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UNI Física_ I

Olá Aluno,

Para que você possa organizar seu estudo, é importante que saiba que esta disciplina, Física I,
está dividida da seguinte forma:

UNIDADE I. VETORES E GRANDEZAS VETORIAIS. _______________________________ 3
SEÇÃO I.1 GRANDEZAS FÍSICAS: ___________________________________________________ 3
SEÇÃO I.2 ADIÇÃO DE VETORES: ___________________________________________________ 3
SEÇÃO I.3 SUBTRAÇÃO DE VETORES: ______________________________________________ 3
EXERCÍCIOS ______________________________________________________________________ 4
GABARITOS _______________________________________________________________________ 4
UNIDADE II. CONCEITOS BÁSICOS. _____________________________________________ 4
SEÇÃO II.1. REPOUSO, MOVIMENTO E REFERENCIAL: ______________________________ 4
SEÇÃO II.2. PONTO MATERIAL E CORPO EXTENSO: _________________________________ 4
SEÇÃO II.3 FUNÇÃO HORÁRIA: ____________________________________________________ 5
EXERCÍCIOS ______________________________________________________________________ 5
GABARITOS _______________________________________________________________________ 5
UNIDADE III. CINEMÁTICA ESCALAR E VETORIAL_______________________________ 5
SEÇÃO III.1. DESLOCAMENTO ESCALAR (∆S) _______________________________________ 5
r
SEÇÃO III.2. DESLOCAMENTO VETORIAL ( ∆r ) ______________________________________ 6
SEÇÃO III.3. VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA (VM)____________________________________ 6
SEÇÃO III.4. VELOCIDADE VETORIAL MÉDIA _______________________________________ 6
SEÇÃO III.5. VELOCIDADE
r
ESCALAR INSTANTÂNEA (V) E VELOCIDADE VETORIAL
INSTANTÂNEA ( V ) _________________________________________________________________ 6
SEÇÃO III.6. ACELERAÇÃO _________________________________________________________ 6
EXERCÍCIOS ______________________________________________________________________ 7
GABARITOS _______________________________________________________________________ 7
UNIDADE IV. MOVIMENTO RETILÍNEO E UNIFORME ____________________________ 8
EXERCÍCIOS ______________________________________________________________________ 8
GABARITOS _______________________________________________________________________ 8
UNIDADE V. MOVIMENTO CIRCULAR E UNIFORME (M.C.U) ______________________ 8
SEÇÃO V.1.VETORES VELOCIDADE E ACELERAÇÃO NO M.C.U_______________________ 9
EXERCÍCIOS ______________________________________________________________________ 9
GABARITOS _______________________________________________________________________ 9
UNIDADE VI. MOVIEMNTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO. (M.R.U.V) ____ 9
SEÇÃO VI.1 FUNÇÕES HORÁRIAS DO M.R.U.V ______________________________________ 10
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 10
GABARITOS ______________________________________________________________________ 10

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Física I UNI
UNIDADE VII. OSCILAÇÕES ___________________________________________________ 10
UNIDADE VIII. MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES (M.H.S) _____________________ 10
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 11
GABARITOS ______________________________________________________________________ 12
UNIDADE IX. ONDAS _________________________________________________________ 12
SEÇÃO IX.1. CLASSIFICAÇÃO______________________________________________________ 12
SEÇÃO IX.2 VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DE UMA ONDA UNIDIMENSIONAL: _____ 12
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 13
GABARITOS ______________________________________________________________________ 13
UNIDADE X. FUNÇÕES DE UMA ONDA _________________________________________ 13
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 14
GABARITOS ______________________________________________________________________ 14
UNIDADE XI. ONDAS BIDIMENSIONAIS ________________________________________ 14
UNIDADE XII. ACÚSTICA______________________________________________________ 15
UNIDADE XIII. QUALIDADES FISIOLÓGICAS DE UMA ONDA _____________________ 15
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 16
GABARITOS ______________________________________________________________________ 16
UNIDADE XIV. CARGA ELÉTRICA ______________________________________________ 16
SEÇÃO XIV.1 PRINCÍPIOS DA ELETROSTÁTICA ____________________________________ 16
SEÇÃO XIV.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO: ______________________________________ 17
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 17
GABARITOS ______________________________________________________________________ 17
UNIDADE XV. FORÇA ELÉTRICA ______________________________________________ 17
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 18
GABARITOS ______________________________________________________________________ 18
UNIDADE XVI. CAMPO ELÉTRICO _____________________________________________ 18
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 19
GABARITOS ______________________________________________________________________ 20
UNIDADE XVII. POTENCIAL ELÉTRICO ________________________________________ 20
EXERCÍCIOS _____________________________________________________________________ 21
GABARITOS ______________________________________________________________________ 21

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Lotes 5/7. r V2 do necessário. Entende-se Ex: Massa: a massa de um corpo é 45 kg.V2 ). V1 ria! Vamos começar? Bem. mesma direção e sentido contrário. VETORES E GRANDEZAS SEÇÃO I.1 GRANDEZAS FÍSICAS: vetor diferença VD entre eles. você está r começando a estudar a disciplina de V1 Física I! Começaremos pela Unidade α r VS I: Vetores. r r Considere os mesmos vetores V1 e V2 da si- tuação anterior. que é adotado oficialmente em vários países. Observe que para É tudo que pode variar quantitativamente. Estes padrões foram unificados um ângulo “α” entre si. Em se- guida você fará exercícios para que verifique a r sua aprendizagem. VD . 3 UNI Física_ I Olá! Eu sou o professor Uni e vou r ajudar você a entender toda a maté.V2 . os vetores e . Sentido: direita para a esquerda. a sub-  GRANDEZAS VETORIAIS: São caracterizadas tração será: r por um número real denominado módulo ou in. UNIDADE I. r tando numa estrada retilínea à 80 km/h. uma direção e um sentido. 1969.V2 é o vetor oposto de V2 . r r r dezas físicas são classificadas em: realizar a operação VD = V1 . utiliza-se a regra do paralelogramo para se ve o Brasil. V2 . conforme a figura ao lado.3 SUBTRAÇÃO DE VETORES: VETORIAIS. suponha agora que deseja-se obter o r SEÇÃO I. Sobreloja. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. Muitos r r Considere dois vetores V1 e V2 que formam padrões haviam sido criados por diversos povos. O módulo do vetor diferença. Direção: horizontal. pelo Comitê Internacional de Pesos e Medidas e. assim: VD = VS = V1 + (. r r 2 r 2 r r VD = V1 + − V2 + 2 ⋅ V1 ⋅ − V2 ⋅ cos(180º−α) ⇒ Observação: Para as grandezas escalares as operações matemáticas são iguais as operações numéricas da matemática (soma. V1 panhado de uma unidade de medida. acompanhado de uma unidade de medida.br .α Módulo: 80 km/h. como veremos a seguir:  SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDA- DES: Devido ao crescente intercâmbio entre os po- vos. obter a direção e o sentido. é dado pela tensidade. O mesmo não VD = VS = V1 + V2 − 2 ⋅ V1 ⋅ V2 ⋅ cos α ocorre com as operações relativas às grandezas ve- toriais. Tempo: o tempo de duração de uma partida de por vetor oposto aquele que tem mesmo módulo.unidf. futebol é 90 minutos. r VD V1 α r −V2 r V1 Para a grandeza física velocidade do carro ficar r totalmente caracterizada precisamos fornecer: V2 180º . Portanto. relendo os conteúdos quan. Unidade II: Conceitos Básicos. r r 2 r 2 r r VS = V1 + V2 + 2 ⋅ V1 ⋅ V2 ⋅ cos α Taguatinga-DF– C 12. conforme indicado: tabelece sete unidades como fundamentais. positivo ou negativo. r r ⇒ r 2 r 2 r r subtração. foi criado o Sistema Internacional de Unidades. em diferentes épocas. r r onde o vetor . em r dos quais se deseja obter o vetor soma VS (ou resul. cada uma delas correspondendo à uma grandeza. houve a necessidade de uma maior organização SEÇÃO I. e verificando suas respostas no V2 gabarito.com. multiplicação e divisão).2 ADIÇÃO DE VETORES: nos métodos de trabalho em todo o mundo. e a lei dos cosenos para O Sistema Internacional de Unidades (SI) es- obter o módulo do vetor soma. acom. As gran. Bloco A. Uni- dade III: Cinemática Escalar e Vetorial. lei dos cossenos: Ex: Considere o carro da figura seguinte se movimen. você deve somar  GRANDEZAS ESCALARES: São caracterizadas r r r r r r por um número real. inclusi- tante).

devem ter inicial minúscula. também motorizado. relação a um determinado referencial.1. para o passageiro do automóvel. B / 2. se.4 Física I UNI Todas as unidades quando escritas por exten. Completa o sentido ao vetor velocidade de B relativo a A. de nome de pessoa. o motorista está em movimento. O corpo em relação ao qual se considera o está escrita com letra maiúscula. uma subtração entre dois vetores. Ao longo de uma ro- relação a A. Considere um automóvel téria com duas pessoas em seu interior (motorista e Intensidade lumi. módulo variando necem constantes no decorrer do tempo. Grandeza Unidade Símbolo UNIDADE II. nomes de pessoas. o marco quilométrico noroeste. se. é relativa a outro escreve-se grau Celsius. posição varia com o tempo. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. MOVIMENTO E Temperatura ter. REPOUSO. mesmo que sejam 1.br . candela cd passageira) caminhando ao longo de uma estrada. Um bote A motorizado viaja para o norte a 12 A trajetória depende do referencial adotado. porque sua Ex: metro. não basta efe. Estas considerações permitem-nos estabelecer a noção de movimento e repouso de um corpo: a) O módulo da soma de dois vetores nunca poderá ser maior que o módulo da diferen. mol mol varia no decorrer do tempo. Desse modo. pascal. qual a alternativa corre. Porém. d) O vetor velocidade de B relativo a A aponta SEÇÃO II.z) que definem a sua posição. Por exemplo. a marca que um esquiador deixa na neve represen- ta o caminho percorrido por ele em relação a uma EXERCÍCIOS pessoa parada no solo..com. CONCEITOS BÁSICOS. e 13 u. um mesmo corpo pode ter trajetórias diferentes para o leste a 16 km/h. cuja função b) O vetor velocidade de A relativo a B não é. pe- por uma grandeza vetorial ou a velocidade lo menos uma de suas coordenadas (x.  TRAJETÓRIA: Entende-se por trajetória a linha d) A soma de dois vetores que possuem a mesma determinada pelas diversas posições que um cor- direção jamais pode ser nula. Essa marca é a trajetória 1. perma- terá. Newton. todas as suas coordenadas no es- dois vetores de módulos 12 u. de algum nome que precisa de complemento.  REPOUSO: Um corpo estará em repouso em ça entre esses dois vetores. igual ao vetor velocidade de B em quilométrico numa rodovia. o motorista ao seu lado está em Observação: A unidade de temperatura da repouso. é localizar elementos geográficos e veículos que em módulo. a não ser que se trate referência. numa rodovia apenas localiza o móvel e não c) O vetor velocidade de A relativo a B aponta indica o quanto o móvel andou. e 25 u. EXTENSO: e) O vetor velocidade de A relativo a B é igual É o complemento de um nome. PONTO MATERIAL E CORPO para o sudoeste. Qual a alternativa correta: do esquiador. tuar. Sobreloja. Desse modo. a noção de movimento e. e não se flexionam no plural. variarem no decorrer do tempo.  MOVIMENTO: Um corpo estará em movimento c) Para encontrar a variação experimentada em relação a um determinado referencial. isto km/h e outro bote B. segundo etc. entre 1 u.y. Lotes 5/7. dependendo do referencial escolhido. e so- b) O vetor resultante obtido pela soma de mente se. kelvin K REFERENCIAL: modinâmica Um corpo está em movimento quando a sua posição Quantidade de ma. 2. Intensidade de ampère A corrente elétrica SEÇÃO II. dovia existem marcos quilométricos.y. viaja é. para o nordeste. Comprimento metro m Massa quilograma kg Cinemática é a parte da mecânica que descreve os Tempo segundo s movimentos independentemente de suas causas. igual a 20 km/h e aponta para nela trafegam. apropriadamente.z) relativa entre dois móveis.unidf. A. GABARITOS so. Note que Celsius corpo. paço (x. escala Celsius é uma exceção a essa regra: conseqüentemente de repouso.2. po ocupa no decorrer do tempo. em um móvel pode ser associada à noção de marco módulo. Bloco A. Os símbolos são movimento é chamado referencial ou sistema de escritos com letra minúscula. necessariamente. ta:  POSIÇÃO NUMA TRAJETÓRIA: A posição de a) O vetor velocidade de A relativo a B é.  Ponto material é todo corpo cujas dimensões podem ser consideradas desprezíveis quando Taguatinga-DF– C 12. nosa Em relação a um observador fixo em algum ponto da estrada.

Observe que a distância efetiva- 2. (km 0) com destino a cidade B (km 100) e retorna a al. efetua um deslocamento de 25 cm. Qual a alternativa errada: mente percorrida é : d=100 km (A→B) + 30 km (B→C) = 130 km. qualquer que seja o estado de movimento do trem. chegando à tabela horária da descrição do movimento. certamente. Bloco A. ver com velocidade constante Assim. Considere um ponto material em movimento e) Um ônibus faz o trajeto entre duas cidades. atribuindo-se valores a t.com. b) Um pouco atrás da sua poltrona.E / 3. De repente. a unidade da velocidade V será km/h. cidade C (km 70). no corredor ∆S = S – S0 ⇒ ∆S = 70 – 0 S ⇒ Espaço Final de um trem em movimento retilíneo. um ponto materi. de 7. c) Uma formiga desloca-se do começo para o fim po extenso. Então. ⇒ ∆S = 70 km. para o exemplo dado abaixo. Sobreloja. CINEMÁTICA ESCALAR E t = 3s ⇒ S = 10 + 5.103 . um móvel. no Sistema In. Ela verá seu filho cair (despreze a resistência do ar): a) No mesmo local. Na primeira. A função que rela- cia de 140 km. Deve-se observar que o deslocamento escalar rencial adotado.0. a unidade da velocidade V será estiver acelerando. os cigarros de 100 mm consumíveis durante Esta grandeza mede a variação do espaço escalar de 10 anos por um fumante que. 5 UNI Física_ I comparadas com as dimensões do fenômeno es. considerado um ponto material em relação a estrada. para qualquer refe. Assim. Quando não for possível desprezar as b) A Terra está em movimento em relação ao Sol. Taguatinga-DF– C 12. a espessura dessa lâmina será 2. um em seguida ao outro. em em relação a um dado referencial. Com relação aos conhecimentos adquiridos com a de um móvel. Sabendo-se O mesmo automóvel pode ser considerado um corpo que o comprimento da régua é de 40 cm.3 FUNÇÃO HORÁRIA: d) Um móvel. para que. deslocamento escalar pela equação: seria possível cobrir uma distância. efe- Ex. sua posição não varia com não é a distância efetivamente percorrida (d) por o tempo. se o trem estiver com velocida- (h). tudado. posição atual e a sua velocidade. pode ser tua um deslocamento de 10 cm. um corpo extenso. deseja-se obter a posição futura de um móvel a) Sabe-se que a espessura de uma lâmina de e o tempo decorrido até atingi-la sabendo-se a sua metal é 0. ao lado de sua poltrona. em metros. sabendo o “aqui e agora” 1. ∆S = S − S0 . o deslocamento da formiga na terceira etapa será de 20 cm. o móvel parte da cidade A e) Uma formiga é. D. pois. determinar o “ali e depois” do mesmo móvel. define-se o camente. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www.t (no SI). um móvel ao longo da trajetória. m/s: se S estiver em quilômetros (km) e t em horas d) No mesmo local. SEÇÃO II. a 50 m/s é mais veloz que outro móvel a 170 km/h. a) O Sol se move em relação à Terra. Ex. SEÇÃO III. presentada genericamente por S =f(t). isto é. Para: 1.unidf.3 ⇒ S = 25 m 2 20 VETORIAL 3 25 Nesta parte da mecânica pretende-se equacio- EXERCÍCIOS nar o movimento. Na segunda percor- ciona o espaço S com os correspondentes instantes t. t (s) S (m) t = 0s ⇒ S = 10 + 5. percorre uma distân- tempo o espaço do móvel varia. onde c) Um livro colocado sobre uma mesa está em repouso absoluto. ternacional de Unidades. então extenso quando está manobrando numa garagem. obtemos valores de S.3.1 ⇒ S = 15 m t = 2s ⇒ S = 10 + 5. GABARITOS Ex.1.0 ⇒ S = 10 m 0 10 t = 1s ⇒ S = 10 + 5. A velo- é denominada função horária do movimento e é re- cidade média do ônibus durante toda a viagem. re uma distância de 140 km. sistemati. em 60 min. é uma função de t. qual a alternativa correta: ples. Essas grandezas coincidem apenas quan- d) Uma espaço-nave viajando no espaço sideral é do não há inversão no sentido do movimento. na segunda. A função horária descreve o movimento indicando e) Um pouco atrás de sua poltrona. S ⇒ Espaço Inicial 0 ela vê o filho saltar verticalmente para cima. seja possível através de cálculos sim- cinemática escalar. B / 2. se o trem e t em segundos(s).20 mm.2 ⇒ S = 20 m 1 15 UNIDADE III. este será denominado cor. 3. em 105 min. deve- ver freando.: Na trajetória ao lado. dimensões do corpo. Uma mãe sentada numa poltrona observa seu Enquanto que o deslocamento escalar do móvel é: filho brincar. se o trem esti- Toda vez que fornecemos uma função horária.: Um automóvel numa viagem longa. Lotes 5/7. mos indicar as unidades: se S estiver em metros (m) c) Um pouco à frente de sua poltrona. onde se lê: S é de 96 km/h. Com o decorrer do duas etapas. se o trem esti- matematicamente como o espaço varia com o tempo. fumasse 20 cigarros por dia. de constante. DESLOCAMENTO ESCALAR (∆S) b) Se colocados. de uma régua em três etapas: na primeira.br .10-4 m/s.: S =10 + 5.

ela coincide com a Esta é uma grandeza vetorial. Assim. conforme a figura abaixo. da velocidade escalar é ∆V = V2 – V1 no intervalo de camento. é um vetor com ori. Bloco A. o módulo da velocidade escalar. velocidade escalar média em qualquer intervalo de pre o menor deslocamento possível entre o espaço tempo. VELOCIDADE VETORIAL MÉDIA r A velocidade vetorial média ( VM ) é o quoci- r ente entre o vetor deslocamento ( ∆r ) e o corres- pondente intervalo de tempo (∆t). a aceleração escalar média pode ser po muito pequeno. por exemplo.2. tempo ∆t = t2 – t1 . representa a média das velocidades de um escalar do móvel no instante posterior t2. Seu módulo é dado pela equação: r r V1 r ∆r VM = ∆t r Observa-se que a velocidade vetorial média possui a V mesma direção e o mesmo sentido do vetor desloca. instantânea. matematicamente definido como: Quando a aceleração escalar instantânea é a mesma em todos os instantes.3. Costuma-se medir a velocidade escalar média com outras unidades. Assim: completamente caracterizada. Observa-se que a aceleração escalar média mento ( ∆r ). Quando o móvel desloca-se a favor de aceleração (escalar e vetorial) conforme veremos da trajetória e. VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA (VM) Define-se a velocidade escalar média de um dade da velocidade vetorial instantânea reside no fato móvel como a grandeza que determina a rapidez com de a velocidade ser uma grandeza vetorial. Da mesma forma que se define velocidade es- gem em “S0” e extremidade em “S”. isto é. num dado intervalo de tempo.4. Neste caso. o km/h. portan- que o espaço escalar do móvel varia no decorrer do to. como o nome já escalar do móvel num instante t1 e V2 a velocidade diz. tante. ∆V mento no mesmo intervalo de tempo. a seguir: menta. com que a velocidade varia no decorrer do tempo. No SI a 2unidade de aceleração escalar média é r o m/s2. a velocidade é positiva. A necessi- SEÇÃO III. INSTANTÂNEA (V) E VELOCIDADE VETORIAL  ACELERAÇÃO ESCALAR INSTANTÂNEA r INSTANTÂNEA ( V ) (a): Pode ser entendida como a aceleração escalar O velocímetro de um automóvel fornece o valor média num intervalo de tempo muito pequeno. Assim. Seja V1 a velocidade tiva. ACELERAÇÃO A aceleração é a grandeza física que mede a rapidez Observações: A velocidade escalar mé. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. ela coincide com a Taguatinga-DF– C 12. Quando isto ocorre o quoci- instante.  ACELERAÇÃO ESCALAR MÉDIA (AM): Esta quando o móvel desloca-se contra a trajetória. grandeza indica de quanto varia a velocidade escalar seu espaço escalar diminui e a velocidade é nega. o espaço escalar au. A variação móvel quando este efetua um determinado deslo. Observa-se que calar instantânea pode se definir velocidade vetorial quando a trajetória é retilínea o módulo do desloca. de variação da velocidade escalar média a cada ins- de escalar média de um móvel num intervalo de tem.5. ou seja. aM = ∆t SEÇÃO III. logo. A velocidade escalar ins. ∆V ente tende a um limite que indica a tendência de escalar instantânea. de (escalar e vetorial) também se definem dois tipos tória. ∆t tantânea pode ser entendida como sendo a velocida. absoluto da velocidade escalar do automóvel a cada quando ∆t tende a zero. Define-se aceleração escalar nas indica a velocidade constante que um móvel média no intervalo de tempo ∆t por: deveria ter para percorrer este mesmo desloca.br . SEÇÃO III. portanto. A velocidade escalar média. e sentido sempre igual ao do movimento. A velocidade vetorial No SI a unidade da velocidade escalar média é instantânea tem direção sempre tangente à trajetória o m/s. No caso contrário. Denomina-se essa velocidade de velocida. o quociente tende a um valor a = lim ∆t ∆t →0 ∆t limite.unidf. inicial e o espaço final. que mede sem. precisar de uma direção e um sentido para ficar tempo. vetorial instantânea coincide com o valor absoluto da r velocidade escalar instantânea.com. Da dia terá sinal variando de acordo com o mesma forma que se definem dois tipos de velocida- sentido do movimento do móvel na traje. VELOCIDADE ESCALAR da velocidade. quando ∆t tende a zero (∆t expressa por: ∆S ∆V →0). V = V . Sobreloja. Um móvel não pode Ter duas velocida- mento vetorial coincide com o valor do deslocamento des no mesmo instante. e.6.6 Física I UNI r Quando a velocidade escalar instantânea é a SEÇÃO III. a velocidade escalar média ape. isto é. apenas determina a variação numérica da velocidade e não traz informações sobre a variação da direção SEÇÃO III. Lotes 5/7. DESLOCAMENTO VETORIAL ( ∆r ) mesma em todos os instantes.

podendo variar a direção. alternativa falsa: r  ACELERAÇÃO TANGENCIAL ( aT ): A acele. que está relacionada vetor velocidade tem módulo igual a 4m/s e está r orientado paralelamente ao eixo y. VA r ta em duas componentes : aceleração tangencial. Mas. No  ACELERAÇÃO VETORIAL INSTANTÂNEA ponto A. e verificando suas respostas no gaba- r rito. a velocidade escalar do móvel e R é o raio de curva- do na figura que se segue.  ACELERAÇÃO CENTRÍPETA ( aC ): Esta só aparece em movimentos onde a trajetória é curva.0s. atinge o ponto P2 com veloci- r denominada aceleração normal). cessário. Unidade V: Movimento Módulo : igual ao módulo da aceleração escalar : Circular e Uniforme.unidf. constante em módulo. dos. Taguatinga-DF– C 12. deslocando-se do aM = ponto A para o ponto B. e aceleração centrípeta. o vetor velocidade tem módulo igual a r 3. GABARITOS ração tangencial só aparece em movimentos varia.br . Qual a com a variação da direção de V . Deste modo:  Não se pode ter um movimento curvilíneo em que a acele- r r r ração vetorial seja constante. então a sua aceleração vetorial será nula. A aceleração vetorial é dada pela soma dos vetores r r r r r r V1 aT e a C : a = aT + aC P1 (t1) r V1 EXERCÍCIOS P2 (t2) r 1. Em movimentos uniformes. Sobreloja. por isso. considere uma partí. Sentido: Orientado para o centro de curvatura da r da pela subtração dos vetores e V2 : trajetória. que está relacionada com a variação do módulo de orientado paralelamente ao eixo x. se ∆t tende a zero a aceleração vetorial instantânea é um valor limite que indica a tendência da velocidade vetorial variar a cada instan- te. então o vetor aceleração será A aceleração vetorial média ( aM ) tem a mesma dire. e no ins. a velocidade vetorial pode variar em módulo r e direção. relendo os conteúdos quando ne- é retardado. o r r V . Em seguida r Sentido : o mesmo de V quando o movimento é faça os exercícios para que verifique a sua a- r acelerado. R cula realizando movimento circular como mostra. onde não há variação no bem. se o movimento V2 for uniforme. 5 / 2. Como já vimos. como mostra a figura ∆t abaixo. aC . continuaremos agora nosso estudo módulo da velocidade vetorial a aceleração tangencial com a Unidade IV: Movimento Retilíneo é nula. ∆V = V2 − V1  A velocidade do movimento uniforme não é constante em r r 2 r 2 módulo. onde V é dermos como determiná-la. r t1 com velocidade V1 está no ponto P1 . Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. Suas características são: grandeza mede a rapidez com que a velocidade vetorial varia no decorrer do tempo. Bloco A. Unidade VI: Movi- Direção: tangente a trajetória. dade V2 . A trajetória de uma partícula no plano xy segue r ∆V um arco de circunferência. ção e o mesmo sentido do vetor variação da veloci. r V2 Módulo: é dado pela expressão: aC = . Lotes 5/7. 1. e contrário ao de V quando o movimento prendizagem.0 ( a ): Pode ser entendida como sendo a aceleração Y r VB m/s e vetorial média num intervalo de tempo muito peque- está no. No ponto B. O módulo da aceleração vetorial média é determinado pela expressão: r 2. aT X . rial varia. ∆V = V1 + V2  Se um ponto material descreve uma trajetória parabólica r com movimento uniforme. A variação da velocidade vetorial é da. A partícula no instante tura da trajetória. dade ( ∆V ). Direção: perpendicular a velocidade em cada ponto (por este motivo. num intervalo de tempo igual a 5. Nos movimentos retilíneos a direção da r  ACELERAÇÃO VETORIAL MÉDIA ( aM ): Esta velocidade vetorial não varia e a aceleração centrípe- ta é nula. onde o módulo da velocidade vetorial varia. a aceleração vetorial é decompos. Qual a alternativa correta: V2 r ∆V r  Quando um móvel descreve uma curva. mento retilíneo Uniforme Variado. Para enten. Suas características são: e Uniforme. a aceleração centrípeta é também tante posterior t2. 7 UNI Física_ I aceleração escalar média em qualquer intervalo de pois nestes movimentos a direção da velocidade veto- tempo. não existirá aceleração centrípeta.  Sempre que um móvel tem o módulo de sua velocidade r constante.com. C.

nesse caso. Uma patrulha rodoviária mede o tempo que cada veículo leva para percorrer um trecho de 400 m da estrada. a velocidade escalar instantânea de do caminhão que você ultrapassa? deve ser igual à velocidade escalar média em qual- a) VA – VB = 5. ção média. e. no trecho AB. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. um caçador mata o gavião. Sendo de 10 m o comprimen- todo o intervalo de tempo à velocidade escalar ins- to de cada caminhão. Define-se velocidade escalar relativa de A em B relação a B como sendo a diferença entre as veloci- dades escalares de A e B: VAB = VA − VB Pelo teorema do ângulo central. Sendo de 80 km/h a velocidade máxima permiti- vale 0.8 Física I UNI d) 49min UNIDADE IV. qual a diferença. Lotes 5/7. entre a sua velocidade e a velocida- Para que isto ocorra. A velocidade escalar média. Observação: No movimento uniforme o móvel A percorre deslocamentos iguais em inter- valos de tempo iguais.com. Sobreloja. denominado deslocamento angular. paralela ao eixo x.0 m/s existe variação da velocidade escalar. se e somente se durante também constante. andando de caminhão com veloci- dade constante. No fim de 6 minu. MOVIMENTO RETILÍNEO E UNIFORME 2.0 m/s movimenta com velocidade escalar constante. relaciona-se b) 45min com wM conforme mostrado a seguir: c) 43min Taguatinga-DF– C 12. d) 56 km/h tará sempre paralelo ao vetor velocidade. da expressão ∆S = v ⋅ ∆t vem:  GRANDEZAS ANGULARES: Considere um S − S0 = v ⋅ (t − t0 ) ⇒ móvel que se desloca em trajetória circular de um S = S0 + v ⋅ t ponto “A” a um ponto “B” numa circunferência de raio S0 → a posição do corpo no instante t0 = 0 (espaço R. não d) VA – VB = 8. aproxi- tantânea é constante e não nula. podemos escrever: ∆S v= ⇒ ∆S = v ⋅ ∆t UNIDADE V.U) Temos: ∆S = S − S0 e ∆t = t − t 0 . a aceleração escalar é nula. da. VM.C. S → a posição do corpo no instante t > 0. C / 2. Um gavião voando com velocidade de 995 m/min ∆φ = R persegue um pombo que tem sobre ele 245 m de ∆φ avanço e percorre 990 m/min. como conse- qüência direta. Observe que quando um móvel qualquer se c) VA – VB = 7. MOVIMENTO CIRCULAR E ∆t UNIFORME (M. ∆S ∆φ  VELOCIDADE RELATIVA: Consideremos dois pontos materiais A e B. daqui para frente a) 44min também chamada de velocidade linear. Assim: v = v M = constante b) VA – VB = 6. Numa estrada.  FUNÇÃO HORÁRIA: Como no MU a velocidade GABARITOS escalar média coincide com a velocidade escalar 1. madamente. Unidade⇒ rad/s bo. A / 3. Determine o ∆t tempo que faltava para o gavião alcançar o pom. você leva 4 segundos para ultra- Um certo movimento é uniforme (MU) ao passar um outro caminhão cuja velocidade é longo de certa trajetória. wM = tos. D instantânea. Um automóvel percorre a primeira a) O módulo da componente do vetor acelera. inicial). 3. No movimento o móvel descreve um ângulo .unidf. carro na segunda metade do trecho para evitar a aponta em direção ao primeiro quadrante do multa? plano xy. no trecho AB. o vetor aceleração es. metade do trecho com velocidade de 140 km/h. movendo-se em uma mesma trajetória retilínea com velocidades escalares VA e VB.6 m/s2. a) 57 km/h c) Supondo que o módulo do vetor velocidade b) 58 km/h se mantém constante ao longo da trajetória c) 54 km/h circular.0 m/s ≠ 0 . ∆φ . qual deve ser a maior velocidade média do b) O vetor aceleração média.0 m/s quer intervalo de tempo. temos : EXERCÍCIOS ∆S 1.br . Bloco A.

de tempos em tempos (intervalos) iguais. logo.  MOMENTOS PERIÓDICOS: Nos movimentos circulares. pedaladas por minuto. 1 1 as velocidades angulares e conseqüentemente. escalares devem ser R RB Quando isto acontece.C. As velocidades o móvel passa pelo mesmo ponto da trajetória. a velocidade angular R média é sempre igual a velocidade angular instantâ- nea (wM = w ). A / 2. temos : φ = φ0 + w ⋅ t em segundos. Bloco A. vale a equação : S = S0 + v ⋅ t .1. as polias completam mesmo nú- mero de voltas no mesmo intervalo de tempo. nam : Neste caso.U: Com velocida- de escalar constante.C. Lotes 5/7. e o tempo gasto em cada finalidade é transmitir rotação (volta completa) chama-se período (T).C.U: É todo mo- vimento cuja trajetória é circular e a velocidade esca- lar é constante. são de- r r V nominados uniformemente variados (MUV). neste movimento existe aceleração centrípeta. Dire- R ção: radial. o movi.br . Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. como : R R R R R 1. a) 240 rpm não há aceleração tangencial. EXERCÍCIOS S S0 + v ⋅ t S S0 v ⋅ t Assim : = ⇒ = + .C. A mento é dito periódico. isto é. R R R a) f = 10Hz b) f = 11Hz SEÇÃO V. UNIDADE VI. se móvel mantém a velocidade iguais para que não escalar e a aceleração escalar constantes. rotações com freqüên- medido em segundos[s]. e o ciclista dê 60 de variação da intensidade do vetor velocidade. Uma “mountain bike” de 21 marchas possui 3 trajetória. Supondo que mento a corrente acople a coroa maior (raio 10 cm) à O vetor aceleração tangencial mostra a tendência catraca menor (raio de 2. f T wA = wB ⇒ fA = fB  FUNÇÃO HORÁRIA DO M.U. 0 = φ0 e = w .U d) f = 13Hz Vetor Velocidade: Intensidade: constante e igual ao módulo da velocidade escalar. Sentido: varia a cada instante do movi.R. Direção: tangente à 2. as T = ou f = freqüências são iguais. 9 UNI Física_ I ∆S Sabendo-se que ∆φ = e ∆S = VM ⋅ ∆t . mas. em como em movimentos uniformes a intensidade do rpm. b) 242 rpm ção centrípeta mostra a tendência da variação da c) 244 rpm direção do vetor velocidade. conseqüentemente. no M. O vetor acelera. chama-se freqüência (f) o número de vezes em que VA = VB ⇒ wA ⋅ R A = wB ⋅ RB o fenômeno se repete na unidade de tempo. temos : R ∆S V ⋅ ∆t wM = ⇒ wM = M ⇒ VM = wM ⋅ R R ⋅ ∆t R ⋅ ∆t  TRANSMISSÃO DE UM M.unidf. qual será a freqüência. coroas na frente e 7 catracas atrás. logo. a direção da d) 246 rpm velocidade vetorial varia a todo instante.VETORES VELOCIDADE E c) f = 12Hz ACELERAÇÃO NO M. Sobreloja. mas qualquer grandeza esca- lar pode ser obtida pelo quociente entre a respectiva grandeza escalar e o raio da trajetória. O motor executa 600 rotações por minuto. a velocidade angular média tem sempre o mesmo valor para qual. (M.com.5 cm).U. medida em ciclos por segundo [Hz]. Aceleração Centrípeta: Intensidade : aC = . Sentido: para o centro da trajetória. r aC r r  MOVIMENTO ACELERADO E RETARDADO: aC aC V Em cinemática escalar.V) Os movimentos onde a velocidade escalar varia r V igualmente em intervalos de tempos iguais. da roda traseira? vetor velocidade não varia. As grandezas período (T) e freqüência (f) se relacio. De- S S V termine sua freqüência em hertz e seu período = φ . Vetor GABARITOS V2 1. Como o movimento é uniforme. Num fenômeno periódico cias diferentes. de acordo com a orientação r r V r aC aC r V Taguatinga-DF– C 12.U. conclui-se que no M. A. R quer intervalo de tempo. MOVIEMNTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO.C. Com velocidade angular constante. ocorra deslizamento.

km/h.0 s. A / 2. para afirmar se a velocidade esca- metro não deve ultrapassar os seguintes máxi- lar de um móvel está aumentando ou diminuindo mos: Velocidade = 20 m/s.. S = S0 + V0 ⋅   + ⋅   ⇒  a  2  a  Ex. O som da pedra no fundo após 9 s. Divida o resultado encontrado por 10 aceleração escalar têm sinais contrários. Aceleração = 4 m/s2. Assim. a) 207. uma composição de trajetória).br . e verificando ‘t’ do tipo: suas respostas no gabarito. Para 2⋅a estudá-lo iremos tomar como exemplo a oscilação V 2 = V02 + 2 ⋅ a ⋅ ∆S Equação de Torricelli retilínea de um corpo num plano horizontal sem atri- to. qual a distância percorrida pelo carro? te (não nula). determine a profundidade do poço. isto é.H. É possível provar que a verifique a sua aprendizagem. e despreze a parte fracionária do resultado. t0 = 0.unidf.5 s escalar diminui no decurso do tempo. Considerando a desaceleração unifor- acontece.. substituindo ‘t’ na função horária do MRUV. pode- pedra fique sujeita a uma aceleração da gravida- se afirmar que num movimento acelerado a velocida- de igual a 10 m/s2 e que a velocidade do som no de escalar e a aceleração escalar têm o mesmo sinal. Um carro.R. a velocidade escalar pode ser positiva (móvel se desloca a favor da orientação da trajetória) EXERCÍCIOS ou negativa (móvel se desloca contra a orientação da 1. veremos agora a Unida- V = V0 + a ⋅ t Função Horária da Velocidade de VII e VIII: Oscilações e M. Movimento Progressivo Retrógrado a) 40 m Acelerado V>0 e a>0 V<0 e a<0 b) 45 m Retardado V>0 e a<0 V<0 e a>0 c) 48 m d) 42 m SEÇÃO VI. relendo função horária do MRUV é uma função do 2º grau em os conteúdos quando necessário.10 Física I UNI da trajetória. Então. MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES (M.5 s sinal da variação da velocidade ( ∆V ). V0 ⋅ V − V02 V2 − 2 ⋅ V ⋅ V0 + V02 S − S0 = + ⇒ a 2⋅a UNIDADE VIII. que a composição leva para partir de uma esta- Movimento Acelerado: O módulo da velocidade ção e parar em outra. escalar aumenta no decurso do tempo. Sobreloja. estes movimentos são denomina- a dos movimentos oscilatórios. preso a uma mola ideal. OSCILAÇÕES  EQUAÇÃO DE TORRICELLI: Isolando o Uma onda se desloca de um ponto à outro no V − V0 espaço através de movimentos que se repetem com o tempo (t) na equação da velocidade : t = e passar do tempo. quando isto em 4. Por questão de segurança. Uma pedra cai em poço e o observador ouve o do. qualquer que seja o inter. c) 209. viajando com velocidade escalar de 72 ado a velocidade escalar experimenta variações i. temos:  MOVIMENTOS OSCILATÓRIOS: Um fenômeno 2 é periódico quando se repete identicamente em  V − V0  a  V − V0  intervalos de tempos iguais.S. Bloco A.5 s Observa-se que o sinal da aceleração depende do d) 206.00 km. ⇒ a = ⇒ a ⋅ t = V − V0 ⇒ t Continuando. ar é 320 m/s. Lotes 5/7. c) 46 m valo de tempo considerado: d) 40 m ∆V V − V0 a = aM = = cons tan te ≠ 0 ⇒ a = ⇒ mas ∆t t − t0 GABARITOS V − V0 1. de acordo com a orientação da trajetória. se a aceleração escalar é a) 42 m a mesma em todos os instantes. a ⋅ t2 S = S0 + V0 ⋅ t + Função Horária do MRUV 2 UNIDADE VII. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www.1 FUNÇÕES HORÁRIAS DO M. Admitindo que a mesmo ocorre no movimento retardado. devemos trabalhar com o módulo da velocidade esca- Frenagem = 2 m/s2. ela coincide com a b) 48 m aceleração escalar média. conforme a figura: Taguatinga-DF– C 12. D.S) V0 ⋅ V − 2 ⋅ V02 + V02 − 2 ⋅ V ⋅ V0 + V2 ∆S = ⇒ É o movimento oscilatório mais simples.V No movimento retilíneo e uniformemente vari.: O movimento de um pêndulo.U. caso exista. Desse modo. A / 3. 3. distantes entre si 4. e num movimento retardado a velocidade escalar e a em metros. Em Devemos também conhecer como os espaços (S) seguida faça os exercícios para que variam no decorrer do tempo. me.H.5 s Movimento Retardado: O módulo da velocidade b) 208. a aceleração escalar instantânea é constan. um mo- vimento acelerado pode ser progressivo ou retrógra- 2.com. breca repentinamente e consegue parar guais em intervalos de tempos iguais. Determine o menor tempo lar.

de tempos em tempos (intervalos) iguais. se o movimento do corpo é uniforme. ximo negativo (amplitude negativa).Portanto. Lotes 5/7. e o a esfera está na posição de equilíbrio. sobre o diâmetro da a) w = 4π rad/s circunferência.9π N/m. 1. a velocidade angular ‘w’. Assim :  FORÇA ELÁSTICA: É a força exercida pela L mola sobre a esfera no exemplo anterior e que atua T = 2⋅π⋅ sempre no sentido de restaurar o equilíbrio. Onde x é a elongação. g dulo é dado pela expressão: Onde.U: O MHS é presa a uma mola de constante elástica igual a a projeção de um movimento circular e uniforme 0. portanto a = −w2 ⋅ x . é chamada de x pulsação do movimento. Se a esfera for Quando o corpo está oscilando a única força abandonada na posição anterior. Na figura R é o raio da circunferência (amplitude).br . Pode-se obter as expres- sões que permitem o cálculo da velocidade e da r aceleração em função do tempo no MHS. mas w = ⇒ com velocidade máxima. da equação da aceleração de equilíbrio até um máximo afastamento positivo. esta começa a se que atua sobre ele que produz algum efeito é a força aproximar da posição de equilíbrio aumentando cada elástica exercida pela mola.S: Nos movimentos peri- Na primeira situação observa-se a esfera ódicos. Pode-se determinar uma expressão para o da situação observa-se a esfera afastada da posição cálculo do período no MHS. F v(t) = − A ⋅ w ⋅ sen(φ0 + w ⋅ t ) a(t) = − A ⋅ w2 ⋅ cos(φ0 + w ⋅ t ) -x  PERÍODO NO M.H. assim a força elástica é vez mais sua velocidade devido a força exercida pela igual a força resultante sobre o corpo. temos: de equilíbrio é denominada elongação da mola (x).H. Na segun. Uma partícula de 0. ou deformação. onde a mola tempo gasto em cada volta completa chama-se perí- não está nem comprimida nem tracionada.S E M. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www.com. Bloco A. o presa a mola que está fixa na parede.unidf. Pode-se fazer: F x cos φ = ⇒ x = R ⋅ cos φ . Sobreloja. A força exercida m pela mola sobre a esfera mais uma vez tende a trazer T = 2⋅π⋅ Período no MHS K a esfera para a posição de equilíbrio. A esfera conti- nuará se deslocando até atingir um afastamento má. A partir deste uma vez que o movimento pendular é um caso de instante começa o retorno. O período de oscilação de um pêndulo simples.1 kg de massa oscila em MHS  RELAÇÃO ENTRE M. MHS. e K é a cons- tante elástica da mola.C. a amplitude A do movi- F mento. mas denominado amplitude (A). Após passar pela posição de equilíbrio 2⋅π K = m ⋅ w2 . a esfera não consegue T parar e começa a comprimir a mola. Seu mó. A distância que a esfera se encontra da posição massa do corpo em MHS. Deve-se observar que a força exercida pela mola está ( FEL = FR ⇒ −K ⋅ x = m ⋅ a ⇒ − K ⋅ x = m ⋅ − w2 ⋅ x ⇒ ) diminuindo. o movimento de sua projeção é um MHS. tem-se: a(t) = −A ⋅ w2 ⋅ cos(φ0 + w ⋅ t ) . isto é. 11 UNI Física_ I Observa-se que enquanto um corpo percorre Posição de equilíbrio uma circunferência sua projeção está realizando so- bre o diâmetro da circunferência um movimento de vai-e-vem. Seja ‘m’ a mola. Determine a pulsação do movimento. Corpo b) w = 5π rad/s R c) w = 6π rad/s d) w = 3π rad/s φ Corpo x Taguatinga-DF– C 12. Nesta situação móvel passa pelo mesmo ponto da trajetória. e φ é o ângulo x=0 r inicial de movimento ou fase inicial. odo (T). L é o comprimento do pêndulo e g a ace- F = −K ⋅ x leração da gravidade local. que representa a dureza da EXERCÍCIOS mola. e observa-se A ainda que o raio R da circunferência é igual a máxima r elongação da mola. como o movimento é circu- R lar e uniforme temos: φ = φ0 + w ⋅ t . Neste caso a força e- xercida pela mola sobre a esfera é no sentido de x = A ⋅ cos(φ0 + w ⋅ t ) . substituindo tem-se: x = A ⋅ cos(φ0 + w ⋅ t ) Função Horária do MHS No MHS. retornar para a posição de equilíbrio.

: Ondas na superfície de líquidos. Se esta pessoa movimentar sua mão para λ Crista cima e. Propagam-se no vácuo e em determinados meios materiais. neste caso.: Ondas em cordas. Bloco A. Unidade XI: Ondas Bidimensionais.unidf. o que Km/s). Ondas. plana. haverá uma massa m e comprimento L. Uma mola de constante elástica 40 N/m é posta a Ex. dimensão: ondas puntiformes (a frente de onda é um ponto). define-se sua densidade série de pulsos propagando-se ao longo da corda. Ache o período de oscilação de um corpo. Sobreloja. reproduzindo o movimento da mão. conhecida como Relação de Taylor: F  Força. Unidade X: Funções de uma respectivamente). gama. dade XII: Acústica. respectivamente). D / 3. Se a VALE pessoa na extremidade da corda deslocar sua mão Quando uma onda é formada numa corda de para cima e para baixo da posição inicial. como a razão entre sua massa (m) e o seu Denomina-se “onda” a série de pulsos que se propaga comprimento (L): µ = m/L = Kg/m através de um meio. Determine o superfície de um líquido.2 VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DE Considere-se uma corda presa em uma de suas UMA ONDA UNIDIMENSIONAL: extremidades e esticada horizontalmente por uma pessoa. Raios X. GABARITOS  DIMENSÃO DE UMA ONDA: Unidimensional é a onda que se propaga em uma 1.: Som. CLASSIFICAÇÃO F f  Freqüência (Hz) V=  NATUREZA: Ondas Mecânicas são T  Período (s) µ perturbações que se propagam em um meio elástico. em seguida. Ex.000 cm. 3. Assim. mas ainda tem mais! dimensões: ondas circulares e retas (a frente de Vamos continuar com a Unidade IX: onda é uma circunferência ou uma reta. No vácuo todas as ondas lástica 320 N/m. já aprendemos bastante coisas Bidimensional é a onda que se propaga em duas nessa matéria.12 Física I UNI 2. Ondas Eletromagnéticas são originadas por cargas a) T = π/20 s elétricas aceleradas. período de oscilação da mola. onda se propagando numa corda. para baixo. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. cujo MHS tem amplitude de 20 eletromagnéticas têm a mesma velocidade (300. Caso a amplitude se reduza a metade. λ  Comprimento de onda através das vibrações das partículas que constituem o A  Amplitude meio. Ex. C. Neste exemplo. linear µ. denomina-se “pulso”. verifica-se que um distúrbio propaga-se ao longo da corda. onda na oscilar com uma carga de 0. enquanto o “pulso” passa por esses pontos. SEÇÃO IX. consistem-se na b) T = π/30 s propagação simultânea de um campo elétrico e de c) T = π/80 s um campo magnético variáveis com o tempo e com a d) T = π/10 s posição. a corda é o meio e A velocidade de propagação V de uma onda a mão da pessoa que faz o movimento vertical é a periódica numa corda depende da força a que ela fonte. Entre essas unidades dimensões: ondas esféricas e ondas planas (a frente você encontrará exercícios para que pratique e de onda é uma casca esférica ou uma superfície verifique sua aprendizagem.1. enquanto seus pontos simplesmente sobem e descem à medida que o pulso passa por eles.: A luz. D / 2. preso a uma mola de constante e. posição de repouso da corda até o seu ponto mais Taguatinga-DF– C 12. ONDAS SEÇÃO IX. de Ex. Raios massa 200g. A expressão e os pontos mais baixos dos pulsos inferiores são os matemática que relaciona essas grandezas é vales da onda. A se para cima e para baixo. é apenas o pulso que se desloca ao longo da corda. Nossa. UNIDADE IX. Ondas d) T = π/40 s mistas são quando as vibrações ocorrem nas duas direções (transversais e longitudinais).: Som. Raios cósmicos etc. ocorre com o período ?  DIREÇÃO DE PROPAGAÇÃO: Longitudinal a) T = π/10 s é quando a onda se propaga na direção da vibração. Unidade XIII: Qualidades Tridimensional é a onda que se propaga em três Fisiológicas de uma Onda.com. Verifica-se que cada ponto da corda desloca. Lotes 5/7. Uni- Ex. Ondas de rádio (AM. FM).br . A propagação de uma onda mecânica através v  Velocidade de propagação de um meio material implica o transporte de energia  AMPLITUDE (A): É o comprimento desde a potencial e energia cinética. µ  Densidade linear da corda. Onda. a perturbação ou distúrbio. b) T = π/30 s Transversal é quando a onda se propaga numa c) T = π/20 s direção perpendicular à direção de vibração.1 kg. Os pontos mais altos são denominados cristas está submetida e da densidade linear. Assim.

f corda envia um pulso em sentido oposto. Qual é a A1 velocidade de propagação dessas ondas? a) 3 m/s b) 4 m/s c) 5 m/s d) 2 m/s 2. que será.  FREQUENCIA: É o número de oscilações T= período. 13 UNI Física_ I alto ou mais baixo de vibração (crista e vale. Refração de ondas transversais em cordas e quando um sistema GABARITOS formado por duas cordas com densidades lineares (µ) 1. Como dissemos.  VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DA ONDA (V): durante o intervalo de tempo de um período (T). No centro de um tanque com água.Quando o pulso vai da do à distância x de f. o pon. a corda se movimenta para cima. a sua posição será dada por y. a onda percorre uma distância λ Assim podemos Reflexão Extremidade livre é quando o pulso escrever: atinge a argola A. equação da onda. o y é variável com o tempo. ponto P. Cordas de repouso ou elongação do ponto P. A = amplitude. Lotes 5/7. f = 1/T. UNIDADE X.com.40 m/s velocidade de propagação. T λ  RELAÇÃO ENTRE FREQUENCIA E PERÍODO: t = tempo. Observe que a refração não é deslocamento do ponto P com relação à posição de acompanhada de inversão da fase. Ele também observa que a distância entre duas cristas sucessivas é igual a 6. 1. com características diferentes. diferentes e um pulso. exatamente igual ao pulso incidente.30 m/s outro. num dado instante t. caracterizando o fenômeno da refração. uma torneira AF = A1 + pinga a intervalos regulares de tempo. onda. FUNÇÕES DE UMA ONDA porém. pois a corda leve comporta-se como uma A este y chamaremos de perturbação do ponto P ou extremidade livre. λ = comprimento de onda. Um aluno contou 10 gotas pingando durante 20 s de observação e notou que a distância entre duas cristas sucessivas das ondas circulares produzidas na água era de 20 cm. B. Não esqueça.0 m. Quando o pulso vai da corda mais “pesada” para to P muda de posição de instante para instante e. Um pescador observa que cristas de ondas passam a cada 3. Como você pode densidades diferentes: O pulso refletido sofrerá perceber. EXERCÍCIOS desprezando todas as forças dissipativas.0 s pelo seu barco ancorado. alterando a sua d) 0. tempo t e da posição x do ponto P considerado é a respectivamente). Assim. a corda exerce uma força para cima comprimento de onda pode ser entendido a distância na região onde ela está presa. Bloco A. pois a vimento de sobe e desce em torno de sua posição de corda pesada comporta-se como uma extremidade repouso (posição inicial sobre a reta r). Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. que parte do pulso incidente sofre reflexão.10 m/s Refração é quando a onda muda de um meio para o c) 0.cos.br . Sobreloja.20 m/s b) 0. a mais “leve”. D / 2. propagando-se em uma das cordas. passará a se propagar na outra. A relação entre as velocidades do pulso antes e A equação que dá os valores de y em função do depois da refração é dada pela lei de Snell-Descartes: Taguatinga-DF– C 12. A unidade de freqüência no sistema interna- cional é Hertz (Hz) ou rotações por segundo (rps). entre duas cristas ou dois vales consecutivos.unidf. Qual a velocidade de propagação das ondas na água ? a) 0.  FENOMENOS ONDULATORIOS: Reflexão Ex- tremidade fixa é quando o pulso chega à  COMPRIMENTO DE ONDA λ (Lambda): O extremidade fixa. Seja f uma fonte de ondas e P um ponto situa. Na descida. e o maior inversão de fase (180O) se “atingir uma corda mais valor de y chamaremos de amplitude A da onda no densa do que aquela na qual está se propagando”. sofre reflexão com inversão de fase. retornando à corda de origem.2π −  executadas pelo ponto “p” na unidade de tempo. este começa a vibrar com um mo. t x y = A. Quando a onda emitida por f corda mais “leve” para a mais “pesada” parte da atinge o ponto P. a parte refletida mantém a fase inicial. Demonstra-se que esta equação é:  PERÍODO (T): É o tempo gasto para completar uma oscilação. a extremidade da v = λ. fixa. este y é variável com o tempo. v = s/t  v = λ / T transformando a energia cinética do pulso em energia ou potencial elástica.

ONDAS BIDIMENSIONAIS As ondas estudadas até agora (em cordas) são classificadas como unidimensionais.0 m/s d) 8. a b) 330 m. após a superposição. Após passarem um jam opacas ao som. conclui-se velocidade de propagação. Por que isso é possível? Qual pelo outro os pulsos seguem seu caminho é o fenômeno ondulatório em questão? normalmente. a onda vibrará numa direção. caracterizando. a interferência é denominada seu comprimento surgem quatro ventres e cinco nós. UNIDADE XI. Uma pessoa. mesmo que as paredes se- amplitudes A1 e A2 (A = A1 + A2). 3. Raio de onda: Os uma mesma direção em sentidos opostos. que. onda. Para o melhor entendimento desse fenômeno ondulatório. a interferência é denominada construtiva. mos ouvir o som do rádio em outro cômodo es- Pulsos em Fase: Aqui. Interferência: Princípio da superposição é a) 340 m. mais profunda para a mais rasa. produzimos ondas na superfície da água contida em uma bacia. Quando isso acontece.0 m/s c) 7. Ela ajusta o ritmo das palmadas de modo fase.A natureza e o homem brasi- leiro.0 m/s b) 2. separadamente.0 m/s. pode- características iniciais. Assim. assim. perturbação resultante no ponto P será dada pela c) 320 m. ondas.14 Física I UNI V1 λ EXERCÍCIOS = 1 V2 λ2 1. 8. resultante (AF) é a subtração das amplitudes de cada Sabendo que a freqüência é de 8 Hz e que em todo o pulso. Quando estamos em um cômodo da casa. Neste caso. a) 3. raios de onda determinam a direção e o sentido de propagação da onda e são perpendiculares às frentes Polarização de uma Onda é quando a onda chega de onda. Ao cidade. bate de palmas de maneira compas- menos densa. a partir da interferência de duas ondas de mesma Frente de onda: É o limite entre a região já atingida freqüência e amplitude. A.com. determine a velocidade das ondas na corda. parada diante de uma grande pare- Se o pulso se propaga de uma corda para outra de vertical. que se propagam ao longo de pela onda e a não atingida ainda. a amplitude A é a soma das tando a porta aberta. quando duas ou mais ondas atingem um ponto P. considere um trem de ondas retas pro- pagando-se na superfície da água e atingindo um obstáculo com uma fenda. Difração  É o fenômeno que consiste em uma onda contornar obs- táculos. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. Uma onda estacionária é estabelecida em uma Pulsos em Oposição de fase: A amplitude corda de 2 m de comprimento com extremos fixos. Aqui. cujo tamanho é da ordem de grandeza do comprimento de onda da onda. Sobreloja. ao fazê-lo a 30 palmadas por minuto. temos ondas denominadas bidimensi- Onda Estacionária é a onda estacionária é formada onais. deixa de ser eco. Refração  Quando a onda passa para regi- que é a direção da fenda. Considerando que a velocidade do som no ar é de 340 m/s. Bloco A. A experiência mostra que a parte da frente da onda que incide na barreira sofre reflexão e a parte que atinge Taguatinga-DF– C 12. a que polarizar uma onda é fazer com que ela tenha Refração. do comprimento de onda e freqüência da atravessar o cartão. pois este chega aos seus ouvidos jun- tamente com o som produzido naquele instante. ões de profundidades diferentes. Neste caso. determine a distância mínima entre a pessoa e a parede.unidf.br . Quando. A velocidade diminui ao passar da região um único plano de vibração.0 m/s A1 A2 GABARITOS 1. / 2. cada pulso continua com as suas 2. destrutiva. adição das perturbações que seriam causadas pelas d) 310 m. FENOMENOS: Reflexão  Há manutenção da velo- verificamos que a onda vibra em várias direções. pois se propagam em distribuição linear de matéria. ao cartão com uma estreita fenda vertical. há mudança na sua dizemos que a onda foi polarizada. por exem- AF = A1 + A2 plo. Lotes 5/7. vale lembrar que. o pulso refratado não sofre inversão de sada.

Quanto maior a é maior ou igual a 1/10 de segundo (Resistência amplitude.Considere um observador contínuo. Bloco A. Interferência destrutiva no caso incidem em obstáculos com a ordem de grandeza do de uma crista encontrar um vale. teremos do a freqüência constante. Eco . emitidos por instrumentos diferentes. mas é muito importante no meio gasoso. Refração . teto etc. se relaciona dire- atingem. freqüência e tanto mais agudo quanto maior a fre- experimentalmente. A 15 oC.000 Hz e a equação V = λ. Aqui. batimento será a diferença das freqüências. QUALIDADES a velocidade pode ser dada pela equação de Laplace: Onde: FISIOLÓGICAS DE UMA ONDA V = K. que são flutuações periódicas do som depende do meio em que ele se propaga. abala o meio ressonância é o fenômeno que ocorre quando um de propagação (o ar. Quando as ondas se interceptarem. ACÚSTICA tende ao maior valor possível. Chamam-se de vibração. e intensidade. É a reverberação. o veis de receber diretamente a onda incidente. Lotes 5/7.ocorre quando o som passa de dimensionais (cordas). mudando a sua forma para quando o som refletido chega ao observador após a ondas circulares. ao se propagar. posto para oscilar livremente. também. Por ser uma onda mecâ.Como visto no interferência construtiva no caso do encontro de duas capítulo anterior. Sobreloja. A energia. refletidos e emitidos. Não havendo interrupção entre os sons som. Os fenômenos de Ímpar  Interferência Destrutiva interesse aqui são o batimento e a ressonância. velocidade e seu comprimento de onda. conforme a temperatura praticamente não influi na velocidade do figura abaixo.br . vale lembrar ao aluno que a altura não aumenta aproximadamente 0. Altura (Freqüência)-Grave e Agudo: A altura é a T = temperatura absoluta (Kelvin). 15 UNI Física_ I a fenda sofre difração. Velocidade um som de batimentos. chegando aos nossos ouvidos antes de se extinguir o O timbre está relacionado com a forma da onda do som direto. Intensi- elevação de 1 oC na temperatura. é uma onda me. que a velocidade do som no ar qüência. sistema recebe energia periodicamente com uma são audíveis as ondas mecânicas com freqüências freqüência igual a uma de suas freqüências próprias compreendidas entre 20 Hz e 20. intervalo de tempo entre a chegada do som direto e ferência  Efeitos de interferência podem ocorrer do som refletido deve ser superior a 1/10 de em meios bidimensionais assim como em meios uni. Acústica). a velocidade do som som.unidf. nos meios sólidos e líquidos. a velocidade do som no ar é 343 m/s e no grave ou agudo. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www.T K = constante que depende da natureza do gás. Se um Par  Interferência Destrutiva sistema físico qualquer recebe impulsos de energia N= periodicamente. Um som é tanto mais grave quanto menor for a no ar cai para 340 m/s. que UNIDADE XII. PF1 . regiões impossí.O eco ocorre caminhando ao longo de uma rodovia. assim. que o sistema entrou em ressonância. dade (Amplitude)-Forte e fraco: A intensidade nos  FENOMENOS: Reflexão permite classificar o som como forte ou fraco. A freqüência do (infra-sons) desses limites. segundo. oscila com uma teremos: determinada freqüência. extinção do som direto. Portanto.com. o som não se propaga no vácuo. maior a energia transportada. A da intensidade do som resultante ouvido. estando relacionada à freqüência do ferro sólido.f. produzindo uma figura de interferên. teremos: para que sejam contornados pelas ondas sonoras. Considerando a tipo de interferência teremos. aproximadamente tamanhos entre 1. a difração ocorre quando ondas cristas ou dois vales. As ondas vão passar umas um meio de propagação para outro. onde: conclui-se que os obstáculos devem ter PF1 e PF2 são as distâncias de P a F1 e a F2.6 m/s para cada se relaciona com o volume da fonte sonora. Difração . Vibrações Acústicas.100 m/s. por sua vez. dizemos Som é uma forma de energia.000 Hz. Inter. cânica longitudinal que. Para que isto ocorra. som. ouve-se um som envolvente e Efeito Doppler .λ/2.20  λ= 340/20 =17m Par  Interferência Construtiva Interferência ocorre quando duas ondas sonoras se N= superpõem num ponto qualquer. 5. devemos calcular N velocidade do som 340 m/s. mas manten- cia. Neste caso. Uma Taguatinga-DF– C 12.f 340= λ. Esta Reverberação . Ressonância ocorre quando todo sistema físico é Quando as fontes estiverem em oposição de fase. as vibrações mecânicas Batimento ocorre quando fontes com freqüências cujas freqüências estão acima (ultra-sons) ou abaixo muito próximas sofrem interferência. Verifica-se.7 cm e 17 m Quando as fontes estiverem em fase. Timbre é uma qualidade do som que permite ao Ocorre freqüentemente que os sons emitidos ouvido humano distinguir dois sons de mesma altura por uma fonte refletem-se em paredes. V=λ. A experiência mostra que UNIDADE XIII. atingindo. Ouve-se nica. geralmente).O ouvido humano só consegue qualidade é relacionada com a energia transportada perceber separadamente dois sons distintos que o pela onda. qualidade que nos permite caracterizar o som como A 202C. Para sabermos que comprimento da onda incidente. quando a diferença de tempo entre os dois tamente com a amplitude da onda. a faixa de freqüência conforme equação seguinte: audível de 20 Hz a 20. com uma freqüência igual a uma de Ímpar  Interferência Construtiva suas freqüências preferenciais de vibração. De modo geral. chamada freqüência própria ou freqüência preferencial de vibração.PF2 = N. o referido sistema passa a vibrar com amplitude crescente. alterando sua sobre as outras.

o menor quantidade de carga encontrada na natureza. parado na estrada. Quando a ambulância passa pelo suas extremidades) é de 60. a tuba etc. com a sirene c) 8 ligada. originadas por interferência de Os prótons e os elétrons são os menores constituintes ondas de pressão geradas em uma extremidade e da matéria que apresentam carga elétrica. o intervalo é chamado de uma GABARITOS oitava. Bloco A. A essa alteração de freqüência igual a 220 Hz. repelem-se. Tubos Sonoros . Se a razão é 3:2. significa que apresenta uma falta coluna de ar é excitada em uma de suas freqüências de elétrons. também chamado de 1O Harmônico.6x10-19 C. o sax. c) 273Hz d) 275Hz i = f1/ f2 Quando i = 2 (f1= 2f2). a 2a corda (lá) emite um som de mais grave (freqüência menor).6x10-19 C = +e ventres consecutivos é λ/2. tocamos co. No S. Tubo Fechado: O tubo relação a carga elementar através da equação: fechado possui uma extremidade fechada.I. nêu- natural de vibração. Então.Quando. quando o violinista. superposição dessas ondas e como conseqüência. 11 / 2. Os tubos mais simples.com. por exemplo. Há ainda outros intervalos muito utilizados 1. Q = (nP – ne) x e EXERCÍCIOS SEÇÃO XIV. Modo de Vibração . podem ser abertos ou fechados: Tubo carga elétrica é o C (Coulomb). a 12. O comprimento das cordas de um violão (entre as repouso. ache a relação entre a freqüência observada pelo homem e a freqüência REPULSÃO: ATRAÇÃO real. comprimento da corda é L. Um homem. Unidade XVI: Campo Tom menor  10:9. este percebe um som mais agudo (freqüência maior) do que se ambos estivessem em 2. Por con- refletidas pela outra. como os cujo valor é e = 1. a flauta. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. O núcleo na região denominada eletrosfera.Primeiro modo de do átomo. Vamos a diante! Veremos agora a Uni- Exemplo: dade XIV: Carga Elétrica. Unidade XV: Semitom  16:15. a) 11 b) 10 Taguatinga-DF– C 12. Quando a zado positivamente. velocidade do som 330m/s. Unidade XVII: Potencial Elétri- Cordas Vibrantes .1. Ao ser observador.0 cm. criamos uma onda que. então. denominada de Modo de trons e elétrons. Quando um corpo está eletrizado negati- naturais ocorre ressonância.unidf. e na fechada um nó.Um  CARGA ELÉTRICA (Q): Os corpos são dotados tubo sonoro é uma coluna de ar onde ocorrem ondas de uma propriedade física denominada carga elétrica. ao movimento relativo entre a fonte (ambulância) e ele. amplificando o som. Dê sua resposta multiplicada por 10. há sempre um A carga total de um corpo pode ser medida em ventre. fixar o dedo no traste. sofrem reflexão com inversão de fase. Muitos instrumentos utilizam os tubos sonoros como  CARGA ELÉTRICA (e): A carga elementar é a ressoadores como. e corpos eletrizados com cargas de sinais observa o veículo aproximar-se. Na extremidade aberta. a unidade de do órgão. enquanto os elétrons giram ao redor do vibração. por exemplo. Ocorre. quando um corpo está eletri- possui dispositivos vibrantes apropriados. Entre essas unidades você encontrará exer- a corda de um violão.16 Física I UNI ambulância vem em sentido contrário. A onda é gerada com um jato venção: Próton ⇒ tem carga positiva. Um veículo com sua sirene ligada desloca-se  ATRAÇAÕ E REPULSÃO: A experiência mostra numa estrada plana e reta com uma velocidade que corpos eletrizados com cargas de mesmo sinal de 108 km/h. o intervalo é chamado quinta. em música para comparação de freqüência entre notas musicais. ao cícios para que pratique e verifique sua apren- chegar às extremidades fixas do braço do violão. Qual será a freqüência freqüência notada pelo observador. devido ao do novo som emitido. Aberto . 275Hz. que carga negativa. e a distância entre um QELÉTRON = . UNIDADE XIV.br . que possuirá uma determinada freqüência Átomos são compostos basicamente de prótons.1 PRINCÍPIOS DA ELETROSTÁTICA 1. Força Elétrica. Não se esqueçam que a distância entre dois QPRÓTON = + 1. afastando-se dele. Sendo a contrários atraem-se. À medida que a ambulância aproxima-se do d) 9 observador. sonoras estacionárias. CARGA ELÉTRICA haverá a formação de uma onda estacionária na corda. Sobreloja. o som percebido é dedilhada. A razão entre essas freqüências é b) 279Hz denominada Intervalo Acústico(i).0 dá-se o nome de Efeito Doppler. Elétron ⇒ tem de ar num dispositivo chamado embocadura. vamente há excesso de elétrons. Elétrico. cm de sua extremidade? Intervalo Acústico . Lotes 5/7. dizagem. dedilhar esta corda.6x10-19 C = -e ventre e um nó consecutivo é λ/4 (Onda QNEUTRÔN = 0 estacionária). Prótons e nêutrons formam o núcleo Vibração.O tubo aberto possui as duas extremidades Logo: abertas. pistão.Considere dois sons de a) 278Hz freqüência f1 e f2..

1014 elétrons Após: QA’ + QB’ = QA’ + (-QA’) = 0 c) 4. mas de sinais opostos. neutralizando suas cargas positivas (con- QANTES = QDEPOIS ⇒ forme mostrado abaixo). c) 4Q ram do corpo ‘B’ para o corpo ‘A’ até que o 3.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO: carga contrária à do indutor ‘A’. também idêntica. são colocadas lem após o contato e. Os corpos se repe. dutor ‘B’. Por A B A B sistema eletricamente isolado entende-se um sistema de corpos que não trocam cargas elétricas com o Indutor Neutro Neutro meio externo.1014 elétrons aproximar um corpo eletricamente carregado de ou. carga Q. Lotes 5/7. C. FORÇA ELÉTRICA ou excesso de cargas positivas. considere o GABARITOS corpo ‘A’ eletrizado positivamente. em contato e.  ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO: Coloca-se um Qual a carga das esferas A e C.: Se dois corpos “A” e “B” trocam cargas exclusi- vamente entre si. coloca- vação da carga é respeitado. ‘A’. que serão colocados em contato. condutor. a soma algébrica das cargas positivas e negativas é Induzido sempre constante. elétrons se desloca.unidf. a seguir. Elétrons Neutro Neutro Observações: Após o atrito os corpos se atraem. elétrons passam de um corpo para carregada e idêntica as esferas A e B.1014 elétrons  ELETRIZAÇÃO POR CONTATO: Pode-se d) 5. A / 2. eletrizadas com equilíbrio fosse atingido. Qual o número de elétrons reti- soma das cargas antes e após o atrito deve rados do corpo? ser a mesma: a) 2. Esse fenômeno de Uma carga puntiforme é aquela cujo corpo que separação de cargas que ocorre no corpo ‘B’ é cha. é colocada outro até que ambos atinjam o equilíbrio. a carga Q = 32 µC. para este tipo de sistema. os elétrons livres de ‘B’ se deslocarão para a região mais próxima de 1. tempo a esfera C é separada da esfera A e colo- Ex. mas com cargas de sinais contrários.: Considere dois corpos idênticos ‘A’ e ‘B’. Bloco A. mostra. por isso. sem a) 3Q contudo encostá-los. C. até em contato com a esfera A. respectivamente. com as demais dimensões envolvidas na situação. cada em contato com a esfera B. Taguatinga-DF– C 12.1014 elétrons Antes: QA + QB = 0 + 0 = 0 b) 3. o princípio da conser. se a esfera A em contato com outra esfera C. Ex. eletrizada com carga –Q/2. constituídos de materiais B B diferentes. deixando-os mais próximos ou mais distan.  ELETRIZAÇÃO POR ATRITO: Quando dois cor- pos eletricamente neutros. Desfaz-se a ligação à terra e QA + QB = QA’ + QB’ afasta-se ‘B’ de ‘A’. Sobreloja. Assim. d) Q tes de ‘A’. 17 UNI Física_ I  CONSERVAÇÃO DA CARGA: Em sistemas eletri- camente isolados a carga elétrica se conserva. apresenta volume desprezível comparada mado de indução eletrostática. B / 3. nal da esfera C após ser separada de B? a) Q Observações: O corpo ‘A’ estava com falta b) Q/4 de elétrons. afastadas. Para compreender melhor. a contém. Dessa forma os dois corpos ficam eletricamente carregados. O resultado final está indicado abaixo. temos: Liga-se o corpo ‘B’ a terra por meio de um fio QA e QB cargas de A e B antes do contato. Nota-se que a outra extremidade de ‘B’ (região mais afastada de ‘A’) fica com falta de elétrons livres UNIDADE XV. Duas esferas condutoras A e B possuem a mesma tro corpo (neutro ou não) e colocá-los em contato. após o contato? corpo eletrizado ‘A’ perto de um corpo neutro ‘B’. Dependendo do sinal das cargas b) 4Q de ‘A’ estas podem atrair ou repelir os elétrons do c) 2Q corpo ‘B’. Um corpo inicialmente neutro é eletrizado com com o princípio da conservação da carga. Elétrons livres sobem da Terra para o con- QA’ e QB’ cargas de A e B depois do contato. Repare que o induzido ‘B’ fica eletrizado com SEÇÃO XIV. elé- trons de um dos corpos passam para o outro. Duas esferas idênticas A e B. De acordo 1. Uma terceira esfera. Depois de algum que os dois corpos possuam a mesma carga elétrica. inicialmente des- Durante o contato. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. Qual a carga fi- dos ao lado.br . isto é. cargas 5q e 4q. 2. Então. Após o atrito “A” e “B” ficam eletrizados com cargas de mesmo sinal EXERCÍCIOS absoluto.com. são esfregados um contra o outro.

que provoca influências eletrostáticas gas foram adotados arbitrariamente.  REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 3. também criam uma região de perturbação à sua vol- que se integram simultaneamente os sinais das car. a soma vetorial de todas as forças que essa carga formes. + Fn = Fi pulsão entre duas cargas elétricas puntiformes são i =1 diretamente proporcionais ao produto das cargas e EXERCÍCIOS inversamente proporcionais ao quadrado da distância 1. é dada pela adição vetorial de r sinais opostos se atraem todas as forças que agem na carga elétrica em ques- tão. Quando uma carga q1 q2 elétrica (ou um corpo qualquer) encontra-se sobre a ação de várias forças. Essa q1 q2 r Corpos eletrizados com força resultante. após certo tempo a distância entre e- C2 les triplicar. no vácuo ? r Q1 ⋅ Q2 F =K⋅ a) 6.1N unidades escolhido. r2 b) 8F Direção: da reta que une as cargas. las. Devemos lembrar que a interação ças que aparecem nestas cargas constituem um par entre duas cargas quaisquer acontece independente- ação e reação. 2. F/4 UNIDADE XVI. ∑ R = F1 + F2 + . A / 3. A / 2. temos para o Sistema Inter. mente da presença de outras cargas e cada uma tensidade e sentidos opostos. interage com todas as outras. nas proximidades da (m) Terra. R . em cargas que nela penetram. distantes entre si 30 cm. Qual a interação eletrostática entre duas partícu- que as separa”. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. uma distância r. a resultante será força de interação entre duas cargas elétricas punti. qualquer uma das cargas. é denominado campo elétrico.unidf. chamada de força resultante. D. sendo colineares e tendo mesma in. c) 7F Sentido: atração (sinais contrários). portanto. Quando. um N ⋅ m2 do outro.. Sobreloja. Duas cargas positivas. Ele verificou experimentalmente que as for.18 Física I UNI Charles Augustin de Coulomb estudou como variava a é uma grandeza vetorial. É bom lembrar que a força Esta força (que age à distância) ocorre apenas por- Taguatinga-DF– C 12. sob a ação de uma força de intensidade K = 9 ⋅ 10 9 F. Bloco A. Dois íons positivos e isolados de qualquer ação nacional: externa se movem no espaço e são repelidos. Assim: Essas observações levaram Coulomb a enunciar r r r r n r a lei que leva seu nome: “As forças de atração e re. é atraído por esta devido à região de perturba- ção que a Terra cria ao seu redor. qual será a nova força de intera- tado obtemos uma curva chamada hipérbole cúbica. De maneira análoga. Esta região. que seja equivalente ao sistema das forças dadas. eletricamente carregadas com + 8 ⋅ 10−6 C ca- A expressão matemática dessa lei é: da uma. tação da força de interação elétrica em função da Dobrando-se a distância e tornando as duas car- distância entre duas cargas puntiformes.3N meio onde os corpos se encontram e do sistema de d) 6. denominada campo Força elétrica devido à várias cargas: Considere. gravitacional. No vácuo e praticamente no ar (com boa aproximação).4N r2 b) 6. podemos determinar a ação de r uma única força. gas iguais a q. recebe das demais. qual será a força repulsiva? Q1 ⋅ Q 2 a) 9F Intensidade: F = K ⋅ . d) 6F repulsão (sinais iguais).com. Aproximando-se uma carga q (carga de prova).br . Como resul. CAMPO ELÉTRICO F/9 d Um corpo de massa ‘m’. Lotes 5/7. r  CAMPO ELÉTRICO ( E ): Seja uma carga elétrica Q fixa em algum ponto do espaço. nota-se que haverá Podemos calcular a resultante das forças sobre uma força elétrica de interação entre as cargas Q e q. q e 2q. as cargas elétricas mos um sistema constituído por n cargas elétricas.2N A constante de proporcionalidade K depende do c) 6.. separadas por DA LEI DE COULUMB: Pode-se obter uma represen. ção entre elas? a) F = 5F’ F (N) b) F = 9F’ F c) F = 3F’ d) F = 8F’ GABARITOS F/2 1. ta. repelem-se com uma força F.

: EXERCÍCIOS r No esquema ao lado EA > 1. criado pela carga fixa e puntiforme ‘Q’. q r pende da carga de prova ‘q’. contrário de F A unidade do vetor campo elétrico no SI é o N/C (Newton/Coulomb). o quociente K0 ⋅ Q ⋅ q Observação: O vetor campo elétrico r r2 r K ⋅Q E = ⇒ E = 02 varia de ponto a ponto. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. Por convenção. Lotes 5/7. Se Q > 0. o campo elétrico num ponto será a soma vetorial espaço. Sobreloja. uma carga puntiforme de -2µC. rem” nas cargas negativas.1 N c) 0.  CAMPO ELÉTRICO DEVIDO A VÁRIAS CAR-  LINHAS DE FORÇA: São linhas imaginárias que GAS: O campo elétrico é a região de perturbação construímos ao redor de uma carga elétrica ou de eletrostática criado por uma carga elétrica Q. mesmo de F tamento (nasce na carga).2 N Taguatinga-DF– C 12. campo  CAMPO ELÉTRICO DEVIDO A CARGA QUE O elétrico.br . costuma-se dizer que as li- dos campos criados por cada carga do sistema neste nhas de força “nascem” nas cargas positivas e “ mor- ponto. Numa distribuição de cargas elétri- comportamento do campo elétrico numa região do cas. o campo é de afas- r Sentido: se q > 0. sentido da direita EB .com. 19 UNI Física_ I que está na região de perturbação elétrica. r PE O vetor campo elétrico possui as seguintes ca. porque a densidade de para esquerda e intensidade 105 N/C. A direção do vetor campo elétrico Q é tangente às linhas de força e o seu sentido é o mesmo das linhas. mas não de. Coloca-se. punti- uma distribuição de cargas. a direção e o sentido da força que atua na carga.unidf. mais Q intenso é o campo.5 N b) 0. Bloco A. em N o campo é nulo. o vetor campo r elétrico tem direção horizontal. o campo é de r aproximação (morre na carga). ou seja. paralelas e carregadas com cargas elétricas de mes- mo módulo. PP rr r EE E racterísticas: Q Q P r Q Q r F Módulo: E = Observação: A expressão confirma a inde- q r pendência do campo elétrico em relação à Direção: mesma da força F (reta que une as cargas) carga de prova. porém de sinais contrários. A intensidade do campo elétrico é proporcional à densidade de linhas. Ex.3 N d) 0. a) 0. r E3 r E2 Q P r E1 r r r r EP = E1 + E2 + E3  CAMPO ELÉTRICO UNIFORME: É possível obter um campo elétrico uniforme com duas placas planas. Num ponto de um campo elétrico. se q < 0. termine a intensidade. De- em B. Se Q< 0. quanto mais próximas às linhas se encontram. linhas em A é maior do que nesse ponto. ORIGINA: Podemos Calcular o campo elétrico da r Define-se vetor campo elétrico E no ponto P de um seguinte forma: campo elétrico. e servem para mostrar o forme e fixa.

com. a carga q armazena um campo elétrico de um ponto “A” para um ponto o trabalho sob a forma de energia potencial. Q3 mos r Q1 ca F que tende a deslocá-la. fixa Q. deve-se entender a energia potencial elétrica a) 3 N/C como sendo igual ao trabalho necessário a ser reali- zado para se deslocar à carga do ponto “P” ao infini- b) 10 3 N/C to. C / 3.10-8 C e q2 = 6. r q F Q Sentido natural do Q2 P deslocamento VP = V1 + V2 . respectivamente. de potencial (ddp). Sobre a carga de prova atua uma força elétri.0. a direção e o sentido do EP = r vetor campo elétrico resultante no vértice de um No SI a unidade de energia é o J (joule). Deve-se entender o potencial elétrico num pon- a) 5 cm de q1 to “P” qualquer do campo. se quisermos aproximar da carga fixa Q dois pontos ‘A’ e ‘B’. tería. Q Sentido de desloca- mento forçado  TRABALHO DA FORÇA ELÉTRICA: A força elé- trica é conservativa. podendo “B”. no ponto considerado.na : sua direção e no seu sentido. rença entre as energias potenciais elétricas dos pon- espontaneamente.10-8 C.unidf. respecti- uma carga de prova ‘q’ de mesmo sinal. ponto “P” qualquer é a soma algébrica dos potenciais re uma carga de prova ‘q’ abandonada numa região originados por cada carga. para colocar a carga de UAB = VA .br . é dada pela expressão: uma de sinal contrário. quando nos outros vértices existirem duas cargas puntiformes Como energia é a capacidade de realizar traba- e fixas de valor 1µC cada.5. o potencial elétrico num  ENERGIA POTENCIAL ELÉTRICA: Conside. teremos que realizar trabalho contra as forças de campo. de potenciais elétricos. No SI a unidade do potencial elétrico é o V (volt)  GABARITOS 1joule 1volt = 1. Assim. VA e VB. Desse modo. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. a força elétrica realiza um trabalho pende da trajetória seguida pela carga. Determine a posição do único ponto E K⋅Q⋅q K⋅Q em que o campo elétrico criado pelas duas cargas Logo: V = P ⇒ mas EP = . Sabendo que as cargas são q1 = 1. por unidade de carga de prova. Lotes 5/7. para deslocar d) 3 cm de q1 a carga de prova do ponto “P” ao infinito. Nessas condições.  POTENCIAL ELÉTRCO: O potencial elétrico é c) 10 5 3 N/C uma grandeza escalar que mede a energia potencial elétrica existente num sistema. situado a uma distância ‘r’ da carga criadora do campo a energia potencial elétrica adquirida pela carga de prova neste ponto é dada pela expressão: Taguatinga-DF– C 12. onde existe um campo elétrico criado por uma carga Neste caso. Sobreloja. Bloco A. POTENCIAL ELÉTRICO létricos agindo numa região. por unidade de carga 3. triângulo eqüilátero de lado 0. que indica o trabalho realizado pela força c) 7 cm de q1 elétrica. também chamada de tensão entre No entanto. ou afastar vamente.20 Física I UNI K⋅Q⋅q 2. D / 2. o trabalho realizado pela força elétrica é a dife- restituí-lo no deslocamento inverso. isto é. 1coulomb Nota-se que quando existem vários campos e- UNIDADE XVII. a força F . Duas cargas pontuais positivas estão separadas de prova. num ponto “P” qualquer tos “A” e “B”. de 15 cm. o seu trabalho não de- Neste caso. resistente (T<0). espontaneamente. Determine a intensidade.VB prova numa posição que não é a natural. V = q r r é nulo. lho. como uma propriedade do b) 6 cm de q1 campo. do campo elétrico. por ser contrária ao sentido do quando uma carga elétrica é transportada dentro de deslocamento. realiza um trabalho motor (T > 0).3 m.V3 r Neste caso. D . r q F Esta grandeza é utilizada para explicar o mo- vimento das cargas elétricas. ao deslocar a carga no  DIFERENÇA DE POTENCIAL (ddp): A diferença sentido da força.

pois. A força elétrica que age em q (90º) pelas linhas de força. a) 200 V b) 300 V ΤAB = q ⋅ UAB c) 500 V d) 100 V  SUPERFÍCIEIS EQUIPOTENCIAIS: Uma super- fície é denominada equipotencial quando todos os 2. 21 UNI Física_ I campo elétrico. o trabalho da força elétrica é dado por: ΤAB = F ⋅ ∆S ⋅ cos θ ⇒ ΤAB = q ⋅ E ⋅ d ⇒ mas ΤAB = q ⋅ UAB ⇒ U AB = E ⋅ d Com base nesta expressão pode-se utilizar o volt/metro como unidade de campo elétrico no SI. não deve haver diferença de potencial entre dois pontos quaisquer do condutor. Uma carga elétrica puntiforme q = 1µC é trans- portada de um ponto A até um ponto B de um Taguatinga-DF– C 12. Lotes 5/7.com. se houves- se uma ddp. D. portanto. as linhas de força e de Física I! Já está apto a desempe- cial elétrico diminui paralelas entre si.unidf. Determine a di- ΤAB = EPA − EPB ⇒ ΤAB = − ⇒ ferença de potencial elétrico entre os pontos A e rA rB ΤAB = VA ⋅ q − VB ⋅ q ⇒ ΤAB = q ⋅ (VA − VB ) ⇒ B. nam. em qualquer ponto é igual ao da su- perfície. Assim. D / 2. a) Va = 250 V e Vb = 150 V b) Va = 2670 V e Vb = 180 V c) Va = 270 V e Vb = 150 V d) Va = 220 V e Vb = 180 V GABARITOS 1. Sobreloja. Observação: Num condutor em equilí- brio eletrostático. A força elétrica que age em q K ⋅Q⋅q k ⋅Q⋅q realiza um trabalho TAB = 10-4 J. O poten. Uma carga elétrica puntiforme q = 1µC é trans- seus pontos estão sob o mesmo potencial elétrico.  DIFERNÇA DE POTENCIAL NUM CAMPO ELÉ- TRICO UNIFORME: Para transportar a carga de prova da superfície equipotencial VA até VB . Agora é só utilizá-los! Boa sorte em seus próximos estudos na UNI! Estamos felizes por você ter chegado aqui com êxito e continue es- tudando! Pois “O estudo enobrece o homem”. os elétrons livres procurariam pon- tos de potencial maior. Para uma carga Num campo elétrico elétrica puntiforme uniforme as super- e fixa as superfícies fícies equipotenciais equipotenciais são são perpendiculares Parabéns! Você concluiu os estudos esféricas. As portada de um ponto A até um ponto B de um superfícies equipotenciais são cortadas normalmente campo elétrico.br . EXERCÍCIOS 1. realiza um trabalho TAB = 10-4 J. A superfície do condutor é uma equipo- Condutor tencial. as cargas elétricas devem estar em repouso. podemos afirmar que num condutor em equilíbrio eletrostático. nhar todas as habilidades que os ao longo das linhas conteúdos estudados lhe proporcio- de força (VA > VB). Determine a di- ferença de potencial elétrico entre os pontos A e B. Centro – Fone/Fax: (61)351-6554/352-3448 – www. Bloco A. o potencial.