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Boletim de D.

António Barroso
Director: Amadeu Gomes de Araújo, Vice-Postulador
Propriedade: Associação dos Amigos de D. António Barroso. NIPC 508 401 852
Administração e Redacção: Rua Luís de Camões, n.º 632, Arneiro | 2775-518 Carcavelos
Tlm.: 934 285 048 – E-mail: vicepostulador.antoniobarroso@gmail.com
Publicação trimestral | Assinatura anual: 5,00€

III Série  .  Ano VII  .  N.º 19  .  Janeiro / Março de 2017

OS PROCESSOS DE BEATIFICAÇÃO
E CANONIZAÇÃO NA DIOCESE DO PORTO
NOTA PASTORAL
D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto, publicou, no passado mês de Janeiro,
uma nota pastoral sobre os processos de beatificação e canonização de pessoas da diocese do
Porto em curso na Santa Sé. São os seguintes:
1 - Irmã Maria do Divino Coração - Religiosa da Congregação de Nossa Senhora da
Caridade do Bom Pastor.
2 - D. Sílvia Cardoso Ferreira da Silva - Leiga.
3 - D. António José de Sousa Barroso - Bispo do Porto.
4 - Padre Américo Monteiro de Aguiar - Sacerdote.
5 - Irmã Maria Rita de Jesus - Religiosa da Congregação das Franciscanas Missionárias
de Nossa Senhora.
6 - Ana de Jesus Maria José de Magalhães - Leiga.
A nota pastoral lembra que «é sempre muito demorada e exigente a organização dos processos canónicos de beatificação e de cano-
nização dos santos. São muitos aqueles que são chamados a trabalhar com dedicação e generosidade na organização destes processos nas
suas várias etapas, seja em sede de Postulação, seja no Tribunal Eclesiástico do Porto ou na Congregação da Causa dos Santos, em Roma».

Prosseguindo, D. António Francisco afirma que
«há datas marcantes da vida destes irmãos, cujos
processos de canonização estão a decorrer, que
queremos evocar e celebrar com a devida dignidade
e com o merecido relevo (...)
Aproximando-se o centenário da mor-
te de D. António Barroso a 31 de Agos-
to de 2018 e sendo necessário preparar,
programar e celebrar dignamente esse
momento nomeei o Padre António Coe-
lho de Oliveira, Vigário Geral da Diocese,
para presidir a uma Comissão Diocesana
que oriente e coordene tudo quanto às
celebrações diocesanas diga respeito».
A concluir, o Bispo do Porto «convida toda a
Diocese a dar graças a Deus pela Irmã Maria do
O Padre António Coelho de Oliveira, Vi-
Divino Coração, por D. Sílvia Cardoso, D. António
gário Geral da Diocese do Porto, é o pre- Barroso, Padre Américo, Irmã Maria Rita de Jesus e
sidente da Comissão Coordenadora das Ana de Jesus Magalhães, a quem a Igreja do Porto
celebrações diocesanas do centenário da
morte do Bispo Missionário. tanto deve». D. António Barroso quando Missionário.

Fundador: Pe. António F. Cardoso
Design: Filipa Craveiro | Alberto Craveiro
Impressão: Escola Tipográfica das Missões - Cucujães - tel. 256 899 340 | Depósito legal n.º 92978/95 | Tiragem 1.900 exs. | Registo ICS n.º 116.839 P1
Boletim de D. António Barroso

AO SERVIÇO DOS DESFAVORECIDOS E MARGINALIZADOS
TRÊS EXEMPLOS
Na Carta Pastoral que D. António Francisco dirigiu à Diocese do Porto no início do Ano
Santo da Misericórdia, indicou três exemplos de «pessoas que gastaram a vida ao ser-
viço do próximo, mormente dos mais desfavorecidos e marginalizados». Mencionou-os
também na recente Carta Pastoral:

D. Sílvia Cardoso Ferreira da Silva - Leiga. Nasceu em Paços de Ferreira a 26 de Julho de 1882 e aí
faleceu em 2 de Novembro de 1950. Foi declarada Venerável em 27 de Março de 2013, pelo Papa Francisco.
Está sepultada na Igreja matriz de Paços de Ferreira.

D. António José de Sousa Barroso - Bispo do Porto. Nasceu em Remelhe, Barcelos, a 5 de Novembro
de 1854 e faleceu no Porto a 31 de Agosto de 1918. Foi missionário em Angola, Prelado de Moçambique, Bis-
po de Meliapor, na Índia, e Bispo do Porto de 1899 a 1918. Está sepultado em Remelhe, Barcelos.

Padre Américo Monteiro de Aguiar - Sacerdote. Nasceu em Galegos, Penafiel, a 23 de Outubro de
1887 e faleceu no Hospital de Santo António, Porto, a 16 de Julho de 1956. Foi o fundador da Obra da Rua.
Está sepultado na Capela da Casa do Gaiato de Paço de Sousa, Penafiel.

ALAVANCADOS NA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA,
DERAM PÃO E ESPERANÇA AOS DESCARTADOS
DO SEU TEMPO
Viveram na mesma época. D. Sílvia Cardoso foi crismada por D. António Barroso, em 25 de Outubro
de 1903. O Padre Américo trabalhou longos anos em Moçambique, onde conheceu de perto a acção ali
realizada pelo Bispo Missionário. Sobre ele testemunhou, em 1954: «A sua grande loucura está no amor
aos pobres».

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Monsenhor Cónego Doutor Ângelo Alves, natural de Paços de Padre José Gomes da Silva Araújo, Arcipreste de Barcelos para
Ferreira, faleceu no passado dia 4 de Março, com 86 anos de ida- o quinquénio 2013-2018. Nascido em 15 de Abril de 1938, é Pá-
de. Era Vice-Postulador da Causa da Canonização de D. Sílvia roco de Galegos (Sta. Maria) e Galegos (São Martinho).
Cardoso.

Na penúltima assembleia geral da Associação dos Amigos de
D. António Barroso foram propostos e aceites por unanimida-
de dois votos de agradecimento:
Ao Senhor Arcipreste de Barcelos, Padre José
Gomes da Silva Araújo, pela colaboração prestada aos A Associação dos Amigos de D. António Bar-
Amigos de D. António Barroso. roso, criada por iniciativa do então Vice-Postulador, Dr.
A Monsenhor Ângelo Alves, pelo apoio que, desde a José Ferreira Gomes, e submetida a aprovação da autorida-
primeira hora, deu ao processo de Canonização de D. António de eclesiástica (D. Júlio Tavares Rebimbas), tinha como ob-
Barroso. jectivo «divulgar e promover o conhecimento da
Foi com pesar que tomámos conhecimento da morte ines- personalidade, das virtudes e da fama de san-
perada deste nosso prezado colaborador e amigo de há muitas tidade do seu patrono», contribuindo cada associado
décadas. Ao longo da vida dedicou-se à promoção da Causa com uma quota para as despesas do processo de canoni-
de Beatificação e Canonização de D. Sílvia Cardoso, sendo seu zação. Monsenhor Ângelo Alves, amigo de velha data do Dr.
Vice-Postulador. Na foto de baixo, recordamos a presença no Ferreira Gomes, colaborou na redacção dos estatutos.
Vaticano, na Congregação da Causa dos Santos, para a entrega Recordam-se, a propósito, os 33 associados que no
dos processos de D. Sílvia Cardoso e de D. António Barroso, dia 18 de Dezembro de 1992, compareceram no 4.º
em 10 de Março de 2015. Que os Servos de Deus que tão bem Cartório Notarial do Porto, como outorgantes: Dr. Ál-
serviu, o acolham e acompanhem na morada eterna onde re-
varo da Conceição Tavares, Dr. José Ferreira Gomes, Prof.
pousa, Monsenhor Ângelo! O Boletim de D. António Barroso,
Dr. Manuel de Miranda Ramos Lopes, Eng. António Pacheco
propriedade da Associação dos Amigos de D. António Barroso,
apresenta sentidas condolências aos familiares e à Diocese do Luís Gomes, Eng. António Pinheiro Barroso, Prof. Dr. An-
Porto. Amadeu Gomes de Araújo. tónio José de Aguiar Alves de Brito, Dr. Pedro Paulo Bis-
caia de Azeredo Perdigão, Dr. José de Azeredo Perdigão,
Eng. Francisco de Nápoles Ferraz de Almeida e Sousa, José
Barroso Castelo-Grande, João Maciel de Brito Limpo Tri-
gueiros, Otília Barroso Castelo-Grande Limpo Trigueiros,
António José Cardoso de Sousa Barroso, Eduardo António
Gonçalves Pereira, Cármen Maria Lopes Antunes, Henrique
Augusto da Silva, Francisco Monteiro da Costa, Emílio Faria
da Costa, Henrique Manuel da Silva Mendes, José Amorim
Antunes, Maria Helena Pereira da Costa, Manuel Celso da
Silva Cunha, Dr. Victor Manuel Martins Pinho da Silva, João
Quintela da Rocha, António Manuel da Silva Mendes, Cân-
dido Alberto Martins Lopes, José Fernando da Silva Mendes,
João Eduardo da Silva Mendes, Laurinda de Sá Cardoso, Ma-
nuel João Fernandes Cunha, José Joaquim da Silva Mendes,
José Augusto da Silva Terroso e Maria Amélia da Silva Torres.

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O MONTE DA VIRGEM E D. ANTÓNIO BARROSO
sagrado à Imaculada
Conceição. Tão grande
era o seu amor pelos
pobres que se despo-
java das suas roupas
para os agasalhar. Pe-
diu que continuassem
a sua Obra”. E a “Obra
do Padre Luís” aí está
Texto e imagens de João da Ponte
a atestar que sua von-
tade foi cumprida…
Há dias, ao visitar o “Monte Na sacristia, consul-
da Virgem”, santuário mariano tei o livro, editado em
que se debruça sobre o Porto, 1956, com o título: “O
fiquei surpreendido ao ver, no Monte da Virgem” (As
“Monumento à Imaculada”, o minhas recordações).
medalhão que acompanha este E qual não foi o meu espanto
texto. E interroguei-me: Porquê ao verificar que o seu autor era
aqui, a efigie de D. António Bar- exatamente o bondoso Padre
roso? A resposta logo me sur- Luís. É uma relíquia e um te-
giu numa placa que diz: souro, exemplar único que bem
“Bênção da pedra fundamen- merece ser reeditado…
tal XXV-VI-MCMV ”. Não havia Começa assim: “No primeiro
dúvida. Foi D. António Barroso dia de Janeiro de mil novecen-
quem presidiu à bênção da pri- tos e cinco, um grupo de cin-
meira pedra deste monumento co homens, unidos pela mesma
em honra da Imaculada Concei- amizade, subia lentamente o
ção. Confirma-o uma inscrição “Monte Grande”, erguido em
latina, presente na face princi- frente da cidade do Porto, num
pal: “A Diocese do Porto de- extremo da freguesia de Olivei-
dica à Imaculada Virgem Maria ra do Douro”. O Padre Luís, um
este Monumento de amor, cuja desses cinco amigos, esclarece
primeira pedra colocou o Pre- que, no ano anterior, um deles
lado D. António Barroso a 25 tinha gravado “numa das rochas
de junho de 1905”. do Monte Grande, em homena-
Ao caminhar para a capela, gem a Nossa Senhora, as iniciais
deparei-me com o busto do de “Maria Imaculada” (MI).
Padre Luís, com a inscrição: O grupo sentado em volta
“Legou-nos o Monte da Virgem do rochedo decidiu: “O Mon-
(…) e o seu santuário con- 

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D. António José de dos de maior relevo na história
Sousa Barroso, Bis- da Diocese: genuína têmpera de
po da Diocese do português antigo e invulgar mo-
Porto, coloquei esta delo de missionários, de sacer-
pedra no Monu- dotes e de bispos”.
mento e Santuário Autorizado testemunho dum
da Bem-Aventurada sacerdote de reconhecida bon-
e Imaculada Virgem dade, perpetuada na Obra so-
Maria, erigido neste ciocaritativa que ainda hoje con-
Monte Grande, hoje serva o seu nome, que acompa-
chamado Monte da nhou de bem perto a vida de D.
Virgem, com esmo- António Barroso, como bispo da
las dos fiéis, em me- Igreja do Porto.
mória da Definição Que belo lugar para lembrar
Dogmática. Em tes- este “invulgar modelo de mis-
temunho deste fac- sionários, de sacerdotes e de
to, assinei pela mi- bispos” e rezar pela sua beati-
nha mão o presente ficação…
documento, no ano
e dia acima referi-
dos”.
te Grande, futuro pedestal do A respeito de
monumento a Maria Imacula- D. António Barroso,
da, chama-se desde esta hora o P. Luís esclarece
“Monte da Virgem”. “O Monte da Virgem
Na bênção da “pedra funda- ficou sempre um dos
mental”, onde estavam gravadas lugares preferidos
as iniciais MI, estiveram cerca do seu coração e do
de 100.000 pessoas seu amor a Nossa
Finda a bênção, foi coloca- Senhora. Muitas ve-
do, por baixo dessa pedra, um zes o subia a pé, re-
cofre com um pergaminho que citando o terço, em
dizia: “Em nome do Senhor. companhia de algum
Ámen. No dia 25 de Junho do sacerdote do Paço.
ano de 1905 do nascimento de Dizia que isso lhe
Nosso Senhor Jesus Cristo, se- servia de descanso,
gundo ano do Pontificado do e ao mesmo tempo
Santo Padre Pio X, e quinquagé- lhe permitia recor-
simo primeiro da definição do dar as suas jornadas
dogma da Imaculada Concei- de missionário em
ção da Bem-aventurada Virgem Angola e Moçambi-
Maria, reinando D. Carlos I, Rei que”. E afirma: “Ficou
de Portugal e do Algarve, Eu, sendo um dos prela-

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D. António Barroso lembrado no Porto

No dia 29 de Janeiro de 2017, o semanário Voz Portucalense celebrou a memória de S. Francisco de Sales, padroeiro
dos jornalistas e escritores católicos, com uma palestra do Cónego Doutor Arnaldo Cardoso de Pinho e com a actuação
do Coro Gregoriano do Porto. Seguiu-se uma visita guiada ao monumento a D. António Barroso, no Largo Primeiro de De-
zembro, pelo Dr. João Alves Dias, e uma recepção na sede da Associação de Protecção à Infância Bispo D. António Barroso,
por ele fundada em 7 de Maio de 1903. O director, Dr. João Maurício Pinto, brindou os presentes com uma breve exposição
sobre os estatutos e as funcionalidades desta instituição de acolhimento, e com um lanche fraterno. A celebração contou
com a presença de Bispo Auxiliar do Porto, D. António Augusto Azevedo e de um grupo de Amigos de D. António Barroso.

Associação
De protecção
À infância
Bispo D. António Barroso

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Conheça
D. António Barroso
leia
www.domantoniobarroso.pt

D. António Barroso lembrado por intelectuais e artistas
Acaba de ser publicado um livro original e muito interessante sobre D. António Barroso. Com o título «O HOMEM
SEM SOMBRA», é da autoria de JORGE CUNHA, tem ilustrações de ALBERTO PÉSSIMO e é editado por LETRAS
E COISAS. O Doutor Jorge Teixeira da Cruz, professor da Universidade Católica Portuguesa, é autor de estudos
diversos sobre questões éticas e sociais contemporâneas.
Também o arquitecto, escultor e designer de referência, ALBERTO CRAVEIRO, elaborou recentemente uma série de
trabalhos gráficos, com vista ao centenário (em baixo). Junta-se ainda um trabalho do artista barcelense ANTÓNIO
RAMALHO, autor de obras artesanais de muita qualidade, na linha das de Júlia e Rosa Ramalho.

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Visitas à Capela-Jazigo. Entre 1 de Dezembro de 2016 e 31 de Março de 2017, 118 de-
votos registaram o seu nome/intenções no Livro de Visitantes. São naturais de Remelhe (43),
Barcelos (12), Famalicão (8), Moure (2), S. João da Madeira (1), Gamil (1), Barcelinhos (1), Ar-
cozelo (2), Góios (2), Amorim, Póvoa de Varzim (1), Fonte Coberta (1), Rio Covo, Sta. Eugénia
(2), Chorente (1), Alvelos (8), Vila Nova de Gaia (2), Carvalhal (3), S. Varíssimo (1), Rio Covo,
Sta. Eulália (2), Mariz (2), Pereira (10), Midões (3), Trofa (2), Silveiros (3), Galegos, Sta. Maria (2),
Aveiro (2).

Em 19 de Fevereiro de 2017, D. Francisco José Senra Coelho, Bispo Auxiliar de
Braga, em Visita Pastoral à Paróquia de Remelhe, escreveu: «Em visita Pastoral a esta Paró-
quia de Remelhe - Sta. Marinha, detive-me em oração junto ao túmulo do Servo de Deus D.
António Barroso, de quem tenho recebido luzes de exemplo de vida e obtido graças por sua
intercessão junto de Deus. Como Bispo e Barcelense me prosto perante a grandeza da sua
Memória, no exemplo da sua vida de amor e serviço à Igreja e aos Seres Humanos. Imploro a
sua intercessão para que o Ministério Episcopal que a Igreja me confiou seja missionário e em
fidelidade absoluta à Igreja e ao serviço da Dignidade da Pessoa Humana. Que com ele aprenda
a amar e a servir os Homens em constante atitude de Humanização».

Flores para os visitantes de D. An-
tónio Barroso. Flores para quantos
colaboram na Causa da sua Canoni-
zação. É hora de recordar Ana Brito
de Sousa, de Remelhe, zeladora da
Capela-Jazigo, e Maria Amélia da Sil-
va Torres, de Barcelos, fundadora do
Grupo de Amigos de D. António Bar-
roso, ambas falecidas recentemente.

CONTAS EM DIA
A última relação de contas (até 30 de Novembro de 2016) está disponível no Boletim n.º XVIII, III Série. Desde aquela data, até 31
de Março de 2017, foram efectuadas as seguintes despesas: Escola Tipográfica das Missões: 562.29 €; consumíveis, expediente, correio,
comunicações: 35.00 €. TOTAL: 597.29 €.
No mesmo período foram recebidos os seguintes donativos para apoio à Causa da Canonização e para as despesas do Boletim:
D.ª Laurinda Fonseca do Vale e Sr. Manuel Ribeiro Fernandes: Dezembro: 100.00 €, Janeiro: 100.00 €, Fevereiro: 100.00 €, Março:
100.00 €; Dr. João Rodrigues Gamboa: 80.00 € ; Sr. Manuel António Araújo: 5.00 € ; Anónimo: 60.00 €; Anónimo: 10.00 €; Dra. Maria
Adelaide Meireles: 30.00 €; D.ª Virgínia Branco: 20.00 €; Dra. Maria Clara Beleza Ferraz e Dr. José Manuel Meira de Matos: 30.00 €;
D.ª Ana Martins Figueiredo: 10.00 €; D.ª Ana Teresa Arrais: 10.00 €; Anónima: 20.00 €; Assinantes de Remelhe: 30.00 €, de Maria Alice
Gomes de Araújo, Abílio Ribeiro Oliveira, Maria de Lurdes Guimarães Costa, Marinha Adozinda Torres Gomes, Maria do Carmo
Costa Arantes e Maria de Lurdes Roriz Martins; Dra. Maria Arminda de Sousa Barroso Ferreira: 120.00 €; D.ª Leontina Monteiro
Cabral: 40.00 €; D.ª Lígia Vidal: 5.00 €; Dr. António Cruz Feliciano: 20.00 €; Família de Manuel Matos de Araújo e Adelaide da Silva
Gomes, Remelhe: 500.00 €. TOTAL: 1.390.00 €.
Para transferências bancárias que tenham a bondade de fazer para apoio à Causa da Canonização de
D. António Barroso e para as despesas deste Boletim, informamos que a conta em nome do «Grupo de Amigos
de D. António Barroso», na Caixa Geral de Depósitos, Oeiras, tem as seguintes referências:
NIB: 003505420001108153073. IBAN: PT50003505420001108153073. BIC: CGDIPTPL

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