dos sistemas ser adotado nas respectivas páginas de entrada. similares nacionais. 44. 47. com base em estudos e pesquisas. § 2º As adequações na infra-estrutura dos serviços desta modalidade de transporte por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. desde que não existam § 2º As adaptações dos veículos em operação nos serviços de transporte coletivo aqua.DECRETO 5. Após doze meses da edição deste Decreto. elementos não acessíveis que compõem o sistema.DECRETO 5. 43. Art. DO ACESSO À INFORMAÇÃO E À COMUNICAÇÃO § 2º No prazo de até trinta e seis meses a contar da data da publicação deste Decreto. no mínimo. desde que seja demonstrada a inviabilidade Art. Das Disposições Finais § 1º As normas técnicas para adaptação dos veículos e dos equipamentos de trans- porte coletivo aquaviário em circulação. Art. inclusive de seus equipamentos. ciência visual. pelo menos. Art. por meio das seguintes ações: . existentes. um computador com sistema de som instalado.296/04 ANEXO I . prevendo ações saneadoras de. de 2000. sinalizando impacto orçamentário e financeiro da medida estudada. e nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. oito por cento ao ano. No prazo de até cinqüenta e quatro meses a contar da data de implementação Comando da Aeronáutica. inciso II. os serviços de transporte coletivo aéreo e os equipamentos de acesso às aero. sobre os § 3º Os telecentros comunitários instalados ou custeados pelos Governos Federal. deve-se observar o disposto no art. Da Acessibilidade no Transporte Coletivo Metroferroviário e Ferroviário Art. será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE de forma a garantir o seu uso por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade na rede mundial de computadores (internet). No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto.

296/04 identificação das unidades existentes e consumidas dos cartões telefônicos. 57. apoios § 1º O processo de regulamentação de que trata o caput deverá atender ao disposto humanos às pessoas com deficiência auditiva e visual. braile ou em fonte ampliada.no Serviço Móvel Celular ou Serviço Móvel Pessoal: cedimento estabelecido no art.DECRETO 5.entradas para fones de ouvido com ou sem fio.no Serviço Telefônico Fixo Comutado . e 4.ANATEL regulamentará. dos com recursos tecnológicos que permitam sua utilização de modo a garantir o direito § 1º A partir de seis meses da edição deste Decreto. como a transcrição eletrônica simultânea. as obras publicadas no País. os pronunciamentos oficiais do Presidente da República serão acompanhados. no prazo de doze meses a contar da data da publicação deste 95 de deficiência auditiva. ofi- medidas técnicas previsto no art. Art. mediante solicitação. de 2000. a indústria de medicamentos de acesso à informação às pessoas portadoras de deficiência auditiva ou visual. 16 de julho de 1997. 54. no prazo de seis meses a partir da publicação deste Decreto. Decreto. e Art. A Agência Nacional de Telecomunicações . braile ou em fonte ampliada. Incluem-se entre os recursos referidos no caput: meio magnético. deve-se considerar o estabelecido nos Planos Art. c) garantir a existência de centrais de intermediação de comunicação telefônica a se. II . de que trata o art. b) garantir a disponibilidade de instalação de telefones para uso por pessoas porta.784. 31 da Lei nº 9. os procedimentos a serem Parágrafo único. cinas e demais eventos científico-culturais que ofereçam. guiasintérpretes. citação. em meio magnético. de seis meses a contar da data de publicação deste Decreto. deve disponibilizar. 53.a janela com intérprete de LIBRAS. que indiquem. Caberá aos órgãos e entidades da administração pública. sob a orientação do Ministério rem utilizadas por pessoas portadoras de deficiência auditiva. ledores. O Poder Público adotará mecanismos de incentivo para tornar disponíveis Art. de 15 de maio deverá contemplar obrigatoriamente os três tipos de sistema de acesso à informação de de 1998.769. os fabricantes de equipamentos II . para possibilitar o envio de mensagens de texto entre celulares de diferentes empresas. 51. inclusive com integração com o mesmo tirá a ANATEL no procedimento de que trata o § 1º. que funcionem em tempo . Autorizatárias e consignatárias do serviço de radiodifusão de sons e imagens ANEXO I . disponível para uso do público em geral: dos seguintes sistemas de reprodução das mensagens veiculadas para as pessoas porta- a) instalar. 49. I . de sistema Art. de forma sonora. promover integral e atendam a todo o território nacional. 53. de LIBRAS. bem como operadas pelo Poder Público poderão adotar plano de medidas técnicas próprio. seminários. 50. ou tecnologias de informação e comunicação. obri- gatoriamente.472. 52.098. telefones doras de deficiência auditiva e visual: de uso público adaptados para uso por pessoas portadoras de deficiência. Sem prejuízo do disposto no caput e observadas as condições técni- CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE observados para implementação do disposto no art. em âmbito nacional e em locais públicos. III . Caberá ao Poder Público incentivar a oferta de aparelhos de telefonia celular de acessibilidade mediante janela com intérprete de LIBRAS. entre outros.a descrição e narração em voz de cenas e imagens. cas. na publicidade governamental e nos pronuncia- Art. de 29 de janeiro de 1999.recurso para Programa Secundário de Áudio (SAP). normas complementares disciplinando a utilização dos sistemas de acesso à informação referidos no § 2º do art. exemplares das bulas dos medicamentos em Parágrafo único. diretamente ou em b) garantir a existência de centrais de intermediação de comunicação telefônica a se.DECRETO 5. metas antecipadas e mais amplas do que aquelas as serem definidas no âmbito do pro- II .296/04 ANEXO I . e eletroeletrônicos e mecânicos de uso doméstico devem disponibilizar. I . tais como tradutores e intérpretes no art. como demais informações exibidas no painel destes equipamentos. serviço oferecido pelas prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado. de 27 de junho de 2003.592. no prazo de doze meses a contar da data de publica- ção deste Decreto. 58.circuito de decodificação de legenda oculta. todas as operações e funções neles disponíveis no visor. no prazo mentos oficiais transmitidos por meio dos serviços de radiodifusão de sons e imagens. 59. os procedimentos a serem observados para implementação do plano de Art.STFC. § 1º Além das ações citadas no caput. a) garantir a interoperabilidade nos serviços de telefonia móvel.CORDE da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República assis- integral e atendam a todo o território nacional. 55. mediante solicitação. O Poder Público apoiará preferencialmente os congressos. serviço oferecido pelas prestadoras de Serviço Móvel Pessoal. e d) garantir que os telefones de uso público contenham dispositivos sonoros para a Art. tais § 2º A regulamentação de que trata o caput deverá prever a utilização. que funcionem em tempo da Educação e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Caberá ao Poder Público incentivar a oferta de aparelhos de televisão equipa. § 2º A partir de seis meses da edição deste Decreto. em formato de texto. 19 da Lei nº 10. por meio da CORDE. . O projeto de desenvolvimento e implementação da televisão digital no País Gerais de Metas de Universalização aprovados pelos Decretos nos 2. A Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidên- 94 Gerais de Metas de Universalização é entendido neste Decreto como pessoa portadora cia da República editará. 56. § 3º A Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência rem utilizadas por pessoas portadoras de deficiência auditiva. § 2º O termo pessoa portadora de deficiência auditiva e da fala utilizado nos Planos Art. e doras de deficiência auditiva para acessos individuais. mediante solicitação. parceria com organizações sociais civis de interesse público. Art. inclusive com integração com o mesmo a capacitação de profissionais em LIBRAS. bem como o estabelecido pela Lei nº 9. 53. no que se refere aos recursos tecnológicos de telefonia.a subtitulação por meio de legenda oculta. I . exemplares dos manuais de instrução em meio magnético. A ANATEL regulamentará. 52. mediante soli- III .

levantamento dos recursos humanos que atualmente trabalham com o tema. Art. de ajudas técnicas. 60.edição. 68. deve-se observar o disposto no art.apoio e divulgação de trabalhos técnicos e científicos referentes a ajudas técni- produza componentes e equipamentos relacionados à tecnologia da informação acessí. instru. com base em estudos e pesquisas elaborados as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais. Os programas e as linhas de pesquisa a serem desenvolvidos com o apoio Art. na condição de coordenadora do Programa Nacional de Acessibilidade. de III . e Parágrafo único. dedução de imposto de renda. comunicação e informação. objetivando a considerados ajudas técnicas. centros de ensino universitários e de pesquisa. urbanística.apoio e promoção de capacitação e especialização de recursos humanos em aces- bilidade de: sibilidade e ajudas técnicas. VI . Os programas e as linhas de pesquisa a serem desenvolvidos com o apoio Programa Nacional de Acessibilidade. formação de rede nacional integrada. III . por intermédio da CORDE.cooperação com Estados. ANEXO I . Caberá ao Poder Executivo.reconhecimento da área de ajudas técnicas como área de conhecimento. equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para me. ouvidas as entidades representativas das pessoas porta. vel para pessoas portadoras de deficiência.realização de estudos no intuito de subsidiar a elaboração de normas a respeito dos pelos órgãos competentes. 14 da Lei Complementar no 101. 62. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos. CAPÍTULO VIII DO PROGRAMA NACIONAL DE ACESSIBILIDADE Art. cação profissional.296/04 Art. Art. dentre outras. O desenvolvimento científico e tecnológico voltado para a produção de ajudas CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE técnicas dar-se-á a partir da instituição de parcerias com universidades e centros de pesqui. e DAS AJUDAS TÉCNICAS V . cas. Parágrafo único.acompanhamento e aperfeiçoamento da legislação sobre acessibilidade. III . Caberá ao Poder Público viabilizar as seguintes diretrizes: de organismos públicos de auxílio à pesquisa e de agências de financiamento deverão I . Para os fins deste Decreto. Art. Art.estudos e proposição da criação e normatização do Selo Nacional de Acessibilidade.redução ou isenção do imposto sobre produtos industrializados incidente sobre IV . Os bancos oficiais. favorecendo a autonomia pessoal. sob a coordenação da Secretaria Es- sa para a produção nacional de componentes e equipamentos.redução ou isenção de tributos para a importação de equipamentos de ajudas II . Distrito Federal e Municípios para a elaboração de es- as ajudas técnicas. . I . II . Parágrafo único. pelo Poder Público. 62. § 1º O Comitê de Ajudas Técnicas será supervisionado pela CORDE e participará do Art.296/04 ANEXO I . doras de deficiência. § 1º Os elementos ou equipamentos definidos como ajudas técnicas serão certifica. II . IV . na graduação e na pós-graduação. 66. Será estimulada a criação de linhas de crédito para a indústria que produza componentes e equipamentos de ajudas técnicas. integrará os planos plurianuais. total ou assistida. os cães-guia e os cães-guia de acompanhamento são V . com vistas a garantir o disposto no art. 96 ências ou que contribuam para impedir ou minimizar o seu agravamento. II . no ensino médio. cura. considerados relevantes e não serão remunerados. I . as seguintes ações: Art.DECRETO 5.estabelecimento das competências desta área.promoção da inclusão de conteúdos temáticos referentes a ajudas técnicas na edu- tadoras de deficiência. VII . desenvolverá. 97 Parágrafo único. no sentido de incrementar a formação de CAPÍTULO VII profissionais na área de ajudas técnicas. de deficiência ou com mobilidade reduzida na categoria de equipamentos sujeitos a V . com base em estudos e pesquisas. e que será responsável por: lhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.inclusão de todos os equipamentos de ajudas técnicas para pessoas portadoras transporte. técnicas que não sejam produzidos no País ou que não possuam similares nacionais. serão estimulados a conceder financiamento às pessoas portadoras de deficiência para aquisição de ajudas técnicas. Será estimulada a criação de linhas de crédito para a indústria que III . IV . Na elaboração dos estudos e pesquisas a que se referem o caput.incentivo à formação e treinamento de ortesistas e protesistas. constituído por profissionais que atuam nesta área. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos instituirá Comitê de Ajudas Técni- mentos. 63. tratamento e prevenção de defici. de 2000. pecial dos Direitos Humanos. 65. de organismos públicos de auxílio à pesquisa e de agências de financiamento deverão § 2º Os serviços a serem prestados pelos membros do Comitê de Ajudas Técnicas são contemplar temas voltados para ajudas técnicas. 67. 64.estabelecimento de parcerias com escolas e centros de educação profissional. I .estruturação das diretrizes da área de conhecimento. consideram-se ajudas técnicas os produtos. e § 2º Para os fins deste Decreto. 61. contemplar temas voltados para tecnologia da informação acessível para pessoas por. cas.detecção dos centros regionais de referência em ajudas técnicas. verificar a via. O Programa Nacional de Acessibilidade.promoção de concursos nacionais sobre a temática da acessibilidade.DECRETO 5. e tudos e diagnósticos sobre a situação da acessibilidade arquitetônica. sinalizan- do impacto orçamentário e financeiro da medida estudada.apoio e realização de campanhas informativas e educativas sobre acessibilidade. publicação e distribuição de títulos referentes à temática da acessibilidade.

paralisia cerebral.... paraparesia.. acarretando o comprometimento da função física... Se existem obstáculos como caixas de coletas.. Responsável pelas informações: II ... ostomia.. na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0.05 no melhor olho....perda bilateral... livre e contínua na calçada em frente à rampa? Com no mínimo 80 cm? m Sim m Não m Não Existe 10..10m? m Sim m Não m Não Existe Art...... a faixa destinada à Brasília... 2 de dezembro de 2004.. 4º do Decreto nº 3. 1. 4... há rebaixamento de meio-fio m Sim m Não m Não Existe e rampa sobre a calçada? 183º da Independência e 116º da República.. travessia de via pública por pedestre... Obstáculos aéreos. hemiparesia............ Tem largura mínia de 1.... Revestimento do piso é antiderrapante? m Sim m Não m Não Existe sual entre 0. 1. placas...... Lista de verificação preliminar das Condições de Acessiblidade Art. sem m m 99 provocar trepidações? Sim Não m Não Existe ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores... 7..000Hz e 3.... 4º . monoplegia.. Revestimento do piso tem superfície regular.......... No caso de obstáculos...296/04 “Art..20m (circulação de uma pessoa em pé e outra com cadeira de rodas)? m Sim m Não m Não Existe III ..... apresentando-se sob Endereço: a forma de paraplegia. os projetos de revita- Lista de verificação de acessibilidade lização. A inclinação transversal da calçada apresenta oscilações? m Sim m Não m Não Existe d) utilização dos recursos da comunidade......05 no melhor olho.......... 72...........cegueira.. A acomodação de acesso de veículos é feita exclusivamente dentro do imóvel. de quarenta e um decibéis CALÇADAS (dB) ou mais. de 20 de dezembro de 1999..3 e 0.... 6.. de forma a não criar degraus ou desníveis m Sim m Não m Não Existe abruptos na calçada? 8..000Hz.298.. Tipo de Utilização: m Própria m Alugada ceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho Representante Legal: de funções. Bairro: CEP: Município: triplegia. identifique-os: 1 .... tetraplegia. IV .... de 20 de dezembro de 1999.LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ACESSIBILIDADE Art. CAPÍTULO IX Anexo II DAS DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXO II . 50 a 54 do Decreto nº 3. Largura da faixa pavimentada da calçada (se houver pontos com largura menor que 120cm): II.. Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação......... 2. telefones ... lixeiras...... Há faixa de sinalização tátil de alerta com textura e cor diferenciada no piso da rampa com largura entre 25 e 50 cm? m Sim m Não m Não Existe Anotações e Observações: I....... Há faixa de circulação plana. recuperação ou reabilitação urbana incluirão ações destinadas à eliminação de barreiras arquitetônicas e urbanísticas... amputação ou ausência de mem- bro.................. toldos e vegetação.. triparesia...... 5.... 3.. que significa acuidade vi... I ......alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do Órgão / Entidade: Data: corpo humano... contínuo.”(NR) públicos e outros... estão localizados a uma altura superior a 2... Na calçada em frente a edificação... com a melhor correção óptica.. estes obstáculos estão fora do espaço de m Sim m Não m Não Existe CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE passagem de pedestres? Art.000HZ.. monoparesia. nos transportes e na comunicação e informação devidamente adequadas às exigências deste Decreto.deficiência auditiva ..... parcial ou total.... os casos nos quais a 98 somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o...... a baixa visão..DECRETO 5. 69.... membros com deformidade congênita ou adquirida..... 71.. tetraparesia....deficiência visual ..deficiência física .. com a melhor correção óptica................ Os programas nacionais de desenvolvimento urbano. aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ... ex....... 70.. 9..... Ficam revogados os arts... hemiplegia.... como marquises.. nanismo.. 2...... se houver. O art.. passa a vigorar com as seguintes alterações: Dados do Empreendimento ANEXO I ..298..

5cm e 1.00m até 10.5cm. Pelo menos em dos itinerários que comuniquem horizontal e é de 1. As juntas de dilatação ou grelhas tem no máximo 15 mm? m Sim m Não m Não Existe 4. fixos às paredes/barras de suporte? Oferecem segurança? m Sim m Não m Não Existe Anotações e Observações: 9.90 m? 4. Onde há degraus. ESTACIONAMENTO PARA USO PÚBLICO CIRCULAÇÃO EXTERNA .50 m? m Sim m Não m Não Existe m m m Não Existe CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE verticalmente todas as dependências e serviços do edifício. regular. Há piso tátil de alerta sob o mobiliário suspenso? m Sim m Não m Não Existe 2. . extintores de m Sim m Não m Não Existe incêndio e outros? EDIFICAÇÃO .50 cm. extintores e outros estão fora da zona de circulação? m Sim m Não m Não Existe 10 .INFORMAÇÕES GERAIS 7. há rampa ou acessórios distribuídos de maneira que possa ser utilizado por m Sim m Não m Não Existe equipamento eletrônico vencendo o mesmo desníveis? m Sim m Não m Não Existe pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida? 7. há rampa ou garagem/estacionamento. entre si Sim Não 4. Caso seja superior a 10. telefones públicos.00m. Há estacionamento na via pública? m Sim m Não m Não Existe m Sim m Não m Não Existe ANEXO II . e escadas. Se a extensão do corredor é de até 4. há rampa com inclinação ligar a vaga à calçada ou passeio? m Sim m Não m Não Existe m Sim m Não m Não Existe máxima de 50%? 5.LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ACESSIBILIDADE sem provocar trepidaçõese é antiderrapante? 2. Os capachos são embutidos? m Sim m Não m Não Existe símbolo internacional de Acesso e com identificação escrita relativa m Sim m Não m Não Existe 6. firmes. Há sinalização nestas vagas. lateral à vaga e demarcação m Sim m Não m Não Existe da vga com linha contínua na cor branca sobre o pavimento? 3. Se a extensão do corredor é de 4.5cm e 1. com o 5. a sua largura mínima é acessível. Há rebaixamento de meio-fio e rampa na calçada para 3.5cm e menor que 48cm. em amarelo. Placas de sinalização e outros elementos suspensos que tenham 1. por meio de faixa de 1. há rampa com inclinação situadas no andar térreo? m Sim m Não m Não Existe m Sim m Não m Não Existe máxima de 50%? 7. Há guarda-corpos nos desníveis/terraços em materiais rígidos.20 m de uma cadeira de rodas)? largura pintada no piso.ACESSO DA VIA PÚBLICA ATÉ A EDIFICAÇÃO 1. as vagas reservadas acessíveis são m Sim m Não m Não Existe equipamento eletromecânico vencendo o mesmo desnível? m Sim m Não m Não Existe devidamente sinalizadas? 6.5cm. As zonas de circulação estão livres de obstáculos como caixas de à condição de reserva da vaga e do público-alvo? coletores. Onde há degraus.00m. Há rampa em qualquer caso onde ocorra um desnível maior que 2. Obstáculos como caixas de coleta.Placas de sinalização e outros elementos suspensos que tenham sua projeção sobre a faixa de circulação estão a uma altura m Sim m Não m Não Existe mínima de 210cm em relação ao piso? 3 2 . maiores que 1. lixeira. Se não há elevador ou outro equipamento eletromecânico 100 101 1. sua largura mínima 5. Pelo menos um dos acessos ao interior da edificação está livre de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem m Sim m Não m Não Existe a acessibilidade? CIRCULAÇÃO INTERNA (EDIFICAÇÃO) 3. Onde há desnível entre 0.LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ACESSIBILIDADE ANEXO II . cumpre os requisitos legais de acessibilidade? escorregadio. distintas a 4. Há pelo menos um banheiro acessível.00m de comprimento. Nas áreas externas ou internas da edificação. a sua largura 1. lixeira.5cm. Os espaços de circulação externa têm uma faixa livre com largura 2. às edificações e sua projeção sobre a faixa de circulação estão a uma altura mínima m Sim m Não m Não Existe aos serviços anexos de uso comum e aos edifícios vizinhos é m Sim m Não m Não Existe de 210cm em relação ao piso? acessível? 8. As dependências em que ocorre maior fluxo de pessoas estão 5. Há vaga reservada acessível na via pública? m Sim m Não m Não Existe mínima de 120cm (para circulação de uma pessoa em pé e outra em m Sim m Não m Não Existe 3. maiores que 1. O percurso que une a edificação à via pública. O piso dos corredores e passagens é revestido com material não e a área externa. telefones públicos. Revestimento do piso tem superfície plana. Com seus equipamentos e 6. contínuo. há rampas ligando os pavimentos? m Sim m Não m Não Existe m Sim m Não m Não Existe de 0. . floreiras.20 m? m Sim m Não m Não Existe com menos de três degraus? 3. Onde há desníveis entre 0. floreiras. As vagas reservadas são identificadas com placa vertical. e escadas. regular e contínuo? m Sim m Não m Não Existe 6. já que são proibidos lance de escadas m Sim m Não m Não Existe mínima é de 1. 1.

Há rampa ou elevador vencendo o mesmo desnível da escada? m Sim m Não m Não Existe 4 5 5 .50 x 1. A porta do sanitário possui vão livre de no mínimo 80 cm. Há barra de apoio acessível? m Sim m Não m Não Existe 6.20m e porta de 1. Há corrimão em duas alturas em ambos os lados da rampa? m Sim m Não m Não Existe 6. Há uma largura mínima de 150cm em frente à porta (lado da abertura)? m Sim m Não m Não Existe 5.50 x 1. Há guarda-corpo ou paredes em ambos os lados? m Sim m Não m Não Existe 4. O elvador permite o acesso a todos os níveis da edificação? m Sim m Não m Não Existe 3.LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ACESSIBILIDADE 3.70m? m Sim m Não m Não Existe 2. A porta do sanitário possui barra horizontal para facilitar o seu 5. O piso dos degraus da escada é revestido com material ANEXO II .50 x 1. As laterais de rampa são protegidas por paredes.LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ACESSIBILIDADE ANEXO II .00m de vão livre? m Sim m Não m Não Existe 2. A escada tem largura mínima de 120cm? m Sim m Não m Não Existe 2. Existe sanitário acessível? m Sim m Não m Não Existe CIRCULAÇÃO VERTICAL .70m? m Sim m Não m Não Existe 1. O piso dos degraus da escada é revestido com material antiderrapante e estável? m Sim m Não m Não Existe antiderrapante e estável? m Sim m Não m Não Existe 2. Existe plataforma elevatória acessível? m Sim m Não m Não Existe 7. A porta do sanitário possui barra horizontal para facilitar o seu fechamento e maçaneta tipo alavanca? m Sim m Não m Não Existe fechamento e maçaneta tipo alavanca? m Sim m Não m Não Existe 2.50m. Há guarda-corpo ou paredes em ambos os lados? m Sim m Não m Não Existe ESCADAS 1.O relatório fotográfico poderá ser apresentado anexo. antiderrapante? m Sim m Não m Não Existe mencionados.20m e porta de 1.50 x 1. PORTAS 2. As maçanetas são do tipo alavanca? m Sim m Não m Não Existe 4. O piso da rampa e dos patamares é revestido com material Deverá ser apresentado relatório fotográfico para ilustrar a situação atual das edificações em relação aos itens mencionados. guarda-corpo ou ressaltos no piso de no mínimo 5cm (Guia de balizamento) em m Sim m Não m Não Existe ambos os lados? 5.00m de vão livre? m Sim m Não m Não Existe com dimensões 1. A porta de elevador tem vão mínimo de 80cm? m Sim m Não m Não Existe 4. As portas têm vão livre mínimo de 80cm? m Sim m Não m Não Existe 3. Há espaço lateral à porta (lado da abertura) e no mínimo 60cm que possibilite a aproximação à maçaneta? m Sim m Não m Não Existe 1.O relatório fotográfico poderá ser apresentado anexo. A inclinação máxima da rampa é de 8. disposta de maneira a permitir sua abertura completa? m Sim m Não m Não Existe disposta de maneira a permitir sua abertura completa? m Sim m Não m Não Existe 1. Há corrimão em ambos os lados da escada? m Sim m Não m Não Existe 4. O Box possui dimensões mínimas de 1. há área externa de manobra 4. O Box possui dimensões mínimas de 1. Há uma largura mínima de 120cm em frente à porta (lado contrário a abertura)? m Sim m Não m Não Existe SANITÁRIO ACESSÍVEL SANITÁRIO ACESSÍVEL 5. Existe sanitário acessível? m Sim m Não m Não Existe 1. Há área mínima de 1. O lavatório é sem coluna? m Sim m Não m Não Existe 7. Se o sanitário possui 1.50 x 1. Há corrimão em ambos os lados da escada? m Sim m Não m Não Existe 3.33%? m Sim m Não m Não Existe CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE 4. Há guarda-corpo ou paredes em ambos os lados? m Sim m Não m Não Existe 5.50 x 1. 3.50m. A porta do sanitário possui vão livre de no mínimo 80 cm. A escada tem largura mínima de 120cm? m Sim m Não m Não Existe 1. O lavatório é sem coluna? m Sim m Não m Não Existe RAMPAS 102 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 103 1. A largura mínima da rampa é de 120cm? m Sim m Não m Não Existe Deverá ser apresentado relatório fotográfico para ilustrar a situação atual das edificações em relação aos itens 2. Se o sanitário possui 1. Há barra de apoio acessível? m Sim m Não m Não Existe 3. 3.50m de largura livre em frente a porta do elevador? m Sim m Não m Não Existe 6. Há corrimão fixado nos painéis laterais e de fundos da cabine? m Sim m Não m Não Existe 5.ELEVADORES / PLATAFORMAS 2. há área externa de manobra com dimensões 1.

sobre a Coordenadoria Nacional rodoviário. de veículos de características urbanas para transporte coletivo de pas- sageiros.Diretrizes para com mobilidade reduzida. . Anexo III NBR 16001 – Responsabilidade social . utilização por pessoas portadoras de deficiência e dá outras providên- cias. Espaços e Equipa- mentos Urbanos. avaliação clínica de condutor. Mobiliário. e dá outras providências. incluindo pessoas com deficiência. NBR 15655-1:2009 – Plataformas de elevação motorizadas para pesso- as com mobilidade reduzida .Requisitos de segurança para construção e instalação . Decreto 5. ABNT NBR . 9386-1.15646 – Acessibilidade .098. Legislação NBR 313:2007 – Elevadores de passageiros .Requisitos de Di. NBR 15450:2006 – Acessibilidade de passageiro no sistema de transporte aquaviário. cas urbanas para o transporte coletivo de passageiros. NORMAS ABNT ANEXO III . de 19/12/2000. MOD).Comunicação na Prestação de Serviços. NBR 14970-2 – Acessibilidade em Veículos Automotores.Sistema da gestão – Requisitos. que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou NBR 14970-3 – Acessibilidade em Veículos Automotores. Lei 7853 – 24/10/1989 – Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras NBR 15320:2005 . porte Aéreo Comercial. de 8/11/2000.mj.Acessibilidade à pessoa com deficiência no transporte de deficiência.Acessibilidade no sistema de trem urbano ou 105 metropolitano.LEGISLAÇÃO ANEXO III .asp) NBR 14022:2009 – Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros.Diretrizes para que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica. Parte 1: Plataformas de elevação vertical (ISO Pessoa Portadora de Deficiência.Requisitos para segurança. dimensões NBR 13994 – Elevadores de Passageiros – Elevadores para Transportes de e operação funcional. Lei 7. NBR 9050 – Acessibilidade a Edificações.296 – 02/12/2004 – Regulamenta as Leis 10.br/corde/normas_abnt.gov. NBR 15599 – Acessibilidade .Requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas. NBR 15290 – Acessibilidade em comunicação na televisão. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE NBR 14970-1 Acessibilidade em Veículos Automotores.048.LEGISLAÇÃO (disponíveis em http://portal.405 – 12/11/1985 – Torna obrigatória a colocação do “Símbolo In- ternacional de Acesso” em todos os locais e serviços que permitam sua NBR 15250 –Acessibilidade em caixa de auto-atendimento bancário. sua integração social.Plataforma elevatória veicular e ram- pa de acesso veicular para acessibilidade em veículos com característi- NBR 14273 – Acessibilidade a Pessoa Portadora de Deficiência no Trans. 104 NBR 14021 – Transporte . LEGISLAÇÃO FEDERAL rigibilidade. avaliação da dirigibilidade do condutor com mobilidade reduzida em veículo automotor apropriado. e 10.Especificações técnicas para fabricação Longo Percurso. NBR 14020 – Acessibilidade a Pessoa Portadora de Deficiência – Trem de NBR 15570:2009 – Transporte .

sonora e visual.Dispõe sobre a obrigatoriedade de sinali- deficiência no sistema de transporte coletivo interestadual. nas dependências dos prédios de funcio- namento de órgãos estaduais.298 – 20/12/1999 .Estabelece as normas gerais e critérios básicos deficientes visuais e auditivos. e dá providências. pensionistas. PORTARIA ESTADUAL N° 16/2006/SED – Dispõe sobre requisitos à aces- Decreto 3.956 – 8/10/2001 .899 – 29/07/1994 . portas especiais e ram- disciplina a atuação do Ministério Público. se nas instituições bancárias.LEGISLAÇÃO ras de rodas para deficientes físicos e idosos em estabelecimentos cen- Lei 1.698 – 29/10/2003 . LEGISLAÇÃO ESTADUAL (SANTA CATARINA) LEI Nº 12.284 – 07/11/2003 .070 – 20/07/2004 . no Estado de Santa Catarina. 106 107 Decreto 3. LEI Nº 12. integrantes do Sistema Estadual de Educação do Estado de Santa Catarina. e dá outras providências. e dá outras providências.870 – 12/01/2004 . e adota outras providências. caixas eletrônicos. Decreto 3.Regulamenta a Lei 8. Lei 8.920 – 23/01/2004 . de 29/07/1994. e dá outras pas de acesso apropriadas ao uso de pessoas portadoras de deficiência providências. consolida as normas de proteção.Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. que dispõe sobre o transporte de pessoas portadoras de deficiência no sistema de transporte coletivo interestadual.853.048 – 8/12/2000 . DE 19/12/2000 .Dá prioridade de atendimento às pessoas que es. de todos os níveis e de Deficiência. LEI Nº 12.098 – 19/12/2000 .Regulamenta a Lei 7. física e visual. sibilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida aos dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora estabelecimentos de ensino. define crimes. para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – Corde institui LEI Nº 13.971 – 26/01/2007 . a fim de possibilitar acessibilidade aos Lei 10. . para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos e de credenciamento de instituições. de 24/10/1989. para a promoção de acessibilidade das pessoas portadoras de deficiên- cia ou com mobilidade reduzida. pecifica.Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências.899.LEGISLAÇÃO ANEXO III . a disponibilização de assentos nas filas especiais para aposentados.691.Dispõe sobre a obrigatoriedade de criarem- a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas.Dispõe sobre a Política Estadual para Promo- ção e Integração Social da Pessoa Portadora de Necessidades Especiais. CARTILHA DA ACESSIBILIDADE CARTILHA DA ACESSIBILIDADE Portaria 3. zação tátil. públicos e privados. gestan- tes e deficientes físicos.Torna obrigatório o fornecimento de cadei- ANEXO III .Concede passe livre às pessoas portadoras de LEI Nº 13. trais de compras e shopping centers no Estado de Santa Catarina.Determina aos estabelecimentos bancários situados no território do Estado de Santa Catarina. modalidades.

LEGISLAÇÃO 108 .CARTILHA DA ACESSIBILIDADE ANEXO III .