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Manaus, quinta-feira, 16 de janeiro de 2014.

Ano XV, Edição 3332 - R$ 18,00

Poder Executivo – Edição Especial
PLANO DIRETOR URBANO E AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE MANAUS
LEI COMPLEMENTAR Nº 002, DE 16 DE JANEIRO DE 2014 II - a ordenação e regulamentação do uso e ocupação do
solo urbano;
DISPÕE sobre o Plano Diretor Urbano e III - a construção da Cidade com o compartilhamento dos
Ambiental do Município de Manaus e dá benefícios gerados;
outras providências. IV - a promoção:
a) da qualificação ambiental e cultural do território;
O PREFEITO DE MANAUS, no uso das atribuições que b) do desenvolvimento econômico do Município;
lhe são conferidas pelo art. 80, inc. IV, da Lei Orgânica do Município de c) do desenvolvimento do turismo;
Manaus, d) da qualificação dos espaços públicos;
FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu e) do desenvolvimento e melhoria dos espaços protegidos;
sanciono a seguinte V - a garantia:
LEI: a) das condições básicas de vida;
b) da mobilidade urbana em todo o território municipal,
TÍTULO I com ênfase na acessibilidade da pessoa com deficiência e com
DOS PRINCÍPIOS DA POLÍTICA URBANA E AMBIENTAL mobilidade reduzida;
c) do acesso democrático à terra regular e à moradia;
Art. 1º Esta Lei Complementar dispõe sobre o Plano d) da implementação do desporto e do lazer.
Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus, em atendimento ao Parágrafo único. São objetivos centrais das estratégias de
disposto no artigo 182 da Constituição Federal, nos artigos 39 a 42-B da desenvolvimento, dentro da área urbana, as Zonas Territoriais Urbanas
Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001, Estatuto da Cidade, e nos de Manaus, a partir das características vocacionais a seguir descritas:
artigos 227 e 228 da Lei Orgânica do Município de Manaus (LOMAN). I - Zona Norte: constitui a grande área de transição e
Parágrafo único. O Plano Diretor Urbano e Ambiental habitacional da Cidade, possuindo como limite a Reserva Florestal
constitui o instrumento básico da Política Urbana e Ambiental do Adolpho Ducke;
Município de Manaus, nos termos do Estatuto da Cidade, formulado e II - Zona Sul: constitui principal referência cultural e
implementado com base nos seguintes princípios: arqueológica, em especial pela localização do seu Centro Histórico, além
I - cumprimento das funções sociais e ambientais da de ser o maior centro de negócios da Cidade;
Cidade e da propriedade urbana, assim como dos espaços territoriais III - Zona Centro-Sul: constitui área habitacional, além de
especialmente protegidos; ser a expansão do centro de negócios e serviços da Cidade, com
II - promoção da qualidade de vida e do ambiente; verticalização caracterizada;
III - valorização cultural da Cidade e de seus costumes e IV - Zona Leste: constitui uma das maiores áreas
tradições, visando ao desenvolvimento das diversidades culturais; habitacionais com característica horizontal da Cidade, possuindo, ainda,
IV - inclusão social, por meio da regularização da atividades industriais, agroindustriais, de agricultura familiar, de turismo
propriedade territorial e da ampliação do acesso à moradia; ecológico, atividades portuárias e de proteção ambiental, por sua
V - aprimoramento da atuação do Poder Executivo sobre localização na orla do Rio Amazonas;
os espaços da cidade, mediante a utilização de instrumentos de controle V - Zona Oeste: constitui território atrativo para o turismo e
do uso e ocupação do solo; lazer, propiciando o desenvolvimento urbano com sustentabilidade
VI - articulação das ações de desenvolvimento no contexto ambiental, por sua localização na orla do Rio Negro e ainda o Igarapé do
regional; Tarumã-Açu;
VII - fortalecimento do Poder Executivo na condução de VI - Zona Centro-Oeste: constitui área habitacional com
planos, programas e projetos de interesse para o desenvolvimento do característica horizontal, contemplando ainda um centro de referência
Município de Manaus, mediante a articulação com os demais entes do em esportes e saúde da Cidade.
Poder Público e a parceria com os agentes econômicos, os movimentos
sociais e comunitários; Art. 3° As estratégias de desenvolvimento do Município de
VIII - integração entre os órgãos, entidades e conselhos Manaus complementam-se com o modelo espacial contido nesta Lei
municipais, visando à atuação coordenada no cumprimento das Complementar, regulamentado por normas de uso e ocupação do solo e
estratégias fixadas nesta Lei Complementar e na execução dos planos, de parcelamento do solo urbano, constantes de leis municipais
programas e projetos a ela relacionados; específicas.
IX - gestão democrática, participativa e descentralizada da
Cidade.
CAPÍTULO I
DA VALORIZAÇÃO DE MANAUS COMO METRÓPOLE REGIONAL
TÍTULO II
DAS ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO
Art. 4° A estratégia de valorização de Manaus como
Art. 2° Constituem estratégias para o desenvolvimento do metrópole regional tem como objetivo geral orientar as ações do Poder
Município de Manaus: Público e dos diferentes agentes da sociedade para a promoção do
I - a valorização de Manaus como metrópole regional; desenvolvimento sustentável e integrado do Município.

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Parágrafo único. São objetivos específicos da estratégia V - promoção contínua dos programas educativos e de
de valorização de Manaus como metrópole regional: conscientização quanto à valorização e preservação da Política
I - integração das funções do Município no contexto Municipal para o Meio Ambiente;
metropolitano, regional e nacional; VI - desenvolvimento, reconhecimento e priorização de
II - fixação do zoneamento do território municipal, visando mecanismos desenvolvidos localmente que promovam a mitigação de
garantir a ocupação equilibrada de seus espaços, a promoção social, a processos de degradação ambiental, minimizem ou até mesmo eliminem
valorização dos espaços territoriais como estratégia para o as deficiências imediatas de saneamento.
desenvolvimento sustentável, assim como o desenvolvimento não § 2º A Política Municipal para o Meio Ambiente é regida
predatório das atividades produtivas neles desenvolvida; pelo disposto nesta Lei Complementar e na Lei nº 605, de 24 de julho de
III - valorização da relação sustentável de Manaus com os 2001, Código Ambiental de Manaus.
rios Negro e Amazonas e demais cursos d´água.
Seção I
Art. 5° A estratégia de valorização de Manaus como Do Patrimônio Natural de Manaus
metrópole regional será efetivada por meio das seguintes diretrizes:
I - reforço à participação do Município em planos e Art. 7° Constituem o patrimônio natural de Manaus todos
programas, de âmbito metropolitano, estadual e federal, voltados para o os espaços territoriais especialmente protegidos, que são as unidades
seu desenvolvimento e da região; de conservação, corredores ecológicos, as áreas de preservação
II - articulação interinstitucional com os diferentes entes de permanente, os fragmentos florestais urbanos, as áreas verdes, o jardim
governo que atuam na região, com o objetivo de integrar as ações para o botânico, assim como, as praias, cachoeiras, ilhas, orlas fluviais e
desenvolvimento; demais cursos d’água existentes no Município.
III - instituição de mecanismos de articulação permanente Parágrafo único. Para efeito de conceituação dos bens
com a Administração dos Municípios vizinhos, especialmente os integrantes do patrimônio natural, são consideradas as definições
limítrofes com Manaus, visando à fomentação das atividades produtivas, adotadas no Código Ambiental de Manaus e no Sistema Municipal de
à integração das funções e à gestão de serviços de interesse comum; Áreas Protegidas.
IV - fortalecimento da atuação dos agentes econômicos e
de instituições de Manaus e dos demais municípios do Estado para o Art. 8° A proteção do patrimônio natural será
desenvolvimento sustentável da região; implementada mediante:
V - identificação das ações dos governos federal e I - programas de proteção ao patrimônio natural, assim
estadual no Município, priorizando a participação da Prefeitura naquelas como os planos de gestão das unidades de conservação;
de maior interesse para o desenvolvimento local; II - utilização de instrumentos de intervenção urbana que
VI - incentivo à articulação de agentes e instituições, incentivem a conservação do patrimônio natural;
inclusive cooperativas e associações de pequenos produtores, para III - efetiva aplicação dos instrumentos previstos pelo
formação de parcerias com a Prefeitura de Manaus, visando à Código Ambiental de Manaus;
implementação de projetos de desenvolvimento; IV - instituição de programa de educação ambiental junto à
VII - intermediação junto à Superintendência da Zona população em cada bairro e de projetos de educação ambiental nas
Franca de Manaus - Suframa, com vistas à expansão e diversificação escolas;
das indústrias do Polo Industrial de Manaus e das demais atividades V - apoio às ações da delegacia especializada na área de
econômicas; crimes ambientais;
VIII - implantação de terminal intermodal de transportes em VI - estruturação e aparelhamento do órgão municipal
localização estratégica para o Município e em relação aos municípios responsável pela execução da Política Ambiental de Meio Ambiente,
limítrofes; planejamento e gerenciamento dos programas de proteção e valorização
IX - reorganização logística dos transportes de cargas, das áreas protegidas, dos ambientes naturais e dos cursos d’água.
especialmente a articulação entre os portos fluviais que atendem
Manaus e os municípios da região; Art. 9º Constituem programas de proteção do patrimônio
X - direcionamento dos investimentos públicos para a natural:
implementação de programas de alcance social, com ênfase no I - Programa de Proteção e Valorização das Áreas
atendimento à saúde, à educação e à moradia, visando ao bem-estar Protegidas, dos ambientes naturais de Manaus, que visa:
social e ambiental da população; a) identificar áreas que apresentem potencial para a
XI - implantação, com vistas à conquista da cidadania e à criação de unidades de conservação, dando prioridade para aquelas
defesa da democracia, de espaços públicos polivalentes e de elevado com predominância de espécies vegetais nativas ou que abriguem fauna
interesse comunitário. silvestre endêmica e paisagens naturais relevantes;
b) reforçar a proteção dos espaços territoriais
CAPÍTULO II especialmente protegidos por meio da criação e implantação de
DA QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL DO TERRITÓRIO corredores ecológicos;
c) proteger as áreas de fragilidade ambiental e impróprias
Art. 6° A estratégia de qualificação ambiental do território para ocupação;
tem como objetivo geral tutelar e valorizar o patrimônio natural do d) promover a criação de parques com bosques de
Município de Manaus, priorizando a manutenção dos espaços espécies nativas e corredores ecológicos e outras categorias de
especialmente protegidos, a resolução de conflitos e a mitigação de unidades de conservação;
processos de degradação ambiental decorrentes de usos incompatíveis e) fomentar o controle de empreendimentos e atividades
e das deficiências de saneamento. que causem impacto ambiental nas áreas especialmente protegidas e
§ 1º São objetivos específicos da estratégia a que se refere nas unidades de conservação;
o caput deste artigo: f) recuperar as áreas degradadas em todo o território
I - defesa dos ambientes naturais, com disciplina de seu municipal, em especial aquelas localizadas na área urbana e em sua
aproveitamento; periferia imediata;
II - implantação, manutenção e valorização das unidades g) desenvolver o plantio e a manutenção de vegetação nas
de conservação, dos fragmentos florestais, dos corredores ecológicos, áreas suscetíveis de erosão, visando ainda à recuperação ambiental das
das áreas verdes urbanas e de outros espaços relevantes de proteção áreas verdes, em parceria com a iniciativa privada e o incremento da
de Manaus; arborização de logradouros e de equipamentos de uso público,
III - promoção da integridade das águas superficiais e considerando-se as diretrizes do Plano de Arborização;
subterrâneas do território do Município, por meio de ação articulada com h) propor o uso de espécies nativas a serem utilizadas no
as políticas estadual e federal de gerenciamento dos recursos hídricos; paisagismo urbano e na arborização de Manaus, priorizando o uso
IV - integração do gerenciamento ambiental às demais daquelas consideradas mais apropriadas, com o objetivo de dar uma
políticas públicas, de modo a garantir a proteção do patrimônio natural identidade florística à Cidade;
do Município; i) criar, implementar e manter as áreas protegidas.

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II - Programa de Proteção dos Cursos d’Água, objetivando Art. 12. Constituem diretrizes para a proteção dos bens
a proteção dos rios e igarapés e de suas margens e a conscientização que integram o patrimônio cultural de Manaus:
da população para a sua conservação e fiscalização, por meio de: I - a identificação, inventário e proteção dos bens culturais
a) elaboração do Plano de Proteção das Margens dos do Município, elencados no artigo 11;
Cursos d’Água; II - o tombamento atualizado dos bens imóveis de valor
b) preservação e revitalização das nascentes e demais histórico;
cursos d'Água; III - o incentivo à instituição de procedimentos e à criação
c) adequado tratamento dos efluentes líquidos, visando de mecanismos voltados à divulgação, à valorização e à potencialização
preservar a qualidade dos recursos hídricos; do uso do patrimônio cultural de Manaus;
d) manutenção da permeabilização do leito dos igarapés, IV - o registro e valorização das manifestações culturais
preferencialmente com a permanência da cobertura vegetal nativa e das consideradas bens imateriais ou intangíveis do Município.
matas ciliares;
e) recuperação, preservação e integração dos igarapés à Art. 13. A proteção dos bens que integram o patrimônio
paisagem, com a recomposição das matas ciliares nas suas margens; cultural será implementada mediante:
f) estruturação ambientalmente adequada das margens I - utilização de instrumentos de intervenção que
dos cursos d’água nos termos da legislação específica; incentivem a conservação dos bens de interesse histórico e cultural;
g) coibição do lançamento de efluentes poluidores e de II - estruturação e aparelhamento do órgão ou entidade
resíduos sólidos nos rios, igarapés e suas áreas adjacentes, com a municipal responsável pelo planejamento e pelo gerenciamento dos
conscientização e integração da população nas ações de proteção dos programas de proteção e valorização do patrimônio cultural;
cursos d’água. III - instituição e execução do Plano de Preservação do
Centro Histórico;
Seção II IV - arrecadação de bem tombado abandonado, nos
Do Gerenciamento Ambiental Integrado moldes definidos em legislação municipal específica.
Art. 10. A efetivação do gerenciamento ambiental se
integrará às demais políticas públicas, mediante a implementação dos Art. 14. O Programa de Valorização do Patrimônio Cultural
seguintes programas: visa:
I - Programa de Gestão Ambiental, com os seguintes I - executar, em articulação com órgãos e entidades
objetivos: federais e estaduais de cultura e patrimônio histórico, inventário
a) integrar a atuação dos órgãos municipal, estadual e atualizado de todos os bens imóveis considerados de interesse cultural,
federal de meio ambiente com os setores de serviços e atividades protegidos ou não;
urbanas; II - inventariar e registrar as manifestações culturais –
b) definir instrumentos institucionais para a gestão tradições, hábitos, práticas e referências culturais de qualquer natureza –
ambiental; existentes no Município e que conferem identidade à sua população e
c) solicitar e fazer cumprir que: aos espaços que habitam e usufruem;
1. as indústrias instaladas em Manaus apresentem laudo III - aperfeiçoar os instrumentos de proteção dos bens de
periódico sobre a qualidade da água despejada nos esgotos públicos e interesse cultural, definindo os níveis de preservação e os parâmetros de
cursos d’água, conforme competência institucional de cada órgão de abrangência da proteção, em articulação com os demais órgãos e
controle ambiental; entidades de preservação;
2. os empreendimentos potencialmente poluidores instalem IV - estabelecer, no âmbito da Prefeitura de Manaus e em
Estações de Tratamento de Efluentes, conforme exigência estipulada na articulação com as demais esferas de governo, mecanismos de
Lei nº 1.192, de 31 de dezembro de 2007 (Lei Pró-águas); fiscalização dos bens culturais de caráter permanente;
c) promover a articulação com instituições de ensino e V - promover:
pesquisa para o desenvolvimento de estudos e propostas de gestão a) a educação urbana com ênfase no patrimônio cultural
ambiental, assim como o assessoramento técnico na implementação das junto à população, especialmente nas escolas e universidades, por meio
ações de gestão ambiental; de programas e projetos específicos que despertem o interesse de
II - Programa de Gestão dos Recursos Hídricos, preservação do patrimônio cultural, em todas as suas formas e
objetivando: manifestações;
a) o estabelecimento, no âmbito municipal, de b) a revitalização das áreas públicas, com o incentivo ao
procedimentos técnico-administrativos voltados para o efetivo uso de espaço nas escolas e nos locais públicos para manifestações
funcionamento e requalificação do sistema de esgotamento sanitário; culturais.
b) o desenvolvimento de ações de controle da qualidade VI - incentivar a reestruturação de conjuntos, sítios
da água de abastecimento público segundo o que prescreve a históricos e edificações;
legislação; VII - apoiar os projetos de recuperação e reestruturação
c) a articulação intra e interinstitucional com instituições de urbana com a valorização de bens tombados em Manaus;
ensino e pesquisa, com vistas ao desenvolvimento integrado de VIII - buscar formas de captação e geração de recursos
atividades de monitoramento das bacias de drenagem sob jurisdição para manutenção e valorização do patrimônio cultural;
municipal. IX - preservar a cultura local, levando em consideração os
usos e costumes da população manauara, nas medidas de recuperação
e valorização das margens dos rios;
CAPÍTULO III
X - resgatar os artefatos arqueológicos e adotar medidas
DA QUALIFICAÇÃO CULTURAL DO TERRITÓRIO
para sua conservação.
Art. 11. A estratégia de qualificação do território de
Manaus tem como objetivo geral tutelar e valorizar o seu patrimônio CAPÍTULO IV
cultural, formado por um conjunto de bens imóveis de valor significativo, DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL
paisagens, sítios históricos, conjuntos arquitetônicos, edificações de
interesse cultural e os bens imateriais ou intangíveis da Cidade e da
região. Art. 15. A estratégia do desenvolvimento econômico local
Parágrafo único. São objetivos específicos da estratégia tem como objetivo geral garantir o pleno desenvolvimento das forças
de qualificação cultural do território do Município: produtivas, com o aproveitamento sustentável dos recursos e utilização
I - proteger, conservar e potencializar o uso dos bens de integral das potencialidades disponíveis no Município de Manaus.
interesse de preservação que integram o patrimônio cultural de Manaus; Parágrafo único. A Administração Pública conduzirá as
II - garantir a proteção do patrimônio cultural do Município; suas ações com base no conjunto de princípios e diretrizes que norteiam
III - avaliar o surgimento de novos patrimônios culturais do a Política de Desenvolvimento do Município, na forma que dispõe esta
Município. Lei Complementar e suas regulamentações específicas.

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Art. 16. A Política Municipal de Desenvolvimento IV - ampliação da participação da comunidade
Econômico obedecerá às seguintes diretrizes: empreendedora local e movimento cooperativista nos benefícios gerados
I - promoção do desenvolvimento autossustentável do com o desenvolvimento das atividades turísticas.
Município de Manaus, garantindo-se o equilíbrio urbano e ambiental e a
melhoria da qualidade de vida da população;
II - formulação, junto à sociedade civil, de um conjunto de CAPÍTULO VI
políticas econômicas que dinamizem a geração do produto interno e sua DA MOBILIDADE EM MANAUS
circulação no Município;
III - incentivo: Art. 18. A estratégia de mobilidade em Manaus tem como
a) à implantação de micro e pequenas empresas no objetivo geral qualificar a circulação e a acessibilidade de modo a
Município de Manaus; atender às necessidades da população em todo território municipal.
b) ao empreendedorismo e cooperativismo para melhoria Parágrafo único. São objetivos específicos da estratégia
da renda e inclusão social da população; de mobilidade em Manaus:
c) aos órgãos que congregam o setor secundário, para I - otimizar, implementar e ampliar as redes de circulação
serem agentes divulgadores das políticas econômicas de incentivos no viária para integrar o território municipal e facilitar a articulação regional;
âmbito federal e estadual; II - promover a reestruturação da malha viária e os
d) à consolidação de polos tecnológicos de ponta no sistemas de tráfego urbano, capacitando-os para atender às
Município de Manaus, estabelecendo-se parcerias entre o setor necessidades de circulação na Cidade.
produtivo e as instituições de ensino e pesquisa;
e) do máximo aproveitamento nas aplicações dos recursos
públicos e atração de investimentos privados no desenvolvimento Art. 19. A implementação da estratégia de mobilidade em
municipal; Manaus dar-se-á por meio das seguintes diretrizes:
f) ações de modalidade de economia solidária. I - garantia da fluidez da circulação dos veículos e da
IV - fomento: segurança dos usuários nas rodovias e estradas que estruturam o
a) à criação de instrumentos institucionais que viabilizem o Município, e nas vias que articulam a área urbana;
fortalecimento do setor urbano, do cooperativismo e da formalização das II - qualificação das vias urbanas considerando-se os
atividades econômicas existentes, garantindo a manutenção/geração de impactos ambientais na cidade, a segurança e o conforto dos pedestres
postos de trabalho atrelada ao desenvolvimento dos empreendimentos e e os princípios de universal acessibilidade;
a melhoria de qualidade de vida das pessoas envolvidas; III - potencialização do transporte aquaviário por toda a orla
b) ao desenvolvimento e aplicação de tecnologias de ponta de Manaus, criando-se alternativas de deslocamentos fluviais e
nos processos produtivos, gerenciamento e planejamento, desenvolvidos fomentando o transporte fluvial de cargas e passageiros;
no âmbito do Município de Manaus; IV - potencialização do transporte cicloviário por todo o
c) a política de incremento à produção, objetivando território da cidade de Manaus, criando-se alternativas de deslocamentos
incentivar a ampliação dos diversos ramos ligados ao agronegócio e o para ciclistas;
aumento do valor agregado da produção oriunda do meio rural. V - priorização, no espaço viário, do transporte coletivo em
V - promoção: relação ao transporte individual.
a) de ações de controle urbano e de melhoria dos espaços
e serviços públicos, visando à atração de atividades econômicas que Art. 20. A estratégia de mobilidade em Manaus
promovam geração de emprego, renda e inclusão social, viabilizando complementar-se-á com a recuperação dos espaços públicos de
áreas propícias para instalação e funcionamento de polos de mobilidade que estejam indevidamente ocupados por equipamentos de
desenvolvimento tecnológico e de serviços especializados; empresas concessionárias de serviços de energia elétrica,
b) do desenvolvimento comercial de toda a cidade por abastecimento de água e tratamento de esgoto, telefonia e particulares
meio de eixos de comércio e serviços do Centro para as demais zonas que ocupam indevidamente as áreas públicas.
urbanas, com a identificação e o fortalecimento de subcentros de
comércio e serviços como fatores indutores da concentração de Art. 21. Constituem programas estratégicos de mobilidade
atividades econômicas no Município de Manaus; em Manaus:
VI - criação: I - Programa de Transporte Coletivo Urbano que integre
a) de fórum permanente de desenvolvimento econômico ações de otimização e racionalização do sistema, modernização do
municipal; gerenciamento e qualificação dos equipamentos de suporte ao
b) de instrumentos de informações capazes de ampliar e transporte urbano intermodal, mediante:
agilizar as relações econômicas no âmbito municipal, estadual e federal. a) integração dos diferentes modos de transporte,
VII - busca do máximo de efeitos encadeadores na eliminando a concorrência entre eles e aumentando a disponibilidade do
geração de postos de trabalho à população. serviço;
b) informação dos itinerários disponíveis em diferentes
CAPÍTULO V meios de comunicação, com vista à acessibilidade;
DO DESENVOLVIMENTO DO TURISMO c) ampliação da rede de transporte coletivo com a
implementação de infraestrutura adequada ao crescimento da demanda
Art. 17. A estratégia de desenvolvimento do turismo tem e a melhoria na qualidade do serviço oferecido.
como objetivo geral incrementar as atividades turísticas no Município de II - Programa de Melhoria da Circulação e Acessibilidade
Manaus, por meio do pleno desenvolvimento das forças produtivas Urbana, objetivando a qualificação dos logradouros públicos e o
locais, do movimento cooperativista de turismo e artesanato regional, do ordenamento dos sistemas operacionais de tráfego, mediante:
fortalecimento das raízes culturais e da exploração das potencialidades a) priorização dos pedestres, das pessoas com deficiência
do ambiente natural e cultural disponíveis. e das pessoas com baixa mobilidade nas vias, ordenando e
Parágrafo único. A Administração Municipal conduzirá as padronizando os elementos do mobiliário urbano e a comunicação
suas ações na área do turismo com base nas seguintes diretrizes, visual, implantando e ampliando a arborização, implantando, nivelando e
priorizando o turismo de base comunitária: recuperando as calçadas ocupadas com usos impróprios;
I - fortalecimento da identidade amazônica da cidade de b) elaboração e implantação de rede cicloviária, mantendo-
Manaus; a em constante adequação e integração quando da criação de novas
II - fomento e apoio à iniciativa privada e do movimento vias e corredores urbanos;
cooperativista para a dotação de infraestrutura turística, tais como, meios c) adequação e ampliação das redes de serviços urbanos
de hospedagem, de alimentação, transporte de turismo, comercialização que interfiram na qualidade de circulação nas vias, incluindo os sistemas
de artesanato e outras atividades comerciais do Município; de drenagem de águas pluviais e de iluminação pública;
III - implementação de política específica para promoção d) garantia da acessibilidade universal autônoma e segura
do turismo, visando alcançar, a médio e longo prazos, o incremento e o aos usuários do espaço urbano, priorizando as pessoas com deficiência
desenvolvimento consistentes da atividade turística no Município; ou mobilidade reduzida e os pedestres.

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Art. 22. Deverá o Município de Manaus, por meio do órgão III - prevenir ou corrigir os efeitos gerados por situações e
competente, fixar placas de “proibido estacionar” nos dois lados das práticas que degradam o ambiente urbano e comprometem a qualidade
principais artérias de grande movimentação e em um lado das vias dos de vida da população, principalmente invasões e ocupações nas
bairros de Manaus, onde trafeguem transportes coletivos e urbanos e, margens dos cursos d’água;
ainda, fiscalizar, nos bairros, os estacionamentos de veículos nos dois IV - incentivar a verticalização dos conjuntos habitacionais
lados das vias. populares de modo a conter a expansão horizontal da Cidade.

CAPÍTULO VII Art. 26. A promoção de intervenções estruturadoras no
DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO espaço da Cidade deverá atender às seguintes diretrizes:
I - potencialização das atividades urbanas de interesse
Art. 23. A estratégia de uso e ocupação do solo urbano público por meio da requalificação urbanística, ambiental e paisagística
tem como objetivo geral ordenar e regulamentar o uso e a ocupação do da Cidade;
solo para garantir a qualidade de vida da população, incluindo a II - aproveitamento de vazios urbanos de imóveis
reconfiguração da paisagem urbana e a valorização das paisagens não subutilizados;
urbanas. III - otimização da infraestrutura urbana;
§ 1º São objetivos específicos da estratégia de uso e IV - compatibilização das operações urbanas consorciadas
ocupação do solo urbano: com as necessidades de atendimento de demandas habitacionais e de
I - controlar a expansão urbana horizontal da cidade, equipamentos urbanos;
visando à preservação dos ambientes naturais do Município e à V - estímulo ao envolvimento dos diferentes agentes
otimização dos serviços e equipamentos urbanos de Manaus; responsáveis pela construção da Cidade, ampliando-se a capacidade de
II - incentivar o adensamento em áreas de baixa densidade investimento do Município e garantindo-se a visibilidade das ações do
populacional e infraestrutura completa implantada; Poder Público.
III - ordenar a localização de usos e atividades na Cidade, Parágrafo único. As Operações Urbanas Consorciadas
considerando as características ambientais locais; definidas nesta Lei Complementar constituem o principal instrumento
IV - incentivar a adoção de padrões urbanísticos e viabilizador das intervenções estruturadoras no espaço da Cidade.
arquitetônicos condizentes com as características climáticas e culturais
de Manaus, visando à melhoria das condições ambientais e eficiência Art. 27. Para garantir melhores condições de vida à
energética das edificações; população, a implantação de infraestrutura urbana e social deverá ser
V - estimular o uso habitacional no Bairro Centro. priorizada em áreas e núcleos urbanos mais carentes, com ênfase no
§ 2º São diretrizes da estratégia de uso e ocupação do aperfeiçoamento do Sistema de Atendimento à Saúde, na ampliação da
solo urbano: Rede Municipal de Ensino Público e na implantação de redes de
I - considerar as bacias hidrográficas e espaços territoriais distribuição e abastecimento de água e rede de tratamento de esgoto.
especialmente protegidos no planejamento da Cidade;
II - promover a demarcação das áreas de risco para a Art. 28. As áreas de remanescentes florestais e com
população; recursos paisagísticos, sobretudo as orlas dos rios Negro e Amazonas,
III - manter a malha e a referência social das pessoas deverão ser priorizadas para criação de novos centros dinâmicos de
atingidas por projetos urbanísticos, priorizando, quando possível, seu turismo e de lazer.
reassentamento para espaços situados nas proximidades do local onde
moravam; CAPÍTULO IX
IV - simplificar os procedimentos de licenciamento de DO ACESSO À MORADIA
edificações e atividades.
Art. 29. A estratégia de acesso à moradia tem como
Art. 24. Constituem programas estratégicos de objetivo geral a implementação de uma política habitacional que vise:
estruturação do uso e ocupação do solo urbano: I - promover ações articuladas com órgãos e entidades
I - Programa de Dinamização de Centros de Bairros, governamentais e não governamentais voltados à construção de
envolvendo aproximação da Administração Municipal com entidades e moradias populares;
associações locais e o incentivo a eventos culturais e comerciais nos II - identificar áreas de interesse social com potencial de
bairros e incluindo projetos urbanísticos para os centros dinâmicos; ocupação para promoção de novas moradias;
II - Programas de Criação e Consolidação de Centros de III - atender às demandas das populações de média e
Turismo e Lazer nas orlas dos rios Negro e Amazonas, visando à baixa renda;
implantação de Áreas Verdes e Parques e à instalação de um Sistema IV - adotar mecanismos de fiscalização e monitoramento
de Centros Referenciais, de abrangência local, urbana ou regional, dos projetos habitacionais que integrem a participação da população;
caracterizados pelo aproveitamento racional de recursos naturais, V - estimular o uso e ocupação residencial na área central
ampliação de espaços de uso coletivo e implantação de infraestrutura de Manaus, aproveitando a infraestrutura existente;
sanitária adequada, com vistas a potencializar a identidade da Cidade VI - reassentar moradores em locais dotados de
pelo fornecimento das centralidades e valorização ambiental, a serem infraestrutura urbanística e equipamentos comunitários.
elaborados em complementação ao macroplano da orla fluvial. Parágrafo único. Os Programas Habitacionais de
Interesse Social se destinam, prioritariamente, ao atendimento de
CAPÍTULO VIII parcela da população com renda familiar de até 5 (cinco) salários
DA CONSTRUÇÃO DA CIDADE mínimos.

Art. 25. A estratégia de construção da Cidade tem como Art. 30. Os programas habitacionais deverão ser
objetivo geral compartilhar os benefícios sociais e ambientais gerados no financiados por meio de recursos:
Município e potencializar as atividades econômicas urbanas, para a I - públicos, conforme disposto na Lei Orgânica do
implementação de uma política habitacional que democratize o acesso a Município de Manaus;
terra e à moradia. II - originários da articulação com outros programas no
Parágrafo único. São objetivos específicos da estratégia âmbito dos governos estadual e federal;
de construção da Cidade: III - provenientes de parcerias com a iniciativa privada;
I - promover intervenções estruturadoras no espaço da IV - originários do Fundo Municipal de Habitação, na forma
Cidade que criem novas oportunidades empresariais e permitam ao da lei.
Poder Executivo Municipal recuperar e redistribuir a renda urbana
decorrente da valorização do solo; Art. 31. A estratégia de acesso à moradia é
II - ampliar a oferta de habitação social e o acesso à terra complementada por ações específicas como o oferecimento de
urbana, fomentando a produção de novas moradias para as populações assistência técnica em serviços de engenharia a pessoas de baixa renda
de média e baixa renda adequadas à qualificação ambiental da Cidade; para a implantação de habitações unifamiliares.

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Manaus, quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Art. 32. Para ampliar a oferta de habitação social e o V - criação de novas áreas de lazer para crianças e jovens,
acesso a terra, assim como para prevenir e corrigir os efeitos gerados de acordo com as normas específicas de acessibilidade da Associação
por situações e práticas que degradam o ambiente urbano e Brasileira de Normas Técnicas (ABNT);
comprometem a qualidade de vida da população, o Poder Executivo VI - garantia de acesso para pessoas com deficiência e
deverá implementar uma Política Habitacional de Interesse Social, com mobilidade reduzida, de acordo com as normas específicas de
base nas seguintes diretrizes: acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em
I - elaboração de Plano Habitacional de Interesse Social; todos os espaços públicos.
II - adoção dos instrumentos de parcelamento, edificação
CAPÍTULO XI
ou utilização compulsórios, e dos demais instrumentos instituídos em lei,
DA GESTÃO DEMOCRÁTICA
para aquisição de áreas destinadas a habitações de interesse social;
III - incentivo e fortalecimento à produção de habitação de Art. 35. A estratégia de gestão democrática tem como
interesse social por meio de projetos apresentados por entidades da objetivo geral implantar o Sistema Municipal de Planejamento e Gestão
sociedade civil organizada, cooperativas habitacionais, fomentando a Urbana, constituído em processo contínuo, democrático e dinâmico de
cooperação do Poder Público. qualificação das funções inerentes ao próprio sistema, da cidadania e do
IV - garantia: controle da ocupação urbana, com base nas formulações e instrumentos
a) da aplicação dos instrumentos de regularização desta Lei Complementar.
fundiária; Parágrafo único. São objetivos específicos da estratégia
b) da permanência de pequenos produtores nas áreas de de gestão democrática:
transição, assegurando-se a esses trabalhadores o direito de produzir e I - promover oportunidades para o exercício da cidadania,
morar; visando a um maior comprometimento da população com a Cidade;
c) de infraestrutura, meios de transporte e equipamentos II - impulsionar os mecanismos para construção de uma
sociais na localização de novos empreendimentos de habitação social. gestão urbana corresponsável, visando uma maior participação da
V - promoção: sociedade em diferentes níveis;
a) do reassentamento da população de baixa renda sujeita III - organizar uma estrutura administrativa para o
a situações de risco, mantendo as populações reassentadas, planejamento, visando a maior eficácia na formulação de estratégias e
preferencialmente e desde que cessado o risco, no mesmo local ou nas no gerenciamento direcionados para a melhoria da qualidade de vida
proximidades, garantindo maior segurança e melhor condição de acesso urbana;
ao trabalho, ao lazer, à saúde e à educação; IV - qualificar a estrutura administrativa para a obtenção de
b) do combate à ocupação desordenada do território resultados, visando maior eficiência no acompanhamento da
municipal. implantação desta Lei Complementar;
VI - fomento ao desenvolvimento de soluções tecnológicas V - garantir, com vistas à gestão municipal efetiva e
para edificação e infraestrutura, visando padrões construtivos adequados democrática, a sistematização de um conjunto de informações
aos condicionantes ambientais e urbanos de Manaus; estratégicas, essenciais e necessárias para o conhecimento da realidade
VII - adoção de alternativas eficazes e sustentáveis de em que atua o Poder Executivo do Município.
saneamento que não onerem excessivamente o custo da moradia.
Art. 36. Constituem diretrizes da estratégia de gestão
CAPÍTULO X democrática:
DA QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS PÚBLICOS I - tornar efetiva a participação da sociedade no
planejamento da cidade, estabelecendo um compromisso com a
Art. 33. As calçadas, praças, áreas de lazer, unidades de aplicação desta Lei Complementar, seu monitoramento e avaliação;
conservação que permitam seu uso, orlas dos rios e demais espaços II - buscar e consolidar parcerias com o setor privado, com
públicos são bens de uso comum do povo, destinados à circulação de centros de ensino e pesquisa, organizações não governamentais e
pessoas, atendendo a todos os parâmetros de acessibilidade universal e comunitárias, com ênfase na inserção social;
à convivência social, devendo estar de acordo com a norma específica III - efetivar a descentralização administrativa,
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), nos quais possibilitando aproximação com as particularidades locais, tendo por
somente serão permitidos outros usos na forma da legislação própria. base as Zonas Urbanas;
§ 1º Em relação às calçadas, deverão estar de acordo com IV - incentivar a integração intersetorial e a articulação
a norma específica da Associação Brasileira de Normas Técnicas multidisciplinar;
(ABNT), quanto às larguras mínimas de circulação, atendendo a todos V - implantar o orçamento participativo, de acordo com as
os parâmetros de acessibilidade universal e de mobilidade inclusiva para diretrizes fixadas no Estatuto da Cidade;
todas as pessoas, atendendo, também, à obrigatoriedade de VI - instituir e implementar o Conselho da Cidade,
arborização, dentre outras condições. mediante lei específica;
§ 2º São diretrizes da estratégia de qualificação dos VII - garantir que o Sistema de Informações para o
espaços públicos: Planejamento proporcione condições para o desenvolvimento de
I - reordenar a nomenclatura e numeração dos logradouros negócios.
públicos; Art. 37. Constituem programas para implementação da
II - condicionar alterações da nomenclatura dos estratégia de gestão democrática:
logradouros à aprovação junto ao órgão de planejamento urbano, no I - Programa de Modernização Administrativa, com ênfase
âmbito do Poder Executivo Municipal; na capacitação dos recursos humanos, que estimule a troca de
III - incentivar a manutenção e a ampliação da arborização experiências entre os técnicos municipais e a qualificação do quadro
no Município. funcional da Prefeitura de Manaus;
II - Programa de Democratização do Acesso à Informação,
Art. 34. A estratégia de qualificação dos espaços públicos com estímulo à formação de consciência pública e acesso aos serviços
é complementada pelas seguintes ações específicas: públicos, por meio de:
I - arborização de áreas residenciais e praças e ampliação a) realização de palestras nos bairros, locais de trabalho,
dos espaços com vegetação, dando ênfase ao bairro Centro; escolas e universidades com distribuição de cartilhas sobre direitos e
II - criação de praças e parques e revitalização das praças deveres do cidadão;
existentes de acordo com as normas específicas de acessibilidade da b) implantação de centros tecnológicos nas unidades
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); sociais, esportivas, educacionais e outros equipamentos comunitários
III - construção de calçadas, ciclovias e passarelas, de como praças e parques, que permitam o acesso à informação e a
acordo com as normas específicas de acessibilidade da Associação participação interativa da comunidade;
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em todas as vias a serem c) implantação de sistema de registros online, para dar
recuperadas, quando possível; transparência à sociedade quanto a tramitação de processo, geração de
IV - criação, implantação e manutenção das unidades de conhecimento institucional e continuidade dos processos na gestão
conservação; pública.

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divulgação e utilização das informações relevantes da esfera municipal. implementar. II . permanente deste Plano Diretor Urbano e Ambiental e dos processos de X . participação da sociedade no planejamento e na gestão da Cidade. III . caracterizando a divisão VI .planejar. uniforme de seus dispositivos. I .Órgãos da Administração Direta e Indireta do Município. 43.viabilizar a gestão da Cidade de Manaus de forma Art. monitoramento e fiscalização no processo e não governamentais. sob a forma de autarquia municipal. 41. deste Plano Diretor e dos programas e projetos nele previstos. motivadora e estimuladora da cidadania. VIII . Município de Manaus.articular a atuação das concessionárias de serviços planejamento e gestão da Administração.garantir a ampliação e a efetivação dos canais de Planejamento Urbano (Implurb) é a entidade de direito público interno. planejamento e automação para o Planejamento Urbano: desenvolvimento de projetos que permitam controlar.colaborar para o aprimoramento técnico dos servidores municipais e para a formação de um quadro funcional qualificado. V . Art. ordenar e fiscalizar o uso e a ocupação do articulando-os com o processo de elaboração e execução do orçamento solo.convocar os órgãos colegiados e os demais planejamento. exercendo o poder de polícia administrativa para tanto. IV .Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU). com (CMDU) é o órgão técnico disciplinar e deliberativo sobre as questões o objetivo de garantir a disponibilização e democratização das relativas aos sistemas. Seção II XII . São objetivos do Sistema Municipal de Órgãos e Entidades da Administração Direta e Indireta Planejamento Urbano: I . Os órgãos e entidades da Administração Direta e transparente. Subseção I c) entidade responsável pela captação de recursos Do Gerenciamento do Sistema financeiros junto às diferentes instâncias públicas e privadas. VII . 38. que alimentar o sistema de informações para o planejamento. IX . Art. 16 de janeiro de 2014 TÍTULO III CAPÍTULO II DO SISTEMA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO DA COMPOSIÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I Art.promover a melhoria da qualidade técnica de projetos. pesquisa.organizar. 39.aplicar a legislação municipal relacionada ao programas e projetos urbanos. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano XIII .integração em grupos de trabalho ou comissões estabelecendo o fluxo contínuo de informações. utilizando-se Indireta do Poder Executivo prestarão apoio ao Sistema Municipal de meios facilitadores para promover a conscientização pública sobre o Planejamento Urbano mediante o desenvolvimento das seguintes significado e a importância desta Lei Complementar e de seus atividades: instrumentos.aperfeiçoar os procedimentos de consultas prévias contrapartida nos processos de outorga onerosa do direito de construir nos órgãos municipais de licenciamento.elaborar e coordenar a execução integrada de planos.instituir: de estudos e pesquisas destinados a dar suporte ao planejamento. compreenda todos os aspectos da vida urbana da Cidade de Manaus.monitorar e controlar os instrumentos de aplicação informações para o planejamento. planejar. programas e projetos de desenvolvimento urbano.articular ações com os demais órgãos e entidades da administração direta e indireta integrantes do Sistema Municipal de VI . 42.formular estratégias e políticas urbanas. Seção I Parágrafo único. assim como sua permanente revisão e desenvolvimento urbano ambiental.Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano viabilização de processo contínuo de planejamento e gestão urbana em (CTPCU). ou de alteração de uso. O Sistema Municipal de Planejamento Urbano II . II .firmar convênios ou acordos públicos e privados para a articulada das funções de planejamento e de gestão de controle e viabilização de planos.promover e apoiar a formação de conselhos Do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano comunitários de gestão urbana. municipal. de implementação deste Plano Diretor. programas e projetos necessários à implementação deste Plano Diretor. XI . nacionais e internacionais. fiscalização. exercendo suas atribuições na forma estabelecida DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 7 .coordenar a implementação deste Plano Diretor Urbano § 1º Ao Implurb compete ainda: e Ambiental e dos processos de sua revisão e atualização. responsável pelo gerenciamento do Sistema Municipal de Planejamento Urbano.designar e atribuir competências às instâncias Planejamento Urbano e com outros órgãos e entidades governamentais responsáveis pela execução. monitorar e avaliar os planos. Manaus. III . na realização II . Município. destinadas a b) o Sistema de Informações para o Planejamento. O Sistema Municipal de Planejamento Urbano DOS OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES compõe-se de: I . bem como a base para o públicos com a execução de planos. Art. O Instituto Municipal de Ordem Social e III . 40. São atribuições do Sistema Municipal de assessoria. implantar e manter o sistema de V . estabelecimento das iniciativas de democratização da informação junto à definindo prioridades e estabelecendo medidas para sua viabilização. I . programas e projetos urbanos.instituir e integrar o sistema de informações para o VIII .elaborar. em conformidade com a estratégia de gestão democrática prevista nesta Lei Complementar.definir as diretrizes do desenvolvimento urbano do III . sistematizar e acompanhar todo o processo de crescimento da cidade. e que promova a técnicas responsáveis pela elaboração e implementação de planos. técnicas relacionadas à área de atuação específica. a) mecanismos permanentes e sistematizados para II . estabelecendo interpretação atualização. IV . ampliando e diversificando as formas de participação no processo de planejamento e gestão da Cidade.definir os valores básicos para cálculo de VII . quinta-feira. de forma a atender a necessidade do setor público e às demandas da população no planejamento da Cidade. atribuições. Manaus. possui objetivos. ao qual compete a Art.levantamento de dados e fornecimento de informações implementação e atualização desta Lei Complementar.instituir Programa de Gestão do Conhecimento.apoio técnico de caráter interdisciplinar. Manaus. I . programas e projetos. estrutura institucional e instrumentos para a III . serviços e ordenação do espaço urbano do informações produzidas sobre a cidade de Manaus. estabelecendo o fluxo contínuo de informações entre os integrantes do Sistema Municipal de Planejamento Urbano para debater órgãos e entidades integrantes do Sistema Municipal de Planejamento e opinar sobre temas relacionados ao desenvolvimento urbano de Urbano. sociedade. § 2º O sistema de informações para o planejamento obras e intervenções promovidas pelo Poder Executivo no espaço constitui ferramenta facilitadora para a tomada de decisão e atualização urbano do Município.

intervenção. dentro de b) fora do perímetro urbano. 51.unidades de conservação. 16 de janeiro de 2014 no artigo 221 da Lei Orgânica do Município de Manaus.Planejamento Urbano e Controle Urbano.uniformizar entendimentos sobre os casos em que a Macrozoneamento do Município: legislação urbanística for omissa a respeito do tratamento jurídico a ser I .Fazendária.Turismo. que poderá Art. Parágrafo único. com potencial para o desenvolvimento de atividades agroflorestais e de ecoturismo. A CTPCU será integrada pelos representantes de com as peculiaridades ambientais da região. nos termos desta Lei Complementar. suas competências institucionais. quinta-feira. I . 46.Transportes Urbanos.Trânsito. visando melhor aproveitamento da infraestrutura instalada. III . federal. inclusive a concessão de outorga onerosa do direito de construir ou de alteração de uso e sobre outras matérias relativas ao Art.deliberar. deverão ser ainda estendidos o atendimento de serviços II .área urbana.Obras e Infraestrutura. competindo-lhe TÍTULO IV ainda: DA MACROESTRUTURAÇÃO DO MUNICÍPIO I . A CTPCU será presidida pelo titular do órgão municipal responsável pelo Planejamento Urbano.ampliação do alcance de políticas sociais e de projetos previstos nesta Lei Complementar. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano fluxos produtivos. 45.acompanhar a implementação deste Plano Diretor. localizadas: de Planejamento Urbano e possui as seguintes atribuições: a) na área urbana e na área de transição. Para efetivação do Macrozoneamento do desenvolvimento urbano. VI . promoção da cidadania. V . II . municipal. O Macrozoneamento do Município de Manaus visa viabilizem as políticas de desenvolvimento urbano e ambiental. visando: III . Situam-se no território do Município de Manaus as delegar essa atribuição.Advocacia Pública Municipal. Urbano (CTPCU) é o órgão colegiado integrante do Sistema Municipal III . regional.deliberar sobre os planos de aplicação do Fundo de Desenvolvimento Urbano dando publicidade ao uso do mesmo. II . V . fora das unidades de conservação.áreas de interesse agroflorestal. I . (SNUC). Seção III Art. Das Unidades de Conservação V . dando publicidade da decisão em link específico. 53. nas Parágrafo único.viabilização do escoamento da produção agrícola ou compensatórias que possam amenizar qualquer situação incompatível à agroflorestal de pequenas comunidades. III .deliberar sobre análises elaboradas pela Comissão do território. 44. empreendimentos de impacto urbano e ambiental. órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta do Poder VI . Art. As unidades de conservação correspondem às VII .direcionamento do uso e da ocupação do território de VI . 52. estaduais e municipais de proteção integral.o aproveitamento sustentável das áreas localizadas direito de pronunciamento do interessado ou seu representante legal. passageiros. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano municipal. Parágrafo único.participar da elaboração de programas.otimização das redes de circulação intramunicipal e VII . conforme estabelecido na legislação Municipal de Desenvolvimento Urbano. IV . Art. atuará como gestor do Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano e III .examinar e apresentar justificativas técnicas. adotando como ao aperfeiçoamento dos instrumentos de planejamento e gestão da diretrizes: Cidade.articulação da rede de transporte existente e da rede Executivo. Seção I IV . Município. Manaus. (CMDU) compor-se-á conforme disposto na Lei Orgânica do Município VI .apoio à implantação de cooperativas autossustentáveis que beneficiem o desenvolvimento de atividades produtivas compatíveis Art. 49.a ampliação das unidades de conservação de âmbito Art. mediante a indução do adensamento na área urbana legislação urbana e edilícia do Município. II . VIII . sobre o II . A reunião será pública e garantir-se-á o IV . consolidada. estadual e municipal específica. planos.a inibição da expansão da malha urbana nas direções última instância recursal nas matérias relacionadas à aplicação da norte e leste.deliberar sobre os projetos especiais de modo a preservar a natureza. garantir a ocupação equilibrada do território municipal e o IV . 50.deliberar sobre a dispensa do valor da contrapartida intermunicipal. mineral e turístico. classificados como geradores de impacto na Lei que estabelece as III . 47. A Comissão Técnica de Planejamento e Controle II . Art. sobre a aplicação dos instrumentos de IV . Da Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano integram o território do Município de Manaus as seguintes macroáreas: I .garantia da saúde e da educação em todo o território Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) de empreendimentos municipal.favorecimento ao abastecimento da população nos Normas de Uso e Ocupação do Solo no Município.proteção das paisagens notáveis e os recursos naturais V .o favorecimento ao escoamento da produção e aos Art. responsáveis pelas seguintes áreas: projetada pelo Plano de Transporte Integrado previsto nesta Lei I . estabelecer a necessidade ou não de medidas mitigadoras e IV . O Chefe do Poder Executivo áreas de preservação permanente.opinar sobre matérias específicas estabelecidas na públicos e social em Manaus à população dispersa no território legislação que complementam este Plano Diretor Urbano e Ambiental. Técnica de Planejamento e Controle Urbano (CTPCU).o incremento do transporte fluvial de cargas e de Manaus. seguintes unidades de conservação: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 8 . planos e I . III . Complementar. Para fins de gestão e planejamento municipal.área de transição. CAPÍTULO I sobre projetos de lei.deliberar sobre propostas oriundas do Implurb quanto desenvolvimento não predatório das atividades. 48.examinar e apresentar justificativas técnicas. conservação federais. categorias definidas no Sistema Nacional de Unidade de Conservação VIII . no âmbito do Poder Executivo municipal.Meio Ambiente. Cidade. além de aprovar ou próprios locais de moradia. permitindo integrar o território e facilitar a articulação referente à outorga onerosa de alteração de uso.deliberar sobre a programação de investimentos que Art.a restrição à ocupação nas áreas das unidades de dado à matéria. particularmente nas faixas marginais estabelecerá as normas de competência e funcionamento do Conselho aos rios e igarapés e nas encostas. Constituem pressupostos para o IX . programas e projetos relativos ao DO MACROZONEAMENTO desenvolvimento urbano de Manaus. II .

com adensamento nas faixas Parágrafo único. Esquerda do Rio Negro – Setor Tarumã-Açu/Tarumã Mirim.a Lei de Uso e Ocupação do Solo Urbano.Sul-Norte: que se caracteriza por ser uma possibilidade II . ecoturísticas. § 2° A ocupação urbana. Instrumento de promoção do desenvolvimento a) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN sustentável de Manaus. de expansão da malha urbana através de uso e ocupação diversificados. usos e atividades e) Área de Proteção Ambiental – APA do Tarumã/Ponta urbanas de baixa densidade. 59. finalidade o estabelecimento de procedimentos e mecanismos que b) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN permitam a integração do Município à região. e definido pelo Zoneamento Ambiental Municipal.o Código Ambiental. Manaus. de acordo com as diretrizes expressas nesta Lei Complementar. 56. IV . Reserva Nazaré das Lages. Parágrafo único.APA Estadual da Margem VI . Área de Transição deverão atender à legislação ambiental. a) Parque Nacional de Anavilhanas.sob tutela municipal: utilização da infraestrutura existente e atender às diretrizes de a) Parque Municipal do Mindu. 55. que terão seu pela Lei Municipal do Perímetro Urbano.o Código de Posturas. proteção dos recursos naturais.a Lei de Parcelamento do Solo Urbano. incluindo a Reserva Florestal Tupé. Reserva Águas do Gigante. Inpa. delimitada d) Parque Estadual do Rio Negro Setor Sul.a Lei do Perímetro Urbano. b) Área de Proteção Ambiental .APA Estadual da Margem Esquerda do Rio Negro – Setor Aturiá/Apuazinho. Ulbra. Manaus na integração dos serviços de interesse comum entre os f) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN municípios que integram a microrregião. No caso de transferência da tutela das instituições locais para o desenvolvimento sustentável regional. o Plano de Integração Regional tem por Reserva Honda. b) Parque Municipal das Nascentes do Mindu.sob tutela estadual: V . f) Área de Proteção Ambiental – APA Adolpho Ducke.a definição das ações prioritárias para a qualificação do desenvolvimento urbano da Cidade. por ato do Poder Executivo. minerais e turísticas. estadual ou atividades produtivas.o Código de Obras e de Edificações. preservação permanente ou por unidades de conservação. medidas e ações que possam ser executadas em conjunto com os c) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Municípios vizinhos. Município de Manaus e aos municípios vizinhos. Reserva Sócrates Bonfim. articulação de funções e gestão de serviços de federal. ou da elaboração de plano urbanístico específico. destinada ao desenvolvimento de usos e atividades urbanos. Área Urbana é a área territorial do Município c) Parque Estadual Sumaúma.RDS do que contorna os limites da Área Urbana. visando à Elisa Miranda. visando otimizar a III . Parágrafo único. Mineral e Art. com a identificação de Reserva dos Buritis. CAPÍTULO II i) Área de Proteção Ambiental – APA Parque Linear do DOS INSTRUMENTOS COMPLEMENTARES Bindá. zoneamento do Município. j) Área de Proteção Ambiental – APA Parque Linear do Seção I Gigante.os critérios para o adensamento da malha urbana. h) Área de Proteção Ambiental – APA Parque Ponta Negra. 54. Em apoio ao Plano de Integração Regional. Do Plano de Integração Regional IV . o Município. sob tutela privada: Art. Adolpho Ducke. podendo abrigar atividades agrícolas.os serviços e equipamentos de interesse comum ao Reserva Norikatsu Miyamoto. especialmente os recursos hídricos. quinta-feira. c) Refúgio de Vida Silvestre Sauim Castanheira. vetores de expansão da cidade. § 1° São centralidades do Município as áreas situadas em Art. Compõem a regulamentação específica lindeiras às vias estruturantes da Cidade. III . florestais. Mineral e Turístico Do Plano de Organização do Território Municipal Art. 16 de janeiro de 2014 I . são objeto de regulamentação desenvolvimento estimulado por meio de incentivos ao adensamento e à municipal específica que determina as condições de uso e ocupação do diversificação de usos e atividades. Parágrafo único. e) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN II . O Plano de Integração Regional definirá: d) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN I . I .a Lei das Áreas de Especial Interesse Social.sob tutela federal: III . Agroflorestal. Respeitadas as diretrizes estabelecidas II . as Áreas de Interesse viário. 57. A Área Urbana e a Área de Transição. ressalvadas tendo como diretrizes para a organização da Área Urbana e da Área de as determinações constantes dos respectivos planos de gestão. a) Área de Proteção Ambiental . da implantação de equipamentos solo urbano. Quaisquer atividades desenvolvidas na g) Área de Proteção Ambiental – APA Ufam. modelo espacial constantes desta Lei Complementar. VII . Transição de Manaus: destinadas a um aproveitamento sustentável pelo desenvolvimento de I . delimitadas entroncamentos de vias estruturantes da Cidade. de modo a conter a expansão horizontal da cidade. Art.a indicação dos elementos estruturadores do sistema no Zoneamento Estadual Econômico Ecológico. interesse comum. Lagoa do Japiim e Acariquara.as funções a serem desempenhadas pelo Município de Reserva Bons Amigos. Mineral e Turístico terão seu aproveitamento econômico III .os meios de integrar atividades produtivas g) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN complementares exercidas em Manaus e nos municípios vizinhos. orientar-se-á pelos seguintes referida no caput deste artigo: vetores: I . promoverá medidas de proteção Art. O Plano de Organização do Território estabelecerá Turístico são as áreas no Município não abrangidas por áreas de as condições básicas de uso e ocupação do solo no território municipal. Seção II Seção II Das Áreas de Interesse Agroflorestal.Criadas pelo Poder Público Municipal.as formas de participação de agentes econômicos e de Parágrafo único. Áreas de Interesse Agroflorestal.a definição das centralidades existentes e a indução dos atividades agrícolas. 60. 58. unidades de conservação elencadas nos incisos I e II deste artigo. onde são incentivadas atividades Negra. IV . DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 9 . até que deverão ser criados Conselhos Intermunicipais para fomento de seja efetivado novo enquadramento por lei municipal. IV . segundo a estratégia de uso e ocupação do solo urbano e o públicos e privados. Área de Transição é a faixa do território municipal d) Reserva de Desenvolvimento Sustentável . II . em articulação com o Seção III zoneamento ambiental municipal e em consonância com o estabelecido Da Área Urbana e da Área de Transição como estratégias de desenvolvimento por esta Lei Complementar. Art.

a Oeste. 14 VI .estabelecer: I . rodoviário circulação de veículos dar-se-ão através da criação de anéis viários de e fluvial. a Feira Manaus baixa densificação.a Área Urbana é dividida em Zonas Urbanas. Cidade.ZT Ducke: abrange ao Sul. I . o § 3° A otimização da mobilidade urbana em Manaus e a escoamento da produção e os fluxos produtivos vinculados às atividades garantia de uma distribuição equilibrada da oferta de transportes e portuárias. 16 e parte observando-se o uso e a ocupação diferenciados nas diversas áreas da do Setor 02. São Raimundo.Zona Urbana Sul: abrange os setores 01.interno. Coletivo em toda a cidade. o Rio Negro.a reconversão do porto fluvial situado no Centro ecológicos urbanos. Município. construídas. Zonas Urbanas. II . respeitadas as unidades de conservação urbanas e os corredores II .Zona Urbana Leste: abrange o Setor 08 e parte dos dos lençóis de águas subterrâneas. à Moderna e as áreas do Porto da Siderama.ampliação dos serviços do Sistema de Transporte industrial de grande porte e usos complementares. à Manaus. a Rodovia AM-010.capacitação da malha viária e dos sistemas de tráfego nos seguintes setores. as Zonas Territoriais da Zona Urbana estão subdivididas VII . potencializando-se a utilização de recursos naturais Senhora Aparecida. com Art. ambientais da Cidade e a otimização dos benefícios gerados no o Igarapé Tarumã-Açu.ZT Tarumã-Açu: abrange ao Sul. 17. 03 e 04. o limite do bairro Distrito a) as condições de proteção destas zonas. de estímulo à baixa instrumento básico para a qualificação ambiental em todo o território de densificação. Complementar. 16 de janeiro de 2014 II . Glória.proteção das áreas de fragilidade ambiental e III . sobretudo nos fundos de vale e áreas de recarga IV . que nos termos valorização da paisagem e à promoção de programas e projetos de previstos no Código Ambiental de Manaus.externo. o limite do bairro DA ESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO URBANO Tarumã-açu e Lago Azul. relacionada à proteção dos recursos naturais. das áreas da Ponta Negra e do Puraquequara. a Leste. a valorização dos recursos III . a Leste. interesse social. a Oeste.Zona Urbana Oeste: abrange os setores 15. as áreas adjacentes à Ponte Rio Negro. a Noroeste. VI . ao Norte.integração entre os anéis viários de interligação Art. é adotado Modelo Espacial. englobando a Reserva Adolpho Ducke.401 de 14 integração entre os bairros e aliviando pontos críticos gerados por fluxos de janeiro de 2010: intraurbanos. Subsetores e Corredores Urbanos. destacando-se a importância das orlas dos Rios Negro e II . Para efetivação da estruturação do espaço urbano através de corredor Norte-Sul alternativo ao já consolidado. 18 e III . I . interligação entre as Zonas Territoriais. c) ZT Praia da Lua: compreende área contribuinte da bacia do igarapé Tarumã-Açu. a) o Setor Urbano 01: restrito ao Bairro Centro. quinta-feira. relacionada à proteção dos recursos naturais. Vargas. parte dos Setores 02. Setores 06. Parágrafo único. no qual: § 4° A integração da cidade de Manaus com os rios Negro I . TÍTULO V II . por meio da qualificação de sistemas intermodais. da Colônia Antônio Aleixo e valorização da paisagem e à promoção de programas e projetos de do Puraquequara.Zona Urbana Norte: abrange os Setores 10. Nova Cidade.Zona Urbana Centro-Sul: abrange os Setores 11 e 12. CAPÍTULO I II . V . Jorge Teixeira e Cidade de Deus. o limite norte da área de transição até o Km 34 da Rodovia AM-010. de estímulo à baixa densificação. O Zoneamento Ambiental Municipal é o presença significativa de fragmentos florestais.ampliação e valorização das áreas de remanescentes conforme as seguintes denominações: florestais urbanos. da seguinte forma: I .definir e delimitar as diferentes Zonas Ambientais do Parágrafo único. VIII . 07 e 09. inserida em parte na APA Tarumã/Ponta Negra. estão entre as prioridades na definição de investimentos públicos e com presença significativa de fragmentos florestais e influência da privados. inserida na APA Tarumã/Ponta Negra. 63. Delimitados no Anexo II desta Lei centros. com aquaviário e incremento da oferta de turismo e lazer. IV . envolvendo a presença de ocupação por população de baixa renda.criação de alternativas de deslocamentos fluviais na b) o Setor Urbano 02: constituído pelos Bairros Nossa área urbana. da Rodovia AM-010. compostos pela unificação ou não de diferentes urbano para atender às necessidades de deslocamento. 06 e 07. destacando-se as nascentes e as Art. Os limites das unidades espaciais de Município. V .a elaboração de projetos urbanísticos de requalificação II . e Amazonas e o Igarapé Tarumã-Açu dar-se-á mediante: subdivididas em Setores Urbanos. atendido pelo transporte massivo.reforço ao potencial de centros dinâmicos e e parte do Setor 02. ao Norte. O objetivo expresso no caput deste Seção I artigo deverá atender às seguintes diretrizes: Das Zonas Urbanas I . e Amazonas e do Sítio Histórico da Cidade para a identidade de Manaus. 05. a) ZT Ducke: compreende área contribuinte da bacia do III . A Área Urbana é constituída pelas seguintes margens dos igarapés e os mananciais de abastecimento da Cidade. com base em um Plano Ambiental específico. deverá: incentivo ao turismo ecológico.garantia da proteção de Unidades de Conservação e de Áreas de Preservação Permanente. facilitando a bairros. impróprias à ocupação.Zona Urbana Centro-Oeste: abrange os setores 13. relacionada à proteção dos recursos naturais e de Seção III integração de atividades agrícolas e industriais de baixo impacto Do Zoneamento Ambiental Municipal ambiental ao uso residencial. incluindo a Reserva Florestal Adolpho Ducke. Manaus. o Igarapé Agurau ou Acuaru.a reorganização e ordenamento do transporte Rio Puraquequara. Vila da Prata e Santo Agostinho. Industrial II. a Leste. servindo de suporte à logística de carga e DO MODELO ESPACIAL como articulador dos diferentes eixos de entrada e saída da cidade.interpretação das tendências de crescimento urbano. aproveitamento dos recursos paisagísticos para criação de novos Parágrafo único. favorecendo-se a circulação intraurbana.ZT Praia da Lua: abrange ao Sul. propiciar a qualidade de vida da população.valorização das paisagens notáveis. proximidade das rodovias BR-174 e AM-010. 62. assim delimitadas: Histórico. III . Presidente próprios de Manaus. o Art. § 5° A requalificação das calçadas e praças e a exploração b) ZT Tarumã-Açú: compreende área contribuinte da bacia das áreas verdes situadas ao longo dos igarapés como áreas de lazer do igarapé Mariano. Santo Antônio.a Área de Transição é dividida em Zonas de Transição. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 10 . o limite norte da área de transição até o Km 34 implementação do Zoneamento Agroecológico Municipal.Sul-Leste: estabelecido como vetor de expansão IX . com suas delimitações definidas segundo a Lei nº 1. I . limita-se aos bairros Lago Azul. delimitadas no Anexo I desta Lei Complementar. o Rio b) as diretrizes e condições para a elaboração e Puraquequara. 64. de estímulo à Marina do Davi. naturais e parte do Setor 09. transição são descritos a seguir: II . A Estruturação do Espaço Urbano de Manaus visa igarapé Tarumã-Açu. 61. Compensa.

da Reserva Ecológica Sauim-Castanheira. Manaus. Área de Proteção Ambiental – APA Parque Ponta p) o Setor Urbano 16: constituído pelos Bairros Tarumã e Negra. 3. Max Teixeira. Educandos. Norberto Wongal.Corredor Distrito II: abrange as faixas lindeiras à corredores ecológicos urbanos unindo as unidades de conservação Avenida dos Oitis. Parque Municipal do Mindu. Planalto. Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Art. Nova Esperança e Lírio do Vale. Solimões. Urbanos a seguir caracterizados: 4. da Paz. Área de Proteção Ambiental – APA Ufam. Art. Rua Campos Bravos. avenidas Coronel Teixeira.sob tutela municipal. Área de Proteção Ambiental – APA do Tarumã/Ponta e Nossa Senhora das Graças. § 2° Serão criados os seguintes Corredores Ecológicos XIII . Vargas.Corredor Santa Etelvina: abrange as faixas lindeiras às § 1° Constituem Corredores Ecológicos Urbanos já avenidas Arquiteto José Henriques Bento Rodrigues e Margarita. o Município. originada faixas lindeiras às avenidas Coronel Teixeira e Brasil. No caso de supressão da tutela Federal às avenidas General Rodrigo Otávio e Presidente Kennedy. a contar do Cachoeirinha e Praça 14 de Janeiro. Darcy b) Parque do Encontro das Águas. implementadas: III . Gilberto Mestrinho. 65. Santa Luzia. I .criadas e a serem implementadas: V . Paulo Graça até o Km 8 da Rodovia BR -174. d) o Setor Urbano 04: constituído pelos Bairros Colônia § 2° As faixas lindeiras ao norte do segmento Jacira Reis Oliveira Machado. Cidade Nova e Novo Aleixo. l) o Setor Urbano 12: constituído pelos Bairros Adrianópolis 4. Avenida Paulo Jacob. Lagoa do Japiim e Acariquara. avenidas Djalma Batista. lindeiras à Avenida Governador José Lindoso e a Projeção da Rua das II . Parque 10 de Novembro e Aleixo. Seção III f) o Setor Urbano 06: constituído pelos Bairros Distrito Das Unidades de Conservação Urbanas Industrial I e Distrito Industrial II.Corredor Ecológico Urbano Matrinxã. k) o Setor Urbano 11: constituído pelos Bairros de Flores. Petrópolis. Avenida Constantinopla. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 11 . parte da Avenida Torquato Tapajós.Corredor Rodrigo Otávio: abrange as faixas lindeiras Parágrafo único. XI . Rua Cmte. São Francisco e Coroado. São José Operário. Art. 67. § 1° Os Corredores Urbanos de que tratam os incisos II . Rua Belém.reenquadradas em novas categorias e a serem lindeiras à Avenida do Turismo. Torquato Tapajós até o Km 5. Guaruba e Ministro Mário Andreazza. Seção II 2. Tarumã-Açu. parte incluída na Área de Transição. II . com III . Crespo. Parque Estadual Samaúma. Noel Nutels.Corredor Leste/Oeste: abrange as faixas lindeiras às Dos Corredores Ecológicos Urbanos avenidas Itaúba. Rua Cravina urbana e das áreas de preservação permanente. valorização de áreas dos Poetas e Avenida do Futuro. urbana: i) o Setor Urbano 09: constituído pelos Bairros Armando I . 7. Nova Cidade. Jacira Reis. . Monte das Oliveiras.Corredor Avenida Brasil/Ponta Negra: abrange as a) Refúgio da Vida Silvestre Sauim-Castanheira. Área de Proteção Ambiental – APA Parque Linear do Etelvina. Leopoldo Peres. Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN 34 da Rodovia AM–010. até que seja efetivado novo enquadramento por VIII . do Corredor Urbano Darcy Vargas têm a sua extensão até a Avenida São Lázaro e Betânia. 66. são Colônia Antônio Aleixo e Mauazinho. III . verdes e ampliação da circulação intraurbana. Constantino Nery. Área de Proteção Ambiental – APA Parque Linear do q) o Setor Urbano 17: constituído pelos Bairros Colônia Bindá. ou Estadual das unidades de conservação urbana identificadas neste VII . a) sob tutela estadual: Tancredo Neves e Zumbi dos Palmares. 8. o) o Setor Urbano 15: restrito ao Bairro Ponta Negra. avenidas Castelo Branco e Ambiental (UNA) Tarumã/Cachoeira Alta. r) o Setor Urbano 18: restrito ao Bairro Lago Azul. m) o Setor Urbano 13: constituído pelos Bairros Chapada.Corredor Ecológico Urbano das Cachoeiras do Tarumã. para todos os seus segmentos.Corredor Aleixo: abrange as faixas lindeiras às artigo.Corredor BR-174: abrange as faixas lindeiras da Urbanos: Avenida Prof. deste artigo são faixas lindeiras às vias estruturantes do Município. estadual ou federal. em parte incluída na Área Urbana e na Área de Transição. existentes no Município de Manaus: XII . Efigênio Sales e Pedro Teixeira.Corredor Autaz Mirim: abrange as faixas lindeiras às lei municipal. Na Zona Urbana configuram-se os Corredores Reserva Águas do Gigante. avenidas Nossa Senhora da Conceição. Morro da Liberdade. seu eixo. promoverá medidas avenidas Paraíba. consideradas nesta Lei Complementar as unidades de conservação h) o Setor Urbano 08: restrito ao Bairro Puraquequara. VI . por ato do Chefe do Executivo. Área de Proteção Ambiental – APA Adolpho Ducke. Novo Israel e Santa 9. São Jorge e Dom Pedro I. Para proteção das unidades de conservação Rua Gurupi. Parque Municipal das Nascentes do Mindu. c) APA do Igarapé do Acará. Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Dos Corredores Urbanos Reserva dos Buritis. Refugio de Vida Silvestre Sauim Castanheira. Reserva Sócrates Bonfim.Corredor Avenida das Torres: abrange as faixas I . Negra. Elisa Miranda.existentes e a serem implementadas: Mendes. em São Geraldo. Terra Nova. urbana ao Corredor Ecológico Central da Amazônia. Cosme Ferreira e dos Oitis. 6. quinta-feira. IV . j) o Setor Urbano 10: constituído pelos Bairros Cidade de b) sob tutela municipal: Deus. sob tutela privada: 1. Santo Antônio. Jorge Teixeira. Redenção. 1. Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Reserva Honda. g) o Setor Urbano 07: constituído pelos Bairros Vila Buriti. de proteção adequadas. Camapuã. Theomário Pinto da Costa.Corredor Darcy Vargas: abrange as faixas lindeiras às a) Parque Mundo Novo. 16 de janeiro de 2014 c) o Setor Urbano 03: constituído pelos Bairros largura igual a 300 (trezentos) metros de cada lado da via.Corredor Ecológico Urbano do Igarapé do Mindu. originada da Unidade lindeiras à Avenida Álvaro Maia. Para efeito de estruturação do espaço urbano.Corredor Ecológico Urbano Tabatinga. 5. André Araújo. Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN I .Corredor da Avenida do Turismo: abrange as faixas II .Corredor Sul/Norte: abrange as faixas lindeiras às Reserva Nazaré das Lages.Corredor Boulevard Amazonas: abrange as faixas b) Parque Tarumã/Cachoeira Alta. Autaz Mirim. Japiim. Flores. 2. n) o Setor Urbano 14: constituído pelos Bairros Alvorada. Inpa. serão implantados X .Corredor Ecológico Urbano Gigante. Gigante. 1. Seção IV IX . Ulbra. 3. e) o Setor Urbano 05: constituído pelos Bairros Raiz. c) criadas pelo Poder Público Municipal. Pedro Teixeira.

78. Art. solo no Município de Manaus definirá os empreendimentos e as atividades.normas de uso e ocupação do solo. prioritariamente fragmentos florestais urbanos e a proteção das áreas verdes e das áreas com áreas verdes remanescentes significativas. segundo Centro com os bairros localizados nas orlas dos Rios Negro. Manaus. O Poder Executivo Municipal poderá exigir Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Amazonas suas categorias. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 12 . dispostas em Art. 68. São instrumentos complementares de trabalho e renda. autorizar e fiscalizar o uso e a ocupação do solo e o IV . nos termos do Código Ambiental de Manaus.normas de parcelamento do solo urbano. I . III . Constituem diretrizes para as normas de elaboração de EIV para aprovação de projeto. O parcelamento do solo urbano é regulado por lei Cidade. obtenção de licença ou parcelamento do solo.o estímulo ao adensamento de áreas urbanizadas. 74. públicos.os procedimentos para licenciamento e autorizações II .ao controle da densificação. quinta-feira.normas de obras e de edificações. 16 de janeiro de 2014 Art. A lei que institui as normas de uso e ocupação do IV . efetivação da estruturação do espaço urbano e de transição.requalificação dos portos existentes e implantação de dos materiais. Seção IV CAPÍTULO II Das Normas de Posturas DOS INSTRUMENTOS DE REGULAÇÃO URBANA Art. As normas aplicáveis às posturas. III . 73.expansão e revisão dos pontos de integração do rotinas de aprovação e licenciamento de projetos de edificação. que provoquem risco à segurança ou incômodo à vida urbana. III .o incentivo à dinamização de centros de bairros. do Igarapé do Tarumã-Açu e demais cursos d'água III . Serão implementadas Zonas de Proteção Ambiental nas áreas que circundam os pontos de captação de Art. O uso e a ocupação do solo urbano são II . III . conforme o disposto no Estatuto da Art. licenciar.à minimização dos impactos ambientais. simplificando rotinas administrativas.aos princípios de acessibilidade e do desenho I . Das Normas Aplicáveis às Obras e às Edificações Parágrafo único. inclusive de ligação do II . Constituem medidas complementares para IV .à ampliação do acesso à terra urbana pela população. de modo a garantir a segurança e o conforto dos usuários e a adequação aos padrões locais.ao ordenamento da área de transição.à minimização dos impactos ambientais. II . I .a disciplina dos equipamentos e artefatos instalados e Das Normas de Uso e Ocupação do Solo dos eventos realizados nos logradouros públicos.a regulação dos processos construtivos.implantação de um sistema viário de integração dos universal. controle urbano o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e o Estudo de VI .a indução à ocupação das áreas urbanas não Do Licenciamento Urbano consolidadas. visando: negativos de um empreendimento ou atividade.à segurança.consolidação de corredores viários com o Art. É atribuição do Poder Executivo Municipal III . Setores Urbanos constantes no Zoneamento Urbano. favorecendo a mobilidade urbana: VI . por meio de normas relativas segundo suas categorias. 77. As normas de posturas deverão estabelecer: Seção I I . em benefício da coletividade. que estarão sujeitos à Art. 80. transporte rodoviário. observando sua adequação aos padrões locais. das atividades urbanas. quanto à qualidade de I . 69.os procedimentos para aprovação de projetos e para navegáveis. IV . de acordo com o Plano de Proteção das Margens dos Cursos Seção III d’Água e com o Plano de Saneamento e Drenagem. e Puraquequara.o incentivo à revitalização da área central de negócios. 76.à higiene.à qualidade de vida da população. no cumprimento V . parcelamento na Área Urbana e na Área de Transição.à proteção do patrimônio cultural. As normas aplicáveis às obras e às edificações. II . atentando para o incômodo à vizinhança e aos usos e atividades e à intensidade de ocupação. das técnicas e III . Constituem diretrizes para as normas de uso e ocupação do solo: Seção I I . novos portos para viabilizar o sistema intermodal. 79. II . visam atender: Seção V I .os critérios para funcionamento de estabelecimentos disciplinados em lei municipal específica. atividades em propriedades particulares. II . II . água destinada ao abastecimento público. visando: propiciando segurança e higiene.ao conforto ambiental. alternativas para o desenvolvimento econômico e para a geração de Parágrafo único.normas de posturas. Art. V . Na implementação da Estruturação do Espaço Código instituído por lei municipal específica.à cultura local.o controle das atividades e dos empreendimentos Impacto Ambiental (EIA). 70. 81.condicionar e restringir o uso de bens e a realização de I . Nas margens dos cursos d’água. de natureza pública ou privada. ampliando a malha viária deverão estabelecer: estruturadora da cidade. Art. vida da população residente na área e em suas proximidades. 71. de acordo com o Plano de Transporte Integrado. IV . Zonas de Proteção Ambiental. Das Medidas Complementares II . visam: Urbano. Art.ao controle da densificação. 72. a restrição ao parcelamento do solo nos autorização de funcionamento. constantes de Código instituído por lei municipal específica. CAPÍTULO III DOS INSTRUMENTOS DE CONTROLE URBANO Art.aos princípios de conservação de energia. As normas aplicáveis às obras e às edificações aproveitamento dos eixos existentes. quando for necessário contemplar os efeitos positivos e municipal específica. licenciamento das obras de edificações urbanas. Art. serão implantadas de fragilidade ambiental.os critérios e parâmetros para as edificações. o Município utilizará os seguintes instrumentos de regulação: I . simplificando-se as IV .o estímulo à convivência de usos distintos que criem das normas municipais pertinentes. Subseção I Do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) Seção II Das Normas de Parcelamento do Solo Urbano Art. potencialmente poluidores e degradadores do ambiente.regular as atividades desenvolvidas nos logradouros III . 75.

II . vigência. O órgão de controle fiscal do Município regulamentados nesta Lei Complementar ou em lei municipal específica. CAPÍTULO IV § 1° O direito de preempção poderá incidir sobre o imóvel DOS INSTRUMENTOS DE INTERVENÇÃO URBANA localizado em Área de Especial Interesse. conforme a finalidade Norte.estabelecer a demanda gerada com a intervenção por Art. e culturais. quando for de imóveis que forem notificados. em toda sua extensão. da Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano (CTPCU). do Corredor Sul/Norte.glebas não parceladas localizadas na Área Urbana. IV . nos segmentos Nossa sem utilização por período superior a 2 (dois) anos. com extensão. procederá à aplicação do Imposto sobre a Propriedade Predial e IV . Setor Praia da Ponta Negra. Executivo preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares. na forma aplicação dos instrumentos referidos no caput deste artigo: disposta no Estatuto da Cidade. e) Corredor Rodrigo Otávio. Senhora da Conceição e Autaz-Mirim. ampliação e operação de Do Direito de Preempção atividades ou obras efetiva ou potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente. Setor 12. devendo fixar as condições Das Disposições Gerais e os prazos para a referida obrigação. em toda sua urbano que.os Subsetores: Subsetor Orla Oeste e Subsetor Orla d) Corredor Darcy Vargas. d) o Corredor Urbano Boulevard Amazonas. Setor 11.garantir o controle social da intervenção. Art. nos III . da alíquota pelo prazo de 5 (cinco) anos consecutivos. até que se cumpra a referida obrigação. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. Centro-Oeste. progressivo sem que o proprietário tenha cumprido a obrigação de parcelamento. referida no caput deste artigo deverá estabelecer para cada uma das c) o Corredor Urbano Avenida Brasil/Ponta Negra.obras de edificações com 4 (quatro) ou mais empreendedor. Os instrumentos de intervenção urbana. bem como o prazo para utilização necessário: desses bens. no segmento § 2° A legislação municipal que disciplinar a obrigação Tarumã e Ponta Negra. a edificação ou a utilização compulsória do solo urbano Subseção I não edificado. nos termos previstos no Estatuto da Cidade. VII . outorga onerosa do direito de construir são: b) Segmentos Avenida Coronel Teixeira.os seguintes setores urbanos: Setor 01. do Corredor Avenida Brasil/Ponta Negra.assegurar a qualidade da ventilação e iluminação. Parágrafo único. mediante a majoração transporte público. Setor 09. localizado nas áreas delimitadas pelo Poder Público em lei extensão. 84. Art. Em caso de descumprimento das condições e dos intervenção.lotes urbanos abandonados por período superior a 1 (um) ano. em toda sua extensão. conforme a finalidade da intervenção. Setor 15 e Setor 16. sem Do Estudo De Impacto Ambiental (EIA) prejuízo de proceder à desapropriação do imóvel. Urbanos: § 1° As áreas definidas no caput deste artigo para fins de a) Segmentos Sul e Centro. Seção I Do Parcelamento. quinta-feira. Art. fixando prazos de em Manaus. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 13 . Setor 05.Setor 01. atividades de comércio e serviços e maior capacidade de absorver o II . o Município qualquer tipo de concessão. e será objeto de análise e aprovação pavimentos paralisadas por mais de 3 (três) anos. em áreas urbanas que apresentam I . Decorridos 5 (cinco) anos de cobrança do IPTU equipamentos urbanos e comunitários. Leis municipais específicas determinarão o parcelamento. apresentar as seguintes condições: f) o Corredor Urbano Rodrigo Otávio. em toda sua I .proteger a paisagem urbana e os patrimônios naturais será fixada em lei específica. subutilizado ou não utilizado.avaliar a capacidade de adensamento da área objeto de Art. 86. Setor 03. Setor 14 e Setor 15. Art. b) Corredor Urbano Avenida do Turismo. conforme sua extensão. 87. conforme o disposto no Estatuto da Cidade. Parágrafo único. 83. O direito de preempção confere ao Poder Código Ambiental de Manaus e legislação federal correlata. edificação ou utilização. da intervenção e as condições estabelecidas por lei municipal específica. público ou privado. de acordo com as normas do Art. em toda áreas identificadas no § 1º as condições de aplicação. o direito de construir ou de alteração de uso. com pagamento em títulos da dívida pública. Edificação ou Utilização Compulsórios Seção III Da Outorga Onerosa do Direito de Construir ou de Alteração de Uso Art. o Município manterá a cobrança Subseção II pela alíquota máxima. 89. Setor melhores condições de infraestrutura. 82. O EIV será elaborado pelo III . Ponta Negra e I . A alíquota a ser aplicada em cada ano VI . 88. prioridades de adensamento. O Poder Executivo poderá outorgar. II .os Corredores Urbanos e segmentos: f) Corredor Aleixo. manterá cadastro imobiliário atualizado com o registro dos proprietários deverão estabelecer a exigência de elaboração de EIV. área superior a 1 (um) hectare. V . § 1° São consideradas áreas urbanas prioritárias para onerosamente. nos segmentos Sul. Setor 10. II . Setor 02.Corredores Urbanos ou segmentos de Corredores processo de verticalização e de adensamento. com potencial de concentração de 03. c) Corredor Boulevard Amazonas. Poderá ser considerado subutilizado o imóvel e) o Corredor Urbano Darcy Vargas. prazos para parcelamento. Os instrumentos de intervenção urbana previstos e § 2° A lei municipal que delimitar a área de especial disciplinados nesta Lei Complementar têm o objetivo de ordenar o pleno interesse para fins de aplicação do disposto no caput deste artigo deverá desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana discriminar os imóveis de interesse para aquisição. edificação ou utilização compulsórios. instalação. Setor 12. Art. 90. Centro. recuperação.calcular a valorização imobiliária decorrente de termos desta Lei Complementar e de lei específica.edificações de 4 (quatro) ou mais pavimentos. segundo a localização dos imóveis e as diretrizes urbanísticas de cada área. III . g) o corredor Urbano Aleixo.mensurar a geração de tráfego e a demanda por Territorial Urbana (IPTU) progressivo no tempo. a ser delimitada por lei municipal específica. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima) se aplicam à Seção II construção. 11. vazios e h) o Corredor Urbano Autaz-Mirim. reforma. em atendimento ao disposto no Estatuto da Cidade.as Áreas de Especial Interesse. I . 85. específica. Manaus. III . Setor 13. a) Corredor Urbano Sul-Norte.

e a Área do terreno (At) especificada na § 4° O valor da contrapartida a ser paga pela alteração de escritura de propriedade do imóvel. assim como as condições e as medidas compensatórias § 1° Para efeito da aplicação da outorga onerosa do direito aplicáveis a cada outorga. outorga onerosa do direito de construir ou de alteração de uso. no mínimo: I .000 m² 10%AT* x CUB** 4 UFMs Art.5%AT* x CUB** 12 UFMs projetada para a edificação sobre a área total edificável. Art. documentos exigidos pelas normas municipais aplicáveis. conforme as determinações expressas nesta Lei determinar alterações nos critérios e procedimentos de outorga. Manaus. Subseção II em até 12 (doze) parcelas. observado o Estatuto da Cidade. nos pedidos de outorga nas quais.000 m² 6%AT* x CUB** 10 UFMs De 10. 94. para cada lado a partir do lote em questão. quando constatado que couber. Poderá haver dispensa do pagamento de valor de contrapartida na outorga do direito de construir ou na alteração do uso Art. TIPO EMPRESARIAL ÍNDICE DE DESCONTO EIXO DE ATIVIDADE (PERMITIDO) E Camapuã e Noel Nutels. As edificações projetadas para os Setores se” da edificação condicionada ao cumprimento integral das medidas Urbanos (SU). por solicitação do interessado. relativas à mobilidade urbana. no ou em parte dela. deverá conter. Será facultada a concessão simultânea de outorga Aproveitamento Máximo do Terreno (CAMT) estabelecido nesta Lei onerosa do direito de construir ou de alteração de uso sobre um mesmo Complementar. § 3° A outorga onerosa do direito de construir ou de alteração de uso poderá ser parcelada. mediante lei municipal específica. contrapartida de alteração de uso por área de terreno ocupada. EMPRESA DE PEQUENO PORTE 50% ATIVIDADE TIPO 1 40% § 2° A outorga onerosa de alteração de uso poderá ser ATIVIDADE TIPO 2 30% concedida. de construir. devendo ser respeitado o disposto no Projetada para a Edificação (ATPE). A solicitação de outorga onerosa do direito de nos seguintes casos: construir ou de alteração de uso deverá ser apresentada pelo requerente I .0 (dois). 97. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL – 70% j) o Corredor Urbano Santa Etelvina.a justificativa técnica das medidas compensatórias ser sistematicamente monitorado pelo órgão de planejamento urbano estipuladas para o empreendimento.VC representa o Valor da Contrapartida para a outorga proporcionalmente à área construída ocupada pela empresa solicitante onerosa do direito de construir. o Coeficiente de Aproveitamento Básico do Terreno (CABT) § 1° O valor da contrapartida a ser paga pela alteração de é igual a 2.000 m² 4. mediante lei municipal específica. para os Corredores Urbanos e para os Subsetores. deverá II .VT representa o Valor do Metro Quadrado de Terreno.000 m² 3%AT* x CUB** 14 UFMs calculada com base no Coeficiente de Aproveitamento Básico do * área total do terreno Terreno (CABT). qualificação ambiental da área. em toda sua MUDANÇA PARA RESIDENCIAL extensão. com base em parecer da Comissão Técnica Desenvolvimento Urbano e aplicados na promoção de ações de Planejamento e Controle Urbano. urbanísticas.edificações localizadas em subsetor do Sítio Histórico. compensatórias. 95. em relação à área construída total da edificação. na forma da legislação específica.3 x [(CAPT . ficando a concessão do “habite- Art. 16 de janeiro de 2014 i) o Corredor Urbano Leste-Oeste. acréscimo da área sob o Coeficiente de Aproveitamento Básico do Terreno (CABT). nos pedidos de outorga onerosa de alteração de uso. sendo esta Acima de 15.CAPT representa o Coeficiente de Aproveitamento direito de construir e o valor calculado para o pagamento da Projetado para o Terreno. que serão determinadas pelo IMPLURB. O valor da contrapartida referente à outorga de 1. por meio de descontos.edificações que integram programas de habitação de no ato do pedido do licenciamento da obra ou de alteração de uso. devendo poderão se beneficiar da outorga onerosa do direito de construir pelo receber aprovação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. sobre a Cidade. na valoração. segundo o projeto da edificação. sobre o valor da II . 93. à para avaliação dos impactos causados pela aplicação do instrumento qualificação ambiental e à estruturação do uso e ocupação do solo. § 3° Na hipótese deste artigo. § 2° As medidas compensatórias previstas no inciso II do § § 2° A concessão de outorga onerosa do direito de 1º deste artigo deverão considerar as diretrizes deste Plano Diretor construir ou de alteração de uso poderá ser suspensa em toda a cidade Urbano e Ambiental e os demais instrumentos municipais específicos. quinta-feira. Art. e ainda: desde que localizados em Área de Especial Interesse Social I .0001 a 15. 96.001 a 10. o pagamento equivalente ao somatório entre o valor da contrapartida do III . 92. imóvel. dos interesse social executados pelo Poder Executivo ou com sua anuência. Os recursos obtidos com a outorga onerosa do alteração de uso será efetivada pelo Conselho Municipal de direito de construir ou de alteração de uso serão destinados ao Fundo de Desenvolvimento Urbano. Complementar. tendo valor mínimo de 50 (cinquenta) Do Direito de Construir Unidades Fiscais do Município (UFMs). estabelecido pelo Poder Executivo Municipal.o cálculo do valor da contrapartida a ser paga pelo § 1° A avaliação referida no caput deste artigo poderá beneficiário. ** Custo Unitário básico estipulado segundo Valor do M2/bairro .Estudo de Impacto de Vizinhança. ÁREA DO TERRENO ÍNDICE PARCELA MÍNIMA Até 1. § 3º do art.CABT) § 2° Nos casos em que existam uma ou mais empresas x At]. o valor da contrapartida será calculado I . 91. 91 desta Lei Complementar. III . considerada.001 a 5. em toda sua extensão.as diretrizes urbanísticas que orientam a análise do Art. quando exigído pela III . correspondente à razão entre a Área Total contrapartida da alteração de uso. desde que respeitados o Coeficiente de Art. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 14 . nos segmentos Itaúba.PGM § 1° O cálculo do valor da contrapartida referida no caput deste artigo será efetuado pela fórmula VC = VT x 0. efeito negativo sobre a qualidade ambiental e urbana de Manaus. devidamente certificadas legislação. fundiária ou programas habitacionais nas áreas de especial § 1° O parecer técnico referido no caput deste artigo interesse social. II . 98.000 m² 8%AT* x CUB** 8 UFMs onerosa do direito de construir será equivalente ao excedente da área De 5. deverão ser promovidas a reabilitação e a onerosa de alteração de uso. objeto de aplicação da pedido da concessão.entidades sem fins lucrativos. MICROEMPRESA 60% k) o Corredor Avenida das Torres. nas seguintes situações: fórmula CAPT = ATPE/At. quando necessário. na forma da legislação aplicável. razão que pode ser expressa pela uso sofrerá redução.anuência de mais de 50% (cinquenta por cento) dos estabelecida por lei específica. numa extensão de 100 (cem) metros II . em metros quadrados (m²). o requerente deverá efetuar a localização do imóvel. A outorga onerosa do direito de construir ou de Art. uso obedecerá aos cálculos abaixo: § 2° O Coeficiente de Aproveitamento Máximo do Terreno (CAMT) para cada Setor Urbano (SU). na qual: em um mesmo imóvel. Subsetor Urbano e Corredor VALOR DA CONTRAPARTIDA DE ALTERAÇÃO DE USO POR ÁREA DE TERRENO OCUPADA Urbano é definido na Lei de Uso e Ocupação do Solo. O adensamento das áreas. em toda a área urbana e de ATIVIDADE TIPO 3 10% expansão de Manaus. moradores dos dois lados da via.

que não promovam atendimento ao público.a promoção de habitação de interesse social. A outorga onerosa de alteração de uso poderá ser concedida pelo Poder Executivo Municipal para imóveis localizados na Art. É atribuição da Comissão Técnica de o direito de construir para outro local ou aliená-lo. edilícia vigente. quinta-feira. IV .EIV exigido para a aprovação de projetos com pedido de alteração de uso. cultura e turismo. uso e ocupação do solo e subsolo. Consideram-se como permitidas as I . Poderão ser previstas nas operações urbanas urbana. III . municipais. 99. for o caso.a regularização de construções. usuários permanentes e investidores privados. observados os seguintes das normas edilícias. As operações urbanas consorciadas deverão ser Drenagem.possam ser executadas medidas mitigadoras capazes cidade. consorciadas. à qualificação ambiental e cultural e ao uso e revitalização do patrimônio cultural de Manaus. considerado o impacto ambiental delas decorrente.a modificação de índices e características de alterações de uso dos lotes residenciais localizados em loteamentos parcelamento. urbanos e comunitários. alteração de uso deverão ser submetidos a publicação.a qualificação ambiental com especial ênfase para a poderá ser concedida para edificações existentes ou para edificações a melhoria da qualidade do saneamento básico. histórico. desde que: reguladas por lei municipal específica e realizadas com a participação de I . quando a alteração do uso implicar na I . Art. 100. a) as diretrizes expressas neste Plano Diretor quanto à VI . atividade não for permitido pela legislação urbanística. conforme as determinações desta Lei potencial construtivo admitido no imóvel. observadas as seguintes diretrizes: de corrigir efeitos indesejáveis. e igarapés. Art. 103.reestruturação urbana para implantação de pretendido para o imóvel: equipamentos de suporte ao transporte intermodal. reformas ou II . II . decorrente do uso pretendido. Preservação do Centro Histórico. 105.a melhoria da mobilidade urbana. d) os negativos impactos ambientais e urbanos. quando não puder atingir o ser considerada no EIV. calculada a partir da aplicação dos parâmetros Art. II .a alteração pretendida não apresente características proprietários. considerando as instalação de atividades que acarretem negativos impactos ambientais e diretrizes do Plano Integrado de Transporte e a necessidade de urbanos.que possua o uso de serviço ou de comércio associado Urbano (CMDU). implantação de medidas reestruturadoras de mobilidade. II . c) as indicações feitas no Plano de Saneamento e Art. concessão.reabilitação urbana do bairro Centro com a b) os incômodos a serem causados à vizinhança. quando o uso requerido ou a classificação da conjunto de intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Executivo. melhorias sociais e valorização ambiental em uma área específica da II . de alteração de uso. moradores.quanto às características e as repercussões do uso II . É considerada operação urbana consorciada o área urbana de Manaus.a localização do imóvel e os impactos do uso II . bem como alterações aprovados em geral como escritório de contato. paisagístico ou social. mobilidade urbana e à qualificação ambiental e cultural.a regularização urbanística e fundiária na área objeto I .reestruturação urbana e ambiental nas margens dos rios Manaus. e) a geração de tráfego ou outros prejuízos à mobilidade Art.CABT representa o Coeficiente de Aproveitamento Parágrafo único. incentivo a habitação coletivas e empreendimentos cidade.quanto às normas urbanas: de intervenção. implantação do uso pretendido.a implantação de parques públicos de acordo com a Art. contrapartida deverão ser determinados por ato do Poder Executivo. obrigatoriamente ao uso residencial. poderá ser exigida a anuência de Da Transferência do Potencial Construtivo mais de 50% (cinquenta por cento) dos moradores dos imóveis localizados nas imediações do imóvel que terá o uso alterado. priorizadas nas áreas urbanas destinadas a: d) as diretrizes expressas no Código Ambiental de I . dentre outras medidas: Parágrafo único. b) as indicações feitas no Plano de Mobilidade Urbana. estaduais e federais que possam incidir sobre o imóvel. 101. examinando: I . nos Seção V termos previstos neste Plano Diretor. e as Básicos dos Bairros atualizada e remetida à publicação oficial pela variáveis utilizadas em transações imobiliárias. requisitos: por meio de Resolução do Conselho Municipal de Desenvolvimento I . mediante escritura Planejamento e Controle Urbano a indicação e a delimitação da área a pública lavrada pelo Poder Público municipal. Manaus. O proprietário de imóvel urbano poderá transferir Parágrafo único. Os critérios para o cálculo do valor da Básico do Terreno. ampliações executadas em desacordo com a legislação urbanística e III .regularização urbanística e fundiária. no período do pedido da Procuradoria Geral do Município (PGM) semestralmente. a) a escala de operação das unidades produtivas. 106. Saneamento e Drenagem. à com o objetivo de alcançar transformações urbanísticas estruturais. 107. é o constante da Tabela de Valores que se refere o § 2º do artigo 126 desta Lei Complementar. 102. desfavoráveis ao ordenamento do uso e da ocupação do solo. referido considerando a atualização da Tabela de Valores Básicos dos Bairros a no inciso II do parágrafo anterior.os impactos ambientais urbanos decorrentes da III . § 2° O Valor do Metro Quadrado do Terreno (VT). voltados ao lazer. cultural. Os benefícios obtidos com a outorga onerosa de habitação de interesse social. III .execução de programas de regularização fundiária. O valor da contrapartida da outorga onerosa de urbanísticos definidos pela Lei de Uso e Ocupação do Solo para o alteração de uso deverá ser calculada em função da valorização imóvel. ambiental. Subseção III Seção IV Da Alteração de Uso Das Operações Urbanas Consorciadas Art. quando III . O Estudo de Impacto de Vizinhança .preservação das características do imóvel por interesse pretendido na circulação e acessibilidade urbana. observadas as diretrizes e as normas complementares e leis potencial do imóvel. urbanização de áreas ocupadas por população de baixa renda e Art. implantar equipamentos de suporte ao sistema intermodal de transporte. o Poder Executivo deverá considerar os seguintes IV .que não possuem indicação de placas de publicidade. em razão de: Complementar. aspectos: V . adequação dos c) o potencial de risco à segurança dos vizinhos e da mobiliários urbanos.a qualificação cultural com ênfase na reestruturação e mobilidade urbana. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 15 . A outorga onerosa de alteração de uso II . No processo de avaliação para outorga onerosa demanda existente na área objeto de intervenção.interesse coletivo de implantação de equipamentos I . considerando o Plano de ocupação do solo. 16 de janeiro de 2014 IV . considerando o Plano de serem construídas. 104.o porte do uso e da atividade a ser instalada. Parágrafo único. § 1° Entende-se por potencial máximo construtivo a Área Total Edificável (ATE).

119.à qualificação ambiental. 109. lavrada Complementar.áreas ocupadas por população de baixa renda que nos termos da legislação específica. A transferência do potencial construtivo somente II . Das Áreas de Especial Interesse Social CAPÍTULO V Art. discriminará todos os benefícios concedidos e apresentará a devida justificativa técnica. Os objetivos específicos e a abrangência de social. propriedade. quando não for possível a correção dos anuais. Lei municipal estabelecerá os padrões II . I . estadual ou federal. As edificações localizadas em áreas de risco Saneamento Básico e Drenagem. intervenções urbanas para requalificação dos espaços públicos. 118. proteção e valorização do patrimônio cultural da cidade de Manaus.as diretrizes dos Planos de Transporte Urbano Reestruturação Urbana são as definidas por lei municipal específica Integrado e de Saneamento Ambiental. No caso da necessidade de relocação incisos I a III deste artigo. I . quinta-feira. IV . Art. 115. 108. e Ocupação do Solo e deverá observar os demais parâmetros urbanísticos e edilícios para o local. diretrizes do Plano de Mobilidade Urbana e a necessidade de implantar equipamentos de suporte ao sistema intermodal de transporte. nos termos da legislação específica. Manaus.a necessidade de relatório de Estudo de Impacto de contemplem ações destinadas: Vizinhança (EIV). considerando-se as planejamento urbano.a forma de execução da intervenção. no que Das Áreas de Especial Interesse couber. equipamentos e infraestruturas urbanas. potencial construtivo. VETADO.as intervenções previstas. quando exigidos pelo órgão responsável pelo I . disciplinado em regulamentação específica. As Áreas de Especial Interesse Social (AIES) são DOS INSTRUMENTOS COMPLEMENTARES porções do território destinadas. cadastro técnico com o registro de todas as concessões de transferência II . Das Áreas de Especial Interesse para Reestruturação Urbana II . ao Poder Público para os fins previstos nos Parágrafo único. O Poder Executivo poderá determinar a criação acréscimo.o cronograma de implantação das intervenções. II . bem como à provisão de novas o desenvolvimento socioeconômico e a implementação dos planos. o Município urbanísticas. como prioritárias à reestruturação e requalificação urbana que IV .as diretrizes deste Plano Diretor Urbano e Ambiental. Observada a legislação aplicável. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 16 . inseridas em programas municipal. compatibilizado com o cronograma definido para o Plano de Art. Seção I Do Plano de Proteção das Margens dos Cursos d’Água Art. apresentem irregularidades urbanísticas ou irregularidade fundiária. A criação de Áreas de Especial Interesse jurídicos levados em consideração. contemplando todos os aspectos urbanísticos e Art. com especial ênfase para a poderá ser exercida para outro imóvel localizado dentro do perímetro melhoria da qualidade do saneamento básico. Subseção III § 2° O potencial construtivo a ser transferido será Das Áreas de Especial Interesse Ambiental equivalente a diferença entre o potencial máximo construtivo admitido para o imóvel e a área edificada existente sem possibilidade de Art. áreas verdes e comércios locais. ou parte dele. Art. Parágrafo único. valendo-se dos instrumentos de intervenção urbana Subseção I previstos nesta Lei Complementar e no Estatuto da Cidade.áreas destinadas ao reassentamento de população de mencionados no artigo anterior deverão constar de ato do Poder baixa renda que tenha sua moradia em situação de risco devidamente Executivo que definirá: identificada pelo órgão público competente. as condições de uso e ocupação do solo e prever ações subsequentes. habitações de interesse social (HIS) dotadas de boa oferta de serviços. 117.a implantação de corredor ecológico que permita a § 2° O órgão de controle e planejamento urbano manterá integração entre as unidades de conservação urbana.a implementação de planos. ocupação do solo para as áreas declaradas de especial interesse social.a recuperação das margens de rios e igarapés que de potencial construtivo de forma a permitir o monitoramento das favoreça a criação de espaços públicos de lazer. prioritariamente. III . das edificações e reassentamento da população previsto no caput serão adotadas as medidas previstas nesta Lei Complementar.à implantação de parques públicos e equipamentos § 1° A edificação construída no imóvel receptador comunitários com especial ênfase na saúde. 110. 112. Parágrafo único. I . 116. 114. educação e segurança potencial construtivo transferido não poderá apresentar Área Total pública de acordo com a demanda existente na área objeto de Edificada (ATE) superior ao potencial máximo permitido pela Lei de Uso intervenção.as normas estabelecidas pela lei de uso e ocupação do solo. programas e projetos de ambientais positivos ou negativos. priorizando: no cartório competente. entre outros atributos. Para a aplicação da transferência do direito de construir em outro imóvel deverão ser observadas: Subseção II I . considerando-se o plano urbano e em local onde é permitida a outorga onerosa do direito de de saneamento ambiental. sempre que houver a necessidade de proteção ao patrimônio Art. à garantia de moradia digna para a população de baixa renda por intermédio de melhorias Art. de Áreas de Especial Interesse Ambiental.à melhoria da mobilidade urbana. As Áreas de Especial Interesse Social são delimitadas por lei municipal específica e definidas pelas seguintes Art. O Plano de Proteção das Margens dos Cursos condições: d’Água tem por objetivo delimitar as faixas marginais non aedificandi. As Áreas de Especial Interesse para III . definindo o cumprimento de metas estarão sujeitas à relocação. O ato de concessão do direito de transferência do natural ou cultural da cidade de Manaus. parcelamento do solo urbano e uso e III . Ambiental deverá atender às diretrizes e aos objetivos expressos nas § 1° O direito de transferência do potencial construtivo será estratégias de qualificação ambiental do território desta Lei constituído mediante a emissão da respectiva escritura pública. A lei municipal específica que delimitar Seção VI Área de Especial Interesse Ambiental deverá estabelecer. conforme estabelecido em lei específica. programas e projetos previstos nesta Lei Complementar. construir. 16 de janeiro de 2014 § 2° O direito descrito no caput deste artigo poderá ser riscos para garantir a segurança da população residente no local e na exercido pelo proprietário que fizer doação de imóvel de sua vizinhança. 113. Art. recuperação ambiental e regularização fundiária de poderá recorrer a qualquer instrumento jurídico existente para promover assentamentos precários e irregulares.áreas destinadas à promoção da habitação de interesse Art. III . especiais de urbanização. 111.a delimitação da área de abrangência da intervenção. ocorrências e posterior avaliação dos possíveis impactos urbanos e III . Parágrafo único.

em especial. Art. Saneamento Ambiental: reforma. planejamento e gestão do Sistema Viário e Transportes. Art. no que couber. 125. IV . previsto no Seção II Estatuto da Cidade.as ações dos organismos públicos e privados. das estradas vicinais. conforme prioridades IV . demandas das pessoas com deficiência. prestação dos serviços de saneamento básico para garantia da VII . inclusive alfândegas. Direta e Indireta. Manaus.o diagnóstico da capacidade dos serviços públicos Art. incluindo-se a previsão de Seção IV criação de Áreas de Especial Interesse. da qualidade dos espaços públicos.a definição de um Programa Municipal integrado para com a promoção de gestões para as adequações nas esferas estadual e a promoção da saúde pública e saneamento urbano.Plano de Reorganização da Logística de Transporte de preestabelecidas. tem por objetivo a melhoria das condições de Do Macroplano das Orlas dos Rios Negro e Amazonas circulação e acessibilidade em Manaus. responsáveis pelos serviços públicos de § 4° O proprietário terá o prazo de 30 (trinta) dias.as justificativas técnicas da intervenção. VI . Art. Do Plano de Mobilidade Urbana VI . 126.normas: I .os programas. Parágrafo único. destinado à instalação de portos. da qualidade da água destinada ao consumo humano. 124.diretrizes para o Sistema de Transporte Coletivo artigo deverá seguir as diretrizes expressas nesta Lei Complementar e Intramunicipal.a implantação de equipamentos destinados às a) para a qualificação do transporte fluvial municipal que atividades de turismo. III . drenagem de águas da data de publicação do ato pertinente. abastecimento e de construção naval. Planos e Projetos de âmbito municipal. O Macroplano referido no caput deste II . 123. padrões para as vias e condições para o funcionamento IV . Passeio. Qualificação Ambiental do Território estabelecida nesta Lei b) relocalização do Aeroclube. c) implantação de heliportos.definição de ações a serem implementadas a curto. O Plano de Alinhamento e Passeio é o VII . 3. 1. de acordo com a Estratégia de a) implantação de Terminal Intermodal de Transportes.cronograma de implantação das medidas e ações implementado mediante ato do Poder Executivo. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 17 . prevendo ações específicas para melhoria e manutenção adequar-se aos demais instrumentos complementares. ampliação ou edificação. planos e projetos de âmbito municipal. de 17 de Do Plano de Alinhamento e Passeio abril de 1998. a contar abastecimento de água.as diretrizes básicas para a melhoria das condições do I . 121. Plano de Saneamento Ambiental: I . O Plano de Mobilidade Urbana. § 1° São componentes essenciais e imprescindíveis do d) implantação de terminais de transporte aquaviário. O Macroplano da Orla Fluvial. 16 de janeiro de 2014 V . Mobilidade Urbana: II .a elaboração de programas de controle das emissões instrumento básico do ordenamento da rede de logradouros públicos. atmosféricas industriais e de automóveis. imóvel e aplicação do direito de preempção. lazer e abastecimento.identificação de áreas destinadas a: qualidade de vida da população. indenização junto à Procuradoria Geral do Município. em municipal específica. a Portaria nº 298. máximos estabelecidos nesta Lei Complementar para sua implantação. II . promovam a integração intermodal.critérios para qualificação dos equipamentos de Art. abertura de novas vias projetadas. em III . O Macroplano das Orlas dos rios Negro e Amazonas tem por objetivo geral a qualificação e a valorização Art.a definição de competências no âmbito do Município II . ao interessado o recuo ou a investidura incidente sobre os imóveis. VI . quinta-feira.a elaboração de projetos urbanísticos para a melhoria das diferentes categorias de vias.os Programas. com a finalidade de reservar áreas para a circulação urbana e promover VIII .os órgãos e entidades da Administração Municipal saneamento ambiental. poderá valer-se dos instrumentos previstos nesta complementação às normas federais. São componentes do Plano de Mobilidade ambiental de toda extensão da orla inserida na Área Urbana e na Área Urbana: de Transição de Manaus. § 1° O Plano de Alinhamento e Passeio será IX . cabe ao Município a avaliação do IV . de acordo com as Seção V normas do Ministério da Saúde. Deverão adequar-se às diretrizes do Plano de relativos ao saneamento ambiental. no mínimo: de comércio. prevendo ações específicas para: III .os instrumentos de Planejamento e Controle Urbano. instituído por lei estradas e rodovias localizadas no território municipal.a regulamentação do uso e ocupação do solo c) para a qualificação da circulação e acessibilidade. da Secretaria de Vigilância Sanitária de Ministério da Saúde. V . Complementar.as ações complementares. garantindo o acesso público e a proteção I . para a gestão do saneamento ambiental. municipais relativas à sua execução.os órgãos e entidades da Administração Direta e edificação. esgotamento sanitário.a indicação de técnicas alternativas para IV . III . 122. 120. para contestar o valor da pluviais e gerenciamento dos resíduos sólidos. com a promoção de gestões para a adequação nas esferas estadual e § 3° Por ocasião da execução dos recuos viários ou federal. respeitados os prazos propostas. e das atividades estabelecendo. decorrência do referido Plano.definição das competências dos órgãos e entidades ambiental das margens dos Rios Negro e Amazonas. atendendo às diretrizes estabelecidas na Estratégia de Mobilidade Urbana desta Lei.as ações dos órgãos e entidades responsáveis pelo implementação do saneamento em áreas de especial interesse social. § 2° Deverão adequar-se às diretrizes do Plano de § 2° O processo de licenciamento de alteração fundiária.a elaboração de Programa de Monitoração da Qualidade do Ar em Ambientes Climatizados Internos. federal. inclusive concessionários. cabendo ao órgão municipal competente indicar previamente II . III . Seção III médio e longo prazos para melhoria da qualidade do transporte em Do Plano de Saneamento Ambiental Manaus. critérios para operação do tráfego de veículos.os instrumentos de planejamento e controle urbano. V . bem como de mudança de uso da I . padronização da sinalização das vias urbanas e das Art.a elaboração de programa de monitoração e controle melhorias na acessibilidade urbana. Cargas. O Plano de Saneamento Ambiental tem por suporte do transporte coletivo que incluam a distribuição dos pontos de objetivo geral integrar as ações do Poder Executivo referentes à integração do transporte rodoviário. Lei Complementar e ser executado em etapas. 2. ficará sujeito às exigências do Plano de Alinhamento e Indireta do Poder Executivo.a criação de mecanismos de controle para a ocupação b) para qualificação dos espaços públicos que incluam as das margens dos rios.

137. obrigatoriamente. O Plano de Preservação do Centro Histórico.urbanização de assentamentos precários. o Plano Diretor definidos os instrumentos previstos nesta Lei e os demais procedimentos Urbano e Ambiental de Manaus.preservar o patrimônio cultural da cidade.produção ou aquisição de lotes urbanizados. alcançados pelos programas de financiamentos habitacionais I . com suas Parágrafo único. inclusive engenhos de publicidade. desde que a lei municipal específica determine a criação de de Manaus. que necessita ser reassentada. Esta Lei Complementar entra em vigor na data de aspectos: sua publicação. Os objetivos e diretrizes deste Plano Diretor Urbano e Ambiental constarão. instrumentos complementares. desenho urbano que define e qualifica as áreas públicas. São componentes mínimos do Plano de segmentos populacionais de renda familiar de até 5 (cinco) salários Preservação do Centro Histórico: mínimos.a população moradora de áreas que necessitam de Art.a delimitação da área objeto da intervenção. existentes e de abertura de logradouros públicos para integração da II . serão demarcadas no Plano Habitacional de Interesse Social Parágrafo único. para os ajustes necessários ante o Seção VII desenvolvimento da Área Urbana e de Expansão. Manaus. será revisto até 10 (dez) anos após a cabíveis. pautada no planejamento e gestão urbana. 139. 132. a Lei nº 671. O Plano Habitacional de Interesse Social tem por Município. Seção VI VII . beneficiados pela intervenção. do Plano Plurianual de Art.aquisição de material de construção. Passeio deverão ser observados.direcionar e integrar à gestão pública dos órgãos de III . Art.a comprovação da anuência dos proprietários Manaus. com suas posteriores alterações.257. de 10 de julho de 2001.mapa de qualificação ambiental. terá como objetivos: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 18 .mapa dos setores e bairros. VI . Os Planos Urbanísticos deverão ser subdivisões.requalificação urbana. transformem ou alterem o III .levantamento sociocultural. do Plano serão exclusivamente destinados à execução das seguintes IV . ações: V . Art. 130. Os recursos alocados à implementação III .diretrizes e normas para execução de intervenções. 128.orientar o processo de reestruturação urbana do centro malha viária urbana.a população que não possua moradia própria. Conforme determina a Lei Federal nº as Áreas de Especial Interesse Social a serem contempladas. Programas municipais poderão prever a Parágrafo único. de igarapés a serem recuperados.a definição do alinhamento dos logradouros públicos. de 4 de I . I . especificamente. São partes integrantes desta Lei os seguintes Art. 136. de interesse social. preservação. Para viabilizar as soluções habitacionais Governo. em forma de metas e ações.análise dos problemas.produção ou aquisição de unidade habitacional. 16 de janeiro de 2014 Art. 127.as diretrizes gerais para a implantação de mobiliário patrimônio e de desenvolvimento urbano que atuam na área. IV . físicas no espaço da cidade que modifiquem. as diretrizes do Plano de Mobilidade Urbana e demais a serem realizados no centro histórico. TÍTULO VI III . conduzindo e fomentando a sua revitalização física e II .levantamento físico e cadastral. histórico.a população situada em áreas de risco ou às margens Rodoviário. os Anexos a que se contribuição de melhorias. regulamentares baixados na sua vigência. III .estabelecer diretrizes correspondentes que irão nortear Passeio: e fomentar o desenvolvimento das ações necessárias à sua I . I . Área de Especial Interesse. e 10.a finalidade da Área de Especial Interesse. estratégicos e com a indicação da previsão de alargamento em logradouros públicos operacionais para a sua consecução. VI . Por se configurarem em mapas e em implementação de planos urbanísticos mediante o pagamento de face da baixa resolução de sua publicação oficial.o cronograma de execução das obras que compõem o Plano Urbanístico. Estatuto da Cidade. mediante ações efetivas dos órgãos responsáveis pela arrecadação tributária e pelos bens culturais do Art. como instrumento básico de gestão.mapa dos subsetores urbanos e bairros. objetivo estabelecer as condições e procedimentos para suprimento do déficit habitacional de moradias e regularização fundiária para Art.tornar eficiente e efetiva a aplicação dos investimentos existentes. V .mapa dos corredores urbanos e segmentos. no que couber. 134. II . III . Na definição do Plano de Alinhamento e prioritárias à reestruturação urbana.diagnóstico territorial e sociocultural. quinta-feira.diagnosticar as áreas de especial interesse ambiental Parágrafo único.as características das intervenções previstas. V . 131. previstas. Deverão ser elaborados e aprovados no prazo máximo de 2 (dois) anos a contar da vigência desta Lei Complementar Art. 138. Dos Planos Urbanísticos Art.mapa da área urbana e área de transição. referidos em vários de seus dispositivos: fins de qualificação dos espaços públicos na Cidade de Manaus. 133.definição de planos e ações setoriais. bem como os atos II . I . São componentes do Plano de Alinhamento e I . considerando os aspectos normativos.o valor da contribuição e a forma de seu pagamento pelos proprietários beneficiados. Art. O Poder Executivo tem prazo de 2 (dois) anos urbanização ou regularização fundiária e urbanística. 135.o dimensionamento das calçadas e de outros sociocultural. Parágrafo único. Os Planos Urbanísticos são instrumentos para Anexos. V . nos termos estabelecidos pelo Estatuto da refere este artigo estão disponíveis no sítio oficial da Prefeitura Municipal Cidade. DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS IV . dentro de uma cultura urbanística. para a ampliação dos pontos de integração do Transporte Coletivo II . dispondo no mínimo sobre os seguintes Art. VI . urbano. II . IV . publicação desta Lei Complementar. revogada. IV .cumprir o disposto nos artigos 339 e 342 da Lei Do Plano Habitacional de Interesse Social Orgânica do Município de Manaus. São beneficiados pelo Plano Habitacional de os instrumentos complementares definidos no Capítulo V do Título V Interesse Social: desta Lei Complementar. os padrões viários V . elaborados sempre que a Prefeitura promover significativas intervenções II . elementos dos logradouros públicos onde couber. novembro de 2002. 16 de janeiro de 2014. Seção VIII Do Plano de Preservação do Centro Histórico de Manaus Art. III . 129.

quinta-feira. 16 de janeiro de 2014 ANEXO I ANEXO II DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 19 .Manaus.

16 de janeiro de 2014 ANEXO III ANEXO IV DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 20 .Manaus. quinta-feira.

2º Este Código tem por objetivo garantir condições DAS DEFINIÇÕES adequadas de habitabilidade. FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu II – primazia das condições de segurança. sanciono a seguinte salubridade e qualidade ambiental nas edificações. III – garantia de condições de acessibilidade. circulação e LEI: utilização das edificações. entrada. por meio da definição de normas e procedimentos para a elaboração de projetos. no sentido horizontal ou no sentido vertical ou ambos. outras providências. especialmente as de uso público. Art. higiene. Manaus. I – aceitação: documento expedido por órgão público § 1º Incluem-se entre as obras reguladas por este Código. TÍTULO I IV – promoção da boa estética arquitetônica. DE 16 DE JANEIRO DE 2014 § 3º Serão objeto de lei específica os projetos e obras realizados por qualquer esfera de governo em imóveis tombados ou DISPÕE sobre o Código de Obras e sujeitos a atos decorrentes de proteção do patrimônio cultural no Edificações do Município de Manaus e dá território de Manaus. saúde. competente que reconhece a execução de obra ou serviço e autoriza o além de obras novas. quinta-feira. urbanística e DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES paisagística da Cidade. em todo o território municipal. 4º Para melhor compreensão e aplicação das licenciamento. Manaus. principalmente no que se refere à segurança e à salubridade dos espaços construídos. devendo para expedição desta. em complemento às exigências da Lei do Plano Diretor Urbano e II – acesso: espaço de aproximação. degradação ou ocultação. edificação. urbanístico do Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. IV. público. 80. as uso ou a ocupação de edificação ou de instalações de qualquer reconstruções e demolições. ficam estabelecidas as seguintes definições: edificações. com autonomia e segurança para uso de cidadãos com deficiência e mobilidade reduzida. os acréscimos. da Lei Orgânica do Município de I – subordinação do interesse particular ao interesse Manaus. acompanhar laudo que ateste § 2º As disposições deste Código deverão ser utilizadas a segurança e salubridade da edificação. descaracterização. as reformas. 16 de janeiro de 2014 ANEXO V LEI COMPLEMENTAR Nº 003. execução. sem prejuízo do atendimento às normas técnicas oficiais e à III – acréscimo ou ampliação: ampliação de uma legislação federal e estadual pertinente. de forma a evitar a sua Município de Manaus. da Lei de Uso e Ocupação do Solo e do Código Ambiental de passagem. Art. 1º Fica instituído o Código de Obras e Edificações do integrantes do patrimônio cultural de Manaus. constituindo-se em instrumento de caráter destruição. 3º Ficam estabelecidas as seguintes diretrizes gerais O PREFEITO DE MANAUS. natureza. utilização e manutenção das obras e disposições deste Código. trânsito ou Ambiental. V – garantia de condições de proteção às edificações Art. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 21 . públicas ou privadas. inc. no uso das atribuições que que norteiam a formulação e a aplicação deste Código: lhe são conferidas pelo art. as ampliações. TÍTULO II Art.

galpões infláveis. do terreno. de projeção das paredes da construção. tal como vestíbulo. XXIX – demolição: derrubamento parcial ou total de uma VIII – alvará de construção: documento de autorização edificação. perante os cartórios de registros de imóveis. edificação em situação de irregularidade. outras áreas de apoio ao uso principal. de uma edificação que serve para utilização permanente ou a) afastamento frontal: distância entre os limites do lote e a transitória. de modo a complementar a um uso ou atividade principal. lavabo e área de VII – altura da edificação: comprimento do segmento serviços. lazer e todas as características do "Habite-se". excluindo-se a caixa d’água e existente. necessários à movimentação de pessoas ou veículos. energia reconhecimento de direitos reais e qualquer espécie de averbação elétrica. corredor. a que dá frente para o logradouro mais importante. XLIII – escada em leque: escada que possui um ou mais XXIV – condomínio de unidades autônomas: conjunto de degraus em forma triangular ou trapezoidal. escadas de acesso. e que não confere destinados ao abastecimento de água. quinta-feira. muro Público municipal para sustar o prosseguimento de obra ou instalação de arrimo. acesso controlado. é o compartimento de XI – área aberta: área cujo perímetro é aberto por completo permanência transitória destinado à guarda de utensílios e provisões. permitida a edificação de qualquer natureza. loja e indústria. equipamento ou de atividades auxiliares ou complementares à atividade principal. podendo se constituir em: XV – área de serviços: área de apoio ao uso residencial. de jantar e de lazer. caixa terreno para o logradouro público. aquelas de livre passível de montagem. vestiário. divididos ou não em lotes. não logradouro público. lonas tensionadas. no caso do edifício com mais de uma implicando em construção. despensa. XXXIV – edificação: construção coberta destinada a XIV – área de apoio: área destinada ao desenvolvimento abrigar qualquer atividade ou qualquer instalação. ou XII – área bruta: somatório das áreas úteis com as áreas para o logradouro público. escadas. halls. acumulação de veículos em área interna dos empreendimentos com não podendo esta edícula configurar-se como outra unidade privativa. Manaus. edificações. estocagem de bens. podendo ter XVIII – área non aedificandi: área do terreno onde não é afastamentos laterais nulos. unidades sejam residenciais. coleta de águas pluviais. em uma unidade residencial. a caixa da escada. prescrições deste Código. voltadas para o logradouro. são os espaços que permitem a movimentação de pessoas em uma estrutura ou parede de vedação. destinada municipal que determina a destruição total ou parcial de uma obra ou a apoiar as atividades de construção de uma edificação. a) compartimento de permanência prolongada: b) afastamento lateral: distância entre os limites laterais do caracterizado como espaço habitável que permita permanência lote e a edificação. fachada. de um compartimento para o outro ou de um pavimento para outro. com estrado. equilíbrio climático e favoreça o serviço de drenagem de águas pluviais. b) compartimento de permanência transitória: V – águas servidas: águas residuais ou de esgoto. XXXIII – edícula: edificação secundária com acesso XIII – área de acumulação de veículos: área disponível de coberto ou não. rede telefônica e gás canalizado. X – andar térreo ou pavimento térreo: primeiro pavimento XXXI – depósito: espaço coberto ou edifício destinado à computável da edificação. sendo. terra em dois ou mais lotes. 16 de janeiro de 2014 IV – afastamento: distância entre a edificação e as divisas XXVII – compartimento: espaço coberto ou descoberto. urbanizados. haver exploração comercial para a sua utilização. formarem ruas ou praças interiores. XL – equipamentos urbanos: equipamentos públicos em substituição ao documento de propriedade. material. elevadores. a) edificação permanente: de caráter duradouro. estacionamento. confortável por tempo longo ou indeterminado. comerciais. sem caráter de logradouro público. stands. XLI – escada de escape: escada de emergência em XXIII – circulação: designação genérica dos espaços edificações verticais. quando situadas em edificações de uso público. vagas de parques de diversões. serviços de esgotos. XXX – demolição administrativa: ato do Poder Executivo IX – andaime: armação provisória. XXV – conserto: obra de reconstituição de parte danificada XLVI – fachada frontal: fachada do edifício voltada para o ou inutilizada de um ou mais elementos de uma construção. em uma XLII – escada do tipo marinheiro: escada de mão fixada edificação. XLV – estacionamento comercial: área coberta ou dispondo ou não de serviços de apoio e equipamentos de lazer descoberta onde a atividade principal é a guarda de veículos. dentre dentre outros similares. reconstrução ou reforma. dentro de um destinada exclusivamente à guarda de veículos. constituído por até 4 (quatro) pavimentos. XX – área útil: área da superfície do piso de um destinado a garagens e atividades de apoio inerente à funcionalidade da compartimento ou de uma edificação. serviços e industriais. XXXIX – equipamentos comunitários: equipamentos XXII – certidão de habitabilidade: certidão expedida com públicos voltados à educação. desmontagem e transporte. podendo se constituir em: edificação. mediante apresentação de similares. tais como XVI – áreas de uso comum: são áreas destinadas. sala de c) afastamento de fundos: distância entre os limites de estar. documento comprobatório de posse do imóvel por mais de cinco anos. obras de canalização e escoamento de cuja execução ou funcionamento estejam em desacordo com as águas e canalização de esgotos. como circulações em geral. admitida apenas mediante XXXVI – embargo: providência legal tomada pelo Poder autorização do órgão municipal competente a construção de gradil. tais como circos. XXXII – divisa: linha de limite entre imóveis confinantes. dotadas de vegetação que contribua para o XXXVIII – empena: face ou fachada de uma edificação. acesso independente para uma circulação comum. fundos e a edificação. compartimento caracterizado como espaço habitável de permanência VI – alinhamento: linha que delimita a divisa frontal de confortável por tempo determinado. acesso ao público externo. ou em parte. ao uso coletivo dos condôminos ou ocupantes autorizados. como função mesmo terreno ou quadra. cultura e saúde. com testada para logradouro público passando pelo ponto mais alto do edifício. ao desporto. banheiros públicos. sendo considerado computável para o número de pavimentos XXI – áreas verdes condominiais: áreas descobertas e da edificação. b) edificação transitória: de caráter não permanente. banheiro. ou. e à linha horizontal. ambiente de estudo e de trabalho e cozinha. tal como quarto. edificação. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 22 . podendo se constituir em: delimitado. permeáveis do terreno. podendo privativos. uma edificação vertical. ou lotes XLIV – estacionamento: área coberta ou descoberta. administrativa para a realização de qualquer construção. compreendido entre o nível do XXVIII – desmembramento: forma de parcelamento da primeiro pavimento computável acima do solo. vertical medido ao meio da fachada. XXVI – construir: ato de edificar ou realizar qualquer obra XLVII – gabarito: número de pavimentos de uma nova. edificação. nas residência. de pequeno porte e complementar à edificação principal. dispostas de forma horizontal ou vertical. XXXV – edifícios geminados: unidades agrupadas XVII – área livre: parte do lote de terreno não ocupada por horizontalmente que se aproveitam de uma mesma estrutura e com construção. de escada. XIX – área principal: área indispensável a atender ao uso XXXVII – embasamento: é o conjunto de pavimentos de ou à atividade pretendida. depósito.

construída em frente a uma obra e ao nível do logradouro. I – o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Amazonas. que deve conservar suas características utilização por terceiros. LXXXI – quitinete: residência tipo apartamento. em andamento ou separação do passeio da pista de rolamento. com acesso direto LXXVII – polo gerador de tráfego: são empreendimentos para o logradouro público. se empenharem no atendimento. LI – gleba: imóvel não parcelado. edificação destinada ao uso habitacional. vigilância sanitária LXXII – pavimento duplex: unidade privativa que ocupa e outros setores. Manaus. Poder Executivo municipal.000 m² (dez mil metros quadrados). objetivando a verificação das condições de uma obra. LIV – habite-se: documento que autoriza o uso e ocupação LXXXIII – renovação de alvará de construção: concessão de um edifício. conforme o caso. localização de usos e outro material. exercício de atividades permitidas. coletividade. agrupadas. LXVI – muro de arrimo: anteparo destinado a suportar Art. popular. com área útil construída de até 50 m² (cinquenta metros LXXXII – remembramento: unificação de um ou mais lotes quadrados). saúde. LXXXVII – terreno: extensão de terra pública ou particular. medida segundo uma linha normal ao alinhamento. DO PROCESSO ADMINISTRATIVO LXIV – multa: sanção pecuniária imposta por ato administrativo do Poder Executivo municipal. b) lote lindeiro: lote voltado para o logradouro público ou XCI . destinada ao LXXXIX . localizado geralmente abaixo do nível do solo. 16 de janeiro de 2014 XLVIII – gabarito máximo: número máximo de pavimentos LXXVI – pilotis: área livre formada pelos espaços vazios que uma edificação pode atingir. XC – vila: conjunto de habitações independentes em podendo se constituir em: edificações isoladas. meio ambiente. formarem ruas ou praças interiores. em pareceres dos seus distintos dois pavimentos. terreno circundante de projeção da edificação. CAPÍTULO I LXV – muro: anteparo geralmente construído nos limites DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES do lote. transitória ou permanente. LXXXVIII – testada: linha que coincide com o alinhamento constituídas por vias. tais como jurídicas. quinta-feira. instalações. de modo a a) lote confrontante: lote de frente a outro lote. atividades e direitos individuais. divisa oposta. sem caráter de logradouro público. LXIII – modificação: conjunto de obras destinadas a alterar TÍTULO III divisões internas. passagens de pedestres. LXVII – obra: realização de um serviço em um imóvel. que une lojas de uma mesma edificação. pelo qualquer serviço que modifique as condições da situação existente no menos. calçadas. extensão do trecho considerado. executada pelo Poder Público ou pela iniciativa privada. LXI – meio-fio: elemento da via pública destinado à instalação ou exploração de qualquer natureza. entidades. o outros. ou o andar habitável de uma edificação. interinstitucionais. paralisada. respaldará seus atos relacionados a urbanismo. quadras de esporte. dentre outros. habitação. particular ou público. de logradouro público. XLIX – galeria: circulação horizontal. privativa do condômino ou ocupante autorizado. consecutivos. comercial. patrimônio histórico e artístico. no aperfeiçoamento e na divulgação das disposições estabelecidas LXVIII – parede cega: face da fachada sem aberturas de neste Código. em determinada zona da Cidade. em benefício da unidade imobiliária. LII – greide: perfil longitudinal de um logradouro em toda a avaliando-se a profundidade média quando a forma do lote for irregular. setores técnicos especializados.vistoria administrativa: diligência efetuada por outro lote. constituem potenciais intervenientes mais baixo do fundo da laje de um compartimento ou da cobertura de um no processo de aplicação deste Código: compartimento. LVIII – logradouro público: bem público de uso comum. guarda de veículos. que atraem ou produzem grande número de viagens causando reflexos L – garagem: edificação destinada exclusivamente à negativos na circulação viária de seu entorno imediato. com vistas ao cumprimento do disposto no caput LXX – pavimentação: construção de um piso destinado a deste artigo. de nova licença de construção. circulação. de desnível de terreno. LXXV – pérgula: construção com cobertura vazada que no que diz respeito à segurança contra incêndio e pânico e que envolva está sujeita a intempéries climáticas. ou que tenha. de caráter por apenas um cômodo com banheiro. concessionárias de serviços públicos. sempre que necessário ou exigido pela LXXI – pavimento: volume compreendido entre dois pisos legislação. empresas. destinada a separá-lo da propriedade particular. risco para pessoas. instituições. estacionamentos descobertos. técnicos. dentre § 2º No processo de exame e aprovação de projetos. instalações ou mercadorias. LIX – loja: edificação ou parte desta. dando publicidade da decisão em link LXXIII – pavimento-tipo: repetição de um pavimento de específico da Prefeitura Municipal de Manaus. expedido pelo órgão municipal competente. § 1º O Poder Executivo municipal buscará manter LXIX – passeio: parte de um logradouro destinada ao convênios de cooperação e mecanismos de articulação trânsito de pedestres. formando um lote maior. 5º Constitui dever do Poder Executivo municipal. metade de seu pé-direito abaixo do nível da linha média do imóvel. b) garagem privativa: quando vinculada a apenas uma LXXIX – porão: espaço compreendido entre dois pisos. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 23 . com projeção menor que este compartimento. LV – imóvel tombado: imóvel de interesse cultural LXXXIV – servidão: encargo imposto em imóvel para uso e protegido por ato administrativo. uma edificação. vãos de iluminação e ventilação. entre os pilares de sustentação de pavimento elevado. em decorrência de infração à legislação vigente. de área igual ou superior LXXX – profundidade do lote: distância entre a testada e a a 10. composto LIII – habitação econômica: unidade residencial. associações. com ou sem divisões. podendo se constituir em: que dispõe o Poder Executivo municipal para condicionar e restringir o a) garagem coletiva: quando vinculada a mais de uma uso e gozo de bens. LVI – início da obra: data correspondente à execução de situado abaixo do primeiro pavimento computável. na complementação. do logradouro. no âmbito das suas respectivas atribuições responsabilidades serviços de terraplanagem e construção de quaisquer tipos de edificação e competências. para imóvel anteriormente aprovado. serviços ou LX – lote: terreno ou porção de terreno situado à margem industrial. arquitetônicas originais. descrito e assinalado por título de propriedade.unidade privativa: unidade autônoma de uma exercício de uma atividade comercial ou de prestação de serviço. e demais pessoas físicas ou resultado implique em alteração de seu estado físico anterior. § 3º Além dos setores da administração municipal LXXIV – pé-direito: distância vertical entre o piso e o nível competentes em razão da matéria. como função complementar a um uso ou atividade LXXVIII – poder de polícia: competência administrativa de principal. cujo organizações. LXII – mezanino: piso elevado acima de um compartimento. LVII – licença: autorização dada pela autoridade LXXXVI – tapume: vedação vertical feita de madeira ou competente para execução de obras. e destinada a isolá-la e proteger os operários e transeuntes. LXXXV – subsolo: pavimento. unidade imobiliária. geminadas ou superpostas.

14. 11. esgotamento sanitário. salvo no caso de alteração superveniente da expedição e vencimento. As informações relativas ao uso e à ocupação do I – tamanho mínimo de 1. Ocupação do Solo não garante o direito de construir. número de vagas de garagem ou estacionamento e demais IX – autor e responsável técnico pelo projeto. quando não do empreendimento definindo segundo a Lei de Uso e Ocupação do se tratar de muros de arrimo. O fornecimento da Certidão de Uso e II – número do processo. em todo o território municipal. urbanísticos. 9º É obrigatória. leis de Uso e Ocupação do Solo e do abertura de procedimentos para a aplicação das penalidades estatuídas Parcelamento do Solo Urbano. volumetria. III – a construção de jardins e pérgulas. obra. com caracteres bem visíveis da via pública. informações relativas às condições de implantação. modelo oficial disponibilizado pelo Poder Executivo municipal. CAPÍTULO II IV – revelarem imperícia na execução de qualquer obra. com as seguintes características e o conteúdo a seguir especificado: Art. Nos termos da legislação municipal vigente. solicitando a Ambiental de Manaus. a colocação de placa em lugar regulamentação própria pelo órgão competente do Poder Executivo apropriado. fornecimento de energia legislação urbana de Manaus. Manaus. o uso para a edificação. e suas informações III – número do alvará de construção. 12. As normas e procedimentos para simplificação de processos de aprovação de projetos. V – quantidade de pavimentos. cabendo a este a disposto neste Código. na forma da lei. a proteção do meio ambiente e do patrimônio histórico e artístico nacional. 7º Os autores de projetos e construtores assumirão I – para confecção de projeto: 0. o Código expediente ao respectivo conselho de profissionais. de Impacto de Vizinhança – EIV ou Estudo de Impacto Ambiental – EIA. IV – uso a que se destina o imóvel. II – hajam recebido 2 (duas) ou mais multas na mesma que serão objeto de exame pelo órgão municipal competente. pintura interna e definição do projeto. de habitação popular. II – a Certidão de Viabilidade de Projetos terá prazo de IV – as obras de reformas e modificações internas. Art. seu representante legal. plantas baixas. será expedida a tramitação de processos relativos ao âmbito as dirigirem de fato. legislação aplicável. Art. com área de construção total de domiciliar ou industrial. e de 2.5% do valor da UFM/m². cortes. área permeável e vagas de pavimentos. afastamentos. Independem de apresentação de projetos e alvará terreno. licenciamento de Art. A Certidão de Viabilidade de Projetos será VI – área do empreendimento. 13. com os itens relacionados à viabilidade do projeto apresentado. 10. deste Código. acordo com a legislação vigente à época do pedido de viabilidade. Parágrafo único. com a exata centímetros por sessenta centímetros). § 1º Para efeito do caput deste artigo. em relação às atividades relacionadas com o para o projeto de habitação popular ao interessado. 6º Os documentos e trabalhos referentes à construção § 3º O órgão competente do Poder Executivo municipal de qualquer natureza somente serão aceitos ou permitidos pelo Poder poderá firmar convênio com o órgão de classe profissional para a Executivo municipal se estiverem assinados e sob a direção direta e prestação de assistência gratuita e responsabilidade técnica de pessoal de profissionais regularmente inscritos no órgão fiscalizador do profissional habilitado para o acompanhamento das obras de construção exercício da profissão. propriedade do terreno. III – continuarem a execução de obras embargadas pelo Poder Executivo. observada a respectivos números de registro profissional. fornecer projeto para habitação popular para III – os concessionários dos serviços públicos de pessoas com renda de até 5 (cinco) salários mínimos. Parágrafo único. Solo. nos termos da abastecimento de água. estacionamento. resguardadas garantias mínimas quanto ao interesse VII – construírem reiteradamente em desconformidade com público e o interesse dos cidadãos. cobertura e memorial descritivo II – a construção de muros divisórios internos. 15. DA TRAMITAÇÃO DE PROCESSOS V – deixarem de prestar assistência pessoal. por meio de Certidão de Uso e Ocupação do Solo (vinte) metros. implantação geral com definição de caixa externa e pequenos consertos em edificações de até 2 (dois) viária existente in loco.0 m (dois metros por um metro) em obras emitida pelo órgão municipal competente. até 100 m² (cem metros quadrados) e pavimento único. de construção: b) projetos que contenham os elementos básicos de I – os serviços de limpeza. Art. públicas ou obras e regularização de habitações unifamiliares serão objeto de privadas. com testada igual ou superior a 20 (vinte) metros. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 24 . ficando sujeitos às sanções nele previstas. Art. os projetos aprovados pelo Poder Executivo municipal. sistemática e direta às construções sob sua responsabilidade em andamento. tais como. com data de não perderão a validade. Nos termos do Plano Diretor Urbano e Ambiental VI – assinarem projetos como executores de obras e não de Manaus. 16 de janeiro de 2014 II – os órgãos federais e estaduais responsáveis pela Art. requerimento do interessado acompanhado do documento de posse ou bem como pela implantação de projetos industriais. índices VIII – nome do proprietário. apresentação junto ao Executivo municipal do profissional habilitado com responsabilidade técnica comprovada. qual será garantido ao requerente o direito de aprovar o projeto de V – a criação de pequenas áreas verdes. conforme municipal. nas construções. fornecida pelo órgão competente ao interessado que a solicitar e conterá VII – endereço da obra. para o licenciamento de na legislação específica aos profissionais que: empreendimentos potencialmente geradores de impactos urbanísticos I – incorrerem em mais de 3 (três) multas durante o ou ambientais significativos serão exigidas as apresentações de Estudo período de 01 (um) ano. § 4º O pagamento da contraprestação do serviço previsto no caput deste artigo será de: Art. elétrica e telefonia. considera-se IV – as empresas fornecedoras de gás para abastecimento habitação popular a unidade familiar. em Art. seguinte disciplina: X – número de telefone dos órgãos municipais de I – a solicitação poderá ser formulada pelo proprietário ou fiscalização e licenciamento urbanístico. durante o acréscimo de área. manutenção. V – o órgão ou entidade responsável pela fiscalização do § 2º Poderá ser emitido o respectivo alvará de construção exercício profissional.20 m x 60 cm (um metro e vinte solo serão fornecidas ao interessado que a solicitar. quinta-feira. sem validade de 6 (seis) meses a partir da data de sua emissão. O Poder Executivo municipal poderá. inteiramente a responsabilidade pelos seus trabalhos e pela observância II – para alvará de construção: 2% do valor da UFM/m².0 m x 1. deste Código. 8º O órgão municipal competente deverá enviar especial o Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. em obras com testada de até 20 localização do imóvel. devendo ainda ser instruída com: a) documento que permita verificar a configuração do Art.

no decorrer das obras. Os projetos deverão ser apresentados em três vias da obra. além do especificado no inciso II. o órgão competente do Poder Executivo pela respectiva concessionária. contendo informações como área e nomenclatura dos Seção II ambientes. b) a orientação solar. II – planta de implantação na escala mínima adequada à § 2º No caso do disposto no § 1º. reformas. do autor do projeto e do de uso residencial multifamiliar. serão observadas as seguintes convenções: Art. o órgão competente municipal e documentos mencionados deverá ser apresentado. Os projetos para edificação deverão conter: nome do novo profissional legal e devidamente habilitado. pública ou particular. g) localização na malha viária da cidade. O órgão competente municipal terá 60 (sessenta) e) indicação da largura das vias. licenciamento pelo órgão competente do Poder Executivo municipal. municipal deverá realizar vistoria no local da obra. (setecentos e cinquenta metros quadrados) de área construída. nas partes a serem conservadas. dirigirá ao órgão competente do Poder Executivo municipal o requerimento acompanhado Art. quinta-feira. na (cento e oitenta) dias. 19. Seção I b) projeção da edificação. sendo de sua inteira de Bombeiros. além dos desenhos § 1º Após o licenciamento. vão de ventilação e iluminação e respectivos níveis. metros para cada lado. de Projetos. 17. I – cor preta. a critério da administração. legislação vigente. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 25 . alvará de construção simultaneamente à aprovação. sem a respectiva aprovação do projeto. sobre os processos referentes à aprovação de projetos previstos no d) as áreas permeáveis e as áreas pavimentadas. Os prazos poderão ser prorrogados. conferir as informações fornecidas no projeto pelo interessado e as condições para implantação da edificação projetada no terreno. Manaus. 21. O órgão competente municipal poderá emitir o altura do pé direito dos ambientes. imediatamente. mostrando sendo fixado um novo prazo de 60 (sessenta) dias úteis para o despacho pontos de referência. dias úteis para se pronunciar sobre os processos referentes à aprovação f) indicação dos passeios vizinhos até o limite de 2 (dois) de projetos. Para emissão da Certidão de Viabilidade pavimentos. a pedido do médio de projeção da edificação. por escrito. multifamiliares. não será realizada vistoria no local para constatação das II –instalação de combate a incêndio aprovada pelo Corpo informações fornecidas pelo interessado. mesmo em subsolo. o interessado. ficando arquivada a terceira e o arquivo digital. o interessado poderá corrigi-los e reapresentá-los. contendo: a) nome das vias limítrofes dos lotes. Municipal de Manaus. § 1º Para as edificações unifamiliares. final. em caso de subestação. complementar. Do Alvará de Construção IV – corte longitudinal e transversal do edifício na escala mínima adequada à leitura do projeto. nas partes a serem construídas. bem como do autor do projeto e do responsável pela execução Art. esquema geral de esgotamento sanitário. O órgão competente fará anexar aos processos relativos a obras de reconstruções. caput deste artigo deverá ser publicado em link específico da Prefeitura e) as vias limítrofes ao lote. Os processos referentes a edificações do respectivo projeto e dos documentos exigidos por este Código. da posse ou do do projeto das edificações no terreno. da posse ou do domínio útil do terreno. domínio útil do imóvel. inclusive data. Antes da aprovação do projeto e da expedição de IV – instalação elétrica. prazo de validade. técnico. ao órgão municipal competente. 20. deverão ser apresentadas. (trinta) dias úteis. assim como seu devido III – cor amarela. Art. sob pena de arquivamento. assinadas pelo proprietário ou representante legal e pelos responsáveis § 1º Os profissionais que assinarem como responsáveis pela autoria de projetos e responsabilidade técnica pela obra. Art. 16 de janeiro de 2014 III – a emissão da Viabilidade não constitui aprovação de licenciamento da obra. nos prédios acima de 4 (quatro) Parágrafo único. para avaliação da continuidade da calçada no § 1º Caso os projetos não estejam de acordo com a caso de vias arteriais ou coletoras. como projeto entregará ao interessado duas cópias do projeto aprovado e licenciado. aprovado pela respectiva concessionária. § 3º O pronunciamento do órgão competente municipal c) a presença de corpos hídricos. nas partes a serem demolidas. os documentos exigidos para o pedido. Na apresentação dos projetos de reformas. o processo será também instruído com o § 2º Havendo mudança de construtor ou responsável registro do imóvel do compromissário vendedor. Art. ou seu representante legal. Nenhuma obra de edificação. excetuando-se os casos previstos no artigo 15. com a devida justificativa. pelo prazo de 180 V – elevação de no mínimo duas fachadas do edifício. o proprietário é obrigado a comunicar. Art. definindo a área do terreno e os seus perfis longitudinal e transversal. responsabilidade os dados apresentados no pedido formalizado. para a obra. o interessado deverá leitura do projeto. com especificação do ponto Art. desde que apresentados escala mínima adequada à leitura do projeto. podendo ser prorrogado o prazo. 23. 18. indicando: reapresentar o projeto com as alterações necessárias no prazo de até 30 a) a locação do imóvel. com respectivo responsável técnico. interessado. vilas ou condomínios de edificações de unidades Parágrafo único. de cada um dos pavimentos do edifício e respectivas dependências. Parágrafo único. aprovada qualquer alvará de construção. ainda. modificações ou ampliações de edificações existentes. III – esgotamento sanitário. 16. devendo principalmente indicar a Art. II – a natureza e a finalidade da obra (uso). Na hipótese do requerente ter adquirido infrações relativas às suas respectivas atribuições. a pedido do interessado. modificações ou Art. d) sentido de circulação das vias. o terreno em prestações. Todas as cópias dos projetos deverão conter a III – o endereço da obra. 24. assinatura do titular da propriedade. 26. no responsável técnico e uso respectivo. comprovado por documento hábil. 22. f) a topografia básica do lote. III – plantas baixas cotadas na escala mínima adequada à leitura do projeto. Para solicitação de análise de projeto e de licença ampliações os respectivos processos referentes à edificação original. as Anotações de Responsabilidade Técnica dos projeto e não configura ato administrativo formal que gere outros direitos seguintes projetos: adquiridos ao interessado. será executada II – cor vermelha. indicando o Art. I – planta de situação do lote. § 2º Para as demais edificações acima de 750 m² § 2º O Alvará de Construção conterá o número de ordem. O requerimento deverá consignar: autônomas somente entrarão em tramitação com a respectiva indicação I – o nome do titular da propriedade. 25. pela elaboração do projeto e pela execução da obra responderão pelas Parágrafo único. acréscimo. terraplanagem ou pavimentação. Dos Prazos de Aprovação de Projeto c) orientação solar. I – cálculo estrutural. com o objetivo de V – instalação hidráulica. contados a partir do indicação julgada essencial. sem prejuízo de qualquer outra prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias corridos. nome do proprietário.

implicarem alterações do projeto naquilo que estiver regulamentado pela § 4º Em caso de impossibilidade de apresentação de legislação vigente ou não ocorrer acréscimo de área construída. Seção III Art. estaduais e federais competentes em assuntos artigo. a contar da data da licença para a obra cumprimento dos seguintes itens: constante do alvará para construção. o setor de cadastro imobiliário do Poder Executivo redes. antes de iniciadas as obras. o projeto deverá se adequar à nova legislação. quando for o caso. soluções comprovadamente adequadas para o abastecimento de aprovados. fornecidos habitabilidade do imóvel receberão o Habite-se total em um processo pelos respectivos responsáveis. Art. no prazo água e o destino final dos esgotos sanitários. § 2º O fornecimento de Certidão de Habitabilidade para aqueles que estejam impossibilitados de apresentar documento de Art. restante no prazo estabelecido para sua execução. 31. por meio de acessibilidade. consolidados anteriormente a 1º de janeiro de 1976. as condições de desmembramento ou retificação de metragem do terreno no cartório de segurança. 28. será expedido novo alvará poderá ser convertido em pedido de Certidão de Habitabilidade do de construção mediante o pagamento das taxas relativas à modificação. devendo ser removido após o término das atividades. solidez. Será fornecido o “Habite-se” pelo órgão municipal I – quando os serviços de construção não forem iniciados competente. no caso de inexistência dessas duas últimas Habitabilidade. I – conclusão da obra. quando for o caso. Findo o prazo estipulado no caput deste nos órgãos municipais. passeios. abastecimento de Art. ou mesmo nas normas legais de uso e ocupação do solo ou água e esgoto sanitário ou. 34. III – documentos comprobatórios do aceite das Art. com prazo não superior a 90 (noventa) dias. pavimentação e outras julgadas indispensáveis às boas unifamiliares deverão ser apresentados os seguintes documentos: condições de habitabilidade e segurança do imóvel. com documento de § 2º Para a obtenção do “Habite-se” de edificações propriedade regularizado. anteriores a novembro de 2012. o interessado acessibilidade da Associação Brasileiras de Normas Técnicas – ABNT. Se depois de aprovado o requerimento e expedido imóvel. 33. III – colocação de placa de numeração oficial do imóvel. pagando novos fronteiros à testada do lote. devendo ser II – quando existir mais de uma edificação construída no anexados ao processo os documentos necessários. mediante a comprovação de posse do imóvel por mais de cinco anos. imóvel quando para fins de solicitação de alvará de funcionamento. garantindo-se boas condições de solicitada vistoria para a expedição do “Habite-se”. quando for o caso. solidez. para fins de averbação no cartório de registro de imóveis competente. a contar da data Brasileira de Normas Técnicas . ocupação e a segurança de quem utiliza a edificação. de acordo com a norma específica de § 1º Antes de vencido o prazo de validade. imóvel em questão. Poderá ser concedido “Habite-se” parcial nos Do Habite-se seguintes casos: I – quando se tratar de prédio onde uma parte puder ser Art. II – documentos comprobatórios de aprovação do projeto § 1º Ficam dispensados do “Habite-se”. referente a instalações preventivas contra incêndio e pânico. o alvará de construção houver necessidade de mudança de projeto. mesmo lote. 32. higiene e circulação e transporte e gás. registros públicos. Art. depois de realizada vistoria na obra que ateste o em um prazo de 2 (dois) anos. comprovado esse fato e asseguradas. fachadas. o processo § 2º Aprovado o novo projeto. devendo estar concluídas as obras de acesso. por ato do órgão competente municipal que. deverá requerer renovação do alvará de construção. da licença para a obra constante do alvará para construção. poderá considerar o direitos inerentes à propriedade pelo solicitante e não produz efeitos interesse público ou razões de segurança justificáveis. § 1º Para a obtenção do “Habite-se” de residências muros. máximo de 12 (doze) meses. obedecido o projeto apresentado II – quando os serviços de construção aprovados não para a edificação e a norma específica de acessibilidade da Associação estiverem concluídos dentro do prazo de 2 (dois) anos. Manaus. Concluída a obra de uma edificação deverá ser utilizada independentemente da outra. com prazo de até 90 (noventa) dias corridos. simplificado e agilizado. 16 de janeiro de 2014 § 3º Para a construção de stands de vendas será fornecido II – certificado de vistoria apresentado pelo Corpo de um alvará de construção. Bombeiros. no caso de inexistência dessas duas últimas de parcelamento do solo urbano. que incidam sobre os projetos redes. § 2º Quando houver interrupção nos serviços de § 1º Nenhuma edificação poderá ser habitada sem a prévia construção licenciados. de tempo. documentos exigidos para o “Habite-se”. o interessado deverá comunicar ao órgão liberação do órgão municipal competente. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 26 . abastecimento de edificação. por meio de laudo registros públicos. VI – certidão negativa de débitos de IPTU do referido Art. técnico assinado por profissional habilitado. comprovação de soluções adequadas para o abastecimento de municipal será instruído para atualização das informações sobre o água e o destino final dos esgotos sanitários. o § 3º Para a obtenção de “Habite-se” de edificações interessado deverá requerer modificação do projeto aprovado. ainda. passeios existentes. 27. apresentação de projeto de arquitetura destinadas a outros usos deverão ser apresentados os seguintes simplificado (planta baixa. 29. Para as finalidades deste Código. Caso ocorram alterações nas normas de concessionárias relativos às redes de energia elétrica. se não II – construção de passeios novos ou melhoria dos renovado. quando for o caso. seja ele residencial ou § 1º Será dispensado novo alvará se as modificações não destinado a outros usos. cobertura e implantação) e documentos: com laudo técnico de responsabilidade técnica por profissional habilitado I – certificados de instalação dos equipamentos de assegurando as condições de segurança. O Alvará de Construção é revogável a qualquer propriedade não importa em reconhecimento. se não renovado ou paralisado. IV – documentos comprobatórios de aprovação do projeto Parágrafo único. instruída pelo documento de municipal competente a paralisação para ter o benefício do período “Habite-se”. ressalvadas as exceções previstas em Lei.ABNT. Expedido o “Habite-se” ou Certidão de água e esgoto sanitário ou. relacionados à proteção do meio ambiente e patrimônio histórico. cortes. construídas. emolumentos. 35. que o início de obra corresponderá à execução de qualquer serviço que desmembramento ou retificação de metragem do terreno no cartório de modifique as condições da situação existente no imóvel. requerimento dirigido ao órgão competente municipal. 30. o interessado terá que. iniciar a obra. consolidadas. IV – certidão negativa de débitos de IPTU do referido § 2º As construções residenciais e comerciais Tipo 1 imóvel. O alvará de construção perderá a validade de aprovação do projeto nos seguintes casos: Art. fica determinado V – registro do imóvel referente à remembramento. quinta-feira. documento de propriedade. higiene e habitabilidade do imóvel. I – documentos comprobatórios do aceite das concessionárias relativos às redes de energia elétrica. os imóveis existentes e à proteção do meio ambiente. quando previstos no projeto. para fins de nos órgãos federais e estaduais competentes em assuntos relacionados emissão de alvará de funcionamento. a requerimento do interessado. deverão ser apresentados os mesmos projetos e apresentando a documentação exigida pelo órgão competente municipal. na forma da legislação própria. pelo Poder Público. devidamente III – registro do imóvel referente ao remembramento.

serão aplicadas § 1º Sem prejuízo das responsabilidades civis e criminais. especialmente naquilo que diz IV – realização de obra em cada item em desacordo com o respeito às diretrizes que norteiam sua aplicação. violação às disposições deste Código. 36. do Poder Executivo municipal. as seguintes sanções gravidade da infração: ao infrator: I – apresentação de documentação para aprovação com I – embargo da obra: auto que determina a paralisação indicações falsas: 34 (trinta e quatro) Unidades Fiscais do Município imediata de uma obra. parcial ou total. § 2º Nos casos de reincidência. responsável pela execução da obra. até a revogação da ordem. vigente na data de seu recolhimento e regulamentada em legislação específica. alegando o interessado. no caso de impossibilidade de reversão da situação que IV – os motivos de fato e de direito em que se fundamenta justificou a sua aplicação. de efetuadas. originou a multa não exime o infrator de seu pagamento. A demolição administrativa. instalações ou placa irregular. Qualquer cidadão é parte legítima para denunciar Art. Manaus. III – apreensão de ferramentas ou equipamentos: sanção VI – ausência no local da obra do projeto aprovado ou do aplicável na hipótese de resistência ao embargo pelo proprietário ou alvará de licença para construção: 4 (quatro) UFMs. com referência ao auto de infração responsáveis pela construção. pública e ao funcionamento dos sistemas urbanos e das redes de serviços públicos. a realização das diligências que entender DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 27 . sendo aplicável nos (UFMs). instaurará a fase contraditória do procedimento. comprobatórios das razões apresentadas. de responsável pela obra. projeto aprovado. § 1º A comunicação do embargo e da interdição dar-se-á mediante qualquer das seguintes modalidades: Art. à custa dos VI – o objetivo visado. construções: 12 (doze) UFMs. 37. equipamentos. o órgão municipal nos mesmos moldes previstos no § 1º do art. parcial ou total. com competente poderá adotar meios capazes de se antecipar às infrações e antecedência de 24 (vinte e quatro) horas da ação demolitória. as multas serão posse ou domínio útil do imóvel. e admita regularização. obrigatoriamente: IV – publicação no órgão de Imprensa Oficial do Município. quando tratar-se de acréscimo de área. § 1º As sanções serão dirigidas ao titular da propriedade. o recurso. uso de parte ou da totalidade de uma edificação. juntando os documentos II – afixação de notícia no local da obra ou da construção. construção. 42. VIII – ocupação de obra ou edificação sem “Habite-se” ou V – interdição: auto que determina a proibição imediata de Certidão de Habitabilidade: 12 (doze) UFMs. III – carta registrada enviada ao interessado. sem manutenção e ordem. III – início ou execução de obra de qualquer outra natureza b) desobediência ao projeto aprovado que implique sem licença do Poder Executivo: 25 (vinte e cinco) UFMs. V – publicação em link específico da Prefeitura Municipal II – a qualificação do interessado. estabelecendo-se prazo para o cumprimento das exigências § 5º O cumprimento superveniente da obrigação que que possam garantir a sua revogação. bens. bens. requerimento do interessado. VI – demolição administrativa: auto que determina a XII – falta de tela de proteção nas edificações: 20 (vinte) destruição total ou parcial de uma obra ou edificação. 40. a) obra ocupada sem o respectivo “Habite-se” ou Certidão X – ausência de placa de obra ou colocação de placa nos de Habitabilidade emitido pelo órgão municipal competente. I – a autoridade julgadora a quem é dirigida. nos casos de: que questiona. desde que justificadas as suas razões. edilícias. e o de Manaus. contados da notificação do auto. 39. pelo seu valor nominal. por meio de ato administrativo. V – as diligências que o interessado pretende que sejam Art. tomando-se em conta a casos de violação das disposições deste Código. XI – ausência de tapume ou tapume irregular: 5 (cinco) c) ameaça à saúde pública. O embargo e a interdição serão comunicados ao cumulativa de outra. seguintes casos: II – início ou execução de obra de residência unifamiliar a) obra em andamento sem projeto aprovado e licença de sem licença do Poder Executivo: 12 (doze) UFMs. sendo aplicável nas seguintes hipóteses: limpeza e/ou sem fechamento com muros ou cercas: 10 (dez) UFMs. de ofício ou a iminência. nos serão aplicadas multas nos seguintes casos. implicará o seu cumprimento imediato. fatos que geraram a sua imposição. endereço para a notificação. toda matéria que entender útil. interessado. inclusive públicos ou de utilidade pública. inclusive públicos ou de utilidade pública. VII – ausência no local da obra do projeto aprovado ou do IV – cassação de alvará de licença de obras: aplicável no alvará de construção e da placa da obra conforme modelo aprovado pelo caso de execução da obra em desacordo com as normas urbanísticas e Poder Público municipal: 4 (quatro) UFMs. sendo a aplicação das sanções duplicadas. nem da correção dos de qualquer outra prevista neste Código. 38. A defesa far-se-á por petição. UFMs. uma só vez. Art. V – infrações às disposições do Título V deste Código. § 2º O embargo e a interdição poderão implicar em III – os dados do imóvel ou a descrição das atividades cancelamento do alvará de licença e demolição. corrigido pelo indexador oficial normas urbanísticas e edilícias em vigor. no caso de sua § 3º A autoridade administrativa determinará. § 4º A aplicação de uma multa não impede a cominação Art. § 3º A aplicação e o pagamento da multa não eximem o § 2º A aplicação de uma penalidade não exclui a aplicação infrator de outras sanções previstas neste Código. No controle de obras. com CPF ou CNPJ. quinta-feira. As multas serão fixadas e cobradas em moeda infrações e propor ações destinadas a garantir o cumprimento das oficial do Brasil. No exercício do poder de polícia. construção. orientar os interessados quanto à vigência e ao cumprimento das § 2º A ação demolitória far-se-á sem riscos à segurança normas urbanísticas e edilícias. da exercidas. até a revogação da IX – terrenos e imóveis abandonados. nos termos da lei. § 1º A petição mencionará. uma obra ou edificação. equipamentos. precedida de notificação ao infrator. no caso de infrações distintas. II – multa: sanção pecuniária imposta por infringência à quanto às condições de segurança e meio ambiente de trabalho nas legislação vigente. 16 de janeiro de 2014 CAPÍTULO III III – obra ou edificação executada em área ou logradouro DOS PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E SANÇÕES público. empreendimentos sem licença de obra: 20 (vinte) UFMs e apreensão da b) risco à segurança de pessoas. UFMs. II – risco para a segurança pública que. 41. 39 deste Código. dentro do prazo de 7 I – com a assinatura de Termo de Recebimento pelo (sete) dias. instalações ou 10% (dez por cento) de variação: 9 (nove) UFMs. será imposta como sanção. § 1º A demolição administrativa poderá ser comunicada Art. admitindo-se c) risco à segurança de pessoas. pelo órgão municipal competente. Art. I – incompatibilidade com a legislação vigente que não § 2º A impugnação não terá efeito suspensivo da sanção.

exigibilidade da multa até a decisão da autoridade municipal competente. Toda edificação de acesso público. quinta-feira. no prazo legal. 25m² (vinte e cinco metros quadrados). o ponto mais conforme disposições estabelecidas neste Código. pé-direito mínimo de 2. emprego de materiais. Os compartimentos e ambientes deverão ser recurso e. deverão atender as medidas Dos Compartimentos necessárias conforme abaixo: Art. Os ambientes de permanência prolongada de uma questões debatidas e declarando a procedência ou improcedência da edificação.40 m 2. excluídas Parágrafo único.50 m² 1.00 m 2.00 m² 2.20 m 2. Mantida a autuação e não sendo pago o Quarto de serviços 5.DIREITO MÍNIMO instância através do órgão oficial de imprensa do Município nos mesmos Salas 9. quarenta centímetros). m (dois metros e quarenta centímetros). podendo o órgão municipal competente exigir comprovação pessoas com deficiência. Art. Manaus.80 m (um metro e oitenta centímetros).00 m² 2.20 m (um metro e vinte centímetros).00 m² 2. motéis e apart-hotéis.60 m 2. no mínimo. deverão adotar soluções de impugnação. suspenderá a equipamentos.70 m 2. SEGURANÇA GERAL NAS EDIFICAÇÕES Art. Nas edificações onde forem previstas unidades de garagens e frações ideais de áreas comuns de todo o imóvel.20 m (dois metros e vinte de acordo com normas específicas da Associação Brasileira de Normas centímetros).30 m² 1.50 m 2.40 m (dois metros e Técnicas . bem como das instalações e administrativa de primeira instância. 48. Os projetos de habitações econômicas. o processo será imediatamente encaminhado à autoridade deste Código. com altura igual ou inferior a 2. dentre outros.00 m 2.00 m 2. tais de TV. com dimensões de acordo com as disposições técnica prévia de bom desempenho daqueles que possam vir a previstas nas respectivas normas técnicas brasileiras atualizadas. e proteção contra a umidade. Os compartimentos deverão atender as medidas municipal competente. impraticáveis ou protelatórias. Art. pés-direitos duplos com DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 28 . com ABNT. 51.00 m² 1. estando os boxes separados por estabilidade.20 CAPÍTULO I m (dois metros e vinte centímetros). sujeitas às disposições deste Código deverão atender às normas técnicas aprovadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – Art. Banheiro de serviço 2.40 m e. diferenciado podendo este destinar-se a quarto. e o ponto médio. a autoridade julgadora adequada de ventilação e iluminação.60 m ambientes onde as exigências de segurança ou conforto ambiental dos Cozinha 4. e indeferirá as consideradas § 3º As quitinetes deverão ter área útil total de no mínimo prescindíveis.60 m ambientes integrados para diversas funções. pavimento e aberturas. 55. deverão ter pé-direito mínimo de 2. altura mínima de 2. dentre outros. podendo ser adotada solução de Salas 8.80 m termos do artigo 39 deste Código. escritório. 16 de janeiro de 2014 necessárias. imobiliárias com mais de um pavimento.40 m 2. obtida pelo adequado dimensionamento e emprego dos materiais das Art. que determinará seu dimensionamento mínimo e necessidade § 2º Se entender necessário. elementos ou componentes não consagrados III – dispor. Havendo renúncia à apresentação de defesa ou Art. a autoridade compartimento. 52. Serão aceitos um único cômodo vagas de garagem e frações ideais de áreas comuns de todo o imóvel. O autuado será notificado da decisão da primeira COMPARTIMENTO ÁREA MÍNIMA LARGURA MÍNIMA PÉ .50 m² 1. sala Art. § 1º No caso de tetos inclinados e varandas. o cálculo. gabinete. HABITABILIDADE E considerados de permanência transitória. todos os compartimentos serão DAS CONDIÇÕES DE CONFORTO. a unidade residencial poderá ter área útil total de no mínimo 12m² (doze metros quadrados). circulação e uso por pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Cozinha 6. § 1º Uma vez decorrido o prazo para a apresentação da Art. sala de estudos ou biblioteca.60 m cômodo diferenciado 7. o conforto ambiental e a salubridade das divisão com altura mínima de 1.00 m 2. 45. 54.00 m² 1. exceto banheiros e Quartos 8. 50. gabinete. bem como solicitar parecer da assessoria jurídica do órgão Art.40 privada. 43. Banheiro 2. § 2º No caso de porões. à execução judicial.00 m 2. permanência.80 m Parágrafo único.00 m² 2. exceto o banheiro. Os compartimentos das edificações.00 m² 2.40 m 2. necessárias conforme abaixo: Art. são classificados segundo a função preponderante neles encarregada de julgar. a especificação e o I – dispor de boxes para cada bacia sanitária com área emprego de materiais e elementos construtivos deverão assegurar a mínima de 1 m² (um metro quadrado). 44. Cômodo diferenciado 7. A elaboração de projetos e a realização de obras de TV. É facultada a compartimentação interna de COMPARTIMENTO ÁREA MÍNIMA LARGURA MÍNIMA PÉ-DIREITO MÍNIMO edificação ou unidade residencial. cobertura. em Decreto Federal e baixo deverá ter altura mínima de 2. Serão aceitos um único cômodo diferenciado podendo este destinar-se a quarto. localizados em subsolo.80 m Quarto 9. 56.20 m 2.40 m Lavabo 1. 46. deverão: § 1º O dimensionamento.00 m² 2. administrativa que dirige o órgão municipal competente prolatará despacho no prazo máximo de 30 (trinta) dias. previsão de agrupamentos de bacias sanitárias. o valor da constante posicionados na edificação e dimensionados de forma a proporcionar do auto de infração sofrerá a redução de 20% (vinte por cento). comprometer a qualidade das obras. edificações e equipamentos. de Seção I iniciativa privada ou governamental. A apresentação do recurso à decisão paredes. desde que não haja mais de um § 4º Preparado o processo para decisão. sala § 2º Nas edificações de uso habitacional temporário. 47. deverá assegurar condições de acesso. térmico e acústico.40 m valor correspondente no prazo de 10 (dez) dias contados da notificação. escritório.50 m 2.50 m² 2. 53.20 m usuários exijam a sua vedação e o controle do seu acesso. II – ter o acesso aos boxes garantido por circulação com § 2º É de responsabilidade dos respectivos profissionais o largura não inferior a 1. posteriormente. sendo a multa paga no prazo do recurso.ABNT. de acordo com as exigências legais. Os banheiros de uso público ou coletivo.40 m Área de serviço 2. 49. excluídas vagas Art. obras. exercida. resolvendo todas as Art.80 m² 1.40 m TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PARA AS EDIFICAÇÕES Parágrafo único. Os compartimentos de permanência prolongada Art. de um boxe adaptado ao uso por pelo uso. como flats. para os fins defesa. sala de estudos ou biblioteca.20 m § 1º A edificação ou unidade residencial deverá ter área útil total de no mínimo 37m² (trinta e sete metros quadrados). poderá determinar a realização de diligência para esclarecer questão duvidosa. iluminação e ventilação.80 m o órgão municipal competente levará o débito à inscrição na dívida ativa Banheiro 2.80 m (dois metros e oitenta independentemente de ser a edificação caracterizada como pública ou centímetros). fixando-lhe prazo. conforto ambiental. e os de permanência transitória. a segurança.00 m² 2.

50 m (dois metros e cinquenta centímetros) de largura. lavabos. § 1º Não é permitido o balanço sobre o espaço mínimo determinado para os poços citados no caput deste artigo. 16 de janeiro de 2014 aproveitamento de mezaninos ou compartimentos em andares § 3º Os compartimentos que fizerem uso de ventilação intermediários de qualquer natureza. até o limite de somente de ventilação natural. Para abertura de vãos de iluminação e ventilação dos compartimentos das edificações. Poço de Ventilação e Iluminação (PVI). conforme o Anexo XI mecânica para cozinhas. entendidos da seguinte forma: unifamiliares e às edificações em geral. se cada um dos compartimentos ou ambientes superpostos para fins de § 4º As saídas superiores dos poços. 64. lote. desde que o vão Parágrafo único. Normas Técnicas – ABNT. As circulações de uso coletivo com ângulos internos da figura formada pela seção estarem compreendidos comprimento superior a 10 m (dez metros) deverão ter acrescido à entre 90 (noventa) graus e 180 (cento e oitenta) graus. poderão ter ventilação mecânica. quinta-feira. que por sua natureza não possam ter aberturas para o Uso e Ocupação do Solo. Art. ou a seus compartimentos de I – Poços para Ventilação e Iluminação (PVI): permitem uso restrito. metro e vinte centímetros). Será permitida a iluminação artificial e ventilação afastamentos frontais. passagens. de forma a assegurar condições I – poderão fazer uso de ventilação e iluminação indireta as adequadas de iluminação e ventilação de seus compartimentos. serão permitidos afastamentos nulos entre edificações horizontais de até 2 (dois) Art. 63. de 1/5 (um quinto) da área do compartimento. Sem prejuízo das exigências previstas na Art. pessoas. entre elas. ou pilotis. As aberturas para ventilação e iluminação deverão subsolos. acordo com as normas técnicas brasileiras. II – de uso coletivo: destinados ao uso público ou coletivo. vestíbulos e corredores classificam-se em: Art. 60. deverão Art. em que existam vãos de iluminação e justificadas pela natureza das atividades. a proporção será de ¼ (um quarto) da área Da Implantação. protegidas contra a chuva. computando. devendo estes ser prejuízo à vizinhança. ventilados e iluminados através de área de serviço. pavimentos de uso comum. serão admitidas iluminação e ventilação artificiais. Será admitida a ventilação e iluminação dos I – de uso privativo: destinados às unidades residenciais compartimentos por meio de poços. 68. deverão estar livres de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que devendo os ângulo internos a figura formada pela seção estarem impeçam ou dificultem o acesso autônomo e seguro de pessoas com compreendidos entre 90 (noventa) graus e 180 (cento e oitenta) graus. lavanderias. cozinhas. Os espaços de circulação de uso privativo deverão constante ao longo de toda a sua altura. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 29 . sem auxílio mecânico. Para compartimentos destinados a atividades manter um dos afastamentos laterais previstos no Anexo XI da Lei de especiais. pelo menos um dos acessos ao interior da edificação e um dos horizontal poderá ser menor do que 1/20 (um vigésimo) da altura do itinerários de comunicação interna das dependências ou serviços prisma. Art. sem copas. pavimentos de garagens. o dobro dos mesmos afastamentos. a norma específica da Associação Brasileira de Normas Técnicas – b) nenhum dos lados da figura formada pela seção ABNT. e os espaços b) nenhum dos lados da figura formada pela seção de circulação de uso coletivo deverão ter largura mínima de 1. laterais e de fundos do lote. ter largura mínima de 85 cm (oitenta e cinco centímetros). § 2º As edificações com parede cega tratando-se de 2 (duas) ou mais edificações localizadas em um mesmo lote. e os lavabos. 58. 57. 61. 7 cm (sete II – Poços para Ventilação (PV): permite condições centímetros) por cada metro de comprimento excedente. Os espaços destinados ao acesso e circulação de pavimentos. observados os seguintes limites: a) a seção horizontal mínima do prisma deverá ser Art. de edifícios não residenciais. pavimentos estão isentas de um dos afastamentos laterais. mesmo quando tratar-se de aberturas de iluminação e Seção III ventilação em apenas uma das edificações. Não serão computados para o cálculo de do prisma. a prolongada deverão ter abertura. não podendo sua medida ser menor que 3 m (três metros). cozinhas. áreas de serviço e outros compartimentos similares. desde que por meios mecânicos § 1º As edificações horizontais com até 2 (dois) dimensionados de acordo com as normas técnicas brasileiras.50 m² (meio metro quadrado) e que contenha sistema de exaustão de Manaus. mantidas na abertura as dimensões mínimas Parágrafo único. Os banheiros de edificações residenciais este não apresente vão de abertura na lateral sem afastamento. condições de ventilação e iluminação natural das copas. exterior. não podendo sua medida ser menor que 1 m (um metro). 66. apenas um dos cômodos listados no Inciso anterior poderá fazer uso da ventilação e iluminação indireta.20 m (um horizontal poderá ser menor do que ¼ (um quarto) da altura do prisma. no mínimo de 25% (vinte e cinco por cento) deverá também atender às exigências da legislação ambiental vigente da área do maior compartimento a ser atendido. lavabos. deficiência e mobilidade reduzida. A implantação da edificação no lote destinado a estes fins. e dimensionadas de acordo ventilação de 2 (duas) ou mais edificações localizadas em um mesmo com as normas técnicas brasileiras. os mezaninos que ocupem até 60% (sessenta por cento) da área do pavimento inferior e desde que estejam situados nos Art. deverão ser mantidos os Art. poderão ser cálculo do gabarito máximo permitido pela legislação municipal. Art. Dos Acessos e Circulações nas Edificações § 4º Em se tratando de vilas. observados os seguintes limites: a) a seção horizontal mínima do prisma deverá ser Art. deverão ser garantidos. largura mínima. circulações e vestiários. banheiros. 62. Art. 67. Nos casos de compartimentos ventilados e Seção II iluminados de forma indireta. estabelecida no caput deste artigo. térreos atender a 1/5 (um quinto) da área total do compartimento. Nas edificações de acesso público. 59. Manaus. Iluminação e Ventilação dos Compartimentos total do compartimento. aos banheiros e 2. Todos os compartimentos de permanência legislação municipal que dispõe sobre uso e ocupação do solo. da Lei de Uso e Ocupação do Solo no Município de Manaus. de acordo com constante ao longo de toda a sua altura. das normas a seguir estabelecidas.50 m (meio metro) e área mínima de nos Anexo XI da Lei de Uso e Ocupação do Solo no Município de 0. devendo os Parágrafo único. 65. tais como vãos de portas. visando à ligação diretamente com o implantação das edificações no lote estará condicionada ao atendimento exterior da edificação. Os vãos de acesso às edificações deverão ter § 2º A ventilação dos estacionamentos somente poderá ser largura de acordo com a norma específica da Associação Brasileira de feita por poços se estes forem exclusivos. serão respeitados os mesmos natural através de poços deverão ter vãos de ventilação com um mínimo limites mínimos de pé-direito estabelecidos neste Código. desde que § 3º As edificações. quanto a faixas não edificáveis previstas e ao Plano de Proteção às II – para os casos em que a área de serviço fizer uso de Margens dos Cursos d’Água. seja. com acesso ao público em geral. gabarito máximo. banheiros e quartos de serviço. desde que ligados diretamente a duto devendo os demais afastamentos observar as medidas especificadas vertical com dimensão mínima de 0. desde que Parágrafo único.

Art. 82. IV – não ser dotadas de qualquer tipo de dispositivo. proporções: V – ter o patamar de acesso ao pavimento no mesmo nível I . Em cada pavimento.20 m (um metro e vinte centímetros). obedecendo aos afastamentos definidos superior a 12 m (doze metros). será feito de acordo com o estabelecido na Lei de Uso e III – ser dotadas de corrimão contínuo. de 19 de dezembro de 2000. de emergência. 73. Art.00 m 2. Parágrafo único. devendo atender às disposições previstas na respectiva de 70 m (setenta metros) a obrigatoriedade de pista de aceleração e norma específica da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. O cálculo do número de vagas de garagem ou de II – ser construídas com material incombustível e piso com estacionamento exigidas nas edificações. sendo admitida a declividade de até 20 % (vinte Corpo de Bombeiros. a partir do alinhamento para o centímetros) e máxima de 19 cm (dezenove centímetros) e piso com interior do terreno. Manaus. no mínimo. sua capacidade.2% (dois por cento) das vagas nos estacionamentos do piso da circulação. no caso de estacionamento paralelo. TIPO DE VAGA LARGURA COMPRIMENTO ALTURA Automóveis 2. quinta-feira. as escadas de escape deverão atender às normas Art. Escadas do tipo marinheiro somente serão Vagas para cadeirantes 2. como anexo de qualquer tipo de edificação. 78. VI – ter lances retos e patamares intermediários quando conforme Lei Federal 10. 72. igual ou superior a 2. torres ou depósitos. O hall social e de serviços. Solo. nenhum ponto poderá distar de mais de 35 m (trinta e cinco metros) da escada mais próxima. bem como estacionamento de veículos deverá atender as exigências abaixo: àquelas de uso eventual. Será admitida a construção de edículas dentro de seguintes exigências básicas: lote urbano. Ocupação do Solo. desaceleração. 69. Subseção I IV – nos acessos às garagens dos estacionamentos Das Escadas e Rampas coletivos ou de edificações de uso residencial multifamiliar. conforme a Lei Municipal nº 879. As garagens e os estacionamentos atenderão às Art. A largura mínima admitida para as escadas de uso de material. 74.00 m 4. e que tenham testada mínima deficiência. considerados como Polos Geradores de Tráfego de uso público ou II – afastamento dos limites laterais e de fundos do terreno coletivo terão área de acumulação. 80. por cento) em trechos de rampa com comprimento máximo de 15 m (quinze metros). As escadas de segurança ou de escape deverão (dois metros) do alinhamento para dentro do terreno. A interligação será dispensada caso as III – as rampas para veículos terão declividade máxima de edificações sejam providas de elevador de emergência. quando o desnível entre pisos for superior a 1 m (um metro). deverão ser interligados.20 m 5. centímetros) de largura. profundidade mínima de 27cm (vinte e sete centímetros) e máxima de 33 cm (trinta e três centímetros). deverão ter largura mínima de 80 cm (oitenta DIMENSIONAMENTO MÍNIMO PARA VAGAS DE GARAGEM OU ESTACIONAMENTO centímetros).20 m (um metro e vinte centímetros) públicos e privados para idoso. 81. de setembro de 2005. Além das exigências impostas nos incisos deste artigo. deverão ser acrescidas em 0.00 m 2. em ambos os lados.50 m +1.40 m Art.40 m Motocicletas 1. públicos e privados para portadores de necessidades especiais. As escadas de uso privativo. acomodação e manobra para de. 75. as rampas para veículos deverão ser iniciadas com uma distância mínima de 2 m Art. de serviços ou estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. atividades. Em edificações verticais com altura igual ou ocupar toda a área do terreno. II – 5% (cinco por cento) das vagas nos estacionamentos garantindo-se largura mínima de 1. para acesso a Caminhões até 6t (seis tonelada 3. 6t (seis toneladas) * as vagas de garagens que possuam obstáculos em seus limites como paredes e muros. Será admitida a localização de vagas de garagem para guarda de veículos nos subsolos das edificações que poderão Art. a exceção dos lotes com testada menor que 15 (quinze) metros. industrial com previsão de armazenagem de material. ou no mínimo houver mudança de direção ou quando exceder a 16 (dezesseis) 1 (uma) vaga: degraus. de 12 para cada lance. nas edificações veículos calculada para comportar. 3% (três por cento) da providas de escada de escape. será obrigatória a construção de escadas na Lei de Uso e Ocupação do Solo e taxa de permeabilidade mínima. Art. O dimensionamento de vagas para garagem ou localizadas dentro de uma unidade residencial unifamiliar.098. 70. de forma a assegurar passagem de pessoas.00 m 2.50 m máquinas. deverão ser dotadas de área para carga e descarga Art.40 m (dois metros e quarenta centímetros). ou perpendicular ao meio segurança. 77. desde que I – as faixas de manobras de veículos terão largura mínima atendidas as normas deste Código e as seguintes exigências: de 5 m (cinco metros). I – afastamento frontal de acordo com o estabelecido na II – os estacionamentos para os empreendimentos Lei de Uso e Ocupação do Solo. Subseção II Seção IV Das Garagens e Estacionamentos para Guarda de Veículos Das Edículas Art. de acordo com o estabelecido na Lei de Uso e Ocupação do público ou coletivo é de 1.50 m* 5. atestado pelo 15% (quinze por cento).40 m (dois metros adicional de circulação com no mínimo 1.50 m (um metro e meio) para as empenas que DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 30 . Art.50 m compartimentos ou instalações de serviços tais como casas de Ônibus e caminhões com mais de 3. 16 de janeiro de 2014 Art. a) a vaga para cadeirante deve contar com um espaço VII – ter altura livre igual ou superior a 2.50 m 18. Parágrafo único. 1.00 m 2. segundo seu uso e suas acabamento antiderrapante.00 m 7. atender aos seguintes requisitos: V – nas edificações de uso residencial unifamiliar a rampa I – ter degraus com altura mínima de 16 cm (dezesseis de acesso deverá ser iniciada. no mínimo. 71. Art.20 m (um metro e vinte e quarenta centímetros). quando a largura for oblíquos. 76. do lote com acesso direto às vias arteriais e coletoras.50m (meio metro) sua largura.50 m 3. As edificações de uso comercial. As rampas deverão ser construídas em § 2º Fica estabelecido para os empreendimentos substituição às escadas ou para garantir o acesso por pessoas com considerados polos geradores de tráfego.40 m admitidas quando de uso privativo ou eventual. O número de vagas para portadores de equipamento ou tubulação que possibilitem a expansão de fogo ou necessidades especiais e idosos deverá atender às seguintes fumaça para o seu ambiente. no mínimo. segundo seu porte e suas atividades. 79. fio. Esse espaço pode ser compartilhado por duas VIII – dispor de iluminação que possibilite a circulação com vagas. desde que Art. não sendo recomendável o compartilhamento em estacionamentos IX – possuir corrimão intermediário. Parágrafo único. atendendo aos requisitos previstos na legislação § 1º Não será admitida a localização de vagas na testada específica do Corpo de Bombeiros.

Seção III é obrigatório o isolamento acústico dos respectivos recintos. O projeto e a execução de instalações elétricas greide dos logradouros de acesso. IX – é obrigatória a instalação de caixa coletora de desde que observada a altura máxima de 5 m (cinco metros) acima da correspondência em local acessível dos imóveis para utilização pelo laje de cobertura do último pavimento. o espaço aéreo ou o espaço subterrâneo dos logradouros II – os locais destinados ao depósito dos resíduos sólidos públicos ou dos imóveis vizinhos. 85. X – nos estabelecimentos que abriguem atividades capazes de produzir ruído. assim como seu fechamento com muros ou cercas. Não havendo aberturas I – instalações domiciliares de água. as respectivas redes públicas. O projeto e a realização de obras de edificações. Sem prejuízo de outras disposições da legislação às seguintes exigências: pertinente. VI – é obrigatória a manutenção de placas de identificação dos imóveis. para fins públicos ou privados. Manaus. auditórios. 88. quando existirem. mínima de 2. de superiores aos dos logradouros públicos deverá ser feito através de modo a favorecer boas soluções paisagísticas para o ambiente urbano rampas de acesso no interior do lote. penitenciárias água e esgotos obedecerão. com som amplificado. de serviços de telecomunicação sobre os telhados das edificações. Incluem-se na exigência do caput deste Parágrafo único. ou outro sistema devidamente aceito pelo logradouros públicos e nos imóveis vizinhos. de maneira a dificultar a livre circulação dos Parágrafo único. do Plano Diretor Urbano e Ambiental. fossas e sumidouros. excluídas as entradas ou saídas não ultrapasse 12 m (doze metros). as edificações que abastecimento em áreas não providas de rede pública. Das Instalações de Segurança XI – é obrigatória a manutenção e limpeza dos lotes vazios. de Bombeiros do Estado do Amazonas. conduzidas por meio de dutos próprios à rede pública de esgotamento acondicionamento e tratamento primário nas edificações que promovam sanitário ou sistema de tratamento pertinentes ao local. sendo proibida a instalação destas da cidade. a exceção os casos especiais em serviço de correios. templos religiosos. nos casos de oficinas e concessionárias de automóveis. pisos e paredes II – fica proibido o despejo de águas pluviais recolhidas no revestidos com material impermeável e proteção contra emanação de espaço aéreo dos lotes. em áreas residenciais. será feito de modo a facilitar o nas edificações deverão atender às normas técnicas brasileiras e às escoamento de águas pluviais e esgotos sanitários por gravidade para disposições da legislação estadual e municipal pertinente. inclusive de beirais. teatros. diretamente nos odores e acesso de animais. 89. Art. Além dos casos previstos nas normas estaduais e municipais. Seção I III – aeroportos e estações terminais de transportes em Das Instalações Sanitárias geral. dispuserem de edícula nos fundos e esta estiver lindeira à outra via II – instalações de esgotos. pela autoridade I – nenhum elemento construtivo poderá avançar sobre a competente no assunto. o acondicionamento e o tratamento primário servidões oficiais internas dos quarteirões. devendo estas serem § 2º Serão estimuladas soluções de coleta. Art. referente à área mínima permeável do Das Instalações de Energia e Telecomunicações terreno para drenagem natural de águas pluviais precipitadas no imóvel. II – hospitais. deverão possuir afastamento mínimo de 2 m (dois metros). caso a caso. 84. Os botijões. 83. às disposições das normas estaduais e municipais vigentes. logradouros públicos e nos imóveis vizinhos. pelo III – fica proibido o despejo de águas servidas provenientes órgão municipal competente. obrigatória a instalação de sinaleiras para pedestres. 16 de janeiro de 2014 dispuserem de vãos de ventilação e iluminação. implantadas ou previstas. conduzidas por meio de dutos próprios à rede pública de drenagem ou § 1º A coleta. lavanderias dentre outros. conforme o tipo e o volume dos resíduos produzidos. somente podendo a incineração ser adjacente e com a vizinhança: realizada em locais e condições apropriadas.20 m (um metro e vinte centímetros) e altura contíguos. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e leis correlatas.40 m (dois metros e quarenta centímetros). cinemas. diretamente nos afim. dos resíduos industriais serão objeto de exigências. V – o nivelamento das edificações nos lotes. além das disposições da Lei Orgânica do O ESPAÇO PÚBLICO E A VIZINHANÇA Município. nos passeios públicos. 87. cilindros e recipientes em geral de pelo órgão municipal competente. CAPÍTULO II naquilo que se refere à coleta. filtros anaeróbicos ou estação de tratamento. superfície. destino final em áreas não providas de rede pública. deverão atender Art. quinta-feira. exceto em imóveis constituídos na forma de que a Norma Técnica assim o exija. em projetados de modo que a soma total das larguras das faixas de condições de fácil acesso do logradouro público. com mais de 6 (seis) vagas para veículos. cozinhas. garagens ou estacionamentos Art. sendo residências unifamiliares. armazenamento de gás domiciliar ou industrial deverão ser instalados no VII – os acessos de veículos aos prédios deverão ser pavimento térreo e em área externa aberta e ventilada da edificação. condomínios. em relação ao Art. bem como para-raios ou qualquer outra estrutura técnica especial VIII – o acesso de veículos a lotes que possuírem níveis instalada nas edificações. devendo estas serem órgão municipal competente. Parágrafo único. O projeto e a instalação de para-raios artigo o projeto e a realização de obras. Será admitida a instalação de antenas pedestres. estádios de esportes. 86. III – altura máxima de 4 m (quatro metros) no ponto de III – piscinas. além das normas técnicas brasileiras e outros locais sujeitos à aglomeração de pessoas. IV – escolas. As antenas de televisão ou telecomunicações. tomando-se como referências os nas edificações deverão ter acesso direto a partir do logradouro público. medida do pavimento térreo até a linha de cumeeira da cobertura. creches. deverão estar integradas à sua arquitetura. serão respeitadas as seguintes condições urbanísticas e I – é vedada a instalação e utilização de incineradores de ambientais de relacionamento dos imóveis com o espaço público resíduos sólidos nas edificações. O projeto e a execução de obras de instalações de de espetáculos. alinhamentos oficiais dos logradouros públicos e os limites dos lotes com largura mínima de 1. encontro na divisa de muro. sejam estes o reaproveitamento e a reciclagem dos resíduos sólidos. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 31 . será obrigatória a instalação de para-raios em: CAPÍTULO III I – edificações com altura igual ou superior a 12 m (doze DAS INSTALAÇÕES PREDIAIS metros). de: atenderá às normas técnicas brasileiras específicas sobre o assunto. com a interveniência do órgão estadual de banheiros. IV – deverão ser observadas as disposições contidas na Seção II Lei de Uso e Ocupação do Solo. de acordo com numeração e padrão oficial estabelecidos Art. incluídas as soluções de pública. a critério do Corpo pertinentes. inclusive poços de os afastamentos laterais e fundos podem ser nulos. casas Art. ao acondicionamento e ao tratamento DO RELACIONAMENTO DOS IMÓVEIS COM primário de resíduos sólidos.

nos termos mesmo terreno. 16 de janeiro de 2014 Seção IV VI – possuam: Dos Elevadores a) via interna de circulação de veículos com largura mínima de 6 m (seis metros). desde que observadas às normas deste autônomas horizontais. VETADO. 120. em função de sua finalidade ou do seu uso. exceto as instalações sanitárias e ambientes para os quais expansão de Manaus. no máximo. das unidades. em caso de pane ou falta de energia II – conter: elétrica. 3 (três) pavimentos. Os elevadores de carga deverão dispor de I – poderão ser agrupadas até o limite de 60 (sessenta) acessos próprios. 102. onde cada unidade (um metro e cinquenta centímetros).000 m² (cento e residenciais. As edificações com mais de 8 (oito) pavimentos frontal. não poderão constituir-se no único meio edificações. (cento e vinte metros quadrados) e testada mínima de 6 (seis) metros. devendo ser dotados de sistemas de segurança que unidade arquitetônica homogênea. As edificações com mais de 4 (quatro) pavimentos. IV – para os casos em que haja a previsão de salão de V – ocupem área de projeção da unidade de no mínimo. 101. as seguintes condições: a) quando implantadas em lotes com mais de uma testada Art. III – respeitem o CAMT e demais parâmetros estabelecidos III – possuir via interna de circulação com caixa viária pela Lei de Uso e Ocupação do Solo para o terreno. uma brasileiras. quinta-feira. A habitação poderá dispor de ambientes Art. atendidos os demais índices urbanísticos previstos para o lote. servidas por 1 (um) elevador de passageiros. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 32 . Será permitida a implantação de vilas dentro da Art. deverá moradores e 1 (uma) vaga para cada 10 (dez) unidades residenciais observar as disposições específicas a seguir estabelecidas. instituídos por seja necessária a vedação e o controle de acesso. não poderão ter largura inferior a 1. 97. Das Edificações Geminadas Art. na forma estabelecida nos artigos 1º e 8º da Lei Federal do disposto no artigo 48 deste Código. n. VIII – atendam. deverão satisfazer as seguintes condições: Art. Art. deverão ser obrigatoriamente para uso dos moradores. metros. o afastamento frontal de 5 m (cinco metros) somente para deverão ser obrigatoriamente servidas por 2 (dois) elevadores de testada de acesso à vila. especialmente o seu aspecto estético. de circulação e acesso às edificações e seus distintos pavimentos. VII – disponham de vagas para estacionamento de mesmo os subsolos. em qualquer andar. o proporção de 1 (uma) vaga para cada unidade residencial. satisfazer às normas previstas para elevadores de passageiros. Na instalação dos elevadores deverão ser das seguintes características: observados os requisitos previstos nas respectivas normas técnicas I – constituir. 96. passagens ou espaços de acesso aos elevadores de passageiros. Seção I Seção IV Das Residências Unifamiliares Dos Condomínios de Unidades Autônomas Art. CAMT e taxa de permeabilidade. 95. a implantação de condomínios. Será permitida. Na implantação de condomínios de unidades área urbana e de transição.000 m² (dez mil II – cada unidade ocupe lote com área mínima de 120 m² metros quadrados). embora não implicando simetria. Além das demais disposições deste Código. 93. a fim de garantir uma ou mais edificações construídas ou lotes urbanizados. ou que apresentarem altura superior a 12 m (doze veículos na proporção de 1 (uma) vaga para cada unidade residencial metros) em relação à cota do térreo. a) paredes externas total ou parcialmente contíguas ou comuns. no máximo. permanente ou provisória. TÍTULO V II – a parede comum deverá ser construída até a altura da DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARA AS cobertura. 90. Seção II Subseção I Das Vilas Dos Condomínios de Unidades Autônomas Horizontais Art. EDIFICAÇÕES POR USO III – ter. 40 festas. ainda. Manaus. 92. b) deve ser criado um limite entre esta faixa e os fundos Art.50 m executadas ou não sob a forma de condomínio. Os espaços de circulação fronteiros às portas dos Art. 40 m² (quarenta metros DAS EDIFICAÇÕES PARA RESIDÊNCIA PERMANENTE quadrados). 98. Os elevadores. Art. IV – dispor de vagas para estacionamento de veículos na Art. 103.40 m (nove metros e quarenta centímetros). IV – observem a taxa de permeabilidade total exigida. § 1º A edificação geminada deverá ter pelo menos uma Art. incluindo pavimentos.50 m (um metro e cinquenta centímetros). 94. 91. Art. observados os afastamentos para os limites do lote. Nos poços de elevadores somente será permitida a passagem de fiação elétrica indispensável ao próprio funcionamento Seção III do sistema. de 16 de dezembro de 1964. limitando-se a dois mínima de 9. impedindo a ocupação dessas áreas por edículas ou qualquer edificação. tais como afastamentos. quando não houver circulação de veículos.591. independentes e separados dos corredores. deverão ser observados os seguintes Código e respeitadas os seguintes parâmetros: parâmetros: I – contenham no máximo 40 (quarenta) unidades I – ocupem terreno de. autônoma corresponda a uma fração ideal do terreno. em seu conjunto. As edificações geminadas poderão ser elevadores.50 m (um metro e cinquenta Art. termos do artigo 72 da Lei de Uso e Ocupação do Solo. § 2º As edificações geminadas. vinte mil metros quadrados). 104. para uso de visitantes. 99. garantam sua movimentação. II – ocupem terreno de. 10. passeios de 1. acrescida de 1. na área urbana e na área de integrados. b) via exclusiva de circulação de pedestres com largura mínima de 3 m (três metros). Os elevadores de serviço e carga deverão b) superposição total ou parcial de pisos. 4. para uso dos projeto dos edifícios. ou qualquer outro equipamento centímetros) para a circulação de pedestres nas faixas frontais às mecânico de transporte vertical. no máximo. § 3º Cada unidade construída deve ocupar área de CAPÍTULO I projeção de construção total de no mínimo. dentro de um condições de segurança ou conforto ambiental dos usuários. 100. respeitados os demais afastamentos nos passageiros. deverá ser obedecido o mínimo de 1 (uma) vaga a cada 10 m² m² (quarenta metros quadrados). taxa de ocupação. (dez metros quadrados) de área útil.

20** Art. 120. ao qual estarão definitiva e comuns e unidades autônomas.CTPCU. atendidas ainda as seguintes condições: de Desenvolvimento Urbano . destinação de área fora da gleba poderá ser autorizada mediante b) devem atender as seguintes dimensões mínimas: decisão do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. será garantida total acessibilidade aos pedestres. 112. 109. deverão ser observados os seguintes poderá ser desmembrado da área do terreno do grupamento ou estar parâmetros: localizado próximo à gleba do empreendimento. observados os afastamentos para os limites do lote. Ressalvada a possibilidade de desmembramento. Manaus. 1. por unidade. em terrenos com mais de 10. verticais. *em casos específicos poderão ser adotados apenas 1 (um) único passeio. de forma obrigatória: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 33 . III – ter área equivalente a 5% (cinco por cento) da área Subseção II total do terreno. Art. sendo admissível a coincidência de área arborizada sistema viário urbano. 106. (vinte) metros. devendo ainda ser atendido o disposto no art. Art. proporcionando acesso seguro a todas as áreas sempre um condomínio indivisível. cada conjunto de edificações. além de atender aos mesmos Art. c) excetuam-se das exigências estabelecidas nos incisos I e II os pavimentos de garagens e os condomínios que contenham até Art. maior fluxo do condomínio. I – existência obrigatória de ambiente de estar para Parágrafo único. limite de 45 (quarenta e cinco) metros de comprimento. ** é permitida a previsão de faixa de circulação de pedestres compartilhada com veículos sobre obrigatoriamente afetos o beneficiamento. VII – no que se refere ao acondicionamento dos resíduos II – local para reuniões e abrigo da administração. desde estabelecido para as vias secundárias e de manobras.000 m² (cento e melhores condições. 85 desta Lei Complementar. preços unitários estabelecidos na Planta Genérica de Valores de 3. estabelecidos para Art. obrigatoriamente. com áreas de preservação permanente. na proporção de 1 (uma) vaga para cada unidade residencial. e 1 (uma) vaga para cada 4 (quatro) unidades CAPÍTULO II residenciais para uso de visitantes. obrigatoriamente. O licenciamento de grupamento de edificações ou superpostos. para uso dos moradores. do Código Sanitário de estabelecidos para grupamentos de edificações. estacionamento do veículo de coleta pública. além das requisitos dispostos no artigo 109 desta Lei Complementar. proferido em II – apresentar forma regular e testada mínima de 20 regular processo administrativo. Na implantação de condomínios de unidades § 1º O lote a ser destinado ao equipamento comunitário autônomas horizontais verticais. Somente será permitida área superior a utilização dos hóspedes. Técnica de Planejamento e Controle Urbano . IV – destinem. além de atender aos mesmos requisitos dispostos no artigo 109 deste Código. via de manobra: caracterizada como via sem saída até o Manaus e recolhido ao Fundo municipal de Desenvolvimento Urbano.000 m² (dez mil metros quadrados) § 2º Somente será permitida área superior a definida no dependerá de cessão gratuita ao Município de um lote destinado ao inciso I deste artigo se houver expressa anuência do Conselho Municipal equipamento comunitário. A largura máxima para as edificações verticais § 1º Ficam excluídos da obrigatoriedade de atendimento não poderá exceder 60 (sessenta) metros em qualquer de seus lados. 105. considerando área para serviço. pelo menos 5% (cinco por Art. Principal 2 x 3. aos parâmetros acima os condomínios constituídos por até 5 (cinco) unidades independentes em edifícios isolados. demais disposições aplicáveis deste Código. desde que devidamente sinalizada. via secundária: caracterizada como eixo de integração e equipamento comunitário. equivalente ao valor do terreno exigido para a implantação do 2. II – quanto ao sistema viário: § 2º O lote a ser cedido ao Município deverá estar a) devem atender a seguinte hierarquia viária: perfeitamente delimitado e caracterizado no projeto do grupamento. geminados Art. sendo permitida sua implantação por etapas. Os projetos para condomínios de unidades cento) da área total do terreno para implantação de áreas verdes autônomas com 48 (quarenta e oito) ou mais unidades residenciais condominiais e de pelo menos 5% (cinco por cento) para áreas de deverão ser submetidos à consulta prévia do meio ambiente e pelo esporte e de lazer. os quais devem atender o limite parceladamente. municipal competente. sendo as vias internas consideradas vias particulares.50* Manobra 5.CMDU. desde que viabilize. que seja apresentado para aprovação o projeto completo do conjunto de III – disponham de vagas para estacionamento de veículos edificações a ser implantada. Os estabelecimentos de hospedagem.CMDU. sólidos gerados pelo empreendimento. baseada em parecer da Comissão I – ser localizado de frente para logradouro público. em relação ao lote. 107. Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano . III – disponham. 108. deverá ser previsto local de III – sanitários e vestiários para empregados e pessoal em armazenamento frente a via pública.50* Secundária 2 x 3. destinada a § 4º A alternativa de pagamento em dinheiro ou de entrada e saída das vagas de garagens. proferido em regular processo administrativo. a conservação e a a faixa de tráfego. pelo menos 5% (cinco por cento) da área total do terreno para implantação de áreas verdes Seção I condominiais e de pelo menos 5% (cinco por cento) para áreas de Das Edificações para Residência Temporária e Hospedagem esporte e de lazer.20 2 x 1. CTPCU.5 x 1. DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA VIÁRIO DOS CONDOMÍNIOS § 5º Excetuam-se desta previsão os condomínios VIAS FAIXA PASSEIO destinados a Habitação de Interesse Social. da legislação vigente e das normas técnicas brasileiras. As edificações residenciais multifamiliares grupamentos de edificações. V – obedeça ao afastamento mínimo entre edificações nos deverão atender às seguintes exigências mínimas: termos da Lei de Uso e Ocupação do solo e artigo 58 deste Código. quinta-feira.00 2 x 1. via principal: caracterizada como principal eixo de § 3º Será admitida a substituição da área destinada à distribuição e circulação de veículos com capacidade de absorver o implantação de equipamento comunitário por pagamento em dinheiro. 110. devendo ser calculado de acordo com os ligação para áreas específicas do condomínio. no máximo. vestíbulo de entrada com local para portaria e definida no inciso I deste artigo se houver expressa anuência do recepção. 111. na proporção de 1 m² (um metro quadrado) por dormitório. Manaus. sendo admissível a coincidência de área arborizada com áreas de preservação permanente. em I – ocupem terreno de. 16 de janeiro de 2014 V – destinem. baseada em II – deverão dispor de ambiente para refeições coletivas ou parecer da Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano . agrupados. de portaria ou guarita. Dos Condomínios de Unidades Autônomas verticais IV – apresentar declividade máxima de 10% (dez por cento). O conjunto de edificações poderá ser executado 400 (quatrocentas) vagas de garagens. além de atender ao artigo 81 desta DAS DEMAIS EDIFICAÇÕES Lei Complementar. desde que seja na forma da Lei. manutenção das partes comuns. o equipamento comunitário requerido pelo órgão vinte mil metros quadrados). deverão dispor de: VI – obedeça ao afastamento mínimo entre edificações nos I – hall de entrada com previsão para instalação de serviço termos da Lei de Uso e Ocupação do solo e artigo 58 deste Código.

de instalações complementares. Os postos de abastecimento de combustível. devendo ser demarcada a sinalização I – será proibida a utilização de material combustível na horizontal identificando a continuidade da passagem de pedestres e edificação. afastadas. mercados. ambos separados por sexo. ambulatório e creche. Das Oficinas e Garagens de Veículos Edifícios Garagens uma faixa correspondente a 5 m (cinco metros) para cada lado. armazenagem. de acordo com o estabelecido IV – as edificações necessárias ao funcionamento do na Consolidação das Leis do Trabalho e nas Normas Regulamentadoras estabelecimento serão afastadas. Manaus. b) de banheiros e vestiários para os empregados. de refere o caput deste artigo incluem-se. Não será admitida a instalação de oficinas em transporte e comercialização de gêneros alimentícios ou medicamentos. deverão ser respeitados os seguintes limites: Seção IV I – nos lotes de esquina deverá ser reservada. e caixa separadora de óleo antes de serem lançados na rede pública de esgotos sanitários ou outro destino. pizzarias. sanitários IX – nos postos de abastecimento de combustíveis onde separados por sexo. Consolidação das Leis do Trabalho. Os serviços de abastecimento. deverão Seção V atender às disposições da legislação relativa à vigilância sanitária. com estes separados por sexo. Art. VII – os pisos das áreas de acesso. além das demais disposições drogarias. d) de acesso a todas as instalações de serviço VI – os despejos de óleo deverão passar por caixa de areia independente das destinadas aos hóspedes. caput e no § 1º deste artigo deverão dispor. rampas de portadores de necessidades especiais. devendo os despejos de óleo passar por caixa de areia e caixa separadora de óleo antes de serem lançados na rede pública de esgotos Art. bombas abastecedoras de combustíveis e deverão respeitar os afastamentos frontais. metros) e área não inferior a 900 m² (novecentos metros quadrados). no mínimo. no mínimo. inclusive para pessoas com deficiência. 116. proporcionais ao movimento previsto de usuários haja lavagem ou lubrificação de veículos. acondicionamento. quinta-feira. com altura mínima de 2 m (dois metros). subsolo ou em pavimentos semienterrados. Para os acessos aos postos de abastecimento de combustíveis. além de indústrias. As oficinas e garagens de veículos. Será permitida a construção de Normas Regulamentadoras relativas a segurança e medicina do garagens e oficinas integradas a estabelecimentos industriais e de trabalho. 117. circulação. III – haverá banheiros e vestiários para os trabalhadores. contados a partir da interseção das vias. § 1º Dentre as edificações e estabelecimentos a que se Art. deverão atender às seguintes exigências: unidades de saúde médico-hospitalar. bem como de locais onde se exerçam atividades que direta ou indiretamente possam interferir na saúde individual ou coletiva. se este não for dotado a qualidade ambiental na vizinhança e nos logradouros públicos de banheiros privativos. 119. V – existirá proteção contra interferências dos processos separados por sexo. Não será permitido o rebaixamento total separados por sexo. privativos ou coletivos. estabelecimentos ou compartimentos destinados a armazenagem. Art. As edificações para fins comerciais. IV – haverá muro divisório com terrenos vizinhos. em cada pavimento. Das Edificações para Fins Comerciais V – haverá muro divisório com terrenos vizinhos. além das testada. Seção II Art. ambulatorial e laboratorial. altura mínima de 2 m (dois metros). o conforto e c) de lavatório em cada dormitório. acesso de saída por testada do imóvel. em Dos Postos de Abastecimento e de Serviços de Veículos especial o Código Sanitário de Manaus. 4 m (quatro metros) das relativas à segurança e medicina do trabalho. Art. sem rebaixamento do meio-fio fronteiro à Art. 7 m (sete metros) do limite frontal do lote. restaurantes. Nos locais de trabalho sujeitos às disposições da órgão municipal responsável pelo meio ambiente. Parágrafo único. Veículos deste Código.70 m VIII – serão providos de canaletas nos pisos. aplicáveis deste Código. além das VI – haverá banheiros exclusivos para usuários e vestiários demais disposições aplicáveis deste Código. da legislação vigente e das normas técnicas brasileiras. piscinas. fabricação. restaurantes e congêneres. deverão atender às seguintes exigências: máximo de 12 m (doze metros). 113. da legislação vigente e das II – cada rebaixamento de acesso poderá ter comprimento normas técnicas brasileiras. da calçada para acesso aos postos de abastecimento. lanchonetes. 115. 2 m (dois metros). acompanhando toda a extensão do alinhamento do terreno II – as lojas com área útil acima de 200 m² (duzentos junto ao logradouro público. efluentes ou resíduos de qualquer natureza. Manaus. 16 de janeiro de 2014 a) de banheiros para os hóspedes. separados por sexo e municipal responsável pelo meio ambiente. O projeto e a construção de edificações. 118. laterais e de fundos estabelecidos neste Código e Seção III na Lei de Uso e Ocupação do Solo. tais como livre frontal de. açougues. do Código Sanitário de para os empregados. terão sanitários. § 2º As edificações e estabelecimentos mencionados no inclusive para os lotes de esquina. brasileiras. 121. farmácias. cozinhas ou sanitários voltados para o atendimento público ou II – as bombas abastecedoras de combustível serão ainda produzam rejeitos. bares. demais disposições aplicáveis deste Código. manipulação. lubrificação e lavagem de veículos. da legislação vigente e das normas técnicas pastelarias. vizinhança e o logradouro público de incômodos do seu funcionamento. para coleta (dois metros e setenta centímetros). bem I – os lotes deverão ter testada mínima de 30 m (trinta como toda e qualquer atividade que mantenha reservatórios de água. de acordo com as exigências do Art. preparo. vestiário. no mínimo. mínima de 12 m² (doze metros quadrados) e largura mínima de 2. 120. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 34 . conforme o tipo de atividade III – a cobertura de bombas deverá manter o afastamento e o número de trabalhadores. de acordo com as exigências do órgão vestiários para os trabalhadores. Os bares. além de sanitários ou outro destino. das águas. II – os pisos serão executados com material lavável e III – só serão permitidos um acesso de entrada e um impermeável. churrascarias. os compartimentos destinados permanentes e visitantes. lavagem e Das Edificações para Produção e Armazenagem lubrificação existentes nas garagens e oficinas estarão sujeitos às normas relativas aos Postos de Abastecimento e de Serviços de Art. e quando necessário provido de grelhas. localizados de tal forma que assegurem fácil acesso ao público. destinando o mínimo de um sanitário para a essa finalidade deverão ser projetados de modo a proteger a portadores de necessidades especiais. conservação. supermercados e congêneres. 114. de trabalho adotados no estabelecimento para a segurança. é obrigatória a observância das Parágrafo único. deverão atender às seguintes exigências: abastecimento e serviços deverão ser revestidos de material resistente I – as áreas de atendimento das lojas deverão ter área ao desgaste de solventes. no mínimo. metros quadrados) deverão ter. adjacentes. refeitório. impermeável e antiderrapante.

V – instalação de iluminação de emergência. no sentido de facilitar o escape do fluxo de pessoas na deslocamento de portadores de necessidades especiais. independentemente das casas de espetáculos e templos de culto. conforto e visibilidade dos usuários. Serão admitidos consultórios e clínicas. permanência prolongada deverão ser voltados para orientação entre NE III – acessos independentes para entrada e saída do e SE. além de atender às disposições deste Código. auditórios. deverão atender às seguintes exigências: Sanitário de Manaus. 124. que. 5 m (cinco metros) de largura. pela natureza e excepcionalidade do seu programa arquitetônico. saúde. 132. 134. As instalações sanitárias. público. serão objeto interno para redução dos ruídos. Seção IX Das Edificações para Fins Esportivos Art. devendo ser instalados elevadores exclusivos para comprometa a qualidade do meio ambiente. estadual e municipal aplicável. 126. das normas técnicas brasileiras pertinentes separadas por sexo e também as destinadas a pessoas com deficiência. bancadas e demais elementos construtivos. Nas edificações e nos estabelecimentos II – os estádios e ginásios esportivos deverão ter destinados à reunião de público. legislação federal. admitindo-se que as portas utilizadas de 10 m (dez metros) de largura. declividade máxima de 6% (seis por cento). circulação e escoamento dos usuários. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 35 . 131. além das disposições do destinadas aos atletas. em estádios e ginásios com III – todas as portas de circulação interna de público capacidade superior a 5. em número proporcional à sua capacidade. observando distância mínima entre filas de 90 cm (noventa centímetros) b) as dimensões devem ser de 1 m (um metro) de largura de encosto a encosto. 128. IV – haverá banheiros exclusivos para usuários e vestiários para os empregados. Das Edificações para Ensino e Creche maternidades. conter barras em toda sua extensão. atendimento aos pacientes e para uso de serviço. em salas de edificações destinadas ao uso Art. arborizada. ambos separados por sexo. calculadas na base de: internos para acesso. além de atenderem às disposições deste Código.000 (mil) espectadores. residenciais unifamiliares para instalação de clínicas destinadas à internação de pacientes. 125. bem como condições de salubridade e o conforto ambiental do conjunto. feiras e outras de caráter temporário de afluência de Art. Os locais de reunião deverão dispor de disposições legais pertinentes a cada uma de suas partes funcionais. Art. seguintes exigências: II – isolamento do terreno por muro. Os projetos de edificações para fins especiais providos de instalação de iluminação de emergência. a no mínimo. Os projetos de edificações para fins esportivos. II – as circulações para trânsito permanente ou eventual de IV – banheiros exclusivos para usuários e para pacientes terão largura mínima de 2 m (dois metros). com área proporcional à capacidade prevista do estabelecimento. para cada 500 (quinhentos) espectadores em estádios e ginásios com II – a disposição dos assentos deverá oferecer condições capacidade inferior a 5. V – é obrigatória a criação de saídas de emergências. a acessibilidade. escadas ou atendidas as seguintes exigências: rampas. sem internação de pacientes. roupa e soro. É obrigatória a existência de área livre externa de Ocupação do Solo. do Código estadual e federal. 130. acomodações especiais para pessoas com deficiência na proporção de. proporcionais ao movimento III – os elevadores deverão atender às dimensões das previsto e com solução adequada de destino final dos dejetos que não normas específicas. parques de diversões. Será admitida a adaptação de edificações com deficiência. clínicas e UBS’s deverão ser construídos com piso antiderrapante. deverão observar as das divisas com terrenos vizinhos e de qualquer edificação. Art. Código Sanitário de Manaus. Seção VII deverão observar as seguintes exigências: Das Edificações para Reunião de Público I – as arquibancadas não poderão ser construídas em madeira. gradil ou cerca I – todos os vãos de iluminação dos compartimentos de metálica. com um mínimo de adequadas de circulação. circulações. principalmente na Art. direção do logradouro público. teatros.000 (cinco mil) espectadores. estadual e municipal. prontos-socorros. 122. observadas as disposições da Lei de Uso e Art. abrirão para fora IV – o acesso às arquibancadas deve ter rampas para o do recinto. das normas específicas dos órgãos fiscalizadores I – implantação dentro do terreno que garanta afastamento desta atividade. será feita por meio de rampas com Art. Seção XI Das Edificações Temporárias Seção VIII Das Edificações para Prestação de Serviços de Saúde Art. Manaus. das normas técnicas brasileiras pertinentes e da legislação federal. aos níveis estabelecidos no Código de análise pelo órgão municipal competente. 123. inclusive Ocupação do Solo. inclusive as de emergência. As edificações para prestação de serviços de público em geral. ambos separados por sexo e com condições Seção X adequadas de atender às necessidades dos portadores de necessidades Das Edificações para Fins Especiais especiais. de acordo com as Normas da ABNT. e ganchos para toalha. quinta-feira. serão III – as saídas sejam portas. 127. deverão permitir a sua utilização autônoma e segura por crianças de até 4 (quatro) anos. 129. em condições de segurança para escape. com um mínimo deverão abrir nas duas direções. atendendo a) as dimensões devem ser de 1 m (um metro) de largura às dimensões e características estabelecidas nas normas de segurança. limitados a 2 (dois) por edificação. Ambiental de Manaus. comercial e de serviços. interruptores de luz. exclusivamente para saída. 3% (três por cento) da lotação total. acesso e circulação.000 (cinco mil) espectadores. bem como para crianças Art. Art. sem interferências que ameacem a segurança. instalações sanitárias para o público em geral e. As instalações provisórias do tipo circos. A interligação de níveis diferentes ou pavimentos. escolar deverão apresentar arquitetura e condições técnico-construtivas compatíveis com o grupo etário que compõe a sua clientela. incluídos cinemas. deverão garantir a vazão do público das dependências a que I – as plateias com assentos fixos deverão ter espaços atendem. de acordo com as disposições das normas técnicas específicas. observadas as disposições da Lei de Uso e maçanetas. empregados. nunca inferior a 50 m² ( metros quadrados). 133. VI – a edificação deverá ser provida de tratamento acústico não hajam sido tratadas em todo ou em parte neste Código. para cada 1. portas. V – todos os espaços internos e externos deverão ser Art. recreação. e da legislação estadual e municipal de segurança contra incêndio. As edificações de uso misto atenderão às Art. integrantes do mobiliário. área do boxe. além de outras disposições da legislação municipal. 16 de janeiro de 2014 Seção VI IV – os banheiros de hospitais. das normas técnicas brasileiras pertinentes e da mínimo de 5 m (cinco metros) do alinhamento com o logradouro público. As creches e edificações para o ensino pré.

A autorização para as instalações provisórias § 4º Durante o período de execução da obra deverá ser será concedida pelo órgão municipal competente. poderão ser iniciados Administração municipal. temporárias. Art. 1. firmar contratos ou ajustes de qualquer natureza com órgãos e entidades do município. após análise de mantido revestimento adequado do passeio fronteiro ao tapume. só será concedido após a Art. profissional habilitado. calculados. deverá ser colocada cerca de proteção e sistema adequado de sinalização para o trânsito. nem transacionar com o Poder Público municipal a ser realizada sem que haja no alinhamento do logradouro público um qualquer título. 151. específicos ao acesso autônomo. iluminação e sinalização de forma a garantir com segurança a acessibilidade e continuidade do passeio. para tanto. o projeto de alterações será apresentado para Art. 141. convenientemente iluminados. Esta Lei Complementar entra em vigor na data de § 1º No caso de obras em edificações existentes ou de sua publicação. conformidade a Consolidação das Leis do Trabalho .40 m (dois metros e quarenta centímetros). Nos processos referentes à mudança de uso das logradouro público para operações de carga. Quando necessário o rebaixamento de lençóis § 1º Nas mudanças de uso durante a execução da obra. 152. 137. devendo. 139. § 2º No caso de passeios com largura maior que 1. natural ou artificialmente. são reguladas pela Norma Regulamentadora n° 18. pedestres e vizinhos CAPÍTULO III conforme as normas técnicas brasileiras. poderá construir concedidas. o funcionamento do habilitado que assumirá a responsabilidade técnica pela instalação e mobiliário urbano e outras instalações de interesse público. revogada a Lei n° 673. a parques de diversões. 136. § 3º Quando os serviços na fachada se desenvolverem à altura superior a 4 m (quatro metros). instalação de de Uso e Ocupação do Solo e as devidas adaptações da arquitetura do canteiro de obras ou construções transitórias. em logradouros públicos e canteiros de obras. d’água para a construção de pavimentos em subsolos. no trabalho nas construções. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 36 . Art. Art. além das disposições específicas deste prazo de 1 (um) ano. 149. instalados. que deverão contar com a assistência de profissional habilitado e autorização prévia do Poder TÍTULO VI Executivo municipal. As edificações a partir de 4 (quatro) de animais. bem como a limpeza do terreno. 142. 143. Quando incorrer em débito decorrente da Art. Para a autorização de instalação de obras não poderão prejudicar a arborização e a iluminação pública. com a finalidade de atualização da base de dados da evitar o desabamento ou a ruína de edificações. também deverá ser apresentado profissional visibilidade de placas da sinalização de trânsito. 150. 146. e deposição. de modo a se atender aos requisitos exigidos pela legislação para o novo uso pretendido. responsável pela execução e manutenção das instalações. Os andaimes deverão ser dimensionados. Nenhuma obra. DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS E DA SEGURANÇA DE TRABALHO NAS OBRAS TÍTULO VII DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. edificações. ter projetos aprovados ou licença para Art. de projeto apresentado pelo empreendedor. 145. seguro e confortável das pessoas com deficiências. de materiais de construção. Art. Obras ou serviços emergenciais. Art. 140. de forma a prevenir transtornos à vizinhança imediata ou acidentes Art. públicos que possam ser afetados. Art. em Complementar. Os tapumes e outras instalações provisórias de Parágrafo único. 138. 16 de janeiro de 2014. A desmontagem das estruturas e instalações decorrentes de suas atividades. participar de licitação no âmbito funcionamento nas obras. o Executivo municipal através de comunicação ao órgão municipal competente sobre a dispor de sistema único de cadastro de imóveis. realizados para Habitabilidade. cujos passeios tenham largura igual ou inferior a Manaus. com altura mínima de 2. deverão dispor de redes de proteção contra poluição. inclusive de demolição. 147.CLT. 41 desta Lei Código. na hipótese do disposto no § 1º. Manaus.50 m (um metro e cinquenta centímetros). nenhum infrator poderá receber quaisquer quantias instalações e equipamentos de segurança para sua utilização ou ou créditos da Prefeitura de Manaus. É vedada a utilização de qualquer parte do Art. inclusive quanto às jaulas Parágrafo único. As condições ambientais e de segurança de Art. As obras e seus acessos deverão ser aprovação. 16 de janeiro de 2014 Art. natureza das intervenções a serem executadas. 135. os valores estabelecidos no art. será obrigatória a cobertura de proteção aos pedestres. Art. será observada a compatibilidade com as exigências da Lei mesmo que temporárias. 148. deverá ser adotado respectiva proteção. municipal. 144. manutenção dos equipamentos de diversão.50 m (um metro e cinquenta centímetros). após o "Habite-se" ou Certidão de Art. DA MUDANÇA DE USO Art. pavimentos. é de responsabilidade do interessado no prazo da licença para funcionamento da atividade. O órgão municipal competente atualizará. Nas proximidades de escavações necessárias aprovação do projeto de modificação. tapume provisório que ofereça a necessária segurança e proteção aos pedestres e pessoas com deficiências. conforme as necessidades das distintas tarefas a executar. serão tomadas em caso de alteração das características arquitetônicas. será exigida a providências para evitar danos aos prédios vizinhos e logradouros apresentação de projeto modificado para aprovação. de 4 de novembro de 2002. que deverá ser assinado por modo a garantir boas condições ao trânsito público. § 2º O "Habite-se" ou a Certidão de Habitabilidade para a edificação. O órgão fazendário municipal será informado da mudança de uso das edificações. utilizados e mantidos de modo a oferecer segurança no seu uso aos trabalhadores da obra. Quando houver modificação da edificação nas mudanças de uso. imóvel original. descarga. É obrigatória a inspeção prévia e periódica das aplicação de multa. construções projetadas com qualquer de suas faces no alinhamento de logradouros públicos. quinta-feira. os tapumes poderão ocupar 50% (cinquenta por cento) de sua largura. desde que atendam aos parâmetros preconizados e estabelecidos nas Normas Técnicas da ABNT.

solo à promoção do desenvolvimento urbano e ambiental sustentável. Art. II – dar início. conforme o existente. e de sua integração aos sistemas de circulação da Cidade. o poder público fixa diretrizes para adequar o projeto de parcelamento do sem que sejam previamente saneados. Das Condições Básicas O PREFEITO DE MANAUS. mediante consulta prévia ao órgão municipal competente. de qualquer modo. modificação ou ampliação. ocupação do solo para área pretendida e a alteração seja condicionada § 1º Fica vedado o parcelamento do solo urbano nas à execução do empreendimento. quadrados) em na totalidade das Zonas Urbanas e de Transição. IV. de qualquer modo. estadual I – as divisas da gleba a ser loteada. com aproveitamento do sistema viário Programas de Promoção da Habitação de Interesse Social. prospecto ou todo o seu perímetro. b) localizados abaixo da quota de nível inferior a 30 m tendo em vista a necessidade de otimizar a oferta de infraestruturas e de (trinta metros) nas margens dos rios e igarapés e fundos de vale. em I – à destinação de áreas públicas para equipamentos consonância com a legislação federal. no uso das atribuições que Art. na legislação municipal de sanciono a seguinte controle do uso e ocupação do solo e nos demais instrumentos específicos de planejamento e gestão urbana. LEI: Seção II CAPÍTULO I Dos Parâmetros Urbanísticos DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. estruturação do uso e ocupação do solo expressas no Plano Diretor FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu Urbano e Ambiental do Município de Manaus. ou efetuar loteamento ou Art. face de quadra e áreas de dos já existentes. seu onde a poluição impeça condições sanitárias suportáveis até a sua prolongamento. ou projetada. III – às áreas non aedificandi. áreas destinadas aos equipamentos públicos. em III – fazer. determinações constantes do ato administrativo de licença. comunicação ao público ou a interessados. o parcelador deverá desmembramento do solo para fins urbanos sem autorização do órgão apresentar ao órgão municipal competente o requerimento e planta do municipal competente. A Avaliação Urbanística deverá ser (trinta por cento). 1º Esta Lei Complementar estabelece normas que parcelamento do solo urbano referem-se: disciplinam o parcelamento do solo urbano do Município de Manaus. § 3º Constitui infração contra a Administração Pública: I – dar início. o parcelamento do solo urbano far-se-á a outros recursos naturais. inc. ou prolongamento. ou em desacordo com as disposições desta Lei imóvel contendo pelo menos: Complementar ou das normas pertinentes da legislação federal. 7º A Avaliação Urbanística será obrigatória para o § 2º É vedado vender ou prometer vender parcela de parcelamento de áreas superiores a 50. faixas marginais de rodovias. com abertura de novas vias de circulação. da qualificação ambiental e da Manaus. respeitada a lei federal de IV – ao dimensionamento dos lotes e das quadras. c) predominantemente com declividades superiores a 30% Parágrafo único. da Lei Orgânica do Município de diretrizes de mobilidade urbana. das Zonas Urbanas. de acordo com as peculiaridades lotes destinados à edificação. nascentes e desmembramento do solo para fins urbanos sem observância das fragmentos florestais ou cobertura vegetal. § 2º Nas Áreas de Especial Interesse Social poderão ser § 2º O desmembramento consiste na subdivisão de gleba estabelecidos parâmetros específicos por ocasião da implementação de em lotes destinados à edificação. 80. dos Corredores Urbanos e da Zona de Transição de logradouros públicos. III – nos terrenos: Art. legalidade de loteamento ou desmembramento do solo para fins dos equipamentos urbanos e comunitários existentes no local ou em urbanos. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 37 . logradouros públicos. d) onde as condições geológicas e geotécnicas são impróprias à edificação. de metro em metro. modificação ou ampliação definidos no Plano Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus. municipal. afirmação falsa sobre a V – a localização das vias de comunicação. desde que não implique na abertura de novas vias e disposto no Plano Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus. salvo se apresentado projeto de terraplanagem e requerida antes de iniciado o processo de aprovação do projeto de adequação ambiental. ou veicular em proposta. estadual e a Lei Orgânica do urbanos e comunitários. das vias existentes. contrato. e municipal. suas adjacências. § 1º Os parâmetros urbanísticos básicos constam nos § 1º O loteamento consiste na subdivisão de gleba em Anexos I e II desta Lei Complementar. 8º Para a Avaliação Urbanística. 16 de janeiro de 2014 LEI COMPLEMENTAR Nº 004. definidas pelo Plano Diretor Urbano e Ambiental do Município urbanos que exijam dimensões superiores. com respectivas distâncias da área a ser loteada. desde que fique garantida a de Manaus e delimitadas pela Lei de Perímetro Urbano de acordo com o circulação de pedestres. torne desnecessária a restrição. Manaus. IV – a indicação de arruamentos contíguos à gleba. nem no prolongamento. Município. de áreas livres. Art. Seção III II – nas Zonas de Proteção Ambiental municipal. DE 16 DE JANEIRO DE 2014 CAPÍTULO II DAS DIRETRIZES URBANÍSTICAS DISPÕE sobre o Parcelamento do Solo Urbano do Município de Manaus e dá outras Seção I providências. 4º O parcelamento do solo urbano deverá respeitar as lhe são conferidas pelo art. mediante loteamento ou desmembramento. 3º Somente será permitido o parcelamento do solo existente. quarteirão poderão ser alterados nas seguintes situações: I – quando localizados em áreas onde a rede viária Art. seguintes situações: III – quando a necessidade de preservação do patrimônio I – nas áreas de preservação permanente ou naquelas ambiental desaconselhar a abertura de vias ou logradouros públicos. 6º A Avaliação Urbanística é o procedimento pelo qual a) que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde. quando existirem. II – as curvas de nível. ou ocultar fraudulentamente fato a ele relativo. conforme a legislação pertinente. estadual e Da Avaliação Urbanística federal. e atualiza e consolida as normas municipais de parcelamento II – aos sistemas de circulação interna da gleba parcelada do solo urbano. correção. assim como de proteção da propriedade no uso da terra. 5º Os parâmetros urbanísticos para efeito do Art. modificação ou ampliação § 3º Os limites máximos de lote. fixados parcelamento do solo e as diretrizes urbanísticas definidas por lei quanto aos seus limites máximos e mínimos. quinta-feira.000 m² (cinquenta mil metros loteamento ou desmembramento não registrado. sejam respeitados os demais critérios de uso e disposto nesta Lei Complementar. para fins urbanos nas terras localizadas na Área Urbana e na Área de II – quando se pretenda edificação de equipamentos Transição. parcelamento. 2º Assegurados o interesse público e a função social de proteção aos cursos d’água e às nascentes. ou efetuar loteamento ou III – a localização dos cursos d’água.

escola. O órgão municipal competente manterá registro de Do Projeto de Loteamento todas as certidões expedidas pelo prazo de 4 (quatro) anos. Todos os projetos de loteamento deverão ser II – Certidão de ônus reais. existente ou projetado. excluindo-se áreas verdes. O loteador deverá garantir. § 4º Para a implantação de sistemas de escoamento das § 2º As diretrizes fixadas em certidão vigorarão por um águas pluviais deverão ser observadas as condições hidrológicas prazo máximo de 4 (quatro) anos. Art. A Certidão de Avaliação Urbanística. comunitários e áreas verdes. planta de situação de que trata o caput deste artigo em arquivo em meio IV – áreas verdes. na forma da Lei Federal nº 6. 15. quando for o caso. acompanhado de: I – título de propriedade. loteamento. qualificação § 8º As áreas públicas. parcelamento pretendido. Art.EIV. a definição de diretrizes decorrentes da Avaliação da área onde se localiza o empreendimento. energia elétrica limitações que incidem sobre os lotes e suas construções de acordo com DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 38 . regulam a matéria. de acordo com a classificação Cidade em meio digital para o cumprimento dos parâmetros de que trata das vias por tipo. IV – Certidão de Avaliação Urbanística. Urbanística. áreas de equipamentos comunitários e áreas de uso público. Art. para aprovação do projeto: Art. total dos lotes particulares. com as suas I – sistemas de circulação. Da Destinação de Áreas Públicas V – declaração de viabilidade de prestação dos serviços Art. Seção II Art. dias após o protocolo do pedido. precedidos de solicitação de Avaliação Urbanística. conforme o Art. II – equipamentos urbanos necessários ao provimento dos II – as condições urbanísticas do loteamento e as serviços públicos de abastecimento de água potável. § 3º A necessidade de equipamentos comunitários também § 1º As diretrizes referidas no caput deste artigo deverão poderá ser identificada pela análise urbanística ou prevista em programa ser fixadas em certidão específica no prazo máximo de 60 (sessenta) municipal de habitação de interesse social. uso e destinação serão especificados pelo órgão municipal competente conforme estabelecido no Plano Diretor Urbano e Ambiental do por meio do licenciamento do loteamento de acordo com a necessidade Município de Manaus. fragmentação da cobertura vegetal existente. 17. imóvel. Art. previstas nos artigos 14 e 15 desta ambiental e estruturação do uso e ocupação do solo urbano. desde que não parcelamento. § 2º Os tipos de equipamentos comunitários. Lei Complementar. com indicação dos usos compatíveis. digital com os dados da gleba georreferenciados. V – as faixas sanitárias de terrenos necessárias ao II – integradas ao Corredor Ecológico. que será expedida III – Certidão Negativa de tributos municipais relativos ao pelo órgão municipal competente. área total do loteamento. orientado pelo traçado e diretrizes oficiais. III – os Planos Urbanísticos previstos para a área. quando houver. Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus. devidamente legalizado. Seção I conforme previsto no artigo 9º desta Lei Complementar. em formatos compatíveis e de ampla utilização. de acordo com as peculiaridades das Zonas competente. Art. ficam isentas do pagamento do Imposto Predial e VIII – as diretrizes do Plano de Saneamento Ambiental. Complementar. memorial descritivo e cronograma de DO LOTEAMENTO execução das obras. A Avaliação Urbanística será complementar às § 9º A isenção prevista no § 8º será concretizada mediante normas e parâmetros urbanísticos previstos nos Anexos I e II desta Lei a apresentação do parcelamento. será apresentado ao órgão municipal CAPÍTULO III competente. originais da bacia onde se localiza a gleba e as diretrizes do Plano de Saneamento e Drenagem de Manaus. § 6º A localização das áreas verdes previstas no projeto de II – a localização dos equipamentos de suporte ao loteamento deverão sempre que possível. 16. contendo desenhos. deverá conter: garantia dos serviços públicos previstos no inciso II deste artigo deverão I – o traçado básico das vias que integram o sistema de respeitar a regulamentação definida pelos órgãos públicos competentes circulação da cidade. conforme o VII – as diretrizes do Plano Diretor Urbano e Ambiental do disposto no Código Ambiental de Manaus. quinta-feira. As áreas de uso público são destinadas à § 2º O memorial descritivo do loteamento deverá conter: implantação de: I – descrição sucinta do loteamento. existentes ou projetados. 14. I – associadas às faixas non aedificandi. 13. equipamentos urbanos.766. Territorial Urbano – IPTU. recolhimento e tratamento de esgotos e escoamento destina. 11. aprovado pelo órgão municipal dezembro de 1979. das águas pluviais. de 19 de III – Estudo de Tráfego. Urbanas e da Zona de Transição. o loteador deverá apresentar. a destinação de áreas de uso público para a implantação de concessionárias dos respectivos serviços. previsto no Plano escoamento das águas pluviais e as faixas não edificáveis. cartográfica da cidade de Manaus. função e utilização que consta no Anexo II desta Lei esta Lei Complementar. observado o disposto nas leis federais e estaduais que cadastro imobiliário do órgão fazendário municipal. 10. evitando a transporte urbano intermodal. diretrizes e normas de controle do uso e ocupação do solo urbano. com prazo de § 5º Os equipamentos urbanos implantados para a validade. caucionando no mínimo 1/3 (um terço) da área Urbanística. ser contíguas. § 7º Poderão ser consideradas na reserva de área verde IV – a localização aproximada dos terrenos destinados a aquelas que se enquadrarem nas seguintes condições: equipamento urbano e comunitário e das áreas livres de uso público. A área mínima destinada ao uso público poderá I – Estudo de Impacto de Vizinhança . 16 de janeiro de 2014 VI – tipo de uso predominante a que o parcelamento se pública e domiciliar. conforme Anexo I desta Lei IV – Termo de Compromisso estabelecendo garantias de Complementar. de acordo com as provoque danos à vegetação. § 1º Os sistemas de circulação deverão integrar o § 2º O Poder Executivo disponibilizará a Planta Oficial da loteamento na malha urbana da cidade. 9º É atribuição do órgão municipal competente. será obrigatória a apresentação da posto de saúde ou outros equipamentos de interesse público e social. Manaus. Município de Manaus quanto à mobilidade urbana. junto ao Complementar. de acordo com a demanda prevista para o VII – as características das zonas de uso contíguas. IV – identificadas como fragmentos florestais. relacionado ao e pelas concessionárias dos serviços públicos. para fins de monitoramento e avaliação das tendências do desenvolvimento urbano. 12. por meio do projeto de públicos. O projeto de loteamento. ou especificação expressa na certidão de Avaliação execução do loteamento. § 1º Na fase de fixação de diretrizes básicas. expedida pelos órgãos públicos competentes e pelas loteamento. variar entre 25% (vinte e cinco por cento) e 50% (cinquenta por cento) da II – Licença Prévia ou de Conformidade Ambiental. ficando sujeitas ao tributo somente aqueles áreas pertencentes aos particulares. § 1º Visando à atualização permanente da base III – equipamentos comunitários referentes a praça. características e a fixação de uso ou usos predominantes. VI – os usos predominantes da área onde se localiza o III – destinadas à recreação e lazer.

de 2007. VII – arborização das vias e praças. devendo ser renovado antes do seu vencimento. somatório das etapas não ultrapasse o prazo máximo estabelecido. com a respectiva competentes e pelas concessionárias prestadoras dos serviços públicos identificação dos lotes e a descrição dos equipamentos urbanos e urbanos. pública já existentes no loteamento e adjacências. registrado em cartório e publicado no Diário Oficial § 3º A execução parcial do loteamento deverá assegurar do Município. o projeto de pavimentação das vias e dos passeios deverão seguir as especificações loteamento no prazo máximo de 90 (noventa) dias. Compete ao órgão municipal competente a do loteamento. após a aceitação das obras de urbanização pelo acordo com o disposto na Lei n. § 3º A arborização das vias e as especificações para Art. com execução de taludes e obras de contenção angulares do projeto. IV – o sistema de vias com respectiva hierarquia e Art. IV – Termo de Compromisso. escoamento das águas pluviais. metro. ou quando houver necessidade de qualquer vistoria ou especificações técnicas aprovadas pelos órgãos públicos competentes e diligência. além daquelas decorrentes das II – abastecimento de água potável. fixando o prazo de execução Art. no mínimo. ângulos centrais das vias. 24. 25. Parágrafo único. III – as áreas verdes reservadas. contado a partir do despacho que o deferiu. de metro em VI – rede de esgoto sanitário e o sistema de tratamento. desde que o prazo decorrente do em cartório e publicado no Diário Oficial do Município. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 39 . II – Termo de Compromisso estabelecendo garantias de II – desenho contendo o traçado urbanístico do loteamento. das áreas verdes e dos serviços públicos ou de utilidade municipal competente expedirá o alvará da obra. sob pena de caducidade da aprovação. cumprimento da execução das obras previstas e demais aprovação do loteamento. órgão municipal competente. loteamento não poderá exceder de 4 (quatro) anos. do prazo de 180 (cento e oitenta) dias. comunitários a serem executados em cada uma das etapas. o órgão comunitários. Os projetos específicos tratados a que parcelamento do solo urbano. Da Execução do Loteamento VIII – a indicação da sugestão da denominação das vias para inserção na base cartográfica do órgão responsável. VI – a indicação em planta e perfis de todas as linhas de IV – meio-fio e sarjeta. 22. 16 de janeiro de 2014 a legislação urbanística vigente. desde que o loteador apresente: I – detalhamento das etapas de execução no Memorial I – projetos específicos aprovados pelos órgãos municipais Descritivo que acompanha o projeto do loteamento. ser registrado sua aceitação pelos órgãos municipais. desde que não comprometa o Do Licenciamento das Obras prazo final da conclusão do loteamento. O reconhecimento dos logradouros necessários aos seguintes serviços públicos: resultantes da execução do loteamento será aprovado por ato do Poder I – recolhimento e tratamento de esgoto sanitário. X – obras e demarcação de lotes e quadras constantes do projeto aprovado. 18. aos compradores dos lotes o pleno uso dos equipamentos implantados e III – registro imobiliário do projeto. o loteador deverá submetê-lo ao registro imobiliário dentro estabelecido em regulamento municipal específico. III – energia elétrica e iluminação pública e domiciliar. V – rede de drenagem superficial e profunda. nos termos previstos a perfeita integração com a malha urbana existente. conforme previsto na lei federal de parcelamento do solo dimensões e numeração. urbano. com respectivas aprovado. atendidas todas as normas pertinentes em vigor. de acordo com as normas técnicas adotadas II – rede de distribuição de energia elétrica. pontos de tangência e necessárias. § 1º O prazo das etapas poderá ser prorrogado com Seção III anuência do órgão municipal competente. Manaus. Será admitida a execução parcial de loteamento e na lei federal de parcelamento do solo. devidamente assinadas pelo proprietário do imóvel e IX – fornecimento das placas de denominação de pelo responsável técnico com atribuição profissional comprovada e 1 logradouros. cordas. área total da gleba. III – rede de abastecimento e distribuição de água. O licenciamento da obra será válido pelo V – a enumeração dos equipamentos urbanos e prazo de 12 (doze) meses. Art. VII – topografia com curvas níveis do terreno. 1/3 (um terço) da com a demarcação das áreas referentes às etapas de execução. devendo. Os prazos para execução de loteamento deverão § 3º Os desenhos deverão contemplar: estar estabelecidos no cronograma de implantação referente ao projeto I – a subdivisão das quadras em lotes. I – abertura e pavimentação . e licenciá-lo em até 12 (doze) meses. O órgão municipal competente aprovará ou § 1º O dimensionamento e as características de recusará. IV – a enumeração dos equipamentos urbanos e Art. 1. projeto. 19. 20.192. § 4º Os documentos que compõem o projeto de VIII – implantação de equipamentos urbanos previstos no loteamento deverão ser apresentados ao órgão municipal competente. o prazo será contado a partir da data em que a documentação as concessionárias de serviços públicos. domínio do Município no ato de registro do loteamento. apresentação do projeto. se refere este artigo são referentes aos equipamentos urbanos Parágrafo único. execução do loteamento. (uma) cópia digital. diretrizes fixadas pela Avaliação Urbanística. se houver. Cumpridas todas as exigências cabíveis. O prazo máximo para a execução do equipamentos comunitários. § 2º Os equipamentos públicos urbanos deverão ser Parágrafo único. Art. VII – a descrição dos serviços e das obras a serem Seção IV executados. 21. O órgão municipal competente emitirá a licença de deverá ser prevista no cronograma de implantação do loteamento da execução das obras previstas no projeto de loteamento aprovado no seguinte forma: prazo máximo de 60 (sessenta) dias. estiver plenamente completada ou a vistoria atendida. É de responsabilidade do loteador executar as conforme especificações determinadas no Anexo II desta Lei seguintes infraestruturas do loteamento: Complementar. § 2º A execução parcial referida no caput deste artigo Art. incluindo o termo de verificação da execução obrigações legais. Na hipótese de documentação estendidos até a rede oficial existente e executados de acordo com as incompleta. caucionando.asfalto ou outro tipo de V – os elementos de locação com as dimensões lineares e pavimentação . com raios. comunitários e as áreas verdes previstas no loteamento. 23. de Executivo Municipal. das obras exigidas nesta Lei. pelo órgão municipal competente. ainda. VI – a indicação dos cursos d’água e nascentes. em 3 (três) vias. pela lei federal de parcelamento do solo urbano.de vias. Devidamente publicada a aprovação do projeto de execução dos passeios públicos deverão seguir o padrão técnico loteamento. respeitado o disposto na lei federal de Parágrafo único. III – a indicação das áreas públicas que passarão ao IV – solução de escoamento de águas pluviais. contados da data de determinadas no Anexo II desta Lei Complementar. arcos. quinta-feira. atendendo ao disposto Art. II – a indicação dos lotes destinados à implantação de Parágrafo único.

sem prejuízo das medidas previstas na lei federal de parcelamento do solo urbano. 30.a indicação das curvas de nível e dos cursos d’água. conforme o Anexo I desta Lei Complementar. As multas aplicáveis simultaneamente a constituídos na Zona Urbana e na Zona de Transição. urbano. inseridos em programa habitacional § 1º Os desmembramentos em terrenos com frente para os de interesse social. A infração a qualquer dispositivo desta Lei estiverem conectadas com a malha viária existente. viciar projeto aprovado. autônomas deverá garantir o acesso adequado à via pública. 27. 34. O parcelamento por meio de desmembramento conforme Anexo I desta Lei Complementar. por dias. 28. Poder Executivo. devidamente assinadas pelo proprietário do imóvel e pelo responsável Art. são as seguintes: deverá submetê-lo ao registro imobiliário dentro de 180 (centro e oitenta) I – 1 (uma) Unidade Fiscal do Município (UFM) por lote. não serão consideradas as ciclovias. respeitado o disposto na lei federal de parcelamento do solo urbano. expedida pelo cartório de registro de imóveis competente e ocupação. conforme o disposto no artigo 7º desta Lei Complementar. Art. Nas Áreas de Especial Interesse Social. DAS INFRAÇÕES E SANÇÕES § 2º Para efeito do disposto no caput deste artigo. ao trânsito § 1º Serão admitidos desmembramentos fora dos padrões de veículos e de pedestres. comunitários instalados em condomínios de unidades autônomas é II – quando for constatada similitude com o padrão responsabilidade do condomínio. o II – Interdição: por intermédio da qual se determina a interessado deverá apresentar ao órgão municipal competente o proibição do uso e da ocupação de parte ou da totalidade da área objeto requerimento acompanhado de certidão atualizada da matrícula da do parcelamento. urbanística. 35. alterações de qualquer espécie. desde que não provoque impactos negativos à mobilidade CAPÍTULO VI urbana e à qualificação ambiental. pelo órgão municipal competente. 16 de janeiro de 2014 CAPÍTULO IV Parágrafo único. passíveis de DO PARCELAMENTO EM ÁREAS DE análise pela Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano – ESPECIAL INTERESSE SOCIAL CTPCU: a) quando do desmembramento. Manaus. quinta-feira. Transporte Urbano e de Alinhamento e Passeio. A implantação de condomínios de unidades bairros. 29. nas seguintes situações. 33. e garantir a prestação dos serviços públicos estabelecidos para o dimensionamento dos lotes no Anexo I desta Lei previsto nesta Lei Complementar. imediato. Art. introduzindo-lhe. por assumir responsabilidade na DOS CONDOMÍNIOS DE UNIDADES AUTÔNOMAS elaboração do projeto de loteamento e entregar a sua elaboração de fato a terceiros sem a devida habilitação. 31. § 2º O embargo. Para aprovação do desmembramento. 32. segundo o disposto na lei falsear cálculos do projeto e elementos de memoriais descritivos ou por federal de parcelamento do solo urbano. incluindo o termo dos lotes. CAPÍTULO V II – 1 (uma) UFM por lote. aplicação de multas. o lote remanescente Art. projeto referente à planta do imóvel a ser desmembrado contendo: III – Multa: forma de penalidade pecuniária. § 1º A aplicação e o pagamento da multa não eximem o Parágrafo único. aprovação do desmembramento. As infrações a esta Lei Complementar ensejarão à técnico com atribuição profissional comprovada e uma cópia digital. existente. aprovado. 36. conforme disposto no CAPÍTULO VII Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. Complementar: I – os casos previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 5º desta Lei Art. atendendo ao disposto na lei federal de Complementar. poderão ser adotados padrões inferiores vinte e cinco metros quadrados) da área mínima. ilegalmente. Compete ao órgão municipal competente a municipal competente. as vias de pedestres e as vias que não Art. acarretará. observada ainda a dimensão máxima da face de quadra. 26. Art. estará sujeito aos parâmetros que definem o dimensionamento máximo e mínimo dos lotes e das quadras estabelecidas para o loteamento nos Art. o lote mínimo corresponderá a 125 m² (cento e vinte e cinco serão precedidos de Avaliação Urbanística pelo órgão municipal metros quadrados) e a testada mínima do lote será de 5 m (cinco competente. quando for constatada a irreversibilidade iminente da gleba. Somente serão permitidos desmembramentos de fundiária e urbanística de interesse social poderão configurar casos terrenos com frente para via admitida e reconhecida como pública pelo especiais de condomínios de unidades autônomas. e respeitados os I – 5 (cinco) UFMs por inexistência no local da obra de parâmetros estabelecidos nesta Lei Complementar e na Lei de Obras e execução do loteamento de cópia do projeto na forma como foi Edificações do Município. será fornecida pelo proprietário a numeração dos lotes desmembrados. A manutenção dos equipamentos urbanos e Complementar. CAPÍTULO VIII § 1º O projeto de desmembramento deverá ser DAS PENALIDADES apresentado ao órgão municipal competente em 3 (três) vias. executados pelo Poder Público ou pela iniciativa corredores viários estabelecidos no Plano Diretor Urbano e Ambiental privada. A área máxima de condomínio admitida DO DESMEMBRAMENTO na Zona Urbana e na Zona de Transição é a disposta na Lei de Obras e Edificações. O loteamento ou desmembramento para construção de condomínios de unidades autônomas poderão ser Art. órgão municipal competente. § 2º Nos loteamentos. ao embargo administrativo. de 16 de dezembro de 1964. As multas aplicáveis a profissional ou firma § 3º Aprovado o projeto de desmembramento. sob pena de caducidade da aprovação.591. 4. conforme disposto na lei federal de parcelamento do solo dimensionamento dos lotes e quadras. O desmembramento estará submetido à infrator da intervenção da interdição ou da cassação do alvará para legislação urbanística vigente e poderá ser objeto de avaliação parcelamento. graduável de I . a aplicação das seguintes sanções: Seção I I – Embargo: por meio do qual se determina a paralisação Do Projeto de Desmembramento imediata de uma obra de parcelamento. Art. a intervenção ou a interdição serão comunicados ao interessado mediante notificação oficial do órgão Art. o parcelador responsável por projeto do loteamento. § 1º Os desmembramentos para fins de regularização Art. para fins de compatibilização com os Planos Integrados de metros). na forma da Lei profissional ou firma responsável e o proprietário. bem como à revogação § 2º Na apresentação do projeto de desmembramento ao do ato que aprovou o loteamento. definidas possuir dimensão inferior ao padrão estabelecido no Anexo I desta Lei e delimitadas por lei municipal. próximos. IV – Advertência: quando a infração puder ser corrigida de II – a indicação da divisão de lotes pretendida na área.a indicação das vias existentes e dos loteamentos acordo com a gravidade da infração. são as seguintes: Federal n. 37. ao mínimo estabelecido nesta Lei Complementar quanto à destinação de b) em nenhuma hipótese tenha a testada inferior a 5 m áreas públicas para equipamentos urbanos e comunitários e (cinco metros). desde que este não tenha área inferior a 125 m² (cento e parcelamento do solo urbano. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 40 . III .

37 e 38 desta Lei III – no caso de obras embargadas. ou por qualquer outro que possua valor I – quando o projeto não houver sido aprovado ou firmado legal. por iniciar venda de lotes. substituído. acompanhado dos respectivos comprovantes do pagamento das multas Art. com prazo de 5 (cinco) dias. artigos 36. requerimento do interessado ao órgão municipal competente. no mesmo prazo de 20 (vinte) dias. Art. encaminhada ao dirigente do órgão competente pela lavratura do auto de infração. Serão informadas ao Conselho Regional de pagamento das multas aplicadas. Tem os infratores o prazo de 20 (vinte) dias para Art. aqueles não localizados ou após 3 (três) tentativas de notificação. em desacordo com o projeto serão aplicados os coeficientes de correção monetária que estiverem em aprovado ou que não obteve o termo de recebimento do órgão municipal vigor na data de liquidação das importâncias devidas. Parágrafo único. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 41 . for o caso. e na prazos legais serão atualizados. prescrições desta Lei Complementar. a juízo do órgão municipal competente. Complementar do profissional e da firma corresponsável pelas mesmas. 40. Art. Parágrafo único. A revogação do ato que aprovou o loteamento infração de um mesmo dispositivo desta Lei pela mesma pessoa física será aplicável nos seguintes casos: ou jurídica depois de passada em julgado administrativamente a decisão I – quando as obras não forem executadas nos prazos condenatória referente à infração anterior. estadual e federal. Considera-se reincidência a repetição da Art. não paralisados. I – diretamente à pessoa física ou jurídica proprietária do loteamento. Por infração em qualquer dispositivo desta Lei previstas no artigo 17 desta Lei Complementar. por remanejamento no projeto publicado uma só vez no periódico oficial do governo municipal. loteamentos são as seguintes: II – por carta ou por edital. nenhum infrator poderá receber quaisquer quantias anotados nos referidos Conselhos. as infrações enumeradas nesta Lei sendo esta apresentada nos prazos legais. antes da cumprimento de dispositivos desta Lei Complementar. ou créditos da Prefeitura de Manaus. 46. por mês de atraso no caso de IV – quando o responsável técnico isentar-se da não cumprir o prazo exigido no parágrafo único do artigo 22 desta Lei responsabilidade de execução do projeto de loteamento ou for Complementar. Arquitetura e Agronomia – CREA e ao Conselho de administrativa que julgar improcedente a defesa apresentada ou não Arquitetura e Urbanismo . Manaus. participar de licitação no âmbito municipal. a que se refere este artigo. A comprovação da existência do parcelamento do loteamento poderá ser embargada. É facultada ao infrator a apresentação sem prejuízo das penalidades cíveis e criminais a que estiverem sujeitos. por falta da conclusão da infraestrutura. 43. previstos no Termo de Acordo. V – quando o responsável técnico ou o proprietário IV – 02 (duas) UFMs por lote. parcelamento irregular. sem os referidos fatos serem comunicados ao órgão III – 05 (cinco) UFMs pelo não cumprimento de notificação municipal competente. Em caso de reincidência. II – quando forem modificadas as indicações dos projetos Art. nos solo irregular far-se-á por qualquer documento expedido ou autuado pelo seguintes casos: órgão municipal competente. Arquitetura e Agronomia – CREA e Conselho de Arquitetura e Art. com base nos coeficientes de correção legislação municipal. observados os requisitos legais. isoladamente. Para os fins desta Lei Complementar. em documento hábil para comprovar a existência do III – quando em desacordo com o Termo de Compromisso. competente. assinado pelo proprietário e o contrato entre ambos aplicação de multa. Quando incorrer em débito decorrente da Urbanismo . Art. O compromisso de compra e venda II – quando estiver sendo executado em desacordo com as celebrado por instrumento particular ou público não se constitui. firmar contratos ou ajustes de qualquer natureza com órgãos CAPÍTULO IX e entidades do Município. 44. nos casos de execução de projeto de loteamentos embargados e sido embargadas deverão ser imediatamente paralisadas. 39. pela utilização de materiais de loteamentos embargados o órgão municipal competente poderá. determinadas no Laudo de Vistoria. 50. deixarem de atender qualquer intimação da Prefeitura referente ao por iniciar ou executar obras de qualquer tipo no loteamento. em virtude de vistoria ou de determinação fixadas no Laudo de Vistoria. para de loteamentos sem prévia autorização. ser inadequados ou sem as necessárias condições de resistência. 48. inscritas na divida ativa do Município. após notificação da decisão Engenharia. ter projetos aprovados ou licença para DA REGULARIZAÇÃO construir concedidas. bem como do pessoal cumprimento das exigências apontadas no Laudo de Vistoria e mediante que executa os serviços e do público. 37 e 38 desta Lei Complementar serão cobradas em dobro. desta Lei Complementar. pelo não cumprimento da § 2º As obras de execução de loteamento que houverem ordem. de defesa. devidamente habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia. 38. As multas não pagas nos prazos legais serão competente. § 3º Para assegurar a paralisação das obras de execução III – 2 (duas) UFMs por lote. 16 de janeiro de 2014 II – 01 (uma) UFM por lote. necessária aprovação ou em desacordo com o projeto aprovado. Nenhum serviço ou obra pública será prestado ou executado em terrenos loteados sem prévia licença do órgão municipal Art. quinta-feira. sem prejuízo de outras sanções. I – 2 (duas) UFMs por lote. desde que obedecidos os critérios fixados nesta Lei. Parágrafo único. II – 2 (duas) UFMs por lote. 45. em perigo para a § 4º O embargo só poderá ser suspenso após o segurança dos futuros ocupantes do loteamento. As multas aplicáveis a proprietários de colheita do recibo na primeira. 41. 49. Parágrafo único. nem transacionar com o Poder Público Municipal a qualquer título. reconhecido por o respectivo Termo de Compromisso previsto no inciso II do artigo 20 órgãos públicos.CAU. § 1º A notificação do embargo da execução de um V – 02 (duas) UFMs por lote pelo não cumprimento de loteamento será feita: determinações fixadas no Laudo de Vistoria. inclusive por levantamento aerofotogramétrico. 51. os débitos correspondentes serão Art. 47. Complementar não especificada nos seus artigos 36. A execução total ou parcial de qualquer projeto de Art. resultando.CAU. Nos cálculos de atualização dos valores considera-se parcelamento irregular aquele que foi executado sem monetários dos débitos decorrentes de multa. Complementar. Os débitos decorrentes de multas não pagas nos regularizados. O projeto deverá ser elaborado por profissional executados judicialmente. Parágrafo único. Os parcelamentos do solo para fins urbanos irregularmente implantados no Município de Manaus poderão ser Art. naquilo que for pertinente. 42. Art. as multas previstas nos devidas. Quando o infrator se recusar a pagar as multas impostas nos prazos legais. autorização do Municipal competente. Parágrafo único. mas legalizáveis. requisitar força policial. poderão ser aplicadas as multas ao infrator de até 02 quando não o forem dentro dos prazos e de acordo com as exigências (duas) UFMs por lote. monetária fixados periodicamente em resoluções de órgão federal. mediante entrega da segunda via do Termo de Embargo e Art.

poderão ser Parágrafo único. os lotes. Poderão ser regularizados. quando for o caso. deverá o parcelador desfazer o parcelamento. Ficam excluídos da regularização tratada nesta Lei municipal competente ao interessado. inciso I deste artigo ou na impossibilidade de correção das situações § 2º Na impossibilidade de destinação da totalidade das previstas neste artigo. executados. 59. de suportáveis. DO PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO Art. nesta Lei Complementar pressupõe o atendimento aos seguintes requisitos: Art. será caracterizada e comprovada por parcelador. desde que atendidas as exigências desta Lei Complementar. respectivos memoriais descritivos. 56. áreas públicas previstas nos incisos I e III do artigo 68 desta Lei objetivando o retorno da área à condição de gleba. social e jurídica. devendo. apresentem uma das seguintes características. com posterior ressarcimento dos gastos. 65. 58. por meio de associação legalmente considerada como gleba. diagnosticada por laudo competente. os seguintes aspectos: gleba parcelada. Art. até a sua correção. o órgão municipal competente poderá intervir no deverá atender às exigências do órgão municipal competente. via cobrança § 4º Na hipótese de possibilidade de reversão do judicial. parte. Concluída a análise técnica e aceita a proposta da a) aterrados com material nocivo à saúde pública. devendo. em planta. quando for o caso. Deverão ser contemplados. 16 de janeiro de 2014 Art. mediante termo de cooperação firmado com o órgão de parcelamento do solo. O processo de regularização do parcelamento do Art. por via judicial própria. 57. do parcelador. laudo técnico. legislações pertinentes. Complementar. estabilidade. que deverá atender às exigências Complementar os parcelamentos irregulares do solo. e serviços deverão ser assinados por profissional habilitado e pelo prevista no inciso II deste artigo. deverá ser solo irregularmente executado obedecerá ao rito definido por esta Lei requerida. A área remanescente deverá ser assumidas pelos adquirentes. 62. no máximo. o projeto e a execução das parcelamento. Manaus. bem como no caso de regularização de ofício o órgão conforme determinado pela lei federal de parcelamento do solo urbano. junto ao cartório de registro de imóveis. por terem sido por 90 (noventa) dias. Expedido o Auto de Regularização. para fins de atendimento às exigências necessariamente. Complementar. Poderá ser objeto de regularização. para a execução de obras e serviços acompanhada do respectivo b) com declividade igual ou superior ao previsto nas cronograma físico-financeiro. salvo se atendidas as exigências específicas da garantias para a execução das obras. jurídica do pedido de regularização serão comunicadas pelo órgão Art. ainda. obedecidos os parâmetros parcelada. nos termos § 4º A realização de projeto e a execução. pelo órgão municipal critérios definidos no artigo 75 desta Lei Complementar. 52. uma vez esgotadas as pesquisas necessárias para a sua localização. das áreas públicas CAPÍTULO X devidas. c) alagadiços e sujeitos a inundações. associações. salvo de comprovada sua parcelamento e sua aceitação técnica pelo órgão municipal competente. sua situação física. quaisquer parcelamento do solo. requerimento próprio. no laudo técnico Complementar. as curvas de nível. nos termos do artigo 64 desta Lei § 1º Os projetos de regularização de parcelamento e Complementar. de técnicas. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 42 . e com o não atendimento do Art. A regularização urbanística e notarial prevista adquirentes. competente. legislação municipal. conforme parágrafo anterior. devidamente registrado no Cartório de Registro de Imóveis. II – comprovação de irreversibilidade do parcelamento Parágrafo único. que se responsabilizará pelas informações prestadas. com a necessária justificativa. propriedade da gleba parcelada. as áreas definição da planta técnica do parcelamento. O Auto de Regularização somente será expedido II – em termos nos quais as condições geológicas não após o cumprimento das exigências feitas para a regularização do aconselhem sua ocupação por edificações. bem como as quadras. competente. A proposta de regularização feita pelo parcelador I – apresentação de título de propriedade da gleba deverá ser acompanhada de laudo técnico. competente. bem como os cronogramas de obras § 3º A situação de irreversibilidade do parcelamento. Art. deverá o órgão municipal competente expedir a licença sua correção. necessária à regularização plena de ofício pelo órgão municipal competente ou por solicitação. de um ou mais adquirentes de lotes ou por associações legalmente constituídas que representem os Art. no todo ou em desta Lei Complementar. sem prejuízo do exigências previstas no parágrafo único do artigo 59 desta Lei prosseguimento da regularização de ofício pelo órgão municipal Complementar. 60. 55. 54. Art. parcelamento do solo irregular. Na hipótese prevista na alínea "c" do de lotes. observadas as responsabilidades técnicas envolvidas. prorrogável. técnicos e urbanísticos estabelecidos nesta Lei Complementar. quaisquer obrigações assumidas pelo parcelador junto aos adquirentes Parágrafo único. estar representadas. supletivamente. do órgão municipal competente. averbação ou registro. na omissão do parcelador. se necessário. As conclusões decorrentes da análise técnica e independentemente da zona urbana onde se localizam. § 1º A regularização de parcelamentos de solo irregulares III – em áreas onde a poluição impeça condições sanitárias não implica o reconhecimento. registrado no cartório de registro de imóveis. previstas nos artigos 68 e 69 desta Lei Complementar. municipal competente poderá elaborar a proposta e o laudo previstos no § 1º O órgão municipal competente poderá aceitar. o parcelador deverá atender às execução das obras. da regularização do parcelamento. desde que filiado a título de domínio devidamente I – diagnóstico do parcelamento. compromisso de compra e venda não registrado da previsto no artigo 62 desta Lei Complementar. e metro em metro. até a eliminação dos agentes poluentes. que formuladas no prazo de 30 (trinta) dias corridos. observados os obras serão executados. competente auto de regularização. Na omissão do parcelador e nas implantado. previsto nesta Lei Art. O projeto de regularização do parcelamento responsável parcelador. poderá o órgão municipal ambientais causados pelo parcelamento. 61. até a regularização. hipóteses de regularização requerida por adquirente de lote ou III – conclusão de toda a infraestrutura necessária. quinta-feira. a parte parcelada de uma gleba. podendo exigir. das obras necessárias à regularização urbanística. Art. que levará em consideração a localização do § 2º Na omissão do parcelador. mediante a apresentação de laudo técnico específico. junto ao parcelador. mediante do parcelamento. quando necessário. 63. municipal competente. II – proposta técnica e urbanística para a regularização do § 2º Na impossibilidade de identificação do título de parcelamento. e atendidas as demais exigências desse artigo e do executar as obras e serviços necessários para sanar eventuais danos artigo 69 desta Lei Complementar. O processo de regularização poderá ser iniciado qualquer exigência técnica ou jurídica. ou parte deles. prosseguindo na exigência. de modo reversível: I – em terrenos: Art. com a emissão do remanescentes e as áreas destinadas ao uso público. para efeito de aplicação da legislação vigente constituída. para caput deste artigo. expedir o Auto de Regularização. exigir deste o projeto e a técnico. 53. fins de regularização técnica do parcelamento do solo irregular e conseqüente emissão do Auto de Regularização.§ 3º Deverá também o órgão municipal parcelamento do solo à condição de gleba. Caberá ao parcelador o cumprimento de toda e Art. 64.

dentro da área do parcelamento. Art. 71. legalmente constituídas. das VI – o abastecimento de água. cobrando do parcelador infrator o custo apropriado. I – notificação do proprietário da gleba ou do responsável III – comprovada a impossibilidade de destinação de áreas pelo parcelamento. constatada a irreversibilidade do parcelamento. todos os órgãos públicos envolvidos para a adoção das medidas VII – as vielas com acesso a lotes. das áreas V – a integração com o sistema viário existente. responsabilidade do parcelador. não será exigida a destinação de áreas municipal competente. dentro do perímetro do DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DA REGULARIZAÇÃO parcelamento. 66. de imediato. seu dimensionamento. circulação de pedestre local e restrita. Art. quinta-feira. do parcelamento serão exigidos pelo órgão municipal competente. as seguintes providências: verdes e institucionais. atender ao mínimo e) outros elementos relevantes para a apuração da estabelecido nesta legislação. 73. Nos casos previstos no § 1º do artigo 68 II – a drenagem de águas pluviais e sistema de desta Lei Complementar. 75. O órgão municipal competente a seu critério. As obras e serviços necessários à regularização acréscimo de 100% (cem por cento) previsto no caput deste artigo. Quando as associações de adquirentes Art. dos logradouros. deverá o órgão municipal IX – a indicação da sugestão da denominação das vias competente prosseguir na cobrança das exigências técnicas de para inserção na base cartográfica do órgão responsável. quando da apresentação ou elaboração do laudo à reparação de danos ambientais. Ocorrendo a situação prevista no caput iluminação pública. IX – as porções da área do parcelamento com declividade superior à prevista em legislação pertinente e que se destinem a lotes Art. c) densidade de ocupação. até a efetiva regularização do parcelamento do institucionais e dos terrenos limítrofes. necessário. ilegalidade. de forma a assegurar: Art. de acordo inobservância das exigências previstas no artigo 76 ou das obrigações com prévio estudo geológico-geotécnico. exigências técnicas formuladas. 72. deste artigo. mínima de 3m (três metros). admitindo-se uma variação de 10% (dez por cento) no implantação do parcelamento ou para desfazê-lo. 70. V – as vias de circulação poderão ter a largura mínima de III – notificação do parcelador. de processos erosivos. poderão ter largura mínima de 2 m (dois metros). serão destinadas. sobre a valor das obras e serviços. nos termos da lei execução das obras e serviços necessários à regularização do federal de parcelamento do solo urbano. A regularização. assumirem a execução das obras e Complementar deverá atender às condições técnicas e urbanísticas a serviços. parcelador o atendimento a outros requisitos técnicos e urbanísticos § 2º No caso de acordo amigável entre o Município e o previstos na legislação municipal de parcelamento do solo vigente. seguir discriminadas: I – da área total. O órgão municipal competente deverá. através de projetos específicos. faltantes ser locadas. III – a preservação das quadras e dos logradouros públicos. parcelador responsável. conclusão da análise fundiária. ou ao retorno da área parcelada a condição de gleba. áreas verdes e equipamentos comunitários. desde que destinadas com acréscimo de 50% (cinquenta por cento) e b) área aproximada. previstas no parágrafo único do artigo 59 desta Lei Complementar. aceitas pelo órgão municipal competente.000 de forma irregular. pelo órgão m² (vinte mil metros quadrados). pelo órgão municipal competente. a) localização. o órgão municipal VIII – as vielas sanitárias para fins de drenagem deverão competente poderá intervir no parcelamento. tem o caráter de atender municipal vigente de parcelamento do solo. adquirentes de lotes. acrescido do as áreas faltantes. o órgão projetos. públicas. A regularização de que trata esta Lei de lotes. conforme o caso. juros. efetuado até 120 (cento e vinte) dias da data da expedição do Auto de Regularização. em caso de não ser o parcelamento interrompido ou desfeito. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 43 . VIII – o fornecimento de energia elétrica residencial e Parágrafo único. além daquelas eventualmente já destinadas. nas esferas de suas competências. na hipótese de não atendimento. no caso da deverão ser dotadas de obras que garantam sua estabilidade. sem prejuízo da multa cabível. Parágrafo único. as seguintes: levantamento topográfico. obras e serviços destinados à regularização do parcelamento e municipal competente. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. com tratamento adequado. exigir do parcelador as garantias previstas pela legislação dos parcelamentos do solo irregulares. poderá estabelecer. solução do domínio da área parcelada. a seu critério. que atendam função de cabíveis. Detectada a implantação de parcelamento do solo II – na hipótese de áreas com dimensão inferior a 20. sob responsabilidade exclusiva do parcelador. para garantir os padrões de ter larguras mínimas definidas no laudo técnico de que tratam os artigos desenvolvimento urbano e propiciar a defesa dos direitos dos 62 e 63 desta Lei Complementar. quando Art. fica dispensado do pagamento do Art. pelo parcelador. § 2º Ocorrendo disponibilidade na gleba parcelada. somente será requerido o registro. IV – a trafegabilidade das vias. 68. para interromper a 7m (sete metros). dentre outras. deverá o parcelador exigibilidade e cobrança. no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) para sistema viário. num raio de até 1 km (um quilômetro). visando assegurar a especificamente as situações de interesse social. IV – expedição de notificação de Irregularidade. poderá requerer a averbação ou registro. destinando-a a § 1º Consideram-se como despesas a serem ressarcidas área verde. Art. poderão as áreas II – caracterização urbanística inicial do parcelamento. O parcelador sujeitar-se-á à aplicação das I – a estabilidade dos lotes. Expedida a Notificação de Irregularidade e dimensionamento. admitindo-se uma variação de 10% (dez por Art. pelo parcelador. das áreas penalidades cabíveis. artigo. no caso de reconstituição de área técnico referido nos artigos 62 e 63 desta Lei Complementar. exigirá do degradada e de seu retorno à condição de gleba. solo irregularmente implantado. públicas no percentual previsto no inciso I deste artigo. IV – todos os lotes deverão ter acesso por vias e seu d) danos ambientais. O órgão municipal competente poderá. paralelamente o registro. O órgão municipal competente poderá oficiar a cento) no seu dimensionamento. dimensionamento deverá. Manaus. promover a desocupação e a reurbanização da área. parcelamento. após a esgotamento sanitário nos termos de lei específica. 67. poderão ser dispensadas da apresentação de garantias. deverão ser adotadas. a título de custos gerenciais. preferencialmente. X – na regularização de ofício e não tendo sido destinadas executar as obras e serviços necessários à regularização do áreas públicas no percentual mínimo estabelecido no inciso I deste parcelamento. § 1º Caso as obras previstas no inciso IX deste artigo eventuais acréscimos legais e demais despesas advindas de sua deste artigo não garantam a estabilidade dos lotes. traçado do plano urbanístico implantado. objeto do projeto de regularização do CAPÍTULO XI parcelamento do solo. fora mediante o levantamento dos seguintes elementos: dos limites do parcelamento. dirigida ao VI – as vias de circulação de pedestres poderão ter largura parcelador. o órgão municipal competente. desde que não ocorram modificações no VII – o esgotamento das águas servidas. 74. de acordo com a percentual de 100% (cem por cento). admitindo-se a variação de 10% (dez por cento) no seu Art. 69.

§ 2º Na hipótese da regularização do parcelamento.214. Art. Art. 76. em conformidade com o artigo 82 desta Lei Complementar. n. 16 de janeiro de 2014. e o Decreto n. Art. 5. independentemente da conclusão da análise da titulação fundiária. competente do órgão municipal competente. 80. oficial do Município. todos os projetos de loteamento que Auto de Regularização pelo órgão municipal competente dar-se-á tenham processos formalizados junto ao órgão municipal competente. especialmente as Art. inclusive por via judicial. ou após a definição. Complementar. municipal competente. n. data da sua publicação. no que couber. caracterizando-se o início das data da notificação ou da publicação da decisão no órgão de imprensa obras como prescrito na legislação em vigor. junto ao órgão competente. 68 desta Lei Complementar o órgão municipal competente cobrará as áreas faltantes. n. Nos processos de aprovação de parcelamento. deverão ser considerados os pareceres técnicos da interesse ambiental. 84. contado a partir da data de parcelador como nos casos de regularização de ofício. O parcelador deverá atender. do parcelamento a regularizar. 86. março de 1975. nos respeitar. 665. praças e acordo com a nova classificação. com suas posteriores alterações. convênio ou acordo que vise à simplificação ou agilização dos procedimentos necessários à regularização dos parcelamentos. espaços livres já implantados. com acesso público independente. as Leis n.792. Esta Lei Complementar entra em vigor na data de § 1º Na regularização de ofício. à Territorial Urbano . nos casos em que a lei assim o exigir. futuros desdobros de lote ou usos não compatíveis com a região. Art.208. quinta-feira. § 1º A autorização de desdobro do lançamento. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. de 5 de § 2º Na hipótese do disposto no § 1º e não tendo sido junho de 1987. 93. Art. 90. projetos de parcelamento do solo urbano não aprovados. 2002.IPTU deverá ser autorizado após a expedição do exceção dos lotes que estiverem gravados como garantia do Auto de Regularização. Somente será admitida a execução de edificações Complementar. 89. Manaus. Art. 85. A aplicação das penalidades só será CAPÍTULO XII suspensa se o parcelador estiver atendendo às exigências técnicas DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS decorrentes do processo de regularização do parcelamento. desde que assegurada a funcionalidade proposta critérios do órgão fazendário municipal. desde que a construção da edificação e o "Habite-se" fiquem requerendo. O órgão municipal competente regularizará. poderá o Executivo restringir. revogadas em especial. aprovados sem licença e os parcelamentos licenciados protocolados anteriormente à Art. originado de parcelamento regular. Os remembramentos destinados à edificação do Art. Tanto nas regularizações realizadas pelo prazo máximo de 1 (um) ano. II – Quadro de Classificação Das Vias. não interfere com a cobrança de eventuais regularização de construções em áreas destinadas ao uso público pelo exigências técnicas ou de serviços a serem executados pelo parcelador. destinadas áreas fora do parcelamento. O prazo para interposição de defesa ou de Parágrafo único. Art. de lançado as importâncias relativas às áreas destinadas a ruas. 1. 1. a emissão do regulamentação deste artigo. Art. obrigações determinadas nesta Lei Complementar. o licenciamento ou a adaptação condicionados à aprovação da execução do parcelamento. Terão prosseguimento. pelo órgão municipal competente. concomitantemente. 1. nos termos do inciso III do artigo Manaus. As instâncias administrativas para apreciação ou data de publicação desta Lei Complementar e que não se enquadrem decisão de processos de regularização são as definidas pela Lei em suas disposições poderão ser decididos de acordo com a legislação Orgânica do Município de Manaus. Será admitida a análise prévia para projetos de os requisitos previstos na legislação estadual para as áreas de proteção edificação em lotes constantes de projetos aprovados de parcelamento. nos termos da Lei Ambiental Art. exclusivamente de acordo com os critérios urbanísticos fixados em lei. 95. quando for o caso. decisão dirigente do órgão municipal competente. a falta de reserva de áreas sua publicação. 92. de 25 de públicas. os parâmetros urbanísticos e as demais termos de lei específica. Será admitida a execução concomitante das obras Art. 87. eventual débito do Imposto Predial e Territorial Urbano . independentemente da época da sua "Habite-se" das edificações à aprovação do parcelamento pelo órgão implantação. 83. Art. 79.IPTU e taxas será admitida a reclassificação de vias existentes. 82. de 23 de julho de no inciso III do mesmo dispositivo legal. anterior. Localizando-se o parcelamento em área de forem concluídos. a critério do órgão incidentes sobre a gleba ou área maior poderão ser pagos. Os expedientes administrativos referentes aos do Município. 78. nos termos desta Lei Complementar. de 15 de setembro de 1975. 91. descontando-se do montante para a via e atendidas as condições de pavimentação da pista. sem prejuízo do prosseguimento da regularização e posterior registro. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 44 . pelo órgão técnico parcelamento no projeto aprovado. nos termos do inciso I do artigo 68 desta Lei Complementar. 77. 81. conforme municipal competente. n. As áreas mínimas de lote e vias do mesmas adotadas para o desmembramento no artigo 28 desta Lei empreendimento deverão atender ao prescrito nesta Lei Complementar. de proteção ambiental e ao patrimônio histórico. da planta urbanística do § 1º A situação prevista no caput deste artigo condiciona o parcelamento já executado. é de 20 (vinte) dias corridos. de 2 de maio não obsta a emissão do Auto de Regularização. 94. As disposições desta Lei Complementar são complementadas pelos seguintes Anexos: I – Quadro de Parâmetros para Loteamento.213.222. de 2 de maio de 1975. sem prejuízo do previsto de 1975. 1. de que § 2º Não poderão ser aprovados projetos de edificação ou trata o caput deste artigo. Art. Enquanto os planos referidos nos instrumentos complementares do Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus não Art. O desdobro do lançamento do lmposto Predial e de urbanização de loteamento e de edificação nos lotes projetados. das decisões proferidas nos processos de regularização de que da execução das obras previstas no projeto é de 1 (um) ano. O prazo máximo admitido para o início recurso. nos termos desta Lei Art. Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a celebrar com o Estado do Amazonas qualquer ato. atendidos os requisitos previstos na legislação Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano – CTPCU e de estadual. os processos em tramitação que tratem da regularização e condomínios de unidades autônomas em lotes com frente para uma de parcelamentos do solo irregularmente implantados. no Art. Deverá ser cobrada a taxa de regularização do solo urbano que originarem loteamentos ou desmembramentos deverão parcelamento do solo irregular. a contar da trata esta Lei Complementar. autuados até a via pública devidamente reconhecida pelo órgão municipal competente. Art. Art. projeto aprovado de parcelamento. contados da data de expedição da respectiva licença. aos mananciais. 88.

00 25.00 25.00 E.00(***) 30. A.00(***) 8.00 250. A. A. C.00 250.00 300.000.000.00 E. podendo ser instaladas sempre que posível.00 160. A. C.00 E.000.00 E. L (*) 5% 15% 25% A 50% Planalto 25.00 160.00 250.000.00 160. A.000.000.00 25.00(***) 25. A.00 300. L (*) 10% 15% 25% A 50% Educandos 25.00 250. C.000.000. L (*) 5% 18% 25% A 50% Col.000. C.00 E.00 8. 6 .00 250.00 30.00 250.00 8. C. C.00 5.00 25.00 E. C. A.00 30.00 E. L (*) 10% 15% 25% A 50% Jorge Teixeira 25.00 25.000.00 E. A.00 8.00 E.000.00 8. A.000.00 250. C.00 160.00 8. C.00 160. Manaus.000.00 8. C.00 E. C.00 E. A.00 8.00 250.000.00 160.00 E.00 30.00 250. L (*) 10% 18% 25% A 50% Tarumã 30.00 160. L (*) 10% 15% 25% A 50% 9 São José Operário 25. C.00 E.00 8.00 8.00 8.000.00 250.000. L (*) 5% 15% 25% A 50% São Lazaro 25. C.00 160. A.00 160.00 (***) 300.00 8.00 300.000. C. A.000.00 E.00 E.00 8. C. C.00 300.00 30. C. L (*) 5% 15% 25% A 50% Santo Agostinho 25. L (*) 5% 15% 25% A 50% 15 Ponta Negra 30. C.00 25.00 8. A.000.00(***) 600. C.00 30. C.00 300. A.000.000.000.000. A.00 E.00 8.000. A.00 50.000.QUADRO DE PARÂMETROS PARA LOTEAMENTOS DIMENSÕES DE LOTES E QUADRAS ÁREAS PÚBLICAS ÁREA QUADRAS LOTE CIRCULAÇÃO (1) SETORES URBANA E ÁREA DE BAIRROS Tipos das vias e Limite das Comprim.00 30.00 250. A.00 160.00(***) 250.00 8.00 25.000. L (*) 5% 18% 25% A 50% Aleixo 30.000. 16 de janeiro de 2014 LEI PARCELAMENTO DO SOLO URBANO ANEXO I . A. L (*) 10% 15% 25% A 50% 10 Cidade Nova 25.000. A.00 160.00 8. C.00 30. C.000. L (*) 10% 15% 25% A 50% 18 Lago azul 30.00 160.000. A.00 E. L (*) 10% 15% 25% A 50% Colônia Terra Nova 30.000.000.00 160. C.00 E.00 160.000.00 8.00 30. A.00 8.000. OBS: AS DIRETRIZES DESCRITAS ACIMA.00 E.000.00(***) 30. L (*) 5% 15% 25% A 50% São Geraldo 25.000.000.000.000.00 25.00 30. C. C. A.00 25.000.00 250.00 250.00 8.00 160.000.00 E.00 160. C.00 8.00 8. C.00 160.000.00 E.00 160. A.00 25. PODERÃO SOFRER ALTERAÇÕES DE ACORDO COM OS PLANOS.000.000.000.EMENDA Distrito Industrial I (***) 30.000.00 25. A.000.00 8.00 300.00 160. C.00 25.00 E.00 E.00 8.00 250.000.00 250.00 E. C.000.000. A.000.00 30. L (*) 10% 15% 25% A 50% Crespo 25.00 20.000. A.000.00 E.00 8.00 160.00 250.00 250. C. C.00 8. A.00 8.00 300.000. C.000. L (*) 10% 15% 25% A 50% Cachoeirinha 30.00 8. C.00 160.00 250. L (*) 5% 18% 25% A 50% São Francisco 30.00 8.000. L (*) 10% 15% 25% A 50% 17 Monte das Oliveiras 30.00 160.000. C.00 E.00 25.00 E. C.00 E.00 160.00 250.000.000.00 30.00 250.00 25. L (*) 5% 18% 25% A 50% Ligação entre Unidades de Conservação.00 8.00 8. L (*) 10% 15% 25% A 50% 7 Colônia Antônio Aleixo 25. L (*) 5% 15% 25% A 50% Betânia 25.00 300. L (*) 5% 18% 25% A 50% 3 Praça 14 de Janeiro 30.000.00 8.000.00 E.00 250.00 E.000.00 30.00 250.000. L (*) 10% 15% 25% A 50% ZEU PRAIA DA LUA 30.000.00 250.00 8.00 160.00 8.000. L (*) 5% 15% 25% A 50% Dom Pedro I 25.00 160. A.00 25.00 E.00 E. A. L (*) 10% 15% 25% A 50% 4 Morro da Liberdade 25.000.00 250.00 250.000.00 300.00 25.00 E. quinta-feira.00 250. L (*) 5% 15% 25% A 50% Alvorada 25.000. L (*) 5% 18% 25% A 50% 002 Distrito Industrial II 30.000.00 8. L (*) 5% 18% 25% A 50% Coroado 30.000.00 160.000. PROGRAMAS OU LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS QUANDO IMPLEMENTADAS.00 250.00 25. C. C.00 E.000. C.00 8. L (*) 5% 18% 25% A 50% Japiim 30.00 250. C.000.00 160.00 250.00 160. A. L (*) 10% 15% 25% A 50% Tancredo Neves 25.000.000. L (*) 5% 15% 25% A 50% N.00 8.00 160.00 E.00 250.00 8.00 8. L (*) 10% 18% 25% A 50% (*) VER QUADRO DE CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS . A. Testada ÁREA EQUIP.000. A. L (*) 5% 15% 25% A 50% Santo Antônio 25. C.00 25.00 25.00 250. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 45 .00 8.00 E. EXPANSÃO Área Máxima da Área Máxima Área Mínima dimensionament Áreas de Uso Máximo de Mínima do Ciclovias (3) VERDE (**) COMUNITÁRIO Público URBANA quadra (m²) do Lote (m²) do Lote (m²) o adequados ao Quadra (m) lote (m) projeto (1) 1 Centro 25.00 250.00 1.00 160. C. C. L (*) 10% 15% 25% A 50% Armando Mendes 25. A.00 E. L (*) 5% 15% 25% A 50% 2 Presidente Vargas 25.00 25. A.00 25. L (*) 5% 18% 25% A 50% 11 Parque Dez de Novembro 30.000. C. C.00 8.00 160.000.00 30.00 250.000.00 300.00 300. A.00 160.000. L (*) 10% 15% 25% A 50% Novo Israel 30.00 25.000.000.00 250.00 E.000. L (*) 10% 15% 25% A 50% 8 Puraquequara 25.000. L (*) 10% 18% 25% A 50% Vila Buriti 25. A.00 25.00 8.00 E. L (*) 5% 15% 25% A 50% 14 Redenção 25.00 30.000.00 8.000. A.00 250.000.00 8. C.00 25.000.00 E.000.Sra.00 E.000.00 30. C.00 250. L (*) 5% 15% 25% A 50% Raiz 30.000.00 25. C.00 160. L (*) 5% 15% 25% A 50% Compensa 25. C.00 8.00 E.000. L (*) 5% 15% 25% A 50% Nova Esperança 25.00 160. L (*) 10% 15% 25% A 50% Mauazinho 25.00 250.00 160.000.00 160.00 8.000.00 250.000.000. C. L (*) 10% 15% 25% A 50% Nova Cidade 25.000.00 250.00 300.000. L (*) 10% 18% 25% A 50% 16 Tarumã. A.000.00 30.00 300.00 30.000. C.000.00 E.00 25.00 250. A.000.00 160.00 8. A. L (*) 5% 15% 25% A 50% Vila da Prata 25.00 160.00 300.00 250.00 250.00 8.00 300. L (*) 5% 15% 25% A 50% 13 São Jorge 25.000. A.00 25.00 250. L (*) 5% 15% 25% A 50% Santa Luzia 25.00 E.00 25.00 8. A.00 250.00 E.00 25. A.000.00 160.00 E.00 250.00 E.000.00 E. A.00 250. A.000.00 250. L (*) 10% 15% 25% A 50% Zumbi dos Palmares 25.00 160.000. C. A.00 25. A.000.00 25. L (*) 5% 15% 25% A 50% Lírio do Vale 25.000.00 E.00 E.00 160.000.00 160. L (*) 5% 15% 25% A 50% São Raimundo 25.000.00 8.00 E. Oliveira Machado 25. A.00 E. C. L (*) Graças 5% 18% 25% A 50% Chapada 25. A.00 250.00 E.000.000.000.00 300.00 8.00 8.00 300. L (*) 10% 15% 25% A 50% Flores 30. C. L (*) 5% 18% 25% A 50% 12 Nossa Senhora das 30.000.000.00 25. C. C.00 160.00 250.00(***) 300. L (*) 10% 15% 25% A 50% Santa Etelvina 30. A.000.000. C.00 E.00 8.000.00 250. A.00 250.00 600.00 25.00 E.000. L (*) 10% 18% 25% A 50% Colônia Santo Antônio 30.00 E.00 30.000.00 30.ANEXO II DESTA LEI (**) INDICES QUE PODERÃO CONTAR TAMBÉM COMO TAXA DE PERMEABILIDADE DO LOTE. C.00 300.00 25.00 250.00 30.00 30.00 25. L (*) 10% 18% 25% A 50% EXPANSÃO ZONA DE URBANA ZEU TARUMÃ AÇÚ 30.00 250.00 300. L (*) 10% 15% 25% A 50% ZONA URBANA Gilberto Mestrinho 25.00 30.000.000.00 E.00 E. A.00 8. C. L (*) 5% 18% 25% A 50% Adrianopólis 30. (***) SEM LIMITAÇÃO PARA LOTES DE USO INDUSTRIAL.00 30. A.00 E. L (*) 10% 15% 25% A 50% Cidade de Deus 25. C. C.00 300. A.00 8.00 8.00 160.00 25. A.açú 30.00 250.00 20. A.00 30.000.000.00 250.00 E.00 160. C.00 160.00 25. L (*) 5% 15% 25% A 50% Glória 25.000.00 250.00 E.000. A. L (*) 10% 18% 25% A 50% ZEU DUCKE 30.00 25. A. C. C. A. Aparecida 25. A.00 25.00 250. L (*) 10% 15% 25% A 50% Novo Aleixo 25. A.00 8. A. A.00 25.00 250.00 E. L (*) 5% 15% 25% A 50% Da Paz 25.000. C.000.00 E.00 8.00 8.00 E. L (*) 5% 18% 25% A 50% 5 Petropólis 30. A.00 8.000.000. C.000.000.00 8. A.00 300.00 E.00 E. C.00 8. A.000.

00 2 x 3. DE 16 DE JANEIRO DE 2014 respectivos instrumentos. . sem prejuízo de outros instrumentos e normas relacionados à polícia Art.L TIPO VEÍCULO . . .50 . no Código de Trânsito Brasileiro.60 2 x 3.60 26.QUADRO DE CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS VIAS (m) ESTRUTURAL .60 1. III – Cadastros de Contribuintes de ISS. nos limites de suas atribuições. .60 4 x 3. TÍTULO I Parágrafo único. 4º As pessoas físicas ou jurídicas. Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus e a legislação que o VIII – Demais sistemas de informação e processos complementa. 5º O Sistema de Fiscalização de Posturas Municipais administrativa de competência do Município. na Convenção dos Direitos das Pessoas com Parágrafo único.LC PEDESTRE . Fiscalização comercialização e exposição de produtos.A COLETORAS . parcelamento. . dentre os quais o licenciamento e autorização de atividades.00 2 x 2.60 4 x 3. 2 x 1. 3º Compete aos Poderes Municipais. .20 2 x 3.00 2 x 2. . FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu Art. Constituição Federal. através do Poder Executivo Municipal.00 2 x 1. no Estatuto da Cidade e nos Estatutos da Criança e do I – Normas integrantes do conjunto de posturas municipais. blocos de concreto ou placas de concreto Asfalto ou cloco de concreto Betuminoso a frio Secretaria Municipal de Obras (8) O PASSEIO Regulamentação específica MEIO FIO Em concreto.20 . o Plano VII – Cadastro Municipal de Publicidade.20 1 x 3. em benefício da coletividade. Município de Manaus e dá outras Parágrafo único.Vias internas de acesso aos lotes estruturação do território Urbana Expansão Urbana de expansão Urbana Municipal DIMENSÕES DOS 32. a fim de assegurar o cumprimento das exercício regular do poder de polícia administrativa e dos seus disposições deste Código ou para resguardar o interesse público. que O PREFEITO DE MANAUS. Art. Vigilância e Inspeção Sanitária. da Lei Orgânica do Município de necessários ao seu cumprimento. pedestres e bicicletas para garantir a FUNÇÃO Ligação interurbana Rodovias capacidade fluxo capacidade fluxo de integração com a malha melhoria da acessibilidade de veículos veículos urbana existente Integração e Ligação local com Ligação local Integração e Ligação local Ligação local Transporte de carga e Transporte coletivo Transporte coletivo articulação Local com prioridade de de acesso à Transporte coletivo e articulação prioridade de com acesso coletivo e escoamento da urbano e circulação urbano e circulação entre as vias maior fluxo ligação entre as garagem e de carga pesada entre as vias transporte restrito à produção de cargas pesadas de cargas pesadas locais de veículos Unidades de pequeno fluxo arteriais individual pedestre UTILIZAÇÃO / LOCALIZAÇÃO arteriais Conservação de veículos Ligação entre as Áreas fora do Área Urbana e Macroáreas de Área de Expansão Área Urbana e Área de perímetro urbano e Área de Expansão Área Urbana .00 LOGRADOUROS 1. interpretadas e aplicadas. . Procuradoria e logradouros públicos. conduta e convivência em Ambiental. . da Juventude e do Idoso. os códigos Sanitário. 100. sujeitas aos preceitos e regras que constituem este Código. A inobservância deste artigo constitui DISPOSIÇÕES PRELIMINARES fator agravante na aplicação de penalidades. padrão Secretaria Municipal de Obras . 2 x 2. - COMPRIMENTO MÁXIMO . Ambiental e de Obras e Edificações.40 12. 2 x 1. Manaus. SERVIDÃO - RODOVIA . - Canteiro Central 3.00 DISTÂNCIA MÁXIMA ENTRE LIGAÇÕES DE TRANSPORTE 400. II – Cadastro Técnico Municipal do imóvel. CAPÍTULO I § 1º Integram o conjunto de posturas municipais. Adolescente.80 10.60 . são obrigadas a colaborar com o desempenho da fiscalização municipal. no que couber. - COLETIVO LEI COMPLEMENTAR Nº 005.L2 CICLOVIA . Fiscalização de Posturas Municipais serão desenvolvidas com base nos no Código do Consumidor.25 unidirecional Faixas de tráfego 6 x 3. em combinação com o que V – Plano Diretor e Ambiental de Manaus. serão observados os valores consagrados na Fiscalização Tributária. .C LOCAL . IV. uso e ocupação do solo. no uso das atribuições que assegurem à população o conhecimento da lei e dos procedimentos lhe são conferidas pelo art. Fiscalização de Obras.00 1. em especial no tocante ao zoneamento. momento.40 3. vistorias e programas permanentes de verificações de DISPÕE sobre o Código de Posturas do campo.00 2 x 3.20 2 x 3.LP L1 LS Estruturação Estruturação Urbana Distribuição entre vias Ligação entre as Urbana com maior com maior locais e arteriais de Distribuição de fluxos locais de veículos. . .40 21. sem prejuízo de outros setores. ações e instrumentos de educação ambiental e valorização da cidadania. 9.50 - Concreto PAVIMENTAÇà ABNT e normas especificas do DNIT Regulamentação especifica da PISTA Asfalto. As ações de polícia administrativa de providências. além DAS DISPOSIÇÕES GERAIS deste Código. sempre que julgado conveniente por órgão competente do zelar pela observância das normas dispostas neste Código. será integrado. por meio dos estabelecimentos e logradouros poderão ser realizadas a qualquer seus agentes políticos e administrativos. .50 bidirecional Acostamento . no Código Civil. diplomas federais mencionados nos §§ 1º e 2º do artigo 1º.60 4 x 3. 6º As visitas para fins de fiscalização aos Art.ER ESTRADA VICINAL . Fiscalização de Trânsito.20 1 x 1. Guarda Municipal. . Art.40 18.EV A1 A2 C1 C2 VEÍCULO . . 80.00 400. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 46 .00 2. relacionados às posturas municipais. estabelecem os demais instrumentos de posturas municipais e dos VI – Lei de Uso e Ocupação do Solo.20 . de direito público ou sanciono a seguinte privado. 1º Esta Lei dispõe sobre o Código de Posturas do Município de Manaus estabelecendo normas gerais de polícia TÍTULO II administrativa destinadas a condicionar e restringir o uso de bens e o DA FISCALIZAÇÃO DE POSTURAS exercício de atividades e direitos individuais. - Passeio 2 x 4. . 16 de janeiro de 2014 LEI PARCELAMENTO DO SOLO URBANO ANEXO II .00 100. 2º As medidas previstas neste Código devem ser IV – Cadastro de Logradouros Públicos. Manaus. pelos serviços de § 2º Nas situações relacionadas à vizinhança. que trata este Código serão complementadas por programas. As atividades do Sistema de Deficiência da Organização das Nações Unidas (ONU). LEI: fornecendo as informações que se fizerem necessárias e facilitando o acesso aos locais e equipamentos objetos de vistoria. no Código seguintes instrumentos: Penal. quinta-feira. inc.00 .E ARTERIAL .00 . Art.00 400.

deverão ser expostas em local de fácil ou autorização. para os casos dos condomínios de unidades autônomas aprovação em Art. conforme o caso e as disposições deste Código. sua § 5º A licença ou autorização terá caráter provisório e interdição será imediata. e) Registro de imóveis. condomínios de unidades autônomas e edificações residenciais multifamiliares. por meio da legislação § 3º em qualquer hipótese. em razão § 5º A concessão da licença poderá ser condicionada à do interesse público. Art. para efeitos de § 1º Quando o uso do estabelecimento em situação fiscalização. Código e intima o infrator à sua eliminação ou correção. não implica dispensa da Licença. higiene. em qualquer a) Declaração. para os casos dos condomínios de unidades autônomas aprovação em Assembleia para o uso em questão. em imóveis localizados em loteamentos aprovados. Prefeitura. industrial. Art. saúde. vilas. § 2º O órgão licenciador elaborará relatório contendo os pelo prazo nela estipulado e leis complementares. 7º Qualquer atividade ou estabelecimento comercial. 9º O funcionamento de qualquer estabelecimento § 3º As licenças serão concedidas por meio de alvarás e. comprovação de posse do imóvel. § 1º O Poder Executivo Municipal. na forma artigo. no caso de pessoa jurídica. Assembleia para o uso em questão. direitos individuais e coletivos. cabendo a visibilidade e exibidas à autoridade fiscal sempre que esta as solicitar. no ato c) Licença do órgão de vigilância sanitária municipal. serviços e atividades. I – será entregue ao infrator. nos termos desta Lei. propriedade. para que o interessado tome imediato dos vizinhos localizados num raio de 150m (cento e cinquenta metros) conhecimento da ocorrência. dentro de prazo contrato de locação ou autorização de uso. além dos documentos constantes do inciso I deste notificação preliminar ou lavrar o competente Auto de Infração. tipo 1 e 2. II – para as atividades tipo 3: § 1º A notificação. estabelecimentos. no poder de polícia do Município. notificação preliminar: c) Contrato Social. de qualquer § 2º As taxas de licenças e autorizações se fundamentam natureza. quando exigida quando será lavrado o Auto de Infração. comercial. b) Certidão de Licenciamento Ambiental. histórico. independentemente de pela legislação aplicável. Manaus. fixará taxas de licença e de autorização para instalação de devidamente registrado na Prefeitura de Manaus. fiscalização comunica alguma irregularidade verificada em relação a este d) Registro de imóveis. quando aplicável. necessitarão da anuência de mais de 50% (cinquenta por cento) prevista neste Código. b) Contrato Social. 10. ou. comunidade. explicitando que atende a todas as exigências e regras legais pertinentes à sua atividade. e) CNPJ. certidão de autorização ou permissão ou concessão e. de forma a garantir as exigências legais. para a atividade em questão. Caso seja observada qualquer § 1º Nos loteamentos aprovados. empresa ou seu representante legal. através do Cadastro estabelecimentos e exercício de atividades. Urbano . deverá ser industriais e prestadores de serviço e à legislação a que estão apresentada a respectiva certidão de uso do solo. condomínios de irregularidade. será necessária a fiscal rotineira daquele órgão. vilas. I – situações em que se constate perigo iminente para a d) CNPJ. costumes. com emissão de aviso de d) Contrato Social. sem prejuízo das fiscalizações Da Notificação cabíveis. III – para as atividades tipo 4 e 5: III – irregularidade no funcionamento. sendo válida. conforme o caso. quando do Termo constarem elementos suficientes para a contrato de locação ou autorização de uso. sempre que possível. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 47 . § 4º A isenção ou imunidade tributária. § 2º Aplicam-se ainda à notificação as seguintes regras: b) Certidão de Licenciamento Ambiental. II – atividades de risco ao meio ambiente e ao patrimônio contrato de locação ou autorização de uso. necessitarão: Seção I I – da anuência de mais de 50% (cinquenta por cento) dos Das Licenças e Autorizações vizinhos localizados num raio de 150 m (cento e cinquenta metros) ou. no caso de pessoa jurídica. deverá a) Deverá ser apresentada Certidão de Uso do Solo para a preceder à lavratura de autos de infração. CAPÍTULO II § 2º As Atividades Tipo 3. proceder a Atividades Tipo 1 e 2. quinta-feira. do exercício do poder de polícia. apresentação dos seguintes documentos: § 3º O Corpo de Bombeiros terá acesso a todas as I – para as atividades tipo 1 e 2: informações relativas ao licenciamento das atividades. da prática de ato ou sua abstenção concernentes a execução de reformas ou instalações. a) Habite-se ou Certidão de Habitabilidade correspondente IV – demais situações previstas em lei. legislação urbanística § 6º Na hipótese de alteração de atividades já licenciadas aplicável à localização e funcionamento de estabelecimentos comerciais. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. exibidas à autoridade fiscal sempre que esta as solicitar. deverão ser expostas em local de fácil visibilidade e irregular depender de parecer técnico dos órgãos de controle ambiental. desde que solo. quando se fará mediante remessa postal. de forma fixa ou provisória. inclusive uso do Seção II solo e vagas de estacionamento. no caput deste artigo. o representante do órgão ou entidade fiscalizador deverá unidades autônomas e edificações residenciais multifamiliares. industrial ou prestador de serviços.CMDU.CTPCU. em cumprimento no disposto Técnico Municipal de imóvel. vigilância sanitária ou quando implicar em risco para a população. nulidade. 8º Para iniciar o procedimento de expedição do do Estado do Amazonas para serem incluídos no planejamento de ação primeiro alvará de funcionamento de atividades. comprovação de posse do imóvel. que serão determinadas pela segurança. de prestação de serviços ou similar poderá instalar-se ou ser II – de prévia e expressa aprovação de alteração de uso do exercida no Município de Manaus. salvo em situações excepcionais. sempre com intuito educativo. o qual será encaminhado eletronicamente ao Corpo de Bombeiros Art. II – as omissões ou incorreções não acarretarão sua f) Registro de imóveis. ordem e tranquilidade públicas. multas e interdições de atividade requerida. consiste em infração grave a este Código. fiscalização ao órgão licenciador das atividades econômicas do § 4º As autorizações serão concedidas por meio de Município. do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano . recebimento. para emissão da Certidão de DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Uso do Solo. exceto para os seguintes casos. submetidas qualquer pessoa física ou jurídica responsável pelas atividades licenciadas. tenha recebido do Poder Executivo Municipal a devida Licença de baseada em parecer da Comissão Técnica de Planejamento e Controle localização e funcionamento ou autorização. no caso de pessoa jurídica. sob as penas da Lei. para atividades igual ou superior a tipo 3. o imóvel deverá estar tributária. compreendendo o controle. comprovação de posse do imóvel. firmada pelo titular da momento. alvarás de localização e funcionamento emitidos para as atividades tipo 4 e 5. determinado. identificação da infração e do infrator. por meio de sistema mantido pelo Município de Manaus. as determinar as providências cabíveis e. sem a necessária Licença para efeitos de fiscalização. precário. A notificação é o instrumento descritivo no qual a c) CNPJ.

ou a menção da constitui infração. nos incisos anteriores. Art. V – a assinatura do agente autuante e a indicação do seu IV – se o saldo não for solicitado no prazo de 15 (quinze) cargo ou função. estas dispositivo legal infringido e do que lhe comine a penalidade. IV – assinatura do próprio infrator ou dos seus III – por publicação no Diário Oficial do Município. dias úteis. nos termos deste Código. em agente fiscal competente. leis. circunstância de que o mesmo não pôde ou se recusou a assinar. quando improfícuos os meios previstos circunstância de que o mesmo não pôde ou se recusou a assinar. nem a sua falta ou recusa em nulidade do Auto ou perecível. emitida circunstância. autoriza a Prefeitura. ramo infração: de atividade. reconhecidas de utilidade pública. acompanhada de prova material ou indicação de testemunha. mediante entrega de autorização se houver. procedimentos e prazo para circunstância de que o mesmo não pôde ou se recusa a assinar. mediante requerimento devidamente instruído e processado. Qualquer cidadão pode representar perante o Disposições Gerais órgão ou autoridade competente contra toda ação ou omissão contrária à disposição deste Código ou de outras leis e regulamentos do Art. Parágrafo único. preceito legal infringido. a) perigo iminente ou infrações flagrantes que coloquem V – decorrido o prazo estabelecido sem que o infrator em risco a integridade física de pessoas e bens. 16. II – a importância apurada será aplicada para cobrir as IV – a capitulação do fato. II – por via postal registrada. mandar. ramo público pela Prefeitura. A notificação deve conter as seguintes informações: Art. lavrar-se-á o respectivo Auto de por parte do Poder Público. 18. o nome. datada no original. defesa. O Auto de Infração será lavrado. com aviso de recebimento a ser datado. nos termos deste Código. transporte. mercadoria. Infração. seu representante. contra assinatura-recibo. A inobservância deste Código. endereço do seu autor. Art. omissão de pessoa física ou jurídica. na sua representantes. pelo agente fiscalizador. Art. correção da irregularidade. clareza. CNPJ/CPF. no ato da lavratura. I – apreensão de equipamentos ou instalações. depósito e manutenção. firmado e cargo ou função. mencionará. 20. conforme letra legível. dos fatos. Manaus. acompanhada de cópia do III – assinatura do agente fiscalizador e a indicação do seu Auto de Infração. decretos e regulamentos do Município relacionados Da Apreensão de Bens a posturas. mandatário ou II – motivo da notificação. os encarregados da fiscalização do Parágrafo único. o agente fiscalizador fará registro dessa I – o descumprimento de notificação preliminar. e deverá conter as seguintes informações: Art. número e a data do alvará de Licença ou I – o leilão público será realizado em dia e hora designados autorização se houver. dentro do prazo de 20 (vinte) dias corridos. com a deixarem de autuar o infrator. 30 (trinta) dias úteis. oito) horas depois da publicação. Auto de Infração é o instrumento descritivo no qual a fiscalização aplica a sanção cabível a qualquer violação deste e de Seção II outros Códigos. ou a menção da Urbano. com a citação expressa do despesas de apreensão. Do Auto de Infração § 2º A aplicação de uma das sanções previstas não prejudica a de outra. infração e. endereço e CEP. o objeto da apreensão será vendido em leilão II – identificação do intimado: nome e/ou razão social. com precisão e transporte e depósito. a partir da data da realização do leilão público. a data e a hora da lavratura. A assinatura do autuado não importa Art. feita por escrito. as circunstâncias pertinentes. 11. colhendo a assinatura de uma testemunha. 14. cuja devolução só se fará depois de pagas as multas devidas e as despesas do Poder Público com Art. número e a data do alvará de licença ou I – pessoalmente. quando for o caso. presumindo-se notificado o infrator 48 (quarenta e V – local e data da notificação. b) funcionamento clandestino de estabelecimentos. 19. praticar infrações e. mandatários ou prepostos. 13. tendo conhecimento da infração. cópia do Auto ao próprio autuado. o valor VI – a assinatura do próprio infrator autuado ou dos seus respectivo será recolhido ao Fundo Municipal de Desenvolvimento representantes. 21. endereço e CEP. a autoridade competente III – interdição ou suspensão de atividades. os elementos ou o caso: circunstâncias em razão das quais se tornou conhecida a infração. V – a penalidade cabível e intimação para apresentação de III – o saldo restante será entregue ao proprietário. cometer. será fixado pelo fiscal por período não excedente a 20 (vinte) dias II – a ocorrência de: corridos. Quando se tratar de material ou mercadoria confissão. quinta-feira. O autuado será notificado da lavratura do Auto de I – identificação do intimado: nome ou razão social. especificação precisa do que for apreendido. II – multa. constranger. através do § 1º A representação. mandatários ou prepostos. § 2º Recebida a representação. se cabível. instalações. 16 de janeiro de 2014 III – no caso de ausência do infrator ou de sua recusa em Art. 15. nem do Seção IV pagamento das custas pela apreensão. 17. Serão apreendidos e recolhidos ao depósito do órgão municipal competente qualquer material. em função de irregularidade verificada em IV – o prazo para a regularização da situação constatada relação a este Código ou outros diplomas legais. CAPÍTULO III Seção III DAS SANÇÕES Da Representação Seção I Art. com a descrição do fato que preposto. à aplicação das seguintes sanções. por edital. § 1º As sanções estabelecidas neste Código não isentam o infrator da obrigação de reparar o dano resultante da infração. 12. providenciará imediatamente as diligências para verificar a veracidade IV – cassação da licença ou autorização. No caso de não ser reclamado e retirado dentro de I – o local. com a observância das seguintes regras: de atividade. pelo agente da fiscalização do órgão municipal competente. se necessário. haverá doação imediata às instituições de caridade que sejam agravamento da infração. a critério do órgão fiscalizador. ainda. Toda apreensão deverá constar de cumprimento de normas legais que. além das despesas do edital. ou a menção da íntegra ou de forma resumida. por ação ou Município. Dará motivo à lavratura de Auto de Infração: assinar a notificação. Será considerado infrator todo aquele que por equipamento ou outros instrumentos que se apresentarem em ação ou omissão. termo lavrado por agente fiscal competente do Município. Art. ou auxiliar alguém a desacordo com as prescrições deste Código. exigindo ação imediata tenha regularizado a situação apontada. devolvido ao destinatário ou pessoa de seu domicílio. CNPJ/CPF. publicado na imprensa com antecedência mínima de 08 (oito) III – a descrição clara e precisa do fato que constitui dias úteis. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 48 .

24. As multas são sanções pecuniárias impostas aos III – à retirada do ambulante. exercidas. em prazo certo. com referência ao Auto de Infração que questiona. a autoridade julgadora seguintes situações: poderá determinar a realização. Aplicada a multa. leis e Parágrafo único. Considera-se reincidência a repetição de efetuadas. à higiene e à segurança públicas. Art. infratores das disposições legais deste ou de outros Códigos. estabelecimento licenciado ou autorizado. As multas serão expressas em moeda corrente e qual o infrator alegará. V – as diligências que o interessado pretende que sejam Parágrafo único. As coisas apreendidas em decorrência de deste Código. a realização das diligências que entender Da Interdição necessárias. órgão fiscalizador poderá requisitar o concurso de força policial. dentro do prazo de 20 (vinte) dias corridos contados da lavratura do Auto de Infração. Se for verificada a deterioração do I – quando no estabelecimento forem exercidas atividades material. Não são indenizáveis os danos III – nos demais casos legalmente previstos. se paga a multa em 10 (dez) Parágrafo único. exigibilidade da multa. em desacordo com a Licença ou Autorização concedida e contrárias às disposições Art. contados os prazos em dias corridos. acompanhado dos comprovantes de pagamento das em 30 (trinta) dias. I – a autoridade julgadora a quem é dirigida. A apresentação de recurso à decisão Obras e Edificações e. até que tenham sido executadas as providências adequadas. prejudiciais à saúde. o valor das multas aplicadas no Auto de Infração sofrerá as Patrimônio Histórico. III – exercício de atividade diferente da requerida e licenciada. quanto ao exercício ilegal e clandestino de atividades no ao seu proprietário ou responsável. 33. VI – o objetivo visado. industrial ou encarregada de julgá-lo. IV – os motivos de fato e de direito nos quais se Art. Art. imediatamente e conforme o caso: Das Multas I – à interdição do estabelecimento. instaurará a fase contraditória do procedimento. 30. corrigidas anualmente pelo índice determinado em ato do Poder juntando os documentos comprobatórios das razões apresentadas. Executivo. fixando-lhes prazo. dispositivos infringidos e nos intervalos de valores fixados na Tabela III – os dados do imóvel ou a descrição das atividades referida no caput deste artigo. de diligência para DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 49 . Art. Nas reincidências as multas serão aplicadas em fundamenta a defesa. improcedência da impugnação. até que cessem as causas da CAPÍTULO IV infração. todas as questões debatidas e pronunciando quanto à procedência ou II – reincidências. toda matéria que entender útil. de uma só vez. Por interdição do estabelecimento. Parágrafo único. 32. e indeferirá as consideradas prescindíveis. sempre que possível. Art. este será recolhido pelo serviço de limpeza urbana. com fundamento nos CPF/CNPJ. urbano significativo. não fica o infrator desobrigado § 2º A impugnação terá efeito suspensivo da sanção e do cumprimento da exigência que a tiver determinado. até a decisão da autoridade competente. II – à apreensão ou desmonte do mobiliário urbano. 28. na Art. sendo arbitradas pelo agente fiscalizador de acordo com a § 1º A petição mencionará. 23. obrigatoriamente: Tabela constante do Anexo Único deste Código. com nome. prestador de serviços poderão ser cassadas ou canceladas nas § 3º Se entender necessário. que conterá as mesmas II – 70% (setenta por cento). 22. que estiverem ameaçados em sua segurança. 26. endereço e em Unidades Fiscais do Município – UFMs. somente sendo suspensa após o 20 (vinte) dias. Parágrafo único. impraticáveis ou protelatórias. contados da Da Cassação de Licença ou Autorização notificação da decisão de primeira instância. § 2º Uma vez decorrido o prazo para a apresentação do Art. DA DEFESA E DO RECURSO § 2º Na aplicação da multa. dobro. Da interdição deverá ser lavrado termo dias. pelo agente fiscalizador competente. cumprimento das exigências que a motivaram e mediante requerimento III – 50% (cinquenta por cento). a fim de § 1º A ação ou omissão que esteja dando causa a dano dar cumprimento às ações previstas neste artigo. § 1º Os recursos serão dirigidos ao Conselho Municipal de Seção V Desenvolvimento Urbano no prazo de 20 (vinte) dias. quando a multa for paga do interessado. Parágrafo único. § 3º A autoridade administrativa determinará. Notificado o ato de cassação da licença ou autorização. estabilidade e resistência deverão ser interditados ao uso. atendendo-se às prescrições do Código de Art. I – 80% (oitenta por cento). 25. Art. conforme o caso. quinta-feira. As edificações em ruínas ou imóveis desocupados III deste artigo. A Licença de Localização ou a Autorização de recurso. seguintes reduções. infração a um mesmo dispositivo deste Código. desde que justificadas as suas razões. se o pagamento ocorrer em informações do Auto de Infração. o agente fiscalizador levará em consideração a capacidade econômica do infrator. 27. incluído o da V – funcionamento sem a respectiva licença ou autorização lavratura do Auto: para as situações previstas neste Código. resolvendo dispositivos desta Lei Complementar. o regulamentos municipais. 31. o processo será imediatamente encaminhado à autoridade funcionamento de qualquer estabelecimento comercial. Havendo renúncia à apresentação de defesa ou IV – perigo iminente ou risco para o Meio Ambiente e recurso. o agente Seção III fiscalizador procederá. dos órgãos do patrimônio administrativa de primeira instância no prazo legal suspenderá a histórico da União e do Estado. a critério da autoridade competente. A defesa far-se-á por petição. Art. multas e tributos devidos. Sendo parcialmente acolhida a defesa ou o recurso o valor da multa poderá sofre redução nos termos do inciso Art. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. Manaus. O valor das multas diárias será arbitrado II – a qualificação do interessado. Sem prejuízo das multas aplicáveis. entende-se a § 4º Preparado o processo para decisão. causados às coisas apreendidas na forma do caput deste artigo em decorrência da ação fiscalizadora. irregularidades que as tornem ilegalizáveis serão inutilizadas e II – nas ações integradas com o poder de polícia do Estado destruídas pelo órgão municipal competente sem direito a indenização e União. 29. de ofício ou a Seção IV requerimento do interessado. a autoridade suspensão de seu funcionamento nas seguintes situações: administrativa que dirige o órgão municipal competente prolatará I – descumprimento das Notificações de infração aos despacho no prazo máximo de 60 (sessenta) dias úteis. poderá ser punida com multa diária contínua. assim como expirado o prazo de sua vigência.

34. O órgão municipal competente poderá autorizar a testada do imóvel. à circulação das pessoas. nos termos Art. líquidos e objetos em ser observados. assessoria jurídica do órgão municipal competente e vistoria técnica com disponibilizando-se uma faixa livre com largura mínima de 1. conforme o caso. 36. deverão caixas. mesmo que temporário. o órgão municipal competente levará o débito passeio público e adequação à fiação subterrânea pelas concessionárias imediatamente à inscrição na dívida ativa e posteriormente à execução no prazo de 3 (três) anos. monumentos. registrada. 37. Obras e Edificações e do Código Tributário do Município. obras ou acessórios existentes nos CAPÍTULO I logradouros públicos serão coibidas mediante ação direta do órgão DISPOSIÇÕES GERAIS municipal competente que. papéis. As depredações ou destruições de pavimentação. Além das sanções cabíveis. logradouros públicos. Município. locais. TÍTULO III Art. exceto quando autorizadas pelo órgão municipal III – revogação das penalidades aplicadas indevidamente. II – as demais penalidades aplicadas por meio de auto de § 6º O órgão municipal de planejamento e fiscalização infração. ficando particulares. sempre a título gratuito. escadarias. observadas as exigências deste Código e das celebração de ajustes relativos à manutenção. portões e II – cancelamento da interdição do estabelecimento. pessoas com deficiência e deste artigo ficarão obrigados a indenizar o Poder Público Municipal das mobilidade reduzida. Art. É vedada a obstrução ou fechamento de I – devolução da multa paga indevidamente. logradouros públicos para lavagem de roupas. realização de vedado à população: obras de melhoramentos e restauro. os ajustes VI – conduzir. elementos similares. cancelas. parques. da Lei geral através de janelas. nas vias arteriais. trânsito. e de 5 (cinco) anos nas vias judicial. com aviso de recebimento a ser datado. O trânsito em condições seguras é um direito de definidos pelas normas técnicas federais. de materiais. 16 de janeiro de 2014 esclarecer questão duvidosa. nas benfeitorias ou nos acessórios neles escadarias e outros que se originem de processo legal de ocupação do existentes. julgando necessário. placa indicativa contendo o VIII – instalar qualquer equipamento ou mobiliário urbano nome da empresa. passeio público. CAPÍTULO II Art. na área ou logradouro objeto do contrato. Cabe ao proprietário realizar as obras necessárias ao calçamento e conservação do passeio correspondente à Art. logradouros públicos por meio de guaritas. É dever dos cidadãos cooperar com a Prefeitura § 1º O ajuste poderá consistir na doação. Art. § 2º Qualquer que seja a modalidade de contrato. objetos de qualquer natureza. Consideram-se logradouros públicos os espaços Parágrafo único. Orgânica do Município e Legislação Urbanística correlata. A decisão administrativa de segunda instância é para promover a acessibilidade de que trata este artigo. jardins. produzir-se-ão os seguintes efeitos. responsável pela proteção do patrimônio cultural. Parágrafo único. § 3º Qualquer que seja o objeto do contrato. estradas. travessas. praças. O autuado será notificado da decisão da primeira residenciais e órgãos públicos a utilização dos passeios públicos para instância ou do recurso: estacionamento de veículos de moradores. 35. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 50 . quinta-feira. elaborará lei específica para o Centro § 1º Mantida a autuação e não sendo pago o valor Histórico da cidade de Manaus. definirá em obstáculo. conforme o caso: § 5º É proibida a utilização do passeio público para a I – a interdição do estabelecimento até a correção da operação de carga e descarga. máquinas e normas e regulamentos administrativos quanto aos requisitos para o equipamentos. urbanística. imóveis Art. § 4º Quando o logradouro localizar-se em área de V – derivar águas servidas para logradouros públicos. veículos ou pela conservação da área durante a vigência do acordo. por parte de na conservação e limpeza dos logradouros públicos urbanos. galerias. § 2º É vedado aos estabelecimentos comerciais. devendo o proprietário do imóvel promover as II – por publicação na imprensa oficial do Município. postes. DOS LOGRADOUROS PÚBLICOS guias. solo ou localizados em Áreas de Especial Interesse Social. integralmente. portas de edificações e abertura de veículos. irrecorrível e produzirá os seguintes efeitos. no prazo de 360 dias. Os logradouros públicos deverão atender às DO TRÂNSITO normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. 41. 38. publicação. do Código de em direção a passeios públicos. os infratores destinados à circulação de pedestres. conforme o caso: Art. como também para a exposição de irregularidade constatada. bueiros. fontes ou tanques situados em autorizada ficará responsável. despesas realizadas para reparar os danos causados nos leitos dos passeios. no âmbito de suas § 1º Os passeios deverão ser livres de qualquer entrave ou competências previstas no Código de Trânsito Brasileiro. salvo em situações emergenciais previstas nas leis de recebimento de bens. em benefício do edificações. § 4º Os logradouros públicos deverão ser adaptados em ordem de prioridade. balaustradas. ruas. as disposições deste Código. qualquer tipo de produto. 42. estabelecendo a retirada de postes do correspondente. a empresa IV – utilizar chafarizes. de becos. Art. sem a devida autorização do órgão municipal competente.50 m (um parecer do órgão municipal competente. pedirá o concurso da força policial. II – atirar nos logradouros públicos resíduos. muralhas. envoltórios. preservação histórica ou quando tratar-se de bem tombado. adaptações necessárias para que o acesso ao imóvel não configure presumindo-se notificado 48 (quarenta e oito) horas depois da entrave ou obstáculo. vielas. lâmpadas. 40. passeios. que limite ou impeça o acesso. bem como solicitar o parecer da de movimento e a circulação com segurança das pessoas. veículos ou ambos. bancos. terrenos ou veículos para os logradouros públicos. § 2º Quando a decisão entender improcedente a autuação. bem como as III – executar lavagem e consertos de veículos. mobiliário ou equipamentos. metro e cinquenta centímetros). 39. sem as precauções devidas. largos. total ou parcialmente. nos moldes definidos por este Código. murais e outros logradouros públicos. VII – instalar equipamentos destinados à lavagem de § 5º O órgão municipal competente permitirá que conste. fixo ou removível. todos e dever do Poder Executivo Municipal que. firmado e devolvido § 3º É vedada a abertura de portões de edificações para o ao destinatário ou pessoa de seu domicílio. Normas Municipais de Arruamento e dos Passeios. detritos. pontas de cigarros. competente. pontes. quaisquer somente serão efetuados mediante parecer favorável do órgão público materiais que possam comprometer a limpeza dos logradouros públicos. compreendendo ruas. animais. chafarizes. Manaus. veículos ou lava-jato nos logradouros públicos de Manaus. praças. clientes e funcionários ou I – por notificação ou comunicação por via postal exposição de produtos. no todo ou em parte. a liberdade regulamento próprio as medidas necessárias para garantir esse direito. conservação ou restauro. viadutos. prestação de serviços de I – fazer varredura ou limpeza de objetos do interior de iluminação e varrição. com vistas à maior eficiência das modificações.

coleta de lixo domiciliar. de eventuais danos causados ao patrimônio público em decorrência do § 1º Na carga ou descarga de veículos. desde que atendidos os seguintes requisitos: DA HIGIENE DOS LOGRADOUROS I – sejam retráteis ou de fácil remoção. esta deverá ser feita mediante autorização do órgão municipal II – deixem livre de barreiras. pela Prefeitura.50 m (um metro e cinquenta) livre acondicionados em recipientes adequados. sendo o autorizadas. cavaletes e outros mensagens ou propriedades físicas e estéticas. III – não ocorrência de prejuízo ou dano ao calçamento. pedestres. desde que atendidas às seguintes condições: de providências para que o leito do logradouro público. trânsito. 46. evitando seu mesmo prazo da remoção do equipamento. visível de dia e luminosa faixa de passeio com largura não inferior a 1. a ser fiscalizada pelo órgão municipal Código de Obras e Edificações. passeios públicos. conserto e palanques nos logradouros públicos. deslocamento ou alteração de suas § 3º É proibida a colocação de cones. através de § 1º A ocupação de passeios e vias de que trata este artigo Regulamento. resultado de obras ou consertos por eles realizados. estética e o mobiliário urbano preexistente. Manaus.50 m (um metro e cinquenta à noite. recolhendo os detritos ao seu depósito competente. desde que satisfeitos. ou ainda causar danos às propriedades públicas ou mesas. 45. artefatos nas vias públicas. coretos ou V – a execução de serviços de construção. 43. Os veículos empregados no transporte de lixo e a contar do encerramento do ato público. quinta-feira. ainda. as áreas e os horários de carga e descarga de materiais. 50. uma competente e através de sinalização adequada. depredação. Art. ou neles criando qualquer tipo de obstáculo. sem autorização das autoridades responsáveis pelo patrimônio histórico IV – a existência de entrada de veículos e acessos a e cultural. as seguintes regras: IV – contem. o ocupante da edificação providenciará a limpeza do trecho poderá ser executado sem prévia autorização do órgão municipal do logradouro público afetado. II – os estabelecimentos comerciais ficam obrigados a VI – tenham suas laterais sem obstrução do trânsito de manter serviço diário de limpeza do passeio fronteiriço aos seus limites. Art. O órgão municipal competente pode impedir o trânsito de qualquer veículo que possa ocasionar danos à via pública. sarjetas e escoamento das águas pluviais. devem abster-se: I – de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo Art. cadeiras ou outros objetos deverá ser previamente autorizada privadas. deverão ser evento propriamente dito ou da operação de remoção e desmonte. regras ambientais cabíveis. I – ocupem apenas a parte do passeio correspondente à § 1º Sempre que houver necessidade de interrupção do testada do estabelecimento ou edificação para o qual foram autorizadas. palanques ou instalações de que trata este artigo deverão ser removidos no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. Poderá ser autorizada a instalação de toldos ou coberturas de lona ou material similar sobre os passeios ou logradouros CAPÍTULO III exclusivos de pedestres. popular. 47. sendo expressamente proibida sua passeio. além de obediência às CAPÍTULO IV normas gerais de circulação e conduta. aplicável. no necessários ao adequado acondicionamento da carga. guias. edificações obriga o ocupante da edificação a tomar providências para Art. Os usuários das vias. dispersão aérea e queda nos passeios e vias. Todo munícipe. pelos proprietários dos estabelecimentos que § 1º O executor do reparo fica obrigado à recomposição do os produzem. animais ou seguintes requisitos: substâncias. 51. Nenhum serviço ou obra que exija levantamento § 2º Imediatamente após o término da carga ou descarga de guias ou escavações na pavimentação de logradouros públicos de veículos. adotadas as precauções para evitar que o passeio do logradouro fique interrompido. cumulativamente. § 2º O pedido de autorização precária para colocação de Art. II – não excedam a parte do passeio ou logradouro Art. a limpeza do local e o reparo transbordo. para local passeio e da pavimentação. instalações de serviços públicos. além das de calçada. indicando a testada. excetuando-se as vagas destinadas a carro forte nos termos da legislação correlata. nos pavimentos térreos. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 51 . danificação. Ambiental. e em conformidade com a Legislação de Uso do Solo. Art. para o trânsito público. A limpeza dos passeios fronteiriços às edificações correspondente à testada do estabelecimento para o qual foram será de responsabilidade de seus ocupantes ou proprietários. os depositando ou abandonando nos logradouros objetos. Sistema Viário. 49. A sinalização de trânsito nos logradouros públicos mesas nas calçadas deverá ser acompanhado de uma planta de será constituída por Mobiliário Urbano adequado. respeitando os materiais empregados a previamente designado por ocasião do licenciamento. quando de utilização noturna. resíduos de qualquer natureza deverão ser dotados dos elementos § 2º O responsável pelo evento deverá providenciar. empresas públicas ou b) às orientações de serviço de trânsito local a fim de não privadas. III – a lavagem do passeio deve ser feita em dia e hora de Parágrafo único. de acordo com as determinações do sob pena de multas diárias. deverão ser transportados. pelo Código de Obras e Edificações e pelo Plano Diretor Urbano e meio-fio. centímetros). § 1º Os coretos. em veículos adequadamente vedados. conforme definido pelo localização do estabelecimento.50 m (dois metros e cinquenta centímetros) de largura. atirando. estabelecimentos comerciais. Não poderão ser instalados toldos ou pouca movimentação de transeuntes e as águas servidas escoadas coberturas de lona ou material similar nas áreas de preservação histórica completamente. poderão ser armados instalações provisórias. 44. obrigados a restaurar e desfazer qualquer dano realizado nas vias e II – provimento das instalações elétricas adequadas. mediante autorização do órgão conservação de edificações obriga o responsável pelas obras à adoção municipal competente. Art. § 2º O Poder Executivo Municipal definirá. com a altura mínima I – devem ser mantidos fechados e atender aos modelos de 2. V – não dificultem o escoamento das águas pluviais. respeitadas. através do órgão municipal competente. exceto quando se tratar de reparo de emergência nas particular de lixo. no trecho I – obediência: compreendido pelas mesmas. salvo em situações emergenciais. seja mantido permanentemente em a) às especificações técnicas previstas na legislação perfeito estado de limpeza. a largura do Código de Trânsito Brasileiro.50 m (dois metros e cinquenta centímetros) entre a calçada e o indicados pela Prefeitura ou empresa concessionária do serviço de limite inferior do pavimento. urbanístico de acordo com os padrões estabelecidos por este Código. somente será autorizada pelo órgão municipal competente em passeios em consonância com a Legislação de Uso do Solo e hierarquização do com no mínimo 2. Para festividades cívicas e religiosas de caráter que ali não se acumulem águas nem detritos. A ocupação de passeios e vias de pedestres com para o trânsito. definidas pelo Código de DO USO DOS LOGRADOUROS Trânsito Brasileiro. a ser realizado pelo órgão competente § 3º Os resíduos industriais ou de extração mineral ou empresa concessionária. Parágrafo único. a particulares ou II – de obstruir o trânsito ou torná-lo perigoso. autarquias ou concessionárias de serviço público serão tumultuarem o trânsito público. lixo ou detritos sólidos resultantes de obras obrigatoriamente III – seja preservado 1. 48. 16 de janeiro de 2014 Art. o número e a disposição das mesas e cadeiras.

quiosques e quaisquer DO MOBILIÁRIO URBANO outros cujo objeto recaia sobre a venda de produtos ou serviços por terceiros. a Prefeitura. sob pena de aplicação das sanções cabíveis. § 1º Além de alinhamento do tapume. disposta preservação de patrimônio histórico e cultural fica subordinada à longitudinalmente de 30 (trinta) a 50 (cinquenta) centímetros do meio fio anuência dos órgãos competentes. 16 de janeiro de 2014 § 2º As obras e serviços de reparos em logradouros nas XIX – telefones públicos. 54. exceto pontos Obras e Edificações. III – a instalação de mobiliário urbano nas áreas de § 3º A caçamba deve estar frente à construção. direitos fundamentais da pessoa humana. § 3º Quando os serviços de reposição de guias ou de XXI – elementos de lazer destinados à funções esportivas pavimentação de logradouro público forem executados pelo Poder e recreativas. Manaus. nunca inferior a 1. devam ser instalados em itinerário ou espaço de acesso para pedestres XVII – colunas multiuso. semáforos. 56. V – em calçadas de frente a monumentos e prédios XIV – estrutura de suporte para terminal de Rede Pública tombados pela União. comodidade das pessoas. sem prejuízo de outras proibições contidas em urbano considerado inadequado. implantados nos logradouros públicos ou exigências previstas na presente Lei Complementar. equipamentos infantis e esportivos. nível e pontes. dentre outros: anuência do órgão competente implicará no imediato cancelamento da I – abrigo de transporte público de passageiro. dentre outros. 59. por meio do órgão municipal competente. suspensão ou cassação da autorização de IV – placas e unidades identificadoras de vias e funcionamento do mobiliário. 52. Parágrafo único. logradouros públicos. número dos telefones disponíveis para regras: emergência e número de ordem que as individualizem e diferencie de I – o ordenamento do mobiliário urbano na paisagem do qualquer outra caçamba da mesma empresa. § 1º Para instalação dos mobiliários deverá ser simbólico ou cultural. sobretudo as de emergência. Qualquer órgão ou instituição pública que tiver de I – ocupar ou estar projetados sobre a pista de rolamento executar serviço ou obra em logradouro deverá fazer comunicação às das vias. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 52 . cobrará do responsável pelos danos a importância correspondente às XXII – as cabines de saque 24 (vinte e quatro) horas. paisagístico. I – canteiros de vias públicas. quinta-feira. que se refere esta seção em: VII – quiosques em geral. § 1º São considerados como mobiliário urbano de uso e § 2º A alteração do uso concedido ao quiosque sem prévia utilidade pública os seguintes elementos. do passeio limítrofe ao lote em questão. que trânsito municipal para autorização correspondente. militares ou órgãos de segurança. viadutos. monumentos. Nenhum mobiliário urbano poderá ser instalado entulho ou lixeiras temporárias deverão obter cadastro no órgão de sem a devida autorização do órgão municipal competente. salvo os equipamentos de informação básica ao pedestre § 2º Os tapumes serão construídos respeitando-se o meio ou de denominação de logradouro público. superpostos ou adicionados aos elementos da apresentado documento com a anuência do proprietário ou possuidor do urbanização ou da edificação. autorização. IV – a autorização para os mobiliários urbanos nas CAPÍTULO V espécies de boxes fixos. material § 1º As caçambas devem ter identificação da empresa construtivo. bancas de revistas. a seu juízo. Art. em consonância com os refletiva para visualização noturna. 53. alinhamentos prediais. (um metro e cinquenta centímetros). locais de obras e construções. imóvel situado à frente e nas laterais do local solicitado. ou impedimento à locomoção de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Art. o conforto ambiental e a § 2º Não poderão ser estacionadas as caçambas em qualidade de vida urbana. temperatura e poluição). privados. Considera-se mobiliário urbano a coleção de renovável por igual período. em âmbito municipal. sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. 55. Público Municipal. XI – cabines de rádio táxi. III – no leito viário. edificações que prestam serviços públicos X – protetores de árvores. metade de sua largura. despesas. exigirá a montagem de tapumes e andaimes seguros. estadual e para que haja o escoamento das águas pluviais. estátuas. implicará no cancelamento. no mínimo. por intermédio do órgão municipal III – obstruir o acesso a faixas de travessias de pedestres competente. Estado ou Município ou junto a estabelecimentos de Informação e Comunicação. de ônibus e relógios/termômetros digitais. calçadas. XIII – relógio (tempo. poderá ser concedida pelo prazo de 12 (doze) meses. chafariz e pórticos. Os elementos do mobiliário urbano não poderão: Art. como bancos e mesas. segurança e estética urbana e a obediência às seguintes prestadora de serviço. não se permitirá a V – estar localizados em esquinas.80 m (cinco metros e II – o órgão municipal competente poderá. conforme as exigências do Código de IV – estar localizados em ilhas de travessia. à custa do infrator. federal.50m calçadas. 58. de natureza utilitária ou de interesse urbanístico. devendo a mesma estar dentro do imóvel em impedir a instalação ou remover. Os sinais de tráfego. orientação dos organismos do Patrimônio Histórico Federal e Estadual. 57. bem como película Município deve atender ao interesse público. A instalação do mobiliário urbano nos § 3º Os materiais de construção não poderão estar passeios públicos deverá necessariamente observar uma faixa de dispostos no logradouro público. II – sanitário público. Não será permitida a instalação de mobiliário a VI – cabine de segurança. XV – suportes para afixação gratuita de pôster para eventos culturais. Art. áreas de preservação histórica não poderão ser realizados sem XX – elementos paisagísticos tais como esculturas. As empresas responsáveis por caçambas de Art. regulamentação específica. nos ou entradas e saídas de público. IV – a menos de 15 (quinze) metros das esquinas dos XII – lixeiras. deverão ser dispostos de forma a não dificultar ou impedir a circulação e XVIII – hidrante. II – calçadas de frente a prédios dos poderes públicos e de IX – bicicletário. desde que atendido pelo interessado as artefatos fixos ou temporários. Art. postes de XVI – painéis de mensagens variáveis para uso exclusivo iluminação ou quaisquer outros elementos verticais de sinalização que de informações de trânsito. A Prefeitura. infláveis ou não. qualquer mobiliário construção. aos órgãos públicos interessados ou porventura atingidos pela execução II – obstruir a circulação de pedestres ou configurar perigo dos trabalhos. oitenta centímetros). ou em vias com largura inferior a 5. observará aspectos relacionados à utilidade. Art. sejam em pistas de rolamento e/ou circulação de. Art. § 3º A infração a qualquer dos incisos deste artigo III – sanitário público móvel (para feiras livres e eventos). VIII – bancas de jornais e revistas. acessibilidade. passagens de ocupação de qualquer parte do passeio com materiais de construção. V – totem de identificação de espaços e edifícios públicos.

que sirva de guia população como musculação. o pedido de autorização para instalação de XVII – bicicletário com publicidade: é um mobiliário urbano mobiliário urbano deverá ser instruído com as seguintes informações e que agrega tanto a questão sustentável quanto a valorização do espaço documentos: para divulgação de anúncios. garantido o limite máximo de 2 (dois) metros de informações de trânsito: são equipamentos eletrônicos destinados a quadrados. inflável. renovação. letreiros. local espaço para veiculação publicitária. anúncios publicitários. e similares. XIX – indicativo de cooper: são placas que informam a distância percorrida entre uma e outra e possuem dois espaços CAPÍTULO VI destinados à publicidade: frente e verso. expressa na autorização anteriormente concedida. frontlight. V – desenho da intervenção proposta. ginástica. para a acesso à internet gratuita nas redondezas onde o totem for instalado. paisagens e bens de valor histórico. balões infláveis. formado por micro lâmpadas que recebem informações de um § 3º Vencido o prazo estipulado na primeira autorização. V – painel de led: é o meio publicitário que consiste em Art. alongamento. vedado nas laterais. 62. nome diretamente ao solo ou sobre base própria. 60. onde estão localizados. pinturas em edificações. quando fixada na fachada do imóvel. espaço para publicidade institucional. aplicada e iluminada por refletores externos. fixados em e apreensão do engenho. II – painel frontlight: é o meio publicitário suspenso por um § 2º Novas tecnologias e meios de veiculação de anúncios. Em função de sua complexidade e para garantia IV – painel eletrônico informativo: é o meio publicitário que da segurança. em geral a grandes alturas. de memória popular. cavaletes. onde recebem informações de um que vigorará pelo prazo de 12 (doze) meses. deverão obedecer a critérios específicos aplicada e iluminada por refletores internos e traseiros. com iluminação tipo backligth. informações de interesse público. VI – busdoor: é a mídia em adesivo vinil. com 10 (dez) regulamentados por ato do Poder Executivo. Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano – CMDU. para a divulgação de órgão municipal competente. fixada na face § 1º Qualquer alteração na dimensão ou estrutura de externa ou interna do vidro traseiro do ônibus coletivo de transporte sustentação do anúncio implica na exigência de imediata solicitação de urbano. Não são considerados engenhos publicitários para XII – painéis de mensagens variáveis para uso exclusivo efeito deste Código. se houver. tipo outdoor. consideram-se como XXI – totem turismo: é um mobiliário que visa oferecer engenhos publicitários os painéis ou placas. Sem prejuízo de outros informes ou detalhes que XVI – VETADO. informações institucionais. O licenciamento da mensagem publicitária será painel de alta luminosidade. § 1º Para os efeitos deste artigo. constituindo-se seu IX – painel móvel: são equipamentos publicitários. painel geral. parques e logradouros ao ar livre. multifacetado e eletrônicos publicitários. 61. suspendo por um dois postes resistentes. a contar da data expressa processador específico e que transformam luzes em imagens. descumprimento em falta grave. publicitária. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. se fizerem necessários. Art. urbano destinado à proteção dos transeuntes e possui em sua estrutura I – VETADO. possibilita a conexão wireless para de licença e pagamento de taxas ao órgão municipal competente. cartazes. com ou orientação para a travessia de pessoas portadoras de deficiência visual. onde uma lona impressa é bem como projetos diferenciados não previstos nesta Lei Complementar. nova licença. cidade quanto aos visitantes. ou em caso de não ocupação. localizados no entorno e. que contarem com XXII – gradil de proteção para pedestres: é um mobiliário mensagens e imagens publicitárias. Art. 63. a medição e indicação Art. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 53 . mupi. processador específico que transforma luzes em imagens. relógios informações de interesse artístico e cultural tanto para a população da digitais. desenhos e em materiais diversos. pelo órgão municipal competente. promovido a pedido do interessado. a instalação de publicidade caracterizada como de grande consiste em painéis luminosos ou totens orientadores do público em porte. auditórios. 64. VII – estrutura para disposição de sacos plásticos de lixo § 2º As estruturas dos engenhos publicitários deverá após destinados à reciclagem: são compartimentos de uso comum. bem como IV – planta de localização ou situação. exploração de engenhos publicitários no âmbito do Município de possui câmara que transmite imagens 90º graus através da internet e Manaus. a exceção do prazo necessário a troca de anúncio. Manaus. quando houver impedimento para instalação de abrigos. XVIII – monólito (backligth 4 faces): é um tipo de mídia II – memorial descritivo da atividade a ser exercida. caminhões ou qualquer outro meio móvel. XV – bancos de rua com publicidade: são unidades públicas instaladas em praças. de fantasia e razão social. telefone. sob pena de cobrança automática de eventos. teatros e Publicidade. painéis eletrônicos. Art. XI – totem indicativo de parada de ônibus: é o elemento de comunicação visual destinado à identificação da parada de ônibus. quinta-feira. que obterá a respectiva autorização formado por micro lâmpadas. sempre que a intensidade e periculosidade do fluxo de veículos o exigir. totem publicitário acoplado no mesmo mobiliário. manter-se constantemente com mensagem objetivo de realizar a coleta seletiva. a empresa responsável deverá comunicar imediatamente ao confeccionados em material sintético. propagandas ou anúncios. backlights. metros de comprimento no máximo por 4 (quatro) metros de altura no máximo. I – dados cadastrais do solicitante. fixados ilustrações referentes a produtos ou serviços oferecidos. faixas. simultaneamente e em tempo real. ainda. banners. a estrutura deverá ser VIII – painel de led móvel: é o painel de alta luminosidade. com 10 (dez) metros de serão enquadrados e terão seus parâmetros estabelecidos por ato do comprimento máximo por 4 (quatro) metros de altura no máximo. em geral a grandes alturas. agregando informações e mapas da região outdoors. em relação aos imóveis. estabelecimento. estandartes. tabuletas. na mesma. Os semáforos para pedestres instalados XIV – academia de rua com exploração publicitária: são nos logradouros públicos deverão estar equipados com mecanismo que unidades de academia ao ar livre e públicas com oferta de atividades à emita sinal sonoro suave. DOS ENGENHOS PUBLICITÁRIOS XX – totem interativo: são unidades do mobiliário urbano que permitem. exterior em que painéis backligth em formato de cubos trazem III – CNPJ/CPF do solicitante. III – painel backligth: é o meio publicitário suspenso por um § 3º Os engenhos publicitários a serem veiculados no poste resistente. flâmulas. backlight. totens. passível de multa. fixado em será realizada renovação de licença tendo como data base aquela caminhões ou em qualquer outro meio móvel. será realizada por empresas inscrita no Cadastro Municipal de com a mesma função relativamente a casas de espetáculos. entre outras. onde uma lona impressa é Subsetor Sítio Histórico. painel luminoso. com o a liberação de instalação. poste resistente. retirada. marca de produtos. Fica estabelecida a obrigatoriedade de solicitação do índice de radiação ultravioleta. cultural. § 4º Havendo retirada do engenho publicitário pelo X – balões infláveis são equipamentos publicitários particular. desde que não XIII – mupi: são equipamentos publicitários confeccionados contenha o logotipo da empresa. seja em área pública ou privada. se houver. frontlights. artístico. intermitente e sem estridência. os seguintes casos: veicular mensagens de caráter exclusivamente informativo e de utilidade I – a placa de identificação da atividade do no que se refere ao sistema viários e de trânsito da Cidade. cassação da licença destinados à divulgação de propagandas ou anúncios.

densímetros e similares. publicidade a se veicular. c) as publicidades e mensagens que contenham elementos III – altura máxima do engenho: diferença entre a cota do que estimulem a degradação ao meio ambiente natural e construído. monumentos. deverão dispor de aterramento. fronteiriço. cultural. edificações. bem como de sua manutenção. obedecendo às normas da (trinta) dias. § 1º Os equipamentos publicitários compostos de estrutura Parágrafo único. da empresa do mobiliário obrigatório. 67. data de valor histórico. acima de 50 (cinquenta) metros quadrados. parapeitos referendos populares. quando houver. publicitário. V – indicação de responsável técnico regularmente inscrito X – visibilidade: a possibilidade de visualização de uma do Órgão de fiscalização profissional competente. civil e criminalmente pela veracidade das informações III – torres ou postes de transmissão de energia elétrica. administrativa. são solidariamente responsáveis pelo engenho publicitário o proprietário e o possuidor do Art. Para o pedido de inscrição de empresa de para o exterior. firmas e profissionais responsáveis pelo projeto ou pela execução de obra pública ou particular. VII – explicações detalhadas quanto ao sistema de IV – cobertura da edificação (topo): área situada acima do iluminação. nos locais de construção. como bombas. que não apresenta aberturas destinadas a ventilação e iluminação. artístico e paisagístico. com o fim de influenciar o público de pequeno porte. ficam referências ou insinuações ofensivas a pessoas ou grupos e à moral e estabelecidas as seguintes definições: os bons costumes. sob pena de Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. construção ou edificação. sendo vedado: a) as publicidades e mensagens que contenham dizeres. pública ou privada. instalação do engenho publicitário. Art. elementos. máximas e mínimas. demonstrando claramente os afastamentos deste à todos os demais estadual ou municipal. engenhos publicitários serão instruídos com: III – os logotipos ou logomarcas de postos de I – cópia de documentação comprobatória do responsável abastecimento e serviços. engenhos publicitários nos seguintes casos: § 3º A empresa instaladora e os profissionais responsáveis I – leitos dos rios. 68. de plano de embelezamento da cidade ou alusivo a partir do limite do eixo central dos mesmos. Os engenhos publicitários com medida exatas do engenho. veículos. tais como pontes. VI – mensagem publicitária: toda forma de divulgação de Parágrafo único. os engenhos: passarelas e passagens de nível. e bancos em logradouros ou similares. dístico ou desenho de valor do imóvel. ainda que de domínio estadual e I – de finalidade cultural: quando for integrante de federal. § 2º Para efeitos deste Código. VII – local exposto ao público: qualquer área. respeitado. as placas indicativas dos nomes dos legislação federal eleitoral. teto do último pavimento. VII – árvores de qualquer porte. Para os efeitos de aplicação deste Código. com a deverá ser efetuada mediante requerimento próprio. muros. rede de energia VII – as mensagens institucionais. 65. aos ponto mais alto do engenho e a maior cota do meio fio que lhe é patrimônios históricos. o tipo de material de confecção. fachadas de prédios. suspensão da inscrição no cadastro a que se refere este artigo. Para os efeitos desta Lei Complementar. as fachadas. para museu ou teatro. o disposto no inciso I. culturais que serão exibidos na própria edificação. profissionais responsáveis. VIII – anotação de responsabilidade técnica dos V – empena cega: é a face lateral externa da edificação profissionais responsáveis pelas informações prestadas. dentre outros. grades. 69. lotação ou capacidade e os que recomendem cautela ou indiquem III – autorização. I – área de exposição: superfície disponível para a b) as publicidades e mensagens que contenham colocação da mensagem publicitária. licenciamento quando cabível. bem como em uma distância mínima de 200 (duzentos) metros a programa cultural. IX – requerimento padrão. viadutos. exceção feita ao mobiliário urbano § 4º Os responsáveis pelo anúncio responderão nas áreas permitidas pelo Município. IV – croqui de localização e implantação do engenho. deverão sofrer licenciamento simplificado definido como consumidor. pelo órgão municipal competente. não serão objeto de licenciamento. igarapés. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 54 . função e movimento. procuração ou contrato respectivo de uso perigo. 16 de janeiro de 2014 II – as tabuletas indicativas de sítios. 66. forma. contados da ocorrência dos referidos eventos. na forma prevista na e. Manaus. elementos que possam estimular a prática de atividades consideradas II – altura do engenho: diferença entre suas alturas ilegais. informativa ou de orientação VIII – nas áreas verdes. Art. Art. granjas. VIII – os banners ou pôsteres indicativos dos eventos V – projeto detalhado. mensagem exposta em espaço externo da edificação. esculturas. o detalhamento da inferior a meio metro quadrado. inclusive cabines e telefones públicos. fixados em estruturas. Os engenhos publicitários temporários e mensagens. prestadas quando do pedido de licenciamento do engenho publicitário. serão apresentados os seguintes documentos: VIII – painéis de grande porte: engenhos publicitários I – CNPJ da Empresa. responderão solidariamente pelos aspectos técnicos e de segurança de II – postes de iluminação pública ou de rede de telefonia. V – faixas ou placas acopladas à sinalização de trânsito. tapumes. quando veiculados nos equipamentos próprios ou proprietário. assinado por responsável técnico. publicidade. II – cópia de documentação comprobatória da propriedade V – os avisos que contenham referências que indiquem ou posse do imóvel em que será implantado o referido engenho. na qualidade de pessoa física e jurídica. em caso de plebiscitos ou IX – estátuas. nascentes e praias. de programas políticos ou ideológicos. anunciante. quinta-feira. os hospitais. onde sejam visualizados anúncios Art. II – contrato social atualizado. II – de finalidade educativa. nos termos da lei específica. com iluminação própria. os elementos edificados IV – alvará de funcionamento de empresa publicitária do ou criados e o próprio homem. serviços de III – de finalidade eleitoral: quando destinado à propaganda utilidade pública. VI – memorial descritivo. tais como muros limítrofes. especificando as dimensões Parágrafo único. Os pedidos de licença para instalação de ainda. coberturas e edificações. social. desde que sem qualquer legenda. ano em curso da inscrição. por meio de anúncios. calçadas. VI – as mensagens obrigatórias por legislação federal. IV – dutos de gás e de abastecimento de água. dinâmica interação entre os elementos naturais. VI – requerimento padrão. A solicitação de alteração cadastral metálica. Fica expressamente proibido a instalação de imóvel onde o anúncio estiver instalado. hidrantes e similares. IX – paisagem urbana: configuração da contínua e III – comprovante de endereço. elétrica. no prazo de 30 finalidade de eliminar descargas elétricas. ambulatórios e prontos-socorros públicos de partidos políticos ou de seus candidatos. IV – as denominações de prédios e condomínios. explicitando todos os elementos construtivos e medidas necessárias ao desde que não ultrapassem 10% (dez por cento) da área total de todas licenciamento solicitado. consideram-se anúncios especiais que sofrerão análise específica e VI – obras públicas de arte. numa constante relação de escala.

16 de janeiro de 2014 X – passeio público. lotes ou áreas de propriedade da XIV – a superposição de equipamentos do mesmo tipo ou administração pública municipal. I – cada painel. aos pedidos de Art. em relação ao meio-fio. como altura mínima o total de 2. que não venham prejudicar ou desobrigando-se a qualquer ressarcimento ao responsável. as seguintes regras: podendo. a qualquer tempo. à comunicação condutor ou do passageiro. 73. no prazo seja em logradouro público. salvo na hipótese de instalação em proceder ou exigir a remoção do engenho publicitário para outro local. II – quando as faixas forem rebocadas por aeronave ou balões dirigíveis devidamente licenciados pela Agência Nacional de Art. ainda. tratando de anúncios orientadores ou em mobiliário urbano nos termos da lei. serão Art. além dos demais abertura destinada à iluminação. no IV – laudo de iluminância emitindo por órgão público limite máximo de 1 (um) metro. com luminosidade. ou promover sua substituição ou remoção. respeitado o disposto nesta Lei Complementar. deverá guardar. Aplicam-se. A publicidade em partes externas de veículos. tipo autorização para instalação de engenho publicitário ou veiculação de envelopamento. Os responsáveis pelos engenhos citados deverá responder ao interessado no prazo de 30 (trinta) dias. os anúncios não poderão interferir na perfeita identificação da II – o indeferimento da solicitação proposta não dá ao origem e destino do itinerário. competente. V – admitir-se-ão acréscimos ou apliques temporários. contados no caput deste artigo poderão colocá-los no período máximo de 15 da data do protocolo. na visibilidade do motorista. revogar. dentro de prazo Parágrafo único. engenhos publicitários em imóveis. ser Art. 72. em nenhuma hipótese. Deverá constar da parte frontal e em local bem permitidas nas seguintes condições: visível de cada engenho publicitário a respectiva identificação da firma I – manutenção em perfeitas condições de afixação e que o explora e respectivo número de processo do cadastro de conservação. instalados em área privada metros de largura. mobiliários urbanos definidos nesta lei. Quando o conteúdo da mensagem publicitária for centímetros) de forma a permitir o livre fluxo de pedestres. Os engenhos publicitários quando fixados quer a parte danificada. O engenho publicitário do tipo empena deverá interditado. 80. a bem do grande porte não superior a 36 m² (trinta e seis metros quadrados) a interesse público. 76. XV – rotatórias e no raio de 500 (quinhentos) metros. da autorização do engenho licenciado. não tendo o recurso efeito tapume. Art. deverão dispor de aterramento. XI – interior de cemitérios. ser prejudicada a visibilidade do I – o não atendimento.50 m (dois metros e cinquenta Art. a menos de 5 (cinco) metros do cruzamento de vias. exigidas. por motivo justificado. Art. escolas que poderá ser utilizado para um novo engenho. II – será permitida a instalação de um único painel de V – o órgão municipal competente poderá. coletivo. 1 (um) grupo de Associação Brasileira de Normas Técnicas . quinta-feira. deverão atender às seguintes condições: suspensivo. a partir do limite externo da linha de circunferência das mesmas. impacto. 70. A instalação de engenhos publicitários nos imóveis XII – nos equipamentos de alarme de incêndio e combate de preservação histórica deverá obter à anuência dos órgãos ao fogo. que poderá ser prorrogado por igual período. salvo em se preceitos legais aplicáveis. deverão ser apresentadas as seguintes empresa. solicitação proposta será de 30 (trinta) dias úteis. Manaus. desimpedido o mínimo de 1. (quinze) dias antes e retirá-los até no máximo 24 (vinte e quatro) horas quando. seja responsável pelo projeto de cálculo estrutural e de execução. 71. 74. 77. junto ao órgão municipal competente. obedecendo às normas da consecutivos e alinhados. hospitais públicos. Para engenhos publicitários com altura superior a II – terá no máximo 3 (três) metros de altura por 9 (nove) 5 (cinco) metros do solo. respeitar o distanciamento mínimo de 100 (cem) metros de raio de outro equipamento do mesmo tipo ou dos painéis de grande porte. A instalação de painéis (outdoors) ao longo de XVI – quando obstruam portas.50 m (um metro e cinquenta centímetros). cuja IV – autorizada a instalação do engenho publicitário. o crédito correspondente será inclusive no espaço aéreo. o engenho publicitário poderá. incluída a moldura na cor característica de cada ou de domínio público. em área pública ou particular. a juízo do órgão municipal competente. Parágrafo único. da empresa prestadora do serviço e do requerente o direito a ressarcimento de eventuais taxas ou emolumentos número de registro do carro. Art. fachada ou área particular. painéis por face de quadra a cada 1 km (um quilômetro). DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 55 . Em obra de construção civil particular ou pública. ou não. por interesse do Poder Público. ficam os seus responsáveis obrigados a reconstruir Art. o área máxima não ultrapasse a 25% (vinte e cinco por cento) de sua área interessado terá o prazo de 60 (sessenta) dias úteis para fazê-lo. no máximo. metálica. XIII – de forma fixa ou temporária em áreas de domínio Parágrafo único. reduzir a mobilidade urbana das pessoas mantendo-se livre e VI – havendo revogação. III – o prazo para recorrer-sedo indeferimento da Art. III – manifestação do órgão municipal de trânsito sobre o área de segurança mínima igual à altura total do engenho. I . deverão respeitar de 48 (quarenta e oito) horas após o ocorrido. sem iluminação. 75. 78. não se completarem as providências depois do evento ao qual se destina. sob total. será autorizada pelo órgão municipal competente. janelas ou qualquer logradouro deverá obedecer às seguintes exigências. A veiculação de publicidade em faixas e galhardetes. com a III – será admitido grupo de no máximo quatro painéis finalidade de eliminar descargas elétricas. ventilação e emergências das parâmetros para engenho publicitário: edificações. concedido à empresa proprietária.será admitida a instalação de anúncios em tapume. porém tais áreas deverão ser diferentes. formal para cumprimento de providências devidas. e em posição que venha obstruir a visualização de engenhos disponibilizadas pela modalidade de concorrência pública por melhor já existentes. pagos. competentes. Havendo destruição total ou parcial do engenho publicitário. a autorização concedida e cada 50 m (cinquenta metros) de testada de lote. contados a partir da os anúncios indicativos e publicitários instalados em área livre e/ou data de comunicação formal do indeferimento. deverá ser executado em estrutura metálica. desde que atendidos os públicas. não mensagem publicitária de que trata este artigo. áreas remanescentes de lotes desapropriados. desfeito ou ter sua exibição cancelada. Parágrafo único. implica no indeferimento da solicitação protocolada.ABNT. empresas de publicidade. No caso de veículo de transporte determinado. em âmbito municipal e federal. o órgão municipal competente Parágrafo único. preço. e distanciamento em relação ao chão não superior a 4 (quatro) documentações: metros. veiculado em desacordo com a presente Lei Complementar. II – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do IV – a instalação do engenho de que trata este artigo. devendo ainda ser respeitado o distanciamento mínimo de 2 I – os equipamentos publicitários compostos de estrutura (dois) metros da rede elétrica.ANAC. Reunida toda a documentação pertinente à Aviação Civil . pelo período restante da autorização. sendo aceito. 79. com iluminação própria. Art. pelo requerente. O Município autorizará a instalação de público ou privado. pena de seu cancelamento. solicitação proposta pelo requerente.

Os estabelecimentos de que trata este Código. 81. localização ou de funcionamento. oferecer suficiente segurança aos frequentadores. obrigatoriamente. 90. através do Instituto Municipal de Ordem Social e característicos da função residencial. localização dependerá da legislação de uso do solo e da não seja por processos gerais ou por dispositivos de proteção individual. e sua § 2º Deverão ser adotadas medidas capazes de impedir. avisos e cartazes sobre os perigos III – a montagem de arquibancadas. para guarda de equipamentos e funções auxiliares Art. as recomendações do socorro imediato em caso de órgão competente. conforme estabelecido no Código Tributário Técnica. quanto às instalações e estabilidade. § 3º A escolha das áreas deverá obedecer às diretrizes de II – serão proporcionadas aos empregados facilidades para uso do solo definidas pela legislação urbanística. termos do artigo 7º e seguintes deste Código. nos termos do seu Capítulo II. edificações de uso especial. A empresa autorizada deverá recolher os resíduos TÍTULO IV provenientes da retirada da publicidade ou as sobras destes. do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano . Seção I V – é permitida a instalação de barracas e tendas. industrial. 16 de janeiro de 2014 Parágrafo único. desde que não comprometam a estabelecimentos comerciais no Município de Manaus. responsabilidade do promotor do evento e do responsável técnico. por intermédio coletivos ou a existência de torneiras sem proteção. inclusive de isolamento da área. irritantes ou alergênicos. em § 1º Os responsáveis pelo emprego de substâncias decorrência da exploração de atividade esportiva ou recreativa. 86. O horário adicional de funcionamento dos intermédio do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento estabelecimentos comerciais independerá de autorização de horário Urbano – IMPLURB. às seguintes penalidades: atividade comercial. em locais de trabalho. arenas. dependerão III – onde se servem líquidos é proibido o uso de copos de trajeto e local previamente autorizados pela Prefeitura. obtenção de água potável em locais de trabalho. mobiliário ou local. DOS EVENTOS. prestação de serviços só poderão I – multa. deverão conter etiqueta demarcadas por sinalizadores apropriados. IV – mesmo quando o trabalho for realizado a céu aberto. quinta-feira. de aerodispersóides IV – a empresa exploradora da atividade é integralmente tóxicos. especialmente bebedouros de jato inclinado e guarda-protetora. Os estabelecimentos destinados a qualquer Administrativo. qualquer imóvel. § 1º Do projeto deverão constar as medidas de segurança cabíveis. de caráter permanente ou temporário. Art. e está sujeita aos infiltrações ou rachaduras. Obras e Edificações. seguintes requisitos: I – os esportes náuticos que envolverem equipamentos Art. desde que vigente a respectiva autorização ou licença de à manutenção da ordem e do sossego público. que não poderão ser Art. casas de repouso. II – não serão permitidas instalações fixas para guarda de segundo padronização nacional ou internacional. 82. locais de trabalho. quanto à segurança do público e dos participantes. funcionar mediante licença ou autorização da Prefeitura de Manaus. 83. passeatas. bem como pelas medidas que se fizerem necessárias DO COMÉRCIO junto ao Poder Executivo Estadual. aos transeuntes e à vizinhança. As grandes queimas de fogos de artifício e autorizados. A inobservância das disposições deste Código sujeitará os infratores. material ou equipamentos nas margens de rios e igarapés. absorção ou assimilação. A realização de eventos. 87. sem umidade aparente. desfiles. além das exigências dos demais instrumentos de posturas municipais. acidente. estabelecerá as restrições que julgar convenientes extra. e depositá- DOS ESTABELECIMENTOS E ATIVIDADES ECONÔMICAS los em local adequado.IMPLURB. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 56 . I – deverão ser asseguradas condições de higiene e casas de saúde. É vedada a cobrança de ingresso para de higiene compatível com a natureza de seu trabalho. § 1º Ao conceder a autorização. § 2º As áreas onde for autorizada a queima de fogos guardarão obediência aos seguintes requisitos de higiene pública: deverão manter distância mínima de 300 (trezentos) metros de hospitais. sanatórios. III – apreensão do engenho publicitário. por Art. Materiais. eventos autorizados em vias públicas. palcos e que acarreta a manipulação dessas substâncias. 85. em Horário de Funcionamento caráter temporário. conforme as disposições deste Código e do Código Sanitário do Município. bem como das disposições da legislação urbanística e serviço. de Ordem Social e Planejamento Urbano . nocivas afixarão. fixo ou móvel. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Não executada a obra. conforme orientação de de sua composição. que serão de inteira Art. o funcionamento poderá responsabilidade do empreendedor a retirada de todos os engenhos prejudicar o interesse público. assinado por profissional legalmente habilitado. A exploração de atividades esportivas ou mínimo o levantamento de poeira. conforto nas instalações destinadas a refeições ou a lanches e nos escolas e repartições públicas nas horas de funcionamento. recreativas nos rios e igarapés e demais corpos hídricos de Manaus VII – as paredes dos locais de trabalho deverão ser dependerá de autorização da Prefeitura. nem suas instalações poderão deixar de publicitários instalados. Manaus. competições e festejos populares em logradouros públicos. IMPLURB. responsável pelo perfeito estado e asseio de todas as instalações e CAPÍTULO II equipamentos.IMPLURB. É livre o horário de funcionamento dos das atividades de que trata este artigo. só poderão ser realizados em áreas manipulação e transporte. 88. bem como o símbolo correspondente a determinados perigos. instalados em pias ou lavatórios. irritantes e alergênicos. Planejamento Urbano . substâncias e produtos empregados na flutuantes puxados a barco a motor. para efeitos deste Código. onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam CAPÍTULO VII suas atividades. VI – o serviço de limpeza geral dos locais de trabalho será realizado fora do expediente da produção e por processo que reduza ao Art. proximidade de edificações de uso especial. especialmente se quadras esportivas deverão obedecer às disposições do Código de produzem aerodispersóides tóxicos. sempre que a atividade exigir instalações adequadas ou espetáculos pirotécnicos só serão realizadas em locais autorizados pela produza algum tipo de ruído ou de resíduo diferente daqueles Prefeitura. de Manaus. postos de combustíveis. 84. por meio do Instituto Municipal conservadas em permanente estado de limpeza. do Processo Art. é de § 2º Em nenhuma hipótese. estética urbana ou padrões urbanísticos definidos para o local. que o fará em função das prioridades do trânsito de veículos será obrigatório o provimento de água potável aos empregados de e pedestres. pelo organismo humano. nos II – cancelamento imediato da licença ou autorização. § 1º Considera-se estabelecimento. V – os recintos e dependências serão mantidos em estado Parágrafo único. FESTEJOS E COMPETIÇÕES § 2º A obrigação imposta neste artigo incide também sobre o exercício de atividades em residências e em locais já licenciados ou Art. mediante projeto aprovado pelo § 3º Os estabelecimentos licenciados ou autorizados estão Corpo de Bombeiros e apresentação de Termo de Responsabilidade sujeitos à Taxa de Licença. a Prefeitura. 89.

do consumidor. definir e aplicar aos VII – parque de diversões. Art. definida na licença. É livre o horário de funcionamento de CAPÍTULO III estabelecimentos de diversão. através do VI – circo. definidos em projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros e IX – quaisquer documentos. consulta prévia. o interessado deverá apresentar: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 57 . respeitados: DOS ESTABELECIMENTOS I – a tranquilidade e o decoro públicos. É vedado o ingresso e permanência de II – registro público de empresário individual ou pessoa menores em espetáculos ou diversões inadequados à sua faixa etária. É vedada aos estabelecimentos comerciais a Da Defesa do Consumidor venda. em documentos: local visível e de fácil acesso. parques de diversões. condicionado. infratores as sanções cabíveis. VIII – comprovante de residência dos sócios ou b) sem os respectivos equipamentos de prevenção de proprietários. Normalização e Qualidade Industrial . de 11 de setembro de 1990. bilhar. maquinaria. 95. encontro. sinuca. 96. de aceitação das instalações. Seção I III – a circulação de veículos e pedestres. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. de origem. Art. conforme o caso. quadra de em sua sede. 97. quer localizados em recinto § 3º O órgão ou entidade municipal encarregado da defesa fechado ou aberto. quando as atividades forem IV – utilizar aparelhos sonoros. ficam § 2º O Município organizará o Conselho Municipal de adotadas as seguintes designações para os diversos tipos de casas de Defesa do Consumidor. destinadas a garantir o necessário VI – Habite-se ou Certidão de Habitabilidade. e anualmente. 100. congresso. escola de samba e casas de show. sanitárias e outras. Art. respectivo “Habite-se” ou Certidão de Habitabilidade. Parágrafo único. dimensionamento dos compartimentos.SNDC. a) fora do horário autorizado. 94. só reuniões literárias. O Poder Público Municipal atuará II – produtos cujos componentes possam causar concorrentemente com a União e o Estado na fiscalização dos direitos dependência física ou química. ainda que por utilização indevida. exigidos no parecer de apresentado por ocasião da autorização ou licenciamento. como encarregado da fiscalização de posturas. quadra. casa de diversões e jogos § 4º A Prefeitura de Manaus poderá estabelecer acordos eletrônicos. feiras promocionais. o qual receberá e encaminhará as denúncias diversões: recebidas do público sobre atos lesivos a sua economia. estabelecimentos comerciais ou industriais registrados nos órgãos XI – outros estabelecimentos que se enquadrarem no competentes. destinadas ao entretenimento. Nacional de Defesa do Consumidor . 99. arenas e palcos. As casas de diversão deverão manter afixado. V – boliche. bailes e buffets. culturais termos desta Lei Complementar. ou à poderão ser comercializados em Manaus quando oriundos de prática de jogos permitidos ou esporte de qualquer modalidade. a menor de 18 (dezoito) anos. legislação pertinente. no que concerne às instalações. É vedado às casas de diversão: caso. jurídica no órgão competente. 92. manterá II – casa de forró. Art. com entrada paga ou não. antes do início de suas atividades. compreendido como o local destinado a Art. por meio do órgão municipal competente classificação. discoteca e danceteria. Instituto Nacional de Metrologia. a ser expedido espetáculo ou diversão e a faixa etária especificada no certificado de em consulta prévia à Prefeitura. Disposições Gerais IV – os dispositivos do Código Ambiental relativos aos ruídos. origem e composição. de: I – cigarros e bebidas alcoólicas. amplificadores e desenvolvidas por prazo determinado.078. 93. informação destacada sobre a natureza do I – aparecer técnico de localização e uso. teatro e auditório. Manaus. para que os consumidores possam conferir o peso de suas IV – restaurante com pista de dança ou música ao vivo. INMETRO. apresentando indicações precisas a respeito da marca. Seção II § 1º Os estabelecimentos comerciais ou industriais serão Dos Estabelecimentos de Reuniões e Diversões obrigados. IV – prova de direito ao uso do local. São consideradas casas de diversões os transações comerciais. 98. 91. § 1º Para fins de licenciamento e fiscalização. devidamente acondicionados nos invólucros ou recipientes disposto no caput deste artigo. com lotação superior a 100 (cem) e artísticas em logradouros públicos. quando for o Art. incêndios. legislação ambiental vigente. III – funcionar: VII – inscrição do imóvel no Cadastro Técnico Municipal. compras. equipamentos c) em discordância com o projeto arquitetônico aprovado e e motores. em especial as seguintes: equipamentos similares que produzam ruídos em desacordo com a I – stand de vendas em empreendimento imobiliário. X – clube. dançantes e outros divertimentos. pessoas. praias e áreas particulares. de qualquer forma. curral de boi-bumbá. III – prova de habilitação de pessoa física. do consumidor. recreativas. com a fiscalização do governo estadual e federal para. a se submeterem à aferição dos instrumentos de medição utilizados em suas Art. nos termos deste Código. recreio ou prática de esportes. quando for o caso. quinta-feira. temporárias serão concedidas mediante a apresentação dos seguintes Art. incluindo-se bebidas. observada a conforto e segurança dos frequentadores. recreativas. sanitária. Será objeto de autorização o funcionamento de vãos e passagens. I – obstruir. de acordo com as normas estabelecidas pelo estabelecimentos fechados ou ao ar livre. A licença e a autorização para atividades V – a capacidade de lotação. Art. Conselho Municipal de Defesa do Consumidor. 16 de janeiro de 2014 Seção II Art. I – cinema. Os produtos alimentícios. no âmbito do Sistema VIII – bingo. durante o funcionamento. excetuando-se os estabelecimentos de que trata este artigo deverá ser renovada considerados típicos e aqueles autorizados pela legislação de inspeção anualmente. V – inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ou II – não manter em perfeito estado as instalações de ar Cadastro de Pessoa Física. de acordo com o artigo 55 da Lei Federal nº 8. passagens ou corredores de circulação. II – exposições. estabelecimentos de qualquer natureza. III – instalação e funcionamento de circos. inclusive multas. desportivas. atualizadas. bem como nas proximidades de centros comerciais. II – a legislação de uso do solo. pontos de informação munidos de balanças permanentemente III – boate. IX – salões de festas. portas. V – permitir o ingresso de pessoas acima da lotação simpósio e eventos análogos. No caso de estabelecimentos definidos nos IV – atividades festivas. datas § 2º A autorização para funcionamento dos de fabricação e de validade.

bem como o funcionamento normal das instalações. a) sem os respectivos equipamentos de prevenção de II – conservar. será concedida por prazo não superior a 90 Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus e pela legislação (noventa) dias. dentro do processo regular de autorização que trata § 3º A frente de cada brinquedo e equipamento deve este Código. desde que não tenham sido apresentadas inconveniências para a estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços em Áreas de vizinhança ou para a coletividade. atividade. II – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. parque de diversões ou promoção da habitação de interesse social. quando for o caso. reforma ou modificação IV – utilizando aparelhos sonoros. assinado por profissional legalmente habilitado. sanitárias e outras. Para a expedição de autorização das estruturas Seção III provisórias de reunião de público. É vedado aos estabelecimentos de culto. bem como estabelecimentos destinados a espetáculos públicos em ambiente Art. é exigida. Art. parques de diversões e teatros consulta prévia ao órgão municipal competente. atestando. II – não manter em perfeito estado as instalações de ar b) os dispositivos e revestimentos de isolamento acústico condicionado. b) em discordância com o projeto arquitetônico aprovado e que deverão apresentar laudo de desinfecção regular. 109. III – prova de inscrição no fisco federal (CNPJ/CNPF). dimensionamento dos compartimentos. a autorização de funcionamento poderá ser renovada a cada 90 (noventa) Art. as disposições deste segurança e funcionamento das instalações. salas de conferências. São consideradas Áreas de Especial Interesse Social aquelas destinadas à implantação de política e programas para a Art. devendo haver no local Código com respeito ao licenciamento da atividade. as condições de estabilidade. no que couber. arquitetônica. reforma ou modificação funcionamento e de rigorosa higiene. quantidade de exigidos por legislação específica. III – assegurar rigoroso asseio das instalações sanitárias. deverão: concerne aos locais franqueados ao público: I – manter: I – obstruir. deverão Código. atualizado. utilização. para se adaptarem às normas nelas definidas. comodidade. se reúnam grande número de pessoas. com Anotação de Responsabilidade Técnica e só poderão entrar em funcionamento após ser autorizado pelo órgão cadastrado no Município. instituições por eles responsáveis. IV – ter os respectivos equipamentos de prevenção de no que concerne às instalações. a ser expedido em Art. de qualquer forma. 110. As instalações dos parques de diversões não IV – prova de endereço do(s) proprietário(s). aparelhos I – Anotação de responsabilidade técnica por profissional e motores. bem como às placa indicativa da lotação máxima permitida para a estrutura. higiene. específica. nome do fabricante e ano de fabricação. quando funcionamento das instalações e equipamentos. respectivo “Habite-se” ou Certidão de Habitabilidade. municipal competente. 101. 108. Art. c) as salas de entrada e as de espetáculos rigorosamente III – funcionar: asseadas. incêndios. 104. idade e tamanho recomendado para usuário de inciso I deste artigo não dispensa a necessária vistoria por parte do cada brinquedo ou equipamento. Os circos. a aparelhagem de ar. 105. Nos casos previstos neste artigo. já teatros. educação e creches. motores Parágrafo único. Art. 107. passagens ou corredores de circulação. habilitado. registrado no órgão local responsável pela fiscalização do exercício profissional. apresentação: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 58 . nos moldes do inciso I deste obrigarão a reconstruir as áreas que danificarem em decorrência de sua artigo. quinta-feira. laudo de vistoria técnica Seção IV referente à segurança e estabilidade do edifício e das respectivas Do Comércio em Áreas de Especial Interesse Social instalações. 102. destinadas a garantir o necessário apropriados à atividade sempre em perfeito estado de funcionamento. apresentados com o projeto de construção. condições. teatros e auditórios. constar uma placa legível com idade e tamanho recomendados para § 2º As empresas já instaladas regularmente no Município. possuir instalações sanitárias independentes para homens e mulheres. durante o funcionamento. Aplicam-se aos estabelecimentos de culto e às II – Laudo técnico atestando as condições de montagem. nos termos deste desmontáveis cujo funcionamento for superior a 30 (trinta) dias. sem serviços nas áreas de saúde. ao órgão municipal competente. terão o prazo de 1 (um) ano para § 4º Os responsáveis por circos e parques de diversões se apresentação do Relatório de inspeção. incêndios. Especial Interesse Social será concedida mediante a apresentação dos seguintes documentos: I – parecer técnico de localização e uso. agente fiscalizador. na data da publicação deste Código. casas de diversões noturnas. terão o prazo de 1 (um) ano a partir da salões de esportes. no que fechado. Os cinemas. definidos em projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros e vãos e passagens. Parágrafo único. no órgão competente. permanentemente. § 1º A apresentação do Relatório de Inspeção referido no prazo das manutenções. 106. ficam obrigados a apresentar anualmente. 16 de janeiro de 2014 I – Relatório de Inspeção subscrito por profissional § 1º Os equipamentos a que se refere o caput deste artigo legalmente habilitado. 103. se for o caso. a) o revestimento interno e externo sempre em boas portas. equipamentos e ou brinquedos. Os responsáveis pelo funcionamento de cinemas. poderão ser alteradas ou acrescidas de novos equipamentos. equipamentos similares que produzam ruídos em discordância com o Código Ambiental de Manaus. após necessária vistoria. ainda. § 2º Para a expedição de autorização. Art. Parágrafo único. II – registro público de firma individual ou pessoa jurídica conforme as disposições do Código de Obras e Edificações. salubridade. Manaus. A autorização de circo. definidos em projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros e condicionado ou entradas de renovação de ar em perfeito estado de apresentados com o projeto de construção. auditórios. existentes no advento desta lei. capacidade de lotação da edificação ou instalação para a apresentados: atividade. conforto e segurança dos frequentadores. vistorias periódicas para constatação das condições de segurança e manutenção do silêncio adequados nos núcleos urbanos onde funcionam. a prévia autorização do Órgão Municipal competente. a cada 5 (cinco) anos. II – Laudo técnico atestando as condições de III – outras licenças ou documentos atualizados. Os estabelecimentos de culto. Art. amplificadores e arquitetônica. A licença para funcionamento de dias. conforme definidas pelo teatro desmontável. salões de bailes e outros locais de diversões onde data de sua promulgação. Art. deverão ser segurança. Para as atividades de prestação de ou aparelhos destinados a embarques ou transporte de pessoas. quando for o caso. deverão ser solicitados: Dos Estabelecimentos de Culto I – Anotação de responsabilidade técnica por profissional habilitado.

quanto aos aspectos de licença própria do estabelecimento comercial em questão. 112. a incêndios. Para efeito deste Código. A licença ou autorização para a instalação e Municipais de Saúde e de Educação. 117. segurança contra incêndio e pânico. em número e locais definidos no projeto aprovado pela mantê-lo drenado. Art. aspecto. obrigando. III – de documento de aprovação das Secretarias Art. funcionamento de estabelecimentos comerciais destinados a depósito. bancas. 111. segundo a legislação de Uso do Solo e dos Códigos de Obras e Ambiental de Manaus. estadual. Dos Estacionamentos e Guarda de Veículos Art. deficiência ou mobilidade reduzida. V – prova de inscrição no fisco federal (CNPJ/CNPF) e c) plataforma de carga e descarga. Parágrafo único. destinados à c) a permanência de sucatas de veículos ou qualquer outro exposição. Por unidade comercial entende-se as terrenos adjacentes. III – instalação de avisos sonoros e visuais para proteção d) sem as perfeitas condições de calçadas e pátios de dos pedestres. Manaus. Seção VI maquinaria. 115. IV – disponibilização ou construção de cabina de abrigo e tambores.licença ou parecer favorável da Aeronáutica ou do comercial ou de prestação de serviços nos mercados populares aqueles Departamento de Aviação Civil. quando localizado nas áreas sob o seu comerciantes cadastrados pelo órgão regulador da atividade. I – às normas de funcionamento estabelecidas pelos § 2º A Prefeitura. no mínimo ensaibrado. atividades típicas do comércio varejista de primeira necessidade e a III – não permitir o responsável pelo empreendimento: prestação de pequenos serviços. quando for o caso. ventilação. normas de legislação específica. quinta-feira. as medidas e obras que julgar II – às exigências: necessárias. Aos postos de serviço e revenda de combustíveis Art. equipamentos e motores. conforme o sexo. igarapés ou em imóvel flutuante. 114. deverão os mercados populares: consulta prévia ao órgão municipal competente. respectivo comércio. licenças ou pareceres exigidos. destinado a abrigar as forma a evitar a proliferação de insetos e roedores. por intermédio do órgão municipal órgãos de abastecimento em nível municipal e estadual. em bom estado de conservação e IV – Habite-se ou Certidão de Habitabilidade do imóvel. V – sinalização adequada de entrada e saída de veículos. está condicionada ao cumprimento das Dos Mercados Populares seguintes exigências: I – localização em terreno cercado por muros de alvenaria ou concreto. ainda. a) sem as bombas devidamente aferidas pelo INMETRO. a) placa de indicação. concessão de licença. cobertos ou não. quanto aos aspectos § 3º As lojas de conveniência. de aceitação das instalações. utensílios domésticos. II – estar adaptado para a acessibilidade de pessoas com VII – licença ou parecer favorável da Capitania dos Portos. 119. c) sem as perfeitas instalações de água. Além das exigências do Regulamento próprio das § 1º Considera-se posto revendedor de combustível Feiras e Mercados e do Código Sanitário de Manaus. exigirá. podendo ser formado por mais de uma a) o empoçamento de água nos materiais. A instalação de postos de serviço e revenda de das exigências da Legislação Municipal pertinente à organização e combustíveis automotivos fica sujeita à aprovação de projeto e à funcionamento dos mercados e feiras. A licença fica condicionada à apresentação dos seguintes documentos: Art. Art. instalações e normas de segurança. iluminação e estabilidade das estruturas de anexados aos postos de serviço e revenda de combustíveis só poderão vedação e cobertura. ao interesse da segurança e da higiene públicas. bares e restaurantes construtivos. e mediante b) do Corpo de Bombeiros. em local visível ao público. Sem prejuízo do cumprimento das normas e I – parecer técnico de localização e uso. para funcionários e consumidores. asseio. que devem ser mantidos inteiramente livres de detritos. mercados populares as unidades de abastecimento caracterizadas como II – manutenção das peças devidamente organizadas de estabelecimento coberto. a ser expedido em exigências descritas no artigo anterior. Somente poderão exercer a atividade VIII . compra e venda de ferro-velho. são consideradas como centímetros). competente. armazenamento e comercialização de gêneros alimentícios e material nas vias públicas e passeios. funcionar em postos devidamente licenciados pela Prefeitura. d) equipamento apropriado para coleta de lixo e local VI – declaração da distribuidora de viabilidade da reservado para o lixo acondicionado. IX – quaisquer documentos. semi-coberto ou aberto. barracas. conforme o caso. para cada caso. tabuleiros e similares. 116. por ocasião da consulta prévia. Dos Depósitos de Ferro-Velho II – do Certificado de Inspeção do Corpo de Bombeiros. Os mercados populares só poderão funcionar se Dos Postos de Serviço e Revenda de Combustíveis devidamente cadastrados no órgão municipal competente. I – o terreno deverá estar devidamente cercado. Seção VIII Art. veículos enguiçados e quaisquer objetos estranhos ao sanitários para vigia. b) sem extintores e demais equipamentos de prevenção de se o responsável pelo licenciamento. sob Termo de Compromisso. elétrica. 16 de janeiro de 2014 I – de prova de habilitação profissional de pessoa física ou Seção VII jurídica. que somente permitirá o uso das dependências e serviços mediante o cumprimento Art. b) a exposição de peças e materiais nos passeios e nos Parágrafo único. os mercados automotivo o estabelecimento destinado ao comércio varejista de populares deverão atender: derivados de petróleo e álcool etílico hidratado.50 m (dois metros e cinquenta Art. I – dispor de: II – licença de operação expedida pelo órgão competente. 118. limpo e conservado em bom Prefeitura e pelo Corpo de Bombeiros. da III – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros quanto às localização da administração do mercado. esgotos e energia II – manutenção do passeio adequadamente pavimentado. II – a prestação de serviços: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 59 . A licença ou autorização de utilização de terrenos automotivos é vedado: para estacionamento e guarda de veículos será concedida mediante a I – o funcionamento: apresentação dos documentos exigidos pelo órgão competente e. ao atendimento das seguintes exigências: conforme as normas técnicas apropriadas. unidade comercial. segundo controle. a) do Código de Obras e Edificações. de altura não inferior a 2. 113. concessão de sua marca. além de atender às exigências da Lei Seção V Municipal de Uso do solo. inclusive no tocante às alíneas a e b quando se tratar de estabelecimento localizado nas margens de rios e do inciso I. b) instalações sanitárias. manobras.

131. lubrificação e troca de óleo de veículos em Art. podendo fazer uso do seguinte mobiliário urbano: I – quiosques e trailers. desde que o interessado DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS EM LOGRADOUROS atenda às condições de cadastramento e exigências junto ao órgão ou entidade competente da Prefeitura. acender ou manter fogos acesos dentro de suas áreas. na forma da Lei. Para os fins deste Código. em geral logradouros. em carrocinhas. para fins I – devidamente interligadas pelo órgão ou concessionária comerciais nos passeios e nos leitos dos logradouros públicos. Entende-se por barraca. em locais visíveis. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 60 . preparados em outro § 2º O desrespeito ao previsto no § 1º acarretará sanções local. permanência além do prazo autorizado. sendo descartáveis os utensílios destinados a servir alimentos e bebidas. Art. O horário de funcionamento. quinta-feira. 122. observando-se: IV – boxes. formado por cobertura. nos termos da Lei Complementar. sendo permitida na barraca. 16 de janeiro de 2014 a) de lavagem. em caráter transitório e públicos poderão ser exercidas em ponto fixo ou em caráter itinerante ou temporário. quiosque. para efeito deste Código. O exercício de atividades econômicas em tabuleiro e estrutura de sustentação simples. Art. previamente autorizado pela Prefeitura. As feiras livres são regidas. nesses casos. apenas os ao infrator. deverá obedecer às características da área e qualquer atividade econômica em logradouros públicos exercida em proximidade de equipamentos especiais. trailers e caminhões. Qualquer atividade econômica nos logradouros Das Feiras Livres de Manaus só poderá ser exercida mediante autorização da Prefeitura. 127. segundo dias e horários pré-determinados pela Prefeitura. Quando se tratar da comercialização de comerciais. bem como suas imediações. 132. logradouros públicos que exijam instalações de água e esgoto só será IV – postos fluviais de salva-vidas. exceto manutenção do quiosque. será responsável pelo fornecimento do serviço. As feiras livres só poderão se instalar em local II – bancas de jornais e revistas. ambulante. Em todo posto de abastecimento e de serviço de Seção II veículos deverá haver avisos. e às determinações do órgão ponto fixo. Os feirantes deverão manter. 121. campanhas educativas e acessibilidade dos cidadãos. como informações turísticas. por meio do órgão ou entidade III – barracas. nos termos trânsito. Manaus e a legislação correlata. tendas. Parágrafo único. I – as disposições do Plano Diretor Urbano e Ambiental de V – cabines. desde que: § 1º A autorização de localização de barracas. equipamento móvel similar. e demais exigências deste Código. Manaus. quando se tratar de mobiliário urbano como barracas. autorizado para quiosques e trailer. quiosques. máquinas e demais fixo ou itinerante. desde que as respectivas V – feiras beneficentes ou culturais e durante festas de instalações estejam de acordo com projeto aprovado pelo Órgão caráter popular ou religioso nos dias e locais determinados pela Municipal competente. a estética e a pública. bem como § 3º São consideradas itinerantes as feiras livres e o de carga e descarga. Disposições Gerais Seção III Art. não sendo admitido. 126. Prefeitura. Art. através do órgão ou entidade competente. destinadas ao comércio logradouros públicos que façam uso de aparelhos. lançados ou depositados sobre logradouros deverão ser devidamente acondicionados e recolhidos até o encerramento das atividades Art. (quinze) metros quadrados. Art. 124. o mobiliário urbano de caráter provisório. trailer. o deslocamento durante o exercício nem a Art. 120. de acordo com as § 4º Não serão admitidos mobiliários urbanos acima de 15 normas municipais específicas. preferencialmente. nos termos da Lei. assim como a construção de banheiros nos § 1º Os detritos e resíduos que eventualmente forem logradouros públicos. refrigeração ou conservação do alimento. culturais. em boas pequenos reparos em pneus e câmaras de ar. 128. trailer. 125. no tocante à § 1º Terão ponto fixo as atividades econômicas a serem higiene e funcionamento. competente. Art. As atividades econômicas em logradouros barracas. as feiras livres são os espaços. individualmente. Art. Art. O exercício de atividade econômica nos CAPÍTULO IV logradouros públicos de Manaus será tolerada. Seção I quiosques e trailer. pinturas e lanternagem de veículos. podendo ser exercidas a pé. condições de asseio e higiene. alimentos. dada apenas nos seguintes casos: II – não coloquem em risco a segurança pública nem I – prestação de serviços considerados de utilidade prejudiquem o trânsito de veículos e pedestres. procedimentos de aquecimento. durante seu exercício. sendo obrigatória a b) de reparos. meio do órgão ou entidade competente. de que é proibido Do Exercício do Comércio fumar. pelo Código Sanitário e pelo Regulamento das exercidas em local devidamente determinado e demarcado pelo órgão Feiras e Mercados de Manaus. 123. O lixo e detritos produzidos deverão ser vias públicas. na forma legal e regulamentar. II – comércio informal devidamente cadastrado. por competente. municipal competente. da Lei. 129. O exercício de atividades econômicas em III – feiras livres e de artesanato. Os equipamentos utilizados deverão ser mantidos Das Barracas em boas condições de higiene e conservação. obedecendo a trajeto ou área de abrangência III – as exigências do órgão municipal regulador do definidos pelo órgão ou entidade competente da Prefeitura. utilizados para o comércio de gênero de primeira necessidade ou produtos típicos. 130. mediante a instalação de Art. recipientes próprios para acondicionamento do lixo. sanitárias. na forma da Lei. estes deverão ser. § 2º As atividades econômicas em logradouros públicos II – os níveis de ruído adequados para o local e período de serão consideradas ambulantes quando admitirem o deslocamento funcionamento. devendo ser desmontadas após o exercício da instalações alimentadas por energia elétrica só será autorizado para atividade. trailers e bancas de jornais e revistas. triciclos ou IV – as exigências do código sanitário de Manaus. Parágrafo único. Seção IV Art. acondicionados em recipientes adequados.

escolas e cinemas. III – licença do veículo. VI – ser desmontáveis e de fácil remoção. V – amanter distância mínima de 200 (duzentos) metros de templos. conforme a atividade e aspectos paisagísticos e urbanísticos locais deverão: Seção VI I – não exceder a área de 2m² (dois metros quadrados). 138. revogada a Lei n° 674. sendo admitido somente o uso de toldo retrátil. das seguintes exigências: III – não prejudicar o trânsito de veículos. respeitando-se a legislação de uso do solo e de preservação definida na autorização pelo órgão municipal competente. Parágrafo único. com exceção II – instalação respeitando uma faixa de. com suas posteriores alterações. emitido em consulta prévia ao órgão ou entidade encarregado da fiscalização. hospitais. públicos. ônibus. não prejudicar o entidade competente da Prefeitura. Os quiosques. no caso da comercialização de alimentos e bebidas. quando for o caso. que pode ser adaptado ao exercício de TÍTULO V atividade econômica mediante sua fixação ou estacionamento em locais DISPOSIÇÕES FINAIS previamente determinados pela Prefeitura. aspecto construtivo. tais como mesas e cadeiras. O órgão municipal competente definirá. 1. 136. 137. Art. § 2º É vedada aos veículos utilitários a instalação de § 4º É vedada a instalação de barracas. traillers poderão ter autorização de instalação de barracas serão definidas conforme a atividade a ser para instalação de mesas e cadeiras em quantidades previamente exercida. através do órgão ou entidade competente.50 feita às festas beneficentes e serviços de utilidade pública. 16 de janeiro de 2014 § 2º Os documentos e demais exigências para autorização Art. exceto para atividades de interesse público. espera do transporte. do patrimônio histórico. observadas as prescrições quanto ao trânsito de pedestres. Manaus. Das Bancas de Jornais e Revistas exceto nos casos de atividades exercidas em feiras livres quando não poderão exceder a 6m² (seis metros quadrados). como os modelos e dimensões adequadas. conforme o caso. destinada tanto à circulação de pedestres quando à exposição de suas mercadorias. publicação. 140. ferro. 139. Além da obediência às normas de padronização dos cidadãos. as barracas. artístico e paisagístico de Manaus. traillers e veículos utilitários nos logradouros e áreas privadas. casas de saúde. II – conservar em boas condições de asseio a área § 2º Quando fisicamente integrados a abrigos de pontos de utilizada. entende-se por veículo entidade da Prefeitura Municipal. veículos e acessibilidade Art. Art. entende-se em conformidade com a legislação de uso do solo e de preservação do por quiosque a edícula ou mobiliário urbano destinado a atividades de patrimônio histórico. definidas pela Prefeitura. entende-se por trailler o veículo rebocável ou vagão. os quiosques deverão manter uma faixa de passeio livre de 2 III – não ocupar passeio. IV – registro público de firma individual ou pessoa jurídica no órgão competente. cultural. Para a autorização de localização de bancas de II – ficar fora da pista de rolamento do logradouro público e jornais e revistas em logradouros públicos é obrigatório o atendimento dos pontos de estacionamento de veículos. construídos em alvenaria. para fins comerciais ou de prestação de serviços. Esta Lei entra em vigor na data de sua nos termos da Lei. VI – prova de endereço do proprietário. IV – não expor. muros e paredes com a (dois) metros. bem material similar. material ofensivo.50 m (cinquenta centímetros) das guias dos respectivos passeios. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 61 . através do órgão ou entidade competente. 142. mesas e cadeiras. quiosques. nos termos da Lei. Art. de 4 de novembro de 2002. m (um metro e cinquenta centímetros) para passagem de pedestres. § 1º O exercício de atividade econômica em quiosques somente será autorizado mediante projeto de instalações e localização devidamente aprovados pela Prefeitura. Art. fibra de vidro ou locais e logradouros destinados à instalação de bancas de jornais. cultural. quinta-feira. mediante a apresentação dos seguintes documentos: I – parecer técnico favorável quanto à localização. Todas as funções referentes à aplicação das normas e imposições deste Código serão exercidas por órgão ou Art. 141. madeira. Para efeitos desta Lei Complementar. cuja competência para tanto estiver utilitário o móvel que pode ser adaptado ao exercício de atividade definida em leis. Para efeito deste Código. Art. bancas e depósitos nas imediações de feiras livres e mercados populares. dando-se preferência aos quiosques obriga-se a: temáticos que venham contribuir para o embelezamento dos logradouros I – manter a banca em bom estado de conservação. por meio do órgão ou entidade Art. O proprietário de banca de jornais e revistas competente. § 1º A instalação de mesas e cadeiras só será autorizada § 3º As barracas destinam-se ao atendimento rápido. 16 de janeiro de 2014. em local de maior visibilidade ao público. somente será concedida. A autorização da instalação e funcionamento de Manaus. 135. com projeção máxima de 1 (um) metro sobre o passeio. através do órgão ou entidade competente. regulamentos ou regimentos internos. quando localizadas Dos Quiosques e Traillers e Veículos Utilitários próximas a cruzamento de logradouros. 133. artístico e paisagístico de Manaus. os ponto fixo. nos termos da Lei. IV – respeito à distância mínima de 15 (quinze) metros do Seção V ponto de encontro dos alinhamentos respectivos. Para efeito deste Código. nos termos da Lei. apresentando bom trânsito de pedestres e acessibilidade. V – prova de inscrição no fisco federal (CNPJ/CNPF). atendimento ao público. obsceno ou pornográfico. II – certificado de Vigilância Sanitária. na forma da Lei. III – localização a uma distância mínima de 0. no mínimo. 134. mediante a existência de instalações sanitárias adequadas ao sendo vedada a instalação de acessórios para acomodação do público. I – conformação aos modelos aprovados pelo órgão ou IV – quando localizadas nos passeios. econômica podendo ficar estacionado em locais previamente determinados pela Prefeitura. Art. separadas por sexo.

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu VII – estabelecer condições de habitação digna. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 62 . recuperação lote e a edificação. lhe são conferidas pelo art.Dos Estacionamentos e Guarda de Veículos 115 2 27 aplicar multas do regulamento 1 Seção VII . autônomas e contíguas.Do Exercício do Comércio 128 1 4 Seção III .Das Barracas 132 e 133 1 4 Seção V . quinta-feira. inc.Dos Engenhos Publicitários 61 a 82 4 70 Seção VII . I – o estabelecimento de padrões construtivos e de V – área non aedificandi: área do terreno onde não é parcelamento do solo que possibilitem a regularização fundiária e permitida a edificação de qualquer natureza. prioritariamente. inciso XXIII. podendo se constituir em: Especial Interesse Social (AEIS).Do Comércio Seção I . escadas de acesso.Da Higiene dos Logradouros 46 e 47 1 27 Capítulo IV . no uso das atribuições que existentes. 1º Esta Lei define parâmetros diferenciados para I – afastamento: distância entre a edificação e as divisas parcelamento e uso do solo e para as construções nas Áreas de do terreno.Dos Divertimentos. da Lei Orgânica do Município de VI – corrigir situações de risco ocasionadas por ocupação Manaus. VIII – possibilitar investimentos públicos e privados em LEI: projetos e programas habitacionais de interesse social. DE 16 DE JANEIRO DE 2014 ANEXO ÚNICO CÓDIGO DE POSTURAS DO MUNICÍPIO DE MANAUS VALORES EM UFMs Valor Artigos Valor Mínimo Alternativa Máximo Titulo II . admitida apenas construção urbanística de assentamentos habitacionais da população de baixa de gradil. construídas em locais desprovidos de infraestrutura. especialmente as seguintes: Art.Dos estabelecimentos de reuniões e diversões 96 a 106 14 70 Seção III – Dos Estabelecimentos de culto 107 e 108 2 14 multa diária conforme art. TÍTULO I Art.Das Licenças e Autorizações 7º ao 9º 4 70 Titulo III . as edificações O PREFEITO DE MANAUS. DE 16 DE JANEIRO DE 2014 II – conferir à propriedade imobiliária a função social preconizada pelo artigo 5°. As AEIS são porções do território que edificação.Dos Depósitos de Ferro Velho 116 2 27 Seção VIII . da Constituição Federal. e dá outras providências. Trailers e Veículos Utilitários 134 a 138 2 27 multa diária conforme art.Das Atividades Econômicas em Logradouros Seção I .Do Processo Administrativo Seção I . 16 de janeiro de 2014 LEI COMPLEMENTAR Nº 005.Do Uso dos Logradouros 48 a 54 2 10 Capítulo V . 23 Seção VI . de áreas impróprias à habitação.Disposições Gerais 121 a 127 1 4 Seção II . 23 Seção V . IV.837.Do Comércio em Áreas de Especial Interesse Social 109 e 110 1 4 multa diária conforme art. 2º A delimitação de Áreas de Especial Interesse Social III – águas servidas: águas residuais ou de esgoto. obras de canalização e renda. quando de sua Urbano e Ambiental do Município de Manaus regularização jurídica e urbanística.Dos Estabelecimentos e Atividades Econômicas Capítulo I . assegurar moradia digna para a população de b) afastamento lateral: distância entre os limites laterais do baixa renda. muro de arrimo. devem. equipamentos públicos e II – aglomerados de sub-habitação: unidades residenciais infraestrutura urbana.Das Feiras Livres 129 a 131 1 4 aplicar multas do regulamento* Seção IV .Disposições Gerais 86 a 88 1 4 Capítulo II .Das Bancas de Jornais e Revistas 139 e 140 1 4 * valor da multa diária pode variar de 20 a 100% do valor mínimo da multa. 23 Capítulo IV . serão adotadas DISPOSIÇÕES PRELIMINARES as definições estabelecidas na codificação urbanística em vigor. ocupadas por população de baixa renda.Dos Postos de Serviço e Revenda de Combustíveis 117 a 120 4 70 multa diária conforme art.Disposições Gerais 93 a 95 Seção II .Da Defesa do Consumidor 91 a 92 2 27 Capítulo III . LEI Nº 1. Festejos e Competições 83 a 85 14 70 Título IV . V – manter. 3º Na aplicação do disposto nesta Lei.Do Trânsito 42 a 45 1 4 aplicar multas do regulamento* Capítulo III . Manaus.Quiosques. escoamento de águas e canalização de esgotos. 23 Seção IV . 80. IV – incentivar a participação comunitária no processo de delimitação.Horário de Funcionamento 83 a 84 Seção II . voltadas para o logradouro.Do mobiliário urbano 55 a 60 2 27 Capítulo VI . por intermédio de melhorias urbanísticas. Art.Dos Logradouros Públicos Capítulo I . dotadas de boa oferta de serviços. urbanização e regularização jurídica dessas áreas.Dos Mercados populares 111 a 114 1 4 Seção VI . a) afastamento frontal: distância entre os limites do lote e a Parágrafo único.Da Fiscalização de Posturas Capitulo II . através de sanciono a seguinte investimentos em equipamentos urbanos e comunitários. social. DISPÕE sobre as Áreas de Especial III – evitar o processo de expulsão indireta dos moradores Interesse Social previstas no Plano Diretor dessas áreas em razão da valorização dos imóveis. tem por objetivos: IV – área de serviços: área de apoio ao uso residencial. bem como a provisão de novas habitações de interesse fundo e a edificação. sempre que possível.Disposições Gerais 36 a 41 1 4 Capítulo II . ambiental e regularização fundiária de assentamentos precários e c) afastamento de fundos: distância entre os limites de irregulares. conforme o artigo 23.Dos Estabelecimentos Seção I .

serviços de esgotos. reserva de pluviais. destinados à edificação. 7º As vias de circulação deverão. calçadas. mais baixo do fundo da laje de um compartimento ou da cobertura de um dos logradouros. na forma da Lei de Parcelamento do Solo Urbano de Manaus. o logradouro público. rede telefônica e gás canalizado. 5º Nos loteamentos em Áreas de Especial Interesse CABT para cálculo da Outorga Onerosa do Direito de Construir será 2. lazer e similares. com caixa viária de 9. tais como de 3 m (três metros) no mínimo. serviços de terraplanagem e construção de quaisquer tipos de edificação § 1º A interseção do alinhamento das vias públicas deve transitória ou permanente. ainda não houver sido implantado. 9. lavabo e área de por vias ou ciclovias. tal como vestíbulo. ao escoamento das águas pluviais e aos equipamentos compartimento. observadas as exceções previstas na XXV – uso residencial unifamiliar: uma ou duas unidades legislação ambiental vigente. excetuando- DAS DIRETRIZES URBANAS E AMBIENTAIS se os casos em que sejam realizados trabalhos de engenharia. 2 (duas) faixas de passeio de 1. Ao redor de nascentes ou olhos d´água.00 m de um edifício.50 m (um metro e cinquenta centímetros) cada. ao desporto. ambiente de estudo e de trabalho e cozinha. Solo: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 63 . sempre que possível se evitando a fragmentação da cobertura uma edificação que serve para utilização permanente ou transitória. localizado geralmente abaixo do nível do solo. constituídos por vias. será obrigatória a reserva de área non aedificandi com raio mínimo de 50 TÍTULO II m (cinquenta metros). das quadras. de Especial Interesse Social será adotada faixa de proteção marginal XXIII – terreno: extensão de terra pública ou particular. com abertura ou não de novas vias de § 2º Qualquer interrupção ou descontinuidade no traçado circulação. acompanhamento. para retorno de veículos. dois ou mais lotes. despensa. 3. passagens de transeuntes. e no caso das áreas verdes. de contínuo. existentes ou projetadas. XIX – passeio: parte de um logradouro destinada ao trânsito de pedestres. caracterizado como espaço habitável que permita permanência § 1º É vedada a destinação de área para equipamentos confortável por tempo longo ou indeterminado. mínima de 30 m (trinta metros). III – via de servidão (ls): composta de 2 (duas) faixas de XV – gabarito: número de pavimentos de uma edificação. modificação ou das vias coletoras ou locais deverá ter dispositivo que permita manobra ampliação das vias existentes. Não serão licenciados loteamentos em terrenos CAPÍTULO I com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento). com caixa viária de coincide com o alinhamento do logradouro público e destinada a separá. além da arborização das vias e praças e do XXI – porão: espaço compreendido entre dois pisos. fornecimento das placas de denominação de logradouros.40 m XIII – logradouros públicos: bem público de uso comum. Social. 2 (dois) elétrica. Manaus. Parcelamento do Solo Urbano de Manaus. depósito. públicos ou privados. cujo IV – via de pedestre: composta de 1 (uma) faixa de passeio resultado implique alteração de seu estado físico anterior. durante o XXIV – uso residencial multifamiliar: mais de duas período em que o Plano de Proteção das Margens dos Cursos d’Água unidades habitacionais autônomas por lote em condomínio. vestiário. terrenos para implantação de equipamentos comunitários e áreas VII – atividade econômica doméstica: atividade comercial verdes. com testada para logradouro público existente. características: XII – equipamentos urbanos: equipamentos públicos I – via coletora (c2) . de maneira que não descaracterize o uso residencial. energia tráfego de 3. b) compartimento de permanência transitória: § 2º As Áreas verdes e de equipamentos comunitários. os lotes terão no mínimo 125 m² (cento e vinte e cinco metros devendo obedecer ao gabarito estipulado na Lei de Uso e Ocupação do quadrados) de área e 5 m (cinco metros) de testada. compartimento caracterizado como espaço habitável de permanência deverão ser entregues ao Poder Executivo totalmente livres e confortável por tempo determinado. sala de comunitários em terrenos nas situações descritas na Lei do estar. 6º Para aprovação dos projetos de loteamentos em permeáveis do terreno. urbanos previstos no projeto. 2 (duas) faixas de passeio XIV – frente ou testada do lote ou terreno: linha que de 1. dentre II – via local (l2): composta de 2 (duas) faixas de tráfego de outros. 4º A licença para parcelamento do solo nas Áreas de CAPITULO II Especial Interesse Social está condicionada à aprovação do respectivo DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO projeto. lo da propriedade particular. nas seguintes ou de serviços. expedido pelo Órgão Municipal competente. podendo se constituir em: II – 10% (dez por cento) para equipamentos comunitários a) compartimento de permanência prolongada: na área urbana e 8% (oito por cento) na área de transição. coleta de águas pluviais. Art. tal como quarto. X – divisa: linha de limite entre imóveis confinantes ou para Art. com caixa viária de 18.60 m (três metros e sessenta centímetros) cada. habitacionais autônomas por lote. caixa desafetadas. DO PARCELAMENTO DO SOLO NAS ÁREAS DE ESPECIAL INTERESSE SOCIAL Art. cultura e saúde. banheiro. medidos da maior enchente. em terreno VIII – compartimento: espaço coberto ou descoberto. 11. atendidos os requisitos prescritos neste Capítulo. 16 de janeiro de 2014 VI – áreas verdes condominiais: áreas descobertas e Art. dotadas de vegetação arbórea que contribua Áreas de Especial Interesse Social (AEIS). Art.40 m (nove metros e quarenta centímetros). de forma a facilitar sua fiscalização e serviços. Parágrafo único. passeios de 2 m (dois metros) cada. Art. o órgão municipal para o equilíbrio climático e favoreça o serviço de drenagem de águas competente exigirá dos parceladores.20 m (três metros e vinte centímetros) cada. 8º O parcelador deverá executar as obras e serviços XX – pé-direito: distância vertical entre o piso e o nível necessários às vias de circulação. calculados em função da área total do loteamento. (nove metros). (dezoito metros e quarenta centímetros). de logradouros públicos ou prolongamento.5.50 m XVI – habite-se: documento que autoriza o uso e ocupação (um metro e cinquenta centímetros) cada. quinta-feira. à demarcação dos lotes. quando necessário. 10. XVII – obra: realização de um serviço em um imóvel. de jantar e de lazer. explorada por qualquer dos ocupantes da própria proporções: unidade. 9º Em todos os cursos d’água localizados nas Áreas formando um lote maior. XI – equipamentos comunitários: equipamentos públicos harmonizar-se com a topografia local e obedecer às seguintes voltados à educação. concordar em curva com raio mínimo de 2.30 m (dois metros e trinta XVIII – parcelamento: subdivisão de gleba em lotes centímetros). exceto quando se tratar de vias de servidão. corredor. XXII – remembramento: unificação de um ou mais lotes Art. Nos empreendimentos em Áreas de Especial Interesse Social o Coeficiente de Aproveitamento Básico do Terreno – Art. I – 5% (cinco por cento) para área verde. serem definidas fisicamente de escada.composta por 4 (quatro) faixas de destinados ao abastecimento de água. estando devidamente identificada como área de IX – desmembramento: forma de parcelamento da terra em preservação ambiental. articular-se com as vias adjacentes oficiais. vegetal existente. tráfego de 3 m (três metros) cada.

Art. o ponto mais baixo deverá DAS EDIFICAÇÕES NAS ÁREAS DE ESPECIAL INTERESSE SOCIAL ter altura mínima de 2. 11 (onze) metros. CAPÍTULO I Art. TÍTULO IV executados em Áreas de Especial Interesse Social deverão atender as DA REGULARIZAÇÃO DOS PARCELAMENTOS DO SOLO medidas necessárias para os compartimentos: COMPARTIMENTO ÁREA MÍNIMA LARGURA MÍNIMA PÉ-DIREITO MÍNIMO CAPÍTULO I Salas 7.20m solo empreendidos nas Áreas de Especial Interesse Social são Área de Serviços 1. devem taxa de permeabilidade.50 m (dois metros e cinquenta TÍTULO III centímetros) e. Os tanques de lavagem doméstica deverão ser pelo órgão municipal competente mediante requerimento do interessado. localização das esquadrias em cada pavimento.20 m (um metro e vinte centímetros).50m Cômodo Diferenciado 7. ambos ligados à rede de esgoto. no mínimo. 17. 18. deverá estar ligado à rede de esgoto. norte magnético. 16. Parágrafo único. O lavatório poderá ser instalado fora do reforma ou ampliação em imóveis situados nas Áreas de Especial banheiro e. Não poderá haver vão de iluminação e construída. Para os efeitos desta Lei.00/0. excetuados os casos a seguir: VII – serão permitidas edificações de até 5 (cinco) § 1º As residências unifamiliares deverão ter no mínimo pavimentos. deverão ter pé-direito mínimo de 2. desde que a distância da laje de piso do uma vaga de garagem. de igual modo. 20. III – os seguintes documentos gráficos: Art.00m² 1. sala de TV. V – as portas de acesso às edificações. os parcelamentos do Banheiro 2. respectivamente. IV – quanto as vagas de estacionamento: deverá atender VI – as escadas de acesso público terão largura mínima de ao determinado no Código de Obras e Edificações do Município de 1. construção.5 5 5 4 3 áreas de serviço ou poços de ventilação. Os banheiros ou lavabos deverão apresentar piso DO LICENCIAMENTO lavável e. na forma da Lei de Uso e Ocupação do Solo de Manaus.50m² 2.50m² 1.40m 2. quando existente. deverão apresentar no mínimo um banheiro provido de vaso sanitário e II – RG e CPF do proprietário.20m qualificados nas seguintes categorias: DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 64 . gabinete.50m DISPOSIÇÕES GERAIS Quartos 7. o interessado poderá beneficiar-se dos serviços listados expedido pelo órgão municipal competente.20 m (dois metros e vinte centímetros). III – quanto à taxa de ocupação: sem restrições. 16 de janeiro de 2014 I – quanto ao uso: de acordo com o disposto nos Quadros § 1º Serão aceitos até dois cômodos diferenciados de Usos e Atividades por Setor Urbano e Corredor Urbano constantes podendo este destinar-se a quarto. Para o atendimento do previsto nos Áreas de Especial Interesse Social dependerá de Habite-se a ser incisos I a IV. Nº Total de Afastamento Frontal Afastamentos Afastamentos Pavimentos (m) Laterais Fundos II – todos os compartimentos de permanência prolongada 1 3 0.50m Art. sido empreendidas de acordo com o projeto aprovado. bem como as ressalvados os espaços necessários à implantação dos afastamentos e passagens de circulação e corredores no interior das edificações. um vaso e um dispositivo para banho. Art. 21. competente.00m 2. 3 4 2 2 III – os banheiros poderão ser iluminados e ventilados para 4 5 3 2.40m 2. de Manaus. permitam a abertura dos vãos de iluminação e ventilação dos compartimentos.00 1 deverão ter abertura comunicando-se diretamente com o exterior da 2 3 0.00 1.5 edificação. mecanismo apropriado para cada caso. ou a fossa e sumidouro. Parágrafo único. obedecida à largura mínima de 1 m (um metro). área dos ventilação voltado diretamente para o lote vizinho. 14. registro de imóveis. Manaus. ou artigo 10 do Código de Obras e Edificações do Município. planta de cobertura. ou a sistema de fossa e sumidouro. 19. Art. Os projetos de iniciativa pública ou privada. título definitivo ou Serviço. se Interesse Social deverá ser previamente licenciada pelo órgão municipal existente.50m Cozinha 4. primeiro pavimento a laje de piso do último pavimento seja de. deverão obedecer a uma apartamentos térreos para pessoas com deficiência e idosos. sendo reservado o percentual de 5% dos geminadas limitados até 10 (dez) unidades. projeto do esgotamento sanitário para o sistema público. 15. ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros). se existente. As edificações destinadas ao uso Comercial e de comprove a posse do imóvel por 5 (cinco) anos. Não dependem de projetos nem de Art. terrenos vizinhos. no caso de tetos inclinados.40m 2. b) planta baixa dos pavimentos com indicação da área total Parágrafo único. obedecer os afastamentos previstos na Lei de Uso e Ocupação do IV – os poços de ventilação poderão ter dimensões que Solo. ou localização de fossa e sumidouro. A execução de toda e qualquer obra.00/0. 12. dentre outros. ambientes. CAPÍTULO III quando houver. uma fachada. com identificação de suas dimensões. I – as aberturas para iluminação e ventilação dos II – quanto aos afastamentos mínimos da edificação: compartimentos de permanência transitória deverão ter equivalência à deverão ser garantidos afastamentos previstos no quadro abaixo: no mínimo 15% (quinze por cento) da área dos compartimentos de permanência prolongada.60m 2. não sendo necessárias vagas § 2º Os compartimentos de permanência prolongada para visitantes. quando existente. para sistema de esgotamento sanitário.50m² 2. 13. escritório. instruído obrigatoriamente com: I – documentos de propriedade ou documento que Art.00m² 1. O licenciamento da obra ou serviço será concedido Art. ligados à rede de esgoto. quinta-feira. Manaus. no § 2º Os empreendimentos em forma de vila e casas máximo. sala nos Anexos II e V. lavatório. DO HABITE-SE IV – croqui de localização do terreno na malha viária urbana da Cidade. não permitida a emissão de limites e confrontações. desde que as obras tenham segundo artigo 11 do Código de Obras e Edificações de Manaus. sem elevador. A ocupação de toda e qualquer edificação nas Parágrafo único.00m 2. da Lei de Uso e Ocupação do Solo de estudos ou biblioteca. Parágrafo único. Para coleta de água do telhado deverá ser previsto a) planta do terreno. ou à fossa séptica. Art.00m² 2. As cozinhas deverão ser providas de pia com alvará de construção as obras e serviços descritos nos incisos I a V do canalização de efluentes para a rede de esgoto. um corte esquemático de volumetria. A partir de 6 pavimentos. implantação do edifício no terreno e respectivas águas pluviais diretamente para a via ou logradouro público e nem para dimensões e afastamentos das divisas. vaga de veículo a cada 2 (duas) unidades. O Habite-se poderá ser concedido em CAPÍTULO II caráter parcial e precário nas hipóteses da Lei do Código de Obras e DAS NORMAS TÉCNICAS PARA AS EDIFICAÇÕES Edificações do município de Manaus.

por qualquer adquirente de lote ou por associação forma a que sejam assegurados: representativa dos adquirentes de lotes. à Autoridade Policial e ao Ministério eventualmente causados pelo parcelamento. informando ao órgão municipal competente as áreas destinadas como garantia para a execução dessas obras e Art. Também poderá ser objeto de regularização. O laudo técnico que deverá instruir o processo de regularização do parcelamento irregular empreendido em Área de Art. prorrogável. devendo atender às exigências formuladas no nas Áreas de Especial Interesse Social dar-se-á por meio de processo prazo de 30 (trinta) dias corridos. Os parcelamentos irregulares ou clandestinos obras e serviços deverão ser assinados por profissional habilitado e pelo empreendidos nas Áreas de Especial Interesse Social poderão ser loteador. captação e tratamento. partir do levantamento dos parcelamentos irregulares e clandestinos e do cadastramento de suas populações. na serviços. Municipal ou por pessoa física ou jurídica de direito privado. dos logradouros. até a sem que tenha sido apresentado projeto para aprovação do Poder sua correção. nas legislações pertinentes. 25. Após as providências previstas no artigo 22. deverá ser instruída com a proposta de regularização. até a eliminação dos agentes poluentes. para efeito de instrução dos processos de regularização nas Áreas de Art. executados pela Prefeitura Municipal de Manaus. § 1º Na falta ou omissão do parcelador. ainda. municipal competente. Lei Federal n. 16 de janeiro de 2014 I – parcelamentos irregulares: de iniciativa pública ou I – em Áreas de Preservação Permanente. os lotes. Art. 22. todas órgão municipal competente. acompanhada do respectivo domínio devidamente registrado no cartório de registro de imóveis. Parágrafo único. conforme d) alagadiços ou sujeitos a inundações. quando necessário. 30. DOS PROCEDIMENTOS Parágrafo único. por dois administrativo definido por esta Lei. ainda que não registrado. necessariamente. 26. aprovado. deverá o órgão municipal competente expedir a licença parcelada. 33. 29. das sanções criminais e do atendimento das exigências da Prefeitura II – proposta técnica e urbanística para a regularização do Municipal de Manaus. por meio de requerimento I – a estabilidade dos lotes. o desfazer o parcelamento e executar. restituindo a área à Público do Estado. IV – a fluidez de tráfego nas vias. ainda. devendo. das áreas próprio. às suas exclusivas expensas. períodos iguais e sucessivos. Ocorrendo qualquer das situações previstas neste artigo e essa se mostrar insanável. apenas parte de terreno irregularmente loteado. Manaus. a execução de obras e serviços de parcelador. deverá. nos termos da Lei de execução das obras necessárias à regularização do parcelamento serão Parcelamento do Solo em vigor. Estadual ou legislação ambiental. desde que filiado a título de para a execução das obras e serviços.766. o parcelador deverá Art. disposto no Plano Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus. ou parte destes. o órgão viário existente. na forma da privada. efetivado por pessoa jurídica ou por ocupação b) com declividade igual ou superior ao máximo previsto espontânea. 24. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 65 . e solicitando a adoção das medidas aplicáveis contra o parcelador. a seu empreendidos: critério. adquirentes de lotes. expedir ofícios à as obras e serviços necessários ao saneamento de danos ambientais Procuradoria Geral do Município. 35. A regularização dos parcelamentos irregulares ou Art. compromisso de venda e compra da gleba regularização. III – em terrenos: II – parcelamentos clandestinos: parcelamentos realizados a) aterrados com material nocivo à saúde pública. Para efeito de regularização dos parcelamentos clandestinos nas Áreas de Especial Interesse Social poderá ser empreendidos em Áreas de Especial Interesse Social. § 3º O órgão municipal competente poderá aceitar. informando sobre a prática dos crimes previstos na condição de gleba. as áreas públicas. providências dos procedimentos de controle e sanções. O parcelador será comunicado pelo órgão municipal competente. os quais serão plenamente responsáveis pelo empreendimento regularizados pelo órgão municipal competente. Tomando conhecimento de parcelamento irregular c) cujas condições geológicas ou morfológicas do solo não ou clandestino empreendido em Área de Especial Interesse Social. públicas e dos terrenos limítrofes. na forma desta Lei e a na forma da Lei. acompanhada de III – a preservação das quadras e dos logradouros públicos laudo técnico que demonstre a observância dos parâmetros técnicos e quanto a processos erosivos. Art. o órgão municipal determinada pelo Prefeito Municipal de Manaus ou solicitada pelo competente. deverá o adquirente do lote empreendidos em Área de Especial Interesse Social atenderão às suspender o pagamento das prestações restantes e notificar o loteador exigências feitas pelo órgão municipal competente. § 2º Nas hipóteses de determinação e de solicitação da V – a integração das vias do parcelamento com o sistema regularização feita por adquirente de lote ou por associações. de preservação CAPÍTULO II permanente e remanescentes. Os projetos de regularização de parcelamentos registrado ou regularmente executado. Verificados que o parcelamento não se acha Art. Os projetos de regularização de parcelamentos. dispensar a prestação das garantias previstas neste artigo. os projetos e a considerando-se a área remanescente como gleba. para suprir a falta junto ao órgão municipal competente. das conclusões da análise técnica e jurídica do Art. salvo se comprovada sua caberá ao órgão municipal competente adotar imediatamente as estabilidade mediante a apresentação de laudo técnico específico. até a sua correção. parcelamento. forma desta Lei. 34. Art. independentemente I – diagnóstico geral da situação do parcelamento. Ao parcelador irregular serão aplicadas as penas Especial Interesse Social constará no mínimo de: administrativas e civis que a legislação prescrever. sem a II – em áreas onde a poluição impeça condições sanitárias aprovação do Poder Público Municipal ou em desacordo com o projeto suportáveis. Art. permitam sua ocupação por edificações. cronograma físico-financeiro. deverá elaborar a proposta e o laudo previstos no VI – o abastecimento de água e. poderá exigir. Aceita pelo parcelador a proposta técnica para a Especial Interesse Social. 28. as quadras. 27. 32. Não poderão ser objeto da regularização prevista à regularização do parcelamento for assumida por associação de nesta Lei os parcelamentos irregulares ou clandestinos. o órgão municipal competente poderá. salvo se atendidas as exigências específicas da legislação municipal. de 19 de dezembro de 1979. § 2º Quando a execução das obras e serviços necessários Art. 6. 23. urbanísticos estabelecidos nesta Lei. 31. estar representadas em planta as curvas de nível. sua § 1° deste artigo. Art. os respectivos memoriais descritivos e cronogramas das Art. no máximo. Público Municipal. § 1º A solicitação de regularização feita pelo parcelador II – a drenagem de águas pluviais. verdes. os empreendidos pelos Governos Federal. A regularização dos parcelamentos empreendidos pedido de regularização. visando à regularização urbanística e fundiária. quinta-feira.

quando houver. mediante o levantamento DA REGULARIZAÇÃO DAS CONSTRUÇÕES do depósito judicial das prestações ou da entrega dos lotes dados em garantia. 37. III – documento gráfico. dimensões. composto de: Parágrafo único. as vias de II – retorno da área parcelada à condição de gleba. forma desta Lei não implica o reconhecimento ou a assunção. implicará o encerramento da instância administrativa. da posse a mais de 5 de área degradada. § 2º Poderão ser regularizados os imóveis localizados em Art. praças e IV – Anotação de Responsabilidade Técnica pela execução espaços livres já implantados. no caso de reconstituição I – nome do titular da propriedade. ouvido o Órgão Municipal despesas que tiver de suportar. o proximidades do parcelamento objeto da regularização. Expedido o Auto de Regularização do Parcelamento. 40. devendo. da obra. (cinco) anos ou do domínio útil do imóvel. Na hipótese de omissão do parcelador. requerimento de associação de moradores ou adquirentes de lotes. não o fazendo. contenham uso misto com atividade de comércio ou serviço com Parágrafo único. ou se § 1º O órgão municipal competente cobrará do parcelador comprovadamente executado antes de 04 de novembro de 2002 o custo das obras e serviços executados. 41. 42. projetos. pelo VII – deverão atender a ventilação e iluminação em no Poder Público Municipal. comprovado por documento Art. Em glebas localizadas em Áreas de expedido depois de cumpridas as exigências feitas para a regularização Especial de Interesse Social. cobertura. II – que seja comprovada a construção da edificação anterior a 4 de novembro de 2002. Parágrafo único. 36. VIII – não houver invasão de áreas públicas e lotes vizinhos. o órgão municipal competente poderá expedir a Art. Quando a regularização do parcelamento ocorrer a c) planta baixa dos pavimentos. o órgão municipal parcelador. poderão ser definidos e analisados pelo Conselho Municipal de juros. lançado as importâncias relativas às áreas destinadas a ruas. que atenderem os seguintes decisões proferidas nos processos de regularização de que trata esta Lei parâmetros: é de 15 (quinze) dias corridos. entretanto. Na impossibilidade de cumprimento do disposto neste artigo. V – que tenha sistema de esgotamento sanitário. dobro da área que faltar em terreno contíguo ou situado nas Parágrafo único. CAPÍTULO III IX – que não tenha nenhum dos afastamentos. inclusive seu gerenciamento. 38. Quando o parcelador irregular não for identificado regularização do parcelamento. à reparação de danos ambientais. A autorização para desmembramento da a) planta de situação do terreno na malha viária urbana. A regularização das construções empreendidas § 3º Consideram-se despesas a serem ressarcidas pelo nas Áreas de Especial Interesse Social deverá ser solicitada por meio de parcelador. 16 de janeiro de 2014 Art. para efeito de hábil. de qualquer obrigação assumida pelo mínimo 50% (cinquenta por cento) dos vãos necessários por cômodos. afastamentos. A regularização urbanística dos parcelamentos na VI – que apresente comprovantes de água e luz. circulação deverão atender o mínimo definido nesta Lei. inclusive por meio judicial. desenvolvimento urbano e propiciar a defesa dos direitos dos adquirentes de lotes. gleba não exime o loteador do cumprimento das exigências que lhe b) implantação do edifício no terreno com suas respectivas forem feitas pelo Poder Público. tudo para garantir os padrões de competente. Art. limites e confrontações. deverá o parcelador proceder à averbação do Art. em Áreas de Especial Interesse Social deverá observar e exigir a § 3º Para o atendimento deste artigo. contados a partir da data da publicação I – que sejam exclusivamente residenciais ou que da decisão. do referido imóvel. na forma desta Lei. desde que DOS PADRÕES TÉCNICOS E URBANÍSTICOS EXIGÍVEIS não haja qualquer tipo de vão de aberturas para os lotes vizinhos e Art. O prazo para interposição de recurso contra as Áreas de Especial Interesse Social. ainda. o de seu equivalente em moeda corrente. vencidos poderão ser pagos por meio de parcelamento. parcelador perante os adquirentes de lotes. em favor do Fundo Municipal de registro das áreas públicas e reservadas no competente cartório do Desenvolvimento Urbano. Art. Quando não forem alcançados os percentuais parcelamento junto ao competente Cartório de Registro de Imóveis no mínimos exigidos pela legislação que rege o parcelamento do solo prazo de 30 (trinta) dias. Art. 45. registro de imóveis. A interposição extemporânea de recurso ocupação máxima de 50 m² (cinquenta metros quadrados). autorizado logo após a expedição da regularização do parcelamento. ou localização de fossa e sumidouro. O desmembramento da gleba. Art. lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Manaus. aplicação desta Lei. a ser f) esquema geral de esgotamento sanitário para o sistema disciplinado em regulamento próprio. correção monetária e todos os acréscimos legais e outras Desenvolvimento Urbano – CMDU. os d) um corte esquemático de volumetria. § 2º A Prefeitura Municipal de Manaus se ressarcirá dos TÍTULO V gastos decorrentes da intervenção que efetuar. dentre outras. ou o pagamento órgão municipal competente deverá providenciar. 47. débitos relativos a taxas e ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e) uma fachada. Obras e Edificações de Manaus. aquelas realizadas pelo Poder Público com requerimento do proprietário ou possuidor do imóvel. além daquelas eventualmente já destinadas. seguintes providências: I – execução das obras e serviços necessários à Art. ser demandado urbano. o interessado poderá destinação de áreas para implantação de áreas públicas dentro da área beneficiar-se dos serviços listados segundo artigo 11 do Código de objeto do parcelamento. Art. imediatamente. descontando-se do montante público. 46. 43. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 66 . obras e serviços destinados à § 1º A solicitação de regularização prevista neste artigo regularização do parcelamento ou de seu retorno à condição de gleba deverá ser instruída com os seguintes documentos: ou. sob pena de. 44. levantamentos topográficos. o cumprimento dessas competente poderá intervir no parcelamento por meio de quaisquer das obrigações. nos percentuais exigidos pela legislação federal. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano III – contenha até 100 m² (cem metros quadrados) de área (CMDU) é a última instância de recurso nas matérias relacionadas à construída. Na regularização dos parcelamentos regularização do parcelamento. seguir exigindo do ou recusar a adoção das medidas determinadas. O Auto de Regularização do Parcelamento só será Parágrafo único. inclusive o norte magnético.000 m² (vinte do parcelamento e da aceitação técnica do órgão municipal das obras e mil metros quadrados) não será exigida do parcelador a destinação de serviços executados. IV – que tenha no máximo até 2 (dois) pavimentos. empreendidos em Áreas de Especial Interesse Social. deverá ser II – Certidão de débito do IPTU. o órgão municipal competente exigirá do parcelador a doação do judicialmente. 39. quinta-feira. A regularização dos parcelamentos empreendidos contenha no mínimo 1 (uma) vaga de garagem. com área menor do que 20. áreas públicas.

XLII – Área de Especial Interesse Social Lago Azul . XXIII – Área de Especial Interesse Social Igarapé do Art.AEIS Parágrafo único. Manaus 2000. observados os critérios definidos nesta Lei. ocupadas espontaneamente poderão ser objeto de desapropriação pelo XXII – Área de Especial Interesse Social Residencial Poder Público.AEIS Conjunto Nova Cidade.AEIS conjunto Amadeu Soares XLV – Área de Especial Interesse Social Presidente Botelho.AEIS Francisco Garcia.AEIS Augusto Montenegro. e definição da XXVI – Área de Especial Interesse Social Igarapé Treze de planta técnica do parcelamento.AEIS Aluísio Domingues . . emitido pelo Órgão municipal competente.AEIS Condomínio Residencial Villa Poupex.AEIS Parque dos Buritis. na forma AEIS Santo Agostinho. parcelamento à condição de gleba.AEIS Presidente Vargas. (setenta metros quadrados).AEIS Cidadão Petrópolis. Manaus. averbação no cartório de registro de imóveis. XXXI – Área de Especial Interesse Social Parque Tropical - § 3º Nos casos previstos no caput deste artigo só será AEIS Parque Tropical. Prefeitura poderá intervir no parcelamento do solo irregular.AEIS conjunto Cidadão III – Carlos Braga. Vargas . no mínimo. XXI – Área de Especial Interesse Social Mutirão . AEIS Laranjeiras. implantado. 16 de janeiro de 2014 TÍTULO VI XVI – Área de Especial Interesse Social Conjunto DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Habitacional Cidadão III – Carlos Braga .AEIS conjunto Presidente Lula. XIX – Área de Especial Interesse Social Coroado . social e jurídica. Municipal: XXXVI – Área de Especial Interesse Social Residencial I – Área de Especial Interesse Social Cidade de Deus . diagnosticada por laudo técnico nos XXX – Área de Especial Interesse Social Residencial moldes do § 1º.AEIS João Paulo II. Francisco Garcia . 70 m² AEIS Tancredo Neves. que levará em consideração a XXVIII – Área de Especial Interesse Social Igarapé da localização do parcelamento.AEIS II – comprovação de irreversibilidade do parcelamento Coroado. requerido o registro ou a averbação do parcelamento. XXXVII – Área de Especial Interesse Social Residencial II – Área de Especial Interesse Social Jorge Teixeira .AEIS conjunto Boas Novas. Villa Bella. a Mestre Chico . as glebas Mutirão. XL – Área de Especial Interesse Social Gedária Maspoli - V – Área de Especial Interesse Social Crespo . AEIS Santa Etelvina.AEIS Montenegro . Ficam definidas as seguintes Áreas de Especial XXXV – Área de Especial Interesse Social Colônia Terra Interesse Social – AEIS. XXXIX – Área de Especial Interesse Social Augusto IV – Área de Especial Interesse Social Mauazinho . Habitacional Amadeu Soares Botelho .AEIS conjunto Nova Cidade. XXIX – Área de Especial Interesse Social Igarapé do § 2º Quando se mostrar possível a reversão do Franco .AEIS Residencial Villa Poupex . Mauazinho. Israel .AEIS Zumbi dos Palmares. Sapolândia .AEIS igarapé Treze de Maio. 49.AEIS Nova Esperança. Habitacional Galiléia . XI – Área de Especial Interesse Social Loteamento Lírio do XLVII – Área de Especial Interesse Social José Romão I - Vale I . serviços.AEIS Residencial Campos Sales. somente XXV – Área de Especial Interesse Social Igarapé para fins de atendimento às exigências técnicas. Habitacional Boas Novas . Não sendo identificada a propriedade da gleba Quarenta . DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 67 .AEIS do mestre Chico. § 1º A situação de irreversibilidade do parcelamento XXVII – Área de Especial Interesse Social Igarapé do prevista no inciso II do artigo anterior será atestada por laudo técnico Bombeamento . XII – Área de Especial Interesse Social Conjunto XLVIII – Área de Especial Interesse Social Laranjeiras I - Habitacional Nova Cidade .AEIS Manaus Bittencourt. XIII – Área de Especial Interesse Social Conjunto XLIX – Área de Especial Interesse Social Areia Branca - Habitacional Cidadão II – Amine Lindoso . 26 e 27 desta Lei.AEIS conjunto Cidadão. AEIS José Romão I. XXXVIII – Área de Especial Interesse Social Condomínio III – Área de Especial Interesse Social Manaus 2000 . São condições imprescindíveis à regularização XVII – Área de Especial Interesse Social Santo Agostinho - fundiária dos lotes situados em parcelamentos clandestinos. Parque dos Buritis . 48. Jorge Teixeira. Crespo. XXXIII – Área de Especial Interesse Social Zumbi dos TÍTULO VII Palmares .AEIS Igarapé do Franco.AEIS AEIS Gedária Maspoli. AEIS Cidade de Deus. AEIS São Geraldo. XLIII – Área de Especial Interesse Social Villa Lírios . quinta-feira. L – Área de Especial Interesse Social José Romão II - XIV – Área de Especial Interesse Social Conjunto AEIS José Romão II. XV – Área de Especial Interesse Social Conjunto LII – Área de Especial Interesse Social Conjunto Nova Habitacional Cidadão .AEIS Novo Israel.AEIS conjunto Cidadão II – AEIS Areia Branca. conforme o caso. 50. Em nenhuma hipótese. Cidade .AEIS loteamento Lírio do Vale I. cujos limites serão descritos em ato do Prefeito Nova .AEIS Igarapé do Bombeamento. Habitacional Cidadão IV – João Paulo II -AEIS conjunto Cidadão IV – LI – Área de Especial Interesse Social Villa Bella .AEIS residencial Aluísio Domingues. Maio . e com o não atendimento do responsável parcelador. previstas nos artigos 25.AEIS I – identificação da propriedade da gleba. DAS ÁREAS DE ESPECIAL INTERESSE SOCIAL XXXIV – Área de Especial Interesse Social Novo Israel - AEIS Novo Israel. XLI – Área de Especial Interesse Social Residencial Novo VI – Área de Especial Interesse Social Santa Etelvina . X – Área de Especial Interesse Social Conjunto XLVI – Área de Especial Interesse Social São Geraldo - Habitacional Presidente Lula . parcelada e uma vez esgotadas as pesquisas necessárias para essa XXIV – Área de Especial Interesse Social Igarapé do identificação.AEIS Igarapé da Sapolândia. XX – Área de Especial Interesse Social Tancredo Neves - III – contenham lotes com área de. Art. Campos Sales .AEIS VII – Área de Especial Interesse Social Conjunto Lago Azul. sua situação física. Amine Lindoso.AEIS VIII – Área de Especial Interesse Social Conjunto Villa Lírios. o parcelador deverá ser determinado a fazê-lo. de acordo com a Alvorada.AEIS Igarapé do Quarenta. Art. desta Lei: XVIII – Área de Especial Interesse Social Alvorada . urbanísticas e de Manaus/Bittencourt . assumindo os custos das obras e serviços.AEIS conjunto habitacional Galiléia. XLIV – Área de Especial Interesse Social Cidadão IX – Área de Especial Interesse Social Conjunto Petrópolis . XXXII – Área de Especial Interesse Social Nova Esperança depois de resolvidas as questões sobre o domínio da área parcelada.AEIS colônia Terra Nova.

identificada pelo órgão público competente. com Vila Suécia.AEIS unidades. localizados em Art.AEIS São José Operário etapas II-A e II-B. a Prefeitura Municipal de Manaus deverá mover ações civis e d) em áreas destinadas ao reassentamento de população de criminais contra os responsáveis pelos danos causados ao Município. II – não serão definidas Áreas de Especial Interesse Social: a) em Zonas ou Áreas de Proteção Ambiental definidas pelo Código Ambiental de Manaus ou legislação ambiental complementar onde existam áreas non aedificandi. Técnica de Planejamento e Controle Urbano (CTPCU). quinta-feira. prioritariamente: Art. 52. 59. b) nas encostas de morros. baixa renda que tenha sua moradia em situação de risco. inseridas em programas municipais. LIV – Área de Especial Interesse Social São José Operário etapas II-A e II-B . quando LV – Área de Especial Interesse Social Cidadão VIII . Os casos omissos e aqueles que não se solo existente e sua integração à estrutura urbana. nos termos da Lei de Parcelamento do Solo habitacionais em terras de propriedade de terceiros. em especial a Lei nº 846. devidamente decorrentes das irregularidades praticadas. para este caso o empreendimento ficará isento do atendimento ao artigo 109 do Código de Obras e Edificações do Município. de Especial Interesse Social (AEIS). de 24 de junho de 2005. por Decreto. Manaus. Cidadão VIII. 57. respeitados os seguintes critérios e condições: I – as AEIS serão definidas. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 53. Compete ao órgão municipal competente. revogada. Caberá à Prefeitura Municipal de Manaus. apoio do órgão municipal de trânsito. baseados em parecer da Comissão habitacionais de interesse social. 58. a serem adquiridos a preços populares e facilidades de pagamento. uso e b) nos terrenos não edificados. nos parcelamentos Urbano de Manaus. a Prefeitura deverá promover a remoção e reassentamento da população ali estabelecida. 51. Art. áreas reconhecidamente com ocupação de população de baixa renda. Art. que forma o seu Anexo Único. áreas consideradas de risco e áreas inundáveis. conforme a alínea c do inciso II deste artigo. irregulares ou clandestinos ocupados por população de baixa renda. ANEXO ÚNICO DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 68 . estaduais ou federais. 16 de janeiro de 2014.AEIS São José Operário 1ª Etapa. 16 de janeiro de 2014 LIII – Área de Especial Interesse Social São José Operário Art. expropriar áreas para parcelamento e incorporação. ressalvada a preferência dos expropriados para a aquisição de novas LVI – Área de Especial Interesse Social Vila Suíça . necessários à implantação de programas reconhecidamente Desenvolvimento Urbano (CMDU). Identificada a permanência de edificações em áreas inadequadas para estabelecimento de ocupação popular. Independentemente das medidas previstas nesta interesse social. manifestar-se quando das questões relativas ao sistema viário nos parcelamentos de que trata esta Lei. outras Áreas de Especial Interesse Social (AEIS). e nas faixas de proteção das margens dos igarapés. Vila Suíça. destinando o mínimo de 20% (vinte por cento) das unidades à população que estejam no cadastro de moradia em situação de risco junto a Manaus. 55. c) em áreas destinadas à promoção da habitação de Art.AEIS Art. e) nos condomínios de unidades autônomas. Lei. enquadrem nos termos desta Lei relacionada com o parcelamento. O Chefe do Poder Executivo Municipal poderá Art. onde exista interesse na promoção de regularização jurídica do parcelamento do Art. subutilizados ou não ocupação do solo. Não serão admitidas quaisquer alterações ou definir. Esta Lei é complementada pelo Mapa das Áreas 1ª Etapa . 56.AEIS necessário. modificações nos parcelamentos regularizados na forma desta Lei. 54. serão decididos pelo Conselho Municipal de utilizados. LVII – Área de Especial Interesse Social Vila Suécia . Serão permitidos desdobramentos ou a) em áreas ocupadas espontaneamente por assentamentos remanejamentos de lotes. Parágrafo único. Prefeitura.

4º Para fins de planejamento. visando a: Subsetores: I – favorecer a padronização das classes de atividades no a) Subsetor Orla Aparecida: abrange a orla do bairro cadastro da Administração Tributária do Município. XIV e XV. Sete de Setembro. localizadas ao longo de vias onde há incentivo à Município de Manaus passam a vigorar na forma estabelecida nesta Lei. no uso das atribuições que II – Setor Urbano: constitui a unidade resultante da lhe são conferidas pelo art. referidos estabelecimentos de forma compatível com o uso residencial. estruturação dos usos residenciais. Santo Agostinho. São Raimundo e parte da orla do refere este artigo estão disponíveis no endereço do sítio digital oficial da bairro Ponta Negra. DE 16 DE JANEIRO DE 2014 em Setores Urbanos. que poderão conter Subsetores e Eixos de Atividades. antiga Av. implantação de atividades de comércios. a área urbana se divide em Zonas 2. compatíveis com o uso residencial: Art. b) Subsetor Área Especial de Comércio para Bares e VIII – enquadramento das atividades. lanchonetes. administrativos. densidade alta. carga. gestão e aplicação das 1. Av. Getúlio Vargas. São Pedro. de serviços e industriais.838. de incentivo à jurídicas da cidade. Santo Antônio. serviços e indústrias. antiga Av. antiga Rua Amazonas. 80. § 2º Por se configurarem em mapas e em face da baixa b) Subsetor Orla Centro-Oeste: abrange as orlas dos resolução de sua publicação oficial. Oscar Borel. Ipase. Rua Izaurina Braga. antiquários e afins. como Área Especial de XI – quadro de verticalização de edificações. Presidente Vargas. apresentam identidade edilícia ou formação histórica comum. III – as condições de saneamento básico. casas de show. Urbanas. de serviços e industriais. da Lei Orgânica do Município de subdivisão da Área Urbana. urbanos. podem se constituir de um ou mais segmentos. de verticalização alta e Prefeitura Municipal de Manaus. com estímulo CAPÍTULO II às atividades de lazer e turismo. com parâmetros urbanísticos que se sobrepõem obrigatoriamente aos das CAPÍTULO I demais subdivisões urbanas. descritos no Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. de subsetor. comportando os seguintes Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Comércio para Bares e Restaurantes. situado ao longo da orla do Rio Negro. verticalização baixa e densidade baixa. 2º Os dispositivos contidos nesta Lei se aplicam à representados no Anexo XV desta Lei. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 69 . com as seguintes definições: DISPÕE sobre as Normas de Uso e I – Área Urbana: é o compartimento territorial destinado ao Ocupação do Solo no Município de Manaus e planejamento e gestão da cidade. integração de V – quadro de usos e atividades por corredores urbanos. § 2º Os limites dos Subsetores estão representados no IV – a acessibilidade às centralidades do Município. os fragmentos florestais e as áreas de fundo para os quais se aplicam normas de uso e ocupação do solo específicas. de incentivo à requalificação urbana. baseadas em seu posicionamento geográfico e subdivididas 3. VII – quadro de classificação das atividades. inc. situado ao longo da orla do Rio Negro. cinemas. Glória. a que se bairros Compensa. que agrega zonas urbanas contínuas e homogêneas. de abrangência local ou regional e áreas territoriais mediante os seguintes critérios: que foram definidos para diminuir os deslocamentos urbanos. requalificação urbana. compatíveis com o uso VI – quadro dos usos e atividades por zonas de transição. compreendendo os bairros N. de vales. de verticalização média. comportando o seguinte Subsetor: transição. em consonância com a codificação utilizada no país. IV – quadro de usos e atividades por setores urbanos. IV. integração de atividades comerciais. Sra. dentro dos limites do Sítio Histórico da Cidade de Manaus. Restaurantes: abrange a área que vai da Av. quinta-feira. desenvolvidas em Manaus utilizarão como referência a Classificação Compensa. XII – quadro de verticalização para galpões. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES IV – Eixos de Atividades: correspondem às áreas internas Art. de serviços e industriais. Aparecida. Epaminondas até a Av. 1º As Normas de Uso e Ocupação do Solo no aos bairros. Normas de Uso e Ocupação do Solo. de serviços e incentivo ao uso residencial. com uso diversificado de ocupação horizontal e densidade II – estabelecer a identidade econômica das pessoas baixa. estruturação dos usos residenciais. § 1º A classificação e o enquadramento das atividades Aparecida. que possui FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu parâmetros urbanísticos próprios e tem limites coincidentes com os sanciono a seguinte limites dos bairros que o compõe. 5º A Área Urbana é dividida nos seguintes Setores I – quadro de intensidade de ocupação por setores Urbanos (SU): urbanos. com estímulo III – compatibilizar as atividades com a classificação às atividades de lazer e turismo. unidades de conservação. Manaus. X – quadro de reenquadramento de atividades. Seção I c) Eixos de atividades: reforço às atividades existentes. os Anexos XIII. residencial e integração com bens tombados. composta por um conjunto de bairros que Manaus. § 1º Os limites das Zonas e dos Setores Urbanos estão II – a capacidade da infraestrutura urbana instalada. que tendo por pressuposto a utilização do potencial de adensamento das servem de apoio ao uso residencial. IX – quadro das vagas de garagem e estacionamentos. bem como suas vias transversais e paralelas. A fim de facilitar a instalação dos XIII – mapa de intensidade de ocupação/gabarito por setor. incluídas as nascentes e as margens dos cursos d'água. a) Subsetor Sítio Histórico: abrange a orla do bairro Centro. 3º São partes integrantes desta Lei os seguintes Anexos: Art. de uso diversificado. Rua Guanapuris. restrição das atividades portuárias de internacional definida pela Divisão de Estatísticas das Nações Unidas. I – a preservação das áreas de proteção e de fragilidades V – Corredor Urbano: definidos no Plano Diretor Urbano e ambientais. III – Subsetores: correspondem às áreas que exigem LEI: tratamento diferenciado para as condições de uso e ocupação. compatibilizado com limites estabelece outras providências. corredores urbanos e segmentos. Das Definições principalmente as atividades comerciais. teatros. compatíveis com o uso residencial. Vila da Prata e Santo Agostinho. 16 de janeiro de 2014 LEI Nº 1. Leonardo Malcher até a Av. delimitadas na Lei do Perímetro Urbano. Área Urbana e à Área de Transição. restrição das atividades portuárias de DA ÁREA URBANA carga. atividades comerciais. compreendendo o bairro do III – quadro de intensidade de ocupação por zonas de Centro. Anexo XIV desta Lei. as Ambiental de Manaus. I – Setor Urbano 01: unidade de concentração de comércio II – quadro de intensidade de ocupação por corredores e serviços. O PREFEITO DE MANAUS. Seção II Da Área Urbana Art. § 3º Os Corredores Urbanos e seus segmentos estão Art. predominância dos usos comerciais. XIV – mapa de intensidade de ocupação/gabarito por II – Setor Urbano 02: unidade de uso diversificado. manutenção das atividades XV – mapa de intensidade de ocupação/gabarito por existentes. São Raimundo. e da Av.

Av. Atlântica. Rua Marquesa de Santos. Av. antiga Rua São Francisco. 2. de serviços e industriais. 10. Rua Rio Negro. a) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. Av. Maués. Av. 11. 21. compatíveis com o uso residencial: III – Setor Urbano 03: unidade de uso diversificado. integração de atividades comerciais. Barros. Costa e Silva. Rua Com. c) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. J. Rua Ribeiro Couto. 28. Rua Urucará. Av. antiga Av. verticalização baixa e densidade média. situado ao longo da orla do Rio Negro. 27. antiga Rua São José 28. Rua Eduardo Prado. São Francisco. Compensa. 20. antiga Rua 1º de Maio. Rua Dona Mimi. Av. de bairro Educandos. 16. Rua Pe. 9. 10. antiga Rua Sucupira. Av. 13. Penetração 2. Santa Cruz Machado. Carlos Antony. de serviços e industriais. antiga Av. Rua Voluntários da Pátria. Av. Av. Av. com a presença de atividades portuárias integrantes do sistema fluvial. antiga Presidente Médice. de serviços e industriais. G. 29. Av. 14. antiga Rua Castro Barroso. Silves. compatíveis com o uso residencial. antiga Via Arterial Norte. existentes. Rua Álvares de Azevedo. Av. 20. Av. 1. 17. 8. 32. Rua Prof. integração de atividades 30. 18. 25. Ramos Ferreira. antiga Rua Brasil. 19. Rua Nebraska. Av. 3. Leonardo Malcher. Solimões. Rua Alexandre Amorim. antiga Rua Duque de Caxias. 7. Elviro Dantas. antiga Rua Paraguaçu. IV – Setor Urbano 04: unidade de uso diversificado. de serviços e industriais. Operário. 22. Rua 5 de setembro. Presidente Dutra. Av. Rua Pe. Rua Rio Tapí. compatíveis com o uso residencial: 8. 30. Rua Hidra. 21. Cachoeirinha e Praça 14 de Janeiro. 12. antiga Av. 17. antigas Rua Ramos Ferreira e Av. antiga Rua Leonardo Malcher. Itacoatiara. Rua 31 de Março. Rua Inocêncio de Araújo. Rua Profa. 11. antiga Av. Rua Santa Helena. Av. 15. Ramos Ferreira. antiga Estrada da Estanave. antiga Rua da Prosperidade. Liberdade. Perimetral. Rua Maria Mansour. Emília Cavalcante. Nova comportando os seguintes Subsetores: República. a) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. Av. 19. integração das 5. 20. 15. 7. 26. 12. antiga Av. Marques da Silveira. 24. Ajuricaba. 5. Rua Valério Botelho de Andrade. 7. antiga Rua Natal. antiga Rua T6. Ayrão. 23. 14. 9. manutenção das atividades 33. Av. Av. Rua Ary Brandão de Oliveira. Morro da Liberdade. atividades de comércio. de 1. de 29. 36. Av. antiga Rua Ministro Waldemar Pedrosa. do igarapé do 40 até a Rua Adalberto 14. quinta-feira.Conj. 17. 1. principalmente as atividades comerciais. Av. Borba. antiga Rua São Pedro. Delfim de Souza. Codajás. 6. Rua Dr. Plácido Serrano. Rua Eulálio Chaves. Japurá e J. Rua Emílio Moreira. Jonasa. Pres. antiga Rua Leonardo Malcher. Rua Leopoldo Carpinteiro Peres. 16. antiga Rua Santo 17. Av. Rua São Paulo de Olivença. Delfim de Souza. antiga Av. 6. Rua Sete Quedas. integração de atividades comerciais. Tefé. b) Subsetor Colônia Oliveira Machado: abrange a orla do 8. Rua Leopoldo Neves. antiga Estrada da Japiim. Rio Negro. antiga Av. compatíveis com o uso residencial. 23. 35. antiga Rua São Benedito. Bombeamento. principalmente as atividades comerciais. principalmente as atividades comerciais. de serviços e industriais compatíveis com o uso residencial. Agostinho Caballero Martin. verticalização baixa e densidade baixa. Francisco. 15. antiga Av. antiga Rua Portugal. Rua Herman Lima. Ferreira de Araújo. Rua Profª. Duque de Caxias. situado ao longo da orla do Rio Negro. antiga Rua Sátiro Dias. antiga Estrada da bairro Colônia Oliveira Machado. Rua Japurá. Rua Prof. 5. Beira Mar. Rua São Jerônimo. antiga Rua Belo Horizonte. antiga Rua São José. de serviços e industriais ao uso residencial. Antônio. antiga Av. com 6. 13. 15. atividades compatíveis com o DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 70 . Av. compatíveis com o uso residencial: 13. São Francisco e Coroado. Silves. 3. Rua Raimundo Nonato de Castro. Araújo. 19. Educandos. compreendendo os bairros 4.Chaves. Rua Waldomiro Lustoza. Rua Escandinávia. antiga Rua Ramos Ferreira. 22. antiga Rua São Vicente. Raymunda Magalhães. Senador Fábio Lucena. Rua Com. Beira Rio. Carlos Mesquita. Santa Luzia. Av. V – Setor Urbano 05: unidade de uso diversificado. antiga Via Arterial Sul. Tefé. 25. Rua Beta. 16 de janeiro de 2014 4. 37. Rua Unicórnio. a) Subsetor Ponta Branca/Amarelinho: abrange a orla do VI – Setor Urbano 06: unidade de uso diversificado. Rua Maria Andrade. Rua Cel. Cel. Av. São Lázaro e Betânia. antiga Av. Silves. Petrópolis. Rua Tobias Barreto. Rua Dibo Felipe. 7. Tefé. de serviços e industriais. antiga Av. Av. Rua Alberto Rangel. verticalização média e densidade alta. Rua Cristo Rei. Rua Nelson Rodrigues. antiga Av. 27. Rua Ouro Preto. Tarumã. Av. Rio Negro. antigas Rua Polivalente e Rua 12. de uso diversificado e de ocupação Compensa e Rua Coração de Jesus. Rua dos Inocentes. Rua Prof. 10. antiga Rua Lourival Muniz. Rua Maria Amorim Neves. Rua Major Gabriel. Pres. compreendendo os bairros Raiz. 12. Costa e Silva. comerciais. Ipixuna. 14. 26. Rua Teófilo Dias. 18. compreendendo os bairros Colônia Oliveira Machado. Vale. 31. Visconde de Porto Alegre. antiga Estrada do 3. antiga Rua A. Ernani Simão. Lourival Muniz. 16. 4. Cyrillo Neves. antiga Rua da Estanave. antiga Estrada da Compensa. 9. 6. Leonardo Malcher. 11. de 32. Rua Delfim de Souza. 9. Rua Prof. Rua Benjamim Constant. Pres. Rua Jerônimo Ribeiro. 2. antiga Av. Rua Magalhães Barata. Av. 13. Solimões. Vicente Cruz. Av. apoio ao turismo e lazer. antiga Rua Dr. Rua Cassiopéia. Av. 5. Carvalho Leal. Machado. antiga Av. Rua Adalberto Vale. antiga Av. Rua Monte Castelo. antiga Av. 24. existentes. antiga Rua Santos Dumont. 16. 34. 18. 4. Costa e Silva. Jonathas Pedrosa. Leopoldo Peres. manutenção das atividades 2. Av. de uso diversificado e de ocupação horizontal e ocupação horizontal e densidade baixa. densidade baixa. horizontal e densidade baixa. Rua Alexandre Dumas. Rua Alberto Carreira. Rua Des. antiga Rua Santa Luzia. São João. Felismino Soares. 8. 10. Rua General Carneiro. Manicoré. Av. 31. antiga Rua Amazonas. Crespo. Carlos Drummond de Andrade. Costa e Silva. Rua Franco de Sá. Manaus. antiga Rua Jonathas Pedrosa. 18. Rua Tito Bittencourt. Rua Aristides Mavignier. Nhamundá. 21. antiga Rua São Lázaro. antiga Ruas: Central e Rêgo 11. Av. Av. Pres. Rua Danilo Corrêa.

longo da orla do Rio Negro. industriais. a) Subsetor Portuário Vila Buriti: abrange a orla do bairro 11. Rua Ibicaré. inclusive as portuárias e 27. agroindustrial. Rua João Câmara. Rua Itaeté. 27. Didia. manutenção das atividades 6. manutenção das atividades existentes. antiga Rua Cel. manutenção das atividades existentes. Arica. Rua Vilar Fiúza. Rua Batrun. antigas ruas Nelson Mandela e Penetração de habitação de interesse social. Contorno Norte. bairro Puraquequara. Rua José Romão. Rua Pirita. baixa. manutenção das atividades existentes. Rua Manacapuru. Rua Rio Mamoré. ocupação horizontal e densidade baixa. Rua Rio Envira. e) Eixos de atividades: reforço as atividades existentes. 33. verticalização baixa e densidade média. Av. Rua Ten. existentes. antiga Rua Rio Waupés. 4. Batrun. antiga Rua Rio Waupés. bairro Mauazinho. antiga Rua 7 de Setembro. Hilário Gurjão. compatível com o relevo 37. inclusive as portuárias e institucionais. de serviços e industriais compatíveis com o uso residencial. predominância de atividades comerciais. existentes. Rua Rio Xingu. antiga Rua Dra. manutenção das atividades 7. bairro Colônia Antônio Aleixo. Rua Rio Carabinani. antiga Rua Marginal A. condicionados à preservação dos recursos naturais. 21. 43. 40. Rua Vicente Dutra. antiga Rua Penetração I. Rua Mirra. de serviços e industriais. Rua Rio Badajós. Rua Rio Mamoré. antiga Av. antiga Rua Lírio. agrícolas. 1. Rua Plutarco. Puraquequara. antigas ruas Alfazema e Jacaré. 26. Solimões. de serviços e industriais. antiga Rua I. antiga Rua Manoel Ribeiro. Rua Rio Ajarini. de de Andrade. 4. Industrial I). de 2. 35. antiga Estrada de Acesso a Reman. antiga Av. antigas Av. b) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. situado ao 20. Jorge existentes. 2. agrícola. Ministro Mário Andreazza. antiga Av. antigas Ruas 4 e 4-A. predominância de 13. antiga Av. Rua 29. Rua José Romão. Rua Dinahi. 16 de janeiro de 2014 uso industrial. Rua Armando Mendes. Rua Topázio. Colina do compatíveis com o uso residencial: Aleixo. bairros Vila Buriti. a) Subsetor Distrito II/Agroindustrial: abrange parte do principalmente as atividades comerciais. Rua Sobral. situado ao longo da orla do Rio Negro. Brig. antiga Rua Marginal A. Cidade Nova manutenção das atividades existentes. Rua Ibicaré. X – Setor Urbano 10: unidade de uso diversificado com condicionados à preservação dos recursos naturais. de apoio ao turismo ecológico e a significativa 2. de uso diversificado e de ocupação horizontal e densidade Pegoraro. Rua Profa. de ocupação horizontal e densidade baixa. de ocupação horizontal e densidade baixa. Av. inclusive as portuárias e e Novo Aleixo: institucionais: predominância de atividades comerciais e de serviços a) Eixos de atividades: reforço às atividades existentes. de serviços. Mirra. antiga Av. Vila Buriti. Itacolomi. manutenção das atividades existentes. recursos naturais. agroindustrial. Gilberto Mestrinho. Av. Rua Rio Xeroá. Rua Walter Reis. de 6. agricultura familiar. compreendendo os bairros Cidade de Deus. Perimetral. 39. de serviços e industriais. José Arnaud. baixa. 18. de serviço e Rua Angelim. Rua Rio Napo. 31. Rua Pindaro. inclusive as portuárias. integração de atividades comerciais. compreendendo os 9. predominância de 8. inclusive as portuárias e institucionais. Rua Edmundo Soares. Manaus.319: abrange parte da orla do bairro 15. de serviços e industriais. d) Subsetor Puraquequara/Agroindustrial: abrange parte do compatíveis com o uso residencial: bairro Puraquequara. atividades compatíveis com o uso residencial: compatíveis com o uso industrial. bairro Puraquequara. Rua Violeta Bayma. Contorno Norte. antiga Rua I. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 71 . institucionais. Rua Ivaiporã. antigas Rua J. Júlia Sampaio. Rua Rio Buafana. agricultura 1. inclusive as portuárias e 41. verticalização baixa e densidade média. e 17. Rua Ananás. antiga Av. Perimetral. Rua Malvarisco. inclusive as portuárias e institucionais. c) Subsetor Orla Mauazinho: abrange parte da orla do 19. compatíveis com o uso residencial: 32. Jorge Teixeira. antiga Rua Penetração II e Rua presença de áreas de fragilidade ambiental. b) Subsetor Urbano Puraquequara: abrange parte da orla 44. 36. antiga Av. atividades compatíveis com uso industrial. Rua Tucanaira. antigas Ruas 202. 23. antiga BR-319 (Distrito 5. de serviço e industriais. Rua Opala. antiga Av. antiga Rua Antônio Matias. 3. antiga Rua 21. Penetração. Rua Rio Xanxerê. com 5. principalmente as atividades comerciais. antiga Rua Bernardo Cabral. manutenção das atividades 12. Rio Negro. acidentado e a significativa presença de áreas de proteção ambiental e 38. ocupação horizontal e densidade baixa. Rua Gonzalo Pizarro. antiga Rua Penetração 3. IX – Setor Urbano 09: unidade de uso diversificado. Rua Getúlio Vargas. comerciais. Colônia Antônio Aleixo e Mauazinho: 10. VII – Setor Urbano 07: unidade de uso diversificado. Rua Rio Marie. antiga Rua Girassol. horizontal e densidade baixa. condicionados à preservação dos recursos naturais. ambiental. 30. Rua Cel. 45. do bairro Puraquequara. compatíveis com o uso residencial. antigas Rua Circular 2 e Rua 17. b) Subsetor BR . predominância de atividades comerciais e de serviços 42. lazer e a significativa presença de áreas de fragilidade Mendes. Boucinha. bairro Distrito II de ocupação horizontal e densidade baixa. de ocupação horizontal e densidade baixa. de serviços e industriais. de uso diversificado e de ocupação horizontal e densidade 16. antiga Rua H. de uso diversificado e de ocupação 25. compreendendo o bairro de I. familiar. d) Subsetor Orla Colônia Antonio Aleixo: abrange a orla do 24. Topázio. de serviços e industriais. São José Operário. compreendendo os bairros Armando apoio ao turismo. antiga Rua 11. Perimetral. agroindustrial. Av. antiga Rua 77. Mauazinho. antiga Rua Dr. principalmente as atividades comerciais. de ocupação horizontal de densidade baixa. comerciais. predominância de atividades comerciais. industriais. compatíveis com o uso residencial. 1. Rua Barreirinha. de ocupação horizontal e densidade baixa. agrícolas. serviços. 3. antiga Rua Mãe das Flores. institucionais. Luiza do Nascimento. Rua dos Açaizeiros. Rua Rio Carauari. institucionais. Rua Rio Mucuim. Rua Domiciano Leite. antiga Av. Rua Rio Dimitri. antiga Av. principalmente as atividades comerciais. antiga Rua 21 do Conj. Iraque. 6. 1. integração de atividades c) Subsetor Orla Puraquequara II: abrange parte da orla do comerciais. Teixeira. Rua Rogério Magalhães. antiga Rua J. manutenção das atividades existentes. Rua Antônio Matias. 14. atividades comerciais. situado ao longo da orla do Rio Negro. Rua Rio Cajubim. de serviço e 28. quinta-feira. Rua A. antiga Av. atividades comerciais. Rua Rio Quixito. Rua Profª. Nova Cidade. 4. compreendendo os bairros Distrito Industrial I e Distrito Tancredo Neves e Zumbi dos Palmares: Industrial II: a) Eixo de Atividades: reforço às atividades existentes. Rua Rio Carauari. 47. Rua Ivaiporã. de serviços. de serviços e industriais. apoio ao turismo e lazer condicionados à preservação dos 3. antiga Rua Paracuúba. de serviço e industriais. predominância de atividades 22. integração de atividades 46. antiga Rua Papoula e Carlos Drumond VIII – Setor Urbano 08: unidade de uso diversificado. antigas ruas Criciúma e a) Subsetor Orla Puraquequara I: abrange parte da orla do Londres. Rua das Esmeraldas. antiga Rua Vilar Fiúza. antiga Rua 7. 34. antiga Rua Marginal C. 29.

antiga Rua Recife. antigas Rua Carlota 13. Mário Ypiranga. Desembargador João Machado. antigas ruas: Estrada do Aeroclube. Rua Fênix. antiga Rua Neto. João Valério. antigas Rua Penetração 2 e Estrada José 10. antiga Estrada do São Jorge. antiga Av. Noel Nutels. em toda sua 11. 28. Margarita. Mário Ypiranga. Sra. 5. antiga Rua Pirassununga. Itaberaba. 16 de janeiro de 2014 7. Thomas. Rua do Comércio. Joaquina e/ou Av. Argemiro Germano. Rua 1 do Conj. compatíveis com o uso residencial. Santa Luzia. 8. 20. e 112. antiga Rua Fortaleza. Jardim Canaranas. Av. Rua Dr. Av. São Jorge e Dom a) Eixo de Atividades: reforço às atividades existentes. Sérgio Pessoa 1. Rua Iritama. 51. a) Eixo de Atividades: reforço às atividades existentes. Av. 26. 7. Av. Taborda de Miranda. das Flores. Rua Marquês de Inhambupé e 1. antigas Rua Marcos 8. 23. 197 e Av. Av. Rua Monte Blanca. Rua Delfi. antigas Ruas Principal e C-1 Mendes. 9. 32. Rua Cel. 43. 12. Paraíba. do Lotm. antigas Av. 11. Rua Emília Ruas. Rua 32 e Tv. 3. de serviços e industriais. Marginal Castelo. Cavalcante e Rua Santarém. Rua Dr. 9. 31. 32. Rua Paxiúbas. de Fátima. Via Láctea. Jurunas. Rua Curuai e Rua Palmeiras. Nathan Xavier de Albuquerque. Ramos D. Rua Pará. antiga Av. Rua Francisca Mendes. Parque Resid. Oswaldo Frota. antigas Ruas Principal 2. Rua Maceió. antiga Av. antiga Rua Vasco da Gama. Américo Medeiros. Rua Gabriel Gonçalves. antigas Av. Rua das Rosas. Rua Paulo Eduardo de Lima. de serviços e industriais. Av. Rua Antonio Landim. Av. Beija Flor II e Rua XIII. antiga Via de Acesso. Rua 22. Nepal. 35. Jornalista Umberto Calderaro Filho. antiga Rua Visconde de Sepetiba. De Fátima. antigas Rua II e Rua São 5. 16. antiga Av. Av. G do Lotm. de Fátima. Rua Malhada. 16. 13. antiga Rua 7. Ten. Américo Medeiros. 19. antiga Rua Rouxinol -1ªEtapa. Av. 15. Jardim Amazonas e Nova Friburgo. 10. 10. Av. São Geraldo. 12. 4. 27. Rua Rouxinol. Operário. São Jorge. 47. antiga Rua Secundária 8. Rua Cariré. Rua Belo Horizonte. 26. Av. Av. Rua Ilhas Rei Jorge. antiga Rua Secundária 4. N. integração de atividades comerciais. Rua Dr. Rua 105 13. 45. 33. Av. comerciais. antigas Ruas: Estrada dos Romão. antiga Rua 61. 8. Av. Rua Visconde de Porto Seguro. Av. Guilherme Paraense. Rua Dr. Angélica Cruz. Constelação e Rua 147. antiga Av. 35. Rua Formosa. antiga Rua N. Rua Prof. Av. Rua Major Gabriel. Rua Loris Cordovil. Thomas e Beco 52. de serviços e industriais compatíveis com o uso residencial. Av. antigas Rua 143 e Av. Av. 6. Av. Recife antiga Rua Recife. São João. Rua Barão de Indaiá. Rua Dídimo Soares. 48. Timbiras. antiga Rua Principal I. 44. 21. extensão. Adrianópolis. antiga Rua Secundária 6. antiga Rua Recife 46. XI – Setor Urbano 11: unidade de uso diversificado. compreendendo os bairros Adrianópolis e Nossa Senhora das Graças: 40. Nilton Lins. Rua Dr. E do Conj. antiga Rua Principal 3. compatíveis com o uso residencial: 42. Rua Conservatória. 8. a) Eixo de Atividades: reforço às atividades existentes. Av. antiga Rua Brasil. Bispo Pedro Massa. do principalmente às atividades comerciais. verticalização alta e densidade alta. Benjamim Lima. Rua Santa Maria da Paz. Sávio Belota. Creta. Av. 4. Álvaro Maia até a Rua São Rua E do Lotm. Av. antiga Rua Baixada Fluminense. Amazonas. 49. com 37. com verticalização média e densidade alta. 18. 28. antiga Rua Secundária 5. Penetração 4. Grande Circular. Rua Raimundo Polari. Rua Visconde de Utinga. Cel. Av. José de Arimatéia. antiga Rua G do Conj. Tancredo Neves. Irianeópolis. 27. Rua Visconde de Cairú. Rua Cartola. 22. Rua Visconde de Utinga. antiga Rua Recife. 2. C do Conj. Gabriel Correia Pedrosa. Prof. Rua Belo Horizonte. Av. 6. integração de atividades verticalização média e densidade alta. de serviços e industriais. 9. Curaçao. 31. compatíveis com o uso residencial: principalmente as atividades comerciais. Secundária 7. Maneca Marques. Av. Grande Otelo. quinta-feira. Guaranás. Parque das Palmeiras. Rua Marquês de Muritiba. 34. 29. 41. antiga Av. Av. antiga Av. da Av. Tancredo Neves. 25. Sra. Rua Visconde de Caeté. Rua 24. com XIII – Setor Urbano 13: unidade de uso diversificado. Rua Fortaleza. Rua Barão do Rio Branco. compatíveis com o uso residencial: Av. Av. antiga Rua 192 – núcleo 16. antiga Rua Secundária. Rua Itiquira. Rua Visconde de Sinimbú. Camapuã . 19. 2. Ivanete Machado. antiga Rua 27. Rua José Maria da Cruz. compreendendo os bairros Flores. de serviços e industriais. Manoel Belém. Carlos Barroso. do Conj. Rua Acre. Atroarís. antigas Ruas: Dr. antiga Rua A dos Loteamentos 18. antigas Rua Perimetral 2 e/ou 15. 17. dos Sargentos. Parque Resid. Av. antiga Ruas Penetração I. Francisco Queiroz. 7. 21. 3. 30. B. Rua Pará. antiga Rua Paraíba. Dalmir Câmara. 11. Luiz. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 72 . 20. 3. antiga Rua Ayrton Senna. Av. 17. Rua Pe. 6. antiga Rua Secundária 2. Rua Arqta. 33. F do Lotm. Rua Manoel Marques de Souza. Oficiais. Paraíba. Av. Perimetral 1. 1. Rua Itapuí. antiga Rua N. Rua Álvaro Braga. 4. Paulo. de serviços e industriais compatíveis com o uso residencial. 14. antiga Rua Penetração II. Rua Constelação de Gêmeos. Pedro: principalmente as atividades comerciais. Rua Marquês de Vila Real da Praia Grande. H do Lotm. Av. antigas Ruas Secundárias 3 e Av. antiga Rua I. Rua Marquês de Erval. 39. 50. esquerda e Marginal direita. 36. Manaus. Av. Av. 7. Recife. João Ribeiro. Adrianópolis. Parque Dez de Novembro e Aleixo: compreendendo os bairros Chapada. C-5 do Lotm. Av. antiga Rua São José Ribeiro Júnior e Renato Souza Pinto II. 14. Roxana Bonesse. 2. antiga Av. Astrolábio Passos. Rua Baltimore. Sra. 23. XII – Setor Urbano 12: unidade de uso diversificado. 29. João Valério. antigas Av. Rua Gravataí. 12. Rua Curaçao. Perimetral 3. Rua Prof. Rua Salvador. Santo Antônio. antigas Rua II e Rua VII. Rua Marquês de Quixeramobim. Av. integração de atividades comerciais. 24. 5. 30. 34. Francisca 25. conj. Av. Rua Gurjaú. antiga Rua Edmilson Maia. 38. Penetração I. Av. antiga Rua 6 do Conj. Av. Rua Argentina. antiga Av.

25 e 38 do a) Eixo de Atividades: reforço às atividades existentes. 14. antigas Perimetral Duque de Caxias 5. Rua Nova Aurora. Rua Bartolomeu B. integração de atividades comerciais. Rua Vera Cruz. 20. Roxana Bonessi. localizado na orla do Rio Negro. Av. Raimundo Parente. Rua Peixe-Cavalo. antiga Av. Rua Vicente Martins. José Nestor. de serviços e industriais. Redenção. Cristã. 23. antiga Rua 3. Mulateiro. manutenção das atividades 22. de serviços e industriais. 8. Direita e Marginal Esquerda. antiga Av. compreendendo os 11. Colônia Terra Nova. antiga Rua 7 de Maio. antiga Rua Juriema. antigas ruas: Rua São Marcos e compatíveis com o uso residencial. Rua Louro-abacate. de Gato. Av. Av. com e Tarumã-Açu: verticalização baixa e densidade média. 7. Ten. Yanomami e Rua Goiânia. Alameda Santos Dumont. antiga Rua Palmeiras. Abílio Alencar. principalmente as atividades comerciais. antiga Av. D. Rua Matupiris. Rua Tropical. principalmente às atividades comerciais. antiga Rua III. Av. antigas ruas: Alameda Rio Negro e Rua Canaã. F. Manoel Borba Gato. antiga Rua A. 7. antiga Rua Dom Milton. à preservação dos recursos naturais. Nova compatíveis com o uso residencial: Esperança e Lírio do Vale: 1. Rua Raimundo Nonato de Castro. Rua Profa. Rua Profa. Ilhas Marquesas. antiga Ramal Campos Sales. serviços e industriais. Av. antiga Av. J e Rua 7 de Abril. principalmente as atividades comerciais. 7 de Maio. 3. antiga Rua Manoel Borba existentes. Rua Cordilheira dos Andes. Preciosa. Rua Jequié. Tapajós e Ramal Santa Rosa. de serviços e industriais. Rua Matis. Cacilda Pedroso. antigas 4 e 5. compatíveis com o uso residencial: 3. Pedro Teixeira. antigas Ruas da Floresta. Rua João Monte Fusco. Rua Andóbia. ocupação horizontal e densidade baixa. com 21. Rua Profa. atividades residenciais. Norberto Won Gal. Rua Santa Etelvina. d) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. Jerusalém. Central. Rua Alfredo Valois. Planalto. antiga Av. Fábio (Ponta Negra). antiga Rua Samambaia. 9. antigas ruas: Ramal Torquato 25. 11. uso residencial e proteção dos recursos naturais. Rua Da Independência. Rua Dona Otília. São João. 10. Elias Ramiro Bentes. 32. 2. Rosa Gomes. L. Domingos Jorge Velho. Av. condicionados 16. Sen. Setembro. 20. atividades compatíveis com o 10. 13. 2. Manaus. Av. 11. Rua das Oliveiras. 1 Lotm. e rua São Francisco. do Cetur. Rua Andirá-Açú. quinta-feira. de Fátima. Dom Pedro I. Novo Israel e Santa Etelvina: 12. Rua 9 e Rua 9-A. 29. Rua N. antiga Estrada da Col. Ayrton Senna. Rua Beija-Flor Vermelho. densidade baixa. Av. ocupação horizontal e densidade baixa. Av. Rua Criciúma. Rua do Luso. Santos Dumont. Desembargador João Machado. compreendendo os bairros Alvorada. Rua José Augusto de Queiroz. Lotm. antigas Ruas: Rua 6. antigas ruas: Alameda A e Ponta Negra de verticalização alta e densidade alta. Diamantina. antiga Rua Jericó. 7. 8. Av. de turismo e lazer. com estímulo às Estrada do Rio Branco. Constantinopla. Sen. antiga Rua Piquiá. 22. Dublim. 27. 13. B. Av. Jardim Tarumãzinho. da Liberdade. 15. antiga Est. Rua Francisco de Freitas. Penetração. com predominância 26. antiga Rua Manaus. Rua Pascoal R. Cravina dos Poetas. antigas Ruas: Ramal Rosa de 18. Rua Santo Antonio e Rua 2. Rua Esmeldo Silva. Y e 5 de 18. compatíveis com o uso residencial. Av. compatíveis com o uso residencial: 14. Rua Cmte. XV – Setor Urbano 15: unidade de uso diversificado. Matias de Albuquerque. comerciais e 27. Rua A e fluvial. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 73 . antiga Av. Av. b) Subsetor Orla Ponta Negra: abrange parte da orla do 29. 16. antiga Rua 31 de março. antigas Ruas 22 e Rua Quintino Cunha. Av. antiga Rua das Oliveiras. de 14. 21. a) Subsetor CMA: abrange parte da orla do bairro Ponta 25. Sra. de ocupação horizontal e densidade baixa. da Silva: 1. Rua Antonia Duarte. 8. Lucena. antiga Rua N. 17. Parente. de serviços e industriais. Rua Francisco Orellana. Av. 17. Do Cetur. Paraíso 4. antigas Av. antigas ruas: Matrinxã. 1. antigas ruas: Alameda Rio Negro. Rua Evaristo Faustino. Rua Pe. existentes. antiga Av. Rua Domingos Leite. ao turismo e ao lazer. Av. de serviços e industriais. Rua Trugillo. 15. antiga Rua Raimundo a) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. Paz e Av. 34. 6. 4. 19. Av. bairro Ponta Negra. Chico Mendes. de serviços e industriais. Claúdio Mesquita. Monte das Oliveiras. antiga Est. Negra. Rua Dom Marcos Noronha. de ocupação horizontal e 30. Rua Loris Cordovil. 6. Av. lazer. antigas ruas: Marginal 31. 2. Rua Campos Bravos. N-S do Lotm. principalmente às atividades comerciais. Rua Moisés. da Jonasa 13. Rua Paricá e Rua Oliveira. Rua São Eusébio.Paulo Varela. XVII – Setor Urbano 17: unidade de uso diversificado. com estímulo às atividades de apoio ao turismo e ao 31. do uso institucional. Rua João Paulo I. 3. Rua Arca da Aliança. Rua Wagner. Central. Rua Rita G. Lea Alencar. Francisco Queiroz. Av. antiga Rua Campo Grande. Rua Margarita Mattos. antigas Ruas: Av. 4. Rua Estrela Nova. Rua da Prosperidade. integração de atividades comerciais. 28. antiga Av. Graças. compreendendo os bairros Tarumã XIV – Setor Urbano 14: unidade de uso diversificado. Flor-de-Santa Rita. compreendendo o bairro da Ponta Negra: 24. antigo Ramal do Luso. da Floresta. 6. Av. comerciais e aos serviços de apoio ao transporte 34. Maio. Av. verticalização baixa e densidade média. 23. 28. antiga Rua Paxiúba. Av. Rua Apuiuna. Rua Prof. antigas Ruas: Rua 8. Francisco Orellana. comerciais. Samaúma. de uso diversificado. serviços compatibilizados com ao uso institucional. 1. antiga Rua 1. antiga Rua da Saudade. 10. Rua Profa. Av. antigas Ruas 7 e Rua 8. Bom Jesus. integração de atividades a) Eixo de Atividades: reforço às atividades existentes. antiga Rua Canaã. 35. antiga Rua São Lourenço. antiga Av. antiga Rua Enoch Reis. Av. Rua Monte Calvário. Beco da 12. Paulo Jacob. Rua Altacir Montenegro. antigas ruas: Av. 5. Rua Marquesa de Alorna. Rua Copiara. 16. João Alfredo. antiga Av. antiga Rua Boa Esperança. antiga Rua Tiradentes. antiga Rua Laguna. Mazzilli. de 9. Rua Gurupi. condicionados à preservação dos São Tomé. Rua Rio Tefé. 5. c) Subsetor Orla Oeste: abrange parte da orla do bairro 33. Barros. 24. antiga Av. antiga Estrada dos Franceses. tolerância para usos residenciais. Santina Felizeda. compatíveis com o uso residencial: 12. Av. antiga Av. Rua Santiago Dantas. XVI – Setor Urbano 16: unidade de uso diversificado. recursos naturais. antiga Rua São João. da Paz. 9. 19. Laguna. 32. antiga Rua Ezequiel. 30. manutenção das atividades 15. antiga Av. Senhora das bairros Colônia Santo Antonio. antigas Ruas XIX e Copiara. Rua Cmte. 26. Des. antiga Rua Francisca Mendes. 33. compatíveis com o uso residencial. 16 de janeiro de 2014 9. antiga Rua Antenor Landim. Av.

De verticalização alta e densidade alta. abrange a Avenida Rodrigo Otavio e toda a Rotatória do DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 74 . Avenida Coronel Teixeira da confluência com a Avenida do Turismo até XVIII – Setor Urbano 18: unidade de uso diversificado de a confluência com a Avenida Cecília Meirelles. tolerância para uso residencial em II – Segmento Centro: predominância de usos comerciais. De verticalização baixa e densidade média. O Corredor Rodrigo Otávio é dividido nos Avenida do Turismo da confluência com a Avenida Coronel Teixeira até seguintes segmentos: a confluência com a Avenida do Futuro. De verticalização média e comércios e serviços existentes. abrange a Dumont até a confluência com a Torquato Tapajós. condições adequadas. quinta-feira. de expansão da área central. de serviços. adequadas. integração de atividades comerciais e de serviços ao uso residencial. Av. De verticalização alta e densidade alta. Verticalização alta e densidade alta abrange as Avenidas II – Segmento Cachoeirinha: predominância dos usos Djalma Batista e Constantino Nery. com cuidados ambientais e zoneamento aeroportuário. nos seguintes segmentos: abrange a Avenida Rodrigo Otavio. da com a predominância do uso industrial. Manaus. De verticalização alta e densidade alta. compatível com a presença de grandes glebas e lotes. De verticalização alta e densidade alta. com estímulo às serviços ao uso residencial. Tolerância para o uso residencial em condições Vista Alegre e Rua Rio Negro. integração de atividades comerciais e de serviços ao uso Art. de expansão da área central. Rua Rufino Eliziarde. comércios e serviços existentes. integração de atividades comerciais e de serviços ao IV – Segmento Ephigênio Salles: reforço ao centro de uso residencial. antiga Rua Bom Jesus. da confluência com Avenida Coronel Teixeira até a confluência com a Avenida Álvaro Botelho Maia. Seção III Dos Corredores Urbanos Art. a) Eixos de Atividades: reforço às atividades existentes. compatíveis com o uso residencial: IV – Segmento Avenida Brasil: reforço ao centro de 1. comércios e serviços existentes. condições adequadas e reforço à criação de novos centros. de Art. serviços existentes. De III – Segmento Leopoldo Peres: predominância dos usos verticalização alta e densidade alta. Avenida Darcy Vargas. 7º O Corredor Avenida do Turismo é dividido nos residencial. antiga Alameda A. integração de atividades comerciais. abrange a Avenida densidade baixa. tolerância para uso residencial em I – Segmento Sul: predominância de usos comerciais e de condições adequadas. De verticalização baixa e densidade média. De verticalização alta e densidade alta. abrange a Art. De verticalização média e densidade alta. serviços ao uso residencial. dos Guaranás. De verticalização alta e densidade alta. abrange a de serviços. da confluência com a Avenida I – Segmento Praia da Ponta Negra: integração de Cosme Ferreira e André Araújo até a confluência com a Avenida Manaus atividades comerciais e de serviços ao uso residencial.Segmento Bola da Suframa: reforço ao centro de Coronel Teixeira até a confluência com a Avenida do Turismo. da confluência com a Avenida a Avenida Santos Dumont. Av. de expansão da área central. 11. abrange a Avenida do serviços ao uso residencial. I – Segmento Rodrigo Otávio: reforço ao centro de comércios e serviços existentes. comércio e serviços. II – Segmento Jacira Reis: estímulo aos usos comerciais e de serviços. de De ocupação horizontal e densidade média. Tolerância para o uso residencial em Álvaro Botelho Maia até a confluência com a Avenida 7 de setembro. compreendendo comércios e serviços existentes. De verticalização alta e densidade alta. 16 de janeiro de 2014 35. 9º O Corredor Boulevard Amazonas é dividido nos seguintes segmentos: I – Segmento Boulevard: predominância dos usos Art. de 2. de serviços e industriais. De verticalização alta e densidade alta. com estímulo às Botelho Maia até a confluência com a Avenida Loris Cordovil. abrange a Avenida Torquato Tapajós da confluência com a Avenida Santos Dumont Art. compatíveis com a presença de grandes glebas. 6º O Corredor Sul/Norte é dividido nos seguintes comerciais e de serviços. da confluência com a Avenida principalmente às atividades comerciais. Av. Graça. abrange a Avenida Torquato Tapajós até o Km 34 da Coronel Teixeira e Avenida São Jorge. com estímulo às atividades Rua Belém e a Avenida Castelo Branco. ocupação horizontal e densidade baixa. integração de atividades comerciais e de serviços ao uso incentivo às atividades agroindustriais. com a presença de grandes confluência com a Avenida 7 de Setembro até a confluência com a Rua glebas e lotes. da confluência com a Avenida Álvaro comerciais e de serviços. com estímulo às Tapajós da confluência com a Rua Loris Cordovil até a confluência com atividades não geradoras de tráfego. integração de atividades comerciais. integração de atividades comerciais e de comerciais e de serviços. a partir da confluência com a Avenida Prof. adequadas. O Corredor Darcy Vargas é dividido nos seguintes até a confluência com a Avenida Prof. abrange a Correa. comércios e serviços existentes. integração de atividades comerciais. segmentos: IV – Segmento AM-010: unidade predominantemente I – Segmento Ayapuá: estímulo aos usos comerciais e de residencial. tolerância para uso residencial em abrange a Avenida do Turismo da confluência com a Avenida Santos condições adequadas. Santa Tereza D’ávila. abrange a Avenida seguintes segmentos: Jacira Reis. abrange a Avenida Brasil. Tolerância para o uso residencial em condições confluência com a Rua Belém. Mario Ypiranga até a confluência com a Avenida Cosme Ferreira e André III – Segmento Ponta Negra: reforço ao centro de Araújo. Acácia Negra. comércios e serviços existentes. da confluência com a Avenida São Jorge até confluência I – Segmento Tarumã: reforço à criação de centro de com a Avenida Constantino Nery. Paulo Brasil até a confluência com a Avenida Jacira Reis. com estímulo às atividades não Avenida Álvaro Botelho Maia. de expansão da área central. integração de atividades comerciais e o bairro Lago Azul de serviços ao uso residencial. de expansão da área central. integração de atividades comerciais e de serviços 36. De verticalização alta e densidade alta. ambientais. Turismo da confluência com a Avenida do Futuro até a confluência com abrange a Avenida Ephigênio Salles. abrange a Avenida Torquato comerciais e de serviços. condições adequadas. atividades compatíveis com o III – Segmento Coronel Teixeira: reforço às atividades de uso residencial e com a proteção dos recursos naturais. 10. abrange a Avenida Coronel Teixeira. Cecília Meirelles até a confluência com a Avenida Brasil. abrange a serviços. cuidados ambientais. De ocupação horizontal e residencial. III – Segmento Darcy Vargas: predominância dos usos com cuidados ambientais. De verticalização alta e densidade alta. sobretudo de turismo e lazer com cuidados ambientais. de II – Segmento Ponta Negra: reforço às atividades de serviços e industriais ao uso residencial. abrange a Avenida II . da confluência com a Avenida não geradoras de tráfego. atividades não geradoras de tráfego. antiga Rua Dom Milton Pereira ao uso residencial. Paulo Graça. 8º O Corredor Avenida Brasil/Ponta Negra é dividido serviços ao uso residencial. atividades não geradoras de tráfego. tolerância para uso residencial em a Avenida Santos Dumont. sobretudo de turismo e lazer com densidade alta. da confluência com a Avenida Brasil até a geradoras de tráfego. com cuidados 2000. de expansão da área central. Rua Altacir Montenegro. III – Segmento Norte: atividades de apoio e compatíveis abrange a Avenida Castelo Branco e Avenida Leopoldo Peres. com estímulo às segmentos: atividades não geradoras de tráfego. integração de atividades comerciais. De verticalização alta e densidade alta. da confluência com a Avenida Rodovia AM-010. da confluência com a Avenida Constantino Nery II – Segmento Aeroporto: reforço ao centro de comércios até confluência com a Avenida Mario Ypiranga. De verticalização média e densidade alta. 3.

de expansão da área central. da confluência com a Avenida Jornalista Umberto Calderaro Filho até a confluência com as Avenidas Ephigênio Salles e Rodrigo Otávio. de Avenida dos Oitis. Autaz Mirim. serviços. 19. O Corredor Aleixo é dividido nos seguintes Tapajós. De verticalização média e densidade alta. O Corredor Autaz Mirim é dividido nos seguintes Ephigênio Salles até a confluência com a Avenida Noel Nutels e Max segmentos: Teixeira. abrange a comércios e serviços existentes. da confluência com a Rua Belém até diversificados. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 75 . de serviços ao Cidade. comerciais e de serviços ao uso residencial. de serviços ao normas de Uso e Ocupação do Solo. abrange a confluência com a Avenida Oitis. tolerância para o uso residencial em condições Art. comércios e Avenida Torquato Tapajós. 17. de serviços ao I – Segmento José Henriques: unidades de usos uso residencial. O Corredor Leste-Oeste é dividido nos seguintes Das Definições segmentos: I – Segmento itaúba: reforço ao centro de comércios e Art. Salles e Rodrigo Otávio até a confluência com a Avenida Autaz Mirim. A Zona de Transição é o compartimento II – Segmento Camapuã: reforço ao centro de comércios e territorial da Área de Transição destinado ao planejamento e gestão da serviços existentes. abrange a serviços e industriais ao uso residencial. Seção I Art. divide-se em Avenida Itaúba. de serviços ao uso residencial. integração de atividades comerciais. Ministro Mário Andreazza. abrange a Avenida Art. Manaus. da confluência com a Avenida dos Oitis até a I – Segmento Centro Sul: unidades de usos diversificados. De verticalização média e densidade alta. 14. da das Flores da confluência da Avenida Noel Nutels e Max Teixeira até a confluência com a Avenida Margarita até a confluência com a Avenida confluência da Avenida Torquato Tapajós. Avenida Solimões. de ao uso residencial. definida no uso residencial. 12.Segmento Presidente Kennedy: reforço ao centro de e serviços existentes. O Corredor Santa Etelvina é dividido nos seguintes III – Segmento Coroado: reforço ao centro de comércios e segmentos: serviços existentes. abrange a diversificados. de serviços de grande porte. 16. da confluência Avenida Camapuã. De verticalização alta e densidade alta. compatibilização com as áreas de proteção ambiental e proximidades do aeroporto internacional. Avenida Margarita em toda a sua extensão a partir da confluência com V – Segmento Colônia: atividades de apoio e compatíveis Avenida Samaúma. 18. abrange a seguintes segmentos: Avenida Cosme Ferreira. confluência com a Avenida Sacaca. da confluência com a Avenida Autaz Mirim até serviços. com predominância de atividades industriais. de serviços comércios e serviços existentes. ambiental. da confluência com a Avenida Nossa de habitabilidade e a significativa presença de áreas de fragilidade Senhora da Conceição até a confluência com a Avenida dos Oitis. adequadas. De ocupação horizontal e densidade baixa. De comerciais. 16 de janeiro de 2014 Memorial da Amazônia e Rotatória do Distrito Industrial. abrange a de uso homogêneos com as mesmas diretrizes urbanísticas. Presidente Kennedy. De verticalização baixa e Avenida Noel Nutels. de densidade média. grandes glebas e lotes. integração de atividades comerciais. O corredor BR 174: atividades industriais. Para fins de planejamento. Parágrafo único. com tolerância para uso residencial II – Segmento André Araújo: reforço ao centro de multifamiliar. abrange a Avenida Arqto. da confluência com a Avenida dos Oitis até a confluência DA ÁREA DE TRANSIÇÃO com a Avenida Rodrigo Otavio. De verticalização média e densidade alta. quinta-feira. De verticalização baixa e densidade média. De verticalização baixa e densidade média. tolerância para o uso residencial em condições II – Segmento Margarita: unidades de usos diversificados. José Henriques Bento Rodrigues da IV – Segmento São José: atividades de apoio e confluência da Avenida Torquato Tapajós até a confluência com a compatíveis com a predominância do uso industrial e com a presença de Avenida Samaúma. abrange a Avenida Autaz Mirim. 15. gestão e aplicação das serviços existentes. com predominância de atividades industriais. abrange a Plano Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus. da confluência com a Avenida Autaz Mirim até a serviços ao uso residencial. De ocupação horizontal e densidade baixa. abrange a Avenida Andre Araujo. Rua Cmte. com a predominância do uso industrial e com a presença de grandes glebas e lotes. De verticalização média e densidade alta. e apresenta aspectos físicos ou características de ocupação e uso residencial. abrange a Avenida Nossa Senhora da Conceição. que abrange a Avenida Gov. Rua segmentos: Gurupi. De verticalização alta e densidade alta. com estímulo ao uso residencial e atividades de comércios e de serviços. integração de atividades comerciais. De verticalização alta e densidade alta. II – Segmento Autaz Mirim: Reforço ao centro de comércios e serviços existentes. comerciais com tolerância ao uso residencial adequadas às condições abrange a Avenida Autaz Mirim. O Corredor Avenida das Torres é dividido nos adequadas. Rua Campos Bravos. III – Segmento Noel Nutels: reforço ao centro de comércios III . Avenida Guaruba e Avenida Ministro Mario CAPÍTULO III Andreazza. abrange a Avenida Torquato Art. José Lindoso da confluência com a Avenida Cosme Ferreira e Art. Avenida Paulo Jacob. da confluência com a Avenida Silves e Ministro IV – Segmento Sul do Aeroporto: integração de atividades Mário Andreazza até a confluência com a Avenida Leopoldo Peres. tolerância para uso residencial em condições adequadas. confluência com a Avenida Puraquequara. De ocupação horizontal e densidade baixa abrange a Avenida III – Segmento Distrito Industrial I: unidade de uso Prof. O Corredor Distrito II unidades de usos Jornalista Umberto Calderaro Filho. com centro de comércios e serviços existentes. da confluência com a Avenida Autaz Mirim até a Zonas de Transição – ZT. abrange a Avenida Rodrigo Otavio e Avenida confluência com a Avenida Torquato Tapajós. Norberto Won Gal. abrange Avenida com estímulo ao uso residencial e atividades de comércios e de Cosme Ferreira. I – Segmento Nossa Senhora da Conceição: reforço ao II – Segmento Norte: unidades de usos diversificados. De verticalização média e verticalização baixa e densidade média abrange a projeção da Avenida densidade alta. a Área de Transição. De ocupação horizontal e densidade baixa. com tolerância para o uso residencial. de Art. De verticalização baixa. Paulo Graça até o Km 8 da BR-174. da confluência com a Avenida Camapuã até a densidade média. De verticalização baixa e densidade média. 13. Rua Cravina dos I – Segmento Paraíba: predominância dos usos comerciais Poetas e Avenida do Futuro. da confluência com a Avenida Noel Nutels e de serviços. integração de atividades estímulo ao uso residencial e atividades de comércios e de serviços. integração de atividades comerciais. e de serviços de grande porte. serviços ao uso residencial. Avenida Constantinopla. com estímulo ao uso residencial e atividades de Avenida Cosme Ferreira. da confluência com as Avenidas Ephigênio comércios e de serviços. de comércio a confluência com a Avenida André Araujo. integração de atividades comerciais. a partir da confluência com a diversificado. com estímulo às atividades até a confluência com a Avenida do Turismo. confluência com a Rua Ernesto Costa. integração de atividades comerciais. da confluência com a Avenida Autaz Mirim até com a Avenida Manaus 2000 até a confluência com a Avenida Silves e confluência com a Avenida Noel Nutels. não geradoras de tráfego. integração de atividades comerciais. Art. a) VETADO. De verticalização alta e densidade alta.

Proteção Ambiental – ZPA. imóveis incluídos nas Zonas de Unidades de Conservação deverá ser Parágrafo único. atendendo aos Art. São proibidos o uso e a edificação nas Zonas de Zonas de Transição: Proteção Paisagística – ZPP. normas da legislação federal pertinente. É vedada a edificação nas Zonas de Proteção Prefeitura a preservá-los e conservá-los.ZPP. 26. As Zonas de Recuperação Ambiental (ZRA). Art. Seção I Parágrafo único. além e planejamento urbano do Município. são CAPÍTULO IV áreas prioritárias para aplicação do instrumento de intervenção da DO PATRIMÔNIO AMBIENTAL Operação Urbana Consorciada. 20. 34. Constituem o patrimônio histórico. preservação do patrimônio cultural.ZRA. submetendo-se qualquer tipo de intervenção nessas áreas à II – ZT TARUMÃ-AÇU: unidade de baixa densidade e consulta aos órgãos de proteção ambiental das esferas federal. submetendo-se qualquer tipo de intervenção ou uso nessas Art. Os proprietários dos bens constantes do patrimônio histórico e cultural de Manaus serão incentivados pela Art. Art.ZCE. As Zonas de Unidades de Conservação que Art. Subseção V II – Zonas de Proteção Ambiental . 30. ambiental. por Usos e Atividades constantes dos Anexos desta Lei. artístico. Corredores Urbanos ou ZEU em que se situam. a ser executado pelo órgão municipal competente. Art. sujeitas à aplicação de Operação Urbana Consorciada. 33. artístico. conforme os termos da Lei Orgânica do Município de Manaus (Loman). A Área de Transição é dividida nas seguintes Art. Subseção II Das Zonas de Proteção Ambiental Art.ZPA. nos termos da Loman. arqueológico e cultural de Manaus. estadual integração de atividades de serviços e agroindustriais de baixo impacto e municipal e de planejamento urbano municipal. negociar medidas mitigadoras ou compensatórias. do Plano Ambiental . 31. 22. com o órgão municipal competente. inclusive a Parágrafo Único. constituem Áreas de Proteção Ambiental (APA) têm seus índices arqueológico e cultural de Manaus a ser preservado. Art. por serem urbanísticos definidos nos Quadros de Intensidade de Ocupação e de testemunhos antigos e significativos da história do lugar e importantes ao resguardo da identidade e memória da população local e. 27. Os proprietários dos imóveis que compõem o áreas à consulta aos órgãos responsáveis pela proteção ambiental e patrimônio histórico. nos termos do Código Ambiental de Manaus. 24. definido e regulamentado pelo Poder Executivo municipal. que correspondem a áreas de proteção da I – ZT DUCKE: unidade de baixa densidade e integração paisagem com características excepcionais de qualidade e fragilidade de atividades de serviços e agroindustriais de baixo impacto ambiental. de acordo com os suas características excepcionais. Aplicam-se aos imóveis que compõem o precedida de consulta aos órgãos responsáveis pela proteção ambiental patrimônio histórico. arqueológico e cultural de Manaus poderão planejamento urbano do Município. submetidas a normas § 1º Sem prejuízo do disposto nesta Lei. Branca e as áreas das cachoeiras Alta e Baixa do Tarumã como Zona de conforme estabelecido no Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. conforme estabelecido no Plano Diretor Urbano e Das Zonas de Unidades de Conservação Ambiental de Manaus. e Art. § 2º A delimitação e descrição dos limites das Zonas Art. III – ZT PRAIA DA LUA: unidade de uso residencial de Subseção IV baixa densidade com incentivo às atividades de turismo ecológico e à Das Zonas de Recuperação Ambiental produção agrícola. Fica instituída a área do igarapé Água transferência do direito de construir.ZPA. do disposto nesta Lei. incluídos no Setor Especial de Unidades de Interesse de que seja criada regulamentação específica. com cuidados ambientais para proteção dos recursos ambientais. devido à existência de suscetibilidade do meio a riscos relevantes. poderão ser negociadas com os requerentes medidas mitigadoras ou compensatórias. visual. os bens situados no Subsetor Sítio Setores Urbanos. Qualquer modificação no uso e na edificação nos Art. 23. conforme estabelecido no Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. Para as faixas de proteção das margens dos imóveis incluídos nos setores mencionados estará sujeita à tutela e à cursos d'água nas Áreas Urbanas e de Transição se aplica o disposto no apreciação especiais pelo organismo municipal responsável pela Código Ambiental do Município e legislações correlatas. Art. IV – Zonas de Recuperação Ambiental . as normas pertinentes da Loman e demais correlatas. até Histórico. ainda. Nas Zonas de Recuperação Ambiental Da Proteção dos Recursos Naturais (ZRA). 29. No processo de licenciamento de imóveis incluídos Ambientais de Manaus serão feitas no Zoneamento Ambiental municipal. Ambiental de Manaus: I – Zonas de Unidades de Conservação – ZUC. As Zonas de Controle Especial (ZCE) V – Zonas de Controle Especial . 16 de janeiro de 2014 Seção II Subseção III Da Área de Transição Das Zonas de Proteção Paisagística Art. legais diversos. As Zonas de Unidades de Conservação (ZUC) Seção II correspondem às áreas das diversas categorias de manejo. as Áreas de próprias de controle e monitoramento ambiental em função de suas Proteção dos Recursos Naturais de Manaus estão submetidas às características peculiares. Zonas de Controle Especial III – Zonas de Proteção Paisagística . submetidas Da Proteção dos Bens Culturais às disposições do Código Ambiental de Manaus. nas Zonas de Controle Especial (ZCE). Manaus. 21. 25. que correspondem a áreas protegidas por instrumentos Diretor Urbano e Ambiental de Manaus e legislação específica. quinta-feira. que correspondem às áreas em estágio significativo de degradação. inclusive a transferência do Subseção I direito de construir. Qualquer modificação no uso e na edificação dos de acordo com o Anexo XV desta Lei. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 76 . 32. Constituem Áreas de Proteção dos Recursos critérios e parâmetros estabelecidos pelo órgão de planejamento urbano Naturais de Manaus as Zonas Ambientais conceituadas no Código do Município. Preservação. os índices urbanísticos serão definidos nos projetos especiais. 28. correspondem às demais áreas do Município. artístico.

criando-se diversidade de usos e atividades condicionados à preservação do alternativas para o desenvolvimento econômico e a geração de trabalho patrimônio histórico-cultural. 38. não residencial sem limitações específicas à sua localização. V – unidade de uso diversificado: integração de atividades V – submissão de atividades que provoquem impacto comerciais. ambiental ou geração de tráfego a análises especiais dos órgãos VI – unidade de concentração de comércio e serviços: competentes. quinta-feira. em atividades de pequena e média escala de operação. compatibilizadas ao uso residencial.CMDU. classificada como seguintes usos: industrial tipo 1. segurança ou incômodo à vizinhança. Os usos e as atividades nos lotes urbanos estão operação. estabelecimentos que sejam polos geradores de tráfego ou que VII – unidade de uso residencial/industrial/agrícola: provoquem risco à segurança ou incômodo à vida urbana. Seção IV desde que haja prévia e expressa anuência do Conselho municipal de Da Classificação das Atividades Desenvolvimento Urbano . Corredor ou Eixo de Atividade estará sujeita à alteração de uso nos termos da legislação em vigor. de comércio e de serviços de grande porte. admitindo-se a presença do uso residencial. predominância de atividades de comércio e serviços. comercial e de serviços em áreas residenciais. exceto os situados no Setor 01. normas edilícias e exigências urbanísticas e caracterizam-se: IV – industrial e industrial especial. e de serviços que não criem impacto ambiental e não provoquem riscos com tolerância para o uso residencial com exigências que garantam as à segurança ou incômodo na vizinhança. riscos à segurança. de serviço e industriais. As atividades de uso comercial. estabelecimentos próprios. consistente na prestação de serviços. 35. compatibilizados com o uso residencial nos usos industrial. III . Da Caracterização dos Usos b) quanto à escala de operação. abrangendo comércio varejista ou b) quanto à escala de operação. desenvolvidas fora de adequadas condições de habitabilidade.Atividades Tipo 3: podem ser controladas por meio de inclusive institucionais. Classificam-se as atividades em: § 3º O microempreendedor individual que fizer uso do I – Atividades Tipo 1: podem conviver com o uso endereço de sua residência apenas como domicílio fiscal. II – unidade de preservação do ambiente cultural: II – estímulo à convivência de usos distintos. caracterizando- utilizar nenhum cômodo da edificação para sua atividade sendo portanto. ou b) quanto à escala de operação.IMPLURB poderá avaliar o II – o incômodo causado à vizinhança. Para tanto. alcançando cultivo. em atividades de pequena atacadista. assim como para cada Zona de permanentes e de recreio com atividades vinculadas ao turismo Transição. e renda. em atividades que podem oferecer de transformação ou de beneficiamento. V e VI VIII – unidade de uso residencial/turismo desta Lei. a) quanto à natureza. tais como. em atividades que podem oferecer b) multifamiliar . para cada Setor Urbano e seus Subsetores. Caso a nova classificação não seja V – o risco à segurança. não será tratado como alteração de a) quanto à natureza. para os ecológico/agricultura/pecuária: compatibilização das residências Corredores Urbanos e seus segmentos. Ordem Social e Planejamento Urbano . de acordo com a estratégia de uso e ocupação do solo a ser adotada em Art. de serviços e regular processo administrativo. com tolerância VI – definição de áreas específicas para implantação de para o uso residencial. integrando-se harmoniosamente o incômodos e risco à vizinhança. os Corredores Urbanos e as Das Diretrizes para Usos e Atividades Zonas de Transição são enquadrados nas seguintes categorias. III – unidade de uso residencial: predominância residencial III – flexibilização de usos e atividades nos centros de com atividades que não ofereçam impactos ambientais negativos nem bairro e na área central de negócios. 36. Subsetor Sítio Histórico e nos Corredores Urbanos ou lindeiros aos Eixos de Atividades. estabelecidos nos Quadros de Usos e Atividades nos Anexos IV. instaladas em área de solo na área urbana e na Área de Transição são considerados os até 50 M². nem incômodo à vizinhança e não provocam impactos significativos ao ambiente. Constituem-se diretrizes para o controle dos usos cada um: e atividades: I – unidade de preservação do ambiente natural: I – permissão da implantação de atividades enquadradas diversidade de usos e atividades. incômodo eventual ou moderado à vizinhança. IV – a geração de tráfego. Para aplicação das normas de uso e ocupação do c) as atividades industriais em geral. à estrutura e à infraestrutura Seção II urbana. III – serviços. criação de culturas de movimentação moderada de veículos ou riscos de acidentes. possível reenquadramento da atividade. Manaus. ou seja. considerada a indústria a) quanto à natureza. permitida para a UES. ruídos. proferido em Art. ecológico e com o uso agrícola e as atividades de apoio à produção § 1º É vedado qualquer uso com características diferentes agrícola e pecuária.uma ou duas unidades habitacionais normas edilícias e exigências urbanísticas e caracterizam-se: autônomas por lote. Art. lavouras ou de animais destinados ao abate e comercialização. sendo isento do pagamento de outorga onerosa de alteração de uso. industrial são classificadas de acordo com: § 2º A pedido do interessado. integração dos usos residencial. ruídos. 39. movimentação moderada de veículos ou riscos de acidentes.Atividades Tipo 2: podem ser controladas por meio de a) unifamiliar . 16 de janeiro de 2014 CAPÍTULO V Seção III DO CONTROLE DOS USOS E ATIVIDADES Das Categorias de Usos e Atividades Seção I Art. tais como. baseada em parecer da Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano . a atividade deverá III – os impactos ambientais negativos. e com as características excepcionais ambientais e paisagísticas da desde que não criem impacto ambiental e não provoquem riscos à área. grande escala. Art. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 77 . autônomas por lote. V – agrícola.CTPCU. em atividades de média e ambas as atividades. serão consideradas como atividade caseira. comerciais de atividades industriais. e média escala. se: realizada a atividade externamente. 37. em atividades que não oferecem uso. Os Setores Urbanos.mais de duas unidades habitacionais incômodo eventual ou moderado à vizinhança. com exigências que garantam as adequadas atividades potencialmente poluidoras e empreendimentos ou condições de habitabilidade. II – comercial. conforme Anexo X desta Lei. sobretudo nas residências. IV – unidade predominantemente industrial: predominância IV – regulamentação das atividades industriais. industrial e agrícola que não ofereçam impacto ambiental significativo e apresentem grande escala de Art. o Instituto Municipal de I – a escala de operação das unidades produtivas. I – residencial: II . uso residencial às atividades de comércio e serviços. 40. daquelas originalmente aprovadas para os lotes inseridos em loteamentos regulares. atender todos os parâmetros das classificações inferiores ao atual.

000 m² (cinco mil metros quadrados). mesmo em lados opostos na mesma via. com área útil igual ou superior a 750 m² (setecentos e cinquenta § 3º O licenciamento e o funcionamento de novos postos metros quadrados) e área bruta locável inferior a 5. considera-se: superior a 100 (cem) vagas. I – empreendimentos sujeitos à elaboração do EIA e § 3º A faixa da servidão administrativa é regulada em respectivo RIMA. ou que provoquem sobrecarga na capacidade de III – dutos. IV – empreendimentos cuja natureza ou condições requeiram análises específicas por parte dos órgãos competentes. de serviços e metros).000 m² (cinco mil de combustíveis são condicionados à apresentação dos seguintes metros quadrados). b) quanto à escala de operação. Manaus. b) quanto à escala de operação. aprovada pelo órgão municipal de lojas com área bruta locável igual ou superior a 5. § 2º As faixas de terrenos ao longo das linhas de transmissão de energia elétrica.Atividades Tipo 4: exigem controle por meio de normas V – condomínios de unidades autônomas com área edilícias e exigências urbanísticas e por meio de consulta prévia aos superior a 120. São considerados empreendimentos de impacto mineradutos ficam declaradas de utilidade pública para fins de servidão urbano-ambiental relevantes: administrativa e. as atividades de comércio Seção VI varejista de gás liquefeito de petróleo ficam sujeitas às condicionantes Das Instalações especiais ambientais. VI – supermercado: comércio de produtos alimentícios e de § 4º As especificações para instalação de novos postos de uso doméstico.EIV com anuência V – minimercado. Instalações especiais são os equipamentos potencialmente causadores de interferência na paisagem natural ou Seção V construída. IV – Habite-se. § 2º São considerados. consideradas a escala de operação e a capacidade de armazenamento. 41. os empreendimentos regularmente § 1º Para efeito de enquadramento das atividades e das implantados. metros quadrados). 44. média e grande escala.000 m² (cinco mil Trânsito. conforme as § 4º Compete à concessionária a manutenção e exigências no Quadro de Vagas de Garagem e Estacionamentos.000 m² (vinte mil metros quadrados). II – Estudo de Impacto de Vizinhança . e superior a 400 (quatrocentas). Para autorização das instalações especiais nas identificados como Atividades Tipo 5 com listagem no Anexo VII desta áreas de entorno de bens tombados deverão ser ouvidos os órgãos de Lei. lojas. excluídas áreas de apoio ou de serviços. estadual ou municipal competentes. pessoas de qualquer natureza. com área de exposição e vendas de combustível obedecerá aos seguintes parâmetros: superior a 5. 16 de janeiro de 2014 IV . ficando expressamente proibida para todos os casos a utilização do passeio público para locação de gaiolas. com área de exposição e vendas inferior a 300 m² (trezentos metros III – Licenciamento Ambiental municipal correspondente. dutos. industrial estão enquadradas na Classificação de Atividades de acordo II – na área de transição. caracterizam-se: a) quanto à natureza. em regime de autosserviço. A distância mínima entre postos de abastecimento uso geral. 45. gasodutos e mineradutos. em atividades de pequena. à estrutura e à infra-estrutura urbana. portanto. quando localizados nos Técnicas (ABNT). V . cinquenta metros) do imóvel em questão. órgãos responsáveis pelo meio ambiente e pela circulação viária e VI – as instalações especiais. em regime de autosserviço. Art.EIV e Estudo de tráfego. quinta-feira. VII – hipermercado: comércio de produtos alimentícios e de Art. 43. como áreas non aedificandi. tutela federal. 47. com área de exposição e abastecimento de combustível deverão obedecer à legislação federal e vendas entre 300 m² (trezentos metros quadrados) a 5. à Manaus é condicionada à elaboração de Estudo de Impacto de estrutura e à infraestrutura urbana. documentos: IV – centro comercial ou shopping center: o conjunto de I – Análise de Tráfego. Dos Empreendimentos de Impacto Urbano-Ambiental § 1º São consideradas instalações especiais: I – estações de radiocomunicação dos serviços de Art. mesmo em lados opostos na mesma via. regularmente de lojas. Art. conforme estabelecido no § 2º do artigo 95 desta Lei. 46. polidutos.000m² (cento e vinte mil metros quadrados). informado em relatório técnico pela II – empreendimentos com área de construção superior a concessionária no ato da regularização do empreendimento. concentração de pessoas. que demandem número de vagas de estacionamentos vagas de garagem e estacionamento. mercearia e armazéns: comércio de de mais de 50% ( por cento) dos moradores. em atividades que podem oferecer Art. gasodutos e Art. implantadas. utilizadas na atividade principal. § 3º Conforme sua classificação. Vizinhança . atendimento de infraestrutura básica. natural ou construído. um raio mínimo de 250 m (duzentos e § 2º As atividades do uso comercial.Atividades Tipo 5: exigem controle por meio de normas Subseção I edilícias e exigências urbanísticas e por meio de consulta prévia aos Dos Postos de Abastecimento e de Serviços para Veículos órgãos responsáveis pelo meio ambiente e pela circulação viária e caracterizam-se: Art. um raio mínimo de 1. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 78 . 42. ainda. em atividades de média e § 1º Ficam definidos como estabelecimentos de grande escala. metros quadrados). Os postos de abastecimento e de serviços para a) quanto à natureza. devendo 20. são aqueles potencialmente causadores de alterações no ambiente II – torres de transmissão de alta tensão. as escolas e similares. conforme estabelecido no Anexo IX desta I – área útil principal: o somatório das áreas construídas Lei. Corredores Urbanos. metros). conforme disposto nesta Lei. em regime de autosserviço. I – na área urbana. estabelecimentos de grande II – área bruta locável: o somatório da área total construída concentração de pessoas. habitacionais ou não habitacionais. em atividades de difícil veículos somente poderão ser instalados num raio superior a 150 m compatibilização com o uso residencial. A instalação de empreendimentos de impacto em riscos à segurança ou incômodo à vizinhança e impacto ao ambiente. quadrados). no fiscalização das faixas non aedificandi referidas nos §§ 2º e 3º deste Anexo IX desta Lei. públicos ou privados. oferecendo impacto significativo (cento e cinquenta metros) dos estabelecimentos de concentração de ao ambiente.000 m (mil com a listagem constante do Anexo VII desta Lei. obedecer aos limites de segurança exigidos pelo poder concedente e III – empreendimentos que demandem número de vagas respeitar as normas específicas da Associação Brasileira de Normas de estacionamento superior a 100 (cem) vagas.000 m² (cinco mil municipal pertinentes. que possuam o número de 100 (cem) alunos atendidos por III – galeria comercial: o conjunto com 15 (quinze) ou mais turno. artigo. quer sejam públicos ou privados. quer sejam empreendimentos IV – estações de rádio base. normatização técnica específica. Empreendimentos de impacto urbano ambiental telecomunicações. polidutos. num raio de 150 m (cento e produtos alimentícios e de uso doméstico. como condição para seu funcionamento.

desde que Subseção IV regularmente implantadas. situações em que o afastamento entre elas for menor do que 500 m (quinhentos metros). estaduais e Militar da Aeronáutica em caso de estar localizada num raio de 3 Km da municipais pertinentes à matéria. Corredor Urbano ou Zona de Transição. respectiva ART. 53. urbanísticos relativos ao porte ou uso estabelecidos para os respectivos V – contrato de uso/locação do imóvel aonde será Setores Urbanos. poderá estabelecer condições e prazos para sua adaptação. A implantação de estações deve observar as suficiente para manutenção de 2 m (dois metros) livre de calçadas. § 2º Permite-se a licença de uso do solo em locais com atividades similares às existentes antes da vigência desta Lei. a II – zonas de controle especial. seus acessórios. 50. 55. transmissão. No caso de estações compartilhadas. podendo ser classificadas Art. seguintes diretrizes: I – prioridade na implantação de estações em topos e Subseção I fachadas de prédios ou construções existentes. 52. 54. Corredor Urbano e Zona de realização de comunicação. dispositivos e demais meios necessários à e atividades para o respectivo Setor Urbano. canteiros centrais e vias públicas. § 1º Nos prédios desconformes serão permitidos outros VII – projeto estrutural da torre. Consideram-se prédios desconformes aqueles pré- III – comprovante de propriedade ou posse da área. nas associados a estruturas de sustentação. Das Estações de Rádio-Base de Telecomunicações Art. devidamente autorizado pelo órgão de controle ambiental. quinta-feira. nos termos dos §§ 1º e Seção VII 2º do artigo 44 desta Lei. desde que apresentado respectivo EIV cabeceira da pista do aeródromo de Manaus. II – eliminação das incompatibilidades verificadas. e que não tenham sido objeto de reclamações aos órgãos competentes por parte dos moradores da vizinhança. função de suas destinações específicas e seus aspectos edilícios VI – projeto arquitetônico do empreendimento com próprios. onde houver possibilidade técnica. excetuados os casos em que haja largura Art. Urbano ou Zona de Transição. Das Atividades. ou quando Art. IV – escolas. reforma nos prédios que abriguem atividades incompatíveis. as instalações que os abrigam e complementam. exceto quando I – avaliação dos níveis de incompatibilidade. 51. alta tensão nas seguintes áreas: I – zonas de proteção ambiental. A implantação de instalações especiais deverá ser VIII – apresentação de autorização expressa do Comando feita em obediência aos princípios e normas federais. excetuando o passeio público. hospitais e estabelecimentos de concentração de pessoas de qualquer natureza. É vedada a instalação de dutos nas seguintes autorização do organismo responsável pelo licenciamento urbano em áreas: Manaus. Prédios e instalações Desconformes Subseção II Art. Consideram-se atividades desconformes as Das Torres de Transmissão de Alta Tensão atividades pré-existentes à vigência desta Lei que se encontram em desacordo com as normas de uso do solo. mas apresentam condições relativas a dimensões e III – meio a testada de lotes. Ficam vedadas estações de radiocomunicação dos constante em norma específica do órgão regulador. de tal modo que I – requerimento padrão assinado pelo empreendedor ou possa ser considerada compatível. 59. devidamente autorizado pelo órgão de controle ambiental. aparelhos. Parágrafo único. obrigação de licenciamento será do empreendedor titular da torre de III – praças. o Sistema municipal de Planejamento responsável legal. conforme legislação específica. sendo admitida a DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 79 . exceto quando Art. prestadoras de serviços de telecomunicações que utilizam estações. a critério do órgão de planejamento urbano. III – é obrigatório o compartilhamento de torres pelas assim como as instalações que os abrigam e complementam. Estação de radiocomunicação dos serviços de das divisas laterais e de fundos. que não atendam aos padrões IV – CND de IPTU. dispositivos e demais meios necessários para a comunicação via rádio. exceto quando houver justificado motivo técnico. Atividades compatíveis são aquelas que não se devidamente autorizado pelo órgão de controle ambiental. com a adoção das seguintes providências: I – zonas de proteção ambiental. usos. em II – escolas. desta Lei. em instalada a estação. mediante Art. por requerimento do interessado. IX – estudo de impacto de vizinhança individual ou coletivo. O pedido de licenciamento de obra será iniciado devidamente licenciadas pelo órgão de controle urbano. 49. 48. hospitais e estabelecimentos de concentração conjunto com o interessado. acompanhado dos seguintes § 2º Quando houver viabilidade de abrandamento do grau documentos: de desconformidade de uma atividade incompatível. enquadram na listagem das atividades permitidas e nas diretrizes de II – praças e calçadas excetuados os casos em que haja usos e atividades para o respectivo Setor Urbano. Atividades incompatíveis são aquelas que não se Art. Corredor torres entre limites de lotes contíguos. Art. serviços de telecomunicações nas seguintes áreas: IV – toda estação deverá conter Sistema de Proteção de I – zonas de proteção ambiental. Considera-se estação de rádio base o conjunto de enquadram na listagem das atividades permitidas e nas diretrizes de uso equipamentos. Gasodutos e Mineradutos em atividade compatível desde que a ampliação não descaracterize o Setor Urbano. exceto quando Descargas Atmosféricas (SPDA). Serviços de Telecomunicações II – 5 m (cinco metros) do alinhamento frontal. exceto as referentes a obras de segurança e higiene das edificações. Parágrafo único. Não serão permitidas a colocação de estruturas no passeio público. 58. quando for o § 1º São vedadas quaisquer obras de ampliação ou caso. Polidutos. Zona de Transição. Subseção III § 1º Permite-se renovação da licença de uso ou ampliação Dos Dutos. os transformadores e Transição. 56. Art. 57. a partir das extremidades da base da telecomunicações é o conjunto de equipamentos ou aparelhos torre ou poste em relação à divisa do imóvel ocupado. 16 de janeiro de 2014 Art. e devidamente aprovado pela CTPCU/CMDU. Manaus. e que descaracterizam a área em que se encontram. nos termos dos §§ 1º e 2º do artigo 44 atividades. resguardadas as peculiaridades das de pessoas de qualquer natureza. É vedada a instalação de torres de transmissão de como atividades compatíveis e atividades incompatíveis. Corredor Urbano ou largura suficiente para manutenção de 2 m (dois metros) livre da mesma. II – cópia dos instrumentos societários e CNPJ do empreendedor. existentes à vigência desta Lei. Corredores Urbanos ou Zonas de Transição. periféricos que auxiliam ou emitam rádio frequências e. objetivando a locação das funcionamento que não descaracterizam o Setor Urbano. desde que autorizadas Das Estações de Radiocomunicação dos pelo proprietário. e 2 m (dois metros) Art.

geradores. § 2º O organismo de planejamento urbano poderá definir cuja acessibilidade é facilitada pela proximidade de eixos viários. e prazos para sua adaptação. 65. serão adotados o conforto térmico (circulação de ar e temperatura amena) de unidades Coeficiente de Aproveitamento Máximo de Terreno (CAMT) e o residenciais multifamiliares. II – prioridade para a ocupação de áreas não consolidadas. 63. Posturas do Município. assim como para cada Zona de VII – fixação de normas que proporcionem o equilíbrio Transição. edifícios-garagem. Para o controle da intensidade da ocupação na sujeitas à apresentação ao órgão municipal competente de uma Área Urbana e Área de Transição.0 (dois) serão à base Art. 60. barrilete.0. III – embasamento: o número máximo de 4 (quatro) § 2º Serão considerados prédios desconformes pavimentos de uma edificação vertical localizado acima dos pavimentos especialmente os postos de abastecimentos de veículos que não de subsolo. de uso comum. As instalações desconformes ficam Art. considera-se: d) áreas de uso comum. § 1º Os parâmetros urbanísticos de ocupação dos lotes Art. transformadores. sem a prévia autorização do órgão Seção III municipal competente. respeitado o disposto (CABT) é o fator de referência para aplicação da Outorga Onerosa do nas legislações específicas.0 (dois) para todos os Seção II Setores Urbanos (SU) e suas subdivisões e para os Corredores Urbanos Das Categorias de Intensidade de Ocupação e seus segmentos onde é permitida a aplicação deste instrumento. sendo para recreação e equipamentos urbanos. ajustes ou normas especiais para Projetos Especiais. de acordo com as definições do código de (dezesseis) pavimentos. Art. II e III desta Lei. prédios de até 4 (quatro) pavimentos e coeficiente de aproveitamento b) estacionamentos nos prédios não residenciais. § 1º O Coeficiente de Aproveitamento Máximo do Terreno VI – fixação de normas que proporcionem o equilíbrio entre (CAMT) é o fator que. de acordo com os Quadros de Intensidade de Ocupação entre o espaço construído e áreas verdes e entre o espaço privado e constantes dos Anexos I. permitida neste mesmo lote. como para cada Zona de Transição. mediante Estudo de impacto de vizinhança (EIV). lazer e mezanino. III – Taxa de Ocupação Máxima do Terreno. § 3º As áreas excedentes de CABT 2. CAPÍTULO VI IV – Afastamentos da Edificação . destinados a garagens e a atividades de apoio à edificação e atendam aos preceitos desta Lei. atendendo-se a critérios e parâmetros que minimizem os impactos ambientais e proporcionem melhor qualidade de vida.0. obras e edificações. do Código de Obras e do Código de uso comum. Para efeito do controle da intensidade de de cálculo para cobrança de outorga onerosa. assim consolidadas. com o coeficiente de III – áreas complementares à atividade principal e os aproveitamento máximo do terreno igual a 2. Das Diretrizes para Intensidade de Ocupação VII – Taxa de Permeabilização. II – áreas de verticalização: as áreas onde são admitidos de acordo com o disposto no Plano Diretor Urbano e Ambiental do gabaritos acima de 4 (quatro) pavimentos. enquadram-se como: I – áreas de verticalização alta: edificações de até 25 (vinte Art. medidores. 64. Constituem-se diretrizes para a intensidade de urbanos estão estabelecidos nos Quadros de Intensidade de Ocupação ocupação: nos Anexos I. II e III desta Lei para cada Setor Urbano . em situações III – estímulo ao adensamento de áreas urbanizadas. sejam acessos. Consideram-se como áreas de edificações não e cinco) pavimentos. § 2º O embasamento das edificações verticais será computado no número máximo de pavimentos da edificação.8. Seção I VI – Largura Mínima de Via para Verticalização. área para depósito de lixo. § 1º Para os efeitos deste artigo. multiplicado pela área do terreno. serviços gerais e de apoio à edificação. situadas num mesmo nível. Município de Manaus. comerciais. como portarias.SU e suas I – indução à ocupação das áreas urbanas não subdivisões e para os Corredores Urbanos e seus segmentos. vertical. Consideram-se instalações desconformes aquelas pré-existentes à vigência desta Lei. zeladoria. III – áreas de verticalização baixa: edificações de até 8 II – áreas de recreação e lazer. áreas não utilizadas na atividade principal. específicas. computadas nos cálculos do CAMT e do CAPT: II – áreas de verticalização média: edificações de até 16 I – subsolo. casa de bombas. tendo valor fixo igual a 2. centrais de gás e de ar-condicionado. descontam-se as mistas. residenciais. Manaus. considerando-se as características Dos Coeficientes de Aproveitamento do Terreno (CAMT) ambientais de cada área e a existência de infraestrutura e serviços urbanos. e que não atendam às exigências urbanísticas Dos Parâmetros Urbanísticos de Ocupação estabelecidas nesta Lei. de condições I – Coeficiente de Aproveitamento do Terreno. laterais e de DO CONTROLE DE INTENSIDADE DE OCUPAÇÃO fundos. I – pavimento: andar habitável das edificações. prédios de até 4 (quatro) pavimentos. Corredores Urbanos e seus segmentos. VI – áreas de ocupação horizontal de baixa densidade: c) reservatórios. Parágrafo único. industriais. de serviços ou e) nas edificações de acesso público. máximo do terreno igual a 0. exceto máximo do terreno igual a 1. mesmo que construídas. 16 de janeiro de 2014 aplicação da outorga onerosa do direito de construir e alteração de uso. circulações. conforme disposto no Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. V – Testada Mínima para Verticalização. pelo Sistema municipal de Planejamento. e de transição. IV – estabelecimento de intensidade de ocupação Subseção I diferenciada para as áreas urbanas. áreas para recreação e equipamentos urbanos. nas áreas propícias ao adensamento Coeficiente de Aproveitamento Básico de Terreno (CABT). quinta-feira. em prédios residenciais ou de uso misto cujo pavimento-tipo tenha uso IV – áreas de ocupação horizontal de alta densidade: exclusivamente residencial. em grupamentos de § 2º O Coeficiente de Aproveitamento Básico de Terreno edificações e empreendimentos de grande porte. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 80 . II – Gabarito Máximo da Edificação. Para efeito de controle da intensidade de V – definição de critérios e parâmetros que garantam o ocupação na Área Urbana e Área de Transição. em grupamentos de variável para cada Setor Urbano (SU) e suas subdivisões e para os edificações e empreendimentos de grande porte. 61. consideram-se os seguintes proposta de abrandamento do grau de desconformidade e ao parâmetros urbanísticos: estabelecimento. (oito) pavimentos. casa de prédios de até 4 (quatro) pavimentos e coeficiente de aproveitamento máquinas de elevadores.frontal. Art. Direito de Construir. compreendendo: V – áreas de ocupação horizontal de média densidade: a) estacionamentos e garagens nos prédios residenciais. ocupação na área urbana. 62. define a área o espaço construído e áreas verdes e entre o espaço privado e áreas total construída de edificação.

II. será exigido o § 3º Caso a somatória das áreas não computáveis exceda afastamento frontal de 5 m (cinco metros) para um dos lados do a área computável no CAMT em mais de 50% (cinquenta por cento). conforme Anexos XI e XII desta Lei. conforme o afastamento frontal mínimo de 2 m (dois metros) para o outro disposto nos incisos e alíneas deste artigo. § 3º Nos eixos de atividades com características de vias Parágrafo único. § 1º Quando as obras para edificação forem iniciadas sem Parágrafo único. Parágrafo único. desde que garantida a distância mínima 5 m (cinco Subseção V metros) metros em relação à divisa. As edificações horizontais com até 2 (dois) efeito do cálculo do Gabarito Máximo da Edificação. logradouro público de maior nível hierárquico. lote possua 2 (duas) frentes. tais como. Os Afastamentos da Edificação de imóveis. laje técnica. a construção de varanda em balanço no afastamento V – pilotis. em que o Do Gabarito Máximo da Edificação lote possua frentes voltadas para 3 (três) logradouros públicos. admitindo-se o § 2º A somatória das áreas não computadas. Não são considerados pavimentos. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 81 . de Social. considerando a com até 2 (dois) pavimentos. como garagem. Subseção II § 2º Em edificações com até 2 (dois) pavimentos. subsolo. poço de elevador ou caixa de escada. § 1º Os afastamentos laterais mínimos do embasamento excetuando-se os beirais. para Art. prevalece o afastamento frontal mínimo estabelecido na Lei de modo a cobrir no máximo 50% (cinquenta por cento) dos afastamentos. exceto § 1º Em edificações com até 2 (dois) pavimentos. se obedecidas às relações dos afastamentos pela altura do Desenvolvimento Urbanos – CMDU. admitindo-se o afastamento frontal mínimo de 2 m máximo de pavimentos estabelecido para o respectivo Zoneamento (dois metros) para o terceiro logradouro. desde que barrilete. varandas ou balcões abertos. veículos e aumento da caixa viária até que seja implantado o Plano de laterais e de fundo do lote à edificação. frontal. áreas de lazer. a serem definidas por resolução do Conselho municipal de fachadas. respeitadas as demais disposições parâmetros para intensidade de ocupação permitem verticalização. para cada Setor Urbano. será exigido o afastamento frontal de 5 m mesma proporcionalidade das obras iniciadas. aplicados proporcionalmente à Alinhamento e Passeio. Nos afastamentos exigidos para a edificação será implantado o Plano de Alinhamento e Passeio. altura da edificação. não sendo lote de esquina. Verticalização em Setores Urbanos e Corredores Urbanos cujos com exceção dos muros limítrofes. em prédios IV – nas residências unifamiliares de até 2 (dois) residenciais. mesmo as áreas não computáveis. desde que ocupados por usos comuns no frontal. VI – edícula. e não tenha área útil superior a 10m² (dez metros quadrados). mínimo de 6. Áreas de Especial Interesse Social. A taxa de ocupação de edificações horizontais e Transição. devendo os demais afastamentos observar as medidas especificadas no Art. 75. em que o área de estacionamento. as coberturas. conforme estabelecido nos anexos I. este não apresente vão de abertura na lateral sem afastamento. não serão dispensadas do cálculo do Coeficiente de Aproveitamento Máximo do Terreno e do Art. (cinco metros) para um dos logradouros públicos. e a área do terreno onde se realiza a com até 4 (quatro) pavimentos e de uso comum. Em edificações situadas em lotes de esquina e Coeficiente de Aproveitamento Projetado para o Terreno. quinta-feira. 67. desde que Art. assim como para cada Zona de Art. É de 15 m (quinze metros) a Testada Mínima para executada no pavimento térreo e que não sofra quaisquer vedações. 74. sacadas. Os afastamentos frontais. pavimentos. os imóveis de até 2 (dois) pavimentos e com testada igual ou inferior a 5 m (cinco metros). será exigido afastamento frontal pavimento correspondente. visando às áreas de manobra de veículos e aumento da caixa viária até que seja Art. Corredor Urbano. estacionamento. serão os exigidos para edificações horizontais taxa de permeabilidade respectiva. de do Código de Obras do Município. 73. admitindo-se o esta diferença deverá ser considerada para a base de calculo juntamente com as áreas computáveis. conforme definido no código de obras e Art. será exigido afastamento frontal mínimo de 8 (oito) metros. Excetuam-se do percentual estabelecido alvará de construção ou quando houver modificação de projeto. O Gabarito Máximo das Edificações é o número logradouros públicos. nos imóveis de que edificação. inclusive o pavimento de subsolo. laterais e de fundos da edificação são as distâncias obrigatórias em relação às divisas de frente. de serviços comuns. Poderá haver escalonamento nas coletoras. acréscimo de área construída. serão especificadas no Código de Obras e Edificações. inclusive o pavimento de subsolo. acordo com os Anexos I. de guarita para segurança. até o máximo 3 m (três metros) de profundidade. verticais será a relação entre as projeções máximas de construção. não podem exceder 50% logradouro. 71. III. III. 70. prevalecem os parâmetros estabelecidos Parágrafo único. nos setores urbanos ou corredores urbanos correspondentes. mencionadas nos incisos e alíneas deste artigo. inclusive o pavimento de Urbano em que o imóvel se situe. o pavimentos estão isentas de um dos afastamentos laterais. 66. mesmo quando executados ultrapasse 10% (dez por cento) da área definida pelo afastamento em laje impermeabilizada que sirvam apenas para manutenção e visita técnica. Estão isentos de afastamentos laterais para o gabarito de maior altura da edificação. permitido: § 4º Nos lotes situados em Áreas de Especial Interesse I – construção de beirais e marquises em balanço. II. desde que garantida a distância mínima de 3 m (três metros) condomínio.50 m (seis metros e cinquenta centímetros). com no caput deste artigo as áreas complementares apenas cobertas. inclusive pórticos e marquises. será exigido o afastamento frontal de 5m (cinco metros) para 2 (dois) Art. visando as áreas de manobra de Art. Manaus. Dos Afastamentos da Edificação § 2º Nos corredores urbanos. estando os demais pavimentos sujeitos aos afastamentos mínimos para a Subseção IV verticalização. 69. XI e XII desta Lei. Da Testada Mínima para Verticalização III – nas residências unifamiliares até 2 (dois) pavimentos. até o limite de 3m (três metros). Será admitida no afastamento frontal a localização edificações do município. cobertura para utilização exclusiva. 72. Nos lotes de esquina e nas interseções de vias Código de Obras e Edificações. desde que o total da área construída não VII – pavimentos de cobertura. 68. com parâmetros diferenciados. as caixas d'água e as casas de máquina dos elevadores. desde que obedecidos os afastamentos correspondentes e a trata o parágrafo anterior. administração para o limite do lote. II – construção de varandas. afastamento frontal mínimo de 2 m (dois metros) para o outro logradouro. Subseção III Da Taxa de Ocupação Máxima do Terreno Art. 16 de janeiro de 2014 IV – sacadas. (cinquenta por cento) da área computável no CAMT e no CAPT.

mas com acréscimo de área. mas com acréscimo de (setenta por cento) de absorção. 88. são as especificadas no Quadro de guarda de veículos. não devendo ser tratada como via de são dispensados das vagas de garagem e estacionamento indicadas no circulação de veículos em geral. são os definidos no Anexo IX desta Lei. § 2º Para cálculo do gabarito máximo. sob nenhuma hipótese poderá este Art. poderá ser admitida em outro local. respectivamente. 86. Observados os parâmetros definidos nos Quadros Art. 90. pavimentações. A área de estacionamento ou garagem Art. que não poderá ser transformado em função complementar ao uso ou atividade principal do imóvel. podendo ser considerados edifícios-garagem. funcionamento diferentes e distintos para cada uso. 87. municipal de trânsito. Garagens e estacionamentos gerais são prédios e § 3º Nos prédios de uso residencial multifamiliar com mais áreas destinadas à guarda de veículos coletivos e de serviços. sob pena de não ser concedida a renovação do alvará de para efeito de largura mínima para verticalização. Na edificação com mais de duas unidades prevalecer para efeito de gabarito máximo da edificação sobre a via habitacionais em um mesmo lote. será admitido o acréscimo de um Anexo IX desta Lei. quando do licenciamento. 78. a entrada para a área de estacionamento ou garagem deverá ser feita pela Subseção VII via de menor nível hierárquico. e emitido o respeitados os seguintes parâmetros: respectivo alvará de funcionamento. possibilidade de novas vagas. não poderão metros e cinquenta centímetros). 76. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 82 . casos em que haja manobristas. II – imóveis com mudança de uso. 80. 150 m (cento e cinquenta metros) da edificação. Art. a execução Garagens e Estacionamentos constante do Anexo IX desta Lei. área. de uso. conforme padrões estabelecidos no Quadro das Vagas de Garagens e implantada.5 m (meio Art. sendo que para Art. mediante ato formal. o Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Art. Anexo IX desta Lei. deverá ser prevista área para ônibus. Manaus. carga e descarga dentro do limite do lote. segundo usos e de Intensidade de Ocupação dispostos nos Anexos I. sob suas expensas e garagem para cada unidade. Art. reformados ou não. ressalvando aqueles que são de interesse § 3º Os imóveis consolidados com testada de até 5 m histórico-cultural e foram estabelecidos em lugares onde não há (cinco metros) estarão isentos da Taxa de Permeabilização Mínima. de toda a expansão viária prevista. III. exceto os atendidos os demais parâmetros urbanísticos pertinentes. Lei. Garagens e estacionamentos são. microônibus. exceto se o interessado realizar. limitar-se-ão à área de acréscimo. ser posteriormente exploradas como atividade de estacionamento § 1º Considera-se como largura da via ou do logradouro. em questão. 16 de janeiro de 2014 Subseção VI Seção II Da Largura Mínima de Logradouro para Verticalização Dos Critérios e Parâmetros para Garagens e Estacionamentos Art. comercial. distante. exceto os imóveis com testada inferior a 15 m (quinze § 1º Os imóveis situados no Subsetor Centro Antigo estão metros). cada deverão ser aplicadas para imóveis novos e para aqueles com mudança lote deverá possuir a mesma taxa determinada. 82. a verticalização somente será permitida em lotes que estejam Parágrafo único. As vagas mínimas exigidas para situados em vias ou logradouros com largura mínima de 9. § 2º As edificações nas quais é obrigatória a previsão de Art. 83. estacionamento rotativo para outros usos. CAPÍTULO VII Art. metro) que a largura da via ou logradouro exceder a medida mínima sendo obrigatória a demarcação da vaga na proporção estabelecida no estabelecida no caput deste artigo. edificações e áreas cobertas ou § 1º Os proprietários dos imóveis a que se refere o caput deste artigo deverão apresentar documento comprobatório de descobertas. Estacionamentos constante do Anexo IX desta Lei. Art. Nas edificações com duas ou mais testadas. reformados ou não. § 2º A Taxa de Permeabilização Mínima para todos os demais imóveis será de 15% (quinze por cento).5m (nove aprovação do uso ou atividade. a) inexistindo muros ou definições físicas dos limites da via ou logradouro. desde que Art. 91. 79. devendo esta ser inserida dentro dos limites do lote natural de águas pluviais. As exigências de vagas de estacionamento para comprovadamente configurem em materiais com o mínimo de 70% os imóveis reformados sem mudança de uso. Os números de vagas exigidas. vans e caminhões. as distâncias entre os funcionamento do uso ou atividade permitidos. a cada 0. até o limite estabelecido nesta Lei e vagas contínuas. Edificações em terrenos com testada igual ou Urbano – IMPLURB. 77. definido segundo Plano de Alinhamento e Passeio. As exigências de vagas de estacionamento loteamentos e condomínios de unidades autônomas horizontais. incluídos de 16 (dezesseis) unidades residenciais. como propriedade do local em questão. pavimentos. sendo aceitável o posicionamento de até 3 (três) pavimento computável à construção. de forma será admitido estacionamento com acesso direto da via à vaga por sobre a contribuir para o equilíbrio climático e favorecer o serviço de drenagem o passeio público. Os estacionamentos podem ser condominiais. de acordo com o Quadro das Vagas de mediante autorização e controle técnico do Poder Público. 84. será exigida uma ou mais vagas de implantada. 81. A Taxa de Permeabilização é a relação entre Art. II. A previsão de vagas para estacionamento DAS VAGAS DE GARAGENS E ESTACIONAMENTOS estabelecida no Anexo IX desta Lei. b) existindo previsão de recuo viário. quando pertencente ao mesmo condômino. definirá a largura oficial superior a 6 m (seis metros) devem prever vagas para estacionamento. Os imóveis localizados no Subsetor Sítio Histórico corresponde à vaga para veículos. ou aqueles em que esteja devidamente autorizado pelo órgão isentos da Taxa de Permeabilização Mínima. no máximo. destinadas exclusivamente à guarda de veículos. XI e XII desta atividades. Art. Art. prevalecerá a de maior caixa viária. 89. exceto em logradouros públicos com Da Taxa de Permeabilização Mínima largura inferior a 9 m (nove metros). Garagens e estacionamentos comerciais são local destinado à movimentação e manobra de veículos de carga e de prédios e áreas destinadas predominantemente à prestação de serviços estacionamento de veículos de serviço. § 4º Serão aceitas em 50% (cinquenta por cento) do total exigido de área permeável. 85. Seção I quando se tratar de: Das Definições I – imóveis reformados sem mudança de uso. Nas vias coletoras e arteriais do sistema viário não áreas descobertas e permeáveis do terreno e a sua área total. § 3º Para casos de lotes com testadas para diferentes vias. das Vagas de Garagens e Estacionamentos constante do Anexo IX desta Lei. exceto em horários de alinhamentos dos muros limítrofes na via em que o imóvel esteja situado. quinta-feira.

§ 2º Ficam dispensados do Estudo de Impacto de § 1º Sujeitam-se ao Estudo de Tráfego os seguintes Vizinhança . são aqueles XX – hotel com área de terreno igual ou superior a 1. V – clube. Impacto Ambiental as exigências feitas pelo Código Ambiental de XVIII – garagem geral.257. Nas edificações de uso residencial multifamiliar. de 10 de julho de 2001. I – a compatibilização do estabelecimento ou § 1º Sujeitam-se ao Estudo de Impacto de Vizinhança . X – edificações de segurança pública. entorno imediato. competente. ou quando tratar-se do pedido certidão de uso do termos dos artigos 41 e 42 desta Lei ou quando o Poder Público julgar solo para lotes que ainda não tiverem projetos em aprovação. 16 de janeiro de 2014 Art. com Parágrafo único. por meio do órgão será exigido estacionamento para veículos de visitantes conforme Anexo de planejamento urbano. (EIA). XXI – indústrias tipo 3. CAPÍTULO VIII § 1º As medidas compensatórias são destinadas a DOS INSTRUMENTOS COMPLEMENTARES DE compensar impactos irreversíveis que não podem ser evitados. 92. Do Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV § 3º As medidas mitigadoras e compensatórias não poderão exigir do empreendedor contrapartida maior que a demanda Art. geradores de tráfego. exigido aos empreendimentos e às atividades a seguir relacionados. municipal de trânsito para os empreendimentos e as atividades de XXV – empreendimentos classificados como polo natureza pública ou privada. Art. O Poder Executivo municipal.000 m² substitui a elaboração e aprovação do Estudo de Impacto Ambiental (mil metros quadrados).EIV. no Setor Urbano ou no Corredor Urbano no qual será necessário. 99. Será exigido o Estudo de Tráfego pelo órgão XXIV – torres de alta tensão. fluxos. empreendedor e a suas expensas. segurança. de medidas mitigadoras ou compensatórias que atenuem o impacto que o projeto acarretará. § 2º A relação dos empreendimentos ou atividades que XIX – hospital. 94. instalação e operação de atividades ou obras efetiva ou potencialmente causadoras de significativa degradação XVI – estacionamento coberto ou descoberto para mais de do meio ambiente. O Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) será permitida no Setor Urbano ou no Corredor Urbano considerado. Do Estudo de Tráfego XXIII – estação de rádio-base. poderá ser ao mesmo. com área útil principal igual ou de Vizinhança. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) se aplica XV – estação de televisão. VI – comércio atacadista e depósitos com área útil principal VII – a adequação quanto aos usos e às atividades do igual ou superior a 2. O Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) não superior. (CTPCU) deverá fornecer Termo de Referência. O Estudo de impacto de vizinhança . a Comissão Técnica de Planejamento e Controle Urbano superior a 1. Manaus. por qualquer interessado. para a fase de planejamento. VIII – comércio varejista e atividades de prestação de serviços com área útil principal igual ou superior a 5. licenças ou autorizações de construção. CONTROLE URBANO § 2º As medidas mitigadoras são instrumentos destinados a atenuar impactos adversos e a reduzir aqueles que não podem ser Seção I evitados. tipo 4 e tipo 5. 95. poluição.000 m² (dois mil metros quadrados). IV – a adequação ao ambiente. nos termos da Lei Federal n° 10. sistema viário. Estatuto da Cidade. no momento da aprovação. mesmo quando sua implantação constar como Art. Seção III XXII – posto de abastecimento e de serviços para veículos. Art. Seção II XIII – estação de radiodifusão. empreendimentos e atividades: quando estes estiverem inseridos nos bairros Distrito Industrial I e I – empreendimentos de impacto urbano ambiental. m² (mil metros quadrados). implantado ou no seu entorno. licenciamento.EIV os empreendimentos e atividades acima citados. em especial quanto à IV – centro cultural e centro de convenções.000 m² (cinco mil Art. de Vizinhança (EIV) ficarão disponíveis para consulta no órgão municipal IX – depósitos ou postos de revenda de gás – classe 3. requerido nos termos da legislação ambiental e Estudo de XII – demais escolas com área útil principal superior a Tráfego. VII – comércio varejista de mercadorias em geral. médio ou Art. II – casas noturnas com área útil principal igual ou superior III – a adequação à estrutura urbana. sobretudo quanto ao a 200 m² (duzentos metros quadrados). de acordo com normas ambientais correspondentes.000m² (mil metros quadrados). Para elaboração do Estudo de Impacto predominância de produtos alimentícios. necessariamente analisar: ampliação ou funcionamento. Os documentos integrantes do Estudo de Impacto metros quadrados). 500m² (quinhentos mil metros quadrados). e devem ser aplicadas na área do entorno termos do Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus.EIV empreendimento com as diretrizes de uso e atividades indicadas para o os seguintes empreendimentos e atividades: Setor Urbano ou Corredor Urbano no qual será implantada. 93. III – centro comercial e shopping center. quinta-feira. § 1º Devem ser observadas para elaboração do Estudo de XVII – funerária. nos gerada pelo empreendimento. instalação ou regularização de obra. Art. Manaus. por suas especificidades. e templos religiosos com área útil principal superior a 1. VI – a adequação à paisagem natural ou construída. nos II – a manutenção e valorização do Patrimônio Ambiental. além de obtenção das aprovações. 98. termos dos artigos 41 e 42 desta Lei ou quando o Poder Público julgar natural ou cultural. necessário. 96. sendo obrigatório que as vagas e suas áreas de manobras licenciamento do empreendimento ou atividade ao cumprimento pelo estejam inseridas dentro do lote. 97. I – empreendimentos de impacto urbano ambiental. nos Distrito Industrial II. sossego e saúde dos habitantes e equipamentos públicos comunitários. Do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) XIV – torre de telefonia. poderá condicionar a instalação ou o IX desta Lei. 100 (cem) carros. V – a adequação à infraestrutura urbana. para executado atendendo às exigências do Estatuto da Cidade. com aprovação do COMAR. estarão sujeitas à elaboração do EIA e respectivo RIMA. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 83 .000 definidos em legislação ambiental específica. acima de 30 m (trinta metros) de altura. XI – estabelecimentos de ensino fundamental.

102. § 2º Quando não for possível calcular em metros Art. Corredor Urbano de construção. 103. e nº 155. O valor da Medida Compensatória será I – ajustes nos limites dos Setores Urbanos e Corredores determinado levando-se em consideração: Urbanos. de 10 de funcionamento ou da autorização para funcionamento ou do "Habite-se". aplicável simultaneamente a qualquer outra penalidade. Das Medidas Compensatórias Parágrafo único. Manaus. III – definição de critérios e parâmetros para análise de II – a área total da gleba multiplicada pelos preços unitários Projetos Espaciais Pontuais. Serão objeto de Resolução do Conselho imóvel em questão. permaneçam os efeitos negativos do empreendimento ou atividade. no prazo indicado no ato de Art. após 30 (trinta) dias do decurso do prazo exigido para cumprimento da medida compensatória ou atenuante. Em todos os cursos d’água localizados na área quadrados de uso em desconformidade. serão decididos Seção IV de acordo com a legislação anterior. quinta-feira. Urbanos e Zonas de Transição. Técnicas (ABNT). Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU) as matérias que tratem de: Art. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 84 . no caso de loteamento. em atendimento ao enquadramento na Classificação Nacional de Atividades II – serão utilizadas quando. Subsetores. II – multa. 100. protocolados anteriormente à data de publicação desta Lei que não se enquadrem em suas disposições. CAPÍTULO IX § 2º Ato do executivo regulamentará através de um Termo DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS de Referência. de 31 de maio de 2004. Eixos de Atividades. observadas as exceções previstas na legislação ambiental vigente. de 4 de novembro de 2002. b) às Diretrizes estabelecidas para área de influência do Art. à exceção da inclusão e exclusão de atividades. O prazo máximo admitido para o início de obra de edificação. III – alteração e definição dos empreendimentos e das atividades considerados empreendimentos de impacto urbano-ambiental. (CNAE). 16 de janeiro de 2014 II – todas as atividades tipo 4 e 5. contemplando os efeitos positivos e negativos de um empreendimento ou atividade no tocante à qualidade de vida da população residente na II – alteração e definição de regime urbanístico nos área e em suas proximidades. Serão objeto de lei as matérias que tratem de: I – destinam-se aos empreendimentos com necessidade I – criação ou extinção de Setores Urbanos. nº 857. § 1º O valor do cálculo da medida compensatória será V – ajuste no Quadro de Enquadramento das Atividades obtido por meio da seguinte equação: desta Lei. em se tratando dos Setores Urbanos. segundo seu porte. o valor da compensação será urbana e de transição. será adotada faixa de proteção marginal mínima arbitrado pelo Instituto municipal de Ordem Social e Planejamento de 30 m (trinta metros) contados de cada margem da maior enchente e Urbano (Implurb). durante o período em que o e Controle Urbano (CPTCU) e do Conselho municipal de Plano de Proteção das Margens dos Cursos d’Água ainda não houver Desenvolvimento Urbano (CMDU). IV – suspensão das atividades. após 60(sessenta) dias do decurso do prazo para o cumprimento da obrigação ou da descontinuidade na manutenção da medida exigida. caso a implantação das medidas atenuantes e compensatórias sejam condições prévias para esses atos. medidas preventivas e mitigadoras. é de 1 (um) Art. de 14 de julho de 2005. ainda sem aprovação do estudo de tráfego. 16 de janeiro de 2014. IV – definição ou ajustes de Eixos de Atividades. A implantação e. III – não poderão ser utilizadas para flexibilizar parâmetros urbanísticos ou ambientais. de responsabilidade do órgão de trânsito e de transporte. A aplicação das Medidas Compensatórias objeto ano a contar da data de expedição do respectivo alvará. de I – não expedição da licença ou da autorização para 30 de junho de 2004. incluindo a fixação de medidas mitigadoras devem atender: V – alteração e definição das áreas passíveis de serem a) Normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas aplicados instrumentos de intervenção. I – a área construída multiplicada pelos Custos Unitários II – alteração dos regimes de usos ou atividades nas vias Básicos de Construção (NBR 12. estabelecidos na Planta Genérica de Valores de Manaus. 101. mesmo com a aplicação de Econômicas (CNAE). conforme as características do projeto. nº 752. ou poderá ser aplicada em benefício da grupamentos existentes na Classificação de Atividades. nº 767. a manutenção das medidas atenuantes e compensatórias será feita com despesas pagas pelo interessado no licenciamento. Corredores de apresentação de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). abrangida pelo disposto deste artigo. 106. sob pena de: publicação. conforme o caso. desta Lei.721:2006 – CUB 2006). Art. (Sinduscon). 105. V – cassação da licença. III – embargo da obra. revogadas. Vizinhança. janeiro de 2005. após 30 (trinta) dias do decurso do prazo exigido para cumprimento da obrigação ou da descontinuidade na manutenção da medida exigida. de acordo com novos enquadramentos que venham a ser promovidos na Classificação Nacional de Atividades Econômicas Valor = Área construída x Tabela (Sinduscon ou PGM) x 0. 104. 107. aprovada pela Procuradoria Geral do Município (PGM). as Leis nº 672. nº 782. conforme Anexo população em geral. do Plano Diretor Urbano e Ambiental do Município de Manaus é condicionada aos seguintes critérios e condições: Art. sido implantado. despachos decisórios. as análises e citações relevantes a serem apresentadas no pedido de Art. de 7 de janeiro de 2004. cujo valor será equivalente ao valor cobrado pela infração correspondente à ausência de licença para construção. Manaus. com anuência da Comissão de Planejamento Técnico 50 m (cinquenta metros) das nascentes. aprovada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil ou Zonas de Transição. Os expedientes administrativos. IV – revisão de critérios e parâmetros para garagens e IV – a elaboração e apreciação do Estudo de Impacto de estacionamentos. Esta Lei entra em vigor na data de sua aprovação.05.

0. SRA. com Coeficiente de Aproveitamento Básico do Terreno . ALEIXO ADRIANÓPOLIS 12 Alta Vertical Alta 4.0* 16 pavtos N. DAS GRAÇAS CHAPADA SÃO GERALDO 13 Alta Vertical Média 4.8 4 pavtos.0 4 pavtos.0 4 pavtos.0 4 pavtos. (**) Deverá ter aprovação do 7o. Subsetor Portuário Vila Buriti Baixa Horizontal 1.0 4 pavtos. Manaus.8* 25 pavtos.0 4 pavtos Subsetor Sítio Histórico Baixa Horizontal 2. Subsetor Orla Oeste Alta Vertical Alta 4. Subsetor Distrito II/Agroindustrial Baixa Horizontal 1. Subsetor Orla Puraquequara II Baixa Horizontal 0. Subsetor BR 319 Baixa Horizontal 0.0* 8 pavtos. DISTRITO INDUSTRIAL II VILA BURITI 7 COLÔNIA ANTÔNIO ALEIXO Baixa Horizontal 1.8 4 pavtos.0* 8 pavtos.0* 16 pavtos. Subsetor Orla Colônia Antônio Aleixo Baixa Horizontal 1.8 4 pavtos.0 4 pavtos.0 8 pavtos PRESIDENTE VARGAS COMPENSA VILA DA PRATA SANTO AGOSTINHO CACHOEIRINHA 3 Alta Vertical Média 4. SÃO JORGE DOM PEDRO I ALVORADA BAIRRO DA PAZ** PLANALTO 14 Média Vertical Baixa 3.0 8 pavtos SANTA LUZIA SÃO LÁZARO BETANIA RAIZ JAPIÍM 5 PETRÓPOLIS Média Vertical Baixa 3.8 4 pavtos. SRA. PRAÇA 14 DE JANEIRO COLÔNIA OLIVEIRA MACHADO CRESPO EDUCANDOS 4 MORRO DA LIBERDADE Baixa Vertical Baixa 2. conforme zoneamento ANAC.0* 8 pavtos. SUBSETORES BAIRRO DENSIDADE OCUPAÇÃO/VERTICALIZAÇÃO CAMT GABARITO MÁXIMO Subsetor Orla Aparecida Baixa Horizontal 2. por localizar-se no cone de aproximação do aeródromo de Manaus.0* 16 pavtos. MAUAZINHO 8 PURAQUEQUARA Baixa Horizontal 1. Subsetor CMA Baixa Horizontal 1.0* 8 pavtos. TARUMÃ-AÇÚ Baixa COLÔNIA SANTO ANTÔNIO** COLÔNIA TERRA NOVA 17 MONTE DAS OLIVEIRAS Baixa Horizontal 1. (*)Admitida aplicação de Outorga Onerosa do Direito de Construir.8* 25 pavtos. REDENÇÃO** NOVA ESPERANÇA LÍRIO DO VALE 15 PONTA NEGRA** Média Vertical Baixa 3. DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 85 .8* 25 pavtos. APARECIDA GLÓRIA SANTO ANTÔNIO SÃO RAIMUNDO 2 Baixa Vertical Baixa 2. Subsetor Col.0 4 pavtos. Subsetor Orla Ponta Negra Baixa Horizontal 0.8 4 pavtos.0 4 pavtos.8 4 pavtos. Subsetor Puraquequara/Agroindustrial Baixa Horizontal 0.0 4 pavtos. Subsetor Orla Puraquequara I Baixa Horizontal 0. quinta-feira. Subsetor Ponta Branca/Amarelinho Baixa Horizontal 0. Subsetor Orla Mauazinho Baixa Horizontal 1. Oliveira Machado Baixa Horizontal 0. NOVO ISRAEL** SANTA ETELVINA 18 LAGO AZUL Baixa Horizontal 1.0 4 pavtos. 16 de janeiro de 2014 LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO I .0* 16 pavtos.0* 8 pavtos SÃO FRANCISCO COROADO DISTRITO INDUSTRIAL I 6 Baixa Horizontal 1.CABT = 2.0 4 pavtos.0 3 pavtos. N.0 4 pavtos. Subsetor Orla Centro-oeste Alta Vertical Alta 4.8 4 pavtos. COMAR. SÃO JOSÉ OPERÁRIO TANCREDO NEVES ZUMBI DOS PALMARES CIDADE DE DEUS NOVA CIDADE 10 Média Vertical Baixa 3. Subsetor Urbano Puraquequara Baixa Horizontal 0.QUADRO DE INTENSIDADE DE OCUPAÇÃO POR SETORES URBANOS SETORES SETOR BAIRRO DENSIDADE OCUPAÇÃO/VERTICALIZAÇÃO CAMT GABARITO MÁXIMO 1 CENTRO Vertical Média 4. ARMANDO MENDES GILBERTO MESTRINHO JORGE TEIXEIRA 9 Média Vertical Baixa 3.*** TARUMÃ** 16 Horizontal 1.8 4 pavtos. CIDADE NOVA** NOVO ALEIXO FLORES** 11 PARQUE 10 DE NOVEMBRO Alta Vertical Média 4.

S.0* 25 pavto. RODRIGO OTÁVIO Alta Média 4.QUADRO DE INTENSIDADE DE OCUPAÇÃO POR CORREDORES URBANOS PARÂMETROS PARA INTENSIDADE DE OCUPAÇÃO CORREDORES SEGMENTOS DENSIDADE VERTICALIZAÇÃO/OCUPAÇÃO GABARITO MAX. EPHIGÊNIO SALLES Alta Alta 5.8* 16 pavto.8* 16 pavto.0 3 ZT TARUMÃ AÇU BAIXA 1. LESTE-OESTE NOEL NUTELS** Alta Média 4.0* 25 pavto.5 4 pavto. com Coeficiente de Aproveitamento Básico do Terreno . ANDRÉ ARAÚJO Alta Alta 5. ALEIXO COROADO Alta Alta 5. DISTRITO INDUSTRIAL I Baixa Horizontal 2.0* 25 pavto. N.0 4 pavto. JACIRA REIS Alta Alta 5.0* 25 pavto. AUTAZ MIRIM AUTAZ-MIRIM Alta Média 4. por localizar-se no cone de aproximação do aeródromo de Manaus.0* 25 pavto. CAMAPUÃ Média Baixa 3. PRAIA PONTA NEGRA Alta Alta 5. NEGRA Alta Alta 5. DAS CENTRO SUL Alta Alta 5. (**) Deverá ter aprovação do 7o.0 3 DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 86 .CABT = 2.0* 25 pavto.4 * 25 pavto. DA CAMT EDIFICAÇÃO SUL Alta Alta 5.0* 8 pavto. DA CONCEIÇÃO Alta Média 4.4 * 25 pavto. BOULEVARD Alta Alta 5. (*)Admitida aplicação de Outorga Onerosa do Direito de Construir e Transferência do Direito de Construir.0* 25 pavto.8* 16 pavto. Manaus.0 4 pavto.5 4 pavto. 16 de janeiro de 2014 LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO II . TARUMÃ Média Baixa 3. BLVD.QUADRO DE INTENSIDADE DE OCUPAÇÃO POR ZONAS DE TRANSIÇÃO PARÂMETROS PARA INTENSIDADE DE OCUPAÇÃO ZONAS DE TRANSIÇÃO DENSIDADE OCUPACIONAL CAMT Máximo Gabarito Máximo da Edificação ZT PRAIA DA LUA BAIXA 1. CORREDOR AV.4 * 25 pavto.0* 8 pavto. COLÔNIA Média Baixa 3. LEOPOLDO PERES Alta Média 4. LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO III .8* 16 pavto. AV. CORREDOR DISTRITO II Baixa Horizontal 2. CORREDOR SANTA JOSÉ HENRIQUES Alta Média 4.0* 8 pavto.0.8* 16 pavto.4 * 25 pavto.0* 25 pavto. CENTRO** Alta Alta 5. SÃO JOSÉ Alta Média 4. PONTA NEGRA** Alta Alta 5. COMAR. AMAZONAS CACHOEIRINHA Alta Alta 5. TORRES NORTE Média Baixa 3. CORREDOR BR 174 Baixa Horizontal 1.0* 25 pavto.0* 25 pavto. ETELVINA MARGARITA Média Baixa 3.0* 8 pavto.0 4 pavto.0* 25 pavto. RODRIGO OTÁVIO BOLA DA SUFRAMA Alta Média 4. DARCY VARGAS DARCY VARGAS Alta Alta 5.0 3 ZT DUCKE BAIXA 1.0* 8 pavto.8* 16 pavto. DO TURISMO AEROPORTO** Média Horizontal 1. KENNEDY Média Baixa 3. BRASIL/ PONTA PONTA NEGRA Alta Alta 5. SUL DO AEROPORTO** Baixa Horizontal 2.4 * 25 pavto. AM 010 Baixa Horizontal 1. PRES. AV.8* 16 pavto.0* 25 pavto.0* 8 pavto. PARAÍBA Alta Alta 5.5 4 pavto. AYAPUÁ Alta Alta 5. CORONEL TEIXEIRA AVENIDA BRASIL Alta Alta 5. ITAÚBA Média Baixa 3.0* 8 pavto.8* 16 pavto. conforme zoneamento ANAC.0* 8 pavto. quinta-feira. SUL/ NORTE NORTE** Média Baixa 3.

comercial. tipo 4. lazer e a significativa multifamiliar. tipo 2. compatíveis com o uso residencial. 4*** 01 serviço. integração de atividades comerciais. multifamiliar. SETOR Subsetor Orla Colônia Manutenção das atividades existentes. tipo 4** impacto Raiz Japiim residencial unifamiliar e multifamiliar. comercial.comércio. residencial unifamiliar e tipo 3** e tipo SETOR multifamiliar. industrial de médio tipo 3 Santa Luzia impacto São Lazaro Betânia residencial unifamiliar e SETOR Subsetor Ponta multifamiliar. tipo 4 . predominância de atividades comerciais e de serviços condicionados à tipo 1. tipo 4 e Machado serviço. Manutenção das atividades existentes. tipo 3** Subsetor Orla Centro. SETOR multifamiliar. compatíveis com o uso residencial. apoio ao turismo e lazer condicionados à preservação dos recursos tipo 3. serviço. industrial de baixo tipo 3** Compensa impacto Vila da Prata SETOR Santo Agostinho 02 Subsetor Orla residencial unifamiliar e tipo 1. integração de atividades comerciais. compatíveis com o uso residencial. multifamiliar. multifamiliar. industrial de baixo tipo 3** São Francisco impacto SETOR 05 Coroado residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. Aparecida Glória Santo Antônio residencial unifamiliar e São Raimundo multifamiliar. restrição das atividades portuárias de carga serviço. tipo 2. tipo 4 . comercial. serviço. tipo 2. compatíveis com o uso residencial. apoio ao turismo ecológico. comercial. Reforço as atividades existentes. comercial de Puraquequara preservação dos recursos naturais. serviço. Petropólis Manutenção das atividades existentes. EIXO DE multifamiliar. Subsetor BR 319 multifamiliar. comercial. de serviços e industriais. tipo 1. industrial de médio tipo 3 e tipo 4 ** Mauazinho impacto Subsetor Portuário Vila Buriti residencial unifamiliar e tipo 1.comércio. ATIVIDADES* serviço.QUADRO DE USOS E ATIVIDADES POR SETORES URBANOS USO E ATIVIDADES ZONAS/ SETOR/SUBSETOR E ATIVIDADES EIXO DE ATIVIDADES DIRETRIZES USOS PERMITIDOS PERMITIDAS tipo 1. de serviços e industriais ao uso residencial. de serviços e industriais. de serviços e industriais.comércio. compatíveis com o uso residencial. Puraquequara I preservação dos recursos naturais. compatíveis com o uso residencial. para o uso residencial em condições que garantam adequada habitabilidade. multifamiliar. Presidente Vargas serviço. integração de atividades comerciais. Reforço as atividades existentes. tipo 2 e Integração das atividades de comercio. de serviços. tipo 1 e tipo 2.Sra. ATIVIDADES* serviço. Centro Predominância dos usos comerciais e de serviços e incentivo ao uso residencial. tipo 1. principalmente as atividades comerciais.comércio. comercial. de apoio ao turismo ecológico e a significativa presença tipo 3. tipo 1. integração de atividades comerciais. Oliveira Machado Crespo Educandos residencial unifamiliar e multifamiliar. industrial de baixo tipo 1. agrícolas. industrial. tipo 2. Manaus. comercial. predominância de atividades comerciais e de serviços condicionados à tipo 1. Subsetor Sítio Abrange parte da orla do bairro Centro.agroindustrial. naturais. tipo 2. quinta-feira. tipo 5 e considerados de maior agrícolas impacto residencial unifamiliar e tipo 1. integração de atividades comerciais. industrial residencial unifamiliar e Subsetor Orla Manutenção das atividades existentes. inclusive as industrias Subsetor Orla atividades especiais especiais Mauazinho residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. serviço. subsetor residencial unifamiliar e Atividades compatíveis com uso Industrial. tipo 3 .comércio.agroindustrial. tipo 2. comercial. tipo 2. principalmente as atividades comerciais. industrial considerados de tipo 5 e 07 Antônio Aleixo maior impacto. com apoio ao turismo e lazer.inclusive as portuárias e institucionais. Ao longo da orla do Rio Negro. tipo 2. industrial de baixo tipo 3 impacto residencial unifamiliar e tipo 1. comercial. tipo 4*** impacto Distrito Industrial I residencial unifamiliar e tipo 1. 3 e tipo 4** industrial de médio impacto residencial unifamiliar e Subsetor Orla Manutenção das atividades existentes. de serviços e industriais. industrial de baixo tipo 1. serviço. tipo 4 e Distrito Industrial II presença de áreas de fragilidade ambiental. Puraquequara II preservação dos recursos naturais. 4** N. compatíveis com o uso residencial. tipo 1 e tipo 2. ATIVIDADES* serviço. agrícola. industrial de maior tipo 5*** impacto residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. tipo 1 e tipo 2. multifamiliar. agrícolas 06 /agroindustrial de áreas de fragilidade ambiental.comércio. de serviços e industriais. oeste impacto tipo 3*** residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. tipo 4 e ATIVIDADES* industrial considerados de tipo 5 maior impacto Vila Buriti residencial unifamiliar e Colônia Antônio Aleixo Usos e atividades compatíveis com a presença de estabelecimentos portuários e/ou vinculados ao Distrito Industrial e às áreas institucionais.tipo 2. comercial. comercial. tipo 2. Aparecida Ao longo da Orla do Rio Negro. agricultura familiar. industrial de baixo tipo 3**. agrícolas. tipo 5 e agroindustrial industrial. Reforço as atividades existentes. tipo Puraquequara Compatível com o relevo acidentado e a significativa presença de áreas de proteção ambiental e de habitação de interesse social. industrial de baixo 4*** SETOR impacto 03 residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. serviço. tipo 3** e tipo Praça 14 de Janeiro serviço. ATIVIDADES* industrial considerados de tipo 3 e tipo 4 maior impacto residencial unifamiliar e tipo 1. tipo 2.comércio. agrícolas agrícolas DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 87 . Manutenção das atividades existentes. de serviços e industriais. de serviços e industriais. Reforço as atividades existentes. de serviços e industriais compatíveis com o uso residencial e integração com impacto tipo 3** e tipo Historico bens tombados. predominância de atividades comerciais. compatíveis com o uso residencial. Oliveira multifamiliar. tipo 3 e tipo 4*** industrial de médio impacto residencial unifamiliar e Subsetor Urbano Manutenção das atividades existentes. tipo 2. tipo 1 e tipo 2.comércio. 04 Branca/Amarelinho serviço. industrial considerados de tipo 5 maior impacto residencial unifamiliar e tipo 1. agricultura familiar. Reforço as atividades existentes. industrial de baixo tipo 3**. condicionados à tipo 1. compatíveis com o uso residencial. de serviços. tipo 2. de serviços e industriais. com estímulo às atividades de lazer e turismo e multifamiliar. de serviços e industriais. inclusive as portuárias e institucionais. serviço. estruturação dos usos residenciais. serviço. tipo 2. tipo 3. serviço. serviço. tipo 2.agroindustrial. de serviço e industriais. principalmente as atividades comerciais. principalmente as atividades comerciais. 16 de janeiro de 2014 LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO IV. tipo 1 e tipo 2 . compatíveis com o uso residencial. tipo 3. tolerância multifamiliar. SETOR Subsetor Distrito II Atividades compatíveis com uso Industrial. tipo 3. principalmente as atividades comerciais. inclusive as portuárias e institucionais. tipo 4*** impacto Cachoeirinha residencial unifamiliar e tipo 1. tipo 4** impacto Col. serviço. de serviços e industriais. puraquequara/ multifamiliar. industrial de baixo tipo 3. tipo 2. tipo 1 e tipo 2. de serviços e industriais. de serviços. ATIVIDADES* serviço. comercial. Atividades compatíveis com uso Industrial. de incentivo à requalificação urbana. Reforço as atividades existentes. tipo 2. Subsetor Col. principalmente as atividades comerciais. tipo 1 e tipo 2 e Morro da Liberdade Integração de atividades comerciais. tipo 3 e tipo 4*** industrial de médio impacto tipo 1. industrial de baixo tipo 3**. com a presença de atividade portuárias integrantes do sistema fluvial. compatíveis com o uso residencial. tipo 3** 08 serviço. comercial. serviço.

tipo 3**e tipo ATIVIDADES* serviço. São Jorge serviço. tipo 3** e tipo 4 ATIVIDADES* serviço. tipo 2 e Ponta Negra (AER) preservação dos recursos naturais. tipo 1. tipo 1. tipo 1 e tipo 2. industrial de baixo tipo 3**. Reforço as atividades existentes. tipo 1. tipo 2**. tipo 3** e tipo serviço. EIXO DE multifamiliar. tipo 1 e tipo 2. industrial de baixo 4*** impacto residencial unifamiliar e tipo 1 e tipo 2. tipo 1.tipo 2 e Monte das Oliveiras Atividades compatíveis com o uso residencial e com a proteção dos recursos naturais. principalmente as atividades comerciais. por localizar-se na zona de ruído do aeródromo de Manaus DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 88 . multifamiliar. industrial de baixo *** impacto Adrianopólis residencial unifamiliar e multifamiliar. comercial. Cidade Nova serviço. tipo 1 e tipo 2. tipo 4*** impacto Alvorada Bairro da Paz residencial unifamiliar e Planalto multifamiliar. de serviços e industriais. industrial compatíveis com o uso residencial. compatíveis com o uso residencial. COMAR. serviço. industrial compatíveis com o uso residencial. compatíveis com o uso residencial. Reforço as atividades existentes. principalmente as atividades comerciais.QUADRO DE USOS E ATIVIDADES POR SETORES URBANOS USO E ATIVIDADES ZONAS/ SETOR/SUBSETOR E ATIVIDADES EIXO DE ATIVIDADES DIRETRIZES USOS PERMITIDOS PERMITIDAS Armando Mendes Gilberto Mestrinho residencial unifamiliar e Jorge Teixeira multifamiliar. industrial de baixo 3** e tipo 4 ** impacto residencial unifamiliar e multifamiliar. industrial compatíveis com o uso residencial. ATIVIDADES* tipo 3. de serviços e industriais. tipo Reforço as atividades existentes. serviço. localizado na orla do Rio Negro. industrial compatíveis com o uso residencial. compatíveis com o uso residencial. compatíveis com o uso residencial. 16 de janeiro de 2014 LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO IV. compatíveis com o uso residencial.comércio. comercial. tipo 1. compatíveis com o uso residencial. comercial. tipo 2. principalmente as atividades comerciais.tipo Manutenção das atividades existentes. industrial de baixo tipo 3 *** impacto residencial unifamiliar e multifamiliar. industrial de baixo tipo 3*** SETOR impacto 16 residencial unifamiliar e EIXO DE tipo 1. EIXO DE multifamiliar. de serviços e industriais. serviço. comerciais e serviços compatibilizados com ao uso institucional. ATIVIDADES* serviço. quinta-feira. de serviços e industriais. serviço. ao turismo e ao lazer. integração de atividades comerciais. industrial compatíveis com o uso residencial. industrial de baixo tipo 3** SETOR Novo Aleixo impacto 10 residencial unifamiliar e EIXO DE tipo 1. de serviços e industriais. comercial. tipo 1. integração de atividades comerciais. principalmente as atividades comerciais. comercial. condicionados à multifamiliar. ATIVIDADES* 3. industrial de baixo tipo 3** SETOR Graças impacto 12 residencial unifamiliar e EIXO DE tipo 1 e tipo 2 . tipo 4 *** industrial de médio impacto Flores residencial unifamiliar e Parque Dez de multifamiliar. comercial. tipo 1. principalmente as atividades comerciais. de serviços e industriais. Integração de atividades comerciais e de serviços. tipo 2 e Integração de atividades comerciais e de serviços. ATIVIDADES* serviço. Subsetor Orla Oeste com estimulo às atividades residenciais. tipo 1.tipo 2 e Lago azul Atividades compatíveis com o uso residencial e com a proteção dos recursos naturais serviço. compatíveis com o uso residencial. tipo 2 e Tarumã-açú condicionados à preservação dos recursos naturais. turismo e lazer residencial unifamiliar e tipo 1. compatíveis com o uso residencial. serviço. industrial de baixo tipo 3** SETOR impacto 18 residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. tolerância para usos residenciais. Reforço as atividades existentes. comercial. tipo 1. compatíveis com o uso residencial. compatíveis com o uso residencial. São José Operário serviço. tipo 2** e SETOR Subsetor Orla Ponta serviço. de serviços e industriais. ATIVIDADES* serviço. comercial. tipo Reforço as atividades existentes. compatíveis com o uso residencial. Manaus. ATIVIDADES* 3 e tipo 4 *** industrial de médio impacto Colônia Santo Antônio Colônia Terra Nova residencial unifamiliar e multifamiliar. industrial de baixo tipo 3*** Novo Israel impacto SETOR 17 Santa Etelvina residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. industrial de baixo tipo 3** SETOR Nova Esperança impacto 14 Lírio do Vale residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. tipo 4*** industrial de médio impacto Chapada residencial unifamiliar e São Geraldo multifamiliar. multifamiliar. tipo Reforço as atividades existentes. tipo 2. principalmente as atividades comerciais. Subsetor CMA tipo 1. comercial. multifamiliar. Integração de atividades comerciais e de serviços. Reforço as atividades existentes. principalmente as atividades comerciais. industrial de baixo 3** e tipo 4 ** impacto (*)relação no Anexo II desta Lei (**) exceto para o uso industrial (***) exceto para o uso industrial e comercio atacadista (AER) Deverá ter aprovação do 7o. multifamiliar.tipo 2. comercial. Novembro serviço. ATIVIDADES* serviço. industrial de baixo tipo 3*** SETOR Aleixo impacto 11 residencial unifamiliar e tipo 1 e tipo 2. de serviços e industriais. tipo 1.comércio. industrial de baixo Predominância do uso institucional. comercial. impacto residencial unifamiliar e multifamiliar. Reforço as atividades existentes.comércio. compatíveis com o uso residencial. Redenção serviço. tipo 2** serviço. principalmente as atividades comerciais. industrial de baixo 3** SETOR Tancredo Neves impacto 09 Zumbi dos Palmares residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. industrial de baixo 4*** impacto Tarumã (AER) residencial unifamiliar e Manutenção das atividades existentes de turismo e lazer. comercial. ATIVIDADES* serviço. comercial. industrial de baixo tipo 3**. integração de atividades comerciais. serviço. comercial. de serviços e industriais. de serviços e industriais. tipo 4*** impacto residencial unifamiliar e Manutenção das atividades existentes. industrial de baixo tipo 3** SETOR Dom Pedro I impacto 13 residencial unifamiliar e EIXO DE multifamiliar. tipo 4** impacto Cidade de Deus residencial unifamiliar e Nova Cidade multifamiliar. tipo 1 e tipo 2** . multifamiliar. tipo Reforço as atividades existentes. industrial de baixo tipo 3**. comercial.tipo 2. tipo 1. industrial de baixo todas as 15 Negra impacto e demais atividades atividades de consideradas de apoio ao turismo e lazer Estímulo às atividades de apoio ao turismo e ao lazer.tipo 2. comercial. tipo 1. Integração de atividades comerciais e de serviços. compatíveis com o uso residencial. tipo 2. comercial. comercial. de serviços e industriais. Reforço as atividades existentes. comercial. de serviços e industriais. Nossa Senhora das Integração de atividades comerciais e de serviços. principalmente as atividades comerciais. comerciais e aos serviços de apoio ao transporte fluvial. de serviços e industriais. principalmente as atividades comerciais. serviço.tipo 2. tipo 2. comercial.

de serviços ao uso residencial. de serviços.tipo 3 e tipo 4** NORTE atividades industriais. tipo 3 e tipo 4* industrial predominância de usos comercial e de serviços. comercial. PRES. comercial. Residencial unifamiliar e reforço ao centro de comércio e serviços existente. integração de atividades atividades tipo 1. de serviços. CACHOEIRINHA com estímulo às atividades não geradoras de tráfego.exceto para o uso industrial. tipo 2. Residencial unifamiliar e atividades tipo 1. serviços. tipo 2 e PONTA NEGRA com cuidados ambientais. tipo 3 e tipo 4 ** MARGARITA serviços. tolerância para o uso residencial em condições adequadas. Residencial unifamiliar e SUL/ NORTE atividades tipo 1. integração de atividades industrial Todas as atividades AEROPORTO comerciais e de serviços ao uso residencial. de serviços e industriais ao uso residencial. atividades de apoio e compatíveis com a predominância do uso industrial e com Residencial unifamiliar e atividades tipo 1. compatíveis com a presença TARUMÃ de grandes glebas. integração de atividades comerciais e de Residencial unifamiliar e NEGRA serviços ao uso residencial. tipo CORREDOR BR 174 adequadas as condições de habitabilidade e a significativa presença de áreas de comercial. CORREDOR CENTRO SUL TORRES AV. DARCY VARGAS com estímulo às atividades não geradoras de tráfego. as oficinas e os serviços de reparação DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 89 . sobretudo de turismo e lazer. COROADO comerciais e de serviços ao uso residencial. e agroindustrial tipo 3. multifamiliar. integração de atividades AVENIDA BRASIL comerciais. tipo 2. comercial. com tolerância para o uso residencial multifamiliar. com cuidados ambientais. tipo 3* e tipo 4* ALEIXO industrial atividades de apoio e compatíveis com a predominância do uso industrial e com SÃO JOSÉ a presença de grandes glebas e lotes. indústria. tipo 4 e tipo 5 multifamiliar. tipo 4* e tipo 5* industrial Residencial unifamiliar e reforço ao centro de comércio e serviços existente. de serviços. área útil principal inferior tipo 3* e tipo 4* residencial em condições adequadas. comercial. integração de atividades atividades tipo 1. atividades tipo 1. comercial. tipo 3** Internacional. comerciais. AUTAZ MIRIM multifamiliar. compatível com a presença de grandes SEGMENTO AM 010 glebas e lotes. área útil residencial em condições adequadas. 16 de janeiro de 2014 LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO V . comercial. comercial. com predominância de atividades industriais. integração de atividades tipo 3* e tipo 4* multifamiliar. de expansão da área central. de serviços. 3** uso residencial. tolerância para o uso multifamiliar. NOEL NUTELS industrial tipo 3*. tipo 2. principal inferior a 500m² ANDRÉ ARAÚJO Residencial unifamiliar e reforço ao centro de comércio e serviços existente. comercial. de serviços. reforço ao centro de comércio e serviços existente. Residencial unifamiliar e atividades tipo 1. tipo DISTRITO INDUSTRIAL I multifamiliar. comercial.exceto para o uso industrial ** . tipo 2. de expansão da área central. integração de atividades EPHIGÊNIO SALLES comerciais de serviços ao uso residencial. tipo 2. atividades tipo 1. integração de atividades comerciais DARCY VARGAS JACIRA REIS e de serviços ao uso residencial. comercial. integração de atividades atividades tipo 1. comercial. com cuidados ambientais. BOLA DA SUFRAMA multifamiliar. multifamiliar. multifamiliar. tipo 2. de serviços. Residencial unifamiliar e atividades tipo 1. integração de atividades Residencial unifamiliar e AV.tipo 4 e tipo 5 fragilidade ambiental * . com tolerância para o uso residencial. integração de atividades industrial CORONEL TEIXEIRA comerciais. com predominância de atividades industriais. o comércio atacadista. tolerância multifamiliar. tolerância para o uso de reparação e indústria. tipo 2. tolerância tipo 3* e tipo 4* industrial para o uso residencial em condições adequadas. de serviços. industrial a 500m2 predominância de usos comercial e de serviços. tipo 2. atividades tipo 1. multifamiliar. quinta-feira. de serviços. comercial. de serviços e residenciais. multifamiliar. tipo 2 e SUL DO AEROPORTO compatibilização com áreas de proteção ambiental e proximidade do Aeroporto multifamiliar. DAS unidade de uso diversificado. de serviços. reforço ao centro de comércio e serviços existentes.tipo 3. tipo 4* e tipo 5* residencial em condições adequadas. aeroportuárias reforço ao centro de comércio e serviços existente. industrial integração de atividades comerciais e de serviços ao uso residencial. comerciais. RODRIGO OTÁVIO multifamiliar. de incentivo às atividades agroindustriais reforço à criação de centro de comércio e serviços. integração de atividades atividades tipo 1. integração de atividades comerciais e de serviços ao multifamiliar. serviços. tipo 2. integração de atividades CONCEIÇÃO comerciais e de serviços ao uso residencial. industrial. DISTRITO II comércio e de serviços de grande porte. tipo 4* e tipo 5* integração de atividades comerciais e de serviços ao uso residencial. industrial atividades de apoio e compatíveis com a predominância do uso industrial e com SEGMENTO NORTE a presença de grandes glebas e lotes: tolerância para o uso residencial em condições adequadas. 2. atividades tipo 1. COLÔNIA a presença de grandes glebas e lotes. BOULEVARD BOULEVARD AMAZONAS predominância dos usos comercial e de serviços. BRASIL/ PONTA reforço às atividades de comércio e serviços existentes. de serviços. de serviços.tipo 3. tipo 3 e tipo 4 reforço ao centro de comércio e serviços existente. tipo 4 e tipo 5 unidade predominantemente residencial. LESTE-OESTE comerciais e de serviços ao uso residencial. tipo 3** e tipo 4** para o uso residencial em condições adequadas. Residencial unifamiliar e Para serviços de reparação e atividades tipo 1. comercial. de serviços atividades tipo 1. para comércio atacadista. de serviços. tipo comércio e serviço. SEGMENTO SUL com estímulo às atividades não geradoras de tráfego: tolerância para o uso multifamiliar. RODRIGO OTÁVIO comerciais de serviços ao uso residencial. tipo 2. tipo 2. industrial unidade de uso diversificado. KENNEDY multifamiliar. DO TURISMO comerciais e de serviços ao uso residencial. de serviços. serviços PARAÍBA com estímulo às atividades não geradoras de tráfego. com estímulo ao uso residencial e atividades de Residencial Unifamiliar. tipo 3. Residencial unifamiliar e predominância dos usos comercial e de serviços. Residencial unifamiliar e CAMAPUÃ reforço ao centro de comércio e serviços existente. de serviços. tipo 2. de serviços. tipo 2*. atividades tipo 1. Residencial unifamiliar e unidade de uso diversificado. multifamiliar. industrial NOSSA SENHORA DA reforço ao centro de comércio e serviços existente. de expansão da área central.tipo 4 e tipo 5 industrial ITAÚBA atividades tipo 1. tipo 3 e tipo 4 residencial em condições adequadas. reforço ao centro de comércio e serviços existente. comercial. comercial. multifamiliar. com PRAIA PONTA NEGRA cuidados ambientais. comercial. tipo 3. comerciais com tolerância para o uso residencial Residencial Unifamiliar. tipo 3* e tipo 4* industrial Residencial unifamiliar e reforço ao centro de comércio e serviços existente. atividades tipo 1. de expansão da área central. comercial e de comércio e serviço.QUADRO DE USOS E ATIVIDADE POR CORREDORES URBANOS USOS E ATIVIDADES CORREDORES URBANOS/ SEGMENTOS ATIVIDADES DIRETRIZES USOS PERMITIDOS OBSERVAÇÕES PERMITIDAS predominância de usos comercial e de serviços. industrial LEOPOLDO PERES AYAPUÁ estímulo aos usos comercial e de serviços. reforço ou criação de novos centros. sobretudo de turismo e PONTA NEGRA lazer. tipo 3. comércio e de serviços de grande porte. Residencial unifamiliar. comercial. tipo 2. de serviços. tipo 3** e tipo 4** reforço às atividades de comércio e serviços existente. Manaus. serviços e industrial 2. de serviços e industriais ao uso residencial. atividades tipo 1. JOSÉ HENRIQUES ETELVINA Residencial unifamiliar e SANTA unidade de uso diversificado com estímulo ao uso residencial e atividades de atividades tipo 1. tipo 2. serviços e industrial 2. tipo 2. SEGMENTO CENTRO com estímulo às atividades não geradoras de tráfego: tolerância para o uso multifamiliar. de Residencial unifamiliar e atividades tipo 1. Residencial unifamiliar e atividades tipo 1. tipo 2. integração de atividades tipo 3* e tipo 4* AUTAZ-MIRIM industrial comerciais e de serviços ao uso residencial. com cuidados ambientais. de expansão da área central. AV. comercial.

pavimentação e construção. bebidas e fumo SERVIÇO TIPO 3 46 20/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil. Oferecendo ATIVIDADES TIPO 5 média e grande consulta prévia aos órgãos responsáveis pelo meio ambiente e pela circulação impacto significativo ao ambiente. Compatibilização das residências permanentes e de recreio com atividades vinculadas ao ZT PRAIA DA LUA atividades educacionais e científicas relacionadas à proteção da fauna. exceto na extração de petróleo SERVIÇO TIPO 3 42 16/07/3314 Manutenção e reparação de tratores. transformadores e motores elétricos SERVIÇO TIPO 3 25 02/09/3313 Manutenção e reparação de baterias e acumuladores elétricos. atividades extrativas. à produção agroindustrial. Exigem controle por meio de normas edilícias. Atividades Tipo 1. exceto para veículos SERVIÇO TIPO 3 26 3313-9/99 Manutenção e reparação de máquinas. quinta-feira. do vestuário.0 ATIVIDADE USO CLASSIF. 1 0161-0/01 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas SERVIÇO TIPO 4 2 0161-0/02 Serviço de poda de árvores para lavouras SERVIÇO TIPO 1 3 0161-0/03 Serviço de preparação de terreno.QUADRO DE CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES ATIVIDADES CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES QUANTO À ESCALA DE QUANTO Á NATUREZA CONDIÇÕES OPERAÇÃO não oferecem risco a segurança nem incômodo a vizinhança e Podem conviver com o uso residencial sem limitações específicas à sua ATIVIDADES TIPO 1 não provocam impactos significativos ao ambiente. industrial e agrícola que não ofereçam impacto ambiental vinculadas a produção rural. artefatos têxteis e peças do vestuário SERVIÇO TIPO 3 13 1340-5/99 Outros serviços de acabamento em fios. calcular e de outros equipamentos não-eletrônicos para escritório SERVIÇO TIPO 2 36 10/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente SERVIÇO TIPO 3 37 11/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para agricultura e pecuária SERVIÇO TIPO 3 38 12/07/3314 Manutenção e reparação de tratores agrícolas SERVIÇO TIPO 3 39 13/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas-ferramenta SERVIÇO TIPO 3 40 14/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo SERVIÇO TIPO 3 41 15/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso na extração mineral. tipo 2 e as atividades até tipo 5 desde que relacionadas ao lazer e ao turismo. exceto válvulas SERVIÇO TIPO 3 29 03/07/3314 Manutenção e reparação de válvulas industriais SERVIÇO TIPO 3 30 04/07/3314 Manutenção e reparação de compressores SERVIÇO TIPO 3 31 05/07/3314 Manutenção e reparação de equipamentos de transmissão para fins industriais SERVIÇO TIPO 3 32 06/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas. tingimento e torção em fios. da flora e da paisagem. tipo 2 e as atividades até tipo 5 desde que relacionadas ao lazer e ao turismo. LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO VIII. viária. papel e papelão e artefatos SERVIÇO TIPO 3 48 22/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a indústria do plástico SERVIÇO TIPO 3 49 3314-7/99 Manutenção e reparação de outras máquinas e equipamentos para usos industriais não especificados anteriormente SERVIÇO TIPO 3 50 3315-5/00 Manutenção e reparação de veículos ferroviários SERVIÇO TIPO 3 DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 90 . Podem conviver com o uso residencial sem limitações específicas à sua ATIVIDADES TIPO 2 tais como ruídos. atividades vinculadas à produção agrícola e extrativa. 16 de janeiro de 2014 LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO VI . aparelhos e materiais elétricos não especificados anteriormente SERVIÇO TIPO 3 27 01/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas motrizes não-elétricas SERVIÇO TIPO 3 28 02/07/3314 Manutenção e reparação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos. exceto tratores SERVIÇO TIPO 3 44 18/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas para a indústria metalúrgica. inclusive de produtos agrotóxicos e fertilizantes. Exigem controle por meio de normas edilícias. reservatórios metálicos e caldeiras. OBS. movimentação moderada de veículos ou riscos pequena e média localização de acidentes. teste e controle SERVIÇO TIPO 3 22 03/01/3312 Manutenção e reparação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação SERVIÇO TIPO 3 23 04/01/3312 Manutenção e reparação de equipamentos e instrumentos ópticos SERVIÇO TIPO 3 24 01/09/3313 Manutenção e reparação de geradores. da flora e da paisagem. a estrutura e a pequena e média localização infraestrutura Podem oferecer incômodo eventual ou moderado a vizinhança. atividades extrativas. média e grande consulta prévia aos órgãos responsáveis pelo meio ambiente e pela circulação impacto ao ambiente. do couro e calçados SERVIÇO TIPO 3 47 21/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a indústria de celulose. tipo 2 e as atividades até tipo 5 desde que relacionadas as indústrias integração dos usos residencial. Manaus. turismo ecológico e com o uso agrícola e com as atividades de apoio à produção agrícola. produtivas e complementares à produção agrícola. exigências urbanísticas e através de Podem oferecer riscos a segurança ou incômodo a vizinhança e ATIVIDADES TIPO 4 pequena. viária. ATIVIDADES TIPO 3 tais como ruídos. produtivas e vinculadas à produção agrícola. exigências urbanísticas e através de De difícil compatibilização com uso residencial. Atividades Tipo 1. LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO VII . aparelhos e equipamentos para instalações térmicas SERVIÇO TIPO 3 33 07/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial SERVIÇO TIPO 3 34 08/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas. artefatos têxteis e peças do vestuário SERVIÇO TIPO 3 14 1531-9/02 Acabamento de calçados de couro sob contrato SERVIÇO TIPO 2 15 1821-1/00 Serviços de pré-impressão SERVIÇO TIPO 2 16 1822-9/00 Serviços de acabamentos gráficos SERVIÇO TIPO 2 17 1822-9/01 Serviços de encadernação e plastificação SERVIÇO TIPO 2 18 1822-9/99 Serviços de acabamentos gráficos. atividades de apoio ZT TARUMÃ AÇU significativo e apresentem grande escala de operação. movimentação moderada de veículos ou riscos média e grande Podem ser controladas por normas edilícias e exigências urbanísticas. atividades educacionais e científicas relacionadas à proteção da fauna.QUADRO DOS USOS E ATIVIDADES POR ZONAS DE TRANSIÇÃO USOS E ATIVIDADES ZONAS DE TRANSIÇÃO DIRETRIZES ATIVIDADES PERMITIDAS Atividades Tipo 1. exceto encadernação e plastificação SERVIÇO TIPO 2 19 3311-2/00 Manutenção e reparação de tanques. exceto para veículos SERVIÇO TIPO 3 20 01/01/3312 Manutenção e reparação de equipamentos transmissores de comunicação SERVIÇO TIPO 3 21 02/01/3312 Manutenção e reparação de aparelhos e instrumentos de medida. tecidos. exceto máquinas-ferramenta SERVIÇO TIPO 3 45 19/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos. da flora e da paisagem. CNAE 2. cultivo e colheita SERVIÇO TIPO 2 4 0161-0/99 Atividades de apoio à agricultura não especificadas anteriormente SERVIÇO TIPO 4 5 0162-8/01 Serviço de inseminação artificial em animais SERVIÇO TIPO 1 6 0162-8/02 Serviço de tosquiamento de ovinos SERVIÇO TIPO 1 7 0162-8/03 Serviço de manejo de animais SERVIÇO TIPO 3 8 0162-8/99 Atividades de apoio à pecuária não especificadas anteriormente SERVIÇO TIPO 4 9 0163-6/00 Atividades de pós-colheita SERVIÇO TIPO 4 10 0170-9/00 Caça e serviços relacionados SERVIÇO TIPO 4 11 1340-5/01 Estamparia e texturização em fios.ENQUADRAMENTO DAS ATIVIDADES ATIVIDADES DE SERVIÇOS No. tecidos. artefatos têxteis e peças do vestuário SERVIÇO TIPO 3 12 1340-5/02 Alvejamento. Compatibilização das residências permanentes e de recreio com atividades vinculadas ao ZT DUCKE atividades educacionais e científicas relacionadas à proteção da fauna. Podem oferecer incômodo eventual ou moderado a vizinhança. turismo ecológico e com o uso agrícola e com as atividades de apoio à produção agrícola. exceto agrícolas SERVIÇO TIPO 3 43 17/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de terraplenagem. de acidentes. tecidos. equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas SERVIÇO TIPO 3 35 09/07/3314 Manutenção e reparação de máquinas de escrever. à estrutura e a e infraestrutura urbana.

cosméticos e produtos de perfumaria SERVIÇO TIPO 1 138 02/04/4618 Representantes comerciais e agentes do comércio de instrumentos e materiais odonto-médico-hospitalares SERVIÇO TIPO 1 DOM Nº 3332 – Edição Especial | Página 91 . exceto de fabricação própria SERVIÇO TIPO 3 101 04/01/4329 Montagem e instalação de sistemas e equipamentos de iluminação e sinalização em vias públicas. manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores SERVIÇO TIPO 3 126 4520-0/08 Serviços de capotaria SERVIÇO TIPO 3 127 06/07/4530 Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos automotores SERVIÇO TIPO 1 128 01/01/4542 Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas. bebidas e fumo SERVIÇO TIPO 1 137 01/04/4618 Representantes comerciais e agentes do comércio de medicamentos. produtos siderúrgicos e químicos SERVIÇO TIPO 1 132 4613-3/00 Representantes comerciais e agentes do comércio de madeira. embarcações e aeronaves SERVIÇO TIPO 1 134 4615-0/00 Representantes comerciais e agentes do comércio de eletrodomésticos. peças e acessórios SERVIÇO TIPO 1 129 4543-9/00 Manutenção e reparação de motocicletas e motonetas SERVIÇO TIPO 3 * 130 4611-7/00 Representantes comerciais e agentes do comércio de matérias-primas agrícolas e animais vivos SERVIÇO TIPO 1 131 4612-5/00 Representantes comerciais e agentes do comércio de combustíveis. tetos. divisórias e armários embutidos de qualquer material SERVIÇO TIPO 2 106 03/04/4330 Obras de acabamento em gesso e estuque SERVIÇO TIPO 2 107 04/04/4330 Serviços de pintura de edifícios em geral SERVIÇO TIPO 3 108 05/04/4330 Aplicação de revestimentos e de resinas em interiores e exteriores SERVIÇO TIPO 3 109 4330-4/99 Outras obras de acabamento da construção SERVIÇO TIPO 3 110 4391-6/00 Obras de fundações SERVIÇO TIPO 4 111 01/01/4399 Administração de obras SERVIÇO TIPO 3 112 02/01/4399 Montagem e desmontagem de andaimes e outras estruturas temporárias SERVIÇO TIPO 2 113 03/01/4399 Obras de alvenaria SERVIÇO TIPO 2 114 04/01/4399 Serviços de operação e fornecimento de equipamentos para transporte e elevação de cargas e pessoas para uso em obras SERVIÇO TIPO 4 115 05/01/4399 Perfuração e construção de poços de água SERVIÇO TIPO 3 116 4399-1/99 Serviços especializados para construção não especificados anteriormente SERVIÇO TIPO 4 117 01/09/4512 Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores SERVIÇO TIPO 1 118 02/09/4512 Comércio sob consignação de veículos automotores SERVIÇO TIPO 4 119 4520-0/01 Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores SERVIÇO TIPO 3 * 120 4520-0/02 Serviços de lanternagem ou funilaria e pintura de veículos automotores SERVIÇO TIPO 3 * 121 4520-0/03 Serviços de manutenção e reparação elétrica de veículos automotores SERVIÇO TIPO 3 * 122 4520-0/04 Serviços de alinhamento e balanceamento de veículos automotores SERVIÇO TIPO 3 123 4520-0/05 Serviços de lavagem. acústicos ou de vibração SERVIÇO TIPO 2 103 4329-1/99 Outras obras de instalações em construções não especificadas anteriormente SERVIÇO TIPO 2 104 01/04/4330 Impermeabilização em obras de engenharia civil SERVIÇO TIPO 3 105 02/04/4330 Instalação de portas. quinta-feira. vestuário. Manaus. coleta de esgoto e construções correlatas. material de construção e ferragens SERVIÇO TIPO 1 133 4614-1/00 Representantes comerciais e agentes do comércio de máquinas. minerais. exceto a gestão de redes SERVIÇO TIPO 4 64 3811-4/00 Coleta de resíduos não-perigosos SERVIÇO TIPO 4 65 3812-2/00 Coleta de resíduos perigosos