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A constituinte entrevista elabora um panorama individual dos meios

educacionais brasileiros ofertados nas fases escolares: fundamental I - II, e o
ensino médio. Dado questionamento foi sujeito a dois funcionários da
instituição federal de São Paulo – um segurança, Diego, e uma pessoa da
gestão administrativa, Renata, - e dois universitários, Heloisa e Valdir, sendo
o último um dos realizadores da pesquisa.

A pesquisa mostrou uma diversidade na qualidade de infraestrutura
escolar, entre as escolas públicas e particulares em base as atividades em
laboratórios e bibliotecas. Nas escolas públicas, dada à argumentação de
Valdir havia existência destas, por outro lado, segundo Diego não havia
salas para os estudos práticos. Nas instituições privadas, há ausência de
laboratórios na escola frequentada por Heloisa e a presença completa das
infraestruturas citadas acima, cursada pela Renata.

Notoriamente, os entrevistados, O Diego, a Heloisa e a Renata
alegaram a inexistência do apoio psicológico não só profissional, mas
também por parte dos responsáveis dos estudantes, afetando tanto a vida
escolar do aluno quanto a carreira profissional do futuro. Devido à timidez,
como a de Heloisa e Renata, nota-se dificuldade na interação com os
professores e coordenadores.

Dessa maneira, outros fatores elevam as falhas na educação
brasileira, desde o senso comum em vista que a conjuntura sistêmica – o
“governo” - sempre é a culpada, esquecendo-se da integração social da
própria sociedade, chegando até a falta de comprometimento do professor
em exercer sua função, independentemente do salário.

Portanto, as características analisadas mostram a falta de respeito do
governo, alguns coordenadores e mestres em relação aos alunos, a falta de
interação dos pais e escolas com a sociedade, e o decaimento do sistema
educacional. E a integração de todos os envolvidos leva o estudante a uma
melhor oportunidade na futura concorrência trabalhista, e uma melhor
formação como cidadãos.