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ANATOMIA PROTETICA DO MAXILAR SUPERIOR

 Suporte para prótese superior
o Ossos maxilares D/E
o Osso palatino
o Processos palatinos + lamina horizontal = base do
palato duro (a esse conjunto se da o nome de abobada
palatina)
O mais importante desse suporte e a presença do tecido
mole que recobre o tecido ósseo.

3 tipos de abobadas palatinas
 Abobada plana
 Abobada arqueada
 Abobada quadrada ou volumosa

ABOBADA PALATINA
Tecido que sofre o esforço maior de sustentação da prótese e
oferece resistência à fricção funcional, causada pela força de
mastigação.
 Bases bem adaptadas
 Corretamente estendidas
 Proporcionando bom selamento periférico
 Adequado travamento posterior

FOVEA PALATINA
 Pequenas depressões no palato mole / abertura dos
ductos de glândulas mucosas
 Serve de guia para localização de margem posterior da
prótese. Localização da linha vibratória. DIVISA = palato
duro/palato mole.

LIMITE POSTERIOR DA PT SUPERIOR
 Cobre a região das tuberosidades maxilares
 Região pterigo maxilar

ESPAÇO CORONOMAXILAR
 Região de fundo de vestíbulo limitada (paciente boca
fechada)
 A base da PT tem que preencher por completo

PAPILA INCISIVA
 Cobre o forame incisivo
 Em pacientes desdendatos totais tende a cobrir a crista do rebordo

FREIO LABIAL SUPERIOR
A borda da prótese deve estar aliviada para permitir seu
adequado funcionamento

FUNDO DE VESTIBULO LABIAL
Estruturas anatômicas envolvidas
 Musculo bucinador
 Musculo orbicular dos lábios

ANATOMIA DA MANDIBULA DO DESDENTADO Possui duas camadas  Cortical  Esponjosa o A medida que vai ocorrendo a reabsorção o nervo mentoniano tende a se aproximar da crista do rebordo A PT inferior deve estender-se ate a região da papila retromolar. Já na porção lingual posterior deve atingir a região da linha obliqua interna. .

ACAO MUSCULAR SOBRE DENTADURAS COMPLETAS  MUSCULOS DA MASTIGACAO o Masseter  Origem: crista facial / arco zigomático  Inserção: face lateral da mandíbula  Função: fechamento da mandíbula / lateralidade o Temporal  Origem: fossa temporal  Inserção: processo coronoide mandíbula  Função: fechamento mandíbula o Pterigoideos (lateral/medial)  Origem: osso pterigoideo  Inserção: corpo da mandíbula  Função: fechamento da mandíbula o Digastrico  Origem: processo paracondilar  Inserção: corpo da mandíbula  Função: abertura da boca EXAME DO PACIENTE Classificação fox  Receptivo  Cético  Indiferente  Contrario/histérico HISTORICO BUCO DENTAL  Época em que perdeu os dentes  Entender a época que perdeu os dentes Musculo orbicular dos lábios = ligado a estética facial Sulco naso-labial / gengivo labial = ligado a estética facial MUCOSAS  Revestimento o Palato mole / assoalho bucal o Lábios o Bochechas o Fundo do fornix  Mastigatória .

o Rebordo alveolar o Palato duro  Especializada o Reveste a língua FORMA DOS REBORDOS U -> arredondado / vertentes paralelas  Rebordo cuja secção transversal e um retângulo  Mais favorável a prótese V -> afilado  Base mais larga que a região de crista óssea C C deitado  Retenção ruim  Necessita alivio na confecção da moldagem TEXTURA DA MUCOSA  Normal – 2mm = tem melhor Iresiliência  Rígida <2mm = osso muito duro não apresenta boa retenção  Espessa (mole) = absorve bem os defeitos da base porem mais difícil de moldar. HIPERPLASIA Lesão tecidual causada pelo atrito de bordas mal adaptadas FORMA DA ARCADA OU FORMA DOS MAXILARES (visão global do rebordo)  Triangular  Quadrado  Ovoide SUPERFICIE DO REBORDO  Liso  Ondulado  Irregular – necessita correção cirúrgica Obs.: verificar a presença de espiculos ósseos INSERCOES MUSCULARES .

Quanto mais afastadas da crista do rebordo alveolar. TONICIDADE MUSCULAR  Normal  Hipotônica  Hipertônica – dificulta a retenção A tonicidade muscular é tão importante quanto a sua retenção. mais favorável a situação. Quando a inserção do freio e desfavorável está indicada a frenectomia. REGIAO DE TRAVAMENTO POSTERIOR Selamento palatino posterior  Normal = 3mm = mais favorável  Estreita < 3mm . Geralmente acomete pacientes com abobada alta ou em V = mais desfavorável. FREIO LABIAL SUPERIOR  Coincidente com a linha mediana  Fator relacionado a montagem dos dentes RELACAO INTERMAXILAR  Classe I = normal = harmonia = ortognatico =favorável  Classe II = Maxila Grande / Mandíbula menor = retrognata  Classe III = Maxila menor/ Mandíbula maior = prognata ESPACO INTERMAXILAR (inter rebordo) 3 regiões devem ser estudadas Posterior (tuberosidades) Molares/pre molares anterior FORMAS DO PALATO  Em U ou arredondado = mais favorável  Em Vou profundo = difícil moldagem Verificar se há comunicação buco sinusal INCLINACAO DO PALATO MOLE Importante observar que sua mobilidade -> possibilita a extensão da prótese  Tipo I – horizontal / continuo = forma ideal  Tipo II – curvo = queda vertical do palato mole  Tipo III = vertical angulado = palato mole quase vertical em relação ao palato duro.

 Larga > 3mm TORUS PALATINO Engrossamento ósseo situado no meio do palato TORUS MANDIBULAR Engrossamento ósseo situado na borda da mandíbula FORMA DA GARGANTA LATERAL / FOSSA RETROALVEOLAR DE NEILL Espaço virtual que se observa com a língua em repouso LINHA MILO HIOIDEA  Afilada – necessita de alivio  Não afilada SALIVA  Quantidade = afeta a retenção o Normal – ideal o Excessiva – problemas na retenção. Interfere na adesão da prótese total o Deficiente – xerostomia  Qualidade o Fluida/serosa/aquosa o Viscosa/espessa/mucosa = interfere na técnica de moldagem MEIOS DE RETENCAO ADESAO E um dos fatores mais importantes na retenção  A adesão é proporcional a área de contato. quanto maior a área maior a adesão  A adesão é proporcional ao numero de contatos  A saliva aumenta os números de pontos de contatos COESAO Força que unem as partículas que constituem um corpo  A força de coesão esta ligada ao grau de viscosidade da saliva do paciente TENSAO SUPERFICIAL Quanto maior a molhadura de um liquido maior sera a tensão superficial PRESSAO ATMOSFERICA .

LIMITES DA AREA CHAPEAVEL  Conhecer a extensão máxima da boca desdentada que eu poder ser recoberta pela prótese total EXTENSAO DA BASE DA PROTESE TOTAL => ESTABILIDADE RETENCAO AREA CHAPEAVEL => RETENÇAO .

LIMITES AREA CHAPEAVEL 1 – ZONA DE SUPORTE PRINCIPAL Região destinada a suportar a carga mastigatória Toda a extensão do rebordo do paciente MAXILA Características do rebordo Formato ovoide e o mais indicado .

Altura do rebordo MANDIBULA Característica do rebordo 2 – ZONA DE SUPORTE SECUNDARIO Ajuda a absorver a carga mastigatória e eh importante na imobilização da prótese no sentido HORIZONTAL 3. . coesão. tensão superficial e pressão atmosférica 4 – ZONA DE SELADO POSTERIOR zona fina na parte posterior da área chapeavel 5 – ZONA DE ALIVIO região que deve ser aliviada na moldagem para que a mucosa não receba os esforços mastigatórios. impedindo que se quebrem as forcas de adesão.ZONA DE SELADO PERIFERICO mantém o vedamento periférico.

MUSCULOS QUE INFLUEM NA ESTABILIDADE DA PT  Orbicular da boca  Bucinador  Arcada superior o Frenulo labial (quanto mais espesso e mais próximo da crista do rebordo maior a intereferencia na estabilidade da PT  Arcada inferior o Musculo mentual o Masseter o Rafe pterigomandibular o Constritor superior da faringe o Milo hioideo o Genioglosso e geni hioideo DELIMITACAO DA MAXILA 1. Linha do fundo do vestíbulo labial 3. Freio bucal superior (contorna excluindo) . Freio labial superior(contorna excluindo) 2.

Linha entre o palato duro e o palato mole a frente das fóveas palatinas DELIMITACAO DA MANDIBULA  Freio do lábio inferior (contorna excluindo)  Fundo do vestíbulo labial  Freio bucal inferior (contorna excluindo)  Linha do fundo do vestíbulo bucal  2/3 da papila piriforme (em cima do trigono-reto-molar)  linha obliqua interna ou linha milo hioidea  assoalho da boca (inserção do musculo milo hioide e geni- hioide)  freio lingual (contorna excluindo) MOLDAGEM ANATOMICA É e a primeira moldagem também chamada de premliminar. Passa pelo sulco hamular e atinge a região do palato. Tem como caracteristicas  copia da conformação geral da boca  afastamento da mucosa móvel ao máximo possível recebendo assim as suas impressões no estado de tensão assim seus objetivos são:  delimitação correta da área chapeavel  saber a tonicidade das inserções musculares que vem terminar na zona de selado periférico  saber se há ou não necessidade de cirurgia pre-protetica  confecção da moldeira individual 27/03/17 MOLDAGEM INDIVIDUAL . Linha de fundo do vestíbulo bucal 5. na porcao posterior 6. 4.

adaptação e contornos corretos (delimitação – acompanha os limites da área chapeavel) 3. espessura satisfatória(excessiva pode distender os tecidos do fundo do saco de vestíbulo e prejudicar o selado periférico) 7. obtenção de um molde cuja finalidade seja superior ao obtido com uma moldeira de estoque. tem por função (junto com o material de moldagem) reproduzir fielmente em a maxila e a mandíbulas(comprimento. sobrextensao: deformações nos tecidos ao redor das bordas de moldagem b. estabilidade dimensional 9. lisura para não ferir a mucosa que entrara em contato com essas moldeiras. para reproduzir a dorma dos tecidos que recobrem a área basal. extensão adequada: a. resistência para não deformar se ou romper-se 2. subextensoes: deformações das bordas do molde 4. rigidez: para que não ocorram deformações devido ao calor (moldagem com gofiva) 5. 10. espaço com material de moldagem. levar e manter em posição o material de moldagem durante a atividade funcional das estrururas ate a sua reação final  diminuir alterações dimensionais que ocorrem durante a reação de presa dos materiais  diminuir distorções durante a remocao do molde REQUISITOS DA MOLDEIRA INDIVIDUAL 1. confeccionadas especificamente para um determinado caso 2. Não ser demasiadamente retentiva nos flancos (trauma na mucosa do paciente) . com o mínimo de deformações possíveis 6. são mais precisas e usadas fundamentalmente para a moldagem funcional 3. pois a falta dos mesmos pode causar sobrecompressao dos tecidos. alívios nos locais adequados. FINALIDADE  receber. largura e altura) 5. vasos e nervos 8. necessário para bons resultados nas moldagens em PT 4.Ana Paula Terossi Godoi INTRODUCAO 1.

11. Modelo anatômico delimitado PASSO A PASSO PARA CONFECCAO . RESINA ACRILICA a. Boa resitencia d. Mandril para tira de lixa 11. Alta condutibilidade b. Isolante de resina 2. Motor de baixa rotação com peca reta 12. Boa adaptação c. econômica e segura essa operação. PLACA BASE a. 1. Pote paladon 4. Facilidade na confecção e manuseio b. Boa adaptação c. Estabilidade dimensional g. Não inutiliza o modelo inicial CONFECCAO – MATERIAIS 1. Custo h. Pincel 3. Rigidez e. Mini e maxi cut 9. Dappen 5. Resina autopolimerizavel incolor (polímero e monômero) 6. Tiras de lixa fina 10. Facilidade de confecção (baixo custo e economia de tempo) MATERIAIS PARA CONFECCAO  Selecionar materiais e métodos capazes de tornar simples. DEFORMACAO 2. Durabilidade f. Cera 7 8. Espátula numero 31 e LeCron 7.

FINAL OU SECUNDARIA DEFINICAO. bolhas ou arestas cortantes – eliminados  Com tira de lixa fina.2mm MOLDAGEM FUNCIONAL EM PROTESE TOTAL CONFECCAO DA PROTESE TOTAL FASES CLINICAS MOLDAGEM FUNCIONAL.5cm  Voltada para vestibular com inclinação aproximada de 60 graus  Acabamento e polimento  Desgastar as bordas com mini cut ate a linha demarcatória da área chapeavel  Uniformizar a espessura de toda superfície da moldeira e arredondar as bordas  Retocar o cabo da moldeira (paredes planas e paralelas entres si)  Superficie interna: se notar algum excesso. moldagem dinâmica que registra todos os detalhes anatômicos importantes da área chapeavel. das inserções musculares e de seus movimentos. E obtida através de uma moldeira individual associada a um material de moldagem apropriado . montada no mandril dar acabamento geral  Espessura . Delimitação da área basal (chapeavel)  Alivio com cera das áreas retentivas  Isolante do modelo (isolante de gesso)  Aplicacao da resina acrílica transparente  Remocao de excessos enquanto ainda a resina não tomou presa  Colocação do cabo da moldeira  Terminado o tamanho deve ser  Altura: 1cm  Largura 1cm   Espessura 0.

PRINCIPIOS BASICOS a. Comprimir as zonas de compressão 4. estabilidade e suporte do aparelho 6. Obter a retenção. Controle do deslocamento dos tecidos CLASSIFICACAO DA MOLDAGEM FUNCIONAL MOLDAGEM COM A BOCA ABERTA a. Tipo de moldeira d. Promover estética 8.OBJETIVOS DA MOLDAGEM FUNCIONAL 1. Coeficiente de erro do profissional A ANATOMIA E DECISIVA SOBRE A TECNICA A SER UTILIZADA. Com as vertentes V e L // . Indicação : quando o rebordo e muito reabsorvido e a mucosa e normal – MOLDAGEM COM GODIVA b. Manutenção do suprimento sanguíneo e vascularização eficiente e. Conhecimento das áreas de suporte para aplicação de pressões sobre as estruturas que podem tolera- las c. Tipo do material de moldagem c. Suporte uniforme em relação a espessura dos tecidos moles d. Copiar fielmente todos os detalhes anatômicos da área chapeavel 2. Quando o rebordo alveolar – MOLDAGEM COM PASTA ZOE 1. Com compressão i. Dar conforto ao paciente FATORES QUE INFLUENCIAM OS RESULTADOS a. Utilização de músculos faciais. Obter uniformidade no assentamento e na espessura das bordas 7. Aliviar as zonas de alivio 5. Sem compressão i. Características dos tecidos b. Obter extensão e delimitação correta da área chapeavel 3. para alcançar a máxima cobertura tecidual dentro dos limites de tolerância biológica b.

Com cordão fibroso móvel c. Revestido com fibromucosa flácida degeneralizada c. Irregular e. Moldagem com sucção e deglutição MOLDAGEM COM BOCA ABERTA  SOBRE PESSAO: realizadas com moldeiras sem espaço para o material de moldagem definitivo. De forma estrangulada d. Moldagem mista i. Rebrodo alveolar a. das bochechas e da língua 2. Moldagem com os movimentos dos lábios. Moldeira subextendida MOLDAGEM COM A BOCA FECHADA 1. Coberto com fibromucosa lisa e aderente 3. ou as que se obtém mediante materiais de moldagem pesados  SEM PRESSAO: (mais usada) realizadas com uma impressão passiva dos tecidos moles POSICIONAMENTO DA MOLDAGEM FUNCIONAL  Mesma da moldagem anatômica  Inferior  Com as duas mãos na moldeira de frente para o paciente  Superior  Atrás do paciente AJUSTE DA MOLDEIRA INDIVIDUAL INFERIOR  Estabilizar a moldeira na boca com os dedos colocados na PM e pedir: . Revestimento mucoso que apresenta compressibilidade muito diferentes de um local para outro b. MOLDAGEM COM ZOE E GODIVA 1. 2.

PLANOS DE ORIENTACAO E CURVAS DE COMPENSACAO PLANO OCLUSAL Linha imaginaria que passa pela ponta das cúspides e incisal de todos os dentes E no paciente desdentado total??  Lançamos mão de linhas e planos  Orientar a montagem dos dentes Plano de orientação  Base de prova o Parte que vai entrar em contato na área chapeavel na boca do paciente o Base provisória da PT o Confeccionada no modelo funcional o Material adequado o Sem deformar ou romper A base de prova e utilizada nas fases de captação e registro dos movimentos mandibulares ate a prova dos dentes. ROLETES DE CERA QUE DIRECIONAM A CONSTRUCAO DOS ARCOS DENTARIOS Objetivos  Guardar espaço para a montagem dos dentes artificiais  Registrar a RMM . Características das Bases de prova o Cobrir toda a área chapeavel da prótese o Extensão das bordas => limites do modelo o Alívios => evita danos aos modelos A extensão da base da prótese total e responsável pela: retenção Estabilidade Conforto  Plano de cera o Região onde ira se iniciar a montagem dos dentes PLANOS DE ORIENTACAO DEF.

Isolante de resina acrílica 3. Cera rosa 9. Pedra montada para resina acrílica 8. Resina de auto polimerização 5. Pincel de tamanho médio 4. Tira de lixa 10.  Registrar a inclinação das curvas de Spee e de Monson  Linhas de referencia para montagem dos dentes  Limite vestibular do arco MATERIAL E INSTRUMENTAL 1. para diminuir os ajustes no paciente  Marcar o centro da crista do rebordo na base Na região anterior do plano de cera deve ser posicionado a frente da Papila incisiva. Espátula numero 31 e lecron 7. Pote com tampa e pote dappen 6. ALTURA INCISAL . Modelo funcional 2. Mandril para lixa FUNCOES DO PLANO DE CERA Devem registrar dados da relação intermaxilar  Dimensão vertical da oclusão  A forma do arco dental  O limite vestibular do arco  A curva de compensação anteposterior e o vestíbulo lingual  A relação Centrica e a posição de oclusão  As linhas de referencia para seleção dos dentes MATERIAL E INSTRUMENTAL  Compasso de Willis  Três laminas de cera rosa numero 7  Espátula numero 31  Espátula LeCron  Lamparina a álcool  Vaselina  Placa de vidro AJUSTE DO PLANO DE CERA NA BASE  Devem seguir determinadas regras. cerca de 12mm. Uma vez que os pacientes desdentados sofrem grande reabsorção em espessura nessa região.

CURVA DE WILSON É a curvatura anatômica do plano frontal. de sentido antero posterior do alinhamento oclusal dos dentes. A curva é côncava no arco inferior. quando o lábio estiver em repouso LINHAS E PLANOS DE ORIENTACAO PLANO INFRAORBITAL / FRANKFURT E um plano estabelecido do ponto mais baixo da margem orbitaria ao planto mais alto da margem do meato acústico externo. na orelha. de sentido vestíbulo-lingual. resultando principalmente das diferentes inclinações axiais dos dentes posteriores de todos os arcos CURVA DE MANSON É a curva de oclusão na qual as cúspides e bordas incisais dos dentes inferiores tocam ou se conformam a um segmento de esfera 10/04/17 RELACOES INTERMAXILARES EM DESDENTADOS COMPLETOS PLANO VERTICAL Protocolo desdentado total Exame clinico Moldagem anatômica Moldagem funcional Plano de orientação Relações intermaxilares . partindo do ângulo incisal do canino (ponta da cúspide).Chama se altura incisal a determinação da porção visível dos dentes. passando pelas cúspides vestibulares dos pre- molares e molares e continuando em direção à borda anterior do ramo da mandíbula. PLANO BIPUPILAR Linha bipupilar // plano anterior PLANO DE CAMPER E uma linha imaginaria que vai da borda inferior da asa do nariz a algum ponto definido do tragus. passando pelas cúspides vestibulares e linguais dos dentes posteriores de ambos os lados. geralmente a ponta dele CURVA DE SPEE Curva anatômica no plano sagital.

o FINALIDADE  Eficiência funcional  Estética facial  Restabelecimento de posição articular  Preservação dos tecidos de suporte  Prevenção da fadiga muscular  Deglutição e fonética adequadas o DETERMINACAO  Métodos para determinação da DV  => dimensão vertical de oclusão o Método de Boss o Método de deglutição o Mascara facial  => dimensão vertical de repouso -> dimensão vertical de oclusão . Função  Cobrir a área chapeavel das próteses  Extensão das bordas  Alívios – evita danos aos modelos o Plano de cera = direciona a construção dos arcos dentários  Guardar espaço para montagem dos dentes artificiais  Registrar a relação maxilo – mandibular  Registrar a inclinação das curvas de spee e de Wilson  Relações intermaxilares – plano vertical o DEFINICAO  Qual a finalidade de realizar o relacionamento maxilo-mandibular?  Obter uma reabilitação protética mais harmoniosa com o sistema estomatognático  Transferir a relação maxilo mandibular a um articulador semi ajustável.Bases provisórias São utilizadas nas fases de captação e registro dos movimentos mandibulares ate a prova dos dentes. para montagem dos dentes artificiais num esquema de oclusão aceitável.

DVO  Contração dos músculos elevadores  Contato entre os dentes . o Método de Willis o Método de Lytle modificado o Fotográfico ou Wright o Método de Turner e Fox o Fonético de Silverman o ALTERACOES O que são relações maxilo mandibulares? São diversas posições que a mandíbula ocupa em relação a maxila  Posições mandibulares o Plano horizontal   Relação Centrica  Máxima intercuspidação habitual  Oclusão em relação central o Plano vertical  Dimensão vertical  Relação Crânio-mandibular estabelecida pelo grau de separação entre a mandíbula e a maxila em sentido vertical Dividida em:  Dimensão vertical de repouso .DVR  Contração muscular equilibrada  Contato suave entre os lábios  Independente de contato dental  Paciente esta “apenas” selando os lábios  Distancia corresponde do o Canto do olho/ comissura labial o Base do nariz ao mento  Dimensão vertical de oclusal .

Contato entre os dentes durante a conversação 2. Preservar os tecidos de suporte 4. Favorecer a estética e deglutição 5. Promover o relaxamento dos músculos mastigatórios 3. Permitir a obtenção do espaço fonético CASO O ESPACO FOR INSUFICIENTE 1. DVO – DVR = ESPACO FUNCIONAL LIVRE – EFL 1. Prejuízo na pronuncia 3. METODO PARA DETERMINACAO DA DV DVO METODO DE BOSS  Método antigo que não esta mais em uso o Vai em relação a contração dos músculos determinando a dimensão vertical de oclusão METODO DE DEGLUTICAO (FISIOLOGICO) Método de confirmação após utilizar Lytle modificado  Método mais utilizado no plano horizontal (relação Centrica) o Vantagens  Pratico  Dispensa aparelhos  Dentista não interfere o Desvantagens  Tempo/plasticidade da cera  Percepção do paciente  Memoria neuromuscular adquirida MASCARA FACIAL . Cansaço muscular na mastigação ESPACO MAIOR  Estética prejudicada  Pronuncia sibilante A dimensão vertical esta relacionada ao 1/3 inferior da face e com o passar do tempo essa distancia vai diminuindo. Media de 2 a 4mm 2.

fase de confecção dos planos de certa. METODO FOTOGRAFICO DE WRIGHT Conta de regra de 3 Distancia interpupilar ----- B Do paciente desdentado DVR - C METODO DE TURNER E FOX Reconstituição facial  Conformação dos sulcos nasogenianos  Harmonia do terço inferior com as demais partes do rosto  Obtenção da plenitude facial . a DVO e estabelecida por meio da mascara transparente DIMENSAO VERTICAL DE REPOUSO METODO DE WILLIS A distancia entre o canto do olho e a comissura labial é igual a distancia entre a base do nariz ao mento. Diminui 3mm (EFL) do valor encontrado 3. no paciente normal em posição de repouso mandibular METODO DE LYTLE MODIFICADO Utilizado na FHO – UNIARARAS Semelhante ao método de Willis  Também realizado com compasso de willis 1. Reavaliação da DVO com os planos de cera instalados. Paciente na posição de repouso muscular. mede a distancia entre o mento e a base do nariz 2. com o compasso de Willis. Calibra o compasso de willis com esse novo valor o qual correspondera a DVO do paciente 4. considerando os fatores: estética e fonética.Método indicado em pacientes que tem dentes naturais e que estão condenados para exodontia (paciente com doença periodontal avançada)  Molda o terço inferior do rosto com a mandíbula em DVO  Confecciona uma mascara de resina incolor  Após as extrações total dos dentes. Confecciona-se os planos de cera com a DVO do compasso de willis 5.

METODO FONETICO DE SILVERMAN  Baseado na posição fisiológica da mandíbula durante a fala DVO ALTERADA DVO DIMINUIDA  Hipotonicidade muscular  Alterações funcionais da ATM  Estética comprometida  Projeção do mento  Presença de rugas e sulcos acentuados  Diminuição do terço inferior da face  Invaginacao dos lábios  Lesões nas comissuras labiais – quelite angular  Aumento do ângulo naso labial DVO  Contato oclusal prematuro  Fadiga muscular  Dor e desconforto  Desgaste dos dentes  Reabsorção óssea acelerada  Alterações funcionais  Contato dental na emissão de sons sibilantes  Aumento do terço inferior da face  Estética comprometida Sensação de sorriso permanente POSSIVEIS FALHAS  Modificação da posição dos tecidos sob as bases  Falsa posição anteroposterior  Pressão vertical não equilibrada  Forca de mordida excessiva – deslocamento candilar  Problemas na oclusão dentaria  Problemas musculares e articulares  Abandono das próteses .

com o compasso de Willis. o qual corresponderá a DVO do paciente.  Confecciona-se os planos de cera com a DVO adequada  Reavaliação da DVO com os planos de cera instalados.  Calibra o compasso de Willis com esse novo valor.RELACOES MAXILO-MANDIBULARES EM PACIENTES DESDENTADOS COMPLETOS  Confecção da base de prova e do plano de cera em laboratório  Ajustes do plano de cera em boca o Superior  Tubérculo do lábio – idade do paciente  Linha bipupilar // região anterior  Plano de Camper // região posterior o Inferior  Determinar a DVO com o plano de cera na boca do paciente  Determinação da DVO o Método de Lytle modificado  Paciente na posição de repouso muscular. considerando os fatores: estética e fonética. mede a distancia entre o mento e a base do nariz.  Diminui 3mm (EFL) do valor encontrado.  Determinação da relação Centrica o Montagem em Articulador Semi Ajustável (ASA) COMO TRANSPORTAR O MODELO DE BASE DE PROVA PARA O ARTICULADOR .