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A SAÚDE NO ESTADO

Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites

28 e 29 de março de 2017 (Terça e Quarta-Feira)
Febre amarela mata mais dois no Pará. Estado está em alerta
Sespa confirma a morte de pacientes ocorridas em hospital de Santarém

Em 29 DE MARÇO, 2017 - 07H11 - PARÁ

Mais duas mortes por febre amarela foram confirmadas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Estado (Sespa) ontem (28).
Segundo a Sespa, trata-se de dois pacientes, um menino de 10 anos e um jovem de 23, que estavam internados no Hospital Regional do
Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém. Os casos estavam sendo acompanhados pelo Instituto Evandro Chagas (IEC).
Segundo a Sespa, quatro pessoas morreram em decorrência da febre amarela no Pará. Um garoto de 11 anos, que residia no município de
Alenquer e estava internado no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), um rapaz de 27 anos que morava em Monte Alegre, que já
estava sendo investigado cerca de um mês pelo Instituto Evandro Chagas e agora mais esses dois casos.
A Sespa informa que já recebeu do Ministério da Saúde cerca de 4 mil doses de vacina contra a febre amarela para o município de Curuá,
na região oeste do Estado, como parte do plano emergencial de combate à doença, que vem sendo executado pela Governo do Estado.
Na segunda-feira (27), as equipes de agentes de saúde do município estiveram nas localidades Açaizinho, Maloca e Fartura para aplicar a
vacina.
Enquanto o trabalho de imunização era feito, um macaco encontrado morto na zona rural foi recolhido para coleta do material, que será
enviado ao Instituto Evandro Chagas, em Belém, para identificar se a morte foi causada por febre amarela.
A Sespa recolheu relatos de pelo menos cinco mortes de macacos na zona rural de Curuá, mas nenhum, até agora, foi confirmado com
febre amarela. A suspeita, porém, é suficiente para colocar o município na rota do plano de emergência, explicou nesta segunda-feira o
médico veterinário Roberto Brito, do Departamento de Controle de Zoonoses da Sespa, durante palestra para os agentes comunitários de
saúde, médicos, enfermeiros e técnicos da cidade. “É importante que as mortes dos primatas sejam comunicadas tão logo os cadáveres
sejam achados”, reforçou Roberto Brito.
Cidade cercada por regiões de várzea, Curuá tem cerca de metade da população (estimada em 13.783 pelo IBGE em 2016) morando em
áreas de floresta, com acesso difícil e demorado. A algumas localidades só se chega de barco. Os trabalhos no município tem recebido o
apoio da Prefeitura.
Profissionais de saúde do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar chegaram a Curuá no último domingo (26) para ajudar na vacinação,
com o objetivo de atender todos os moradores da zona rural, inclusive as comunidades desprovidas de postos de saúde e escolas.
Alerta
O plano emergencial contra a febre amarela no oeste do Pará prossegue durante esta semana nos municípios de Rurópolis, Óbidos,
Oriximiná, Curuá, Alenquer e Monte Alegre, localizados na área endêmica, onde foram registradas mortes de macacos neste ano.
Faz parte desse plano a cessão de um helicóptero do Estado e de um avião do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) para
atender eventuais chamadas e urgências. O objetivo é garantir a vacina para as comunidades da zona rural, a fim de combater a febre
amarela silvestre, transmitida pelo mosquito Aedes aegipty, o mesmo transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.
Além da vacinação, as equipes orientam a população sobre a necessidade de combater o mosquito. Os cuidados são os mesmos tomados
na zona urbana, como evitar o acúmulo de água parada. Nas áreas de floresta, no entanto, o desafio é ainda maior. Por isso, além de
orientar moradores, os agentes de saúde da Sespa reforçam a preparação dos profissionais dos municípios para enfrentar o problema.
Sespa começa a vacinar contra a febre amarela em Curuá
Enquanto o trabalho de imunização era feito, um macaco foi encontrado morto na zona rural

Em 27 DE MARÇO, 2017 - 19H42 - PARÁ

O Governo do Pará já enviou quase 4 mil doses de vacina contra a febre amarela para o município de Curuá, na região oeste do Estado,
como parte do plano emergencial de combate à doença, que vem sendo executado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Nesta segunda-feira (27), as equipes de agentes de saúde do município saíram em direção às localidades Açaizinho, Maloca e Fartura
para aplicar a vacina.
Enquanto o trabalho de imunização era feito, um macaco encontrado morto na zona rural foi recolhido para coleta do material, que será
enviado ao Instituto Evandro Chagas, em Belém, para identificar se a morte foi causada por febre amarela.
A Sespa recolheu relatos de pelo menos cinco mortes de macacos na zona rural de Curuá, mas nenhum, até agora, foi confirmado com
febre amarela. A suspeita, porém, é suficiente para colocar o município na rota do plano de emergência, explicou nesta segunda-feira o
médico veterinário Roberto Brito, do Departamento de Controle de Zoonoses da Sespa, durante palestra para os agentes comunitários de
saúde, médicos, enfermeiros e técnicos da cidade. “É importante que as mortes dos primatas sejam comunicadas tão logo os cadáveres
sejam achados”, reforçou Roberto Brito.
Cidade cercada por regiões de várzea, Curuá tem cerca de metade da população (estimada em 13.783 pelo IBGE em 2016) morando em
áreas de floresta, com acesso difícil e demorado. A algumas localidades só se chega de barco. Segundo o prefeito José Vieira de Castro,
por causa dessa geografia o trabalho dos agentes de saúde é árduo. “Ficamos agradecidos por estar recebendo apoio do Estado neste
momento. Eu mesmo, quando soube que os profissionais do governo vinham, e que mais vacina estava chegando, aproveitei para tomar a
dose que ainda faltava para mim”, contou.
Em domicílio – Profissionais de saúde do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar chegaram a Curuá no último domingo (26) para ajudar na
vacinação. O cabo bombeiro Carlos Levy disse que a imunização vai chegar a todos os moradores da zona rural. “Estamos trazendo a
vacina diretamente nas casas, porque algumas comunidades não têm posto de saúde ou escola. Somos bem recebidos. Percebemos que
as pessoas querem ser vacinadas. Então, acabamos fazendo também um trabalho educativo, para orientá-las sobre quem deve,
realmente, ser imunizado”, explicou o militar.
Na comunidade Açaizinho, o vaqueiro Ailton Corrêa da Silva, 39 anos, estava entre os moradores que tomaram a vacina contra febre
amarela nesta segunda-feira, junto com o filho, Kelton Amaral da Silva, 12 anos, e o irmão, Hilário Corrêa da Silva, 27 anos. “Estamos
muito felizes em receber os profissionais de saúde em casa. É muito bom ver que o governo está preocupado com a gente. É a primeira
vez que vejo esse tipo de atendimento por aqui”, afirmou Ailton da Silva.
Na casa ao lado, a dona de casa Maria das Graças Ferreira, 64 anos, também recebeu os agentes de saúde que levavam as vacinas. “Não
vou tomar porque já estou garantida, mas me tranquiliza ver que agora as autoridades de saúde batem na nossa porta para nos ajudar”,
frisou. O braçal André Prites de Lima, 51 anos, vizinho de Maria das Graças, arregaçou as mangas para se proteger. “Não era vacinado.
Então, agora sim me sinto seguro e pronto para me embrenhar nas matas e trabalhar sem medo de pegar essa doença”, disse André de
Lima.
Combate ao mosquito – O plano emergencial contra a febre amarela no oeste do Pará prossegue durante esta semana nos municípios de
Óbidos, Oriximiná, Curuá, Alenquer e Monte Alegre, localizados na área endêmica, onde foram registradas mortes de macacos neste ano.
O objetivo é garantir a vacina para as comunidades da zona rural, a fim de combater a febre amarela silvestre, transmitida pelo mosquito
Aedes aegipty, o mesmo transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.
Além da vacinação, as equipes orientam a população sobre a necessidade de combater o mosquito. Os cuidados são os mesmos tomados
na zona urbana, como evitar o acúmulo de água parada. Nas áreas de floresta, no entanto, o desafio é ainda maior.
Por isso, além de orientar moradores, os agentes de saúde da Sespa reforçam a preparação dos profissionais dos municípios para
enfrentar o problema. “A parceria do Estado no nosso trabalho é fundamental para conseguirmos vencer essa doença. Lutamos contra a
falta de recursos, uma logística complexa e as próprias condições geográficas da região, mas com o apoio do governo seremos vitoriosos”,
ressaltou Naiara Pedroso, coordenadora de Vigilância em Saúde da Prefeitura de Curuá.

Profissionais da saúde iniciam cursos técnicos
A Escola Técnica do Sistema Único de Saúde (ETSUS) oferece esta semana três cursos em Belém. Atividade é voltada para
profissionais da rede pública.

Em 27 DE MARÇO, 2017 - 14H37 - PARÁ

A Escola Técnica do Sistema Único de Saúde (ETSUS) inicia esta semana três cursos em Belém: o de qualificação para agentes
comunitários de saúde; o da segunda turma de técnico de nível médio em citopatologia e a da segunda turma de qualificação de
conselheiros estaduais de saúde. Os dois primeiros começaram nesta segunda-feira (27) e terão durações diferentes. Já o curso de
conselheiros será ministrado na quarta (29) e quinta-feira (30).
O curso de qualificação para agente comunitário de saúde tem carga de 400 horas e duração de cinco meses. As aulas serão ministradas
simultaneamente em 24 municípios, durante uma semana no mês, das 8h às 18h, conforme cronograma articulado com os gestores.
O curso técnico de nível médio em citopatologia é promovido pela ETSUS em parceria com o Laboratório Central do Estado do Pará
(Lacen) e é destinado a profissionais da rede pública de saúde que atuam na área de análises clínicas. Com duração de 25 meses e carga
de 1.740 horas, a atividade está estruturada em três módulos e cinco áreas temáticas. As aulas serão ofertadas na sede da Escola Técnica
do SUS, em Belém, pelo período de uma semana a cada mês, também de 8h as 18h. A primeira etapa foi ministrada pela farmacêutica
Marineide Bastos, do Hemopa.
Além das atividades iniciadas nesta segunda-feira (27), a ETSUS iniciará a segunda turma curso de Qualificação de Conselheiros
Estaduais de Saúde a partir desta quarta-feira, 29. A exemplo do primeiro curso oferecido em 2016, os participantes terão 64 horas de
aulas teóricas a serem ministradas durante dois dias por mês. Entre os objetivos da capacitação está o de fortalecer o controle social no
SUS, por meio da qualificação dos participantes, reorientando-os sobre suas competências e atribuições, bem como ampliar seus
conhecimentos sobre o Sistema, assim compreender a importância e a relevância do papel do conselheiro estadual de saúde, diante dos
desafios presentes a quem lida no cotidiano da saúde pública. A qualificação também contempla a compreensão da estrutura,
funcionamento, diretrizes e políticas públicas do SUS.
Os conselheiros estaduais da saúde são os representantes da população dentro da Secretaria. Entre suas principais funções estão a
fiscalização dos gastos e investimentos públicos e a criação de projetos e políticas que visem à melhoria da qualidade do serviço de saúde
oferecido à população.
Iniciativa combate proliferação do Aedes aegypti
Ações contínuas de combate vêm sendo desenvolvidas desde 10 de janeiro

Em 27 DE MARÇO, 2017 - 13H42 - PARÁ

O Hospital Geral de Tailândia e a Secretaria de Saúde do município vêm desenvolvendo desde o dia 10 de janeiro, ações contínuas de
combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chicungunya e zika, junto aos colaboradores, usuários e acompanhantes de
pacientes internados na unidade, por meio de palestras, distribuição de material educativo e performances nas áreas de atendimento do
hospital.
A ação estratégica é coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), com apoio dos órgãos estaduais, e já surte resultado
positivo com a queda de 74% nos casos de dengue no Pará em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do novo
Informe Epidemiológico de 2017, emitido pela Coordenação Estadual de Vigilância em Saúde.
Segundo a coordenadora do Grupo de Trabalho de Humanização do HGT, a pedagoga Elizbett Gomes, está agendado para esta terça-
feira, 28, de 8h às 10h, Blitz contra o mosquito em frente ao mercado municipal, para levar esclarecimento e orientações à população sobre
o combate ao mosquito, que transmite várias doenças. A ação contará com repasse de orientações, entrega de panfletos e faixas, entre
outros materiais.
De acordo com o enfermeiro do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, Wanderson Lisboa Braga, são medidas simples que podem
evitar muitos transtornos, como: colocar areia no prato de vasos de planta; entregar pneus velhos para o serviço de limpeza urbana; não
deixar água acumulada em nenhum lugar; manter lixeiras e caixas de água bem tampadas, entre outras.
“São mudanças de comportamento que vão determinar o fim do Aedes aegypti e isso já está surtindo efeito com a redução de casos das
doenças transmitidas pelo mosquito”, ressaltou, informando que a campanha no HGT conta ainda com apoio de apresentação de vídeos,
fonia, banners e cartazes expostos nos murais do hospital, abordando e alertando para prevenção do vírus.
Incentivador da campanha, o diretor executivo do HGT, José Neto, agradece a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Tailândia
na adesão da ação da Sespa, em favor da saúde pública. “O combate ao mosquito transmissor dessas doenças é uma questão de saúde
pública e que exige a parceria de órgãos de todas as esferas, com apoio da população”, ressaltou, mostrando-se otimista quanto às
estatísticas da campanha do estado.
Com 52 leitos, o HGT oferece assistência de média complexidade para cerca de 240 mil habitantes da mesorregião do nordeste paraense.
O Hospital Geral de Tailândia fica na Avenida Florianópolis, s/n, no Bairro Novo. Mais informações pelo fone (91) 3752-312.
Sespa confirma mais duas mortes por febre amarela no HRBA em Santarém
Menino de 10 anos e um jovem de 23 estavam sendo acompanhados pelo Instituto Evandro Chagas. Quatro pessoas já morreram
em decorrência da febre amarela no Pará.

28/03/2017 17h32

Mais duas mortes por febre amarela foram confirmadas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Estado (Sespa) nesta terça-feira
(28). Segundo a Sespa, trata-se de dois pacientes, um menino de 10 anos e um jovem de 23, que estavam internados no Hospital Regional
do Baixo Amazonas (HRBA). Os casos estavam sendo acompanhados pelo Instituto Evandro Chagas (IEC).
Segundo a Sespa, quatro pessoas morreram em decorrência da febre amarela no Pará. Um garoto de 11 anos, que residia no município de
Alenquer e estava internado no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), um rapaz de 27 anos que morava em Monte Alegre, que já
estava sendo investigado cerca de um mês pelo Instituto Evandro Chagas e agora mais esses dois casos.
A Sespa informa que já recebeu do Ministério da Saúde cerca de 4 mil doses de vacina contra a febre amarela para o município de Curuá,
na região oeste do estado, como parte do plano emergencial de combate à doença, que vem sendo executado pela Governo do Estado.
Na segunda-feira (27), as equipes de agentes de saúde do município estiveram nas localidades Açaizinho, Maloca e Fartura para aplicar a
vacina.
Cidade cercada por regiões de várzea, Curuá tem cerca de metade da população (estimada em 13.783 pelo IBGE em 2016) morando em
áreas de floresta, com acesso difícil e demorado. A algumas localidades só se chega de barco. Os trabalhos no município tem recebido o
apoio da Prefeitura.
Profissionais de saúde do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar chegaram a Curuá no último domingo (26) para ajudar na vacinação,
com o objetivo de atender todos os moradores da zona rural, inclusive as comunidades desprovidas de postos de saúde e escolas.
Combate ao mosquito
O plano emergencial contra a febre amarela no oeste do Pará prossegue durante esta semana nos municípios de Rurópolis, Óbidos,
Oriximiná, Curuá, Alenquer e Monte Alegre, localizados na área endêmica, onde foram registradas mortes de macacos neste ano.
Faz parte desse plano a cessão de um helicóptero do Estado e de um avião do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) para
atender eventuais chamadas e urgências. O objetivo é garantir a vacina para as comunidades da zona rural, a fim de combater a febre
amarela silvestre, transmitida pelo mosquito Aedes aegipty, o mesmo transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.
Além da vacinação, as equipes orientam a população sobre a necessidade de combater o mosquito. Os cuidados são os mesmos tomados
na zona urbana, como evitar o acúmulo de água parada. Nas áreas de floresta, no entanto, o desafio é ainda maior. Por isso, além de
orientar moradores, os agentes de saúde da Sespa reforçam a preparação dos profissionais dos municípios para enfrentar o problema.
MONTE ALEGRE
SANTARÉM

26/03/2017 16h39
uí faz campanha para doação de cabelo para pacientes
Perucas serão doadas para pacientes com câncer e escalpelamento.
Coleta será realizada no dia 31 de março.

Hospital de Tucuruí faz campanha para doação de cabelo para pacientes
A Unidade de Alta Complexidade em Oncologia Dr Vitor Moutinho (Unacon), em Tucuruí, no sudeste do Pará, vai promover a campanha
“Rapunzel Solidária” para coleta de cabelos que serão transformados em perucas. A Organização Não Governamental dos Ribeirinhos
Vítimas de Acidente de Motor (Orvam) faz a produção de perucas e as distribuem para jovens e mulheres com câncer e vítimas de
escalpelamento.
O dia das doações será na próxima sexta-feira (31), na sede da unidade, que fica ao lado do Hospital Regional de Tucuruí, a partir das
8h30. A ação que está sendo organizada pelo Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) da unidade. De acordo com o diretor executivo
da unidade Thiarle Dassi, a campanha está movimentando os colaboradores da unidade e a comunidade local. “Estamos buscando apoio
de instituições parceiras e da imprensa local para incentivar o maior número possível de doadores de cabelos e isso também inclui
homens”, destacou, ressaltando o compromisso dos colaboradores para êxito da mobilização.
A ação também contará com o apoio de cabeleireiros da cidade para garantir o corte de cabelo de quem vai doá-los. A unidade atende
usuários adultos egressos da própria unidade e também os encaminhados pela Central de Regulação de Marabá.
A Unacon Tucuruí é administrada pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de
Estado de Saúde Pública (Sespa).
Serviço
A Unacon Tucuruí funciona em frente ao Hospital Regional, na Vila Permanente. Mais informações pelos fones: (94) 3778-4928 e 3778-
4599.
Quarta morte reforça necessidade da vacinação no Pará
“Toda e qualquer morte por febre amarela poderia ser evitada se a pessoa tivesse tomado a vacina ao se expor a áreas de risco", apontou o diretor do Instituto Evandro
Chagas, Pedro Vasconcelos Baixar Foto Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa PreviousNext
28/03/2017 21:15h

A confirmação de mais duas mortes por febre amarela, elevando para quatro o número de vítimas no Pará, reforça a necessidade da prevenção contra a doença, não apenas na
região Oeste, onde ocorreram os casos fatais, mas em todo o Estado. A vacinação contra a febre amarela faz parte do calendário de imunização do Ministério da Saúde e a vacina
é encontrada em qualquer unidade de saúde. Em Belém, há quase 60 lugares onde se pode tomar a vacina.
“Toda e qualquer morte por febre amarela poderia ser evitada se a pessoa tivesse tomado a vacina ao se expor a áreas de risco. E mesmo que não more em áreas rurais, mais
cedo ou mais tarde, em algum momento da sua vida, a pessoa vai necessitar viajar e ela precisa estar protegida”, orienta o diretor do Instituto Evandro Chagas, Pedro Vasconcelos.
Na região Oeste, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) está executando um plano emergencial, que inclui a vacinação em massa, o combate ao mosquito transmissor
da doença e o atendimento e orientação médica para as populações residentes em Alenquer, Monte Alegre, Curuá, Oriximiná e Óbidos. Alenquer e Monte Alegre são os locais de
origem das vítimas, duas crianças e dois jovens. Curuá, Oriximiná e Óbidos, municípios vizinhos, são considerados de risco para a propagação da doença.
Nos quatro casos de óbito, as vítimas estavam internadas e suas condições já eram avaliadas há cerca de um mês, antes mesmo de começar o plano emergencial da Sespa, pela
própria secretaria e pelo Instituto Evandro Chagas, onde são feitos os exames que confirmam o diagnóstico. O Evandro Chagas também procede os exames sorológicos nos
macacos mortos pela doença.
Um mês atrás, o Instituto confirmou a morte, em Belém, de um macaco infectado pelo vírus da febre amarela, colocando em alerta as autoridades da área de saúde na capital. Os
macacos não transmitem a doença, mas também são vítimas, por viverem no mesmo hábitat (as copas das árvores) que os verdadeiros vilões, que são as fêmeas de mosquitos,
vetores da doença e reservatórios do vírus.
O macaco doente vivia nas matas do Parque Ambiental do Utinga. Imediatamente após a confirmação do diagnóstico, a Sespa, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde, do
Instituto Evandro Chagas e do Batalhão Ambiental da Polícia Militar, mobilizou equipes para vacinar os 12 mil moradores de dois bairros do Curió-Utinga e Águas Lindas, no entorno
do Parque, borrifar as casas e orientar sobre o combate ao mosquito. Desde então, foi reforçada a disponibilidade de vacinas em todas as unidades de saúde de Belém.
O secretário de Saúde do Pará, Vitor Mateus, que acompanhou as ações da Sespa em Alequer e Curuá, garante que não vai faltar vacina no Estado. “A imunização é primordial
para prevenir a doença”, ressalta, informando que o Pará tem quase 310 mil doses de vacina disponíveis. “Vamos vencer essa guerra", afirma.
Dúvidas frequentes sobre a vacinação
Bebês podem tomar a vacina contra febre amarela?
R- Sim, a partir dos 6 meses de idade. Antes, pode ocorrer alguma reação adversa grave. A recomendação, hoje, do Ministério da Saúde é a vacinação aos nove meses e o reforço
dessa vacina aos quatro anos de idade. Em adultos, a vacinação deve ocorrer também em duas doses, com intervalo de dez anos.
Se a pessoa teve zika vírus recentemente, pode tomar a vacina?
R- Sim, sem nenhum problema. Em caso do zika vírus, dengue ou chikungunya, a pessoa pode se vacinar contra a febre amarela, desde que espere um mês depois da cura para a
vacina.
Em caso de doenças infecciosas, a pessoa pode se vacinar?
R- Sim, as únicas restrições são as pessoas com AIDS, que estão com a resistência muito baixa e pessoas em tratamento de câncer.
Grávidas podem tomar a vacina?
R- De maneira alguma, pois oferece riscos ao feto.
A partir do momento em que a pessoa toma a vacina, já se torna imune?
R- Após a dose da vacinação, a pessoa tem até dez dias para desenvolver a imunidade protetora. Por isso, é recomendável realizar a vacinação pelo menos 10 dias antes de
viagens para áreas de risco.
Locais de vacinação contra a febre amarela em Belém:
IPAMB - Av. Alm. Barroso, 2.070
UREMIA (SESPA) - Av. Alcindo Cacela esquina c/ o Av. Gov. José Malcher
CSE MARCO (SESPA) - Av. Rômulo Maiorana, 2558. Marco.
UMS FÁTIMA - Tv. 14 de Abril, esquina com Domingos Marreiros
HOSP DO EXÉRCITO - Praça Brasil, 850
HOSPITAL NAVAL - R. Arsenal, 200 - Cidade Velha
HOSP DA AERONÁUTICA - Av. Alm. Barroso, 3492
UMS TAPANÃ - Rua São Clemente, S/Nº
UMS CABANAGEM - Rua São Paulo, S/N – Esquina com a Santo Antônio
UMS PRATINHA - Rodovia Arthur Bernardes, S/N
UMS SATÉLITE - Cj. Satélite, WE- 08, S/N – ao lado da Creche
UMS SIDERAL - Rua do Sideral S/N – Esq. da Pass. Ceará
UMS BENGUI I - Rua Benfica, Esq. C. São Pedro S/N
UMS BENGUI II - Pass. Maciel, S/N – Rua da Creche
USF PARQUE VERDE - Rua da Yamada. Prox. ao Emaús
USF CARMELÂNDIA - Rua Tancredo Neves, Q. 04, Nº 04
UMS ÁGUAS LINDAS - Cj. Verdejante I, Q. 01, S/N – Em frente à Igreja de São José
UMS PROVIDÊNCIA - Av. Norte, S/N
UMS CURIÓ - Alameda. Alberto Engelhard, S/N
UMS TAVARES BASTOS - Rodolfo Chermont com Tavares Bastos
UMS PARAÍSO DO PASSAROS - Rua Dos Tucanos, S/Nº -
UMS MARAMBAIA - Rod. Augusto Montenegro, KM 01
USF PARAÍSO VERDE - Av- João Paulo II S/nº – Prox. a área da COSANPA. Bairro: Curió- Utinga.
USF SOUZA - Av. Almirante Barroso, S/N (dentro da Setran)
USF ÁGUA CRISTAL - Rua da Mata, Pass. União, Nº 01 - Marambaia
UMS CREMAÇÃO - Ruas dos Pariquis, entre Alcindo Cacela e 14 de março
UMS CONDOR - Rua Lauro Malcher, Nº 285 – Entre Apinagés e Padre Eutíquio
UMS JURUNAS - Av. Fernando Guilhon, S/N – Entre Monte Alegre e B. Sayão
UMS GUAMÁ - Rua Barão de Igarapé-Miri, 479
UMS TERRA FIRME - Pass. São João, Nº 170 – Entre São Domingos e Perimetral
USF RADIONAL - Rua Radional II, Q. F, S/N
USF RIACHO DOCE - Rua da Olaria, QD 08, Nº 421
ESF TERRA FIRME - Pass. São João entre Passagem Liberdade e São Domingos
UMS CARANANDUBA - Praça de Carananduba, s/n
USF FURO DAS MARINHAS - Rod. Augusto Meira Filho, KM 25
USF AEROPORTO - Rua do Pouso, S/N – Aeroporto
USF SUCURIJUQUARA - Rod. BL 13 S/N – Sucurijuquara
USF BAIA DO SOL - Av.Beira Mar S/nº - Mosqueiro.
USF CARANANDUBA - Av. Cipriano Santos, Nº 01
USF MARACAJÁ - Tv. Siqueira Mendes, S/N
UMS OUTEIRO - Rua Manoel Barata, S/N – São João de Outeiro
UMS COTIJUBA - Rua Magalhães Barata, S/N
USF FIDELIS - Pass. Pantanal, Nº 1350
USF FAMA - Estrada do Fama, S/N
UMS ICOARACI - Rua Manoel Barata, Nº 840 – Entre Tv. São Roque e Tv. Itaborai
UMS MAGUARI - Rod. Augusto Montenegro, Cj. Maguari, Alameda 15, S/N
USF PARACURI I - Pass. Maura, Nº 218 – Entre 3ª e 4ª Rua
USF PARACURI II - Rua L 01, Nº 120
UF PARQUE GUAJARÁ - Residencial Tocantins, Alameda Gouveia, S/N
USF ED. ANGELIM - Av. 17 de Abril, S/N
ESF TENONÉ - Sexta Linha, entre WE4 e We5
UMS SACRAMENTA - Av. Senador Lemos - Esquina com a Av. Dr. Freitas
UMS VILA DA BARCA - Tv. Cel. Luiz Bentes, S/N
UMS TELEGRAFO - Rua do Fio, S/N - Entre Pass. São João e Pass. São Pedro
UBS PEDREIRA (SESPA) - Av. Pedro Miranda, Nº 1346 - Esquina com a Tv. Mauriti
USF BARREIRO II - Pass. São Sebastião, S/N – Entre Pass. Belém II e Pass. Nova Esperança
USF BARREIRO I - Pass. Mirandinha, S/N

Por Syanne Neno

Por Thaís Portela
Hospital de Altamira sedia treinamento sobre captação de órgãos

Durante o treinamento, a assistente social Vanessa Pimentel mostrou as estratégias relacionadas à entrevista familiar para
doação de órgãos. Baixar Foto Foto: ASCOM HRPT Na ocasião, a coordenadora do Banco Social de Doação de Órgãos de
Transplantes da Fiepa, médica Márcia Iasi, trouxe sua equipe de Belém para esclarecer o passo-a-passo da abordagem familiar.
Baixar Foto Foto: ASCOM HRPT PreviousNext
28/03/2017 09:59h

Com a finalidade de sensibilizar os profissionais da área da saúde, implantar a cultura de doação de órgãos e captar potenciais doadores
na região da Transamazônica/Xingu, o Hospital Regional Público da Transamazônica, em Altamira, em parceria com a Federação das
Indústrias do Pará (Fiepa), sediou o curso sobre ''Processo de Doação e Transplante'' voltado para profissionais multiprofissionais
membros da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT).
Na ocasião, a coordenadora do Banco Social de Doação de Órgãos de Transplantes da Fiepa, médica Márcia Iasi, trouxe sua equipe de
Belém para esclarecer o passo-a-passo da abordagem familiar, a importância da doação e como funciona o processo de captação de
órgãos no Brasil. O treinamento visa também estimular a efetivação e reestruturação da CIHDOTT do Hospital Regional de Altamira para
que a comissão passe a captar órgãos e, assim, elevar o número de transplantes na região Norte.
“A entrevista familiar foi uma das demandas que surgiu aqui e constitui a grande ferramenta para o sucesso da doação. Há a necessidade
de qualificar os profissionais da saúde para que estejam habilitados a conversar com a família em momentos de perda”, comenta a médica
Márcia Iasi. Ela também ressalta a necessidade de sensibilização das famílias dos potenciais doadores. “Nós precisamos do
consentimento familiar, mas pela ausência de informações ou pelo não entendimento da população sobre o processo da morte encefálica
muitas delas acabam não tendo essa iniciativa, o que reflete em um número ainda muito baixo de doação de órgãos na região Norte”,
explica a médica.
Durante o treinamento, a assistente social Vanessa Pimentel mostrou as estratégias relacionadas à entrevista familiar para doação de
órgãos. “Nós demos algumas dicas de como conduzir e acolher as famílias quando o assunto é doação de órgãos, e de como fazer a
comunicação de um óbito de forma humanizada. Nosso objetivo é tentar aumentar o índice de aceite familiar para doação de órgãos para
que os indicadores do Pará sejam mais significativos”, comenta.
Cabe ao Ministério da Saúde a gerência do sistema de transplantes, que trabalha com captação de órgãos e tecidos. Segundo o Banco
Social, o desenvolvimento do País foi desigual, por isso as taxas de doações são baixas na região Norte: menor que cinco doadores por
um milhão de habitantes. Números que contrastam em relação às regiões Sul e Sudeste, que registram um índice de 23 doações por
milhão de habitantes. “Trabalhar para elevar os números de doadores e, consequentemente, de transplantados na região Norte é o objetivo
do Banco Social”, diz a médica Márcia Iasi.
Para efetivar a doação com sucesso, o processo exige que haja a retirada dos múltiplos órgãos em tempo hábil. No caso daqueles que são
vascularizados - como pulmão, coração, intestino, fígado, pâncreas e rins – é necessário que o doador seja mantido em bom estado, com o
coração batendo e que tenha a morte cerebral documentada.
No Brasil, depois de detectada a morte cerebral e após o consentimento da família, a legislação autoriza a doação de órgãos. A partir daí
gera-se um registro no Sistema Nacional de Transplante (SNT), que determina quem vai receber os órgãos doados. Por isso, é necessário
respeitar o tempo de retirada dos órgãos. Para se ter uma ideia, o tempo de retirada do órgão para o receptor específico varia de acordo
com o órgão. Por exemplo, no caso do coração, o período entre a retirada do corpo do doador e o transplante no receptor não pode
ultrapassar seis horas.
Participaram do treinamento 15 profissionais, dentre eles médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos, que hoje são treinados
pelo Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém. O HRBA já realiza captação com equipe do próprio hospital e já realizou
seis transplantes desde novembro do ano passado. Para a diretora de Enfermagem da unidade, Luciana Madruga, o assunto merece
atenção, já que há a necessidade do aumento no número de transplantes no Estado. “Transplantes salvam vidas, portanto essa decisão da
doação é da sociedade. Essa terapêutica só existe se as pessoas participarem. O transplante é o único procedimento que depende do aval
da sociedade”, frisa a diretora.

Por Thaís Portela
Hospital de Altamira sedia treinamento sobre doação e captação de órgãos
28/03/2017 09:59h
Com a finalidade de sensibilizar os profissionais da área da saúde, implantar a cultura de doação de órgãos e captar potenciais doadores na região
da Transamazônica/Xingu, o Hospital Regional Público da Transamazônica, em Altamira, em parceria com a Federação das Indústrias do Pará
(Fiepa), sediou o curso sobre ''Processo de Doação e Transplante'' voltado para profissionais multiprofissionais membros da Comissão Intra-
Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT).
Na ocasião, a coordenadora do Banco Social de Doação de Órgãos de Transplantes da Fiepa, médica Márcia Iasi, trouxe sua equipe de Belém para
esclarecer o passo-a-passo da abordagem familiar, a importância da doação e como funciona o processo de captação de órgãos no Brasil. O
treinamento visa também estimular a efetivação e reestruturação da CIHDOTT do Hospital Regional de Altamira para que a comissão passe a captar
órgãos e, assim, elevar o número de transplantes na região Norte.
“A entrevista familiar foi uma das demandas que surgiu aqui e constitui a grande ferramenta para o sucesso da doação. Há a necessidade de
qualificar os profissionais da saúde para que estejam habilitados a conversar com a família em momentos de perda”, comenta a médica Márcia Iasi.
Ela também ressalta a necessidade de sensibilização das famílias dos potenciais doadores. “Nós precisamos do consentimento familiar, mas pela
ausência de informações ou pelo não entendimento da população sobre o processo da morte encefálica muitas delas acabam não tendo essa
iniciativa, o que reflete em um número ainda muito baixo de doação de órgãos na região Norte”, explica a médica.
Durante o treinamento, a assistente social Vanessa Pimentel mostrou as estratégias relacionadas à entrevista familiar para doação de órgãos. “Nós
demos algumas dicas de como conduzir e acolher as famílias quando o assunto é doação de órgãos, e de como fazer a comunicação de um óbito
de forma humanizada. Nosso objetivo é tentar aumentar o índice de aceite familiar para doação de órgãos para que os indicadores do Pará sejam
mais significativos”, comenta.
Cabe ao Ministério da Saúde a gerência do sistema de transplantes, que trabalha com captação de órgãos e tecidos. Segundo o Banco Social, o
desenvolvimento do País foi desigual, por isso as taxas de doações são baixas na região Norte: menor que cinco doadores por um milhão de
habitantes. Números que contrastam em relação às regiões Sul e Sudeste, que registram um índice de 23 doações por milhão de habitantes.
“Trabalhar para elevar os números de doadores e, consequentemente, de transplantados na região Norte é o objetivo do Banco Social”, diz a
médica Márcia Iasi.
Para efetivar a doação com sucesso, o processo exige que haja a retirada dos múltiplos órgãos em tempo hábil. No caso daqueles que são
vascularizados - como pulmão, coração, intestino, fígado, pâncreas e rins – é necessário que o doador seja mantido em bom estado, com o coração
batendo e que tenha a morte cerebral documentada.
No Brasil, depois de detectada a morte cerebral e após o consentimento da família, a legislação autoriza a doação de órgãos. A partir daí gera-se
um registro no Sistema Nacional de Transplante (SNT), que determina quem vai receber os órgãos doados. Por isso, é necessário respeitar o tempo
de retirada dos órgãos. Para se ter uma ideia, o tempo de retirada do órgão para o receptor específico varia de acordo com o órgão. Por exemplo,
no caso do coração, o período entre a retirada do corpo do doador e o transplante no receptor não pode ultrapassar seis horas.
Participaram do treinamento 15 profissionais, dentre eles médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos, que hoje são treinados pelo
Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém. O HRBA já realiza captação com equipe do próprio hospital e já realizou seis
transplantes desde novembro do ano passado. Para a diretora de Enfermagem da unidade, Luciana Madruga, o assunto merece atenção, já que há
a necessidade do aumento no número de transplantes no Estado. “Transplantes salvam vidas, portanto essa decisão da doação é da sociedade.
Essa terapêutica só existe se as pessoas participarem. O transplante é o único procedimento que depende do aval da sociedade”, frisa a diretora.
Por Thaís Portela

Agentes da Sespa começam a vacinar moradores de Curuá contra febre amarela
Para o vaqueiro Ailton Corrêa da Silva é bom ver as ações preventivas realizadas pelo governo na região Baixar Foto Foto: Rodolfo
Oliveira/Ag. Pará PreviousNext
27/03/2017 17:07h
O Governo do Pará já enviou quase 4 mil doses de vacina contra a febre amarela para o município de Curuá, na região oeste, como parte do plano
emergencial de combate à doença, que vem sendo executado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Nesta segunda-feira (27), as
equipes de agentes de saúde do município saíram em direção às localidades Açaizinho, Maloca e Fartura para aplicar a vacina.
Enquanto o trabalho de imunização era feito, um macaco encontrado morto na zona rural foi recolhido para coleta do material, que será enviado ao
Instituto Evandro Chagas, em Belém, para identificar se a morte foi causada por febre amarela.
A Sespa recolheu relatos de pelo menos cinco mortes de macacos na zona rural de Curuá, mas nenhum, até agora, foi confirmado com febre
amarela. A suspeita, porém, é suficiente para colocar o município na rota do plano de emergência, explicou nesta segunda-feira o médico veterinário
Roberto Brito, do Departamento de Controle de Zoonoses da Sespa, durante palestra para os agentes comunitários de saúde, médicos, enfermeiros
e técnicos da cidade. “É importante que as mortes dos primatas sejam comunicadas tão logo os cadáveres sejam achados”, reforçou Roberto Brito.
Cidade cercada por regiões de várzea, Curuá tem cerca de metade da população (estimada em 13.783 pelo IBGE em 2016) morando em áreas de
floresta, com acesso difícil e demorado. A algumas localidades só se chega de barco. Segundo o prefeito José Vieira de Castro, por causa dessa
geografia o trabalho dos agentes de saúde é árduo. “Ficamos agradecidos por estar recebendo apoio do Estado neste momento. Eu mesmo,
quando soube que os profissionais do governo vinham, e que mais vacina estava chegando, aproveitei para tomar a dose que ainda faltava para
mim”, contou.
Em domicílio – Profissionais de saúde do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar chegaram a Curuá no último domingo (26) para ajudar na
vacinação. O cabo bombeiro Carlos Levy disse que a imunização vai chegar a todos os moradores da zona rural. “Estamos trazendo a vacina
diretamente nas casas, porque algumas comunidades não têm posto de saúde ou escola. Somos bem recebidos. Percebemos que as pessoas
querem ser vacinadas. Então, acabamos fazendo também um trabalho educativo, para orientá-las sobre quem deve, realmente, ser imunizado”,
explicou o militar.
Na comunidade Açaizinho, o vaqueiro Ailton Corrêa da Silva, 39 anos, estava entre os moradores que tomaram a vacina contra febre amarela nesta
segunda-feira, junto com o filho, Kelton Amaral da Silva, 12 anos, e o irmão, Hilário Corrêa da Silva, 27 anos. “Estamos muito felizes em receber os
profissionais de saúde em casa. É muito bom ver que o governo está preocupado com a gente. É a primeira vez que vejo esse tipo de atendimento
por aqui”, afirmou Ailton da Silva.
Na casa ao lado, a dona de casa Maria das Graças Ferreira, 64 anos, também recebeu os agentes de saúde que levavam as vacinas. “Não vou
tomar porque já estou garantida, mas me tranquiliza ver que agora as autoridades de saúde batem na nossa porta para nos ajudar”, frisou. O braçal
André Prites de Lima, 51 anos, vizinho de Maria das Graças, arregaçou as mangas para se proteger. “Não era vacinado. Então, agora sim me sinto
seguro e pronto para me embrenhar nas matas e trabalhar sem medo de pegar essa doença”, disse André de Lima.
Combate ao mosquito – O plano emergencial contra a febre amarela no oeste do Pará prossegue durante esta semana nos municípios de Óbidos,
Oriximiná, Curuá, Alenquer e Monte Alegre, localizados na área endêmica, onde foram registradas mortes de macacos neste ano. O objetivo é
garantir a vacina para as comunidades da zona rural, a fim de combater a febre amarela silvestre, transmitida pelo mosquito Aedes aegipty, o
mesmo transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.
Além da vacinação, as equipes orientam a população sobre a necessidade de combater o mosquito. Os cuidados são os mesmos tomados na zona
urbana, como evitar o acúmulo de água parada. Nas áreas de floresta, no entanto, o desafio é ainda maior.
Por isso, além de orientar moradores, os agentes de saúde da Sespa reforçam a preparação dos profissionais dos municípios para enfrentar o
problema. “A parceria do Estado no nosso trabalho é fundamental para conseguirmos vencer essa doença. Lutamos contra a falta de recursos, uma
logística complexa e as próprias condições geográficas da região, mas com o apoio do governo seremos vitoriosos”, ressaltou Naiara Pedroso,
coordenadora de Vigilância em Saúde da Prefeitura de Curuá.

Por Luiz Carlos Santos
ETSUS inicia cursos técnicos e de qualificação em Belém

A farmacêutica Marineide Bastos, da Fundação Hemopa, ministrou a primeira etapa do curso técnico de nível médio em
citopatologia Baixar Foto Foto: JOSÉ PANTOJA / ASCOM SESPA PreviousNext
27/03/2017 14:05h

Vinculada à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a Escola Técnica do Sistema Único de Saúde, sediada em Belém, iniciou esta
semana três cursos: o de qualificação para agentes comunitários de saúde; o da segunda turma de técnico de nível médio em citopatologia
e a da segunda turma de qualificação de conselheiros estaduais de saúde. Os dois primeiros começaram nesta segunda-feira (27) e terão
durações distintas. Já o curso de conselheiros será ministrado na quarta (29) e quinta-feira (30).
De acordo com informações contidas no edital publicado pela ETSUS no início deste mês, o curso de qualificação para agente comunitário
de saúde tem carga de 400 horas e duração de cinco meses. As aulas serão ministradas simultaneamente em 24 municípios, durante uma
semana no mês, das 8h às 18h, conforme cronograma articulado com os gestores.
O curso técnico de nível médio em citopatologia é promovido pela ETSUS em parceria com o Laboratório Central do Estado do Pará
(Lacen) e é destinado a profissionais da rede pública de saúde que atuam na área de análises clínicas. Com duração de 25 meses e carga
de 1.740 horas, a atividade está estruturada em três módulos e cinco áreas temáticas. As aulas serão ofertadas na sede da Escola Técnica
do SUS, em Belém, pelo período de uma semana a cada mês, também de 8h as 18h. A primeira etapa foi ministrada pela farmacêutica
Marineide Bastos, do Hemopa.
Responsável pela análise de laboratório das lâminas do teste de Papanicolaou, conhecido como ‘preventivo’, o exame é originalmente
chamado de citotécnico, mas desde a padronização de nomenclatura feita pelo Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos, do Ministério da
Educação, recebeu o nome de ‘técnico em citopatologia’. Em 2011, o Ministério da Saúde publicou um conjunto de ‘diretrizes e orientações’
para a formação desse técnico e vai continuar a incentivar financeiramente a criação desses cursos nas Escolas Técnicas do SUS.
Além das atividades iniciadas nesta segunda-feira (27), a ETSUS iniciará a segunda turma curso de Qualificação de Conselheiros
Estaduais de Saúde a partir desta quarta-feira, 29. A exemplo do primeiro curso oferecido em 2016, os participantes terão 64 horas de
aulas teóricas a serem ministradas durante dois dias por mês. Entre os objetivos da capacitação está o de fortalecer o controle social no
SUS, por meio da qualificação dos participantes, reorientando-os sobre suas competências e atribuições, bem como ampliar seus
conhecimentos sobre o Sistema, assim compreender a importância e a relevância do papel do conselheiro estadual de saúde, diante dos
desafios presentes a quem lida no cotidiano da saúde pública. A qualificação também contempla a compreensão da estrutura,
funcionamento, diretrizes e políticas públicas do SUS.
Os conselheiros estaduais da saúde são os representantes da população dentro da Secretaria. Entre suas principais funções estão a
fiscalização dos gastos e investimentos públicos e a criação de projetos e políticas que visem à melhoria da qualidade do serviço de saúde
oferecido à população.
Serviço: Informações sobre os cursos oferecidos pela Escola Técnica do SUS em Belém podem ser obtidas na rua Cônego Jerônimo
Pimentel, 207, Umarizal. Mais informações: 3202-9302 e 3202-9305.

Por Mozart Lira

Blitz em Tailândia combate a proliferação do Aedes aegypti

“O combate ao mosquito transmissor dessas doenças é uma questão de saúde pública", destacou o diretor executivo do HGT,
José Neto Baixar Foto Foto: ASCOM HGT TAILÂNDIA PreviousNext
27/03/2017 12:50h

O Hospital Geral de Tailândia e a Secretaria de Saúde do município vêm desenvolvendo desde o dia 10 de janeiro, ações contínuas de
combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chicungunya e zika, junto aos colaboradores, usuários e acompanhantes de
pacientes internados na unidade, por meio de palestras, distribuição de material educativo e performances nas áreas de atendimento do
hospital.
A ação estratégica é coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), com apoio dos órgãos estaduais, e já surte resultado
positivo com a queda de 74% nos casos de dengue no Pará em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do novo
Informe Epidemiológico de 2017, emitido pela Coordenação Estadual de Vigilância em Saúde.
Segundo a coordenadora do Grupo de Trabalho de Humanização do HGT, a pedagoga Elizbett Gomes, está agendado para esta terça-
feira, 28, de 8h às 10h, Blitz contra o mosquito em frente ao mercado municipal, para levar esclarecimento e orientações à população sobre
o combate ao mosquito, que transmite várias doenças. A ação contará com repasse de orientações, entrega de panfletos e faixas, entre
outros materiais.
De acordo com o enfermeiro do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, Wanderson Lisboa Braga, são medidas simples que podem
evitar muitos transtornos, como: colocar areia no prato de vasos de planta; entregar pneus velhos para o serviço de limpeza urbana; não
deixar água acumulada em nenhum lugar; manter lixeiras e caixas de água bem tampadas, entre outras.
“São mudanças de comportamento que vão determinar o fim do Aedes aegypti e isso já está surtindo efeito com a redução de casos das
doenças transmitidas pelo mosquito”, ressaltou, informando que a campanha no HGT conta ainda com apoio de apresentação de vídeos,
fonia, banners e cartazes expostos nos murais do hospital, abordando e alertando para prevenção do vírus.
Incentivador da campanha, o diretor executivo do HGT, José Neto, agradece a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Tailândia
na adesão da ação da Sespa, em favor da saúde pública. “O combate ao mosquito transmissor dessas doenças é uma questão de saúde
pública e que exige a parceria de órgãos de todas as esferas, com apoio da população”, ressaltou, mostrando-se otimista quanto às
estatísticas da campanha do estado.
Com 52 leitos, o HGT oferece assistência de média complexidade para cerca de 240 mil habitantes da mesorregião do nordeste paraense.
O Hospital Geral de Tailândia fica na Avenida Florianópolis, s/n, no Bairro Novo. Mais informações pelo fone (91) 3752-312.

Por Vera Rojas
Médicos participam de capacitação sobre Declaração de Óbito

Segundo a consultora do Ministério da Saúde, Eleonora Gehlen Walcher, o preenchimento correto da Declaração de Óbito é uma
das matérias-primas para as políticas públicas de saúde no Brasil Baixar Foto Foto: ASCOM HRSP PreviousNext
27/03/2017 11:13h

O planejamento de políticas de prevenção e promoção da saúde está diretamente relacionado à identificação dos fatores que provocam
doenças na população. É a partir desse levantamento que são definidos os investimentos estratégicos na área. Um dos instrumentos para
essa análise é a Declaração de Óbito, documento preenchido pelo médico, após a confirmação de morte, cujos dados integram o Sistema
de Informações sobre Mortalidade (SIM), desenvolvido pelo Ministério da Saúde.
Para melhorar a qualidade dessas informações, dentre outras ações, o governo federal tem capacitado médicos de todo o País sobre o
preenchimento da Declaração de Óbito. No Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, o encontro
entre o Corpo Clínico e os consultores do Ministério da Saúde foi realizado nesta quinta-feira, 23/3. O debate contou com a participação de
estudantes do curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará (Uepa) e representantes da Secretaria de Estado de Saúde Pública
(Sespa), do 11º Centro Regional de Saúde e da Vigilância Epidemiológica de Marabá.
A iniciativa integra o esforço conjunto de mais de 20 países que se empenham para qualificar a definição de causas básicas de óbito,
reduzindo, assim, os chamados garbages codes na Declaração de Óbito, que são informações com pouca utilidade para a saúde pública,
ou seja, inespecíficas para o planejamento de ações de enfrentamento.
No Brasil, 30% dos óbitos têm como causa os garbages codes e, no Pará, 35%. São registros como insuficiência cardíaca ou renal aguda,
indicadas como causa de morte, mas, que, na verdade, são complicações decorridas de um problema anterior. E é justamente essa causa
de origem que deve ser combatida pelas políticas públicas.
Segundo a consultora do Ministério da Saúde e coordenadora de Saúde da Criança e do Adolescente do Estado do Rio Grande do Sul,
Eleonora Gehlen Walcher, que conduziu a capacitação no HRSP, o preenchimento correto da Declaração de Óbito é uma das matérias-
primas para as políticas públicas de saúde no Brasil.
No Hospital Regional do Sudeste do Pará, a Comissão de Revisão de Prontuário e a Comissão de Revisão de Óbitos atuarão em conjunto
para melhorar a qualidade da definição da causa básica de morte de pacientes internados na unidade, de acordo com o diretor Técnico da
instituição, Cassiano Barbosa. Pertencente ao Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência
Social e Hospitalar, a unidade é referência em atendimento de média e alta complexidades para mais de 1 milhão de pessoas em 22
municípios.

Por Aretha Fernandes