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II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises

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A Violência Obstétrica como Instrumento de Punição das Classes Marginais

Thalita Claudino de Miranda1
Yuri Emmanuelle Silva Mazeto2

Resumo

O presente artigo pretende discutir sobre a violência obstétrica no ambiente do Sistema Único
de Saúde (SUS). O trabalho tem o objetivo de apontar a questão de classe e gênero na
realidade do atendimento no SUS às gestantes no momento do parto. O tema é
relevante, pois propicia desvelar a violência por vezes invisível vivida por mulheres no
âmbito do SUS, bem como trazer para o debate as categorias classe e violência
estrutural. O estudo foi realizado a partir de pesquisa bibliográfica sobre violência de
gênero, violência estrutural e luta de classes, tem como referencial teórico a Teoria
Crítica.

Palavras-chave

Violência Estrutural; Violência Obstétrica; Gênero; Classe Social.

1.0 Violência de gênero e relação de classe
A violência contra a mulher é objeto de importante discussão na atualidade e
tem ganhado forças por meio de intensos movimentos feministas e feministas classistas
na luta em calcar os direitos das mulheres. Um exemplo categórico de resultados de
muitas lutas e movimentos sociais é a instituição da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/
1996).
A Lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha leva o nome de sua
precursora, a farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que no ano de

1 Assistente Social, mestre em Serviço Social pela UNESP de Franca-SP.
thatha27@hotmail.com
2 Assistente Social, mestranda em Serviço Social pela PUC-Goiás. yuri@hc.uftm.edu.br
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br 1983 foi agredida pelo marido por um tiro de arma de fogo. ou seja. chegando ao ponto de ficar paraplégica. [. não se retendo às concepções imediatistas típicas de um olhar banido da complexidade que o tema necessita.. No entanto. define violência estrutural como o: [. que fazem parte da essência da ordem burguesa... 2 .com. é a violência obstétrica que será analisada no interior da violência estrutural. 2015). garantindo sua emancipação e autonomia (BRASIL. devemos considerar as relações sociais. Online). mas que freqüentemente não são consideradas ações violentas. II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www. quase sempre consideradas naturais. O objeto de estudo deste trabalho. valores e propostas. não necessariamente física (ainda que não se abdique dela quando necessário). foi vítima de cárcere privado pelo marido que cometeu uma nova tentativa de assassinato. meio de produção e reprodução capitalista na sociedade de classes. bem como delimita o atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e inverte a lógica da hierarquia de poder em nossa sociedade a fim de privilegiar as mulheres e dotá-las de maior cidadania e conscientização dos reconhecidos recursos para agir e se posicionar. De acordo com Silva (2016. é preciso fazer uma análise dentro de uma perspectiva classista. estudioso marxista no campo da violência. tinha uma formação de nível superior. econômicas.. Cabe ressaltar que analisar a violência obstétrica por meio da violência estrutural e da Teoria Crítica requer o reconhecimento desta violência de forma universal e particular. quando vítima de violência doméstica. ao retornar do hospital. Mesmo com a existência destes mecanismos de atendimento à mulher (alguns com funcionamento incipiente). étnicas.] A violência estrutural é formada por um conjunto de ações que se produzem e se reproduzem na esfera da vida cotidiana. fator potencialmente importante para saber onde e como buscar orientações e as devidas articulações que culminaram na efetivação da Lei. a eletrocução por um chuveiro. normais e necessárias. formam sua natureza. não podemos igualá-las somente pelo sexo.seminariomarx. políticas e culturais que as cercam. A Secretaria de Política para Mulheres coloca que: Lei Maria da Penha reconhece a obrigação do Estado em garantir a segurança das mulheres nos espaços públicos e privados ao definir as linhas de uma política de prevenção e atenção no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher.] uso da força. isto é. pois Maria da Penha não foi a primeira mulher brasileira a sofrer negligência do Estado. no âmbito familiar e social. Não podemos tratar isonomicamente mulheres com formação superior e àquelas que não tiveram acesso à alfabetização. capaz de impor simultaneamente regras.

mas a representação dessa diferença no âmbito do imaginário e do desempenho social construído para homens e mulheres. gerados pelas desigualdades do sistema capitalista. sem notar. implica em reconhecer que seus reflexos repercutem em outros delineamentos de violência. no interior do universo privado da família monogâmica. pois. Elucidar. em que a subalternidade não implica a ausência absoluta de poder. Homens podem cometer atos violentos contra outros homens e contra si mesmos. 2012). 87. II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www. como uma vítima das próprias cobranças de papéis sociais.br A violência contra a mulher está inserida neste contexto. É nesta realidade que está localizada a violência obstétrica.seminariomarx. Pode também estar aprisionado. para afirmar sua masculinidade. que incidem sobre a classe trabalhadora. A coisificação das relações sociais e as metamorfoses das manifestações da questão social. endossada por valores e concepções típicas da sociedade machista que perpetuam essas violências muitas vezes. sob as condições objetivas oferecidas pelo capitalismo. invisíveis.com. cuja manifestação pode ser observada em nosso objeto de estudo neste momento: a violência obstétrica. As desigualdades sociais particularizadas e fundamentadas. certamente são formas de violência estrutural. nossa compreensão de questão social como a expressão das refrações da relação capital e trabalho. com a opressão do sexo feminino pelo masculino”. 3 . que o colocam em constante tensão e em permanente necessidade de ter que demonstrar a sua masculinidade (GOMES. podemos entender violência de gênero (que está ligada diretamente com a violência obstétrica) como uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres. “o primeiro antagonismo de classes que apareceu na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher na monogamia. Assim. et al. imbuída de valores historicamente atribuídos à figura feminina. e a primeira opressão de classes. possibilitam a materialização de diferentes formas de violência. 2005). Homens e mulheres sofrem e reproduzem violência de gênero.. Não se trata da diferença sexual em si mesma. Segundo Engels (p. família esta que aparece na história como uma forma de escravização de um sexo pelo outro.

2.seminariomarx. sexual. e muitos agressores são os próprios profissionais de saúde. II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www. É neste cenário que se dá a violência obstétrica. Em muitos casos as mulheres são agredidas por falas como “Na hora que você estava fazendo. Até a conquista de uma política universal de saúde. sejam eles da rede privada ou pública. Há que se fazer uma consideração mais ampla.com. Segundo o dossiê Violência Obstétrica: “Parirás com dor” desenvolvido pela Rede Parto do Principio e apresentado a CPMI da Violência Contra as Mulheres em 2012. Um trabalhador precariado4 em seu ofício. que consiga captar a essência de uma política de humanização no SUS. Ou seja. sendo que muitos deles ocorrem quando a mulher vai parir. pois criar uma política que negue práticas violentas das instituições só é possível caso os trabalhadores e gestores também não a reproduzam. temos arraigado em seu histórico a utilização do sistema público não como direito conquistado. única alternativa aos desprovidos financeiramente ou da qualidade de segurando antes da promulgação do SUS. dentre elas atos de caráter físico.0 Violência Obstétrica: “Parirás com dor”3 A instituição da Política Nacional de Humanização no SUS deixa clara a urgência de ações que contariam quaisquer formas punitivas e desumanas no tratamento ao usuário desta política. A violência sofrida de um precariado. todos esses atos são considerados maneiras de violações de direitos das mulheres. a violência obstétrica é classificada em diversas modalidades. você não tava 3 Nome do Dossiê elaborado pela Rede “Parto do Princípio” para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito(CPMI) da Violência Contra as Mulheres (BRASIL. mas como favor às classes marginais. somada a valores moralistas. sofre violência e o movimento é a reprodução desta. exemplo claro são as casas de caridade. material e midiático.2002) 4 Indicamos consultar as obras de Giovanne Alves. patriarcais e conservadores não é difícil resultar na violência obstétrica. estudioso do termo precariado. 4 .br A violência institucionalizada e reproduzida por profissionais da saúde para com as mulheres em trabalho de parto se manifesta na relação de poder e classes (onde as marginalizadas são duplamente vitimizadas) por práticas conservadoras de enquadramento e policiamento dos comportamentos. institucional. psicológico.

II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www. a Portaria n.br gritando desse jeito. próprio da mulher. esta violência perpetrada nas maternidades (públicas ou privadas) é atravessada também por estas questões. ou seja. que tem como principal objetivo o desenvolvimento de ações de promoção. a mulher vive ainda hoje as relações de violência. Se considerarmos que o campo da maternidade é por excelência onde se exercita não só a função biológica do corpo feminino. você gostou. Para Aguiar (online. entende-se como dona da outra como no patriarcado. opressão e exploração que sintetiza esse sistema. econômicos. exames de toque abusivos. ameaças. “Na hora de fazer. porque ano que vem você tá aqui de novo”. Outros relatos freqüentemente incluem: comentários agressivos. “aquele que é advindo do útero” reforçam padrões de que as mulheres choram e gritam (ficam histéricas) simplesmente pelo fato de serem mulheres. 11. Neste sentido podemos citar a Lei n. p. “Cala a boca! Fica quieta. 1. toda e qualquer violência neste campo é fundamentalmente uma violência de gênero.067/05 que institui a Política de Atenção Obstétrica e Neonatal.seminariomarx.820/09 que aloca como os usuários de saúde devem ser atendidos sem preconceito e discriminação. 2012. né?”.2). eu não vou te atender”. a Portaria n. senão vou te furar todinha”. se uma classe explora a outra. É mister a discussão sobre os direitos das mulheres. Conceitos tratados grosseiramente como o da “histeria”. ou seja.108/05 que garante o direito a presença de um acompanhante no momento do parto. agressão física e tortura psicológica. onde uma explora e a outra é explorada compreender a mulher neste sistema nos remete ao patriarcado. p. Entende-se que a sociedade capitalista onde uma classe inexiste sem a outra. essas frases são repetidamente relatadas por mulheres que deram à luz em várias cidades do Brasil e resumem um pouco da dor e da humilhação que sofreram na assistência ao parto. já que as mulheres se distinguem de acordo com o contexto social no qual elas estão inseridas. políticos e étnicos. 2012. mas uma função social do papel conferido à mulher regulado por uma construção simbólica. 5 . 1. prevenção e assistência à saúde de gestantes e recém-nascido. principalmente no que tange seus direitos ao parto “humanizado”. “Se você continuar com essa frescura. sociais. E uma vez que o próprio conceito de gênero está interligado a fatores culturais. discriminação racial e socioeconômica. né?” (Rede Parto do Princípio. xingamentos. O mesmo documento mostra que. 23). entre outras legislações especificas.com. “Não chora não. são análises rasas como essas endossam a violência obstétrica.

Ou seja. A questão a se problematizar é como assegurar esses direitos em uma sociedade patriarcal. 142). mulheres solteiras. requer problematizar o contexto sócio histórico e econômico no qual esses direitos são impetrados. Esses recortes se fazem necessários. por parte da sociedade capitalista e conservadora. 2015. sexuais. Esta violência pode ser observada também às mulheres que chegam às unidades do SUS por tentativas mal sucedidas de abortos caseiros. Dados da pesquisa “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”. que carregam o mito da “parideira” e que por isso agüentam mais dores que mulheres brancas. O Ministério da Saúde revela que é possível evitar a morte obstétrica em 92% e que mulheres negras possuem mais chances de morrer por causas relacionadas à gravidez. 2010). que antes de tudo requer a higienização destas classes sem mesmo recorrer à critica que são essas ultimas que lhes geram a riqueza. afirma-se: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. pag. Ou seja. reprodutivos. A afirmação da necessidade de garantia da dignidade abre a perspectiva de entender os direitos humanos não apenas como os direitos civis e políticos. Para Cisne (2015). A mortalidade materna de mulheres negras está 65% acima da de mulheres brancas. mas. mulheres de baixo nível sócio-econômico. pois diversos estudos reafirmam que “as adolescentes.seminariomarx. Muitas vezes ocorre de estes direitos serem criados para reforçar ainda mais a diferença de gênero. realizada pela Fundação Perseu Abramo (online. parto ou pós-parto. racista e classista. a violência obstétrica acaba se tornando útil à esterilização das classes marginais. culturais e ambientais. sociais. É necessário pensarmos nos direitos das mulheres no sentido do direito humano. pergunto: isso é possível em uma sociedade em que a propriedade privada impede que os seres humanos nasçam em iguais condições socioeconômicas? Da mesma forma.com. a violência obstétrica é precisa especialmente nas mulheres pobres e negras. II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www.br No entanto. migrantes e as que vivem com HIV são particularmente propensas a experimentar abusos. HILL. pensar nos direitos das mulheres na atual conjuntura de nossa sociedade. revelou que 25% das mulheres relataram algum tipo de violência durante o atendimento ao parto. desrespeito e maus-tratos” (BOWSER.racista em que vivemos. econômicos. 2010). Obviamente estamos falando 6 . também. e para fortalecer essa sociedade capitalista- patriarcal. medularmente desigual? No Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. de minorias étnicas. questiono como assegurar a não distinção de cor e sexo em uma sociedade patriarcal e racista? (online.

Não dá para simplificar tanto a questão do aborto a ponto de negar que se trata de um problema de Saúde Pública. a indivíduo egoísta independente. a membro da sociedade burguesa. em consequência. Então como. e a discussão pelo respeito da mesma também não. Considerações Finais As pesquisas em relação à violência obstétrica na área das ciências humanas são mais freqüentes do que na área da saúde. II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www. por um lado. e. em nossa sociedade os direitos humanos estariam presentes nas relações sociais? Entende-se que a única maneira possível para que isso aconteça seja por uma nova ordem societária. quando o homem tiver reconhecido e organizado suas “forces propres” (forças próprias) como forças sociais e. também a emancipação humana. Milhões de mulheres pobres – aquelas que não têm condições de pagar abortos em clínicas salubres – morrem por fazerem o procedimento em suas casas ou clínicas em que açougues são mais humanos. Para Marx (2010). no seu trabalho individual. as quais não possuem condições financeiras de arcar com seus abortos em clinicas salubres. anticapitalista e antirracista. por outro. pag. sem ainda dar conta de seus condicionantes. (2010. Mas a emancipação humana só estará plenamente realizada quando o homem individual real tiver recuperado para si o cidadão abstrato e se tornado ente genérico na qualidade de homem individual na sua vida empírica. nas suas relações individuais. No entanto. Pensar em uma sociedade que respeite os direitos das mulheres é pensar em uma sociedade que respeite os direitos humanos. explorados e exploradores. não mais se separar de si mesmo a força social na forma da força política. 54) O que de fato impera.com. antipatriarcal. Fica clara a questão de classe social. é o antagonismo entre a efetivação dos direitos humanos junto à sociedade do capital.br das mulheres das classes marginais. a cidadão. A emancipação política é a redução do homem. Ou seja. e que haja não somente a emancipação política. a pessoa moral. Não é pelo fato do aborto ser criminalizado que as mulheres não o fazem. onde não ocorra distinção de classes. que demarca seu território com o sangue das classes marginais. especialmente às questões de classes.seminariomarx. em um Estado que só se vive quem paga. pois esta última ainda resume o parto como um procedimento clínico e isolado. a declaração Universal dos Direitos Humanos não é recente. mas. Restringir o acesso à pílula do dia seguinte também é dar direito ao estuprador de ter um filho com quem ele escolher. 7 .

18. de 2015. BRASIL. Leandro Konder. perpetuam as diversas faces da violência.apublica. capaz de decodificar os condicionantes da violência estrutural e de classes. Se não há uma critica radical a este tipo de violência.gov. de 2016.-3ed. BOWSER D.org/wp- content/uploads/2013/03/JanainaMAguiar. de 2016. Movimento que se torna muitas vezes invisível e naturalizado junto ao cotidiano dos números. da propriedade privada e do Estado.São Paulo: Expressão Popular. n. Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.trad. pela Universidade de São Paulo. O estudo ainda está em andamento. (Lei Maria da Penha). Friedrich.uel. A Origem da Família. Referências bibliográficas AGUIAR. 01. se faz importante materializar pesquisas que mantenham esse debate aquecido fortalecendo a desconstrução dessas práticas especialmente no âmbito da política pública de saúde. 8 .php/ssrevista/article/viewFile/23588/17726 Acesso em 18 de mar. Violência institucional nas maternidades públicas: hostilidade ao invés de acolhimento como uma questão de gênero. 2010 CISNE. que ainda tende a ser a ferida purulenta das políticas públicas. não é possível superá-la.Acesso em: 04 de out. vol. Mirla. _________.340. uma concepção de igualdade e respeito nos atendimentos e direcionamentos das políticas públicas. 2010.br/revistas//uel/index. como a própria implantação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. 2015. ENGELS. Janaína Marques. II Seminário Nacional de Teoria Marxista: O capitalismo e suas crises www. Disponível em: http://www. Secretaria de Políticas para as Mulheres.com. Lei nº. portanto. em especial nas camadas socialmente marginalizadas como mulheres pobres. E que diante de tal cenário.seminariomarx. Acesso em 22 de mar. Disponível em: http://www.sepm. é que se reflete a importância de realizar este estudo à luz da Teoria Crítica. Tese de doutorado faculdade de Medicina. de 7 de agosto de 2006.. Embora possamos perceber avanços significativos nas políticas públicas de atendimento às considerações das questões de gênero.br Nesse sentido. temos como resultados parciais da pesquisa que as relações de poder e conflitos de classe intrínsecos do modo de produção e reprodução capitalista. 11.2012. USAID / TRAction Project. HILL K.pdf . Disponível em: <http://www. Revista Serviço Social em Revista. ainda é um desafio para as mulheres e sociedade civil. procedimentos e jalecos brancos de um hospital. Direitos humanos e violência contra as mulheres: uma luta contra a sociedade patriarcal-racista-capitalista. em especial a de saúde.. Exploring Evidence for Disrespect and Abuse in Facility-based Childbirth: report of a landscape analysis.br/subsecretaria-de- enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres/lei-maria-da-penha/breve-historico>.

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