(Coleção Normalizações SIBUECE, v.

1)

“Construindo saberes”

GUIA DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

REITOR
José Jackson Coelho Sampaio

VICE-REITOR
Hidelbrando dos Santos Soares

PRÓ-REITOR DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
Nukácia Meyre Silva Araújo

PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO
Jefferson Teixeira de Souza

DIRETORA DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS
Ana Néri Barreto de Amorim

SISTEMA DE BIBLIOTECAS (SIBUECE)
Bibliotecários, Coordenadores e Responsáveis Técnicos pelas Bibliotecas (Capital e Interior)
(Ordenação alfabética)

ALEXANDRE DE FREITAS COSTA LÚCIA MARIA OLIVEIRA DA SILVA
Bibliotecário (FECLI – Iguatu) Bibliotecária (Processo Técnico – Campus do Itaperi)

ANA NÉRI BARRETO DE AMORIM LYSLE RHANA XIMENES SABÓIA
Bibliotecária (Diretora do Sistema de Bibliotecas) Técnica em Educação (FAEC – Crateús)

ARNALDO RICARDO DO NASCIMENTO MARIA NEIDE MOURA PINHEIRO
Bibliotecário (FECLESC – Quixadá) Bibliotecária (FACEDI - Itapipoca)

DORIS DAY ELIANO FRANÇA MEIRILANE SANTOS DE MORAIS
Bibliotecária (CH – Campus Fátima) Bibliotecária (Processo Técnico – Campus do Itaperi)

GICELLE DE SOUZA SILVA NERCI ELENE ALVES VIDAL
Bibliotecária (FAFIDAM – Limoeiro do Norte) Bibliotecária (Periódicos – Campus do Itaperi)

LEILA CAVALCANTE SÁTIRO THELMA MARYLANDA SILVA DE MELO
Bibliotecária (Referência – Campus do Itaperi) Bibliotecária (Referência – Campus do Itaperi)

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS (Coleção Normalizações SIBUECE. 1: TCC’s e TGI FORTALEZA – CE 2016 . v.1) GUIA DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS v.

CDD: 001. : il. Conteúdo: v. Redação técnica – normas.42 .714-903 – Fortaleza -CE Fone: (85) 3101-9689 / 9687 – Fax: (85) 3101-9690 EQUIPE DE ELABORAÇÃO ORGANIZAÇÃO: Ana Néri Barreto de Amorim ((Diretora do Sistema de Bibliotecas) Francisco Welton Silva Rios (Bibliotecário de Referência – Campus do Itaperi) Gicelle de Souza Silva (Bibliotecária da FAFIDAM – Limoeiro do Norte) COLABORAÇÃO: Alexandre de Freitas Costa – Bibliotecário (FECLI . Dr. Silas Munguba. CE. Gicelle de Souza. Normalização. Guia de normalização de trabalhos acadêmicos [recurso eletrônico] / Universidade Estadual do Ceará.Capital e Interior: Ana Néri Barreto de Amorim Av. Trabalhos científicos – normalização. II. 3 v. 2016. Projetos de pesquisa e Relatórios técnicos e/ou científico. Amorim. (Coleção Normalizações SIBUECE.br/biblioteca/>. 1700 – Campus do Itaperi CEP: 60.Campus do Itaperi Diretora Geral . III. Sistema de Bibliotecas. Silva. 150 p. Ana Neri Barreto de. 3. 2: Artigos científicos. v. Antônio Martins Filho . I. GUIA DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS .uece. Sistema de Bibliotecas.Iguatu) Leila Cavalcante Sátiro – Bibliotecária (Referência – Campus do Itaperi) Arnaldo Ricardo do Nascimento – Bibliotecário (FECLESC . . 1: TCC’s e TGI. – Fortaleza. Título. Francisco Welton Silva Rios. Modo de acesso: <http://www. v. 3: Estilo Vancouver.Quixadá) Lúcia Maria Oliveira da Silva – Bibliotecária (Processamento Técnico – Campus do Itaperi) Doris Day Eliano França – Bibliotecária (CH – Campus Fátima) Meirilane Santos de Morais – Bibliotecária (Processamento Técnico – Campus do Itaperi) Francisco Leandro Castro Lopes – Bibliotecário (Processamento Técnico – Campus do Itaperi) Thelma Marylanda Silva de Melo – Bibliotecária (Referência – Campus do Itaperi) Giordana Nascimento de Freitas – Bibliotecária (Periódicos – Campus do Itaperi) CATALOGAÇÃO NA FONTE Universidade Estadual do Ceará / Sistema de Bibliotecas U58g Universidade Estadual do Ceará. – Dados eletrônicos.Edição rev. 1. © 2014 – Universidade Estadual do Ceará/Sistema de Bibliotecas Biblioteca Prof. 2. Francisco Welton Silva Rios e Gicelle de Souza Silva. v. Organizadores: Ana Neri Barreto de Amorim. Segunda atualização agosto de 2016. e atual. Primeira atualização dezembro de 2014. 1) Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader. IV.

.................................................................................................................. Especialização e Aperfeiçoamento com Banca Examinadora.. 19 Figura 2 – Capa de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação A................. 50 Figura 24 – Epígrafe.............................................. 41 Figura 19 – Folha de aprovação para Trabalho de Conclusão de Curso de Gradua-ção............ como Trabalho de Conclusão de Curso.......................... 24 Figura 4 – Capa de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização e/ou Aperfeiçoamento... 28 Figura 8 – Lombada............ 29 Figura 9 – Folha de rosto de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação A........................................... 44 Figura 22 – Dedicatória.................. 49 Figura 23 – Agradecimentos............................... 31 Figura 10 – Folha de rosto de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação B.................................. 36 Figura 15 – Folha de rosto de Projeto................................................................................................................................................................................................................... 26 Figura 6 – Capa de Tese de Doutorado.......................................................................................................................................................... 42 Figura 20 – Folha de aprovação para Mestrado Acadêmico e Profissional.......... 53 ........... 43 Figura 21 – Folha de aprovação para Doutorado............. 37 Figura 16 – Ficha Catalográfica................................................... 23 Figura 3 – Capa de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação B.................................................... 34 Figura 13 – Folha de rosto de Tese de Doutorado.................................................................. 27 Figura 7 – Verso e anverso da capa impressa do encarte do DVD slim.............................................. 39 Figura 17 – Errata..... 51 Figura 25 – Epígrafe em seção....................... 32 Figura 11 – Folha de rosto de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização e/ou Aperfeiçoamento...................................... 35 Figura 14 – Folha de rosto de Artigo Científico...................................................................................... 52 Figura 26 – Resumo na língua vernácula.............................................................................................................................. LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Estrutura do trabalho acadêmico......................................................... 33 Figura 12 – Folha de rosto de Dissertação de Mestrado Acadêmico e Profissional................................................. 40 Figura 18 – Folha de aprovação para Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação sem Banca Examinadora............................................................................................................................................................................................... 25 Figura 5 – Capa de Dissertação de Mestrado Acadêmico ou Profissional....................... como Trabalho de Conclusão de Curso.....

......................................... 55 Figura 29 – Lista de tabelas........................................................................ 95 Figura 45 – Citação direta com mais 3 (três) linhas.............................................................................................................................................................................................................................................. 58 Figura 32 – Sumário.............................................................. 83 Figura 43 – Tabela no texto................. 57 Figura 31 – Lista de símbolos................................ pessoal ou entidade incluída na seção REFE- RÊNCIAS por critério do ano mais recente para o ano mais antigo.......... 69 Figura 37 – Índice onomástico............................................ 71 Figura 39 – Formatação do documento para trabalhos acadêmicos............................................. 79 Figura 42 – Ilustração no texto.. 96 Figura 46 – Ordenação das autorias......................................................................................................................................................................................................... 56 Figura 30 – Lista de abreviaturas e siglas.........................................................................................................................Figura 27 – Resumo na língua estrangeira.............................................................................................................................. 84 Figura 44 – Citação direta até 3 (três) linhas................................................................................................................. 70 Figura 38 – Índice sistemático...................................... 60 Figura 33 – Referências............................................................................................................ 54 Figura 28 – Lista de ilustrações.................................................................................. 68 Figura 36 – Anexo............. 73 Figura 40 – Numeração progressiva das seções e subseções................................................. 67 Figura 35 – Apêndice........................ 146 ..................................................................... 78 Figura 41 – Alíneas e subalíneas......................... 66 Figura 34 – Glossário.....................................................................................................

............................... LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Estrutura do trabalho acadêmico........................................................................................................... 92 Quadro 4 – Tipos de documentos referenciados.................. 122 .................................... 108 Quadro 5 – Elementos descritivos essenciais e complementares................................................................................ com especificação dos elementos obrigatórios e opcionais.................. 109 Quadro 6 – Abreviatura dos meses.............................................. conforme idioma................ 20 Quadro 2 – Formato do tamanho da fonte.............................. 74 Quadro 3 – Resumo explicativo das normas compiladas e dos exemplos critérios representativos acerca da transcrição..

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABL Academia Brasileira de Letras ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas CEPE Conselho de Ensino. Pesquisa e Extensão IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística INPI Instituto Nacional de Propriedade Intelectual IPECE Instituto de Pesquisas Econômicas ISBN International Standard Book Number ISSN International Standard Serial Number ISSO International Organization for Standardization NBR norma brasileira PUC Minas Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais SIBUECE Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual do Ceará TCC Trabalhos de Conclusão de Curso TE trabalho experimental TGI Trabalho de Graduação Interdisciplinar UECE Universidade Estadual do Ceará UNIFESP Universidade Federal de São Paulo .

. 38 2......10 Lista de ilustrações (opcional).....1...... SUMÁRIO APRESENTAÇÃO.......................2.......................1........................................................2.............................................1......... 30 2....................................................................................................................1.......................................................1........................................ 38 2...............2...................1.............. 47 2.......................................... 45 2.................2....1 Capa.........3 Tese.......................2..............1..........11 Lista de tabelas (opcional).............. trabalho de conclusão de curso (TCC) de especialização e/ou aperfeiçoamento...................................2..........5 Dedicatória (opcional)....................................................................1 Parte externa. 22 2..........................................................6 Agradecimentos (opcional)........ 61 .... 59 2......................................... 30 2............... 21 2..... 61 2.........2.................1..................................................................................................................8 Resumo em língua vernácula (obrigatório)...... 48 2........................2...........................................1..............................1............2....2...................................................2.........2 Dissertação..............................................................................1................................................................13 Lista de símbolos (opcional).2.....................................3 Errata (opcional)...................2................. 38 2...............................2 Parte interna................................................... 18 2......1................................................. 17 2 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS............ 47 2.1 DEFINIÇÃO..................7 Epígrafe (opcional)..........................................12 Lista de abreviaturas e siglas (opcional)................................2..............................................................2.......... 48 2............................................. 21 2..1 Trabalho de conclusão de curso (TCC) de graduação.2 ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO.2.....................................2..................2..........14 Sumário (obrigatório).............1........9 Resumo em língua estrangeira (obrigatório). 45 2.............. 45 2.................................2...............2...................................................................................................................4 Folha de aprovação (obrigatório).......................2...............2. 45 2..2......................1............1 Elementos pré-textuais.... 19 2.................... trabalho de graduação interdisciplinar....................2.....1......... 18 2.......................................2...2...........2..2..1 Trabalhos experimentais ou de campo.............. 30 2.3......2.....................................2........... 19 2...............2............................................ 18 2...........2 Ficha catalográfica. 18 2..............3 Elementos textuais..............................1........1....................................................................... 46 2...........................................2...1.........2.........2................1 Folha de rosto (obrigatório).........................................................2..2 Lombada (opcional)................................................................................................................2..................................1.......... 15 1 INTRODUÇÃO..

.............................3...................................................................... 77 2.................. 86 3........ 86 3.................. 65 2.............1 Formato................... 75 2.....................2.. 63 2.....7 Citações.............................................6 Numeração progressiva........................................ 64 2..............................................................................2 Introdução (obrigatório)...........................1 Supressões....................3....4................ 88 3......4.... 87 3......................2 Subalíneas.....................................3............................................. interpolações..3................1.....................................9 Equações e fórmulas...11 Tabelas......................................3...............2............. 81 3 CITAÇÃO...........................................4 Indicativos de seção................................. 72 2....................3.....................1..... 80 2......1 Citação direta....................................1 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÃO...................................... 61 2....2 Interpolações.....3.......1.....................3...................................................................................................... 77 2........... ênfase ou destaques..................1......... 80 2...............1...............................................................4 Elementos pós-textuais..1.....................................................................1...................................... 76 2.......................................8 Abreviaturas e siglas.................. 72 2....4...................3 FORMAS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO..... 63 2.......... 72 2...............................2..........3 Apêndices (opcional)......................1.4....................................... 86 3...........2................................................................................................................3..................................................................1................................................. 87 3..................................................................4 Anexos (opcional)........ 75 2..................................3 Desenvolvimento (obrigatório)..............................................................1.......................1..2.............4..............3 Espacejamento.............................................3................................... 87 3.......2.................................................................................1.........................3......................................................................................................................................................2.............................3................................... 62 2.....1...... 73 2..2.......4 Tradução pelo autor.........5 Paginação..........3.............................................1 Citações diretas de até 3 (três) linhas...............................2 Citações diretas com mais de 3 (três) linhas...... 85 3.......................................................................................................................6..........3 Ênfase ou destaque.............6.2 Glossário (opcional).... 80 2.5 Índice (opcional).....1...........................3...........................................................................1 Referências (obrigatório)...... comentários............3................................ 63 2...............................................1 Alíneas........................................... 88 .......................3.....3..3........................... 64 2.10 Ilustrações...........................3...........2...........................................2................................................2 Margem............... 63 2.............1.............3...... 81 2.....3 Supressões............................. 85 3................................ acréscimos ou comentários....................................................................................4 Conclusão (obrigatório)..............

...............3 Citação de citação.........................................................................4..1 Notas de rodapé...............................................................................................1 Autor pessoal...................................3..... 102 4.....................1..................................................... 104 4.......2 Citação indireta..................................................................1...9..........2.........................1................................... 99 4............................................... 89 3................2 Autores com o mesmo sobrenome e data na mesma obra..............................4 Documentos de mesma autoria..........5 Trabalhos em fase de elaboração.. 103 4.........................................1................................. 90 4 SISTEMAS DE CHAMADA.................................................................................................................................................................. 88 3.6 Documentos com dois autores............................................................. 110 5...........................................................1.9 Identificação da citação no texto...1............................................................................3...3 Autor entidade........................................2........................ 101 4........................................ 102 4... 97 4.......1 Autores com mesmo sobrenome e data.......1 DEFINIÇÃO.4 Autoria desconhecida............................................................................ 109 5. 104 4......1 Notas de referência.....1.........................................................2.......................3 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO.1 Identificação inicial e integrada......8 Documentos com mais de três autores.............3......................................................................... 110 .............................. 88 3..........................................................................................................................2............9.......................................2.4 Informações verbais.............................. 97 4.......................2............................ 104 4...........2 LOCALIZAÇÃO......2 Identificação no final..................... 101 4..................6 Transcrição direta............................... 89 3....................................................................................................................................... 98 4. 109 5...............1 Monografia no todo.................. 108 5....... 99 4.............1 SISTEMA AUTOR-DATA...3 Documentos de um mesmo autor................... 98 4..............................2....................1... 97 4............................................................................................................. 99 4.............................................................................................................. de anos distintos..........................................2 Notas explicativas...7 Documentos com três autores.......3 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES NO SISTEMA NUMÉRICO.................................2 Autor coletivo... 100 4.....4 MODELOS DE REFERÊNCIAS............................. 108 5. no mesmo ano...................... 100 4............2 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES NO SISTEMA AUTOR-DATA..........................3..................2...........................................................................2........1...................................................... 107 5 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS................5 Documentos de vários autores............................ 97 4................ 103 4...................2.1.1..............2....................... 104 4.............................................................

.......1.....................................3 Parte de monografia em meio eletrônico.......... 113 5........4 Publicações periódicas.....................5...................4..................................................1...............2 Jurisprudência (decisões judiciais).....................4........4.........................................4................5 Artigo e/ou matéria de jornal impresso......................4 Artigo e/ou matéria de periódico em meio eletrônico...........................................................2 Monografia em parte...............................................1.1 Legislação................ 120 5....... 123 5..................................................................................... 118 5....................................................................5.........4............................................1........................1..............9..............................4.........4...........................................3 Folhetos......................................... 112 5...... 115 5........6 PATENTE.........................................4..........4.................4....................................... 117 5....4....4...2 Relatórios................... 114 5.........................................1 Trabalho de conclusão de curso – graduação................................................................. 114 5...................................5.............................. 113 5......1....1..............4...........3 Artigo e/ou matéria de periódico impresso..............................4.............................................................1 Livros...........9......................7 Compêndios............................................ 115 5......................................4..... 111 5.......................4........3 Trabalho apresentado em evento..................................................1...................... 118 5....................... 110 5.......................................................1 Evento no todo....8 Anuários.......4.............4................................. 126 ..5.................... 124 5.......................................6 Guias................................................................7 DOCUMENTO JURÍDICO....5............................................... 118 5................4.1.2.... 125 5............1 Parte da coletânea......................................................................9............................................................................. 121 5....... 125 5.......... 123 5...............2.....................1.......................1 Publicação periódica no todo................................................................. 124 5...2 Trabalho de conclusão de curso – especialização.......4...................5 EVENTO COMO UM TODO.....4.......................3 Dissertações de mestrado..............................4........... 117 5..............4................... 111 5......4............................................................................6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico.....................................................................................4...................................4.......................................... 123 5................. 125 5.......................4..........4.............7...... 112 5...........................................9................................ 111 5..........................................2 Capítulo de livro........................................2 Publicação periódica em parte................................. 116 5.............................. 120 5.....4................ 119 5.......9 Trabalhos acadêmicos............................................... 121 5..................................1.......1..................4...........................4 Enciclopédias..... 119 5......1...................7......4 Teses de doutorado......................2 Evento como um todo em meio eletrônico...5 Dicionários.............................................4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico....................

..11......................................................................................... 145 5........................................................................................... 138 5... 135 5................ 134 5...................10 Ordenação das referências................15..2 Pseudônimo...........2 Sistema alfabético......... 136 5... adaptadores etc..........9 Notas importantes... 137 5........................... 138 5......................................... 143 5.............15.................................15.......................................................................7.................................................................15......... 137 5............15............. 145 REFERÊNCIAS...................... 129 5......................................... 140 5............... 142 5........................................................................2 Autor entidade...........3 Doutrina........................................ 133 5.............5 Sobrenomes que indicam parentesco com agnomes.............................................7 Data...................9 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO.................................................................14 DOCUMENTO DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO................................1.....15.............................................................15..............................7..........................................1...........4 Documento jurídico em meio eletrônico...........................................................8 Descrição física............ 131 5... 136 5......... 132 5................1 Documento iconográfico em meio eletrônico....................................... 134 5................3 Organizadores...........15........4 Edição....................................................... 141 5.................................................................................10.........6 Editora............................ 131 5........8 IMAGEM EM MOVIMENTO............9........1 Documento sonoro em parte.....15...................5...15......................... 144 5................................................1 Sem responsabilidade intelectual destacada ou autoria desconhecida..........................................................15.......................................... 140 5............5 Local...........................10..................................... 129 5............................................. 139 5................15....................................................................................10........1 Partitura em meio eletrônico........................................... 137 5...............................1 Sistema numérico.......... 147 ..............................13 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL....................................................10 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO..................................15 TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS...............................15.. editores........................1..........................12............................................................................................15.15.............1 Documento cartográfico em meio eletrônico.....11 DOCUMENTO SONORO NO TODO............................................................4 Autores de nome espanhol tem entrada pela primeira parte do sobrenome....................................................................1 Autor pessoal.................15......................................... 127 5..........................................1.......................................... compiladores................... 130 5................ 138 5................ 133 5............. 145 5.......................................................................12 PARTITURA............1................. 128 5...15...........3 Título e subtítulo........

conforme Resolução nº 3476/2012 do Conselho de Ensino. assim como vários exemplos e modelos. isto é. Porém. alunos. após está data. em sua maioria. É imperativo que. pois esta visa a sua padronização e qualidade. estavam sendo normalizados de diversas formas e formatos. . esta Resolução. veio facilitar em muito transpor barreiras no ato da entrega do trabalho acadêmico pelo aluno. Pesquisa e Extensão (CEPE). Para tanto. encadernado em capa dura e. b) NBR 6027/2012: informação e documentação – sumário – apresentação. no que diz respeito à padronização e qualidade dos trabalhos acadêmicos. o SIBUECE formou uma Comissão de Bibliotecários para realizar a produção. especialização. mestrado e doutorado. Sabendo da sua importância no âmbito nacional. ou seja. o Guia de Normalização de Trabalhos Acadêmicos. trazendo no seu bojo às NBRs relacionadas a cada item designado. pesquisadores. não estavam atendendo as normas brasileiras (NBRs) vigentes de informação e documentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). nas NBRs da ABNT. com o intuito de auxiliar e facilitar o entendimento de professores. servidores e comunidade em geral para a construção do trabalho acadêmico. sendo uma exigência para conclusão do curso o depósito de um exemplar do trabalho acadêmico nas Bibliotecas do SIBUECE que antes de 03 de setembro de 2012 era realizado pelos acadêmicos em suporte impresso. as NBRs da ABNT e a norma de tabulação utilizadas ao longo deste guia foram as seguintes: a) NBR 6024/2012: informação e documentação – numeração progressiva das seções de um documento escrito – apresentação. os Bibliotecários do Setor de Referências observaram que os alunos que entregavam seus trabalhos de conclusão de curso de graduação. em sua totalidade ou na maior parte. dissertações e teses) do Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual do Ceará. o SIBUECE percebeu que era preciso produzir um guia de normalização que fosse baseado. P á g i n a | 15 APRESENTAÇÃO O Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual do Ceará (SIBUECE) vem verificando ao longo dos últimos 5 (cinco) anos que a produção de trabalhos acadêmicos dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu e stricto sensu está em crescente expansão. Nesta perspectiva. na qual estabelece as diretrizes para recebimento em meio digital dos trabalhos acadêmicos (trabalhos de conclusão de curso. monografias. publicação e disponibilização para a comunidade acadêmica da UECE. passou a recebê-los em formato digital.

. é pensando. de maneira fácil e simples de ser manuseado e utilizado. 22 de outubro de 2014. poderá incluir outras NBRs não citadas. contudo. nesta perspectiva.br/biblioteca. h) NBR 6028/2003: informação e documentação – resumo – apresentação. mas que fazem parte da informação e documentação. É oportuno destacar que à medida que as NBRs forem atualizadas pela ABNT. este foi produzido. f) NBR 10520/2002: informação e documentação – citações em documentos – apresentação. Francisco Welton Silva Rios Comissão de Bibliotecários do SIBUECE Fortaleza. d) NBR 12225/2004: informação e documentação – lombada – apresentação. disponibilizado no endereço eletrônico www. assim como. j) normas de apresentação tabular do IBGE. qualidade e primazia. E. este guia irá atender as modificações. Além dessas. atualizações. possibilitando a sua consulta simultânea da comunidade acadêmica da UECE que almeja a produção do trabalho acadêmico com padronização. g) NBR 6023/2002: informação e documentação – referências – elaboração. visando atender da melhor forma as necessidades oriundas do ensino. pesquisa e extensão da UECE.uece. que o SIBUECE traz a lume o Guia de Normalização de Trabalhos Acadêmicos. em formato digital (PDF). i) NBR 6032/1989: abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. É notório que dúvidas vão surgir acerca de como utilizar as NBRs inseridas neste guia na produção do trabalho acadêmico. e) NBR 6034/2004: informação e documentação – índice – apresentação. alterações e acréscimos vigentes deste órgão. outras publicações foram relevantes para enriquecê-lo. P á g i n a | 16 c) NBR 14724/2011: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação.

Dissertações de Mestrado. Com a finalidade de otimizar. entre outros. órgão responsável no Brasil por traduzir e adaptar para o português as normas estabelecidas pela International Organization for Standardization (ISO). . disseminar e destacar a produção técnico-científica da UECE. Teses de Doutorado. recorreu-se a outras normas consagradas pelo uso e registradas na literatura sobre o assunto que se encontram na bibliografia consultada. Procurou-se proporcionar explicações adicionais. para uma melhor compreensão e uso correto das normas brasileiras de documentação. P á g i n a | 17 1 INTRODUÇÃO Este manual é uma ferramenta para auxiliar a comunidade docente e discente da Universidade Estadual do Ceará (UECE) quanto à padronização de trabalhos acadêmicos tais como Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação e de Especialização e/ou Aperfeiçoamento. A padronização aqui recomendada tem como base as normas para documentação elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). bem como em manuais de outras bibliotecas universitárias. não relatados pela ABNT. Nos casos omissos.

“[. No concernente ao tema.. Praiano e Verenguer (2007. trabalho de conclusão de curso (TCC) de especialização e/ou aperfeiçoamento Trabalhos que representam o resultado de estudo sobre um tema. Trabalho de Graduação Interdisciplinar. Assim como. p. Visa à obtenção do grau de Bacharel ou Licenciado (TCC e TGI de graduação) e da certificação de Especialista ou Aperfeiçoado (TCC de especialização e/ou aperfeiçoamento). estudo independente.] com tema definido dentro das áreas do conhecimento relacionadas aos cursos oferecidos”. comissão examinadora e outros). Devem ser feitos sob a coordenação de um orientador. Camparelli.. programa e outros. baseado no estudo de um assunto por meio de pesquisa cientifica. Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização e/ou Aperfeiçoamento. expressando conhecimento do assunto escolhido. Desta forma.1 Trabalho de conclusão de curso (TCC) de graduação. Trabalho acadêmico é o documento exigido como aproveitamento de uma disciplina. curso.1 DEFINIÇÃO Segundo definição da Universidade Federal de São Paulo (2013. como resultado de alguns dos diversos processos ligados à produção e transmissão de conhecimento executados no âmbito das instituições [de] ensino. Dissertação. com o objetivo de reunir. 2. curso ou programa. emanado de disciplina. Tese e trabalhos similares. pesquisa e extensão. 2.1. são trabalhos acadêmicos: Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação. formalmente reconhecidas para o exercício dessas atividades. 6). de tema único e bem delimitado em sua extensão. módulo. deve ser orientado e concluído. 199-200) dizem que “Este trabalho tem o objetivo de descrever os procedimentos adotados no curso em relação a este trabalho e os caminhos percorridos para se chegar ao estágio atual”.1. . P á g i n a | 18 2 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS 2. apresenta-se a NBR 14724 da ABNT (2011) que versa sobre informação e documentação de trabalhos acadêmicos visando a apresentação destes à instituição (banca. Todos devem ser feitos sob a coordenação de um(a) orientador(a).2 Dissertação Trabalho experimental que apresenta o resultado de um estudo científico retrospectivo. trabalho de graduação interdisciplinar (TGI). p. Para esclarecer melhor TGI.

conforme Figura 1 e Quadro 1: Figura 1 – Estrutura do trabalho acadêmico Fonte: Escola Superior de Propaganda e Marketing (2013). e é feito sob orientação de um(a) professor(a) doutor(a). a disposição dos elementos é apresentada. Visa à obtenção do título de doutor. O mesmo tem a finalidade de orientar e/ou auxiliar os usuários.1. com o objetivo de contribuir para a especialidade em questão. P á g i n a | 19 analisar e interpretar informações. Deve revelar a capacidade de sistematização do candidato e domínio do tema escolhido. de tema único e bem delimitado em sua extensão.3 Tese Trabalho experimental que apresenta o resultado de um estudo científico elaborado com base em investigação original. livre- docente ou professor titular. Visa à obtenção do título de mestre e é orientado por um(a) professor(a) doutor(a). . 2. 2.2 ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO O trabalho acadêmico deve ser estruturado em: parte externa e interna.

com especificação dos elementos obrigatórios e opcionais Capa (obrigatória) Parte externa Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Dados internacionais de catalogação – ficha catalográfica (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Elementos pré-textuais Epígrafe (opcional) Resumo em língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Parte interna Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviatura e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução (obrigatório) Elementos textuais Desenvolvimento (obrigatório) Conclusão (obrigatório) Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Elementos pós-textuais Apêndices (opcional) Anexos (opcional) Índice (opcional) Fonte: Elaborado pelos autores. . P á g i n a | 20 Quadro 1 – Estrutura do trabalho acadêmico.

c) nome do autor completo. letras maiúsculas com espaçamento 1. 2.1.1 deste guia. abonando a versão impressa. No intuito de padronizar esses elementos indica-se inserir a unidade federativa por extenso em todos os casos evitando assim que os docentes e discentes esqueçam de consultar a área geográfica em busca possíveis homônimos – ver Figuras 2.2. conforme modelo ilustrativo. mas com o intuito de propagar culturalmente a padronização da identidade institucional. fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN de tamanho 12. e) subtítulo do trabalho (se houver. centro ou faculdade. 3. conforme especificações na seção 2. indicado na Figura 7. Portanto. onde este é inserido no estojo de DVD Slim transparente ou preto.1 Parte externa 2. b) hierarquia: nome da universidade.5 entrelinhas. Essas configurações devem ser respeitadas tanto para trabalhos impressos. elemento este obrigatório. fica a critério do(a) usuário(a) inserir os referidos itens.3.2. ressalta-se que não há obrigatoriedade da inserção do RESUMO e da FICHA CATALOGRÁFICA impressos no papel couchê. 4. por meio do seu brasão. como também em meio digital. g) imprenta (local [CIDADE – ESTADO] e data de publicação atualizada). o SIBUECE vem recebendo os trabalhos acadêmicos em suporte digital. d) título do trabalho. Os dados são: a) brasão institucional. f) número de volumes (se houver).1. No entanto. negritados. As Universidades Brasileiras utilizam-se desse elemento com o objetivo não simplesmente de ilustrar a identificação de autoria intelectual do trabalho acadêmico. independente do suporte (impresso ou digital). P á g i n a | 21 2. 2011) recomenda em nota em casos de cidades homônimas o acréscimo da sigla da unidade da federação. quando o(a) usuário(a) realizar o depósito do trabalho acadêmico em uma das bibliotecas do Sistema. Desde 3 de setembro de 2012. 5 e 6. programa (para mestrado e doutorado) e curso. no papel especificado para tal fim. A NBR 14724 (ABNT.1 Capa (obrigatória) Na capa os elementos abaixo descritos devem ser centralizados.2. precedido do sinal gráfico dois pontos).2 Lombada (opcional) .

composto de sobrenome vírgula prenome abreviado). conforme NBR 12225 (ABNT. Deve ser impresso longitudinalmente. grampeadas. deve ser impresso na horizontal a 2 cm da margem inferior. coladas ou mantidas juntas de outra maneira. . Deve ser impresso longitudinalmente. também deve ser impresso na horizontal abaixo do ano de publicação – ver Figura 8. Os elementos devem ser dispostos da margem superior para a inferior da lombada constando: a) nome do autor (na parte superior. precedido de reticências). c) ano de publicação. e. d) número de volumes (se houver). 2004a). P á g i n a | 22 É a parte da capa que reúne as margens internas ou dobras das folhas sejam elas costuradas. b) título do trabalho (o máximo possível. também chamada de dorso.

. P á g i n a | 23 Figura 2 – Capa de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL  Um ‘ENTER’  Centralizado . 1. 2014 Fonte: Elaborada pelos autores.5 em toda pág. Centralizar o título e subtítulo (se O SERVIÇO SOCIAL DO PROGRAMA DE ATENDIMENTO DOMICILIAR houver) de maneira DO INSTITUTO DO CÂNCER E OS DESAFIOS DA uniforme. AMANDA MODESTO DE OLIVEIRA Devido a variação (de tamanho) informacional contida entre os elementos (autor / titulo / imprenta) não existe especificações de espaço (tecla ‘ENTER’) no intervalo entre eles. INTERDISCIPLINARIDADE Imprenta: Local e data (atualizada) de publicação. contudo. Inserido nas 2 últimas linhas FORTALEZA – CEARÁ inferiores da pág. devem conter um equilíbrio harmônico observando a estética e equidade na disposição desses elementos utilizando caso necessário a visualização ‘tela inteira’ para facilitar o bom senso em sua distribuição ao longo de toda página.esp.

. P á g i n a | 24 Figura 3 – Capa de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação B UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ FACULDADE DE FILOSOFIA DOM AURELIANO MATOS CURSO DE GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA RAFAEL ELSON FREITAS GADELHA SEQUENCIAS E SERIES MATEMÁTICAS LIMOEIRO DO NORTE – CEARÁ 2013 Fonte: Elaborada pelos autores.

. P á g i n a | 25 Figura 4 – Capa de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização e/ou Aperfeiçoamento UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS MICHELLE BARROSO DE OLIVEIRA CARVALHO AQUISIÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA: UMA AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DE SOFTWARE EDUCATTIVO FORTALEZA – CEARÁ 2014 Fonte: Elaborada pelos autores.

. P á g i n a | 26 Figura 5 – Capa de Dissertação de Mestrado Acadêmico ou Profissional UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA MESTRADO ACADÊMICO EM SAÚDE COLETIVA SELMA ANTUNES NUNES DINIZ MORTALIDADE INFANTIL E ASSOCIAÇÃO COM MALFORMAÇÃO CONGÊNITA: ANÁLISE DE UMA DÉCADA FORTALEZA – CEARÁ 2013 Fonte: Elaborada pelos autores.

. P á g i n a | 27 Figura 6 – Capa de Tese de Doutorado UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DOUTORADO EM SAÚDE COLETIVA ANA CAROLINA ROCHA PEIXOTO PARTICIPAÇÃO. INTEGRAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO CONTROLE DA DENGUE: UM OLHAR NA ECOSSAÚDE FORTALEZA – CEARÁ 2014 Fonte: Elaborada pelos autores.

O desfecho (caso) foi MALFORMAÇÃO CONGÊNITA: ANÁLISE DE UMA representado pelo óbito infantil com malformação congênita e DÉCADA as variáveis explicativas (controles) foram representadas em três blocos hierarquizados. A pesquisa foi realizada a partir dos Sistemas de Informação em Saúde. P á g i n a | 28 Figura 7 – Verso e anverso da capa impressa do encarte do DVD slim DINIZ. – MORTALIDADE INFANTIL E ASSOCIAÇÃO COM MALFORMAÇÃO. O estudo dos fatores envolvidos nesses óbitos permite identificar seu perfil e as SELMA ANTUNES NUNES DINIZ diversas variáveis relacionadas com o desfecho. No anverso do encarte do DVD imprimir a ficha catalográfica (opcional).. que revela a probabilidade de sobrevivência infantil. no primeiro ano de vida. N. FORTALEZA – CEARÁ 2013 Fonte: Elaborada pelos autores. SINASC e SIM. MESTRADO ACADÊMICO EM SAÚDE COLETIVA principalmente no componente neonatal. A mortalidade por malformações congênitas afeta principalmente crianças no primeiro ano de vida. A amostra foi constituída por 513 casos e 1539 MORTALIDADE INFANTIL E ASSOCIAÇÃO COM controles. Sistema de informação. Malformação congênita. no período de 2001 a 2010. utilizando-se ainda a técnica de linkage para a confirmação das informações. – 2013 RESUMO A Mortalidade Infantil é um indicador de saúde diretamente relacionado às condições de vida de um país.. . Mesmo reduzindo nas últimas décadas. Ceará. Estudos CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE epidemiológicos demonstram a importância das malformações PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA congênitas (MFC) na mortalidade em menores de um ano. S. totalizando 2052 pesquisados. O objetivo desta pesquisa foi analisar a associação da mortalidade infantil com malformação congênita no município de Fortaleza. A. NOTA: Inserir na contra capa do encarte do DVD o resumo do trabalho. Palavras-chave: Mortalidade infantil. continua sendo UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ considerada uma questão de Saúde Pública. O estudo foi do tipo caso- controle.

. MORTALIDADE INFANTIL E ASSOCIAÇÃO COM MALFORMAÇÃO. N. 2013 v. . A. P á g i n a | 29 Figura 8 – Lombada DINIZ.. Fonte: Elaborada pelos autores. S. 1 Espaço de 2 cm da margem inferior para superior.

e) área de Concentração (mestrado e doutorado). 14 e 15. 1989). textuais e pós-textuais. com espaçamento entrelinhas simples. c) subtítulo do trabalho (se houver. titulação abreviada conforme Academia Brasileira de Letras-ABL e nome completo). 12. precedido do sinal gráfico dois pontos). 10.2 Parte interna É composta por elementos pré-textuais.2. curso. . b) título do trabalho.1.2. g) número de volumes (se houver). f) orientador e/ou co-orientador (profissão abreviada conforme NBR 6032 (ABNT.2. grau ou titulação). h) imprenta (Local e data de publicação) – ver Figuras 9.1 Folha de rosto (obrigatório) Os elementos da folha de rosto devem conter: a) nome do autor completo. trazendo informações que identificam o trabalho. do centro da folha para a direita. nome da instituição. 13. 2. contendo: natureza do trabalho.1 Elementos pré-textuais Antecedem o texto. centro ou faculdade. P á g i n a | 30 2. d) nota explicativa (recuo de 8 cm.2.2. na sequência a seguir: 2. 11.

O SERVIÇO SOCIAL DO PROGRAMA DE ATENDIMENTO DOMICILIAR DO INSTITUTO DO CÂNCER E OS DESAFIOS DA INTERDISCIPLINARIDADE Dois ‘Enter’ de 1. Um ‘Enter’ simples 1.5 Trabalho de Conclusão de Curso 8 cm da esquerda apresentado ao Curso de Graduação em para direita Serviço Social do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Estadual do Ceará.ª Dr. FORTALEZA – CEARÁ Imprenta: Local e data (atualizada) de publicação. Fonte: Elaborada pelos autores. devem conter um equilíbrio harmônico observando a estética e equidade na disposição desses elementos utilizando caso necessário a visualização ‘tela inteira’ para facilitar o bom senso em sua distribuição ao longo de toda página. como requisito parcial à obtenção do grau de bacharel em Serviço Social. . 2014 Inserido nas 2 últimas linhas inferiores da pág. contudo. P á g i n a | 31 Figura 9 – Folha de rosto de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação A AMANDA MODESTO DE OLIVEIRA Devido a variação (de tamanho) informacional contida entre os elementos (autor / titulo / imprenta) não existe especificações de espaço (tecla ‘ENTER’) no intervalo entre eles.5 Orientadora: Prof.ª Liduína Farias Almeida da Costa.

ª Ana Cecília Costa de Freitas Nogueira. como requisito parcial para à obtenção do grau de licenciado em Matemática. Orientadora: Prof. LIMOEIRO DO NORTE – CEARÁ 2013 Fonte: Elaborada pelos autores. P á g i n a | 32 Figura 10 – Folha de rosto de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação B RAFAEL ELSON FREITAS GADELHA SEQUENCIAS E SERIES MATEMÁTICAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Licenciatura Plena em Matemática da Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos da Universidade Estadual do Ceará. .ª M.

ª Dr. P á g i n a | 33 Figura 11 – Folha de rosto de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização e/ou Aperfeiçoamento MICHELLE BARROSO DE OLIVEIRA CARVALHO AQUISIÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA: UMA AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DE SOFTWARE EDUCATTIVO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Especialização em Alfabetização de Crianças do Centro de Educação da Universidade Estadual do Ceará. Orientadora: Prof. FORTALEZA – CEARÁ 2014 Fonte: Elaborada pelos autores. como requisito parcial à obtenção da certificação de especialista em Alfabetização de Crianças. .ª Tânia Serra Azul Machado Bezerra.

ª Dr.ª Tânia Serra Azul Machado Bezerra. . FORTALEZA – CEARÁ 2013 Fonte: Elaborada pelos autores. Orientadora: Prof. Área de Concentração: Saúde Coletiva. P á g i n a | 34 Figura 12 – Folha de rosto de Dissertação de Mestrado Acadêmico e Profissional SELMA ANTUNES NUNES DINIZ MORTALIDADE INFANTIL E ASSOCIAÇÃO COM MALFORMAÇÃO CONGÊNITA: ANÁLISE DE UMA DÉCADA Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará. como requisito parcial à obtenção do título de mestre em Saúde Coletiva.

Andrea Caprara. . FORTALEZA – CEARÁ 2014 Fonte: Elaborada pelos autores. INTEGRAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO CONTROLE DA DENGUE: UM OLHAR NA ECOSSAÚDE Tese apresentada ao Curso de Doutorado em Saúde Coletiva do Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará. como requisito parcial à obtenção do título de doutor em Saúde Coletiva. Área de Concentração: Saúde Coletiva. P á g i n a | 35 Figura 13 – Folha de rosto de Tese de Doutorado ANA CAROLINA ROCHA PEIXOTO PARTICIPAÇÃO. Orientador: Prof. Dr.

FORTALEZA – CEARÁ 2013 Fonte: Elaborada pelos autores.ª Paula Alves Salmito Rodrigues. P á g i n a | 36 Figura 14 – Folha de rosto de Artigo Científico. do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará. como Trabalho de Conclusão de Curso. Orientadora: Prof.ª M. . como Trabalho de Conclusão de Curso EMANUELA DAYANA KELLY FERNANDES VIEIRA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: O QUE A COMUNIDADE TEM A DIZER Artigo Científico apresentado ao Curso de Graduação em Nutrição. como requisito parcial à obtenção do grau de bacharel em Nutrição.

.ª Lídia Eugênia Cavalcante. P á g i n a | 37 Figura 15 – Folha de rosto de Projeto. como requisito parcial à obtenção da certificação de especialista em Pesquisa Científica. FORTALEZA – CEARÁ 2014 Fonte: Elaborada pelos autores. como Trabalho de Conclusão de Curso. como Trabalho de Conclusão de Curso ANA CAROLINA ROCHA PEIXOTO POLÍTICA CULTURAL E COMPETÊNCIA EM INFORMACÃO: ESTUDO DE CASO DAS BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DOS BAIRROS VILA UNIÃO. GRANJA PORTUGAL E ANTÔNIO BEZERRA DE FORTALEZA-CE Projeto de Pesquisa apresentado ao Curso de Especialização em Pesquisa Científica. Orientadora: Prof. do Centro de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual do Ceará.ª Dr.

uece.2. recuo 8 cm a partir da margem esquerda da folha. especificados nas Figuras 18.4 Folha de aprovação (obrigatório) Colocada em folha distinta logo após a Ficha Catalográfica. c) nota explicativa contendo a natureza e objetivo do trabalho. justificado.2. d) data de aprovação. Pode ser apresentada em papel avulso ou encartada ao trabalho depois da impressão do mesmo. colocada logo após a nota. transcrita em espaçamento entrelinhas simples. Para tanto. Deve ser gerada através do preenchimento do Formulário Eletrônico de Elaboração da Ficha Catalográfica. leve confeccionada a folha de aprovação conforme modelos. utilize como auxílio à NBR 6032 (ABNT. Ver Figura 17. nome da instituição e área de concentração. nome e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituição por extenso – SIGLA. .2 Ficha catalográfica Encontra-se no verso da folha de rosto quando impresso ou sequencial após a folha de rosto quando em meio digital. 2.2. Ver Figura 16.1. Não se usa conceito ou nota obtida.2.2.1.php/entrega-de-trabalho. disponível no link: http://www. P á g i n a | 38 2.2. 2. ocupando a metade inferior da folha. e) titulação. contém: a) autor: centralizado na primeira linha do texto. 20 e 21. centralizados e em letras maiúsculas. em letras maiúsculas. b) título por extenso e subtítulo (se houver). colocados logo após o autor.1.br/biblioteca/index. inserir antes da sua titulação a abreviatura correspondente à profissão.3 Errata (opcional) Constituída pela referência do trabalho e pelo texto da mesma. No ato da defesa ou apresentação do respectivo trabalho acadêmico. o subtítulo em letras minúsculas deve ser separado do título por dois pontos. 1989). A ata de defesa (opcional) deve ser inserida como anexo. f) quando um dos membros da Banca Examinadora não exercer o Magistério. Deve ser inserida após a folha de rosto (somente para versão impressa) ou num arquivo em separado em meio digital. a que pertencem. 19.

Ácidos graxos insaturados. Tese (doutorado) – Universidade Estadual do Ceará. Modulação da resposta imune-inflamatória e cicatricial em modelos experimentais promovida pelo óleo essencial de Lippia sidoides Cham. acondicionado em caixa de DVD Slim (19 x 14 cm x 7 mm).. Biomarcadores imunológicos. 5. 2013. 2. Doutorado em Ciências Veterinárias. Orientação: Prof. CD-ROM contendo o arquivo no formato PDF do trabalho acadêmico com 334 folhas. 4 ¾ pol. e pelo óleo fixo de Cucurbita pepo L. . 1 CD-ROM: il. rico em ácidos graxos insaturados -6 e -9 [ recurso eletrônico] / Maria Liduína Maia de Oliveira. I.. P á g i n a | 39 Figura 16 – Ficha Catalográfica Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Estadual do Ceará Sistema de Bibliotecas Oliveira. Fonte: Elaborada pelos autores. Fortaleza.2013. Área de Concentração: Reprodução e Sanidade Animal.ª Dr. -. rico em timol. 3. Faculdade de Veterinária. 4. Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias. Título. Inflamação. Óleos vegetais. Cicatrização.ª Diana Célia Sousa Nunes Pinheiro. 1. . Maria Liduína Maia de.

Brasília: Ministério da Agricultura. P á g i n a | 40 Figura 17 – Errata ERRATA SILVA. B. . 1995. 46 p. Folha Linha Onde se lê Leia-se 14 14a Lã Clã 19 17a Vitalizadora Vitalizada Fonte: Elaborada pelos autores. Usina de beneficiamento de leite e derivados. A. C. da. do Abastecimento e da Reforma Agrária.

Um ‘Enter’ de 1.5 A EXTINÇÃO DO PROFISSIONAL DE OSM: UM ESTUDO EM UMA EMPRESA DO SETOR DE ALIMENTOS DO CEARÁ Dois ‘Enter’ de 1. . como requisito parcial para à obtenção do grau de bacharel em Administração de Empresas.5 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado 8 cm da esquerda ao Curso de Graduação em Administração de para direita Empresas do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Estadual do Ceará. Dois ‘Enter’ de 1.5 Aprovado em: 26 de junho de 2014.ª Ana Augusta Ferreira de Freitas (Orientadora) Universidade Estadual do Ceará – UECE Fonte: Elaborada pelos autores. P á g i n a | 41 Figura 18 – Folha de aprovação para Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação sem Banca Examinadora SULY TEIXEIRA BARBOSA Dois ‘Enter’ de 1.ª M.5 AVALIAÇÃO Três ‘Enter’ de 1.5 ___________________________________________________________ Prof.

Gicelle de Souza Silva Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos – FAFIDAM Universidade Estadual do Ceará – UECE Fonte: Elaborada pelos autores. Dois ‘Enter’de 1. . P á g i n a | 42 Figura 19 – Folha de aprovação para Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação. como requisito parcial para à obtenção do grau de Licenciada em Química.5 ___________________________________________________ Prof.5 _________________________________________________________ Bibl.1 DA FACULDADE DE FILOSOFIA DOM AURELIANO MATOS – UECE Dois ‘Enter’ de 1. Especialização e Aperfeiçoamento com Banca Examinadora MILENE NUNES LIMA Dois ‘Enter’ de 1.ª M.5 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado 8 cm da esquerda ao Curso de Graduação em Química da para direita Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos da Universidade Estadual do Ceará. Rondinelle Ribeiro Castro (Orientador) Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos – FAFIDAM Universidade Estadual do Ceará – UECE Um ‘Enter’ de 1. Um ‘Enter’ de 1.5 _________________________________________________________ Prof.5 Aprovada em: 20 de abril de 2013.5 BANCA EXAMINADORA Um ‘Enter’ de 1. Esp. Dr.5 PERFIL DAS MONOGRAFIAS DE QUÍMICA DO FLUXO 2002.ª Naíde Perna Evangelista Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos – FAFIDAM Universidade Estadual do Ceará – UECE Um ‘Enter’ de 1.

como requisito parcial para à obtenção do título de Mestre em Educação. Área de Concentração: Formação de Professor.ª Dr.ª Isabel Maria Sabino de Farias (Orientadora) Universidade Estadual do Ceará – UECE _________________________________________________________ Prof. Aprovada em: 30 de abril de 2014. Luiz Botelho Albuquerque Universidade Federal do Ceará – UFC _________________________________________________________ Prof.ª Fátima Maria Leitão Araújo Universidade Estadual do Ceará – UECE Fonte: Elaborada pelos autores. Dr. BANCA EXAMINADORA _________________________________________________________ Prof. José Ernandi Mendes Universidade Estadual do Ceará – UECE _________________________________________________________ Prof. . Dr. P á g i n a | 43 Figura 20 – Folha de aprovação para Mestrado Acadêmico e Profissional JAMIRA LOPES DE AMORIM FORMAÇÃO CULTURAL DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado Acadêmico em Educação do Programa de Pós- Graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade Estadual do Ceará.ª Dr.

RICO EM TIMOL. Área de Concentração: Reprodução e Sanidade Animal. RICO EM ÁCIDOS GRAXOS INSATURADOS -6 E -9 Tese apresentada ao Curso de Doutorado em Ciências Veterinárias do Programa de Pós- Graduação em Ciências Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará. E PELO ÓLEO FIXO DE Cucurbita pepo L.ª Érika Freitas Mota Bioq. Pinheiro (Orientadora) Prof. BANCA EXAMINADORA Prof.ª Dirce Fernandes de Melo Universidade Federal do Ceará – UFC Universidade Federal do Ceará – UFC Prof.ª Selene Maia de Morais Universidade Estadual do Ceará – UECE Universidade Estadual do Ceará – UECE Prof.ª Dr.ª Dr. N. P á g i n a | 44 Figura 21 – Folha de aprovação para Doutorado MARIA LIDUÍNA MAIA DE OLIVEIRA MODULAÇÃO DA RESPOSTA IMUNE-INFLAMATÓRIA E CICATRICIAL EM MODELOS EXPERIMENTAIS PROMOVIDA PELO ÓLEO ESSENCIAL DE Lippia sidoides Cham. Aprovada em: 13 de dezembro de 2013.ª Dr. como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Ciências Veterinárias.ª Virgínia Cláudia C..ª Neuza Félix Gomes Rochette Universidade Federal do Ceará – UFC Universidade Federal do Ceará – UFC Fonte: Elaborada pelos autores. Dr. ª Dr. Girão Prof.ª Dr.ª Diana Célia S. .

6 Agradecimentos (opcional) Colocado em folha distinta logo após a dedicatória. símbolos e o sumário.5 Dedicatória (opcional) Colocada em folha distinta logo após a folha de aprovação. Ver Figuras 24 e 25. relacionada com o tema apresentado no trabalho. aparecer à direita. claro e direto. 2003). na parte inferior da folha. seguida da indicação de autoria entre parênteses. Ver Figura 23.1. resultados e conclusões. 2. Ver Figura 22.2.2. tamanho da fonte 12. tamanho da fonte 12. devem-se seguir as seguintes orientações: a) deve ser informativo. metodologia. 2.1. disposto antes das listas de ilustrações. É a homenagem prestada pelo autor. A palavra DEDICATÓRIA não deve ser mencionada. Pode também constar nas folhas de abertura das seções primárias.1.5 entrelinhas. . após os agradecimentos. recuo 8 cm. Para elaboração do resumo. justificado. O texto deve ser sucinto. A palavra EPÍGRAFE não deve ser mencionada.5 entrelinhas.2.2. quando desconhecida inserir tal afirmação (Autoria desconhecida). Deve ser apresentada entre aspas. a partir da margem esquerda para direita. com espaçamento de 1.2. A palavra AGRADECIMENTOS deve ser centralizada na parte superior da folha. O texto deve ser redigido em ARIAL ou TIMES NEW ROMAN. 2.5 entrelinhas.2. P á g i n a | 45 2. sem parágrafos e/ou alíneas. não ultrapassando 2 laudas. negrito e sem pontuação.1. O texto deve ser redigido em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN. justificada. é a apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. apresentando finalidades. sem parágrafo. abreviaturas. Deve ser redigitada em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN.2.2.7 Epígrafe (opcional) Citação apresentada em folha distinta. disposta à direita e na metade inferior da folha. justificado. dirigidos àqueles que contribuíram de forma relevante à elaboração do trabalho evitando textos longos. com espaçamento de 1. dando uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho.8 Resumo em língua vernácula (obrigatório) De acordo com a NBR 6028 (ABNT. em letras maiúsculas. espaçamento de 1. tamanho da fonte 12.

tais como: Key-words e/ou Descriptors (inglês). Tais palavras devem aparecer em letra maiúscula. Mots-clés e/ou Descripteurs (francês).”. c) usar o verbo na voz ativa e na 3ª pessoa do singular.62/Vocab/Sibix652. utilizar o vocabulário controlado da Universidade de São Paulo (http://143. tamanho da fonte 12.. h) evitar expressões como “O presente trabalho. símbolos e fórmulas que não sejam de uso corrente. comentário pessoal. e) a primeira frase do resumo deve ser significativa e expressar o tema principal do trabalho. Todo o texto deve ser redigitado em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN. com espaçamento de 1. dissertações e outros) deve conter de 150 a 500 palavras. em espanhol RESUMEN. A palavra RESUMO deve aparecer em letra maiúscula. dll/Assuntos) ou do thesaurus do Senado Federal brasileiro (http://legis. P á g i n a | 46 b) composto de uma sequência de frases concisas. negritada e centralizada na margem superior do trabalho e sem indicativo numérico. por exemplo: em inglês ABSTRACT. críticas ou julgamento de valor. em francês RÉSUMÉ.107. sendo cada uma iniciada por letra maiúscula e terminar com ponto. É a tradução do mesmo para outro idioma de propagação internacional como.”. Para auxílio na escolha das palavras-chave e/ou descritores. com espaçamento de 1.5 entrelinhas. negrito e centralizada na margem superior do trabalho sem pontuação.2. justificado. . palavras-chave e/ou descritores separadas entre si por ponto.. f) deve ser evitado o uso de frases negativas. As palavras-chave e/ou descritores também devem ser traduzidas de acordo com o(s) idioma(s) escolhido(s). Palabras clave e/ou Descriptores (espanhol).. d) em trabalhos acadêmicos (teses. sugere-se. O texto do resumo deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho. 2003).gov. de acordo com a NBR 6028 (ABNT. antecedidas da expressão “Palavras-chave:” separadas e finalizadas por ponto. justificado. afirmativas e não de enumeração de tópicos.5 entrelinhas.9 Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Apresenta-se logo após o resumo em língua vernácula e em formato idêntico. um único parágrafo. Todo o texto deve ser redigitado em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN. Ver Figura 26. Ver Figura 27. “O autor descreve.2.senado.154. em um único parágrafo. g) as palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo. e.. 2.br/ webthes/). tamanho da fonte 12.1.

no entanto... do elemento inserido......... como também.... quando constar ao longo do texto de 5 (cinco) ou mais ilustrações............ planta... esquema....10 Lista de ilustrações (opcional) Elaborada conforme a ordem em que as ilustrações aparecem no texto.......... Se tiver um número pequeno de itens a serem listados... figura.. onde cada item deve ser acompanhado do respectivo nome que o designa e do número da página. quadro.. Outro fato a ser considerado é quando há somente um tipo de ilustração.. 2011).... pois este é usado para dados descritivos e/ou nominais . 56 Quadro 2 – Relação dos docentes.. não há necessidade de incluí-la. A seção LISTA DE ILUSTRAÇÕES deve aparecer em letra maiúscula.. 60 2..... justificado.. Exemplo: LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Relação de domicílios..5 entrelinhas.... deve-se escolher um título geral (LISTA DE ILUSTRAÇÕES) ou mencionar no título o tipo de ilustrações a ser listado (LISTA DE QUADROS)... conforme especificado anteriormente.. Tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações...... mapa.......1........ retrato..... fluxograma... imagem.. usá-lo como título da seção.. P á g i n a | 47 2.......... tendo em vista a localização das mesmas ser de maneira imediata pelo(a) leitor(a).............. onde cada item deve ser acompanhado do respectivo nome que o designa e do número da página...... Ver Figura 28... Conforme a NBR 14724 (ABNT..11 Lista de tabelas (opcional) Elaborada conforme a ordem em que as tabelas aparecem no texto.. gráfico........ tamanho da fonte 12..2.1............ das quais o dado numérico (estatístico ou quantitativo) se destaca como informação central (formato aberto nas laterais)..... organograma.. as tabelas são regidas segundo a norma de apresentação tabular do IBGE (1993)... com espaçamento de 1. entre outros... pois menos do que isto..2.... fotografia.. negritada e centralizada na margem superior do trabalho sem pontuação.. Todo o item deve ser digitado em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN..... Cada tipo de ilustração pode ter uma lista própria: desenho.......2..2.... dependerá da quantidade...... diferenciando-se do quadro. de vários tipos diferentes de ilustrações. Importante lembrar o(a) autor(a) do trabalho acadêmico que este(a) deverá inserir a página da lista de ilustrações......

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(formato fechado). A seção LISTA DE TABELAS deve aparecer em letra maiúscula, negritada
e centralizada na margem superior do trabalho sem pontuação. Todo o item deve ser digitado em
fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN, justificado, tamanho da fonte 12, com espaçamento de
1,5 entrelinhas. Ver Figura 29.
Importante lembrar o(a) autor(a) do trabalho acadêmico que esta deverá inserir a
página da lista de tabelas, quando constar ao longo do texto de 5 (cinco) ou mais tabelas, pois
menos do que isto, não há necessidade de incluí-la, tendo em vista a localização das mesmas é
imediata pelo(a) leitor(a).

2.2.2.1.12 Lista de abreviaturas e siglas (opcional)

Relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas dos
respectivos significados por extenso. A seção LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS deve
aparecer em letra maiúscula, negritada e centralizada na margem superior do trabalho sem
pontuação. Todo o item deve ser digitado em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN,
justificado, tamanho da fonte 12, com espaçamento de 1,5 entrelinhas. Ver Figura 30.
Importante lembrar o(a) autor(a) do trabalho acadêmico que esta deverá inserir a
página da lista de abreviaturas e siglas, quando constar ao longo do texto de 10 (dez) ou mais
abreviaturas e siglas, pois menos do que isto, não há necessidade de incluí-la, tendo em vista a
identificação das mesmas é imediata pelo(a) leitor(a).

2.2.2.1.13 Lista de símbolos (opcional)

Elaborada conforme a ordem em que aparecem no texto com o devido significado.
A seção LISTA DE SÍMBOLOS deve aparecer em letra maiúscula, negritada e centralizada
na margem superior do trabalho sem pontuação. Todo o item deve ser digitado em fonte ARIAL
ou TIMES NEW ROMAN, justificado, tamanho da fonte 12, com espaçamento de 1,5
entrelinhas. Ver Figura 31.
Importante lembrar o(a) autor(a) do trabalho acadêmico que esta deverá inserir a
página da lista de símbolos, quando constar ao longo do texto de 5 (cinco) ou mais símbolos,
pois menos do que isto, não há necessidade de incluí-la, tendo em vista a identificação dos
mesmos é imediata pelo(a) leitor(a).

P á g i n a | 49

Figura 22 – Dedicatória

Às três mulheres guerreiras e mais importantes
8 cm da esquerda
para direita da minha vida: Carolina Paiva de Oliveira
(mãe), Carla Soraya Paiva de Oliveira (irmã) e
Priscylla Vasconcelos de Oliveira (esposa).

Fonte: Elaborada pelos autores.

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Figura 23 – Agradecimentos

AGRADECIMENTOS
Um ‘Enter’ de 1,5

A Deus, por todas as bênçãos que me concedeu nesta vida.
À Prof.ª Dr.ª Patrícia Machado Bueno Fernandes pela orientação e confiança.
Ao Prof. Dr. José Aires Ventura pela orientação e apoio.
Aos membros da banca, Dr.ª Eliane Aparecida Gomes, Prof. Dr. João Lúcio de Azevedo,
Prof. Dr. Fernando Araripe Gonçalves Torres, Prof. Dr. Antônio Alberto R. Fernandes,
pelas observações, questionamentos e críticas.
Aos professores Dr. Allen Norton Hagler (Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ),
Dr. Fernando Carlos Pagnocca (Universidade Estadual Paulista-Unesp, Rio Claro, SP) e
Dr. André Rodrigues (Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, BA) pela colaboração
na identificação das leveduras.
À Dra. Eliane Aparecida Gomes pela colaboração na identificação dos isolados
bacterianos.
Ao Prof. Dr. Paulo Moscon (Universidade Federal do Espírito Santo-UFES), pelo apoio e
colaboração nas análises microscópicas.
Ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES) pela
concessão do afastamento para cursar o doutorado.
À UFES e Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio) pela oportunidade de realizar o
curso.
Aos colegas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
(IFES), em especial à Sheila Souza da Silva Ribeiro e Paola Angélica Dias dos Santos,
que muito colaboraram e me incentivaram com sua amizade.
Á Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (FAPES), ao Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), à Financiadora de Estudos e Projetos
(FINEP) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) e ao Banco do Nordeste,
agências financiadoras que tornaram possível a realização deste trabalho.

Fonte: Elaborada pelos autores.

8 cm da esquerda para direita abraçar a vida com paixão. perder com classe e vencer com ousadia. pois o triunfo pertence a quem se atreve.. A vida é muita para ser insignificante”. . (Charles Chaplin) Fonte: Elaborada pelos autores. P á g i n a | 51 Figura 24 – Epígrafe “Bom mesmo é ir à luta com determinação..

. teóricas.1 O PROBLEMA DA PESQUISA VISTO PELA ÓPTICA DA DIALÉTICA MARXISTA Um ‘Enter’ de 1. melhor dizendo. há 40 anos. oriundos do conhecimento acumulado e aplicáveis ao campo educacional na tentativa de explicitar a história da educação dos estratos populares no Brasil em conexão com as motivações e consequências políticas dos programas educativos”. existe o cuidado. P á g i n a | 52 Figura 25 – Epígrafe em seção 2 A LEITURA DA HISTÓRIA: UMA ABORDAGEM DIALÉTICA Um ‘Enter’ de 1. que se faz mais intrincado quando o tema da abordagem é a educação de jovens e adultos. fica mais denso.5 2. quando não se torna abertamente informal e confunde-se com o treinamento para as atividades subalternas da economia capitalista. mas não para aí. Fonte: Adaptada da tese de doutorado de Medeiros (2013). nascidas fora do campo educacional. quando a pesquisa se envereda nas fronteiras entre a educação formal regular e a educação supletiva. permanece como orientação para quem deseja pesquisar o horizonte complexo da educação.5 A epígrafe. Um ‘Enter’ de 1. que nos chega como a delimitação do objetivo do seu trabalho: o estudo da educação de jovens e adultos baseada na legislação brasileira e dos respectivos programas de alfabetização criados pelos órgãos públicos. extraída da obra de referência produzida por Vanilda Pereira Paiva ainda em 1973. (PAIVA. 14).5 Nas páginas iniciais do livro de Vanilda Pereira Paiva. Ali. 1987. Parte de pressupostos sócio-políticos. portanto. Um ‘Enter’ de 1. para direita trata dos problemas da educação com base em algumas ideias gerais. a autora oferece o quadro da pesquisa. p. a solidariedade da pesquisadora com aqueles que vierem depois. realizado do ponto de vista histórico.5 “Este estudo da Educação Popular e da Educação dos 8 cm da esquerda Adultos no Brasil.

não se apartaram do processo modernizador. no momento em questão. . demarca que a ação do camponês nordestino e seu engajamento político. Fonte: Adaptado da tese de doutorado de Souza (2007).5 Em Pelas Ondas do Rádio: Cultura Popular. A perspectiva da tese é a de demonstrar como os trabalhadores envolvidos com as escolas radiofônicas elaboraram ações para manutenção e reprodução da escola em sua comunidade. os camponeses do MEB. P á g i n a | 53 Figura 26 – Resumo na língua vernácula RESUMO Um ‘Enter’ de 1. assim como. Cultura popular. organismos políticos e partidos. Um ‘Enter’ de 1. visando obter os benefícios necessários à reprodução e melhoria de seu modo de vida. que envolviam diretamente. Escola rural. A partir de representações políticas e culturais singulares. instância em que ela foi ressignificada a partir de elementos da vida material. informação e lazer. seja no MEB. Neste sentido. considera-se que a modernização brasileira foi pauta das instituições. sentidos múltiplos para o uso do rádio como meio de comunicação. Camponeses e o MEB analisa a participação de camponeses do nordeste brasileiro no Movimento de Educação de Base. do movimento social. Isto posto. nos sindicatos rurais. no MCP. nas Juventudes Agrárias Católicas (JAC’s). assim como. preceitos do direito de uso da terra e dos direitos do trabalho. e nas mais diversas instâncias dos movimentos sociais do período. a problemática do direito a terra. um papel para o sindicato e para participação política.5 Palavras-chave: Camponeses. Educação de adultos. foram coadjuvantes da proposição católica modernizadora de inícios de 1960. dentre as quais vigoraram: um sentido para escola. do direito a educação e cultura e dos direitos do trabalho.

the Catholic Agrarian Youth and the MCP. This study intends to stress that the actions – and the political enrollment – of the northeastern peasant could not ever be separated from the modernizing process. information and leisure medium. Some of these representations were: a meaning for the school. in order to achieve the necessary means to improve their way of life.5 Keywords: Adult education. by means of quite peculiar political and cultural representations. In this sense. Um ‘Enter’ de 1. political organisms and parties for the social movement. Those elements included. peasants and the Basic Education Movement we analyze the participation of peasants of the Brazilian northeastern region in the Basic Education Movement. The focus of this thesis is to demonstrate how the labors involved with broadcast schools have elaborated actions for maintaining and spreading the schools in their communities. Popular culture. we consider that. such as the Basic Education Movement. . P á g i n a | 54 Figura 27 – Resumo na língua estrangeira ABSTRACT Um ‘Enter’ de 1. a role for the union and for the political participation. if the Brazilian modernization was a guideline for the institutions. such a modernization was a guideline of demands based on elements of material life.5 In this on the radio waves: popular culture. Fonte: Adaptado da tese de doutorado de Souza (2007). Community schools. Peasants. the agrarian reform. and the multiple meanings of the radio as a mass communication. by that time. the educational issue and labor urgencies. Peasants of the Basic Education Movement have been coadjuvant of the modernizing catholic proposition of the early 1960s. rural unions. The connection can be observed in different social movements of the period. precepts of the land use rights and labor rights.

............ 51 Foto 2 – Paradigma conforme campo de abrangência........................................................................................................................................ P á g i n a | 55 Figura 28 – Lista de ilustrações LISTA DE ILUSTRAÇÕES Um ‘Enter’ de 1.................................................... 49 Foto 1 – Paradigma conforme idealização e surgimento da EFSFVS................................................................. ..........................64 Quadro 3 – Ações desencadeadas pela EFSFVS para os segmentos do Quadri- látero da Formação em Saúde.................................................... 66 Foto 4 – Paradigma segundo processos que caracterizam a EFSFVS como Escola do SUS...................... 69 Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Diniz (2013)................................... 58 Foto 3 – Paradigma em concordância com o Quadrilátero da Formação em Saúde..................................45 Figura 4 – Salvador Dalí........................................................................................... 21 Figura 2 – Representação dos grupos dos sujeitos...................27 Quadro 2 – Mapa dos egressos das Residências em saúde do período de 1997 a 2014.......................................... 71 Quadro 1 – Localização das escolas técnicas do SUS por região do Brasil....... persistência da memória.................... 37 Figura 3 – Paradigma de codificação de dados / informações.....................5 Figura 1 – Mapa conceitual do estudo da história e relações com o objeto de estudo................

.. 2001 a 2010........... 48 Tabela 3 – Características das condições de saúde do recém-nascido e aten- ção neonatal.................................. Fortaleza................ CE......... 52 Tabela 6 – Distribuição dos óbitos com malformações congênitas........ CE.......... CE.... BR. 2001 a 2010...................... 54 Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Diniz (2013)...................................... relaciona- dos ao pré-natal e parto e às condições do RN. segundo o sistema acometido em Fortaleza.. CE.............. 2001 a 2010.. CE.. 2001 e 2010..... 2001 a 2010...... P á g i n a | 56 Figura 29 – Lista de tabelas LISTA DE TABELAS Um ‘Enter’ de 1........ BR...... fatores maternos..................... Fortaleza...................... 2001 a 2010.................. de acordo com as caracterís- ticas maternas......5 Tabela 1 – Fatores de risco distais não ajustados para a mortalidade infantil com malformação congênita.................... BR. BR. de acordo com as características socioeconômicas e demográficas das mães. BR.............. Fortaleza...................... Fortaleza. não ajustados para a mortalidade infantil com malformação congênita............................ CE........ Fortaleza......... 53 Tabela 7 – Distribuição das causas básicas de óbitos associadas às malforma- ções congênitas em Fortaleza............. CE. BR...... ... BR.... BR........ 50 Tabela 4 – Análise multivariada de fatores relacionados às condições sócio- econômicas e demográficas da mãe........ 2001 a 2010.... 47 Tabela 2 – Fatores de risco intermediários............... 53 Tabela 8 – Distribuição do índice de desenvolvimento humano por área geo- gráfica e óbitos por malformações congênitas em Fortaleza........................... 2001 a 2010........... 51 Tabela 5 – Modelo final para os fatores de risco associados ao óbito neonatal......... CE.

5 DATASUS Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde DNV Declaração de Nascido Vivo DO Declaração de Óbito ESF Estratégia de Saúde da Família IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística MFC Malformação Congênita MI Mortalidade Infantil MS Ministério da Saúde NV Nascido Vivo ODM Objetivos do Desenvolvimento do Milênio OI Óbito Infantil OMS Organização Mundial de Saúde ONU Organização das Nações Unidades PNI Programa Nacional de Imunização PSF Programa Saúde da Família RIPSA Rede Interagencial de Informações para a Saúde RN Recém-nascido SIM Sistema de Informação de Mortalidade SINASC Sistema de Informação de Nascidos Vivos SUS Sistema Único de Saúde TMI Taxa de Mortalidade Infantil TMMFC Taxa de Mortalidade por Malformação Congênita Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Diniz (2013). . P á g i n a | 57 Figura 30 – Lista de abreviaturas e siglas LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS Um ‘Enter’ de 1.

5 Ae Área efetiva da antena B Largura de faixa em que o ruído é medido em Hertz. P á g i n a | 58 Figura 31 – Lista de símbolos LISTA DE SÍMBOLOS Um ‘Enter’ de 1. . d Distância em metros E Campo elétrico FA Fator da antena Gr Ganho de recepção h Altura efetiva ou comprimento efetivo de uma antena I Corrente elétrica k Constante de Boltzmann’s K Eficiência de irradiação M Variação do patamar de ruído em função da RBW N Condutor de neutro NF Figura de ruído Ni Potência do ruído na entrada No Potência do ruído na saída P Potência R Resistência Si Potência do sinal na entrada So Potência do sinal na saída t Tempo V Tensão ZL Impedância da antena Zo Impedância de referência (50Ω) λ Comprimento de onda Г Coeficiente de reflexão Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Magalhães (2008).

............... alta e baixa com itálico) NOTA – O trabalho acadêmico NÃO deve ser subdividido em capítulos..... Observar o exemplo a seguir: Exemplo 1 SUMÁRIO 1 SEÇÕES PRIMÁRIAS (CX.......30 2.... ALTA SEM NEGRITO) 1.............14 Sumário (obrigatório) De acordo com a NBR 6027 (ABNT...1.. por ser uma característica específica para livros e folhetos................2.1 Seções quaternárias (cx..................1 A luta da mulher contra a violência doméstica.............. conforme exemplo 1....... não fazendo menção em momento algum em nenhuma das NBRs de documentação e informação em subdivisões voltadas para o “trabalho acadêmico” em capítulos..... A NBR 6024 de Numeração Progressiva afirma que se enumera de forma continua....2 A mulher cearense e Lei Maria da Penha........... negritada e centralizada na margem superior do trabalho sem pontuação.......... Exemplo 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO.....................................1 Seções terciárias (cx...... justificado. ALTA NEGRITADA) 1..2 A política pública no Ceará............... acompanhado respectivamente pelo número da página...35 .... com espaçamento 1........... 2012b).......1..............1. seções e outras partes do trabalho..... na mesma ordem em que a matéria se sucede no texto.................2......................22 1......32 2........ Todo o item deve ser digitado em ARIAL ou TIMES NEW ROMAN....5 entrelinhas (ver Figura 32).. o sumário consiste na enumeração das principais divisões.1...... A seção SUMÁRIO deve aparecer em letra maiúscula.................1......... Caso o trabalho seja apresentado em mais de um volume............... em cada um deve constar o seu sumário completo........1..........1.... alta e baixa com negrito) 1..... os elementos textuais do trabalho iniciando a contagem (item ou seção 1) Introdução até a Conclusão ou Considerações Finais..22 1.......1 Seções quinarias (cx................10 CAPÍTULO 1 – A POLÍTICA PÚBLICA E SOCIAL NO BRASIL............... alta e baixa sem negrito) 1. conforme exemplo 2............1 SEÇÕES SECUNDÁRIAS (CX........... P á g i n a | 59 2..............................26 CAPÍTULO 2 – A MULHER E AS POLÍTICAS PÚBLICAS..............................1 A política pública brasileira............................... em fonte tamanho 12...

............................ 34 3 OBJETIVOS........... 47 5....... 29 2...................................................... 38 3............................2 Sistema de Informação sobre Mortalidade Infantil........................... 72 ANEXOS.................1 O componente neonatal... 20 2...........................................1............................. 70 APÊNDICE A – TERMO DE FIEL DEPOSITÁRIO........ 31 2................................ 74 ANEXO A – DECLARAÇÃO DE NASCIDO VIVO....... .............. 38 3..................................................................................................2 O componente pós-neonatal..................................... 14 2 REFERENCIAL TEÓRICO.....................1 MORTALIDADE INFANTIL................................3 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE............................. 39 5 RESULTADOS....2 BLOCO 2 – NÍVEL INTERMEDIÁRIO............ 46 5. 69 APÊNDICES........................................................................................................2.................................................................................................1............................................................................... 16 2.. 55 7 CONCLUSÃO....................................1............................2.5 1 INTRODUÇÃO..........................48 6 DISCUSSÃO....................1 GERAL.............................................................2 ESPECÍFICOS.............................................. 22 2....................................................................................................................1......................75 ANEXO B – DECLARAÇÃO DE ÓBITO...................1 Sistema de Informação sobre Mortalidade...........1.......................................................................................................... 71 APÊNDICE B – QUESTIONÁRIO..................................................... 32 2.................................................... P á g i n a | 60 Figura 32 – Sumário SUMÁRIO Um ‘Enter’ de 1.... 38 4 MÉTODO.....1 BLOCO 1 – NÍVEL DISTAL.......1........ 66 REFERÊNCIAS................................1......2.................................1 Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos............................. 16 2.......... 76 Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Diniz (2013)..................................................................................................

3. d) promover maior relacionamento do acadêmico com a comunidade. com recuo (parágrafo) de 2 cm da margem esquerda. P á g i n a | 61 2. em letras maiúsculas (CAIXA ALTA).. p.. b) integrar o acadêmico ao meio natural. 2. 6). e/ou experimental. h) desenvolver habilidades relacionadas aos procedimentos metodológicos adequados à pesquisa empírica. de trabalho em equipe.2.]”. 6-7).3 Elementos textuais Exposição da matéria em três partes fundamentais: introdução. 5). O trabalho apresentado pela Pró-Reitoria de Graduação da Pontifícia Universidade Católica de Minas (2008. em sua atividade profissional.]” (FIOCRUZ. com espaçamento de 1.. dentre outros (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS. . responder questionamentos e propor soluções utilizando procedimentos mais racionais..5 entrelinhas. g) desenvolver capacidade de trabalhar com modelos analíticos/conceitos para compreensão das realidades observadas. Inicia em folha distinta constituindo seção primária e com a palavra INTRODUÇÃO. negritada e alinhada à esquerda. o TE é a primeira oportunidade que o aluno tem contato com a pesquisa ou o estudo voltado ao desenvolvimento tecnológico. p. o método de trabalho ou de pesquisa e outros elementos necessários para delimitar o assunto tratado. exemplificam-se como objetivos do trabalho de campo: a) desenvolver a capacidade de observação e do senso crítico. permitindo que ele possa melhor compreender e analisar resultados. obter informações. 2008.2. c) desenvolver habilidades de interação social.. bem como um método de trabalho que possibilite. o trabalho experimental (TE) procura oferecer aos alunos oportunidade de desenvolver a capacidade/habilidade de praticar a experimentação.2 Introdução (obrigatório) Parte inicial do texto que traz os objetivos da pesquisa. Enquanto que “O trabalho de campo é uma atividade prática realizada ao final de cada módulo do curso em que se relaciona os conceitos e teorias aprendidos com a realidade [. Nesta perspectiva..1 Trabalhos experimentais ou de campo No estudo de Reinert (2003. e) formar atitudes como o senso de responsabilidade. tamanho da fonte 12. Todo o texto deve ser redigido em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN.3.] objetivos do trabalho de campo dependem muito do curso envolvido e da atividade proposta [. no referente aos “[. f) desenvolver habilidade de coleta e manipulação de dados empíricos. p. Assim. desenvolvimento e conclusão. 2.2. justificado. 2014).

52). Inicia em folha distinta. quadros e gráficos. conforme o que se deseja destacar (FERREIRA. Inicia em folha distinta constituindo seção primária e com as palavras REVISÃO DE LITERATURA ou MARCO TEÓRICO. e) resultados: apresentação objetiva e clara dos dados relevantes da pesquisa. 52). 2002. P á g i n a | 62 2. FERREIRA. Deve estabelecer relações entre causa e efeito. proporcionando informações básicas ao entendimento do problema pesquisado. em letras maiúsculas (caixa alta). 1998. negritadas e alinhadas à esquerda. população estudada. negritadas e alinhadas à esquerda. p. dependendo da preferência do autor. Estes dados podem aparecer em forma de tabelas. constituindo seção primária e as palavras MATERIAL E MÉTODOS ou METODOLOGIA ou DESENHO METODOLÓGICO ou PERCURSO METODOLÓGICO aparecem em letras maiúsculas. p. 47). além da descrição do procedimento analítico usado (NAHUZ.3 Desenvolvimento (obrigatório) Parte principal do texto. p.3. ou no caso. na qual se trata detalhadamente a matéria.2. 2002. d) material e métodos: inclui informações sobre o local da pesquisa. amostragem. 53). . enfatizando a necessidade do estudo e auxiliando na interpretação dos resultados. discutindo os dados em função do problema apresentado ou da hipótese proposta na introdução e integrando os resultados de maneira a formar um quadro coerente com as ideias que deseja expressar (FERREIRA. da orientação. FERREIRA. técnicas utilizadas. 1998. c) quando a revisão de literatura for breve e/ou sem muita relevância. b) todos os autores citados devem constar nas referências e vice-versa. dividida em seções e/ou subseções. f) discussão: apresentação e comparação dos resultados obtidos na pesquisa com os alcançados por outros pesquisadores em estudos idênticos já relatados na REVISÃO DE LITERATURA. variando em função da abordagem do tema e do método: a) revisão de literatura: citações de trabalhos relacionados ao tema abordado. e o seu conteúdo passará a integrar a INTRODUÇÃO (NAHUZ. p. Deve ser descrito de modo que a reprodução do experimento seja possível de ser realizada por outros pesquisadores alcançando os mesmos resultados e conclusão. esta seção poderá ser suprimida.

3 Apêndices (opcional) .2. ainda. FERREIRA. Todo o texto deve ser redigido em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN. 2). É a síntese dos resultados do trabalho. a NBR 6023 (ABNT. com espaçamento entrelinhas simples.4. 2002.2. alinhadas a esquerda.4 Conclusão (obrigatório) Parte final do texto que apresenta conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses. negritada e alinhada à esquerda. Enquanto que as REFERÊNCIAS mencionam apenas os autores citados ao longo do texto. que é um “Conjunto padronizado de elementos descritivos.4 Elementos pós-textuais São compostos dos seguintes itens: referências. 2. que permite sua identificação individual”. Todas devem ser redigidas em ordem alfabética. independente de terem sido citados ou não no texto. anexos e índice. e relacionados em ordem alfabética (FERREIRA.2 Glossário (opcional) De acordo com a NBR 6029 (ABNT. retirados de um documento. 2. Ver Figura 33. Inicia em folha distinta.2. devemos ressaltar a diferença de BIBLIOGRAFIA CONSULTADA para REFERÊNCIA. acompanhadas de seus respectivos significados ou definições. é uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou sentido obscuro. constituindo seção primária e com a palavra CONCLUSÃO em letras maiúsculas.4. e um espaço simples entre as referências.4. ficando a escolha a critério do autor (NAHUZ.2. 2. ou seja. 2.1 Referências (obrigatório) A seção REFERÊNCIA. P á g i n a | 63 Resultados e discussão podem constituir um tópico único ou distinto. a primeira diz respeito à relação de todos os autores que foram consultados. apêndices. Acrescenta. 2. glossário. 1993). 1993). 53). consiste na apresentação de todos os autores consultados e citados ao longo do trabalho sendo dispostos em ordem alfabética. p. Ver Figura 34.2. segundo Ferreira (1993). 2002. No entanto.3. tamanho da fonte 12. p.

negritado. na identificação dos apêndices. O(s) ANEXO(S) aparece(m) em folha distinta. quando esgotadas as letras do alfabeto. negritado.. Podem-se utilizar letras maiúsculas dobradas. quando esgotadas as letras do alfabeto.4 Anexos (opcional) Texto ou documento não elaborado pelo autor servindo como fundamentação. Exemplos: APÊNDICE A – Balanço hídrico da cidade de Fortaleza APÊNDICE B – Ponto de nivelamento 1 .2. centralizado. comprovação e ilustração para o trabalho apresentado. identificado(s) por letras maiúsculas consecutivas.5 Índice (opcional) . travessão e pelo(s) respectivo(s) título(s) – ver Figura 35. identificado(s) por letras maiúsculas consecutivas.4. tamanho da fonte 12.4.. O(s) APÊNDICE(S) aparece(m) em folha distinta. Podem-se utilizar letras maiúsculas dobradas. centralizado.2. APÊNDICE AA – Balanço hídrico da cidade de Fortaleza APÊNDICE AB – Ponto de nivelamento 2 APÊNDICE AC – Ponto de nivelamento 3 O nome APÊNDICES deve vir em página distinta. redigido em letras maiúsculas. tamanho da fonte 12. 2. travessão e pelos respectivos títulos – ver Figura 36. P á g i n a | 64 Texto ou documento elaborado pelo autor complementando sua argumentação.. Exemplos: ANEXO A – Curva de crescimento de Dunaliella salina em diferentes meios 1 ANEXO B – Curva de crescimento de Isochrysis galbana em diferentes meios 1 . na identificação dos anexos. ANEXO AA – Curva de crescimento de Dunaliella salina em diferentes meios 2 ANEXO AB – Curva de crescimento de Isochrysis galbana em diferentes meios 2 O nome ANEXOS deve vir em página distinta. redigido em letras maiúsculas. 2..

” (IDICIONÁRIO AULETE. 2004). MOTTA. d) cronológica – é “Aquele que lista palavras contidas num texto. quando organizado por:  autores.” (WIKIPÉDIA.  anunciantes e matérias publicitárias. b) geral. obedecendo uma ordem crescente. é uma lista de entradas ordenadas segundo determinado critério que localiza e remete para as informações contidas em um texto – ver Figuras 37 e 38. dos autores citados ou tratados na obra. Quanto ao enfoque. Figura 33 – Referências . conforme exemplo a seguir: Exemplo: Índice de autores e assuntos. ou um texto construído a partir desta coleção. auxiliando o usuário a encontrar um assunto dentro do seu contexto.  pessoas e/ou entidades. pela ordem cronológica de sua presença ou seu surgimento na história. P á g i n a | 65 Conforme a NBR 6034 (ABNT. 2014).] é uma combinação de caracteres alfabéticos e numéricos. num livro. numa publicação etc. GOMES.  assuntos.  citações. Essa ordenação pode ocorrer dos seguintes modos: a) alfabético – é “Aquele cujos itens estão dispostos em ordem alfabética. 2014). b) onomástico – lista. o índice pode ser: a) especial.. 2004b). e é utilizado para descrever a coleção de letras latinas e algarismos arábicos.” (IDICIONÁRIO AULETE. ordenada alfabeticamente e geralmente apresentada no final de um livro..  nomes geográficos. 2003-2014). c) sistemático – funciona como um mapa que facilita a busca.  títulos. quando combinadas duas ou mais das categorias indicadas nas subalíneas acima. acompanhados dos números de páginas onde a referência ou citação ocorre (ÍNDICE. e) numérica – é aquele que relacionada números arábicos ao assunto indicado no texto. constituído por grupos separados entre si (CAMPOS. 2014). f) alfanumérica – “[.

F. 1. C. M. F. A. R. Saúde Pública. MARAM. F. Disponível em: < http://www. SILVA. 79-89. 10. T.. FRANÇA. R. H. Eletr. 22. Avaliação das declarações de nascido vivo como fonte de informação sobre defeitos congênitos. NOBRE. n. MARQUES. Enf. M. 3). E. C. 2008.. GEREMIAS. v. v. MINAMISAVA. v.. Dissertação (Mestrado) – Universidade Estadual do Ceará. SIQUEIRA. ALMEIDA. Epidemiol. ANDRADE. C. ALENCAR.5 ALMEIDA. D. 2012. 1. n. 2. F. 60-68. Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Diniz (2013).. 2011. LANSKY. J. P á g i n a | 66 REFERÊNCIAS Um ‘Enter’ de 1. 45. May 1998. G. Saúde Pública. NOVAES. n. 29-38. K. n.. E. P. Rev. E. Epidemiol. S. O. 2009. FLORES. 2012. outra. WANINI... M. Sistema de informação em saúde. RODRIGUES. L.. São Paulo. Cad. 2013. M...scielo. v. 4. 262-271.. COELI. Determinantes contextuais da mortalidade neonatal no Rio Grande do Sul por dois modelos de análise. O. A. S. 8. p. Rev.. B. CAMPBELL. S. GIUGLIANI. n.pdf >. Estudo da drogadição gestacional e óbito neonatal. A. D.. L. p. (Texto de Apoio. R. B.. P. 775-81. M. 1. Ann. 525-534. 5. n. R. Brasília: Organização Pan-Americana de Saúde. SCHOEPS. M. v.. Saúde Pública. A. Validade das informações das declarações de nascidos vivos com base em estudo de caso-controle. Rio de Janeiro. A. ALMEIDA. ed.. In: MEDRONHO. TURCHI... J. Bras. R. 2009. São Paulo. SANCHES. A. S. Epidemiologia.. v. VASCONCELOS. A. Rev. 2009. D. S. p. 2006... R.. RIBOLDI. L. 3. WEIRICH. L. 643-652. A. São Paulo: Atheneu. p. K. Mortalidade neonatal: fatores de risco em um município no sul do Brasil. Um ‘Enter’ simples entre uma referência e BORGES. G.. Rev. tendência e perspectivas. 12.. O. M.br/pdf/rsp/v39n5/26298. v. F. L. p. p. CARMARGO JR. 39.. MORAIS- NETO. T. Neonatal mortality in intensive care units of Central Brazil. Figura 34 – Glossário . p.. FRANÇA JUNIOR. MORAES. The path analysis approach for the multivariate analysis of infant mortality data. V.. Fortaleza. 2005. CASCÃO. J. A. M. UCHIMURA. de.. M. I. A. Mortalidade infantil neonatal no Brasil: situação. R. R. Acesso em: 11 ago. F.

P á g i n a | 67 GLOSSÁRIO Um ‘Enter’ de 1. Exemplo: emigrar / imigrar. que lhe permite ter sentido. E Elipse: omissão de termos da oração. S Síntese: exposição resumida. M Modificadores: adjetivos. P Parônimos: palavras que possuem sons parecidos. D Dialetos: variedades regionais ou sociais de uma língua. Fonte: Adaptada do site Só Português (2014). Figura 35 – Apêndice . em que se usa um mínimo de palavras. C Coerência: qualidade subjacente a um texto. L Locução Adjetiva: duas ou mais palavras que equivalem a um adjetivo. São signos desenhados em relevo para serem lidos com a ponta dos dedos.5 A Ambiguidade: possibilidade de interpretação dúbia de uma palavra ou frase. B Braile: sistema de escrita para cegos.

da UECE. assegurando que os dados obtidos da pesquisa serão somente utilizados para estudo. P á g i n a | 68 APÊNDICE A – Termo de Fiel Depositário Um ‘Enter’ de 1. Fica claro que o Fiel Depositário pode a qualquer momento retirar sua AUTORIZAÇÃO e ciente de que todas as informações prestadas tornar-se-ão confidenciais e guardadas por força de sigilo profissional. após ter tomado conhecimento do protocolo de pesquisa intitulado: ANÁLISE DA MORTALIDADE INFANTIL COM MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS. Pelo presente instrumento que atende às exigências legais. enfermeira. objeto deste estudo. Figura 36 – Anexo . aluna do Curso de Mestrado Acadêmico em Enfermagem da Universidade Estadual do Ceará (UECE). _________________________________________ Maria Consuelo Martins Saraiva (Secretária Municipal de Saúde de Iracema) ______________________________________________ Assinatura do pesquisador Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Diniz (2013). ter acesso aos bancos de dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos e do Sistema de Informação sobre Mortalidade da Secretaria Municipal de Saúde de Iracema. Analisando a repercussão desse estudo no contexto da saúde pública e epidemiologia. sob orientação do Prof. “fiel depositário” com o cargo de Secretária Municipal de Saúde de Iracema. a Sra. José Maria de Castro. autoriza Karla Maria da Silva Lima.5 Pesquisa: ANÁLISE DA MORTALIDADE INFANTIL COM MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS. Dr. e que se encontram sob sua total responsabilidade. Maria Consuelo Martins Saraiva.

5 Fonte: IPECE (2008). Figura 37 – Índice onomástico . P á g i n a | 69 ANEXO A – Dinâmica das classes sociais – Fortaleza 2000-2010 Um ‘Enter’ de 1. Fonte: IPECE (2008).

43.284 Basílio.67 Belleli. 12. (Maria de Jesus) . cardeal . Fr. 29. 234. 61. João. imperador . Manuel do (D. Domingos . 262 “Bom mesmo é ir à luta com determinação.18 Chigi. cardeal .) . 242. Margarida Maria . 83. 83. (oratoriano) . Juliana de . 183 Alexandre IV .8. P á g i n a | 70 falta número de página ÍNDICE ONOMÁSTICO Um ‘Enter’ de 1.62.292 Anunciação. 293. 26 Carlos Borromeu (S.37. Venerável . 237 Carlos. rei de Portugal .64 Amaro. 96. 92. cardeal .18.14 Bento XIII .93 Albizzi .242 Fonte: Índice onomástico (2014).131 Bellegarde. 99 Álvaro de chaves (D. 102 vencer com ousadia.abraçar Barcos.. Alcimo Avito.65. 84. pois o triunfo pertence a Alacoque. 20. 7. Madre de. 9. 297 Amort.60.84 Agreda.233 Arnauld.40 perder com classe e com paixão.171 Avelar.234 Barsanti de Saint.59. 209 Celestino (S.279 Calafate. 253 Basílio (S.Jean . 237 Carlos V.258.171 Bartolomeu dos Mártires .) . 82. . bispo de Viena .167.284. Roberto. Natal .29. Miguel da . Miguel .v. Agostinho.23. António. 237 Callepi-núncio . 236 Barónio. 85.93. 51 Adriano IV . 246 Calixto II . 11. Duvergier de Celéstio . rei – 263 82. (S.) . António.) .286 Bañez.110 Calvino.13. 96. 239.) . . 95.60.) . 36. 171. 297 António (S. 98. (S. imperador . a vidaMartin de . 23 Alexandre. João . presbítero . Chevalier. 285 Ario -113 Castro Palao -jesuita -132 Arnaldo de Brescia . 14 Almeida.241 Hauranne . 277.16 bispo do Algarve . 85. 265 Alexandre VII .) .284 Amelote .. 287 Assembourg. (do Oratório do Porto) - Antíoco.167.24.234 Atanásio (S.119 Apolónia. 101 Barchman .242 quemBarthel . 256 Aurélio. Fábio. Francisco Gomes de (D.auxílio. 185 Álvares. 37.119 insignificante. Eusébio .20. 234 Ceciliano.5. 23.58. 10.185 Baio. Le Fabre de . 51 Belarmino.17.82. Fulgêncio. 40 Auxílio. 48. 24.) .5. 13 Caumartin. (Santa) . 131.(oratoriano) . Pedro .279 Beda.) . 183.280 (Charles Chaplin) Alexandre VI .257 Cesário de Arles .104 Almeida.) .38 Ambrósio (S. 238 Arriaga. António Soares .5 Adriano I.66 Aelredo .Antoine. 24.) . João. 286 Catarina de Alexandria (Santa) . Fortunato de . Pedro da Costa de . 81. bispo . Pedro .257 Cenáculo.” Alexandre de Hales .171 Baptista.133 A vida é muita para ser se atreve. presbítero .246. 97. 167.60.48.(D. 22. bispo de Lubiana .234 Cardoso.279 Barbosa.) .20. Gabriel Dupac de .59.(oratoriano) .29.16 AfonsoV.23. 44 Bento XIV . núncio . Antoine . jesuita -112 Cayetano.59.

P á g i n a | 71 Figura 38 – Índice sistemático falta número de página ÍNDICE SISTEMÁTICO Um ‘Enter’ de 1... Gomes e Motta (2014). perder com classe e levantamento das fontes levantamento do vocabulário vencer com ousadia. pois o triunfo pertence a forma de apresentação quem se atreve. A vida é muita para ser período de atualização divulgação insignificante.” seleção do software (Charles Chaplin) manutenção planilha de entrada de dados códigos utilizados notas metodologia: categorização organização dos conceitos (elementos do tesauro) conceito referente característica termo homonímia metáfora metonímia termo sincategoremático relações entre conceitos relação lógica cadeia renque relação ontológica relação partitiva relação associativa relações entre termos relação de denominação relação de equivalência (sinonímia) quase-sinonímia Fonte: Campos. classificação abraçar a vida com paixão. .5 Planejamento delimitação da área público alvo “Bom mesmo é ir à luta com determinação.

devido a ficha catalográfica. c) digitação em tamanho da fonte 10 (TIMES NEW ROMAN ou ARIAL) para citações longas.3 FORMAS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO O trabalho acadêmico produzido na versão impressa e em meio digital obedece aos padrões estabelecidos nas subseções que se seguem. d) a digitação é feita no anverso da folha com exceção para a folha de rosto. TGI. . na versão digital deve ser apresentada em arquivo único no formato PDF. b) 2 cm – margem direita e inferior.5 cm. paginação. dissertações e teses). de especialização e/ou aperfeiçoamento. d) a citação longa é destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda. 2011). dados internacionais de catalogação-na-publicação. e) recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados no anverso e no verso da folha.0 mm). 2. excetuando-se os itens dispostos na alínea c). formato A4 (210 mm x 297 mm). Com capa impressa de acordo com a Figura 7. comprimento – 13. CD-RW. e) a transcrição de falas são destacadas com um recuo de 4 cm da margem.3. largura – 7. pois esta é impressa no verso dessa folha (no caso de versões impressas).2 Margem As folhas devem apresentar (ver Figura 39): a) 3 cm – margem esquerda e superior.3. b) digitação em tamanho da fonte 12 para o texto (TIMES NEW ROMAN ou ARIAL). sendo armazenado em CD-R.1 Formato Os trabalhos acadêmicos (TCCs de graduação. em conformidade com a NBR 14724 (ABNT. f) a digitação é feita na cor preta. notas de rodapé. acondicionadas em estojo de DVD do tipo slim (especificações: altura – 19 cm. DVD-R. c) parágrafo inicial de 2 cm a partir da margem esquerda. Para tanto. P á g i n a | 72 2. 2. com seções contínuas sem quebras. inclusive capa. legendas e fontes de ilustrações e das tabelas. DVD-RW. obedecem aos seguintes padrões de formatação (ver Quadro 2): a) papel branco ou reciclado.

” (Charles Chaplin) Fonte: UECE (2010).. P á g i n a | 73 Figura 39 – Formatação do documento para trabalhos acadêmicos falta número de página “Bom mesmo é ir à luta com determinação. . perder com classe e vencer com ousadia. abraçar a vida com paixão.. A vida é muita para ser insignificante. pois o triunfo pertence a quem se atreve.

as notas de rodapé. as referências. grau ou título pretendido e outros). e) as notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens. d) os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os precede ou os sucede por um espaço 1. a partir da margem esquerda. b) as citações com mais de 3 (três) linhas. do(a) autor(a). as legendas e fontes das ilustrações e tabelas. local e data 12 12 Título do trabalho 12 12 FOLHA DE ROSTO Finalidade do trabalho e nome do(a) orientador(a) 12 12 Nome da instituição. o texto obedece as seguintes diretrizes de espacejamento: a) todo o texto a partir da capa deve ser digitado com espaço 1. o nome da instituição a que é submetido. trabalho de conclusão de curso. a natureza do trabalho (tese. c) as referências ao final do trabalho devem ser separadas entre si por um espaço simples. separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm.3. trabalhos de graduação interdisciplinar e outros) e o objetivo (aprovação em disciplina. dissertação. contendo o objetivo.5 entrelinhas. a ficha catalográfica. loca e data 12 12 Título do trabalho 12 12 FOLHA DE APROVAÇÃO Todos os elementos 12 12 Fonte: Elaborado pelos autores.5. 2011). a natureza do trabalho. do(a) autor(a). f) na folha de rosto e na folha de aprovação. o nome da instituição e a área de concentração (para dissertações e teses) e orientação devem ser digitados em espaço simples. a área de .3 Espacejamento De acordo com a NBR 14724 (ABNT. P á g i n a | 74 Quadro 2 – Formato do tamanho da fonte ITENS FONTES/TAMANHOS TEXTO Arial Times New Roman Título(s) 12 12 Sub-título(s) 12 12 Resumo 12 12 Texto 12 12 Citação longa 10 10 Nota de rodapé 10 10 Número das páginas 10 10 CAPA Nome da Instituição. 2.

P á g i n a | 75

concentração (para teses e dissertações) devem ser alinhados da margem
esquerda da folha para a margem direita, em 8 cm, e digitados em espaço simples
entrelinhas.

2.3.4 Indicativos de seção

Neste item, o texto obedece aos seguintes padrões, segundo a NBR 14724 (ABNT,
2011):
a) indicativo numérico de uma seção antecede seu título, alinhado à esquerda,
separado por um espaço em branco de caractere (não se usa nenhum tipo de
pontuação para separar a numeração progressiva dos títulos ou subtítulos de
seções);
b) os títulos das seções sem indicativo numérico, como ERRATA,
AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT, RESUMEN, RESUMÉ,
LISTAS DE ILUSTRAÇÕES, LISTA DE TABELAS, LISTAS DE
ABREVIATURAS E SIGLAS, LISTA DE SÍMBOLOS, SUMÁRIO,
REFERÊNCIAS, GLOSSÁRIO, APÊNDICES, ANEXOS e ÍNDICES devem
ser centralizados, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias (CAIXA
ALTA) e não numeradas, conforme a NBR 6024 (ABNT, 2012a).

2.3.5 Paginação

Para realizar a paginação do trabalho acadêmico, a NBR 14724 (ABNT, 2011)
indica as seguintes recomendações:
a) todas as folhas ou páginas do trabalho (elementos pré-textuais, textuais e pós-
textuais) devem ser contadas a partir da folha de rosto, sequencialmente;
b) não utilizar algarismos romanos para indicar a paginação dos elementos pré-
textuais;
c) a numeração deve aparece, a partir da primeira folha da parte textual
(INTRODUÇÃO, APRESENTAÇÃO);
d) a numeração é em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha a 2 cm
da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha,
em tamanho da fonte 10, com espaçamento simples;

P á g i n a | 76

e) em caso de digitação no anverso e verso da folha, a numeração das páginas deve
ser em algarismos arábicos no canto superior esquerdo (para páginas pares) e no
canto superior direito (para páginas ímpares);
f) para trabalhos em mais de um volume, deve ser dada uma numeração sequencial
das folhas do primeiro ao último volume;
g) a numeração de glossário, apêndices, anexos e índices, deve ser contínua à do
texto principal;
h) a diferença entre página e folha, consiste em: considera-se página todo trabalho
impresso em anverso e verso; a folha consiste em impressão somente no anverso.

NOTA – Importante lembrar que a CAPA é um elemento da parte externa do trabalho acadêmico, configurando-
se como não paginada, pois a mesma é impressa na encadernação. Entretanto, tendo em vista, os trabalhos
acadêmicos estarem sendo entregues em suporte digital, isto é, em CD-Rom, onde o arquivo do trabalho acadêmico
é gravado no formato PDF, o(a) aluno(a) deve tomar o cuidado ao paginar seu trabalho, a CAPA é o número 0,
porém o mesmo não aparece, assim como, em todos os elementos pré-textuais até o SUMÁRIO. A numeração
deve aparecer a partir do primeiro elemento textual, seguindo a sequência da última página do elemento pré-
textual.

2.3.6 Numeração progressiva

De acordo com a NBR 6024 (ABNT, 2012a), especifica as diretrizes gerais de um
sistema de numeração progressiva das seções de um documento, de maneira a apresentar em
uma sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e a permitir sua localização.
Ressalta-se ainda que esta se aplica à redação de todos os tipos de documentos,
independentemente do seu suporte, com exceção daqueles que possuem sistematização própria
(dicionários, vocabulários etc.) ou que não necessitam de sistematização (obras literárias em
geral).
Sobre a aplicação da numeração progressiva nos trabalhos acadêmicos:
a) as seções são partes em que se divide o texto de um documento, que contêm as
matérias consideradas afins na exposição ordenada do assunto, podendo ser
divididas em: primária, secundária, terciária, quaternária e quinária;
b) as seções primárias são as principais divisões do texto de um documento, e
devem iniciar em folha distinta;
c) os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os
recursos de negrito, itálico, CAIXA ALTA (maiúsculas), a serem inseridos no
sumário de forma idêntica que aparece no corpo do trabalho;

P á g i n a | 77

d) os títulos de seções com indicação numérica, que ocupem mais de uma linha,
devem, a partir da segunda linha, ser alinhados abaixo da primeira letra da
primeira palavra do título. Ver Figura 40.

2.3.6.1 Alíneas

A disposição gráfica das alíneas, ver Figura 41, obedece aos seguintes padrões:
a) subdivisão de diversos assuntos de uma seção, quando for necessário, ordenadas
alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses com recuo de 2 cm
da margem esquerda;
b) o trecho final do texto da seção correspondente, anterior às alíneas, termina em
dois pontos;
c) as letras indicativas das alíneas são recuadas em relação à margem esquerda;
d) a matéria da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula.
Nos casos em que seguem subalíneas, as alíneas terminam em vírgula. A última
alínea termina em ponto;
e) a segunda e as seguintes linhas da matéria da alínea começam sob a primeira
letra do texto da própria alínea.

2.3.6.2 Subalíneas

A alínea pode ser dividida em subalíneas, ver Figura 41, quando a apresentação da
ideia, assim, o exigir. A disposição gráfica das subalíneas obedece aos seguintes padrões:
a) devem ser usadas quando a exposição da ideia assim exigir, contendo recuo de
2,5 cm;
b) as subalíneas devem começar por um hífen colocado sob a primeira letra da
alínea;
c) as linhas do texto da subalínea começam um espaço após o hífen;
d) a pontuação das subalíneas é igual à das alíneas;
e) o trecho final da alínea correspondente, anterior às subalíneas, termina em
vírgula.

com as referências bibliográficas e demais notas. como crescente do texto. . (quando utilizada o sistema 1 ‘Enter’ AUTOR-DATA dentro do texto). obedecendo a uma única sequência. lançada distinta. A mesma é apresentada em página voluntariado. a ser dispostascriticada sistematicamente de acordopor com sistema adequadamente não preparar de citação utilizado.(Charles Chaplin) de escolas que Em trabalhos buscam não-experimentais. ordem numérica (quando utilizada o sistema numérico dentro 1.1.5  Quando usado o sistema alfabético. Fonte: Elaborada pelos autores. espaço historicamente pela humanidade e utilizado de acordo com interesses simples. na sua realidade o número idealização de projetos.1.1 Referências (obrigatório) 2. 1993. passou primária. 59) com respeito à trabalho.5 unfo pertence a quem se atreve.1. busca de em uma novas únicaeducativas práticas ordem alfabética. A vida é muita 2.” 1. quedas seçõesaspectos englobam com seus respectivos sociais vividos títulos poraseus é definido alunosdo(a) critério (GRISPINO..2. sistema escrito é produzido 3 linhas: recuo 4 cm.1. p. 54).2.1. tanto a nível onto- Citação direta trabalho. é o conjunto padronizado de elementos descritivos que nuclear. 2008). p. 1993. Com base na ação do permite a identificação individual de um documento. REFERÊNCIAS como NOTAS DE RODAPÉ. arranjadas numericamente.5 (NAHUZ.. na ordem em que se seguem: 2. conformeprofessores a NBR 10520/2002.2. conforme sua 2. autor(a)2005). p. em constituindo seção 1947.5 A aquisição do sistema escrito é um processo histórico. ganham força e nos levam a refletir: 1 ‘Enter’ Quando usado o sistema numérico. como ontem. P á g i n a | 78 Figura 40 – Numeração progressiva das seções e subseções Margem da Paginação na paginação 2 cm margem superior 34 3.0 cm Sucedem o texto e complementam o trabalho. as posições de Freire (1996. FERREIRA.0 cm falta número de página direita no anverso da folha.1 A visão do educador de jovens e adultos Seção quaternária 1 ‘Enter’ 1.5 2. na com mais de mesma ordem numérica genético. O sistema escrito não é um valor neutro new roman 10. as referências devem ser reunidas no final do Hoje.3 Elementos pós-textuais dos ensinos fundamental e médio da rede escolar pública brasileira e adotada por algumas redes particulares que recebe os jovens e adultos que não completaram os anos da 3.2 1 ‘Enter’ Trabalhos não-experimentais Parágrafo 2 cm para ser insignificante. arial 10 ou times políticos de classe. 2.5 A educação de jovens e adultos (EJA) é a modalidade de ensino nas etapas 2. a primeira Campanha Nacional de Educação de Adultos no Brasil.0 cm ordem de ocorrência no texto (NAHUZ.1 Educação de jovens e adultos Seção terciária 1 ‘Enter’ 1. Podem para trabalhar com essa ser em: ordem população alfabética (SOARES.5 A profissionalização do educador de EJA tem se tornado cada vez mais Segundo a NBR 6023/2002. as referências devem ser reunidas no final do 1. 2 EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA NA SOCIEDADE BRASILEIRA SEÇÃO PRIMÁRIA 1 ‘Enter’ 1.0 cm educação básica em idade apropriada por qualquer motivo. tanto nas práticas educativas quanto nos fóruns de debate. 65).5 Vários são os exemplos de contextualização da educação. 1 ‘Enter’ 1. 1 ‘Enter’ 1.1 CONTEXTUALIZANDO A EDUCAÇÃO SEÇÃO SECUNDÁRIA 2.5 2.3.1.1 A prática educativa na EJA Seção quinária do texto).O a nível filogenético. FERREIRA.2. que deve destacar os pontos mais relevantes do trabalho 1 ‘Enter’ 1.

sobre as práticas fonoaudiológicas na Saúde Pública. 3. que foi realizar uma análise das tendências e perspectivas da produção recente sobre as práticas fonoaudiológicas em Saúde Pública. P á g i n a | 79 Figura 41 – Alíneas e subalíneas falta número de página 38 3 MÉTODO (Charles Chaplin) 3. de 1990 até 2005. os procedimentos de coleta e tratamento dos dados foram os seguintes: Alínea 2 cm a) leitura exploratória. que foi a última etapa do processo e teve por objetivo relacionar o que o autor afirmou com o problema de pesquisa. e com abordagem qualitativa. Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Graner (2007). .  hierarquização das ideias e sua organização. com objetivo de verificar se a obra consultada interessa à pesquisa.5 cm  identificação das ideias chaves (análise temática). Este tipo de leitura passou pelos seguintes momentos: Subalínea  leitura integral do texto para se ter uma visão do todo.1 O CAMINHO METODOLÓGICO Para realização do estudo. foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica. com o intuito de ordenar e sumariar as informações contidas nas fontes – leitura de natureza crítica. com caráter retrospectivo e descritivo. b) leitura analítica. foi feito um levantamento da produção bibliográfica da área (sem a pretensão de esgotá-la). c) leitura interpretativa. Para atender ao objetivo deste estudo. 2. seguindo uma ordem de importância para a pesquisa.2 PROCEDIMENTOS UTILIZADOS PARA A COLETA DOS DADOS Após o levantamento do material bibliográfico.

conforme a NBR 10520 (ABNT. 2. 2002a). c) podem ser numeradas. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. se necessário. multiplicação e divisão. tais como: expoentes. alinhados à direita. entre outros). Exemplo: x2 + y2 = z2 (1) (x2 + y2) /5 = n (2) . d) quando ocuparem mais de uma linha. mas que foi extraída de outra fonte. subtração. quando necessário com numerais arábicos entre parênteses na margem direita da folha.3.3. b) na sequência normal do texto usa-se uma entrelinha maior que comporte seus elementos. Exemplos: Bibliotecário (Bibl.) Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) Universidade Estadual do Ceará (UECE) 2. índices e outros. índices.) Advogado (Adv.) Ciência da Informação (Ci. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes. devem ser destacadas no texto e. P á g i n a | 80 2.7 Citações Informação colocada no texto. Na sequência normal do texto.9 Equações e fórmulas Para facilitar a leitura. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.8 Abreviaturas e siglas Deve-se colocar o nome por extenso quando aparecem pela primeira vez no texto. seguido da abreviatura ou sigla entre parênteses. Inf.3. a) devem aparecer destacadas no texto de forma centralizada.

3. mesmo quando elaborada pelo(a) próprio(a) autor(a) – informação esta que deve ser especificada. tamanho da fonte 10. figura. d) fonte (obrigatória) deve ser inserida na parte inferior. 4). 2011. centralizada. tamanho 10. precedida da palavra figura. c) sua identificação aparece centralizada na parte superior precedida da palavra tabela. mapa. fotografia. dispensando consulta ao texto. gráfico.3. organograma. que ilustra ou elucida um texto” (ABNT. Ver Figura 42. a) designação genérica de imagem. p. que ilustra ou elucida um texto. e) fonte (obrigatória) deve ser inserida na parte inferior. em letras maiúsculas e minúsculas. mesmo quando elaborada pelo(a) próprio(a) autor(a) (informação esta que deve ser especificada. 3). imagem. separada por travessão do número de ordem em algarismos arábicos. no caso utiliza-se a expressão “Próprio autor” ou “Elaborado pelo autor”). fluxograma. planta.10 Ilustrações Ilustração é uma “designação genérica de imagem. P á g i n a | 81 2. 2. esquema. em letras maiúsculas e minúsculas. b) possui numeração independente e consecutiva. entre outros. d) as legendas (fonte consultada e/ou notas explicativas) das ilustrações devem ser breves e claras. f) as ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.11 Tabelas Tabela é uma “forma não discursiva de apresentar informações das quais o dado numérico se destaca como informação central” (ABNT. alinhada a margem esquerda. . espaço simples. alinhada a margem esquerda da ilustração. no caso utiliza-se as expressões: “Próprio autor” ou “Elaborado pelo autor”. b) são consideradas figuras: desenho. As características de uma tabela são: a) elementos que constituem unidade autônoma e que apresentam informações tratadas estatisticamente. c) sua identificação aparece na parte superior. quadro. p. separada por um travessão do seu respectivo numero progressivo. retrato. espaço simples. 2011.

não será delimitada por traço horizontal na parte inferior. g) utiliza-se bordas (fios) horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior. i) as legendas (fonte consultada e/ou notas explicativas) das tabelas devem ser breves e claras. sendo o título e o cabeçalho repetido na folha seguinte. . dispensando consulta ao texto. Ver Figura 43. P á g i n a | 82 e) devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. Devem ser inseridas as terminologias: continua. entre o titulo e o cabeçalho da mesma. h) evita-se fios verticais para separar as colunas e fios horizontais para separar as linhas. continuação e conclusão entre parênteses na parte superior direita da tabela. f) caso a tabela precise ser continuada na folha seguinte.

‘Enter’ 1. 52-53). ‘Enter’ 1.. se comparada com a produção dos outros anos. A vida é muita para ser insignificante. .5 Gráfico 1 – Produção anual das dissertações de mestrado e teses de doutorado entre “Bom mesmo é ir à luta com determinação. houve uma produção mais elevada no que diz respeito às teses de doutorado. os anos de 1990 e 2008 abraçar a vida com paixão. p. P á g i n a | 83 Figura 42 – Ilustração no texto falta número de página 42 O Gráfico 1 apresenta a distribuição anual da produção. Observa-se também que 2003 e 2006 são os anos de maior pico de produção científica de temas relacionados ao campo do trabalho. perder com classe e vencer com ousadia.5 Nota-se a partir do Gráfico 1 e da Tabela 1 que a produção de teses de doutorado teve seu início no ano de 1994. As duas primeiras teses com o ano de 1994 fazem parte do doutorado em Saúde Coletiva da UNICAMP e do Doutorado em saúde Pública da USP. realizando-se uma comparação entre a produção de dissertações de mestrado e teses de doutorado. pois o triunfo pertence a quem se atreve.. esta informação se justifica devido ao fato de que os cursos de doutorado na área da Saúde Coletiva começaram a surgir no país a partir do ano de 1990. que coincide com o ano de implantação do SUS. Nos anos de 2003 e 2006. Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Fernandes (2009.” (Charles Chaplin) Espaço simples Fonte: Elaborado pelo autor.

abraçar a vida com paixão. pois o triunfo pertence a Foi possível identificar a distribuição das dissertações e teses ao longo do quem se atreve. A Tabela 1 apresenta a produção de mestrado e doutorado em cada insignificante. (Charles Chaplin) ‘Enter’ 1.5 Tabela 1 – Produção anual das dissertações de mestrado e teses de doutorado entre os anos de 1990 e 2000 Ano Mestrado Doutorado Total 1990 2 0 2 1991 5 0 5 1992 8 0 8 1993 6 0 6 1994 8 2 10 1995 12 2 14 1996 13 8 21 1997 13 4 17 1998 20 3 23 1999 22 9 31 2000 22 5 27 2001 33 7 40 2002 42 13 55 2003 44 17 61 2004 32 14 46 2005 34 16 50 2006 42 17 59 2007 41 11 52 2008 26 11 37 TOTAL 425 139 564 Espaço Fonte: Elaborada pelo autor. Doutorado em Saúde Coletiva da UNICAMP.. Doutorado em Epidemiologia da UFPEL [..2. p. 50-51).” ano analisado. e Saúde Pública da UFBA.2.. Doutorado em Saúde Pública e Epidemiologia da USP. P á g i n a | 84 Figura 43 – Tabela no texto falta número de página As instituições que possuem cursos de doutorado que tiveram teses publicadas na área do trabalho são: Doutorado em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social da não-experimentais 2.2 Trabalhos UERJ. doutorado em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública da FIOCRUZ. simples Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Fernandes (2009..]. vencer com ousadia. Doutorado em Saúde Coletiva “Bom mesmo é ir à luta com determinação. . A vida é muita para ser período pesquisado. perder com classe e Doutorado em Saúde Pública da UFMG.

para que os computadores interpretem eletronicamente os dados. tomar muito cuidado com a identificação da citação. KRZYZANOWSKI. Disponível em: <http://www2. as normas são imprescindíveis. P á g i n a | 85 3 CITAÇÃO Define-se citação como: “Menção de uma informação extraída de outra fonte. 2009. deve-se. 59). o uso dos termos de forma incorreta. 3). as normas são imprescindíveis. São Paulo: Reichmann & Autores. . p. DVD. Teoria e prática. Sueli Mara soares Pinto. visando a indexação e recuperação dos textos publicados (FERREIRA. Diz-se ainda que a informação extraída de uma determinada fonte ou documento (livros. indireta e citação de citação. Rosaly Fávero. revistas.br/html/ metodologia/arquivos/ orientacao_resenha. 2002a. 3.pdf>. Orientações para a elaboração de resenha. Rildeci. folhetos. pois os sistemas automatizados emandam que os dados estejam em perfeita sintonia com elas. Maria das Graças (Orgs.” (ABNT. MEDEIROS. São divididas em: direta. em certos casos. TARGINO. Instrumental aos autores para preparação de trabalhos científicos. In: FERREIRA. Preparação de revistas científicas. 1). MEDEIROS. para que os computadores interpretem eletronicamente os dados. pois os sistemas automatizados emandam que os dados estejam em perfeita sintonia com elas. visando a indexação e recuperação dos textos publicados (FERREIRA. entre outras) esclarece. pois.1 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÃO As citações podem aparecer no texto ou em notas de rodapé. mesmo identificando algum autor. p. KRZYZANOWSKI. Na referência UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SÊNIA BASTOS. Ressalta-se que ao citar. Exemplo 1: FORMA DE PLÁGIO No texto: Na atualidade. p. CD-rom. São Paulo. Acesso em: 15 maio 2014.anhembi. 2009). 2005. 2005. pode-se caracterizar plágio. Na referência FERREIRA. 2005 apud UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SÊNIA BASTOS. 2009. ilustra ou sustenta o assunto apresentado (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA. KRZYZANOWSKI. dicionários. internet. Maria Cecília Gonzaga. Exemplo 2: FORMA CORRETA No texto: Na atualidade.). MEDEIROS.

se não freqüentemente precedido pelo desenvolvimento excepcional de uma tecnologia e técnicas particularmente impressionantes. de forma abreviada (ABNT. 3. Exemplo 1: “Alarmante nas últimas estatísticas apresentadas. 1993. volume(s). no texto.1. 1991. que o(s) caracteriza(m). 29). p. tamanho da letra 10. Especificar no texto a(s) página(s). 2000. p. FORMOSINHO. de até três linhas. por si só. erros de ortografia e erros de concordância. 42). P á g i n a | 86 3. no texto. Importante observar que na citação direta deve se conservar: grafia. o desenvolvimento da ciência da informação foi acompanhado. com letras menores que a do texto utilizado e sem as aspas. devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. no .. a divisão do trabalho e. apoiando – se.1 Citação direta De acordo com a NBR 10520. FERNANDES. tomo(s) ou seção(ões) da fonte consultada. como parte integrante de uma política para o desenvolvimento de coleções?” (VERGUEIRO. Exemplo: “Ora a organização social da produção econômica envolve a tecnologia.1 Citações diretas de até 3 (três) linhas As citações diretas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação. 3. separado(s) por vírgula e precedido(s) pelo termo. com mais de 3 (três) linhas. a propriedade ou não propriedade dos meios de produção e/ou conteúdo. é a transcrição textual de parte da obra do autor consultado ipsi literis (igual ao texto original). 2). 2002a.1.” (PIRES. Exemplo 2: “Existem critérios claramente estabelecidos para seleção. acima de tudo..” (DE MÉDICO.. a incidência de problemas causadas pela automedicação responsável. pontuação. 61). p. p. nas citações diretas.1. incoerências. devem estar contidas entre aspas duplas.1.2 Citações diretas com mais de 3 (três) linhas As citações diretas. por um alto índice de intoxicação. Exemplo: A partir de 1948. Este(s) deve(m) seguir a data.1.

...... podendo ser utilizadas no começo. p. “[. p.. 17). O recurso usado é apresentado através de reticências entre colchetes [.1. Por isso. P á g i n a | 87 essencial.] a vida ganha a dimensão do eterno quando o amor adquire as formas do pleno.3 Supressões.... Exemplo: Amar é querer que me amem [....... 1996... “[. 72)...3... 1999. Antes imperavam a tinta e o chumbo [. acréscimos ou comentários Para indicação de acréscimos ou comentários utiliza-se colchetes [ ].1. 1990. p... 35-36)... ênfase ou destaques Qualquer correção ou observação feita na própria citação usa-se supressões.. 1985.] não se mova [como se isso fosse possível]....1.1 Supressões São indicadas para reduzir um trecho de uma citação sem prejudicar o sentido do conteúdo do texto.. nos fluxos de elétrons e fótons... se reconhece no processo de produção rural a vigência de leis biológicas de reprodução e a utilização de formas primitivas de uso da energia [fotossíntese].1.] (LE COADIC. 3.. faça de conta que está morta.” (CLARAC..] o próprio sentido da vida”. . 86)... 3....2 Interpolações.. adquirindo esta plenitude e beleza entre os que sabem o valor do amor....... 3. interpolações...... ... p.].. 179). BONNIN.... conforme os exemplos a seguir: Exemplo: “Neste sentido.. comentários. interpolações......... devemos amar uns aos outros.. Exemplo: Segundo Camon (1998...... acréscimos ou comentários e ênfase ou destaque.” (SILVA.1...3........... (FREITAS. do belo.. p.... no meio ou no fim.1. deve-se usar uma linha pontilhada. No caso de a supressão omitir um ou diversos parágrafos da mesma página ou páginas diferentes da obra..

.1.3 Citação de citação É a transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. p. as de Minacu. na década de 1970. 16.4 Tradução pelo autor Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor deve-se incluir. Na citação de citação utiliza-se o termo em latim: apud ou citado por. no Sul e no Sudoeste.1. Exemplo: Vargas (2005) afirma que as parcerias decisivas para o SENAI são: as mineradoras de Catalão.” (CORTEZ. há de se reconhecer que a voz de Margarida é a mais autorizada para falar sobre a pedagogia de De Pé no Chão. Os grifos podem ser do autor ou nosso. Niquelândia. Deve obedecer ao mesmo . dirigiu-se para a América Latina. grifo nosso). 34. 2005. o agronegócio. Não se utiliza aspas. 72. “A intervenção política deu-se primeiramente no continente africano e. grifo nosso) afirma que a “alegria pelo trabalho (motivação).1. grifo do autor). tradução nossa). no Norte..1. A indicação da(s) páginas(s) consultada(s) é opcional. conservando o sentido do texto original. Crixas e Alto Horizonte. a expressão tradução nossa. 2005.2 Citação indireta Transcrição da ideia de uma determinada autoria. Exemplos: “Com esse currículo.3. no Sudoeste. usando outras palavras. 3. p. entre parênteses.1. Exemplo: “Em ambos os casos nós somos forçados a inferir que o papel da competição é retrospectivo [. após a chamada da citação. 1994.” (CORTEZ.3 Ênfase ou destaque São expressões utilizadas na citação por meio do uso de grifos. 3. p. 3. 155. P á g i n a | 88 3.]” (PUTMAN. p. a educação e os treinamentos são a base do crescimento do ser humano”.3. negrito ou itálico etc. Campos (1992.1.

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critério da citação direta e indireta. Aparece na lista de referência apenas o trabalho das autorias
que foram pesquisadas, lidas e citadas ao longo do texto.
Exemplos:
No texto:
Bjorksten (1989 apud FARINATTI, 2008) ressalta que há estudos sugerindo que a
ingestão de alumínio seria prejudicial, acelerando o processo de envelhecimento das células por
estresse oxidativo.

Na referência:
FARINATTI, Paulo de Tarso Veras. Envelhecimento, promoção da saúde e envelhecimento:
bases teóricas e metodológicas. Barueri, SP: Manole, 2008. 499 p.

No texto:
“Um texto é citado para ser interpretado ou para dar apoio a uma interpretação.”
(ECO, 1983, p. 121 apud KOCHE, 2009, p. 147).

Na referência:
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação
à pesquisa. 28. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. 182 p.

3.1.4 Informações verbais

São dados obtidos por informação verbal (palestras, debates, comunicações etc.),
indicar entre parênteses a expressão informação verbal e os dados disponíveis devem ser
mencionados somente em notas de rodapé.
Exemplo:
No texto
A nova revisão do AACR2, em folhas soltas, estará disponível para venda, em
setembro deste ano (informação verbal).1
No rodapé da página
_______________________(filete de 5 cm)
1
Notícia fornecida pela profa. Maria Tereza Reis Mendes na aula final da disciplina Catalogação III, na Escola de
Biblioteconomia, da Universidade do Rio de Janeiro, em agosto de 2002.

3.1.5 Trabalhos em fase de elaboração

No caso de trabalhos em fase de elaboração, menciona-se o fato entre parênteses,
indicando os dados disponíveis em notas de rodapé.

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Exemplo:
No texto
O projeto nascente muito contribuirá para o curso de pedagogia da UECE (em fase
de elaboração).2

No rodapé da página
_______________________(filete de 5 cm)
2
Professores do curso de Pedagogia, a ser editado pela EdUECE, 2005.

3.1.6 Transcrição direta

Todo e qualquer trecho de informação inserida no corpo do trabalho acadêmico,
tais como: falas, gravações, entrevistas etc. Para tanto, Manzini (2014) diz que

Uma [...] forma de apresentar as transcrições para o público pode ser fundamentada
nas normas da ABNT, que tratam sobre citações literais de autores. Nesse sentido, é
possível considerar a fala do participante como a fala de um autor, que ao invés de
apresentar um texto escrito, apresenta um documento falado.

Consoante a indicação de Manzini (2014), para apresentação das transcrições, a
norma brasileira, na qual se refere é a NBR 10520 (ABNT, 2002a), pois a mesma informa que:

1) as citações com menos de três linhas devem ser apresentadas no próprio parágrafo
e entre aspas; 2) após cada citação apresentar o nome do autor entre parênteses, que
será substituído pela sigla; 3) as citações com mais de três linhas devem ser
apresentadas com um recuo de 4 cm e em letra com corpo menor; 4) as supressões,
no início ou no meio do texto, podem ser apresentadas com a indicação de reticências
entre colchetes; 5) comentários de quem transcreve podem ser apresentados entre
parênteses.

Consoante ao exposto, este guia adotará algumas especificações descritas na NBR
10520 da ABNT. Assim sendo, as falas deverão ser apresentadas da seguinte maneira: recuar o
trecho em 4 cm, sem aspas duplas, espaçamento entrelinhas simples, tamanho da fonte 10,
espaçamento simples entre as falas, recurso tipográfico o mesmo do texto. Logo após, inserir a
identificação, entre parênteses os sujeitos pesquisados. Para melhor entendimento, a
contextualização dos sujeitos da pesquisa, deve-se estar explicitada na metodologia do trabalho
ou no início da seção correspondente.
Exemplo:
Na metodologia
Pesquisa realizada na E.E.F. Maria Ester Cavalcante, com os alunos de 5ª a 9ª série
de faixa etária de 11 a 13 anos. Omitimos os nomes dos participantes desta, para preservar sua

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identidade. Para distinção das falas optamos por utilizar os termos “Aluno 1”, “Aluno 2”,
“Professor 1”, “Professor 2”, etc.

No corpo do texto:
O céu é azul com listas brancas (Aluno 1).

Acho que o ensino no Brasil está muito deficiente (Professor 2).

No relacionado a entrevista (contexto da coleta), Manzini (2014) diz que “[...]
somente o pesquisador-entrevistador é [o indivíduo] que tem essa vivência.”. Este por sua vez,
ao realizar a transcrição das entrevistas, com o objetivo de transpor as informações orais em
informações escritas, feita por meio da gravação em fita magnética ou digital, deverá está atento
para “[...] transcrever tudo o que foi falado pelo pesquisador e pelo entrevistado, porque a
pergunta do entrevistador tem entoação, tem ênfase, porque foi eliciada de forma específica,
num momento específico, diferente da pergunta do roteiro.” (MANZINI, 2014).
Manzini (2014) lembra ainda que estudantes integrantes de grupos de pesquisa ou
em redes de pesquisa, no qual os pesquisadores têm trabalho de estudo/pesquisa, é repassada
atividade de realização das entrevistas para estes, por serem “[...] alunos de doutorado, mestrado
e iniciantes em pesquisa, como alunos de graduação.”.
Outra característica da transcrição é que ela

[...] tem como meta transpor algo sonoro, que pode ser escutado e reescutado, algo
que foi vivenciado, para uma representação gráfica, que passará a ser objeto de análise
por parte do pesquisador. Assim, essa passagem deverá ter recortes e o pesquisador
deverá escolher seus critérios para representar graficamente aquele dado que foi
coletado (MANZINI, 2014).

Desta maneira, o(a) pesquisador(a) ao escolher critérios para representar melhor os
dados que foram coletados da sua pesquisa, este(a) poderá se basear no Quadro 3, o Marcuschi
(1986 apud MANZINI, 2014)

[...] compilou quatorze sinais que considerava mais frequentes e úteis para realizar
uma transcrição. Além desses sinais, o autor indicou algumas dicas para a transcrição:
1) evitar as maiúsculas em início de turno 1; 2) utilizar uma sequenciação 2 com linhas
não muito longas para melhorar a visualização do conjunto; 3) indicar os falantes com
siglas ou letras do nome ou alfabeto; 4) não cortar palavras na passagem de uma linha
para outra.

1
“Turno: é a produção de um falante enquanto ele está com a palavra, incluindo a possibilidade de silêncio, que é
significativo e notado. Outras expressões comuns são: ter o turno e troca de turno.” (MARCUSCHI, 1986 apud
MANZINI, 2014).
2
“Sequenciação: uma série de turnos sucessivos que se ligam por alguma razão semântico-pragmática.”
(MARCUSCHI, 1986 apud MANZINI, 2014).

i .. a questão da [..: É mais a dependência. dissertação de mestrado e tese de doutorado). com o intuito de enriquecer o trabalho acadêmico. No exemplo 2 – reformulado apresenta um trecho de uma transcrição [. No Quadro 3. determinados lugares e . nas coletas de dados das pesquisas dos trabalhos acadêmicos (TCC de graduação.. tanto na vida circular como nessa questão de barreiras. né? Da [.. mais pedi pra você? P... aqueles que entram no campus.” (MANZINI... por tar conseguindo alcançá uma faculdade e pela coragem de topar todos esses desafios...].i questão ... .. mais pedi pra você? P. A: mas o que foi que houve” [ J: meu irmão também fez uma dessas’ B: depois ele voltou e tudo bem. né? da ..] percepção dele. eu vejo que eli é um vitorioso por tar chegando lá. é apresentado resumo explicativo das normas compiladas e dos exemplos que norteiam critérios representativos acerca de como o(a) pesquisador(a) deve transpor as transcrições das entrevistas.quais os tipos de dificuldadis que você acha que o R. Eu percebo que são pessoas muito determinadas. isto é.devido. determinadus lugaris . a gravação dus textus também. P á g i n a | 92 “No exemplo 1 que seguem.: É mais a dependência. mais assim. né? [. ocupam lugares lá.. mais assim..] em relação a . 2014). Eu realmente admiro! Exemplo 2: E: É ... a seguir. a questão da .da locomoção pra determinadus lugaris. as informações orais para informações escritas graficamente. devidu achu qui a dificuldadi da... Falas [[ Usam-se colchetes para . a fala do pesquisador é indicada por P e a do primeiro estudante entrevistado é E1.... levar ele a .] da locomoção pra determinados lugares. de transportes. simultâneas dois falantes iniciam ao B: mas eu não tive num remorso né’ mesmo tempo um turno. Quadro 3 – Resumo explicativo das normas compiladas e dos exemplos critérios representativos acerca da transcrição (continua) Categorias Sinais Descrição das categorias Exemplos 1... levar eli a . TGI..... TCC de especialização e/ou aperfeiçoamento....] gravação dos textos também..... Exemplo 1: P – De maneira geral como que você vê o deficiente no campus? E1 – Primeiro..quais os tipos de dificuldades que você acha que o R.. O(a) pesquisador(a) pode optar pela inclusão completa das falas como apêndice.. de tá encarando as dificuldades. Reformulado E: É ... acho que a dificuldade da [..em relação a . da percepção deli né? di.

/ 3. marca-se o A: /./ 4.. do analista local da ocorrência ou ((fala nervosamente)). Dúvidas ou ( ) Quando não se entender .. ((baixa o tom de voz)). ((gesticula pedindo a palavra)) segmento a que se refere. 10... 5.8) TUDO TUDO TUDO (++) tem um ter ouvido. 9.5 segundo. Alongamento :: Dependendo da duração os . cronometradas. Ênfase ou MAIÚSCULA Sílaba ou palavras Ver exemplos. Sobreposições [ ] Ocorre num dado ponto do . ((apresenta-se para imediatamente antes do falar))./ 6. 7../ (+) o mundo ta evitando/. C: é/ (+) agora tem uma possibilidade boa Esse sinal pode ser que é quando ela sentiu que ia morá lá (+) utilizado quando alguém é e:le o dono/ ((rápido)) ela teve conversan bruscamente cortado pelo comi/ agora ele já disse o seguinte (+) interlocutor. acento forte pronunciada com ênfase ou acento mais forte que o habitual. . (+) EU se a expressão inaudível ou particularmente acho tudo na vida relativo. P á g i n a | 93 Quadro 3 – Resumo explicativo das normas compiladas e dos exemplos critérios representativos acerca da transcrição (continuação) Categorias Sinais Descrição das categorias Exemplos 2. silêncios ou sugere-se um sinal + para (2. indica-se o tempo. Comentários (( )) Usa-se essa marcação no ((ri)).. Silabação --------...... M: eh: dizer que ficou pronta a cópia [ ] A: ah sim M: ela fez essa noite (+)/. 8.5) cada 0../ por exemplo (+) a gente tava local com parênteses e usa. E: o desequilíbrio ecológico pode a qualquer momento: acabar com a civilização natural [ J: mas não pode ser/ o mundo tá se preocupando com isso E. . que sã::o (+)/ tem pessoas problemáticas porque tiveram muito amor (é o caso) (incompreensível) (+) outras porque/.. Pausas em mais de 1.. é o segu inte' eu queria era:: turno. usam-se hífens indicando a ocorrência. ((tossindo)). Truncamentos / Quando o falante corta a . escreve-se o que se supõe (1. de vogal dois pontos podem ser A: co::mo” (+) e::u repetidos. Usa-se um colchete [ ] A: im abrindo e outro fechando. sobreposições parte da fala. localizadas turno e não forma novo M: A.. falando em desajuste. bruscos unidade pôde-se maçar L: vai tê que investi né” [sic] o fato com uma barra... Quando uma palavra é pronunciada sílaba por sílaba....5 segundo. Pausas e (+) Para pausas pequenas Ver exemplos no item 5. Sobreposição [ Dois falantes iniciam ao . de vozes mesmo tempo um turno.

/ está transcrevendo apenas um trecho. Sinais de ” ’ Aspas duplas para subida Ver itens 1. dentre outros. . mas alguns estão sinais de atenção mais ou menos claros. Repetições Própria letra Reduplicação de letra ou e e e ele. Aspas simples para subida leve (algo como um vírgula ou ponto e vírgula). Aspas simples abaixo da linha para descida leve ou simples. Reticências entre duas barras indicam um corte na produção de alguém.. 14. mhm. Fonte: Marcuschi (1986. Pausa Usam-se reproduções de eh. 10-13 apud MANZINI. ahã. ca ca cada um. sons cuja grafia é muito hesitação ou discutida. 12. oh. p.. 2014). ih:::. preenchida. 6 e 8.. transição parcial início e no final de uma ou ou de eliminação transcrição indica que se /. Indicação de . sílaba. ah. P á g i n a | 94 Quadro 3 – Resumo explicativo das normas compiladas e dos exemplos critérios representativos acerca da transcrição (conclusão) Categorias Sinais Descrição das categorias Exemplos 11. 13. O uso de reticências no Ver item 5. entonação ’ rápida..

Neves (2013) nos Citação indireta (parafraseada) no aponta que lidar com elas é caminhar por um terreno fértil.. 2002). que reside abraçar a vida com paixão. segue o autor escrevendo que. p. No segundo caso. . Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Saraiva (2014. as página. Por isso. 12. o que exige do pesquisador sensibilidade. o que se diz é que comumente são cheios de fonte igual a do texto. “em vista do entre aspas duplas “ ”. ou seja. Como as capacidades humanas são abundantes. deve-sevencer atentarcom queousadia. fora do e delicado. perder com classe e o interesse deste método (MEIHY. tamanho da fonte igual a do explicações de situações recolhidas por meio da história oral devem ser texto. que reside a aceitação ampla da história oral (MEIHY. é o conjunto desta inquietação que interessa para a história oral. Contudo. 47). criatividade. mas também complexo início e no meio do parágrafo. metodologicamente. Igualmente. 2002. complementa Minayo (2004). sem aspas duplas “ ” e conhecimento consistente sobre o tema ou objeto da pesquisa que recorre à história sem acréscimo da oral como método. com os fatos localizados para fins de enriquecimento dos dados. a história oral.. interferência emocional e vieses variados” (MEIHY. seu objetivo não se esgota na busca de um saber próximo do que os positivistas acreditam ser a função do documento. dado à linguagem. principalmente no tocante ao tratamento página. faz com que a equiparação com a “arte” seja mais lógica. pois o de os processos triunfo pertence a transformação Citação indireta (parafraseada) no quem se atreve. E ao inverso do Acrescenta-se a que se postula. 12. tamanho da conteúdo dos depoimentos. p. é na sem aspas duplas “ ” (Charles Chaplin) e sem acréscimo da justaposição com os conceitos artísticos. 12. 2002). mas o de procurar evidências e apresentar análises e interpretações sobre a experiência humana (MEIHY.” entre parênteses ( ). No primeiro caso. Ironicamente. ética e parênteses ( ). e isso insignificante. 2002). P á g i n a | 95 Figura 44 – Citação direta até 3 (três) linhas falta número de página Citação direta até 3 linhas inserida dentro do texto. que usa os depoimentos orais como fonte para garantir a construção do conhecimento. 34). reveste-se da mesma consideração que os históricos convencionais. A vida é muita para ser final do parágrafo da linguagem oral para a escrita demandam soluções próximas à literatura. conter a verdade em si. “Bom mesmo porque é na emoção e na paixão mesmonarra de quem é ir aàsubjetividade luta com determinação. até página. Autoria em Caixa alta e baixa e complementadas pelo ponto de vista de outros atores sociais que se relacionam ano de publicação entre parênteses ( ). tamanho da fonte igual a do texto.

sentem e pensam (MINAYO. P á g i n a | 96 Figura 45 – Citação direta com mais 3 (três) linhas falta número de página A credibilidade das fontes orais é uma credibilidade diferente. das representações. tamanho 10 e sem aspas duplas “ ”. produtos das interpretações que os humanos fazem a respeito de como vivem. das percepções e das opiniões. sem parágrafo. 2007). revisão e criação de novos conceitos e categorias durante a investigação. p. letra menor que a do 3.” pode fazer. Em conformidade com a autora.. constroem seus artefatos e a si mesmos. O presente estudo utiliza abordagem qualitativa de caráter Autoria em Caixa alta. local onde a abraçar a vida com paixão. é recuo 4 cm da (Charles Chaplin) margem esquerda fundamental que tal abordagem seja efetivamente relevante para a para direita. . como alude Portelli (apud THOMPSON. não no seu apego aos fatos. perder com classe e imaginação e o simbolismo desejam penetrar. 2002). 2008. que o pesquisador insignificante. nos eventos ou nos padrões de “Bom comportamento. p. Em se tratando de uma forma de recuperação do passado conforme concebido pelos que viveram. das relações. vencer com ousadia. 34). 34-35). ano de exploratório e descritivo que favorece a exploração da gênese da Escola de publica-ção e página(s). A abordagem qualitativa é a que se aplica ao estudo da história. propicia a construção de novas abordagens. das crenças.. Caracteriza-se pelo empirismo e pela sistematização progressiva de conhecimento até a compreensão da lógica interna do grupo ou do processo em estudo. espaça-mento simples.2 TIPOLOGIA E ABORDAGEM DO ESTUDO texto. essa opção metodológica. são vivenciados luta com determinação. Fonte: Adaptada da dissertação de mestrado de Saraiva (2014. porquanto o valor do testemunho oral pode estar. uma natureza A vida específica é muitaaspara que condiciona ser perguntas Citação direta. mas também em como mesmo é ir eà lembrados. Formação em Saúde da Família Visconde de Sabóia e o desenvolvimento de suas ações e nos permitirá um arraigar na trajetória de pessoas que participaram da construção desta Instituição. além de permitir aclarar processos sociais ainda pouco estudados. pois o triunfo pertence a quem A História oral tem se atreve. investigação que se pretende realizar (ALBERTI.

coletivo e entidade responsável. 4. da data de publicação e a(s) página(s). Carlos Tünnerman. permitindo sua correlação em lista de referência ou em notas de rodapé.1.1 SISTEMA AUTOR-DATA “No sistema autor-data ou alfabético. o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) é (são) mencionado(s) em letras maiúsculas. 53). podendo ser: autor pessoal. 2000. Idalberto. 2008. seguido(s) de vírgula. CHAUÍ. 2001. 65). Na referência: CHIAVENATO. A indicação da fonte é feita conforme a entrada da referência até o primeiro ponto. 4. p. autoria desconhecida. ou ainda pelo título no caso da publicação não indicar autoria.1 Autor pessoal Exemplo: No texto: (CHIAVENATO. p. Desafios da universidade na sociedade do conhecimento. Na referência: BERNHEIM. MENDES. Marilena Souza. 2002.2 Autor coletivo Exemplos: No texto: (BERNHEIM. 4.1. 38). p. após a citação” (CURTY. isto é. Rio de Janeiro: Campus. Qualquer que seja o sistema adotado. entre parênteses. CHAUÍ. Introdução à teoria geral da administração: edição compacta. P á g i n a | 97 4 SISTEMAS DE CHAMADA Há dois tipos de sistemas de chamada: numérico e autor-data. deve ser seguido consistentemente em todo o trabalho. 2008. Brasília: UNESCO. CRUZ. . 44 p.

O método BiblioGrad para avaliação de acervos de livros de graduação: instrumento para gestão de recursos para aquisição em um sistema de bibliotecas universitárias. 2010. June Magda Rosa. FORTUNA.. No texto: (STREHL et al. 2002. FERREIRA. Tradução para a língua portuguesa sob a responsabilidade da FEBAB. 3). 2. Na referência: UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ. 2010.. Regimento interno. Victor Cláudia Paradela.1. p. 4. 24). HOROWITZ. Antônio Alfredo Mello. n. 39. p. P á g i n a | 98 No texto: (TACHIZAWA.1. 2001. FERREIRA. v. 3. 4. Fortaleza.. ed. Letícia. 2013. 2002. Brasília. ed. Na referência: CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano./dez. p. FORTUNA. rev. 2. Viviane Carrion. Exemplo: No texto: (CÓDIGO. 2013. Na referência: TACHIZAWA. set.4 Autoria desconhecida Em caso de autoria desconhecida. SCHARNBERG.. p. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. Ci. 3). Zaida. CASTANHO.3 Autor entidade Exemplo: No texto: (UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ.. a entrada é feita pelo título. 3). São Paulo: FEBAB/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Gestão com pessoas: uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. Takishy. 2001. . Inf. Na referência: STREHL. São Paulo: FGV.

p. p. p.2 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES NO SISTEMA AUTOR-DATA 4. 20). (1990. Dulcinéia. (SILVA. 1990. p. O arco de Santa Theresa. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. 16). (1990. P á g i n a | 99 4.2.2. p.2 Autores com o mesmo sobrenome e data na mesma obra Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data na mesma obra a regra anterior não se aplica. M. 1990. Thelma. Exemplos: No texto: (SILVA. 1990. 20) ou (SILVA. Thelma (1990. desde que não confunda com sobrenomes compostos. (SILVA. 1990. 1990. p. Maria. 42). p.. 20) Na referência: SILVA. São Paulo: Ática. se ainda persistir a coincidência colocam-se os prenomes por extenso (ABNT. 40). SILVA. 16) Segundo Silva. p. Tereza. p. 40) Segundo Silva. Exemplos: (SILVA. SILVA. M. T. 42) 4. Tereza (1990. ou Conforme Silva e Silva (1990. 2002a). 20). T. 1990. No texto: . ou Segundo Silva. ou Segundo Silva.1 Autores com mesmo sobrenome e data Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data. p..

1. Na referência: BRASIL. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica.5 Documentos de vários autores . acrescentam-se junto a data da publicação letras do alfabeto minúsculas e sem espacejamento: Exemplos: (MELO. 24 out. p. 1990a.488.2. 2009. ou Segundo Costa e Silva e Silva (1990. pt. SILVA. 2011. Fortaleza: EdUECE. p. Eduardo. 1990b. 10) Na referência: COSTA E SILVA. ______. 4. p.10). 1990. Carlos da. no mesmo ano Havendo citações de diversos documentos de um mesmo autor. 50). (MELO. publicados em anos distintos. Brasília.2. 51). as datas devem figurar separadas por vírgula. Maria bonita: a deusa do sertão. 2009. de 21 de outubro de 2011. 204. Portaria nº 2. para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). p. estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica. Brasília. 2011). p.4 Documentos de mesma autoria. n. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. p. 50) Segundo Melo (1990b. Seção 1. P á g i n a | 100 (COSTA E SILVA. mencionados simultaneamente. Segundo Melo (1990a. num mesmo ano. 4. p. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Redes de produção de saúde.3 Documentos de um mesmo autor. 2013. 55.2. de anos distintos Havendo citações indiretas de diversos documentos de mesma autoria. 51) 4. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 44 p. Exemplos: No texto: (BRASIL. SILVA.

Suplemento 1. 4. CAMPOS. n. 2009. p. São Paulo: Polis. 2009). Ciência e Saúde Coletiva. 2007.2. . S. 2009. P. CAMPOS. 12. caso estes estejam após o texto. LABATE. 1033) Após o texto: (ROSA. Exemplos: No texto: (RANGANATHAN. P á g i n a | 101 Havendo citações indiretas de diversos documentos de vários autores. A. n. Na referência: ARAÚJO. VERGUEIRO. 12. VERGUEIRO. Se os autores estiverem incluídos no texto. AMARAL. 2. Brasília: Briquet de Lemos/ Livros. em ordem alfabética. 455-464. M. 2007. separam-se os autores por ponto e vírgula. MENDONÇA. p. C. p. separados por ponto e vírgula. G. 2007. AMARAL. W.6 Documentos com dois autores Quando houver dois autores na citação. Desenvolvimento de coleções. v. p. No texto: (ARAÚJO. ROCHA. 14. M. agora mais do que nunca. 2005. 849-859. S. 1989). Ciência e Saúde Coletiva. MENDONÇA. 1989. 1033). As cinco leis da Biblioteconomia. ROCHA. devem ser separados pela conjunção “e”. v. S. p. Saúde da família. B. Trabalho em equipe: um desafio para a consolidação do SUS. 2007. v. Na referência: RANGANATHAN. Ciência e Saúde Coletiva.. A clínica ampliada e compartilhada. 2009. M. S. R. 1493-1497. 4. a gestão democrática e redes de atenção com referenciais teóricos operacionais para a reforma do hospital. S. mencionados simultaneamente e que expressam a mesma ideia. W. apresentam-se os dois. C.. Exemplos: No texto: Segundo Rosa e Labate (2005.

. que significa e outros). PESCE. P á g i n a | 102 Na referência: ROSA. 519-539. nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria. 520). Enfermagem. 2014. G.ufrgs. P. Resiliência: enfatizando a proteção dos adolescentes.seer.2. PESCE.php/Movimento/article/view/43226>. Edilene Cunha et al.8 Documentos com mais de três autores Havendo mais de três autores. p. Exemplos: No texto: Sinott et al.. na academia científica está se convencionando a menção na referência de todos os autores da ./dez. v. p. n. AVANCI. Síndrome de burnout: um estudo com professores de educação física.). 2005.2. LABATE. 2005. caso estes estejam após o texto. nov. AVANCI. apresentam-se os três. p. Programa Saúde da Família: a construção de um novo modelo de assistência. (do latim et alli. 20). Acesso em: 20 maio 2014. devem ser separados por vírgula e pela conjunção “e”. 4. 520) (SINOTT et al. S. Na referência: ASSIS. 13. Se os autores estiverem incluídos no texto.. Exemplos: No texto: Segundo Assis. 20) (ASSIS. Q.. J. W. é facultado indicar todos os nomes. indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento etc.7 Documentos com três autores Quando houver três autores na citação. indica-se o primeiro seguido da expressão et al. Porto Alegre. separados por ponto e vírgula. 2014. Na referência: SINOTT. R. R. p. 2005. p. C. G. Movimento (ESEF/UFRGS). Em casos específicos (projetos de pesquisa científica. Avanci e Pesce (2005. 6. Disponível em: <http://www. fev. Latino-am. (2014. do ano e da página. br/index. p. Portanto. Rev. A. 1027-1034. 4. Porto Alegre: Artmed.

2. 2014. Acesso em: 20 maio 2014. p. Mariângela da Rosa.”.9. 40).1 Identificação inicial e integrada Quando o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) estiver(em) incluído(s) no texto.ufrgs. P á g i n a | 103 publicação. 4. conforme exemplos a seguir: a) Inicial Segundo Sousa (2000. Síndrome de burnout: um estudo com professores de educação física.2 Identificação no final . Movimento (ESEF/UFRGS). após observar-se o seu padrão gráfico é que se constata uma clara relação catamórfica entre os elementos. atentando sempre para o respeito à grafia e a pontuação do original”. Disponível em: <http://www. Nahuz e Ferreira (2002..br/index. p. RIBEIRO.php/Movimento/article/view/43226>. p. p. 4.. Porto Alegre. Exemplos: No texto: Sinott et al. 520) (SINOTT et al.9 Identificação da citação no texto 4. 520). indica- se a data.seer. p. (2014. Gelcemar Oliveira. AFONSO. “a biblioteconomia vem passando por grandes transformações devido a sociedade do conhecimento e o preparo dos seus profissionais”.. b) Integrada A relação de simetria catamétrica que é referida por Bonsiepe (1978. FARIAS. 519-539.2.9.2. p.] elementos que nem são congruentes nem afins. se a citação for direta e devem vir com as letras iniciais maiúsculas e minúsculas. 69) “afirmam que nas citações diretas ou textuais se transcreve literalmente as palavras do autor consultado. seguido da expressão “et al. Na referência: SINOTT. fev. enquanto que na citação dentro do texto deve-se inserir o nome do primeiro autor que aparece na publicação. 161) como “[. acrescida da(s) página(s). 2014. porém estão ligados por uma relação comum interfigural”. José Antonio Bicca. é evidenciada pela função a que se destinam e. entre parênteses. Edilene Cunha.

155). ou quando estiverem fora do parênteses. 155).3 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES NO SISTEMA NUMÉRICO 4. devem ser em letras maiúsculas. As notas de rodapé podem ser de dois tipos: notas de referências e notas explicativas. P á g i n a | 104 As chamadas pelo(s) sobrenome(s) do(s) autor(es). As notas de rodapé podem e devem ser alinhadas.1 Notas de rodapé Deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações no texto e o numérico para notas explicativas. na concepção de Campos (1992. p.3. Não se inicia a numeração a cada página. Exemplo: _______________________ 1 Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976). devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. a partir da segunda linha da mesma nota. de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor (tamanho 10). deve ter sua referência completa. instituição responsável ou título incluído no texto quando estiverem entre parênteses. A primeira citação de uma obra. respeitando a pontuação da referência. em nota de rodapé. p. indicam-se as primeiras letras maiúsculas e seguidas das minúsculas. ou “A alegria pelo trabalho. Exemplo: “A alegria pelo trabalho. 1992. Exemplos: No texto: . em grande parte do estudo de Rahner (1962). educação e treinamentos são a base do crescimento do ser humano”. 4.3. 2 Encontramos esse tipo de perspectiva na 2ª parte do verbete referido na nota anterior. 4.1 Notas de referência A numeração das notas de referência é feita por algarismos arábicos. abaixo da primeira letra da primeira palavra. educação e treinamentos são a base do crescimento do ser humano” (CAMPOS.1.

(designa na mesma obra). p. 2002. em que tive uma pane no deserto do Saara”. cit.. Diz Antoine de Saint-Exupéry: “Vivi portanto só. Ressalta-se que as expressões latinas devem ser usadas somente em notas de rodapé. abreviadas quando for o caso. cit. 4 Ibid. P á g i n a | 105 Diz Antoine de Saint-Exupéry: “Vivi portanto só. 6. 8. opere citato – op. 1975.. a) Idem – Id. d) Passim (designa aqui e ali. 95 p. 4. op. Exemplo: . Exemplo: No rodapé: _______________________ 3 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. sem amigo com quem pudesse realmente conversar. 40. Exemplo: No rodapé: _______________________ 1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1989. e apud. utilizando as seguintes expressões latinas. (designa obra citada). O pequeno príncipe. até o dia. c) Opus citatum. com exceção do et al. 7. (designa mesmo autor). 20-22. que devem ser usadas no texto ou ainda nas notas explicativas. 6 MELO. ed. p. p. p. em diversas passagens). 7 SILVA. 1990. em que tive uma pane no deserto do Saara”. 2002. 18. até o dia. cerca de seis anos atrás. b) Ibidem – Ibid. p. Rio de Janeiro: Agir. cerca de seis anos atrás. Antoine de.(10) Na referência: 10 SAINT-EXUPERY. sem amigo com quem pudesse realmente conversar. Exemplo: No rodapé: _______________________ 5 SILVA. As subsequentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. 1995.. p. p. 4..10 ou ainda. 2 Id.

COCHRANE. passim. 1992. 2008. ou . h) apud – designa citado por. CALDEIRA. P á g i n a | 106 No rodapé: _______________________ 8 RIBEIRO. 1997. 10 OWENS. Exemplo: No rodapé: _______________________ 12 FOUCAULT. 17. cit. na medida em que as pessoas se esforçam para atingir uma meta que trará satisfação de suas necessidades. confronte). p. (designa no lugar citado. Para ele o auto-interesse representa uma “força motriz”. Pode ser usada no texto ou na nota de rodapé. p. 1994. Exemplo: No rodapé: _______________________ 9 OWENS. Exemplo: No rodapé: _______________________ 13 DUBRIN apud BERGAMINI. Indica mesma página de uma obra já citada). 59. conforme. 2004. et seq. 17. loc. p. segundo. g) Sequentia – et seq. a motivação é uma das mais poderosas forças. 2008). usada para recomendar consulta a um trabalho ou uma nota Exemplo: No rodapé: _______________________ 11 Cf. COCHRANE. Menciona a fonte de uma citação em que não se teve acesso a publicação original. (designa confira. cit. f) Confer – Cf. e) Loco citato – loc. (designa seguinte ou que se segue). No texto: Para Dubrin (apud BERGAMINI.

collectors. 4.1. p. por outro.2 Notas explicativas A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos. o que favorece a motivação e o envolvimento de cada um e de todos no ambiente organizacional” (MEYER apud BERGAMINI.br>. Cecília Whitaker. Ao se utilizar o sistema numérico que faz uso de notas de referência não devem ser usadas notas rodapé explicativas. por um lado. 211). tornam-se raridades. Motivação nas organizações. São Paulo: Atlas. de modo que a obsolescência de um meio como o dos discos de 78 rotações acaba por provocar a destruição de toda uma série de gravações que. provocam sua reedição nos meios mais modernos. costumam variar de acordo com a evolução tecnológica.com.3. que tem um website disponível em: <http://www. Exemplo: Os meios de reprodução sonora.18 e. Na referência: BERGAMINI. . CD etc. como os discos (LP. 2008.) e suportes magnéticos (tape. 2008. No rodapé da página: _______________________ 18 Um exemplo de serviço de recuperação destas raridades é a Collector's Editora. devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. cassete). ed. Não se inicia a numeração a cada página. P á g i n a | 107 “O hábito de pedir feedback transforma o ambiente tornando-o mais aberto e honesto. 5.

boletins entre outros. ilustração. são apresentados tipos de documentos referenciados. acrescida de elementos complementares. Os elementos essenciais estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam. que permite sua identificação individual”. segundo a NBR 6023 (ANBT. retirados de um documento. jornais Documento iconográfico: gravura. encontros. diários.. animais questões legais). catálogo. tese. Quando isso não for possível. pintura. Eles são: a) elementos essenciais: são as informações indispensáveis à identificação do documento. b) elementos complementares: são as informações que. Jurisprudência e Documentos tridimensionais (esculturas. bases de dados. Documentos jurídicos: legislação. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes [ ]. referência é o “conjunto padronizado de elementos descritivos. monumentos. manual. jornadas. fotografia. maquetes. p. reuniões. arquivos em Partituras. Patentes (título de propriedade temporária sobre uma Documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico: invenção ou modelo de utilidade). disco rígido. programas. a seguir. 2002b). congressos. Documento cartográfico: atlas.. 2). DVD. conforme o tipo. Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. No Quadro 4. A referência é constituída de elementos essenciais e. dissertação. proceedings. . folheto. P á g i n a | 108 5 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS 5. Periódicos: revistas científicas ou gerais. Imagem em movimento: filmes. vídeo cassetes. doutrina (inclui toda e qualquer discussão técnica sobre fósseis. mapa. Eventos: atas. acrescentamos aos elementos essenciais.1 DEFINIÇÃO De acordo com a NBR 6023 (ABNT. transparência. enciclopédia. mensagens eletrônicas entre outros. listas de discussão. globo. quando necessário. dicionário. Quadro 4 – Tipos de documentos referenciados Tipos de documentos Monografias: livro. cassete. fotografia a érea. esqueletos. fóruns. desenho técnico. permitem melhor caracterizar os documentos. CD. utilizam-se outras fontes de informação. site.). 2002b. portanto. empalhados. seminários. cartaz. objetos de museus. guia. Documento sonoro: disco. Fonte: Costa (2013).

ano. local. serão alinhadas. numeração de volume ou ano. grifo ou itálico. título do artigo. título. periódico. a partir da segunda linha da mesma referência. fascículo. entre linhas e separadas entre si por um espaço simples. b) no fim do texto. Livro: Total de páginas. . título do Artigo de periódico: subtítulo. As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento. resenhas e recensões. periodicidade. ISSN. A pontuação segue padrões internacionais e deve ser uniforme para todas as referências. P á g i n a | 109 5. com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas. página inicial e final. já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra. série. como mostra o Quadro 5 dos elementos descritivos.2 LOCALIZAÇÃO As referências podem ser localizadas em: a) no rodapé. cujo elemento de entrada é o próprio título. Quadro 5 – Elementos descritivos essenciais e complementares (continua) Elementos Descritivos Essenciais Complementares Livro: autor. editora. utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. d) antecedendo resumos. Redigidas com espaçamento simples. ISBN Artigo de periódico: autor. de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas. c) em lista de referências. O recurso tipográfico pode ser negrito. abaixo da primeira letra da primeira palavra. Quando aparecerem em notas de rodapé. ano de publicação. 5. local de publicação. Isto não se aplica as obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. edição.3 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentadas em sequência padronizada e retiradas do próprio documento impresso ou digital.

Edição (a partir da 2ª). Quando necessário. tópico temático etc. Edição (a partir da 2ª). Título: subtítulo (se houver). acrescenta-se a palavra Constituição. 204 p. editora e data de publicação. dissertações. local (cidade) de realização.). data. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. 1993. ao arquivo. enciclopédia etc. No caso de arquivos eletrônicos. Local: Editora. Legislação: jurisdição (ou cabeçalho da entidade. informação da obra original. versão (se houver) e descrição respectiva extensão à denominação atribuída física do meio eletrônico. 5. TCCs.1 Livros AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). AUTOR ENTIDADE.4. deve-se mencionar o título do documento (anais. entre outros). Local: Editora. catálogo. seguido dos dados de local de publicação. conforme especificado no Quadro 2. local.1 Monografia no todo São consideradas monografias no todo: livros e/ou folhetos (manual. GOLDSMITH. Fonte: Costa (2013). acrescentar a título do serviço ou produto. guia. físico. local. Local: Editora. suporte produtora. 5.4. data.) e trabalhos acadêmicos (teses. no caso de Legislação: ementas. produtor. 5. RJ: Vozes. No caso de Constituições e suas emendas.4 MODELOS DE REFERÊNCIAS Os elementos essenciais são: autor(es). Petrópolis. entre parênteses. Pré-nome). título. Imagem em movimento: título. P á g i n a | 110 Quadro 5 – Elementos descritivos essenciais e complementares (conclusão) Elementos Descritivos Essenciais Complementares Congressos: nome do evento. data. numeração (se houver). data e especificação do suporte em unidades físicas. Em seguida. 292 p. Brasília: Conselho Federal de Medicina. Documentos exclusivamente em meio eletrônico: autor(es). Título: subtítulo (se houver). numeração.1. outras indicações de publicação. . data e dados da páginas. Exemplos: DESAFIOS éticos. edição. diretor. Edição (a partir da 2ª). Imagem em movimento: tempo. A arte da cura espiritual. numeração de seções e se tratar de normas). 1995. seguida do ano de promulgação. título e subtítulo (se houver). Joel S. editora e data da publicação. entre o responsabilidade. atas. nome da jurisdição e o título. ano e Congressos: subtítulos.

Biblioteca Central Prof.1. A. Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Título: subtítulo (se houver). AUTOR ENTIDADE. data. ed. Título: subtítulo (se houver). 2013. Exemplos: BRASIL. Título: subtítulo (se houver). 5. 2010. 2. Título: subtítulo (se houver). Edição (a partir da 2ª). Local: Editora. 1993. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Edição (a partir da 2ª). Local. 191 p. 2013. data. data. Edição (a partir da 2ª). Fortaleza. Pré-nome). Local: Editora. FUNDAÇÃO CEARENSE DE AMPARO À PESQUISA. 40 p. Relatório técnico científico sobre os remanescentes da Comunidade de Quilombo de Cangume município de Itaóca-SP. AUTOR ENTIDADE. Edição (a partir da 2ª).1. Florianópolis. Indexação de multimeios. (Didática.4.). 50 p. Local: Editora. Local: Editora. Título: subtítulo (se houver). Fortaleza. data. Pré-nome). data. data. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). 2003.4 Enciclopédias AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. 1999. 5. Pré-nome). Exemplos: ARRUTI. 5. Drogas: cartilha sobre tabaco. 29 p. Edição (a partir da 2ª). AUTOR ENTIDADE. Edição (a partir da 2ª).1. São Paulo. Título: subtítulo (se houver). Relatório anual 1999. Edição (a partir da 2ª). P á g i n a | 111 PAZIN. 2. Ministério da Justiça. Local: Editora. 16 p. José Maurício P. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA).2 Relatórios AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Local: Editora. set. Edição (a partir da 2ª). Curitiba: UFPR. . 65 p. data. Rosalina Alice (Org. data. data. Local: Editora. 3). Edição (a partir da 2ª). Antônio Martins Filho: relatório anual de 2010. ed. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ.4. Brasília. Guia do autor.4. Local: Editora.3 Folhetos AUTOR PESSOAL (SOBRENOME.

2. São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil. data. Edição (a partir da 2ª).4. Local: Editora. v. 2000. 8. São Paulo: Martins Fortes. Afonso Telles (Coord. 149. Petrópolis. 5. Local: Editora. Local: Editora. Pré-nome). ed. agrícola-agrigento. data. ENZIMA. Título: subtítulo (se houver). data. 1975.). ZELTNER. 3889-3892. Pré-nome ou AUTOR ENTIDADE. COINCIDÊNTIA oppositorum. Local: Editora. Edição (a partir da 2ª). Tradução de Cacio Gomes. página inicial-página final. Reinhard. Título: subtítulo (se houver). ed. Porto Alegre: Globo. 5. Local: Editora. São Paulo: Rideel. 14.). BRUNNER. ed.4. página localizada. 1. Edição (a partir da 2ª). Nicola. Título: subtítulo (se houver). p. Edição (a partir da 2ª). 1. In: ENCICLOPÉDIA mirador internacional. ed. In: SOBRENOME. 359 p. VERBETE. P á g i n a | 112 VERBETE. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). Edição (a partir da 2ª). In: SOBRENOME. Dicionário de Filosofia. Título: subtítulo (se houver). data. São Paulo: Loyola. Edição (a partir da 2ª). v. p. ed.6 Guias AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. volume. 2. Enciclopédia brasileira Globo.1. . Pré-nome ou AUTOR ENTIDADE. Edição (a partir da 2ª). In: MAGALHÃES. 14. Dicionário de psicopedagogia e psicologia educacional. Edição (a partir da 2ª). data. 2. 28. 2. 1975. Local: Editora. 1995. Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio: 1830. p. In: ABBAGNANO. data. Título: subtítulo (se houver). Wolfgang.5 Dicionários AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. AGRICULTURA. Minidicionário Rideel alemão – português – alemão. v. data. Alvaro (Dir. Porto Alegre: Globo. Exemplos: ALVES. 1998. data. 2000. v. v. AUTOR ENTIDADE. 1982. Local: Editora. AUTOR ENTIDADE.1. volume. 1995. NOVO Michaelis: dicionário ilustrado: português/inglês. Georg Wilhelm Friedrich. HEGEL. RJ: Vozes. Exemplos: ENCICLOPÉDIA brasileira Globo. Título: subtítulo (se houver). Local: Editora. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). São Paulo: Melhoramentos. Pré-nome).

Edição (a partir da 2ª). Ministério da Justiça. Edição (a partir da 2ª). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento Nacional de Trânsito. data. Guia brasileiro de sinalização turística. Local: Editora. (Série F. v. Ministério da Justiça.7 Compêndios AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. v. ed. 1988. Fortaleza: Jornal O Povo.4. Arquivo Nacional. 1. Edição (a partir da 2ª). 304 p. 2006. e ampl. rev. Instituto Brasileiro de Turismo. Rio de Janeiro: Bücken. 2001. Local: Editora. 2009. rev. Ministério do Esporte e Turismo. 752 p. ed. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA).8 Anuários AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. CBM: compêndio de bulas de medicamentos. Pré-nome). 5. GUIA brasileiro de fax 2000. Guia do IEB: o acervo do Instituto de Estudos Brasileiros. data. Título: subtítulo (se houver). data. Local: Editora. Título: subtítulo (se houver). Departamento de Vigilância Epidemiológica. Título: subtítulo (se houver). data. ed. Título: subtítulo (se houver). 5. 2010. ______. 34. data. volume. Comunicação e Educação em Saúde). Local: Editora. Ministério da Cultura. Local: Editora. Ministério da Saúde.1. AUTOR ENTIDADE. da escravidão negra e do negro na sociedade atual: fontes arquivísticas. 2000. RIO DE JANEIRO. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 816 p. Exemplos: ANUÁRIO do Ceará 2009-2010. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. P á g i n a | 113 Exemplos: BRASIL. Ministério da Saúde. Guia brasileiro de fontes para a história da África. (Série A. 2. data. p. 163 p. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1. In: COMPÊNDIO médico: dicionário brasileiro de medicamentos. INSTITUTO DE ESTUDOS BRASILEIROS. Pré-nome). Rio de Janeiro. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). 134-138. São Paulo: Andrei. Brasília. Título: subtítulo (se houver). página inicial-página final. . p. Edição (a partir da 2ª). VERBETE.4. Brasília. Local: Editora. 6. In: BRASIL. Edição (a partir da 2ª). Edição (a partir da 2ª). Local: Editora. Guia de vigilância epidemiológica. 820 p. São Paulo. Normas e Manuais Técnicos). AUTOR ENTIDADE. 424-423. data. Edição (a partir da 2ª).1. In: SOBRENOME. HUMALOG. 2005. Exemplos: ALBUMINA humana. Pré-nome ou AUTOR ENTIDADE. Brasília. 1999.

Data defesa. Título: subtítulo (se houver). Total de folhas. Acesso em: 22 maio 2014. 2011. Fortaleza. 316 p. Título: subtítulo (se houver). 2014. Em meio eletrônico SIONEK. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Setor de Ciências Jurídicas.4. Curitiba. 73 f. “O custo dos direitos”: o direito à saúde e a cláusula da reserva do possível. Pré-nome). Universidade Estadual do Ceará. Total de folhas. 2014. Universidade Federal do Paraná. Título: subtítulo (se houver). 2011. Universidade. P á g i n a | 114 ANUÁRIO da construção e infraestrutura sustentável: 2010-2011. Local.9 Trabalhos acadêmicos 5.4.ufpr. Data defesa. Local. Data defesa. Acesso em: dia mês ano. Maria Zilma da.1. Disponível em: <http://dspace. 2010. Meio eletrônico AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Fortaleza: Jornal O Povo. Universidade Federal do Paraná. data de depósito. Exemplos: Impresso SIRENA. 59 f.c3sl. Universidade. Local.pdf? sequence=1>. Faculdade. 5.br: 8080/ dspace/bitstream/handle/1884/31324/Monografia%20Alejandro%20Sionek. Alejandro. Disponível em: <endereço eletrônico>.1. Universidade. 2010. 1 CD-ROM. . 3+1: que conta é essa? Um levantamento histórico sobre as (re)invenções no campo do currículo de biologia da UFPR. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em XX) – dados institucionais como Departamento. 140 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) – Centro de Educação. Faculdade. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em XX) – dados institucionais como Departamento. Hugo Cremonez. Curitiba. data de depósito. CD-ROM/DVD COSTA. 2010. Pré-nome). Pré-nome). Faculdade.9.1 Trabalho de conclusão de curso – graduação Impresso AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. CD-ROM/DVD AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em XX) – dados institucionais como Departamento. O estágio supervisionado na educação infantil de acordo com a percepção dos alunos estagiários. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Setor de Ciências Biológicas. data de depósito. Total de folhas. 1 CD-ROM.

Local. Exemplos: Impresso BARP. Faculdade. Meio eletrônico AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Disponível em: <http://dspace.4. Data defesa. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em XX) – dados institucionais como Departamento. Curitiba. Monografia (Especialização em Gestão Pública) – Universidade Federal do Paraná. Título: subtítulo (se houver). Dissertação (Mestrado Acadêmico ou Profissional em XX) – dados institucionais como Departamento. Monografia (Especialização em Gestão Escolar) – Setor de Educação. 2011. Vicente José. Pré-nome). Título: subtítulo (se houver). Faculdade. Em meio eletrônico KACHEL. 2014. Total de folhas. Disponível em: <endereço eletrônico>. Curitiba. Título: subtítulo (se houver). 2010. Universidade Federal do Paraná. Disponível em: <endereço eletrônico>.2 Trabalho de conclusão de curso – especialização Impresso AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Aline Simões.1. O trabalho de grupo na assistência social às pessoas em situação de violação de direitos: uma revisão bibliográfica. Data defesa. data de depósito. Data defesa. Título: subtítulo (se houver). 55 f. Total de folhas. Acesso em: dia mês ano. Universidade Estadual do Ceará. Local. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em XX) – dados institucionais como Departamento.9. Faculdade. Faculdade.3 Dissertações de mestrado Impresso AUTOR PESSOAL (SOBRENOME.4. Pré-nome). Local. Universidade. . pdf?sequence=1>. Faculdade. Meio eletrônico AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Total de folhas. Título: subtítulo (se houver). Data defesa. Ivonete. Pré-nome). Pré-nome). CD-ROM/DVD AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Pré-nome). Universidade. Agrotóxicos: efeitos na aprendizagem dos alunos.ufpr. 1 CD-ROM. Acesso em: dia mês ano. Programa de Pós-Graduação. data de depósito. “Projeto Prosperar” uma proposta de fomento para a administração pública municipal. 1 CD-ROM. Dissertação (Mestrado Acadêmico ou Profissional em XX) – dados institucionais como Departamento. Programa de Pós-Graduação. 38 f. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em XX) – dados institu- cionais como Departamento. Fortaleza. Universidade. 22 f. Local. Local. 5. Monografia (Especialização em Saúde Mental) – Centro de Ciências da Saúde. 2014. data de depósito.9. data de depósito. Total de folhas.1. data de depósito. CD-ROM/DVD ANDRADE. Data defesa. P á g i n a | 115 5. Universidade. c3sl. Acesso em: 22 maio 2014. Universidade. 2011.br:8080/dspace/bitstream/handle/1884/33869/VICENTE%20JOSE%20 KACHEL. Total de folhas.

Total de folhas. Programa de Pós-Graduação. Pré-nome). 172 f. Total de folhas. data de depósito. Data defesa. Pré-nome). Local. Em meio eletrônico BORITZA. CD-ROM/DVD AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. (In) competência lingüística: observações e constatações na prática de professores de língua inglesa em formação inicial.pdf?sequence=1>. Fortaleza. Data defesa. data de depósito. CD-ROM/DVD AGUIAR. Meio eletrônico AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. 1 CD-ROM. Exemplos: Impresso COSTA. Curitiba. Fortaleza. Pré-nome). Disponível em: <endereço eletrônico>. Faculdade. Dissertação (Mestrado Acadêmico ou Profissional em XX) – dados institucionais como Departamento. 2014. Total de folhas. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Serviço Social. Data defesa. 1 CD-ROM. 1.br:8080/ dspace/bitstream/handle/1884/29692/R%20-%20D%20- %20KATIA% 20CRISTINA%20BORITZA. Título: subtítulo (se houver). Tese (Doutorado em XX) – dados institucionais como Departamento. Kátia Cristina. Título: subtítulo (se houver). Data defesa. 2012. Universidade Federal do Paraná. Título: subtítulo (se houver). Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) – Setor de Ciências da Saúde. Local.ufpr. Programa de Pós-Graduação. Universidade. P á g i n a | 116 CD-ROM/DVD AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Dissertação (Mestrado em Lingüística) – Programa de Pós-Graduação em Lingüística.9. data de depósito. Tese (Doutorado em XX) – dados institucionais como Departamento. Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas. Tese (Doutorado em XX) – dados institucionais como Departamento. Universidade. Sílvia Cristina Duailibe. Total de folhas. 2014. Trabalho e Questão Social) – Centro de Estudos Sociais Aplicados. 2009. Acesso em: 22 maio 2014. Conflitos socioambientais e ocupação urbana: questão social no bairro Serrinha. Faculdade. Universidade. 1 CD-ROM. Acesso em: dia mês ano. Universidade Estadual do Ceará. 5. Universidade Federal do Paraná.4 Teses de doutorado Impresso AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Faculdade. Universidade.1. 2012. . Programa de Pós-Graduação.4. Disponível em: <http://dspace. Pré-nome). Rafaela Silveira da. 2009. Programa de Pós-Graduação.c3sl. Local. Local. 133 f.5 Anidroglucitol e controle glicêmico em pacientes com Diabetes mellitus tipo 1. 140 f. tipo 2 e gestacional. data de depósito. Faculdade. Título: subtítulo (se houver).

Título da parte. Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas. 2012.br:8080/dspace/bitstream/handle/1884/12295/TESEelainefinal. Pré-nome). Bernadete Santos. Fortaleza. 2006. ou Dir. A espectrometria de massas por infusão direta associada à quimiometria para o diagnóstico precoce de alguns tipos de neoplasias. Tese (Doutorado em Clínica Cirúrgica) – Programa de Pós- Graduação em Clínica Cirúrgica./Eds. Tese (Doutorado em Ciências Farmacêuticas) – Setor de Ciências da Saúde. P á g i n a | 117 Exemplos: Impresso FRANCISCO. Formas e expressões do conhecimento: introdução às fontes de informação.4. ou Ed. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) – Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.2 Monografia em parte Inclui capítulo. Curitiba. No final da referência.4.ufpr. Regina Cláudia Furtado. 2006. 2014. Belo Horizonte: Escola de Biblioteconomia da UFMG. volume. título da parte. 5. 2012. Título geral: subtítulo. Página inicial-página final. Curitiba.c3sl. Vera Amália Amarante (Orgs. fragmento e outras partes de uma obra. Disponível em: <http://dspace./Orgs. ou Coord. Em meio eletrônico RIBEIRO. Aplicação multicêntrica de protocolos eletrônicos para pesquisa em enfermagem. Paula da Terra.2. e da referência completa da monografia no todo.2 Capítulo de livro ./Coords. CALDEIRA. 137 f. 1 CD-ROM. Universidade de Fortaleza. ano de publicação. In: CAMPELLO.4. Universidade Federal do Ceará. 2014. Os elementos essenciais são: autor(es). 391-414. Local da publicação: Editora. Thaís Martins Guimarães de. 5. CR-ROM/DVD MAIA./Dirs. MACEDO.1 Parte da coletânea AUTOR PESSOAL (SOBRENOME.2. Exemplos: CALDEIRA. deve- se informar a paginação inicial e final ou outra forma de individualizar a parte referenciada.). 112 f. 156 f. 5. Acesso em: 22 maio 2006. Universidade Federal do Paraná. Elaine Rossi. com autor(es) e/ou títulos próprios. Universidade Federal do Paraná. Associação Ampla Universidade Estadual do Ceará. pdf?sequence=1>. 1998. Museus. Expressão latina In: (quer dizer: dentro de) AUTOR PESSOAL (SOBRENOME.). Paulo da Terra. p. seguidos da expressão “In” (dentro de). Pré-nome) (Org. Avaliação de custo-utilidade das terapias renais substitutivas em pacientes com insuficiência renal crônica.

4. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). Requisitos do sistema: PC 486 com 12 MB RAM. SUZAK. jornais. 2007.4. seções. Edição (a partir da 2ª). 5. a matéria existente em um número. Quando se tratar de obras consultadas online.br/site/wp- content/uploads/2010/10/amenina queroubavalivros. 13.). Pesquisa social: teoria. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. 5. Descrição física do meio eletrônico. Expressão latina In: (que quer dizer: dentro de) AUTOR PESSOAL (SOBRENOME./Coords.3 Parte de monografia em meio eletrônico As referências obedecem aos padrões indicados para partes de monografias. Local: Editora. basta observar que na obra em questão os códigos: International Standard Serial Number (ISSN) destina-se à publicação periódica e o International Standard Book Number (ISBN) a livros. MG: Ed. 1994.pdf>.. como periódicos em parte. ou Dir. Rio de Janeiro: Intrínseca. Local: Editora. data. Glauco V. ou Coord.1 Publicação periódica no todo . Exemplos: BORÉM. Local: Editora. Ciência. Markus. Viçosa. Pré-nome). ou Ed. 494 p. assim. Descrição física do meio eletrônico. Pré-nome). 9-30. método e criatividade. volume ou fascículo (artigos científicos de revistas. Pré-nome) (Org. Disponível em: <http://colegiomatisse. Página inicial-página final./Eds. na íntegra. cadernos. A menina que roubava livros. Drive CD-ROM 8x. ano de publicação. UFV.4 Publicações periódicas É uma coleção formada por fascículos ou números de revistas. boletins etc.com. Maria Cecília de Souza.4. editoriais. data. AUTOR ENTIDADE./Orgs. MIRANDA. p. online etc. P á g i n a | 118 AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Aluízio. Edição (a partir da 2ª). data. reportagens etc. técnica e arte: o desafio da pesquisa social. Título: subtítulo (se houver). 1 CD-ROM. cap. Descrição física do meio eletrônico. 2001. In: ______. Local da publicação: Editora. Tradução de Vera Ribeiro. Título: subtítulo (se houver). Exemplo: MINAYO.). 5. matérias jornalísticas. Rio de Janeiro: Vozes. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. 1999. Acesso em: 03 set./Dirs. Edição (a partir da 2ª). Melhoramento de plantas. Título geral: subtítulo. ou seja. Para diferenciar livro e publicação periódica.4.). Título do capítulo.

Local de publicação: editora. Exemplos: CLÍNICA VETERINÁRIA. Exemplo: ESTUDOS AVANÇADOS. bibliotecas ou editoras”./mar. 1994-. São Paulo: Instituto de Estudos Avançados da USP.4. datas de início e de encerramento da publicação. MG: SBHED. Exemplos: REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIA VETERINÁRIA. local de publicação. n. maio/jun. datas de início e de encerramento da publicação. PLANTA DANINHA. ISSN 0103-3786.2 Publicação periódica em parte No concernente a publicação periódica em parte. 32. Viçosa. ISSN 1413-0130. Para tanto os elementos essenciais são: título da publicação. Para melhor identificar um documento.4.3 Artigo e/ou matéria de periódico impresso . inclui-se volume. p. v. jan. numeração do ano e/ou volume. 28. jan. 1. 5). se houver. Desta maneira./abr.4. TÍTULO DO PERIÓDICO.. ano 19. mês ou meses e data da publicação. 110. São Paulo: Guará. editora. ano ou volume. fascículo. n. sem título próprio. os elementos principais são: título. 5. RJ: EDUFF. Niterói. sempre que necessário. 2002b. Quadrimestral. Quadrimestral. se houver. 5. número do fascículo. informações de períodos e datas de sua publicação (ABNT. 2014. números especiais e suplementos. p.4. editora. local de publicação. 2014. P á g i n a | 119 De acordo com ABNT (2002b. entre outros. 318 p. v. Campinas: PUCCAMP. TRANSIFORMAÇÃO. 80. 1989-1997. devem ser acrescentados elementos complementares à referência. Local de publicação: editora. TÍTULO DO PERIÓDICO. 2014. numeração do fascículo.. n. publicação periódica num todo se refere a “[. 5).] coleção de um título de periódico [na qual] é utilizada em listas de referências e catálogos de obras preparados por livreiros.

2002b). MAU hálito. página inicial-página final.] partes de publicações periódicas (volumes. ano ou volume. n. recensões. Título do periódico. Campinas. . número do fascículo. entrevistas. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. CD-ROM. 13-31. 57. título da publicação. proceder-se-á conforme 5. mês ou meses e data da publicação.4. v. jan. se adicionam informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes. Crimes da era digital.4. 2014. Descrição física do meio eletrônico. 3.Net.htm>. Título do periódico. número do fascículo. Disponível em: <http://www. nov. editorial. v.. 1998. ano ou volume. reportagens. artigo ou matéria. com título próprio).. 1. p. Revista da APCD.). P á g i n a | 120 Segundo ABNT (2002b. Título do artigo/matéria.3. mês ou meses e data da publicação. fascículo ou número. número do fascículo./fev. mês ou meses e data da publicação. os elementos essenciais são: autor(es). M. M. p. resenhas e outros”.4. números especiais e suplementos. numeração correspondente ao volume e/ou ano. 10.3 (ABNT. Pré-nome do(s) autor(es) do artigo ou matéria do periódico). fascículos. 1998. página inicial-página final. No caso de se tratar de obras consultadas online. Rio de Janeiro. quando se tratar de artigo ou matéria. Pré-nome do(s) autor(es) do artigo ou matéria do periódico. 1999. SP. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título do artigo/matéria do periódico em CAIXA ALTA). data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se houver). 5.4. de acordo com 5. L. Título do periódico. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título do artigo/matéria do periódico em CAIXA ALTA). ano ou volume. página inicial-página final. p. Exemplos: SILVA. ano ou volume. Clarinda Rodrigues. . 5) no concernente aos artigos e/ou matérias de periódicos são incluídas “[.com. número do fascículo. Título do artigo/matéria. página inicial-página final. Relação do sujeito com a linguagem: a teoria e a prática da indexação. Portanto. Transinformação. online etc. Descrição física do meio eletrônico. Seção Ponto de Vista.4. mês ou meses e data da publicação. Título do periódico. título da parte.4 Artigo e/ou matéria de periódico em meio eletrônico As referências obedecem aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de periódico. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. comunicações./dez. São Paulo. 53.br/contexts/brasilrevistas.brazilnet. Acesso em: 28 abr. set. Exemplos: LUCAS. paginação inicial e final. local de publicação. n.

P á g i n a | 121

VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro,
n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

5.4.4.5 Artigo e/ou matéria de jornal impresso

Neste item incluem-se comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens,
resenhas e outros. Para a ABNT (2002b), os elementos essenciais são: autor(es) se houver(em),
título, título do jornal, local de publicação, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal
e a paginação correspondente. Entretanto, quando não houver seção, caderno ou parte, a
paginação do artigo ou matéria precede a data.

AUTOR PESSOAL (SOBRENOME, Pré-nome do(s) autor(es) do artigo ou matéria do jornal.
Título do artigo/matéria. Título do jornal, local da publicação, dia mês ano, caderno, página
inicial-página final.
AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título do artigo/matéria do jornal em
CAIXA ALTA). Título do jornal, local da publicação, dia mês ano, caderno, página inicial-
página final.

Exemplos:
ARAÚJO, Henrique. Muito além do humano. O Povo, Fortaleza, 07 jun. 2014. Vida & Arte,
p. 1.

BATISTA, Raphaelle. Poesia como tema e forma. O Povo, Fortaleza, 07 jun. 2014. Vida &
Arte, Livros. Lançamento, p. 5.

5.4.4.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico

As referências correspondem aos elementos indicados para artigo e/ou matéria de
jornal, de acordo com 5.4.4.5, adicionando informações relativas à descrição física do meio
eletrônico (CD-ROM, DVD, documentos online, etc.). No caso de se tratar de obras consultadas
online, proceder-se-á conforme 5.4.3 (ABNT, 2002b).

AUTOR PESSOAL (SOBRENOME, Pré-nome do(s) autor(es) do artigo ou matéria do jornal.
Título do artigo/matéria. Título do jornal, local da publicação, dia mês ano, caderno, página
inicial-página final. Descrição física do meio eletrônico.
AUTORIA DESCONHECIDA (inicia pela 1ª palavra do título artigo/material do jornal em
CAIXA ALTA). Título do jornal, local da publicação, dia mês ano, caderno, página inicial-
página final. Descrição física do meio eletrônico.

Exemplos:
MELQUÍADES JÚNIOR. Tem início a revista eletrônica em presídios. Diário do Nordeste,
Fortaleza, 10 jun. 2014. Polícia. Disponível em: <http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/
cadernos/policia/tem-inicio-a-revista-eletronica-em-presidios-1.1033427>. Acesso em: 10
jun. 2014.

P á g i n a | 122

SAIBA quem são os favoritos, possíveis surpresas e azarões na Copa do Mundo. O Povo
Online, Fortaleza, 10 jun. 2014. Esporte. Disponível em: <http://esportes.opovo.com.br/app/
esportes/futebol/copadomundo/2014/06/10/noticiacopadomundo,2778376/saiba-quem-sao-os-
favoritos-possiveis-surpresas-e-azaroes-na-copa-do-mundo.shtml>. Acesso em: 10 jun. 2014.

TERMINAL é fechado por duas horas. O Povo: Jornal de Hoje, Fortaleza, 10 jun. 2014.
Radar. Edição impressa. Disponível em: <http://www.opovo.com.br/app/opovo/radar/2014/
06/10/noticiasjornalradar,3264524/terminal-e-fechado-por-duas-horas.shtml>. Acesso em: 10
jun. 2014.

Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação, conforme
exemplo abaixo. Para publicações em língua inglesa e alemã, a escrita dos meses inicia-se com
a letra maiúscula. Consultar o Quadro 6 de abreviatura dos meses, conforme idiomas da NBR
6023 (ABNT, 2002b). Os elementos da referência obedecem o idioma original, não permitindo
tradução.
Exemplo:
TULLER, David. Scholars retract another study linking virus to fatigue syndrome. The New
York Times, New York, 26 Dec. 2011.

Quadro 6 – Abreviatura dos meses, conforme idioma
Português Espanhol Italiano
janeiro jan. enero enero gennaio genn.
fevereiro fev. febrero feb. febbraio febbr.
março mar. marzo marzo marzo mar.
abril abr. abril abr. aprile apr.
maio maio mayo mayo maggio magg.
junho jun. junio jun. giugno giugno
julho jul. julio jul. luglio luglio
agosto ago. agosto agosto agosto ag.
setembro set. septiembre sept. settembre sett.
outubro out. octubre oct. ottobre ott.
novembro nov. noviembre nov. novembre nov.
dezembro dez. diciembre dic. dicembre dic.
Francês Inglês Alemão
janvier janv. January Jan. Januar Jan.
février févr. February Feb. Februar Feb.
mars mars March Mar. März März
avril avril April Apr. April Apr.
mai mai May May Mai Mai
juin juin June June Juni Juni
juillet juil. July July Juli Juli
août août August Aug. August Aug.
septembre sept. September Sept. September Sept.
octobre oct. October Oct. Oktober Okt.
novembre nov. November Nov. November Nov.
décembre déc. December Dec. Dezember Dez.

Fonte: ABNT (2002b, p. 22).

P á g i n a | 123

5.5 EVENTO COMO UM TODO

O conjunto de informações reunidas como produto final de um determinado evento,
denomina-se: atas, anais, resultados, proceedings, resumos entre outras (ABNT, 2002b).

5.5.1 Evento no todo

Os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local
(cidade) de realização. Em seguida, deve-se mencionar o título do documento (anais, atas,
tópico temático etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e data da publicação.

NOME DO EVENTO, numeração., ano, local (cidade) de realização. Título... Local de
publicação: Editora, data da publicação.

Exemplos:
CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO,
2., 1994, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 1994.

ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA, 2.,
1986, Brasília; ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA E INFORMÁTICA, 2.,
1986, Brasília. Anais... Brasília: ABDF/IBICT, 1986.

5.5.2 Evento como um todo em meio eletrônico

Conforme a ABNT (2002b), as referências obedecem aos padrões indicados para
evento como um todo, de acordo com 5.5.1, adicionando informações relativas à descrição
física do meio eletrônico (CD-ROM, DVD, documentos online, etc.). Quando se tratar de obras
consultadas online, proceder-se-á conforme 5.4.3.
Quando se tratar de mais de um evento, realizados simultaneamente deve-se seguir
as mesmas regras aplicadas a autores pessoais.

NOME DO EVENTO, numeração., ano, local (cidade) de realização. Título... Local de
publicação: Editora, data da publicação. Descrição física do meio eletrônico.

Exemplos:
SIMPÓSIO REGIONAL DE PRÁTICA DE ENSINO, 1., 2011, João Pessoa. Anais... João
Pessoa: UFPB, 2011. 1 CD-ROM.

SEMANA DE ENFERMAGEM, 31.; SEMANA DE FISIOTERAPIA, 2., 2012, [Alfenas],
MG. Anais... [Alfenas], MG: UNIFAL, 2012. 1 CD-ROM.

12.. data da publicação. Local de publicação: Editora.. 5. Título: subtítulo (se houver) do trabalho apresentado. 2007. [Alfenas]. DVD. In: BIENAL DE PESQUISA DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. local (cidade) de realização. WORKSHOP DA PÓS-GRADUAÇÃO. 1 CD-ROM.. REUNIÃO ANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. La creación de materiales para internet: uma verdadera “pataca caliente”.. MOSTRA DE EXTENSÃO. Descrição física do meio eletrônico. 11. Exemplos: ABAD-FRANCH.. 9. Pré-nome). local (cidade) de realização.. Expressão In: NOME DO EVENTO. p. Título. 139-149. seguido da expressão In:. Local de publicação: Editora.. as referências obedecem aos padrões indicados para trabalhos apresentados em evento. Ciro C. 2.). In: SEMINÁRIO DE DIFICULTADES ESPECÍFICAS DE LA ENSEÑANZA DEL ESPAÑOL A LUSOHABLANTES. p.3.5.. Rio de Janeiro.3. ano e local (cidade) de realização.. nome do evento. José Antonio. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz.). página inicial e final. Actas.5.. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. 2003.4. Expressão In: NOME DO EVENTO. MG. Título.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico Para ABNT (2002b).. São Paulo: Embajada de España em Brasil. data da publicação. local. [Alfenas]. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME.5.3 Trabalho apresentado em evento Inclui trabalhos apresentados em evento (parte do evento)..5.. 13. atas. ano. Quando se tratar de obras consultadas online. título do documento (anais. etc. numeração do evento (se houver). P á g i n a | 124 JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DE ALFENAS. Ministerio de Educación y Ciencia de España. Anais. título do trabalho apresentado. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. tópico temático etc. SOUZA. Pré-nome).1 e 5. Consejeria de Educación. Título: subtítulo (se houver) do trabalho apresentado. ano. 2004... 5. São Paulo.. página inicial e final. 2007. numeração. Os elementos essenciais são: autor(es). de acordo com 5. Anais.. 4. 31-32.. editora. Fernando. Exemplos: . documentos online. MG: UNIFAL. 2003. proceder-se-á conforme 5. PERÉZ GUTIÉRREZ. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. 2004. numeração. Ecologia das populações silvestres de Rhodnius (triatominae) em palmeiras do gênero Attalea na Amazônia brasileira.

Texto de abertura do 17º COLE.7. 25. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária. Anais eletrônicos. Acesso em: 10 jun. “Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade. 4 May 2006. Ana Neri Barreto de. DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO.7 DOCUMENTO JURÍDICO Segundo ABNT (2002b). GENERAL ELECTRIC COMPANY.6 PATENTE Segundo o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual-INPI (2013). 2009. número da patente e datas (do período do registro).. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais). ENTIDADE RESPONSÁVEL. Thelma Marylanda Silva de. PI 8931059.pdf>.. Disponível em: <http://alb. 2013. Título. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA. Na abertura de mais um COLE: compromissos e emoções. SÁTIRO. 17. as referências para documentos jurídicos incluem: legislação. abrange: Constituição.org. medida provisória. FREITAS. 2013. resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo. In: CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL. Autor(es) do invento. 1989. 5.br/arquivo-morto/edicoes_anteriores/anais17/txtcompletos/conferencias /normasandra. Medidor digital multisensor de temperatura para solos.. SP. Florianópolis. MELO. SP). Unidade de Apoio. outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação”. Acesso em: 11 jun. Norma Sandra de Almeida. Procedimentos de entrega de trabalhos acadêmicos: a opinião de usuários diante da mudança de suporte impresso para o digital. 26 jun. dia mês ano do registro. 8 Nov. James William Zeleznik. RIOS. Campinas. Paulo Estevão Cruvinel. dia mês ano. BR n. as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária. Disponível em: <http://portal. AMORIM. Número da patente. 2014. 2009. Campinas. Francisco Welton Silva. Pedro Monclova. SC.1 Legislação Toda e qualquer legislação. Exemplos: EMBRAPA. Leila Cavalcante. autor. independente do país a que se refere. Florianópolis. 5. SP: ALB. Elementos essenciais: entidade responsável. Method and system for rapid modeling and verification of excitation systems for synchronous generators. Giordana Nascimento de. . Anais eletrônicos. 2014. decreto em todas as suas formas... 5. SC: FEBAB. título.com. US 2007/0260334 A1. (São Carlos. William Robert Pearson.febab..br/ anais/article/view/1436/1437>. 30 maio 1995. P á g i n a | 125 FERREIRA. 2007.

Portaria nº 19. 221 p. 1435-1436. a jurisprudência engloba súmulas. 2002b. enunciados. Aprovar em sua reunião ordinária do dia 31 de maio de 2007 a inclusão de um Serviço de Litotripsia Extracorpórea em Jataí. Decreto n. Edição.º 2. partes envolvidas (se houver). entre o nome da jurisdição e o título. decisão administrativa. 5. Acrescenta-se a palavra Constituição. Local: Editora. (Série Legislação Brasileira). Órgãos envolvidos. entre outros) (ABNT. Seção 1. 27 jan. ______. p. seguido do ano de promulgação. decreto. data. Secretaria da Saúde. página inicial e final. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. ESPÍRITO SANTO (Estado).2 Jurisprudência (decisões judiciais) De acordo com a ABNT (2002b). Número da portaria. Exemplos: BRASIL. Secretaria de Ciência. n.134 de 24 de janeiro de 1997. acórdãos. data e dados da publicação. data e dados da publicação. p. aviso. Título de jornal de grande circulação. Organização do texto de Juarez de Oliveira. Constituição (1989). Os elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente. Órgão judiciário envolvido. de 10 de junho de 2014. 168 p. Ministério da Saúde. Diário oficial [da] República Federativa do Brasil. lei. 1990. 4. data. 2014. de 31 de maio de 2007. Brasília. local. a partir da segunda edição. 1997. Local. ed. p. ES: Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo. JURISDIÇÃO. Vitória. DF. JURISDIÇÃO. quando se tratar de Constituições e suas emendas (ABNT. 110. medida provisória. lei. Constituição (1988). . 11 jun. Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade. Constituição: texto constitucional de 05 de outubro de 1989 com as alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais nºs 1/1990 a 26/2000. 18. ordem de serviço. decreto. Brasília. 7). dia mês ano da promulgação. n. no caso de se tratar de normas). Local: Editora. Título e número. Diário oficial [da] República Federativa do Brasil.º 066/2007 – CIB. 56. instrução normativa. título. circular. Unidade Federativa. Seção 1. 2002b). Descrição da portaria. São Paulo: Saraiva. GOIÁS (Estado). Seção. Constituição (ano de promulgação). relator. 2007. dia mês ano da publicação. 2000. P á g i n a | 126 portaria. Tecnologia e Insumos Estratégicos.7. Goiânia. numeração. Título: subtítulo (se houver). medida provisória. ______. entre parênteses. resolução. comunicado. número. JURISDIÇÃO. sentenças e demais decisões judiciais. DF. título e número. Resolução n.

Supremo Tribunal Federal. Exemplos: BRASIL. 2002b). p. 1998a.441-PE (94. P á g i n a | 127 Exemplos: BRASIL. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificação do documento. Local. 1994. p. p. mar. . em razão de idade. Habeas-corpus no 181. volume. n. da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. número. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. Tribunal Regional Federal (5.º 14. Processual Penal. p. 4 de março de 1997. 1998b. Pré-nome). dia mês ano. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos. mês(es) ano de publicação. volume. número. 103. Título e número. 39. mês(es) data da publicação. Partes envolvidas (se houver). número. 14. Local. 1994. ano 8. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. In: ______. Apelação cível nº 42. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. ______. ______. São Paulo. Região). p. Súmula n. Administrativo. Predominância da lei sobre a portaria. Súmulas. São Paulo. relator. 16. 113-151. v. ______. JURISDIÇÃO. página inicial e final.01629- 6). de acordo com o tipo de publicação.3 Doutrina Abrange toda e qualquer discussão e/ou interpretação técnica sobre questões legais em forma convencional. página inicial e final. mar. instituído pela Lei nº 8. artigos de periódicos.7. Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. AUTOR ENTIDADE. v. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. Revista de Súmulas. 413. artigo de jornal entre outras (ABNT. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. ______. Habeascorpus. Título do artigo/matéria. Título do periódico. 10. Súmulas. 2014. volume. Recife. Local. Relator: Juiz Nereu Santos. inscrição em concurso para cargo público. 10.05. fev.270/91. Título do artigo/matéria. Superior Tribunal de Justiça. página inicial e final.636-1. Brasília. Constrangimento ilegal. DF. tais como: monografias. 236-240. n. v. 103. Súmula n. Escola Técnica Federal. Órgão judiciário competente. Súmula n. 558-562. Não é admissível por ato administrativo restringir. Título do periódico. In: ______. Supremo Tribunal Federal. Título do periódico. 16. Ressalta-se que quando necessário. 6 de dezembro de 1994. 5. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. mês(es) ano de publicação. Local.

Edilson Enelino das. proceder-se-á conforme 5. em razão de idade. DF. Acesso em: 26 jun. 5. Marília de Ávila e Silva. AUTOR ENTIDADE.4 Documento jurídico em meio eletrônico Conforme a NBR 6023 (ABNT. 7. Título do periódico. volume. Local. Local. LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais. Altera a legislação tributária federal. página inicial e final. número. 1999a. Título do artigo/matéria. direito e retórica: o julgamento da demarcação das terras indígenas raposa serra do sol pelo Supremo Tribunal Federal na PET 3388/RO. mês(es) ano de publicação. bibliografia brasileira de Direito.3.leg. Descrição física do meio eletrônico. volume. p.1 a 5.7. mês(es) ano de publicação.html>. 11-30. DF. inscrição em concurso para cargo público. documentos online.4.3. por ato administrativo. Regulamento dos benefícios da previdência social. ______.). Seção 1. [S. de acordo com 5. DVD. v. 96. volume. Local. Exemplos: CHAGAS. Título do periódico. 2014. Acesso em: 26 jun. Quando se tratar de obras consultadas online. Título do periódico. 8 dez. . 1 CD-ROM. as referências obedecem aos padrões indicados para documento jurídico. mês(es) ano de publicação. In: SISLEX: Sistema de Legislação. Exemplos: BRASIL. acrescido das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia-se pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). Título do artigo/matéria. maio/ago. Local. número. 13. assim como textos integrais de diversas normas. maio/ago.887. mês(es) ano de publicação. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Diferenças étnicas. Brasília. ed. 102. Título do artigo/matéria. p. Título do artigo/matéria. 2013.camara. 1999b. página inicial e final. SAMPAIO. 2011. Descrição física do meio eletrônico. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999. p. volume. Brasília. Não é admissível. Diário Oficial da União. Título do periódico. Revista de Doutrina e Jurisprudência.l. página inicial e final. ______.br/legin/fed/lei/ 1999/lei-9887-7-dezembro-1999-369906-norma- pl.]: DATAPREV. 2014. Brasília. DF: Senado Federal. 1 CD-ROM. Supremo Tribunal Federal. Lei no 9. número.com/ sumula/busca?tri=stf&num=14>. Disponível em: <http://www. 13-40. número. P á g i n a | 128 AUTORIA DESCONHECIDA (inicia-se pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). Pré-nome). Erro médico nas cirurgias estéticas.legjur. de 7 de dezembro de 1999. Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. 2002b).7. restringir. Revista de Doutrina e Jurisprudência. Brasília. etc. Súmula nº 14.7. v. 1999. Disponível em: <http://www2. página inicial e final.

sendo os elementos essenciais: título. Local: Editora. 2014. Acesso em: 20 out. dispositivo. pintura. color.youtube. ilustração. entre colchetes). VHS. compreende filmes. elenco relevante.]: Philippe Henry.. data e especificação de suporte. créditos (diretor. 1 videocassete (30 min). Direção: Charlie Chaplin. Merna Kennedy. desenho técnico. 1983. Elenco: Charlie Chaplin. produtor. OS PERIGOS do uso de tóxicos. cartaz entre outros. son. 1ª palavra em CAIXA ALTA. Al Ernest Garcia. BLU-RAY. dimensões. TÍTULO. São Paulo: CERAVI. tais como: indicação de cor. Dublado em português. obra de arte.. Produção: Charlie Chaplin. Roteiro: Charlie Chaplin. realizador. Estados Unidos: The Roy Export. produtora. Legendado em português. . acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento (ABNT. especificação do suporte em unidades físicas. Direção: Philippe Henry. gravura. Exemplos: ATTILIO Fontana: 100 anos. Cate Blanchett. preto e branco. Legenda dos quadros inglês. John Turturro. 1928. 2002b). Créditos.. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. Elenco: Christina Ricci. 5. Roteiro: Philippe Henry. 12 mm. data. Produção: Christopher Sheppard. 2002b). data. Los Angeles: Universal City Studios. Elenco relevante. 1080 pixels. THE circus. são considerados materiais iconográficos. 1 vídeo (71:46 seg. Os elementos essenciais são: autor.8 IMAGEM EM MOVIMENTO Nesta seção. Produção: Jorge Ramos de Andrade. Especificação do suporte em unidades físicas. entre outros. transparência. [S. P á g i n a | 129 5. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título. fotografia. fitas de vídeo. título (quando não existir. c2002. material estereográfico. Direção: Sally Potter. roteirista e outros). 1 videocassete (95 min).com/ watch?v=M28IMFrkBgw>. Produção: Philippe Henry. entre outros. c2000. POR QUE choram os homens. son. 1 videocassete. diafilme.). Johnny Depp. Quando necessário. mudo. VHS NTSC. DVD. Música: Caco Faria e Camilo Carrara.l. Disponível em: <https://www. local. color.9 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO De acordo com a NBR 6023 (ABNT. Quando necessário.

óleo sobre tela: color.4. Exemplos: ESTAÇÃO da Cia. AUTORIA (SOBRENOME. Data. Descrição física do meio eletrônico. Especificação do suporte. Descrição física do meio eletrônico. 1999. 2013. D. óleo sobre tela. MELO. 93 transparências. documentos online. Pré-nome). Especificação do suporte. Memória fotográfica de Araraquara. Data. AUTORIA (SOBRENOME. Data. proceder-se-á conforme 5. Katharina. AUTORIA (SOBRENOME. 35 mm. Local. Juazeiro do Norte-Ce. PEROTA. Local. Título. 1 original de arte. 5. Pré-nome). Especificação do suporte. ano. turma 1985. Paulista com locomotiva elétrica e linhas de bitola larga. 1 fotografia. . Eduardo Luiz Veiga. 1 diapositivo. Título. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. [Título ou sem título]. M. 40 cm x 50 cm. 1 fotografia. 1978. Local. p&b. [Título ou sem título]. ano. 1 reprodução. ano.9. Thethys. Local. In: LOPES. p&b. [Título ou sem título]. Especificação do suporte. etc. AUTOR ENTIDADE. Fortaleza. 1 diafilme (96 fotogr.: Organización Panamericana de la Salud.9. 1 CD-ROM. color. Corte estratigráfico do sítio arqueológico Guará I. 1985. Quando se tratar de obras consultadas online. Coleção particular. SALLENBACK. 210 mm x 297 mm.C. D. 1989. Curso auxiliar em bibliotecas. Residência da artista. Descrição física do meio eletrônico. 1987. MATTOS. color. P á g i n a | 130 AUTORIA (SOBRENOME. 1 fotografia. Especificação do suporte.3. Fort Henn. ano. Fortaleza. Local. Paisagem-Quatro Barras. Data. Thelma Marylanda Silva de. DVD. Data. ano. A fazenda.. Ivone Silva de. Pré-nome). Especificação do suporte.1. MELO. Washington. Pré-nome).1 Documento iconográfico em meio eletrônico Para a ABNT (2002b). SANEAMIENTO en el matradero: partes I y II. Celso. Descrição física do meio eletrônico. de acordo com 5. 4 ¾ pol. Data.). 80 x 70 cm. 1961. Universidade Federal do Ceará. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia-se pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA). 1983. Araraquara: Prefeitura do Município de Araraquara. Exemplos: FORMANDOS de Biblioteconomia. ano. as referências devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico.). Local.

Escala 1:100. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.5 Mb. VASO. 110 p. data. Formato TIFF bitmap. Designação específica e escala. Adelita Neto. Distribuição espacial dos serviços de crédito agrícola. CARLEIAL. Local: Editora. WESTPHALEN. Globo terrestre. Escala 1: 63. 1 CD-ROM. Anne. acrescidas das informações relativas . Disponível em: <C:\Carol\VASO.TIFF>. 2010. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia-se pela 1ª palavra do título em CAIXA ALTA) TÍTULO. LANDSAT TM 5: imagem de satélite. 4 ¾ pol. Título.000. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento (ABNT. 1967.1 Documento cartográfico em meio eletrônico Nesta seção. São Paulo. local. CARDOSO. Designação específica e escala. Local: Editora. BANCO DO NORDESTE DO BRASIL. 1981. SP). 1980. Cecília Maria. Acesso em: 28 out. 1986. segundo a ABNT (2002b). INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. data. 1 fotografia aérea. ARAÚJO. 1987-1988.10.10 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO Apresenta-se sobre forma de atlas. Fx 28. Inclui mapas. Local: Editora. 1999. Atlas de Fortaleza 2000. Altura: 432 pixels. quando necessário. [São Paulo]: Atlas. Inclui mapas. 1 fotografia aérea. Ana Maria Matos (Orgs. 3. editora. Pré-nome. 300 dpi.. Quando necessário. Largura: 827 pixels. color.jpg.10.000. Formato JPEG. Atlas histórico do Paraná. 1 globo. AUTOR ENTIDADE. P á g i n a | 131 GEDDES. 2002b). Título. Canais 3. Fortaleza. data de publicação. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME.000. Os elementos essenciais são: autor(es). 5. 51 Kb. Altura: 1083 pixels. 4 e 5. fotografia aérea etc. Designação específica e escala. Escala 1:35. de acordo com 5.780. Geddes135. n. Fortaleza: EdUECE.). 5. 32 BIT CMYK. Largura: 376 pixels. 30 cm de diâmetro. globo. as referências obedecem aos padrões indicados para material cartográfico. Compactado. 1999. mapas. data.TIFF. Curitiba: Projeto. título. As referências obedecem aos padrões indicados para outros tipos de documentos. 4 e composição colorida 3. Projeto Lins Tupã: foto aérea. designação específica e escala. 15. 2000. 1981. Exemplos: ATLAS Mirador Internacional. Jayme Antonio.

documentos online. 2014.11 DOCUMENTO SONORO NO TODO Engloba material do tipo: disco.diba. 2014. color. etc. Quando necessário. data. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. Escala indeterminável. NOTA – Informações do arquivo digital: 1999071318. Neo Interativa. color. gravadora (ou equivalente). Gainesville.jpg>.GIF.3. 1920. Os elementos essenciais são: compositor(es) ou intérprete(s).000. PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo. Exemplos: ESTADOS UNIDOS. data e especificação do suporte. 3 ½ pol.edu/fish/Sharks/ statistics/Gattack/map/Brazil.GIF Título do arquivo Itajaí Local UNIVALI Instituição geradora 557 Kb Tamanho do arquivo GOES Denominação do Satélite 08 Número do satélite na série SE Localização geográfica 13 jul. . GOES-08: SE. 2002b). 1 mapa. P á g i n a | 132 à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM.htm>. Acesso em: 26 jun.flmnh. inverno 1994.). DVD. Local: Gravadora. Disponível em: <http://www. 17:45Z. Título. Quando se tratar de obras consultadas online. MAPA de Ubicación: vista ampliada. 1999071318. 5. IR04. 2. Escala 1:40. CD (compact disc). Escala indeterminável. Acesso em: 26 jun. n. 1 CD-ROM. c2001. color. local. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento (ABNT. 13 jul. título. 1999. 1 imagem de satélite.4.1999 Data da captação 17:45Z Horário zulu IR04 Banda FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. entre outros.org/ turismo/hoteles/ushuaia/ubicacion2. 1 mapa.000. 557 Kb. 1 disquete. Rio de Janeiro. National Oceanic and Atmospheric Administration.ufl. Especificação do suporte. rolo de filme. [2000?]. 1999. proceder-se-á conforme 5. COMPOSITOR(ES) ou INTÉRPRETE(S). Disponível em: <http://www. 1 mapa. Itajaí: UNIVALI. Buenos Aires: Dirección de Salud y Acción Social de la Armada.

Wien: Universal. Pré-nome(s)).). Rio de Janeiro: Jobim Music. Quando necessário. Título da parte ou faixa. p1988. A. Exemplos: BARTÓK. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. data. São Paulo: Rio Musical. Os elementos essenciais são: autor(es). p1988. 33 1/3 rpm. Per amore.11. data. Asa branca. Orquestra. designação específica e instrumento a que se destina. Intérprete(s). Direção artística: Miguel Propschi. 1 partitura. 1 partitura (23 p. TEIXEIRA. inclui partituras impressas e em suporte ou meio eletrônico. JOBIM. . In: INTÉRPRETE(S). Arranjo de Alberto Arantes. título. intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação). Especificação do suporte.). São Paulo: RCA Victor. Luciano (Org. Pré-nome(s)). ZIZI Possi. P á g i n a | 133 Exemplos: ALCIONE. Arranjo de Diana Duarte. Luíza. 1851.1 Documento sonoro em parte Inclui partes e faixas de documentos sonoros. 1952. 1 CD.12 PARTITURA Segundo a NBR 6023 (ABNT. informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada. 1972. Local: Gravadora. título. seguidos da expressão In:. Baixo. Luiz. Humberto. Ouro e cobre. Antonio Carlos. Toque macio. São Paulo: PolyGran. 1 partitura. Lado A. AUTORIA(S) PESSOAL(IS) (SOBRENOME(S). p1997. e da referência do documento sonoro no todo. Título.. local. 2002b). 1 partitura. Designação específica. Exemplo: GINO. 1 disco sonoro. Intérprete: Alcione. No final da referência. Instrumento. GALLET. Rio de Janeiro: Carlos Wehns. editora. estéreo. 5. Ouro e cobre. Local: Editora. Canções populares brasileiras. 12 pol. Título. Béla. Os elementos essenciais são: compositor(es). faixa 1 (4 min 3 s). data. 5. São Paulo: RCA Victor. In: ALCIONE. O mandarim maravilhoso. 1947. GONZAGA. 1 disco sonoro (45 min). Piano. COMPOSITOR(ES) (SOBRENOME(S).

objetos (fósseis. entre colchetes).inter. Especificação do objeto. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título.1 Partitura em meio eletrônico As referências obedecem aos padrões indicados para partitura. AUTORIA DESCONHECIDA (inicia-se pela 1ª palavra do objeto em CAIXA ALTA e entre colchetes [sem título]. Data. Arrang. maquetes.). características físicas (especificação do objeto. Fervilhar: frevo. materiais. Data.12.13 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL “São objetos tridi-mensionais. 4 partituras. documentos online. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. [Piano]. Quando necessário. DVD. monumentos etc.). fabricados ou modificados por uma ou mais pessoas à mão ou industrialmente. esqueletos. objetos de museu. Disponível em: <http://partituraeletronica. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. Os elementos essenciais são: autor(es).3. Exemplos: OLIVA. Descrição física do meio eletrônico. Título. objetos de museu. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Inclui esculturas. data. cap. p. Pré-nome). Acesso em: 26 jun.htm>.br.br/>.com. 2002. monumentos entre outros). 2014. Tiago. os materiais tridimensionais compreendem. 1). Piano. Pré-nome). MOCOTÓ. entre colchetes). objetos e suas representações (fósseis. Marcos. 5.4. etc. técnicas. título (quando não existir. neste caso quando for possível identificar o criador artístico do objeto. 1 partitura. animais empalhados. Os elementos essenciais são: autor(es). data. VIOLA. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. Instrumento. os seguintes tipos: esculturas.blogspot. 10. Disponível em: <http://openlink. proceder-se-á conforme 5. Santa Claus is coming to town. Designação específica.net/picolino/ partitur.” (RIBEIRO. Acesso em: 5 jan. dimensões etc. Título. Título. De acordo com a ABNT (2002b). Especificação do objeto. Quando se tratar de obras consultadas online. data e especificação do objeto. Descrição física do meio eletrônico. conforme 5. Local: Editora. AUTOR PESSOAL (SOBRENOME. esqueletos. . quando for possível identificar o criador artístico do objeto. título (caso não exista atribuir uma denominação ou descrever o objeto.12. P á g i n a | 134 5.). animais empalhados. maquetes. [19--?]. 2003. Pré-nome).

proceder-se-á conforme 5. BURIAN JÚNIOR. Prescreve em vinte anos a ação haver indenização. 1918. disquetes. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. século XVIII. Superior Tribunal de Justiça. html>. [199-]. BBS (sete). 2000. Acesso em: 05 maio 2004. Limeira. Lucili.org.br>. P á g i n a | 135 Exemplos: CÔMODA – PAPELEIRA.com. Jurinforma Online. 1996. já descritos anteriormente.br/resenha1. Móvel híbrido. M. Acesso em: 19 maio 1998. Catálogo coletivo nacional. de sociedade de economia mista. DUCHAMP. ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA (2. Acesso em: 8 abr. Campinas: UNICAMP. In: BASES de dados em ciência e tecnologia. 110 cm x 116 cm. programas e conjuntos de programas.: 1986: Brasília). especialmente acrescentam-se os dados referentes a hora. 2002. Súmula n.4. André Koch Torres. Não é recomendado referenciar material de curta duração na rede. 1997. 1986.uece. ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA E INFORMÁTICA. 1996. v. Em exposição no Museu Histórico Nacional. listas de discussão. Madeira e metal. [Entrevista publicada em 02 de janeiro de 2003]. título do serviço ou produto. 1 CD-ROM. Acesso em: 27 jul.3.jurinforma. GRANGEIRO.ibict. 1999. acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo. Resenha de: ASSIS. por responsabilidade civil. Nas obras consultadas online.br/cionline>.html>. 1 CD-ROM. Brasília. Disponível em: <http://www.sbmac.br/súmulas/stj39. Disponível em: <http://www. versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. Campinas: Ábaco: Faculdade de Engenharia e de Computação da UNICAMP. os documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico. Os elementos essenciais devem obedecer aos padrões indicados para cada tipo de documento. arquivos em disco rígido. Yaro. n. Brasília: ABDF.14 DOCUMENTO DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO Conforme a ABNT (2002b). Anais. 39. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. mensagens eletrônicas entre outros. Exemplos: BRASIL. 1 escultura variável. 5. cumpria a função de guarda de vestuário e a de escrivaninha. . Rio de Janeiro. Brasília. Os elementos essenciais são: autor(es). Quando se tratar de obras consultadas online. magnéticos e teoria eletromagnética. abrangem bases de dados. minutos e segundos. 26. No concernente a arquivos eletrônicos. 3. Escultura para viajar. Circuitos elétricos. RJ.

Exemplos: a) Um autor FERREIRA. Marcos. Acesso em: 8 Feb. São Luís: CORSUP/EDUFMA. R. Diário do Nordeste. Acesso em: 10 out. rev.br/anais/anais. N.. Fortaleza. PABLIC ACESS COMPUTER SYSTEMS FORUM. 2013.. Disponível em: <http://www. CRUZ.cursopean_patent_office. c) Três Autores CURTY.html>. Citações e referências e documentos eletrônicos. b) Dois autores NAHUZ. 139 p. 1998. c1993. 4. P á g i n a | 136 MAGALHÃES. R. 288 p.diariodonordeste. de. em caixa alta (maiúsculas). Acesso em: 07 set. Creuza.uh. 1997. dois autores. Marlene Gonçalves. Recife: [s. ed. Biblioteca-auxiliar [mensagem pessoal]. Maringá.com. Anais eletrônicos. três autores e mais de três autores.]. seguido(s) do(s) prenome(s) e outros(a) sobrenome(s) abreviado(s) ou não. C.br/ursers/gmoura/refere. Manual para normalização de monografias. FERREIRA. 1993. Available from: <listserv@uhpvm1. june 1989. Diretrizes para normalização de dissertações acadêmicas. 1996.. Cecília dos Santos.org/ news/pressrel/dipsl. 1996. dissertações e teses (NBR 14724/2002). Disponível em: <http://www. Ana Maria da Costa. SAUDADE. 3. Cited: 1995 May 17. d) Mais de três autores BRITO. em 09 set. 109 p.elogica.br>. Gente é para brilhar.1. São Paulo: Frase.htm>. 1996. In: THE CANADIAN encyclopedia: macintosh version 1. Toronto: McClelland & Stwewart.15.ufpe. As publicações são apresentadas com um autor. Maria Tereza Reis.15 TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS 5.edu>. H. Luzimar Silva. atual. 51 p. 5.n. Disponível em: <http://www. Acesso em: 21 jan.htm>. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. Edson Vianna et al. G. ed. OLIVEIRA. PR: Dental Press. Recife. Constitucional history.com. W. Salvador: UFBA. SILVA. 2010. MENDES. 04 set.br>. Mensagem recebida por <thelmam@uece. 6.. McCONNEL. Disponível em: <http://www. Gilda Pires. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE.1 Autor pessoal Indicam-se os autores pelo último sobrenome. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. . 2005. Houston (tex): University of Houston Libraries. 1 CD-ROM. e ampl.propesq. 1996. Apresentação de trabalhos acadêmicos. PATENT information on internet. A. MOURA. 2002. 2002.

Belo Horizonte: UFMG.4 Autores de nome espanhol tem entrada pela primeira parte do sobrenome . este deve ser considerado para entrada. 5.1.15. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais.1.15. Paul. il. SHÇOMCHICK. Porto Alegre: Artmed.. No entanto.1 Sem responsabilidade intelectual destacada ou autoria desconhecida Quando não houver responsabilidade intelectual destacada ou com autoria desconhecida. deve-se adotar as mesmas regras para autoria. 2014. Diário do Norte on line. ed. 1974. deve-se indicá-lo entre colchetes após o pseudônimo. Jeannette Marguerite (Orgs. 5. Goiânia. 5. Beatriz Valadares. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença.. b. 319 p. 23 cm. Mark.8 (p. ATHAYDE.15. 80p. 5.15. CAMPELLO. editor. TRAVERS. 3). 2000. 767 p. O jornalismo como gênero literário. acrescentando-se a expressão et al. 168 p. coordenador.2 Pseudônimo Quando o autor adotar pseudônimo na obra a ser referenciada. alíneas a. CENDÓN. Mark I. compiladores.1. KREMER. ed.1. 102-103). Quando houver mais de um organizador ou compilador. SABER conviver ecologicamente com a natureza e produzir de forma sustentável. Tristão de. adaptadores etc. editores. 5.. [Alceu Amoroso Lima]. Bernadete Santos.. entre outros. TARO adivinhatório. 1990. c. Tristão de. 1931. Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador. (Clássicos do jornalismo brasileiro. o(a) aluno(a) procederá conforme mencionado no item 4. de acordo com a seção 5. Rio de Janeiro: Schmidt. ATHAYDE.15. d. 21 jan.2.1. Charles A. a entrada é feita pelo título. P á g i n a | 137 Quando houver mais de três autores. WAUPORT. São Paulo: EDUSP. Debates pedagógicos. 2002.). Quando o verdadeiro nome for conhecido. 15. a entrada é feita pelo sobrenome.3 Organizadores.. Artigos. [São Paulo]: Pensamento. A 1ª palavra será toda em CAIXA ALTA (maiúscula). JANEWAY JR. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. indicar apenas o primeiro. seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses.

x Fundação IBGE. Não use siglas para entidades que entram subordinadamente. 2003. José. Se nenhuma forma for apresentada formalmente. 1996. x Organização das Nações Unidas para a Educação. .15. 7. dez. com exceção da FAO). Marcos Antônio. Associação Brasileira de Propaganda. Exemplos: IBGE. Recife. Ribeiro (2003. Enferm. Brasília: CORBI. ou se todas as formas forem assim apresentadas. para melhor entendimento. x Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. capacidade de recursos tributários.2 Autor entidade Obras de responsabilidade de entidade têm entrada pelo seu próprio nome e por extenso. como fonte principal de informação.1. p. Ciência e Cultura. p. ou uso de letras maiúsculas e minúsculas. 20 p.7) esclarece que use aquela na qual “figurar na posição apropriada para a apresentação formal do nome. Avaliação de documentos de arquivo. Uso de pontos entre as letras. esforço fiscal e gasto público no federalismo brasileiro. use a forma predominante”. (sigla e nome convencional) x Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 1998. Rio de Janeiro: BNDES. 5. devem seguir os seguintes procedimentos: Nunca use sigla de três letras (devido ao grande número de entidades com as mesmas iniciais. Unesco ou UNESCO x United Nations Educational. Associação Brasileira de Psiquiatria. esp. 24.5 Sobrenomes que indicam parentesco. Fernando Andres. Scientific and Cultural Organization. 117p. Disparidade econômica inter-regionais. 5. (RIBEIRO. P á g i n a | 138 BLANCO COSSIO. com agnomes FERREIRA JÚNIOR.7). 24. 2013. n. depende da forma predominante nas publicações da entidade (não use espaço entre pontos ou letras). Diz ainda que quando acontecer de serem utilizadas. UFPE on line. SILVINO FILHO.15.. Como existem formas variantes na sua apresentação. Quantidade versus qualidade na produção científica: como produzir? Rev.

2001. Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Nomes homônimos. 156 p. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ. local. Catálogo de pós-graduação e pesquisa. usar a área geográfica. Lisboa: [s. Paulo da Terra. Não use ABP. 1998. Formas e expressões do conhecimento: introdução às fontes.15. Bibliografia do folclore brasileiro. A supressão deve ser indicada por reticências.. Semestral. MACEDO. REVISTA SAÚDE E AMBIENTE = HEALTH AND ENVIRONMENT Journal Joinville. 2005 -. PEREIRA. SC: UNIVILLE. 5. BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as ciências da saúde.3 Título e subtítulo O título e subtítulo devem ser reproduzidos tais como figuram no documento. Quando o periódico possui título genérico. Quando o título aparecer em mais de uma língua. 2004.. Júlio César Rodrigues. CALDEIRA. tem uma dominação específica que a identifica. Fortaleza: UECE. 1942. P á g i n a | 139 Associação dos Bibliotecários de Psiquiatria. podem-se suprimir as últimas palavras. Belo Horizonte: UFMG. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Bernadete Santos. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações. desde que não seja alterado o sentido. a entrada é feita diretamente pelo seu nome. 1971. registra-se o primeiro.]. ed. .). separando-o do primeiro pelo sinal de igualdade. Quando a entidade. 144 p. 413 p. Vera Amália Amarante (Orgs. que se veicula ao título por uma preposição entre colchetes. ISSN 1518-756X. vinculada a um órgão maior. No relacionado a títulos e subtítulos demasiadamente longos.n. incorpora-se o nome da entidade autora ou editora. CAMPELLO. Opcionalmente. 3. registra-se o segundo ou o que estiver em destaque. Bibliografia vicentina. humanas e sociais. separados por dois pontos. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil).

4 Edição A indicação de edição quando houver. Viçosa. 403 p. 227 p. 2000. 1956. Anual. David. New York: Schaum Publishing. 2001. 879 p. 2005. 204 p. n. Schaum’s outline of theory and problems. Pequeno dicionário enciclopédico Koogan-Larousse. abrevia-se os títulos dos periódicos. Full version 3. FEDER. ARIEL for windows. acrescenta-se o nome do Estado. 57-60. Quando necessário. DUARTE. Manual técnico para realização de trabalhos monográficos.15. 1989). e ampl. 1 CD-ROM. utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra “edição”. 2.15. deve ser transcrita. 1990. conforme a NBR 6032 (ANBT. São Paulo: Martins Fontes. SCHAUM. como configura na folha de rosto da publicação. ed. 5th ed. Mountain View: Research Librairies Group. rev. Outra característica da edição é indicar as emendas e acréscimos de forma abreviada. Daniel. Rio de Janeiro: Larousse do Brasil. P á g i n a | 140 INFORMAÇÕES ESTATISTICAS [DA] AGRICULTURA. Viçosa. São Paulo. Délcio Vieira. p. Bras. e atual. HOUAISS. Como fazer uma monografia.. A versão de documentos eletrônicos deve ser tratada como edição e transcrita da mesma forma. Uso dos corticóides no tratamento da distrofia muscular de Duchenne.5 Local O nome da cidade de publicação deve ser indicado tal como figura no documento. 1979. No caso de homônimo de cidades. 10. LANGER. v. 2001. Emeide Nóbrega. país etc. MG. 1. ambas na forma adotada na língua do documento. RJ . ed. Ana Lúcia. ed. Viçosa. 80. J. RN. SALOMON. 5. melh. jul.).01. 5. Antonio (Ed. 3. João Pessoa: Universitária. Med.

San Juan. indica-se a primeira. abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial. desde que sejam dispensáveis para identificação. Estabelecimento de padrões para bibliotecas universitárias.. Puerto Rico Quando houver mais de um local (cidade) para uma só editora. Sylvio. indica-se entre colchetes. Sofia. São Paulo: Quintessence. 1981. 1981. Chicago. abreviada. EMILING. utiliza-se a expressão sine nomine. 1994. Quando não for possível indicar a editora na publicação. 1996.]: Atlas. Praga. entre colchetes [s.l. P á g i n a | 141 San Juan. Moscou. Quando a cidade não aparecer no documento. Se os nomes das editoras estiverem com igual destaque. indica-se a que aparecer com maior destaque na página de rosto.15. mas pode ser identificada. NOTA – Na obra consta: São Paulo. ed. 71 p. Estabelecimento de padrões para bibliotecas universitárias. Maria Carmen Romcy de. Jorge Siqueira de. NOTA – Na obra: Edições UFC. 172 p.6 Editora O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento. 71 p. [S. Maria Carmen Romcy de. Inflação: uma revisão do processo. Tóquio. Fortaleza: UFC. Robert C. LAZZARINI NETO. Henry O. Varsóvia. 4. . NOTA – Na obra: Fortaleza: UFC/ Brasília: ABDF. entre colchetes [S. TROWBRIDGE. Fortaleza: UFC. Chile.n. Tradução e revisão de Terezinha de Oliveira Nogueira. As demais podem também serem registradas com os respectivos lugares.l. Não sendo possível determinar o local. Administração de materiais. ARAÚJO. abreviada. indica-se o primeiro ou o mais destacado. Londres. [São Paulo]: SDF Editores. utiliza-se a expressão Sine loco. CARVALHO. 5. Berlin. 108 p.]. Quando houver mais de uma editora. CARVALHO. 1980. 68 p.]. Cria e recria.

Compêndio de homeopatia. 17. 5. 1994. Nas referências de vários volumes de um documento. ROSETTI. 1993. São Paulo: Loyola. Quadrimestral. José Paschoal. MACEDO. 1993. B. Caso nenhuma data possa ser identificada. indica- se apenas a data inicial seguida de hífen. 1989. No caso de ainda estarem em curso. [1971 ou 1972] um ano ou outro [1969?] data provável [1973] data certa. Neusa Dias de. do copyright ou outra. Revista. sempre deve ser indicada uma data. Maria Regina Galante. Introdução à economia. ed. No referente à publicação periódica.. São Paulo: Robe. 59 p. Coisas da terra e dos céus. indica-se a data inicial e final do período da edição. c1995. abreviadas e entre colchetes. 2 v. Iniciação à pesquisa bibliográfica. seja da publicação. 211 p. João Pessoa: [s. Semestral.n. A história de Mirador. 1960] data aproximada [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [18--?] século provável ARAÚJO. utilizam-se ambas as expressões. produzidos em um período. Por se tratar de elemento essencial para a referência. Jorge Siqueira de. SP: PUC. Hélio.7 Data A data de publicação (ano) deve ser indicada em algarismos arábicos. NASSIF. indicam-se as datas inicial e final da publicação. da impressão.n. TRANSINFORMAÇÃO. 5. 1995-1997. 1990-1998.l.: s. [S. um espaço e ponto. não indicada no item [entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos [ca. 2. Fortaleza: UFC.]. GONÇALVES. . 107 p.15. Campinas. Administração de materiais. P á g i n a | 142 ZENAIDE. indica-se uma data entre colchetes. [1981]. São Paulo: Atlas. ed. quando se tratar de publicação encerrada.]. F. Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação. REVISTA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL. São Paulo: Atlas. ed.

Porto Alegre. DEVE. Fernando Fábio Fiorese. precedido da abreviatura “v”. precedidos da abreviatura “p”. conforme lista anexa a NBR 6023 (ABNT. In: ROUQUAYROL. 175 p.C. semestres. TREINANDO o auxiliar de biblioteca: noções básicas sobre relacionamento interpessoal. The International Council on the future of the University. no idioma original da publicação. ed./dez. Nos exemplos. ed. 179-193. Maria Zélia. 5. Revista de Biblioteconomia & Comunicação. D. v. Curitiba: ABPR. RITTER. 4. M. 5. Rio de Janeiro: Medsi. observa-se a indicação de números de páginas. 664 p. p. 1980. ALMEIDA FILHO. 3. Rio de Janeiro: Delta. Maria Zélia. estes devem ser indicados de forma abreviada. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa. 5.. RANG. devem-se mencionar os números das páginas inicial e final. Quando a publicação incluir páginas preliminares numeradas em algarismos romanos e se contiverem matéria importante devem ser mencionadas em letras minúsculas. ed. ou indica-se o número do volume. 28 f. 1. summer. 1993.. não se abreviando o nome dos meses até quatro letras. c2001. J. Farmacologia. . folhas. as estações do ano ou as divisões do ano em trimestres. ROUQUAYROL. P.15. ed. a seguir. learning and policy. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 144-150. transcrevem-se os primeiros tais como figuram no documento e abreviam-se os últimos. Petrópolis: Vozes. MOURÃO. 1984. natureza de material ilustrativo e dimensões. entre outros. MINERVA: a review of science. 1998. p. n. viii. M. Quando se referencia parte de publicações. 31. 2. Caldas. FURTADO. 5 v. Atlas celeste. 2003. n. Comunicação poética: esforço de síntese. O processo epidêmico. Havendo em lugar dos meses. H. que indica os números de páginas ou de volumes. Naomar de. Epidemiologia & saúde. Washington. 2002b). volumes ou folhas. P á g i n a | 143 Consoante aos meses. jan. AULETE. 1990. M. 6. v.. Ronaldo Rogério de Freitas.8 Descrição física Dados sobre descrição física constituem elementos complementares em uma única referência.

: EMBRAPA. P. as dimensões (altura e largura).. Indicam-se as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura “il. A.. além da língua do texto traduzido. M. A comunicação científica. Olympio. 1944. 61 p.”. . Original árabe. entre outros. Departamento de Informática. Lãs. Paginação irregular. F.. 3. 95 p. reimpressões. 2000.9 Notas importantes Nesta seção. São Paulo: Ática. CARVALHO. Brasília. Curitiba. a do texto original. SAADI. em documentos traduzidos. Não paginado. linhas e retalhos. 1999. neste último caso. M. as séries e coleções e sua numeração tal como figuram no documento. Tradução de Aurélio Buarque de Holanda. P á g i n a | 144 Caso a publicação não seja paginada ou a numeração das páginas for irregular. Guia prático do alfabetizador. 5. indica-se. 16 cm x 23 cm. devem ser transcritas como figuram na publicação. 1994.. Brasília: Briquet de Lemos Livros. PR: UFPR.15. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. D.1993. entre parênteses. São Paulo: Global. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o Projeto Portinari. Referências. observa-se a indicação do título no idioma original. T.. deve-se indicar esta característica. G. 243). 72 p. il. Versão francesa de: Franz Toussaint. ed. Tradução de Antonio Agenor Briquet de Lemos. 6). J. PEIXES do pantanal: agenda 1999. No caso de tradução feita com base em outra tradução. Título original: Communicating research. O jardim das rosas. 124 p. (Princípios. Rio de Janeiro: J. 1999. No concernente às separatas. 262 p. R. Rio de Janeiro: PUC. MARQUES. LANZELOTTE. (Normas para apresentação de documentos científicos. MEADOWS. 1993. Sistemas de bibliotecas. CHEMELLO. (Coleção Rubaiyat).

Outras notas podem ser incluídas.n. W. Separata de: MOORE. CAMARGO. G.15. Esperanza de la education hoy. do artigo ou do trabalho. 309-340.10 Ordenação das referências 5. Educação em saúde no programa de saúde da família: uma tecnologia institucionalizada? 2000. p. Universidade Estadual do Ceará. B. OLIVEIRA. Piaget.1 Sistema numérico As referências devem seguir a mesma ordem numérica crescente colocada no texto.2 Sistema alfabético Neste sistema.. 5. conforme exemplo a seguir. além da ordenação alfabética. 5.]. F. local e a data da defesa mencionada na folha de aprovação (se houver). C. deve ser obedecido o critério de data mais recente para a mais antiga. tese etc. O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. as referências devem ser reunidas no final do capítulo. . Estudos de metodologias para produção de componentes. observar as recomendações sugeridas na seção secundária 4. B. Caso o(a) pesquisador(a) faça a opção pelo sistema numérico para seu trabalho acadêmico. TRINGALI. Lisboa: J. a vinculação acadêmica. devem ser ordenadas na seção REFERÊNCIAS ou BIBLIOGRAFIA CONSULTADA. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Saúde Pública) – Centro de Ciências da Saúde. 1991. No concernente às dissertações. 1960. em ordem alfabética. Dilma Lucena. dissertação.10. Dante.). teses e outros trabalhos acadêmicos devem ser indicados em nota o tipo de documento (TCC. do N. Construtivismo del movimento educacional: soluciones.3. Salienta-se que. quando houver diversas publicações de um mesmo autor em datas distintas. Córdoba.) o grau.15. com relação à escolha da entrada. Apostila. 54 p. As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na referência.10.15. 105 f. Fortaleza. MACARIO. (Ed. TGI. AR: [s. 2000. desde que sejam importantes para a identificação e localização de fontes de pesquisa. Inclui bibliografias. 1962. P á g i n a | 145 MAKAU. 246 p. São Paulo: Musa. Escolas literárias. A. 1994.

2014. Organização do texto: Juarez de Oliveira.. SP. 1997. Limite. 168 p. DF. (Org. Campinas. Disponível em: <http://www.). 7. Brasília.htm>. 3.” ______.htm>.planalto. 98 da Lei no 8.764. nov. Fonte: Pitombeira (2014.112. (Série Legislação Brasileira). 1982. p. 1982. Decreto n. 78. pessoal ou entidade incluída na seção REFERÊNCIAS por critério do ano mais recente para o ano mais antigo falta número de página REFERÊNCIAS BRASIL. Lei n. p.. de 17 de novembro a vida 2011.mesmo 2014.planalto. pois Diário Oficialpertence o triunfo da União. Introduction: technical issues in perinatal therapy. ______. observar as recomendações sugeridas na seção secundária 4. 82). 79. Acesso A 2014. Constituição (1988).br/docs/anais/pdf/1982/ T82V1A002. de 27 de dezembro de 2012. No texto. SP: UNICAMP. DF.com paixão.. 1990. as chamadas das referências devem ser indicadas como seguem. . São Paulo: Cosac Naify. ed. In: ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDOS POPULACIONAIS. 81.br/ccivil_03/_ ato2011- 2014/2012/lei/l12764. 4.612. 2004. São Paulo: Saraiva. ‘Spilt milk’ perinatal loss & breakdown.2. RAPHAEL-LEFF. é ir à luta com determinação.. Diário Oficial da União. em: 1 jun.nepo. 7-16.a Brasília. vida é muita para ser insignificante. E. ______. 2000. 2012. Acesso em:“Bom2 jun. In: ______. DURHAN.unicamp. A dinâmica da cultura: ensaios de antropologia. quem se atreve. Acesso em: 26 jul. abraçarde ______.abep. Campinas.gov.. dez. Londres: Institute of Psychoanalysis. Disponível em: <http://www. Porto Alegre: Artes Médicas. 2011. Institui perder o Plano com classe Nacional dos e Direitos da Pessoa com Deficiência-Plano Viver vencer comsemousadia. Caso o(a) pesquisador(a) faça a opção pelo sistema alfabético para seu trabalho acadêmico. J. P á g i n a | 146 Figura 46 – Ordenação das autorias. e altera o § 3o do art.br/ccivil _03/_ Ato2011-2014/2011/Decreto/D7612. R.pdf>. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Anais. 12. Disponível em: <http://www. Família e casamento.gov. Gravidez: a história interior. Constituição da República Federativa do Brasil: (Charles Chaplin) promulgada em 5 de outubro de 1988. de 11 de dezembro de 1990.

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