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Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa

Aeroclube de Ponta Grossa
Manual de Padronização de Voo

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Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa Controle de Revisões Sumário Revisão Data Nome Assinatura Original Junho/2012 Matheus Ecke 2 .

................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 18 3 ............................................................ 14 13............................................................................. Descida e Aproximação ......................................................................................................................................................... 11 a......................................... 11 8................................................................................................................................ 10 k................................... 5 5.................................... 12 10........................ Proficiência e Níveis de Padronização ................................................. 9 f.................. 4 a..................... 4 3.............. Taxi ............................ 10 j........................................................................................................ Voo Solo.... 12 c....................................... Debriefing ............. Pré-decolagem .............................................................................................................................................................................. 5 6............................................................................................... Cruzeiro . 10 1........................................................................................................ Acionamento do Motor .................................................................... Iniciando o Treinamento . 13 12........... Corte do Motor................................................................................................................................................................................................................ 8 e...... 6 7......................................................................................... Briefing ..................................... 9 2.............................................. 9 h.......................................................................................................... 9 i........... Antes do Voo .................................................................................................... Abandono .............. 11 b....................................... Briefing de Descida e ....................................................................................... 6 a............ 10 1............................................. Penetração em Ar Turbulento ...... Pós-pouso ............ 18 15. Áreas de Instrução ........................................................................................................................................................ 6 b................................................................................................................................ Briefing de Decolagem ..................................... Shimmy .................................................................................. Pouso com vento cruzado ................................................................................................................................................................................................................................... 6 d.......................... Call Out ................................................................................... Fonia ................. 12 Aproximação ......................... Após o Acionamento ........................................................................................................................................................................................................................................................................................ Checklist de Emergência ................................................................................................................................................................................. 6 c............ Pré-pouso ........................................................................ Voo de Verificação (cheque) ................................................................................... Checklists . 13 11....................................................................................... 4 4...................................... Voo noturno ......... Uso do GPS .......................................... Briefings de Operação ................................. Pós-decolagem .... CPT ................................................................................................................ Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa Índice 1................................. Introdução ............................................................ 11 9.................... Briefing de Emergência ................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ 4 a.......................................................... 4 2............................................................................................................................ Inspeção Pré-voo ................................................................................................ 10 l................. 17 14.................................................... 9 1........................................................................................................................................................................................................

condições meteorológicas Esse manual pretende mostrar ao aluno todos (METAR. Antes do primeiro voo do Quando todas as dúvidas do aluno quanto aluno. mais 20 minutos para guardar a toda a instrução. CCF e CHT (caso já possua). assim aeroclube. a fim de doutrinar o aluno nos para estudo está neste manual e no métodos tradicionais de navegação. deve ser utilizado possua CCT. o ideal é do GPS é permitido para as fases mais que o aluno já possua Certificado de avançadas do treinamento. É compulsório que o aluno traga os documentos pessoais para cada voo: 2. Caso não VFR (Visual Flight Rules). para sanadas. São procurará o instrutor. Após preparar o comentadas as manobras realizadas e avião e antes de realizar o briefing com o sanadas eventuais dúvidas.emitido didáticos. instrutor e o aluno logo após o voo. Antes do Voo RG. não sendo permitido seu uso após a aprovação na Banca da Anac . Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa peso e balanceamento da aeronave. para fins Conhecimentos Teóricos (CCT) . é interessante estar no aos procedimentos do voo estiverem aeroclube. Se tiver alguma dúvida. uma hora antes. no voo e é um guia para o piloto-aluno durante mínimo. O aluno deverá fazer as provas de a. Debriefing aeronave que usará na instrução. Uso do GPS equipamento e padronização do aeroclube Na fase inicial do curso. 15 horas de voo em instrução no a rota traçada adequadamente. no mínimo. o voo pode ser iniciado.antes como meio principal de navegação. o aluno ficará limitado a. Durante o instrutor.) e também dos os passos de sua instrução prática. O conteúdo uso do GPS. no como material principal o uso de WAC com máximo. como suas referências. do voo do dia. Sempre O debriefing é uma reunião feita entre o que tiver dúvidas ou algo a reportar. Por regra geral. o aluno deve estar ciente do debriefing é feita a avaliação do voo e são 4 . TAF. SPECI. Ele deve ser NOTAMs essenciais ao voo pretendido. o aluno deve apresentar-se ao instrutor. lido inteiramente antes de realizar o primeiro Após o voo. 20 minutos antes 3. avisos 1. no entanto. não é perimitido o antes de seu primeiro voo. aeronave e realizar o debriefing com seu consulte um instrutor. etc. No voo de iniciar a instrução prática. Briefing da hora prevista de decolagem. O uso manual da aeronave. O aluno é responsável pela inspeção da 4. Além disso. Introdução do aeroclube. ao menos. aprender a fazer a inspeção na aeronave. Isto é O briefing é uma reunião entre o instrutor necessário para que haja tempo de e o aluno onde todas as manobras serão inspecionar a aeronave e fazer um briefing explicadas com a ajuda de um modelo. instrutor. o aluno deve dispor de.

atitude perigosa 2 Voo deficiente O piloto-aluno revela · Certificado de aeronavegabilidade. · Taxa de fiscalização (Fistel). 5 Voo excelente O pilot-aluno demostra facilidade e perfeição na · Caderneta de motor e célula. o Proficiência Técnica e Padronização e instrutor o acompanhará na inspeção pré- divide-se conforme a tabela abaixo: voo. sistemas auxiliares. Proficiência e Níveis de Padronização checklist de inspeção da aeronave. a aeronave para o voo. · Roteiro da IAM. No caso da aeronave necessitar de regras de trafego aéreo abastecimento. execução de todos os · NSMA 3-5 e 3-7. demostrando não ter · Certificado de seguro. DE GRAUS DESEMPENHO DO PILOTO-ALUNO que a seu critério. execução na maioria dos exercícios da missão. 4 Voo bom O piloto-aluno demostra · FIAM. dos exercícios. Consiste na leitura e execução ordenada dos itens contidos no a. Irregularidades observadas durante a GRAU CONCEITUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO inspeção devem ser relatadas ao instrutor. manuseio da aeronave. suspenderá ou não o 1 Voo perigoso O piloto-aluno viola as voo. Antes do primeiro voo do aluno. facilidade e perfeição na · Roteiro de inspeção de 1000hs. A evolução do desempenho do aluno será devendo ser executado antes de cada avaliada considerando-se os níveis de missão. encontram na aeronave. para Na inspeção pré-voo deve-se verificar se evitar acidente perfeitamente todos os documentos necessários se previsíveis. assimilado os · Licença de estação. conhecimentos no nível exigido pela missão. Os documentos O instrutor considera obrigatórios são os seguintes: que o aluno adotou uma · Manual da aeronave. 3 Voo satisfatório Piloto-aluno apresente · Ficha de peso e balanceamento. o aluno ou o instrutor deve sem que haja razão para executar o serviço. verificando o correto o uso. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa mostrados os procedimentos para correção 5. exercícios da missão. dificuldade na execução · Certificado de matrícula. 5 . Inspeção Pré-voo de eventuais erros cometidos durante o O objetivo da inspeção pré-voo é preparar voo. conexão do fio O instrutor intervêm nos comandos de voo ou nos terra e tipo de combustível. dificuldade normais.

cartões que ficam dentro das aeronaves. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa 6. Se em trinta segundos após o acionamento Cada item será lido em voz alta. Eles estão impressos em pelo aquecimento. Toda a operação de aeronave se baseia no espere cinco minutos para iniciar o taxi. é necessário um independente do instrutor. deve se tomar o procedimentos descritos no documento. Quando o que o aluno seja gradualmente motor estiver afogado. com seletoras abertas e mistura rica. rapidamente enriqueça a mistura Independente do tipo de missão. O aluno deve ler b. Isso é feito para identificar se vezes. no entanto. ou seja. apenas uma vez é O aluno estará envolvido em todas as necessária. acionar. e falar em voz demonstrará as manobras para o aluno. Acionamento do Motor Durante o taxi do pátio até o ponto de Quando o acionamento do motor for o espera da pista. Para que se procedimento diferente para a partida. alguns itens devem ser primeiro do dia. 7. o ajuste da manete de verificados. mentalizada. é fundamental que o Deixe a mistura cortada e a manete de aluno conheça a aeronave utilizada no potência toda à frente. existe alguma tendência de um freio atuar mais que outro e se estão funcionando 6 . Iniciando o Treinamento Nos demais voos. uso de checklists. três horas de autonomia. Taxi a. os freios devem potência deve ser feito levando-se a ser testados. Só acione o motor objetivo da instrução aérea é fazer com quando o instrutor autorizar. de um instrutor estará sempre na supervisão e lado do profundor ao outro. cuidado de não deixar a rotação do motor passar de 1000rpm. O deve-se olhar ao redor do avião. etapas do voo. c. O alta e clara “LIVRE”. Após o Acionamento o manual da aeronave e conhecer os Logo após o acionamento. deve ser mistura deve ser cortada para evitar danos. a checklists. Inicialmente. Parte dos não houver indicação depressão do óleo. um de cada vez e depois os manete toda à frente e retrocedendo três dois juntos. a e posicione a manete de potência de forma aeronave jamais decolará com menos de a manter 1000rpm. para que haja tempo para a correta lubrificação e aquecimento. que são listas de Caso a aeronave tenho voado nos últimos verificação para a correta operação do trinta minutos. comandos desde o seu primeiro voo. irá manusear os Para verificar se a área da hélice está livre. Checklists Se for o primeiro acionamento do dia. alcance este objetivo. Quando o motor treinamento. não é necessário esperar equipamento.

estabelecido no manual da aeronave. o avião faz A rolagem (como também é chamado o curvas e então deve-se verificar se a taxi) deve ser executada conforme bússola e o turn and bank estão livres. como o AB-11. o taxi é por modo a evitar “gira pião” com a aeronave vezes feito em “S”. Os aviões com trem de pouso Durante as manobras na pátio. Enquanto é feito o taxi. de em solo. possa visualizar o caminho e possíveis forçando a estrutura e danificando o pneu). 1. com (travar uma roda e efetuar uma curva pequenas curvas para que o piloto fechada sobre este trem de pouso. Pátio de estacionamento Siga. é comum convencional. ou seja. Área de abastecimento aeródromos. Assim. visibilidade para frente quando estão devemos planejar com antecedência. C140 e termos espaço limitado para manobrar a P56C. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa bem. Observe que a rolagem em “S” é uma relação entre distância percorrida e visibilidade. Observe a figura que mostra o taxi em “S” sobre a pista: As setas representam a visão do piloto. pode observar a pista à frente olhando pela janela direita e assim por diante. não oferecem uma boa aeronave adequadamente. Por isso. portanto não devem ser feitas curvas exageradas nem pequenas curvas sobre o eixo da pista que não permitam observar à frente da aeronave. As aeronaves convencionais devem manter 7 . Ponto de espera pistas e áreas de manobras. as faixas amarelas de 3. sempre que existirem nos 2. Por este motivo. quando o piloto comanda uma curva à esquerda. obstáculos a sua frente.

carburador. mas exige uma pois nem sempre é possível ver os gases 8 . Pré-decolagem taxi de aeronaves. principalmente em voo pairado. olhe rapidamente aeronave para ter certeza de que não para os lados. apresenta igual perigo. a rotação deve voltar a Direção do vento Posição do manche 1800rpm. estejam pessoas ou outras aeronaves. a Quando o avião estiver posicionado no velocidade deve ser aquela em que ponto de espera da cabeceira. Abaixo. forte de cauda (mais que 10 KT. é provável com vento fraco de cauda. no Ao rolar com vento de frente. mantenha máxima de rotação para cada magneto 1000rpm com a bequilha alinhada. a verificar o funcionamento do motor. um resumo: Após fechado. principalmente com rajadas). Ao acelerar o motor. A operação próxima a principais. Para julgar melhor a mas antes verifique a área atrás da velocidade de taxi. primeiro reduza a potência Os magnetos devem ser checados somente após utilize os freios. Se ao desligar um o manche totalmente para trás. quando Cauda e esquerda Direita e picado deve ser enriquecida novamente. velocidade. A queda a aeronave estiver parada. cotidiano do piloto. no caso de necessidade. mantenha Para verificar o aquecimento do o manche totalmente à frente. Calmo Todo cabrado Frente e direita Direita e cabrado O check da mistura deve ser feito Frente e esquerda Esquerda e cabrado empobrecendo a mistura lentamente Cauda e direita Esquerda e picado até próximo de apagar o motor. helicópteros. Ao aproximar-se por trás de outra Decolar com vento cruzado faz parte do aeronave verifique se ela está acionada. mantenha o que um dos magnetos não esteja manche para trás. conserve máximo. aeronave. Lembre-se que há aeroportos que possuem cartas de pátio para facilitar o d. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa as faixas entre os trens de pouso de escapamento. porém com vento funcionando. lembre-se de Para parar a aeronave ou diminuir a manter o manche totalmente cabrado. O parada quase que instantânea da motor deve ser acelerado a 1800rpm. 50rpm. Quando desligando um de cada vez. Ao rolar magneto a rotação não cair. Durante a rolagem. deve-se permita. deve ser de 175rpm e a diferença da queda entre os dois deve ser de. ele deve ser aberto e a rotação do motor cair cerca de 50rpm.

aplicar aileron para o lado sempre que possível. logo após a use amplitudes de movimentos decolagem. o flape deve ser recolhido normalmente são mais restritos. deve ser manche a medida que a aeronave respeitada a velocidade de manobra de ganha velocidade até a velocidade e cada aeronave. distâncias ser livrado com curva à esquerda e a verticais e atitudes. O voo noturno requer atenção especial devido as suas características. é importante de aproximação. Cruzeiro pouso. o check instrutor e aluno como o procedimento de cruzeiro deve ser executado. Voo noturno bomba elétrica. o que pode levar à potência só deve ser ajustada com pelo desorientação espacial. Descida e Aproximação para esse julgamento. bem a direção e intensidade do vento h. perda de área deve ser verificada. Pós-decolagem controle a altitude suavemente. Caso a aeronave que o vento incide. a falta de referências. Penetração em Ar Turbulento aeronave. será realizado. Depois ajuste a fazer o check de cruzeiro de tempo em potência de acordo com a razão de tempo. 9 . os instrumentos checados. com suavidade. Antes de iniciar o procedimento de descida e/ou aproximação para o f. siga o briefing Durante uma navegação. os faróis desligados e a 2. pois os 300ft AGL (chamada de altitude de limites estruturais com flape aceleração). Deve-se observar de voo noturno. pois as margens de estol execução. Para isso. mantenha asas niveladas e e. Não Durante a subida. deve ser combinado entre Quando iniciar o voo nivelado. O procedimento adotado é o Turbulência severa deve ser evitada tradicional. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa atenção especial quanto aos limites da 1. Evite o uso de flape. Durante o voo manual. de modo a não rotação. O eixo deve percepção de profundidade. os procedimentos que acentuadas para correções. centralizado o entre nesta condição. ultrapassar o limite estrutural de fator carga durante essa condição. Nunca devem ser realizados precisam estar reduza abaixo da velocidade de mentalizados para a sua rápida manobras. como Antes de livrar o eixo de decolagem. Quando a aeronave atingir reduzem. Vale lembrar menos 500ft AGL e quando se tiver que o olho humano leva em torno de certeza que é possível retornar à pista 30 minutos para adaptar-se à condição em caso de pane.

Certifique-se que a mistura mentalizado e só deve ser executado esteja rica e o altímetro ajustado. Se for descer em j. O cheque pré-pouso deve ser executado não é necessário desligar o turn and no circuito. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa descida pretendida. Pouso com vento cruzado 1. 1. conjunto direcional do trem de pouso. decolagem prematura durante a corrida de decolagem ou fazer a aeronave voltar a voar ou a perder a reta após o pouso. na perna do vento. Pré-pouso treinamento de toque e arremetida. convecção. abra o aquecimento do O cheque após pouso deve ser todo carburador. bank e transponder. ser maior durante a frenagem. aproximações. Pós-pouso voo planado. e por correntes turbulentas produzidas picar nas aeronaves convencionais. que é caracterizada imediatamente em aeronave triciclo. quando o avião estiver estabilizado no solo e numa velocidade que não apresente risco de perda de reta. A operação sob estas condições exigem muita cautela. No i. Observar sempre se estão ocorrendo O piloto deve cabrar o manche rajadas de vento. k. Shimmy As aproximações com vento de través Caracterizado por oscilação violenta no sempre exige mais atenção do piloto. Neste caso existe métodos de Podo ocorrer na corrida de decolagem. devendo o instrutor avaliar a possibilidade de cancelamento do voo nestas condições. pode ocorrer com os freios aplicados. 10 . devido à pressão o possível deslocamento lateral durante sobre o amortecedor do trem de nariz uma final com vento lateral. Corte do Motor Quando o avião estiver estacionado e Sobre a aeronave em solo. glissada e mas a maior incidência é durante a caranguejando. de pelo atrito entre o ar e o terreno ou modo a aliviar a pressão sobre o trem pelo advecção do ar frio que ocupa o de pouso e evitar danos no sistema lugar do ar quente que sobe por direcional da aeronave. Esses métodos anulam corrida após o pouso. deve-se seguir perde de controle direcional ou os passos para o corte do motor. Caracteriza o fluxo descontinuo de vento.

Briefings de Operação O cheque de abandono deve ser realizado Para facilitar e padronizar a pelo aluno depois do motor ter sido comunicação dentro da cabine. decolagem normal completo. Caso ocorra uma situação anormal. Os briefings estaqueamento da aeronave. No caso de pernoite em outro criados briefings de operação. 11 . foram cortado. a tripulação reconhece o mau 4. funcionamento com clareza e precisão. como: a pista em pelo aluno antes do treinamento de pane. com flape 15º. que aeródromo. Após altitude de apropriado ou em voo planado aceleração de 2800ft. -COMUNICAR: informar a emergência e localização do pouso forçado via rádio. planejar a eixo de decolagem. Após aproximação e estudar possíveis decolagem segue para área de obstáculos. a velocidade do voo velocidade de aceleração.NAVEGAR: Procura de possível campo de flape. os A decolagem será feita pela procedimentos são: cabeceira 25. Briefing de Decolagem apenas os itens “Falha do Motor em Voo” Esse briefing é executado antes do taxi e “Pouso Forçado”. Veja um exemplo de da aeronave. são executados a. Checklist de Emergência tanto o aluno como o instrutor saibam A seguir. analisar a direção do vento. uso. briefing de decolagem em Ponta Grossa. recolher o . de pane. deve ser seguido o manual decolagem. a Em treinamento. Em caso de flape e o que será feito após a de pane real. Abandono 9. executar o check list e livrar o escolher campo livre. instrução no setor Sul do -CHECKLIST: Reconhecimento do aerodromo em ascensão para problema. a velocidade para rodar. configuração planado do AB-11 é de 70mph. O objetivo é fazer com que 8. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa l. e instrumentos no arco verde e efetua o checklist de emergência speed alive. devem ser ditos pelo aluno em voz alta e clara. e nele devem ser descritos os passos Estes checklists devem ser mentalizados para uma decolagem. subir com 70mph. o instrutor irá auxiliar no devem ser mentalizados.VOAR: Mantenha a aeronave sob rodando com 60mph e subindo controle. a altitude de retorno de 3000ft pouso. colocando a mesma em regime com 65mph.000ft. . Os mínimos operacionais são: 2350RPM. são descritos os procedimentos de todos os passos que serão que devem ser executados em situações executados no voo. No treinamento. Briefing de apropriado.

prosseguimos com o potência em idle e freios conforme procedimento de decolagem necessário. Briefing de Emergência circuito. alguma emergência durante a · Configuração de flape. Após a normal. o checklist e a fonia com o aluno. em taxi e logo após o briefing de caso de arremetida. controlamos a aeronave e pousamos na pista. operacionais não atingidos. perda de reta. Na final. dando qualquer caso diferente da operação preferência ao pouso full flape. o aluno deve combinar com configuração de flape e velocidades o instrutor como será executado o que devem ser usadas nos diversos pouso. Emergência: Toda pane deve ser ingressando pela perna contra o declarada em voz alta e clara. de emergência será feito antes do · Se o pouso será completo ou. devem ser ditas em voz alta: · Por qual perna ingressará no b. de briefing de emergência em Ponta Grossa. pista em frente. Em ou no máximo a 45°. preferencialmente curvando arremetida. As seguintes informações tipos de decolagem. a Pouso completo! Em caso de decolagem deve ser abortada com arremetida. O briefing de decolagem · Qual tipo de pouso será feito. considerar imediatamente a altitude de retorno. prosseguirá para o pouso com a o pouso deve ser executado em frente aeronave estabilizada na final. Em caso de pane real. sem pista em frente e abaixo da altitude de retorno. Consulte a descrição No retorno para o circuito de das manobras para saber qual a tráfego. obstáculos na pista. Ocorrendo após a VR com normal. aeródromo e missão que será executada. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa As partes em negrito estão sujeitas a c. os comandos estão com o instrutor. manteremos 70mph choque com pássaros ou mínimos com flape 15º. que serão executadas em caso de · Velocidade na final. 12 . decolagem. o mesmo deve ser avaliado. efetuando o pouso no cabeceira oposta. Lembre-se que somente se Ocorrendo acima da VR. para o lado do vento. Nesse briefing. mantendo 3500ft. qual será o decolagem normal. Ocorrendo antes da VR ou com vento da 25. pouso de pista. Briefing de Descida e mudanças de acordo com o tipo de Aproximação decolagem. Veja um exemplo procedimento. Vamos pousar na 25. são descritas as ações · Altitude de tráfego.

se a partir do circuito de · Altitude de aceleração atingida: tráfego a intenção é subir. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa 10. antes de ingressar na pista. evitar outras aeronaves. somando-se a pequena inclinação em direções de elevação em Ponta Grossa (2800ft) e aproximadamente 45º para cada arredondando. corrigindo o estabelecer a saída do solo durante a efeito do vento se necessário. base. · Rodando: quando o piloto inicia o escolha uma referência e mantenha movimento no manche para o voo em linha reta. Os call de Ponta Grossa. Porém. pressão e temperatura do óleo estão com valores apropriados para a decolagem. pode assumir valores maiores que em áreas controladas. de controle de tráfego aéreo. Na direção da área de instrução. Áreas de Instrução É o ato de informar em voz alta que As manobras de instrução aérea são uma situação foi observada durante feitas em espaços aéreos destinados o voo. Call Out 11. 13 . sendo a mesma outs previstos pela padronização de localizada no setor Sul do voo do aeroclube são os seguintes: aeródromo. · Mínimos atingidos: quando no início da decolagem o piloto verifica a movimentação do velocímetro e que a RPM. que sejam executadas curvas de Lembre-se que. perna do vento. Há apenas uma área observar estes procedimentos para de instrução utilizada pelo Aeroclube boa coordenação de cabine. que a final. · Check de área completo: quando o piloto verifica. final oposta e toda a extensão da pista estão livres. decolagem. deve ser 300ft quando o terreno não permitir executado de acordo com os órgãos retração dos flapes a 300ft AGL. o ideal é quando a aeronave atinge 300ft AGL. carta · Altitude de retorno atingida: de aproximação visual (somente quando a aeronave atinge a altitude de retorno estabelecida no briefing. temos a altitude de lado do rumo ideal a fim de ver e 300ft. Observação: a altitude de aceleração O abandono do circuito de tráfego. O aluno deve sempre para este fim.

FCA: 123. Em espaço aéreo V VICTOR W WHISKEY desprovido de controle. congestionamentos em momentos de tráfego intenso. considere a frequência do próximo órgão ATS a possibilidade de manter a altitude de ser contatado. instrutor fica responsável pela fonia ao invés de subir utilizando uma para que o aluno entenda como velocidade mais reduzida e proceder. Nos primeiros voos. Durante todo o voo na área de em fonia.123. Fonia N NOVEMBER O OSCAR A comunicação clara e objetiva com P PAPA outras aeronaves e os órgãos de Q QUEBEC controle de tráfego aéreo é essencial R ROMEU S SIERRA para a segurança do voo.45MHz. F FOXTROT G GOLF Após. Z ZULU 14 .45MhZ). o aluno deverá ser capaz de H HOTEL orientar-se e retornar ao circuito de I INDIA tráfego de Ponta Grossa sem o J JULIET K KILO auxílio do instrutor. o instrutor irá E ECKO apresentar a área de instrução. deve ser mantido contato utilizando o alfabeto fonético com outras aeronaves na Frequência sempre que nos referirmos a letras de Coordenação entre Aeronaves ou números. Durante seus D DELTA primeiros voos. (FCA. para evitar circuito de tráfego. A T TANGO comunicação é feita via rádio e é U UNIFORM chamada de fonia. e qualquer A ALFA B BRAVO alteração de altitude ou setor deve C CHARLIE ser comunicada. nos comunicamos instrução. A fonia deve ser breve e permanecer mais tempo próximo do objetiva. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa para alguns aeródromos) ou pela ICA O rádio do AB-11 possui uma 100-12. frequência STBY que sempre deve Em condições de tráfego intenso em permanecer ajustada com a Ponta Grossa. o tráfego e abandonar logo o circuito. Lembre-se que. L LIMA M MIKE 12. deve ser X X-RAY usada a Frequência de Coordenação Y YANKEE entre Aeronaves .

Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa Os números são ditos na fonia como Se houver conflito de tráfego. Certifique-se de ter aumentado o volume do rádio para receber os Para evitar isso. ponto a destacar é que não há já estará ciente da posição do PP. “em Ponta Grossa”. golf. em em uma conversa normal. ou próxima ao PP-GGR. Após o acionamento do Golf. estados. Note que. papa. golf. o piloto da No início da instrução. romeu. mesmo tempo fazer a fonia. O fato estudar a padronização mostrada a de ter informado sua posição na seguir. se houver uma exceção de 1. é do aeroclube e inicia taxi até o importante. 15 . exemplo. papa. área de instrução e de retorno ao aeroclube. passaremos a identificar o PP-GGR somente de golf. informará o ingresso conduzindo a aeronave PP-GGR até a na pista. evitaremos confusão de área não-controlada. como se trata de uma Assim. Seguindo no que se pretende fazer. contato inicial. o aluno deve reportes de outras aeronaves. Assim. Golf. muitas aeronaves coordenando na FCA em outros municípios ou mesmo Após informar. pois há frequentemente ponto de espera. que dizemos “uno” e aeronave taxiando no mesmo lugar 6. Evidentemente. Outro Se outra aeronave estiver na escuta. necessidade de repetir a matrícula GGR e de sua intenção. executar os checklists e ao mesma freqüência. romeu. com a outras palavras. após os procedimentos de pré-decolagem e certificar-se que a Vamos mostrar um exemplo de fonia pista está livre. desde que se torne claro o abalroamentos. não há reportes onde possa haver alcance necessidade de esperar autorização. que dizemos “meia”. conduzir a aeronave informará sua posição na aeronave. Para coordenação de tráfego em Ponta Grossa. Note que a repetição do local onde golf. o piloto inicia o taxi. Romeu. normalmente sobrecarrega o aluno. do sinal das ondas de rádio. para alinhamento na dois cinco em Ponta Grossa. pequenas fonia não exime o piloto de manter- alterações no diálogo podem ser se em condições visuais para evitar feitas. completa da aeronave após o taxiar até o ponto de espera. ingressando motor e antes de iniciar o taxi. ou seja. acionado no pátio se está.

Golf. Mesmo que ninguém. Romeu está livrando Grossa. na perna do reportar no regresso. o circuito de tráfego de Ponta Grossa. romeu no retorno para o aeronave com trem fixo. mas antes de iniciar a aeródromos não-controlados. Romeu. o piloto deve reportar sua posição Golf. estima mais cinco Golf. na perna contravento da dois cinco em instrução. Durante a subida na proa da área de Golf. Golf. Deste modo. coordenar na Frequência de Coordenação entre Aeronaves . fazer o check a parada do motor. dos trens de pouso ou se é uma golf. circuito de trafego. girando base minutos para o ingresso no da dois cinco. por volta dos 3500ft. em Ponta Grossa. na perna de través da dois cinco em Ponta Golf. livrando o sempre que ingressar em uma perna eixo de decolagem da dois cinco diferente. 16 . trem fixo. Após retorno da área de instrução: Quando estiver na perna base. Grossa. Esteja sempre atento à fonia e a presença de outras Golf. Ponta Grossa. continue reportando sua posição até Após cruzar 3000ft. em Ponta Grossa. Romeu. Romeu. pronto para Os circuitos de tráfego de decolar. pareça estar na fonia. iniciando aeronaves. informará: em Ponta Grossa. Vai Golf. golf. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa Já alinhado na pista. pós-decolagem e iniciar curva à esquerda: Ao ingressar no circuito de tráfego. Golf. com proa Sul em ascensão para 3500ft. Romeu. o Para coordenação de tráfego em piloto deve informar a posição Ponta Grossa. pouso circuito de tráfego de Ponta completo. Golf. Romeu.45MHz: Golf. exigem especial atenção do piloto. mantendo 4500ft. Golf. como corrida de decolagem: Ponta Grossa.FCA: 123. além de você. Golf. Romeu. decolagem da dois cinco. papa. Golf. papa. vento da dois cinco em Ponta Grossa.

CPT Regras para o CPT no Aeroclube A instrução aérea envolve uma série de Ponta Grossa: de procedimentos ricos em detalhes. 17 . 13. Golf. além de estabilizada. missões. recomenda-se o · É expressamente proibido fumar ou treinamentos em solo chamados comer dentro da aeronave durante o Cockpit Procedure Training (CPT). Todas as compulsório que os alunos estudem ações neste sentido devem ser os procedimentos antes de suas somente simuladas. no solo em Ponta Grossa. Romeu. atenção dirigida para a pilotagem. · É expressamente proibido acionar a Para evitar que todos sejam vistos bateria ou qualquer equipamento somente na hora do voo. visualizar a atitude do avião no solo. Golf. Romeu. é elétrico durante o CPT. familiarizar o aluno com a rotina de operação dela. que é a atitude de pouso. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa Na final da dois cinco em Ponta O CPT desenvolve a habilidade de Grossa. bem como. CPT. No máximo. Golf. livrou eixo de sequência de procedimentos pista para o pátio do aeroclube em Ponta Grossa. Assim. o aluno tem total tranquilidade de observar a Golf. normais e de emergência. ao sair da pista: do voo. Golf. ·Durante o treinamento. interruptores e demais Após o pouso e com a aeronave mecanismos da aeronave. Romeu. fonia e todas as demais obrigações Por último. Golf. Durante o de CPT. as seletoras de combustível devem permanecer O CPT é um treinamento dentro da fechadas. segue taxi até o Com a aeronave no solo e sem a pátio do aeroclube. chamado também de nacele. reconhecer rapidamente a posição as manetes. não há acionamento de nenhum mecanismo do motor ou elétrico. CPT. leme. compensador e flape. aeronave que envolve o aluno. o aluno poderá mexer nos comandos – ailerons. · Não há escala para agendamento simulando um voo real.

podendo ser um piloto civil sempre será no circuito de tráfego. executando as manobras do examinador. geralmente com um pouso. Voo de Verificação (cheque) Durante a instrução prática. a critério do instrutor. ficha de padrão. Voo Solo 15. Manual de Padronização de Voo – Aeroclube de Ponta Grossa 14. NOTAMs e outras informações significativas Mesmo depois de obtida a licença de para a segura e eficiente operação Piloto Privado não são permitidos da aeronave. é obrigatório que o aluno apresente e descreva ao examinador Em voo solo. mais Após cumprir todas as fases de precisamente após o treinamento de instrução o aluno voará com um pousos. 18 . Qualquer situação não descrita nesta padronização será resolvida pelos instrutores ou pelo Diretor de Instrução. ou militar. Antes do voo. serão executadas as exatamente como no voo com seu manobras normais do curso a pedido instrutor. análise das emergências em voo solo. jamais execute os documentos da aeronave. O primeiro voo (Anac). Alunos em instrução no aeroclube só poderão voar com seu instrutor designado. examinador credenciado pela iniciará. solicitadas em solo. manobras não treinadas ou fora do equipamentos obrigatórios. porém. Durante seu voo solo proceda Neste voo. decolagens e aproximações. voos com a tripulação composta por aluno/piloto ou piloto/piloto. o Agência Nacional de Aviação Civil treinamento solo. É proibido o treinamento de peso e balanceamento. condições meteorológicas.