UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA EXATAS E TECNOLÓGICAS
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

FORÇA DE ARRASTO PARA A DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE
VISCOSIDADE DE UM FLUIDO

ANDRÉ DE SOUZA BORGES (201310468)
LUCAS NASCIMENTO MOREIRA (201310114)
SÁVIO DE ARAÚJO ALMEIDA (201311173)

ILHÉUS – BAHIA
2013

Turma P01. Professor: Milton Schivani ILHÉUS – BAHIA 2013 . Dia de execução do experimento: 17/10/2013. ANDRÉ DE SOUZA BORGES (201310468) LUCAS NASCIMENTO MOREIRA (201310114) SÁVIO DE ARAÚJO ALMEIDA (201311173) FORÇA DE ARRASTO PARA A DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DE UM FLUIDO Relatório apresentado como parte dos critérios de avaliação da disciplina CET833 – FÍSICA EXPERIMENTAL II.

.....4.............................................2 Métodos.....................................................................1.....................1.................................4 Erro percentual relativo.........................................................8 4...............................................................................2 Velocidades médias ..........5 3............1... Coeficiente de viscosidade: tri-etanol-amina (valores corrigidos) 15 4..................... Coeficiente de viscosidade: glicerina (valores corrigidos) 14 4........................................5 3 MATERIAIS E MÉTODOS............................3............................................................5 3....SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...............................4.........................3 2 OBJETIVO..............2............. Erro percentual relativo: glicerina 16 4......................................2.........................................3..................2......1..............................13 4...................8 4.....2......... Volume das esferas: cálculos 9 4.......................................................3...........................................................1 Materiais........... Coeficiente de viscosidade: tri-etanol-amina 14 4............................................................................6 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO............................... Volume das esferas: resultado final 10 4......................................................10 4................ Erro percentual relativo: tri-etanol-amina 17 5 CONCLUSÃO......................4.................. Velocidades médias: resultado final: resultado final 12 4.3.........................1..............................................................................................................................20 .........................1.........................................1 Volume das esferas........................... Coeficiente de viscosidade: glicerina 13 4............................................3.............................................2....................................................................2.............................. Velocidades médias: cálculos 11 4...........16 4.................18 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................3 Cálculo do coeficiente de viscosidade......

.

aceleração nula. . uma força de arraste com sentido contrário ao da velocidade do corpo. Levando em consideração um recipiente que permita um movimento vertical desse corpo no interior do fluido com velocidade constante. a força peso (P) é contrabalanceada pelas forças opostas ao movimento. O fluido exerce. que neste caso são a força de empuxo (E) e força de arrasto (Fa). sobre o corpo. subentende-se a igualdade de forças no sentido vertical. Num referencial fixo no recipiente. portanto. e. Assim. 3 1 INTRODUÇÃO Imaginemos um corpo em movimento através de um fluido em um recipiente. o fluido está em repouso e o corpo tem velocidade não nula.

isto é. que é adimensional e pode ser definido como: vL ρ NR = (3) η . velocidade relativa entre o projétil e o fluido (v) e da área transversal do objeto (A). o regime de escoamento.wikimedia. Assim.org/wikipedia/commons/b/b1/Potential_cylinder. 4 Imagem 1 – Representação das forças que agem em um corpo que se encontra em movimento vertical com velocidade constante. podemos escrever: P = Fa + E (1) A força de arrasto Fa pode ser escrita como: 1 Fa = CaρAv² 2 (2) Ou seja. pode ser caracterizado pelo número de Reynolds (NR). O coeficiente de arrasto (Ca) depende da velocidade do projétil em relação do fluido e também do seu formato tridimensional.svg>. densidade do fluido (ρ). Acesso em 19 de outubro de 2013. O modo de acordo com o qual o fluido se comporta durante o movimento do corpo no interior do fluido. a força de arrasto é dependente do coeficiente de arrasto (C a). dessa relação. (Fonte da Imagem: Wikipedia1) 1 Disponível em: <http://upload.

é possível obter. L alguma dimensão inerente ao corpo. a partir dessa expressão. V esfera . Dessa forma. 5 onde v é a velocidade do corpo com relação ao fluido. temperatura (para um líquido. a viscosidade do fluido ( η ¿ a partir de valores facilmente encontrados experimentalmente. que corresponde ao valor do coeficiente de viscosidade do fluido: η = ( mesfera . em 1851. ρ a densidade do fluido e η a viscosidade do fluido (de dimensão N. obteve. uma relação entre o número de Reynolds (NR) e o coeficiente de arrasto (Ca) para uma esfera quando para NR < 1. físico irlandês conhecido por suas contribuições na parte da física referente à dinâmica dos fluidos. o coeficiente de viscosidade tende a diminuir quão maior for a temperatura).s/m²). . g )−( ρfluido . chegamos à expressão final. g) (5) 3 πdv onde V se refere ao volume (nesse caso. por exemplo. A viscosidade de um fluido pode ser definida como sendo a resistência oferecida pelo fluido ao escoamento sob determinadas condições como. Logo. George Stokes. o que resultou na seguinte expressão: |Fa| = 3π η dv (4) onde d representa o diâmetro da esfera. da esfera) e g à aceleração da gravidade.

. .Líquidos a serem analisados. 3 MATERIAIS E MÉTODOS 3. . .1 Materiais .Viscosímetros de Stokes.Cronômetro digital.2 grupos de 3 esferas de aço de diâmetros distintos. . 6 2 OBJETIVO Determinar através de experimentos o coeficiente de viscosidade de dois fluidos (glicerina e tri-etanol-amina) utilizando um viscosímetro de Stokes. 3. . respectivamente. . .Paquímetros.Tubos de vidro longos e verticais. utilizando o paquímetro e uma balança digital.Imãs. com cada grupo de 3 (três) esferas referente a cada um dos líquidos.Balança digital. mensuramos os diâmetros (Tabelas 2 e 3) e massas (Tabelas 4 e 5) das 6 (seis) esferas de aço utilizadas no experimento. Também medimos o diâmetro interno do tubo (Tabela 6) com o paquímetro.2 Métodos Após anotar os erros instrumentais dos instrumentos utilizados (Tabela 1).

Tabela 1 – Erros instrumentais referentes aos instrumentos utilizados no experimento. respectivamente.80mm 4.05mm Balança (digital) 0. os índices 1.1g e3 0. .1g 4.001 m/s Tabela 2 – Diâmetros das esferas.4g Tabela 4 – Diâmetros interno dos tubos. utilizaremos índice 1 para representar a etapa do experimento referente ao fluido glicerina e índice 2 ao tri-etanol-amina e. Massa (g) Esfera m1 m2 e1 4.4g 0. 2 e 3 representam as esferas de maior. Instrumento Erro instrumental Paquímetro 0. para as esferas.80mm Tabela 3 – Massas das esferas.30mm e3 4. 7 Obs.1g e2 1. e menor raio. médio.35mm 6.1g 1. Diâmetro (mm) Esfera d1 d2 e1 10mm 10mm e2 6.: durante o relatório.1g Cronômetro (digital) 0.

sendo um caso especial de propagação de incertezas. Portanto. deveríamos liberar cada uma das esferas de aço e. devemos levar em consideração que o cálculo do volume é uma função que depende do valor do raio elevado ao cubo multiplicado por um valor constante. repetindo esse procedimento mais 2 (duas) vezes.7 mm Com os dois sensores do cronômetro digital localizados nos extremos posicionados em alturas diferentes. em seguida. anotar o valor da velocidade (em m/s) encontrado pelo cronômetro digital. 8 Experimento Diâmetro (mm) D1 29. existe uma incerteza que deve ser levada em consideração. utilizamos a seguinte expressão: 4 V= πr ³ 3 (6) Como em toda medida. devemos utilizar a seguinte fórmula: .1 Volume das esferas Para calcular o volume de uma esfera. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO 4. O cálculo dessa incerteza tem fórmula geral: σ σ σ = (¿¿ m)²+(¿¿ r )² ¿ √¿ (7) onde σ m representa o desvio padrão médio e σ r a incerteza do instrumento (ou erro instrumental). Entretanto.7 mm D2 29.

item 4.175 )².62mm³ V2 . (8) nos diz e levando em conta que σR equivale ao erro instrumental do instrumento utilizado (realizamos a medição apenas uma vez e. σ m = 0 na Eq.σR (9) d onde σR pode ser retirado da Tabela 1 (e tem valor igual a 0. se encontram os principais cálculos realizados.71mm³ 4 e2: V = π (3.. (6) com respeito ao raio (r) como a Eq. (7).(0.05) = 15.4) ³ = 57.33mm³ 4 e3: V = π (2. Abaixo.175)³ = 134.(0.4 )². chegamos em: σV = 4πr². e σ = σ r ). calculamos por meio de uma calculadora científica os volumes e respectivas incertezas e reunimos os resultados na Tabela 5.60mm³ 3 σV = 4π(5)².1.05) = 3.05mm) e r = 2 . V1 4 e1: V = π (5)³ = 523. 9 σV = |dVdr | σR (8) Derivando a Eq. 4.1 Volume das esferas: cálculos Utilizando as Eq.(0. portanto.91mm³ 3 σV = 4π( 2.2.05) = 6. (6) e (9).07mm³ 3 σV = 4π( 3.1.

10 4 e1: V = π (5)³ = 523.15 )². Δx a incerteza e u a unidade de medida utilizada. Tabela 5 – Volumes das esferas incluindo as incertezas referentes a cada valor.05) = 6. Na Tabela 6.05) = 15.60 ± 15.: os valores apresentados se encontram no formato ( ´x ± Δx)u. uma vez inserido o valor da distância que separa os sensores que se encontram nos extremos. .60 ± 15.15)³ = 130.07 ± 6.2 Velocidades médias O cronômetro digital.33)mm³ (130.(0.2 Volume das esferas: resultado final Obs.4 )².62)mm³ 4.91mm³ 3 σV = 4π( 2.(0.05) = 3. Volume (mm³) Esfera V1 V2 e1 (523.91 ± 3. onde ´x representa o valor médio.92 ± 6.23)mm³ e3 (57.1.71)mm³ (523.4) ³ = 57. já nos fornece o valor da velocidade média de queda de cada uma das esferas. encontram-se os valores encontrados da velocidade média em cada experimento e em cada vez que se foi repetido.23mm³ 4 e3: V = π (2.71mm³ 4 e2: V = π (3.62)mm³ (57.62mm³ 4.91 ± 3.71)mm³ e2 (134.60mm³ 3 σV = 4π(5)².(0.92mm³ 3 σV = 4π( 3.

00120185)²+(0.081m/s 0.123m/s 0.161m/s e2 0. Velocidade (m/s) Esfera v1 v2 0.1081847 x 10-3 v1 e1: σv = √(0) ²+(0.001) ² = 2.097m/s 4. (7).1 Velocidades médias: cálculos Como em toda medida. v1 e1: σv = √(0.00057735)²+(0.155m/s 0.2.247m/s 0. existe uma incerteza que deve ser levada em consideração.160m/s 0. se encontram os principais cálculos realizados.001)² = 1.563472 x 10-3 e3: σv = √(0.104m/s e3 0.001855921)²+(0. para a incerteza do instrumento.1935/s 0.075m/s 0. Abaixo.001)² = 1 x 10-3 . que pode ser encontrado na Tabela 1.193m/s 0. Utilizamos o software Excel 2013 para o cálculo do desvio padrão médio e.119m/s 0. Depois. empregamos o valor do erro instrumental referente ao cronômetro digital. Para calcular a incerteza relacionada aos valores da velocidade média de queda. calculamos a incerteza final utilizando uma calculadora científica.247m/s e1 0.001)² = 1.247m/s 0. 11 Tabela 6 – Valores das velocidades médias encontradas em cada repetição do experimento.194m/s 0.104m/s 0.15470 x 10-3 e2: σv = √(0.122m/s 0.080m/s 0. utilizaremos a Eq.

2.1081847 x 10-3 e3: σv = √(0. Tabela 7 – Velocidades médias de queda.102 ± 0. Obs.001)m/s e2 (0. 1−2.2 Velocidades médias: resultado final Reunimos na Tabela 6 os valores médios das velocidades juntamente com a incerteza previamente calculada.002333333) ²+( 0.3.159 ± 0. 4.001) ² = 2.0021)m/s e3 (0.0787 ± 0. Δx a incerteza e u a unidade de medidade utilizada.0012)m/s (0.0025)m/s 4.09 D −0.538588 x 10-3 4.247 ± 0. incluindo as incertezas referentes a cada valor.1 Coeficiente de viscosidade: glicerina .001855921)²+(0.001) ² = 2. o valor encontrado diretamente através da substituição dos valores correspondentes não é adequado. 5.0016)m/s (0. 12 e2: σv = √(0.194 ± 0. utilizaremos o termo de correção proposto por Faxén: [ ( )] 3 5 d d d corrigido=¿ ηobservado . Entretanto. Para corrigir esse valor.95 D( ) (10) η¿ onde d representa o diâmetro da esfera e D o diâmetro do tubo.3 Cálculo do coeficiente de viscosidade ( η ¿ Utilizando a Eq.104 D ( ) +2. Velocidade (m/s) Esfera v1 v2 e1 (0.0021)m/s (0.121 ± 0. onde ´x representa o valor médio.: os valores apresentados se encontram no formato ( ´x ± Δx)u. Isso se deve ao fato de que a proximidade com as paredes do tubo oferecem uma frenagem durante a queda da esfera. podemos calcular o coeficiente de viscosidade ( η ¿ para ambos os fluidos utilizados no experimento.

1000³ .4 57.81) 4.s/m² 1.7( ) 29.35 3π ( 1000 ) 0.corr .81)−(1261 .s/m² 4.9. =0.91 η3 = ( 1000 .121 η2 = 1.corr . 1000³ .7 η1.09 10 −0. incluindo o valor tabelado da densidade.81) 6.68 N . 13 Substituindo os valores referentes ao procedimento realizado utilizando a glicerina.9.7 ( ) 29.s/m² 0.3. para cada esfera: 4.104 10 + 2.81) 10 3 π( 1000 ) 0. 1−2.2 Coeficiente de viscosidade: glicerina (valores corrigidos) Utilizando a Eq.1 134.0787 η3 = 0. [ ( )] 3 5 η1.9.07 η2 = ( 1000 . 1000³ .9. podemos chegar no valor corrigido para o coeficiente de viscosidade da glicerina em cada caso. = 1.845533 N.81)−(1261 .95 10 29. mm para m).8 3 π( 1000 ) 0.909425 N. (10) e o valor do diâmetro do tubo encontrado na Tabela 4.6 η1 = ( 1000 .845533 . não esquecendo de converter as unidades (g para kg.194 η1 = 1.261129 N. s /m² .9.1 523.81)−(1261 .9. temos.

1000³ .81) 10 3 π( 1000 ) 0.s/m² 1.9.102 η3 = 0. s /m ² 4.corr .corr .6 η1 = ( 1000 . 14 [ ( )] 3 5 η2.09 4.9.81)−(1261 .81)−(1261 . 1−2.449528 N.7 29.977620 N. 1000³ .corr .261129 .95 4. = 0.7 η3.81) 6. 1000³ .09 6.s/m² 0.8 ( ) 29.35 −0.9.3 3π( 1000 ) 0.35 +2.695139 N.8 3 π( 1000 ) 0.3.247 η1 = 1.91 η3 = ( 1000 .9.9.7 η2.909425 .95 6. = 1.72 N .s/m² .8 −0.81)−(1261 .7 29. para cada esfera: 4.158 η2 = 0.61 N . =0.8 +2.92 η2 = ( 1000 . =0.corr . s /m² [ ( )] 3 5 η3.3 Coeficiente de viscosidade: tri-etanol-amina Substituindo os valores referentes ao procedimento realizado utilizando a tri- etanol-amina.9.1 523.1 130.81) 4.104 4.4 57.7 ( ) 29. 1−2. temos.7 ( ) 29.104 6.35 ( ) 29.

7 η2.8 ( ) 29.104 6.7 η3.09 6.7 η1. = 1.09 4.corr .corr . =0. que pode ser facilmente calculado da seguinte forma: .7 29.corr . 1−2.95 4.7( ) 29. podemos chegar no valor corrigido para o coeficiente de viscosidade da glicerina em cada caso.7 29.977620 . [ ( )] 3 5 η1. = 0. 15 4.449528 .corr . s /m² [ ( )] 3 5 η3. 1−2.104 10 + 2.46 N .3 +2.3 −0.4 Coeficiente de viscosidade: tri-etanol-amina (valores corrigidos) Utilizando a Eq. s /m² [ ( )] 3 5 η2. =0.7( ) 29.3.104 4. = 0. =0.95 6.695139 .4 Erro percentual relativo Encontrados os valores para o coeficiente de viscosidade ( η ¿ de cada fluido em laboratório.7( ) 29.53 N .8 +2.3 ( ) 29.7 29.95 10 ( ) 29. (10) e o valor do diâmetro do tubo encontrado na Tabela 4. 1−2. Para tal.corr .8 −0.09 10 −0. é possível compará-los com o valor teoricamente esperado.56 N . utilizaremos o erro percentual relativo.corr . s /m² 4.

93 * 100 ¿ E%3 = 34% 4.05) N.93∨ ¿ E%1 = 0. para cada caso: ¿ 0.4. temos. 16 ¿ x – xr ∨ ¿ E% = xr * 100 ¿ (11) onde xr representa o valor de referência e x o valor encontrado experimentalmente.61 – 0.93∨ ¿ E%3 = 0.05) N.68 – 0.s/m².93 * 100 ¿ E%2 = 23% ¿ 0. (11) e.72 – 0. 4. (11) e.2 Erro percentual relativo: tri-etanol-amina Utilizando a Eq.4. para cada caso: . = (0.1 Erro percentual relativo: glicerina Utilizando a Eq.s/m².93 ± 0.93∨ ¿ E%2 = 0.59 ± 0.93 * 100 ¿ E%1 = 27% ¿ 0. = (0. como valor de referência para o coeficiente de viscosidade da glicerina η glic. temos. como valor de referência para o coeficiente de viscosidade da tri-etanol-amina η triet.

59 * 100 ¿ E%3 = 22% 5 CONCLUSÃO Um objeto que se move com velocidade constante através de um fluido sofre resistência por parte do fluido – a força de arrasto.59∨ ¿ E%1 = 0.56 – 0.59 * 100 ¿ E%2 = 5% ¿ 0. Imaginando um objeto em .59∨ ¿ E%2 = 0.46 – 0.59 * 100 ¿ E%1 = 10% ¿ 0.53 – 0. 17 ¿ 0.59∨ ¿ E%3 = 0.

a média em porcentagem desse erro é de 28%. etc. chegamos em valores para a viscosidade do fluido que podemos comparar com o valor que era teoricamente esperado – o valor “tabelado”. Esse valor é relativamente alto.). consideravelmente menor se considerarmos o valor do erro referente à glicerina mas ainda relativamente alto. existe a equivalência das forças no sentido vertical: a força peso é contrabalanceada pela força de arrasto e também pelo empuxo. Importante ressaltar que. Esse resistência sofrida pelo objeto é chamada de viscosidade e varia de acordo com o fluido que possamos estar considerando. Ademais. Após os cálculos terem sido realizados. por problemas técnicos. avaliando as variáveis envolvidas. é possível chegar em uma expressão final que nos permite encontrar o coeficiente de viscosidade do fluido tendo os dados de outras grandezas facilmente mensuráveis. etc. esse número pode ter causas que vão desde problemas humanos (má operação dos equipamentos. Expressando em porcentagem. que se mostra sensível a pequenas variações de temperatura no que se refere ao seu coeficiente de viscosidade. Para a glicerina. é possível perceber o quanto os valores encontrados se distanciaram do valor esperado. Outra variável que pode ser levada em consideração é com relação ao fluido glicerina. para algumas esferas de determinado raio. erros de leitura. algumas medições da velocidade do fluido realizadas foram uma aproximação do valor “real”. 18 movimento de queda em um tubo contendo um fluido qualquer. aos equipamentos utilizados (falta de calibragem ou calibragem/ajuste inadequado.). os sensores responsáveis por determinar o . Essa diferença pode ter causas semelhantes às já descritas anteriormente. Entretanto. evidenciando um distanciamento quiçá maior do que o aceitável. Já para a tri-etanol-amina. através da manipulação matemática de algumas expressões. uma vez que. o erro médio foi de aproximadamente 12%.

19 tempo e. não detectavam a passagem do objeto em questão. J. Disponível em: https://sites. SCHIVANI. 3ª edição revista (Série Didática). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PIACENTINI. Introdução ao Laboratório de Física. assim. et al.com/site/mschivani/disciplinas/cet833 Acesso em 19 de outubro de 2013. J. a velocidade de queda das esferas.google. M. Experimento 5 – Força de arrasto num fluido: viscosímetro de Stokes. Editora da UFSC. .

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