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DIEESE
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

NEAD/MDA
Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural / Ministério do Desenvolvimento Agrário

Estatísticas
do
Meio Rural

São Paulo - 2008

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B823e Estatísticas do meio rural 2008/ Departamento Intersindical
de Estatística e Estudos Socioeconômicos; Núcleo de
Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural. – Brasília: MDA:
DIEESE, 2008.

280 p.

ISBN 978-85-87326-36-2

1. Estatística. 2. Meio Rural - Brasil. 3. Agropecuária. 4.
Meio Ambiente. 5. População Rural. 6. Educação.
7. Saúde. 8. Trabalho Rural. I. Título.
II. DIEESE. III. MDA.

CDD 519.531734

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Sumário
Apresentação ...
Notas explicativas ...
Siglário ...

CAPÍTULO 1 – TERRITÓRIO E MEIO AMBIENTE ...
Estrutura Fundiária ...
T1 Distribuição da área territorial oficial ...
T2 Estrutura fundiária ...
G1 Distribuição da área total dos imóveis rurais por categoria ...
G2 Distribuição da área dos estabelecimentos agropecuários por grupos de área total ...
G3 Distribuição do número e área dos estabelecimentos agropecuários por faixas
de módulos fiscais do Incra ...
T3 Evolução do índice de Gini da propriedade da terra ...
T4 Índice de Gini da propriedade da terra dos países da América ...
T5 Distribuição da área total dos imóveis rurais, segundo sua situação jurídica ...
G4 Distribuição dos imóveis rurais da Amazônia Legal por situação jurídica e classes
de área total ... 3

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Sumário
G5 Distribuição da área dos imóveis rurais da Amazônia Legal por situação jurídica e
classes de área total ...
Estrutura Produtiva ...
T6 Distribuição da área dos estabelecimentos agropecuários por tipo de utilização ...
T7 Distribuição da área total das pastagens segundo faixa de Unidades Animais
por hectare de pastagem ...
G6 Distribuição da área total dos estabelecimentos agropecuários segundo a
condição do produtor ...
G7 Distribuição da área colhida da lavoura permanente ...
G8 Distribuição da área colhida da lavoura temporária ...
G9 Distribuição das áreas exploráveis, segundo utilização ...
G10 Distribuição das áreas dos imóveis rurais não explorados por tipo de área ...
Meio Ambiente ...
T8 Distribuição das áreas das Unidades de Conservação Federais e Estaduais
por categoria - Brasil ...
G11 Distribuição das áreas das Unidades de Conservação Federais e Estaduais
por categoria e tipo de uso - Brasil ...
4 T9 Incremento na área das Unidades de Conservação Federais por categoria ...

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G12 Distribuição das áreas das Unidades de Conservação Federais por categoria e tipo de uso . Sumário T10 Distribuição das áreas das Unidades de Conservação Federais por categoria ... T13 Distribuição dos municípios e da população por classes de tamanhos dos municípios . G15 Distribuição da população por cor ou raça. segundo local de residência . 5 Anuario Nead_roxo.. T11 Área total dos biomas e área protegida por tipo de uso . Características Gerais da População Rural ... G16 Distribuição e estimativa da população por faixa etária..08 13:14:17 ..Amazônia Legal ... T15 Distribuição da população residente na área rural por faixa etária .06. segundo local de residência .indd 5 05. G17 Estrutura da despesa média familiar por local de residência ..Amazônia Legal .. G13 Evolução da população por local de residência . segundo local de residência ... T16 Proporção de indigentes e pobres segundo local de residência . CAPÍTULO 2 – INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS ........ T14 Distribuição da população residente na área rural por cor ou raça ... G14 Distribuição da população por sexo. T12 Estimativa da população por local de residência .........

segundo local de residência ... 6 G22 Número médio de moradores por domicílio segundo local de residência . Anuario Nead_roxo. G19 Distribuição da população por grupos de anos de estudo.. T21 Distribuição das mulheres por número de filhos nascidos vivos... T20 Proporção da população por sexo e local de residência segundo existência de déficit ou excesso de peso e obesidade . G20 Número médio de anos de estudo da população residente na área rural por sexo .... T19 Distribuição da população por cobertura e tipo de plano de saúde.. T17 Estimativa da população residente na área rural por sexo e grupos de anos de estudo . segundo local de residência ......06. T22 Distribuição das pessoas responsáveis pelos domicílios por sexo.08 13:14:18 .. T18 Distribuição dos estudantes de 5 anos ou mais por grau de escolaridade cursado. segundo local de residência . segundo sexo e local de residência ........ segundo local de residência . Sumário Educação e Saúde . Características dos Domicílios ... G21 Número médio de anos de estudo da população por local de residência e cor ou raça ... G18 Taxa de analfabetismo por local de residência e faixa etária .indd 6 05.

.. T26 Estimativa da população residente na área rural segundo a condição de atividade ... G26 Distribuição das pessoas economicamente ativas e dos inativos residentes na área rural por sexo . Sumário G23 Proporção de domicílios urbanos e rurais com equipamentos básicos e outros bens duráveis ..indd 7 05. T23 Distribuição dos domicílios rurais por tipo de esgotamento sanitário .08 13:14:18 . T28 Evolução do número de pessoas ocupadas em atividades agrícolas segundo a posição na ocupação ... 7 Anuario Nead_roxo. T29 Variação do pessoal ocupado em atividades agrícolas por sexo .... Características Gerais do Trabalho no Meio Rural ... G27 Proporção de ocupados em atividades agrícolas em relação ao total de ocupados .... T27 Distribuição dos ocupados em atividades agrícolas por posição na ocupação ..06... T25 Distribuição dos domicílios rurais por forma de abastecimento de água ..... G25 Distribuição dos domicílios urbanos e rurais por tipo de esgotamento sanitário ...... CAPÍTULO 3 – TRABALHO E RENDIMENTO . G24 Proporção de domicílios rurais com equipamentos básicos e outros bens duráveis . T24 Distribuição dos domicílios urbanos e rurais por forma de abastecimento de água ..

. T35 Distribuição dos beneficiários e do valor do seguro desemprego dos trabalhadores com último emprego na agricultura .... T33 Saldo de admissões e desligamentos segundo grandes setores e classes de atividade econômica selecionadas .. Anuario Nead_roxo.. G31 Distribuição das empresas agropecuárias e do pessoal nelas ocupado segundo faixas de pessoal ocupado ... T36 Distribuição dos ocupados por faixa etária em que começaram a trabalhar segundo 8 sexo e local de residência . T32 Número de empregados formais na agropecuária por grupos de atividade econômica . G32 Distribuição dos ocupados em atividades agrícolas segundo contribuição para a Previdência . segundo o sexo .. G30 Distribuição dos trabalhadores agrícolas por classes de horas de trabalho semanal. T30 Mulheres ocupadas na agropecuária por atividade segundo posição na família .. Sumário G28 Distribuição dos ocupados em atividades agrícolas segundo grupo de atividade econômica ......... G29 Distribuição do pessoal ocupado na agropecuária por posição na ocupação segundo sexo . T34 Evolução dos resultados da fiscalização do trabalho na área rural . G33 Distribuição dos empregados em atividades agrícolas segundo registro em carteira de trabalho .08 13:14:19 ..06..... T31 Idade e escolaridade médias do pessoal ocupado na agropecuária segundo o sexo .indd 8 05....

T43 Rendimento médio mensal nominal das pessoas residentes em domicílios rurais.... Sumário T37 Distribuição das crianças de 5 a 14 anos de idade por situação de ocupação e local de residência . segundo a condição de atividade ... G34 Distribuição e estimativa dos ocupados de 5 a 14 anos de idade sem frequência escolar por sexo segundo local de residência .. T40 Tipos de famílias com residência rural segundo a ocupação de seus integrantes .... T39 Distribuição dos ocupados residentes na área rural por grupamentos ocupacionais . G35 Proporção de ocupados residentes na área rural ocupados em empreendimentos não-agrícolas ..... T38 Distribuição das crianças de 5 a 14 anos que trabalham por atividade de trabalho principal e sexo .. T41 Distribuição dos ocupados rurais não-agrícolas segundo atividade econômica ....08 13:14:19 . T42 Distribuição dos empregados no setor privado residentes na área rural por porte do empreendimento não-agrícola segundo setor de atividade ... G36 Distribuição dos ocupados na atividade agrícola por faixa de rendimento segundo sexo ..indd 9 05.06. 9 Anuario Nead_roxo.... Rendimento .. G37 Renda média mensal do pessoal ocupado na agropecuária por atividade e sexo .

... G38 Distribuição do rendimento médio mensal familiar da população rural segundo origem do rendimento . CAPÍTULO 4 – INDICADORES SINDICAIS . T45 Rendimento médio mensal segundo local de residência e sexo .08 13:14:20 ... segundo 10 local de residência .. Sumário T44 Valor e distribuição do rendimento médio mensal familiar por origem do rendimento segundo local de residência . T48 Índice de Gini da distribuição do rendimento nominal mensal das pessoas com rendimento por local de residência ......... T47 Valor dos benefícios previdenciários concedidos para a clientela rural por grupos de espécies .. G40 Distribuição dos domicílios urbanos e rurais por faixas de rendimento .. T49 Distribuição dos ocupados associados a sindicatos por tipo de sindicato.06....indd 10 05.. G39 Rendimento médio mensal por local de residência ... G41 Proporção de ocupados associados a sindicatos por setor de atividade . Anuario Nead_roxo. T46 Rendimento médio mensal domiciliar por local de residência .

..06. Sumário G42 Proporção de ocupados agrícolas associados a sindicatos por sexo. federações e sindicatos por tipo de entidade e área geo-econômica . segundo local de residência .......... T52 Distribuição dos sindicatos de trabalhadores rurais. segundo local de residência .. segundo filiação à Central Sindical .. por faixas de associados ..08 13:14:20 . T53 Distribuição dos sindicatos de trabalhadores rurais segundo faixas de associados em relação à base ... 11 Anuario Nead_roxo.indd 11 05. T50 Número de confederações.. G44 Sindicatos de trabalhadores rurais... T54 Composição da diretoria dos sindicatos de trabalhadores rurais por tipo de inserção na agropecuária . G43 Proporção de ocupados agrícolas associados a sindicatos por cor. T56 Sindicatos de trabalhadores e empregadores rurais por condição de registro no Ministério do Trabalho e Emprego .. T51 Sindicatos e número de associados ... T55 Distribuição dos sindicatos rurais segundo faixas de participação de mulheres na diretoria do sindicato . T57 Distribuição das negociações coletivas realizadas pelos sindicatos de trabalhadores rurais por natureza da negociação .

.... Anuario Nead_roxo. T59 Distribuição do crédito fundiário ..06. G48 Número de famílias assentadas que receberam assistência técnica .. G49 Proporção de assentados que frequentam a escola ..08 13:14:21 . T60 Evolução do número de famílias atendidas e da área adquirida com o crédito fundiário .. Reforma Agrária .indd 12 05. G51 Instituições responsáveis pela manutenção das escolas dos assentamentos . G47 Evolução do número de famílias assentadas .... G52 Distribuição dos assentamentos segundo sua produtividade média em relação 12 à produtividade dos municípios . T58 Evolução do crédito fundiário ... G45 Evolução da área destinada à reforma agrária ... G46 Investimento em obtenção de terras ...... Sumário CAPÍTULO 5 – REFORMA AGRÁRIA E AGRICULTURA FAMILIAR .. G50 Proporção de escolas que atendem assentados que oferecem determinados níveis e modalidades de ensino ..... T62 Distribuição das escolas que atendem assentados segundo a localização em relação ao assentamento ... T61 Dimensões dos módulos fiscais ....

. T64 Regularização de territórios quilombolas . T68 Distribuição dos conta própria e dos empregadores por comprador da produção ... extrativista e de produtos beneficiados dos assentamentos durante a safra 98/99 ..indd 13 05.. 13 Anuario Nead_roxo. T63 Número de comunidades quilombolas identificadas pelo Governo Federal . G56 Evolução da participação das cadeias produtivas da agricultura familiar e patronal e dos outros setores de atividade no PIB ..... T66 Distribuição dos parceiros por parte da produção contratada pelo uso do bem.06...08 13:14:21 ... T67 Distribuição dos arrendatários por forma contratada de pagamento pelo uso do bem.. Agricultura Familiar .. arrendado para o empreendimento ..... T65 Distribuição dos conta própria e dos empregadores por condição em relação ao empreendimento agrícola . móvel ou imóvel. utilizado no empreendimento .. Sumário G53 Distribuição da produção agropecuária... G54 Resultados do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural . G55 Distribuição do PIB das cadeias produtivas segundo o tipo de produtor .. G57 Distribuição do valor da produção agrícola por tipo de produtor segundo a cultura .. móvel ou imóvel.. G58 Distribuição do valor da produção pecuária por tipo de produtor segundo a criação .

. G60 Distribuição do valor dos financiamentos rurais concedidos pelo Pronaf segundo atividade e finalidade . T74 Valor financiado pelo Pronaf segundo finalidade do financiamento . T70 Valor dos financiamentos concedidos a produtores e cooperativas segundo faixa de financiamento ... G61 Evolução do crédito do Pronaf por ano-agrícola ... 14 T76 Número de contratos e valor financiado pelo Pronaf segundo finalidade e principais produtos .... Sumário Crédito . T69 Valor dos financiamentos rurais concedidos a produtores e cooperativas por finalidade segundo a fonte de recursos .....indd 14 05. T75 Valor financiado e número de contratos do Pronaf por ano-agrícola segundo modalidade e linha de crédito .... T73 Evolução dos municípios atendidos pelo Pronaf ....08 13:14:22 . Anuario Nead_roxo.. G62 Evolução da participação das mulheres no número de contratos e no montante do crédito do Pronaf . G59 Evolução do crédito rural ....06.. T71 Financiamentos concedidos a cooperativas . T72 Evolução do montante e do número de contratos do Pronaf ....

. T78 Territórios Rurais .06. T81 Territórios Rurais . T83 Balança comercial do agronegócio .Sul ..08 13:14:22 . G65 Evolução da arrecadação do Imposto Territorial Rural (ITR) ... T84 Balança comercial dos produtos do agronegócio brasileiro ...Nordeste .Centro-Oeste ..Sudeste .. G66 Evolução da participação do agronegócio na balança comercial brasileira .valor adicionado . T80 Territórios Rurais ....Norte . T85 Evolução da balança comercial do agronegócio . Desempenho da Agropecuária . G64 Participação da agropecuária no PIB . T77 Territórios Rurais . 15 Anuario Nead_roxo...... CAPÍTULO 6 – INDICADORES AGROPECUÁRIOS . Territórios Rurais .... T82 Territórios da Cidadania ....... T79 Territórios Rurais ... Sumário G63 Participação dos grupos no montante de crédito rural do Pronaf ..... T86 Principais produtos importados do agronegócio ...indd 15 05..

Sumário G67 Fertilizantes entregues ao consumidor . T91 Oferta e demanda mundial de alguns produtos selecionados ... T90 Oferta e demanda brasileira de alguns produtos selecionados .. 16 G73 Evolução do número de mortes decorrentes de conflitos agrários .... produtividade e área plantada dos principais grãos . T89 Produção. T92 Número de ocupações em imóveis rurais e número de famílias envolvidas em ocupações . CAPÍTULO 7 – CONFLITOS NO CAMPO ... G68 Evolução da distribuição da produção dos principais grãos por safra ...06. T88 Quantidade produzida e produtividade média dos principais produtos da lavoura temporária ......... G70 Evolução do número de ocupações de terra . T87 Quantidade produzida e produtividade média dos principais produtos da lavoura permanente .. G72 Evolução das famílias envolvidas nas ocupações de terra . Anuario Nead_roxo.indd 16 05. Indicadores de Produção ... G69 Distribuição do efetivo pecuário por tipo de rebanho ...... G71 Distribuição das ocupações de terra por Grandes Regiões ... T93 Violência no campo contra a pessoa .08 13:14:23 .....

.. 17 Anuario Nead_roxo. Guia de Referências Bibliográficas .. T95 Conflitos pela água no Brasil ...08 13:14:23 .06.. Sumário T94 Violência contra a ocupação e a posse de terras .... T97 Distribuição das operações de fiscalização móvel de combate ao trabalho escravo .. G74 Número de pessoas envolvidas em conflitos trabalhistas ... Glossário .. T96 Operações de fiscalização móvel de combate ao trabalho escravo .indd 17 05..

indd 18 05.06.08 13:14:23 .Anuario Nead_roxo.

por intermédio do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (NEAD).06. principalmente relacionadas à falta de informações atualizadas sobre a estrutura agrária no Brasil. podemos perceber a persistência de importantes lacunas nas estatísticas disponíveis sobre o assunto. Indicadores Sindicais. que traz um panorama das principais características do trabalho agrícola e não agrícola no meio rural.indd 19 05.08 13:14:24 . as informações apresentadas na versão anterior da publicação foram submetidas a uma crítica da qual participaram membros dos órgãos do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Para essa edição. além das informações sobre a reforma agrária e crédito. que poderão ser em grande parte supridas com a divulgação dos dados do Censo Agropecuário 2006 do IBGE. procedeu- se a um novo levantamento de informações e à atualização das tabelas e gráficos indicados para permanecer na publicação. prevista para o final deste ano. com informações sobre a sindicalização e os sindicatos no campo. Indicadores Demográficos e Sociais. Os resultados deste processo podem ser conferidos agora na publicação impressa e no CD-ROM. em particular o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A partir das sugestões apresentadas nesta oficina. Reforma Agrária e Agricultura Familiar. que apresenta as características gerais da população e dos domicílios rurais. no âmbito da sistematização das informações disponíveis sobre a vida e o trabalho no meio rural brasileiro. A estrutura da publicação permanece a mesma. publicação que vem consolidar a parceria do Departamento IntersindicaI de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Algumas informações que não puderam ser atualizadas e que foram avaliadas como menos representativas foram excluídas. A princípio. traz 19 Anuario Nead_roxo. com informações sobre a estrutura fundiária e produtiva e sobre as Unidades de Conservação. Trabalho e Rendimento. que. com 97 tabelas e 74 gráficos divididos em sete capítulos: Território e Meio Ambiente. Apresentação Chega agora ao público a terceira edição do Estatísticas do Meio Rural.

desde 2006.html). além das 171 tabelas e gráficos da publicação impressa.dieese.indd 20 05. e Conflitos no Campo. GUILHERME CASSEL Ministro do Desenvolvimento Agrário NOTA DO EDITOR – INFORMAÇÕES DO CD-ROM A publicação Estatísticas do Meio Rural 2008 traz. que apresenta os números da violência no meio rural brasileiro.br e a acessar o Sistema de Consultas Fontes Rurais.08 13:14:24 . com as principais informações sobre a produção e o desempenho da agropecuária no Brasil. relativas aos seguintes temas: religião e estado civil da população.06. Para consolidar ainda mais a presente publicação convidamos todos os usuários do Estatísticas do Meio Rural 2008 a enviar suas críticas e sugestões para o endereço eletrônico anuario. algumas tabelas adicionais no CD-ROM. que apresenta.br/fontesrurais. características da ocupação no meio rural. um catálogo de fontes e variáveis disponíveis sobre o tema (www. e indicadores da 20 produção agropecuária. Apresentação agora também informações sobre os Territórios Rurais e os Territórios da Cidadania.org. Anuario Nead_roxo.rural@dieese. crédito rural e Pronaf. características das pessoas sindicalizadas e dos sindicatos no campo. crédito fundiário. Esperamos que essa publicação possa orientar os usuários e produtores de informações sobre o meio rural e agrícola a conhecer melhor as diversas dimensões do campo brasileiro e possa contribuir para a construção de um universo estatístico capaz de apreender todas as especificidades de nossa realidade. Indicadores Agropecuários.org. características dos assentados e dos assentamentos.

08 13:14:25 . 0. Notas Explicativas Convenções utilizadas nesta publicação nd : dados não disponíveis — : quando. pela natureza do fenômeno.0. não puder existir o dado.00 : quando a aplicação dos critérios de arredondamento não permitir alcançar respectivamente 1. 0.06. 0.indd 21 05. 0.01.1. Símbolos e Abreviações % = porcentagem G = gráfico ha = hectare kcal = quilocaloria kg = quilograma km2 = quilometro quadrado nº = número R$ = reais T = Tabela Ton = tonelada UF = Unidade da Federação URV = Unidade Real de Valor US$ = dólar americano 21 Anuario Nead_roxo. 0.

Monitoramento e Avaliação / Secretaria de Reordenamento Agrário CGSAP/DES/SPPE – Coordenação-Geral do Seguro-Desemprego e do Abono Salarial / Departamento de Emprego e Salário / Secretaria de Políticas Públicas de Emprego CGT – Central Geral dos Trabalhadores SDT/MDA – Sedretaria de Desenvolvimento Territorial / Ministério do Desenvolvimento Agrário CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas Conab – Companhia Nacional de Abastecimento CPT – Comissão Pastoral da Terra CUT – Central Única dos Trabalhadores DEA/Incra – Coordenação-Geral de Monitoramento e Avaliação da Gestão / Diretoria de Gestão Estratégica / Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária DEFIT – Departamento de Fiscalização do Trabalho Detrae – Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo 22 DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos Anuario Nead_roxo.indd 22 05.06.08 13:14:25 . Siglário BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CAT – Central Autônoma dos Trabalhadores Cempre – Cadastro Central de Empresas CGPMA/SRA – Coordenação-Geral de Planejamento.

Siglário EC – Emenda Constitucional FOB – Free on Board Sipra – Sistema de Informação em Projetos de Reforma Agrária Funai/DAF – Fundação Nacional do Índio / Departamento de Assuntos Fundiários IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IGP-DI – Índice Geral de Preços .08 13:14:26 .06. Pecuária e Abastecimento MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário MEC – Ministério da Educação e Cultura MMA – Ministério do Meio Ambiente MPAS – Ministério da Previdência e Assistência Social MTE – Ministério do Trabalho e Emprego NEAD/MDA – Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural / Ministério do Desenvolvimento Agrário Pnad – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNERA – Pesquisa Nacional de Educação na Reforma Agrária 23 Anuario Nead_roxo.indd 23 05.Disponibilidade Interna Incra – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira ITR – Imposto Territorial Rural Mapa – Ministério da Agricultura.

Raça e Etnia / Ministério do Desenvolvimento Agrário PAM – Produção Agrícola Municipal PEA – População Economicamente Ativa PIA – População em Idade Ativa PIB – Produto Interno Bruto Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Pronera – Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária Rais – Relação Anual de Informações Sociais SAF/MDA – Secretaria de Agricultura Familiar / Ministério do Desenvolvimento Agrário SDS – Social Democracia Sindical SFIT – Sistema Federal de Inspeção do Trabalho SIT – Secretaria de Inspeção do Trabalho SNCR – Sistema Nacional de Cadastro Rural UC – Unidade de Conservação 24 Anuario Nead_roxo.08 13:14:26 .indd 24 05.06. Siglário PNRA – Plano Nacional de Reforma Agrária PPIGRE/MDA – Programa de Promoção da Igualdade de Gênero.

Capítulo 1 Território e Meio Ambiente Anuario Nead_roxo.08 13:14:27 .06.indd 25 05.

Anuario Nead_roxo.06.indd 26 05.08 13:14:27 .

Capítulo 1 Território e Meio Ambiente Estrutura Fundiária Anuario Nead_roxo.08 13:14:27 .06.indd 27 05.

indd 28 05.08 13:14:27 .06.Anuario Nead_roxo.

06.7 Minas Gerais 586.6 100.5 14.7 18.745.8 0.3 3.2 2.6 Paraíba 56.528.6 Distrito Federal 5.3 Sul 576.2 Centro-Oeste 1.5 3.7 4.8 0.3 Rio Grande do Sul 281.606.796.3 10.314.4 Rio de Janeiro 43.7 0.indd 29 05.9 Piauí 251.7 Goiás 340.554.767. Cartografia Elaboração: DIEESE 29 Anuario Nead_roxo.7 São Paulo 248.3 Santa Catarina 95.825.692.6 1.9 3.3 Fonte: IBGE.086.8 Sudeste 924.9 Mato Grosso 903.4 2.9 Roraima 224.247.576.3 0.3 Nordeste 1.2 Pernambuco 98.7 Mato Grosso do Sul 357.0 Maranhão 331.299.3 6.2008 Grandes Regiões e Em km2 Em % Grandes Regiões e Em km2 Em % Unidades da Federação Unidades da Federação Acre 152.6 Paraná 199.1 0.077.311.910.0 Rio Grande do Norte 52.371.439.983.9 10.327.801.748.5 18.581.529.257.511.3 Tocantins 277.08 13:14:28 .0 Sergipe 21.4 1.7 6.346.853.357. Distribuição da área territorial oficial Tabela 1 Brasil e Unidades da Federação .9 2.8 Espírito Santo 46.0 2.9 Rondônia 237.0 4.9 0.1 Alagoas 27.8 Bahia 564.696.125.514.689.409.6 BRASIL 8.6 1.5 0.6 6.814.5 Pará 1.6 1.570.1 Ceará 148.2 45.5 Amapá 142.209.620.9 Amazonas 1.0 18.2 1.876.3 Norte 3.2 3.

8 TOTAL 4.110.616.631.630.638 5.003 12.0 99.6 De 500 a 1000 75.158 1.191.999 26.4 De 1000 a 2000 36.8 132.5 17.932.859 0.200 23.771 31.6 4.9 50.0 18.102.indd 30 05.237 16.2 Fonte: Incra.8 5.113 1.6 7.4 100.4 694.0 69.338.985.362 100.447 100.: Situação em agosto de 2003 30 Anuario Nead_roxo.381.8 207.677 11.0 420.869 4.3 De 100 a 500 482.7 De 10 a 25 1. Tabela 2 Estrutura Fundiária Brasil 2003 Estratos Imóveis Área total Área média área total (ha) Nº de imóveis Em % Em ha Em % (em ha) Até 10 1.5 33.2 De 25 a 50 684.509 31.790 12.08 13:14:30 .3 De 50 a 100 485.482 11.141.1 24.216.345. II PNRA Obs.264 0.7 35.240 8.8 52.8 Mais de 2000 32.1 1.238.06.

0 17.indd 31 05.3 21.1 22.2 14.1 20.3 70.: O Incra exclui 149.0 41.0 60.8 1. (4) Imóvel rural de área compreendida entre 1 (um) e 4 (quatro) módulos fiscais. (3) Imóvel rural de área superior a 4 (quatro) e até 15 (quinze) módulos fiscais. preservação permanente.3 1.3 10.1998 (em %) 80.3 0.7 11.4 14.08 13:14:30 .0 28. Elaboração: DIEESE Notas: (1) O conceito de “imóvel rural” definido pelo Incra se encontra no glossário.3 10. (5) Imóvel rural com área inferior a 1 (um) módulo fiscal Obs. (2) Imóvel rural de área superior a 15 (quinze) módulos fiscais.9 40.0 57.3 14.0 70.548 imóveis com dados inconsistentes: imóveis com área total menor que 99% do somatório das áreas exploradas.3 30. imóveis com área total maior que 105% do mesmo somatório 31 Anuario Nead_roxo.7 7.1 2.06.4 50. inaproveitável e aproveitável não utilizada.0 39.5 21.9 0. Distribuição da área total dos imóveis rurais(1) por categoria Gráfico 1 Brasil e Grandes Regiões .7 37.0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Grande (2) Média (3) Pequena (4) Minifúndio (5) Não classificado Fonte: Incra.1 0.9 6.5 19.1 3. reserva legal.4 26.0 0.5 5.8 21.0 73. Estatísticas Cadastrais.0 8.

4 11. por exemplo.0 9.000 ha de 20 ha 50 ha 100 ha 200 ha 500 ha 1.000 ha 5.2 7. onde se lê de 20 a 50 ha entende-se de 20 a 49.0 4.0 11.000 ha e mais Fonte: IBGE.1 6.000 a 100.0 14.000 ha 10.5 12.Brasil 1995-1996 (em %) 16.0 10.99 ha 32 Anuario Nead_roxo.0 0.0 12.06.0 6.3 14.0 2.000 ha 2.2 12. Censo Agropecuário Elaboração: DIEESE Nota: (1) O conceito de “estabelecimento agropecuário” definido pelo IBGE se encontra no glossário Obs. Gráfico 2 Distribuição da área dos estabelecimentos agropecuários (1) por grupos de área total .000 a 2.0 .8 7.000 a 10.000 a 5.0 5.3 8.: As faixas de valores excluem o limite superior.indd 32 05. Menos 20 a 50 a 100 a 200 a 500 a 1.0 7.3 2.08 13:14:31 .000 ha 100.

Distribuição do número e área dos estabelecimentos agropecuários Gráfico 3 por faixas de módulos fiscais do Incra .0 37.2 20.0 23.7 70.indd 33 05.06.0 10.4 50. Censo Agropecuário Elaboração: DIEESE 33 Anuario Nead_roxo.0 52.0 Até 1 módulo 1 a 15 módulos Mais de 15 módulos Nº de estabelecimentos Área dos estabelecimentos Fonte: IBGE.1 30.0 40.08 13:14:32 .0 2.Brasil 1995-1996 (em %) 80.0 0.5 10.0 60.0 74.

754 0.799 0.802 BRASIL 0.706 0.833 0.722 0.indd 34 05. quanto mais próximo de zero.831 0. O Brasil Desconcentrando Terras Elaboração: DIEESE Nota: (1) É um indicador de desigualdade muito utilizado para verificar o grau de concentração da terra e da renda. respectivamente Obs.837 0. e.08 13:14:32 .780 Sudeste 0. maior é a desigualdade na distribuição. significando que quanto mais próximo de 1.750 Sul 0.705 0. indicam perfeita igualdade e máxima desigualdade.765 0. Varia no intervalo de zero a 1.757 0. Tabela 3 Evolução do índice de Gini (1) da propriedade da terra Brasil e Grandes Regiões 1967-2000 Grandes Regiões 1967 1972 1978 1992 1998 2000 Norte 0.802 Fonte: Incra.871 0.854 0.749 0. Os valores extremos.797 0.819 0.707 Centro-Oeste 0.714 Nordeste 0.06.836 0.898 0.878 0. agregando Tocantins a Goiás em 1992. foi necessário uniformizar a delimitação geográfica das Regiões e Unidades da Federação.882 0.712 0. zero e 1.811 0.843 0.889 0. reconstituindo o antigo estado de Goiás que é incluído na região Centro-Oeste b) Para os anos de 1967 a 1998 foi usado o cálculo das Estatísticas Cadastrais do Incra e para 2000 o cálculo da Pesquisa Novo Cenário Fundiário 34 Anuario Nead_roxo.809 0.763 0.701 0. menor é a desigualdade.798 0.792 0.: a) Para permitir uma análise da evolução da estrutura agrária.842 0.831 0.

Varia no intervalo de zero a 1. menor é a desigualdade.774 EUA 1987 0.850 Bahamas 1994 0. e.872 Barbados 1989 0.2000 País Ano Gini Argentina 1988 0. Os valores extremos.806 Panamá 1990 0.928 Porto Rico 1980 0.803 Fonte: Incra. O Brasil Desconcentrando Terras Elaboração: DIEESE Nota: (1) É um indicador de desigualdade muito utilizado para verificar o grau de concentração da terra e da renda.802 Canadá 1980 0.602 Colômbia 1990 0.928 Bolívia 1989 0.indd 35 05.08 13:14:33 . 35 Anuario Nead_roxo.871 Paraguai 1980 0. respectivamente.776 Uruguai 1980 0. indicam perfeita igualdade e máxima desigualdade. maior é a desigualdade na distribuição. Índice de Gini (1) da propriedade da terra dos países da América Tabela 4 Brasil e países selecionados 1980 . zero e 1.768 Brasil 2000 0. quanto mais próximo de zero.06.754 Jamaica 1980 0. significando que quanto mais próximo de 1.

6 100.052.0 65.indd 36 05.4 1.7 1.06.0 44.9 1.8 Sudeste 84.6 3.068.425.5 100.1 Sul 86. Estatísticas Cadastrais Elaboração: DIEESE Nota: (1) O conceito de “imóvel rural” definido pelo IBGE se encontra no glossário Obs.6 1.0 3.Brasil e Grandes Regiões 1998 (em %) Brasil e Propriedade Propriedade e Posse Posse Área total Grandes Área Área Área Área Em % Nos absolutos Regiões registrada registrada de posse de posse (em 1.4 16.6 5.9 Fonte: Incra.1 7.2 1.000 ha) Norte 76.0 8.0 133.396. Tabela 5 Distribuição da área total dos imóveis rurais(1).2 100. de posse a justo título e de posse por simples ocupação seja maior que 105% ou menor que 95% da área total do imóvel 36 Anuario Nead_roxo.08 13:14:34 .2 BRASIL 82.2 12.3 100.8 Nordeste 79.2 2. segundo sua situação jurídica .721.3 0.5 2.187.0 414.0 92.0 6.5 21.9 100.6 100.5 6.0 Centro-Oeste 87.: O Incra exclui 123.864 imóveis com dados inconsistentes: imóveis cuja soma das áreas registrada.0 79.

1 1.08 13:14:35 . Distribuição dos imóveis rurais da Amazônia Legal por situação Gráfico 4 jurídica e classes de área total .6 0.0 14.1 0. b) Dados de circulação interna disponibilizados pelo Incra 37 Anuario Nead_roxo.0 15.8 10.3 2.4 0.3 0.06.000 ha menos de 2.8 20.0 5.000 ha menos de 500 ha menos de 1.000 ha a Acima de 2. SNCR Elaboração: DIEESE Obs.0 35.7 10.0 0.0 41.Amazônia Legal 2003 (em %) 45.8 0.000 ha Proprietário Proprietário e Posseiro Posseiro Fonte: Incra.indd 37 05.1 0.9 2.0 20.0 25.3 0.0 30.0 3.0 Menos de 100 ha De 100 ha a De 500 a De 1.9 40.: a) Percentual do total dos imóveis rurais da Amazônia Legal.0 0.

0 2. b) Dados de circulação interna disponibilizados pelo Incra Anuario Nead_roxo.000 ha menos de 2.3 10.000 ha Proprietário Proprietário e Posseiro Posseiro Fonte: Incra.Amazônia Legal 2003 (em %) 50.5 5.0 0.1 2.1 5. Gráfico 5 Distribuição da área dos imóveis rurais da Amazônia Legal por situação jurídica e classes de área total .9 8.0 9.0 10.0 25.indd 38 05.000 ha a Acima de 2.0 20.: a) Percentual do total da área dos imóveis rurais da Amazônia Legal.6 5.0 15. 44.000 ha menos de 500 ha menos de 1. 3.1 7.0 30.2 0.0 .0 . SNCR Elaboração: DIEESE 38 Obs.08 13:14:35 .2 0.0 35.0 Menos de 100 ha De 100 ha a De 500 a De 1.06.0 45.3 1.5 0.1 40.

indd 39 05.06. Capítulo 1 Território e Meio Ambiente Estrutura Produtiva Anuario Nead_roxo.08 13:14:36 .

indd 40 05.Anuario Nead_roxo.06.08 13:14:36 .

2 4.5 31.7 Lavouras temporárias em descanso 1.2 4.5 Terras produtivas não utilizadas 5.3 TOTAL 100.3 0.4 2.0 Fonte: IBGE.1 Pastagens plantadas 25.8 2.0 100.0 28.8 28.5 0.5 25.indd 41 05.0 12.1 Matas e florestas artificiais 0.0 100.2 1. Censo Agropecuário Elaboração: DIEESE Nota: (1) O conceito de “estabelecimento agropecuário” definido pelo IBGE se encontra no glossário 41 Anuario Nead_roxo.06.1 22.2 Matas e florestas naturais 43.9 4.8 11.9 5.2 2.3 15. Distribuição da área dos estabelecimentos agropecuários (1) por tipo Tabela 6 de utilização .4 0.8 16.0 30.8 41.4 26.3 4.3 3.6 25.4 Pastagens naturais 16.3 4.9 15.8 9.3 5.0 4.0 2.0 100.7 2.6 Terras inaproveitáveis 3.7 24.9 5.5 27.1 1.1 9.0 1.8 12.4 5.Brasil e Grandes Regiões 1995-1996 (em %) Tipo de produção Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Lavouras permanentes 1.08 13:14:37 .7 0.0 100.1 Lavouras temporárias 2.5 3.8 11.0 100.3 1.

0 6.6 100.8 entende-se de 0.3 48.2 Sudeste 36.1 2.8 7.1 20.6 100.06.4 21.1 19.9 11.5 100.0 100.834.8 Sul 13. Uma Unidade Animal corresponde a 450 kg de peso vivo c) A unidade UA por hectare de pastagem expressa o grau de eficiência no uso das pastagens. mais eficiente d) O Incra exclui 22.5 UAs mais UAs Em % Em 1. Quanto mais Unidades Animais por hectare.5 a 2 ou Área total Grandes Regiões 0.08 13:14:38 .6 28.4 100.321.764.4 a 0. por exemplo.0 18.735.4 UA 0.121 imóveis com dados inconsistentes: imóveis para os quais a relação entre os números de Unidades Animais e a área de pastagens for maior que 12 42 Anuario Nead_roxo.882.3 19.1 33.0 19.: a) As faixas de valores excluem o limite superior.indd 42 05.6 Centro-Oeste 45.7 Nordeste 72.4 a 0.4 32.3 4.3 26.0 61.6 2.8 a 1.79 b) UA: Unidade Animal é a representação do rebanho de diferentes espécies e/ou idades em uma unidade homogênea. Tabela 7 Distribuição da área total das pastagens segundo faixa de Unidades Animais por hectare de pastagem .000 ha Norte 69.8 UA 1.4 a 0.0 100.Brasil e Grandes Regiões 1998 (em %) Brasil e Até 0.5 1.0 33.1 25. onde se lê de 0. Estatísticas Cadastrais Elaboração: DIEESE Obs.931.9 5.8 BRASIL 47.0 36.0 170.1 Fonte: Incra.

0 5.0 95.0 89.4 0.8 6.0 10.1 1.0 50.5 93.1 3.4 2.6 0.0 40.0 1.4 93.3 0.0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Proprietário Arrendatário Parceiro Ocupante Fonte: IBGE.9 93.0 70.5 1.9 2.0 20.0 30.3 2.indd 43 05. Distribuição da área total dos estabelecimentos agropecuários(1) Gráfico 6 segundo a condição do produtor .9 93.06.08 13:14:38 .0 1.8 90. Censo Agropecuário Elaboração: DIEESE Nota: (1) O conceito de “estabelecimento agropecuário” definido pelo IBGE se encontra no glossário 43 Anuario Nead_roxo.0 60.8 2.0 4.3 80.5 0.4 1.9 0.3 2.Brasil e Grandes Regiões 1995-1996 (em %) 100.

7 0.7 Dendê (coco) 1.2 Banana 8.2 Manga 1.2 Cacau (em amêndoa) 10.5 Erva-mate (folha verde) 1.indd 44 05.0 10.0 20.0 30.4 Borracha (látex coagulado) 1.5 Laranja 12.0 40. Gráfico 7 Distribuição da área colhida da lavoura permanente Brasil 2006 (em %) Café (beneficiado) 36.0 Fonte: IBGE.2 Tangerina 1.6 Sisal ou agave (fibra) 4.08 13:14:39 .0 Outros 4. Produção Agrícola Municipal Elaboração: DIEESE 44 Anuario Nead_roxo.7 Castanha de caju 11.2 Uva 1.0 Coco-da-baía 4.06.

0 0.0 10.0 Fonte: IBGE.2 Feijão (em grão) 7.0 50.06.9 Aveia (em grãos) 0.indd 45 05.0 20. Distribuição da área colhida da lavoura temporária Gráfico 8 Brasil 2006 (em %) Soja (em grão) 40.9 Algodão herbáceo (em caroço) 1.0 30.Produção Agricola Municipal Elaboração: DIEESE 45 Anuario Nead_roxo.4 Mandioca 3.3 Fumo (em folhas) 0.5 Trigo (em grão) 2.0 Cana-de-açúcar 11.4 Arroz (em casca) 5.6 Outros 2.6 Sorgo granífero (em grão) 1.2 Milho (em grão) 23.08 13:14:40 .0 40.

0 77. Estatísticas Cadastrais Elaboração: DIEESE Obs.1 80.0 96.0 . inaproveitável e aproveitável não utilizada.0 40.06.0 100.0 22.indd 46 05. segundo utilização Brasil e Grandes Regiões 1998 (em %) 120.0 26.08 13:14:40 .0 51. imóveis com área total maior que 105% do mesmo somatório 46 Anuario Nead_roxo.7 0.9 3.0 3.3 80. Gráfico 9 Distribuição das áreas exploráveis.: O Incra exclui 149. preservação permanente.0 49.0 74.0 0. 19.0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Explorada Não utilizada Fonte: Incra.548 imóveis com dados inconsistentes: imóveis com área total menor que 99% do somatório das áreas exploradas.7 20.3 60.0 97. reserva legal.

reserva 47 legal.1 8.112.08 13:14:41 .348.6 30.4 63.2 4. inaproveitável e aproveitável não utilizada. preservação permanente.4 80 70 62.379.1 30 26.8 10.2 701.5 64.6 1. imóveis com área total maior que 105% do mesmo somatório Anuario Nead_roxo.1 20 13.06.3 38.018. Distribuição das áreas dos imóveis rurais (1) não explorados por tipo Gráfico 10 de área .6 28.indd 47 05.Brasil e Grandes Regiões 1998 (em %) 90 81.5 50 40. Elaboração: DIEESE Notas: (1) O conceito de “imóvel rural” definido pelo Incra se encontra no glossário.8 8.137.5 40 33.000 ha) 21.682 imóveis com dados inconsistentes: imóveis com área total menor que 99% do somatório das áreas exploradas.8 10 7. Obs.4 0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Aproveitável não utilizada Não aproveitável Preservação do meio ambiente (2) Grandes Regiões Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Área dos Imóveis (em 1.3 30.4 7. (2) Áreas destinadas à Reserva Legal e Preservação Permanente.: O Incra exclui 26.7 11.4 60 55. Estatísticas cadastrais.1 27.9 Fonte: Incra.

06.indd 48 05.Anuario Nead_roxo.08 13:14:41 .

indd 49 05. Capítulo 1 Território e Meio Ambiente Meio Ambiente Anuario Nead_roxo.08 13:14:41 .06.

06.08 13:14:42 .indd 50 05.Anuario Nead_roxo.

0 11. b) Situação em dezembro de 2007.884 4.572.647 29.097 ha.454 100.293.790 0.7 Fonte: MMA.5 3.021.7 1.943.3 Reserva de Desenvolvimento Sustentável 64.0 Parque Nacional/Estadual 21.711 30.895 10.083 112.607 4.474.203 0. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Elaboração: DIEESE Nota: (1) A redução de área na categoria Floresta Nacional.876 18.729.378.0 0.: a) Área continental do Brasil: 851. d) Dados de circulação interna do MMA 51 Anuario Nead_roxo.Brasil 2007 (em ha) Participação pç Área das UCs Área das UCs Participação em relação Área total em ç Categoria federais estaduais das UCs relação ao à área con- total (%) tinental do Brasil (%) Estação Ecológica 7.235 19.289.1 Área de Proteção Ambiental 9.08 13:14:42 .4 2.5 Refúgio de Vida Silvestre 169.796. é decorrente do ajuste técnico no cálculo dessas área e da não contabilização de onze florestas nacionais que estão totalmente sobrepostas as terras indígenas da Cabeça do Cachorro Obs.850.441 9.657.604 19.631 10.534.817 9.358 7.016 410.202 12.6 1.2 Reserva Extrativista 10.589 55.6 2.397 7.583.911 10.120 281.247.866.06.3 Área de Relevante Interesse Ecológico 43.1 0.120.050 537.5 Floresta Nacional/Estadual (1) 16. em relação à publicação anterior.843. não inclui as ilhas oceânicas.indd 51 05. c) Exclui as áreas das reservas particulares do patrímônio nacional.9 Monumento Natural .530.258 9.084 18.8 0.647 0.587.3 0.915 29. 29.0 0.0 Reserva Biológica 3.0 TOTAL 69.272 29.507.743 99.447 7.259. Distribuição das áreas das Unidades de Conservação (UC) Federais e Tabela 8 Estaduais por categoria .723 154.208 1.

5 Uso Refúgio de Sustentável Reserva Vida Silvestre 58.Brasil 2007 (em %) Por categoria Área de Por tipo de uso (1) Relevante Interesse Área de Proteção Ecológico Ambiental 0.06.1 19. Parque Nacional/Estadual. as demais categorias são de Uso Sustentável Obs. Gráfico 11 Distribuição das áreas das Unidades de Conservação Federais e Estaduais por categoria e tipo de uso .3 10.indd 52 05.6 Estação Ecológica Proteção 7.7 Reserva de De- senvolvimento Nacional/ Sustentável Estadual 9.08 13:14:43 .7 Reserva Floresta Biológica Nacional/Estadual 4.8 Integral Parque 41.6 29. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Elaboração: DIEESE Nota: (1) As categorias Estação Ecológica.0 18. Refúgio de Vida Silvestre e Reserva Biológica correspondem às áreas de Proteção Integral.: a) Situação em dezembro de 2007 b) Exclui as áreas das reservas particulares do patrímônio nacional c) Dados de circulação interna do MMA 52 Anuario Nead_roxo.3 Extrativista 0.4 Fonte: MMA.

032 32.4 Fonte: MMA.indd 53 05.811 14.148 19.708.405 90.5 Reserva Extrativista 5.3 Área de Proteção Ambiental 7.472 2.1 Refúgio da Vida Silvestre 128.Brasil 2003-2007 (em ha) Categoria Até 2002 (a) 2003 a 2007 (b) Variação % (b/a) Estação Ecológica 3. é decorrente do ajuste técnico no cálculo dessas área e da não contabilização de onze florestas nacionais que estão totalmente sobrepostas às terras indígenas da Cabeça do Cachorro Obs.391 97.177.061.441 - TOTAL 50. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Elaboração: DIEESE Nota: (1) A redução de área na categoria Floresta Nacional.673 25.0 Reserva Biológica 3.5 Área de Relevante Interesse Ecológico 43.06.: a) Situação em dezembro de 2007 b) Dados de circulação interna do MMA 53 Anuario Nead_roxo.652 32.021.069. 64.382.711.645 3.232.131.556 4.08 13:14:44 . em relação à publicação anterior.051 41.158 28. Incremento na área das Unidades de Conservação Federais Tabela 9 por categoria .625 5.803.563 39.541.912 483.9 Reserva de Desenvolvimento Sustentável .685 4. - Floresta Nacional (1) 12.8 Parque Nacional 17.401.455.202 .

5 3.2 0.421 32.3 Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uso Sustentável 64.06.08 13:14:44 .7 Fonte: MMA.3 Parque Nacional Proteção Integral 19.2 0.88 ha.915 11.063 28.749.0 Reserva Extrativista Uso Sustentável 9. b) Situação em dezembro de 2007 c) Dados de circulação interna do MMA 54 Anuario Nead_roxo. Amapá.912.441 0. Amazonas.5 1.0 0.765. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Elaboração: DIEESE Obs.713 0.: a) A Amazônia Legal corresponde aos estados do Acre.indd 54 05.0 TOTAL 58.088 16. Rondônia.Amazonia Legal 2007 Participação Participação Área das UCs em relação em relação à Categoria Tipo de uso (ha) ao total área da Amazônia (%) Legal (%) Estação Ecológica Proteção Integral 6.9 2.8 Reserva Biológica Proteção Integral 3.904 100.7 Área de Proteção Ambiental Uso Sustentável 2.078 4.0 Floresta Nacional Uso Sustentável 16.0 11.773.101. Mato Grosso.5 Área de Relevante Interesse Ecológico Uso Sustentável 18. Maranhão.476. Rorâima e Tocantins e tem uma área de 501 952 473. Pará. Tabela 10 Distribuição das áreas das Unidades de Conservação (UC) Federais por categoria .638.5 3.184 6.1 0.

indd 55 05. Mato Grosso. Distribuição das áreas das Unidades de Conservação Federais por Gráfico 12 categoria e tipo de uso .952.Amazonia Legal 2007 (em %) Por categoria Por tipo de uso (2) Reserva Estação Extrativista Ecológica 16. Proteção senvolvimento Integral Sustentável 50.08 13:14:45 .9 11.5 Uso Floresta Sustentável Nacional 49.06. as demais categorias são de Uso Sustentável Obs. Parque Nacional e Reserva Biológica correspondem às áreas de Proteção Integral.2 Fonte: MMA.2 6. Amazonas.2 0. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Elaboração: DIEESE Nota: (1) As categorias Estação Ecológica. Rondônia.5 Reserva de De.1 Parque Nacional 32. Maranhão.8 28. Pará.5 Área de Proteção Reserva Ambiental Biológica 4.473. Amapá.88 ha b) Situação em dezembro de 2007 55 Anuario Nead_roxo. Roraima e Tocantins e tem uma área de 501.: a) A Amazônia Legal corresponde aos estados do Acre.

000 ha) Total da área protegida Bioma Area total do bioma Proteção integral Uso sustentável Total Total (em % da área total do bioma) Amazônia 419.668 3.674 28. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Elaboração: DIEESE Notas: (1) Área das Unidades de Conservação Federais (2) Inclui o mar territorial e a zona econômica exclusiva marinha Obs.8 Pampa 17.710 5. Tabela 11 Área total dos biomas (1) e área protegida por tipo de uso Brasil 2007 (em 1.indd 56 05.189 1.3 Fonte: MMA.2 Caatinga 82.587 55.200 409 1 058 1.796 671 2.339 4.6 Pantanal 15.895 143 320 463 2.: a) Situação em dezembro de 2007 b) Dados de circulação interna do MMA 56 Anuario Nead_roxo.0 Área Marinha (2) 421.150 2.058 1.121 4.0 Cerrado 204.002 2.467 0.06.899 2.261 13.148 3.880 26.777 1.118 150 0 150 1.08 13:14:46 .9 Mata Atlântica 111.

06. Capítulo 2 Indicadores Demográficos e Sociais Anuario Nead_roxo.08 13:14:46 .indd 57 05.

indd 58 05.06.Anuario Nead_roxo.08 13:14:47 .

08 13:14:47 . Capítulo 2 Indicadores Demográficos e Sociais Características Gerais da População Rural Anuario Nead_roxo.indd 59 05.06.

Anuario Nead_roxo.08 13:14:47 .indd 60 05.06.

0 Ceará 6.051 100.949 71.419 67.154 67.518 100.847 60.6 750 22.061 67.6 13.0 Nordeste 36.713 100.367 75.069 68.6 3.7 3.4 842 27.3 619 100.08 13:14:47 .546 76.045 33.8 1.0 Alagoas 2.0 Rondônia 1.6 202 30.0 Norte 11.007 100.0 continua 61 Anuario Nead_roxo.628 100.079 100.8 1.294 76.indd 61 05.679 24.0 Roraima 334 82.765 28.0 Bahia 9.1 347 26.0 Rio Grande do Norte 2.0 Maranhão 4.4 664 100.3 3.8 2.8 405 100.0 Sergipe 1.0 Piauí 1.650 82.944 23.4 996 32.567 100.555 32.0 Amapá 580 93.000 pessoas Em % Acre 462 69.337 100.6 3.000 pessoas Em % Em 1.601 77.238 100. Estimativa da população por local de residência Tabela 12 Brasil.4 4.4 1.0 2.0 Amazonas 2.7 1.0 Tocantins 991 74.06.2 8.974 100.769 76.057 100. Grandes Regiões e Unidades da Federação 2006 Grandes Regiões e População urbana População rural Total Unidades da Federação Em 1.136 100.972 23.0 Pará 5.3 859 23.770 24.4 15.195 39.000 pessoas Em % Em 1.6 51.8 7.5 72 17.2 499 31.7 39 6.6 3.0 6.0 1.4 3.351 100.2 357 17.209 72.199 100.041 100.0 Pernambuco 6.5 14.404 75.2 1.0 Paraíba 2.6 8.

06.0 2.0 São Paulo 38.228 100.304 100.093 88. a população total estimada pela Pnad 2006 difere do resultado da Contagem 2007.0 Paraná 8.689 17.593 100.3 31.614 15.0 Minas Gerais 16.0 Distrito Federal 2.522 100.952 84.7 187.028 18.993 15.822 13.000 pessoas Em % E m 1.974 100.855 82.4 41.6 657 11.393 100.106 96.0 Mato Grosso 2.3 19.5 10.243 5.984 100.5 1.5 5.750 100.529 84.0 Rio Grande do Sul 8.7 13.928 82.6 2.6 670 23.0 Fonte: IBGE.294 16. que é um censo dos municípios com até 170 mil habitantes e uma estimativa da população dos demais municípios 62 Anuario Nead_roxo.934 83.313 100.0 Goiás 5.491 86.0 79. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.795 84.3 1.0 Rio de Janeiro 15.0 Sudeste 73.0 Centro-Oeste 11.0 BRASIL 155.196 76.1 27.4 5.9 4.0 Santa Catarina 4.: a) As somas das Unidades da Federação estão diferentes do total do Brasil devido aos arredondamentos b) Por se tratar de uma amostra.08 13:14:48 .4 2. Grandes Regiões e Unidades da Federação 2006 Grandes Regiões e População urbana População rural Total Unidades da Federação Em 1.7 2.8 3.0 143 6.368 100.2 619 17.753 100.9 488 3.0 6.866 100.250 94.343 8.411 92.000 pessoas Em % Espírito Santo 2.0 Sul 22.164 100. Tabela 12 Estimativa da população por local de residência conclusão Brasil.3 2.679 82.000 pessoas Em % Em 1.474 100.1 15.5 1.indd 62 05.5 2.047 17.410 100.0 Mato Grosso do Sul 1.7 352 15.956 81.921 94.5 10.

7 10.0 36. f) Para 2000: dados da sinopse preliminar. c) Para 1970 até 2000: população residente. 18.0 24.0 75.0 54.2 83.8 16.0 1950 1960 1970 1980 1991 2000 2006 Urbana Rural Fonte: IBGE.1 44. Evolução da população por local de residência Gráfico 13 Brasil 1950 .08 13:14:49 .0 81.indd 63 05.3 80.9 50.6 63.4 20.2006 (em %) 90.0 .9 55. IBGE.4 30.6 70. d) Para 1970 e 1980: dados da amostra.8 60.: a) Para 1950: população presente.1 40.2 32.06. e) Para 1991: dados do total da população.0 67. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.0 0. Censo Demográfico.0 45. b) Para 1960: população recenseada. g) Para 2006: estimativa da população (dados da Pnad) 63 Anuario Nead_roxo.

9 De 100.3 De 50.6 21.000 313 5.3 17.001 a 100.3 Mais de 1.001 a 50.000.9 BRASIL 5.139 11.4 15.336.000 128 2.847.9 29.308.000 1.001 a 200.506.546 9.753 16. Contagem 2007 Elaboração: DIEESE Obs.711 100.721 7.989.000 22 0.000.06.: inclui os municípios recenseados e a população estimada 64 Anuario Nead_roxo.500.7 13.2 20.601 46.108 20.000 89 1.221 10.indd 64 05.987.001 a 20.3 38.599 14.0 Fonte: IBGE.000 14 0.0 183.3 De 10.011.001 a 1.08 13:14:49 .000 994 17.Brasil 2007 Classes de municípios Municípios População (número de habitantes) Em nos absolutos Em % Em nos absolutos Em % Até 10.564 100.9 De 500.6 27.624 8.5 De 200.403 25.001 a 500. Tabela 13 Distribuição dos municípios e da população por classes de tamanho dos municípios .491.000 2.9 De 20.

8 40.2 50.0 52. segundo local de residência Gráfico 14 Brasil 2006 (em %) 60. Pnad Elaboração: DIEESE 65 Anuario Nead_roxo.0 10.0 20.0 48 0 48. Distribuição da população por sexo.0 0.06.0 47.0 Urbana Rural Masculino Feminino Fonte: IBGE.indd 65 05.0 52.0 30.08 13:14:50 .

0 40.0 40.3 0.0 7. segundo local de residência Brasil 2006 (em %) 60. 38.08 13:14:50 .6 0.: Exclui as pessoas que não declararam a cor 66 Anuario Nead_roxo.5 52.6 0.2 0.0 20.3 0. Gráfico 15 Distribuição da população por cor ou raça.0 10.0 50.0 Branca Preta Amarela Parda Indígena Urbana Rural Fonte: IBGE. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.4 30.2 5.06.0 .0 55.indd 66 05.

000 Regiões Em % pessoas Norte 18.2 1.0 1.3 58. Distribuição da população residente na área rural por cor Tabela 14 ou raça .4 5.764 Sudeste 48.9 7.1 2.2 74.1 0.1 68.822 BRASIL 38.3 100.3 100.06.0 3.677 Nordeste 25.8 5.0 14.3 0. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.6 0.5 0.0 6.342 Sul 81.: Exclui as pessoas que não declararam a cor 67 Anuario Nead_roxo.3 100.0 31.2 16.689 Centro-Oeste 36.indd 67 05.0 4.4 100.1 0.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Brasil e Total Grandes Branca Preta Amarela Parda Indígena Em 1.0 0.9 3.4 0.08 13:14:51 .9 0.2 43.3 0.1 100.3 100.5 6.7 0.4 0.2 55.294 Fonte: IBGE.

0 5.5 13.7 17.: Exclui as pessoas com idade ignorada Anuario Nead_roxo.1 12.6 20.9 15.0 Até 9 anos 10 a 17 anos 18 a 24 anos 25 a 39 anos 40 a 59 anos Acima de 60 anos Urbana Rural (em 1.2 10.795 6.101 5.828 155.0 0.293 Fonte: IBGE.490 36.000 pessoas) Local de Até 10 a 18 a 25 a 40 a Acima Total residência 9 anos 17 anos 24 anos 39 anos 59 anos de 60 anos Urbana 24.220 15.7 15.174 3.5 19. Gráfico 16 Distribuição e estimativa da população por faixa etária.0 23.7 22.Brasil 2006 (em %) 25.1 10.933 Rural 6. Elaboração: DIEESE 68 Obs.598 20.06.4 10. Pnad.445 6.249 31.0 19.954 35.843 22. segundo local de residência .indd 68 05.0 14.529 3.6 20.08 13:14:52 .

4 15.6 17.9 15.5 20.3 21.1 10.4 10.1 11.4 10.0 100.6 19.6 21.2 22.6 40 a 59 anos 16.0 100.0 9.7 18 a 24 anos 12. Distribuição da população residente na área rural por faixa etária Tabela 15 Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Faixa etária Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Até 9 anos 23.6 17.8 20.8 18.08 13:14:53 .8 19.2 11.06.8 15.8 25.8 12.0 100.0 100.5 10.7 Acima de 60 anos 6.2 13.0 Fonte: IBGE.3 18. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.9 23.1 25 a 39 anos 21.: Exclui as pessoas com idade ignorada 69 Anuario Nead_roxo.0 100.7 13.0 16.5 10 a 17 anos 19.1 19.8 21.indd 69 05.9 15.4 TOTAL 100.

7 6.7 0. Gráfico 17 Estrutura da despesa média familiar (1) por local de residência Brasil 2003 (em %) 40.5 1.1 35.8 1.0 Alimentação Habitação Vestuário Transporte Higiene e Assistência Educação Recreação Fumo Serviços Despesas (2) cuidados à saúde e cultura pessoais diversas pessoais Urbana Rural Fonte: IBGE.5 17.0 5.0 36.0 4.7 5. Pesquisa de Orçamentos Familiares Elaboração: DIEESE Notas: (1) Inclui as despesas médias monetárias e não monetárias.0 10.9 15.4 5.1 0.indd 70 05.6 5.1 30.0 20.0 19.0 34.7 25.0 28.1 2.2 2.0 0.06.2 2.5 1. tanto a destinada e utilizada no domicílio quanto aquelas realizadas e consumidas fora do domicílio 70 Obs.8 2.6 18.08 13:14:53 .: O termo família está sendo utilizado para indicar a unidade de investigação da pesquisa “Unidade de Consumo” Anuario Nead_roxo.6 0. (2) Aquisição total com alimentação realizada pela unidade de consumo.3 2.

08 13:14:54 .400 Kcal/dia/adulto-equivalente) 71 Anuario Nead_roxo.06. POF Elaboração: DIEESE Notas: (1) Limites de consumo calórico específicos para cada contexto geográfico (2) Limite único de consumo calórico mímino (2. segundo local de residência Tabela 16 Brasil 2002-2003 (em %) População Metropolitano Urbano Rural Indigentes 1 (1) 3 4 7 Indigentes 2 (2) 4 6 8 Pobres 1 (1) 12 16 21 Pobres 2 (2) 15 19 23 Fonte: IBGE.indd 71 05. Proporção de indigentes e pobres.

08 13:14:55 .06.indd 72 05.Anuario Nead_roxo.

08 13:14:55 . Capítulo 2 Indicadores Demográficos e Sociais Educação e Saúde Anuario Nead_roxo.indd 73 05.06.

indd 74 05.08 13:14:55 .06.Anuario Nead_roxo.

5 19.08 13:14:55 .1 23. Elaboração: DIEESE Nota: (1) Trata-se da proporção de pessoas não alfabetizadas em relação ao total de pessoas em cada grupo de idade Obs.1 1.1 0.06.0 14.6 8.0 83.1 1.9 7.4 5.3 1.4 80. Taxa de analfabetismo (1) por local de residênca e faixa etária Gráfico 18 Brasil 2006 (em %) 90.8 10.0 68.8 1.4 11.5 10.0 8.2 30.0 40.3 60.7 20.6 49.0 25.0 3.6 5.3 3.0 39.0 70.0 3.3 27.4 2. Pnad.indd 75 05.3 5.0 52.4 3.: Excluiu as pessoas com idade ignorada 75 Anuario Nead_roxo.0 5e6 7 anos 8e9 10 e 11 12 anos 13 e 14 15 a 17 18 a 19 20 a 24 25 a 29 30 a 39 40 a 49 50 a 59 60 anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos ou mais Urbana Rural Fonte: IBGE.8 24.7 50.

0 15.4 10. segundo local de residência .Brasil 2006 (em %) 30.0 22.7 0.0 Sem instrução.9 0.06.0 18.08 13:14:56 .0 12.5 11. Pnad Elaboração: DIEESE 76 Obs.: a) Pessoas de 10 anos ou mais de idade.2 15.0 14.4 20.7 5.4 0.6 2.0 4.6 7. Gráfico 19 Distribuição da população por grupos de anos de estudo. b) Exclui as pessoas com tempo de estudo não determinado e sem declaração Anuario Nead_roxo.9 21.0 27.6 25. 1a 3a 5a 7a 9a 11 a 13 a 15 anos menos de 1 ano 2 anos 4 anos 6 anos 8 anos 10 anos 12 anos 14 anos ou mais Urbana Rural Fonte: IBGE.2 5.3 7.0 7.indd 76 05.6 12.0 8.

: refere-se as pessoas de 10 anos ou mais de idade 77 Anuario Nead_roxo.357 1.365 3.435 605 1.028 66 107 12.indd 77 05.Brasil 2006 (em 1.019 TOTAL 5.159 6.305 1.06.174 Feminino 2.384 3.027 1.000 pessoas) Sem instrução 1 a 3a 5a 7a 9a 11 a 13 a 15 anos Sexo e menos 2 anos 4 anos 6 anos 8 anos 10 anos 12 anos 14 anos ou mais Total (1) de 1 ano de estudo Masculino 3.796 1.193 Fonte: IBGE.144 1.936 3.794 3. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Inclui as pessoas com tempo de estudo não determinado e sem declaração Obs.632 1.439 540 799 44 71 13.513 2.828 111 177 25. Estimativa da população residente na área rural por sexo e grupos de Tabela 17 anos de estudo .873 1.08 13:14:57 .717 1.

9 1.3 2. Pnad Elaboração: DIEESE Notas: (1) A categoria Primeiro grau inclui os estudantes de curso de alfabetização de adultos (2) A categoria Segundo grau inclui os estudantes de curso pré-vestibular (3) A categoria Superior inclui os estudantes de curso de mestrado ou doutorado 78 Anuario Nead_roxo. segundo sexo e local de residência .3 11. Tabela 18 Distribuição dos estudantes de 5 anos ou mais por grau de escolaridade cursado.Brasil 2006 (em %) Urbana Rural Grau de escolaridade cursado Masculino Feminino Masculino Feminino Pré-escolar 9.6 Primeiro grau (1) 61.06.7 74.3 78.7 57.7 TOTAL 100.08 13:14:58 .0 100.8 20.0 100.4 8.0 13.2 Segundo grau (2) 17.indd 78 05.1 14.0 100.9 8.6 8.0 Fonte: IBGE.5 Superior (3) 11.

Brasil e Grandes Regiões 2006 6.08 13:14:58 .0 5.1 3.0 0.0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Masculino Feminino Fonte: IBGE.0 2. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.1 3.2 5.6 4.06.0 4.0 5.: População com 10 anos ou mais de idade 79 Anuario Nead_roxo.0 1.4 5. Número médio de anos de estudo da população residente na área rural Gráfico 20 por sexo .3 5.7 4.5 4.indd 79 05.0 4.0 3.7 4.9 4.

0 5.0 Indígena Branca Preta Amarela Parda Urbana Rural Fonte: IBGE.4 6.7 8.7 3.0 6.Brasil 2006 12.7 3.0 0.1 8.: População com 10 anos ou mais de idade 80 Anuario Nead_roxo. Gráfico 21 Número médio de anos de estudo da população por local de residência e cor ou raça . Pnad Elaboração: DIEESE Obs.0 9.06.9 4.8 2.indd 80 05.0 3.0 10.8 6.6 4.08 13:14:59 .5 6.

862 72.832 22. Tabela 19 segundo local de residência .0 Planos de assistência ao servidor público 8.426 100.0 Planos de empresas privadas 32.907 94.564 28.0 1.732 5. Pará e Amapá 81 Anuario Nead_roxo.638 6.0 25.0 27. Acre.0 FFonte: IBGE.545 100.9 272 1.0 População residente (1) 148.Brasil 2003 Urbana Rural Cobertura e tipo Em 1.000 pessoas Em % Em 1. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Exclui as pessoas que não declararam o tipo de plano de saúde Obs.indd 81 05.: Exclusive a população rural de Rondônia. Amazonas.06. Distribuição da população por cobertura e tipo de plano de saúde.366 5.08 13:15:00 . Roraima.1 1.000 pessoas Em % Cobertos 41.0 Não cobertos 106.

8 Obesidade 9.indd 82 05.2 5.0 28.6 13.08 13:15:00 .6 5.8 40.06.Brasil 2002-2003 (em %) Urbana Rural Característica Masculino Feminino Masculino Feminino Déficit de peso 2. Pesquisa de Orçamentos Familiares Elaboração: DIEESE Nota: (1) Considerada a população com mais de 20 anos 82 Anuario Nead_roxo.2 12.1 3.5 40.7 Fonte: IBGE. Tabela 20 Proporção da população (1) por sexo e local de residência segundo existência de déficit ou excesso de peso e obesidade .5 6.1 Excesso de peso 43.

1 16.0 100.8 19.0 16.06.3 2 filhos 27.0 Fonte: IBGE.5 3 filhos 19.0 6 filhos ou mais 14.indd 83 05.0 100.Brasil 2000 (em %) Número de filhos nascidos vivos Urbana Rural Brasil 1 filho 23.3 18.6 7.9 TOTAL 100.0 9.5 11.5 29.08 13:15:01 . Censo Demográfico Elaboração: DIEESE Nota: (1) Mulheres de 10 anos ou mais de idade Obs. Tabela 21 segundo local de residência . Distribuição das mulheres(1) por número de filhos nascidos vivos.7 4 filhos 9.: Dados da amostra 83 Anuario Nead_roxo.8 6.4 16.7 26.8 5 filhos 5.3 22.

06.indd 84 05. 84 Anuario Nead_roxo.08 13:15:02 .

Capítulo 2
Indicadores Demográficos e Sociais

Características dos Domicílios

Anuario Nead_roxo.indd 85 05.06.08 13:15:02

Anuario Nead_roxo.indd 86 05.06.08 13:15:02

Distribuição das pessoas responsáveis pelo domicílio por sexo, segundo Tabela 22
local de residência - Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %)
Brasil e Urbana Rural
Grandes Regiões Masculino Feminino Total Masculino Feminino Total
Norte 66,7 33,3 100,0 86,6 13,4 100,0
Nordeste 66,4 33,6 100,0 84,5 15,5 100,0
Sudeste 69,1 30,9 100,0 84,3 15,7 100,0
Sul 70,6 29,4 100,0 86,5 13,5 100,0
Centro-Oeste 70,1 29,9 100,0 90,7 9,3 100,0
BRASIL 68,7 31,3 100,0 85,4 14,6 100,0
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE

87

Anuario Nead_roxo.indd 87 05.06.08 13:15:02

Gráfico 22 Número médio de moradores por domicílio segundo local de residência
Brasil e Grandes Regiões - 2006
4,5
4,1 4,1
4,0
4,0
,0 3,8
3,6 3,5
3,5 3,4 3,4 3,3 3,4
3,2 3,2
3,0
2,5

2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil
Urbana Rural
Fonte IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE

88

Anuario Nead_roxo.indd 88 05.06.08 13:15:03

Proporção de domicílios urbanos e rurais com equipamentos básicos Gráfico 23
e outros bens duráveis - Brasil 2006 (em %)

100,0 99,7 98,6 96,1
92,7 93,3
86,4 88,9
82,1 81,0
80,0 75,8
66,2
60,0
52,0

40,8 42,2
40,0 38,2

20,0
, 16,1 18,3
11,2

0,0
Iluminação Fogão Rádio Televisão Geladeira Filtro Máquina de Telefone Freezer
elétrica de água lavar roupa
Urbana Rural
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE
Obs.: Exclui os domicílios sem declaração 89

Anuario Nead_roxo.indd 89 05.06.08 13:15:04

0 18.0 . Amazonas.Brasil 1997-2006 (em %) 100.3 11.4 83.8 92. Elaboração: DIEESE Obs. Rondônia.0 75.7 86. Acre.0 0.7 82.6 42.2 20.3 13.indd 90 05.06.2 60.8 66.0 9. 58.3 40. Gráfico 24 Proporção de domicílios rurais com equipamentos básicos e outros bens duráveis .8 40. Pnad. exclusive os domicílios rurais dos estados de Roraima.3 46.8 68.0 38.08 13:15:04 .0 95.2 5.: a) Em 1997. Pará e Amapá 90 b) A delimitação das áreas rurais foi atualizada pelo IBGE em 2001 Anuario Nead_roxo.1 80.0 Iluminação Fogão Rádio Televisão Geladeira Filtro Máquina de Telefone Freezer elétrica de água lavar roupa 1997 2006 Fonte: IBGE.

Distribuição dos domicílios urbanos e rurais por tipo Gráfico 25
de esgotamento sanitário - Brasil 2006 (em %)
60,0
56,4 55,9

50,0

40,0

30,0
23,0 22,8
20,0 19,1
17,0

10,0
4,4
1,6
0,0
Rede coletora Fossa séptica Outro (1) Sem esgotamento
Urbana Rural
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE
Nota: (1) Outro: quando os dejetos são esgotados para uma fossa rudimentar (fossa negra, poço, buraco, etc.), diretamente para uma vala, rio, lago
ou mar, ou quando o escoadouro não se enquadra em rede coletora ou fossa séptica. Obs.: Exclui os domicílios sem declaração 91

Anuario Nead_roxo.indd 91 05.06.08 13:15:05

Tabela 23 Distribuição dos domicílios rurais por tipo de esgotamento sanitário
Brasil e Grandes Regiões 1997-2006 (em %)
Brasil e Rede Fossa Sem Total (em 1.000
Grandes Regiões coletadora séptica Outro(1) esgotamento Total domicílios)
1997
Norte - - - - - -
Nordeste 2,0 5,4 32,5 60,1 100,0 3.753
Sudeste 9,3 11,1 62,4 17,2 100,0 1.921
Sul 0,7 30,7 58,7 9,9 100,0 1.381
Centro-Oeste 1,0 4,9 67,1 27,0 100,0 530
BRASIL 3,5 11,4 47,2 37,9 100,0 7.683
2006
Norte 0,4 20,7 58,1 20,7 100,0 898
Nordeste 2,0 8,2 48,9 41,0 100,0 3.635
Sudeste 14,3 16,0 63,0 6,6 100,0 1.810
Sul 1,8 43,3 51,0 3,9 100,0 1.398
Centro-Oeste 0,9 5,0 87,5 6,6 100,0 542
BRASIL 4,4 17,0 55,9 22,8 100,0 8.283
Fonte: IBGE. Pnad. Elaboração: DIEESE
Nota: (1) Outro: quando os dejetos são esgotados para uma fossa rudimentar (fossa negra, poço, buraco, etc.), diretamente para uma vala, rio, lago
ou mar, ou quando o escoadouro não se enquadra em rede coletora ou fossa séptica
Obs.: a) Exclui os domicílios sem declaração; b) Em 1997, exclusive os domicílios rurais dos estados de Roraima, Rondônia, Acre, Amazonas, Pará
e Amapá; c) A delimitação das áreas rurais foi atualizada pelo IBGE em 2001

92

Anuario Nead_roxo.indd 92 05.06.08 13:15:07

Distribuição dos domicílios urbanos e rurais por forma de Tabela 24
abastecimento de água - Brasil 2006
Urbanos Rurais
Forma de abastecimento de água
Em 1.000 domicílios Em % Em 1.000 domicílios Em %
Com canalização interna 44.666 96,4 5.153 62,2
Com canalização interna - rede geral 42.421 91,6 1.851 22,3
Com canalização interna - outra forma 2.244 4,8 3.302 39,9
Sem canalização interna 1.661 3,6 3.131 37,8
Sem canalização interna - rede geral 738 1,6 432 5,2
Sem canalização interna - outra forma 923 2,0 2.698 32,6
TOTAL DE DOMICÍLIOS 46.326 100,0 8.283 100,0
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE

93

Anuario Nead_roxo.indd 93 05.06.08 13:15:08

Tabela 25 Distribuição dos domicílios rurais por a forma de abastecimento
de água - Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %)
Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Brasil
Forma de abastecimento de água Oeste
Com canalização interna 46,5 36,6 88,8 94,8 86,7 62,2
Com canalização interna - rede geral 11,1 20,5 27,3 31,1 14,0 22,3
Com canalização interna - outra forma 35,4 16,1 61,5 63,7 72,7 39,9
Sem canalização interna 53,5 63,4 11,2 5,2 13,3 37,8
Sem canalização interna - rede geral 4,9 9,6 1,5 0,6 0,7 5,2
Sem canalização interna - outra forma 48,6 53,8 9,7 4,6 12,5 32,6
TOTAL 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE

94

Anuario Nead_roxo.indd 94 05.06.08 13:15:09

Capítulo 3
Trabalho e Rendimento

Anuario Nead_roxo.indd 95 05.06.08 13:15:09

08 13:15:10 .Anuario Nead_roxo.06.indd 96 05.

indd 97 05.08 13:15:10 .06. Capítulo 3 Trabalho e Rendimento Características Gerais do Trabalho no Meio Rural Anuario Nead_roxo.

Anuario Nead_roxo.indd 98 05.06.08 13:15:11 .

: Período de referência de 30 dias 99 Anuario Nead_roxo. Estimativa da população residente na área rural segundo a condição Tabela 26 de atividade .778 3.597 3.884 1. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) A População em Idade Ativa (PIA) corresponde à soma da PEA e inativos com 10 anos ou mais Obs.000 pessoas) Condição de atividade Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Economicamente Ativa 1.885 7.089 1.466 Ocupada 1.934 Com procura de trabalho 85 406 191 107 42 831 Sem procura de trabalho 1.953 7.479 25.662 5.800 7.681 881 430 7.103 Desocupada 68 187 185 61 31 532 Inativa 851 3.indd 99 05.193 Fonte: IBGE.727 PIA TOTAL (1) 2.06.970 1.591 3.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em 1.08 13:15:11 .920 976 16.278 3.027 1.018 16.412 3.803 11.221 2.049 17.186 3.

6 61.indd 100 05.06.Brasil 2006 (em %) Economicamente ativas Inativos 31. Pnad Elaboração DIEESE Obs: Exclui as pessoas sem declaração 100 Anuario Nead_roxo.3 Masculino Feminino Fonte: IBGE.08 13:15:12 .4 68.7 38. Gráfico 26 Distribuição das pessoas economicamente ativas e dos inativos residentes na área rural por sexo .

indd 101 05. Proporção de ocupados em atividades agrícolas (1) em relação ao Gráfico 27 total de ocupados .Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) 40 35 33.3 16.7 5 0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Fonte: IBGE. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Refere-se à atividade principal do empreendimento do trabalho principal da semana de referência para pessoas de 10 anos ou mais de idade 101 Anuario Nead_roxo.8 30 25 22.6 21.06.08 13:15:12 .2 20 19.4 15 10 9.

051 17.0 16.7 9.511 7.0 25.3 Empregador 3.3 3.9 11.3 25.indd 102 05.0 TOTAL (em 1.0 100.0 25.1 5.0 23.06. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.0 100.3 24.7 12.6 13.5 23.7 Conta própria 29.5 11.0 26.9 3.4 22.076 1.9 22.7 3.4 para o próprio consumo Total 100.6 28.2 28. Tabela 27 Distribuição dos ocupados em atividades agrícolas por posição na ocupação .08 13:15:13 .Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Posição na ocupação Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Empregado permanente 8.5 14.4 20.7 22.6 27.1 14.: Refere-se à posição na ocupação da pessoa ocupada em empreendimento do grupamento agrícola no trabalho da semana de referência 102 Anuario Nead_roxo.9 9.264 Fonte: IBGE.000 pessoas) 1.708 3.5 4.0 Empregado temporário 12.0 100.0 100.918 3.0 Trabalhador não-remunerado 22.0 100.6 Trabalhador na produção 23.0 2.6 19.

916 3. Evolução do número de pessoas ocupadas em atividades agrícolas Tabela 28 segundo a posição na ocupação .912 4. 2.917 17. Pará e Amapá c) Exclui os ocupados sem declaração 103 Anuario Nead_roxo.048 4.193 4.773 Conta própria 4.262 3.300 14.06. Amazonas.874 5.847 4.642 4.Brasil 1981-2006 (em 1.342 3.473 4. Acre.734 17.264 Fonte: IBGE. Roraima.372 4.370 Empregadores 462 660 458 500 550 521 Não remunerados 3.559 Trabalhador na produção para o .370 4. não inclui a população da área rural de Rondônia.904 3.041 próprio consumo TOTAL 13.387 4. .180 16.187 4.892 4.08 13:15:14 .978 2.: a) Não existia o item “trabalho para próprio consumo” nas PNADs 1981 e 1990 b) Até 2001.000 pessoas) Posição na ocupação 1981 1990 1998 2001 (1) 2004 2006 Empregados 4.indd 103 05. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Dados de 2001 revistos com base na PNAD 2004 Obs.335 15.236 4.

: Exclusive a população da área rural de Rondônia.2 5.08 13:15:15 .9 Fonte: IBGE. Pnad Elaboração: DIEESE Obs. Pará e Amapá 104 Anuario Nead_roxo. Acre.06.516. Tabela 29 Variação do pessoal ocupado em atividades agrícolas por sexo Brasil 1997 .910.indd 104 05.6 TOTAL 16.9 -3. Roraima.770.283.9 -2.8 -2.4 10.1 Feminino 5.7 16.2006 (em 1.000 pessoas) Sexo 1997 2006 Variação (em %) Masculino 11.372. Amazonas.254.

0 30.2 0. apicultura.08 13:15:16 .0 40.0 20. Distribuição dos ocupados em atividades agrícolas segundo grupo de Gráfico 28 atividade econômica .1 Outros (2) 1.0 Pecuária 17. Elaboração: DIEESE Notas: (1) Atividades de serviços relacionados com a agricultura e a pecuária.0 35.0 15.9 Horticultura/Floricultura 10.1 Criação de aves 9.8 Pesca/Aqüicultura 2.06.0 45.8 Lavoura permanente 10. Pnad. repovoamento ciegético e serviços relacionados e as atividades mal especificadas 105 Anuario Nead_roxo.0 50.Brasil 2006 (em %) Lavoura temporária 43.0 5.7 Serviços (1) 2. caça. sericicultura.0 10. (2) Inclui produção mista (lavoura e pecuária).0 Fonte: IBGE.indd 105 05.3 Silvicultura/Exploração florestal 2.0 25.

0 9.2 12.0 35.0 14.0 20. Pnad Elaboração: DIEESE 106 Anuario Nead_roxo.5 15.Brasil 2006 (em %) 50.0 Empregado Empregado tem.0 33.4 6. Gráfico 29 Distribuição do pessoal ocupado na agropecuária por posição na ocupação segundo sexo .0 19.6 45.08 13:15:16 .7 30.indd 106 05.0 25.5 4.8 0.1 33.0 46.0 40.1 17.0 5.0 10.0 3.06. Conta própria Empregador Não remunerado Auto-consumo permanente porário Masculino Feminino Fonte: IBGE.1 0.

3 67.2 66.5 7.2 10.3 Fonte: IBGE.4 10.3 2.6 6.2 16.8 77.3 18.3 Horticultura/Floricultura 20.3 65.4 15.9 6.5 Pecuária 12.5 1.0 60.6 Pesca/Aqüicultura 14.2 17.2 65.indd 107 05.3 3.2 TOTAL 14.7 67.5 Apicultura/Sericicultura — 94.5 4.2 Silvicutura/Exploração florestal 10.8 4.9 16.4 Serviços (2) 27.6 5.8 21.0 60.1 4.3 2.5 5.3 Atividades mal especificadas 21. Mulheres ocupadas na agropecuária por atividade segundo posição Tabela 30 na família .3 Criação de aves 12.8 Lavoura permanente 12.Brasil 2006 (em %) Atividade Chefe Cônjuge Filha Outras Lavoura temporária 13. Pnad Elaboração: Dieese Notas: (1) Lavoura e pecuária (2) Serviços relacionados com a agricultura ou a pecuária 107 Anuario Nead_roxo.0 15.5 — Produção mista (1) — 82.8 63.7 64.4 4.08 13:15:17 .06.5 5.

5 41.7 36.8 44.8 4.indd 108 05.3 Pecuária 39.1 5.0 4.6 3.1 Silvicutura/Exploração florestal 34.0 39.5 37.2 4.1 4.1 3.1 4.6 7. Tabela 31 Idade e escolaridade médias do pessoal ocupado na agropecuária segundo o sexo .2 3.9 4.7 3.0 4.9 2.5 3.1 5.0 3.4 Lavoura permatente 38.2 4.8 Pesca/Aqüicultura 36.08 13:15:18 .5 37.5 46.6 41.2 37.Brasil 2006 Idade Escolaridade (em anos) (em anos de estudo) Atividade Masculino Feminino Masculino Feminino Lavoura temporária 38. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Atividades de serviços relacionados com a agricultura e a pecuária 108 Anuario Nead_roxo.7 Criação de aves 41.3 3.2 Apicultura/Sericicultura 44.7 Fonte: IBGE.2 45.7 3.0 TOTAL 38.3 42.06.6 Serviços (1) 35.0 4.3 Produção mista: lavoura e pecuária 38.1 4.0 Horticultura/Floricultura 42.

0 3.: Exclui os ocupados que não declararam o número de horas trabalhadas 109 Anuario Nead_roxo.0 40.1 20.8 15.indd 109 05.0 25. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.0 41.Brasil 2006 (em %) 45.0 30. Distribuição dos trabalhadores agrícolas por classes de horas de Gráfico 30 trabalho semanal.0 22.7 5.7 0.7 5.3 27.0 Até 14 horas 15 a 39 horas 40 a 44 horas 45 a 48 horas 49 ou mais horas Masculino Feminino Fonte: IBGE.06.5 10.08 13:15:18 .1 35.0 10.0 39. segundo o sexo .0 28.0 7.0 14.

3 0.0 50.0 85.08 13:15:19 .6 80. Cempre Elaboração: DIEESE Nota: (1) Agricultura. Gráfico 31 Distribuição das empresas agropecuárias (1) e do pessoal nelas ocupado segundo faixas de pessoal ocupado .0 60.0 16.Brasil 2005 (em %) 90.0 40.3 0.5 30.0 24.06.3 13.0 20.indd 110 05.0 0a9 10 a 29 30 a 99 100 a 499 500 a mais Empresas Pessoal ocupado Fonte: IBGE.1 16.3 10. segundo classificação da CNAE 110 Anuario Nead_roxo. pecuária.5 1.0 70.0 .0 3. silvicultura e exploração florestal. 30.0 9.

5 70. Distribuição dos ocupados em atividades agrícolas segundo Gráfico 32 contribuição para a Previdência .0 74.0 60.08 13:15:20 .1 90.6 13.06.9 0.5 81.0 18.0 7. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.5 10.0 25.1 94.0 92.:Exclui os ocupados sem declaração 111 Anuario Nead_roxo.0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Contribuintes Não contribuintes Fonte: IBGE.6 77.0 30.0 50.9 5.5 20.4 80.0 86.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) 100.3 22.0 40.indd 111 05.

4 10.1 53.0 82.0 33.6 80.3 30.6 40.0 17.0 19.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em%) 90. Gráfico 33 Distribuição dos empregados em atividades agrícolas segundo registro em carteira de trabalho .0 70.08 13:15:21 .8 20.: Exclui os empregados que não declararam a categoria de emprego 112 Anuario Nead_roxo.indd 112 05.0 66.9 40.0 46. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.7 60.0 0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Com carteira de trabalho assinada Sem carteira de trabalho assinada Fonte: IBGE.0 59.5 54.4 50.5 45.06.2 80.

616 11.034 90.230 Fonte: MTE.839 2.706 103.850 173.389 264.878 23.421 23.357.760 1.964 391.402 3.406 Horticultura e floricultura 443 2.430 Aqüicultura 398 8.468 440.003 Lavoura temporária 6.405 à pecuária (1) Produção florestal . Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Inclui as atividades de pós-colheita Obs.481 Lavoura permanente 5.751 979 336 6.030 821 1.516 234.548 Produção de sementes e mudas certificadas 156 3.209 12.490 8.667 Processamento industrial do fumo 0 12 12 487 23 534 Caça e serviços relacionados 1 0 10 8 0 19 TOTAL 63.08 13:15:21 .06.florestas nativas 1.443 Atividades de apoio à agricultura e 3.151 76.192 58.749 13.591 60.761 Pesca 1.020 1.825 73.564 188.Brasil e Grandes Regiões 2006 Grupos de atividade econômica Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Pecuária 37.471 4.134 3.893 130.: Refere-se aos trabalhadores formais em 31 de dezembro declarados pelo empregador 113 Anuario Nead_roxo.043 205.996 24.372 662.508 935 9.948 1.789 Produção florestal .564 2.744 Atividades paisagísticas 874 727 3.573 191.887 5.indd 113 05.418 51.036 61.177 2. Número de empregados formais na agropecuária por grupos de Tabela 32 atividade econômica .florestas plantadas 5.618 3.677 1.674 49.988 3.726 1.587 25.622 159.464 34.375 479 276 10.247 70 8.

304 529.574 21.indd 114 05.355 Agropecuária -12.093 Cultivo de cana de açúcar -398 14.733 10.660 412.796 176. criação de aves.053 85.06.253.617.2007 (em nos absolutos) Setores 2005 2006 2007 Indústria 200.685 49 210 Cultivo de café 540 2.098 Construção Civil 85.: Refere-se aos empregos com vínculos formais (registro em carteira) 114 Anuario Nead_roxo.032 3. criação de outros animais de grande porte.908 6.365 -3.755 Comércio 389. criação de suínos.08 13:15:22 . - TOTAL 1.392 Fonte: MTE. criação de outros animais Obs.862 602.094 Cultivo de soja -3.878 6.091 Serviços 591.Brasil 2005 .979 Cultivo de frutas cítricas -3.748 Outros 76 .611 269.968 -1.686 1.815 336.228.744 Criação de animais (1) -1. Caged Elaboração: DIEESE Nota: (1) Refere-se às seguintes classes da CNAE: criação de bovinos. criação de ovinos.794 405. Tabela 33 Saldo de admissões e desligamentos segundo grandes setores e classes de atividade econômica selecionadas .981 1.340 -3.

545 3.: Dados de circulação interna no MTE 115 Anuario Nead_roxo.374 103.025 1.367 1.271 173.633 3.877 1999 6.454 115.190.132 24.561 620.333.192 1.943 86.248 2.221 2003 9.532 2000 8.367 2002 8.586. Evolução dos resultados da fiscalização do trabalho na área rural Tabela 34 Brasil 1998 .042 686.840 2007 12.982 103.581 4.164 5.08 13:15:23 .210 29.873 836.382. (2) Refere-se aos trabalhadores sem vínculo formal de emprego identificados no dia da fiscalização e que foram formalizados Obs.039.indd 115 05.2007 (em nos absolutos) Ano Empresas Trabalhadores Trabalhadores fiscalizadas alcançados (1) registrados (2) Autuações 1998 7.991 92.560 4.807 1.713 110.734 2005 12.912 2004 13. SFIT Elaboração: DIEESE Notas: (1) É o universo de trabalhadores formais e informais.690 138.06.323 3.367 2006 13.597 Fonte: MTE.856 1.585 836.023 5.641 833.446 3. existente na empresa no dia da fiscalização.990 2.379 2001 9.

6 BRASIL (2) 427.: Dados atualizados até 7 de maio de 2008 116 Anuario Nead_roxo.393 4. CGSAP/DES/SPPE Elaboração: DIEESE Notas: (1) Beneficiário é o trabalhador segurado que recebeu pelo menos uma parcela do benefício.085 12. (2) Inclui os beneficiários com região ignorada Obs.000 Em % Norte 19.6 Sul 53.4 Sudeste 196.08 13:15:23 .950 100.925 13.3 Nordeste 104. para um determinado requerimento.0 Fonte: MTE.033 13.721 4. Tabela 35 Distribuição dos beneficiários (1) e do valor do seguro desemprego dos trabalhadores com último emprego na agricultura .0 799.0 Centro-Oeste 54.081 45.6 108.097 12.Brasil e Grandes Regiões 2007 Trabalhadores beneficiários Valor emitido Brasil e Grandes Regiões Em nos absolutos Em % Em R$ 1.739 100.8 365.5 34.06.4 104.indd 116 05.5 186.932 24.103 45.916 23.

7 2.2 15.0 100.8 0.8 11.9 27.5 20 a 24 anos 5.3 54.3 3.06.6 30 anos ou mais 0.: Exclui os ocupados sem declaração 117 Anuario Nead_roxo.3 53.2 10 a 14 anos 41.5 15 a 17 anos 26. Distribuição dos ocupados por faixa etária em que começaram a Tabela 36 trabalhar segundo sexo e local de residência .0 100.9 2.0 0.8 30.4 0.indd 117 05.1 0. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.8 25 a 29 anos 0.0 9.0 0.4 32.6 2.0 11.0 Fonte: IBGE.Brasil 2006 (em%) Urbana Rural Faixa etária Masculino Feminino Masculino Feminino Até 9 anos 13.5 TOTAL 100.7 12.7 26.9 18 a 19 anos 12.0 100.1 1.08 13:15:24 .

0 10.06.08 13:15:25 .1 83.0 100.9 90.1 96.1 100.0 BRASIL 3.1 96.9 100.9 100.0 18.0 Fonte: IBGE.1 100.5 78.0 17.0 Centro-Oeste 2.8 100.0 16.9 100.0 Sul 3. Pnad Elaboração: DIEESE 118 Anuario Nead_roxo.9 100.0 83.2 96.indd 118 05.2 100.5 100.0 82.9 95.1 97.0 Nordeste 4.8 97. Tabela 37 Distribuição das crianças de 5 a 14 anos de idade por situação de ocupação e local de residência .0 100.0 21.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Urbana Rural Brasil e Grandes Regiões Ocupadas Não ocupadas Total Ocupadas Não ocupadas Total Norte 3.0 9.9 89.0 Sudeste 2.1 100.

1 100.7 100.4 100. Pnad Elaboração: DIEESE 119 Anuario Nead_roxo.0 50.0 57.9 44.indd 119 05.0 55. Distribuição das crianças de 5 a 14 anos que trabalham por atividade Tabela 38 de trabalho principal e sexo .08 13:15:25 .4 28.8 42.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Agrícola Não agrícola Brasil e Grandes Regiões Meninos Meninas Total Meninos Meninas Total Norte 75.9 47.0 BRASIL (em 1.0 Brasil 72.0 57.0 Sul 67.1 100.4 24.6 100.4 100.0 Sudeste 74.5 43.9 42.4 100.0 Nordeste 73.000 pessoas) 836 315 1.6 43.5 26.06.0 Centro-Oeste 71.6 27.0 56.1 25.4 100.5 100.9 100.2 100.3 32.0 56.6 100.151 458 352 810 Fonte: IBGE.

0 50.2 20.08 13:15:26 .0 27.803 Meninas 16.Brasil 2006 (em %) 80.731 TOTAL 60.0 0.0 0.0 10. Pnad 120 Elaboração: DIEESE Anuario Nead_roxo.indd 120 05.0 69. Gráfico 34 Distribuição e estimativa dos ocupados de 5 a 14 anos de idade sem frequência escolar por sexo segundo local de residência .8 70.082 68.0 40.343 20.2 30.0 72.0 Urbana Rural Meninos Meninas (em nos absolutos) Sexo Urbana Rural Meninos 43.0 30.739 47.534 Fonte: IBGE.06.8 60.

Distribuição dos ocupados residentes na área rural por grupamentos Tabela 39
ocupacionais - Brasil 2006
Grupamentos ocupacionais Ocupados %
Trabalhadores agrícolas 12.068.182 71,3
Produtores na exploração agropecuária 3.367.613 19,9
Trabalhadores na exploração agropecuária 8.126.471 48,0
Pescadores, caçadores e extrativistas florestais 422.373 2,5
Trabalhadores da mecanização agropecuária e florestal 151.725 0,9
Trabalhadores da produção de bens e serviços e de reparação e manutenção 1.828.277 10,8
Trabalhadores dos serviços 1.492.087 8,8
Outros (1) 1.545.170 9,1
TOTAL 16.933.716 100,0
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE
Nota: (1) Inclui dirigentes em geral, profissionais das ciências e das artes, técnicos de nível médio, trabalhadores de serviços administrativos,
membros das forças armadas e auxiliares, vendedores e prestadores de serviços do comércio

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Tabela 40 Tipos de famílias com residência rural segundo a ocupação de seus
integrantes - Brasil 2006
Famílias Famílias
Tipo de família Tipo de família
Em 1.000 famílias Em % Em 1.000 famílias Em %
(1) Agrícolas 1.929 23,3
Empregadores 3+ 66 0,8
Agrícolas (2) 8 0,1 Pluriativas 1.152 13,9
Pluriativas (3) 18 0,2 Não-agrícolas 645 7,8
Não-agrícolas (4) 39 0,5 Assalariados (7) 3.150 38,0
Empregadores 2-- (5) 286 3,5 Agrícolas 1.487 18,0
Agrícolas 134 1,6 Pluriativas 380 4,6
Pluriativas 106 1,3 Não-agrícolas 1.284 15,5
Não-agrícolas 47 0,6 Não-ocupado (8) 1.055 12,7
Conta Própria (6) 3.726 45,0 TOTAL de famílias rurais 8.283 100,0
Fonte: Projeto Rurbano
Elaboração: DIEESE
Notas: (1) Famílias que contratam 3 ou mais empregados permanentes nos seus empreendimentos
(2) Famílias onde todos os integrantes ocupados se dedicavam às atividades agrícolas
(3) Famílias onde alguns integrantes se dedicavam as atividades agrícolas e outras às não-agrícolas
(4) Famílias onde todos os integrantes ocupados se dedicavam às atividades não-agrícolas
(5) Famílias que contratam até 2 empregados permanentes nos seus empreendimentos
(6) Famílias que não contratam empregados permanentes nos seus empreendimentos
(7) Famílias sem nenhum empreendimento e com pelo menos um integrante como assalariado
(8) Famílias onde nenhum integrante estava ocupado na semana de referência da pesquisa

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Proporção de ocupados residentes na área rural ocupados em Gráfico 35
empreendimentos não-agrícolas - Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %)
100
90
80
700
60
50
4400 39,5 37,8
30,3
30 28,1
26,0
21,5
2200
10
0
Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE

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Tabela 41 Distribuição dos ocupados rurais não-agrícolas segundo atividade
econômica - Brasil 2006
Atividade econômica Em 1.000 pessoas Em %
Serviços (1) 1.623 33,8
Indústria 1.213 25,3
Comércio 808 16,8
Construção 473 9,9
Administração pública 249 5,2
Transporte e comunicação 217 4,5
Outros 212 4,4
TOTAL DE OCUPADOS 4.795 100,0
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE
Nota: (1) Inclui serviços públicos e privados

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Distribuição dos empregados no setor privado residentes na área rural por porte Tabela 42
do empreendimento não-agrícola segundo setor de atividade - Brasil 2006 (em %)
Número de pessoas ocupadas no empreendimento
Setor de atividade
Duas Três a cinco Seis a dez Onze ou mais Total Total (nos abs.)
Indústria 4,1 11,6 11,8 72,4 100,0 649.154
Construção 30,4 17,5 7,5 44,6 100,0 238.910
Comércio e reparação 10,8 26,5 20,8 41,8 100,0 356.229
Serviços 13,8 17,2 13,8 55,2 100,0 350.039
Administração pública 15,2 27,3 - 57,6 100,0 2.124
Outras atividades 10,6 13,3 9,3 66,8 100,0 151.320
TOTAL 11,6 16,9 13,2 58,3 100,0 1.766.989
Fonte: IBGE. Pnad
Elaboração: DIEESE

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Anuario Nead_roxo.06.08 13:15:30 .indd 126 05.

08 13:15:30 .indd 127 05. Capítulo 3 Trabalho e Rendimento Rendimento Anuario Nead_roxo.06.

08 13:15:31 .Anuario Nead_roxo.06.indd 128 05.

: a) Pessoas de 10 anos ou mais de idade b) Exclui as pessoas sem rendimento 129 Anuario Nead_roxo. segundo a condição de atividade .Procurando trabalho 365 208 429 476 387 321 Desocupadas 225 93 262 236 171 174 Inativas 275 279 417 458 412 336 Fonte: IBGE. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) São consideradas todas as fontes (salário.06.indd 129 05. pensões ou outras formas de rendimento) das pessoas que tem rendimento Obs. Rendimento médio mensal nominal (1) das pessoas residentes em domicílios Tabela 43 rurais.Brasil 2006 (em R$ de set / 06) Condição de atividade Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Economicamente ativas 503 293 560 713 660 468 Ocupadas 506 295 562 715 663 470 .08 13:15:31 .

0 20.6 1.9 0.Brasil 2006 (em%) 90.: a) A categoria sem rendimento inclui pessoas que receberam somente benefícios.2 3. Gráfico 36 Distribuição dos ocupados na atividade agrícola por faixa de rendimento segundo sexo .0 60.06.7 80.0 Até 0.5 salário Mais de 0.0 30.0 40.0 80.2 10.5 a 1 Mais de 1 a 2 Mais de 2 a 5 Mais de 5 a 10 Mais de 10 Sem rendimento mínimo salário mínimo salários mínimos salários mínimos salários mínimos salários mínimos Masculino Feminino Fonte: IBGE.1 0.0 50.9 27.7 0.2 0.0 26. b) Exclui os ocupados sem declaração Anuario Nead_roxo.2 18.1 6.0 70.08 13:15:31 .0 8.indd 130 05. Pnad Elaboração: DIEESE 130 Obs.0 .6 0.6 6. 19.

Elaboração: DIEESE Nota: (1) Atividades de serviços relacionados com a agricultura e a pecuária Obs. Pnad.000 Masculino Feminino Fonte: IBGE.Brasil 2006 (em R$ set/06) 264 Lavoura temporária 397 Lavoura permanente 320 556 Horticultura / Floricultura 290 76.06. Renda média mensal do pessoal ocupado na agropecuária por Gráfico 37 atividade e sexo .08 13:15:32 .indd 131 05.: Para o cálculo da renda média foram consideradas as pessoas com renda positiva 131 Anuario Nead_roxo.89 526 Pecuária 869 625 Criação de aves 219 770 Apicultura / Sericicultura 88 603 Produção mista: lavoura e pecuária 275 883 Silvicultura / Exploração florestal 127 518 Pesca / Aqüicultura 153 297 Serviços (1) 369 485 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1.

Pesquisa de Orçamentos Familiares Elaboração: DIEESE Notas: (1) Inclui rendimentos do empregado.8 30.76 6. Tabela 44 Valor e distribuição do rendimento médio mensal familiar por origem do rendimento segundo o local de residência . pelo menos na última transação. não tenha passado pelo mercado Obs.00 16.59 14.4 Transferência 291.7 Outras transferências (2) 73.6 50.9 203.04 1.225.9 142.93 3.42 100.72 3.0 873. mesada ou doação e transferências transitórias (3) Inclui rendimento de aluguel de bens móveis e imóveis (4) Inclui rendimentos de vendas esporádicas.28 53. coletado ou recebido em bens (troca. bolsas de estudo. do empregador e do trabalho por conta própria (2) Inclui transferências oriundas de aposentadorias de previdência privada.954.06.9 11. aplicações de capitais e outros (5) Parcela equivalente às despesas não-monetárias definidas como tudo que é produzido.3 RENDIMENTO TOTAL 1. caçado. empréstimos.: O termo família está sendo utilizado para indicar a unidade de investigação da pesquisa “unidade de consumo” 132 Anuario Nead_roxo.1 111.5 Rendimento de aluguel (3) 36. retirada do negócio.0 Fonte: IBGE.85 5. produção própria e salário em bens) utilizados ou consumidos durante o período de referência da pesquisa e que.93 100. doação.25 13.11 62. pensão alimentícia.08 13:15:33 .indd 132 05.7 466.Brasil 2003 Urbana Rural Origem dos rendimentos Em R$ Em % Em R$ Em % (1) Rendimento do trabalho 1.2 Aposentadoria previdência pública 217.3 Outros rendimentos (4) 129.76 23.66 11.28 12.8 Rendimento não-monetário (5) 271. pescado.71 1.

produção própria e salário em bens) utilizados ou consumidos durante o período de referência da pesquisa e que.5 Rendimento de aluguel (2) 1. pescado.Brasil 2003 (em %) Rendimento do trabalho . aplicações de capitais e outros (4) Parcela equivalente às despesas não-monetárias definidas como tudo que é produzido.8 Rendimento não-monetário (4) 23. Pesquisa de Orçamentos Familiares Elaboração: DIEESE Notas: (1) Inclui transferências oriundas de aposentadorias de previdência privada.0 20.06.0 Fonte: IBGE.0 5. pelo menos na última transação.0 15.indd 133 05.aposentadoria previdência pública 12.0 30.4 Rendimento do trabalho .3 Outros rendimentos (3) 5. mesada ou doação e transferências transitórias (2) Inclui rendimento de aluguel de bens móveis e imóveis (3) Inclui rendimentos de vendas esporádicas. Distribuição do rendimento médio mensal familiar da população Gráfico 38 rural segundo origem do rendimento .empregador 6. pensão alimentícia. empréstimos.conta própria 22. bolsas de estudo.3 0.0 10.08 13:15:33 .0 Rendimento do trabalho . coletado ou recebido em bens (troca.: O termo família está sendo utilizado para indicar a unidade de investigação da pesquisa “unidade de consumo” 133 Anuario Nead_roxo.0 25. caçado.empregado 25. doação.0 Transferência . retirada do negócio. não tenha passado pelo mercado Obs.7 Outras transferências (1) 3.

Gráfico 39 Rendimento médio mensal por local de residência Brasil e Grandes Regiões 2006 (em R$ de set/06) 800 743 745 706 700 647 600 500 460 424 440 400 393 348 300 264 277 200 179 100 0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Urbana Rural Fonte: IBGE.: Exclui as pessoas sem declaração do valor do rendimento.08 13:15:34 .06.indd 134 05. 134 Anuario Nead_roxo. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.

0 13.0 32.0 17.4 25.7 0.0 21.9 -- Até 1 salário Mais de 1 a 2 Mais de 2 a 3 Mais de 3 a 5 Mais de 5 a 10 Mais de 10 Sem rendimento mínimo salários mínimos salários mínimos salários mínimos salários mínimos salários mínimos Urbana Rural Fonte: IBGE.3 18.6 18.6 30.indd 135 05.0 .: a) A categoria “sem rendimento” inclui os domicílios cujos moradores receberam somente em benefícios.2 5.0 26. Pnad. b) Exclusive os domicílios sem declaração do valor do rendimento.1 20.2 10.06. empregado doméstico ou parente de empregado doméstico 135 Anuario Nead_roxo.4 20.0 1. 6. c) Exclusive os rendimentos dos moradores cuja condição no domicílio era pensionista.6 11.1 15. Elaboração: DIEESE Obs.08 13:15:35 .9 0.7 10. Distribuição dos domicílios urbanos e rurais por faixas de rendimento Gráfico 40 Brasil 2006 (em %) 35.

4 Nordeste 530 330 62.0 566 193 34.Pnad Elaboração: DIEESE Obs.: Exclui as pessoas sem declaração do valor do rendimento 136 Anuario Nead_roxo.indd 136 05.06.5 Centro-Oeste 916 513 56.08 13:15:35 .6 Sudeste 989 524 53. Tabela 45 Rendimento médio mensal segundo local de residência e sexo Brasil e Grandes Regiões 2006 (em R$ de set/06) Urbana Rural Brasil e Proporção do rendimento Proporção do rendimento Grandes Regiões Masculino Feminino feminino em relação Masculino Feminino feminino em relação ao masculino (%) ao masculino (%) Norte 595 332 55.1 374 173 46.3 219 135 61.0 479 207 43.2 Sul 977 536 54.8 364 147 40.9 623 246 39.3 Fonte: IBGE.1 BRASIL 847 467 55.

243 62.0 Fonte: IBGE.005 49.0 Sul 1. Rendimento médio mensal domiciliar por local de residência Tabela 46 Brasil e Grandes Regiões 2006 (em R$ de set/06) Brasil e Proporção do rendimento Urbana Rural rural em relação ao Grandes Regiões rendimento urbano (%) Norte 1.: a) Exclui os domicílios sem declaração do valor do rendimento b) Exclui os rendimentos dos moradores cuja condição no domicílio era pensionista.994 1.5 Nordeste 1.3 Sudeste 2.08 13:15:36 .430 822 57.049 1.3 Centro-Oeste 1. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.052 53.821 838 46.971 1.indd 137 05.06. empregado doméstico ou parente de empregado doméstico 137 Anuario Nead_roxo.4 BRASIL 1.260 571 45.

145 88.795 2.431 Auxílio-reclusão 184 267 334 406 544 Auxílio-acidente 54 79 99 165 274 Salário-maternidade 105.079 345.292 229.000) Grupos de espécies 2002 2003 2004 2005 2006 Aposentadoria por tempo de contribuição 255 230 375 638 839 Aposentadoria por idade 63.756 28. Tabela 47 Valor dos benefícios previdenciários concedidos para a clientela rural por grupos de espécies .998 50.Brasil 2002-2006 (em R$ 1.705 281.034 71.738 256.920 3.340 7.420 82.084 30.669 61.832 Pensões por morte 21.698 105.490 3.152 102.925 6. Anuário Estatístico da Previdência Social Elaboração: DIEESE 138 Anuario Nead_roxo.968 Fonte: MPAS.379 6.161 9.337 81.08 13:15:36 . 1 Auxílio-doença acidentário 3.909 65.298 83.281 83.304 23.670 Auxílio-acidente acidentário 50 47 48 55 60 Aposentadoria acidentária 168 160 115 141 53 Pensões acidentárias 23 30 22 27 26 TOTAL 243.06.632 Auxílio-doença 42.991 2.004 69.177 Aposentadoria por invalidez 5.indd 138 05.734 38.427 Rendas mensais vitalícias por invalidez 5 5 3 2 2 Rendas mensais vitalícias por idade 2 1 1 .

Censo Demográfico Elaboração: DIEESE Nota: (1) O Índice de Gini.522 0. Quando igual a zero. Quando igual a um. Portanto. quando se aproxima de um. significa a situação teórica de igualdade.530 0.633 BRASIL 0.583 0.592 Sul 0.618 Sudeste 0.581 0.535 0.603 0.585 Centro-Oeste 0.608 Fonte: IBGE. que varia de zero a um.589 0.509 0.06. é um indicador de igualdade ou desigualdade de uma distribuição.598 Nordeste 0.Brasil e Grandes Regiões 2000 Local de residência Brasil e Grandes Regiões Urbana Rural Total Norte 0.602 0. Índice de Gini (1) da distribuição do rendimento nominal mensal das pessoas Tabela 48 com rendimento por local de residência .indd 139 05.609 0.08 13:15:37 .: Os dados são dos primeiros resultados da amostra 139 Anuario Nead_roxo. ocorre a situação máxima de desigualdade. significa que uma dada distribuição está se concentrando Obs.634 0.528 0.

Anuario Nead_roxo.08 13:15:38 .06.indd 140 05.

06. Capítulo 4 Indicadores Sindicais Anuario Nead_roxo.08 13:15:38 .indd 141 05.

06.indd 142 05.08 13:15:38 .Anuario Nead_roxo.

Proporção de ocupados associados a sindicatos por setor de atividade Gráfico 41 Brasil 2006 (em %) 30 27.6 15 11.08 13:15:38 .6 16.06.0 25 24.indd 143 05.4 22.8 5 0 Indústria Comércio e Construção Agrícola Serviços Administração Outras Total reparação pública atividades (1) Fonte: IBGE.9 20 18.7 10 7. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Inclui as atividades mal definidas ou não declaradas Obs.9 22.: Refere-se à pessoa ocupada no período de referência de 365 dias (tinha trabalho na semana de referência ou no período de captação de 358 dias) 143 Anuario Nead_roxo.

035 17.6 29.214 4.0 100.4 Profissionais liberais 5.0 . 100.2 4.0 .4 59. Tabela 49 Distribuição dos ocupados associados a sindicatos por tipo de sindicato.5 . segundo local de residência .3 4.: Refere-se à pessoa ocupada no período de referência de 365 dias (tinha trabalho na semana de referência ou no período de captação de 358 dias) 144 Anuario Nead_roxo. 1.Brasil 2006 (em %) Tipo de sindicato Residência urbana Residência rural Total Empregados urbanos 75.5 88.4 1.5 0.1 0.06.000 pessoas) 13.indd 144 05.0 9.9 Trabalhadores avulsos 0.0 Outro sindicato 5.4 .08 13:15:39 . TOTAL (em 1.1 0. TOTAL 100.7 Trabalhadores rurais 11. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.249 Fonte: IBGE.4 0.6 Trabalhadores autônomos 2.

9 19.indd 145 05.: Refere-se à pessoa ocupada no período de referência de 365 dias (tinha trabalho na semana de referência ou no período de captação de 358 dias) 145 Anuario Nead_roxo.6 20 15 10 5 0 Urbana Rural Masculino Feminino Fonte: IBGE.08 13:15:39 .06.6 30 25 24. Gráfico 42 segundo local de residência .0 19.Brasil 2006 (em %) 35 30. Proporção de ocupados agrícolas associados a sindicatos por sexo. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.

indd 146 05.06. Gráfico 43 Proporção de ocupados agrícolas associados a sindicatos por cor.: a) Exclui os ocupados sem declaração de cor ou associação a sindicato.08 13:15:40 .4 19.5 24. b) Refere-se à pessoa ocupada no período de referência de 365 dias (tinha trabalho na semana de referência ou no período de captação de 358 dias) 146 Anuario Nead_roxo.9 10 5.4 26.7 21.5 20.9 15 14.6 5 0 Indígena Branca Preta Amarela Parda Total Urbana Rural Fonte: IBGE.9 9.Brasil 2006 (em %) 35 30 29. segundo local de residência .3 25 23.0 20 19.7 19. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.

federações e sindicatos por tipo de Tabela 50 entidade e área geo-econômica .415 100. Anuário de Informações Sindicais Elaboração : DIEESE Obs.5 874 25.0 133 100. Número de confederações.0 Trabalhadores Rural 1 5.3 18 13.0 3.814 26.541 74.06.3 20 7.6 Urbana 6 85.9 4.: Entidades com cadastro atualizado até 22 de maio de 2007 147 Anuario Nead_roxo.0 Fonte: MTE.indd 147 05.8 Urbana 18 94.760 100.Brasil 2006 Área geo-econômica Confederação Federação Sindicato Nos absolutos Em % Nos absolutos Em % Nos absolutos Em % Empregadores Rural 1 14.0 283 100.5 2.0 6.08 13:15:41 .4 TOTAL 7 100.2 TOTAL 19 100.7 115 86.1 1.7 263 92.946 73.

Tabela 51 Sindicatos e número de associados
Brasil 2001
Número de associados Total de sindicatos
Tipo de Sindicato
Em nos absolutos Em % Em nos absolutos Em %
Trabalhadores 19.528.311 100,0 11.354 100,0
Trabalhadores rurais 9.136.624 46,8 3.911 34,4
Trabalhadores urbanos 10.391.687 53,2 7.443 65,6
Empregadores 1.224.794 100,0 4.607 100,0
Empregadores rurais 519.284 42,4 1.787 38,8
Empregadores urbanos 705.510 57,6 2.820 61,2
Fonte: IBGE. Pesquisa Sindical
Elaboração: DIEESE

148

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Distribuição dos sindicatos de trabalhadores rurais, por faixas Tabela 52
de associados - Brasil e Grandes Regiões 2001 (em %)
Brasil e Faixa de associados Total
Grandes De 51 De 101 De 501 De 1.001 De 5.001 De 10.001
Regiões Até 50 a 100 a 500 a 1.000 a 5.000 a 10.000 a 50.000 Em % Em nos abs.
Norte 0,3 1,4 15,2 16,6 52,7 11,1 2,7 100,0 296
Nordeste 0,4 0,5 9,5 13,2 59,4 13,9 3,1 100,0 1.678
Sudeste 1,7 4,7 23,7 18,8 41,1 7,6 2,5 100,0 767
Sul 0,7 2,0 19,5 26,4 46,8 3,7 0,9 100,0 887
Centro-Oeste 1,1 2,8 21,6 18,7 49,8 5,3 0,7 100,0 283
BRASIL 0,8 1,9 15,9 17,9 51,7 9,5 2,3 100,0 3.911
Fonte: IBGE. Pesquisa Sindical
Elaboração: DIEESE

149

Anuario Nead_roxo.indd 149 05.06.08 13:15:42

Tabela 53 Distribuição dos sindicatos de trabalhadores rurais segundo faixas de
associados em relação à base - Brasil e Grandes Regiões 2001 (em %)
Brasil e Grandes Percentual de associados em relação aos trabalhadores na base Total de sindicatos
Regiões Até 20% de 21 a 40% de 41 a 60% de 61 a 80% de 81 a 100% Em % Em nos abs.
Norte 13,2 24,1 13,6 14,2 34,9 100,0 295
Nordeste 8,9 19,1 21,0 21,5 29,6 100,0 1.678
Sudeste 19,0 19,3 19,0 14,0 28,7 100,0 767
Sul 7,7 17,6 20,9 19,6 34,3 100,0 887
Centro-Oeste 14,1 20,5 17,7 18,4 29,3 100,0 283
BRASIL 11,3 19,3 19,8 18,8 30,9 100,0 3.910
Fonte: IBGE. Pesquisa Sindical
Elaboração: DIEESE
Obs: a) Posição em 31/12/2001
b) Exclui os sindicatos sem declaração do número de associados e/ou do número de trabalhadores na base

150

Anuario Nead_roxo.indd 150 05.06.08 13:15:43

Composição da diretoria dos sindicatos de trabalhadores rurais por Tabela 54
tipo de inserção na agropecuária - Brasil 2001 (em %)
Tipo de inserção na Sindicatos de trabalhadores rurais, por inserção na diretoria
produção agropecuária Presidente 1° secretário 1° tesoureiro
Pequeno proprietário 71,2 45,6 48,1
Arrendatário 5,3 25,1 4,7
Parceiro 6,1 8,1 27,6
Posseiro ou ocupante 7,0 8,1 7,6
Assalariado 7,8 10,2 9,5
Outro 2,5 3,0 2,5
TOTAL 100,0 100,0 100,0
Fonte: IBGE. Pesquisa Sindical
Elaboração: DIEESE

151

Anuario Nead_roxo.indd 151 05.06.08 13:15:44

Tabela 55 Distribuição dos sindicatos rurais segundo faixas de participação de
mulheres na diretoria do sindicato - Brasil e Grandes Regiões 2001 (em %)
Grandes Faixas de participação de mulheres na diretoria
Regiões e tipo Não Até De 26 De 51 De 76 Sem Total
de sindicato tem 25% a 50% a 75% a 100% declaração (1)
Empregadores 58,0 36,6 5,3 - - - 100,0
Trabalhadores 10,8 36,8 45,6 6,1 0,7 - 100,0
Norte 25,3 36,8 33,3 4,2 0,5 - 100,0
Empregadores 65,5 27,1 7,1 0,3 - - 100,0
Trabalhadores 7,0 34,7 48,2 8,5 1,5 0,1 100,0
Nordeste 16,8 33,4 41,3 7,1 1,2 0,1 100,0
Empregadores 74,0 23,8 1,5 0,3 0,1 0,3 100,0
Trabalhadores 29,3 41,9 25,3 3,0 0,5 - 100,0
Sudeste 50,5 33,3 14,0 1,7 0,3 0,1 100,0
Empregadores 72,8 26,2 0,5 - - 0,5 100,0
Trabalhadores 25,5 48,3 25,1 0,8 0,2 0,1 100,0
Sul 40,3 41,4 17,4 0,5 0,2 0,2 100,0
continua

152

Anuario Nead_roxo.indd 152 05.06.08 13:15:44

0 Centro-Oeste 34.7 2.7 25.0 29.08 13:15:45 .1 .0 Trabalhadores 16.0 Empregadores 70. .indd 153 05.0 BRASIL 33.5 45.0 Fonte: IBGE.2 100. 100.: Posição em 31/12/2001 153 Anuario Nead_roxo.4 .0 40. .4 . 100.1 100.9 3.8 0.7 0.1 100.0 35.9 38.1 0. Pesquisa Sindical Elaboração: DIEESE Nota: (1) Não há informação do sindicato Obs.0 1. 100.8 2.0 Trabalhadores 9.2 0.1 37.5 0.1 26.Brasil e Grandes Regiões 2001 (em %) Grandes Faixas de participação de mulheres na diretoria Regiões e tipo Não Até De 26 De 51 De 76 Sem Total de sindicato tem 25% a 50% a 75% a 100% declaração (1) Empregadores 67.9 2. Tabela 55 Distribuição dos sindicatos rurais segundo faixas de participação de conclusão mulheres na diretoria do sindicato .6 42.9 26.06.7 0.9 5.6 0.0 0. .

9 sem registro (2) 60.08 13:15:46 .3 32.1 Empregadores Rurais 100.8 38.06.indd 154 05. Tabela 56 Sindicatos de trabalhadores e empregadores rurais por condição de registro no Ministério do Trabalho e Emprego .6 64.6 74.4 35.9 25.0 100.0 100.0 100.1 27.0 com registro (1) 55.0 100.8 42.9 72.7 67.0 com registro (1) 39.0 100.8 86.0 sem registro (2) 44.4 86.0 100.0 Fonte: IBGE.2 13.0 100.0 100.8 79.4 25.0 100.2 57.0 100.1 74.6 13. Pesquisa Sindical Elaboração: DIEESE Notas: (1) Inclui apenas os sindicatos que possuem carta de reconhecimento (carta sindical) ou registro sindical no MTE (2) Inclui os sindicatos que possuem apenas registro em cartório ou registro em cartório e pedido de registro no MTE 154 Anuario Nead_roxo.2 61.Brasil e Grandes Regiões 2001 (em %) Tipos de Sindicatos Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Trabalhadores Rurais 100.2 21.

0 32.indd 155 05.3 0. segundo filiação à Central Sindical Gráfico 44 Brasil 2001 (em %) 70.0 20.0 40.0 62.0 2.08 13:15:47 .0 50.06.9 0.0 0.4 1. Sindicatos de trabalhadores rurais.5 30.8 60. Pesquisa Sindical Elaboração: DIEESE 155 Anuario Nead_roxo.0 CAT CGT CUT Força Sindical SDS Outra Central Não filiados Sindical Fonte: IBGE.0 10.1 0.

7 14.0 100.6 3.6 33.367 938 553 216 3. de um lado.9 3.4 30.7 28.6 25.Brasil e Grandes Regiões 2001 (em %) Natureza da negociação Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Negociações realizadas entre sindicatos de trabalhadores e sindicatos de 20.3 52.1 6.6 Acordo Coletivo (2) Dissídio (3) de Convenção Coletiva 1.0 100.7 3.3 47.5 10.6 3. um ou mais sindicatos de trabalhadores e. de outro.2001 15.0 9.08 13:15:47 .0 100.9 25.0 100.4 47.9 7.indd 156 05. Pesquisa Sindical Elaboração: DIEESE Notas: (1) Termo resultante do processo de negociação entre uma ou mais entidades representativas de trabalhadores e uma ou mais entidades sindicais patronais (sindicato patronal. uma ou mais empresas de determinada categoria econômica.3 50. após a frustração do processo negocial 156 Anuario Nead_roxo.3 57.12.7 5.369 Fonte: IBGE.2 Negociações iniciadas no ano de 2001 e não concluídas até 31.0 100. A convenção coletiva abrange todas as empresas da base da entidade sindical patronal signatária (2) Instrumento de negociação coletiva em que há. Tabela 57 Distribuição das negociações coletivas realizadas pelos sindicatos de trabalhadores rurais por natureza da negociação .1 7.4 (3) Dissídio de Acordo Coletivo 2.3 1.4 5.0 TOTAL DE NEGOCIAÇÕES (em nº absolutos) 295 1. com sua aplicação ocorrendo no âmbito da empresa ou das empresas acordantes (3) Sentença normativa emitida pelo tribunal.8 3.9 14.06.9 empresas por Convenção Coletiva (1) Negociações realizadas entre sindicatos de trabalhadores e empresas por 59. federação patronal).8 TOTAL DE NEGOCIAÇÕES (em %) 100.

Capítulo 5 Reforma Agrária e Agricultura Familiar Anuario Nead_roxo.indd 157 05.06.08 13:15:48 .

Anuario Nead_roxo.indd 158 05.08 13:15:48 .06.

indd 159 05.06.08 13:15:48 . Capítulo 5 Reforma Agrária e Agricultura Familiar Reforma Agrária Anuario Nead_roxo.

06.08 13:15:49 .indd 160 05.Anuario Nead_roxo.

0 32.4 5.0 15.0 0.0 10.indd 161 05.08 13:15:49 .8 6. Evolução da área destinada à reforma agrária Gráfico 45 Brasil 1995-2007 (em milhões de ha) 35.0 1995/1998 1999/2002 2003/2006 2007 Fonte: DEA/Incra Elaboração: DIEESE 161 Anuario Nead_roxo.0 20.8 10.06.0 25.0 8.5 30.

200 1. Gráfico 46 Investimento em obtenção de terras Brasil 1999 .indd 162 05.2007 (em R$ milhões) 1.291 1.: Refere-se aos gastos do Incra com desapropriações e com a compra de terras para fins de Reforma Agrária 162 Anuario Nead_roxo.000 983 938 800 600 406 379 409 400 331 200 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: DEA/Incra Elaboração: DIEESE Obs.338 1.310 1.08 13:15:49 .400 1.06.

8 66.indd 163 05.4 127.0 136.08 13:15:50 .0 .0 43. 0.06.3 80.5 40.7 99.5 60.0 98.0 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: DEA/Incra Elaboração: DIEESE 163 Anuario Nead_roxo. Evolução do número de famílias assentadas Gráfico 47 Brasil 1997-2007 (em 1.5 120.000 famílias) 160.3 20.9 67.8 69.0 81.2 100.0 36.0 140.0 73.

indd 164 05.0 76.0 450.7 450.8 150.7 85.6 300.0 250.4 400.0 427.0 169. Gráfico 48 Número de famílias assentadas que receberam assistência técnica Brasil 2001-2007 (em 1.0 376.8 350.0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: DEA/Incra Elaboração: DIEESE 164 Anuario Nead_roxo.08 13:15:51 .0 305.06.0 200.000 famílias) 500.0 100.5 50.0 0.

131 2004 417 6.602 69.881 36.764 2005 2.921 TOTAL 21.422 83.059 126.873 132.138 155.202 43.475 414.419 73.800 82.050 2007 8.003 201.08 13:15:51 .192 947.682 155.: Dados de circulação interna da SRA 165 Anuario Nead_roxo.290 249.062 57.294 424.756 341.449 118. CGPMA/SRA Elaboração: DIEESE Obs.079.972 1.907 315.indd 165 05.000 R$) (em 1.770 1.446 497.06.940 9.395.366 166.000 R$) (em 1.000 R$) 2003 2.339 249.199 16.742 Fonte: MDA.260 16.345 116. Evolução do crédito fundiário Tabela 58 Brasil 2003-2007 Subprojetos de Subprojetos p j de Número de Número de Investimentos Aquisição ç de Valor total Ano operações famílias Área (ha) Comunitários Terras (em 1.246 9.876 2006 7.

4 1.2 22.7 3.7 33.06.1 2. Tabela 59 Distribuição do crédito fundiário Brasil e Grandes Regiões 2007 (em %) Brasil Crédito fundiário Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Em % Em nos abs.0 45.6 8.3 100.5 20.0 16.000 R$) Subprojetos de Aquisição de 10.indd 166 05.3 100.290 Área (total em ha) 12.7 100.3 3.5 64.000 R$) VALOR TOTAL (total em 1.0 11.921 Fonte: MDA.7 17.0 414.3 39.6 17.: Dados de circulação interna da SRA 166 Anuario Nead_roxo.6 3. CGPMA/SRA Elaboração: DIEESE Obs.0 8.0 83.0 — 100.000 R$) 8.0 497.7 100. Número de operações 2.0 249.08 13:15:52 .422 Subprojetos de Investimentos — 95.1 33.9 14.199 Número de famílias 7.3 47.4 1.7 8.8 3.475 Comunitários (total em 1.2 60.5 100.446 Terras (total em 1.

149 651 11.029 Bahia 727 12.647 Tocantins 39 1.239 529 5.653 2.776 Rio Grande do Norte 771 16.822 361 8.080 358 3.332 428 8.111 73.591 488 12.017 28.826 178.577 continua 167 Anuario Nead_roxo.753 81 826 237 2.712 141.652 1.556 830 18.052 Pernambuco 521 9.346 Alagoas 190 2.indd 167 05.06.178 50.898 Piauí 1. Evolução do número de famílias atendidas e da área adquirida com o Tabela 60 crédito fundiário .461 1.437 150.548 3.461 1.451 1.08 13:15:53 .460 472 7.394 Paraíba 433 12.019 186 5.228 Ceará 425 12.Unidades da Federação 2005 .699 Norte 39 1.737 334 6.936 2.428 35.549 991 20.952 7.019 186 5.946 Sergipe 287 2.199 22.421 43.511 Maranhão 1.930 36.2007 2005 2006 2007 Unidades da Federação Famílias Área Famílias Área Famílias Área adquirida (ha) adquirida (ha) adquirida (ha) Rondônia — — — — 116 1.054 22.369 8.133 30.743 Nordeste 6.987 540 10.

2007 2005 2006 2007 Unidades da Federação Famílias Área Famílias Área Famílias Área adquirida (ha) adquirida (ha) adquirida (ha) Espírito Santo 409 2.014 9.143 455 4.055 72 347 Minas Gerais 183 2.Unidades da Federação 2005 .893 Goiás — — 121 1.06.284 6.869 654 3.027 5.422 Fonte: MDA.481 Sul 1.648 TOTAL 9.339 São Paulo — — 56 323 134 573 Rio de Janeiro 15 254 77 1.687 266 2. CGPMA/SRA Elaboração: DIEESE 168 Obs.339 249.970 Santa Catarina 913 9.214 55.928 18.728 32.290 249.670 Mato Grosso do Sul — — — — 8 37 Centro-Oeste 80 1.705 30.333 1.315 41 699 Sudeste 607 4.661 3.505 3.027 503 3.373 43.: Dados de circulação interna da SRA Anuario Nead_roxo.800 16.570 17.585 1.646 1.038 527 2.277 384 2.653 1.143 576 6.602 16.08 13:15:53 . Tabela 60 Evolução do número de famílias atendidas e da área adquirida com o conclusão crédito fundiário .787 537 4.941 Mato Grosso 80 1.958 Paraná 168 1.indd 168 05.844 20.366 166.256 20 334 256 2.959 19.442 Rio Grande do Sul 847 7.

08 13:15:55 .06.indd 169 05. Dimensões dos módulos fiscais Tabela 61 Brasil e Unidades da Federação 2007 (em ha) Unidades da Federação Módulo máximo Módulo mínimo Mais freqüente Norte Acre 100 70 100 Amapá (1) 70 50 70/50 Amazonas 100 80 100 Pará 75 5 70 Rondônia (2) 60 60 60 Roraima 100 80 80 Tocantins 80 70 80 Nordeste Alagoas 70 7 16 Bahia 70 5 65 Ceará 90 5 55 Maranhão 75 15 75 Paraíba 60 7 55 Pernambuco 70 5 14 Piauí 75 15 70 Rio Grande do Norte 70 7 35 Sergipe 70 5 70 169 continua Anuario Nead_roxo.

170 Anuario Nead_roxo. relevo.08 13:15:55 .: As variações resultam do fato de que o Incra determina o módulo fiscal para cada município levando em conta a qualidade do solo.06. Tabela 61 Dimensões dos módulos fiscais conclusão Brasil e Unidades da Federação 2007 (em ha) Unidades da Federação Módulo máximo Módulo mínimo Mais freqüente Sudeste Espírito Santo 60 7 20 Minas Gerais 70 5 30 Rio de Janeiro 35 5 10 São Paulo 40 5 16 Sul Paraná 30 5 18 Rio Grande do Sul 40 5 20 Santa Catarina 24 7 20 Centro-Oeste Distrito Federal (2) 5 5 5 Goiás 80 7 30 Mato Grosso 100 30 80 Mato Grosso do Sul 110 15 45 Fonte: Incra Elaboração: DIEESE Notas: (1) Em metade dos município é 70 hectares. na outra metade é 50 hectares (2) módulo único Obs.indd 170 05. acesso etc.

9 40 37.08 13:15:56 .1 30 25 20 15 10 5 0 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Fonte: MEC.06.3 38.3 34. Inep. Proporção de assentados que frequentam a escola Gráfico 49 Brasil e Grandes Regiões 2004 (em %) 50 45 42. MDA.Incra/Pronera .PNERA Elaboração: DIEESE 171 Anuario Nead_roxo.indd 171 05.8 35 34.0 33.

1 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Fonte: MEC.7 Educação Especial 15.5ª a 8ª série 5.8 Educação de Jovens e Adultos .1 Ensino Fundamental .7 Ensino Fundamental .2 Educação Profissional de nível técnico 0. Incra/Pronera .Brasil 2004 (em %) Creche 3.Alfabetização 16.5 Pré-escola 30.08 13:15:57 .3 Educação de Jovens e Adultos .9 Ensino médio 4. Inep.2 Educação de Jovens e Adultos .1ª a 4ª série 84. Gráfico 50 Proporção de escolas que atendem assentados que oferecem determinados níveis e modalidades de ensino .06.6 Curso Superior 0.5ª a 8ª série 26.3 Educação Profissional de nível básico 0.1ª a 4ª série 20.: O respondente pode assinalar mais de um nível ou modalidade 172 Anuario Nead_roxo.PNERA Elaboração: DIEESE Obs.Ensino médio 0. MDA.5 Classes de alfabetização 16.3 Educação de Jovens e Adultos .indd 172 05.

Distribuição das escolas que atendem assentados segundo a localização Tabela 62 em relação ao assentamento . MDA.3 16.7 Fonte: MEC.06.9 21.1 40.3 Dentro do assentamento.5 43.4 54.3 23. Incra/Pronera .indd 173 05. Inep.4 66.0 Fora do assentamento/no entorno 10.PNERA Elaboração: DIEESE 173 Anuario Nead_roxo.08 13:15:58 .0 20.2 41.5 25.Brasil e Grandes Regiões 2004 (em %) Localização da escola Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Dentro do assentamento na agrovila/centro comunitário 45.3 41.3 10. mas fora da agrovila/centro comunitário 44.1 34.6 23.8 37.

Sudeste do Pará. Oeste de Santa Catarina.0 90.0 5.0 0 Prefeitura Governo do Estado Governo do Estado ONG e Sindicato e Pronera (2) e e Prefeitura Prefeitura Prefeitura Prefeitura Fonte: NEAD/MDA.06. Sertão do Ceará.0 87.Regiões Selecionadas (1) 2000 (em %) 100. Entorno do DF.: Os dados originais não somam 100% Anuario Nead_roxo.indd 174 05.0 40.0 20.0 1.0 1.0 30.0 80.0 3. Zona Canavieira do Nordeste (2) Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária 174 Obs.0 10. Impacto dos Assentamentos Elaboração: DIEESE Notas: (1) Os dados referem-se às seguintes manchas amostrais: Sul da Bahia.0 70.0 60.08 13:15:58 . Gráfico 51 Instituições responsáveis pela manutenção das escolas dos assentamentos .0 1.0 50.

5 59.1 50.0 60.5 3.8 10.9 75.8 37.08 13:15:59 .9 18.8 37. Distribuição dos assentamentos segundo produtividade média (1) em Gráfico 52 relação à produtividade dos municípios (2) .Regiões Selecionadas 2000 (em %) 100.06.indd 175 05.8 0. Impactos dos Assentamentos Elaboração: DIEESE Notas: (1) Foram considerados apenas os produtos mais relevantes em cada região segundo o percentual dos assentados que os produzem e vendem e a participação no valor da produção (2) Refere-se aos municípios em que estão inseridos os assentamentos 175 Anuario Nead_roxo.0 4.3 43.8 41.3 66.7 42.4 52.6 47.3 51.0 33.4 6.0 Sul BA Sertão CE Entorno DF Sudeste PA Oeste SC Zona Canavieira NE Total Produtividade acima da média Produtividade ao redor da média Produtividade abaixo da média Fonte: NEAD/MDA.0 34.0 10.5 36.7 25.

Oeste de Santa Catarina.4 2.06. Entorno do DF.1 20. extrativista e de produtos beneficiados dos assentamentos durante a safra 98/99 .6 15.0 11.1 5.08 13:16:00 . Sertão do Ceará.8 2.indd 176 05. Gráfico 53 Distribuição da produção agropecuária.0 22. Impacto dos Assentamentos Elaboração: DIEESE Nota: (1) Os dados referem-se às seguintes manchas amostrais: Sul da Bahia.8 4.0 .0 8. Zona Canavieira do Nordeste 176 Anuario Nead_roxo.7 4.4 0.4 10. Sudeste do Pará.0 4.0 16. Leite Mandioca Milho Feijão em Ovos Arroz Abacaxi Soja Inhame Farinha de Outros grãos mandioca Fonte: NEAD/MDA.Regiões Selecionadas (1) 2000 (em %) 25.6 2.2 20.

Resultados do Programa Nacional de Documentação da Gráfico 54 Trabalhadora Rural .08 13:16:00 . PPIGRE Elaboração: DIEESE 177 Anuario Nead_roxo.000) Mulheres atendidas (em 1.000) 2004 2005 2006 2007 Fonte: MDA.indd 177 05.Brasil 2004-2007 (em nos absolutos) 374 299 289 284 263 192 198 148 151 101 101 90 73 75 65 37 Mutirões executados Municípios atendidos Documentos emitidos (em 1.06.

” 178 Anuario Nead_roxo.indd 178 05. Tabela 63 Número de comunidades quilombolas (1) identificadas pelo Governo Federal . PPIGRE Elaboração: DIEESE Nota: (1) De acordo com o artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) de 1988: “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva.203 Paraíba 32 Fonte: MDA.06.Unidades da Federação 2006 Estados da Federação Comunidades Estados da Federação Comunidades Alagoas 57 Paraná 13 Amapá 64 Pernambuco 103 Amazonas 4 Piauí 116 Bahia 554 Rio de Janeiro 28 Ceará 84 Rio Grande do Norte 68 Espírito Santo 56 Rio Grande do Sul 145 Goiás 93 Rondônia 7 Maranhão 852 Santa Catarina 20 Mato Grosso 73 São Paulo 89 Mato Grosso do Sul 30 Sergipe 46 Minas Gerais 251 Tocantins 30 Pará 388 TOTAL 3. devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.08 13:16:01 .

903 Fonte: MDA.042 Títulos concedidos 2 4 16 4 Famílias beneficiadas com títulos 54 365 1.514 2.496 Área dos territórios com RTID (ha) 3.528 240 Área titulada (ha) 3. 27 21 21 Famílias beneficiadas com RTID 54 2.032 59. PPIGRE Elaboração: DIEESE Notas: (1) Foram excluídos do número de processos os que já foram titulados (2) Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (3) O número de RTIDs incluI aqueles com títulos emitidos 179 Anuario Nead_roxo.859 17.08 13:16:01 .695 241.06.243 207.338 3.indd 179 05.712 58. Regularização de territórios quilombolas Tabela 64 Brasil 2004-2007 Regularização de territórios quilombolas 2004 2005 2006 2007 Número de processos (1) 116 212 182 74 RTID (2) publicados (3) .695 9.

06.indd 180 05.08 13:16:02 .Anuario Nead_roxo.

06. Capítulo 5 Reforma Agrária e Agricultura Familiar Agricultura Familiar Anuario Nead_roxo.indd 181 05.08 13:16:02 .

08 13:16:02 .Anuario Nead_roxo.indd 182 05.06.

indd 183 05. Distribuição do PIB das cadeias produtivas segundo o tipo de produtor Gráfico 55 Brasil 2005 (em %) PIB da PIB da cadeia cadeia produtiva produtiva agrícola pecuária patronal familiar 18.: a) o cálculo do PIB das cadeias produtivas é feito pela soma do PIB de quatro agregados (insumos para a agricultura e pecuária. distribuição final) b) Estudo feito antes da mudança metodológica do cálculo do PIB realizada pelas Contas Nacionais do IBGE 183 Anuario Nead_roxo. agricultura e pecuária.0 19. indústrias de base agrícola.0 PIB da cadeia produtiva agrícola patronal 50.0 Fonte: NEAD.0 PIB da cadeia produtiva pecuária familiar 13. PIB da agricultura familiar Elaboração: DIEESE Obs.06.08 13:16:03 .

Gráfico 56 Evolução da participação das cadeias produtivas da agricultura familiar e patronal e dos outros setores de atividade no PIB .3 18.0 0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 (1) PIB da agricultura familiar PIB da agricultura patronal PIB dos outros setores de atividade Fonte: NEAD.6 9.3 9.1 9.9 10 9.6 20.5 20.6 18. distribuição final) Anuario Nead_roxo.1 69.: O cálculo do PIB das cadeias produtivas é feito pela soma do PIB de quatro agregados (insumos para a agricultura e pecuária.6 18.8 9.1 60 50 40 30 20 19.0 71.7 18.Brasil 1996-2005 (em % do PIB/Brasil) 100 90 80 70 71. agricultura 184 e pecuária.0 9.4 70.6 18.2 72.1 72.0 18.1 9.0 73.4 72. indústrias de base agrícola.3 10.4 9.0 73.08 13:16:03 .06.1 72.indd 184 05.2 19. PIB da agricultura familiar Elaboração: DIEESE Nota: (1) Estudo feito antes da mudança metodológica do cálculo do PIB realizada pelas Contas Nacionais do IBGE Obs.0 8.

1 43.3 40. Distribuição do valor da produção agrícola por tipo de produtor Gráfico 57 segundo a cultura .0 Mandioca Arroz Feijão Soja Fumo Milho Outras culturas Total Familiar Patronal Fonte: NEAD.Brasil 2005 (em %) 100.2 80. PIB da agricultura familiar Elaboração: DIEESE Obs.7 20.9 41.7 28.0 95.9 60.indd 185 05.8 4.1 0.0 34.6 65.0 74.9 82.4 25.7 58.0 17.: Estudo feito antes da mudança metodológica do cálculo do PIB realizada pelas Contas Nacionais do IBGE 185 Anuario Nead_roxo.3 58.0 56.06.1 41.3 71.08 13:16:04 .

0 10.5 50.0 59.7 41.08 13:16:05 .06.0 30.0 71.0 55.0 47.: Estudo feito antes da mudança metodológica do cálculo do PIB realizada pelas Contas Nacionais do IBGE Anuario Nead_roxo.3 52.0 28.0 Aves Bovinos Leite Suínos Outros produtos Total da pecuária Familiar Patronal Fonte: NEAD. Gráfico 58 Distribuição do valor da produção pecuária por tipo de produtor segundo a criação .5 44.5 70.0 40.6 43.0 60.5 20.0 0. PIB da agricultura familiar Elaboração: DIEESE 186 Obs.9 49.Brasil 2005 (em %) 80.4 56.indd 186 05.1 50.

7 0.0 100.indd 187 05. Pnad Elaboração: DIEESE Nota: (1) Empregadores com até 2 empregados permanentes Obs.6 2.6 1.0 100.965 869.2 2.7 2.221.6 5.8 10.1 78.256 241. Distribuição dos conta própria e dos empregadores( 1) por condição em Tabela 65 relação ao empreendimento agrícola .6 Outra condição 3.2 7.447 604.7 5.06.8 65.0 100.0 100.0 6.7 5.0 3.364.1 4.6 Cessionário 7.08 13:16:06 .0 100.4 9.4 78.9 5.: Refere-se ao conta própria ou empregador em empreendimento do grupamento agrícola (exceto serviços auxiliares) no trabalho da semana de referência 187 Anuario Nead_roxo.7 6.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Condição em relação ao Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil empreendimento Parceiro 9.0 3.4 1.4 12.4 Total 100.033 4.591 2.0 TOTAL (em nos absolutos) 427.7 74.2 Arrendatário 0.5 4.1 55.9 7.1 Proprietário 72.292 Fonte: IBGE.4 10.0 Posseiro 7.4 17.8 8.6 2.

0 14.8 Quarta 13.013 60.4 Terça 8.457 Fonte: IBGE.5 5.9 6.429 56.9 Total 100.8 75. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.336 240.4 14.2 Quinta 0. Tabela 66 Distribuição dos parceiros por parte da produção contratada pelo uso do bem.3 14.: Refere-se ao conta própria ou empregador com até dois empregados permanentes em empreendimento do grupamento agrícola (exceto serviços auxiliares) no trabalho da semana de referência 188 Anuario Nead_roxo.5 23. móvel ou imóvel.6 7.946 5.3 5.5 5.indd 188 05.Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Parte da produção Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil contratada Meia 72.0 100.0 100.6 5.9 83.0 100.5 59.733 403.0 100.8 18.7 12. utilizado no empreendimento .2 5.4 0.06.9 4.08 13:16:07 .0 24.0 100.6 Outra 4.1 0.9 9.0 4.7 49.3 13.1 35.0 TOTAL (em nos absolutos) 40.

Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Forma contratada Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil de pagamento Somente dinheiro 42.0 100.0 0.3 — — — 0.0 TOTAL (em nos absolutos) 3.4 Somente produto 23.0 100.4 4.3 60.360 Fonte: IBGE.2 16.0 100. Tabela 67 móvel ou imóvel. produto e serviço — 0.202 31. Pnad Elaboração: DIEESE Obs.4 76.0 100.08 13:16:08 .7 0.4 1.7 Dinheiro.7 — 2.3 — 0.4 Total 100.1 0.: Refere-se ao conta própria ou empregador com até dois empregados permanentes em empreendimento do grupamento agrícola (exceto serviços auxiliares) no trabalho da semana de referência 189 Anuario Nead_roxo.6 4.2 63.349 191.6 0.2 Dinheiro e serviço 7. arrendado para o empreendimento .0 100.1 28.7 26.indd 189 05.5 34.2 57.7 6.2 42. Distribuição dos arrendatários por forma contratada de pagamento pelo uso do bem.5 3.5 Dinheiro e produto 7.6 Somente serviço 13.4 50.7 2.230 14.06.2 Produto e serviço 6.9 — 0.414 67.5 4.165 307.5 5.9 — 4.

5 0.5 7.1 6.0 100.775.3 Consumidor direto 23. . Tabela 68 Distribuição dos conta própria e dos empregadores (1) por comprador da produção .6 0.6 0.7 65.9 para o empreendimento Intermediário particular 41.1 0. 0.08 13:16:09 .Brasil e Grandes Regiões 2006 (em %) Comprador (2) Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil Empresa 25. ou a maior parte.0 100.0 0.060 202. Pnad Elaboração: DIEESE Notas: (1) Empregadores com até dois empregados permanentes (2) Comprador que adquiriu a totalidade.7 Cooperativa 5.06.7 0.714.569 540.0 100.0 100.7 15.0 21.6 21.8 21.2 .3 1.8 22.1 18.7 46.2 0. 0. da produção principal do empreendimento que foi vendida no período de referência de 365 dias Obs.1 Total 100.331 3.8 25.8 11.indd 190 05.3 0.3 0.6 0.9 41.9 53.0 100.3 Outro comprador 0.876 803.3 8.7 0.2 0.0 TOTAL (em nos absolutos) 392.7 32.8 0. .5 17.2 1.2 0.5 14.8 37.8 Governo 1.4 Proprietário do bem utilizado 1.707 1.5 Sem declaração .543 Fonte: IBGE.: Refere-se ao conta própria ou empregador em empreendimento do grupamento agrícola (exceto serviços auxiliares) no trabalho da semana de referência que venderam parte da sua produção principal 190 Anuario Nead_roxo.

indd 191 05.08 13:16:10 . Capítulo 5 Reforma Agrária e Agricultura Familiar Crédito Anuario Nead_roxo.06.

indd 192 05.08 13:16:10 .06.Anuario Nead_roxo.

6 42.0 45.5 16.2 15.0 32.0 23.0 5.06.0 18.3 25.7 35.0 0. Evolução do crédito rural Gráfico 59 Brasil 1994-2006 (em R$ bilhões de 2006) 50.0 25.5 29.08 13:16:10 .0 25.0 43. 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Fonte: Banco Central.7 43.5 20.0 36.0 10.indd 193 05.: Corrigido pelo IGP-DI (índice médio anual) 193 Anuario Nead_roxo.0 .8 40. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE Obs.8 40.5 30.6 24.

8 Fundo de Amparo ao Trabalhador 1.08 13:16:11 .9 Fundos constitucionais 679. 6. .325.000 Em % Em R$ 1.125.3 Outras fontes .379 15.6 FTRA/Banco da Terra (2) .1 402.000 Em % Recursos do Tesouro 16.560 100.5 628.3 Funcafé (3) 1.778 1.0 Recursos obrigatórios 12.0 26.0 3.0 10. 351.600. Tabela 69 Valor dos financiamentos rurais concedidos a produtores e cooperativas por finalidade segundo a fonte de recursos .698 51.8 3. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE Notas: (1) Financiamento de Máquinas e Equipamentos (2) Fundo de Terras e da Reforma Agrária (3) Funcafé: Fundo de Defesa da Economia Cafeira 194 (4) Recursos externos .593 0.306 3.0 1.459 7.961 4.710.2 67.7 Recursos livres 809.2 Poupança rural 7.735 29.131.774 0.201.0 Recursos externos (4) 278.724 3.529 0.231 0.005 32.323 4.507 3.201.366. .Brasil 2006 Custeio Investimento Fonte de recurso Em R$ 1.009 2.271 0.847 1.0 Fonte: Banco Central.1 TOTAL 24.06.1 332.9 1.5 Governos estaduais 192 0.437 31.8 BNDES/Finame (1) 82 0.63 rural Anuario Nead_roxo.544.341 100.indd 194 05.3 187.061 6.

6 4.001 a 150.000 72.416.555 100. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE 195 Anuario Nead_roxo.297 0.305 9.3 De 60.522.000 13.766 100.0 16.789 15.000 3.225 2.08 13:16:12 .0 43.892 36.994 0.1 6.3 TOTAL 3.indd 195 05.06.4 15.Brasil 2006 Faixa de financiamento Contrato Valor (em R$) Em nºs absolutos Em % Em R$ milhões Em % De 0 a 60.000 20.780 38.0 Fonte: Banco Central.001 a 300.8 Acima de 300.5 De 150. Valor dos financiamentos concedidos a produtores e cooperativas Tabela 70 segundo faixa de financiamento .039 97.

8 2.2 BRASIL 4.785 0.684 100.6 67.856 57. Em % Em R$ 1.06.494 30.243.085 3.135 50.937 100. Tabela 71 Financiamentos concedidos a cooperativas Brasil e Grandes Regiões 2006 Brasil e Contrato Valor Área financiada Grandes Regiões Em nºs abs.782 55.0 4.2 5.0 Fonte: Banco Central.894 44.1 1 0.450.3 Sudeste 1.669 12.5 196.277 0.994.8 Centro-Oeste 154 3.4 349.indd 196 05.7 Sul 2.000 Em % Em ha Em % Norte 9 0.247 31.1 139.0 626.8 79.1 1.3 1. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE 196 Anuario Nead_roxo.0 Nordeste 424 8.08 13:16:12 .786 1.976 100.

745 194.171 57.1 389.9 570.205.490.2 344.2 1.732 277.6 532.168 Contratos 2004/2005 99.888.591 559.9 2002/2003 35.631.538.425 1.9 2.3 6.729 545.: a) Exclui os contratos com região geográfica não identificada b) Dados de março de 2008 197 Anuario Nead_roxo.1 393.374 539.7 2.159.827 236.1 381.420 805.595 118.06.925.437 2006/2007 104.640 500.08 13:16:13 .7 186.691.9 1.131 303.9 4.2 888.5 8.3 7.376.669 708.390.704 1.2 1.9 2.796 2005/2006 101.312 57.009 30.470.5 2006/2007 821.887.1 1.2 1.5 1.908. Evolução do montante e do número de contratos do Pronaf Tabela 72 Brasil e Grandes Regiões 2002/2003 .919 Fonte: MDA.5 3.807.2006/2007 Desempenho do Pronaf Ano-agrícola Norte Nodeste Sudeste Sul Centro-Oeste Brasil 2002/2003 201.928.064.5 (em R$ milhões) 2004/2005 614.348 678.046.076.443 1.104 904.0 783.881 1.145 285.5 2005/2006 718.423.623 630.358 435.719 61.146.9 1.indd 197 05.5 Montante 2003/2004 549.7 2.820 67. SAF Elaboração: DIEESE Obs.214 Número de 2003/2004 91.

SAF Elaboração: DIEESE 198 Anuario Nead_roxo. Tabela 73 Evolução dos municípios atendidos pelo Pronaf Brasil 2001/2002 .08 13:16:13 .06.2006/2007 (em nos absolutos) Ano Agrícola Municípios com crédito 2001/2002 4.867 2003/2004 5.342 2005/2006 5.indd 198 05.640 2002/2003 4.362 2006/2007 5.227 2004/2005 5.387 Fonte: MDA.

08 13:16:14 . Valor financiado pelo Pronaf (1) segundo finalidade do financiamento Tabela 74 Brasil e Grandes Regiões 2006 Custeio Investimento Total Brasil e Grandes Regiões Em Em % Em Em % Em Em % R$ milhões R$ milhões R$ milhões Norte 156.920.478.3 405.558.989. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE Nota: (1) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar 199 Anuario Nead_roxo.4 100.0 Sudeste 863.0 7.864.6 1.1 2.2 26.5 26.7 55.390.0 BRASIL 3.5 6.9 526.4 Sul 1.7 19.indd 199 05.9 216.8 4.3 6.06.7 1.2 930.607.2 40.8 23.1 100.0 3.1 428.7 7.7 100.3 10.9 14.4 562.9 41.8 1.166.9 11.0 Fonte: Bacen.9 Nordeste 385.8 5.8 Centro-Oeste 211.

321. portanto.: a) De acordo com o art. no âmbito do Pronaf 200 Anuario Nead_roxo.indd 200 05.3 8. não espelham necessariamente o volume de recursos concedidos para esta finalidade.10.06. da Resolução n 2.6 Fonte: Banco Central do Brasil.08 13:16:14 .Brasil 2006 (em %) Custeio Investimento agrícola pecuária 41. de 09.7 33. as Instituições Financeiras estão dispensadas do registro das operações de investimento no Sistema Recor. Os dados de investimentos. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE Nota: (1) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Obs. Gráfico 60 Distribuição do valor dos financiamentos rurais concedidos pelo Pronaf (1) segundo atividade e finalidade .96.4 Investimento Custeio agrícola pecuária 16. 1. inciso III.

5 .8 510.844.1 56.9 66.3 30.0 Custeio Grupo D (5) 1.000) (em R$ 1.6 12.1 1.082.000) (em 1.4 10.276.275.0 0.2 308.0 .4 16.910.001.940. - TOTAL 3.440.9 185.1 1.5 94.9 17.508.8 Mini-produtores 238.583.Brasil 2004/2005 .015.9 300. .054.797.8 MCR 6.840.349. .1 2.4 41.06. - Grupo A/C (3) 44.08 13:16:15 .580.2 Grupo C (4) 1.078.1 0.6 1.058.767.7 700.431.788.3 1.7 45.5 5.000) Grupo A (2) 19.000) (em 1.519.991.517.1 4.3 777.658.5 447.2 Grupo E (6) 559.614.317.3 962.040.0 556.0 continua 201 Anuario Nead_roxo.3 3.2 (7) 431.076.986.845.4 1.7 114.0 1.000) (em R$ 1. Valor financiado e número de contratos do Pronaf (1) por ano-agrícola Tabela 75 segundo modalidade e linha de crédito .000) (em 1.indd 201 05.3 1.2 440.097.2006/2007 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Modalidade e linha de crédito Valor financiado Nº de contratos Valor financiado Nº de contratos Valor financiado Nº de contratos (em R$ 1.

036.7 592.7 0.2 4. Obs.2 11.630.5 561. .3 36.8 7.7 69.08 13:16:16 .9 2.6 549.7 3. (4) Beneficia com crédito de custeio e de investimento os agricultores com renda familiar anual bruta superior a R$ 2 mil e inferior a R$ 14 mil.287.000) (em R$ 1.3 65.9 31.8 831. Os recursos de investimento são destinados a agricultores com renda familiar anual bruta de até R$ 2 mil para financiar qualquer atividade geradora de renda.indd 202 05.1 494.594.2 320.2 303.3 6.9 19. (7) Recursos obrigatórios do Manual do Crédito Rural (MCR) capítulo 6.786.009.631.6 TOTAL GERAL 6.270.7 48.076.1 93.6 1.000) (em R$ 1.8 Grupo D (5) 844. (8) É a linha de 202 microcrédito criada para combater a pobreza rural. o período tomado como referência na divulgação das estatísticas agrícolas se inicia em 1º de julho.6 Fonte: MDA.0 2.0 0.888. .017.408.024.6 Mini-produtores 89.1 0.432.256. Elaboração: DIEESE Notas: (1) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.2 .3 564.6 1.Brasil 2004/2005 .893.4 Investimento Grupo C (4) 399.0 65.4 690.515.000) (em 1.691.455.5 0.2 (7) 21.0 124.419.609.0 Grupo A (2) 436.2 1.0 849.1 468. Tabela 75 Valor financiado e número de contratos do Pronaf (1) por ano-agrícola conclusão segundo modalidade e linha de crédito .272.5 524.470.1 1.0 0.4 0.908.: a) No Brasil.1 474.0 358.656.5 Grupo A/C (3) 22.419.954.000) (em 1. (2) É o primeiro crédito para os assentados da reforma agrária destinado à estruturação de suas unidades produtivas.469. (3) É o primeiro crédito de custeio para as famílias assentadas da reforma agrária que já receberam financiamento do Grupo A.524.2 676.5 84.2 Grupo E (6) 137. b) Resultado em março de 2008.1 92.1 34.259.1 105. SAF.373.987. seção 2.4 8.000) Agroindústria familiar 50.0 Grupo B (8) 358.4 0.0 444. que passam a ter direito a linhas de crédito para financiamento e custeio da produção.287.533. - TOTAL 2.232.06. c) Exclui os contratos com modalidade não identificada Anuario Nead_roxo. (6) (Proger Familiar Rural) – Abrange os agricultores com renda familiar anual bruta entre R$ 40 mil e R$ 60 mil.7 1.2006/2007 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Modalidade e linha de crédito Valor financiado Nº de contratos Valor financiado Nº de contratos Valor financiado Nº de contratos (em R$ 1.7 14.916.1 MCR 6. (5) Beneficia com crédito de custeio e de investimento os agricultores com renda familiar anual bruta superior a R$ 14 mil e limitada a R$ 40 mil.7 559.000) (em 1.

5 4.2 2.06.0 8.1 6.0 0. Elaboração: DIEESE Nota: (1) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Obs. b) Valores contratados. c) Resultado em março de 2008 203 Anuario Nead_roxo.: a) No Brasil o período tomado como referência na divulgação das estatísticas agrícolas se inicia em 1º de julho.0 4.0 2000/2001 2001/2002 2002/2003 2003/2004 2004/2005 2005/2006 2006/2007 Fonte: MDA.0 7.08 13:16:18 .4 8.0 5.4 2.0 2.0 3.2 2.2006/2007 (em R$ bilhões) 9.indd 203 05.SAF.0 1.6 7.0 6. Evolução do crédito do Pronaf (1) por ano-agrícola Gráfico 61 Brasil 2000/2001 .

5 25.3 17.0 30.0 5.Brasil Safras 2002/2003 a 2006/2007 (em %) 35.0 16.7 10.0 14.3 12. Gráfico 62 Evolução da participação das mulheres no número de contratos e no montante do crédito do Pronaf .6 25.0 29. PPIGRE Elaboração: DIEESE Nota: (1) Estimativa do montante das operações 204 Anuario Nead_roxo.5 11.0 0.06.indd 204 05.08 13:16:18 .0 15.4 16.0 20.6 16.0 10.0 2002/2003 2003/2004 2004/2005 2005/2006 2006/2007 (1) Número de contratos Montante Fonte: MDA.

71 Outras aplicações 75.Brasil 2006 Finalidade e Nº de Valor (R$ Finalidade e Nº de Valor (R$ ( principais produtos contratos milhões) principais produtos contratos milhões) Custeio Agrícola 728.86 Milho 318.71 TOTAL 2.06 Animais 155.351.71 Outras aplicações 295.369 27.74 Máquinas e equipamentos 44.49 Soja 101.06.179 1.833 540.08 13:16:19 .984 1.15 Trigo 6.52 Aquisição de animais 682.158.78 Batata 3.556 616.94 Melhorias nas explorações 124.995 323.387 77.981 1.63 Custeio Pecuária 170.166.96 Café 74.03 Outras Aplicações 2.974 203.906 104.325 2.87 Mandioca 68.431.indd 205 05.932 405.017 28.61 Feijão 40. Anuário Estatístico do Crédito Rural Elaboração: DIEESE 205 Anuario Nead_roxo.896 8.497 7.494 128.07 Investimento Agrícola 300.915 2.80 Arroz 25.21 Outras lavouras 74.811 227.03 Investimento Pecuária 1.551.58 Algodão 1.17 Cana-de-Açúcar 8.179 606.98 Melhorias nas explorações 373.392. Número de contratos e valor financiado pelo Pronaf segundo Tabela 76 finalidade e principais produtos .32 Fumo 1.685 403.377 9.692 42.73 Fonte: Banco Central.24 Outras aplicações 15.20 Formação de culturas perenes 55.416 435.122.450 526.264 322.045 2.332 187.997.

06.7 5. o período tomado como referência na divulgação das estatísticas agrícolas se inicia em 1º de julho. (4) É a linha de microcrédito criada para combater a pobreza rural. Gráfico 63 Participação dos grupos no montante de crédito rural do Pronaf (1) Brasil 2006/2007 (em %) MCR 6.9 0.indd 206 05.. (3) É o primeiro crédito de custeio para as famílias assentadas da reforma agrária que já receberam financiamento do Grupo A. (6) Beneficia com crédito de custeio e de investimento os agricultores com renda familiar anual bruta superior a R$ 14 mil e limitada a R$ 40 mil. que passam a ter direito a linhas de crédito 206 para financiamento e custeio da produção. SAF Elaboração: DIEESE Notas: (1) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.2 (8) Grupo A (2) Grupo A/C (3) 0. (7) (Proger Familiar Rural) – Abrange os agricultores com renda familiar anual bruta entre R$ 40 mil e R$ 60 mil. Os recursos de investimento são destinados a agricultores com renda familiar anual bruta de até R$ 2 mil para financiar qualquer atividade geradora de renda. Anuario Nead_roxo. Obs. (5) Beneficia com crédito de custeio e de investimento os agricultores com renda familiar anual bruta superior a R$ 2 mil e inferior a R$ 14 mil.08 13:16:20 .: No Brasil. seção 2. (2) É o primeiro crédito para os assentados da reforma agrária destinado à estruturação de suas unidades produtivas.7 Grupo D (6) 46.4 Grupo B (4) 7.0 Fonte: MDA.0 (7) Grupo E 22. (8) Recursos obrigatórios do Manual do Crédito Rural (MCR) capítulo 6.4 Grupo C (5) 17.

indd 207 05. Capítulo 5 Reforma Agrária e Agricultura Familiar Territórios Rurais Anuario Nead_roxo.06.08 13:16:21 .

08 13:16:21 .indd 208 05.Anuario Nead_roxo.06.

08 13:16:21 .06. Territórios Rurais (1) Tabela 77 Norte 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Alto Acre e Capixaba AC 5 Vale do Juruá AC 3 Baixo Acre AC 6 Alto Juruá AM 4 Baixo Amazonas AM 7 Entorno de Manaus AM 13 Madeira AM 5 Alto Rio Negro AM 3 Médio Juruá AM 3 Centro-Oeste do Amapá AP 4 Sul do Amapá AP 3 Dos Lagos AP 3 Extremo Norte AP 2 Baixo Amazonas PA 11 BR 163 PA 7 Nordeste Paraense PA 15 Sudeste Paraense PA 7 continua 209 Anuario Nead_roxo.indd 209 05.

Tabela 77 Territórios Rurais (1) conclusão Norte 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Sul do Pará PA 9 Transamazônica PA 8 Marajó PA 16 Baixo Tocantins PA 9 Central RO 13 Madeira Mamoré RO 5 Vale do Jamarí RO 9 Rio Machado RO 7 Sul de Roraima RR 4 Terra Indígena Raposa Serra do Sol RR 4 Apa Cantão TO 9 Bico do Papagaio TO 25 Jalapão TO 8 Sudeste do Tocantins TO 13 Médio Araguaia TO 8 TOTAL 248 Fonte: MDA. Elaboração: DIEESE 210 Nota: (1) Apoiados pela Secretaria de Desenvolvimento Territorial Anuario Nead_roxo. Sistema de Informações Territoriais.08 13:16:22 .06.indd 210 05.

08 13:16:23 . Territórios Rurais (1) Tabela 78 Nordeste 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Nome do Território Rural UF Nº de municípios Da Bacia Leiteira AL 11 Sertão de São Francisco BA 10 Do Agreste AL 16 Inhamuns Crateús CE 20 Do Alto Sertão AL 8 Itapipoca CE 18 Do Litoral Norte AL 12 Sertão Central CE 12 Do Médio Sertão AL 9 Sertões de Canindé CE 6 Mata Alagoana AL 16 Sobral CE 17 Bacia do Jacuípe BA 14 Cariri CE 27 Baixo Sul da Bahia BA 16 Baturité CE 13 Chapada Diamantina BA 23 Baixo Parnaíba MA 16 Do Sisal BA 20 Cocais MA 17 Bacia do Rio Corrente BA 11 Lençóis Maranhenses/Munin MA 12 Irecê BA 20 Vale do Itapecuru MA 10 Piemonte do Paraguaçu BA 14 Baixada Ocidental MA 19 Sul da Bahia BA 29 Alto Turi e Gurupi MA 18 Velho Chico BA 16 Médio Mearim MA 16 Itaparica (2) BA 13 Campo e Lagos MA 12 Sertão Produtivo BA 19 Borborema PB 21 continua 211 Anuario Nead_roxo.06.indd 211 05.

035 Fonte: MDA.indd 212 05. (2) Território composto por municípios do estado de PE e BA Anuario Nead_roxo. Elaboração: DIEESE 212 Notas: (1) Apoiados pela Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Informações Territoriais.06.08 13:16:24 . Tabela 78 Territórios Rurais (1) conclusão Nordeste 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Nome do Território Rural UF Nº de municípios Cariri Ocidental PB 17 Serra da Capivara PI 18 Cariri Oriental PB 14 Tabuleiros do Alto Parnaíba PI 12 Médio Sertão PB 24 Vale do Guaribas PI 35 Zona da Mata Norte PB 19 Vale do Canindé PI 17 Zona da Mata Sul PB 13 Açu-Mossoró RN 14 Curimataú PB 10 Potengi RN 11 Agreste Meridional PE 20 Trairi RN 15 Agreste Central PE 11 Sertão do Apodi RN 17 Mata Sul PE 19 Mato Grande RN 15 Sertão do Araripe PE 10 Seridó RN 25 Sertão do Pajeú PE 20 Alto Oeste RN 30 Sertão do São Francisco PE 7 Alto Sertão SE 7 Mata Norte PE 19 Centro Sul SE 14 Carnaubais PI 18 Sertão Ocidental SE 11 Entre Rios PI 28 Baixo São Francisco SE 14 TOTAL 1.

Territórios Rurais (1) Tabela 79 Sudeste 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Nome do Território Rural UF Nº de municípios Caparaó ES 11 Serra Geral MG 16 Norte do Espírito Santo ES 17 Vale do Mucuri MG 27 Pólo Colatina ES 12 Baixo Jequitinhonha MG 16 Juparanã ES 7 Alto Suaçuí Grande MG 7 Das Montanhas e ES 12 São Mateus MG 11 Água do Espírito Santo Sul Litorâneo ES 8 Noroeste do Rio de Janeiro RJ 13 Alto Jequitinhonha MG 20 Norte do Rio de Janeiro RJ 9 Alto Rio Pardo MG 15 Baía de Ilha Grande RJ 5 Sertão de Minas MG 17 Andradina SP 11 Médio Jequitinhonha MG 19 Pontal do Paranapanema SP 32 Médio Rio Doce MG 17 Sudoeste Paulista SP 15 Noroeste de Minas MG 22 Vale do Ribeira SP 25 Serra do Brigadeiro MG 9 Noroeste Paulista SP 36 TOTAL 409 Fonte: MDA.indd 213 05.06.08 13:16:24 . Sistema de Informações Territoriais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Apoiados pela Secretaria de Desenvolvimento Territorial 213 Anuario Nead_roxo.

06. Tabela 80 Territórios Rurais (1) Sul 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Nome do Território Rural UF Nº de municípios Cantuquiriguaçu PR 20 Zona Sul do Estado RS 25 Centro Sul PR 12 Noroeste Colonial RS 34 Paraná Centro PR 17 Centro Serra RS 12 Sudoeste Paranaense PR 42 Alto Uruguai SC 16 Vale do Ribeira PR 7 Alto Vale do Itajaí SC 32 Caminhos do Tibagi PR 8 Meio Oeste Contestado SC 29 Norte Pioneiro PR 27 Oeste Catarinense SC 25 Alto Uruguai RS 32 Planalto Norte SC 14 Médio Alto Uruguai RS 31 Alto Vale do Rio Peixe SC 13 Missões RS 25 Planalto Catarinense SC 13 Região Central RS 35 Serra Catarinense SC 18 TOTAL 487 Fonte: MDA.indd 214 05.08 13:16:25 . Sistema de Informações Territoriais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Apoiados pela Secretaria de Desenvolvimento Territorial 214 Anuario Nead_roxo.

indd 215 05. Territórios Rurais (1) Tabela 81 Centro-Oeste 2007 Nome do Território Rural UF Nº de municípios Nome do Território Rural UF Nº de municípios Das Águas Emendadas DF 11 Da Reforma MS 11 Estrada de Ferro GO 14 Grande Dourados MS 12 Vale do Rio Vermelho GO 16 Vale do Ivinhema MS 10 Médio Araguaia GO 19 Baixada Cuiabana MT 13 Vale de São Patricio GO 14 Baixo Araguaia MT 15 Chapada dos Veadeiros GO 8 Portal da Amazônia MT 16 Vale do Paranã GO 12 Grande Cáceres MT 20 Cone Sul MS 8 Alto Paraguai MT 14 TOTAL 213 Fonte: MDA. Sistema de Informações Territoriais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Apoiados pela Secretaria de Desenvolvimento Territorial 215 Anuario Nead_roxo.08 13:16:26 .06.

7 .2 .076 43.69 7 6.441 4.70 3 266 3.9 . 32 Alto Acre e Capixaba .318 53.70 8 13.540 37 62.4 .AM 0. 3 Sul Do Amapá .67 5 3. 2 Baixo Amazonas . 11 Baixo Amazonas .281 36. Tabela 82 Territórios da Cidadania Brasil 2008 (1) Região e Territórios IDH -T Nº Municípios Agricultores g Famílias Proporção p ç p ç Comunidades ppopulação Terras da Cidadania Familiares Assentadas rural / total Quilombolas Indígenas Alto Rio Negro .618 61.119 7.2 17 1 Nordeste Paraense . 3 Transamazônica .62 25 7.455 9.1 .428 44.63 16 24.76 13 15.69 4 1.235 50.indd 216 05.62 3 2.553 46.906 13.580 42. 1 continua 216 Anuario Nead_roxo.8 .PA 0.406 5.71 11 22.PA 0.AM 0.8 .08 13:16:26 .554 52.PA 0. 4 Entorno De Manaus .8 . 3 Bico Do Papagaio .PA 0.RO 0.06.AC 0. 15 Central (JI-Paraná) .597 4.915 6.303 2.AM 0.267 22.6 .TO 0.823 33.644 36.72 13 20.161 8.785 20.3 .RR 0.132 19.68 7 7.5 19 18 Norte Marajó .1 14 3 Sudeste Paraense .PA 0.65 15 15.AP 0. 2 Sul De Roraima .

5 12 - Cocais .937 63.57 12 9.822 41.63 18 22.557 781 55.59 17 39.64 20 44.PI 0.RN 217 continua Anuario Nead_roxo.842 64.MA Vale Do Itapecuru .999 6.55 16 33.8 7 1 Itapipoca .MA 0.RN 0. - Mato Grande .045 2.616 7.PI 0.1 .08 13:16:27 .149 1.1 .4 2 2 Sertão Central .RN 0. - Vale Do Guaribas .369 49.6 2 - Entre Rios .229 3.5 .06.PI 0.CE 0.081 51.CE 0.573 50.8 1 - /Munin .63 12 23.CE 0.60 34 34.297 17. - Açu-Mossoró .8 19 - Inhamuns Crateús . Territórios da Cidadania Tabela 82 Brasil 2008 (1) Região e Territórios IDH -T Nº Municípios Agricultores g Famílias Proporção p ç p p ç Comunidades população Terras da Cidadania Familiares Assentadas rural / total Quilombolas Indígenas Baixo Parnaíba .436 17.516 10.MA 0.116 3.453 2.PI 0.033 51.646 5.573 2.61 15 7.852 54.57 10 16.63 17 9.301 49.693 58.8 1 - Sertão Do Apodi 0.9 31 - Carnaubais .70 14 4.800 5.72 28 26.477 6.MA 0.580 4.61 18 15.60 18 16.1 1 - Nordeste Serra Da Capivara .indd 217 05.906 33.1 10 - Lençóis Maranhenses 0.6 1 - (Chapada Do Apodi) .

PB 0.759 57.279 948 48.5 1 - Chapada Diamantina .SE 0.AL 0.4 .7 11 2 Velho Chico .610 2.2 5 6 Nordeste Do Alto Sertão .06.449 2.344 63.BA 0.60 16 49.822 8.60 11 17. - Alto Sertão .BA 0.AL 0. 3 Zona Da Mata Sul .138 58.275 3.521 25.850 1.SE 0.indd 218 05.56 16 33.053 34.863 2.4 2 1 Sertão Ocidental .62 19 4.AL 0.58 8 17.62 16 29.709 6.356 25.74 13 6.08 13:16:28 .2 9 4 Mata Sul .60 20 64.58 12 1.62 19 8.BA 0.0 1 1 Sul .67 21 22.BA 0.PB 0.0 1 1 Do Litoral Norte .65 20 35.612 45.PE 0.58 7 11.4 12 1 Do Agreste .534 58.258 2.8 4 - Agreste Meridional .63 23 37.722 3.564 25.67 29 14.951 10.PE 0. Tabela 82 Territórios da Cidadania Brasil 2008 (1) Região e Territórios IDH -T Nº Municípios Agricultores g Famílias Proporção p ç p ç Comunidades ppopulação Terras da Cidadania Familiares Assentadas rural / total Quilombolas Indígenas Borborema .2 27 - Do Sisal .343 59.959 788 43.404 2.5 20 3 continua 218 Anuario Nead_roxo.PE 0.596 780 62.643 40.929 1.9 .PB 0.2 1 - Sertão Do Pajeú .350 2.1 2 - Zona Da Mata Norte .

MG 0.75 9 12.65 19 16.81 29 14. Territórios da Cidadania Tabela 82 Brasil 2008 (1) Região e Territórios IDH -T Nº Municípios Agricultores g Famílias Proporção p ç p p ç Comunidades população Terras da Cidadania Familiares Assentadas rural / total Quilombolas Indígenas Norte .73 22 10.RS 0.913 .MG 0.083 14.2 6 1 Norte .9 5 - Pontal do Paranapanema .528 4. - Vale Do Ribeira .658 1.209 34.SC Zona Sul Do Estado .MG 0.311 35.80 32 10.680 5.5 .PR 0.7 .MG 0.SP 0. 3 (Chapecozinho) .779 207 37.5 21 - Médio Jequitinhonha .067 30.75 25 8.1 2 - continua 219 Anuario Nead_roxo.9 14 - Vale Do Mucuri .PR 0.7 3 2 Vale Do Ribeira .65 16 15. 47.047 4.216 51.06.3 12 - Sudeste Serra Geral .SP 0.ES 0.942 3.344 156 31.9 29 3 Cantuquiriguaçu .252 2.RJ 0.72 20 20.08 13:16:29 .697 18.71 17 13.79 25 32.69 7 5.809 2.529 2.68 27 12.775 41.6 11 - Sul Meio Oeste Contestado 0.indd 219 05.578 14.0 12 - Noroeste De Minas .025 359 48.

71 15 4.018.338 8.2 350 149 Cidadania 2008 TOTAL Brasil . Tabela 82 Territórios da Cidadania conclusão Brasil 2008 (1) Região e Territórios IDH -T Nº Municípios Agricultores g Famílias Proporção p ç p ç Comunidades ppopulação Terras da Cidadania Familiares Assentadas rural / total Quilombolas Indígenas Das Águas Emendadas 0.357 785.MS 0.83 11 5.74 16 15.6 .057 6.139.0 .08 13:16:30 .indd 220 05. 37.562 4.MT 0.439 14.980 37.300 16.356 4.61 40.457 49.451 32. Fundação Palmares 2007.22 24. MDA/SDT 2002.75 11 4. Censo Agropecuário 1995/1996. uma vez que uma mesma Comunidade Quilombola ou Terra Indígena pode estar em mais de um Município/Território/Região 220 Anuario Nead_roxo.MT 0. - Centro-Oeste . 17.68 .7 3 6 TOTAL Territórios da .812 27.: O “total” das variáveis Comunidades Quilombolas e Terras Indígenas não corresponde ao somatório dos valores nas respectivas colunas.DF/GO/MG (2) Baixo Araguaia . 3 municípios do estado de Minas Gerais e o Distrito Federal Obs.967 16.872 319. 958 1.04 2008/BRASIL (em %) Fonte: NEAD Elaboração: DIEESE Notas: (1) Informações do Censo Demográfico 2000. Incra/Sipra 2007.06. 6 Da Reforma . 5.00 25. Funai/DAF 2005 (2) O Território de Águas Emendadas é composto por 7 municípios do estado de Goiás.6 .7 946 595 Territórios da Cidadania . 10 Portal Da Amazônia .

06. Capítulo 6 Indicadores Agropecuários Anuario Nead_roxo.08 13:16:31 .indd 221 05.

08 13:16:31 .06.indd 222 05.Anuario Nead_roxo.

06. Capítulo 6 Indicadores Agropecuários Desempenho da Agropecuária Anuario Nead_roxo.indd 223 05.08 13:16:32 .

06.Anuario Nead_roxo.08 13:16:32 .indd 224 05.

0 6.5 5.0 7. Contas Nacionais Trimestrais .: a) Valores correntes b) A diferença dos resultados com relação à edição anterior se deve a mudança na metodologia das Contas Nacionais adotada pelo IBGE 225 Anuario Nead_roxo.0 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: IBGE.valor adicionado Gráfico 64 Brasil 1998-2007 (em %) 8.0 5.5 5.7 5.6 5.08 13:16:32 .0 1.Referência 2000 Elaboração: DIEESE Obs. Participação da agropecuária no PIB .5 5.0 2.0 6.9 6.6 6.0 0.0 4.4 7.0 3.2 5.06.indd 225 05.

e é pago pelos proprietários. Decreto nº 4.06.: a) O Plano Real entrou em vigor em julho/94. Gráfico 65 Evolução da arrecadação do Imposto Territorial Rural (ITR) (1) Brasil 1992-2007 (em R$ milhões) 400 379 350 343 334 300 292 292 273 267 262 250 245 224 228 209 200 150 105 100 50 29 18 16 0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: Ministério da Fazenda. de 19/09/2002 (regulamento) e EC 42. em 1º de janeiro de cada ano. localizado fora da zona urbana do município.08 13:16:33 .393.382. c) Preços 226 correntes Anuario Nead_roxo. de 19/12/2003.03% até 20%. b) Arrecadação de 1992 a 1994 (até junho) convertida pela URV média mensal. o domínio útil ou a posse do imóvel por natureza. Legislação básica: Lei 9.indd 226 05. Secretaria de Receita Federal Elaboração: DIEESE Nota: (1) O ITR incide sobre a propriedade. Obs. de 19/12/1996. As alíquotas variam de 0.

352 8.413 BRASIL (1) 58.333 3.373 Sul 21.257 19. mercadoria nacionalizada. Balança comercial do agronegócio Tabela 83 Brasil e Grandes Regiões 2007 (em US$ milhões) Brasil e Grandes Regiões Exportações Importações Saldo Norte 2.688 16.indd 227 05.707 49.704 291 8. reexportação e não declarados 227 Anuario Nead_roxo.224 Nordeste 4.362 138 2.018 Centro-Oeste 8.06.618 Sudeste 21.275 2.061 4.645 Fonte: MAPA.08 13:16:33 .950 1. Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Elaboração: DIEESE Nota: (1) Exclui as categorias de consumo de bordo.

315 Sucos de fruta 2.558 589 969 Frutas (2) 968 370 598 Cacau e seus produtos 365 212 152 Alimentícios diversos 346 167 179 Pescados 311 562 -251 Lacteos 300 153 147 continua 228 Anuario Nead_roxo.381 94 11.indd 228 05.889 Couros (1) 3.892 3 3.08 13:16:34 .578 2 6.820 1.576 Café 3.878 Complexo sucroalcooleiro 6. farinhas e preparações 2.555 240 3.295 183 11.334 -114 Fibras e produtos texteis 1.942 6.06.363 Fumo e seus produtos 2.112 Florestais 8. Tabela 84 Balança comercial dos produtos do agronegócio brasileiro Brasil 2007 (em US$ milhões) Produtos Exportação Importação Saldo Complexo da soja 11.262 42 2.288 Carnes 11.220 Cereais.220 2.374 11 2.

raízes 102 457 -354 e tubérculos Plantas vivas e produtos 35 11 24 de floricultura Apícolas 26 0 26 Demais produtos 1. Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Elaboração: DIEESE Notas: (1) Produtos de couro e peleteria (2) Inclui nozes e castanhas (3) Exclui a soja 229 Anuario Nead_roxo. leguminosas.indd 229 05.701 Fonte: MAPA.06.08 13:16:35 .719 49. mate e especiarias 201 36 166 Oleaginosos (3) 107 421 -314 Rações para animais 104 149 -45 Hortícolas.085 422 662 TOTAL DO AGRONEGÓCIO 58.420 8. conclusão Balança comercial dos produtos do agronegócio brasileiro Tabela 84 Brasil 2007 (em US$ milhões) Produtos Exportação Importação Saldo Animais vivos 285 11 274 Bebidas 252 309 -56 Chá.

420 8.769 2007 58.198 2005 43. Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Elaboração: DIEESE 230 Anuario Nead_roxo.899 2004 39.645 4.838 2001 23.505 1999 20.594 5.719 49.indd 230 05.494 5. Tabela 85 Evolução da balança comercial do agronegócio Brasil 1998-2007 (em US$ milhões) Ano Exportações Importações Saldo 1998 21.701 Fonte: MAPA.041 13.546 8.840 4.391 2003 30.056 2002 24.617 5.857 4.746 25.449 20.801 19.08 13:16:35 .029 4.507 2006 49.465 6.110 38.756 14.831 34.06.695 42.800 2000 20.694 14.

7 6.0 30.4 9.3 7.0 45.1 40.6 7.9 36.2 5.0 0.0 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Participação nas exportações Participação nas importações Fonte: MAPA. SRI Elaboração: DIEESE Nota: (1) Participação no valor exportado e importado 231 Anuario Nead_roxo.9 41.8 10.8 40.0 8.0 44.08 13:16:36 .0 15.5 10.4 36.0 20.8 35.0 37.9 7.06.0 25. Evolução da participação do agronegócio na balança Gráfico 66 comercial brasileira (1) .3 40.1 42.Brasil 1997-2007 (em %) 50.indd 231 05.0 13.9 11.1 42.7 41.4 35.3 9.7 13.

1 972 1.392 40.557 4.1 356 327 (8.9 Arroz 174 236 35.1 32 35 10.4 23 29 24.7 Bacalhau 186 227 22.4 TOTAL 3.592 8.2007 Valor (em US$ FOB milhões) Peso (em milhões de Kg) Produtos Variação ç Variação 2006 2007 2006/2007 2006 2007 2006/2007 (em %) (em %) Trigo 989 1.indd 232 05.06.531 6.3 Celulose 215 234 9.116 14.8 6.8 Azeites de oliva 142 176 23. Tabela 86 Principais produtos importados do agronegócio Brasil 2006 .2 9.8 Fonte: MAPA.3) Produtos têxteis de algodão 163 232 42.6 Papel 910 1.08 13:16:36 .8 Borracha natural 385 484 25.9 Farinha de trigo 35 182 419.8 28 38 34. Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Elaboração: DIEESE 232 Anuario Nead_roxo.2 Malte 218 280 28.732 10.638 1.1 148 640 332.4 751 758 0.6 Vinho 140 175 25.5 187 230 23.701 32.084 19.2 51 61 19.1 653 720 10.

indd 233 05.0 24.4 17.06.1 16.6 22. Fertilizantes entregues ao consumidor Gráfico 67 Brasil 2000-2007 (em milhões de toneladas) 30.1 15.0 10.8 22.08 13:16:37 .0 0.2 20. Indicadores Agropecuários Elaboração: DIEESE 233 Anuario Nead_roxo.0 25.0 19.8 21.0 20.0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: Conab.0 5.

06.Anuario Nead_roxo.indd 234 05.08 13:16:38 .

indd 235 05.08 13:16:38 .06. Capítulo 6 Indicadores Agropecuários Indicadores de Produção Anuario Nead_roxo.

08 13:16:38 .indd 236 05.06.Anuario Nead_roxo.

032 -82.898 72.3 Tangerina 4.9 -82.Brasil 1996-2006 Quantidade produzida (1.3 16.9 33.270 -72. em 2006.5 Banana 496 6.4 0.956 1302.3 -40.7 36.4 1.8 56.0 51.2 Maçã 3.3 0. os maiores valores produzidos 237 Anuario Nead_roxo.indd 237 05.5 12.504 863 -75.395 18.08 13:16:38 .217 -28.4 6.3 -15.573 -6.985 107.0 13.7 Mamão 1.2 16.4 -79.2 27.0 Laranja 105. PAM Elaboração: DIEESE Nota: (1) 10 produtos que tiveram.9 -76.0 1.4 23.695 1.6 Manga 1.3 22.9 109.5 20.6 4.000 ton) Produtividade média (ton/ha) Produtos da lavoura Variação ç Variação permanente 1996 2006 1996/2006 1996 2006 1996/2006 (em %) (em %) Café (beneficiado) 2.4 Coco-da-baía 957 1.4 138.7 Fonte: IBGE.098 1. Quantidade produzida e produtividade média dos principais produtos Tabela 87 da lavoura permanente (1) .0 1.3 89.257 83.8 1279.1 -22.06.585 1.9 55.8 Uva 685 1.738 2.8 Cacau (em amêndoa) 257 212 -17.

167 52.9 Algodão herbáceo (em caroço) 952 2.458 41.06.0 37.363 27.5 1.4 36.4 11.8 Tomate 2.2 66.3 57.1 11.000 ton) Produtividade média (ton/ha) Produtos da lavoura Variação ç Variação temporária 1996 2006 1996/2006 1996 2006 1996/2006 (em %) (em %) Soja (em grão) 23.3 3.653 42.4 52. Tabela 88 Quantidade produzida e produtividade média dos principais produtos da lavoura temporária (1) .indd 238 05.8 20.9 2.Brasil 1996-2006 Quantidade produzida (1.6 Mandioca 17.413 3.3 Fumo (em folha) 477 900 88.106 457.0 Feijão (em grão) 2. os maiores valores produzidos 238 Anuario Nead_roxo.899 204.5 1.8 14.452 3.9 50. em 2006.6 Batata .5 3.9 46.2 2.649 3.7 22.5 Arroz (em casca) 8.5 2.2 152.0 0.9 1.4 5.1 53.inglesa 2.8 74.0 Fonte: IBGE.08 13:16:39 .662 43.6 0.639 50.0 19.8 Cana-de-açúcar 317.5 Milho (em grão) 29.246 44.527 33.465 126.2 2.652 11.7 3.743 26.152 30.6 14. PAM Elaboração: DIEESE Nota: (1) 10 produtos que tiveram.

8 34.0 42.0 2.3 12.1 32.06.0 36.5 39.7 10.6 40.1 10.9 3.7 44.08 13:16:40 .2 2.0 0.6 40.0 1996/97 1997/98 1998/99 1999/2000 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 Arroz Feijão Trigo Soja Milho Fonte: CONAB.: A safra corresponde à soma da produção dos grãos considerados.indd 239 05.1 3.6 39.8 47.6 3.7 11.0 46.1 5.4 11.3 39.4 40.3 3.9 37.2 12.1 60.7 43.5 43.8 4. em toneladas 239 Anuario Nead_roxo.0 2.0 80.2 2.9 3. Safras Elaboração: DIEESE Obs.7 3.3 3.8 40.2 5.1 38.0 3.8 46.4 14.9 2.1 3.6 3.3 8.8 4.0 43. Evolução da distribuição da produção dos principais grãos por safra Gráfico 68 Brasil safras de 1996/1997 .1 20.2005/2006 (em %) 100.6 37.7 11.5 14.1 2.

0 15.0 2.8 10. eqüinos e mulas 240 Anuario Nead_roxo.0 20. Pesquisa Pecuária Municipal Elaboração: DIEESE Nota: (1) Correspondem aos rebanhos de asino.0 63.0 .1 0.2 2.0 50.7 1. coelhos.9 14.3 60. 40. codornas.08 13:16:40 .0 30. caprino. bubalino. frangas.indd 240 05. Gráfico 69 Distribuição do efetivo pecuário por tipo de rebanho Brasil 2006 (em %) 70. Bovino Galinhas Suíno Ovino Outros (1) frangos e pintos Fonte: IBGE.0 Galos.06.

977 12.000 ha) (ton/ha) (em 1.9 15.2 55.8 6.515 12. Safras Elaboração: DIEESE 241 Anuario Nead_roxo.916 3. Produção.1 -2.4 11.208 2.301 2.6 Milho 34.000 ha) (ton/ha) (em %) Arroz 13.8 3.7 Fonte: Conab.000 ton) (em 1.722 3.018 3.9 42.2005/2006 2004/2005 2005/2006 Variação ç da Grãos Produção Área plantada Produtividade Produção Área plantada Produtividade produtividade (em 1.949 0.305 23.873 2.749 2.224 0.06.756 2.4 7.0 Feijão 3.000 ton) (em 1.044 3. produtividade e área plantada dos principais grãos Tabela 89 Brasil safra 2004/2005 .8 Trigo 5.indd 241 05.1 4.027 22.227 3.471 4.964 3.5 Soja 52.362 2.08 13:16:41 .846 2.3 14.

3 11.8 419.0 10.4 401.005.3 3.7 65.879.7 58.233.060.indd 242 05.06.3 51.600.944.293.: Resultado em março de 2008 242 Anuario Nead_roxo.0 382.524.000.7 40.Safra 2006/2007 (em mil toneladas) Produto Estoque inicial Produção Importação Suprimento Consumo Exportação Estoque final Algodão em pluma 206.8 2.0 33. Tabela 90 Oferta e demanda brasileira de alguns produtos selecionados Brasil .8 4.1 1.0 23.0 26.795.100.095.0 15.9 1.9 1.7 7.369.4 21.0 Milho 5.9 60.2 Feijão 353.2 Soja em grão 2.826.758.339.0 1.4 97.0 300. Indicadores da Agropecuária Elaboração: DIEESE Obs.2 13.469.568.500.4 Fonte: Conab.7 Arroz em casca 2.8 1.376.033.0 96.150.933.5 6.195.2 Trigo 575.08 13:16:42 .733.458.2 143.9 1.5 58.5 10.0 10.315.648.0 3.0 3.350.

7 47.6 910.7 Soja em grão 47.6 29.5 113.4 76.9 52.0 82.8 25.6 621.4 696.08 13:16:42 . Oferta e demanda mundial de alguns produtos selecionados Tabela 91 Safra 2005/2006 (em milhões de toneladas) Produto Estoque inicial Produção Importação Suprimento Consumo Exportação Estoque final Algodão em pluma 12.5 25.3 704.6 9.5 415.6 123.5 Milho 131.3 82.0 332.3 147.5 220.7 13.9 Trigo 150.5 64.3 63. Indicadores Agropecuários Elaboração: DIEESE Notas: (1) Levantamento de janeiro de 2006 (2) Estimativa Obs.5 417.indd 243 05.3 9.06.: Últimos dados consolidados para oferta e demanda mundial (consulta em março de 2008) 243 Anuario Nead_roxo.7 Fonte: Conab.4 113.6 29.4 521.1 215.4 624.3 885.1 Arroz 74.

indd 244 05.08 13:16:43 .06.Anuario Nead_roxo.

08 13:16:43 .06. Capítulo 7 Conflitos no Campo Anuario Nead_roxo.indd 245 05.

indd 246 05.06.Anuario Nead_roxo.08 13:16:43 .

Evolução do número de ocupações de terra Gráfico 70 Brasil 1998-2007 600 502 500 446 400 327 300 298 266 236 222 221 200 157 103 100 0 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: MDA.indd 247 05.06.08 13:16:44 . Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos Elaboração: DIEESE 247 Anuario Nead_roxo.

indd 248 05.1 Nordeste 40.7 Sul 8. Gráfico 71 Distribuição das ocupações de terra por Grandes Regiões Brasil 2007 (em %) Centro-Oeste Norte 7.08 13:16:44 .06.0 5.9 Fonte: MDA. Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos Elaboração: DIEESE 248 Anuario Nead_roxo.3 Sudeste 38.

08 13:16:45 . Número de ocupações em imóveis rurais e número de famílias Tabela 92 envolvidas em ocupações .280 Distrito Federal 4 450 Paraná 11 1.06.490 Espiríto Santo 3 88 Rio de Janeiro 2 160 Goiás 12 1.Unidades da Federação 2007 (em nos absolutos) Unidade da Federação Ocupações Famílias Unidade da Federação Ocupações Famílias envolvidas envolvidas Alagoas 40 4.315 Rio Grande do Sul 9 982 Maranhão 1 350 Rondônia 4 256 Mato Grosso do Sul 3 360 Santa Catarina 4 550 Mato Grosso 2 150 São Paulo 91 8.937 Bahia 56 8.437 Pará 13 1.809 Minas Gerais 20 2.indd 249 05.103 TOTAL 298 37.449 Fonte: MDA.260 Paraíba 2 800 Ceará 6 672 Pernambuco 15 4. Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos Elaboração: DIEESE Obs.: As demais Unidades da Federação não tiveram conflitos registrados pelo Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos 249 Anuario Nead_roxo.

449 34.000 37.945 20. Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos Elaboração: DIEESE 250 Anuario Nead_roxo.000 0 000 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: MDA.839 41. Gráfico 72 Evolução das famílias envolvidas nas ocupações de terra Brasil 2001-2007 (número de famílias) 60.06.08 13:16:45 .595 40.indd 250 05.985 20.000 56.498 50.000 10.000 44.000 28.926 30.

6 11.7 7.538 Pessoas envolvidas (1) 26.6 9. acampamentos (48). não apenas as que sofreram violência direta (2) São as mortes que acontecem em conseqüência dos conflitos.2 100.5 100. registradas recentemente.2 100.2 8.7 7.5 6.1 7.indd 251 05.8 9.: O número de conflitos e pessoas envolvidas referem-se à soma das ocorrências dos conflitos por terra (615).0 28 Tentativas de assassinatos 42. ou as mortes de crianças indígenas por desnutrição.0 15.1 16.1 7.0 1.9 15.1 7.6 100. conflitos pela água (87).9 100.2007 (em %) Brasil Violência Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Em% Em nos absolutos Conflitos 34.8 1.0 66 Mortos em conseqüência (2) 52.5 12.0 259 Torturados 66.3 13.0 9 Agredidos fisicamente 41.0 443 Presos 21.3 100.341 Assassinatos 35. trabalho escravo (265).4 20.0 44 Ameaçados de morte 68.3 11.3 17.7 32. Violência no campo contra a pessoa Tabela 93 Brasil e Grandes Regiões .3 100.0 428 Fonte: CPT.9 100.9 7.0 795.0 35.8 21.0 22.4 25.3 2.7 11.9 53.2 7.1 0.5 31.08 13:16:46 .8 16. Conflitos no Campo Elaboração: DIEESE Notas: (1) Pessoas envolvidas em situações violentas. ocupações (364). Por exemplo: por causa de um conflito sério fica impossível retirar um doente grave de uma área para levá-la a um local onde possa ser socorrido.6 11.1 17.6 100.0 0. conflitos em tempos de seca (8). devido ao processo de luta por reconquista de suas áreas Obs. superexploração (122) e desrespeito trabalhista (29) contabilizados pela CPT 251 Anuario Nead_roxo.06.6 7.

indd 252 05. Gráfico 73 Evolução do número de mortes decorrentes de conflitos agrários Brasil 1998-2007 50 47 45 42 40 35 30 27 25 20 20 16 16 15 14 14 10 10 5 4 0 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: MDA.08 13:16:46 .06.: A Ouvidoria considera as mortes decorrentes de conflitos agrários aquelas assim reconhecidas pelo respectivo inquérito policial 252 Anuario Nead_roxo. Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos Elaboração: DIEESE Obs.

0 8.221 Famílias ameaçadas de despejo 24.864 Famílias ameaçadas de expulsão 52.4 0.0 10.000 hectares (3) São.0 1.420 (2) Famílias expulsas 37.8 1.9 100.5 11.2 100.. ou na execução de mandados judiciais de despejo.6 100.2 24.carroças.422 Pistolagem (4) 65. por exempo.5 100.0 6.0 17.8 10. Conflitos no Campo Elaboração: DIEESE Notas: (1) O número de ocorrências é a soma de conflitos por terra.3 11.0 2.3 4.0 1.0 14.616 Roças destruídas 37.9 23.645 Fonte: CPT.08 13:16:47 .1 7.7 28. meios de locomoção .0 4.5 7.027 Famílias envolvidas 26.0 4.9 24.1 18.0 36.0 16.250 Bens destruídos (3) 71.1 14.2 11.2 1.0 17. etc. a simples presença de pistoleiros significa uma ação dos fazendeiros.8 100.6 1. ou como forma de pressão e intimidação (4) São conflitos onde se dá a presença de pistoleiros. animais. Violência contra a ocupação e a posse de terras Tabela 94 Brasil e Grandes Regiões 2007 (em %) Centro.1 10.5 100.2 12. ocupações e acampamentos (2) Em 1.0 27.1 13. motos. a safra colhida e armazenada.0 100.1 100.1 13.9 13.0 46. destruídos ou nos processos de expulsão por pistoleiros.9 16. ou na reivindicação de outros direitos dos trabalhadores 253 Anuario Nead_roxo.5 1.9 14.2 22. mas chega às vias da violência física em algumas circunstâncias.6 20.0 19.9 10.7 100. Muitas vezes é só uma forma de intimidação e ameaça.340 Famílias despejadas 13.1 100.indd 253 05.0 122.6 8.3 9.6 19.8 1.9 1. à revelia da lei.6 0.0 2. bicicletas. De toda forma.6 3.6 15.06. Brasil Violência Norte Nordeste Sudeste Sul Oeste % Nº absolutos Ocorrências (1) 27.400 Área 83.8 35.754 Casas destruídas 61.0 100. na defesa do “direito” à propriedade.

9 Minas Gerais 20 23.8 Piauí 3 3.089 9.4 3.2 Ceará 4 4.960 12.0 3.824 5.623 5.1 Amazonas 4 4.6 Bahia 2 2.7 Rondônia 5 5.3 725 2.6 149 0.0 Pernambuco 7 8.6 197 0.1 254 continua Anuario Nead_roxo.674 11.5 Maranhão 2 2.585 26.3 1.6 9.4 Norte 21 24.7 3.6 145 0.146 3.6 Pará 6 6.2 Alagoas 2 2.806 29.857 11.indd 254 05.3 1.2 Rio de Janeiro 3 3.4 482 1.08 13:16:48 .5 Rio Grande do Norte 4 4.9 5.4 Tocantins 4 4.3 20 0.5 Nordeste 24 27.0 3.134 15.06.6 1.1 8. Tabela 95 Conflitos pela água (1) no Brasil Unidades da Federação 2007 Número de ocorrências Famílias envolvidas Unidades da Federação Em nos absolutos Em % Em nos absolutos Em % Amapá 2 2.

9 Sul 15 17.4 1.735 5. Obs: Não há dados disponíveis para as demais unidades da federação 255 Anuario Nead_roxo.0 32.847 14.08 13:16:48 . atingidos por barragens.indd 255 05.4 7.3 Mato Grosso do Sul 1 1.2 4.4 Rio Grande do Sul 4 4. contra a apropriação particular dos recursos hídricos e contra a cobrança do uso da água no campo. conclusão Conflitos pela água (1) no Brasil Tabela 95 Unidades da Federação 2007 Número de ocorrências Famílias envolvidas Unidades da Federação Em nos absolutos Em % Em nos absolutos Em % Sudeste 23 26.1 140 0.0 Fonte: CPT.3 3.634 23.3 Paraná 9 10.8 Goiás 3 3.3 472 1.6 1.875 5. pescadores etc.7 TOTAL 87 100. para garantir o uso e a preservação das águas e de luta contra a construção de barragens e açudes.4 Santa Catarina 2 2.6 472 1.747 100.903 11. em geral coletivas.4 Centro-Oeste 4 4. quando envolvem ribeirinhos.06. Conflitos no Campo Elaboração: DIEESE Nota: (1) Ações de resistência.

000 100.958 8. envolvendo 104 mil pessoas Obs. no município de Goiana.000 53.133 5.983 4.06.indd 256 05. Conflitos no Campo Elaboração: DIEESE Nota: (1) Este número se deve ao fato de ter ocorrido uma campanha salarial dos canavieiros de Alagoas envolvendo 250 mil pessoas. Gráfico 74 Número de pessoas envolvidas em conflitos trabalhistas Brasil 1998 .000 300.000 366. O mesmo aconteceu em Pernambuco.010 7.586 6.000 4.08 13:16:49 .000 150.2007 400.202 3.087 5.000 200.441 50.720 350.000 250.: Conflitos trabalhistas referem-se ao desrespeito à Legislação Trabalhista e a casos de superexploração do trabalho 256 Anuario Nead_roxo.293 0 (1) 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: CPT.

130 516 473 522 2001 29 149 2.000) lavrados (2) 1997 20 95 .820 2.271 4.086 1.643 2.06.906 2.164 1.indd 257 05.08 13:16:50 .772 2007 114 203 3.627 5.223 6.137 5. é aplicada uma multa para cada infração Obs. 796 1998 17 47 .454 3.465 2005 85 189 4. 411 2000 25 88 1. Operações de fiscalização móvel de combate ao trabalho escravo Tabela 96 Brasil 1997 . 394 .285 2.130 Fonte: MTE.: a) Os dados sobre trabalhadores registrados e pagamento de indenizações não foram computados entre 1997 e 1999 b) Dados de circulação interna disponibilizados pelo MTE 257 Anuario Nead_roxo.300 2.805 2.879 3.417 6.433 2004 72 275 3.887 4. 282 1999 19 56 .286 2006 109 209 3. 159 .2007 (1) (em nos absolutos) Fazendas Trabalhadores Trabalhadores Pagamento das Autos de Ano Operações fiscalizadas registrados indenizações libertados (em infração R$ 1.348 7. SIT/Defit/Detrae Elaboração: DIEESE Notas: (1) Atualizado em 7 de maio de 2008 (2) Para cada irregularidade encontrada é lavrado um Auto de Infração que se transforma em Processo Administrativo com duplo grau de recurso.305 958 796 2002 30 85 2. Sendo julgado procedente.084 621 2003 67 188 6.963 9. 725 .

4 24.8 Mato Grosso 7.9 0.7 7.7 0.0 0.8 11.9 5.2 Goiás 7.8 2.0 0.6 0.2 6.0 1.2 6.8 1.indd 258 05. Tabela 97 Distribuição das operações de fiscalização móvel de combate ao trabalho escravo .1 3.4 2.1 18.0 2.8 1.1 0.9 0.0 2.0 6.9 4.0 1.5 continua 258 Anuario Nead_roxo.2 0.4 31.4 20.9 0.9 2.5 6.3 0.9 Minas Gerais 6.2 3.5 0.06.Unidades da Federação 2007 (1) (em %) Unidade da Fazendas Trabalhadores Trabalhadores Pagamento das Autos de Federação Operações fiscalizadas registrados indenizações libertados (em infração R$ 1.6 0.9 11.5 0.3 4.8 Amapá 0.8 4.9 Pará 31.0 8.4 32.9 Ceará 1.8 Amazonas 0.8 Piauí 2.5 2.9 1.4 1.4 3.6 41.0 0.5 2.5 4.6 Bahia 4.6 Espírito Santo 0.3 0.2 2.7 17.7 0.0 8.0 0.9 4.0 0.000) lavrados (2) Acre 0.4 0.3 0.2 0.0 5.6 1.5 0.08 13:16:51 .1 27.2 Mato Grosso do Sul 10.5 2.4 5.6 37.2 32.9 Paraná 3.5 1.2 Maranhão 7.4 0.

5 1.0 100.9 2. SIT/Defit/Detrae Elaboração: DIEESE Notas: (1) Atualizado em 24 de janeiro de 2008 (2) Para cada irregularidade encontrada é lavrado um Auto de Infração que se transforma em Processo Administrativo com duplo grau de recurso.0 1.0 1.9 1.9 1.0 0.9 1.1 5.3 0.1 0. conclusão Distribuição das operações de fiscalização móvel de combate ao Tabela 97 trabalho escravo .3 0.0 São Paulo 0. Sendo julgado procedente.0 0.2 0.0 Fonte: MTE.0 100.06.000) lavrados (2) Rio de Janeiro 0.5 Rondônia 0.0 100.3 1.9 1.1 0.7 Rio Grande do Sul 0.6 1.8 3.3 6.5 1.0 2.indd 259 05. é aplicada uma multa para cada infração Obs.Unidades da Federação 2007 (1) (em %) Unidade da Fazendas Trabalhadores Trabalhadores Pagamento das Autos de Federação Operações fiscalizadas registrados indenizações libertados (em infração R$ 1.6 0.0 100.1 6.: a) Não há dados disponíveis para as demais Unidades da Federação b) Dados de circulação interna disponibilizados pelo MTE 259 Anuario Nead_roxo.8 0.7 Santa Catarina 5.0 100.08 13:16:51 .0 0.3 TOTAL 100.0 4.9 2.9 0.0 0.6 Tocantins 6.

08 13:16:52 .Anuario Nead_roxo.indd 260 05.06.

08 13:16:52 .indd 261 05.06. Glossário Guia de Referências Bibliográficas Anuario Nead_roxo.

06.08 13:16:52 .indd 262 05.Anuario Nead_roxo.

médios ou grandes produtores. o período tomado como referência na divulgação das estatísticas agrícolas se inicia no dia 1º de julho. sejam eles pequenos. No Brasil.473. representados pela indústria e pelo comércio que fornecem insumos para os negócios agropecuários.06. Amazonas.08 13:16:53 .indd 263 05. AMAZÔNIA LEGAL – Corresponde aos estados do Acre. c) negócios à jusante (ou “pós-porteira”) que são aqueles negócios que compram os produtos agropecuários.88 ha. 263 Anuario Nead_roxo. Amapá. b) os negócios à montante (ou “da pré-porteira”) aos da agropecuária.Termos técnicos utilizados ACAMPAMENTOS – Espaços de luta e formação. começando com o preparo do solo para a semeadura. cera. Glossário . AGRONEGÓCIO – Agronegócio (agribusiness) é o conjunto de negócios relacionados à agricultura do ponto de vista econômico. APICULTURA – É o ramo da agricultura que estuda as abelhas produtoras de mel e as técnicas para explorá-las convenientemente em benefício do homem. Rondônia. geléia real e própolis. ainda que estes dois critérios não sejam verificados. Além disso. os beneficiam. Roraima e Tocantins e tem uma área de 501. AGRICULTURA PATRONAL – Refere-se aos estabelecimentos onde a direção dos trabalhos não é exercida pelo produtor e/ou o trabalho contratado é superior ao familiar. localizados no campo ou na cidade. onde as famílias sem terra organizadas reivindicam assentamentos. Pará. fruto de ações coletivas. ANO-AGRÍCOLA – Período de doze meses que compreende o ciclo produtivo do tipo de agricultura predominante em determinada região. Inclui técnicas de criação de abelhas e a extração e comercialização de mel. o estabelecimento é de agricultura patronal se a área for superior a que a família pode explorar com base em seu próprio trabalho associado à tecnologia de que dispõe. Maranhão. Na pesquisa Conflitos no Campo da CPT registra-se somente o ato de acampar. É dividido em em três partes: a) A de negócios agropecuários propriamente ditos (ou de “dentro da por- teira”) que representam os produtores rurais. os transportam e os vendem para os consumidores finais.952. Mato Grosso.

a manutenção de bancos genéticos e dos demais recursos naturais.” Anuario Nead_roxo. É pago a título de indenização e corresponde a 50% do salário- de-benefício do segurado. reflorestadas com essências nativas. Glossário .08 13:16:53 .Termos técnicos utilizados AQUICULTURA – Processo de produção em cativeiro. procedimentos de controle e fiscalização. pastagens e exploração granjeira ou aqüícola. ÁREA EXPLORADA – Para o Incra são as áreas com culturas. O recebimento de salário ou a concessão de outro benefício não prejudica a continuidade 264 do recebimento do auxílio-acidente. ARRENDATÁRIO – Condição do produtor que toma as terras do estabelecimento em arrendamento mediante o pagamento de quantia fixa em dinheiro ou sua equivalência em produtos ou prestação de serviços. regulamentando e disciplinando a utilização de seus recursos ambientais. AUXÍLIO-ACIDENTE PREVIDENCIÁRIO – “O auxílio-acidente previdenciário.indd 264 05. ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO – A criação de uma Área de Relevante Interesse Ecológico tem como finalidade a proteção de uma área natural de grande valor ecológico e extensão relativamente pequena (sempre inferior a 5. extração vegetal. ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA) – A APA é uma Unidade de Conservação que visa a proteção da vida silvestre.06. sofra de redução de capacidade funcional. vedada a acumulação com qualquer aposentadoria. através da adequação e orientação das atividades humanas na área. tais como peixes. entre outras espécies. ÁREAS EXPLORÁVEIS – Corresponde ao somatório da área explorada e da área aproveitável (explorável) mas não utilizada. programas de educação e extensão ambiental. regulamentado pela Lei nº 9. camarões. de organismos com habitat predominantemente aquático. Trata-se de uma forma de conservação que disciplina o uso e a ocupação do solo.000 hectares).032/95 é devido ao segurado da Previdência que. através do zoneamento. após a consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza. rãs. promovendo a melhoria da qualidade de vida da população.

Termos técnicos utilizados AUXÍLIO-DOENÇA – O auxílio-doença tem caráter temporário e é devido ao segurado que fica incapacitado por motivo de doença. A vegetação predominante dá nome ao Cerrado. segundo bioma do Brasil em extensão. que se 265 Anuario Nead_roxo. No Brasil. o que resulta em uma diversidade biológica própria. aposentadoria ou abono de permanência em serviço ou tenha remuneração superior a R$ 586. são identificados seis Biomas: Bioma Pantanal. seja como bens intermediários. seja como bens de capital. O Pampa. BALANÇA COMERCIAL – Apresentação do valor das exportações e importações de um país. isto é.08 13:16:54 . O Bioma Amazônia é definido pela unidade de clima. restrito ao Rio Grande do Sul. e Auxílio-doença (extinto Plano Básico). sem o cômputo dos fretes e seguros envolvidos nessas operações. São três as espécies de auxílio-doença (Auxílio-doença do trabalhador rural. que não se destinam para a produção de outros bens. AUXÍLIO-RECLUSÃO – O auxílio-reclusão é devido ao(s) dependente(s) do segurado detento ou recluso. é definido pela vegetação florestal predominante e relevo diversificado. nem esteja em gozo de auxílio-doença. O Bioma Mata Atlântica. se define por um conjunto de vegetação de campo em relevo de planície. BIOMA – Conjunto de vida (vegetal e animal) constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional. sendo que apenas o Auxílio-doença previdenciário ainda é concedido. O seu saldo será positivo (superávit) quando o valor das exportações superar o das importações e negativo (déficit) no caso contrário. desde que este não receba qualquer espécie de remuneração da empresa. BENS DE CONSUMO DURÁVEIS E NÃO-DURÁVEIS – Bens utilizados diretamente pelos consumidores finais. que constitui a maior superfície inundável interiorana do mundo. com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças. Glossário .06. que ocupa toda a faixa continental atlântica leste brasileira e se estende para o interior no Sudeste e Sul do País. Auxílio-doença previdenciário. eles são classificados como bens duráveis ou não-duráveis.19 (a partir de 1o de maio de 2004).indd 265 05. Conforme a maior ou menor duração do período de sua utilização. fisionomia florestal e localização geográfica.

rede de abastecimento de água. Também se referem a situações de sujeição. Glossário . investimentos iniciais na produção) e projetos comunitários. castanheiros. CADEIA PRODUTIVA – A Cadeia Produtiva é o conjunto de componentes interativos.indd 266 05. seringueiros. São também financiados os investimentos em infra-estrutura básica (casas. estradas). remanescentes de quilombos. de propriedade de terceiros. CRÉDITO FUNDIÁRIO – É um programa que possibilita aos trabalhadores e trabalhadoras rurais sem terra. pequenos arrendatários. sem terra. agentes de distribuição e comercialização. quando envolvem posseiros. além de consumidores finais de uma determinada família de produtos acabados. pequenos proprietários. mini- fundistas e jovens rurais o acesso a terra por meio de financiamento para aquisição de imóveis rurais. babaçuais ou castanhais. ocupantes. uso e propriedade da terra e pelo acesso a seringais. fornecedores de insumos e serviços. parceleiros. móvel ou imóvel. Cessionário – Pessoa que explorava o empreendimento em bem. indústrias de processamento e transformação. quebradeiras de coco babaçu. incluindo os sistemas produti- vos. Anuario Nead_roxo. CANALIZAÇÃO INTERNA – Domicílio que tem água canalizada para pelo menos um cômodo.08 13:16:55 . CONFLITOS TRABALHISTAS – Ações de resistência dos trabalhadores assalariados que reivindicam aumento de salário e manutenção dos direitos. para a estruturação da unidade produtiva (assistência técnica.Termos técnicos utilizados estende desde o litoral maranhense até o Centro-Oeste e ao Bioma Caatinga.06. típico do clima semi-árido do sertão nordestino. assentados. com consentimento para usá-lo sem nada pagar CONFLITOS POR TERRA – Ações de resistência e enfrentamento pela posse. exploração e desrespeito à pessoa e aos direitos dos trabalhadores nas relações de trabalho. Há créditos adicionais para projetos de convivência com a seca no semi-árido e para recuperação de 266 passivos ambientais. etc. energia elétrica.

a criação de pequenos animais. ESTRUTURA FUNDIÁRIA – É a maneira como está organizada a propriedade da terra e o tamanho dessas proprie- dades em um dado momento histórico. FLORESTA NACIONAL / ESTADUAL – A Floresta Nacional é definida pelo SNUC . visando ao aumento de produtividade. fortalecer o setor rural. ESTABELECIMENTO AGROPECUÁRIO (IBGE) – Considerou-se como estabelecimento agropecuário todo terreno de área contínua. sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas.06. constituído por um ou mais cômodos. EXPORTAÇÃO – Vendas para o exterior de bens e serviços produzidos em um país. onde se processa uma exploração agropecuária. ESTAÇÃO ECOLÓGICA – A Estação Ecológica tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pes- quisas científicas. É de posse e domínio públicos.Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza . de acordo com o que dispõe a lei.Termos técnicos utilizados CRÉDITO RURAL – Modalidade de crédito que tem por objetivo estimular os investimentos rurais feitos pelos produtores ou por suas associações. e a extração de produtos vegetais.indd 267 05. ou seja: o cultivo do solo com culturas permanentes e temporárias. independente do tamanho ou situação (urbana ou rural).08 13:16:55 . a silvicultura ou o reflorestamento. inclusive hortaliças e flores. Glossário . subordi- nado a um único produtor.como sendo uma área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas 267 Anuario Nead_roxo. recriação ou engorda de animais de grande e médio porte. favorecer o oportuno e adequado custeio da produção e a comercialização de produtos agropecuários. incentivar a introdução de métodos racionais no sistema de produção. formado de uma ou mais parcelas. à melhoria do padrão de vida das populações rurais e à adequada utilização dos recursos naturais. DOMICÍLIOS – O IBGE conceitua domicílio como o local de moradia estruturalmente separado e independente. a criação.

GUT (relação percentual entre a área efetivamente utilizada e a área explorável total do imóvel) igual ou superior a 80% e Grau de Eficiência na Exploração . Glossário . simultaneamente. Valor do FOB é o preço de venda da mercadoria acrescido de todas as despesas que o exportador fez até colocá-lo a bordo. FOSSA SÉPTICA – Quando as águas servidas e os dejetos são esgotados para uma fossa. IDH-T – É utilizado para aferir o nível de desenvolvimento humano territorial. O IDH-T é a soma dos produtos de cada parâmetro do IDH-M pela ponderação da população de cada município do Território. Grau de Utilização da Terra . sendo a parte líquida absorvida no próprio terreno ou canalizada para um desaguadouro geral da área. corresponde aquele que. 3) imóveis sem declaração de área total.08 13:16:56 . região ou município. divididas pelos respectivos índices de rendimento estabelacidos pelo Incra. atinge. IMÓVEIS INEXPLORADOS – Para o Incra. explorada econômica e racionalmente.indd 268 05. 2) atualizações com código de motivo inválido. e a área 268 efetivamente utilizada) igual ou superior a 100%. sendo permitida a permanência de população tradicional existente quando da sua criação.GEE (relação percentual entre a produção animal e vegetal. FOB – Free On Board (livre a bordo) – Denominação da cláusula de contrato segundo a qual o frete não está incluído no custo da mercadoria. com ênfase em métodos para exploração sustentável. IMÓVEIS PRODUTIVOS – Para o Incra. IMÓVEIS INCONSISTENTES – São imóveis cujos registros foram eliminados por pelo menos um dos seguintes motivos: 1) imóveis com área superior à superfície territorial do município de localização objeto do cadastro. onde passam por um processo de tratamento ou decantação. Anuario Nead_roxo.Termos técnicos utilizados e que tem como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica.06. são os imóveis sem declaração de área explorada.

menor que um ano) e que necessitam. Inclui as áreas ocupadas por viveiros de mudas de culturas permanentes. de novo plantio após cada colheita. Este critério também é usado na classificação da população urbana e rural. com as seguintes restrições: 1) Os imóveis localizados na zona rural do município cuja área total for inferior a 5 000 m2 não são abrangidos pela classificação de “Imóvel Rural” e não são objeto de cadastro. realizaram algum trabalho de forma excepcional porque lhes sobrou tempo de seus afazeres principais. Glossário . inclui as áreas das plantas forrageiras destinadas ao corte. LAVOURA PERMANENTE – Plantio de culturas de longa duração. Em situação urbana consideram-se as áreas urbanizadas ou não. pertencente a um mesmo dono. que após a colheita não necessitam de novo plantio. que seja ou possa ser utilizada em exploração agrícola. LOCAL DE RESIDÊNCIA – Segundo a localização do domicílio. é o prédio rústico. pecuária. 2) Os imóveis rurais localizados na zona urbana do município somente serão cadastrados quando tiverem área total igual ou superior a dois ha e que tenham produção comercializada. A situação rural abrange toda a área situada fora desses limites. os povoados e os núcleos. IMPORTAÇÃO – Compras de bens e serviços produzidos no exterior pelos residentes de um país. geralmente. produzindo por vários anos sucessivos. corre- spondentes às cidades (sedes municipais). INATIVOS – Parcela da PIA (População em Idade Ativa) que não está ocupada ou desempregada. a situação é urbana ou rural. Incluem-se as pessoas sem procura de trabalho que. independente de sua localização na zona rural ou urbana do município. inclusive os aglomerados rurais de extensão urbana. nos últimos 30 dias. formado de uma ou mais parcelas de terra. às vilas (sedes distritais) ou às áreas urbanas isoladas. conforme definida por Lei Municipal em 1º de agosto de 2000. extrativa vegetal ou agro-industrial. LAVOURA TEMPORÁRIA – Plantio de culturas de curta duração (via de regra. de área contínua. para os fins de cadastro do Incra. 269 Anuario Nead_roxo.06.08 13:16:56 .Termos técnicos utilizados IMÓVEL RURAL (INCRA) – Imóvel Rural.indd 269 05.

estéticos. qualquer das partes poderá requerer a instauração de um processo de dissídio coletivo na Justiça do Trabalho. exigem a sua conservação e a manutenção da sua integridade NEGOCIAÇÕES COLETIVAS – Processo de entendimento entre trabalhadores e patrões. o dissídio pode ser instaurado também pelo Procurador Regional do Trabalho.Termos técnicos utilizados MÓDULO FISCAL – Unidade de medida expressa em hectares. Esta atuará. sejam significativas em função da renda e da área utilizada. nada pagando o produtor pelo seu uso. mesmo que as partes não o solicitem. OCUPANTE – Condição do produtor que explora terras públicas.indd 270 05. proferindo uma sentença normativa com cláusulas que deverão vigorar no prazo estipulado para sua vigência. de um percentual da 270 produção obtida. Glossário . 3) outras explorações existentes no município que. não ocorrendo o acordo. como mediadora entre as partes na tentativa de conciliação. ao proprietário. PARCEIRO – Condição do produtor que explora o estabelecimento de terceiros em regime de parceria mediante contrato verbal ou escrito do qual resulta a obrigação de pagamento. MONUMENTO NATURAL – Entende-se por monumento natural uma ocorrência natural contendo um ou mais aspectos que.08 13:16:57 . Em caso de malogro. raridade ou representatividade em termos ecológicos. participa como árbitro. geralmente durante uma campanha salarial. Pela legislação atual. 2) renda obtida com a exploração predominante. Anuario Nead_roxo. que visa a obtenção de um acordo a respeito de reivindicações colocadas pelos primeiros. OCUPAÇÕES DE TERRA – Ações coletivas das famílias sem terra que. científicos e culturais. por meio da entrada em imóveis rurais. 4) o conceito de propriedade familiar. embora não predominantes. considerando os seguintes fatores: 1) tipo de exploração predominante no município.06. em um primeiro momento. Em caso de greve. pela sua singularidade. reivindicam terras que não cumprem a função social. geralmente de um ano. devolutas ou de terceiros (com ou sem consentimento do propritário). fixada para cada município.

Destinam-se à preservação integral de áreas naturais com características de grande relevância sob os aspectos ecológico.posse. educativo e recreativo.06. beleza cênica.08 13:16:57 . férias. móvel ou imóvel. mas não estavam trabalhando por motivo de doença. greves etc. científico. Incluem-se as pessoas que possuem trabalho. Bens e serviços finais são aqueles que não são utilizados como insumos na produção de outros bens e serviços. Glossário . propriedade ou ocupação da terra. Refere-se a qualquer forma possessão . Refere-se à violência sofrida pelos trabalhadores que de alguma forma tinham a posse de uma determinada área. vedadas as modificações ambientais e a interferência humana direta. de propriedade de terceiros.Termos técnicos utilizados PARQUE NACIONAL / ESTADUAL – Os Parques Nacionais e Estaduais são unidades de conservação de proteção integral. pelo menos no período a que se refere o cálculo do PIB. sem ter consentimento para usá-lo e nada pagando.indd 271 05.PEA – É a parcela da População em Idade Ativa (PIA) que está ocupada ou desempregada. PIB .PIA – Corresponde à população com 10 anos ou mais.” POSSEIRO – Pessoa que explorava o empreendimento em bem.PRODUTO INTERNO BRUTO – Valor do total de bens e serviços finais produzidos em um país durante um determinado período. POSSE – “Para a CPT o conceito de posse não está ligado ao conceito juridicamente estabelecido. POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA . cultural. POPULAÇÃO DESOCUPADA/DESOCUPADOS – Para o IBGE: Foram classificadas como desocupadas na semana de referência as pessoas sem trabalho que tomaram alguma providência efetiva de procura de trabalho nesse período. 271 Anuario Nead_roxo. POPULAÇÃO EM IDADE ATIVA . POPULAÇÃO OCUPADA/OCUPADOS – Definição utilizada pelo IBGE: São as pessoas que têm algum trabalho remunerado ou não.

PROPRIETÁRIO – Para o IBGE é a condição do produtor que explora diretamente as terras de sua propriedade. o fluxo gênico de fauna e flora.Termos técnicos utilizados PRESERVAÇÃO PERMANENTE – Área protegida nos termos dos arts. canalizada para o domicílio ou. etc. Essas comunidades têm uma história de luta pela liberdade. 272 REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE – Os Refúgios de Vida Silvestre pertencem ao grupo de unidades de conservação de Anuario Nead_roxo.indd 272 05. região ou município. Glossário . admitido apenas o uso indireto dos seus atributos naturais. a estabilidade geológica. pelo menos. foreiro. alguns estão mais próximos das áreas urbanas). inclusive por usufruto. por exemplo).06. a biodiversidade. coberta ou não por vegetação nativa. e hoje lutam por um pedaço de terra onde possam viver de acordo com suas tradições. e que foi o primeiro a chegar naquelas terras. desde que seus antepas- sados foram trazidos da África como escravos. 2º e 3º do Código Florestal. que pode ser real ou imaginário (um personagem lendário. Os moradores de comunidades quilombolas sempre fazem referência a um ancestral comum. QUILOMBOLAS – São grupos negros que vivem predominantemente em áreas rurais (atualmente. REDE COLETORA – Sistema de coleta de águas servidas e dejetos ligado a um desaguadouro geral da área. proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. mesmo quando o sistema não dispõe de estação de tratamento da matéria esgotada. a paisagem. Outra característica marcante é a ocupação do território de acordo com ligações de parentesco. REDE GERAL DE ÁGUA – Quando o domicílio é servido por água proveniente de uma rede geral de distribuição. capital). com a função ambiental de preservar os recursos hídricos. terra. PRODUTIVIDADE – Resultado da divisão da produção física obtida numa unidade de tempo por um dos fatores empregados na produção (trabalho.08 13:16:58 . para o terreno ou propriedade em que se situa. PROTEÇÃO INTEGRAL – Manutenção dos ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana.

geralmente obrigando-se ao cumprimento de uma jornada de trabalho recebendo. sítios. terras e outros) e de aluguel de bens móveis (aluguel. vagas em garagem. uso ou exploração de direitos de bens móveis como. e têm como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória. Sindicatos sem registro no MTE são aqueles que possuem apenas registro em cartório ou possuem registro em cartório e apresentaram pedido de registro no Ministério do Trabalho e Emprego.indd 273 05. cômodos.08 13:16:58 . de acordo com o que dispõe a lei. ocupação. uso ou exploração de direitos de bens imóveis inclusive sublocação de casas.Termos técnicos utilizados proteção integral. RENDIMENTO DO ALUGUEL – Refere-se ao rendimento monetário bruto proveniente de: aluguel de bens imóveis (aluguel. exploração de direitos autorais e invenções). privado ou doméstico e empregado temporário na área rural). Pode ser constituído por áreas particulares. empregador e conta-própria. Conta-própria é a pessoa que. aqueles que possuem carta de reconhecimento (carta sindical) ou registro sindical. apetrechos para festas. Glossário . tendo pelo menos um empregado remunerado. No caso de incompatibidade dos objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. remuneração total ou parcial em dinheiro. REGISTRO NO MTE – Consideram-se sindicatos com registro no Ministério do Trabalho e Emprego/MTE. São incluídos também outros tipos de remuneração: horas extras. veículos. explora uma atividade econômica ou exerce uma profissão ou ofício de forma permanente ou eventual (por necessidade de reforço no orçamento). Empregador é a pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento. fazendas. em contrapartida. Rendimento do Empregado: Rendimento da pessoa que trabalha para um empregador. individualmente ou com auxiliares não-re- munerados.06. RENDIMENTO DO TRABALHO – Refere-se à remuneração monetária bruta proveniente do trabalho de empregado (público. a área deve ser desapropriada. apartamentos. lojas. participação nos lucros. auxílio-transporte. auxílio-combustível e outros. por exemplo. Considerou-se como rendimento do empregador ou conta-própria a 273 Anuario Nead_roxo. auxílio-refeição.

deduzidas as despesas necessárias ao exercício da atividade econômica. do valor do aluguel estimado pelas unidades de consumo. cuja existência baseia-se em sistemas sustentáveis de exploração dos recursos naturais. pescado. coletado ou recebido em bens (troca. por populações tradicionais.08 13:16:59 . com 274 interesses sociais de melhoria de vida das populações que ali habitam. as despesas com manutenção e reparos. pelo menos na última transação. às receitas não-monetárias com exceção do aluguel estimado.indd 274 05. RENDIMENTO NÃO-MONETÁRIO – Parcela equivalente às despesas não-monetárias definidas como tudo que é produzido. RESERVA BIOLÓGICA – São áreas delimitadas com a finalidade de preservação e proteção integral da fauna e flora.Termos técnicos utilizados retirada ou ganho líquido. Em tais áreas é possível materializar o desenvolvimento sustentável. É importante observar que as despesas não-monetárias são iguais. caçado. taxas de serviços e seguros com o domicílio. doação. equilibrando interesses ecológicos de conservação ambiental.06. conforme as recomendações contidas no documento Informe de la decimoséptima Conferencia Internacional de Estadisticos del Trabajo (2003). produção própria e salário em bens) utilizados ou consumidos durante o período de referência da pesquisa e que. Esse valor corresponde aos rendimentos recebidos. desenvolvidos ao longo de gerações e adaptados às condições ecológicas locais e que desempenham um papel fundamental na proteção da natureza e na manutenção da diversidade biológica RESERVA EXTRATIVISTA – As Reservas Extrativistas são espaços territoriais destinados à exploração auto-sus- tentável e conservação dos recursos naturais renováveis. não tenha passado pelo mercado. RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – É uma área natural que abriga populações tradicionais. onde é proibida qualquer forma de exploração dos seus recursos naturais. impostos. foram deduzidas. Para a imputação do valor do rendimento não-monetário correspondente ao aluguel de imóveis. para fins científicos e educativos. retirada do negócio. Glossário . em termos contábeis. Anuario Nead_roxo.

TERRAS PRODUTIVAS NÃO UTILIZADAS – Para o IBGE são as áreas que se prestam à formação de culturas. são as formadas por terras imprestáveis para a formação de culturas. mas não estão sendo utilizadas para tais finalidades por pelo menos quatro anos. pastos e matas.indd 275 05. Estaduais e Municipais. além da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais. açudes etc. na imple- mentação de diversas políticas públicas em espaços pré-definidos denominados Territórios Rurais.Termos técnicos utilizados RESERVA LEGAL – Área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural. RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NACIONAL – É uma Unidade de Conservação em área privada. à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas. com o objetivo de preservar a diversidade biológica SERICICULTURA – É a parte da zootecnia especial que trata do estudo e da criação do bicho-da-seda SILVICULTURA – O ato de criar e desenvolver povoamentos florestais. Glossário . Em outras palavras. satisfazendo as necessidades de mercado TAXA DE ANALFABETISMO – Percentual de pessoas analfabetas (incapazes de ler e escrever pelo menos um bilhete simples no seu idioma) em relação ao total de pessoas de cada faixa etária. TERRITÓRIOS DA CIDADANIA – O Programa Territórios da Cidadania foi concebido para otimizar uma ação conjunta dos Governos Federal. excetuada a de preservação permanente. necessária ao uso sustentável dos recursos naturais. construções. é um programa de desenvolvimento regional e garantia de direitos sociais voltados às regiões que mais precisam. pedreiras. pastos ou matas. à conservação e reabilitação dos processos ecológicos. e as formadas pelas áreas ocupadas com estradas. etc. encostas íngremes. 275 Anuario Nead_roxo. canais de irrigação.08 13:17:00 . gravada em carater de perpetuidade. tais como: areais. pântanos. TERRAS INAPROVEITÁVEIS – Para o IBGE.06. caminhos.

agentes. USO SUSTENTÁVEL – Exploração do ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos. VALOR ADICIONADO – Valor que a atividade acrescenta aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo. Glossário .06. incluindo as águas jurisdicionais.indd 276 05. É a contribuição ao produto interno bruto pelas diversas atividades econômicas.08 13:17:00 . facilitando a concretização de processos negociados de desenvolvimento sustentável. mantendo a biodiversidade e os demais atributos ecológicos. com características naturais relevantes.Termos técnicos utilizados TERRITÓRIOS RURAIS – Para a SDT. Essa abordagem considera que a eqüidade. mercados e políticas públicas. a justiça social. de forma socialmente justa e economicamente viável. UNIDADE DE CONSERVAÇÃO (UC) – Unidade de Conservação é um espaço e seus recursos ambientais. a abordagem territorial do desenvolvimento rural sustentável é uma visão essencialmente integradora de espaços. 276 Anuario Nead_roxo. legalmente instituído pelo Poder Público com objetivos de preservação e limites definidos. A “identidade” é consid- erada fundamental para aumentar a coesão social e territorial. obtida pela diferença entre o valor de produção e o consumo intermediário absorvido por essas atividades. atores sociais. sob regime especial de administração ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. a solidariedade. o respeito à diversidade. o sentimento de pertencimento. a valorização da cultura local e inclusão social são objetivos fundamentais a serem atingidos.

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