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Modelo de avaliação de sistemas construtivos e especificação

de produtos: os riscos de qualidade e desempenho

Maurício Bernardes
Gerente de Desenvolvimento
Tecnológico

CONSTRUTECH 2013
22 e 23 de outubro
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PLANO DE APRESENTAÇÃO

CONSTRUTECH 2013
22 e 23 de outubro
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TECNISA EM NÚMEROS

CONSTRUTECH 2013
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CONTEXTO DOS ÚLTIMOS ANOS Aumento da Programa Copa do Olimpíadas Mais de 20 oferta de MCMV Mundo 2014 2016 IPO’s crédito .

• Ausência de Normas para alguns produtos|sistemas: faltam referências nacionais. CENÁRIO ATUAL x DESAFIOS X RISCOS • Norma de Desempenho traz novas exigências e desafios para as construtoras. • Perícias x processos contra empresas que não se atentarem para as novas exigências. • A NBR 15575 vai de fato ser exigida . • Fornecedores desconhecem dados técnicos de seus produtos. • Dificuldade de mudar a cultura de projeto no curto prazo (qualificação x tradição). • Mercado aquecido (inércia) : fornecedores não têm muito interesse na realização de ensaios. CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 5 . • Desafio: Controlar a qualidade de obra e a conformidade. • Escassez de consultores e de laboratórios para algumas especialidades. • Construtoras assumem a responsabilidade de ensaios para validação de produtos|sistemas.

CENÁRIO ATUAL: COMUNICAÇÃO DAS NOVAS EXIGÊNCIAS CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 6 .

RISCOS X HORIZONTE DE UMA DESCISÃO O Ciclo do Empreendimento AUMENTOU ? ≈ 5 anos 5 anos Prosp. • Estrutura: 50 anos . PRJ Obra Assistência Técnica Vendas VUP ? PRJ Venda ObraAssistência Técnica Prosp. Hidrossanitário: 20 anos . Pisos: 13 anos.

RISCOS ECONÔMICOS
E o CUSTO ?
98,5%
RISCOS OPERACIONAIS

• Fornecedores quebraram;
• Sistemas sem históricos em outras praças;
• Problemas de Projeto;
• Problemas de Execução;
• Projetos e Obra realizados por parceiros;
1,5%

Prospecção AST
Projeto
Vendas
Obra VUP

RISCOS ECONÔMICOS
E o CUSTO ?
98,5%
RISCOS OPERACIONAIS

• Fornecedores quebraram;
• Sistemas sem históricos em outras praças;
DECISÃO • Problemas de Projeto;
• Problemas de Execução;
• Projetos e Obra realizados por parceiros;
1,5%

Prospecção
AST
Projeto
Vendas
VUP
Obra

DESAFIO DAS CONSTRUTORAS

CONSTRUTECH 2013
22 e 23 de outubro
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PAPEL DO P&D / ENGENHARIA Gestão dos riscos: Alinhamento Gestão da Comunicação de propósitos produção Visão sistêmica Prospecção Gestão de de terrenos projetos CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 11 .

FLUXO P&D | ENGENHARIA – AVALIAÇÃO DE INOVAÇÕES Custo / Retroalimentação Benefício Sim Sim Melhoria Potencial 7 itens Indicadores de Necessidades / Limitações Concepção do método. Produtividade Avaliação Preliminar do processo ou sistema Formulação Técnica das construtivo Treinamento e Desenvolvimento Tempo Soluções Mão de Obra É Acesso à Vantagens / Desvantagens Elaboração de protótipo informação viável ou modelos Análise do ? Desempenho Custo Não Não Solução Consolidação da Correções e única? tecnologia Alternativas Otimização do Disponíveis Banco de Ideias Processo Documentação e publicação + diretrizes Avaliação Preliminar Estudos iniciais Estudos complementares 12 .

.PARTE DO ESCOPO. • Apoio para diretrizes de projeto... • Homologação de fornecedores • Avaliação de sistemas construtivos • Inovação e proposição de diferenciais • Procedimentos de produção.EQUIPE DE P&D FORMAÇÃO DIVERSIDADE COLABORAÇÃO .. • Apoio na aplicação dos conceitos da NBR 15575 em projetos CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 13 .

SELEÇÃO DE IDEIAS E PROJETOS Avaliação e desenvolvimento de inovação CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 14 .

FILTRO – PRIORIDADE (impacto x urgência) Dispersão de projetos Impacto x Urgência 10 9 C A 8 7 6 IMPACTO 5 4 3 2 1 0 D B 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 URGÊNCIA CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 15 .

FILTRO – COMPLEMENTAR (maturação x esforço) Maturação x Esforço 10 9 C D 8 7 MATURAÇÃO 6 5 4 3 2 1 A B 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ESFORÇO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 16 .

ACOMPANHAMENTO DOS PROJETOS 2 VIABILIDADE 4 PROTOTIPAÇÃO 6 APROV.FINAL 3 CONCEPÇÃO 5 PILOTO 7 INCORPORAÇÃO ENCERRADOS CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 17 .PILOTO 8 APROV.

ACOMPANHAMENTO DOS PROJETOS Indicadores de Desempenho do Departamento: Planejamento Controle Indicadores .

AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS: APLICAÇÕES CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 19 .

AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS SISTEMAS/INOVAÇÃO MATERIAIS • Só envolve teste em obra para • Pode influenciar as linhas de propriedades que dependem de balanço e a sequência interfaces construtiva • Normas e PSQ´s ajudam na • Necessariamente envolvem avaliação testes em obra e execução de protótipos (interferência no processo construtivo) • Requer aplicação em escala piloto e treinamento • Depende de uma abordagem sistêmica CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 20 .

AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS EXEMPLOS DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO • Acústica • Racionalização • Inovação • Lições aprendidas CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 21 .

EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIAS: CONFORTO .ACÚSTICA CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 22 .

0 2005 2006 2007 Objetivo: melhorar o conforto acústico no dormitório CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 23 . AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS Chamados de Acústica na AST Medição no interior do WC: 54dB Medição no interior da suíte: 44 20 dB 15 10 5 Dificuldade: ausência de norma específica.

AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 24 .

00 4.00 6.00 2.00 10. AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS Atenuação (dB) % CUSTO Solução 10 Solução 10 Solução 9 Solução 9 Solução 8 Solução 8 Solução 7 Solução 7 Solução 6 Solução 6 Solução 5 Solução 5 Solução 4 Solução 4 Solução 3 Solução 3 Solução 2 Solução 2 Solução 1 Solução 1 0.00 8.00 0% 200% 400% 600% 800% CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 25 .

EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIAS: RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 26 .

AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS Homologação + desenvolvimento de Visita à fábrica para Pré-laje em painéis fornecedores verificação do processo de treliçados para fabricação e de controle de Elaboração de edifícios em alvenaria procedimento de qualidade (estrutura) estrutural execução e fichas de Especificação de gruas controle e recebimento com capacidade de carga Treinamento da mão de para transporte dos painéis obra no novo processo construtivo Adequação do escoramento Acompanhamento de protótipo (1ª montagem) em obra Revisão do projeto de estrutura p/ consideração Revisão do ciclo de produção Compatibilização com o das placas e validação com de estrutura e do rodízio projeto de instalações o projetista estrutural da entre equipes de alvenaria elétricas obra estrutural e montagem de laje Alteração de procedimento Análise técnica/econômica Verificação das medidas para antecipação do de segurança do grauteamento do respaldo Diretrizes de contratação trabalho para montagem CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 27 .

EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIAS: INOVAÇÃO: FACHADA VENTILADA CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 28 .

França. Espanha.Fachada ventilada  Solução interessante e de alto valor agregado  Não possui normatização nacional  Muitos fornecedores europeus entrando no mercado brasileiro (Alemanha. etc.) Como avaliar? CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 29 .

2 15 12 20 10 100 6.7 15 20 12 10 7.9 25 15 8.DESEMPENHO X INOVAÇÃO Matriz de decisão FACHADA VENTILADA Pesos para cada critério Categorias de critério (7) Critérios (29) QUADRO COMPARATIVO Estética Ventilação Desempenho Manutenção Risco Contrato Preço FORNECEDORES (peso = 4.9 7.0 Sistemas (14) média ponderada Fornecedores (7) CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 30 .1 5 15 4. 5 5 3 2 .2 7.3 9 3 25 6.4 60 20 25 8 125 9.8 20 20 6 8.8 15 15 25 10.7 60 20 25 2 125 9.2 7.5 45 16 25 4 75 6.8 5.0 7.1 7.0 8.6 20 20 6 8.9 7.8 3 3 5 2. 4 4 3 .2 Faveton Ceram SAC 4 2 20 6 6 15 9 12 12 9 9 6.5 45 20 25 4 75 6.7 6.0) (peso = 5.6 Ceram SAH 4 2 20 6 6 15 15 12 12 12 9 6.8 20 20 15 6 8.8 7.2 9 3 25 6.0 5.7 20 15 12 10 7.2 3 3 20 4.2 5 5 2.1 9 3 25 6.0 25 15 15 6 8.1 Unyclad 8 10 20 9 6 3 9 16 20 9 6 7.9 8 20 12 7.0 10.0 8.9 0 4 4 12 20 20 6 6 6 3.1 15 3 10 5.2) (peso = 3.6 8 20 15 7.5 12 8 6 4.4 60 16 25 6 75 7.9 25 25 25 25 25 25 10.0 9.9 7.6 Terreal Piterak Slim 6 2 20 15 2 3 3 8 4 12 6 4.0 20 20 12 9. 3 0.0 9 9 25 7.1 8.7 8.1) (peso = 4.0 7.9 Ulma Ulma 6 6 20 15 10 15 9 8 20 6 6 7.2 20 8 6 6.8 4 20 6 5.5 75 20 20 10 75 7.7 20 20 20 20 20 20 15 15 15 4 4 4 7.7 20 20 15 4 7.4 9 3 25 6.0 5.7 7. 3 3 5 .0 10.2 20 16 12 8.6 25 15 8.0 20 12 15 8.3) (peso = 10.0 8.9 25 25 10.2 9 9 9 3 3 3 25 6.7 5 20 15 4 5.7 25 6.1 9.6 25 20 9.4 5 .8 1 0.1 7.3 20 20 12 9.9 3 3 5 2.3 Bersal 2 2 20 6 6 15 9 12 12 9 9 6.7 6.0 7.0 7.8) (peso = 2. 5 5 .0 7.0 7.5 5.6 25 15 8.0 6. .4 Gramco Face 4 4 20 15 2 3 3 8 12 15 6 5.6 5 20 5.0 15 10 9 8 5.0 3.5 3 3 15 3.8 15 15 6 6 5.1 25 15 8.7 0 20 0 6 25 2.3 5.2) (peso = 10.1 9.7 Alubond Ventilado 8 10 20 15 6 15 9 20 20 9 9 8.7 25 6.0 15 15 3 6 5.3 60 12 25 2 100 7.1 7.1 20 10 3 6 5.1 NBK Terrart Large 40 Terrart Large 33 Terrart Mid 6 6 4 4 4 4 20 20 20 15 15 15 10 10 10 15 15 15 15 15 15 12 12 12 12 12 12 15 15 15 NOTAS INDIVIDUAIS 9 9 9 8.5 Eliane Laminum 10 6 4 15 2 15 15 16 20 6 9 7.5 60 16 25 8 75 7.5 60 16 25 8 75 60 16 25 8 75 60 16 25 8 75 7.7 15 20 12 10 7.0 7.3 20 12 15 8. - Keragail Keratwin 4 2 20 6 6 15 15 12 12 15 9 7.9 5 5 2.6 25 15 8.6 15 3 15 6.8 60 12 25 4 100 7.0 8.9 Terrart Light 4 2 20 15 10 15 15 12 12 15 9 7.0) Adaptação do sistema ao desaprumo usual Resultados de ensaios de desempenho Garantia de espaçamento horizontal Garantia do espaçamento vertical Sistema bem resolvido/ completo Comprimento máximo do painel Quantidade de itens importados Resistência a manchas do painel Absorção de umidade do painel Abertura de juntas horizontais Aparecimento do perfil vertical Precisão dimensional do painel Personalização da modulação Total conds.8 Zephir 2 2 20 3 10 3 9 8 4 9 6 4.0 20 15 3 6 5.5 60 20 25 8 25 5.7 8.2 5 20 5.7 6. de contratação Total risco (Fornecimento) Abertura de juntas verticais Dispositivo contra vibração Espessura da câmara de ar Unicidade da contratação Atendimento na pesquisa Proteção antivandalismo Altura máxima do painel Autolimpeza dos painéis Produtividade potencial Condições de garantia Detalhes construtivos NOTA FINAL Total desempenho Total manutenção Operação no Brasil Total ventilação Texturas e frisos Troca de painéis Total estética Preço Cores Forne- Sistema cedor Peso critério (1-5)  2 2 4 3 2 3 3 4 4 3 3 .0 9.

EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIAS: PISO ELEVADO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 31 .

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PISO ELEVADO EXTERNO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 32 .

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PISO ELEVADO EXTERNO – AUSÊNCIA DE PARÂMETROS PISO ELEVADO EXTERNO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 33 .

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PISO ELEVADO EXTERNO – AUSÊNCIA DE PARÂMETROS PISO ELEVADO EXTERNO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 34 .

apresenta uma superfície sempre em nível. maior velocidade de obra.” Fornecedor 2: “Resistência e durabilidade incomparável. e durabilidade já que os materiais utilizados são de alta resistência. conforme as normas brasileiras.AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO VENDAS DE COMPONENTES E SISTEMAS NO BRASIL X MUNDO Exemplo: Piso elevado externo Piso elevado no Brasil: Fornecedor 1: “Vantagens – construção a seco.” CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 35 .

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COMO LIDAR COM AUSÊNCIA DE PARÂMETROS? Comercialização com RESISTÊNCIA À FLEXÃO (KN) diferenças sensíveis de desempenho e 10.06 durabilidade 5. CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 36 .32 Fornecedor 4 Fornecedor 7 Referência: Normas estrangeiras.

CEN EN 12825 (2001) Sistema 400 J Falhas superficiais admissíveis - CEN EN 12825 (2001). BSI BS EN 1339 (2003) 30 J Falhas superficiais admissíveis – ABNT NBR 15575 (2008). BSI BS EN 1339 (2003) flexão Placas* Resistência à flexão 4 MPa AFNOR NF 187 (2006). 10 kN 300 cm² (base) uniformemente distribuído Carga de ruptura na 11 kN AFNOR NF 187 (2006). CSTC (1980) Impacto de corpo mole 900 J Sem traspasse ou fragmentação - CSTC (1980) CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 37 .AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PISO ELEVADO EXTERNO – DESEMPENHO MECÂNICO ESTABILIDADE Carregamento excêntrico 5 kN Área de contato: (1/4 do pedestal) Pedestais Carregamento 100 cm² (superior). CEN EN 12825 (2001) Impacto de corpo duro 50 J Sem traspasse ou fragmentação - CSTC (1980).

Lições aprendidas CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 38 .EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIAS: CONTRAPISO AUTONIVELANTE .

Escala Piloto Consolidação da Tecnologia Decisão pelo estudo do Contrapiso Autonivelante para grandes espessuras CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 39 . Elaboração de • Custo da solução previsto em Protótipo orçamento era reduzido/sem muita margem de manobra • Grande volume de material Verificação demandado pela solução inicialmente prevista.CONTRAPISO AUTONIVELANTE PANORAMA Estudos Iniciais • Contrapiso havia se tornado caminho crítico em uma obra.

CONTRAPISO AUTONIVELANTE Características dos Fornecedores no Mercado • Grande variação de preços. • Maior parte dos fornecedores apresentou cases de sucesso fora de SP • Escassez de empresas de engenharia para a integração da solução/aplicação CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 40 .

CONTRAPISO AUTONIVELANTE
Protótipo nº 1

Aderência Superficial
MÉDIA REFERÊNCIA O desempenho técnico do
protótipo nº1 não foi satisfatório.
0,17 MPa 0,70 MPa Medidas corretivas:
Observações: • Troca da empresa fornecedora de
• Baixa Resistência Superficial argamassa (cimento/areia)
• Alto coeficiente de variação nos • Modificação no traço da
resultados argamassa
• Aparecimento de Fissuras e Trincas

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CONTRAPISO AUTONIVELANTE
Protótipo nº 2

Aderência Superficial
O desempenho técnico do
MÉDIA REFERÊNCIA
protótipo nº2 foi melhor mas não
1,26 MPa 0,70 MPa satisfatório (trincas
Observações: significativas)
• Alta Resistência Superficial Medida corretiva:
• Variação nos Resultados aceitável • Nova modificação no traço da
• Aparecimento de Fissuras e Trincas argamassa
significativas após 21 dias !
• Consumo elevado de cimento – custo maior

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CASE: CONTRAPISO AUTONIVELANTE
Não foram realizados mais protótipos! Produto não foi plenamente
CAUSAS: desenvolvido
• Contexto de atraso da obra
• Necessidade de tomada de decisão Estudos
rápida Iniciais
APLICAÇÃO EM OBRA Elaboração de
Protótipo

Verificação

Escala Piloto

Consolidação
da Tecnologia

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CONTRAPISO AUTONIVELANTE Desempenho da Solução Adotada em escala piloto CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 44 .

21 MPa 0. há riscos significativos de falhas.20 MPa CONCLUSÃO: Quando não se percorre por inteiro o processo de desenvolvimento tecnológico de novos sistemas construtivos.9 mm 0.2 mm 1. CONSEQUÊNCIA: Criação de procedimento/diretrizes mais rigorosas para avaliação desta tecnologia CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 45 .70 MPa 4.5 mm 0.5 mm 0.1 mm 0.25 MPa 4.13 MPa 0.CONTRAPISO AUTONIVELANTE Resultados de Ensaio Resultados de Ensaio Aderência Superficial Compacidade RESULTADOS MÉDIA REFERÊN RESULTADOS REFERÊNCIA CIA 4.21 MPa 5.27 MPa 0.

AVALIAÇÃO DE MATERIAIS E TECNOLOGIAS • Conceitos FORNECEDORES HOMOLOGAÇÃO DE • Exemplos • Blocos • Concreto CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 46 .

etc Avaliação de Risco do Fornecimento Tempo de existência da empresa. certificações compulsórias ou voluntárias (Inmetro. Gap´s informados ao fornecedor CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 47 . capacidade de produção. parecer de consultor.AVALIAÇÃO DE MATERIAIS/COMPONENTES Caracterização do Produto Físicas. uso e manutenção. etc. etc. assistência técnica. Avaliação Técnica do Produto Normas técnicas. PSQ. estéticas. principais clientes. químicas. desempenho (ensaios). Filtro comercial . visitas a obras. garantias. OPERAÇÃO SUPRIMENTOS + P&D . etc) . selos de qualidade.

químicas. estéticas. visitas a obras. selos de qualidade. etc. Filtro comercial . etc. assistência técnica. principais clientes. certificações compulsórias ou voluntárias (Inmetro. desempenho (ensaios). garantias. uso e manutenção. etc) . capacidade de produção. PSQ. etc Avaliação de Risco do Fornecimento Tempo de existência da empresa. Gap´s informados ao fornecedor CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 48 .AVALIAÇÃO DE MATERIAIS/COMPONENTES Caracterização do Produto Físicas. parecer de consultor. OPERAÇÃO SUPRIMENTOS + P&D . Avaliação Técnica do Produto Normas técnicas.

Homologação de fornecedores Registro padronizado .cada tipo de fornecimento é avaliado de acordo com metodologia pré-estabelecida/ específica CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 49 .

EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES : MATERIAIS BÁSICOS CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 50 .

Homologação de fornecedores Exemplo: Blocos Estruturais  Verificação de certificado: PSQ – selo ABCP Classe Data de validade CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 51 .

de mistura (interfere na uniformidade acoplado a mecanismo de das características do bloco) dosagem automática – (uniformidade das características) CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 52 .Homologação de fornecedores  Processo de produção – armazenamento de matérias primas Mistura de agregados Cimento ensacado Armazenamento de agregados sem risco Cimento armazenado em silo.

com correção da umidade do agregado por meio de sensores Cimento em sacos: sujeito a erro na quantidade x mudança do traço Agregado em padiolas: sujeito a erro na quantidade de padiolas – mudança do traço CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 53 .Homologação de fornecedores  Processo de produção – processamento – produção do concreto Pesagem mecanizada e automatizada.

Homologação de fornecedores  Processo de produção – processamento – vibroprensagem do bloco Vibroprensas hidráulicas automáticas. que possuem a capacidade de aplicar energia de vibroprensagem adequada para blocos de alta resistência (20 MPa) sem necessidade de aumentar muito teor de cimento do traço (o que aumentaria a retração do bloco) Vibroprensas pneumáticas operada manualmente CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 54 .

Homologação de fornecedores  Processo de produção – processamento – cura do bloco Cura a vapor. em espaçamento de juntas de controle) Secagem dos blocos ao sol CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 55 . para garantir baixa retração do bloco (é critério de dimensionamento de estrutura na NBR 15961-2 – interfere por ex.

Entrega do bloco apenas com 100% do fbk Prensa com aplicação atingido. alavanca – impossível seguir a taxa de aplicação de carga da norma CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 56 .Homologação de fornecedores Processo de produção – controle de qualidade do produto Realização dos ensaios prescritos na NBR 6136. na amostragem exigida por norma. comprovado por ensaio manual de carga por anexado na nota fiscal. com equipamentos adequados.

EXEMPLO DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES : CONCRETO CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 57 .

ESTRUTURA DE CONCRETO fck: 30 MPa Ecs: 26 GPa Qual prejuízo no desempenho se for concretada com fc28 de 27 MPa? E se for concretada com fc28 de 15 MPa? E se o módulo não for atingido? CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 58 .

ESTRUTURA DE CONCRETO Controle de Qualidade: Fck 20 MPa Consumo 400 kg/m³ Fc28 = 12 MPa Consumo? Recuperação : R$200.00 CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 59 .000.

ESTRUTURA DE CONCRETO Depois de lançado. como comprovar a origem do problema ?? CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 60 .

QUALIDADE DO PRODUTO Resultado de laboratório é confiável? CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 61 .

1 185 14 186 13.5 174 Agregados não reativos.QUALIDADE DO PRODUTO Carta traço fck 30 MPa indica consumo CP-II = 283 kg/m³ RESULTADOS OBTIDOS EM RECONSTITUIÇÃO DE TRAÇO Resistência Extração (MPa) Consumo (kg/m³) 21.8 211 15.9 198 21.5 188 15. SUGESTÃO: CRIAR NORMA PRESCRITIVA PARA ESTE ENSAIO! CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 62 .8 168 12.4 196 20.

65*4.2 MPa fck = 32.1.1 MPa fck = 36.4 MPa NBR 12655: “Em nenhum caso o fck 35 Mpa (contratado) valor adotado pode ser + de 600 pontos fck recebido: menor que 2 MPa”.2 . Média: 36.4 = 25 MPa Desvio: 4.65*5 = 28 MPa Desvio: 5.65 sd fck 30 Mpa (contratado) fck recebido: + de 500 pontos Média: 32. ESTRUTURA DE CONCRETO A dosagem deve ser sempre feita para atender para o fck É NORMA! fcm = fck + 1.1 .0 MPa .1.

CONCRETO NA TECNISA Histórico: % DE INCONFORMIDADE – FORNECEDOR A 10.2% 4.5% 1.0% 6.8% 3.3% X X+1 X+2 X+3 X+4 MESES CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 64 .

2% Médio F3 1229 15 1.0% Baixo F2 2104 5 0.2% Alto F4 12777 359 2.8% CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 65 .ANÁLISE DE RISCO DE FORNECIMENTO DE CONCRETO BASE: HISTÓRICO DE 1 ANO BTs Nº DE BT'S RISCO DE FORNECIDAS FORNECEDORES < 80% DO FCK % < 80% DO FCK RECUPERAÇÃO NO ÚLTIMO NO ÚLTIMO ANO ANO Baixo F1 970 0 0.

Como reduzir o risco? CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 66 .

CONCRETO: SUGESTÕES PARA GESTÃO Sistema de informação para monitoramento de resistências Consultoria especializada: HOMOLOGAÇÃO DE FORNECEDORES Equipe de fiscalização / auditoria CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 67 .

CONSULTORIA ESPECIALIZADA •Homologação / Ranking de usinas •Apoio Técnico (Ex. durabilidade) •Auditorias •Critérios de contratação.: reações álcali- agregado. Fonte: DESEK LTDA .

VISITAS AOS FORNECEDORES . balanças aferidas. CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 69 . laboratório exemplar.. modernos sistemas.HOMOLOGAÇÃO Processo automatizado. equipe técnica capacitada..

2 37800 18:05 22..9 37803 18:30 27.5 35.3 34.2 26.7 32.2 Qual a origem da variação em carregamentos de mesmo traço e horários tão próximos? CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 70 .8 30.4 37794 17:15 26.2 24.3 34.8 31.4 37799 17:35 22..7 30.3 30 30.2 25.6 24.8 37804 18:40 25..6 30.3 37798 17:25 28.7 27. RESULTADOS ALTA VARIABILIDADE: Maior Nota Fiscal Horário 7 dias data 28 dias data valor 37793 17:00 22.8 26.4 24.9 26.7 27.7 32.2 34.2 28.4 35.3 16/05/2013 06/06/2013 37795 17:40 19.9 33.

Edição 152 .VARIAVEIS DO PROCESSO Processo possui inúmeras variáveis: Materiais Equipamentos Sistema Transporte Trânsito Tempo Processos Rastreabilidade Laboratório Clima Imagem: TECHNÉ .Novembro/2009 CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 71 .

identificação. registro Laboratório certificação INMETRO Clima condições climáticas . integridade Sistema automatizado.externalidade PESSOAS!!!!! treinamento e controle CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 72 . pouca margem para erros Transporte caminhões e pás em bom estado Trânsito externalidade Tempo demora na descarga Processos recebimento e lançamento – conformidade com normas Rastreabilidade organização.ANÁLISE CRÍTICA DO PROCESSO Processo possui inúmeras variáveis: Materiais pouca variabilidade. domínio do fornecedor Equipamentos calibração em dia.

Falta de controle na adição de água por conta do motorista..HOMOLOGAÇÃO Em algumas visitas Medidores de água realizadas identificamos suplementar com um ponto crítico defeito... CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 73 . comum..VISITAS AOS FORNECEDORES .

HOMOLOGAÇÃO Impacto da umidade de agregados graúdos Agregado graúdo = 1000 kg/m³ Se o teor de umidade do agregado graúdo for 2%.VISITAS AOS FORNECEDORES .57. Fonte: DESEK LTDA CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 74 . o que pode representar uma redução de 12 % na resistência. há aumento de 20 l/m³.5 para 0. o que fará a relação a/c passar de 0.

REAVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Sistemática de homologação dos fornecedores: a cada 6 meses Critérios: Avaliações por usinas Processo de produção Controle de qualidade Organização e limpeza Conformidade .

• Gestão de informações em tempo real • Acompanhamento dos resultados de concreto das obras. • Percentual de inconformidades por obra/período /faixa de desvio. .SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA MONITORAMENTO • Concentração das informações em um único banco de dados. visando otimizar o tempo de tomada de ação dos engenheiros de obra em caso de baixas resistências.

• Cimbramento sem folgas e com espaçamento adequado para evitar ondulações. CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 77 ..CONCRETO – RACIONALIZAÇÃO DO CONSUMO Aprimorando o controle de volume • Uso de mestras metálicas.. • Nivelamento do assoalho e do concreto . . para evitar batidas do compensado no piso x danos x aberturas + vedação de gastalhos ... • Desforma em dupla. e ainda. • Reformas frequentes para evitar frestas.

para um traço médio de 2350 kg/m³. é aceitável uma variação de 2291 kg/m³ à 2425 kg/m³.5% à +3. CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 78 .2% em massa.CONCRETO Aprimorando o controle de volume: balança Variações médias da ordem de -2. Isso quer dizer que. Na maioria dos casos é viável adquirir uma balança! Custos da ordem de R$55 mil + infra.

5 14360 41030 6.0 18690 40950 40961 8.5 16660 ? 41010 7.5 16830 41008 7.0 16870 41029 6.5 17900 CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 79 .0 20010 17750 ? 40962 6.5 16760 41007 7.5 14280 41012 6.0 8.CONCRETO Aprimorando o controle de volume Peso Nº Nota Volume Líquido Fiscal (m³) Obra 40948 8.0 16330 41028 ? 6.5 14400 41011 7.

CONCRETO Aprimorando o controle de volume: “Hidrômetro” para concreto em fase de teste! Fonte: Conault e Krohne CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 80 .

• Interlaboratorial. • Centrais de moldagem de CP´s próximas aos pontos de descarga. CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 81 . • Central de armazenamento de CP´s que permita adequado acondicionamento. • Qualificação/contratação dos melhores laboratórios. • Fazer escolhas de concreteiras baseadas em histórico x risco.CONCRETO: AÇÕES/RECOMENDAÇÕES • Controle por amostragem total. • Realizar curva de ganho de resistência para agilizar tomada de decisão. dado o impacto das inconformidades. • Qualificação/homologação de usinas (não só do fornecedor). • Concreto é item de segurança: é preciso que haja uma certificação compulsória do INMETRO.

..QUALIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE FORNECEDORES E A AVALIAÇÃO INICIAL DE INOVAÇÕES SÃO SUFICIENTES PARA ASSEGURAR ADEQUADA GESTÃO DE RISCOS? .AINDA É FUNDAMENTAL: Treinamento Controle de Qualidade Projeto e detalhes de execução CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 82 .

AINDA É FUNDAMENTAL: Controle de Qualidade MÃO DE OBRA CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 83 ...QUALIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE FORNECEDORES E A AVALIAÇÃO INICIAL DE INOVAÇÕES SÃO SUFICIENTES PARA ASSEGURAR ADEQUADA GESTÃO DE RISCOS? .

CONTROLE DE QUALIDADE – MÃO DE OBRA CONTRAPISO: Resistência à tração (kgf/cm²) CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 84 .

Avaliação da Qualidade Real CONCEITO  Avaliação quantitativa  Classificação de ocorrências conforme grau de criticidade e frequência Muito Moderado Crítico Intervenção Crítico  Check-list baseado nas sequências de etapas construtivas e principais ocorrências observadas em obras durante histórico de visitas CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 85 .

0 80% pontual ou generalizado) 6.0 a 10.0 120%  Ponderação: 8.5 90% o Frequência (problema 7.0 100% o Criticidade da ocorrência 7.5 110% 8.0 40% o Recorrência da falha < 5.9 0% CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 86 .Programa de Remuneração Variável Relação entre o desempenho da obra nas Avaliações da Qualidade Real e multiplicador da remuneração variável !! Nota de Multiplicador Performance CRITÉRIOS 9.

AINDA É FUNDAMENTAL: Projeto e detalhes de execução CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 87 .QUALIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE FORNECEDORES E A AVALIAÇÃO INICIAL DE INOVAÇÕES SÃO SUFICIENTES PARA ASSEGURAR ADEQUADA GESTÃO DE RISCOS? ...

AUDITORIA EM PROJETOS CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 88 .

ALVENARIA ESTRUTURAL: Projetista A Projetista B CUSTO DO PROJETO +87% AÇO +100% GRAUTE +72% MODULAÇÃO E ambos atentem as normas..PROJETO E DETALHES DE EXECUÇÃO AUDITORIA EM PROJETOS: Exemplo . CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 89 ..

PROJETO E DETALHES DE EXECUÇÃO AUDITORIA EM PROJETOS: Exemplo .ALVENARIA ESTRUTURAL: CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 90 .

PROJETO E DETALHES DE EXECUÇÃO AUDITORIA EM PROJETOS: Exemplo .ALVENARIA ESTRUTURAL: Boa Prática: Foco CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 91 .

CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 92 .CONSIDERAÇÕES FINAIS • O sucesso e a sustentabilidade dos negócios de uma construtora dependem diretamente da gestão eficiente de seus riscos de qualidade e de desempenho. • A administração de riscos deve levar em conta a interdependência das áreas da Companhia. • A engenharia deve assumir um papel de destaque no desenvolvimento imobiliário para minimizar os riscos do negócio. No Brasil as construtoras acabam administrando um risco maior (exemplo – sub empreiteiros. fornecedores. etc). projetistas. O sucesso do conjunto depende do sucesso de cada componente. • Em alguns mercados internacionais existe uma diluição de riscos (os contratados são muito bem estruturados).

DDT / TECNISA CONSTRUTECH 2013 22 e 23 de outubro 93 . Mais construtora por m² Departamento de Engenharia Equipe de Desenvolvimento Tecnológico Agradecimento: Engº Leandro Nakamura .