Desde 1980, o Departamento de Infância e Juventude da Federação
Espírita Brasileira vem oferecendo ao Movimento Espírita subsídios para o
trabalho, tanto em forma de planos de aulas como de apostilas de apoio, de
modo a instrumentalizá-Io para o bom desenvolvimento da tarefa.

A Evangelização Espírita da Criança e do Jovem atende a um público
de faixa etária muito variável que, encontrando-se em diferentes níveis do
desenvolvimento biopsicosocial e espiritual, exige dos trabalhadores da
evangelização maior conhecimento das necessidades e interesses desse
grupo.

Com o objetivo de facilitar a tarefa do evangelizador e ajudá-Io a
desenvolver suas aulas dentro dos princípios psicopedagógicos adequados a
cada uma dessas faixas etárias, a Federação Espírita Brasileira oferece ao
Movimento Espírita a 4a Coleção de Planos de aulas. Essa coleção foi
organizada conforme a estrutura do Currículo para Escolas de Evangelização
Espírita Infanto-Juvenil - 2006, isto é, as aulas correspondentes ao Maternal,
Jardim de infância e 1° Ciclo de infância são compostas por três módulos; e
as aulas referentes ao 2° e 3° Ciclos de infância, bem como o 1°, 2° e 3° Ciclos
de juventude são constituídas por quatro módulos.

Nessa nova publicação foram aproveitadas várias aulas das coleções
anteriores, que serviram de base para o trabalho, mas que tiveram seus
conteúdos, atividades e ilustrações modificadas e aperfeiçoadas.

Espera-se, com este lançamento, auxiliar os trabalhadores da
evangelização, oferecendo-Ihes novas opções de aulas, com todos os subsídios
necessários ao seu desenvolvimento, enriquecendo ainda mais a coletânea
de informações e orientações disponíveis para um trabalho de qualidade.

Brasília, 12 de fevereiro de 2007.

CATALOGAÇÃO DE APOSTILAS

Coleção nº 4 de Planos de Aula. Jardim de
Infância - Módulo II. O Cristianismo. Primeira
Edição. Brasília [DF]: Federação Espírita
Brasileira, março de 2007.

3ª Tiragem – 1300 a 1500 exemplares

do recenseamento ordenado pelo imperador romano * Pintura. tinha por objetivo regularizar a cobrança de impostos. o fato aconteceu na época * Dramatização. * Exposição participativa. devido ao gran- de número de pessoas vindas de outras regiões para o recenseamento. afirma que Jesus nasceu * História. O CODIFICADOR DO ESPIRITIS. PLANO DO MÓDULO FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE CICLO: JARDIM DE INFÂNCIA SETOR DE PLANEJAMENTO OBJETIVO GERAL DO MÓDULO DURAÇÃO PROVÁVEL CONHECER O CRISTIANISMO. DOUTRINA Nascimento * Narrativa dialogada. José. mília originária daquela cidade e a regra do recensea. de origem JESUS E SUA grega. seguido por Lucas. Estando o local cheio. Por isso. mento exigia que cada indivíduo se alistasse em sua localidade de origem.” (4) * De passagem por essa cidade. o primeiro realizado na Palestina. I UNIDADE A VIDA DE * “Quase tudo o que sabemos da vida de Jesus vem TÉCNICAS cimento de Jesus. DESTACANDO A RELAÇÃO ENTRE JESUS E KARDEC. pertencia a uma fa. futura mãe de Jesus. em Belém – hoje território palestino. RECURSOS * Bonecos de dedo. o casal teve que se acomodar nos . a maioria dos especi- alistas aceita Belém sem reservas. 1ª AULA * Segundo os evangelistas. * Interrogatório. JESUS das narrativas reveladas nos evangelhos. de Maria. César Augusto. * Mateus. OBJETIVOS ESPECÍFICOS TÉCNICAS E RECURSOS CRONOGRAMA SUBUNIDADES IDÉIAS BÁSICAS PARA O EVANGELIZANDO * Relatar fatos sobre o nas. 7 AULAS MO. * Material para pintura. o esposo * Música. José e Maria procura- ram onde se alojar. Mas não havia um lugar para eles na hospedaria. Esse censo. DOUTRINA FUNDAMENTADA NOS ENSINAMENTOS DE JE- SUS. que significa boa nova. * Máscaras.

fazia todos os serviços domésticos. TÉCNICAS de Jesus nas tarefas domés. caneta hidrocor. ao com- pletar 13 anos. aprendeu com seu pai o ofício de carpinteiro e * Jogo didático. Foi aí que Maria deu à luz.CONT. indicando o lugar onde ele se encontrava. Mais RECURSOS tarde. * Caixas de fósforo vazias. Pois. acesso a essa educação básica. * Narrar fatos ocorridos na in- amor por eles e por Deus. os meninos deviam comparecer à sinagoga e ler uma passagem da Torá (as Sagra- das Escrituras judaicas). JESUS E SUA Sua infância * Exposição participativa. * Dado confeccionado em cartolina. cola. * “A infância e a juventude de Jesus não devem ter sido * História e gravuras. seu pai. * O nascimento de Jesus foi anunciado por uma luz sob forma de estrela. mãe de Jesus. que apareceu no céu. era carpinteiro e Maria. num estábulo. etc. DOUTRINA * Jesus gostava muito de seus pais e demonstrava seu * Exposição narrativa. certamente. ticas. daquela época. junto à manje- doura dos animais.” (4) * Jesus nasceu numa família muito pobre. * José. fância de Jesus. era o nome de sua mãe. * Interrogatório. muito diferente da de qualquer menino judeu da Galiléia. respeitando a Natureza. (1) DO PLANO DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CRONOGRAMA SUBUNIDADES IDÉIAS BÁSICAS TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO fundos da hospedaria. Jesus teve. honrada e feliz. te- soura. passou a ajudá-lo na carpintaria. * No tempo de Jesus. * Dizer qual era a participação I UNIDADE A VIDA DE JESUS * José trabalhava em sua oficina de carpintaria e Maria. o analfabetismo era muito raro entre os judeus do sexo masculino.” (4) . 2ª AULA * Jesus ajudava sua mãe nos afazeres domésticos.

Ele é o * Pintura. pobres * Música. ain- da conversando com os especialistas judaicos. o esposo de Maria. trou seu amor às crianças e como as crianças podem de. mas também com suas ações. como se observa em sua citação: “Não é este o carpinteiro. exercia a profissão de carpinteiro. admirados com a profundidade dos ensinamentos que acabara de proferir na sinagoga.. importante para todos nós ou ricos. o filho de Maria (. Enquanto estava ali. com palavras. da lei. pois. cultos ou incultos. Mestre. JESUS E SUA * Conversa informal. zar a vontade de Deus-Pai e Criador – ensinando aos RECURSOS homens a lei de Amor. Mais tarde. 3 ª AULA maior exemplo de amor. * Dizer como Jesus demons. perguntam seus ouvintes. (2) DO PLANO DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CRONOGRAMA SUBUNIDADES IDÉIAS BÁSICAS TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO * As escrituras dizem que José. * Um dos fatos da infância de Jesus foi a visita ao Tem- plo: “Quando tinha aproximadamente 12 anos (Lc. 2:41 a 52) foi com os pais ao templo em Jerusalém ofere- cer sacrifício.” (4) * Citar fatos que comprovem I UNIDADE JESUS. * Jesus é o Irmão maior que veio ao Mundo para reali- monstrar seu amor a Jesus. * Gravuras. na época. e Jesus ensinou não só * Interrogatório. NOSSO * “Jesus é mestre – porque sabe mais – é irmão por.” (4) * Álbum sanfonado.)?”. DOUTRINA * Mestre é aquele que ensina. Marcos. as profissões passavam de pai para filho. * Aos doze anos já ensinava no Templo aos doutores * Jogo recreativo. de volta para casa. Encontraram-no no templo. e suas respostas deixaram-nos admirados. * Compreender que é muito * Ele ensinava a toda a gente: moços ou velhos. Jesus. . Jesus conversou com os dirigentes religiosos sobre a fé judaica. CONT. Ele revelou extraordinária compreensão do verdadeiro Deus. em seu evangelho. afirma que o próprio Jesus seguia esse ofício. os pais de Jesus nota- ram a sua ausência. TÉCNICAS ser Jesus o nosso Irmão e IRMÃO E MESTRE que é filho de Deus como nós. seguir os ensinamentos de * Material para pintura..

. atos ou palavras.) Jesus é mestre. TÉCNICAS uma maneira de Jesus ensi. Todos somos semeadores. peixes. falando a agricultores. pescadores. * Televisão de papelão ou madeira. * Música. de ove- nar suas lições. viúva.) as parábolas são uma espécie de alegoria. JESUS E SUA lhas para os pastores. his.. JESUS E SUA do homem. ensinar as verdades eternas ovelhas. * História e gravuras.” (5) * Exposição narrativa. I UNIDADE OS ENSINOS * “ (. * Interrogatório. RECURSOS * Narrar o episódio O óbulo da * “(..” (6) * Material para desenho. A cada dia um de nós RECURSOS realiza a sua semeadura em pensamentos. pasto- ao seu povo. moedas. * Sementes de flores. * Dramatização. * História e ilustrações. elementos do cotidiano para des do Reino dos Céus: sementes. JESUS Ele falava de redes e pesca para pescadores. * Relacionar a parábola do se.CONT. encerrando em seu entrecho * Gravuras. * Destacar as parábolas como I UNIDADE OS ENSINOS DE * Seus ensinos são sempre adaptados aos ouvintes. (3) DO PLANO DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CRONOGRAMA SUBUNIDADES IDÉIAS BÁSICAS TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO * Dizer quais são as qualida. * Exposição narrativa. DOUTRINA Parábolas os agricultores. * Pedrinhas. * Música. res. * Potinhos de barro. certa moralidade que deve ser des. coberta pelos leitores ou ouvintes. * Dizer que Jesus utilizava os 4ª AULA * Serve-se das imagens simples para ensinar as verda- * Desenho em relevo. e como tal veio ao mundo salvar TÉCNICAS des de Jesus como educa. * Ele contava parábolas e uma delas é a do semeador. meador com a conduta que 5ª AULA devemos ter. .. * Terra. DOUTRINA * Exposição participativa. donas de casa. tória ou composição. DE JESUS a Humanidade promovendo a educação do espírito dor. de sementes e colheitas para * Interrogatório. um ensinamento. de plás- tico ou latinhas.

entendem o motivo de seus próprios sofrimentos. O aprendiza. * Jogo didático. 6ª AULA compreender.” (4) * Reconhecer no Espiritismo o JESUS E CONSOLADOR * Observação e exploração Consolador prometido por Je. Espiritismo oferece às criatu. * Dizer como podemos aplicar estudamos os ensinamentos de Jesus. II UNIDADE JESUS E A * “Jesus prometeu enviar o Consolador. (4) DO PLANO DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CRONOGRAMA SUBUNIDADES IDÉIAS BÁSICAS TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO * Dizer o que é consolar. morre. * Dizer qual a importância da KARDEC tos do Evangelho e do Espiritismo. que * Frutas variadas e cesta. que a alma nunca * Gravuras. II UNIDADE A * “No Centro Espírita há um departamento que trata da TÉCNICAS EVANGELIZAÇÃO Evangelização Espírita para crianças e jovens. 7ª AULA * A escola de Evangelização Espírita é o local onde * Exposição narrativa. * Conversa informal. TÉCNICAS PROMESSA DO tismo. RECURSOS ga e acolhe. * Entrevista. que os espíritos podem se comunicar. * Comparar o consolo que o * Interrogatório. * Flanelógrafo e flane- logravuras. nós nascemos várias vezes e que devemos amar o * História. que é o Espiri. Fi. CONT. Escola de Evangelização. * Caixas de tamanhos vari- ados. ensinar as coisas que os homens ainda não podiam * Exposição narrativa. sus. cam sabendo que Deus existe.” (4) * Visita orientada. depende de cada um de nós. * Música. * Mural. * Flanelógrafo ou teatro de varetas. * Material para desenho e pintura. RECURSOS * História. * Exercício didático. cons- JESUS E ESPÍRITA tituindo uma escola onde se aprendem os ensinamen. * Com ele. KARDEC * O Espiritismo foi organizado por Allan Kardec e veio de gravuras. as pessoas se sentem mais felizes pois ras com uma árvore que abri. * Desenho e pintura. do desses ensinamentos. entretanto. os ensinamentos de Jesus. * Exposição participativa. . próximo como a nós mesmos.

6. CAMARGO. Pg. 124 ed. 27 ed.dizer como Jesus demonstrou seu amor às crianças e como as crianças podem demonstrar seu amor por Jesus. 3 ed. Pedro de (VINÍCIUS).11 3. bem como o respeito ao próximo. 26. 2005. 5. A evangelização espírita da infância e da juventude na opinião dos espíritos. MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA AO FINAL DA UNIDADE. XAVIER. 2005.dizer como Jesus ajudava seu pai e sua mãe. OS EVANGELIZANDOS DEVERÃO: . 1986. Pai Nosso. 2006. Cap. Allan. Currículo para as escolas de evangelização espírita infanto-juvenil. . 1. Cecília & equipe. . O mestre na educação. Tradução Guillon Ribeiro. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap. ____________. AVALIAÇÃO . Rio de Janeiro: FEB. 3. Rio de Janeiro: FEB. Pelo Espírito Meimei. KARDEC. 24. . Rio de Janeiro: FEB. Rio de Janeiro: FEB.demonstrar habilidades psicomotoras e atitudes de cooperação. BIBLIOGRAFIA 4.citar fatos que comprovem ser Jesus nosso Mestre. 8 ed. 2. . Rio de Janeiro: FEB. Francisco Cândido.ed.descrever o nascimento de Jesus. ROCHA. 2006.

O burrinho Hihó.A vaquinha Mumu. . do pelo imperador romano des.” (4) . José era carpinteiro. . * Seus pais eram Maria e * Máscaras. um tom de voz que expresse resse. * Pintura. RECURSOS dos bichinhos). onde lhes que irá contar uma bela his- seriam recenseados. vo regularizar a cobrança suspense. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO I UNIDADE: JESUS E SUA DOUTRINA PLANO DE AULA Nº. reconhecendo-o pelo som.O galinho Cocó. . nos bonecos satisfazendo sua cuidado. * Narrativa dialogada. muito pobre. so. tiveram de viajar para curiosidade e em seguida. tinha por objeti. . perguntar: (Anexo 1) de impostos. TÉCNICAS cimento de Jesus. honrada e feliz. * Jesus nasceu numa família * Bonecos de dedos. em * Ouvir. * História. o primeiro realizado na * Apresentar alguns bichinhos e. o fato aconteceu na época crianças que quatro amiguinhos * Exposição participativa. do recenseamento ordena. * Interrogatório. . 1 JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) SUBUNIDADE: AVIDA DE JESUS: NASCIMENTO OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Relatar fatos sobre o nas. Palestina.O carneirinho Memé. AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE OS EVANGELIZANDOS RESPONDEREM COM ACERTO ÀS PERGUNTAS FEITAS E PARTICIPAREM. DA ATIVIDADE DE DRAMATIZAÇÃO. novos irão participar das ativida. * Iniciar a narrativa utilizando fanto- * Ouvir com atenção e assis- ches de dedo. Esse cen- * Dramatização.Quem sou eu? (imitar o som * Adivinhar que bichinho é. dizer às * Participar da conversa inicial. * Música. e um palco apropri- tir com interesse à narrati- ado. o evangelizador. (Anexo 1) va. sus. COM INTERESSE E ORDEM. dizer- a cidade de Belém. * Moravam na cidade de Nazaré e alguns dias an. * “Segundo os evangelistas. José. * Permitir que as crianças toquem * Manipular os bonecos com tes do nascimento de Je. * Material para pintura. César Augusto. . tória: O nascimento de Jesus (Anexo 2) * Eis porque Jesus nasceu em Belém sendo que seus pais moravam em Nazaré. * Após a conversa inicial. com atenção e inte.

convidar as crianças * Participar da atividade com para dramatizar a música. o * Ouvir a música com atenção. dar uma máscara para cada criança. estado ou nação. * Em seguida. verá utilizar o anexo 3 forma de estrela. ensinando.Recenseamento: arrolamen. · Quem eram seus pais? fatos e o significado da va. · Qual era o nome do menino como subsídios da aula receu no céu. · Qual o nome da cidade onde vida de Cristo. * Alternativamente. * Aprender a letra e a melodia estatísticos dos habitantes lhes a letra e a melodia da música da música e cantar com de uma cidade. censo. 5). evangelizador deverá cantar a . * Demonstrar atitude de res- peito no momento da prece. ou · Em que local Jesus nasceu? aquele cujo nome está in- cluído em um recensea. . DO PLANO DE AULA Nº 1 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * O nascimento de Jesus foi * Ao terminar a narrativa. mento. . cos de dedo. que apa. brinquem à vontade e a levem para casa. entusiasmo e representar oferecendo-lhes máscaras (Anexo as personagens.Censo: conjunto de dados * Cantar com as crianças. Jesus nasceu? . mais. indicando o que nasceu? informando-se sobre os lugar onde ele se encontra. * Encerrar a aula fazendo uma prece . CONT.Recenseados: Diz-se de. (Anexo 4) alegria. província. fazer as * Responder acertadamente Obs: O evangelizador de- anunciado por uma luz sob seguintes perguntas: às perguntas. * Encerrando o interrogatório. música. Na mangedoura. deixando que pintem. movimentando os bone- to de pessoas ou de ani.

ANEXO 1 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 1 RECURSO DIDÁTICO CONFECÇÃO DE BONECOS DE DEDO Essas sugestões são destinadas à apresentação da história “O nascimento de Jesus”. que será narrada pelos bonecos: BURRINHO .

(1) DO ANEXO 1 .PLANO DE AULA Nº 1 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT.JARDIM DE INFÂNCIA VAQUINHA .

MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA CARNEIRINHO .CONT. (2) DO ANEXO 1 .PLANO DE AULA Nº 1 .

MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 1 .JARDIM DE INFÂNCIA GALINHO .CONT. (3) DO ANEXO 1 .

JARDIM DE INFÂNCIA FANTOCHES Fantoche do Carneirinho Fantoche do Burrinho Fantoche do Galinho . (4) DO ANEXO 1 .PLANO DE AULA Nº 1 .CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

‹ papel crepom. 2. (5) DO ANEXO 1 .Abrir a caixa de papelão. à guisa de pano de palco.PLANO DE AULA Nº 1 . enfeitá-la com fitilhos e prendê-la na borda da caixa de papelão. recortando-a conforme as ilutrações 1. (Ilust. ‹ cola. (Ilust.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . Material necessário: ‹ caixa de papelão. 3 .JARDIM DE INFÂNCIA PALCO PARA FANTOCHE DE DEDO 1. CONT. ‹ fita crepe.Pintar o papelão com tinta esmalte ou cobrir com papel colorido. Confecção: 1. (Ilust. 2) (Ilust. 3) (Ilust.2) 2 .Confeccionar uma cortina de papel crepom. 4). 4) . ‹ papel para forrar a caixa ou tinta esmalte (garantia de maior durabilidade).2 e 3. 1) (Ilust.

Memé. trabalhavam muito e viviam felizes. Galinho: José e Maria eram pobres. as crianças estão quietinhas e querem ouvi-la!.. moravam José e Maria. era longe? Carneirinho: Sim. Igual a mim?. Maria foi avisada de que iria ser mãe. ordenou que cada pessoa fosse para a cidade onde havia nascido. hoje. para contar uma linda história!. DIÁLOGO Vaquinha: Oi amiguinhos! Eu sou a vaquinha Mumu e estou muito feliz por estar aqui com vocês! Esses são meus amiguinhos (nesse momento entram os outros fantoches em cena): Cocó. Vaquinha: Nós estamos aqui. usando o palco. Carneirinho: Por que o governador da Palestina deu essa ordem? Vaquinha: Era preciso que todas as pessoas do país fossem contadas. na cidade de Nazaré. O evangelizador manejará 2 bonecos em cada mão ou poderá requisitar o auxílio de um assistente.. ANEXO 2 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 1 HISTÓRIA O NASCIMENTO DE JESUS (história narrada através de bonecos de dedo) Personagens: Vaquinha Mumu Carneirinho Memé Burrinho Hihó Galinho Cocó O evangelizador apresentará os bonecos às crianças. um de cada vez. onde haviam nascido.. Vaquinha: Sim. Mumu. Burrinho: Em um burrinho!. Carneirinho: E José e Maria para onde foram? Onde eles nasceram? Vaquinha: José e Maria seguiram para a cidade de Belém.. Quando Maria e José chegaram a Belém.. Vamos ouvi-la? Galinho: Eu gosto tanto de ouvir histórias! Burrinho: Conte logo. Galinho: E Belém. Hihó.. Carneirinho: Um dia. se houver possibilidade. Os bichinhos: Olá. Galinho: O governador do país onde José e Maria moravam. Vaquinha: “Em um país muito distante daqui.. José e Maria ficaram contentes e juntos começaram a se preparar para a chegada do nenenzinho. não conseguiram um lugar para dormir. ... a Palestina. era longe e Maria viajou montada em um burrinho. igual a você. chamado Palestina. criançada! Que bom estarmos aqui com vocês!.

.PLANO DE AULA Nº 1 . ofere- ceu-lhe o que tinha.. Carneirinho: Na estrabaria! Burrinho: Elamar viu que Maria estava esperando um bebê..MÓDULO II: O CRISTIANISMO . Galinho: Aquele menino deitado na manjedoura..JARDIM DE INFÂNCIA Galinho: Eles estavam tão cansados!. Ela brilhava tanto que o seu brilho atraiu vários pastores com suas ovelhas. Vaquinha: Um dos donos de um alojamento chamado Elamar.. Carneirinho: Aquela estrela brilhava. José e Maria precisavam descansar e aceitaram a oferta de Elamar. ofereceu-lhes a estrebaria para que lá pudessem dormir. CONT. onde pudessem ficar. Carneirinho: Chegando na estrebaria. Passado algum tempo. Vaquinha: Naquela noite. pegou uma manjedoura. Galinho: Mas. Burrinho: Manjedoura? Galinho: Manjedoura é o lugar onde colocamos a comida para os animais... Carneirinho: Mas se não havia mais a-lo-ja-men-to onde José e Maria passaram a noite? Todos os bichinhos: Onde?. Galinho: José. Carneirinho: “A-lo-ja-men-to”. José que pensava na chegada de seu filho. sabendo que não seria fácil para José e Maria acharem um local. e cansada! Sentindo pena dela. percebendo que o filho havia nascido. alojamento é um lugar onde as pessoas pagam para dormir. Burrinho: Por que ela estava em cima da estrebaria? Vaquinha: Aquela estrela anunciava a chegada de Jesus. Vaquinha: Na manjedoura o neném dormia tranqüilo e feliz. Maria deitou-se. (1) DO ANEXO 2 . cobriu-a de palha e ali deitou o nenenzinho. * * * . brilhava bem em cima da estrebaria. cercado pelos pastores e suas ovelhas. era Je- sus! Vaquinha: Brilhou a estrela de Belém! Jesus nasceu!. O que é isso? (surpresa) Burrinho: Ora Memé... Não encontraram um alojamento sequer.. ouviu um chorinho de criança. uma estrela muito bonita apareceu no céu. estrebaria não é o lugar onde se guardam os animais? Vaquinha: Sim.

PLANO DE AULA Nº 1 .JARDIM DE INFÂNCIA . (2) DO ANEXO 2 .CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

(3) DO ANEXO 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 1 .CONT.JARDIM DE INFÂNCIA .

CONT.PLANO DE AULA Nº 1 .JARDIM DE INFÂNCIA .MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (4) DO ANEXO 2 .

JARDIM DE INFÂNCIA .CONT.PLANO DE AULA Nº 1 . (5) DO ANEXO 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

CONT.JARDIM DE INFÂNCIA .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 1 . (6) DO ANEXO 2 .

era limitado. Surgiram as hipóteses de que fosse um come- ta. e prosternando-se o adoraram (Mateus. aliás. a vida seria mais ou menos promissora.” (. o planeta Vênus. a missão de Jesus na Terra foi pontilhada de fatos marcantes que tinham por objetivo gravar nos espíritos dos que lá viviam a importância do que estava em curso. perdurou por séculos. a composição e a estrutura estelar e suas outras características físicas.. como guia de seus passos. perceberam a manifestação espirítica luminosa preparada pelos Espíritos superiores. 1-2. a visita do anjo aos pastores e destes à manjedoura. Estes nasciam e morriam sob a influência dos planetas ou estrelas. O mesmo se deu com os magos e a estrela de Belém.9-11). através da qualidade dos fluidos emanados. A revelação sobre o nascimento do “rei dos Judeus”. Segundo os sábios. a gravidez de Isabel “estéril”. Ihes foram dados em sonho. Foi assim com a anunciação do anjo Gabriel a Maria. entenderam-na como uma estrela e cumpriram as determinações do mundo invisível. sob a forma de estrela cintilava aos olhos dos magos nada tinha de comum com os astros que povoam a imensidade. II: vv. Cap. o aviso de que um enviado do Grande Ser descera à Terra para ser o rei dos Judeus. Os três magos que eram também médiuns videntes. dizendo: “Onde está aquele que nasceu rei dos Judeus? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. uma estrela cadente. conforme essa influência fosse boa ou má. Nada se sabia sobre as leis do movimento. aí encontraram o menino com Maria. eis que do Oriente vieram alguns magos a Jerusalém. os Evangelhos levariam em seus registros os fatos memoráveis. para os destinos humanos. um disco voador. Era comum a crença de que os astros do céu regiam a vida dos homens na Terra. o comando para que viessem do Oriente a Jerusalém e que seguissem aquela “estrela”. A “estrela” dos magos deslocou-se à frente deles. Para o futuro. Muito se especulou sobre a origem da estrela-guia. praticando.. Qualquer corpo brilhante suspenso a grande distância ou aparentemente incrustado no firmamento poderia ser entendido como uma estrela. riqueza. sua mãe. à época. estudos e longevidade. O conhecimento a respeito dos corpos celestes. na marcha lenta e regular de homens que viajam. em termos de saúde. A luz que.. Essa crença que. a fim de regenerar a Humanidade. ANEXO 3 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 1 SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR O CASO DA ESTRELA DE BELÉM Sérgio Thiesen Tendo Jesus nascido em Belém de Judá. Desde o início. ao tempo do rei Herodes. um ato inteligente. o cântico de Simeão. facilitou a aceitação da idéia de que aquela “estrela” fosse a que regeria os destinos do Rabi da Galiléia. a mudez de Zacarias no templo.) e logo a estrela que tinham visto no Oriente Ihes tomou a dianteira e só se deteve quando chegaram ao lugar onde estava o menino. Quando viram a estrela eles se sentiram transportados de imensa alegria e entrando na casa. através de seus mentores. realização de desejos.. Foram Espíritos elevados que intensificaram a luminescência de suas .

Ele será grande. chamada Nazaré. Desnecessário ressaltar que as estre- las verdadeiras. (1) DO ANEXO 3 . nas proximidades da Terra. Encerrando sua participação naquele cenário sublime. no desdobramento do sono. e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi. noite santa”. Todas as providências são levadas a efeito. será chamado de Filho do Altíssimo. a uma virgem desposada com um varão chamado José. o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia. porém. (1) NAS VÉSPERAS DO SENHOR As forças do invisível. Maria! Encontraste graça junto de Deus. os auxiliares divinos. a mediunidade dos magos esteve novamente presente quando seus mentores. em processo de vidência mediúnica. no Alto. por isso o Santo que . Escolhem-se os instrutores. cheia de graça. adotando providências de vasta e generosa importância. É então que se movimentam as entidades angélicas do sistema. enquanto alvorecia uma nova era para o globo terrestre. agora. pelos confins da Criação e obedecem a leis físicas que as mantêm em movimentos previsíveis e por isso. nunca mais se esqueceria o Natal. para a alegria dos magos e para a glória do Pai Celeste. Este episódio foi um dos mais belos a ressaltar a excelsitude do Espírito que preparava a redenção da sua Humanidade e a deixar claro que Ele já estava entre os homens. quando reinava Augusto. da casa de Davi. porém.JARDIM DE INFÂNCIA vestes perispirituais. A Terra não podia perder a sua posição espiritual. Harmonias divinas cantavam um hino de sublimadas esperanças no coração dos homens e da Natureza. então. e o seu reinado não terá fim. em vista de tão nefastos acontecimentos. e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra. porém. e o nome da virgem era Maria. (2) A ANUNCIAÇÃO No sexto mês. A lição do Salvador deveria. capazes de impressionar o perispírito sensível dos magos. resplandecer para os homens. o Senhor está contigo!” Ela ficou intrigada com esta palavra e pôs-se a pensar qual seria o significado da saudação. e. O obscuro rei desejava localizar o menino Jesus para não permitir — o que julgava uma ameaça — que o reinado da luz se estabelecesse entre os judeus. Uma atividade única registra-se.” Maria. jamais poderiam servir como lanternas nas mãos dos Espíritos. A manjedoura é o teatro de todas as glorificações da luz e da humildade. viu-se uma noite cheia de luzes e de estrelas maravilhosas.MÓDULO II: OCRISTIANISMO . são a principal estrutura física a compor o Universo visível. pelas suas dimensões e estrutura. avisaram-nos de que não retornassem a Herodes e seguissem outro caminho. Muitas lágrimas foram vertidas. na sede do governo do mundo. nas esferas mais próximas do planeta. disse-lhe: “Alegra-te. e. Entrando onde ela estava. controlando-lhes a liberdade com a exemplificação perfeita do amor. Eis que conceberás e darás à luz um filho. a “noite silenciosa. seu pai. acrescentou: “Não tenhas medo. se eu não conheço homem algum?” O anjo respondeu: “O Espírito Santo virá sobre ti. não descansaram. mesmo superiores. ele reinará na casa de Jacó para sempre. CONT. O Cristo reúne as assembléias de seus emissários.PLANO DE AULA Nº 1 . depois das conquistas da sabedoria ateniense e da família romana. disse ao anjo: “Como é que vai ser isso. e o chamarás com o nome de Jesus. como corpos celestes que formam o cenário de nossas noites. O anjo. os precursores imediatos.. agregando e condensando fluidos e dando-Ihes forma estelar..

trata-se de saber se é possível um fato de tal natureza. 2005. item 4. não hoje. era possível acreditassem que fosse. Reformador. faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se. não procedem de outra causa. A Gênese. tua parenta. Maria: “Eu sou a serva do Senhor. quando se conhece a natureza das estrelas. A Bíblia de Jerusalém. Na época em que o fato ocorreu. Roma. naquela circunstância. 2006. Rio de Janeiro: FEB.” Disse. Muitos fatos desse gênero. 4. Um Espírito pode aparecer sob forma luminosa. e este é o sexto mês para aquela que chamavam de estéril. concebeu um filho na velhice. XAVIER. Allan. Os milagres do Evangelho. XIV. nada é impossível. Cap. Sérgio. . agosto de 1994. _____________________ 1. 3. ou transformar uma parte do seu fluido perispirítico em foco luminoso. 33 ed. (S. O que é certo é que. Ano 112. Cap. que nada apresenta de sobrenatural. A Caminho da Luz. XI. São Paulo: Edições Paulinas. ou se não passa de uma figura indicativa de que os magos foram guiados de forma misteriosa ao lugar onde estava o Menino. não deve ser passado na íntegra para a criança. Também Isabel.) Não se trata de saber se o fato que S. a luz não podia ser uma estrela. Pg 18. Mateus narra é real. Para Deus. (3) ESTRELA DOS MAGOS Diz-se que uma estrela apareceu aos magos que foram adorar a Jesus. porquanto então se cria serem as estrelas pontos luminosos pregados no firmamento e suscetíveis de cair sobre a Terra. modernos e perfeitamente autênticos. Francisco Cândido. dado que não há meio algum de verificação. Mateus. Novo Testamento e Salmos. Cap. ed. 48. XV. nos 13 e seguintes. THIESEN.JARDIM DE INFÂNCIA nascer será chamado Filho de Deus. 2. nº 1985. por não ter como causa a que lhe atribuíram. então. Evangelho Segundo São Lucas. I. Rio de Janeiro: FEB.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . KARDEC. CONT (2) DO ANEXO 3 . que ela lhes ia à frente indicando-lhes o caminho e que se deteve quando eles chegaram. 2:1 a 12. Entretanto. não deixa de ser possível o fato da aparição de uma luz com o aspecto de uma estrela. Rio de Janeiro: FEB. (Cap. A mediunidade nos Evangelhos (II). vv 26-38.PLANO DE AULA Nº 1 . 1984.) (4) Observação: Este subsídio serve apenas para esclarecer o evangelizador. com efeito.

Ç Ç C7 F E uma estrela no céu surgiu também. C7 F Foi o galinho. ANEXO 4 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 1 MÚSICA NA MANJEDOURA Letra e música: Lenora Pinto Mendes . hi. mú. hi. có. mé. Esta música consta do (BIS) Relançamento da Apostila de Mú. Ç C7 F E o carneirinho. mé. trativas Nos1 e 2. C7 F E brilhou e brilhou lá em Belém. mé. có. hó. mú. ró. C7 F sica de 1984. mú. mé. E o burrinho. com fitas demons.Niterói . hó.RJ } F C7 F Vocês sabem quem viu Jesus nascer? C7 F Foi a vaquinha. . có. mú.

1) . ANEXO 5 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 1 MÁSCARAS VAQUINHA (ILUST.

JARDIM DE INFÂNCIA CARNEIRINHO (ILUST.CONT. (1) DO ANEXO 5 .PLANO DE AULA Nº 1 . 2) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

JARDIM DE INFÂNCIA GALINHO (ILUST.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (2) DO ANEXO 5 .CONT.PLANO DE AULA Nº 1 . 3) .

PLANO DE AULA Nº 1 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT.JARDIM DE INFÂNCIA BURRINHO (ILUST. (3) DO ANEXO 5 . 4) .

(4) DO ANEXO 5 . 5) .PLANO DE AULA Nº 1 .JARDIM DE INFÂNCIA ESTRELA (ILUST.CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

afazeres domésticos. seu amor por eles ajudan. * Convidar os evangelizandos para que. pintaria. TÉCNICAS ção de Jesus nas tarefas lhava em sua oficina de car. pergunta corretamente.Quais as ferramentas que ele * História e gravuras. * A seguir. pintaria. * Desde pequeno. * Jesus gostava muito de . Mais * Levar para sala um grande dado e * Participar do jogo didático. aprendeu com seu numerar as perguntas abaixo de 1 pai o ofício de carpinteiro a 6. . mésticos. nunca perdeu a oportu.Onde funcionavam as escolas.Como Jesus ajudava nas tare. assimilado o conteúdo refe.Qual era a profissão de José? cartolina. * Interrogatório.Quem era a mãe de Jesus? hidrocor. demonstrava usava? * Caixas de fósforo vazias. propor a realização de um rente à aula anterior.Quem era o pai de Jesus? * Dado confeccionado em . sua mãe. * Narrar fatos ocorridos na in. * Jogar o dado e responder à cerdotes. e Maria. caneta do-os. na época de Jesus? nidade de ensinar a todos. ria. * Participar da atividade pro. . um de cada vez. * Iniciar a aula fazendo uma breve re. jogo didático para responder pergun. posta demonstrando ter domésticas.A quem Jesus surpreendeu com sejam moços ou velhos.* Jesus ajudava a mãe nos fância de Jesus. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO I UNIDADE: JESUS E SUA DOUTRINA PLANO DE AULA Nº. . tas. na qual conversou com os sa. . . fazia todos os serviços do. .Onde Jesus nasceu? * Jogo didático. . . * Exposição participativa. . capitulação da aula anterior. PARTICIPAREM COM INTERESSE DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES.Jesus ajudava seu pai? Como? tesoura. tarde. E DEMONSTRAREM COLABORAÇÃO E COOPERAÇÃO COM OS COLEGAS DURANTE OS TRABALHOS DE CONFECÇÃO. traba.* José. joguem o dado e res. cola. RECURSOS e passou a ajudá-lo na car. é seus ensinamentos? conhecido o fato sobre a vi. cordão. seus pais. 2 JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) SUBUNIDADE:AVIDA DE JESUS: SUA INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Dizer qual era a participa. * Exposição narrativa. fas da casa? monstrava grande sabedo.Para que Jesus se preparava? sita de Jesus ao Templo. pondam à pergunta que correspon- de ao número sorteado. AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE OS EVANGELIZANDOS RESPONDEREM ÀS PERGUNTAS ACERTADAMENTE. pai de Jesus. botões. Jesus de. etc.

convidar as crianças * Confeccionar um móvel para trabalharem de carpinteiros. demonstrando criatividade como José e Jesus. zador. e em atitu- seguida. gração do conteúdo. da exposição. de de respeito e silêncio. CONT. aula nº 1 para comple- mentar a preparação * A seguir. derá utilizar caixas va- zias e/ou outro material * Após ouvir as respostas. * Fazer uma pequena exposição do * Colaborar na organização material confeccionado. * Concluir a aula relembrando o ensino * Ouvir com atenção a con- de Jesus relativo à colaboração e em clusão da aula. prece. lando e incentivando a criatividade e a participação de cada um. e habilidades psicomo- cionando móveis. proferir a prece de encerra. a mento. DO PLANO DE AULA Nº 2 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Repetir a atividade fazendo com Obs: O evangelizador po- que todos os alunos participem. a integração do conteúdo refor. çando o ensino acerca da cola- boração e do amor de Jesus para * Utilizar os subsídios da com sua família. (Anexo 2) toras. vuras. realizar * Ouvir com atenção a inte. (Anexo 1) * Em seguida. narrar a história Jesus * Ouvir a história narrada. doutrinária do evangeli- e sua família com auxílio de gra. confec. de sucata. . estimu.

. Carpinteiro ........ Habilidade ....... ........ Doutores da Lei .... e jamais..... Comportado .... maltratar.. aqueles que tinham muitos conhecimentos da Lei. qualidade de alguém que é capaz de realizar algo com boa adaptação psicomotora........... Tinha doze anos nessa ocasião e se preparava para desempenhar grande missão na Terra..... Sentia prazer em ajudar sua mãe...... água e com muita alegria atendia aos seus pedidos.. alguém o viu agredindo seus companheiros.. Manejava ..... quando José e Maria se distraíram. pois eram muito religiosos... executar algo usando as mãos. Era um menino sadio.. Fazia trabalhos com a madeira............ E. Jesus freqüentava a escola e era um aluno muito inteligente e estudioso.. não maltratava os animais nem as plantas.... Jesus foi conversar com os Doutores da Lei no Templo........ Jesus ia vivendo! As escolas..... que procede bem.... edifícios construídos em honra a uma divindade.. o serrote e outras ferramentas. ANEXO 1 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 2 HISTÓRIA JESUS E SUA FAMÍLIA Jesus vivia alegremente com seus pais: José e Maria..... que trabalha com madeira.. destreza.. ato de fazer.. Certo dia.... O pai de Jesus trabalhava em sua oficina ao lado da casa. carregava lenha.................... GLOSSÁRIO Agredir . naquele tempo... Sadio ..... que tem boa saúde........ Manejava com habilidade o martelo. atacar... funcionavam nos Templos.... gostava de brincar como os outros meninos de sua idade...... Templos . começou a ajudá-Io na execução das encomendas. José era carpinteiro. deixando-os surpresos com os seus conhecimentos e sua inteligência... Jesus e sua família sempre freqüentavam o Templo. sempre muito comportado....... e quando cresceu um pouco mais................ Executar ......... local onde se celebram cultos... Jesus gostava muito de estar junto ao pai. assim.

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 1) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (1) DO ANEXO 1 .CONT.PLANO DE AULA Nº 2 .

(2) DO ANEXO 1 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT.PLANO DE AULA Nº 2 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 2) .

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 3) .PLANO DE AULA Nº 2 .CONT. (3) DO ANEXO 1 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (4) DO ANEXO 1 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 4) .PLANO DE AULA Nº 2 .

MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 5) .PLANO DE AULA Nº 2 . (5) DO ANEXO 1 .CONT.

papel. ANEXO 2 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 2 ATIVIDADE DIDÁTICO-RECREATIVA COMO MONTAR A MOBÍLIA Cortes feitos com tesoura nas caixas de fósforo. agulha. Material: caixa de fósforo. cola. . tesoura. fio.

(1) DO ANEXO 2 .CONT.PLANO DE AULA Nº 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA .

PLANO DE AULA Nº 2 . (2) DO ANEXO 2 .JARDIM DE INFÂNCIA .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT.

JARDIM DE INFÂNCIA . (3) DO ANEXO 2 .PLANO DE AULA Nº 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT.

etc. guntas a aula anterior. ALEGRIA E ENTUSIASMO. so Pai. seguir os ensinamentos de nam a necessidade do Jesus. cuidados com a Natu- reza. gravuras expostas. recapitular com breves per. * Conversa informal. * É nosso Mestre pelos en. – Homens trabalhando. COM INTERESSE. * Observar com atenção as e como as crianças podem que sabe mais que nós e gumas figuras que ilustrarão os en. ensinar e comentar a * Cantar com alegria. caridade. 3 JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) SUBUNIDADE: JESUS. as pessoas. * Pintura. * Música. * Material para pintura. * Participar. (Anexo 2) * Dizer como Jesus demons- trou seu amor às crianças * Jesus é nosso Mestre por. AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE OS EVANGELIZANDOS PARTICIPAREM DAS ATIVIDADES PROPOSTAS. Mestre. * Compreender que é muito sinamentos que nos trans. * Jesus ama as crianças do – Homens cuidando de animais mundo inteiro. cultos ou incultos. no Templo aos Doutores da letra da música Jesus. tar junto de Jesus é amar – Professor e alunos. demonstrar seu amor a veio ao mundo nos ensinar sinamentos do nosso Mestre Jesus. trabalho. com interesse. ricos. Es- – Homens semeando. (Anexo 1) do o conteúdo anterior. fraternidade. demonstrando ter assimila- Mestre. Aos doze anos já ensinava * Interrogatório. * Em seguida. apresentar al. nos quais predomi- – Mãe abraçando filhos. TÉCNICAS ser Jesus nosso Irmão e moços ou velhos. * Jogo recreativo. vuras que retratem amor. pobres ou nado. – Crianças ajudando um adulto no trabalho doméstico. união. * O evangelizador deverá mostrar gra. . a toda Criação de Deus nos. – Crianças brincando. a Natureza. (Anexo 4) * Álbum sanfonado. Amor. * Depois de cantarem. e convida-as e plantas. a Lei do Amor. * Gravuras. – Adultos cuidando de crianças. importante para todos nós mitiu. NOSSO IRMÃO E MESTRE OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Citar fatos que comprovem * Ele ensinava a toda gente: * Utilizando-se de um álbum sanfo. a estarem junto d’Ele. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITABRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO I UNIDADE: JESUS E SUA DOUTRINA PLANO DE AULA Nº. – Crianças colaborando com adul- tos. Irmão e Lei. RECURSOS Jesus.

ilustrações (uma para cada e. devemos também em diálogo com o evange- nossas ações. * Ouvir a prece em atitude de respeito. desenvolver a aula. gravuras apresentadas. * Finalizada a brincadeira. Nota: * As gravuras precisam es- * Apresentar as gravuras relacionando. * Observar com atenção as tar adequadas à vivên- as com os ensinamentos de Jesus. cia familiar e social das compará-las e mencionar os crianças. * Perguntar: * Responder às perguntas – O que Jesus nos ensinou? corretamente. concluir a * Ouvir com atenção a aula relembrando alguns ensina. * Encerrar a aula com uma prece. como na * Participar com interesse do brincadeira. conclusão da aula. propor um * Relaxar durante a música. relaxamento. lhes que as pintem. * Conversar mostrando que. nosso Mestre ? – Como podemos cuidar da Na- tureza? – Como demonstramos amor a outras pessoas? * Após ouvir as respostas. nosso lizador. DO PLANO DE AULA Nº 3 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO – Crianças abraçando crianças. xo 3 preparando-se para vangelizando) do anexo 4 e pedir. CONT. ensinamentos de Jesus. – O que devemos seguir? – Por que devemos seguir Je- sus. nos seus ensinamentos. distribuir às crianças as * Estudar o texto do ane- * Colorir a ilustração. . disci- o Mestre. (Anexo 5) plina e seguindo correta- mente as instruções dadas. convidar as crianças * Participar da atividade com para participar da brincadeira Siga respeito ao colega. * Em seguida. seguir Jesus. Mestre. mentos de Jesus. Selecionar uma música adequada. * Depois.

2) ÁLBUM SANFONADO (Ilust. 1) 2. (Ilust. e · fita gomada ou crepe. Confecção: 1. ANEXO 1 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 3 RECURSO DIDÁTICO ÁLBUM SANFONADO Material necessário: · papel cartão. deixando cerca de 3 cm entre eles para dar mobilidade ao álbum. (Ilust. ou fita crepe. · tesoura e/ou estilete. Fazer o corte. nos 4 cantos. 3) (Ilust. ou tecido (frente e verso). Unir os retângulos de papel cartão com fita gomada. 1) de forma a possibilitar o encaixe das gravuras (Ilust. 3) . Cortar o cartão em retângulos maiores que o tamanho da gravura que será apresentada. 2) 3. 3cm abaixo das extremidades do papel cartão (Ilust.

IRMÃO E MESTRE Letra e música: Vilma de Macedo Souza Obs: Esta música consta do álbum de música com Fita Demonstrativa nº 3. ANEXO 2 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 3 MÚSICA JESUS. .

que o considerassem milagreiro ou taumaturgo. E não o encontrando. Jesus predisse com pormenores e particularidades o cerco. para Nazaré.” Ele respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo estar na casa de meu Pai?” Eles. Lázaro. Três dias depois. a queda e a ruína de Jerusalém. Jesus aclarava as páginas escriturísticas. Transformou água em vinho nas bodas de Caná da Galiléia. por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu. e era-lhes submisso. finalmente. tornava-se robusto. reumáticos e leprosos. ouvindo-os e interrogando-os. . Jesus realizou maravilhas. enfermos de toda casta que a ele recorreram em busca do maior bem temporal – a saúde. Pensando que ele estivesse na caravana. diante de Deus e diante dos homens. enchia-se de sabedoria. não pretendendo. doidos e lunáticos. voltaram a Jerusalém à sua procura. eles voltaram. Ao vê-lo. da letra que mata. E o menino crescia. ficaram surpresos. No entanto. também. surdos-mudos. Jesus freqüentava o templo e as sinagogas onde atendia aos sofredores e ensinava ao povo as verdades eternas. e todos os que o ouviam ficavam extasiados com a sua inteligência e as suas respostas. aflitos. eles o encontraram no Templo. paralíticos. Sua mãe. mas nunca se inculcou levita ou sacerdote. e puseram-se a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. fazendo realçar. sua cidade. porém não consta que pretendesse as prerrogativas de vidente ou de profeta. segundo o costume. e a mãe lhe disse: “Meu filho. jamais o Senhor pretendeu que o dissessem médico. E Jesus crescia em sabedoria. (1) JESUS. ou clínico. devassando-Ihes os arcanos mais secretos. mas o menino Jesus ficou em Jerusalém. Terminados os dias. impondo inconcebível autoridade às ondas revoltas do oceano. porém. sem que seus pais o notassem. mas não se apresentou como exegeta ou ministro da palavra. não compreenderam a palavra que ele lhes dissera. tais como: alimentar mais de cinco mil pessoas com três pães e dois peixes. sentado em meio aos doutores. como essa. voltaram à Galiléia. o espírito que vivifica. Ressuscitou a filha de Jairo. o filho da viúva de Naim e. O MESTRE Jesus curou cegos de nascença. fêz várias outras profecias de alta relevância. em estatura e em graça. sarou. ANEXO 3 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 3 SUBSÍDIOS PAR A O EVANGELIZADOR O MENINO JESUS NO MEIO DOS DOUTORES Terminando de fazer tudo conforme a Lei do Senhor. e muitos outros prodígios operou. e a graça de Deus estava com ele. conservava a lembrança de todos estes fatos em seu coração. acalmar tempestade. andaram o caminho de um dia. Desceu então com eles para Nazaré. hidrópicos. te procurávamos. porém. apesar disso. epilépticos. Quando o menino completou doze anos. subiram para a festa. Seus pais iam todos os anos a Jerusalém para a festa da Páscoa. Penetrava o íntimo dos homens. sendo que este último já estava sepultado havia quatro dias.

Todos. vv 39-52. na conversão de nossas almas. antes com a máxima franqueza e toda a ênfase: o título de mestre. 125-127. foi o de “mestre”.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . 1984. distribuir o pão do Espírito – tal a obra da educação. “Quando eu for levantado no madeiro. mediante o poder incoercível da educação. o atestado da fé viva e inabalável que Jesus tem na transformação dos corações. ainda que fizesse jus às mais excelentes denominações honoríficas que possamos imaginar. Que dúvida poderá restar a nós outros. na renovação de nossa vida. DO ANEXO 3 . Cap. porque só um título Jesus reclamou. Sim. Portanto. (2) VINÍCIUS. Dirigindo-se aos seus discípulos. sobre o rumo que deve tomar a nossa atividade. advertiu-os desta maneira: “Um só é o vosso mestre. no seu sentido lato e amplo? Trabalhemos. 8 ed.” asseverou ele.PLANO DE AULA Nº 3 . néo-cristãos. porque. Esse o título por ele reivindicado. É significativo! “Eu sou a luz do mundo. Evangelho Segundo São Lucas. Vemos por aí como é radical a sua confiança. chamando-o a si.. atrairei todos a mim. com ardor e entusiasmo pela causa da educação da Humanidade. São Paulo. Sua fé na obra da redenção humana. a glória e as honras terrenas. através da educação. uma vez que o advento do Espiritismo é o do Consolador prometido? Que outra forma poderemos dar ao nosso trabalho. . Educar é remir. Dispensou. um só brasão fêz questão de ostentar: ser mestre. igualmente. sem rebuços. Em torno do Mestre. Edições Paulinas. alegando que o seu reino não é deste mundo. é absoluta. O Filho de Deus deu-se em sacrifício pela causa da liberdade humana. 2002. Jesus é o Mestre excelso. sou o pão que desceu do céu” – proclamou o Senhor. começando pela infância e pela juventude desta terra de Santa Cruz. A cruz plantada no cimo do Calvário não representa somente a sublime tragédia do amor divino: representa também o símbolo. o trono. o Educador incomparável. II. a ninguém mais chameis mestre senão a mim. a saber – o Cristo. tal a missão do Redentor da Humanidade. dizemos bem. Rio de Janeiro: FEB.JARDIM DE INFÂNCIA O único título que Jesus reclamou para si. Esparzir luzes. realmente. a realeza. pois. que por esse ideal se ofereceu em holocausto. como aquela que se prende à educação. Novo Testamento e Salmos. não uma parcela.. mas a totalidade. CONT. revelar a verdade. sou a verdade. o mestre. Pg. é inabalável. nem perífrases. acordando as energias espirituais. (2) ____________ (1) A Bíblia de Jerusalém. Jesus. notemos bem. a sua crença na reabilitação dos culpados.” Jesus rejeitou o cetro. que seja tão eficaz. da educação. e o fêz sem rodeios. tão profícua e benéfica à renovação social. ser educador. Tão firme é a sua crença na regeneração dos pecadores.

(Ilust.. ANEXO 4 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 3 FIGURAS Perdoar quem nos magoa. 1) ..

CONT..JARDIM DE INFÂNCIA Cuidar das plantas. (1) DO ANEXO 4 .. 2) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 3 . (Ilust.

CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . 3) .JARDIM DE INFÂNCIA Ajudar sempre. a quem precisa (Ilust. (2) DO ANEXO 4 .PLANO DE AULA Nº 3 .

AICNÂFNI ED MIDRAJ .4 OXENA OD )3( .3 ºN ALUA ED ONALP .TNOC Ajudar a mãe no trabalho doméstico (Ilust. 4) .OMSINAITSIRC O :II OLUDÓM .

MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (Ilust. 5) .PLANO DE AULA Nº 3 .JARDIM DE INFÂNCIA Cuidar dos animais.CONT.. (4) DO ANEXO 4 ..

PLANO DE AULA Nº 3 . (5) DO ANEXO 4 . 6) .JARDIM DE INFÂNCIA Ajudar aos idosos (Ilust.CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

(6) DO ANEXO 4 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 3 . 7) .CONT.JARDIM DE INFÂNCIA Auxiliar sempre que for necessário (Ilust.

Observação: o mestre poderá ser o evangelizador. J. Variação: se a turma for muito grande. mas se for uma criança. dando oportunidade a mais alunos para que exerçam o papel de mestre. em fila. Tempo: · 10 minutos ou enquanto houver interesse por parte das crianças. ao sinal preestabelecido.). as crianças. · exercitar a observação. gesticular. 126. dos. que caminhará realizando evoluções variadas (andar em círculos. 3. Posição · Crianças em fila. saltar. escolher o mestre. que será aquele que determinará o que se vai fazer e a quem as crianças seguirão. ANEXO 5 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 3 JOGO DIDÁTICO-RECREATIVO SIGA O MESTRE Objetivos: · desenvolver a coordenação motora. põem-se a acompanhar o mestre. Desenvolvimento: 1. escolhendo um mestre para cada um dos grupos. pode-se dividi-la em grupos. _________________ REIS. deverá ser substituída. pôr-se de cócoras. organizar a fila e posicionar o mestre ocupando o primeiro lugar. p. . etc. Heloísa F. 4. indo ocupar o último lugar da fila. estabelecer como regra que a criança que deixar de seguir (imitar) o mestre pagará uma prenda. Ozon. 2. Recreação Infantil. após um tempo. 4. ed. pular um obstáculo. · estimular a atenção. São Paulo.

O paraíso jamais será adquirido pela sagacidade da compra. Agenda Cristã . É atingível pela nossa boa vontade em fugir ao purgatório ou ao inferno da própria consciência.

cera. – Crianças estudando. agindo – Como eram seus pais? nos corações e nos lares. * Observar as gravuras expli. etc. xo 1) pel ofício.. (árvores. . é – O que ele ensinava? eternas ao seu povo. do fatos ensinados. (6) – Quem está ajudando ao pró- ximo? AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE TODOS OS EVANGELIZANDOS PARTICIPAREM DAS ATIVIDADES COM ALEGRIA E DEMONSTRAREM COMPREENSÃO SOBRE O ENSINO DE JESUS ANALISADO. 4 SUBUNIDADE: OS ENSINOS DE JESUS JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Dizer quais são as quali. * História e ilustrações. * Material para desenho: pa- * Narrar o episódio O óbulo te significativo o Divino Ins. didos nas aulas anteriores.. de ter empregado parábo.” (5) * Recapitular o conteúdo fazendo * Responder às perguntas re. os elementos do cotidiano como Jesus pregou e co sobre a vida de Jesus? para ensinar as verdades exemplificou.. * Responder às perguntas fei- em atividade a Razão (.. – Pessoas destruindo a natureza.) o método parabólico jogando lixo no chão.. gizão de sinar e instruir os seus dis. las como processo de en. cantando a música e citan- cador. do gravuras que retratem pessoas cando o seu significado. e * Iniciar a aula cantando a música * Relembrar a aula passada TÉCNICAS dades de Jesus como edu. (. * Dizer que Jesus utilizava * “O Cristianismo puro. – Onde ele vivia? RECURSOS mar a sociedade. * Exposição participativa. * Interrogatório. * “É digno de nota e bastan.). * Gravuras.) Jesus é mestre. folhas naturais da viúva. deixá-las ex. realizando as seguintes ações: (Ane. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO I UNIDADE: JESUS E SUA DOUTRINA PLANO DE AULA Nº.) * Após apresentá-las. o fermento que há de refor.” * Música.” (6) – Pessoas brigando ou discutindo. recortes em papel – Cuidando de animais ou plantas. como tal veio ao mundo ensinada na aula anterior. espírito do homem. cípulos. capim. (5) * Introduzir o novo conteúdo mostran.. tal – Vocês já aprenderam um pou.) força o educando a pensar e refletir. cartão. salvar a Humanidade pro. roseira. é a força. – Auxiliando outras pessoas. perguntas: visando os conteúdos apren..)” postas e perguntar: tas pelo evangelizador. * “(. fita durex. trutor e Guia da Humanida. movendo a educação do * Exposição narrativa. * “(. * Desenhos em relevo. pondo (....

sapatos. * Os subsídios para o evan- ples para ensinar as verda- – Que pequenos favores pode. CONT. posta. * Ouvir as respostas das crianças incentivando-as à prática de peque- nos favores. colocar realias de roupas. * As crianças deverão simular uma doação escolhendo uma figura e colocando-a no gazofilácio. trazen. encerrando – Quem preserva o meio ambi- material e à moral através em seu entrecho um ente está fazendo caridade? dos exemplos: a visita a um ensinamento. ente. – Como a criança pode prati- amigo doente.) as parábolas são uma – Quem está agindo de acordo Obs: O evangelizador po- espécie de alegoria. res.” * Relatar o ensino de Jesus. a campanha do qui- (6) da viúva. gelizador se encontram no des do Reino dos Céus: se- mos fazer em casa. mentes. o auxílio a quem esti- Adaptar a história à idade e ao co. um sapato ou um brinquedo para doar ao Centro Es- pírita. sapato ou zer esse tipo de caridade. * Serve-se das imagens sim- * Propor o questionamento: * Responder ao questionamen. * Participar da atividade pro- ção de vivência colocando no cen. lo. do uma roupa. com auxílio de gravuras. peixes. certa mora. donas de casa. falando a agriculto. * Após todos terem participado da * Trazer na próxima aula. moedas. previamente recor- tadas.. ovelhas. a prece lidade que deve ser descober. Em uma caixa. (1) DO PLANO DE AULA Nº 4 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * “(. O óbulo * Ouvir a passagem do Evan. ver precisando. al- atividade. * Propor uma atividade de simula. etc. car caridade? para alguém que está do- ta pelos leitores ou ouvintes. gum objeto (roupa. pescadores.. . res que podemos prestar na anexo 2. brinquedo a uma criança adaptados aos ouvintes. to citando os pequenos favo. na escola. representando o gazofi- lácio da história. na rua e no Centro Espírita? vida diária. pastores. dizer-lhes que poderão fa. (Ane. história com o que Jesus ensinou? derá referir-se à caridade ou composição. xo 3) asilada. tro da sala uma caixa com uma fenda. levar um * Seus ensinos são sempre tidiano dos evangelizandos. brinquedo) para ser doado. gelho. brinquedos.

* Participar da atividade de de- xo 4. * Estimular a vivência e a prática da caridade. dizendo que todos po- dem fazer como a viúva da história narrada. propor a atividade do ane. CONT. * Encerrar a aula com uma prece. senho proposta.(2) DO PLANO DE AULA Nº 4 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * A seguir. . * Ouvir a prece em silêncio.

ANEXO 1 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 4 ILUSTRAÇÕES (Ilustração 1) .

PLANO DE AULA Nº 4 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 2) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT. (1) DO ANEXO 1 .

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 3) .PLANO DE AULA Nº 4 .CONT. (2) DO ANEXO 1 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

PLANO DE AULA Nº 4 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 4) . (3) DO ANEXO 1 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .CONT.

CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 5) . (4) DO ANEXO 1 .PLANO DE AULA Nº 4 .

( O Livro dos Médiuns. etc. por usufruir de um pouco do supérfluo que lhe falta. nos. será de outro. Infelizmente. mas. se eles os perscrutassem. a maioria vive a sonhar com os meios de mais facilmente se enriquecer de súbito e sem esforço. Allan. se não for de um modo. devem consolar-se da impossibilidade em que se vêem de fazer todo o bem que desejariam. item 6. mil ocasiões encontrará de realizar o seu desejo. É sem dúvida louvável a intenção e pode até nalguns ser sincera. para de tudo isso dar uma parte ao próximo? Também aí está a dádiva do pobre. prodigalizar um consolo. desejando fazer bem aos outros. estaria em procurar ele no seu trabalho. Grande seria realmente a satisfação do primeiro. O ponto sublimado da caridade. para lhes dar boa aplicação. do seu trabalho. do seu tempo. do recebimento de inesperadas heranças. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. no pleno gozo de suas faculdades. e. Aliás. Haveria nisso o sacrifício que mais agrada ao Senhor. nesse caso. Tradução de Guillon Ribeiro. * * * ________ KARDEC. seja completamente desinteressada em todos? Não haverá quem. correndo atrás de quimeras. Cap. do que dá privando-se do necessário. nem compreendem a sagrada finalidade do Espiritismo e. ANEXO 2 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 4 SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR Muita gente deplora não poder fazer todo o bem que desejara. se pudesse socorrer. contudo. anula o mérito do intento. Dar-se-á. Rio de Janeiro: FEB. se essa satisfação lhe é negada. O Evangelho segundo o Espiritismo. não possa prestar um serviço qualquer. Que dizer dos que esperam encontrar nos Espíritos auxiliares que os secundem na consecução de tais objeti- vos? Certamente não conhecem. será só com o dinheiro que se podem secar lágrimas e dever-se-á ficar inativo. de uma favorável ensancha aleatória. de seus talentos. em larga escala. Não dispõem todos. dizem. 294 e 295. mino- rar um sofrimento físico ou moral. ainda menos. quais a descoberta de tesouros. a missão dos Espíritos a quem Deus permite se comuniquem com os homens. se desejam possuir riquezas. por propor- cionar a si mesmo alguns gozos mais. muito estimaria poder começar por fazê-lo a si próprio. do seu repouso. fazer um esforço útil. pelo emprego de suas forças. 2a Parte. visto que. 2005. mas que se lhes depararia no fundo dos seus corações. com a verdadeira caridade. ed. o homem pensa nos outros antes de pensar em si.) Aqueles cuja intenção está isenta de qualquer idéia pessoal. desde que se não tenha dinheiro? Todo aquele que sinceramente deseja ser útil a seus irmãos. pronto a dar aos pobres o resto? Esta segunda intenção. à falta de dinheiro. XIII. pesa mais na balança de Deus do que o ouro do rico que dá sem se privar de coisa alguma. os recursos de que carece para realizar seus generosos propósitos. porque ninguém há que. lembrando-se de que o óbulo do pobre. de sua inteligência. o óbulo da viúva. Procure-as e elas se lhe depararão. Daí vem o serem punidos pelas decepções. . 124. é. que esses tais porventura dissimulam aos seus próprios olhos. por falta de recursos suficientes. submeta-se e se limite a fazer o que possa. a indigência.

. item 5. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. em que eram recolhidas e conservadas as oferendas. deu mesmo tudo o que tinha para seu sustento. XIII. – por isso que todos os outros deram do que lhes abunda. Tradução de Guillon Ribeiro. disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viú- va deu muito mais do que todos os que antes puseram suas dádivas no gazofilácio. perguntar: 1. substituindo as palavras desconhecidas. 2005. Ed. Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. O que a viúva depositou no gazofilácio? 2. Era uma quantia grande? 3. Marcos. Gazofilácio . viu que muitas pessoas ricas o deitavam em abundância. Lucas. por palavras que sejam assimiladas pelos evangelizandos desta faixa etária. – Nisso. O que vocês entenderam do comentário de Jesus? 4.local. O que é caridade? Observação: o evangelizador deverá contar a parábola em forma de história. em um templo. 12:41 a 44. a observar de que modo o povo lançava ali o dinheiro. Com base nos diversos aspectos da passagem narrada. Todas as pessoas podem fazer caridade? 5. S. Cap. Rio de Janeiro: FEB. veio também uma pobre viúva que apenas deitou duas pequenas moedas do valor de dez centavos cada uma. 21:1 a 4) ________ KARDEC. (S. ao passo que ela deu do que lhe faz falta. 124. – Chamando então seus discípulos. ANEXO 3 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 4 PARÁBOLA O ÓBULO DA VIÚVA Estando Jesus sentado defronte do gazofilácio.

CONT. (1) DO ANEXO 3 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 4 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 1) .

PLANO DE AULA Nº 4 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 2) .CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (2) DO ANEXO 3 .

PLANO DE AULA Nº 4 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 3) .CONT. (3) DO ANEXO 3 .

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 4) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (4) DO ANEXO 3 .CONT.PLANO DE AULA Nº 4 .

água.No papel branco ficará marcada a textura das folhas e das figuras geométricas. pedir-lhes para que coloquem uma folha branca sobre as folhas e as figuras geométricas.Distribuir 1 folha de papel e deixar que as crianças escolham as folhas naturais de árvores. . . deitado. roupas. a folha poderá ser presa com durex. .folhas naturais de árvores. . .folha branca (sulfite). sob uma folha branca. * * * .gizão de cera. . sobre o papel branco que estará sobre as folhas e as figuras geométricas. passar o gizão de cera. Material necessário: . (preferencialmente folhas que possuem textura e formato variado). Ex: gravuras de brinquedos. as figuras geométricas e as cores do gizão de cera (no máximo dois). se necessário. .fita durex. Técnica: .figuras geométricas recortadas em papel cartão.Depois. .Em seguida. alimentos. . 2.O evangelizador poderá fazer a atividade uma vez para que todas as crianças vejam o efeito e conheçam a técnica utilizada. roseira. ANEXO 4 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 4 TÉCNICA DE DESENHO DESENHO EM RELEVO 1. etc. . capim.Substituir as figuras geométricas por alguns itens que podem ser doados aos necessitados. formando um desenho livre.O evangelizador orientará para que distribuam aleatoriamente as folhas e as figuras geométricas. etc.

Agenda Cristã . de modo que se não instalem na casa sinistra do ódio. Controle seus melindres.

RECURSOS A cada dia um de nós reali. para pescadores. * Receber os pacotinhos dis- evangelizando. * Pedrinhas. pacotinhos conten. * Terra. comê-las ou que o sol as – Vamos embelezar o jardim da seque. lavras. de plástico ou latinhas: semeador com a conduta Uma delas é a do semea. terra fofa. * Interrogatório. com antecedência. comuns à za a sua semeadura em região e de fácil crescimento. de ovelhas canteirinhos no quintal ou jardim sus ensinar suas lições. * Dramatização. * Sementes de flores. sibilidade. formular perguntas * Responder às questões. sen. de plás- como: * Ao fazer uma semeadura. pensamentos. indagar: – Vamos embelezar nossa sala de aula? AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE TODOS OS EVANGELIZANDOS PARTICIPAREM DAS ATIVIDADES COM ALEGRIA. tribuídos pelo evangelizador. colocando as – E para que servem as semen. de semen. terra. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO I UNIDADE : JESUS E SUA DOUTRINA PLANO DE AULA Nº. para os pastores. atos ou pa. terra fofa. impedindo a germi. * Iniciar a aula entregando. dois TÉCNICAS como uma maneira de Je. preparar vários potinhos * Relacionar a parábola do * Ele contava parábolas. tro dos seus pacotinhos? retamente. de barro. para evitar que os – Que tipo de sementes são es. Não existindo essa pos. pássaros possam vir a tas? * Música. do sementes de flores. a cada * Todos somos semeadores. nossa Escola de Evangeliza- nação. tes e colheitas para os agri. . cultores. dor. * Televisão de papelão ou sementinhas no seio da tes? madeira. do um com pedrinhas e outro com * Exposição narrativa. * História e gravuras. tico ou latinhas. – O que vocês estão vendo den- é necessário semear cor. ção? * No caso da utilização dos potinhos. da Escola de evangelização. * Em seguida. uns com pedrinhas e outros com que devemos ter. * Potinhos de barro. 5 SUBUNIDADE: OS ENSINOS DE JESUS: PARÁBOLAS JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Destacar as parábolas * Ele falava de redes e pesca * Preparar.

CONT.(1) DO PLANO DE AULA Nº 5 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS
PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO

* Distribuir, então, os dois potinhos * Receber os potinhos. Obs: Parábola é uma his-
aos evangelizandos, sendo um com tória imaginária que utili-
terra preparada e outro com pedri- za acontecimentos reais
nhas. (*) para ensinar uma verda-
de espiritual.
* Mostrar ambos os potinhos dialo- * Observar os potinhos, parti-
(*) Havendo dificuldades
gando: cipando do diálogo, e esco-
para isso, sendo os evan-
– Que estamos vendo aqui? lher o local mais adequado
gelizandos em número
– Onde vocês acham que seria para a semeadura.
muito expressivo, a tare-
melhor plantarmos nossas se-
mentes? Por quê? fa poderá ser executada
em grupos.

* Aproveitando as respostas dos * Ouvir, com atenção, as con-
evangelizandos, discorrer sobre a siderações do evangelizador.
necessidade do terreno ser prepa-
rado para a semeadura.

* Convidar os evangelizandos ao plan- * Proceder ao plantio das se-
tio das sementes, prosseguindo nas mentes, atendendo à orien-
colocações doutrinárias de acordo tação do evangelizador.
com o subsídio para o evangelizador
(Anexo 1)

* A seguir, narrar com o auxílio do * Ouvir a narrativa com atenção.
cineminha e das ilustrações , a his-
tória O Semeador (Anexos 2, 3 e
4)

* Solicitar que os evangelizandos dra- * Participar da dramatização
matizem a história narrada, dando- com alegria e ordem.
lhes breves minutos para delibera-
rem sobre as personagens que in-
terpretarão.

* Ao final da dramatização, solicitar * Dizer o que pretende seme-
aos evangelizandos que verbalizem ar no coração, a partir desta
uma flor que pretenda semear no data.
próprio coração, por exemplo, o
estudo, o trabalho, a amizade, a
obediência, etc.

CONT.(2) DO PLANO DE AULA Nº 5 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS
PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO

* Pedir aos evangelizandos que se * Oferecer-se como participan- Obs: O evangelizador po-
organizem em equipes para regar, te de uma das equipes para derá citar casos de pesso-
a cada semana, o canteirinho se- a tarefa, conforme escala as que trouxeram benefíci-
meado (ou os potinhos), pois a ger- estabelecida pelo evangeli- os para a humanidade se-
minação deverá ser acompanhada zador. meando o bem.
pelas crianças.

* A seguir, perguntar-lhes: * Responder ou formular pergun-
– Que diferença existe quando tas.
semeamos espinhos em lugar
de flores?

* Ouvir as respostas salientando que
se quisermos colher coisas boas,
devemos semear o Bem.

* Ensinar a música O semeador. * Cantar a música com entu-
(Anexo 5) siasmo.

* Encerrar a aula chamando atenção * Acompanhar a prece final.
para a necessidade de sempre fa-
zer o bem e ajudar ao próximo, fa-
zendo, a seguir, a prece final.

ANEXO 1

MÓDULO II: O CRISTIANISMO
JARDIM DE INFÂNCIA
PLANO DE AULA Nº 5
SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR

PARÁBOLA DO SEMEADOR

5. Naquele mesmo dia, tendo saído de casa, Jesus sentou-se à borda do mar; – em torno dele logo
reuniu-se grande multidão de gente; pelo que entrou numa barca, onde sentou-se, permanecendo na
margem todo o povo. – Disse então muitas coisas por parábolas, falando-lhes assim:

Aquele que semeia saiu a semear; – e, semeando, uma parte da semente caiu ao longo do cami-
nho e os pássaros do céu vieram e a comeram. – Outra parte caiu em lugares pedregosos onde não havia
muita terra; as sementes logo brotaram, porque carecia de profundidade a terra onde haviam caído. –
Mas, levantando-se, o Sol as queimou e, como não tinham raízes, secaram. – Outra parte caiu entre os
espinheiros e estes, crescendo, as abafaram. – Outra, finalmente, caiu em terra boa e produziu frutos,
dando algumas sementes cem por um, outras sessenta e outras trinta. – Ouça quem tem ouvidos de
ouvir. (S. Mateus, 13: 1 a 9.)

Escutai, pois, vós outros a parábola do semeador. – Quem quer que escuta a palavra do reino e
não lhe dá atenção, vem o espírito maligno e tira o que lhe fora semeado no coração. Esse é o que
recebeu a semente ao longo do caminho. – Aquele que recebe a semente em meio das pedras é o que
escuta a palavra e que a recebe com alegria no primeiro momento. – Mas, não tendo nele raízes, dura
apenas algum tempo. Em sobrevindo reveses e perseguições por causa da palavra, tira ele daí o motivo
de escândalo e de queda. – Aquele que recebe a semente entre espinheiros é o que houve a palavra; mas,
em quem, logo, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas abafam aquela palavra e a tornam
infrutífera. – Aquele, porém, que recebe a semente em boa terra é o que escuta a palavra, que lhe presta
atenção e em quem ela produz frutos, dando cem ou sessenta, ou trinta por um. (S. Mateus, 13: 18 a 23.)

6. A parábola do semeador exprime perfeitamente os matizes existentes na maneira de serem
utilizados os ensinos do Evangelho. Quantas pessoas há, com efeito, para as quais não passa ele de letra
morta e que, como a semente caída sobre pedregulhos, nenhum fruto dá!

Não menos justa aplicação encontra ela nas diferentes categorias espíritas. Não se acham simbo-
lizados nela os que apenas atentam nos fenômenos materiais e nenhuma conseqüência tiram deles,
porque neles mais não vêem do que fatos curiosos? Os que apenas se preocupam com o lado brilhante
das comunicações dos Espíritos, pelas quais só se interessam quando lhes satisfazem à imaginação, e
que, depois de as terem ouvido, se conservam tão frios e indiferentes quanto eram? Os que reconhecem
muito bons os conselhos e os admiram, mas para serem aplicados aos outros e não a si próprios?
Aqueles, finalmente, para os quais essas instruções são como a semente que cai em terra boa e dá
frutos?
__________
KARDEC, Allan. Sede perfeitos. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124 ed. Rio de
Janeiro: FEB, 2005. Cap. XVII, itens 5 e 6.

e sempre retornava para casa sentada no mesmo lugar.. meu filho? – interrogou. a bondosa mestra. Nota o que há aí dentro? – E apontou para a intimidade do objeto de couro forrado.Ilust. que cursava a 4ª série. (Anexo 3 . tinham-na na conta de uma pessoa estranha. com diversas crianças na mesma classe do comboio. de quando em quando. – Ora. quando nas suas viagens de ida- e-volta do lar à Escola. por que você insiste em continuar com essas atitudes loucas? – Que deseja dizer. chamou a atenção do aluno. Dona Angélica residia numa cidadezinha e ensinava numa vila próxima. calma e gentil. Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor. (Anexo 3 . Mesmo alguns pais irresponsáveis (Anexo 3 . Os seus alunos da Escola de primeiro grau onde ensinava desde há muitos anos. – Sim – respondeu Alberto. dizendo: – Veja esta bolsa.Ilust. – Sabe o que é? Insistiu. abanan- do as mãos . porque amava sua mestra. 5) aproximou-se dela. (Anexo 3 . comentavam com certa falta de caridade: – “É uma boa educadora – diziam com malícia. para logo completarem –. suas mãos. sentou-se ao seu lado e. professora. com ternura perguntou-lhe: – Professora.Ilust. Ela era uma pessoa de boas maneiras.Ilust. 3). em razão das suas esquisitices. Embora fosse excelente mestra. 2) Os dois lugares se comunicavam por meio da estrada-de-ferro. seu aluno de 10 anos. enquanto as crianças na parte de trás sorri- am maliciosamente.. surpresa.” E punham-se a rir. ANEXO 2 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 5 HISTÓRIA O SEMEADOR A professora Angélica (Anexo 3 . muitas vezes era surpreendida. Alberto. 1) não era considerada uma pessoa equilibrada. 4). mas não muito bem compreendida. 6) . Diariamente ela tomava o trem.ilust.Ilust. Os anos se passavam e a situação continuava a mesma. com espírito de abnegação e devotamento quase maternal. impiedosamente. movimentando. Isto não é loucura? A mestra amiga compreendeu e sorriu. com gestos e movimentos de mãos que não condiziam com a sua posição de educadora. sentando-se ao lado da janela (Anexo 3 . Certo dia em que viajava para sua querida Escola. Sinceramente emocionada. porém completamente maluca. Várias gerações receberam da bondosa e dedicada professora ensinamentos valiosos e abenço- ados. – continuou ele – você fica dando adeuses para os animais nos pastos. quando ia à aula. que se davam à maledicência.

frutos e outros que semeiam espinhos e se ferem nas pontas agudas..estar em harmonia (de acordo). desagradável. andar. Observe bem. Esquisitice . professora. Calou-se um pouco e depois disse: – Alberto. 7) Desse modo. Pelo Espírito Amélia Rodrigues. senhora. antes. seja o bem. O Semeador.. A estrada. Há quase vinte anos eu passo por este caminho. criando alegria. perfumes.Sei que cairão em terra amiga e acarinhadas pela primavera se transformarão em plantas a produzirem flores. – É pólen de flores.Ilust. são sementes miúdas . Eu tive a idéia de a embelezar...vários carros que seguem numa mesma direção. forma de ser diferente dos outros. Malícia . árida. (Anexo 3 . de flores.passar.PLANO DE AULA Nº 5 . dando cor à paisagem. entendeste? – Sim.JARDIM DE INFÂNCIA – Não. Na vida todos somos semeadores. de quando em quando.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . Transitar . era feia. indo e vindo da Escola. Maledicência . Como sempre passo por aqui. 2 ed.fina poeira que se desprende das plantas e que se destina a produzir outras. Bahia: LEAL.. 8) GLOSSÁRIO Comboio . . seja o mal. CONT. Há uns que semeiam flores e descobrem belezas. Condizer . de bondade.maneira pouco comum.intenção maldosa. Nunca te esqueças disso. meu filho.. – (Anexo 3 – Ilust. Ninguém vive sem semear. DO ANEXO 2 . Felizes são aqueles que por onde passam deixam sementes de amor. reúno sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela .ato de falar mal dos outros. Divaldo Pereira. vários carros puxados por uma locomotiva. _______________ FRANCO. Pólen . eu gostaria de que pelos meus caminhos houvesse sempre beleza a fim de agradar a todos que também transitarão por eles. semeando flores. 1968.

ANEXO 3 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 5 ILUSTRAÇÕES PELO ESPÍRITO AMÉLIA RODRIGUES DIVALDO PEREIRA FRANCO O SEMEADOR .

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 1) .PLANO DE AULA Nº 5 .CONT (1) DO ANEXO 3 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

CONT (2) DO ANEXO 3 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 5 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 2) .

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 3) .PLANO DE AULA Nº 5 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (3) DO ANEXO 3 .CONT.

CONT (4) DO ANEXO 3 .PLANO DE AULA Nº 5 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 4) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 5) .CONT (5) DO ANEXO 3 .PLANO DE AULA Nº 5 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

PLANO DE AULA Nº 5 .CONT (6) DO ANEXO 3 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 6) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

PLANO DE AULA Nº 5 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 7) .CONT (7) DO ANEXO 3 .

MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 8) .PLANO DE AULA Nº 5 .CONT (8) DO ANEXO 3 .

fixando-os nos orifícios feitos nas laterais da mesma. com 10cm a mais que o tamanho da caixa de papelão. 5 cm maiores 8 que a caixa. ANEXO 4 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 5 RECURSO TÉCNICO CONSTRUÇÃO DA TELEVISÃO OU CINEMINHA Conceito: É um recurso simples. de fácil confecção que permite mostrar para as crianças uma seqüência de quadros. confeccionados de maneira artesanal. barato. deixando 4cm de cada lado. papéis coloridos. Confecção: · Marcar no fundo da caixa um quadrado como se fosse moldura. · Atravessar a caixa com os cabos de vassoura. cola. com desenhos e pinturas feitas pelo evangelizador e que se colocadas no suporte de televisão ou cineminha. papel branco. tesoura. Vista Frontal do cineminha 8 Cabos de vassoura. . isto é. pelo seu modo de confecção e apresentação. · Cortar a caixa na linha pontilhada.lápis colorido etc. · Cobrir toda a caixa com papel colorido. Material: Caixa de papelão grande. representativos de uma história. dão a idéia de um filme.cabo de vassoura cortado em dois pedaços iguais e.

JARDIM DE INFÂNCIA Vista externa do cineminha Vista interna do cineminha .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 5 . (1) DO ANEXO 4 .CONT.

para que possa ser retirado após a utilização. · As gravuras deverão ser preparadas. deixando-se um espaço entre uma e outra.JARDIM DE INFÂNCIA O FILME · O filme deve ser preparado desenhando ou colando gravuras de cores alegres e vivas sobre um papel longo (tipo impressora matricial. que deve ser de aproximadamente 7 cm. . de encefalograma ou ainda papel ofício colado um no outro) e com a largura do tamanho do corte feito na caixa de papelão.PLANO DE AULA Nº 5 . Este espaço representa a tela da TV ou cinema.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . (2) DO ANEXO 4 .CONT. · O filme deverá ser preso nos cabos de vassoura com durex ou fita adesiva.

ANEXO 5 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 5 MÚSICA O SEMEADOR Letra e música: Vilma de Macedo Souza .

JARDIM DE INFÂNCIA .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 5 .CONT. (1) DO ANEXO 5 .

. E7 A Bis QUANTO MAIS O BEM SE FAZ E7 A MAIS RICO DE BEM SE FICA! . NADA VINGOU! D QUE SURPRESA! QUE ALEGRIA! A O SEMEADOR SORRIU.PLANO DE AULA Nº 5 .JARDIM DE INFÂNCIA O SEMEADOR Letra e música: Vilma de Macedo Souza A E7 O SEMEADOR SAIU A SEMEAR A JOGOU SEMENTE AQUI. D A E O SEMEADOR VOLTOU E7 A PARA VER COMO ESTAVAM E7 A AS SEMENTES QUE PLANTOU.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .. E7 AS QUE CAÍRAM NO CAMINHO A O PASSARINHO AS “PAPOU” E7 AS QUE BROTARAM ENTRE AS PEDRAS A VEIO O SOL E AS QUEIMOU D A DAS NASCIDAS ENTRE O ESPINHEIRO E7 A ABAFADAS. E7 A ONDE A TERRA ERA BOA E7 A A SEMENTE PRODUZIU! D CORAÇÃO PURO É TERRA BOA A ONDE O BEM SE MULTIPLICA.CONT (2) DO ANEXO 5 . ALI E ACOLÁ! D A E O TEMPO FOI PASSANDO.

TÉCNICAS cer auxílio aos que neces. com interesse. * Jogo didático. * Consolar é ajudar. * Explicar que quem consola é cha. cações sobre o assunto da dito a respeito da vida espi. 6 JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) SUBUNIDADE: JESUS E A PROMESSA DO CONSOLADOR OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Dizer o que é consolar. Lembrar atitudes de consolo. mado “consolador” e que consolar é ajudar os outros. explicando-as. para onde vamos e * A seguir. * Recordar o que foi ensinado nas * Observar as gravuras e par- Jesus. dar? * História. – Como Ele nos ensinou a aju. nhecimento de onde vie- aturas com uma árvore que mos. de gravuras. o conceito de Consola. * O Espiritismo realiza essas gravuras da aula número 2 comen. Jesus reconheceu * Dizer o que é consolar. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITABRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO II UNIDADE : JESUS E KARDEC PLANO DE AULA Nº. dos por Jesus quando dis. * Caixas de vários tama- * Pedir aos alunos que citem situa. * Ouvir com atenção as expli- que muito ainda deveria ser do. RECURSOS abriga e acolhe. qual nosso papel no pro- cesso evolutivo da Humani. perguntar: * Responder às perguntas pro. dor. mana. * Cesta ou prato de frutas. * O Espiritismo cumpre to. Espiritismo oferece às cri. se que viria um outro nhos. * Gravuras. * Contar as novidades da se. entendimento. dades. assim. Consolador para ficar na * Gravuras e porta gravura. dade. – Ele só ajudava em casa? * Frutas variadas. * Citar as situações pedidas. ções de ajuda às outras pessoas. apresentando as ticipar da sua exploração * Exposição participativa. * Exposição narrativa. * Assim. es. carinho. aulas anteriores. COMPREENDEREM QUE O ESPIRITISMO É O CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS. ções de acordo com o seu des de cada criatura. aula. dos os requisitos enuncia. . introduzin. * Comparar o consolo que o funções ao oferecer o co. * Iniciar a aula com a Hora das Novi. é ofere. oferecendo contribui- ritual e das responsabilida. E PARTICIPAREM COM INTERESSE DAS DEMAIS ATIVIDADES. * Observação e exploração o Consolador prometido por clarecimento e atenção. tando-as com os alunos. * Reconhecer no Espiritismo sitam amparo. AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE OS EVANGELIZANDOS DISSEREM O QUE É CONSOLAR. – O que Jesus fazia na família? postas. * Interrogatório. Terra eternamente.

forma. didáticos: FEB. entendidos pelos ho. * Narrar a história A lenda da Árvo. fazer comentários sobre a história e dizer que os conhecimen. Deixar que os homens ainda não podiam * Examinar as características alunos examinem verificando sua compreender. colocar sobre a mesa um * Observar as frutas coloca. Em razão des. as pessoas se * A seguir. * A seguir. gelizador entre os frutos e mens. cheiro.(1) DO PLANO DE AULA Nº 6 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * O Espiritismo foi organiza. os ensinos de Jesus. 2006. perguntar: * Responder às perguntas do sentem mais felizes pois – Quais dessas frutas podem evangelizador. podem ser comparados com a ár- vore. que nós nascemos várias vezes * Dizer que essas frutas são como * Ouvir. que a alma nunca – O que será necessário fazer morre. Ele prometeu um outro Consolador. – As verdes podem ser comi- cam sabendo que Deus das? existe. consolar os outros. etc. entendem o motivo de seus ser comidas agora? próprios sofrimentos. Fi. se fato..(*) Vide Apostila de Recursos do por Allan Kardec e veio prato ou cesta com várias frutas das na mesa. atentamente. para comê-las? dem se comunicar. tiva da história. * Com ele. pando da montagem do mural. CONT. que os espíritos po. “comidos”. * Montar um mural (*) sobre a histó- ria A Lenda da Árvore. (Anexo 1) * Explicar que eles vão ouvir a histó- ria de uma árvore que também ti- nha o papel de ajudar. ensinar as coisas que os verdes e maduras. a fim de ajudar os ho- mens. * Ouvir com atenção a narra- re com o auxílio das gravuras (Ane. a com- e que devemos amar o pró. . das frutas. fazendo comen- cor. partici- xo 2) e do porta gravuras. outros não. * Ouvir o evangelizador com tos aprendidos na Evangelização atenção. os ensinos de Jesus.. tários. * Depois. Alguns foram paração feita pelo evan- ximo como a nós mesmos.

(Anexo 3) * Ao final. pedin. ajudando comerem as frutas maduras. convidar as crianças para * Comer as frutas. Empilhando caixas para que os alunos respondam perguntas.CONT (2) DO PLANO DE AULA Nº 6 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * A seguir. . do a um aluno que ajude o outro a se servir. propor a realização de * Participar com entusiasmo um jogo didático intitulado do jogo didático. os colegas a se servirem. da mesma forma que o Consolador prometido por Jesus ajuda as pessoas a serem mais fe- lizes.

fazendo que o homem saiba donde vem.) Jesus promete outro consolador: o Espírito de Verdade. portanto. Mostra o objetivo dos sofrimentos. a importância das vicissitudes terrenas some-se no vasto e esplêndido horizonte que ele o faz descortinar. que meu Pai enviará em meu nome. porquanto fala sem figuras. cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. para onde vai e por que está na Terra. Se. Dando-lhe a ver do alto as coisas. que o mundo não pode receber. ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas. como há de alguém sentir-se ditoso por sofrer. conhecê-Io-eis. se ele vem relembrar o que o Cristo disse. e a perspectiva da felicidade que o espera lhe dá a paciência. o Consolador. na época predita. apontando-os como crises salutares que produzem a cura e como meio de depuração que garante a felicidade nas existências futuras. o Espírito de Verdade tinha de vir mais tarde ensinar todas as coisas. e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará outro Consolador. pois que serão consolados. Mas. trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem. Ele chama os homens à observância da lei. Advertiu o Cristo: “Ouçam os que têm ouvidos para ouvir. atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança. (S. por não estar maduro para o compreender. atribuindo causa justa e fim útil a todas as dores. Disse o Cristo: “Bem-aventurados os aflitos. O homem compreende que mereceu sofrer e acha justo o sofrimento. é que o que este disse foi esquecido ou mal compreendido. ANEXO 1 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 6 SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR CONSOLADOR PROMETIDO Se me amais.” O Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos. é que o Cristo não dissera tudo. o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas. Vem. (1) . porque o não vê e absolutamente o não conhece. João. O Espiritismo vem. que o mundo ainda não conhece. O Espiritismo lhe dá fé inabalável no futuro e a dúvida pungente não mais se lhe apossa da alma. que é o Santo Espírito. a fim de que fique eternamente convosco: – O Espírito de Verdade. Sabe que este lhe auxilia o adiantamento e o aceita sem murmurar. guardai os meus mandamentos. onde o homem expia o seu passado.” Mas. Assim. nem alegorias. a resignação e a coragem de ir até ao termo do caminho. 14:15 a 17 e 26. finalmente. – Porém. porque ficará convosco e estará em vós. levanta o véu intencionalmente lançado sobre certos mistérios. quanto a vós. como o obreiro aceita o trabalho que lhe assegurará o salário. consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito. se não sabe por que sofre? O Espiritismo mostra a causa dos sofrimentos nas existências anteriores e na destinação da Terra. vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito.

VI. tranqüilamente. Cap. menosprezam as manifestações do bem. 2005. Tradução de Guillon Ribeiro. Cap. KARDEC. porém. 125 ed. Somente os espíritos em desequilíbrio extremo. por vezes. Ouve! Estamos à frente do tempo infinito. auxiliando. 2. fundamente cristalizados no mal. em nome do mesmo generoso Senhor que tudo te emprestou no mundo. atingindo sublimes virtudes. DO ANEXO 1 . porque todos estamos sob o olhar da Vigilância Divina. Erra. É imprescindível semear. 13 ed. A glória mais expressiva do perdão não reside tanto na superioridade daquele que o dispensa.JARDIM DE INFÂNCIA NA SEMENTEIRA DO AMOR Ajuda sempre.MÓDULO II: OCRISTIANISMO . no estímulo à confiança e à fraternidade. aprende a esperar. receando aborrecimentos. cria para si mesmo o hábito de auxiliar. e nem fujas ao irmão desditoso que caiu nas malhas da justiça. em pouco tempo.PLANO DE AULA Nº 6 . não raro. em tempo algum te negues à cooperação fraterna. Francisco Cândido. exalta-lhe a grandeza e intensifica-lhe os dons na Terra. “Terei dado para o bem? Terei dado para o mal?” – interrogas a ti mesmo. Será melhor assim. itens 3 e 4. não poderás ajudar ao próximo. (2) * * * _____________________ 1.. Entretanto. O Cristo Consolador. 35. Mas. CONT. sim. Não abandones o enfermo. O homem que ajuda por vaidade e ostentação.. Sei que é difícil julgar o destino de uma dádiva e. quase sempre. filho meu. a título precário? Claro que te não rogo favorecer o crime e a desordem visíveis ao nosso olhar. por séculos numerosos. sem qualquer expectativa de remunera- ção? Não te esqueças de que o Mestre foi conduzido ao madeiro da angústia. Alvorada Cristã. Rio de Janeiro: FEB. mas sim na soma de benefícios gerais que virão depois dele. em complicadas conjeturas. a endurecer o coração.. para que o amor nos favoreça. Não adubes o vício e o crime. O Evangelho segundo o Espiritismo. se apenas concedeste migalhas do tesouro que o Senhor te confiou. Pensa no bem. O mais alto valor do concurso fraterno não está contido no socorro às necessidades materiais de ordem imediata e. . em calculista da piedade. Se tua bondade não for compreendida. Rio de Janeiro: FEB. XAVIER. Allan. não olvides que é necessário plantar muito amor. por ajudar e amar sem- pre. que muito fiscaliza os beneficia- dos e raciocina com excesso quanto ao “dar” e ao “não dar” converte-se. Todavia. se não deste quanto possuis. inutilmente. teu pensamento se perde. Não é mais cristão aquele que serve por amor de servir. temendo dissabores. Aquele. 2005. Pelo Espírito Neio Lúcio.. se te posso pedir alguma coisa.

representando a sublime resposta de Deus. A importante audiência do Todo-Poderoso começou pelo Homem. quando os vários reinos da Natureza já se achavam apaziguados e en- quanto o ouro e o ferro repousavam no subsolo. Não terei a graça de um ser amigo que me proteja e defenda? Logo após. o homem. . vagueio sem descanso durante as horas de sol.. 13 ed.. venho cumprindo os meus deveres na Terra. não posso construir a casa. Nas pastagens rasteiras. as borboletas... escrupulosamente. experimentamos falta de alguém que nos faça companhia. Grande Rei. contudo. 40. Francisco Cândido.. ANEXO 2 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 6 HISTÓRIA A LENDA DA ÁRVORE No princípio do mundo. em torno do lar. recebi a bênção da vida. tanto quanto eu. se sente muito feliz. Veio o Cavalo e reclamou: – Eu também. todavia. * * * ___________ XAVIER. sinto aflitivo calor cada dia. O Todo-Misericordioso mandou anotar a referência do Homem e continuou a ouvir as outras cria- turas. notando que os serviços planetários se desdobravam regularmente. Alvorada Cristã. que se aproximou do Altíssimo e informou: – Meu Pai. Cap. a fim de ouvi-los. Minha esposa. E o Supremo Senhor. estou muito bem. chegou o Rio e disse: – Grande Senhor. Aproximou-se a Corça e rogou: – Poderoso. os animais de grande porte. surgiu gracioso passarinho e suplicou: – Celeste Monarca.. Adiantou-se a Borboleta e implorou: – Meu Deus. O Supremo Soberano ficou pensativo e prometeu providenciar. os passarinhos. chamou-os ao seu Trono de Luz.. mas não tenho recursos para fazer meu ninho. Rio de Janeiro:FEB. e nos auxilie a criar os filhinhos. onde repousarei? Em último lugar. as ervas e as águas viviam na superfície da Terra. Veio o boi e falou: – Senhor. estou exposta à perseguição de toda gente. o globo terrestre é nossa gloriosa oficina. As árvores robustas e acolhedoras haviam surgido. entretanto. Grande é a minha fadiga e a resistência cada vez menor.. 2005. tudo é belo no mundo. Pelo Espírito Neio Lúcio. toda a Terra apareceu diferente.. No dia imediato.. mas preciso de alguém que me ajude a conservar as águas.

MÓDULO II: OCRISTIANISMO .CONT.PLANO DE AULA Nº 6 . (1) DO ANEXO 2 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 1) .

PLANO DE AULA Nº 6 .CONT.MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 2) . (2) DO ANEXO 2 .

CONT (3) DO ANEXO 2 - PLANO DE AULA Nº 6 - MÓDULO II: OCRISTIANISMO - JARDIM DE INFÂNCIA

(Ilustração 3)

CONT (4) DO ANEXO 2 - PLANO DE AULA Nº 6 - MÓDULO II: OCRISTIANISMO - JARDIM DE INFÂNCIA

(Ilustrações 4)

CONT (5) DO ANEXO 2 - PLANO DE AULA Nº 6 - MÓDULO II: OCRISTIANISMO - JARDIM DE INFÂNCIA

(Ilustração 5)

MÓDULO II: OCRISTIANISMO .PLANO DE AULA Nº 6 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 6) .CONT (6) DO ANEXO 2 .

PLANO DE AULA Nº 6 .CONT (7) DO ANEXO 2 .JARDIM DE INFÂNCIA (Ilustração 7) .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

g) Se a “construção” cair. e) Chamar um segundo aluno e repetir a atividade descrita anteriormente: se a resposta dada for correta. Quem veio completar os ensinos de Jesus? 8.” f) Continuar a atividade até que todos os alunos tenham participado. ANEXO 3 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 6 JOGO DIDÁTICO EMPILHANDO CAIXAS 1. Desenvolvimento: a) Colocar os alunos em círculo e as caixas a serem usadas.” d) Os demais alunos poderão ajudá-lo a responder. Na história narrada. c) Sortear um aluno para começar o jogo e fazer-lhe uma pergunta sobre o assunto da aula. PERGUNTAS PARA O JOGO 1. qual o papel da árvore? 11. primeiro. O que é consolar? 9. 2. assim. O que Jesus disse que enviaria? 17. Cite uma situação de “consolo” ou ajuda ao próximo. b) Orientar os alunos para a atividade dizendo-lhes que durante o jogo deverão construir um edifício. Objetivo: construir um edifício de caixas enquanto responde perguntas sobre o assunto da aula. outra caixa será empilhada. Material necessário: caixas de tamanhos variados. Posição: alunos em círculo. Mostrar algumas figuras utilizadas durante a aula e perguntar: – O que representa essa figura? 2. O Espiritismo pode ser comparado a uma árvore? Por quê? 15. os alunos deverão recomeçar a montagem. no centro. sendo que. construindo-se. perguntas para o jogo. 3. na nossa história? 13. escolhe uma caixa para iniciar a “construção do edifício. Estes são construídos ao longo do tempo. Quem veio primeiro: Jesus ou o Espiritismo? 16. O que é Consolador? 10. O que Jesus não pôde ensinar? 7. Se responder corretamente. 3. Por que Deus resolveu criar a árvore? 14. Ele ensinou tudo o que sabia? Por quê? 6. sentados. O que Jesus nos ensinou? 5. fazer uma comparação entre a “construção do edifício” e a construção dos conhecimentos sobre as verdades espirituais. Jesus trouxe alguns ensinamentos para posteriormente serem completados pelo Espiritismo. no centro do círculo) 4. e o material (caixas. Por que todos precisam da árvore? 12. o “edifício. Quem apareceu primeiro. O que faz um médico? É ajuda? 4. Quem é o Consolador que Jesus prometeu? . h) Ao final.

é fruto venenoso e amargo. se o espírito ainda não se resig- nou à solidão. Enorme cabedal de conhecimento. Agenda Cristã . em meio de inúmeras pessoas ignorantes. vul- gares ou insensatas.

como objetivo a reeduca. * Estes ensinamentos têm RECURSOS * A seguir. * Exposição narrativa. ras. intitulada às perguntas. perguntar-lhes como em uma en- ção moral do Espírito des. (Anexo 2) AVALIAÇÃO: A AULA SERÁ CONSIDERADA SATISFATÓRIA SE OS EVANGELIZANDOS RESPONDEREM CORRETAMENTE ÀS PERGUNTAS REFE- RENTES À HISTÓRIA E PARTICIPAREM DA ENTREVISTA COM INTERESSE. * Visitar as dependências da * Visita orientada. . de Evangelização? priados para a assimila. 7 JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS) SUBUNIDADE: A EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Dizer qual a importância da * “No Centro Espírita há um * Iniciar com a Hora das novidades. * Exercício didático. onde se aprendem os en. – Vocês aprendem muita ou ção dos conceitos cris. às demais salas de Evangelização sus. pouca coisa? tãos. TÉCNICAS Escola de Evangelização. * Dizer como podemos apli.. Evangelização Espírita * Conversa informal. – Vocês vêm sempre ao Centro Espírita? * Material para desenho e * A infância e a juventude pintura. * Convidar os alunos para uma visita car os ensinamentos de Je. constituindo uma escola Casa Espírita de maneira * Entrevista. escolher três crianças e * Acompanhar a entrevista. * Mural.. A escola de evangelização es- pírita. * Gravuras e Porta Gravu- trevista: de a fase da infância. e aos serviços que apoiam esse tra- sinamentos do Evangelho * Desenho e pintura. bibli- e do Espiritismo. – Vocês podem deixar um reca- do para os outros amiguinhos do Jardim? – E para os seus pais? Vocês têm algum recado? * Agradecer a participação delas e * Ouvir a história e responder narrar a história do Beto. para crianças e jovens. organizada e silenciosa.” (4) oteca. – O que vocês fazem na Escola são os períodos mais apro. etc. PLANO DE AULA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA MÓDULO II: O CRISTIANISMO DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE SETOR DE PLANEJAMENTO II UNIDADE: JESUS E KARDEC PLANO DE AULA Nº. * Música. balho. * Participar da Hora das no. * História. tais como: secretaria. departamento que trata da vidades.

fantoches. * Colar os trabalhos no mural.1 : vura para contar a história. * Encerrar a aula ensinando a músi- ca Sorriso. viços da casa Espírita. Flávio e a evange- na Escola de Evangeliza. zendo e respondendo per- * A seguir. Também tação. Obs. * Participar da exposição. Utilizar material variado de pintura. utilizando flaneló- * Pedir aos alunos que desenhem o ção e montar o mural. (Anexo 3) * Cantar a música ensinada.2: que recebemos na Escola de Esta história pode ser con- Evangelização. fa. Combinar. (Anexo 1) tada utilizando gravuras de revistas para compor as per- * Propor a montagem do Mural da sonagens da história (Beto. CONT. * Conversar sobre o mural dizendo: nossa sala deve ter alegria e mui- ta amizade entre as pessoas. antecipadamen- pode ser utilizado outros tipos de te. propor um exercício em que os alunos irão encontrar o ca- minho para chegar ao Centro Es- pírita. * Participar do diálogo com o evangelizador. * Realizar o exercício propos- to. Evangelização. DO PLANO DE AULA Nº 7 DO MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO ATIVIDADES DO ATIVIDADES DO TÉCNICAS E RECURSOS PARA O EVANGELIZANDO EVANGELIZADOR EVANGELIZANDO * Utilizar as gravuras e o porta gra. da aula destacando o aprendizado Obs. grafo ou teatro de varetas ou. que mais gostam na Escola de ainda. Evangelização. desenvolver o conteúdo guntas. * A seguir. lizadora). a visita aos demais ser- fantoches. (Anexo 4) . * Ouvir e observar a apresen. * Desenhar o que mais gosta pai e mãe.

ANEXO 1

MÓDULO II: O CRISTIANISMO
JARDIM DE INFÂNCIA
PLANO DE AULA Nº 7
SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR

EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA

É através da evangelização que o Espiritismo desenvolve seu mais valioso programa de
assistência educativa ao homem.
A escola de letras continua a informar e instruir a fim de que a Ciência se fortaleça no seio das
coletividades. Entretanto, é a educação religiosa que vem estimulando a moral ilibada de modo a libertar
a criatura humana para os altiplanos do amor, de consciência despertada e vigilante junto aos imperativos
da vida.
Aliando sabedoria e amor alcançaremos equilíbrio em nossa faina educativa.
Eduque-se o homem e teremos uma Terra verdadeiramente transformada e feliz!
Contemplamos, assim, com otimismo e júbilo, o Movimento Espírita espraiando-se, cada vez
mais, nos desideratos da evangelização, procurando, com grande empenho, alcançar o coração humano
em meio ao torvelinho da desenfreada corrida do século... Tão significativa semeadura na direção do
porvir!
Mestres e educadores, preceptores e pais colaboram, ao lado uns dos outros, em meio às
esperanças do Cristo, dinamizando esforços em favor de crianças e jovens, na mais nobre intenção de
aproximá-Ios do Mestre e Senhor Jesus.
Urge que assim seja, porque o tempo mais propício à absorção das novas idéias, que mais
favorece a tarefa educativa do homem, é o seu período de infância e juventude. Sem dúvida que a
maturidade exibe a valiosa soma das experiências adquiridas, embora tantas vezes amargue o dis-
sabor das incrustações perniciosas absorvidas ao longo do caminho. . .
Eis, pois, o Amor convocando servidores do Evangelho para a obra educativa da Humanidade!
Abençoados os lidadores da orientação espírita, entregando-se afanosos e de boa vontade ao
plantio da boa semente! (...)
(...) É imperioso se reconheça na evangelização das almas tarefa da mais alta expressão na
atualidade da Doutrina Espírita. Bem acima das nobilitantes realizações da assistência social, sua ação
preventiva evitará derrocadas no erro, novos desastres morais, responsáveis por maiores provações e
sofrimentos adiante, nos panoramas de dor e lágrima que compungem a sociedade, perseguindo os
emolumentos da assistência ou do serviço social, públicos e privados.
Evangelizemos por amor!
Auxiliemos a todos, favorecendo sobretudo a criança e ao jovem um melhor posicionamento
diante da vida, em face da reencarnação.
Somente assim plasmaremos desde agora os alicerces de uma nova Humanidade para o mundo
porvindouro.
É de suma importância amparar as almas através da evangelização, colaborando de forma
decisiva junto à economia da vida para quantos deambulam pelas estradas existenciais.
E não tenhamos dúvidas de que a criança e o jovem evangelizados agora serão, indubitavelmente,
aqueles cidadãos do mundo, conscientes e alertados, conduzidos para construir, por seus esforços
próprios, os verdadeiros caminhos da felicidade na Terra.
(Página recebida em 1963, durante o 1º Curso de Preparação de Evangelizadores - CIPE, realizado
pela Federação Espírita do Estado do Espírito Santo, pelo médium Júlio Cezar Grandi Ribeiro.)
____________
Evangelização Espírita infanto-juvenil. Separata do Reformador. Mensagem de Guillon Ribeiro (Espírito). Pg. 26 a 29.

ANEXO 2

MÓDULO II: O CRISTIANISMO
JARDIM DE INFÂNCIA
PLANO DE AULA Nº 7
HISTÓRIA

A ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA

Beto tinha 10 anos. Era muito inteligente e às vezes espantava os pais com as perguntas que
fazia.
— Pai, por que há tanto sofrimento no mundo?
— Mãe, Deus não pode acabar com as guerras?
Os pais de Beto nem sempre tinham respostas que satisfizessem o menino.
Um belo dia, mudou-se para casa vizinha a de Beto uma nova família. Logo o menino percebeu,
feliz, que os novos moradores tinham filhos e, por sorte, um garoto do tamanho do nosso amiguinho.
Beto, assim que teve oportunidade, puxou conversa com o vizinho:
— Olá! Como é o seu nome? Eu me chamo Beto.
— Eu sou Flávio, falou, sorridente, o outro. Vamos ser bons amigos?
— Claro, seja bem-vindo. . .
E foi o que aconteceu. Tornaram-se logo bons amigos.
Com a convivência, Beto ficou sabendo que todos os domingos, à tarde, Flávio ia à Aula de
Evangelização. Beto nunca ouvira falar nisso e ficou curioso. Pediu à mãe permissão para acompanhar
o amigo. Obtendo consentimento, já no domingo seguinte, estava lá, na aula de Evangelização.
Beto ouviu tudo atentamente e a sua inteligência e aquela curiosidade aguçada, que era natural
nele, logo despertaram. Começou a interrogar o amigo sobre uma porção de coisas. Flávio respondeu
o que sabia, mas disse-lhe:
— Beto, eu não sei tudo... continue assistindo às aulas, converse com o evangelizador, que terá
todas as respostas.
E assim aconteceu. O menino estava entusiasmado com tanta coisa nova que aprendia:
reencarnação, caridade, sobrevivência do espírito depois da morte, eram conhecimentos novos e
fascinantes.
E Beto tornou-se espírita, pois no espiritismo encontrou as respostas que buscava. Já sabia
porquê existem pobres e ricos, as diferenças físicas, porquê algumas pessoas nascem com defeitos
físicos e outras não. Aprendeu que, apesar de todas as diferenças, somos todos irmãos, que devemos
respeitar uns aos outros, a Natureza, colaborando para o bem comum.
Aprendeu ainda algo que o encheu de entusiasmo e esperança: Que nossos pais ou responsáveis
são nossos primeiros professores, e Jesus é o grande professor, que trouxe a palavra de Deus, para
ajudar a todas as pessoas que existem no mundo. Soube, também, que todos os ensinamentos da
evangelização foram transmitidos por Jesus.
Quanto mais ele freqüentava a evangelização, mais aprendia. Descobriu que se cada um de nós
fizer a nossa parte, amando e respeitando o nosso próximo, bem como a Criação Divina, poderemos
ser mais felizes e que, espalhando o Evangelho de Jesus por todos os recantos do Planeta, será possível
acabar com as guerras, a miséria e os sofrimentos do mundo.

CONT. (1) DO ANEXO 2 - PLANO DE AULA Nº 7 - MÓDULO II: O CRISTIANISMO - JARDIM DE INFÂNCIA

Encerrada a história, perguntar:
· Que perguntas o Beto fazia que seus pais não sabiam responder?
· Como era o amigo do Beto que mudou para a casa vizinha? E onde o levou?
· O que o Beto aprendeu na aula de evangelização?
· Será que Beto se tornou uma pessoa melhor porquê passou a freqüentar a aula de evangelização?
· E nós, será que mudamos também? Por quê?
· E com a nossa mudança, o mundo também vai mudar? De que forma?
· Será que todas as crianças que freqüentam a escola de evangelização pensam e agem do
mesmo modo? Por quê?

PLANO DE AULA Nº 7 .CONT.JARDIM DE INFÂNCIA Ilustração 1 . (2) DO ANEXO 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

(3) DO ANEXO 2 .CONT.PLANO DE AULA Nº 7 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA Ilustração 2 .

JARDIM DE INFÂNCIA Ilustração 3 .PLANO DE AULA Nº 7 .CONT. (4) DO ANEXO 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

(5) DO ANEXO 2 .PLANO DE AULA Nº 7 .CONT.JARDIM DE INFÂNCIA Ilustração 4 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .

CONT. (6) DO ANEXO 2 .PLANO DE AULA Nº 7 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA Ilustração 5 .

PLANO DE AULA Nº 7 .CONT. (7) DO ANEXO 2 .MÓDULO II: O CRISTIANISMO .JARDIM DE INFÂNCIA Ilustração 6 .

ANEXO 3 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 7 EXERCÍCIO DIDÁTICO Vamos ajudar o Beto a encontrar o caminho para a escola de evangelização? .

ANEXO 4 MÓDULO II: O CRISTIANISMO JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 7 MÚSICA SORRISO Letra e música: Vilma de Macedo Souza. .

JARDIM DE INFÂNCIA SORRISO Letra e música: Vilma de Macedo Souza Am Hoje a nossa casa está em festa.MÓDULO II: O CRISTIANISMO . irmão! Hoje a nossa casa está em festa. E Este sorriso é p’ra você. A7 Dm Porque você está aqui.. Am Também em festa está o nosso coração! Hoje a nossa casa está em festa.CONT..PLANO DE AULA Nº 7 . . DO ANEXO 4 .. Am } Bis Seja bem-vindo! Seja bem-vindo! E Am Também queremos ver você sorrir.