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ELETNUNER
TOTRL Ne24i1990

. AFTIGO DE CAPA .

. . .. . . . 3
rogsneÍâtivodeOndasCurtas
Receptor

. CURSO.

Liçáone4:
Os Semicondutores - Junções -Diodos ..... 27
sêmicondutores . . . . . . .' . . . - 27
a) MateÍiais . .
b)Junções PN .... .,".".'.28
c) O Oiodo semicondutor ... -....29
d) TiposdeDiodos ......... '..31
- Diodode Germànio
- Dbdosde SilÍciode usogeral
- Oiodosretificadoresde Silício
e) O DiodoZener '....31
Í) Diodos emissores dê luzou LED .. .. . .... 32
9) Foto-Oiodos . '.... 33. . ELETRÔNICAJUNIOR
e monlagens .....34 '
- ExpeÍiências
1)Provador de Componentes ..........' 34
Cargade umcapacitor
. ....,...58
de
2) IndicadoÍ polaridade ......35
.. .....
Reativadordeoilhas/botáo ...... .. 59
3)Luzomdois nÍvois... ......36
-As Vâlvufas . . . ' . . .37
. DIVERSOS.
. TEORIA o
Sinlonizando OndasCurtas
- QSlse informesde recepçáo(Partell) . . . . . . 25
parainicianles
Boparaçáo
Cor̀iodo leitor . ' - - -.45
o mulímstro
- Usando ......... '8 53
LigaçâodetransformâdoÍes ..............
ComoÍuncionaa câmaradeTV....'.. .... 48
Curiosidades:
- Sinaisdo espaço.. ......... 16
. MONTAGENS O - Detectores de rnetais. ..'.....38
- Choques detiltro .. . .. .. ' .. . . 46
daÍorramsÍúas
Cor rolaslctrônlco .......... 14 - Potenciômetros ds volumèminiaturas t'.-.'52
Transmi$ordo FM comtÍansistoÍ PNP .' . .. . 17 - Antênas . .. .. ... ' 54
Fro,!b!como 40!Ì3 ........... 20 Encicloo&iaElstrônicaTotal
lúcÍo sFtema ds .
escutraclandèslina . . . ... . 55 (íichas
de ne87a90) ..... .'..-.61

cionados. Diretorês Hélio Fiíipaldi. Os ârtigos âssinadossã9 de exclusiva responsabili- dade de seus autores.nossasrevistas. Publicidade Maria da Clória Assir trutuÍaque Civita colocouà disposiçáode todo o Fotografia ramoeditorial.desenvolvido especial.um grandeho.transmìssor transistorPNP. EDITORA SABERLTDA.porém.e talvezsemo sabeÍ.Conquistaram inúme.agradara umaparcela MaÍgraf Impressáo consideráveldo públicoleitoÍ.S áo P aul o. w . Caixa Posral t4. Bragaapresentaum bem como a industrializâçáo e/ou comercializâção dos aparelhos ou idéiar oÍiundas dos textos men- Íeceptorparaondascudas.4960) é uma publicação mensal da Edilom Saber Ltda. Iean- aí. E ngeA ntoni o E di soÂM. .CEP o2t99 .VictorCivita dar .de ValterAguiar. PÍoÌetoscom o 4C193 (abrangendo8 projetos). à distância. graçasà novamentalidade que passoua S l udi o N i ppoo nortearsuaÍilosoÍiaeditorial. (01l ) 292-6600. José Rubens Aparecido Ferreirâ Sua inÍluênciafoi mais longe. H él i o Fi Íi pal di Diretor Técnico A pÍoÍissionalìzaçãopor ele adotadaem suas Newbn C.Na décadade 50. mola mestrado modernomercadoeditoÍial de nossopaís. 608. celmaCristina Ronquini Desenhos:Belkis Fávero. ao pÍeço da últimâ edição em baÍca mais des- Lamentamosprofundamentea perda dessa pesaspostais.C E P 02113 . Por Fábio José M. Portugal: Distribuidora Jardim Lda.S P B rasi l -Tel . quemuitosdospro. TherezaMozzaloCiampiFiltipaldi Com a morte.estimulandoas vendase aumentando a pe. ros novos adeptos para a eletrônicae.acessível. E vedada a Íeprodução total ou paÍcial dos textos e ilusúaç6€s desta Revista. do Amaral exemplo. fundoua Editora Abril e atravésdela implantouuma nova mentali- dade e novos hábitos.42'l . A1{B de FM com Outrosartigosincluem.de modomaiseÍi. C ui l herme C otchi ng. comoa Dinap.no dia 24 de agosto. Micro-sistemade escutaclandesti- na. R oth & C i a.passa. alémda 4e liçáodo CuÍsoPráticode Eletrônica. podemos Distribuição B rasi l :D IN A P aÍirmarsemsombrade dúvida. Ltda. fissionaishole bem sucedidos tiveramseu primeiro E LE TR ôN IC A TorA L (tssN 0103 . BÍagâ empresasserviade exemploe estímuloàs demais. EditoÍ Algumasde suasempresas.respaldadas pelainÍra-es. gÍandeÍigura.nummomentocrí- ticoda indústriaeditorialbrasileira.tanto no ramo de publica- TTTRL Dir€tor Resporsávêl çóescomono públicoleitor.NewtonC. Curtas. o Brasil perde.Sáo Paulo - SP. da S i l va D€partâmento de PÌoduçáo ciente. EduaÍdoAnion mem. inteÍessedespertadopor nossasrevistas.pudeÍamalcançarumagrandepene. âdministÌação.Mesmo Redâção.Suamontagemé simples e seucusto. P. Nestaedição. CcÍri Fotolitos traçãoe. DiagÌamação e AÍte Final: netraÇáo. As consultas dcnicas Íeferentes aos aíigos da Revista deverão mente para atendera inúmerospedidosenviados ser feitas exlusivamente por caÍtas (A/C do De- pelosnossosleitoresda seçãoSintonizando Ondas paÍlamento Técnìco).de Viclor CerentêAdÍninistrativo Civita. sob pena de sânçõeslegais. publicidad€ ecorr€s- pondênci a: A v. Revisão Técnica ram a atendera todaa indústria. N úmeros atÌasados: pedi dosà exerceu suainfluêncra revolucionária.no mínimo.

em vista da simplicidadevisada. O receptor pode ser alimentado com pilhas ou Nosso recepior constabasicamentede uma eta- fonte e tem 3 ajustes. antenaexternade uma ligaçãoà terta. por exemplo para a cobertura da faixa de I'6 a 6 do tiDo 8F495 ou 8F494 ligado conforme mostra a MHz ou ainda de 15a 25 MHz. Uma bobina permitea coberturada faixa indiça. VOA. santespodem ser captadas.Receptorregenerativo de OndasCurtas de Atetrdendo I muifos pedidos de leitoÌ€s que foÍrm rtraídos pclc po$ibilldrde de csptrÍ estrções prit"t. com excelenteintensidadede sinaì. BBC.mas ainda assim bem meìhor do que a faixa de ondas curtas € que permitem a çaptaçãodas obtida com um super-ÍegeneÍativo. usando car com cste? uma antenade 8 metrosde compdmentocaptamosa Esçreva-nosdepois dizendo que estaçõesconse- Rádio Portugal. tas e ainda não tem um receptor." A etaparegenerativatem por baseum transistor da.não che.o sinal rençgeração e pode serconsideradarazoáv€Ì. Nederland. COMO FUNCIONA excitandodiretamenteum alto-falante. è aolicadoa um amplificadolde audio de duasetapas. ondeestaçÕcs interes. mas outras bobinas podern seÍ expe mentadas. Ncrvtor C.Trsts-s€ da motrt88em idesl prra o leitor inicirDle' eslud te ou mesmoquc ãíginao gosla de ftzcÍ expeÍiêrciosdiferenlcscom receptoÌes. "onfor. assuntó antplameote abordido em nossr s€çio de O'drs Cuírs. descÌeY€mos um si'ples' oìiior motriar trio Dorémmuiaosenslvelr€ceptorque uliliza compotrentesde bsixo cüstoe é muito fócil de ajustcs cspcciris. mostrao diagramaem blocosda figura I .mas é bas. muitos dos nossosleitoresnão possuemtals olicidade que o caÍacteriza. para estaé acopladoa partir de Ll que estáligada a gando é claro ao ponto que se tem com um reçeptor antenac reü4. €staçÕes de outros paÍsescom muita facilidade' No O importante neste receptor é que além da sim- entanto. Rádio Transmundial. Drü' Radio guiu captar.KGEI. ToÍAL N924190 ELETRôN|C .por que não come- tante sensívelhaja visto que durante à noite. pa regenerativabastantesimplescujo sinal detectado les) c volume.sintonia. Brrgr Existçm exçelentesreceptorescomerciaispara a heteródino. Mosçou. O receDtorque descrevemos não é do tipo mais Seo leitor quer exploraro rnundo dasondascur- modeÍno.etc na faixa de 6 a 15 MHz. 11O /22O Fig. A bobina L3 em conjuÍlto com o çapacitorvadá- A seletividadedo teceptor dependedo ajuste de vel determinaa estaçãoque vai ser çaptada. I . regeneração(2 contro.Diagrsmq em blocos do receptor. figurà 2.os componentessão de baixo custo.Mas para queo desempenho sejaexcelen- receptorese gostaÍiamde teÌ uma iniciaçãona escu- te é precisolevaÍ em conta a neçessidadede uma boa ra de OndasCurtas com a montagemde um recepror que ao m€smotempo fossesimplese sensível.

A etaporegenerutivacom um tronsistor. procuramoschegaro mais próximo possível do ponto em que ocorre o desaparecimento do sinal. pois issocausaÌiaa osci- laçlo do ciÍcuito que passada a gerar um sinal pró- prio e não amplificar um sitral exteÍno. Para maior qualidadede som é interessante utili-- O sinal s€lecionado é eotão aplicado à base do zar um alto-falantede l0 cm montado numa peque- tÍansistor 8F494 atÍavés do capacitor C2 recebendo na caixa acústica.o si- nal pode yoltar ao mcsmo transistor e reçeber nova amplificação. o sinal é "joga. quando nos aproxi- mamosdesteponto o sinal setorna mais forte e a se- letividade do receptor aumenta. Assim. boa filtragem. Ba opcÍaçáo do rcceptoÍ. ou seja. aÉs a ampliÍiçação. Fig.Como ocr5centar um controle de voluml. 4 . conforme e mostradana figura 4. Isso é conrcguido poÍ mcio d€ dois potcnciõm€tÍos (Pl e P2) quc formam um diúior de tensão. 2 . oa prática o leitor vai notaÍ que. temosa amplificaçãomáximasemocorrera oscilação. Como esteajuste é crítico. pilhas ou ainda de uma fonte de alimentaçãocom EntÍetanto. 3 . já que a potência do amplificador é pequena. Fazcmos isso atuando sobre o ganho do transis- toÍ. Na versãooriginal não existecontrole de volu- me.Uma fonte para o receptot.A alimentaçãopodç vir de 6 ou 8 assim uma ampliÍicação. do dc volta" á mesma bobina de entrada L3 através do açoplamcntofeito p€la bobina L2.SINAL L3 Ps-ÁFrz4*o Fiç. Com isso. maior do que a da cntradaoriginal. um ajuste "fino" que é feito em Pl. a "do- sagcm" do sinal a scr reaplicado na entrada do tran- sistoÍ dev€ ser contÍolada. ou seja. Vcja quc não podemos fazer corn que o sinal vol- te à cntÍada com intcnsidade muito grande. o que caract€riza o processode "regene- Íâção". Í€gulando cxtcrnamentc sua polarização. mas issopodeseralteradocom a ligaçãod€ um poten- ciômetroconformemostÍaa figura3. O sinal forte que obtemosdestaforma é detecta- do nas junçóes do transislor e com isso aparecena forma de audio em C4 de onde é levado à entrada do amplificador. Chegandopróximo do ganhomáximo bastareto- car a sintonia para chegaraté a estaçãodesejada. existeum segundopotenciômetroque permi- te uma aproximaçãomaior do ponto ideal. A$im. PAAÌT DO. ramcntc úbrc P2 dc modo a chegar no ponto em que ELETRÔNICA ÌOÌAL N: 24190 . Fig. atuamos primei.

é O valor do variável. O transformador para esta fonte pode ser de As bobinassão enÍoladasnum bastãode ferrite 9+9V com 250 mA ou 500 mA e primário de acor.Na figura 7 damos estaversão e poucasplaças)a faixa cobertaficaÍá muito rèduzi- indicada aos iniçiantes. de ser esmaltadocom espessuraentre 18 a 24 como fio comum com capa plásticarigido 22. receptoÍesvalvuÌados.Na figura 6 temosa placa de circuito im.Circuilo experimeníol do receptor. MONTAGEM O capacitorcV é um variável comum para fai- xa de ondas médiascom capacitânciamáxima entre Na figura 5 temos o diagÍama completode nos. não sendorecomendados por isso.Plsca de circuito ìmprcssoparc o rccepí()r. 190e 410 pF.Se fo- dç que as ligaçõesdas bobinase do variávelsejamas rem usadosvariáveispara FM (de poucacapacitância mais curtas possíveis. niatura de plásticocomo grardes retiradosde velhos pressocom a disposiçãodos pÍincipais componentes. da. ou seja. Tanto podernser usadosvariáveismi- so receptor. Fig.I lOV ou 220V. o ponto d€ terra e L3 por 8 espirascom tomada na terceiraa partir da bobina Ll pode ser ligado ao negativoda fonte do lado do nçgativoda fonte.ou seja. sua capacitância possivelfazera montagemem ponte de terminaisdes. vai determinara faixa de freqüênciacobertas. ELETFÔNICA N924190 TOTAL . Ll é formada por 4 espiras.L2 por 2 espiras Com a utilização dcsta fonte. Como se trata de circuito não muito crítico. mento. 5 .5a I cm de diâmetÍocom 12 a 20 cm de compd- do com a rededesualocalidade. O fio usadotanto po- com a eliminaçãoda necessidade de um terÍa ext€rno. Fí9. 6 . de 0'.

Íios pâra antena. caixapara montagemou base.100uF . C3 e C5 devemsercerâmico.resistor(marÍom.capacitorcerâmico C4 .22OuF .caDacilorceÍâmico C2 .violota.10 nF (103ou 0.pÍeto.preto. L3 .Os demaiscapa.botõêspara potenciômetrose va- Fig.resistoí(verd€.CapacitoÍcerâmico C3 .1 nF . amarelo) R2 .bas- volLrl/tE táo de Íerrite.ver texto Para conexãoda antena e teÌÌa usc uma barra FTE .azul. P 2-10k-potenci ômetro C1 .47k .alto Íalantede 8 ohms com parafusos.Mqnter os Íios bem curtos em todqs as ligações.Sugestilo de cqixs pqra montogem.resistoÍ(marÍom.10lrF .vermelho. Q2. 7 .caDacitorcerâmico C6 .potenciômelro xa confoÌme sugerea figura 8.transistoÍNPNde BF Cl.120k.transistorêsNPN citoressão eletrolíticospara l6V ou 25V.transistorPNPde uso geral Os potenciômetrotanto podem ser linearesço. Ll.etc. 8 .resistor(amarelo. CV . 04 .caoacitoreletrolitico Q7 .variávelparalaixade AM de 190a 410 pF O conjunto pode seÌ montado numa baseou cai- P1 .1k . L2.5k6 .capacitoreletrolítico R1 . D1. As posiçõesdos componentespolarizadostais co- mo capacitoreseletrolíticose transistoresdevem ser LISTADE MATEFIAL obseÌvadacom muito cuidadoassimcomo dosdiodos.8C558.solda.33 pF .veÍmslho) R3 .bobinas.caoacitoreletrolítìco C5 .diodosde usogeral mo log e seusfios de ligaçãodevemser cuÌtos.laranja) DiveÍsos:pilhas ou Íonte de alimentação.8C548ou equivalente .resistor(maírom. ELETRONìCA ÍOÍAL N: 24190 .lk . C2.caixaacústicapa- ra alto-Íalante.vermelho) stNToNtÀ R5 . D2 .ponte de terminaisou placa de circuito impÍesso.Montagem em ponte de terminsis .Q3.8F494ou 8F495.220 oF . riável. Os resistoressão todos de l/8w e os éapacitores 01 .01).1k . Fig. vermelho) R4 .1N4148ou 1N914. Íios para bobina.

PaÌa Q2 e Q3 podem. ..ção de OndasCurtas de Valter Aguiar onde horários. po ajusteCV até sintonizaralgumaestação.m.Fon lo1:ì2 ) 2j.065 L.. que o sinal "aparece" para depoisde aümentardesa. Cornprovadoo funcionam€ntoé sóusaro aparelho. Eftlc. 1t0n Plmu[El! 0P0nrulillnü I' :. ct.orÍ.. a.údio.l E Aolnic. na faixa indicada.cto m Colol P. A prova deve ser feita preferivelmenteà noite quando os sinais das estaçõesdistanteschegamcom O resistorRl eventualmentepoderá ser alterado mais facilidade. E . Ru' È iÒ G nd.F .nldo. Lembramos que tanto maior a antena.]. do suL e5. Acompanheas nossasexplicaçõesda Se- mos enfraquecimentodo sinal (ÍeaÌimentaçàonegativa).retoquea sintonia e a regenera.l GlÁfls..rr..r t 612 . . Chegandopróximo do ponto de maior rendimen.serusadoscomo equivaìen- tes os 8C237. melhor seráa recepçãopdncipalmentedas estaçõesmais fÌa- cas. Fig.1 I **. la coleçãode canõesQSL são dadas. BC54'l e BC549.n tcácr. O sentido de eüolamento das bobinas é impor- tante.td. Ligue o receptoÍ e vá girando P2 até ouvir um chiado que caracterizaregeneraçãoe ao mesmotem. da manhã. Lç. '--- Éf.SEHOJEMÊSMOEM UM DOSCURSOS CEDM E CONHEÇAO MAISMODERNOENSINO TÊCNICOPROGRAMADO À DtSTÂNCIAE DESENVOLVIDONO PATS EÍ-24 ËK E q.mDliíicdor.7 LJ IK firls0sft tPflrÍE0ltflI! MATRICULE. mas pode ser facilmente compensadocom uma inversão que será explicada mais adiante.assimcomo dicas para iniciar uma be- cão atuandoem Pl. . Oigit. Potr..âtÉ f= Êl ElÍrônic. Ël Mbropoc. Os melhoreshorários para a escutade estações pois seu sentido de enrolamentopode estar tal que.ü E ftoorlm*to.õnic. PROVA E USO BARFA OE COBRE OU ALUIUINIO ENÌER8ÁOO PELO $ENOS3Ooi Na figura 9 temosum cxemplode antenaque po.m AÍic  M/FMrS S a/C 1V :ü :.. TÈncrolo. 9 . Para Q4 po- de ser usado o 8C307. Ë ELEÍFONICÂTOTALN: 24l9O .Antena e lerra parq o Receptor.ìN' PÍolr. // de ser usadacom eficiênciacom estereceptor.inverta as ligaçôesda bobina L2. BC308e BC557. ro são dadas. 8C238. BF494 ou SOLOA mesmo 2SC960. OLAOOF Í PLASTICO OU PORCELANA) Equivalentes para Ql sãq o 8F254. freqúênciase endereçosde estaçõesdo mundo intei- to para uma estação. parecernovamente. Ef ElÍ. Fto 0E oEsctoa Et\tcaPAoo ÍEÂRA_FIO OE COBRE. na faixa de 56k à 330k conforme o ganho do transis- Se ao girar P2 não se conseguiÌum ponto em tor usadoQl. distantesestão compreendidosentre 4 da tarde e 9 em lugar de reforço (realimentaçãopositiva) tenha. .mnto Auxililr.r (:f Rldiô. t!ÍfEllÀllllllE 6rrrr&. Equip. "Meditâçâomãisârómda mente" E * .Na verdade qualquer NPN de RF ser- ve desde que tenha a mesma disposição de teÍminais.!.

xl00 e xlk.ou seja. Reparaçãoara rnlcrantes üsando o multímetro Um dos instÌumentos prircipsis piÍr o téctrico Ìeprrador é o multimetÌo não sendo ex&geÍodizer que' somenlecom esteinstÌum€nto r maioria drs Íeprrsçõesde apeÌelhoseletÌônicoscomunspode s€Ì feitt.de acordocom o fator de multipliceção da escala. o que para um componentesig- nifica "bom" paÌa outÍo. num "passe de mágica" ele indica diretamentecom as palavras"bom" ou "ruim". BÍaga Já apresentado em edições antedores e no nosso próprio Curso Prático de Eletrônica esteinstrumento útil. xlo. o0N F Ì N t Ì o l Na figura l. aaa. a mesmaleitura pode signi ficar "ruim" ou ainda "duvidoso". É impoíante obseNar que o multímetro mede as resistênciasfazendo passar pelo circuito em proYa a correnÌede uma pilha interna. para que a medidasejacorretaé precisoconsiderardois fatos im- portanrcs: a) não devehaver outra corrent€ çirculando pelo com- ponenÌeanalisado. Jó que. suas escalasoHMS com fatoles de multiplicaçãoxl.Assim. is- so signifiça quea resistênçiaé 5 x 100ohmsou 500ohms. : . Para utilizar um multímetÍo é necessárioaÌguns conhecimetrtosbâsicos. apenas ao ligar esteinstÌumento a qualquer componente que. Fiz. Se tivermosuma indicação5 na escalax100. antesde fazer estamedidadevemoscn- costaÍ uma ponta de prova na outra e ajusta o Zcro Adj.Medíndo uma resistêncìa. 1 . estecircuito deveestardesligado.temosa resistência do componente(figura2). ObseÌveque. o quc não ocorÍe.ou seja. se o componentçesti- ver num circuito. &Íriisrndo s€uüso no tcsle de rlSuns componenteE impo]trtrÍc5. no testede componentes. Com ele. para uma leitura de 0 na escala A seguir. com h|bilidsd€ prrtlcamenlequâlquercompon€niepode seÍ tesÍ&dofrcilmenle.Usando o multímetro. Assim. 2 .Através dcstas mesmasmedidas.o componentedeveestaÍfora do circuito (figu- ra 3). Mas como inteÍpretar as leituras de um multíme- tÍo em cada caso? TorAL N924i90 ELETRôN|oA .q que usa- mos do multímtro é a sua capacidadede medir resis- tência. .. temos o modo de fazer uma mcdi- da de resistênciaou continuidadede um componente.o técnico também pode deteçtaras etapas defeituosas de um equipamento e verifiçar quaissãoos componentesque não estãoem boascon- diçõ€s. ou seja. tensão€ resistênciapodem sermedidase atra- vés destasmedidaso técnicopode saberse um apare- lho está ou não em boas condições. Fis. Newlon C. grandezasbásicascomo coÍrente. Neôtcsrtigo fo|!úos mlis ums vez do mr|ltímelro. b)não deve haver outros percursospossíveispara a coÍrentea não ser pelo componenteanalisado. O multímetro mede.Muitos pensamque. o Multímetro. Basicamente. e estasmedidasdevem ser interpretadas.

co.Medindo a resistêncianominal serfeito um testefora do cirçuito. teremos um resistorcertamenteaberlo.Testando um rcsistor numa plqca' se o ponteiro der saìtosbruscose não vaÍiar suave- mente.no calsoos eletÌolíticos' mos o valor nominal do componente.a bateriainter' importando a posiçãodo eixo. b) Capscitores s) Medidasde resistêncirs Os multímetros não medem capacitânciasmas podem revelar alguns problemasque ocorrem com Evidentemente. Normalmenteos resistores"abrem" ou seja' ten- dem a alterar o valor para mais e nunca para menos quando oco em anomalia. sa que uÍr multímetro pode detectaré um €ventual A escaÌaescolhida deve ser tal que tenhamos curto entre as armaduras.a resistênciadependeda instrumento. devc Fís. em casodedúvidas. se a indicacàono multímetro (figura 6).sem retiráìos do circuito. râmica de pequenoavalores(até 470 nF) a única coi- mo é mostradona iigura 4. certcstipos de capacitores. Um resistoraberto ou potenciômetroabeno foÍ- neceuma leitura infinita (oo).o teste mais simplesque pode. Observe.que se o vaÌor lido for igual ou menor que a resistênciamarc4daem princípio não podemos com certezaafirmar que ele está bom. Aí sim. ELETRÔNIC N?24190 TOTAL . o valor lido deve ser menor ou igual a da resistênciamaÍcadano com- Donente. Movimentandolentamenteo cursor. na do multímetro carrega o capacitor através de um Já.etc). capacitor"aberto" (semcapacitância)dará a mesma la onde a precisãodo aparelhoé maioÍ. conforme mostÌa a figura 5.mas nunca maior. lores eÌevados. mica' ce- sistênciade resistores. Se for maior.Por exemplo. ou seja.styroflex. Quando encostamos as pontas de prova num se lermos 22k trata-sede um componentede 22k não multimetro num capacitoreletrolítico.Medida de resistêncis no circuito. leitura for 5 com a escalaxlk o valor lido deve ser Aisim sendo-utilizar o multimetro no testedes- 5k ou 5000ohms. Assim.Um capacitoÍ bom e um uma indicaçãoda resistênciana regiãocentralda esca. res pÌástico(poliéstçr. 5 .é um meio prático de en- contrar problema.Assim. do menor for o valor do capacitor. Fig. 3 .Esta cargas€Íátanto mais Íápida quân- posiçãodo cuNor. Há um "truque" que todo técnicoreparadorde- ve çonhecere que permitetestar resistoresno circui- to. lendo a resistênciaentre o t€tminal ceÍrtrale circuito de certa resistência existente no interioÌ do qualquer um dos extÍemos. Fis. Se medirmosa resistênciade um resistorno cir- cuito.tçremosentãoum çomponentecom pÌoblemas. 4 . te tipo de componentetem suaslimitaçõ€s'Um pou- No casode trimpots e potenciômetrosfazendoa co mais pode ser obtido no testede capacitoresde vâ- leituÍa da resistênciaentÌe os terminaisextremostere. de um trim-pot ou potenciômetrc.tdm-pots e potenciômetros. papel. para os capacito- mos fazer com o multimetro refere-seà medidade re.

Evidentemcnte. assimque a carga se completa. que não deixa passaÌa corrente para as resistênciasinfinitas (figura 7). Sea agulhavoltar. b) Em curto ou fuga excessiva:nestecaso. Nestecasot€mosum dio- no sentido das baixas resistências. ser invertido.mas se não passartemosa i[di- caçãode lesistênciamuito alta (figura 9). caçÕesmais crÍticas em que um diodo nestas condi- ohum por motivos diversoscomo poÌ exemplo o vaza. o que temos é um diodo em curto. por algunsinstalt€s Um diodo em más condiçõesnão terá estecom- esta co[ente de carga fazendo com que o ponteiro poÍtamento:resistênciaalta numa posiçãoe baixa ao se movimenteno sentidodas baixasresistências.Testede eletrolíticos. 8 . diremos que o capacitortem "fuga" e ísso po- de ser ruim se o usarmosem aplicaçõesem que este fator pode influir no funcionamentodo circuito.A agulha do instrumentona prova vai em direção às baüas resistênciase não volta (figu- ra 8). c) Terte de diodos Diodos comuns podem seÍ testados facilmente com mútímetro. pode haver uma fuga de corrente entre as armadurasou baüa resistência. Fig. É o çasode timers. E se estiverruim? sentidoinversoa resistênçiado diodo não é infinita. passaa indicar uma correnteinfinita. Nesteca- a) s€m capacitencia ou abeÍto. as coisas devem ocorrer deste Uma situaçãointermediáriaé aquelaem que no modo se o capacitoÌesúverbom. permanecendona posi- ção de infinito (oo). so. ou seja. Partimos do princípio de que !a medidada resistênciaa bateriado instrumento(multí- metro) pode poladzaÌ o diodo no sentido diÍcto ou inverso. urn capacitorcom esteproblemaa agulhanão semo- vimenta çonforme indicado. O instrumentoacusaentão.Sea correntepassartemosa indicação de baixa rcsistências. 7 .da ordem de l00k a 2M.não a) Rçsistênciabaixa nos dois sentidos. çõ€s não deve ser usado. o ca.deixardo passara corÌenteem Na prova de um capâcitoreletÍolíticotemos en. ESIÂBÌ LIZ AO Á oHts Fig.Testede pequenos copocilores. indicandonão uma Íesistên- çia infinita mas anormalmentebaixa. ou seja. mento do eletÍólito ou sua evapoÍação. Neste caso. pasarcorrente. Temosduaspossibilidadspara um capacitorÍuim: rnassim elevada. sua junção destÌuída.Nesteça- flui mais corrente no ciÍcuito. entre 100k e lM. e o poÍrteiro cai ao mí. Existem apli- pacitor tem sua capacitância muito reduzida ou ne. ou seja. sm nenhumsentido. conforme sua posiçãoe assimpode ou não Fig. por ex€mploonde a fuga nilo deixa o capacitor"carregar" totalmente. com nimo.para depois voltar do aberto. 6 . Ao encostar Veja que a "polaridadc" do diodo também cor- as pontas de pÍova no multímetro nos teÍminais d€ responde à potaridade das pontas de prdva do lnulú- 10 TOTALN924190 ELETFÔNICA . so. ambossentidos. o qu€ t€mos é um diodo com fugas.Eletrclttico com problemas. Temosduas possibilidade: No entànto. tão uma rápida oscilaçãodo pontciro que desloca-se b) Resistênciainfinita.

Existem multímetrosem que a ponta de pro- va vermelhacorrespondeao positivo da batcria inter- na. ELFIFÔNrcA N924l9O TOTAL . Fig. metro. no ca- so de LEDS.Assim. desdeque a bateriainteÌna do multíme- tÍo sejasuficientepara pola zar o componenteno sen- tido direto temos a possíbilidadede teste. conforme mostra a figura I l.Prcva de Leds com o multímetro' varicap. estecomponentese comporta no testeco- mo um diodo comum. já que em PFEÌO geral como temos uma tensãozenermaior do que a (-l da bateria.o que já é um indicativo de bom estado(a não serno casodos infravermelhos). 9 . Diodos de diversostipos podem ser t€stadosle- vando em conta as suaspropdedades. 1I . ao s€remtestados. Esta tensãoé da ordem de 1. 10 --Resultsdosdeprovas com instrumentos de p oIaridqdes d iíercntes. OcoIIe o mesmo para diodos zener.Prcva de diodos com o multímeto. No entanto. Apresentamo mesmocomportamentoos diodos Fis.temos a condiçãode bai- xa Ìesistênciacom a ponta preta no anodo do diodo. de modo que ligando ao anodo do diodo em pro- va temosa condiçãode polarizaçãodireta (figur4 l0).6 V ç ocorrendoa polarizaçãoo LED acende. PREÌO Fis. Nestecaso.tambémexistemmultimetrosem que a ponta de prova vermelhaé ligada ao negativo da bateriaiqterna.

Deye haver a conduçãode correntecom a indicação pelo instÍumentode uma baixa resistência. ou seja. não importa a pola- Ìidade a indicaçãopelo multímetro deve ser de alta Ícsistência.Prova da junçAo A-K do SCR. e com centenasde ilustÍações que facilitam a to- Fig. Destaprova. como a deste aÍi- go. . alta) €m qualqueÌ sentido quando fazemos a medida entr€ o anodo (A) e o catodo (C ou K). com centenasde usoepara o multímetro numa linguagem bastante simples. já que ver todas seria irnpossível no espaçodisponívelnestaÍevista. Veja anuncionestamesmareüsta indicandoco- mo adquiriÍ seusex€mplaresdesteliúo.çonforme mostra a Íigura 14. in- ALÌA dica um SCR em curto.polarizamosajun- ção no sentidoinversoe a leitura deveser de alta re- sistência. d) SCRS Componente muito impoíante e que pode s€r tes- tado com um multím€tro. Fig. Levamosem conta a utilizaçãode um multimetÍo cuja pólo positivo da bateÌia interna estejaligado à polta de prova v€rmelha. Mas. Trata-serealm€ntede um livro que ensi- na a usar esteüNtrumento em todas as suaspossibiü- VERT . 12 .Estrutura eqvivolente a um !CR. Invertendoaspontasde prova.Se tivermos leitura de baixa resistênciaou de alta resistêncianasduas medidasrcremosum SCR em más condições. vemosque.Uma leituÍa de resistênciabaixa. 14 . para um SCR em bom esta- do devemosmedir uma resistênciainfinita (ou muito Fig.como usá- Ìo no testede componentes. dos. { xÂÍoool Assim.um SCR que mante- râ a caÍga sempreligada e não obedeceÌáa comando extcrno algum.Volume I e yolume II que contém mais de 400 págiras. Com a ligação de uma ponta de prova na com- porta (G) ç a outra Doanodo (A). os leitoresinteressadosnum conhecimento pÍofundo de como escolherum multímetro. Existemdois livros bastanteimportattes para os estudantese técnicosde todos os níveisque desejam aproveitarao máximo todas as possibilidadesde seu multímetro.conforme figu- ra !3. Uma indica4ãode baixaresistêncianuma posição ou nas duas possíveisdas pontas de prova. I 't2 ELETFôNICA TOTALN?24/90 . CONCLUSÃO: Nesteartigo vimos apenasalgunstestespossíveis com o multímetro. Podemospaíir de seuciÌcuito eqüivalentcmos- trado na figura 12para entendero que acontecequan- do fazemoso lestecom um multímetÍo.FalamosdoslivrosTUDO SOBREMULTÍME- (+l TROS . 13 . Coloçandoa ponta de prova vermelhana com- porta (C) do SCR e a preta no catodo (C ou K) pola- rizamos diretamentea única junção que existeentre estest€rminais e que se comporta como um diodo. dades.na medidade eircuitose na localizaçãode problemasnão devernficar preocu- pados. indica um componenteem más condiçÕ€s.Protn de junção G-K de um SCR.

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Com Pl na posição de menoÌ resistência.ou seja N À R ED E C . Como o circuito usa um Triac. todo o semiçiclo é O ponto de disparo do Triac em cada semiciclo conduzido até a carga ligada em Xl e ele recebea po. por baseo potenciômetroPl.apenasuma partemenor de cadasemici- porta.a2. Podenos usú-lo por exemplo plrs cortÍolrr s yelocidrde de ums fursdeirr. b) Temperatura de feÍros de solda e aquecedoresde ambientesou pequenasestufas. O resulta- do é a aplicaçâod€ um pulso no Triac no início do semiciclo e çom isso temos a potência maxima aplica- da. bem como de um rquecì€dorde rmbientcs ou alé mesmo o brilho de umr lômprds. clo é conduzida e a carga recebeuma potência mclor. I . Quando disparamos o TÍiac no início de cada se. 2 . Dentre as aplicaçõespossíveispara est€controle to rNicrooo d€ potênciatemosas seguintes: s€MtctcLo a) Velocidade de Furadeiras e outras ferrÍunentas com motoÍcs do tipo univeÌsaÌ.Á. como sugerea figura l. O controlc qu€ rpÍesêntamos trestc síigo e bssirnle simples e eficientc. O ISPÂF O c) ContÍole de bÍilho de lâmpadas incandescentes d) Fontede tensãoalternadavariávelpara cargasresis.o capa- citor carega-se rapidamente.Sugeslõode caixa para montagem. o aparelho pode ser montado com facilidade nu- ma simples ponte de terminais € instalado numa pe- quenaçaixa plásticaPatola. com a aplicação precisa de 0 a l00qo da potência ao apaÌelho controlado. Destaforma. capaz de contÌolar potências de até 800 watts na rede de l lov e o dobro na rede de 220V. é ajustado atravésde um circuito de tempo que tem tência total. do sernicicÌo. fivtl sEürctcLo tivas diversasou seja. além da econômia de energia. A cada pulso aplicado o capacitor se descarrega esperandopelo semiciclo seguintepara rtovo dispaÌo. pois o circuito exige uma potência mínima paÍa fun. menor potênciaé aplicadaa carga.Controleeletrônico de ferramentas Um circuito crprz d€ cotrtÌohr I potêtrcis splicrds s um rprÍelho elétÌico pode teÌ Eüitrs utilidrdes nume bucrdr de lÌrbdhos eletrôtricos. COMO FUNCIONA Fig. o resistorR2 e o capa- cito! Cl. O que temos é um contÍole de potência conven- cional em que um Triac funciona como uma chave Quando dispa. conforme demostraa frguf. Com Pl na posição de máxima resistênciaa car- ga do capacitoré mais lenta e a tensãode ignição da lâmpada neon só é atingida no final do semiciclo. miciclo da tensão de alimentação.Dbpsrc em ângulos de fase diferçnres.amoso Triac no meio ou no final que é ligada quando um pulso é aplicado em sua com. tempersturr d€ um ferro de soldar. Com o Pl pode ser ajustadonuma faixa ampla de valores. um "variac" eletrônico. do Triac em qualquer ponto do semiciclo e com isso ter o controlc perfeito da potência tra caÍga. Nerton C. podemos obter praticamente o disparo Fig. Brrgr Apresentamos um cotrtrol€ de potência para uso g€ral. TOTALN?24lSO ELÊTRÔNICA . rÊÍ{sÃo cionaÍ. temos o çontrole de onda completa. acompanhado cada se- miciclo de modo a atingir a tensão de 80v em que a lâmpada neon dispaÌa logo no seu início.

marrom) R2 . de calor. Como são poucosos componentesusadosopta- mos pelasua colocaçãonuma ponte de terminaiscon- forme moõtraa figum 5. Veja que os Triacs são especificadosem função Sea red€ for de 220V temos como potência máxi- de uma corrente máxima que podem conduziÌ.100nF -capacitorde poliester(veÍtexto) X1 . Fig.radiadoÍ de calorparaotriac.laranja) C i e C2 .lok -resistor(maÍrom.TomadapaÍa rede alimentação Diversos:pontede terminais. MONTAGEM Na figura 4 temoso diagÍamacompÌetodo controle.Interruptorsimples P1 . 5 .330ohms-resistor(laranja. nente o que exige sua montagem num bom radiador ma controlada: ll0 x 8 = 880 watt.botão para o potenciô- Fig. e os sìpacitoressão dc poliester.Montqgem em ponte de temìnsis.250V se a rede for de I lov e 450V sea rede for de 2mv.Montsgem do triac num rudiador.caixapara monta- gem supoÍtepaÍa Íusível. metro. como a potênciaé dada pelo produto Tensão senta uma "perda" ou queda de tensãode apenas2 x corr€nte.Íiossolda. laranja. ELETRONICA ÍOTAL N924190 . No casodo TIC226 estacorrenteé de 8 aFpéres. Para estesvaloresaltos de potência. mas issoé suficientepara gerarcalor no compo- Sea redefor de I lov temoscomo Dotênciamáxi. conforme suger€a figuÍa 3.pÍeto. 3 . temos duas possibilidades: volts. A lâmpada neon é comum de dois teÌminais. Frxaçao0o O tdac deve seÌ dotado d€ radiador e temos duas RÂDIÂOOR possibilidadesde escolhaconforme a redelocal.Fusívelde 104-ver texto R1 . LISTA DE MATERIAL Triac-T|C226Bou D -Triac NE-1-NE-2H-lâmpadaneon S1 . ma controlada:220 x I = l?60 watts. para a Ìede de I lov devemosusar o TIC2 B e paÌa a re- de de 220v d€vemosusar o T[C226D.Circuito experimentaldo Contrcle.etc.100k-potenciômetro linear F1 . Fig.Cl deveteÍ uma ten- são de trabalho de l00V pelo menos.o TÍiac apre- Assim. 4 .

alrayés de trans-oceanico de comunicaçõespor ródio.er o trabalho. Ajustado-s€ Pl dévcmos ter a variâçâo de brilho linear comum. sobre rodas de aulomóveis que permitiam a Esludando as Íontes de interÍerência em sua movìmentqçdo apontando paro diversas tono de 20. cabo de alimentaçàoe pÌugu€. tado peÌo Triac. srilArsD0ESPAç0 Em 1920os engenheirosda Bell Telephone que. brando que ferramentascom motoresque não sejam mada. Veja que os fios de conexãoda lilha de alta cor. além da mais potenle de todqs. universais.6 MHz./2W e o potenciômetro é . Montado: Cr$17. um chequejá descontando Envie-nos 25% . aum de tempestadese regiões do céu de onde se supunham vir as outrasÍontes estdticss. corpos celestesdistontes.PURIFICADOR DECOPIAS para 0 equipamento o profissional e amador quequeirarealizar cópias defitasdevídeodesuas sema perda reportagens. VIOEOCOP .100.Jansky descobriuuma interÍerências. e recebaem sua casasem maisdespesas.basta aumentaro valor de Cl. o natureza. nor resistênciade Pl d€ve-sediminuir Cl. era também Laboraloriesestavsminteressados emdescobrir a mais distante: o Sol- todas as fontes possíveisde interÍerência que Estava aberto o caminho paro uma noya poderiam aÍetor a construçdode um sistema ciência: a radioostronomío que. engenheiro Karl G.utilizandoa solicitaçâode Comprada últimapágina.calgas indutivas çomo transfoÍmadoles ou aparelhoseletrônicose ainda lâmpadasfluorescen- PROVÂ E USO tes não devemser ligadosa esteçonttole. Jansk! que começou a O equipamento de Jansky era bqstqníe trabalhar num laboratório em New' Jersey. não ligando çargasmaioresque o máximo supor- c€ntede 15 a l00W na tomada Xl. ELETFONICATOTALN9 24l9O . lem- Íente devemser gÌossos. tamente. Se a lâm- aplicação de uso geral recomendamos uma unidade pada não atingir o máximo b lho na posiçãode me- de l0A. rudimeníar: refletores e dipolos erom montados Estados Unidos.Casoa lâmpadanão apagarcomple- ção d€ Pl. talmenteacesa). Comprovadoo funcionamentoé só utilizar.o mesmoyalendopaÌa a to. cia. Devemostambéml€mbrar a limitação de potên- Para a prova basta ligar uma Ìâmpadaincandes. esludo das ondas de ródio emitidas pelos entúo recém-descoberto. da qualidade deimagem. Os resistoÍes são d€ l. VaÌoresaté O fuslvel dependeda carga usada. Sl é uma chave opcional que permite entre zeÍo (completamenteapagada)e o máximo (to- obteÍ a máxima potência independentementeda posi. mas pÍua uma 220 nF ou mais podemser experimentados.00 (mais postais) despesas Vendapor ReembolsoPosÌal. procura eníender sua Colocarsm para fal.

. o que justifica que a maioÌia dos COMO FUNCIONA tÍansistoÍes de alta ftequência que conhecemos são do tipo NPN. to de 2 termilais..... .... devemosreduzir também o valoÍ destecom- ponente... do tipo "microfon€ sem Íio" com alcânce rá um alcance da oÍd€m de 150 a 200 metros. ...2a 5. figuÍa l.. . PC (n s x ) ... .. .com uma tecnologiaavançada. osciladoÍes.. mas também pode seÍ usado um guintes caracteúticas: de 3.. Os valo- res de 4. A polarização de baseé feita por R2 e R3. ... O vemos neste artbo um inteÍessantemiqo-hansmissoÍ transmissor tamMm operará com 9v... .. descre. . ... a queima ou aquecimento excessivodo tÍansistor... . VC EO ( m ax ).. to livre na faixa de nossa localidad€. .. ele não deve ser reduzido piua menos de 470 sob pena de sobrecanga do tÍansmissor.. A modulação é feita com um microfonc de eletre- conyeÍsoÍes e âmpliÍicadores de FI... .. o resistor R4 deve ter seu valoÍ aumenta- Bste projeto é bastante interessantedo ponto de do para 1000. caso em que te- de FM.. aplicaçõ€scom sinais de alta frequência.. caso em que a ligação deve ser feita conforme VC BO ( m ar ) .. do qual podemos fazeÌ o ajuste da fÌequência exata ficâ que ele pode oscilar facilmente na faixa de FM e de funciolamentodo Íansmissor. . op€- zindo o percurso da corrente no material P. . 150(min)a 230(tip) MHz aDÍoximadamentelson. possui também uma frequência de transição CVI é um trimmer 2-20pF ou 3-30pF. funciona como um oscilador de alta fÍequência. Não Íecomeúdamosa utiliza EÌ-EÌRôN|oA ToTALN?24rs .. .7pF e 5. provoca.. ..-..... NcwtoDC. .que No entanto. . os câpacitoÍes devem ser obrigatoÌiamente cerâ- transistor NPN. 20V Os sinais de áudio.... {S A NY Oì O resistoÍ R4 determina a corente máxima de coletoÍ e seu valor influi na potência do tÌa.. . No entanto.. . ...ndo IC (B ax ) .. . .. A fÍequênciadesteosciladoré determinâdapelo Este transistor. . . .. . de 50 meüos e até mais em câmpo abcÍto.. enquan- frguração tradicional de oscilador.. podemos rando num ponto livÍe da faixa de FM entÍe 88 e também ter Íansistores de alta frequência do tipo l08MHz. Este capacitor inflú sensivelmenteno limite superior da frequência gera- da e podeter valoresna faixa de 1...3 0 m4 um d6locamento da frequência correspond€trte. além reduzir as espirai da bobina.. .. pois os de poliésteÌ não são indicados para O transbtoÍ 2SAll77 da SANYO é recomenda. ... ... do para anpliÍicadores de FM. cuja apresentaçãoé mostradâ na conjunto LllCVl..nsmissor.3 0 v mostra a figura 2... ústa didático para que os leitoresvejam como a con.. ..5 V sam aüavés de Cl À base do transistoÌ. .. Para ele- var a frequência de operação. .. pas- VEBO ( m ar ) . é constrúdo em torno dc um transis. neste caso. .. . O circuito tcm por brs€ üm lÌsnsistor de RF. mixers. que vêur-do uricrofone...escolhendo um pon- mesmo acima dela..... .. possuindo as se. .. .. o que signi... .Thansmissorde FM com transistorPNP PrÌr 03 leltores que dcs€jrm montrÌ !m micro-tÍrtrsmissor d€ fM com dcrnce dr ordem dc 50 mchos truml veÍsõo difercnte. . o capacitor C3 faz a realimentação de si- nal do coletor para o emissor. Neste se- toÍ PNP... mas....6pF. em configuração to que C2 faz o desacoplamentodo sinal de alta fre- de bas€comum.PNP do tipo 2SAl17. Brrgs Os portadoÍes de carga são mais râpidos num FE: sufixo D: 60-lm material do tipo N do que num material do tipo P.. micos.. Para manter as oscilações... ..com Com base nestetÍansistoÍ de baixo custo. ... .6pF sãoos recomendados para seob- ter um bom funcionamento nâ faixa de FM.. s€ for rllmentsdo com pilhrs mlnirlüÌr (3Y). sufüo E: 10G200 Isso significa que um üansistor NPN (que tem menos sufixoF: l@-320 material P a ser percorrido pela co[ente) é mais rápi- do que um PNP. .. quatrdo comparado ao mesmo circuito com toÍ. ofeÍecendo percurso paÍa a terra... . .. .redu.. . atÍavés minima de l53MHz e tipica de 230MHz.1 5 0 n W A artcBa côDsistcnum pedaço de fio rígido de fT . quência. . dr SANYO... . PNP e esteé o casodo 2SAl17? da SANYO. . com um tÌrnsistoÌ PNP mostÌsmos um ciÍcülto eco!ômico e simples quc cebc rté mcsmo Dumr crin de fósforos. O transmissorconstadc um úniço transistoÌ. ..

antena. preto.1oko.47pFou 5.3 ou 6V .V _el ELÊTFONICAÍOÍÀL N: 24i 90 . MIC. caixaparamon- lagem.resisloÍ(amarelo.solda. 51 . A alimentaçãoseráfeita com duasou quatro pi- ql - lhas pequenase em função dela seráescolhidaa cai- xa para alojar o aparelho.ÌransistorPNPde BF . pois o circuito tende a se instà- bilizaÌ.capacitorres cerâmicos )104ou0. Na ligação do microfone de eÌetreto observecom cuidado sua polarização./8 ou 1/4W.vertexlo R1.Esta caixapode ser plásti- ca.pfeto) C1.etc.C4.Bobina osciladoÍa .41nF.8.47íl .capacilorcerâmico Áe*u.Fì2.suportede pilhas.interruptoÍsimples 81 .2541177.2 ou 4 piÌhaspequenas "|w CV1. vermelho. O trimme! pode seÍ de 2-20pF ou 3-30pFcom basede porcelana.resistor (cinza.2-20pF ou 3-30pF. Enrola- mos 4 voltasde fio num lápis (corno fôrma) e depois retiramoso lápis.tíimeícomum ^o2 Ll .microfone de eletreio(2 ou 3leÍminals) ce) sem problemasde instabilização. vermelho) B4 . como por exemplouma sabon€t€ira(ou menor). Podemos fazeÍ a ligação da antena numa to. violeÌa.100nF. 4 -ãl -JJío--sÌ t+ t 1 íì vl.SANYO ser usâdasantenasde até I metro (com maior alcan.6pF.pois se a ligação for invertida o aparelhonão funciona.laíanja) B3 . íios.com a disposiçãode componentesmostra- da na figura 4. C3 . Os capacitoressão cerâmicose os resistoressão todos de l.ção de antena maior. A plaça de circuito impressousadapode ser universal.2k0.resistores (marrom. A bobina é feita com fio rígido comum. MONTAGEM Na figura 3 temoso diagramacompletodo trans- missor. ".capacitor cerâmico Diversos:placadecircuiloimpresso. LISTADE iIATERIAL mada da bobina para rninimizar estesefeitos e com cuidadopodemosencontrarum ponto em que pod€m Q1 .1) uE"oÊ C2 .

pois isso faz o sinal "fugir". EletriÍicadorde cercas . Em algunsçasos.5naa7 ^ ÉLETNONEF? Poisse nãoconhecee. notÍcias. Se depois Sintonize um receptor de FM. retire uma volta da bobina e tentenovamente. Orgãoou eÍeitode som no micro t TDA1029.7 on 5. Tente novo ajustc. fora de estaçãoe com volume pouco aber. !ão o balancc ao usá- transm$soÍ. a Acione Sl do transmissore çom cuidado ajuste VOCÊ JA CONHECEA .. Éxperimentoscom Varicaps. Na ediçáo212 você enconlrará: Centralde alarmes.6 ou ainda 4p7 falando ao mc1rmotempo diante do microfonc para ou 5ú. ASSINEV0CÊTAITIBEM Se&el AREVISIA - ELETRONER ELETRÔNICATOÍAL N9 24l€O ..Vá tor C3. eletrÔnicos . Uma vez câptado o sinal. entáoestáperdendo tempo!Procurecom seujornaleiroa RevistaSaberEletrônica. tnformaçóes técnicas sobre componentes.. artigosteÓricos Ínontagens maiscomplexas. é sinal que você captou uma irradiaçâo espúÍia.necessita de avançados. pode vir uma letra maiúsculacomo 4J? ou 5J6. CVI até captar o sinat mais forte do tralsmirsoÍ. E muitomais.Chave eletrônicade dois canais . mais fone. em toÌno de 90 de muitas tentativas não conseguiÌ "pegaÍ" o sinal ou loOMHz. dicaspara reparação de aparelhos etc.Um cuidâdo especial deve seÍ tomado com o capaci. to colocando-o a uma distância de uns 2 metros do Para operar o transmissor. te-se com o receptor ou úansmissor para verificar o alcance.em lugaÌ da vírgula ou do verilicar a modulação. Não to- que na anteÍra. lo e mantenha a antena cm posição vertical. Sua maÍcaçãoseÌá 4. PROVÀ E USO Se o sinal sumir logo. afas- "p".

sugerimosa Ie! 20 e 200 Hz e que aplica o sinal numa bobina de apli- tula do aÌtigo "Conheça o 4093" publicadona revis. dos ainda sem comprovação de que campos magnéti- Íes NAND (Schmitt NAND TÌiggeÌs) que podem ope.etc. OSCILADOR PARA MÀGNETORAPIA 2. o que quer dizeÍ que. nismo sobre as quais se deseja atuâção. I nF e 100ÉF podem seÍ testadoscom estecircúto. 1. A prova é auditiva. te em apÍoximadamente 200 esphas de fio esmaltado cas que resultem em aparelhos que possaÍnser usados 28 ou 30 num núcleo de ferrite em forma de "C" do no lar. Os circuitos que apÍesentamosa segui são aplica. PROVADOR DE CAPACITORF. teÍá durabilidade Íeduzida em vista do consumo de ções quc descÍevemos. Newton C. drds 8 próprir eíensõo dr frmílio e r sur desúnrçôo de complemetrto de p]ojeios mris complexos.Oscilador Fm msgnctoterapia.tanto experimçntais como práti. que o leitor tenha em mente. BÍs8r Conforme já tivemos oportunidade de analisar O projeto que aprese[tamos é baseadonos estu- em aÍtigos anterioreso 4093consisteem 4 disparado. 1 . No etrlrnto. ToÍALN?24190 Et€TRoNtcA .comparadores po magnético de certa freqüência nas partes do oÍga- de tensão. Para os leitores que desejaremum pouco mais Nosso circuito çonsiste então num oscilador que de conhecimento sobre este componente.S Uma das aplicações mais interessantesdo 4093 Capacitores diversos na faixa de Yalores entre envolve a utilização de suas portas como osciladores. com algu.biestáveis. pg4l. Capacitorespequenos. massagean- qüências de até alguns megahertz. o 4lD3 não tem deüdrmente sido rpÌoyeitrdo em proj€tos em quc ele seis I brsc. tipo usado em fly-backs. pode ser ajustado piua operar em freqüência entre mas aplicaçõesdidáticas bem simples. coÍrente. Projetoscom o 4093 O ciÌc[lto itrtegÌrdo CMOS 4D3 é um dos elementosmris v€Ísálei$ destr rmph frmilir de iDtcgrrdos digilrfu. cos podemter efeitossobreo organismohumanoaju- rar com tetrsõestipicamentede 5 a 12 Volts em fre.01 Hz até tor estiver bom haverá emissãode som pelo aparelho. do determinadaspartcs do corpo e até produzindo ci- Podemosusar estasportas em dezenasde aplica. A idéia básica consiste na apücação de um cam- osciladores. no carro ou'como partc de outros pÍojetos. ções práticas que incluem conformadores de onda. Estes osciladores podem operar numa faixa extrema. cações. ta EletrônicaTotal N'19. A alimentação pode seÍ feita tanto a partir de 4 Observamosque o baixo custo do integrado 4093 pilhas pequenascomo bateÍia de 9V que no entanto é um convite paÍa sua utilização em muitas das aplica. catrizaçõcs mais rápidas em ferimentos. seo capaci- mente ampla de freqüência que vai de 0. Ne3te rÍdgo moíÌrmos que estr "itrjustiçr" pode ser compensrds com umr séÍie muito inieÍessrtrte de rpücrções q[e ctrtrmetrtc vão agrrdar os leitoÌ€s qüe gostam dc oovidsdes em m8téÍir de conÍigur&ções.monoestáveis.até 47 nF vão pÌoduzir um sorn Fig. Na figura I temos o ciÍcuito completo do aparelho. dando no alíúo de problemas lervosos. perto de I MtIz. Pl ajusta a freqüência de opeÍação e Xl consis- -çõ€s mais avançadas.

indicandoa temporizaçãoque termina quando o piscade potência.contÍnuo graye ou agudo. enquanto que capacitoÌesmaiores geram pulsos intervalados no üansdutor piezoeletrico que pode ser Saindodas aplicaçôesem que usamoso 4093co- o MP-10. TIMER ESCAI. DestafoÌma. 2 . As freqüênciasde algumaspiscadaspo! mada por Pl. cia.Pisca-piscade potência. Rl e Cl.ou l2V de tensâo de A indicaçãode tempoé dadaa partir da rede for- alimentaÉq. ou mesmo2. Temos então um mini. estecircuito é da ordem de 5 minutos dada a baixa diador de calor se a lâmpadativer consumosuperior impedânciado divisoÍ de tensãomas valoresmaiores a 200 mA e a alimentaçãofor de 12 Volts. Q] Fig. Quando ligamos a unidade segundoa uma piscada a cada 2 ou 3 segundossão Cl carrega-selentamenteatravésde Rl e Pl de mo- ajustadasno trim-pot Pl. O capacitora ser testadoé colecta. Para a velocidadesainda menoresdas pisçadas Na figura 4 temos o circuito completodo Timer Cl pode ser substituido por um eletrolítico de I pF Escalonado. 3 . podem ser experimentados.econôrnicobargraph Este ciÌcuito aciona uma lâmpadaincandescente que é o indicadoÍ destetimer.MP-ll ou MP-12.os dispa- 3. último led acende. A alimentação pode seÍ feita com 4 pilhas peque. do são conectadosà ledse na entradaligamosum di- mamentebaixo.à medidaque estatensãosob€. de tensão. comum de até 500 mA com 6.Provodor de capacilores. do que os ledsVão ientamenteacendendoem seqüên- Na Íigura 3 temos o circuito completodo pisca. O intervalo máximo de tempo conseguido€om O tralsistor BDl35 deveráser dotado de um ra. como por exemplomulti- C l l =4O934 el 60u9v Fig. ELÉTFÔNICAÌOTAL N9 24l9O . PISCA.PISCA DE POTÊNCIA Íadoresvão comutandoemseqüência acendendoassim os lçds. mo osciladoÌtemosuma primeiravariaçãointeressan- Na figura 2 temos o ciÍcuito completo do prova-te em que este iltegrado aparece como comparador dor d€ capacitores. aplicandouma tensãocrescentena sua entrada. do entÍe as po[tas de prova PPI e PP2. Os quatrosdisparadoresNAND de cada integÍa- nas ou bateriade 9v e o consumoda unidadeé €xtre. dependendo do ajuste de 4. visor de tensãoformado pelosresistoresde R2 à R5.ONÂDO Pl.2 uF x l2tl.

dos com eletrolíticosdc bÒa qualidáde. 4 . 6. O que pode seÍ contÍolado externamente dep€n- 5. inteÍvalo de tempodeterminadopclo ajustede Pl. desligade toque I os sensoresconsisteem duaschapinhasmetálicas 7. tcmos o circuito completodo timcr simples.desativamoscste circúto. Com ou- com tensõesde 6 como l2V até valor€s intermediários. apagamoso led I e acendemoso 2. tados a cargaspodemoscontrolar circuitos de maior Na figura 6 t€mos o circuito completo do liga- potência. terioÍ. para 9v use tervalosde Tempo de 8té l0 minutos podcm scr obti- resistoresde 820 ohms ou lk e para 12 volts useÍesis. Com a troca dos O sensoré foÍmâdo por duas chapinhas de metal leds por drivestransistorizadosou tÍansistoresconec. TIMER SIMPLES próximas ou mesmo preguinhosque devemseÌ toca- dos ao mesmotempo. Fig.Timer escdlonsdô.Na figura 7 toÍes de lk ou lk2. desligade toqüe II O circuito pode sgÌ alimentadopor tensõesentÌe Lembramos que tanto neste ciÍcuito como no an- 6 e 12 Volts e utiliza todas as 4 portas do 4093. Com o toque no outÍo sensor. ct'tò x2 c Iì = 40956 Fíg. O capacitor Cl é d€ poliesteÍ e a alimentação do ciÍcuito pode ser fei: com um toque num dos sensoÍ€sacendemoso ta com tensóesde 6 a 12 Volts de acordo com o rclé led I e apagamoso 2.DESLIGA DE TOQUE (I) de exclusivamentedo relé usado. In- ção. utilizado. A alimentação do circuito pode ser feita tanto Um toque no EcnEore o relé é ativado. LIGA. tIo toque no mcsmo sensor. muito longospara não ocoüer o fucionamento crráüco. os fios ligados aos sensoÍes trão podem ser Na figura 5 temos o circuito completo do liga. LIGA.DESLIGA COM UM SENSON OD num circuito de muito mais alta constante de tempo.plicando-s€ todos os resistores até R5 ê Pl poÍ 10. 5 .Ligaiesliga de toqu6 I- 22 ELETRôNDATOÌAL N924190 . Este circuito desativao Íelé depois de um certo Os resistoresRx dependemda tensãode alimenta. Para 6V podem ser de 470 ohms. ou preguinhosquedevemsertocadossimultaneamente.

0l 40135 c tl =z l O93B Fig-7-Timersimples- C lì= 4 0 9 3 a 01 6D 155 Fig.Lìga-desliga co um sensor II. Fì9. I . 6 .Alarme de pêndulo- ELETRÔNICATOÍAL N9 24190 .

rr50. Ar.Ii!:i'. APRoVETTE ESTAPR0M0çÃ0! Adquira oskits. Esla é mais uFa Todos os delalhes dâ âíouiteruÌa do MSX.650. me de pêndulo. O circuito pode ser alimentado com t€nsõ€sde 6 Na figüra 8 temos o circuito completo do alaÍ- ou 12 V conforme o relé utilizado e a coÍÍente máxi. rc. SOUND! como lazer cópias de leras gÍáÍcas pralicanenle linhâ poí linhâ o setl lunciona- mo usâÍ Linguagem de Máquina do Z-80 são na rmpressorat como Íazer côpias de tilas.00 ctl'3.o O circuito pode ser alimentado com tensõesentÌe 6 a 12 Volts e seu consumo é dado apenaspela etapa As caractcrísticasde disparo rápido do . O tÌansistoÌ BDl35 não pÍecisa ser montado em PaÍa Ìearmar o alarme usamos um interruptor Íadiador de caloÍ nesta aplicação.530. oliÍicedô. o qu€ quer dizer que na condição de repou- dem ser usadasnum eficiente alarme de pêndulo tan. menlo. de saída. músicas.00 C r $2.':. desenhos e aplicalivos úleis parâ aquèlôs qle querêm €xl. também por uma aÍgoLade fio nú. I L|NGUÂGEü oEr|ÁoutNA rrsx 100DtcÁs PÀfìalltsx tid. Cada asoeclo do assêmbv z-80 á .livros emanuais doReembolso Postal Saber.i:: s. to para aplicaçõesdomésticascomo no callo.ondidú pela Ìodos os programâs lêm inslruções de diqila- dos do liímware do MSx são comenlados e FìOM.l(D3 po. OliveiÌa el at. Um pe.0 0 CÍ$3. IüSX- C r õ 3 . meirc curso sislemálico paÍâ âquel€s que có 2.economize postais. lvãldonado. Truqúês e macéles sobre co. Parâ o(lènì gos. so a corr€nt€ consumida é pÍaticamente nula. . á dividido êm su- - E e--tu las € acompânha. êrplicando exempliíicados.:'iff de máquina:il':"ïf. êxplicado e €xqtr- . t. cís 2.0o nospreçosas despesaspostais. mâravilhoso nun- do da LinguâgêB d€ Máoulna Z-40.l\RMEDE PÊttour. Maldonâdo e BosseÌlo . --F ALEPH. o tuncionan! A maneÍa mais tácil e diverlida obra. -."ú..vol. O sensoÍ consiste num pedaço dc fio ma de carga dependedas característicasdeste mesmo nú com um p€queno p€so e envolvido s€m encoslar Íelé. O rêrto .l:*:".Um livío Piazzi. Todos os segre. a tz---Novos Lonçomentos em MSX-------rr cuBsooEB^stcusx .00 colEçÁo DEPFocFÂ[|Âs Msxvor. Esta porta ativa o oscilador formado pela porta D A freqüência do som emitido é dada poÍ Cl e e quc tem seu sinal amplifiçado por dois transistoÌes R3 que podem ser alterada câso o leitor deseje um e reproduzido num alto-falante. I PBOCBATTAçÃO ÂVÂ|çAO Efr tSX APFOFUNDANDO-SENO MSX Oliveúâ er â1. c. como ÌêdeÍinir caíacteres. tom mais gmve ou agudo. Ulilizea Solicitaçãode Comprada últimapágina. Nãoestãoincluídas Pedidospelo ReembolsoPostalà Saber Publicidadee PromoçóesLtda. 1 0 0 .300.m querêh íealmênt€ apronder a prcgrârnaÍ. com umDESCoNTo DE25%enúando-nosumcheque comseupedído iuntamente e.ajr do MSX lu quet conhecer todos os delalhes da máquina: apÍesenlãdos dê modo simples e didárico. andispensávelna biblioleca e na menle BIOS e âs variáveis do sistema comentadase dê enlíãr no maravilhoso mundo do micro do progÍanador l\4SX! um poderoso disassembler. Uma cole!ânea de píogranas para o us!áÍio principalnenle em MSX.s 'ï.ainda. Todos os píogrâmas Íorám leslados ê exaustivamenle ensinados.750. JG Íiguef€do.trt(. -iË. Os úansistores Ql e Q2 dcveÌão s€r dotados de queno balanço e o circuito sensorproduz um pulso radiadores de caloÍ principalmente nas aplicâçõesem que comuta o biestável formado pelas portas IClb e quc a alimentaçãoé de 12 Volts. magúético que é ativado p€la passagemmomentan€a de um pequeno ímã. BASIC MSX. como usr os 32kb de BAM es. do o que ele lem a olerecer. como usar o çáo e umâ análise delalhâda. asdespesas 24 ELFÍFôN|CATorÂL N: 24190 .

No entanto. ou seja. o QSL e prontol E sô colocar no correio e esperaÌa Outras emissoras contrata scrviços de monitoram€n. NatuÌalmente. da seçãode língua ção chamadostÌadicionais.lti. acrescenteos detalhes rcs oficiais cspalhadospelo mundo.SintonizandoOndasCurtas OSLs e informes de recePção (Parte rr) Vrller Âguirr Na edição anterior falamos dos inform€s d€ recep. estapubüca- rclatam a recepção de uma emissora em um dia ape. o conseÌho do autor cê estaÍá Íèalmente d6pertando o intcrcsseda emisso. PaÍa poder s€r úül de informe de reccpçãoem modclo impressoé simples- para a emissora. Porquc compllÍ hformcs destr mríelrr? Como fuer um informc de Ìcc€pçõomúltiplo? No lnicio de radiofusão intemacional. os quais informam sobÍ€ receptoÍ e agtena. deveÍá esclar€cerquaisqucr dúvidas. os informes que inglcsada Rádio NedeÌland(Holanda). informe de recepçãoe lirar cópias para somentepreen- tas Íazô€s faz€m com que o informe de Í€c€pçlo tra. compaÍando a recepçãode envio do câÌtão QSL.ao seguin- Continuaremosnossasériede aíigos falando dos in. não se Comcrúrio3 sobrc r progrrmrçio prcocupe. Com o tempo.l. ports").RJ. seu nome e endeÍeço.mas s€m- ção "Wr ing Us€ful Reccption Reports" ("EscÌeven.internscionais de gande porte. ção é distribuída gratuitamentea todos os ouvintes nas. te endereço: formes de Íccepçãomúltiplos. peça a qualidadc da reccpção com gÍandc regularidade. Hoje. hoje sabe-s€muito mais sobÍe a propaga. os infor. Valter Aguiar. qualquer infoÍmação algumas emissoras ainda dependem ioteiÍaÍnente dos adicional que julgar necessáriae os detalhes da pro- infoÍmcs de Íeccpção dos ouvintes. O modelo que lncluimos neste artigo to para fornccer-lhes informações sobre rec€pção.Bastaescrevq. que a solicitarem.lhesde cada informe. Da mesmaforma que váÍios informes do úpo tra- mcs dc rccepção eÍam o único meio de que as emisso. acolselha os dexistas a enviarém comentá- soras internacionais. em hôráÍio dcterminadoe em uma ú freqüência. mente d€scartada.cobrindo as condições Holanda. É verdadeque pelos códigos SIO ou SINPO. Apenas estamos tratando da anteÍiormente ("wdting Useful Rec€ption Rc- dc informes que serão de mais utilidades para as emis. 20001. Mas at€nção: inform€ sem detalhes dâ programação ouvida não "fatural QSL! Se voc€ já enviou informes de recepçãocom ba- s€ nas instruções que demos no último artigo. No entanto.222 freqüências ou hoÍáíios em um mesrno dia. Desta forma. vo. plos aqui expressoscstá contida tamHm ns publica.Rio de JaneiÌo . Radio Nederland Wereldomrocp English service O qu€ 3Õolnformca múltiplos? Postbus222 1200JC HilveÍsum São informes de recepção. as gramação transmitida em cada dia. informações em um informe. do informes de Recepçãoúteis"). Todas cs. a expe- dicional não seja de múto inteÌessepara as emissoras Íiência mostÍa que há emissoÍas em que esta espécie . cher os deta. da informe separadamente. o dexista precisa preparar um infor.em inglês. Àlém disso. conÍirmação. diciona. de €scuta em vários dias consecutivos.sem utilizaÍ modelos im- pÍe$os. regra gerali de qualquer forma. pre que você ouvfu uma emissoÌa intcrnacional e tiver TorALN924190 ELErRôN|oA . rios sobÍe a qualidade da progÍamação junto com os GÍandc paÍc dos conceitos sobre informes mú. isto não é uma várias frlqüêDcias em diveÌsos dias. A maior paÍe das emissorasintemacionais çtrúa caíõ€s QSL tanto para os informes tradicionais A Rádio NedeÌland.Ouça a emissoradurante dois ou três dias. Não só ao cnviaÍ itrformcs d€ recepção. ras dispunham para saber sc elas eram ouvidas ou em várias freqüências. Reúna todas estas grandes emissorasinternacionais dispõ€m de monito. nâo merecendo nem ao menos o mc dc Í€cepção múltiplo. ainda é ter um pouco mais de trabalho e compilaÌ ca- Ía e scu itrformê tcrá maior prcstigio. Anote a qualidade da recepção n[o. a situaçãomudou múto. a não seÍ que estesmodelos sejam fornecidos Um rrüo mülto lnpoí|Dlc pelas pÍópÍias emissoras. ou em várias ou: Caixa Postal 3. informes de r€c€pção. você poderá fazer um modelo di ção de ondas de rádio do qu€ antigamente. em suapublicação menciona- como para os múltiplos.

mas tenha a ceÍeza de que sua carta será lida ça-o com bons modos e diplomacia. Critique sempre que for necessário.110KHz 33333 Voz da Palestinareiniciou trarsmissões. l8/7 /n 22. Os informes de recepçãotladicionais e múltiplos portanÌes: somentepod€m ser enviadospaÍa emissorasinteÌna- Primeiro: cadaouyinte tem uma opinião diferen. AgÌsdecËndo antcçipadamcnte Valter Àguiar Caixa Postal l!ó ll00l .Aguarde. Santos.Apenastenha em mente dois pontos im. Rádio Moscou planejamudançasnas 15. Antena: Tel€scópica.5 6.390KHz 34443 Obs: Forte heteródinaem 11. Se você gos. Bspero que as informaçÕesacima sejam úteis para os senhores. 17/7/90 2U5 6.825K}Ìz 33343 Rádio África N9 I planejamelhorar 11. e analizada.825 KHz 23232 "No Tempo de Àlmirante".Santos/SP BÍasil.rnas fa- tadas.8m KHz 33333 15.18 de Julho de 1990. Segundo: não elogie quando sua vontade for de ção a fazcr. 9. Receptor: Philco Transglobe (oito faixas). de SérgioCabral. Modelo de inforne de recepçãomúltiplo.820KHz 43443.7ó5 KHz 32332 ll.390KIIZ 45444 transmissõesem inglês. INFORME DE RECEPçÃO Data HoÌa UTC Freqüëncia SINPO Detalhesda ProgÍamação"FÌeqüênciaDX". 11.com transmissões em vários idiomas destina- te e é quaseimpossíveÌagradara todos. cÍiticar. gostalia muito de receber s€u cârtão QSL. No próximo aÍti- ta de um determinadotipo de música.765KIìz 33443 rransmissõespara a África.820khz.se foÌ possível. PÍezados SenhoÍes: Gostariade infoÌmaÍlhes a qualidadede recepçãodas suastransmissõ€s. SERVIçO BRASILEIRO DA BBC Londres Inglaterra.110KHz 23232 "Livros € Autores" Ivan L€sracomentao üvro 9.semprehayerá go destasâie trataremosos informesde recepçãonão- quem a detestel técnicospara as emissoraslocais. das exdusiyamentepara o exterioÍ. cionais.qualqueÍ sugestãoou comentáÌio sobre a pÍograma. E possível que suasidéias não sejam ado. yerifìcando meu informe de Íecepção. tl. I ELETNOMC TOTALN?24AO .

ouuos. R ÉS r S Ìtv'0 a 0 E ô J. Seo leitor consultarlivros de qúmica do ginásio Naconstruçãodostransistorese de um outÍo com. etç.urlí'llo I L. | .JUNçÕES . e colégio verá que os átomos dos diversoselementos ponente passivo importante que é o diodo.Estes elementosformam mateÍiaissemicondutorese dentre elesdestacamdois mais impo antesque sãoo Germâ- nio (Ce) e o Silício (Si) (íigura l). c) o diodo semicondutor D€ fato..capacitorese transfoÍmadoÌes. entram que eiistem na naturezatêm uma tcndêncianatural os chamadosmate ais semicondutoresqu€ são o as. os elétÍonsficam tão firmementepÍesos d) tipos de diodo aos átomos nestascondiçôesque não tendo movimen- e) o diodo zener tação não podem funcionar como portadoÌesde car- fl o diodo emissorde luz ou led ca e com issotÍaÍrsmitiÍ a correntcelétrica' g) os foto-diodos a) MATERIAIS SEMICONDUTORFS Conforme estudamosna lição n"l existemmaté- riais oue Dodemconduzir a correnteelétricacom faci- lidade como os metais.sendodenominadosconduro- res. a borraçha. eÍstem materiaisem que a cor- rente elétricanão pode passar. muito importantesnos circuitoseletrônicospois com. tanto o Germânio nossocurso oue é o diodo.circuitos integradose lhando os átomos de sua última camada. é o8.. Existem outros elementossemicondutoresigual- menteimportaDtespara a eletrônicamas que só serão estudadosfuturamenteçomo o Selênio(Se)' o Gálio Fis. Nestalição leremosentão como o Silício fazem com que os átomos compaÍi- os segulntesl[ens: lhem os életrons hav€ndo sempre8 d€l€sem torno a) mateúaissemicondutores do núcleo de cada um o que significa um equilíbrio b) junçõ€sPN bastanteestávelpara material. L. 2 . Velemostambém o que adquire o número máximo de eletrons e este número ocorre quando estesmateriaisformam junções€ che..DIODOS Nas liçõespreced€ntesestudamosalgunscompo.situadoentreconduto- res e isolantestemos alguns elementosque não são nem bons condutorese nem ao menosisolantes.etc. PoÌ outro lado. Cursooróticode olatrõnico.Estescomponentesbásicosco. garemos ao primeiro componentesemicondutorde Assim.pois os portadoresde carganão tem mobilidadee que sãodenorÍrinados iso- lanaes.Posiçttorclativa dos mstefish em relaçíto à condutividade elétrica' ELEÌRÔNICÂÍOTAL N?24lSO 49 .o vidÍo. Num grupo intermédiario. S€LEíIIO rl PL/isr|co -l l CONDTJÌORES aoRÊÂcí/| tSOLANÍE5 Fig. fbrmando um üistal.Dentre os isolantesd€stacamosos pÌásticos.o ^ SEIIICONOUÌORES o I f-PRAÌa -_-^---------i rtt l-cEFraNro ll I L-al. conformé mostraa figura 2. Germânioe o Silício for- Dlementama função de componentesdenominados mam enlão cristaisondeos átomosseunemcomparti- :'ativos" como os transistoles.Liçõon94 LIçÃO 4 os SEMTC0NDUTORES. são mada e que elesse dispÕenuma estruturaordenada. A principal característicasque nos rmpoÌta no nentesdenominados"passivos" porque não amplifi. em obter um equilíbrio quando iua última camada sunto explorado nestalição. tos possuemátomoscom 4 eléFonsÍra sua última ca- mo: resistores.Estruturs de uma rede cristalina. momentodo Silícioe do Germânioé que estesel€men- ciìm nem geramsinais. (Ga).

na última camada. Por este motivo ent€nder seu comporta- SOEFA mento é múto importante e é isso que veremos ago- ra. 5 . mostÍado na figura 4 é do Arsê. de modo s hayer I elétrans em torno de cado núcleo. Supondo que temos dois pedaçôsde materiais se- micondutores. 1 . 50 ÉLETRÔNICA ÍoÌAL N?24lm . formando uma junção. 3 .Liçõon94 O resútado é que a resisüvidade ou capacidade do material de conduzir se altera e o Germânio ou Sillcio se torna um bom condutor de eletricidade. Como os podadoÍes de carga nesiecâso são lacu- tilhar d€ 8 elétrons na formação da estrutura crisÌali. mos de modo a estaremnum contato muito próximo.- nio (As). corresponde a uma carga positiva.Cursoprótìcoda elatrõnico . p€laadiçãodestetipo de impureza. Podemos foÌmar materiais semicondutoresdo ti- po P e N tanto com elementoscomo o Germânio. ELETiOl| SCRS. na sua úlüma camada e se faz em proporçÕesextrema- mente pequenas. se uni- Fig. mas a situação pode mudar com a cdição de certas "impuÍezas" ao material. Como o tÍansporte das cargas é feito nestemate- rial pelos eléÍons qúe sobram ou elétrons üwes que são caÍgas negaüvas. Si- lício e muitos outros que encontram muitas aplica- çõ€s na eletrônica. Na segundapossibilidade. obtido é do tipo P (P de positivo). n8 forma c stalina. Como os átomos vizinhos só podem êompar. aqescentamosuma im- pureza cujos átomos tenham 3 elétrons na sua últi- ma camada. sobra um que adquire mobitidade para servir dc portadoÍ de cargas no mateÌial.. Fic. e a falta de elétrons. etc. de lacunaem la- O primeiro caso. Estas impuÍezas consistem na edição de algum clcrnento que tenha um número difeÌente de 4 elétrons Fig.pois elétronsque queiram se movimeqtar na última camada. Por €stc motivo o Silício e o GeÍmânio Duros.Cado ótomo compartilho 4 elétrons d)m os vizinhos. se bem que numa faixã in- tcrmediÁria (figura 3).Material semicondutor do tip P. Temos então duas possibilidadesde adição de im. apresentaÍnuma resistênciàmui- to alta. nas. . atravésdo materialpodem "saltaÍ. Ncsta forma cristalina de grande'pureza o Silício e o Germânio não serve para a elaboração de compo- nentes eletrônicos. ou "lacuna".da opdem de I parte por milhão. no local em que se encontra o átomo purezá. conforme mostra a Íigura 6. b) JUNçÕES PN Um importante dispositivo eletrôniço é obüdo quando juntamos dois rnateriais s€micondutores de tipos difeÌentes formando entÍe elesuma junção semi- condutoÌa. A Junção semicondutora é parte importante de diversos dispositivoscomo os diodos.n: de Indio não existem8 eletronspara seremcompartilha- . Veja que. múto mais próxima dos isolantes do que pÌo- priamente dos condutores. esta lacuna também funciona como um oortador .o material semicondutor obtido destaforma. como por exemplo o Índio (In) obtcndo- s€entãouma estruturaconforme a mosüadana figura 5. Elementos com âtomos dotados de 3 eletrons de cargas. cuna obtendo-seum percursocom pouca resistência..rece- be o nome de semicondutoÍ do tipo N (N de negativo). tÌansistoÍes. um do tipo P e um do Tipo N.Moteriol semicondutor do tipo N. Elementos çom átomos dotados de 5 elétrons dos de modo que sobra uma vaga. dizemos que o mateÍial semicondutor assim na.

Esta tensão que aparece na junção consiste nu- ma verdadeira baneira que precisa ser vencida para que possamos fazeÌ circulaÌ qualqueÌ coÍrente entre r-iE6úo oa . ---o i i .Licõon94 paÍa esta região.Junçdo poloüzada no sentido direto. ou scja.J u n ç d o P N . deixa passara coÍ- rente com fâcilidad€. com um aumento da barreira de potêucial que impede a circulação de qualquer corÍente. já que os elétrons que chegam passama ocupâf as lacunas qu€ também são "empuÍradas" paÍa €sta região. tamento. No entanto. 7 . quais se recombinam. sendo tipiçamen- te de 0. com dois mate ais semicon- dutoresP e N. c) O DIODO SEMICONDUTOR P"ta fazer uma coüente circular numa estrutura confoÍme a estudada. Na prática veÍemos que estas duas correntes en- contram obstáculos de natureza completamente difç- rente. Vamos supor que uma bateriasejaligada nos pe- daçosde material semicondutor que formam a junção.Junçlto pola ?Ãdano senlido inverro. re.6 Volts para o Silicio. o nome dado é "barreira de potencial". O primeiÍo ponto a considerar refere-seao quc Na prática uma pequena correote. OcoÍre então uma repulsão onde os porta- doÌes do pedaço de material N se afastam do pólo la+ negativo dirigindo-se à junção. 8 . forma um componenteque apresenta pÍopriedades elétlicas bastante interessantese que de- nominamosdiodo semicondutor. O resultado é que abre caminho para que no. do i sma te r iais P eN. tante. ----Cr: dores do mateÌial P se afastam destè úlo tambéE dirigindo-se a junção. conforme mostÍa figura 7. = ELÉTRoNS(-) Esta barÌcira possui um valor que depende da O= LAcuílÀs í+) natureza do material semicoDdutor. A €strutura indicada. denominada ocorre na própria junção. conformc mostra a figura 8. "de fuga" ciÌcula. num proc€ssocoDtínuo que signili- ca a circulação de uma corr€nte. Temos então na região da junção uma recombina- ção. o material polarizado desta forma fun- tempo o apinecimento de uma ceÍta tensão entle os ciona como um excelentesensor paÍa esta gÍandeza. o que quer dizer que o pedaço de mat€rial scmicondutoÍ polarizado desta forma. O resultado é uma neutralização e ao mesmo a tempeÍatura.o que ocorrc é uma atÍação dos ponadoÍes de material N para o pô- lo positivo e do material P para o negativo. Conforme o fenômello sugere. Esta corÍente é então intensa.2 Volts para o C€rmânio e 0. se invcrtemos a polaridadc da bate- ria cm relação aos scmicondutores. vas caÍgas tanto do Daterid P como do N se dirijam ELETRÔNrcA ÌoÌAL N?24190 5t . elesseafastam dajunção. com dois mateÌiais P e N for- mando uma junção temosduaspossibilidades ou dois Fig. da ordem milionésimos de ampê No local da junção os elétrons que estão em ex. Fig. devido ao fato de que o calor anbiente pode "sol- cessono material N e podem movimentar-seprocuram taÌ" portadores de carga dos átomos da junção os aslacunâsque estãopresentesno material P preenchen.* O mate al P é conectado ao pólo posistivo da ---{l lr* Pliir bateria enquanto que o material N é conectado ao pó. . Como esta corrente vaÍia com do-as. ou seja. O ma- tedal poÌadzado desta forma não deixa passaÍ corren- Estajunção apresentaprop edadesmuito impor. enquanto que os porta. diretamente. O Ìesultado é que em lugar de termos uma apÍo- ximação dascaÍgasna região da junção temos seuafas- F ig. <---o i t ]- lo negativo. 6. Cursooróticodo aletrônico. sentidospossiveis:a correntepode fluir do mateÌial P paÌa o N ou vice versa.ruNgio I os dois materiais. te alguma.

COÂÂENTE > do a uma "valwla de retençãohidráulica" que é mos.Quedasde tensõo nos diodos.------v- pode ser nsado çm milhares de aplicaçõ€s práticas.O diodo semicondutar.Cursopróticode olotrõnico. Na verdade. Chegaum ponto em que. diodo semicondutor.como a resistênciado diodo é mui- Na mesmafigura temos o aspectomais comrìm to baixa na sua conduçâo. Forward que quer dizer dircto) e pela tensãomáxima que supoltam no sentidoinverso. Se a polarizaçãofor feita cooforme mostra (b).onde o material N que limitáJa üo circuito. Os diodos comuns são então cspecificadosem função de correntemáxima que podem conduzir no sedtidodireto. mesmopolarizadoin- versamente. nÌar" pois exisreo limite para a intensidadede corren- te que ele pode conduzir. Dizemosque o diodo estápolarizâdono sentidoiltverso. polarizadono sentido"direto". devido ao fato de precisar- mos vencerbareira de potêncialde 0. Um diodo semicondutorpode ser polarizadode duas formas. Ê muito comum fazcrmos a comparação do dio.se nao houv€Ì algo para para uÍr.pois o diodo apreseíta uma resistênciamínima. nas experiênciase mesmo em muitos projetos que Fig.a --------V-- o. cÊR ÂND t. o diodo correo riscode se"quei- é o catododo diodoé identificadopor umafaixaou anel. já publicamos. 12 . quando nio resulta num importante componenteeletrônico ocorre a conduçãoexistesempresobre o diodo uma que é o diodo semicondutor. ---------.a bareira de potêncial Ìlão mais pode conter o fluxo de cargas"estourando" com a quei- ma do diodo.Analogio hídniulica. lado €m que ocorre a conduçãoda corrente. POLAAIZAçÂO OIRETÁ ol PolAÂtzÂçio DrÂEà bì poLARtzaçiorNVEÊsa Fig. I0 . 9 .ada na figura ll. dos de Germânioou 0. collente. então nenhumacoÌrente pode circular. Se o diodo for polarizado como em (a) coü o PoLÂRrzÁçÃorNvERs pólo positivo de uma bateriaem seuanodo. a tamlra fccha e não ocoÌre o retorno. stLl cto O diodo scmicondutor. conforme mostra a figura 10.Na figura 9 temosa sua tensão deste valor. a corren- te pode fluiÌ com facilidade.6V para os de Silicio. abreviadapor Vp Fig. tambémexisteum limite para a tensãomáxima que podemosaplicar no diodo para polariza-loinversamente. (o R vem do reverseque em inglêssignificainverso). lI .Polarizaçdo de um diodo semicondutor. Da mesmaforma. por esiits propriodades *-. Dizemos que o diodo está Fig.}l- Se a água for forçada a ciÌcular num sentido.2V para os dio- Uma simplesestrutum PN de Silício ou Germâ.[içÕon94 c) O DIODO SEMICONDUTOR Observeainda que. 52 ÊLÉTRÔNICA TOTALN924190 . O símbolo representauma setaapontadopara o Conforme mostra a figura 12.2v "tampa" abre e ela flui normalmente (polaÌização CORRENÍE direta) mas sc a água for foÍçada no sentido invcrsor ou quiseÌ voltar.6v conforme teremos oportunidade dc veÍ em Dossocur- so. independenteda intensidadeda estruturae tambémo seusímbolo. abreviadapoÌ IF (o F vem do inglês. o.

que apresentampropriedadesimportantespara a ele- 1N60. existemdiodos que são projetadospara podeÍ dos mais popularesdiodos de Silício de uso geraÌ. operar justamentecom estatensãoinversamáxima. tensase podcm tambémoperarcom tensõestão €leva- das como 1000 ou I 200 Volts no sentidoinverso.vejamoso que ele nos "diz". que varia de tipo EstesSãodiodosde Silício fabricadospara traba. 1N4003 200v mo o Silício. Para os diodoscomuns.circuitosde proteçãode transistorcs. são que não vão além de 100V. Darao nossodiodo zener.na prática. etc. pois esta curva se mantém quasepcrpendicular ao valor dado poÍ Vl. Como esteó um dos primeiros. oA79. Na figura 14 t€mos o lN4l48 que é um tanto. Veja que a especificaçÕesdos diodos é feita se- gundo uma codificação: para os diodos de origem e) O DIODO ZENER americanatemosa sigla"lN". Conforme vimos. DO CRISÌAL --€- Fis. 13 .mostra que o diodo só I -€-. ele é usadoprincipalmentena detecçãode sinais Além dos diodos citados existemmuitos outros de rádio. O gÍáfico. 1N4006 800v 1N4007 1000v . quando então a corrente no diodo pode aumcntar bas- tante (a curva sobe) mqs a tensão praticrmente não Fig. x começa a conduzir quando a tensão V1 é atingida.esterompimentono sen- tos lógicos. ELETRÔNICA TOTALN?24i90 53 . Uma sériemuito popular de diodos retificadores IIAI_C O R R EN ÌE €I ÂÍIi PER E de Silício é a formada pelo "1N4000" e que começa lN400l.pola.conformeveremosa seguir.os tipos ainda podem 1N4005 600v ter finalidadesdiferentes. existeum limite para a tensão inversa náxima que pòdemos aplicar a um dìodo.liçÕon94 Conforrne veremos eÍstem algunstipos de dio. 14 . mas a t€nsão inveÍsa tido inverso çom a tensãomáxima e que apresentam vai aumentandoá medidaque o número do tipo tam- para a eletrônica. l5 . ao usar €st€sdio- do de G€rmâniocomum. Todos os diodos da série podem suportar uma dos especiaisque podemfuncionar polarizadono sen. tido inv€rsocausaa queirnado componente.Diodo 1N4148 de silício.. fII E5 ÌRUÌUÊÂ ' EI OODE OE OA Ì0 . Conformeveremos. dos devemosdar uma boa margemde segurança Ìigan- Este tipo de diodo é usado com correntesmuito do-o em locais em que não haja mais da metadedos fracas.Sãousadosem circui. Tipos conhecidosdestafamilia são o 1N34.Um diodo de germônio. fluir normalmente. Fig. Diodo de Germânio Na figura 13temosa estruturainternade um dio. mas como pode operar em velocidadesmuito valoresmáximosindicados. varia. de no máximo 200mA e ten. . trônica e que serãoestudadosem capitulosseparados.Assim temos: d) TrPosDEDIODO tipo Vp lN400l 50v Já vimos que o material semjcondutorusado na 1N4002 lmv formação de junçõespode ser tanto o Germânioco. Para os diodosde ori- gem européiatemosa sigla "OA" ou ainda "B4". corrente direta máxima d€ lA. caractedsticasmuito interessantes bém aumènta.No en- Íização. assimtemos diodos tanto de Germânio lN40{M 400v çomo o Silicio. alta. E nestesgrupos. a junção "rompe-se" e a corente pode lhar çom correntebaixa. Diodos de Silício de uso geral Quando a tensãoatinge est€valor. Diodos Ìetificadoresde Silicio racteÍisticado diodo comum e que tambémvai servir Est€ssão dçstinadosa conduçãode correntein. por exemplo. Alertamosos leitoresqu€sempreé bom sabeÌ''in- terpretar" gráficoscomo o dado acima.Corqcterística de um diodo. Cursopróticodo elotrônico. para tipo. Na figura 15 temos uma curva que mostra a ca- .

| = 2xl do então a corrente pode aumentaÍ muito no sentido | = l/2 anp&e inverso (à reta é vertical.O vaÌor máximo da. / \\' veja em primeiro lugar que ele é polarizadono ESPECÌRO sentidoinvcrso. é fácil ver qual é a coÍrente mâxima que rçsul.elepoderáfuncio.Espectrcs estreitosde emissdode leds.por mais que a correnteaumentea ten. formada por diodos de 400 mW. Assim. seu catodo Yai ao ponto de alimentaçãopositiva.*llÍkËl" i INÌENSIDAOE Na figura l7 t€moso modo de seusaro diodo zener. 17 .a sua junção emite tambémradiação.Diodos zenercom tensôesentre . Nestasériea tensão do zener" do diodo é dada no seupróprio tipo. se tivermos um diodo zeter de 2 Vohs e cuja potência maxíma seja de I watts. perpendicular a est€ ponto Vp) mas a tensãono diodo não varia.Liçõon94 Por outro lado. Uma lérie de diodos que seusa muito nos proje- Na figura 16 temos o símbolo adotado para re. taÌá na potencia indicada: 54 ÍOTAL N924i90 ELÊTRONICA .BZX1}C|2V çoÍesponde a um zenerde l2V. f) DIODOS EMISSORES DE LUZ OU LED Há muito tempohavia sido observadoque.BzX19C2v t correspondeao zenerde 2. quan- do um diodo conduz a corrente. quandoocorre a Ìuptura no sen- tido inverso. Temosentãocomponentes cuja estruturaé a mes- ma de um diodo comum mas que são feitos de mate- riais como o Arseneto de Gálio (GaAs) ou ainda o AÌsenetode Gálio com Índio (CaAsI) e que sãodeno- minadostight emitting diodesou leds (em português traduzimos estasigla por diodo emissorde luz) ctRcuÍro Os diodosemissores de luz ou ledspodemprodu- zir uma luz incrivelmentepura.ou mesrnona faixa do espectrocorresponden- te ao infravermelhoçom mais intensidade. Fig. oE LED.*"oua^uaa"o I Fig.pois seela adquiÌir um valor aci- ma de certo limite o diodo pode queimar-se. P = V xI são no diodo se mantém estável. pres€ntarestetipo de diodo que é denoúinado "dio. Esta correntemáximadeterminao valoÍ do resis- 16 cauaz de manter fixa a tensão num circuito inde. 2 volts € 200 volts são disponíveisno mercado. Este efeito pode ser modificado para a obtenção Fig.normalmentena forma de luz invi- sívelou infravermelha. tor que deve ser ligado em séÌie como o zeneÌ numa pendèntcmenteda corrente. . lembrando que a potênçia é dada pelo VFRMELIIO pÍoduto de tensão x Corrcnte.ou seja.Uso do diodo zener. 1 = l/4 ampfue Isso significaque se.Símbolo do diodo zener.(urso próticoda elolrõnico.lV tante de Ìegular a tensãoem circuitosde fontes e em (o V substituia vírgula decimal). ou seja. t8 . Para um diodo de 4 volts. pois com a emissão ocolre por um processode transferêÍlciade energia- de elétronsque estãoem órbitasdefinidasnos átomos sua freqüênciaé única. O circuito que deveter a tensão ( INCANO€sC€NTE ) fixa e ligado em paralelocom o z€ner. fixa no valor vR I = 4xI que também seráchamadoVz ou tensãozençr. Assim: Os diodos zeneÍ cumprem função muito impor. 16 . muitos outÍos casos. a coÌrenteserámenoÍ: Veja eDtãoque. náu como o Íegulador de tensão.tivermosum diodo que pos- sa trabalhar nestcloçal da curva caracteÌística. de emissãode radiaçãoem outra faixa do espectÍolu- minoso. o resistorR tem a impoÌtante função de limitaÌ a corrent€no zen€Ì.ele se.corrent€dependeda potênciado zenere pode ser calculado facilmcnte para cada tipo. tos brasileirosé a BZX79C da Philips Components. no terceiÍo quadrante (III) temos P = V xI o ponto em queocorrea ''ÍuptuÍa inversa" (Vp) quan. ÊsPEcÌRo . . aplicaçãonormal.

pois não havendo limita- VF. a corÍente au- Ía 18. meçaudo a conduzir o lcd apÍ€scnta uma rcsistência vam nô faixa do infravermelho.t ou m€smo2. ou seja. l FORTAOOÂES DE CAFGA LIBERÂOOd Fig.Liçõon94 Assim. Cursooróticodo elatrõnico. conforme mostra a figura 22. conforme sugere a figura 21. verde e mais rcccntemente os azuis. Nünca devemosligar um Por esta curva temos diversas ìnformações inte' led diretamente a qualquer fonte de tensão (pilhas.A primeiÍa delas nos mosÍa qu€ o ponto bate as. mcio para limitar corÍente lcste componcnte. --{flJ. tem cor única ou freqüência única. 50 mA ou pouco mais. CQv (da Philips ). exhte um outÍo tipo de ação exter- m que pode ajudar na liberação de portadores de câÍ- . LADO ChÁIO O resultado é que pode circular uma corrente no s€ntido inveÍso que dependeds intensidade de luz Fig. Já vimos nas partes pÍáticas das primeiÍas liçôes seguido a partú de sua curva caÍactedstica mostrada que podemos usar lesistorcs paÌa limitaÍ a corrente Ba figura 20. 20 . ELEÌRôNICATOTALN92490 55 . caÍacteÍísiticas elétricas e isso pode ser facilmente con. partiÍ da condução !o s€ntido diÍeto. Para os leds comuns csta corrcnte é de apenas Na figuÍa 19temos o asp€ctoe o símbolo de um led. ção paÍa a correntetemossua qu€imaimediata zir corresDondea uma tensão bem maior do que a Os leds comuns são indicâdos por tipos dc fábri- de diodoi comuns de Silício ou Germânio. A elevação da temp€ratu' suponam que isso ocora. a luz emitida por um lcd no senüdo inverso de um led. ra faz com que a "agitação" dos átomos e isso pode fazer com que poíadores sejam libcrados. uma p€quena coÍrente ele orccisaconduzir no sentidodireto para isso.2l . ressantes. Fig. pois cle pode queimar-sc. num led a valores seguros. De fato. ela po- posièão lcds que emitem luz no espectro visível como de superar o valor máximo que clc supoía causando por lxemplo os de coÌ vermelha.:D maneira.6V eoqo"nto que para o leds de outras corespode cbegaÍa l. que propositalmente s€ expõe a julção á luz de modõ a s€obteÍ uma corÍente proporcional á intensi- dadeda luz. Atualmentejá temosa dis. ca tais como os da sigla "fL $lL22L €tc) da Texas oara um led vermclho está tensão está em torno de Insfuments. emitindo poís uma muito baixa. o que sbnifica qu€ estescom- Para saber usar um led precisamosconhecer suas ponentes são muito frág€is. Isso significa que. sc não houvcr alSum luz oue não podlamosver. o quc queÍ dizeÍ qu€' co- Os prim€iÍos leds colocados no comércio opera. Se a luz incidir na junção polarizãda no sentido ÍEfi'IINÀL MÂIS CUiÍO inverso.1 volts' g) rOTo-DIODOS Isso signiÍicaque precisamoE de uma tensãocom pelo meuosestc valor para que o l€d "acende" pois Conforme já estudamos. ctc) sem o resistoÍ. a queima. conforme mostra a fiSu. nunca devemos aplicar mais dc 5 volts mistua de todas as cores. diferentemente da luz branca qu€ é uma Assim. incidente. Com isso podemos eleboÌaÍ component€s deno- minados "fotoìiodos". gas e que permite a utilização do diodo de uma nova AK. 19 . menta numa quese vcÍtical. No entanto.ou LD (Icotron)' i.Cunr caruclerístico do LED. portadoÍes de síusolo carga podem ser libeÍados. laranja.Aspecto e símbolo de um LED. pode fluir por um diodo quando polarizado no senti- Por outÍo lado vemos que a tensão ioversa de do inverso devido a überação de portadoÍes dc carga ruptura (VR) está em torno de 5 volts e os leds não pcla ação da temperatura.Açao da luz ns iunçõo de um diodo. TIâta-E€ de uma OutÍo fato importaDtc a ser analizado é que a fonte de luz monocromática. amarelo. o instanrcem que o led começaa condu.

amontagem. Em funcâo dis- tcs podcm "veÍ" o que nossosolhos não consegucm. 24 . Qual é o fenômeno que ocoÍre na junção entre Led. Além de bobinas.caixapa. Dê excmplode materiaisscmicondutores. Quais são os portadoÌes de caÍga num mate.Diodo usado ns detecçdode 8. quc clc cooduza? 5ó ELETRôN|cAToÌAL N: 24190 . são usados diodos com gran. do inversamentequando e expostaá luz? ponder ás variaçõesda intensidadede luz incidente. LISTAOE HÂTERIAL rial scmicondutoÍ do tipo P? 4. cantõespcrfurados ou detecçãode fe- nômenos muito Íápidos com grande eficiênçia. por pilhas que servepara nos dizer se um componen- de de um fotodiodo mosÍando que estescomponell.conforme sugcrea Íigura 23. ":ïn"!iï* *r. Assim.Respostade um forc-diodo compqrsdo ao olho humono.íesistoÍ(vermelho.*\ 7. De que maÍreiraé polarizadoum diodo zener para funcionamentonormal? Os fotoìiodos secaÍacterizamtanto peÌasuasen. Estcscomponentespodemser usadosna leitura de có. PARÌrCUL ÂS ÂL F Â 1 Fig.transformadores. Quaissãoos maÌeriaissemicondutores usados portículas núcleares. te conduzou não a correnteelétlica. 10.Cursopróticoda oletrõnico . sobre o assuntoexplorado na lição como até tenha ção nuclear. úrica junção entre mateÍiais P e N? marÍom) 6.pontasde pÍova cár a un diodo de Germânio no s€ntido direto oara Diversos:suportedepilhas.220ohmsx 1/8w. Qual é a impureza usada lra preparação de um scmicondutor do tipo N? 3.resistorese vermelha € mesmo à ultraúolcta. so. O que temos é um simplescircuito alimentado Na figula 24 tcmoi a caracteÍisticade sensibilida. não.O que ocorrena junção de um diodo pola za- sibilidadecomo pela velocidadecom que podem res. 22 . Nossaprimeira montagemé de um rnstrumento Íente conduzida.ledveímelhocomum dois matcriais semicondutoÌcs. vermelho. Quais são os componentes formados por uma R1. Panículas de certa energia que penetrem na jun- ção de um diodo polaÌizado no sentido inverso podem l. EXPERTÊNCIASE MoNTAGENS digos d€ barÍas. 2. A que se devea pequenacorrenteque circula no sentidoinversonum diodo? Fig. PP1. QUESTIONÁRIO Seuprincipio de funcionamentoé o seguinte:te- mos uma bateria de 3V (2 pilhas) um rçsistor e um l. led todos em sériee entre elesduas pontasde prova.duaspilhaspequenas 5. capacitoÌeso provador também funciona no testede diodos.PPz. tatnMm temos a scnsibilidade à radia. possuemuma sensibilidade a radiação infra. já algum equipamentomontadopara seupróprio uso.tios.Liçõon94 srü80Lo Fig. PÍovrdoÌ de ComporerÍe libeÍar portadores de carga e portaDto influir na cor.um do tipo P e outÌo N? 81 .. Quat é a tcnsão minima que precisamos aDli.3V . As experiênciase montagensque apresentamosÍrão Como €xtçnsão desta propriedade do diodo ser só servempaÌa que o leitor aprendaum pouco mais sensívelá luz. na fabricaçãodos diodosemissoresde Luz? 9. 23 .Tip6 de Íoto-díodos. útil para a prova de componentesque utiliza um led des ju!ções que são expostas á radiação paÌa fazer indicador. poderemossaberse o componenteesrá úom ou ou seja. sua detecção.

Fig. 2. Veja que estesprocedimentotambémservempa- ra identificar o anodo e o catodo de um diodo que estejacom a marcaçãoapagada. te o led rão acende. Quando €ncostamosas pontas de prova nos ter- na figura 25 temosa montagemcompletado pro. IcA ToÌAL N: 24190 ELETRÔN 57 .Indicodor de polaridade. O que temosé um simplesaparelhoque nos per- mite determinara polaridadede uma fonte de aÌimen- tação. zir comoempregaro aparelhocom outroscomponentes. conformemostraafigwa26' Se o led acendernas duas posiçõesde diodo. Fig. Daremoso uso para o caso de diodos. ficando to deixe a correntepassar. 27 .Se o led não acenderem nenhuma das duas posições. não hâve[do condução(polarizaçãoir- versa)o lednão acende.com basenas outras lições dedu- so. trata- ( VERM I se de um diodo queimado. 25 .estudantesou mesmo os que não possuamainda equipamentos de prova maissofis- ticado como por exemploum múltimetro. minais de um diodo polarizando-ode modo direto.Usondo o provador num diodo. . bateriaou se num ponto de um circuito temos tensãocontinuaou alternanda.Liçõon94 Se entre as pontas de prova for ligado qualquer Uso componenteque apresentabaixa resistênciae portan. ( PRaÌO) { PREÌO ) Fig.lnverten- caixa plástica.Monlaqem do provador de componenles. não havendocirculaçãode co. Casocontrário.o led acendeindicando is. por conta do leitor. Também trata-sede um diodo "quei- mado". Cursopróticode oletrônico. do o diodo. 26 . vador que pode ser instalado depois numa pequena havendoconduçãoda correnteo led acende. en- tão dizemosque ele estáem "curto" ou seja.ren.entâo dizernosque ele está"abeÍto". lÍdicador de pol&Íid&de Eis um outro aparelhosimplesbaseadono que estudamose que pode ser de utilidade na bancada dos leitoresiniciantes.

O Íesultado é que ap€nas o led I acende (verde) indi.Com o circuito apresentadovocê quanto que o led 2 é polarizado no sentido inverso. veÍ negativaem relaçãoa PP2. nível é aplicada á lâmpada que então acendecom bri- lho Íeduzido. sc a ponta da prova ppl esti.-1k2.Licõon94 O circuito completo do apaÍelho é mostrado na 3. cortados.o led I fiçará polarizadodire- tamentenos semiciclospositivos.Cursopróticodo elatrõnico. en- a de energiaelétrica. Como a tensãoda rede local á alternada.veÍmelho.obtendo assim um equipamentode utilidadepara suabancadad€ tra- balhos eletÍônicos. não usÉ seu provadoÍ pois casocontrário ele vai queimaÍ-se. pÌoporçionandoassimuma ilumina- Por outro lado. 58 ELETRÔNICA TOTALN: 2. que coÌÍes- pondeá luz suaveou baixa. temos: PPI . Com a chavenuma posiçãoa lâmpadaacendecom o cando que a polaridadedas pontas coincide com a brilho normal. Seas pontasde prova forem ligadasa um çircui- to de coÍrentealteÍnada. Led2.negativa Ledl aceso PPI .resistdí(ma.positiva PP2 .con-for- me mostra a figura 28. invêrsamente enqunntoque o led 2 é polarizadodireta- mente. Use o circuito somentecom lâmpadasincandescentes de até 100watts. LEOl . podeteÌ duasintensidades para uma lâmpadacomum. Veja que vocêvai substituiro inteüuptor simples da paredepor um duplo quejá teremosduasfunções: liga. Luz cm doir tríyeis fïgura 27 e funciona da seguinrernaneira: Eis aqui uma utilidade para sua casa feita com Sc ã ponta de prova PPI estiveÌpositiva em !ela.PP2. Os leitorespodem reunir esteaparelhoao ante- rior e monta-losnuma única caixinha.CorÌentes no indicador depolaridode.ledverdecomum seja. o diodo só pode conduzir os semiciclospositivosou Ledl .led vermelhocomum O resultado é que os semiciclosnegativos (quan- R1 .Com issoapenasmetadcda potênciadispo- íios. com a chave52 aberta.quandoo anodo fica positivo emrelaçãoao catodo. o led I é polarizado Na figura 29 temoso circuito para nossoprojeto. FiE.oonlasde oÍova Dlwrsos:caixaparamontagem. o led I é polarizadono sentidodireto.rom. Portanto. metadedo brilho. 28 .Moníagem da luz em dois níveis.acendendo(vermelho)indiçandoque a polari- dadc das pontas de prova está úvertida em relacão ao circuilo. toda corren- te passadiÌetamentepara a lâmpadaqu€ acendelor- maìmeniecom mráximobrilho. apenasdiodo e que até lhe vai pÌoporcionareconômia ção PPl.t/S . ve 52 na posiçãode luz máximaou alto.elc.negativa PP2 . 29 . O resultadoé que os dois ledsacenderão.enquantoque o led 2 Íicará polarizadodiretamentenos semiciclosnesati- vos. o diodo fìca em sériecom LISTADE MATERIAL o circuito. ção suavcou econômica. e com a chavena outra ela accndecom do circuito analizado. s€ não tivçr certezade aue o circuito analisadotenha tensâo menor. O diodo será o lN4oot se a tensãode sua casa for llov e o lN40O7sea tensãode suacasafor 220V. Seu funcionamentoé simplesde entenderagora que o ÌeitoÌ já foi apresentadoao diodo: çom a cha- Fig. Em suma.vermelho) do o anodo fica negativo em relação ao catodo) são PP1. No entanto./desligae altolbaixo.positivâ Led2 aceso CoÍrente alteÍnada Ledl e Led2 acesos O circuito em questãoé projetado para suportar tensõ€stanto contínuas como alternadas de no máxi- mo 15 Volts.

outros que estudamosnestaÌìção sãocomponentesre- lativamentemodernos. Fie. Estescomponentespertecemà familia das válvu- las termiôdcas ou simplesmenteválvulasà vácuo. em ÍeÌaçãoao filamento. num caminho de "mão única" para a eletricida. não conduzindometadedos semiciclos. -t I CORRENÍ€ dutor. podia-seobservaruma corren- b quando o eletrodo ficava positivo em relação ao fihÌnento.antesdestescom- ponentes. levandoem conta que na rede de llov o pico. em que o filamento tanto servepara aquecer trons de seu material são expulsosformando em sua o sistemacomo para emitir elétrons. Ligando uma bateriae um gaÌvanômetroentre o 8AÌEFÌÂ PARA AOIJ€CERO FÌLAMENÌO clctrodo e o filamsnto. direto. seráinteressantevoltarmosno tempo e verifi.já de volta ao seula- borató o na Inglaterraque aqueledispositivoconsis. nos EstadosUnidos em 1882. o diodo usado deve ser do tipo capaz de suportar pelo menosisso. ele atraí os eletrons ceÌ o sistema.LiçÕon94 Veja que. merecemser estudados. A explicaçãopara o comportamentodo dispositi. então ele repeÌeos elétrons ó? {cxatamenteçomo nossodiodo semiconduto. TOTAL ELETRÔNrcA N?24190 59 . 3I . apesaÍde teÍem um uso mais limitado hoje. o diodo fica submetidono sentidoinversoa uma ten- sãoigual ao pico da redede correntealternada.Sugerimosque o leitor volte a lição anteÍior. Íicação de correnteselétricas(assuntoque veremos Disso resultou a existênciade dois tipos de válvulas na proxima lição) diodo que são mostradasna figura 32. aquecido pelo filamento para fornecer os eletÌons. se o eÌçtrodo estiver negativo ti. Em (b) temosa váhula diodo de aqueçìmentoin- Se o eletrodo colocado dentro do bulbo estiver direto em quetemos3 el€mentos:filamentopaÍa aque- poritivo em relaçãoao filamento. ÌgNstro AS VÁLVULAS Fic' 30 . [rlrl]'.l vado.o catodo para emitir os elétronse ano- cstabclecendo asim uma corrente. volta uma nuvem. Em (a) temos a válvuÌa diodo de aquecimento vo é simpl€s:quando o filamento é aquecido. mas quando a bateriaera invertidanenhu. funções semelhanteseram reaÌizadaspor outro tipo de componentesque . A Flemingdescobriu que. diodos zener e vdlvuladiodo.Assim. J carmoscomo Íoramdesenvolvidos componenles equi- valentesque são válvulasdiodos.). Fleming patenteouseu novo dispositivo no dia Posteriormenteesta estrutuÍa foi apçrfeiçoada ló d€ novembro de 1904.O "EÍeito Edison" quelevoud Os diodos semicondutores. Obs: Nas experiências de liçõçsanterioÍesjá €sta- víunos usando leds para obter indicaçõesdiversas. rnr correntefluia.çlas pos- sarn ser melhor entendidas. FÌemingdemostroudepois. Cursopróticode oletrônico.um pesquisador inllês chamadoJ. ou se- ja. Por outro lado.seno in- teÍior de uma lâmpada(recéminv€ntadapor Edison) fossecolocadoum segundoeletrodo. ltl. Êste mesmodio- GALvaÀô{EÍRolNorcaNoo do não poderia ser usado na rede de 220v onde os CORRENÍE picos chegamaos 300v. Trabalhandocom ThomasEdison no seulabora- tóÍio.Se o lcitor teve dúvidas ao realizar aquelasexperências.os ele.ÁR NO litÍÉRìoR /iUBO 154 Volts. fenômenointeressantepodia serobser. o máximo que a tensão atinge está em tomo de S€M. chamaodo-ode "váhula com a colocaçãode um eletrodo adicional que era dc dois eÌementos"(diodo) e indicando-opara a reti. Como o assuntodestalição foi o diodo semicon. conforme mos. estudandoas experiênciase montagens.Funcionamento da vólvula diodo.leds. talvezagoracom um conhecimentomaior sobreo prin- cípio de funcionamentodestecomponente.Na verdade. e nenhumacorrentepode fluir. do ou placa para "captaÌ" os elétronseúitidos. denominada"caÍga especial".Por estemotivo é que opta- ÂDIC]OMÁL mos pelo IN40O4que é indicado para picos de 400v ELEÌRODO mas uma tensãoalternadade 200v.'-iì tra a figura 30.

.\tÌo otRÉÍo tNotREÌo LITERÁTURÁ COMPLEMENTAR Fig. ou outro mas não pode "dizer" qual é o me- Assim. Íector comum eventuqlmentepode dìferenciar o alconce e a capacidode destes delectores em se um metql deteclado pertence a um grupo ideníirtcar metais é limítado. do" no dinheirc conseguido! mo pelos mais "possantes" aparclhos.Cerador Solar . estesçomponent€stêm algumas desvantagens -pe49 em Íelaçãoaos modernossemicondutores.EletrônicaTotal N:4 .pg 45 As válvulasdiodos até hoje podem ser encontra.EletrônicaTotal N9 7 . .lnterruptor incÍementado. . Ao contrório do que muitos pensam.televisorese outros aparelhos. Um de- tr6nico. .EletrônicaTotal N9 l0 pg 45 um tempo de "pré-aquecimento". Muitos leitores qs vezes noa escrevem pe- um objeto.Circuitos e DisoositivosEÌetrôniços. Tumer construidoem 1947nos EstadosUnidos.pg 45 . .Agitação térmica .pg 30 No €ntanto.pg8 A títulos de cuÌiosidade. como alrtnehs. a) oroDo DE aq{JEcrííENÍo B)DroDooE aouEc ttE. ferrosos. 32 . o cobre. rosos temos: o olumínio.William C.EletrônicaTotal N: 8 pg 59 (para haver a emissão de eìetrons) exigindo assim .PilhasoÌarexperimental .o primeiro computador . Dam- qu€ cxistiuutilizandobaseseletrônicae realmentecon. .L.Tipos de vólvula diodo. o cobalto. tal oparelho (e se alguém o tivesse!) ndo esta- do atë a alguns metros. . enquanlo que um corpo de grandes Íicá-lo! Se tivéssemos a capacidade de fazer dimensões (como um tambor) pode ser detecto. no grupo dos nAo Íer- po magnëtico gerado por algum disposìtivo ele.Provando leds . ro.EletrônicaTotal N: 13pg 9 precisamde uma boa quantidadede energiasomente .Cursopróticodo olatrõnico.EletrônicaTotal N9 ? lhos.eletrônicatotal N 9l . pi er-Ibrasa-1961 sideradocomo tal chamava-seUNIVAC tendo sido .Dinamo experimental. jóias.pg 28 das em rádios antigos. No grupo dos ferrosos. Este aDare. o níquel.mas isso seráassun- to a ser estudadoem futuras liçõesde nossocurso. corpos ríamos oqui! Certamente jó estoríamos explo- pequenos.elessão grandese . A eletrônico tem seus limites.TécnicasHistória da Ciência .1982 DETECTORES DEMETAIS Existem diversos tipos de detectores de os metais se clqssííicqm em ferrosos e não metais que normalmente se boseiam nos eki. Às vezes fá s cspaciddde de determinar o tipo de nossos leilores podem se esquecer disso.W.Fontesdeenergiaelétrica.EletrônicaTotal N? 16 para "esquentar".Recuperação de rádios antigos. o alconce depende do tamanho de tal. etc.EletrônicaTotalN:8 pg 53 Além de precisaremseraquecidospara funcionar .Como funcionamos leds .EletÍônicaTotal N: ? .Liçõon94 lho que pode ser consideradoda mesmaçapacidade que a maioria dos nossoscomputadorespessoaisque cabernnuma caixinha do tamanho de uma caixa de sapatosusava 5000 válvulase para seu aquecimento consumiatanta energiacomo uma pequenacidade! Os três andaresdo prédio que eÌe ocupavaprecisava de um compÌexosistemade refrigeraçãopara mantê- lo dentro os limites ideaisde temperatura! Posteriormenteforam acrescentados novos ele- mentosno interior das válvulas. mes. . Para um aparelho convencional dindo detectores que acusem ouro s 15 metros uma moeda pode sü detectada a alguns centí de proÍundidade e sejom capazesaté de identi- metros.como o leitor podeobservarnestesapare.Hçmus. etc nõo podem rando todo o ourc que existe por qí e "nadan- ser detectados sendo a alguns centímetros. íemos: o íer- tos que um corpo metólico lem sobre o cam. e pre- metal é mais complexa: cisamos lembrar a reolidade! @ ELETRÔNICA TOTALN924190 .No entanto.A cor dos leds .

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Clnqoonia 6 dob . 3 lomlnândo m varvuta3ó dis60â tlposd. unrd.ia nomtnô. vro s propõo6rslú€nr€ a rsiom.óno Íszeí nodidar .€át. €norgiá6rt96 q!ê rodasasatrernâdvs Doe qü€ 9ô.pubti. À qu6 hÉrura oportunâmènio o @nhetnento tódtó ttô 9€r.nh.g6nso càrâroqosd6 mais dtv. .ôord. ómçêndo por uh6 @ler!nê.da.350.ls vdriadB tlposrSom. indi.R rãgutnà|Áil s. € á @lodà das tathason6nká- i. do tF |m lom .ntara lmpo. i6cnl. lonGl€r6 6 a rroDoiôr.o estudodêstãl.ríomc.lso.s produios€totrônicossão dlagrMás.Í! ms. @ 16árl@ (cressrÍicaçãopor grúFDsdo eptrcaçÕ€s).K!í hman S.nlom6niô @n e da aÊNÌ.dor. . Manu6k. Sdo usãdo6.do. .t€trôntcassn @moonânl€36l.ouao.Clll 710.õ€5 lÓmosrma abórdagomobjr va que ev e os dors.ologlâ d6s ostr!tures InIèo. lÍansiçÀo6 16Íà a p. nt- úonlág€n d€ aparolhosdos n.oria d. o elrbraçáo (quandônÈ Ixc|oMnro oE ELElfiôN|cA . . Mpoío dÒ oa3Àrles) âlc. sxlslomápándi@s@m @ractoístt€s . 3€o dúlida. a liltá do úat€.r. es.dadasó.adasmels lrat'ararúsrco tx ÉLEÌnôaücA I l{u^t DÈ titsÌFu Et{Ìos OE XEDTD^S Í ÌÊlÍncA P hA a EtEnôxrcA a30pá9.u t[. procuramantofa llgaçáoonlr6 os @n€iios toórtcors í€4 lrsnchos @m €x€nelor mllcl voe.nâ pogrMaçéo m nsüáoemde mÁq_uin.p6F ô rucÍoârosi . üm "lãrouf da placedo clrqlirolmpr69. À llmlidad€ d. du. hô'ar.loronre n.s€m d. ràr rü.rhos d€ m d.cr$ 2.d r.00 29ô páç.ád{oi m. probl€masd.i@no) noèssiìãm do uma @ÒvôÉÀo . nom4 uNr.a00. Pautãüma uha pâío l6órle € outa prálle.r.lóílco. ELEÌnôMC l{Dusrn|^lÌ9. cÍ@jiG simptes. sobr€í€cu60s mãr.6t.nro ds lórrula6. c8oâ novà Instruçáo6 dêtathodaô os Dro.j@ digttat€ntàti:andoaanáls.o). .norgir solsr pod€ slpíjrlodasa nsc.Có2. stu€isssÉm !nà.00 o $ú TÀANSCODER"oú dàr tunúênção ôm ar.dê caprcltánclâs. ololrônl@. na.têm. uh Í.rngtaíporruíua.sst. hFtônü motosu3ados. q 202 pAo.ónlcassáo do ütat impôrtArctana a . a qo€ s rêt€r€à €ne. qu6 a . ciss ná prop.Ic. .srúda.700.Uh livro s€u rratamo.lêlô! 5Áo @mDanha. volov-John J. tr.cÍ!2. dos lrenslslorosütlll4dos nas mnlaoons.$ 1.ÍoÍraçõôs sorsi3 sbr. m E d.ntes À doÍciênctasnà. Foiogratla.âplicaçó6sprálicasèmnonhuns€to. obras t6cnlcás. na8 qu€ dss€jm lma toroçáo 3ó da no Ì. que á tôoÍj.t€ frul8s ê slmbolo. tór pn..iósò Éng.nol Giani. qu.m @nellderdó uma novâ €skâtâgiad€ d€sonvotvhsnio . €sl€ livro é o resutiadod€ diw6s3 dDê.cmtdtrll Oonlnman.16 olôlrô. 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1 Ìú .PEN 5 3 5 K C r $ 5 -7 ô 0 ."o) 5 ! 3 M c .0 0 K i l 5 0 4 ( Cr a 2 .O O 0.Pr â c . CrÍ 45.Cr 3 7 . l i b f êC .c r l 3 -7 3 0 . SIMULABOF DESOMESÍÊ.OO . FEBOBII'IADOR BOBIJET (Módulo) MIXEFESTEREO TICO(NTSCPARAPAL-M) REOPARAVIDEOCASSETE MS3720 Para enrolamenÌos de Íanstomâ- dor es e bobi nas . l 5 .C í$ ô.0O 509 .00 CAI{EÌÂ PAFÂ CIFCUITO Ci Í c ! i l o d d â l rcÕco m I ú a n si sl o rês.OO TRANSCOROERAUTOMÁ.00 599 Crt 250.O 0 5r3( C r t 3 -9 5 0 .a 0 0 . CrS At. O 0 5 ? 5. T IPBESSO.7O 0" 00 .C134 .00 534 .$ r 1. ( c onr âdoíde 4 di 3 enlradãs e I ãjusle de lom poÍ 520.Cr3 A5O.O 0 CÂ!{EÍÂ PÂBA CIACUITO IaPRESSO .POt{ÌÁ POBOSÀ 5í9 C r ' 410.O0 K i r 50J C r S l a.O O 592 .C r 5 l l .OO Riì 502 CrS 21-OOO.2 5 0 " 0 o Mo n ra d o 500 C .00 soNS PSTCOOELTCOS .100.t 50.00 598 Crt !65.f.0 o Mo n ra d o 501K Cr' 2.7 0 0 .. Sâ 1 2 V 8 8 a 1 0 8 M Hz O€codiiicâdo (EsÌér.O0 600 c .) 5 r 4 M .l 51o.9 9 0 .0 O 510 .12V PLACÀS VIRGENS PAAÂ INJETOR DESINAIS clRcutÍo ttaPBEsso 596 .A?at. t{tF O.

mas desejaali- mentáìo com 9V paÌa ter mais alcance. que diz estar ótimo. 5. multímetro ou então obtenha seu valor do catálogo trata-sede um variávelcom 4 seções. Para issobasta alterar o resistorR8 que deveter pois tiveram di- Diversosleitoresnos escreveram lk5 e também Rl3 que deve passarpara 120 ohms.já que modi. vando-sçque os fios que vão as seçõ€sde menospla- tado da divisãopor 3 será83. ficuldadesem obteÌ as bobinaspara a rÌlontagemdo Os demaiscomponentespermanecemtodos inalterados. Meça a resistênciada bobina do relé com um conforme mostraa figura 3. --\-. ALMENTAçÃo Do SPYF0NE coM 9v os ÍBtMMEasEsrÃoEMPARÂLELo coM caDAsEçÂooo vaRtÁvEL O leitoÍ Mário Moreira Alves de Jundiai-SPmon- tou o Spyfone. cas são do setorde FM. BOBINAS E TRÂNSFOR. A identificaçãodasseçõespode servisual.Assim.Dividindo o valor por 3 vocêterá o va. se bem que muitos relés comuns até admitam a operaçãocom tensõesum pouco rnaiores. de grandescapacitânciapara ondascurtase média.ânciade até mais de 50qonos circuitos M ÊN O S PLÂC As FI em que eiessãousados. A dissipa- ção devescr da ordem de l/2 watt nestecaso. ELErnôN.IIíADORES DE FI ficou a etapa de saída com um 2N2222 (fiewa 2).2 pF podçm ser usadossem problemas.MG que passamosa responder.i- ÍR IT tM ER 5 Normalmente. O resistoré calculadoda seguintemaneira: O capacitor que o leitor tem é de 6 terminais. obser- se seurelé tiver uma resistênciade 250 ohms. capacitoresentre I e 2. VALORf.RJ JIJI JIJI quer saber se é possivelusar um capacitor cerâmico 2 7t7__7_77- d€ lp5 em lugar de lp2 no vtIF de Bolsoda revistaNo 3 .. o resuÌ. O vaÌor comer.S DE CAPACITORES 1346 ì O leitor Fábio Vidal Ennesde Teresópolis.Escolhao va.No casodo receptora função destecomponenteé ainda menoscrítica pois pode ser M AIS PLAC AS ÂM compensadanos ajustes.para capacitorescerâmicosadmi- te-seuma tole. de pequenacapacitânciapara a faixa de FM e duas lor do resistorque deve ficar em série. Rádio AM de 6 transistoÌes(RevistaN9 2l).sendoduas do fabricante.3 ohms. cial mais próximo de resistorserá82 ohms.cA TorALN: 24190 .Correiodo leitor COMO USAR UM RELE DE 9V NUM CIRCUITO DE 12V Está é a duvida do leitoÌ Antonio Colrêa de Be- lo Horizonte .-. Por exemplo. +12v ACRESCEI{ÌA rDENTrFrcaçÃoDE vARúvEIs o leitor Marlon Amodm Tenório de Salvador- BA tçm uma dúvida bastantccomum a outros leito- res tambémque é a identiÍicaçãodos terminaisde ca- pacitoresvaÍiáveistiÍados de rádios fora de uso ou mesrnoadquiridos no comérçio especializado. lor comercial inferior mais próximo. Para usar um relé de 9V com alimeltação de l2V precisamosligar em séÌie com este relé um resistor que produza uma queda de tensão de 3V conforme mostra a figura l.

. principslmente de tronsmissores.Rua Juvino Ransolin. Dcsejo adquiriÍ coleção da revista Eletrônica de pÍocura que ocorÌe sempreque publicamos aÍtigos Popular.4900 . Ne. na Íiguru 2.Gustavo CaÍcia . No entanto.Eduardo de MedeiÌos Santos rio das NevesJÍ.Ilha Solteira. Seior inÍinita.100. o que de IM q 5 000ohms.SP. . Este componente contém um único enrols. tão dificieis de encontÍaÍ. ll0 . útil emprojetos.Rua Abelardo Andrade de Car. PEQUENOS ANUNCIOS o Possuodiversosesquemasde transmissores pa- ra váÍias freqüênciase potências.SE. devido a gran.PR . assim não são .R.N9 224 . Gostada de tÍocar correspondência com leito. Compro estação de FM estereo com alcance .SP havendo uma falta momentâneâ no mercado.bem como. o bom estadoé só medi o resistênciqentre seuster- que lhe gorante ums enorme indutônciq. 1616.Sc cias . e macetcspara a montagem de projetos . Em Íontes de tensõeselevadasporo circuítos bém é chomado. mos aos leitoÍes que procuÍem as bobinas em lojas . o mesmo c. 86.Elio Olegá- ço troca de projetos . cu Ìi ti b a .Boca do Rio . jogos.lO 000 .Eüas HenÍique dos Santos - pequenos estoques para a reposição em rádios que Rua Izabel PierÍe Freitas. Sua in.Câixa Pos- valho. VEYSO ELECTOR AUDIO CLUB gostaria de trocaÍ corÌespondênciã com p€ssoasque Rua Capitão EÍnesto Nunes.AÍacajú . Vendo microcomputadoÍesHot Bit MSX l. D€sejo tÍocar correspondências com leitores pos normais encontrados nas lojas paÌa Ìepoúâo da EletÍônica Total .stecsso. Fora-MG-36050. .MáÌcio Antonio da costa .Centro 36500 - .B. 116. permite a sua utilizoçõo como Íihro em fontes pecto parece um trsnsÍormodor de alimentqção de alimentuçAo num círcuito do tipo mostrodo ou saída. NIPPON CLUBE DE ELETRÔNICA Ubá .contecendose Íor nuls..Campo Comprido . Caixa postal 50445 . Sugeri. Chaves.Praça São Januário. de pelo menos30km e mixeÍ de 6 canais. I DEFITTRO CHOOUES Eis um componente interesssnte.Também possuo dicas para I ou 2A e transmissoresde FM potent€s . desmonte-oporo oproveitor o Íio esmaltado.âlarmes. tal6l'15 .que no os.01051.53.81000. 146 e 153 . ma de 50W . Vendo e monto transmissores e esquemasde . Vendo esquemasde cücuitos de transmissores 03095 .l FM . 39 . Informamos quc as bobinas que usamos são ti. . se você tiver um componente deste gos com válvulas.93950.Rua São CÌistovão.Jaidim Paulista .Rua Otto Engell- man.Fa. o componen- te está estru*ado. minsis com o multímetro. mas que possui apenasdois teminois.85870(AC (PX e walk-Ìalkie) .405.SP e receptores. lente.5 a 2 Henries. ou Reator como tom. tem q oparêncìa mostroda na lipo em bom estsdo.Dois IÌmãos RS . 958 se interessampor eletrônicapara troca de expe ên- E9290.Caixa Postal Adilson) 37 .PR .Sâo Bento do Sul . esquemasde transmissortransistorizadoesteÍeoaci- val Almeida Bastos.P R. Troco ou vendo dois cursos de €lstÍônica com NOVOS CLUDES todo o material e fita de vídeo . ou oficinas autorizadâs que normalmente podem ter ll3. sttaBoLo 00 R€ÌIFICAOOR _rìrv ìrL DO|S nOS TOTALN924190 ÉLETRÔNICA .estaçõesde emisso- o Precisode esquemade fontes de 0-30 ou 0-50V ras (QRP) fonia e telegrafia .São Paulo . Fortal€za.Paulista . 77 . Ela deve ser da ordem duftncia é da ordem de 0.Salvador .Rua em Íeceptor€s de fabricação nâcional. .Âlbeno Luiz B. Parc saber se seu reator de Íiltro estó em nento com muílos espiros de Íio esmaltado.MaÌços que utilizem determinados compo!€ntes pode estar Ap.14.Club Rod-Star de Montagens Eletrônicas - novo e também alguns equipamentos'dc tramsmissão Caixa Postal 043 . PÍeciso das Reristas Saber Eletrônica: 66.Aris.amplificadoÍes. etc - .São Paulo . da Silva . aôsim.Juiz de chegam paÍa reparos. 282 .15378. 493 .85300.LaÍanjeirasdo Sul . . . Grajaú .Centro . pode ser aproveitado de údios o vólvula o utilizaçao de um destesÍiltros ë exce- antigos a vólvulas e mesmo qmplìíicqdorcs anti. .BA.MG.SeverinoBatistada Silya . O Choque de Filtro. res que gostam de robótica ou eletÍônica geral .Medianeira.Gustavo Gom€s Ri- beiro . guarde-o que ele pode ser Jigura 1.PE . EletÍônica Total do N9 I ao 16 .

EmilioCarlos.Áudio. rá.e pagle somenleao recebeÍos materials. jsso já ó impossíveÌ para faüas cada vez maioÍ€s da popuÌação. Como'Ì É simoÌes. O aprendizado se desenvolve atraYés de [çóe. EJsa muda4a de compor!árDenlo iÌleÍessa a vlxê. as F.SP mento que goza de prestí8io inÌErnacional. Não perca essa opoÍ- hÌá hâ. éivls um oaÍìr dom os dados acn.O0'.não mandedlnheiroã9o8. o exclusivo méto- sua própria oficirìa de Íeparos. Em poucos m€ses. no fiíÌal do cur:o. a mab tra- dicional brganização educacioml à distáncia do mundo.Audio. DO BRASIL ESCOLASINTERNACIONAIS pectos teóricos quanto práticos. ' Valoída 1" mensahoaoe válidosaté Ííí0/90.SãoPâulo. onen- tanclo-o Ìatrrc em as.scolas S€de:RuaDep.rian1 sêu C€rtiíìcado de qprovação. desde Quer düer. asseguÍando Escolâs IucrG e crescimgnlo IÍtemscimâis profissional. osasco. você vâr eslar apto a monuu 1890. Houve tempo em que tEÌ údo avaria- do era simplesnÉnte tocado por um novo. Fssa reSra se apücâ especiâltÌìeoÉ a apar€lhos el€tròÍu cos.envie.irsoCompleto de ÉlêtDnica. Apósesta Fldlo e Televlsão.seia recebeíiá na próximasemanaa pÍrmerra dâs EscolasInlefnacioírais.íAn. TeI í011)703-9489 : Desejorecebergraluitamentee semnenhum Ëfia'ì do o catálogode inÍormaçóes corÍipromisso C. E{ellea suamâlÍícula Endereço peloSistêmade RêembolsoPoslal.Rádto e Telelisi$ das Escolas " Int€rnacioo. qu€ já aprovaÍâm. BalÍío CEP do CJrsode Elêironlca. Agora.ìe Elêúónica. a ordem é €conomizar. você es. . milhõ€ de aluno6.Se preÍedí. (b rÍrntos eleúônicos.bilitâdo a montar tuddad€ de daÍ uD ver- e cons€rtar apareÌhos dadeiro sâlto profissio- de som e de vídeo. Uocêvaiconheceraqui passo 0 pnmelÍo paratransÍormar suavidaprofissional oje en dia.E. todas ss faixas eiÍriÂs.iuntoa0 clpom anexo Nome umchequeou valepostalno valordeCÉ2.sP Dido e etilbnle aprendizado.Preços Cidade Estado (Náo dosràndo Í@ÍEr a rcviía. CEP01051.is. Você rEcebe em sua caôa to- CaixaPosÌal6997 do o materiaÌ didático e tudo o que for necessário pâra um Íá. rêmessade liçóesem suacasa. docu. nal Faça como os Íl dios e outros oqúpa.Rádioe Tehvisão Se voced.ia úrÍples e elìcietrte atÍavés da qual vocé pode trânsforrìar "üa vida aproveitâúdo essa opoÍtuú- dade úDica de abrir seu pÍópÍio Degócio ou di*utaÌ em van- taletrs os melhores erDpÍePos( sâÌários -É . de- seovoÌveu utrra Étodoh.! clârâs e múto b€ú iÌusúadrs. As Escolâs Int€rnaciooais do Brâsil.-so ..1257 ìnl4rnacionâis e.

a 7 6 5 s ra no sentido hoÍizontal é feita numa freqüência de gM LINHAS OUÂOFOOiV}DIOO 15750}{z.precisamosanalisare decompor do em funcionamento vai ver que ele reproduz 525 li- esta imagem. SeenfileiÌarmosestaslínhas. em dividi-la em linhas e em cada linha tomar pontos O importanteé que.5 rnilionésimosde seguodopaÍa veriÍicar todos os pontos de claro e escuro de uma linha da imagem que vai ser reproduzida. mais ou menos como mostra a figura 5. como num filme de cinema. facilitrndo assim e compÌeensãodos leitoÌes. \\_.tipos de dis- positivos eletÌônicos que passatnosa descÍever. devemosÍansmití-la rapidamenle por À 5ÉRÌÂaNslíÌÍlDo 0|JA0R0 intëiro diversas vezespor segundo.ponto por ponto. devemosexplorar rapidamente esta imagem.podemosfazeruma percorrendo-a horizontaimente paÌa um lado e outÍo seqüênciaque pode ser muito mais facilmente tlans. qúe foram elaborados quando a teleúsão ainda esta- va sendo "inventada" eram mais lentos e até sistemas mecânicosforam tentados. ToÌAL N924190 ELETRôNrcA . e "sentindo" cadaponto de modo a teÍ a informação mitida atravésde um circuito eleúôniço. Est€ é o sssurlo do nosso "como funciora" deste môs. além de não resultar numa imagem de boa definição. se queremostransmitiÍ uma de claros e escuÍos. Newtotr C. mas nern sern- pre foi assim. À passagemrápida de um quadro ou ima- /. Isso significa que uma câmara de TV tem ap€nas Fig. este sistemaera muito lento para acompa- nhar eficieutemente o movimentodosobjetosfocaliza- dos. pÌincipdmentc dos inicirntca.2 1 z 'a 4 gem faz com que nossos olhos não perceban a mu- IfCEtr3tn dança e tenhamosa sensaçãode movimento (Íigum 4). s€m entrar em detrlhes téctrlcos mnito pofundos. Mais taÌde veÌemoscomo ascores podem informação que coÌrespondaa uma imagem consiste ser reproduzidas neste sistema. claro ou escuro.conformesu. De umr forma simpld rÍallsrÌ€mos o pÍúcipio de funcionamerto de dois tipos principais de câmaras de TY. Para a teleüsão (em nosso país) são pÍojetados :-. sÍÍrvés do esprço ou mcsmo gÌrvrdr numr fit! magnética.Como funcionaa câmarade TV Muitos leitoÌes gostaÍiam de ssbeÌ de que modo uma câmarr de TV pode crptaÌ imsg€ns c trrmfo]mó-|8s numa iDfo]mâção eletrônicr que pode seÌ transmitidr poÍ fios. a câmara de Para "recuperar" a imagemoriginalbastarecolo. imagem. Um deles.se gere a figura l.2 . pois a qualidade de uma imagem é tanto melhor quanto maior for o número de ünhas e Dontos. bastante famoso é o de Nipkow que consistia num disco perfurado que girava em gÍande veloçidade. t:-Ê-E:!tr] 30 quadros ou imagensem cada segundoe a varedu- . Evidentcmente. Êm outras palawas.Como "decompor uma imagem" 63. nhas de imagens que é o paúão usado em nosso pa- Assim. o primeiro passopara a obtençãode uma ís (figura 2). Tv é um dispositivoque "explora" uma imagem. Para que possamos perceber o movimento de uma imagem. zendo o que chamamos de "var€duÌa" çonforme Íos e €scuros. Braga Para que possamostansmitir uma imagem usan. um dispositivo capaz de fazer is- so deve ser bastante Íápido e preciso. varrendo a imagçm ponto por ponto de modo que podia-se obtcr claros e escurosnum sensoÍ foto-elétrico. da intensidadecom que ele deve ser reproduzido. Os pdmeiros sistemasde captaçãode imagem. No entanto.A imogem é Íormadq por linhas.fa- car as linhas no lugar e reproduzir os pontos de cla.exatamentecomo faz um televisor. I . Hoje basicamentesãoutilizados dois. Se o leitor analisaÍ a tela do seu teleüsor quan- do meioselehônicos. mostÍa a figuÍa 3. Fig.

O PLUMBICON Basicamenteeste dispositivoconsistenum tubo de vidro com um local por onde pode incidir a luz captada(imagem)e uma sériede elementosinternos dispostos conformemosrraa figuraó. 3 . Fig. (-- .Estruturu de um Plumbicon. 5 . de modo a formar com a ba- seuma espéciede diodo semicondutor. 6 . Estealvo usauma substânçiadenominadamonó- xido de chumbo (PbO) que é fotocondutivo. Sobreo alvo de PbO existeum fino filme de PbO dopado. ocorre o umo sucessiiotópida de quodros que dão seguinte:somenteteremosum sinal de saídaquando s sensaçilode moyimento.A câmoÌq explora a imogem dividindo-a em linhas e pontos.. Na outra façedo alvo existeum eletrodode óxi- do de estanhoque tem por finalidade captaÌ o sinal gerado. o feixe de elétronsdisparadopelo canhãoìncidir num Dontoiluminado.Ao girar rapidomenle.Num filne de cinemo temos ser "captada" nestaplaca de PbO dopado.--/ Fig. muda de resistênciaem função da quantidadede luz que incide nele.ou seja. ELEÍFONICÂÌOTÀL N924190 . SENSOR Fig. 4 . Fazendoincidir a luz correspondente à que deve Fig. os pontos sdo obtidospelapassogemdosÍuros dionte do sensor. No interior destetubo existevácuo de modo que um feixe de elétronspodeser "disparado" em direção a urn alvo formado por compostosde chumbo (Pb).

Para isso é produzido um pulso de sincronismo. qualquercor do espectroúsível! zontaltemosa informaçãocorÌespondente à intensida.e aí çoisasinteres. tarefa bastantedeÌicadaque no entantopodeserreali- do a imagem. 50 TOTALN: 24l9O ÊLETRôNrcA .por algum motivo. de imagemde seutelevisorsãoobtidos pela combina- ra que o aparelhoque vai reprodulr a imagem. Fig.não "perca" o ritmo em que a var- redura é realizada. Um sistemasimplesé o mostradona figuÍa I l.Feixe de elétrons deÍlecionodo pelo açito de placas carrcgados(campo elétríco). sor pode "perder" o sincronismo.ou seja. Assim. junto a cada Íiltro colocamosuma cãma- É claÍo que o plumbiçon é uma estruturabastan. Assim. e no outro do sincronismohorizontal.Urn plumbicontípico pÌecisade pelomenos tá na sua fÍente. verdadetodasas çorespossíveissãoobtidaspelacom- No final da exploraçãode cada linha deve ser binação de apenas3 cores básicas:todos os pontos produzida a infoÍmacão de que ela "terminou". inclusive os que produzema varr€dura. sua focalizaçào. Assim. basta "pegar" na varredura a composiçãode cada duzido. O sioal é então enviado paÍa o r€cep- 1000 Volts para produziÌ o feixe de elétronse para tor que o reproduz a paÍtir de três canhõesdiferentes. três coresbásicas.somenteuma coÌ. conforme m'rstra a figura 12. que está projetada na placa de óxido zada com um conjunto de plumbiconse um sistema de chumbo.verdese azuis(figura l0).e dosandosuasiltensidadespode-seobteÍ ObseÍveque entre os pulsosde sincronìmoho .o tel€visor.em çadacaso. que "çapta" a imagem te delicada e que pÍecisa de tensõesmuito altas para tota. 9 . podemosmovi. a imagemvai sendo do ele reproduz uma imagem em cores verá que na convertidaem informação elétricapara transmissão.Qusndo um televisorperde o sincronismo. vão sendoproduzidospulsosde corrente óptiço adequado. para obt€Í o marelo "acende-se"o verdee o veìmelho. Fig..Reprcduçdocolorido. A reproduçãode uma imagem ern cores é uma A medidaque estefeixe de elétronsvai exploran. o televi. ra comum do tipo plumbicol. Fig. 10 . para transmitir uma imagem em cores de com que cada ponto de uma linha deveser repro. IMAGEM EM CORES mentar o feü€ de elétronsde modo que ele "varra" a imagem. santespodemocorrq com a imagemque se "embara' Uma única lente "capta" a imagemque é desúa- lha" confoÍme mostra a figura 9. 7 . de acordo com a intensidadede luz correspondentea Se o leitor observara tela de seu televisorquan- cada ponto da imagem. Um sinal de imag€mque denominamos"video" tem a estruturamostradana figura 8.lmeutemÍìs na coÌ qu€ dçpende do filtro que e5- funcionar. caso. no ção de pontos vermelhos. pa. por un campo magnéticoexternoou aiÍr- da por rneio de um campo elétrico. da por um sistemade lentespara filtros que dcüam Num casotemosa perda do sincronismovertical passau. Para obter o brancobastaqueos trêsestejam"a- cesos". IssosigniÍìcaquecircuitospróximosbastantecom- plexos devem ser agregadosà câmara.conforme mostra a figura 7. ponto em termosde proporçãoem que entram estas De v€z em quando.

a ativaçãode cada senso. CCD é a abreviação do termo inglêsque equivalea Sensoìde Transferen- cia de Quadro. levese até de custoredÌrzido. labricada pela Philips.. No entanto. O componente utiljzadohoje em muitascâmaras a que nos refeÍimosé o CCD. a paÍtir de um sistema de três canhões díJerentes. sensibilidadetern como principaÌ caracteristicaseu ta tão a recolocaçãodas cores nos seus "devidos luga. Em cada ponto em que a linha cruza com a coluna que está sendohabiÌitadaé feita a "leitura" que ó en- Cada canhão faz "acender" os ponlos da cor viada para a saida e pode ser lransmìtìda!. ÍzuL .não se faz VER]VELHO somente quando um ponto de luz da imagem jncide nele. que seja dada a ordem do circuilo de varredura de que é a vez dele ser lido. ll .Reproduzrndo sìnal a pdrttr entÍada e ao mesmo tempo. sequencialvamos habilitando as colunas do sensor. câmaraspesadas. somemuma boa corrente.alemde resultarem a foto. correspondente. manho reduzìdo e a necessidade de Lrmacorrente ex- res" de Ì11odoque a imagem original é reproduzida. Fig. além de grande gem numa das cores fundamentaìs. lï Existe entâo um "barramento" eÍn que é feita a varreduÍa tanÌo no sentido horizonÌal como vertical. F -oON . E preciso que este ponto seja "habilitado" ou seja.u m re mi c o n - e q u i valenle dutor quejâ equipamuitascâmarasquepodemsetor- nar mujto compactas. €O4 COL!NÂS LU\1r \":tDÂtÊ t +t tt i i i{ li t t sFtÀo 3€ Âln.Na tela temos en. C A. uma câmara que é tão pe- quena que cabe na palma da mão. Numa pastilhade maÌerial semicondutorsão gra- vadas 294linhas e 604 colunas formando assim uma mairiz com sensibilidadeà luz. tremamentepequenapara funcionar. EsÌe tipo de sensorde imagem.O . l2 .ôMlavEN--o nn - \ v v^!"'. l3 . ha- bilitamos a própria linha enviando um pulso paÌa süa Fig. Fi&. conÍorme mosÌra A utiÌizaçãode plumbicons.EsttuLurusimpldieadade um PARÂ OS ÌUBOS sensor de transferêncìade quadro. N " 2 4 19 0 . A partir destesensoÍjá existedisponivelna Euro- ccD pa.que por sua vez é resultado da ima.a captaçãodas imagensjá tem um de ' e: lados ó l i d o " o u s e j a . deteÌminandoassim em cada instantequal ponto for- nece. F.A .á a sua informação. Na figura 13 temos a estÍuÌura de um sensordes- te tipo. No entanto. tambémtem o problemade consu- mo de energiapoisestesdispositivos operamcom ten- sõeselevadas e circuitosbastante complexos que con. por exemplo.Esttutura ópÍíca de uma cômafq em cofes. a partir de onde faremos nossasexplicações. Para ler uma linha da imagem.

Veja que um dos problemasdestetipo de sensor
é ainda o número relativament€pequelo de pontos
de imagem obtidos, que resultamnuma reprodução
nem semprede excelentequalidade.As primeirascâ-
EM maras com CCD não tinham excelentedefinição de
sao coLocaoos
FrLÌnc6 imagemsendomuito mais usadasem sistemasmenos
ESPECI€DE'MÁSCAÂA' cdticos como por exemploem monitoria para vigiar
Ìojas, fábricas,etc. Somentecom a utilizaçãode no-
vos tipos, çontendomilhões de pontos de imag€m é
que seuuso passoua ser popular tambémpara os ca-
sos em que se exigealta definição.

OUTNOS SENSORES
AZ\JL

Os plumbiconse os serrsoresCCD não são os
Fig. 14 - "Triades", conjunto de tfts pontos. únicosdispositivosque podem ser usadosna fabrica-
ção de câmarasde TV.
Dispositivossemelhanles, mashojejá poucousa-
Para se obter uma imagem em coÍes o que se faz dos, também podem ser encontradosem câmarasde
é colocar na fÌente do sensôrmáscarasque deixam TV. Dentre eles citamos os tubos chamadosorticon
passaras três cores básicas,ou seja, filtros, mas dç ç vidiçon.
modo a atuarem sobre pontos difere[tes. D€stemo- Para quem quiser saber mais sobre as câmaras
do. teremosas chamadas"triades" ou seja, conjun- com CCD sugerimosa leitura do adigo pubÌicadona
tos de três pontos para cada ponto de imagem, sen- RevistaSaberEletrôniçan? 197em que dçscrevemos
tindo cada um a componentena cor desejada(fi- a Câmarade estadosólidocuja foto damosnestearti-
gura l4). go e que é fabricadapela Philips. I

POTETCIôMETBOS
OEVOTUME
MIiIIATURAS
Este é um componente que pode ser Os terminais extremos são do ìnterrupíor
aproyeitado de ródios tronsistorizadosÍora.de que pode ser usodo para ligar e desligar seus
usoe que apresentagrondeutilìdade (figuro l). aparelhos.
O botdo plóstico de acionomento possui
um chanÍro e é prcso por meio de um paraJuso.
O tipo de construçõo deste componente Íqcílita

ffi
suo soldagem direlamente em plocas de circuito
imDresso.

' 1"f,âS '
; 19Y

PoÍENctôMETRo

I
t-ó-t q--do--s

É formodo por um potenciômetro,
íipicamente de I0 kfi, conjugado a um
interruptor simples que sen'e para ligar e
desligar a alimentqçdo do oparelho.
Os írês terminais do meio coïespondem No usoexperimentolpodemossoldarfios,
oo potencidmelro, eue pode ser usado na conÍorme mostra a Íigura 2.
moioris dos monlagens que exigem um trim-pot O vqlor da resìstênciado potenciômetro
ou potenciômetro do mesmo yalor, ë marcadona latersl do comDonente.

ELETBÕNICA
TOÌAL N? 24190

Ligaçãode
transformadores
A utilização de transformadorespode trazer al-
guns problemasprinçipalmenteaosleitoresmeDosex- I
220V
perientes,especialmente quandoo enrolamentoprimá-
rio destescomponentesadmite duas tensões.Temos
então duas possibilidadesde ligação.

a) TÌrDsformedoresde 3 fios
NormaÌmente, estes transformadores possuem
um enrolamentoúnico com uma derivação.Ligando
os extremosdo enrolamento,aÌimentamoso compo-
nente com 220V e usando a derivaçãoalimentamos
com I l0v.
O fio comum às duas tensõesou OV é normal-
msnt€ preto, enquantoque a entradade l00V é mar-
rom e a de 220V vermelha.Podem ocorrer variações
em relaçãoàs cores, mas normaìmentea disposição
dos fios permiteuma verificaçãovisualcom a identifi-
caçãodas entradas(figura 1).
ii

Fí9. 2 - ídenlifícando os enrolamentos
com o multímelro-

Fig. 1 - Lígoção de transformadores de 3 fíos.
110/220\/

Em casode dúvida, utilizandoo multímetÍo, po-
demosconfirmar os enrolamentosìa resistênciaentr€
o extremocomum e a entradade 220Vdeveser maior
que a entradacomum e I lov (figura 2).
O multímetro será ligado na posição OHMS xl Fig. 3 - Ligação do chaveporu duos tensões.
ou OHMS xlo.
Na figura 3 mostramoscomo fazer a ligaçãode
uma chavinhapara comutaçãode tensãonum trans-
formador destetipo.

b) Tra$foÌmador de 4 fios.
Estestransformadorespossuemdois enrolamen-
tos separadospara o primário ou entrada.Na ligação C- C-
em llov devemosligar o enrolamentosem paralelo Ç L
( C
e na alimentaçãoem 220V devemosligar em série,
conforme mostra a figura 4,
d_ c_
A ordemdos fios deveserrigorosamenteobserva-
da pois seum dos enrolamentosfor inveÍtido t€remos
uma sobrecargaque pode queimar o componeÍrte.
Um simplesprocedimento,para o caso de dúvi- Fig. 4 - Ligoçdo de transÍomadores
da é mostradana ligura 5, em que usamosuma Ìâm- de quoto rtos.
pada em sédepara segurança.

EL€TRÔNICA
TOTAL
N924190

Id€ntificamos os enrolamentos com o multímetro
e depois de ligalos em paÍalelo, conectamos no ciÍ-
cuito da ÍiguÍa 5. Se ao fazeÍ a alimentâção a lâmpa-
da acendercom brilho fone. devemosinvertir um dos
enrolamentos.Com a ligaçãode novo, a lâmpadanão
deve acenderou deve fazelo com bdlho muito reduzi-
do. Podemos então fazeÌ a ligação diret,ìmente na re-
de, sem perigo d€ estragaro componente,
Normalmenteos transformadoresvêm acompa-
nhadosde papeletasque identificam os fios para es-
ta ligação, pois suas cores variam bastante,confor-
me os fabricantes.
ÀIFORÀ DE FASE.ERRADO a) Eit FASE-coiÂEÌo Na figura ó damoso modo d€ se.fazera ligação
de uma chavinha para a comutaçãod€ tensãoneste
40 o AW/Z2Oy
transfoÌmador.
Observeque, €nquanto no transformador de 3
fios precisamosde uma chavede I polo x 2 posições,
nestecaso precisamosde uma chave de 2 polos x 2
posições.

c) TÌrnsformsdoÌesde diversosfios dc prlmário.
Aparelhosantigos(como rádios válvula)que uti-
lizam traDsformadores de força de alta t€nsãopodem
ter um primário dotado de derivaçõespara diversas
À OE FASE-EFRÁOO
A FORA FASE-EFRÂOO 8) EM FÂSE.CORFEIO tensões,conforme mostta a figura 7.
Estestransformadoreseram Ìigadosa uma cha-
Fig. 5 - Testede ligação, utilizando ve comutadoraem vista de muitaslocalidadespossui-
umq MmDadaem série. rem tensÕesvariáveis,conforme a maior ou menor
proximidade de um transformador de distribuição
ou outros oroblernassçmelhantes.

c-
c
C
c

Fig. 6 - Chove comuladorc de tensdoparu
ÍrsnsÍormador de quqtrc Íios. Fig. 7 - Tronsíormador de entrads multipla,

I

A]ITEÍ{AS
Quslquer condutor que seio cortado por ce osformstos como, Jios ou vareíqs, o corrente
ondos elearcmognéticasÍunciono como anteno, induzida pelss ondospode ser melhor aprcveitsds,
pois a onda induz correntes que passsm a cirqtlar sendo levqda aos circzitos elettônicos que as
por f5te objeto. Até m6mo nosso corpo é uma processam. Isso ocorÌe com ss sntenss de údio,
ontens, o que pode ser constotodo quando TY e FM que possuemJormatos e tqmsnhos qüe
encostomos nosso dedo na entrodo de um possibilitom o melhor rendimento na coptaçdo
ampliJicador de áudio. OÍorte ronco que ouvi mos dos sinais eletromagnéticosa que se desti4am.
é q corrente ihduzida no nossocorpo o porlir do De um modo gersl, podemos dizer que,
rede local de olimentoçilo que constonlemente quanto msis oltq Íor s !rcqüêncio dos sinais que
"iìradio" sinais no freqüência d. 60 Hz. queremos captor, mdb artos serão q5 varetos
No entanto, se condutores metúlicos tiverem ou Íios das qntenas usodos.

TOTÂLNI 24190
ELEIRÔNICA

Ìho. o que garan- te m4ior segurançapara a operação.compsctoe totalmetrl€poíátil.O capacitorC2.puxa o fio até a caixinhae ouvecom clare.O capacitoÍC2 é um eletrolitiço. Os resisto. por estridente. forme mostraa figura l. A alimentaçàodo circuito pode ser feita com duas ou quatro pilhas pequenase seubaìxo consumo de correntç garante uma boa durabilidadepara esta fonte. possivel. dependendo dada a sensibilidadedo apareÌho. em função dos transistoresutilizados.sugerimosligar. Micro sistemade escutaclandestina S€ você prccisr de um equipameniosimples.do microfone. ne sensivele incorpora de l0 a l5 metros de fio que podernser facilmenteesticadosaté o locaÌ em que se pÍetendepôr o microfone. Newton C.Isso é im. Utilizamos um potenciômetrono ajuste do pon. do ajustede Pl. tornando o som não pode contar com um modelo profissional. ou então um pcquenoalto: falante que pode s€Ì embutido na própria-caixa do ELETRôN|oAÍoÌAL N: 24lgo . numa peqüenaponte de terminaisque deveser aìoja- portante porque. I .para 6 v ou mais. como uma baixa impedânciade saídapara excitaçãodireta de um pe- oueno ' alto-falanteou fone de ouvido.essãotodosde l/8 ou l/4 W çom 1090 râmiça ou um buzzerservemperfeitamentepara esta ou 20qode tolerânciae os transislorespodemsersubs- í tiruidos por equivalentes.com acopla- mento direto e saidade sinal pelo coletor.damos na figura 4 uma sugestãode placa Para maior sensibilidadeutilizamosum microfo. Fig. prÌN rerlizrr escutaschndestinas' drmos üm! sügestãode projeto qüe é idesl Darao esÍudarte. de circuitoimDresso. nho. ne de clistal ou cerâmica.Uma cápsulade fone de ce. um capacitorde I iF a 22 nF (o valor seráobti- sistorcsapenas? do experimentalmente) de poliésterou cerâmica.Dìagmma completodo micrc sísíemade escuto Ìante uma exçelenteamplificação. em paÌalelo com a font€.O capacitorCl tanto pode ser cerâmiçocomo de poliéster. A fonte de alimentação microfòne.usaum microfo. consisteem 2 ou 4 pilhas pequenas. NossopÍojèto cabe nüma caix! pouco maioÍ qüe um maço de cigtÍros e é rlimertado poÍ pilhas comuns. realizacàode esculasclandestinas?você instala um servepara desacoplamento. Braga Que tal montar um equipamentode bolso para aplicação. COMO TUNCTONA A base do circuito é um amplificador de áudio muito simplesque utiliza apenasdois traÍìsistorescom- plementares. Na figura 3 temosa disposiçãodos componentes. o microfone é de cristal ou cerâmicae será co- nectado ao circuito por meio de um cabo blindado de l0 a 15 metrosde comprimento. Fig. deve ser utilizado um suporteaprop ado.lOmA.de modo a se conseguirmaior ga. de gaDhosdiferentes. num mesmolote. temostransistores da em caixa plásticacompatível.de dois tran.Observea ligação da malha corno blindagem.2 .com um consu- za o que se fala a uma boa distância. mo de correntena faixa de l0 a . da. MONTAGEM A poladzaçãodo circuito é feita atravésde Rl e Pl.prra o inicirDte ou mesmopüa os "detetives" quc Dóo tenhsE conhecimetrtosprofurdos de el€trôricr. Pl podetanto ser um pot€nciômetrocomum. não só ga.O mesmo potenciômetroserve Para os que desejarema versãomais çompacta tambémcomoumaespécie decontrolede sensibilidade. A escutaé feita em fone de ouvido. co- mo um trim-pot.Ligação do capacitor patu o fone deve ser de baixa impedância como os lofnor o som me os eslrídenle usadosem "walk-man".con- O circuito tem boa amplificação. em paralelo çom a entra- que não montar estaversãosimpìificada. Para as pilhas.Caso a tonalidadedo som da cápsu- Se você precisade um equipamentodestetipo e la usadatenda muito para o agudo. Na figura 2 temoso diagramacompletodo apare- to de polarização.A ligaçãodestestr4nsistores.

47 yF x 6 V .8C548ou equivaìenle.potenciômetío C1 .resislor(rnarrom. Ajuste a polariza- ção em Pl.jaquepaía fone ô/Ì X1 .1#FF--== Fig.micíoÍonede crisÌalou ceÍâmico . PROVA E USO Basta ligar a alimentaçãoe çolocar o microfone em algum lugar que tenha som ambiente.10 a 15 m de fio blinda- f .7 M0 .O som de- ve ser ouvido claramenteno fone.capacitoreletíolílico Bl . deveremosencostaro ouvido na caixinhapara se fazer a escuta. r =-. numa ponte de terminois Í"r r. Fig.. caixa para montagem.Modo de usar o apdrelho Sommuito baixo indicaqueo microfoneé impró- t ELETEÕNtcA ToÌÂL N924190 I .^.paraescutaem umasala. batidasou outros podem mascarara conveÍsaque se desejaescutar. fios.22). fora de uso. | '"ü '^ ' 'o r ?' At.etc.preto. Evite a proximidadede janelas ou a colocação em mesas.supoÍle de pilhas. lo |Jfu^"= 'cr 'oÌ ì I zer a oçultaçãodo microfone. do. aparelho.Ploca de cìrruito ìmpresso usa-lo.onde o ruído de papel. 4 .verde) -JJ.pois nestascondiçõesa correntecai pra- ticamentea zero.* l ".v' -l tY v Q2 . 5 .8C558ou equivalenle.ou então.220 aF \2?4 ou 0. OSJETO O interuptoÌ geralpodesereliminadocom a con- g'â dição de que.[ paÍa o poìenciômetÍo. o fone seja descon€ctado do aparelho.2.: prio para a aplicação.inteÍÍuptorsimples 81 -3ou6V 2 o u 4 p l h a sp e q u e n a s Ií^\\ MIC . 3 .2M0ou 4. oo.Na figura 5 temoso modo de sefa- .capacrloÍcerámicoou de pol ésleÍ P4é4 C2 .soìda.1 M4 x 1/8 W . (-(l LISTA DE MATERIAL vf Q1 .Disposìção dos componentes.t-u-----t P1 . o fone não é do ti- po recomendado. Neste caso. J1 . de modo a obter o melhor rendimento.o".tÍansistoÍPNP S'1.botão \ :.fonede baìxaimpedância ou pequenoalto-falante tl DiveÍsos:pontede terminais. tn Comprovadoo funcionamentoé só utilizar o apa- q" ll rslho: enroleo fio na própria caixae mantenha-osem- pÍe com pìlhasem bom estadopara quando precisar Fig.tÍansistorNPN /^ l\ .

.:::'- o*** :ï#*ry lcdidl *o. ."ts..r*sDo!roNlroR: **o'ï-:"::.ssâ @ S$[it*.ttt.-.-.o "woti"i6o aDeçn"" .#..

pois a lâmpadaneon não acendecom menos.como um transforma. O cnrolamentode bai.A descar- ga vai ocorrer pelo corpo da "vítima" que levará um choquede curta duração.|(n4. 58 TOÍAL N?2. mas inofensivo! COMO FUNCIONA O que temosé um transformadorçom um enrola- mento de baixa tensãoe um de alta.l00?ou BYl27.Na figura 2 temos a disposição ao usar o sistemanão deixeo fio encostadona lima. gaçãodo fio que vem do transformadorao elemento O diodo Dl podesero lN.01 e 0. Ela é então aplicada a um diodo. de çurta duração.consisteem pedir a alguémque se- gure nos terminaisdo capacitorcarregado. pois exigc-scque tenha aproveitadode rádiosa válvula. -r--------J do um flash de luz. rN 4004 dos de rádios fora de uso. r-)}----- Uma das experiênciasque podemosrealizarcom çi (-b esteprojelo consisteem fazer a ligaçào do çapacitor Ìç numa lâmpadaneon.EletÌônicâ junio.que pode chegaÍ a ter pi- cos (valoresinstantâneos)de até 600 V. MONTAGEM Na figula I temos o diagramado aparelhousa. O capacitoÍ Cx pod€ seÍ aprovcitado de qitdqucr O transformadorTl tanto pode serum de saída. F !"t ção for feita o capacitorvai descaÌregar-se produzin. Estç nash. induz no seu se- cundáÍio uma alta tensão. e comprova! que realmen- te elesretém estacarga. Com o sistemadescritocons€guimosaumentara tensãode uma simplespilha para mais de 80 V.USO ELEÌBÔNICÀ . A fonte de alimentação é uma pilha grande.mos- tra que temospelo menos80 V de cargano capacitor.250mA.bÍincadeirade drr algürs choquesnos seusamigos. Cargade um capacitor Eis uma experiênciamuito simplesque você pode frzeÌ com compo[entesde sucsir e q||e serv€lsnto ptn demonstraro princípio de futrciotrNmento dos crpacitorcscomo aemlÉmrealizaruma itrteÍessanle. lN. se rapidamente. Esta corrente. que a Íetifica para a carga de um capacitor.não exis- te perrgo.Assim. parado da lima. No momento em que esta liga. quando aplicada ao primário de baixa tensãode um transformador.poréminofensiva. çarga. o que é suficientepara ca[egar capacitorescomuns. Raspe-orapidamentee quandonão o. Xl deveteÌ a capa raspadaou cortada. nF a 100nFl.O choqueé desagradá- vel. mas do nestaexpeliência.retira. pois do çontÍário a pilha vai gastaÌ- ta do fio que vem da pilha numa lima. Veja que mesmo carregandoum capacitor com a tensãode pico. O ponto de Ii. mais interessante. Quaa- doÌ com primário de 220V e secundário de 6 a l2V to maior o valoÍ em micÌofaÌds (rrF ou mfd) maior a com coÍrentede 50 a. uma tensãode trabalho de pelo menos250volts. rádio ou televisor a válvulas. expeÍimentevaloÍesentrc0.1 (10 xa tensãovai do lado da pilha. real dos componentes. como a descargaé muito rápida e a energiatotal disponivelé muito pequena.usaÌ deixc-ose- Para obter a correntepulsanteesfregamosa pon.Outra. . Como os trans- formadoresnão operam çom a correntecontínua de uma pilha temosque interromperestacorrenterapida- mente de modo a obtermos pulsosde curta duração ou uma correntepulsante.

. Uma vez carregado não deixe que um terminal do capacitor encoste no outro.solda. dc" opcrendo mais alguns dias se forem conveniente O capacitorde I 000 ÉF pode ter qualquertensão cxcitrdas. conforme mostra a figura 3. Este flash consiste na descargado capacitor.Zás! Um belochoque! Lembramosque os capacitoresnão podem reter as cargaspor muito tempo.pilhagrande X1 .e assim o capacitor c$ará compl€tamente descaÍregado. CarÍegando novamenteo capacitor encosteos dedos nos dois t€Ìminais ao mesmo tempo.etc. dado o núme- talados nodcm ainda ter uma espéciede "rejuventu. carga.. EletÍônicajunio.lâmpadaneon.ver texlo T1 . Se isso ocoirer você vai ouür um p€quenoestaloe vcr uma faisca. Você vai tomar um pequeno choqu€. t I tipos dc calculadoras quando no final de sua vida útil. damos toques simultaneoscom as pontas de pÌova rior. da numa pequenaponte de t€Ìminais.1.ver texÌo Cx . Jogandoparaum amigodistraído.ver texto Di . observandoa po- O simplcs aparclho que apresentamosdá estades. na faisca de descargado capacitor). Na figura 2 temoso aspectoda montagemrealiza- ao dcixarcm dc alimcntar os apârelhosem que são ins. gue!" ce amenteele não vai deixáJo cair e quando o sçgurar. Reativadorde pilhas/botão I Âs pilhaslipo botão usadasem relógiose muitos Na figura I temosocircuito completodo aparelho.PaÍa obteÌ novo flash preci- -.Lima .Capacitorde qualquertipo(exceloeletrolítico) Diversos:Íios. Encostando os tcrminais do capacitor carregado numa lâmpadancon.1.TransÍormador.1N4004ou 1N4007. ÌorAL N?24190 ELErRôNGA . ro reduzidode çomDonentes. la dade.A dcscargado capacitorocorreu € o proces- so de cargadeve seÍ repetido. conforme mostra a figura 2. um capacitor PROCEITnÍENTO Ca[cguc o capacitor ligando-o ao diodo e ao tÍansformadoÍ.diodo. confor- me mostra a figuÍa 4. Uma brincadeirainteressanteque pode ser feita com srpacitores tubulares (com formato em tubo). pois a própria resistência entre scu dielétricoé responsávelpelo seu€scoamen- to gradual LISTADE MATERIAL l\ ' 81 . na pilha botão ( quandoentâo seobseryauma peque- rolada. d€ trabalho entre 3 e 25 Volts e o resistoré de l/8W. samos caÍregaÍ novam€nrc o capaclror. podcmos prolongaÍ a vida útil destas pilhas Com uma dezenaou mais de toquesjá teÍemos poÍ mais algum tempo. CarSa d. o que geconseguecom uma descargaelétrica con.egritando "pe- gá-los.5V. Esta cxcitaçlo consiste numa reativação do que O proçedimentopara a "reativação" é simples: Íesta da substânciaquimicamelte ativa em seu inte. te- Íemos um flãsh de curta duÍação. uma boa reativaçãopara a pilha. consistecm dobÍar os terminaisbem próximose carre.

eLqüanÍo qua oul/as sô podem componentes. Se. SCRe outros em monugis caros..tte para projetos? Cono de Ìnfornações.tabelas. sejo aÍndor ou Em cada um dos 6 vofumesj. dade como por exemplopinagerfl e caracteístícdt Múitas d$tas ihíontações só sõo dìsponíveís de circuitos iúegrados. Conlo obter ìnfornações rápídas e precisas Nos seis volunes de CIRCUITOS & IN- sobre componenÍes?Corno obter ciraitos bâsicos FORMAÇOES o l4üoÌ terá nais de 9ü pâginas qre possan servir de b. solda€ caixaparaÍnontagem.IAÇÕES E\tão é horu de em sto biblioteco os voh.fios.oleüor é praÍicaúe de elztrônica e se inte. coneçar. estudaLteou sirylesmente wn "cu. rnais de 150 ìnfomações de grande utilí nwmorizadas. LISTADE MATERIAL Bl .3 V B1 .vidas ra hora nais çrítica que cert@ncnte nâo é facilrnerúe aceôsível . centerú8 de característícas e pitagew de rertos oporeü@s elatônicos como fórmalas. TOTALN?24i90 ELETRONICÂ .úwdoÌ de pilhrs/boilo Lembramosque as piÌhas podem sofrer apcnas um múmero limitado de Ìeativaçõese que depoisdis- so não existe'outÍa soluçãose não fazeÌ sua subsü- tuicão. cos.rEsrflo aos prof ssionais. componerúes. facilitando assbn ao ntiaxi- bs? no o desenvolvimentode qwllquer projeto. dicas.vermelho) Cí .tem da montagem ou desetvoleimenÍo de qwQuer . tawistores.senpre visLndo os tipos disponíveis belas. diversos. proJeto.suportede pilhas. procedimentos bôsicos. Wlo prirrviro toltrrtc oü adqüiríndo Ío- çfu Ciraitos & Infortnaçtus. inforìnaçfu enÍão deye tet CIRCUITOS & INFORI.Elcúôtricâ jutrioÌ R.do que o leítor fabricantes de equipanentos ou componenteso precisa para rtrar as dí.2 pilhasp€quenas. Se o bitor ainda nãD conhece a coleção rcssa por este tipo d. coníotme anunciado nestarresna ediçõo. cunas.íesistor(marrom.capacìtoreletrolítico X1 .piìhaem reativação Oiversos: pontede terminais. de uso iÌrediato ou pata desenvolví- ne de informaçõesque de modo algtmrpodem ser .satrayés de contatos diretos com ções pdru projetos. infolma- ser conseguidr. dos.1000pF .1k . fónnulas. I clRcurïos & INFoRMAçoES O prdticdúÍe de elctrônica.oresqueforman a colz. com mais de 9ín círcuit$ práti- tzr irfomações que facilitem a n@ntagemde di.nento.preto. ta. no mercado rncional. enJima. tem 150 circuítos bfuicos de aparelhos dos mais ioso" preciso ter acetso a wna quantidadeenor. uso de instruncn.i eütados eris- profssiotml.

o FÚ Na figura(c) temosuam derìvação feita num resistorvariável ExistemtransistoresDarlington conÍormemostraa figura(b). NaÍigura(b)lemosumaderivação naou transÍormador no enrolâmento de umabobi- de ondesepodeobterumatensãointermediária. o Fl de radiofiÍr sáo internacionais. F trl r{ frl E ONDASCURTAS EnclclopédloEle!rônlcâTotâl Ficha89/Revislano24 ULTRA. Radiaçãoeletromagnéticade Íreqüênciamuito alta. para acelerar reações e na eietrônicâpaÍa apagar memórias (E- PRON. Assim. -o Estasondaspossuemcomprimentos entre10 e 150metros. F r{ .4s)além de servirde impressãode filmês. recurscusadoem muitoscontroles de volume. Darlington derivação de Lmalinhade 1Ìansmìssào. nossavista.A radjaçàoultra-viole- ta nâo pode atravessaro vidro comum. DARLINGTON EnciclopódiâElotrônlcaTotal Ficha87/Fevislan924 tr DERIVACÃO EnciclopódiaEletÍônlcaTolal F cha 88/ Fevsta n924 rd z o Modode ligaçãode doistransistores multiplicamos ganhosou Íatoresde amplif Na ligaçãoDarlington NPNou PNPem que se icação.o Estetipo de radiaçâotem grandepenetração. As ondascuÍtassão usadâsem seÍviÇos a gÍandesdistâncias. de telecomunicações comopor exemplonâs estaçÕes A radiaçãoullrâ.VIOLETA EnclclopédlrÊlôtíónlcrTotal Ficha901Fevisìan:24 Fl lú O' z Sâoas quecorresponde pagamalcançando as sinaisenlre2 e 30 tvlHzê queâs pro- grandesdistânciaspoispodemrefletir-se madas'rnaisaltasda atmosÍera(ionosÍera). Darlingtonsde potênciapodemoperarcorncofrentesmuiloìn. proporcionam cujoganhosejao produto dosgaÌìhos. Na iigura(d)lemosumabobinacom diversasderivações macas. ou potenciômetÍo.violêtaé usadaem diversosprocessosquimicos. iguraa) elese comportarr co- Umaderivação ou umalcrnadaé um percursoadicionalpara um sinalou corrêntêa partirde uma linhâ.(f de doislransisÌores. além dos 3800 Angstronsdc especlrovisívelque correspondeà cor violeta. moniadosem invólucroúnico. Fl paradosas ondasmédiascujoscomprimentos trose pertode 1 quilometro. de ganho100 ligadosna conflguÍaçâo dois transistores um ganhode 10000vezes. Fl. nasca.e pode causar dano a quecorÍespondem a comprimentosrelativameniecurtosquandocom. mas âtravessao quartzo.Na figura(a)temosuma o r{ moum únicotransistor. ou to" U H tensassimpliÍicandoo projelode ampliÍicadores e outroscircuitos. variamentre'150me- daísuâdenominaçâo.

VIOLETA ONDASGURTAS ELEÍRôÌ{ICATOTAL ELETRôNICATOTAL VEFúELHO I vIDRO CofilllM UL ÍR A V IOLÉÍA .E L'*P."J--É'-l roarA l E Í Rô Nlc I IC I lp-. **'uocio t- t\- ( bÌ | DEFIVAçIO ENCICLOPÊDIA ENCICLOPEDIA ULTRA.l-õl l-lt l-* ç* Ijl t.

stoaEsrastr{sTRuçoEs: Nacoínoaâ d€: r) Rrvlgta! . manual8. BEF. s€Ín nonhurÍE d€sp€s€. Ínsisasd€spesas posiais.Somonbalênd6.érnosummínimode 5 exemplaÍes. Ouanl.teraóinsfuçõ€sno póprioanúncio.docoroiomaispróximadosuacasa Assinalea suaopção E Êdougnüandoo ch€que pgloR€smbolsg D Estouadoulrindo Posbl Data I l1g9o .1i..kl!8.dobrar e colocá-la 6Ín quahuer caíta do coírslo. b) Llv. apgÍolhose oubos .og. M Ouant. M QuanL M Ouânt.r"oo [-Tl Ag. basla preenchgresla solicitaçâo. souclTAçÃoDEcoüpBA Er-24 ATE çÃO! PSraÍazero 8€u p€dldo.Adquirapor Resmbolso Poslale pagueaorgcebsÍa Ínercadoriê. QUânt. LryNOS/I'ANUAIS Cíit o{rÁNr. PBODUÌO cÍ' Nome Endôíeço NQ Fone (p/ po€sívolconìalo) Balíïo Cidade e. ao pÍeçoda últimaediÉo embanca.ou gnvieumchequejá desconlando2596e recebaa [ì€rcadorias€rnmaisdespssas(nãoacêitaÍnosvalepastal). l:??1'fl""ïÍllillïïãïïl*"ï|1. NÍ6atasados9mesloqu€ M Ouanl trts Quânl.?lï3fi :ffi:!$lrreeos*naooaúoÈíGeo c) Os produbsquefugircmdasrêgrasacima. N QuânI Ne Ouant. Ne Ouen! lle 9 15 10 16 17 12 t8 t3 19 11 20 OUANT.

SP :oô3uãoN3 . '\ t- .CENTRAL DR/SÂOPAULO CARTARESPOSTA IO SÊLAR NÃo É NECESSÁR O SELOSÊRÁPAGOPOR lrrul rober Ú publicidodc e promoçõcr 05999 .:rilarllrEu _ __ ___"1'_ .SÃOPAULO.2137l83 U.. I rsR-40.t.P.

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DoscóDtcos EsPEctFtcaçÃo 127-ESGradientevol.AdãPloÍ 117.6 6 l /5 6 1 202.éd'os 212.ádioàponâêis vol.00 223-[tS Sanyo-CÌP6750-6751-6752-6753 224. €létricosvol.00 274-VECCE.00 vol.00 micrcpÍocessadorës-Prclobôâtd 220.ESOuãsar . 1 330.ÉSLaner.ásq.esquefrasêléìÍi@svol. dêsom 734.EsquêhãÍlod€ InlomáliÉ 1.VPC9000 272-ESPolivox-Ésqu€masEléaico.40 152-EOcirc.viço 279.Rádios 70-ES Nisse.04 263-ESSonv.00 255. 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