UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

Contabilidade Básica – 3º
período

Professor: Ms Adilson Soares
Gomes
Material complementar as
apostilas
Aula da 7ª semana
Plano de Contas
Contas Patrimoniais
Ativo Passivo
Bens (+) Obrigações (-)
Direitos (+) Patrimônio Líquido (+ ou -)
(Contas de natureza (Contas de natureza
devedora) Credora)

Contas de Resultado
DESPESAS (-) RECEITAS (+)
(Contas de natureza (Contas de natureza
devedora) credora)
RIBEIRO (2013), “é o conjunto de contas, diretrizes e
normas que disciplina as tarefas do setor de
contabilidade, objetivando a uniformização dos
registros contábeis.”
ESTÁCIO (2017.1), lembra que as “Convenções
Contábeis”, determina que: “DÉBITO” significa os
lançamentos registrados nos razonetes do lado
esquerdo da conta, enquanto “CRÉDITO” significa os
lançamentos registrados nos razonetes do lado
direito da conta.
Esses lançamentos são registrados nos Razonetes.
Exemplo: Caixa
ESTÁCIO (2017.1), a diferença entre o total dos
valores lançados a débito e os valores lançados a
créditos denomina-se saldo.

A conta possui saldo devedor: quando o total dos
valores lançados a débito for superior ao total dos
valores lançados a crédito;

A conta possui saldo credor: quando o total dos
valores lançados a crédito for superior ao total dos
valores lançados a débito.
CONTAS Efetua-se um lançamento a:
De Débito Crédito
Para Para
ATIVO AUMENTAR DIMINUIR
PASSIVO DIMINUIR AUMENTAR
PATRIMÔNIO LÍQUIDO DIMINUIR AUMENTAR

ESTÁCIO (2017.1), menciona a essência do método
universalmente aceito, lembrando que para cada
lançamento a débito de uma conta deve ter um ou mais
lançamentos a crédito em uma ou mais contas, onde o
total lançado a débito tem de ser igual ao total lançado a
crédito e vice-versa.
ESTÁCIO (2017.1), importante lembrar que não existe
débitos sem créditos correspondentes.
Plano de Contas
Contas Patrimoniais
1 – ATIVO
1.1 – ATIVO CIRCULANTE
1.2 – ATIVO NÃO CIRCULANTE
1.2.1 – REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
1.2.2 – IMOBILIZADO
1.2.3 – INVESTIMENTO
1.2.4 – INTANGÍVEL
2 – PASSIVO
2.1 – PASSIVO CIRCULANTE
2.2 – PASSIVO NÃO CIRCULANTE
2.2.1 – EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
2.2.2 – RECEITAS DIFERIDAS
2.3 – PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Contas de Resultado

3 – DESPESAS E CUSTOS
3.1 – DESPESAS OPERACIONAIS
3.1.1 – DESPESAS COM VENDAS
3.1.2 – DESPESAS FINANCEIRAS
3.1.3 – DESPESAS ADMINISTRATIVAS
3.1.4 – OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS

3.2 – OUTRAS DESPESAS
3.3 – CUSTOS
3.3.1 – CUSTOS DAS COMPRAS DE MATERIAIS
4 – RECEITAS
4.1 – RECEITAS OPERACIONAIS
4.1.1 – RECEITA BRUTA DE VENDAS DE MERC.
4.1.2 – RECEITAS FINANCEIRAS
4.1.3 – OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
4.2 – OUTRAS RECEITAS
4.2.1 – GANHOS DE CAPITAL NO ATIVO NÃO CIRCULANTE
5 - APURAÇÃO DE RESULTADOS
5.1 – RESULTADO OPERACIONAL BRUTO
5.1.1 – CUSTOS DAS MERCADORIAS COM PRODUTOS OU
SERVIÇOS
5.1.2 – RESULTADO DE MERCADORIAS, PRODUTOS E SERVIÇOS
5.2 – OUTROS RESULTADOS
5.2.1 – RESULTADO NA BAIXA DE BENS DO ATIVO NÃO
CIRCULANTE
5.3 – RESULTADO LÍQUIDO
5.3.1 – RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
6 – CONTAS DE COMPENSAÇÃO
6.1 – CONTAS DE COMPENSAÇÃO DO ATIVO
6.1.1 – CONTRATOS
6.1.2 – RISCOS E ÔNUS PATRIMONIAIS
6.1.3 – VALORES EM PODER DE TERCEIROS
6.1.4 – VALORES DE TERCEIROS
6.2 – CONTAS DE COMPENSAÇÃO DO PASSIVO
6.2.1 – CONTRATOS
6.2.2 – RISCOS E ÔNUS PATRIMONIAIS
6.2.3 – VALORES EM PODER DE TERCEIROS
6.2.4 – VALORES DE TERCEIROS
ESTÁCIO (2017.1), lembra da existência das Conta
Patrimoniais e as de Resultado:

Patrimoniais: São as contas representativas da
composição do Patrimônio da entidade (Bens, Direitos,
Obrigações e Patrimônio Líquido).

1 – ATIVO: Encontram-se as contas representativas dos
Bens e Direitos, sendo classificada em dois grupos:

1.1. – ATIVO CIRCULANTE: É representado pelos bens e
direitos cuja realização ocorrerá até o final do exercício
social seguinte, tendo como propósito de ser negociado.
São os recursos aplicados na entidade segundo o ciclo
operacional da mesma.
1.2 – ATIVO NÃO CIRCULANTE: Neste grupo são
registradas as contas representativas dos bens de
permanência duradoura, que são destinados ao
funcionamento normal da empresa, bem como os
direitos exercidos com essa finalidade. Este grupo divide-
se em:

1.2.1 – ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO:
Representam as contas que os direitos vão ocorrer após o
término do exercício seguinte.

1.2.2 – IMOBILIZADO: No imobilizado são classificadas
todas as contas representativas dos bens e direitos que
garantem a atividade operacional da entidade. Ex:
Móveis e utensílios, prédios, veículos e outros.
Obs: No IMOBILIZADO, encontra-se a conta
Depreciação Acumulada do respectivo bem, que tem
natureza credora, pois retifica o saldo da conta do bem.

1.2.3 – INVESTIMENTO: Refere-se aos bens que não
fazem parte da atividade operacional da empresa. Ex:
obras de arte, terrenos para aluguel e participações
permanentes em outras entidades, etc...

1.2.4 – INTANGÍVEL: São os bens incorpóreos
destinados à manutenção da companhia ou exercidos
com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio.
2 – PASSIVO: São evidenciadas as obrigações e o
Patrimônio Líquido.

2.1 – PASSIVO CIRCULANTE: São classificadas as contas
que as obrigações da empresa deverão ser liquidadas
até o término do exercício social seguinte. São os
capitais de terceiro.

2.2 – PASSIVO NÃO CIRCULANTE: São registradas as
obrigações que serão liquidadas após o término do
exercício social seguinte.
Resultado de Exercícios Futuros: É registrado no
Passivo Não Circulante, sua composição é oriunda das
receitas recebidas pela empresa de forma antecipada,
deduzidas dos custos e despesas correspondentes
incorridas ou a incorrer, que efetivamente serão
reconhecidas em períodos futuros por estarem
associadas a algum evento futuro.

2.3 – PATRIMÔNIO LÍQUIDO: É formado pelas contas
que compõe o Capital Próprio da empresa. Ex: Capital
Social, Reservas de Capital, etc...
Resultado: São representadas através das Receitas,
Despesas e Custos da entidade, aparecendo durante o
exercício e tendo seu saldo zerado no final do mesmo.

1 – Receitas: Ocasiona aumento do Patrimônio Líquido
e, simultaneamente, acréscimo de Ativo.

2 – Custos: É definido como sendo o preço pelo qual se
obtém um bem ou serviço.
“Nas empresas, os dispêndios são comumente
chamados despesas, não obstante haja,
doutrinariamente, distinção entre os termos custo e
despesa.”
3 – Despesas: É o sacrifício que a entidade faz para
obtenção de receita.
RIBEIRO (2013), nos ensina que o código da conta é
representado através de um conjunto de algarismos
que são utilizados para identificação das contas que
compõem o plano de contas.
RIBEIRO (2013), entende que o grau da conta indica a
posição hierárquica no grupo que pertence.
1 – ATIVO (subdivisão do BP)
1.1 – ATIVO CIRCULANTE (grupo)
1.1.1 – DISPONIBILIDADES (subgrupo)
1.1.1.01 – CAIXA GERAL (conta principal/1º grau)
1.1.1.01.1 – Matriz (conta secundária/2º grau)
1.1.1.01.1.001 – Caixa (conta de 3º grau
(desdobramento da conta
secundária) - analítica)
RIBEIRO (2013), entende que o grau da conta indica a
posição hierárquica no grupo que pertence.
1 – ATIVO (subdivisão do BP)
1.1 – ATIVO CIRCULANTE (grupo)
1.1.1 – DISPONIBILIDADES (subgrupo)
1.1.1.01 – CAIXA GERAL (conta principal/1º grau) –
(sintética)
1.1.1.01.1 – Matriz (conta secundária/2º grau) –
(sintética)
1.1.1.01.1.001 – Caixa (conta de 3º grau
(desdobramento da conta
secundária) - analítica)
Obs: os lançamentos são registrados somente nas
contas analíticas!
ESTÁCIO 2017.1), “As contas são apresentadas em
níveis”.

Nível 1: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido (Contas
Patrimoniais);
Receitas, Custos e Despesas (Contas de
Resultado).

Nível 2: Ativo Circulante e Ativo não Circulante.
Passivo Circulante, Passivo não Circulante e
Patrimônio Líquido.
Receitas de Venda, Outras Receitas
Operacionais, Custos e Despesas Operacionais.
Nível 3: Contas sintéticas que representam o somatório
das contas analíticas que recebem os lançamentos
contábeis. Ex: Bancos Conta Movimento, ETC...

Nível 4: Contas analíticas que são registrados os
lançamentos contábeis. Ex: Banco Alfa, Banco Beta,
etc...

Obs: Cada empresa tem seu próprio Plano de Contas!
RIBEIRO (2013), explica que o exercício social
corresponde ao período de 12 meses, normalmente
coincidente com o ano civil que é de 01 de janeiro a 31
de dezembro.

RIBEIRO (2013), menciona que ciclo operacional “é o
espaço de tempo necessário para que a empresa realize
integralmente o seu processo operacional.”