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A APP – Análise Preliminar de Perigos (PHA – Preliminary Hazard Analysis) é uma técnica que teve origem no

programa de segurança militar do Departamento de Defesa dos EUA. Trata-se de uma técnica estruturada que
tem por objetivo identificar os perigos presentes numa instalação, que podem ser ocasionados por eventos
indesejáveis.

Esta técnica pode ser utilizada em instalações na fase inicial de desenvolvimento, nas etapas de projeto ou
mesmo em unidades já em operação, permitindo, nesse caso, a realização de uma revisão dos aspectos de
segurança existentes .

A Análise Preliminar de Perigos deve focalizar todos os eventos perigosos cujas falhas tenham origem na
instalação em análise, contemplando tanto as falhas intrínsecas de equipamentos, de instrumentos e de
materiais, como erros humanos. Na Análise Preliminar de Perigos devem ser identificados os perigos, as
causas e os efeitos (consequências) e as categorias de severidade correspondentes, bem como as
observações e recomendações pertinentes aos perigos identificados, devendo os resultados ser apresentados
em planilha padronizada).

A Análise Preliminar de Perigo é uma metodologia indutiva estruturada para identificar os potenciais perigos
decorrentes da instalação de novas unidades e sistemas ou da própria operação da planta que opera com
materiais perigosos (AGUIAR, 2001).

Esta metodologia procura examinar as maneiras pelas quais a energia ou o material de processo pode ser
liberado de forma descontrolada, levantando, para cada um dos perigos identificados, as suas causas, os
métodos de detecção disponíveis e os efeitos sobre os trabalhadores, a população circunvizinha e sobre o meio
ambiente. Depois, é feita uma Avaliação Qualitativa dos riscos associados, identificando-se, desta forma,
aqueles que requerem priorização. Além disso, são sugeridas medidas preventivas e/ou mitigadoras dos riscos
a fim de eliminar as causas ou reduzir as consequências dos cenários de acidente identificados.

O escopo da Análise Preliminar de Perigos abrange os eventos perigosos cujas causas tenham origem na
instalação analisada, englobando tanto as falhas de componentes ou sistemas, como eventuais erros
operacionais ou de manutenção (falhas humanas). O grau de risco é determinado por uma matriz de risco
gerada por profissionais com maior experiência na unidade orientada pelos técnicos que aplicam a análise.

Esta metodologia pode ser empregada para sistemas em início de desenvolvimento ou na fase inicial do
projeto, quando apenas os elementos básicos do sistema e os materiais estão definidos. Pode também ser
usada como revisão geral de segurança de sistemas/instalações já em operação (AGUIAR, 2001).

O uso da Análise Preliminar de Perigos ajuda a selecionar as áreas da instalação nas quais outras técnicas
mais detalhadas de análise de riscos ou de contabilidade devam ser usadas posteriormente. A Análise
Preliminar de Perigos é precursora de outras análises.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/biologia/artigos/42913/analise-preliminar-de-perigos-app#ixzz3sOru26fH

APP - Análise Preliminar de
Perigos
A Análise Preliminar de Perigos (APP) refere-se a técnica básica de avaliação de riscos para identificar possíveis

perigos nos processos. Sua utilização poderá implicar na complementação da avaliação utilizando-se de outras

técnicas adicionais, determinado pelo critério de aceitabilidade de riscos. Seu objetivo é mostrar os perigos, sejam

eles com potencial para causar danos às instalações, aos operadores, ao público ou ao meio ambiente.

meteoritos. cujas causas tenham origem nas instalações analisadas. . estocagem.  Realização da APP propriamente dita (preenchimento da planilha para cada módulo de análise). subestações.  Definição dos módulos de análise. utilidades entre outras instalações que possam representar risco à segurança e meio ambiente. Deverão ser consideradas unidades de processo.  Coleta de informações sobre as instalações e as características das substâncias perigosas envolvidas. As principais informações requeridas para a realização da APP são as seguintes: Sobre as instalações: layout e descrição dos principais sistemas de proteção e segurança. e da lista de sugestões gerados no estudo. A realização da análise propriamente dita é feita através do preenchimento de uma planilha com as informações necessárias à avaliação de riscos para cada módulo de análise. Ficam excluídos da análise os eventos perigosos causados por agentes externos. como eventuais erros operacionais (erros humanos).  Elaboração das estatísticas dos cenários por categorias de frequência e severidade. helicópteros. Sobre os processos: descrição dos processos envolvidos. O escopo da APP abrange todos os eventos perigosos. Sobre as substâncias: propriedades físicas de inflamabilidade e de toxidade do produto. principalmente aqueles decorrentes de falhas nos procedimentos ou na execução.A metodologia de APP compreende a execução das seguintes tarefas:  Definição das fronteiras das instalações analisadas. terminais. dutos. ou terremotos e inundações.  Análise dos resultados e preparação do relatório. englobando tanto as falhas intrínsecas de componentes ou sistemas. Tais eventos externos foram excluídos por terem ocorrências consideradas extremamente remotas. tais como: quedas de aviões.