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MOVIMENTOS E RELACbES GEOMiTRlCAS 04.052
NA USINAGEM DOS METAIS
NBR 6162
ail
Terminologia OUT11989

suMAH
1 Objetiva
2 Normas complementares
3 Definiq&s
ANEXO - Figurar
Glosskio da tarminologia utilizada
Ikdice alfabk’tictico

1 OBJETIVO

Esta Norma define os termos empregados nos rwvimentos e relqoes geomitricas, en
volvidos na t&nica de usinagem, constituindo o fundamento para uma serie de nor
mas referentes ao torte dos materiais. OS conceitos sobre movimentos e relaGes
geomitricas, estabelecidos por esta Norma, aplicam-se a todos os processes de usi
-
nagem.

Notas : a) Em alguns processes de usinagem, que utilizam ferramentas corn geometria

indefinida, por exemplo retificagao, lixamento, jateamento, a presente

Norma se aplica de forma restrita.

b) OS conceitos firmados nesta Norma sao referidos a urn ponto escolhido
na aresta de torte, em cada instante considerado, denominado “ponto de
torte escolhido”.

2 NORMAS COMPLEMENTARES

Na aplica&o desta Norma, 6 necessario consultar:

NBR 6163 - Ferramentas de usinagem geometrica da cunha cortante - Procedimento

NBR 6175 - Processes meca^nicos de usinagem - Terminologia

Origem: Projeto NER 6162/89 (NB-204)
CB4 - Cornit Brasileiro de Metinica
CE-4: 0202 - Comiss& de Estuda de Feramentas de Us&gem
NBR 6162 -Chip removing - Movements and geometry of the chip removing pro- -Terminology
Foi baseada M DIN 6580

SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOCI ACAO BRASI LEI RA
METROLOGIA, NORMALlZAC$O DE NORMAS TliCNlCAS
E QUALIDADE INDUSTRIAL 0

We ferramenta. usinagem. NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA

CDU: 621.7: 62.589: 001.4 ToQd os dimitor #wonado, 37 p6ginas

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2 NBR 6162/1989

3 DEFINIC6ES

Para 0s efeitos desta Norma S&I adotadas as defini5&s de 3.1 a 3.10.3.

3.1 Movimentos entre a aresta de cork e a peca
0s movimentos no processo de usinagem s.% movimentos relatives entre a aresta de

torte e a pe5a. Estes movimentos s& referidos 2 pe5a, considerada tome parada.

Podem ser retilineos, circulares ou quaisquer. Sk movimentos no local de atua -
520, produzidos pela maquina-ferramenta. OS cavacos S&I produzidos atrav& do mo-

vimento efetivo, ap6s ter sido efetuado o movimento de ajuste.

3.1.1 Movimento efetivo
Movimento entre a aresta de torte e a pega, do qua1 resulta o processo de usina -
gem. Ele 6, geralmente, resultante dos movimentos de torte e de avan5o. Quando

Go houver urn movimento de avan5o simult%eo, 0 movimento efetivo set-Z id&tic0

ao movimento de torte (ver Figuras 1 a 4 do Anexo).

3.1.2 Movimento de torte
Movimento entre a aresta de carte e a pe5a, o qua1 sem o movimento de avan50,
origina somente uma Gnica remo5k de cavaco, durante uma rota5Zo ou urn cur50
(ver Figuras 1 a 4 do Anexo).

3.1.3 Movimento de avawo
Movimento entre a aresta de Carte e a pe5a que, juntamente corn o movimento de

torte, possibilita uma remo5ao continua ou repetida de cavaco, durante varias ro-

ta5&s ou cursos.~ 0 movimento de avan5o pode ser continua, por exemplo, nas ape -
ra56es de torneamento e furas%, ou repetido, por exemplo, no aplainamento (ver

Figuras 1 a 4 do Anexo).

m&a: Para as defini56es das opera56es de usinagem, ver NBR 6175.

.3.1.4 Movimento de ajuste
Movimento entre a aresta de torte e a pe5a, no qua1 6 predeterminada a espessura
da camada de material a ser removida.

Nota: Em alguns processes de usinagem, por exemplo, sangramento, fura5& e bro
chamento, nao existe o movimento de ajuste.

1 0s simbolos das diferentes grandezas utilizadas, seguem a norma international
ISO 3002. As grandezas de dire5ao de torte, de avan e d.ire5k efetiva, apre
-
sentam os indices "c" (proveniente de "cutting"), "f" (proveniente de "feed")

e "e" (proveniente.de "effective") respectivamente. Desta forma, o simbolo de

velocidade de torte 6 vet e de velocidade de avan e v f. As grandezas de pew
tra5Zo apresentam o simbolo "a", acompanhado dos diferentes indices.

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NBR 6162/1989 3

3.1.5 Movimento de correc~o
ikvimento entre a aresta de torte e a pew, para compensar altera&s devidas,
par exemplo, ao desgaste da ferramenta, varia&es de posi&o originadas termica -
mente, etc.

3.1.6 Movimento
de aprosimacao
Movimento entre a aresta de torte e a pega, corn o qua1 a ferramenta antes da usi -

nagem, 6 aproximada 2 pe~a.

3.1.7, Mov-imento de ~ecuo
Movimento entre a aresta de Carte e a pega, corn o qua1 a ferramenta, ap6s a usi -

nagem, 6 afastada da pew.

3.2 Dire&s dos movimentos2

3.2.1 Uirecrlo efetiva
Dire& instantanea do movimento efetivo, no ponto de torte escolhido.

3.2.2 D&C&O de cork
Diregao instantanea do movimento de torte, no ponto de torte escolhido.

3.2.3 Dire&o de avanCo
Dire& instant&a do movimento de avawo, no ponto de torte escolhido.

3.2.4 L&ES& de ajuste
Dire& instantanea do movimento de ajuste, no ponto de torte escolhido.

3.2.5 Dire&o de corm&o
Dire& instantanea do movimento de corre~ao, no ponto de torte escolhido.

3.2.6 Dire&~ de qwoximac~o
Dire& instantznea do movimento de aproxima&, no ponto de torte escolhido.

3.2.7 Dire&o de ECUO

Diregao instantanea do movimento de recuo, no ponto de torte escolhido.

3.3 Velocidades

3.3.1 ~elocidade efetiva ve
Velocidade instant&ea do movimento efetivo, no ponto de torte escolhido (ver Fi
guras 1 a 4 do Anexo).

Nota: Quando a rela&~ entre a velocidade de avan~o vf e a velocidade de torte v
c
for muito pequena, vale a aproxima&:

v = ” (1)
e c

' A dire& do movimento 6 definida pelo vetor velocidade do ponto de torte esco
lhido, em cada~instante considerado.

ou seja. 3.3.3.3. 3.4. 3.1 Percurs efetivo Le Percurso. 3. descrito pelo ponto de torte escolhido. “0 ponto de torte escolhido (ver Fi- guras 1 a 4 do Anexo). no ponto de torte escolhido (ver Figuras 1 a 5 do Anexo). descrito pelo ponto de torte escolhido Segundo o movimento efetivo (ver Figura 6 do Anexo). ou seja. soma dos elementos de percurso.2 Percurso de torte L C Percurso. descrito pelo ponto de torte escolhido.4.3 Velocidade de avan~o vf Velocidade instantkea do movimento de avan~o. 3.5 ~ercurso de corre~clo Ln Percurso.3 Percurso de aVanC0 Lf Percurso. no ponto de torte escolhido. ou seja. correspondentes a uma rota&o ou curso. descrito pelo ponto de torte . sao denomi- nados avan~os (ver se~ao 3. corn o fim de determinar a espessura da camada de material a ser removido. Segundo o movimento de torte (ver Figura 6 do Anexo).4.8).6 Velocidade de aproximac& v a Velocidade instantsnea do movimento de aproximaG:o. Nota: OS percursos de avan~o. soma dos elementos de percurso. 3. 3. 3.2 veltocidade de co&e vC Velocidade instant&ea do movimento de torte.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 4 NBR 6162/1989 3.3. sotna dos elementos de percurso. no ponto de torte escolhido. no ponto de torte escolhido. soma dos elementos de percurso. no ponto de torte escolhido. Segundo o movimento de avan~o (ver Figura 6 do Anexo).5 Velocidade de correc& v " Velocidade instantkea do movimento de correC:o.J Veltocidade de yecuo v r Velocidade instantanea do movimento de recuo. sao determinadas as grandezas de penetra&o (ver se5So 3.4. ou seja. por exemplo. Segundo o movimento de ajuste. 3. 3.9).4 VeLocidade de ajuste vz Velocidade instantkea do movimento de ajuste.3.4. pela rota&50 ou nGmero de curses.4 Percursos OS percursos definidos a seguir podem ser limitados. soma dos elementos de percurso.3 . AIota: Atrav& do percurso de ajuste. descrito pelo ponto de torte escolhido. ou seja. pela quantidade de pegas ou pelo tempo correspondente. 3.4 Percurso de ajuste Lz Percurso.

soma dos elementos de percurso. Segundo o movimento de aproximazao. obtem-se: a) movimentos transversais. corn movimentos rotativos Referindo-se a ferramenta ou 5 peGa corn movimentos rotativos.5.5. descrito pelo ponto de torte escolhido Segundo o movimento de recuo. ou seja.1 a 3. descrito pelo ponto de torte escolhido.5.5. direGoes. 3. c) velocidades transversais. b) componentes radiais (indice r). vekxidades e percursos OS movimentos. velocidades e percursos definidos nas se&jes 3.ineares da ferramenta ou da pe~a Referindo-se aos movimentos lineares da ferramenta ou da peGa. normais e longitudinais. b) componentes normais (indice N). radiais e tangenciais. .6 Percurs de aproximacrlo L a Percurso. d) percursos transversais. obtem-se: a) movimentos axiais. ap& o process0 de usinagem. dire&k. normais e longitudinais. 3. normais e longitudinais. c) velocidade de avan tangential vft.4. distinguem-se: a) componentes axiais (indice a). c) velocidades axiais. para afastar a ferramenta da peGa. d) percursos axiais. Segundo o movimento de corre&o. Consequentemente. 3.por exemplo. etc. distinguem-se: a) componentes transversais (indice T). radiais e tangenciais.7 ~ercurso de recuo Lr Percurso. c) componentes tangenciais (indice t). normais e longitudinais. podem ser obtidos a partir de diversos componentes (ver sesoes 3. para compensar. “aria&es de posiGao originadas termicamente.3). radiais e tangenciais.5 Conponentes dos movimentos. soma dos elementos de percurso. ou seja. o desgas te da ferramenta. b) velocidade de avan5o radial vfr.4. 3. f) percurso de ajuste tangential LZt.1 a 3.2 Componentes reZativos c(os movimentos Z. 3. radiais e tangenciais.4. Consequentemente. para posicionar a ferramenta em rela5Zo i pega. e) percurso de ajuste radial Lzr.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 616211989 5 escolhido.1 Componentes reLativos 6 ferramenta ou & pew. d) percurso de ajuste axial LZa. b) direGoes axiais. antes do process0 de usinagem. Exemplo: a) velocidade de avan axial vfa. b) dire&s transversais. c) componentes IDngitudinais (indice L).

7.7.3 Piano de trabalho Pfe Piano imaginario que contern as dire&es de torte e avan~o. 3. passando pelo ponto de torte escolhido (ver Figuras 7 a 9 do Anew e NBR 6163).ver DIN 66217.5.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 3.6.1 A^ngulo da dir&o de avanco $J Angulo entre a dire& de avan~o e a dire& de torte. por exemplo. mesmo quando o movimento de wanGo seja composto de varies compo- nentes. Uma parte da superficie em usinagem 6 novamente removi - 3 Outros conceitos. no fresamento (ver Figg ras 7 a 11 do Anexo). distinguem-se: a) componentes X (indice X).2 Angulo da dir&o efetiva rl Angulo entre a diresao efetiva e a dives% de torte. Consequentemente. direGoes.6. Y e 2 (ver Figura 5 do Ane~o)~. obtem-se movimentos. .7 superf&ies da pe~a 3. sen$ tgrl = (2) ” 2 + cos$’ vf 3. 0 kgulo da dire&o de avan~o pode ser constante. pois instantaneamente existe uma kica dire& de avan~o.6 Conceitos auriliares Para uniformidade dos conceitos relatives aos diferentes processes de ujinagem.3 Componentes relatives fi mciquina-ferramcnta Referindo-se a maquina-ferramenta.2 Superf&ie em usinagcm Superficie da pega que esti sendo gerada pelas arestas de cork da ferramenta (ver Figura 12 do Anexo). 3. Existe sempre urn 50 pla - no de trabalho. Neste piano se reali zam os movimentos que’tomam parte na forma& do cayaco. par exemplo.6. 3.3).1 a 3. velocidades e percursos nos ei Cópia não autorizada xos X.6. c) componentes Z (indice Z).6. 6 necessaria a introduG% de alguns conceitos auxiliares (ver se& 3. no torneamento 4 = VO’. ou variavel con tinuamente durante o processo de usinagem. 3.1 Superficie a usinar Superficie da pe~a antes da opera& de usinagem (ver Figura 12 do Anexo). b) componentes Y (indice Y). 3.

3. o avanCo por dente corresponde ao increment0 dos dentes sucessi - vos da brocha. consequentemente. 0 avawo por dente e. medida no piano de trabalho e perpendicular a direGao de torte (ver Figura 14 do Anexo). medido no piano de trabalho (ver Figura I4 do Anexo).1 Avan~o f AvanGo por rotasso ou curso.3 Avnn~o de torte fc Dista^ncia entre duas superficies consecutivas em usinagem.8.8.8. 3. tern-se: fc = fZ = f (6) 3. no torneamento. 3.3 SuperfLcie usinada Superficie da peGa que foi gerada pelo processo de usinagem (war Figura 12 do Anexo) . tern-se: fz = f (4) No brochamento.2 Avanco par dente fZ Rercurso de avanGo par dente ou aresta de torte. por exemplo torneamento e aplainamento.8 Grandezas de avan~o As grandezas de avanGo resultam de percursos de avawo. medida no piano de . flotu: De acordo corn a diferenciaGao entre aresta principal e secundaria de car te.4 Avanco ef&iVo f e Distkia entre duas superficies consecutivas em usinagem. Quando z=l . no aplainamento ou no fresamento corn fresas de urn Cinico dente (ferramentas monocortantes). 3. Nos processes de usinagem onde $ = 9D”.8. As partes remanescentes na pe~a formam a “super - ficie usinada”. pode-se diferenciar a superficie de usinagem em “principal e secunda - ria” (ver Figura 13 do Anexo e NBR 6163). a dista^ncia en tre duas superficies consecutivas em usinagem. Tern-se assim: Onde z e o numero de dentes ou arestas de torte. Tern-se as- sim: f = f sen I$ (5) c z .7.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1999 7 da na prbima rota&o ou Curso. medido no piano de trabalho (ver Figura 13 do Ane_ x0). relatives 2 rotacao ou a0 curso. 3. por exemplo. medida na dir&o de avanco. Do avanGo por dente derivam o “avanCo de torte e o avanso efeti - vo”.

Tern-se as- sim: fe 1 f* . 3.9. nao e a largura de torte (ver se& 3.com avan~o radial do rebolo (retifica& de m’ergulho) ae corresponde ao avan~o radial fr (ver Figura 19 do Anexo). 3. #&a: Na retifica& cilindrica convenciona-se a penetra& de trabalho ae 5 meta de da variagk de di.?imetro da pe~a “uma volta (ver Figuras 19 e 20 do A”e- x0). medida no piano de traba - lho e perpendicularmente 5 direita de avan~o.2 PenetracZo de trabalho ae Grandeza de penetra&o da ferramenta em rela~k 5 pe~a.1 tiofundidade ou targura de usinagem ap Profundidade ou largura de penetraqk da ferramenta em rela& 3 pega.9.10.kgulo q pode ser despreza - do. resul tando: fe : fz. se” $I = fc (8) 3.1. Para a retifica&o cilindrica. =P brochamento. 3.1. fresamento e retificaG% periferico. referentes ao pkmo de trabatho 3. fresamento e retifica& frontal. se” (I$ . Na fura&.rj) (7) Em muitos cases.de mergulho. A penetra& de trabalho ae tern im - portsncia predominante no fresamento e “a retifica&o (ver Figuras 15 a 7.2 Grandezas de penetraCZo da aresta de co&e.1. a reiag% vf/vc 6 tie pequena que o. a corresponde P ao avarqo f (ver Figura 20 do Anexo). P w da Na retificagk cilindrica corn avanw longitudinal da pega. 3.1 Grandmas de penetr&o da femwmenta.9. a 6 denominada “largura P de us inagem” (ver NBR 6175). Nota: No torneamento cilindrico e de faceamento. No torneamento.9 Grandezas de penetracao As grandezas de penetraG& descrevem geometricamente a rela&o de penetra& en tre a ferramenta e a pe~a (par atuante). A largu - ra de usinagem porem. e denominada “profundidade de usinagem”4.1.5).9.2 do Ane- X0). refercntesao pkzno detrabatho As grandezas de penetra& podem tambern ser referidas a uma Cinica aresta de COF - ’ A profundidade de usinagem 6 chamada tambern de “profundidade de torte”. medida per- pendicularmente ao piano de trabalho (ver Figuras 15 a 23 do Anexo).9.3 Penetramio de avanco a f Grandeza de penetra& da ferramenta. apt corresponde a metade do dia^me - tro da broca. a largura de usinagem a corresponde B espessura de retifica& b pew. .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 8 NBR 6162/1989 trabalho e perpendicular 5 dire& efetiva (ver Figura 14 do Anexo). medida na dire& de avanfo (ver Figuras 15 a 23 do Anexo).

Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN te.9.2 PenetraCclo de trabalho da are&a de torte aSe Grandeza de penetra& da aresta de torte medida no piano de trabalho e perpendi cular 3 dire& de avanw (ver Figura 22 do Anew). Nota: 0 indice S pode set. c) dos avanws. 3. o piano de trabalho para a determina&o das grandezas de penetragao for inadequado. no case de ferramentas rotativas.ina-ferramenta. Neste case.9. 3.1 Profundidade ou largura de usinagem da aresta de cork aSp Profundidade ou largura de penetra&o-da aresta de torte.3 Grandezas de penetra&io da ferramenta. Elas nao s& identicas 5s dimens&s dos cavacos obtidoss. 3.i mm-se: a) penetra& a . omitido se as grandezas de penetra& da aresta de cor - te forem identicas 5s da ferramenta (ver Figura 23 do Anexo). 3. X’ b) penetra& ay. s Para defini& de cavaco. referentes aos eims da mdqui- na-ferramenta Pode tambern ser conveniente. medida na dire& de avanS (ver Fig” ras 22 e’23 do Anexo).4 Grandezas de penetr&o da ferramenta. en& essas grandezas podem ser refe - ridas aos eixos de rota& da ferramenta.ao eixo da fmramenta se. c) penetra& tangential at. as grandezas de penetra& denom . b) das grandezas de penetragk. as grandezas de penetra& denominam-se: a) penetra+ axial aa.9.9. ver NBR 6175. b) penetra& radial ar.9.As gran dezas de torte s% obtidas: a) do perfil da aresta de torte ativa. . Y e 2 da maqu. Neste case.3 i'enetra&o de avan~o da aresta de torte aSf Grandeza de penetra@o da aresta de torte. referentes .2. c) penetragao az. medida perpendicular - mente ao piano de trabalho (verFiguras 22 e 23 do Anexo).2. 3. referenciar as grandezas de penetragk aos eixos X. Neste caw recebem o indice S. 3.10 Grandezas de torte Estas grandezas definem teoricamente as dimensks da camada de material a ser re- movido da peca.2.

2 Grandezas de torte.Cópia não C6pia autorizadapelo Sistema impressa CENWIN 10 NBR 6162/1969 3.1 Ponto de refer&&a da aresta de co&e D Situa-se no meio da aresta principal de torte ativa e serve para a determinaG:o do piano de medida PD (ver Figuras 22 e 23 do Anexo)s.5 Largura nominal de torte bD Dis&cia entre dois pontos extremes da aresta principal de torte ativa.10. Nota: As grandezas de torte.2). medida no piano de medida P D (ver Figura .1. definidas no piano de medida PD (ver se& 3. 6 0 ponto de refer&cia da aresta de torte D 6 o ponto escolhido. 7 Esta area & menor que a. medida no piano de medida PD (ver Figura 23 do Anex~)~.6 ES~~SSURI nominn7. . que sao definidas em outros pianos.1 ~randezas nominais de cork Grandezas de torte.1.10.area medida na se&o transversal do cavaco removido. resultante da relaG:o entre~a se&o transversal nominal de torte e a largura nominal de torte. 3. passando pelo ponto de referkia da ares - ta de torte D. 3. medida num piano perpendicular 2 aresta de torte.2 PZano de medida PD Piano perpendicular a dir&o de torte. a Raio de curvatura da ponta r=O.10. sao considerados: a) aresta de torte retilinea.1. quando se empregam ferramentas multicortan - tes. de torte hD Grandeza calculada.3 Se& transversaZ nominal de torte AD Area da se~ao transversal calculada de urn cavaco a ser removido. nun &lcuZo simpLificado Para o criteria de c~lculo simplificado das grandezas de torte.1. corn a particula - ridade de se situar no meio da aresta principal de torte ativa. 3.10. devem ser especi - ficadas a parte.10. b) ponta de torte corn canto viva*. 3. 3.10. a partir de qualquer urn dos sells pontos.1. geradas pelas arestas de torte que estao em a&o simultsnea.10. 3.3 do Anexo). 3. A espessura local de torte hi 6 a espessura calculada do cavaco a ser removido.10.4 S&o transversal nominal total de torte ADtot Soma das areas das se&s transversais nominais de torte.10.1.1.

satisfazendo as condi@es do c~lculo simplificado (ver Figura 24 do Anexo). (12) b 3.2 LID~P~ de torte b ~argura calculada da se@o transversal de torte (ver Figura 24 do Anexo). Sao validas as rela&es: Ae = be . ver NBR 6163.4 Grandezas efetivas de torte As grandezas calculadas de torte A. De acordo corn a Figura 24 do Anexo: (11) sen x r 3.10.& transversaZ de torte A Area da segao transversal calculada de urn cavaco a ser removido. Neste case & valida a rela&: A=a . A h = f. sen2q’ (14) h he = (15) 1 + sen2xr . tern-se aproximadamente: be = b (16) .sen xr = .2.10.2. tg+l’ Em muitos cases.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 616211989 11 c) Zngulo de inclinaG:o hs = 0. b) largura efetiva de torte be. a rela~ao vf/vc 6 tao pequena que o sngulo da dir&o efetiva Q pode ser desprezado.10. NaS condiG& de simplifica&o.co52 xr .3 Espessura de cork h Espessura calculada da se~ao transversal de torte (ver Figura 24 do Anexo). Nas condi&s de simplificaGao. c) espessura efetiva de torte he. Desta forma. 3.1 Se. he (13) be = b 1 . r Nota: Defini&s de Xs e x’~. a espessura de torte h 6 identica 2 espessura nomi nal de torte hD.f=b. medida perpendi - cularmente 5 dire550 de torte. d) angulo de posigao da ferramenta. a largura de torte b 6 idktica ao comprimento da at-esta de torte ativa e 5 largura nominal de torte bD. da aresta secundaria x’ ~0.h (10) P 3.2. b e h podem ser referidas a urn plano perpen dicular 5 dir&o efetiva (ver Figura 25 do Anexo). Tern-se assim as grandezas: a) s&o transversal efetiva de torte Ae.10.2.

10.10.3. vc.d . v ‘ =lI.a. a . vf (24) P Na fura em cheio: Q=ll. por exemplo. medida perpendi - cularmente a dire@o de avan~o.. n.n.m( ver se!50 3. Resul - ta: Q = II _ d . Valem as seguintes rela&s (observar a toe r&cia das unidades): No torneamento : Q = ap .(ver se& 3. durante urn torte.4 ~ma de remo~& de materiaL Q Volume de torte por unidade de tempo. 3. z .3) Onde dm 6 o dizmetro media correspondente a camada de torte e II a rotaG5o. fZ . f . tern-se sempre (ver Figuras 24 e 25 do Anexo): = b = be (19) aP f =h (20) 3. correspondente a urn ajuste.3. (ver se&$o 3.3. referido a pe~a.8. 2 opera~ao e a uma unidade de tern PO- 3.2) (23) Q = q .3 volume de torte V Volume da camada de material a ser removido da pe~a pela ferramenta. 0 volume de torte pode ser. 6 designada por AT.vf (25) Onde. vf (22) m No alargamento ou fura&o corn pre-fur-a&o (ver NBR 6175): Q = ap . dm . A area da se&o transversal da camda de torte. 3.1 volume da camada de torte Volume da camada de torte de material da pe~a a ser removido por uma aresta de torte “Urn torte (curs0 ou rotasao). z .10. a = dm.3 Grandezas referentes ao volume de torte 3.10. ap _ vf = AT .3.3.2 Camada de torte Camada de material removido da pe~a pela ferramenta. vf = % .3. vc = A .2) Vf = f . vc Sendo . P .10.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 12 NBR 6162/19SS he = h (17) Ae = A (18) para urn Sngulo de posi& xr=900. vc = A .

9. ae OU Q = II .10.1.5). tern-se (ver Figura 19 do Ane - x0) : bD=a =b P 5 .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1989 13 No fresamento e retifiCa& plana: (ver se& 3. “f’ Na retifica&o cilindrica de mergulho (ver Figura 19 do Anexo). quando a taxa de remo&So de material Q refere-se a urn Gnico dente. ap . define-se taxa de remor$ de material par unidade de largura do perfil ativo do rebolo. = Q (31) z b) Nos processes de retifica&.1. dw . Q’ =Q (32) b. aP * ae N&as: a) Nos processes de fresamento. Onde bD & a largura do perfil ativo do rebolo. vfr (28) Na retificagao cilindrica longitudinal: Q = 7 . dw . aP . a . recebe a designa boo 4.2) (26) Q = ae . Q. a express% (ver se - & 3. furaC& e alargamento. vfa ou (29) e (30) Q = “w . vfa = AT . (27) Q = “w * aP . Geralmente bD = a _ ~a P - ra a retifica& cilindrica de mergulho.

Cópia não C6pia autorizadapelo Sistema impressa CENWIN NBR 6162/1989 I” .

FIGURAS y Mov. na fur&k /FIGURAS 3e4 . de avonco FIGURA 1 . de avanw e efetivo. de avanqn e efetivo. de torte Mov.Dir&o dos movimentos de torte.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1989 15 ANEXO . de torte Peca Mov. no tmneamento Brow helicoidol Mov. de avan$o FIGURA 2 .Dire& don movimentos de torte.

Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 16 NBR 6162/1989 Mov. de avanw e efetivo. efet. de torte I Mov. de avanw~ e efetivo. no freramento discordante I I - Mov.Dire+ dos movimentos de carte. di avanco FIGURA 3 .Dire@ don movimentos de torte. ~de ovonco FIGURA 4 . -~-T Mov. na retific@o externa IFIGURASS e6 .

6 obtido atraw da penetra@o de tra_ . a partir de componentes.1. percwsa de avanqu 4 e percurso efetivo & do ponto de torte eswlhido.x. No exemplo. L.lho a.21 /FIGURA~ 7 e8 . (ver se+ 3. No exemplo. obte$io de ‘4 no tomemento curvilineo F!G~RA~ .Obten+ de uma velocidade.9. de avonGo ~l~ufw 5 . na opera+ de fresamento’discordante.pevxrso de torte k.Cópia não autorizada Cdpia impressa pelo Sistema CENWIN NRR 6162/1989 17 Mov.

. Bngulo da dir&o de avanq~~ q3 e Pngulo da dire& efetiva q no fresamento amcordante @>90”1 /F~GURAS 9 e IO .90°) Piano de trabolho Pte FIGURA 8 . aingulo da dire& de avanqo r$ e 8ngulo da dire+ efetiva 17 no tOlneanle”tO I@.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 18 NBR 6162/1989 Piano de trabalho Pfe de torte FIGURA 7 -Piano de trabalho Pfe .Plana de trabalho Pfe .

Angula da dire@ de avanqa 8. zkgulo da dire+ de avanw @ e ingulo de direvk efetiva 71 no freramento disaDrdante (Q < 90”) FIGURA 10 -.Plana de trabalho Pfe .kguloda dire@? de avanw 6. no freramento frontal FIGURA 11 .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 61620989 19 Plano de lrabalho f’fe FIGURA 9 . na retifica@o plana frontal (lateral) ~F~GURA~ 12 e 13 .

de usinagem de usinagem FIGURA 13 . print.Cópia C6pia não autorizadapelo impressa Sistema CENWIN 20 NBR 6162/1989 usinada FIGURA 12 -Sup&icier da pqx Sup. Avsnqa f no torneamento ~F~GURAS 14 e 15 .Superficie principal e recundzkia de urinagem.

. .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1989 21 Cópia não autorizada DireCBo afeliva Freso Pep FIGURA 14 . avanq~ de torte fc e avanqo efetivo fe no fresamento discordante (para definiq6es de operaq6.no fresamento perifLrim /F~GuRAS 16 e 17 .es de usinagem.Avanqo par dente f. ver NBR 6175) FIGURA 15 . penetraqk de trabalho ae e penetra&io de avanw af .Largura de uoinagem ap.

e penetra+ de avancqa af no fresamento blano frontal IFIGURAS 18 e 19 . FIGURA 17 .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 22 NBR 6162/1989 Piano de trabolho F~GIJRA 16 .Largura de usinagem ap I penetra@o de trabalho se penetra@o de avanw af .Profundidade de usinagem a p. penetraqk de trabalho a. na retifica@o plana perifkica P .

Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1989 23 Plano de FlGuRA 18 . a velocidade de torte 15 expressa em metros por minuto. penetra@o de trabalho ae e penetragk de avan$oq na. A velocidade perifGrica da peGa & expressa em metros por minute.= = “c = f. f. vfr = vdocidade de avanqo radial. as grandezas de avanso.“. nas fG opera&es de torneamento.Profundidade de usinagem ap. = avanqa radial: nw = rota+ da pw. corn avanqo retilinw da pga / “fr “s “fr a.Largura de usinagem ap. o piano de trabalho da ferramenta P convenciona do perpendicular ao eixo do rebolo (ver NBR 6163). e brochamento. pe netra@o de trabalho a.‘~Enquanto. na operagao de retificasao ela 6 expres sa em metros por Segundo. e penetra$o de avanw af na retificaq%x plana frontal (laterall. fura&. . Plan0 de frabalho “W fq~u~A IS .a: nr = Q t+%o do reb.90~ IFIGURAS 20 e 21 9 ~a retifica& cilindrica. as velocidades de avanGo Go expressas em milrmetros por minuto. fr . fresamento. alargamento. de penetra&o e de torte sao expressas em milimetros.retifica@o cilindrica de mergulho: vs = velocidade perifkica do rebolo: vw = velocidade perif&& da pep.

d.= F -.Profundidade de urinagemBp . -- FIGURA 20 .n.nw a P = f. “w - 1000 “fa = kt. na retific&io cilindrica longitudinal: qa = velocidade de avan$aaxial: fa = avanpoaxial:ver simbo!ogia da Figura 1g9 Piano de trabalho )/ Rebolo Pety FIGURA 21 .. penetra@‘ode trabalho a. “s = c IO00 TC .d..Grandezar de penetraCgona retifie de perfir /F~GURAS 22 e 23 .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 24 NBR 6162/1989 Piano de trabnlhn Rebolo v = x.n.

. no freramenro plan0 tangen&l . ponta de referhcia D e largura nominal de torte bD no torneamento cilindrico IFIGURA 24 .- principal de Aresta sewndoria de ye attva torte otivo \ at=%3 I /I WA he=0 Dire60 de ovanw F Ferromenta.-. .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1969 25 torte ativa FIGURA 22 .Granderas de torte.Gandezar de penetra+ da ferramenta B da ilrena de cone. FIGURA 23 . .-..

Direc8o de torte Dirccao de \Plano de OvonCo trabolho “f _ 4 FIGURA 24 . n&e case. pam arestaa de torte retilinear.Gandezas de corta. encmtra-se na ponta de torte da ferramenta /FlGURA 25 . Exemplo: torneamanta cilindrico corn ferramenta X.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 616211989 26 . = 0. 0 ponto de torte erarlhido.

Grit&i0 simplificado .Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1999 27 Dira$J ‘I efsfivo Ai Diracbo d6 ovanqo \ v. I FIGURA 25 . Exemplo: tomeament~ cilhdrico .Grandam efetivas de cmte para areas de torte retilineas.

6 Movimento.Cópia não autorizada GLOSSARIO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA SECAO PORTUGUES STMBOCO I NGLES ALEMAO FRANCES ITALIAN0 3.1.3 Movimento de avar~ Feed motion Vorschubbewegung Mouvement de ava~ Moto di avanzamento 50 ce 3.1.5 Movimento de co’ Correction motion Nachstelli Mouvement de Moto di regS0 I I bewegung correction regolazione 3. 1 Movimento efetivo Resultant cutting Wirkbewegung Mouvement Moto di lavoro motion riisultant de coupe 3.2 .2. . .1 Direcao efetiva Resultant cut Wirkrichtung Direct ion re’sul Direzione di lavoro ting direction .7 Movimento de re cue Backwards mot ion Riickstell. Mouvement de Moto Deb allontanamento bewegung ecartement del I utensile 3.1.Movimento de.2. -.” . co’ Primary motion Schnittbewegung Mouvement de coupe Moto di taglio te 3..2 Diretao de torte Direct ion of Schnittrichtung Direction de Direzione di taglio feed motion coupe /continua .4 Movimento de ajuz Adjustment mot ion Zustellbewegung Mouvement de Moto di aggiustaggio te reglage I I I I I I 3. 1 . de apro Tool approach Anstellbewegung Mouvement de Moto di posizionamento ximacao mot ion approche - 3. tante de coupe 3.1. . .1.1.

. .” . Vitesse de Velocita di geschwindigkeit approche posizionamento /continua _. geschwindigkeit de coupe Schni tt. Vitesse de Velocits di geschwindigkeit correction. Vitesse de coupe Velocita di geschwindigkeit tag1 io Vorschub. Vitesse de avance Velocits di geschwindigkeit avanzamento Zustel i. regolazione. Vitesse de Velocit5 di geschwindigkeit reglage aggiustaggio Nachstell.go I az i one Anstellrichtung Direction de Direzione di approche posizionamento Diregao de recuo Riickstell. ~Vitesse resultante Velocits di lavoro. Direction de Direzione di richtung Gcartement allontanamento Wi rk. Anstell. . . .Cópia não autorizada GLOSSARIO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA continuapa ALEMAO FRANCES ITALIAN0 Vorschubrichtung Direction de Direzione d’ avanzamen avance to Zustellrichtung Direction de la Direzione de rGg I age aggiustaggio Dire@ de corre Nachstellrichtung Direction de la Direzione di correction re.

3.6. Vitesse de Velocita di r recuo geschwindigkeit ecartement allontanamento 3. . .4.7 Velocidade de v Backwards speed Riick.1 Percurso efetivo Resultant cutting Wi rkweg Longueur de coupe Percorso di lavoro Le path length r&ultante 3.1 Angulo da direcao I$ Feed motion angle VorschubrichtungL Angle de la direc Angola della dire de avanco winkel tion d’avance zione d’ avanza- mento 3.6. .5 Percurso de cot-r: Ln Readjusting path Nachstellweg Longueur de Percorso di GO lenqth correct ion rqgolazione 3.4.2 Percurso de torte Cutting path Schnittweg Longueur de coupe Percorso di taglio LC length Percurso de avanco Lf Feed path length Vorschubweg Longueur de avance Percorso di I I avanzamento 3.3 Piano de trabalho Working plane Arbeitsebene Plan de travail Piano di lavoro ‘fe /continua .4.2 Angulo da direcao ri Resultant cutting Wirkrichtungz Angle de la dire5 Angola della di efetiva speed angle winkel tion resultant de rezione di lavoro coupe 3.4.6 Percurso de aproxi La Tool approach Anstellweg Longueur de Percorso di ma&o path length approche posizionamento 3.6.Cópia não autorizada continue&a GLOSSARIO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA SEQIO PORTUGUES STMBOLO I NGLES ALEMAO FRANCES ITALIAN0 3.” . .4 Percurso de ajuste La Setting path Zustellweg Longueur de Percorso di length reglage aggiustaggio 3.4.7 Percurso de recuo Lr Backwards path Rickstellweg Longueur de Percorso di length ecartement allontanamento 3.4.

.8.7.3 Swperficie usinada Machined surface Gefertigteflsche Surface engendree Superficie lavorata 3.1 Profundidade ou lar Back engagement Schnittiefe bzw. de coupe I avoro 3r9.1. Engagement I mpegno aura de usinaaem ..8.2 Superficie princL Main transient Hauptschnitt.7. . . _..1 Superficie a usinar Work surface Ausgangfliche Surface de la Superficie da piice I avorare 3.1 AvanCo f Feed Vorschub Avance Avanzamento 3.1.2 Superficie em usins Transient surface Schnittflzche Surface de coupe Superficie in lavoro gem 3.2 AvanGo por dente Feed per tooth Zahnvorschub Avance par dent Avanzamento per fz dente 3.7. aP Schni ttbrei te arrikre posteriore 3.”. .4 AvanGo efetivo f Resultant feed Wi rkvorschub Avance resultante Avanzamento di e.7.Cópia não autorizada continuaqfio GLOSARIO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA SECAO PORTUGUES STMBOLO I NGLES ALEMaO FRANCES ITALIAN0 3.8. .2 ‘PenetraGao de traba ae Working Arbeitseingriff Engagement de lmpegno di lavoro 1ho engagement travai 1 /continua .2 Superficie secun Minor transient Nebenschnitt.8.. Surface auxiliaire Superficie secon daria em usinagem surface fl&he de coupe daria in lavoro - 3.3 AvanGo de torte Cutting feed Schnittvorschub Avance de coupe Avanzamento di fC tag1 io 3.7..9. Surface principa Superficie princips pal em usinagem surface flsche le de coupe le in lavoro 3..

9.10. Plan des Piano delle dimen pD plane ebene dimensionsde coupe sione di taglio - 3.2.Cópia não autorizada GLOSSARIO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA SECAO PORTUGUES .4 Secao transversal Tota I cross-set Gesamt-Nenn- nominal total de *Dtot tional area of the Spanungsquer- torte cut schnitt’~~ .9.1 Ponto de refer& D Reference point of Schneidenbezugz Point de reference Punto principale del cia da aresta de the cutting edge punkt de I’ a&e de tag1 iente torte coupe 3.cutting Schnittbrelte der 1’ ar’ete del tagliente gem da aresta d.9. di taglio 3.2 Piano de medida Cut dimension Spanungsmess.10.1.10.1.10.3 SecZo transversal Nominal cross-se& NenniSpanungs.2.1 Profundidade ou Back engagement Schnittiefe bzw.3 Penetracao de avan Feed engagement Vorschubeingriff Engagement de lmpegno d’ avanzamen af 50 avance to 3.1.3 Penetra& de avan Feed engagement of Vorschubeingriff Engagement lmpegno d ’ avanzamel go da aresta dz aSf d ’ avance de to del tagliente the cutting edge torte 1 ‘arete 3.2 Penetracao de tra Working engagement Arbeitseingriff Engagement de tra lmpegno di lavoro balho da aresta dz aSe of the cutting der schneide vail de 1’.9. Engagement de lmpegno posterior-e largura de usina of the. - . TMDOLO I NGLES ALEMAO FRANCES ITAL IAN0 3. aSP edge schneide torte 3. a&e. .1. de1 tagliente torte 3.1. Aire nominale de Area nominale della *D nominal de torte tional area of the querschnitt la section trans sezione transversale cut versale de coupe .2.

querschnitt de coupe di taglio in lavoro 3. . breite de coupe in lavoro 3. Epaisseur nominale Spessore nominale hD de torte of cut dicke de coupe di taglio 3.1.2.10.2.10.Cópia não autorizada GLOSS&IO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA continua*0 SECAO PORTUGUES STMBOLO I NGLES ALEMAO FRANCES ITALIAN0 3. Section de coupe Area della de torte sect ion schni tt sezione di taglio 3.10. .10.1.~co~ h Undeformed chip Spanungsdi eke Epaisseur de coy Spessore d i tag1 io te thickness pe 3.5 Largura nominal Nominal width of Nenn-Spanungs.2. A Undeformed chip Spanungsquer.4 Espessura efetiva Working undefor Wi rkspanungs. Largeur nominale Larghezza nominale bD de torte cut breite de coupe di taglio 3.4 SeGZo t ransversa 1 A Working undefor Wirkspanungs.10.4 Largura efet iva Working undefor Wi rkspanungs.2.3 ~Espessura de. Largeur effective Larghezza di taglio be DDE torte med chip width .2.10.10. Dertliche:Spanun. Epaisseur locale Spessore locale di de torte hi cut gsdicke de coupe tag1 io 3.1.6 Espessura local Local thickness of . Epaisseur effecti Spessore d i tag1 io he de torte med chip thick: dicke ve de coupe in lavoro ness .2.6 Espessura nominal Nominal thickness Nenn-Spanungs.1 Se&30 transversal.10. Section effective Area della~ se2 ione e efetiva de torte med chip section .2 Largura de torte b Undeformed chip Spanungsbrei te Largeur de coupe Larghezza di width tag1 io 3.10.

.4 Taxa de remocao Q Material removal Zeitspanungs.1 Volume da camada Volume of cut Schnittvolumen Volume de coupe Volume di taglio de torte 3.IANO 3.3.3.10. Debit d'elevement Tasse d'asporta de material rate volumen de:matiere zione di materiale /~NDICE ALFABETICO .10.10.3.2 Camada de torte cut Spanungsschicht Coupe Taglio 3.Cópia não autorizada GLOSSh3lO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA continuaq% SECAO PORTUGUES sfFi~oL0 INGLES I ALEMAO I FRANCES ITAL .3 Volume de torte V Material removed Spanungsvolumen Volume d'eldvement Volume d'asporta de matiere zione di materiale 3.3.10.

3 Grandezas de penetyagao da ferramenta.2.2. referentes ao eixo da ferramenta 3.10.10.1 Grandezas de penetra& da ferramenta.9.1 Grandezas de torte 3.10.2 Componentes relatives aos movimentos lineares da ferramenta ou da pega 3.9 Grandezas de penet&o da aresta de torte.2.1 Dire&&s dos rwximentos 3.8.4 Espessura local de torte 3.2.2.1 Angulo da dir&b efetiva 3.6.3.4 Grandezas nominaivde torte 3. refrentes ao piano de trabalho 3.3 Dire& de corre&~ 3.3 Avan~o efetivo 3.6 Grandezas de avan~o 3.2 Grandezas de penetra& da ferramenta.6 Dire& de avan~o 3.8.2 Componentes relatives 5 ferramenta ou 5 pe~a.1 Componentes relatives 5 maquina-ferramenta 3.2.2. Avan 3.10.10.5.5.2.10.4 . corn movimentos rotativos 3.4 Grandezas efetivas de torte 3.5 Dire&o de cork 3.8.2 Grandezas referentes ao volume de torte 3.9.2.8 Grandezas de penetra&o 3.2.1.8.9.3 Dire& de ajuste 3.10.3 Largura de torte 3.6 Espessura nominal de torte 3.2. referentes aos eixos da maquina-ferramenta 3.10.2 Largura efetiva de torte 3.5. referentes ao piano de trabalho 3.6.10.4 Avan~o por dente 3.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 6162/1969 35 I-NDICE ALFABCTICO Rngulo da dire&b de avan~o 3. num calculo simplificado 3.4 Dire& de aproxima&k 3.10 Grandezas de torte.1.2 Camada de torte 3.10.10.7 Dir&k efetiva 3.2.2 Espessura de torte 3.1 Avan50 de torte 3.2.2 Dir&o de recuo 3.3 Espessura efetiva de torte 3.9.

4 Superficie a usinar 3.7.3 Taxa de remo5~o de material 3.4.2 Movimento de recuo 3.2 Penetra5k de trabalho da aresta de torte 3.4 Percurso de aproximagao 3.2 Percurso de ajuste 3.6 Percurso de avan5o 3.9.1.10.1.3 Velocidade de corre& 3.1 Profundidade ou largura de usinagem da aresta de torte 3.3.4 Velocidade de aproxima5k 3.7 Superficie usinada 3.4 tlovimento de aproxima5k 3.4.10.2.4 Piano de medida.1 Penetra5k de ava’n5o 3.9.3 Movimento de corre5& 3.2 Percurso de corregk 3.4.5 Movimento de torte 3.10. 3.2 Superficies na pe5a 3.1 Movimentos entre a aresta de cork e a pe5a 3.4.2 Piano de trabalho 3.6.3 Se5ao transversal nominal total de torte 3.7 Percurso efet iv0 3.4 Se5ao transversal nominal den torte 3.9.7 Movimento efetivo 3.1.1 Se5Zo transversal de torte 3.3 Penetragzo de avan5o da aresta de torte 3.3.10.7.5 Movimento de ajuste 3.3.6 Movimento de avan5o 3.7.1.1.3.4.3 Percurso de torte 3.4 Velocidade DDEajuste 3.1.5 Percurso de recuo 3.3 Ponto de torte escolhido 1 Ponto de refersncia da aresta de torte 3.1.1.1.1.3.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 36 NBR 616211989 Largura nominal de torte 3.9.1.1 Percursos 3.6 Velocidade de avan5o 3.1 Profundidade ou largura de usinagem 3.3 Penetra5ao de trabalho 3.9.10.2.10.5 .10.4.1.1.1 Se5ao transversal efetiva de torte 3.1.4.2.1.2.1 Superficie em usinagem 3.9.10.2.

3.2 Velocidade de recuo 3-3.Cópia não autorizada C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NW3 6162/1989 37 Velocidade de torte 3.3 Volume da camada de cork 3.3 .3.1 Velocidades 3.3.7 Velocidade efetiva 3.10.10.1 Volume de carte 3.3.